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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Empreiteiro ligado a Luís Neves fez também obras na casa do diretor financeiro da PJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Construbarcelos]]></category>
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					<description><![CDATA[No final do ano passado o empreiteiro esteve a realizar trabalhos na casa de Álvaro Pires, na Charneca da Caparica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O empreiteiro João dos Santos Carvalho, proprietário da Construbarcelos, realizou obras não apenas no monte do atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, mas também na residência de Álvaro Pires, diretor financeiro da Polícia Judiciária (PJ), segundo revelou esta quinta-feira uma investigação conjunta da &#8216;TVI&#8217;, &#8216;CNN Portugal&#8217; e &#8216;Nascer do Sol&#8217;.</p>
<p>De acordo com a investigação, no final do ano passado o empreiteiro esteve a realizar trabalhos na casa de Álvaro Pires, na Charneca da Caparica. A presença de carrinhas da Construbarcelos no local foi confirmada por vizinhos ouvidos pelos três órgãos de comunicação social.</p>
<p>O nome de Álvaro Pires já tinha surgido associado ao caso do atrelado apreendido na operação Pacoba, utilizado para transformar droga e posteriormente entregue à Construbarcelos. Segundo a investigação, terá sido o diretor financeiro da PJ quem sugeriu, numa conversa informal, a solução para resolver o problema de armazenamento do equipamento.</p>
<p>Na altura, a Marinha pretendia que o atrelado fosse retirado dos seus terrenos, no Seixal, devido ao risco de incêndio provocado pelos produtos químicos existentes no interior. A Polícia Judiciária concluiu que não tinha capacidade para suportar o orçamento de cerca de 144 mil euros necessário para o remover para as suas instalações.</p>
<p>Segundo os próprios intervenientes citados na investigação, foi nesse contexto que João dos Santos Carvalho se disponibilizou para ficar com o atrelado, tendo a decisão final sido autorizada por Luís Neves, então diretor nacional da PJ.</p>
<p>A investigação refere ainda que a Construbarcelos executou diversas obras em instalações da Polícia Judiciária. Apesar de algumas dessas intervenções terem sido alvo de críticas por alegadas deficiências na execução, Luís Neves terá continuado a defender o empreiteiro, mesmo depois de ter sido alertado para os problemas detetados.</p>
<p>As novas revelações surgem numa semana particularmente difícil para o atual ministro da Administração Interna. O Tribunal de Contas confirmou que Luís Neves será julgado num processo relacionado com alegadas infrações financeiras praticadas quando liderava a Polícia Judiciária. Entretanto, a ministra da Justiça determinou também a realização de uma auditoria da Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça e de uma avaliação interna à atuação da liderança da PJ na sequência das notícias conhecidas nas últimas semanas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798507]]></sapo:autor>
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		<title>Reino Unido: autoridades investigam mais de 150 mortes notificadas entre utilizadores de medicamentos para emagrecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No total, o sistema de farmacovigilância recebeu cerca de 150 mil notificações de efeitos adversos relacionados com estes tratamentos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 150 mortes foram notificadas no Reino Unido entre pessoas que utilizavam medicamentos para emagrecer, segundo os dados mais recentes da Medicines and Healthcare products Regulatory Agency (MHRA), a autoridade britânica do medicamento. </p>
<p>No total, o sistema de farmacovigilância recebeu cerca de 150 mil notificações de efeitos adversos relacionados com estes tratamentos, embora as autoridades sublinhem que os casos não provam que os medicamentos tenham sido a causa dos óbitos.</p>
<p>Os números abrangem os três principais fármacos deste grupo atualmente disponíveis no Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS): liraglutido (Saxenda), semaglutido (Wegovy) e tirzepatida (Mounjaro).</p>
<p>A tirzepatida, comercializada como Mounjaro, concentra a maior parte das notificações, com mais de 100 mil relatos de efeitos adversos e 98 mortes notificadas. Já o semaglutido, vendido como Wegovy, soma quase 50 mil notificações e 37 mortes, enquanto o liraglutido, conhecido como Saxenda, regista cerca de quatro mil notificações e também 37 mortes.</p>
<p>Segundo os dados do sistema Yellow Card, utilizado por doentes e profissionais de saúde para comunicar suspeitas de reações adversas, os problemas mais frequentemente reportados são perturbações gastrointestinais, como náuseas, vómitos, diarreia, obstipação e refluxo. Foram também registadas notificações relacionadas com doenças do sistema nervoso, perturbações psiquiátricas, problemas oculares e doenças cardiovasculares.</p>
<p>A MHRA salienta, contudo, que estas notificações não estabelecem uma relação direta entre os medicamentos e os óbitos. Em muitos casos, as mortes podem estar relacionadas com doenças pré-existentes, patologias ainda não diagnosticadas ou outros fatores independentes do tratamento. Além disso, um mesmo doente pode originar várias notificações, pelo que os dados não correspondem ao número de pessoas afetadas.</p>
<p>A autoridade britânica lembra ainda que foram prescritas milhões de doses destes medicamentos no Reino Unido e que o aumento das notificações também reflete a crescente utilização destes tratamentos e uma maior sensibilização para a importância de comunicar possíveis efeitos secundários.</p>
<p>&#8220;Com base na evidência atualmente disponível, os benefícios dos agonistas do recetor GLP-1 continuam a superar os riscos potenciais quando utilizados de acordo com as indicações aprovadas&#8221;, refere a MHRA.</p>
<p>Também os fabricantes responderam aos dados divulgados. A Novo Nordisk, responsável pelo Wegovy e pelo Saxenda, afirmou que a segurança dos doentes é uma prioridade e recordou que todos os medicamentos podem provocar efeitos secundários, devendo ser utilizados sob acompanhamento médico.</p>
<p>Já a Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, indicou que monitoriza continuamente a segurança dos seus medicamentos e apelou aos doentes para que comuniquem quaisquer reações adversas através do sistema Yellow Card e consultem um profissional de saúde sempre que surjam sintomas preocupantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798502]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros da Generali crescem 13,7% no 1º semestre para 2,5 mil M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[generali]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A seguradora Generali registou, no primeiro semestre deste ano, lucros de mais de 2,5 mil milhões de euros, um aumento de 13,7%, adiantou a empresa, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seguradora Generali registou, no primeiro semestre deste ano, lucros de mais de 2,5 mil milhões de euros, um aumento de 13,7%, adiantou a empresa, em comunicado.</P><br />
<P>O grupo indicou que os prémios brutos atingiram 53,4 mil milhões de euros, um aumento de 5,8%, impulsionados pelo crescimento de 6,3% no segmento Não-Vida (P&amp;C) e de 5,5% em Vida.</P><br />
<P>Segundo a Generali, o resultado operacional consolidado foi de 4,5 mil milhões de euros, um crescimento de 11,2%.</P><br />
<P>A seguradora deu ainda conta do desempenho do segmento Vida, com uma captac¸a~o li´quida de 8,3 mil milhões de euros, (+33,9%) e New Business Value (NBV) a crescer 21,1% para 1,89 mil milhões de euros.</P><br />
<P>Quanto ao desempenho de Portugal, a Generali indicou que contribuiu com 18 milhões de euros para o resultado operacional do segmento Vida (frente a 10 milhões de euros no período homólogo) e 63 milhões de euros no segmento P&amp;C, face a 69 milhões de euros no primeiro semestre de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798494]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>OMODA &#124; JAECOO ultrapassa os 2.000 automóveis vendidos em Portugal em apenas sete meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:49:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[OMODA & JAECOO]]></category>
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					<description><![CDATA[Marca refere que, no final de julho, passou a ocupar o 23º lugar do mercado automóvel português e tornou-se a terceira marca chinesa mais vendida em Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A OMODA | JAECOO anunciou que ultrapassou a marca dos 2.000 automóveis vendidos em Portugal desde a sua entrada no mercado nacional, consolidando a sua posição entre as marcas chinesas com maior crescimento no país.</p>
<p>Em comunicado, a marca refere que, no final de julho, passou a ocupar o 23º lugar do mercado automóvel português e tornou-se a terceira marca chinesa mais vendida em Portugal, resultado que atribui ao alargamento da rede de concessionários, ao aumento da notoriedade e à crescente procura pelos seus modelos.</p>
<p>Segundo a empresa, esta evolução acompanha a trajetória registada noutros mercados europeus, com destaque para o Reino Unido.</p>
<p><strong>Reino Unido reforça tendência</strong></p>
<p>Também em comunicado, a OMODA | JAECOO revela que alcançou um novo marco no mercado britânico ao tornar-se, em julho, o terceiro maior grupo automóvel em número de matrículas, depois de registar 8.905 veículos matriculados e uma quota de mercado de 5,7%, de acordo com dados da Society of Motor Manufacturers and Traders (SMMT).</p>
<p>A marca destaca ainda que colocou, pela primeira vez, dois modelos entre os dez automóveis mais vendidos no Reino Unido. O JAECOO 7 terminou julho na quarta posição do ranking, com 2.709 matrículas, enquanto o recém-lançado JAECOO 5 foi sétimo, com 2.481 unidades. Já o OMODA 5 somou 1.815 matrículas nas versões a gasolina, híbrida e elétrica.</p>
<p>Em comunicado, Nuno Serra, diretor de Importação da OMODA | JAECOO Portugal, considera que os resultados demonstram a rapidez com que a marca está a conquistar a confiança dos consumidores europeus.</p>
<p>O responsável acrescenta que a evolução registada em Portugal confirma um percurso semelhante ao observado noutros mercados e reforça a ambição da OMODA | JAECOO de continuar a crescer no mercado nacional.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798493]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um McDonald&#8217;s, um café, um táxi e um iPhone: quanto custa viver em Lisboa face às grandes cidades do mundo?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-mcdonalds-um-cafe-um-taxi-e-um-iphone-quanto-custa-viver-em-lisboa-face-as-grandes-cidades-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[custo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Deutsche Bank]]></category>
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		<category><![CDATA[McDonald's]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da inflação dos últimos anos, Lisboa permanece longe do grupo das cidades mais caras do mundo, liderado por Zurique, Genebra, Telavive, Nova Iorque e São Francisco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ir ao cinema, beber um cappuccino, apanhar um táxi, comprar um iPhone ou até fazer uma refeição no McDonald&#8217;s continua a custar menos em Lisboa do que na maioria das grandes cidades do mundo. A conclusão é do relatório Mapping the World&#8217;s Prices 2026, do <a href="https://www.dbresearch.com/PROD/IE-PROD/PDFVIEWER.calias?pdfViewerPdfUrl=PROD0000000000633223&#038;rwnode=REPORT" target="_blank" rel="noopener">Deutsche Bank Research Institute</a>, que compara o custo de vida em 69 cidades de vários continentes.</p>
<p>Apesar da inflação dos últimos anos, Lisboa permanece longe do grupo das cidades mais caras do mundo, liderado por Zurique, Genebra, Telavive, Nova Iorque e São Francisco. A principal exceção continua a ser a habitação, onde os preços da capital portuguesa já se aproximam dos praticados noutras grandes cidades europeias.</p>
<p>Uma ida ao cinema custa, em média, 8,42 euros em Lisboa, cerca de metade do preço cobrado em Zurique, onde um bilhete ronda os 21 euros.</p>
<p>Se depois decidir jantar fora, uma refeição para duas pessoas num restaurante de gama média custa cerca de 54,70 euros. Nas cidades suíças, o mesmo jantar ultrapassa os 125 euros, enquanto em Jacarta fica abaixo dos 15 euros.</p>
<p>Para uma refeição mais rápida, um menu no McDonald&#8217;s ronda os 11,50 euros em Lisboa. Em Telavive ultrapassa os 18 euros e em Zurique aproxima-se dos 16 euros, enquanto em Jacarta custa pouco mais de 3 euros.</p>
<p>Também um cappuccino continua relativamente acessível na capital portuguesa, com um preço médio de 2,55 euros. Em Zurique, a mesma bebida aproxima-se dos 6 euros.</p>
<p>Já uma garrafa de vinho comprada num supermercado custa, em média, 4,95 euros em Lisboa. Em Singapura, cidade onde este indicador atinge o valor mais elevado do estudo, o preço ultrapassa os 19 euros.</p>
<p>Nos transportes, Lisboa mantém-se igualmente a meio da tabela. Uma viagem de táxi de cinco quilómetros custa cerca de 8,30 euros, muito abaixo dos mais de 27 euros cobrados em Zurique. Um bilhete de transporte público ronda os 2 euros, enquanto na cidade suíça ultrapassa os 5 euros.</p>
<p>É na habitação que a diferença começa a esbater-se. Arrendar um apartamento T3 no centro de Lisboa custa, em média, cerca de 2.540 euros por mês, colocando a capital portuguesa acima de Madrid neste indicador, embora ainda muito distante de Nova Iorque, onde uma habitação semelhante ultrapassa os 7.600 euros mensais.</p>
<p>O estudo compara também os preços da tecnologia. Em Portugal, um iPhone 17 Pro custa cerca de 1.359 euros, valor que coloca o país a meio da tabela. A Turquia apresenta o preço mais elevado, superior a 2.200 euros, enquanto o Japão continua a ser um dos mercados mais baratos para adquirir o equipamento.</p>
<p>No conjunto dos indicadores, o Deutsche Bank conclui que Lisboa continua a oferecer um custo de vida significativamente inferior ao das principais capitais financeiras mundiais. Ainda assim, a subida dos preços da habitação continua a destacar-se como o fator que mais pressiona o orçamento de quem vive na capital portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798488]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Do terramoto às teorias da conspiração: falsas imagens e boatos inundam as redes sociais após sismo no Japão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Teorias da conspiração, imagens falsas e rumores espalharam-se a uma velocidade semelhante à das notícias sobre a tragédia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O terramoto de magnitude 6,8 que atingiu a ilha japonesa de Kyushu no final de julho, provocando pelo menos 38 mortos e mais de 120 feridos, deu origem a uma vaga de desinformação nas redes sociais, com teorias da conspiração, imagens falsas e rumores que se espalharam a uma velocidade semelhante à das notícias sobre a tragédia.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, uma das teorias mais difundidas sustenta que o sismo foi provocado artificialmente, enquanto outras alegam que o terramoto nunca aconteceu ou recorrem a imagens geradas por inteligência artificial para ilustrar alegados cenários de destruição.</p>
<p>O sismo atingiu a província de Kumamoto a 28 de julho, provocando o colapso parcial de um centro comercial na cidade de Kashima e obrigando à evacuação de cerca de 300 mil pessoas. O balanço mais recente aponta para 38 mortos e mais de 120 feridos.</p>
<p><strong>&#8220;Foi um terramoto provocado&#8221;</strong></p>
<p>Dados analisados pela empresa americana Meltwater mostram que, nos dias anteriores ao sismo, já circulavam centenas de publicações em japonês a defender a teoria de um &#8220;terramoto artificial&#8221;. No próprio dia da tragédia, esse número disparou para cerca de 10 mil publicações e ultrapassou as 38 mil no dia seguinte.</p>
<p>Embora muitas dessas mensagens procurem desmentir a teoria, milhares continuam a divulgá-la diariamente.</p>
<p>Uma das publicações mais partilhadas, vista por cerca de três milhões de pessoas, defendia que os registos sísmicos correspondiam a uma explosão e não a um terramoto.</p>
<p>Perante a propagação destas alegações, a Sociedade Sismológica do Japão criou uma secção específica no seu portal para explicar porque é que um sismo desta dimensão não pode ser provocado artificialmente.</p>
<p>Segundo os especialistas, seria necessário perfurar vários quilómetros até à profundidade onde ocorreu o sismo e detonar uma carga com uma energia impossível de produzir com a tecnologia atualmente disponível.</p>
<p><strong>Imagens falsas e rumores</strong></p>
<p>Além das teorias sobre a origem do terramoto, começaram também a circular fotografias criadas por inteligência artificial que mostravam um centro comercial envolvido em chamas, bem como publicações que negavam a própria ocorrência do sismo ou afirmavam que as explosões registadas no local tinham sido encenadas.</p>
<p>Segundo o &#8216;Japan Times&#8217;, parte da desinformação teve também uma componente política.</p>
<p>Circularam, por exemplo, publicações que acusavam cidadãos estrangeiros de pilhagens e incêndios, recorrendo a vídeos retirados do contexto. Num dos casos, um vídeo que mostrava várias pessoas a comer junto a uma loja de conveniência foi apresentado como prova de um alegado saque.</p>
<p>O autor da gravação esclareceu posteriormente que os alimentos tinham sido distribuídos pelas autoridades como ajuda de emergência, tanto a trabalhadores japoneses como estrangeiros, e pediu que o vídeo deixasse de ser utilizado para alimentar discursos anti-imigração.</p>
<p>Também a ajuda oferecida por Taiwan foi alvo de alegações falsas, incluindo imagens de alegados distintivos usados por equipas de resgate que, afinal, correspondiam a artigos vendidos online por uma empresa taiwanesa.</p>
<p><strong>A desinformação após as catástrofes</strong></p>
<p>O Centro Japonês de Verificação de Factos alerta que este tipo de teorias é frequentemente difundido tanto por pessoas que acreditam nelas como por utilizadores que sabem que são falsas, mas procuram gerar visualizações e interações nas plataformas digitais.</p>
<p>Os responsáveis recomendam que, perante informações particularmente chocantes ou invulgares, os utilizadores confirmem sempre os factos junto de fontes oficiais ou de órgãos de comunicação social credíveis.</p>
<p>Não é a primeira vez que acontece. Após os sismos de 2016 no Japão, que provocaram 277 mortos, tornou-se viral o falso rumor de que um leão tinha escapado de um jardim zoológico. A mesma alegação voltou a surgir nas redes sociais após o terramoto deste verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798474]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Polestar junta-se ao Cetelem para facilitar a compra de carros elétricos em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Polestar explica que, a partir de agora, os clientes particulares e empresariais poderão optar por diferentes modalidades de financiamento, incluindo Crédito Automóvel, Crédito Balão e Leasing]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polestar Portugal anunciou uma parceria com o Cetelem, marca comercial do BNP Paribas Personal Finance, para disponibilizar novas soluções de financiamento destinadas à compra dos veículos elétricos da marca no mercado nacional.</p>
<p>Em comunicado, a Polestar explica que, a partir de agora, os clientes particulares e empresariais poderão optar por diferentes modalidades de financiamento, incluindo Crédito Automóvel, Crédito Balão e Leasing, escolhendo a solução mais adequada às suas necessidades e capacidade financeira.</p>
<p>Segundo a marca, a iniciativa pretende facilitar o acesso à mobilidade elétrica numa altura em que a procura por veículos elétricos continua a crescer em Portugal, tornando o financiamento uma componente cada vez mais importante na decisão de compra.</p>
<p>&#8220;Acreditamos que esta é a altura indicada para apresentarmos soluções financeiras competitivas e flexíveis&#8221;, afirma, em comunicado, Miguel Pinto, diretor-geral da Polestar Portugal. O responsável considera que a parceria com o Cetelem permitirá responder de forma mais eficaz às necessidades dos clientes e facilitar o acesso aos modelos elétricos premium da marca.</p>
<p>Também em comunicado, David Correia, Head of Mobility do Cetelem Portugal, refere que o objetivo passa por disponibilizar soluções de financiamento &#8220;simples, flexíveis e competitivas&#8221;, contribuindo para acelerar a transição para a mobilidade elétrica.</p>
<p>Segundo as duas empresas, a parceria procura colocar o cliente no centro da experiência de compra, combinando a oferta de veículos elétricos da Polestar com soluções de financiamento adaptadas ao mercado português.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798469]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;É mais do que um boato&#8221;: Guarda Civil vê risco real de nova entrada em massa em Ceuta a 15 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ceuta]]></category>
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		<category><![CDATA[Migrações]]></category>
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					<description><![CDATA[As mensagens circulam em grupos de WhatsApp, Facebook e Instagram com centenas de milhares de membros e incluem referências ao dia 15 de agosto, acompanhadas de frases como "A nossa última oportunidade" ou "Tudo será revelado nesse dia"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades espanholas estão a acompanhar de perto mensagens que circulam nas redes sociais e em aplicações de mensagens instantâneas a convocar uma nova entrada em massa de migrantes em Ceuta no próximo dia 15 de agosto, numa altura em que a cidade autónoma continua sob forte dispositivo de segurança após a crise migratória da semana passada.</p>
<p>Segundo o jornal &#8217;20 Minutos&#8217;, a Guarda Civil considera que as convocatórias são mais do que um simples rumor e confirmou estar a monitorizar várias publicações que apontam para Castillejos, no lado marroquino da fronteira, como ponto de encontro para uma nova tentativa de atravessar para território espanhol.</p>
<p>As mensagens circulam em grupos de WhatsApp, Facebook e Instagram com centenas de milhares de membros e incluem referências ao dia 15 de agosto, acompanhadas de frases como &#8220;A nossa última oportunidade&#8221; ou &#8220;Tudo será revelado nesse dia&#8221;.</p>
<p>O nome de alguns desses grupos faz referência ao termo &#8220;harraga&#8221;, utilizado no Norte de África para designar pessoas que tentam emigrar ou atravessar fronteiras de forma irregular.</p>
<p><strong>Segurança reforçada</strong></p>
<p>Apesar dos alertas, fontes da Guarda Civil citadas pelo &#8217;20 Minutos&#8217; consideram pouco provável que uma nova entrada tenha a dimensão da registada há cerca de uma semana, quando dezenas de milhares de migrantes conseguiram atravessar para Ceuta.</p>
<p>As mesmas fontes sublinham que o dispositivo de vigilância é atualmente muito mais robusto e recordam que uma mobilização semelhante, anunciada para setembro de 2024, acabou por não se concretizar graças à coordenação entre Espanha e Marrocos.</p>
<p>Também o Ministério do Interior espanhol admite a possibilidade de uma nova tentativa de entrada em massa, garantindo que as autoridades estarão preparadas para responder.</p>
<p><strong>Mais agentes e presença do Exército</strong></p>
<p>Depois da crise migratória, Ceuta mantém reforços superiores a uma centena de agentes da Guarda Civil, que continuam a trabalhar em conjunto com a Polícia Nacional, sobretudo nas zonas consideradas mais sensíveis.</p>
<p>A presença do Exército também foi mantida. Segundo fontes do Ministério da Defesa espanhol citadas pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, as unidades destacadas permanecerão em Ceuta enquanto o Ministério do Interior considerar necessário.</p>
<p>A Guarda Civil defende ainda o reforço permanente dos serviços de informação, o envio de pelo menos mais 200 agentes para a cidade, o alargamento das barreiras de proteção costeira e um maior envolvimento da União Europeia.</p>
<p><strong>População continua apreensiva</strong></p>
<p>O receio de uma nova tentativa de entrada em massa também é sentido pela população local.</p>
<p>O presidente de Ceuta, Juan José Vivas, admitiu esta semana que muitos habitantes continuam preocupados e encaram o dia 15 de agosto com receio. O porta-voz do governo da cidade autónoma, Alejandro Ramírez, reconheceu igualmente que, depois dos acontecimentos recentes, existe preocupação quanto ao que poderá acontecer nos próximos dias.</p>
<p>Entretanto, outras fontes ouvidas pela televisão pública espanhola TVE admitem mesmo que qualquer nova tentativa possa ocorrer um ou dois dias antes da data que circula nas redes sociais, precisamente para tentar surpreender o dispositivo de segurança montado pelas autoridades espanholas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798459]]></sapo:autor>
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		<title>Topo da pirâmide salarial quadruplica numa década, mas um em cada três trabalhadores continua a ganhar entre 900€ e 1.200€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/topo-da-piramide-salarial-quadruplica-numa-decada-mas-um-em-cada-tres-trabalhadores-continua-a-ganhar-entre-900e-e-1-200e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:39:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[Randstad Research]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados constam de uma análise da Randstad Research, baseada no Inquérito ao Emprego do Instituto Nacional de Estatística (INE)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de trabalhadores por conta de outrem em Portugal com um rendimento líquido mensal igual ou superior a 3.000 euros quadruplicou na última década e quase duplicou em apenas dois anos. Ainda assim, cerca de um em cada três trabalhadores continua concentrado na faixa salarial entre os 900 e os 1.200 euros líquidos por mês.</p>
<p>Os dados constam de uma análise da Randstad Research, baseada no Inquérito ao Emprego do Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Segundo o estudo, o grupo de trabalhadores com salários líquidos iguais ou superiores a 3.000 euros passou de 28,7 mil pessoas em 2016 para 125 mil no segundo trimestre de 2026. Só no último ano, este escalão cresceu 27%, passando de 98,3 mil para 125 mil profissionais.</p>
<p>Apesar desta evolução, os salários intermédios-baixos continuam a dominar a estrutura remuneratória. A faixa entre os 900 e os 1.200 euros líquidos representa 34,1% dos trabalhadores por conta de outrem, o equivalente a cerca de 1,56 milhões de pessoas.</p>
<p>Em comunicado, a Randstad refere ainda que os trabalhadores com remunerações mais elevadas representam atualmente 2,7% do total dos assalariados. Neste grupo, quase sete em cada dez são homens (69,2%), enquanto o setor dos serviços concentra 78,7% destes profissionais. A Grande Lisboa e o Norte reúnem quase dois terços destes trabalhadores.</p>
<p>O estudo destaca também um conjunto de indicadores positivos no mercado de trabalho. A taxa de desemprego desceu para 5,3% no segundo trimestre, o valor mais baixo desde o início da atual série estatística, iniciada em 2011, enquanto a população ativa ultrapassou, pela primeira vez, os 5,7 milhões de pessoas.</p>
<p>No mesmo período, a população empregada aumentou em 99 mil pessoas e o número de contratos sem termo cresceu em mais de 62 mil face ao trimestre anterior, refletindo, segundo a Randstad, um reforço da estabilidade laboral.</p>
<p>Por setores, as indústrias transformadoras lideraram a criação de emprego, com mais 30,2 mil trabalhadores, seguidas pela construção, que ganhou 21,9 mil profissionais. Também a educação, hotelaria, saúde e comércio registaram aumentos do emprego.</p>
<p>Em sentido contrário, as atividades de telecomunicações, programação informática e consultoria perderam 18,6 mil trabalhadores no segundo trimestre.</p>
<p>O estudo mostra ainda que o emprego cresceu sobretudo entre os trabalhadores dos 25 aos 34 anos e entre os 55 e os 64 anos, enquanto o número de jovens empregados entre os 16 e os 24 anos voltou a diminuir.</p>
<p>Em comunicado, Isabel Roseiro, diretora de Marketing da Randstad Portugal, considera que os dados refletem &#8220;uma evolução clara nos rendimentos mais elevados&#8221;, mas sublinha que persistem desafios relacionados com as desigualdades regionais e de género, a retenção de talento jovem e a transformação de setores como as tecnologias.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798451]]></sapo:autor>
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		<title>Lusoponte realça concessão de &#8220;enorme sucesso&#8221; nas travessias rodoviárias em Lisboa sem desvendar futuro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lusoponte-realca-concessao-de-enorme-sucesso-nas-travessias-rodoviarias-em-lisboa-sem-desvendar-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Almada]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ponte 25 de abril]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Lusoponte, António Ramalho, defendeu hoje que a concessão da Ponte 25 de Abril e Ponte Vasco da Gama, na região de Lisboa, que terminará em 2030, "é um enorme caso de sucesso", sem revelar o futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Lusoponte, António Ramalho, defendeu hoje que a concessão da Ponte 25 de Abril e Ponte Vasco da Gama, na região de Lisboa, que terminará em 2030, &#8220;é um enorme caso de sucesso&#8221;, sem revelar o futuro.</P><br />
<P>&#8220;Estamos convencidos que haverá um concurso no final da concessão e, depois, logo veremos as condições que são concedidas aos vários concessionários e aos vários concorrentes. Da Lusoponte sabe-se uma coisa, que é: entregaremos esta concessão nas melhores condições, porque esta concessão é um enorme caso de sucesso&#8221;, afirmou António Ramalho, em declarações à agência Lusa.</P><br />
<P>A propósito dos 60 anos da Ponte 25 de Abril, que hoje se celebram, o presidente da Lusoponte concedeu uma entrevista na sala de controlo de tráfego na Ponte Vasco da Gama, no Montijo, distrito de Setúbal, onde se monitoriza o trânsito das duas travessias rodoviárias sobre o Rio Tejo em Lisboa.</P><br />
<P>Sem falar numa possível intenção de voltar a concorrer à concessão das duas travessias rodoviárias sobre o Rio Tejo em Lisboa, o gestor da Lusoponte disse que esta é uma empresa &#8220;focada em fazer, não em anunciar&#8221;.</P><br />
<P>António Ramalho considerou ainda que o fim da atual concessão &#8220;é o momento ideal para refletir se a concessão foi boa ou má, se foi adequada ou não foi adequada, para preservar aquilo que eram os objetivos que lhe foram atribuídos&#8221;, lembrando que no passado houve muitas discussões sobre a qualidade da concessão.</P><br />
<P>Sobre as futuras duas travessias sobre o Tejo em Lisboa, uma ponte rodoferroviária entre Chelas e Barreiro e um túnel rodoviário entre Algés e Trafaria, o presidente da Lusoponte defendeu que os projetos &#8220;são absolutamente essenciais&#8221;, em particular devido à construção do novo aeroporto da região de Lisboa, planeado para o Campo de Tiro de Alcochete.</P><br />
<P>Na perspetiva de António Ramalho, faz sentido que as duas novas travessias sejam incluídas na mesma concessão que integra a Ponte 25 de Abril e a Ponte Vasco da Gama.</P><br />
<P>&#8220;Sendo uma concessão de travessias, só a integração das diversas travessias permite esta consolidação&#8221;, apontou o gestor, explicando que o acordo de gestão de infraestruturas rodoviárias é distinto do que acontece nas autoestradas.</P><br />
<P>Por exemplo, as autoestradas têm portagens dos dois lados, enquanto o atravessamento na Ponte 25 de Abril e na Ponte Vasco da Gama é pago apenas num só sentido, lembrou António Ramalho, referindo que isso acontece porque a função das travessias sobre o Tejo &#8220;não é fazer circular-se só pessoas, é fazer que as pessoas circulem num vaivém&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Só nós é que temos o sistema de ViaCard, que é o sistema de descontos por continuidade significativa neste movimento. Porquê? Porque nós servimos pessoas que circulam, digamos assim, regularmente no seu dia-a-dia através desta travessia. Portanto, gerir travessias não é gerir autoestradas&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Sobre se as futuras duas travessias também devem ser portajadas no atravessamento rodoviário, à semelhança do que acontece na Ponte 25 de Abril e na Ponte Vasco da Gama, o presidente da Lusoponte admitiu que sim, justificando que só assim é que se poderá &#8220;conjugar a solução, porque senão as pessoas prefeririam uma em detrimento da outra&#8221;.</P><br />
<P>A cobrança de portagens nas quatro travessias, segundo António Ramalho, irá permitir &#8220;o equilíbrio adequado e a resposta adequada&#8221; quanto ao atravessamento rodoviário entre as duas margens do Rio Tejo em Lisboa, sublinhando que é função do concessionário &#8220;garantir travessias em segurança, em mobilidade e em conforto&#8221;.</P><br />
<P>Para o gestor da atual concessionária, os projetos de mais duas travessias &#8220;têm uma importância estratégica para que o desenvolvimento regional de toda esta zona&#8221;, a Área Metropolitana de Lisboa, que ainda &#8220;pode crescer muito&#8221;.</P><br />
<P>Atualmente, cerca de 150 mil veículos atravessam diariamente a Ponte 25 de Abril, mais do dobro do que o tráfego na Ponte Vasco da Gama, mantendo-se como &#8220;a preferida&#8221; pelos automobilistas para cruzar as duas margens do Tejo em Lisboa, referiu o presidente da Lusoponte, realçando que &#8220;é absolutamente essencial uma nova travessia para assegurar o descongestionamento&#8221;.</P><br />
<P>António Ramalho disse ainda que vai ser essencial, a certa altura, fazer um corredor &#8216;bus&#8217; na Ponte 25 de Abril, mas tal só será possível após o túnel rodoviário entre Algés e Trafaria e a ponte rodoferroviária entre Chelas e Barreiro.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798432]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa segue tendência europeia e fecha em alta com impulso da energia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/correcao-bolsa-de-lisboa-segue-tendencia-europeia-e-fecha-em-alta-com-impulso-da-energia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR NO SEGUNDO PARÁGRAFO AS EMPRESAS QUE FICARAM COM COTAÇÕES INALTERADAS: SEMAPA E IBERSOL)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR NO SEGUNDO PARÁGRAFO AS EMPRESAS QUE FICARAM COM COTAÇÕES INALTERADAS: SEMAPA E IBERSOL)</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 06 ago 2026 (Lusa) &#8212; A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, avançando 0,52%, para 9.224,19 pontos, seguindo a tendência europeia, com o impulso das empresas do setor da energia. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, nove subiram, cinco desceram e a Semapa e Ibersol mantiveram-se inalteradas, em 20,2 euros e 9,78 euros, respetivamente. </P><br />
<P>As principais praças europeias fecharam maioritariamente a subir, com Londres a cair 0,19%. Paris subiu 0,35%, Frankfurt 0,05%, Madrid 0,62% e Milão 0,44%.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798439]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dois generais russos morrem em circunstâncias misteriosas. Explosão em Moscovo e funerais à pressa adensam suspeitas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dois-generais-russos-morrem-em-circunstancias-misteriosas-explosao-em-moscovo-e-funerais-a-pressa-adensam-suspeitas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Agentes do Serviço Federal de Proteção, elementos da Guarda Nacional Russa (Rosgvardia), polícia e agentes à paisana controlaram todos os acessos ao cemitério, onde veículos e peões foram sujeitos a revistas antes de entrarem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois oficiais-generais russos morreram em circunstâncias que permanecem por esclarecer, alimentando especulação sobre uma eventual ligação à explosão ocorrida na semana passada num restaurante de luxo em Moscovo. A informação foi divulgada pelo portal ucraniano &#8216;Militarnyi&#8217;, que cita o analista de fontes abertas (OSINT) &#8216;Necro Mancer&#8217; e o canal russo &#8216;VChK-OGPU&#8217;.</p>
<p>Entre os mortos está o tenente-general Igor Yerusalimov, cujo funeral decorreu esta quarta-feira. As autoridades russas não divulgaram a data nem a causa da morte, limitando-se a surgir um aviso fúnebre num grupo comunitário do distrito moscovita de Solntsevo. O local onde foi sepultado também não foi tornado público.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">💀 Update: Lieutenant General Igor Erusalimov was buried in Moscow.</p>
<p>Earlier, &quot;VChK-OGPU&quot; reported on the major general&#39;s burial at Troekurovskoye Cemetery in Moscow. </p>
<p>The burial site may have been that of Alexander Chaiko, a friend of the Commander-in-Chief of the Aerospace… <a href="https://t.co/tM635ysaHv">https://t.co/tM635ysaHv</a></p>
<p>&mdash; MAKS 26 🇺🇦👀 (@Maks_NAFO_FELLA) <a href="https://x.com/Maks_NAFO_FELLA/status/2085088156357931222?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O segundo caso envolve um major-general cuja identidade continua por revelar. O funeral realizou-se no cemitério de Troekurovskoye, em Moscovo, sob um dispositivo de segurança pouco habitual.</p>
<p>Segundo os relatos citados pelo &#8216;Militarnyi&#8217;, agentes do Serviço Federal de Proteção, elementos da Guarda Nacional Russa (Rosgvardia), polícia e agentes à paisana controlaram todos os acessos ao cemitério, onde veículos e peões foram sujeitos a revistas antes de entrarem.</p>
<p>Testemunhas afirmaram que o oficial era um &#8220;major-general relativamente jovem&#8221;. Durante a cerimónia fúnebre esteve presente uma guarda de honra com a bandeira das Forças Aeroespaciais russas, embora junto à sepultura tenha sido colocada uma bandeira das Forças Terrestres.</p>
<p><strong>Explosão em restaurante alimenta especulação</strong></p>
<p>O forte secretismo em torno das duas mortes levou ao surgimento de especulações sobre uma eventual ligação à explosão registada a 1 de agosto no restaurante Balzi Rossi, no centro de Moscovo.</p>
<p>Segundo blogues pró-russos citados pelo Militarnyi, o evento privado poderá assinalar o 55º aniversário de Aleksandr Chaiko, comandante das Forças Aeroespaciais russas.</p>
<p>De acordo com a versão oficial das autoridades russas, uma mulher tentou introduzir um engenho explosivo improvisado no restaurante, disfarçado de presente, mas foi intercetada por um segurança antes de conseguir entrar.</p>
<p>A explosão matou a mulher, o segurança e um cliente, tendo provocado ainda 21 feridos. Alguns meios de comunicação russos, contudo, avançaram que o número de mortos poderá ter ascendido a cinco.</p>
<p>Até ao momento, as autoridades russas não divulgaram a identidade de todas as vítimas, nem estabeleceram qualquer ligação entre a explosão e a morte dos dois oficiais-generais.</p>
<p>Segundo informações anteriormente divulgadas por fontes ucranianas, a Rússia perdeu pelo menos 19 generais desde o início da guerra. Contudo, não existe confirmação independente de que as mortes agora conhecidas estejam relacionadas com o ataque ocorrido em Moscovo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">According to Russian Telegram channels, a funeral in secrecy was held in Moscow for a major general who was possibly a friend of the Russian Aerospace Forces commander Aleksandr Chaiko, and who attended his 55th birthday celebration.</p>
<p>It is also reported that:</p>
<p>▪️ Since the… <a href="https://t.co/PYd7YM4M3R">https://t.co/PYd7YM4M3R</a> <a href="https://t.co/wzwEUQSErb">pic.twitter.com/wzwEUQSErb</a></p>
<p>&mdash; Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) <a href="https://x.com/Gerashchenko_en/status/2085059807640535512?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798430]]></sapo:autor>
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		<title>Grande falha elétrica provoca caos em Inglaterra: vários comboios foram cancelados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma falha no fornecimento de eletricidade está a provocar fortes perturbações na rede ferroviária de Inglaterra, com cancelamentos e atrasos que chegam a uma hora em várias ligações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma falha no fornecimento de eletricidade está a provocar fortes perturbações na rede ferroviária de Inglaterra, com cancelamentos e atrasos que chegam a uma hora em várias ligações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o The Independent, o problema afeta sobretudo a região da Grande Manchester e o noroeste de Inglaterra, mas envolve também serviços de diferentes operadores com ligações a outras zonas do país e ao País de Gales.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">⚠️ Thousands of passengers across the country have been left stranded after a power failure at Manchester Piccadilly has caused widespread delays and cancellations. <a href="https://t.co/7xWJm3t93n">pic.twitter.com/7xWJm3t93n</a></p>
<p>&mdash; Hits Radio News | Manchester (@hitsmcrnews) <a href="https://x.com/hitsmcrnews/status/2085378627550478396?ref_src=twsrc%5Etfw">August 6, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p class="isSelectedEnd">A National Rail registou o incidente pouco depois das 14h00 e prevê que as perturbações se prolonguem até ao final do dia, enquanto decorrem os trabalhos para reparar uma falha elétrica num dos seus centros de comunicações.</p>
<p><strong>Várias operadoras afetadas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as empresas atingidas estão a Avanti West Coast, a East Midlands Railway, a Northern, a TransPennine Express e a Transport for Wales.</p>
<p class="isSelectedEnd">A National Rail aconselhou os passageiros a confirmarem o estado das respetivas viagens antes de se deslocarem para as estações.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Northern chegou a recomendar aos clientes que não viajassem, uma vez que vários serviços no noroeste de Inglaterra ficaram impedidos de circular.</p>
<p><strong>Ligações entre Sheffield e Liverpool interrompidas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A East Midlands Railway informou que os comboios das rotas entre Liverpool Lime Street, Nottingham e Norwich não conseguiam circular no troço entre Sheffield e Liverpool Lime Street.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o The Independent, a falha está a causar perturbações generalizadas, com impacto significativo nas deslocações de milhares de passageiros ao longo da tarde.</p>
<p><strong>Problemas prolongam-se também no sul do País de Gales</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além da falha elétrica, a rede ferroviária no sul do País de Gales enfrenta perturbações que deverão prolongar-se até às 20h00 de sexta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação deve-se a um incêndio ocorrido junto à linha entre Newport e Cardiff Central durante o fim de semana. Algumas vias permanecem encerradas enquanto continuam os trabalhos de reparação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as ligações afetadas estão os serviços da CrossCountry entre Nottingham e Cardiff Central.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também há perturbações nos comboios da Great Western Railway entre London Paddington e Swansea ou Carmarthen, assim como nas ligações entre Taunton, Exeter St Davids, Portsmouth Harbour e Cardiff Central.</p>
<p>A Transport for Wales tem igualmente serviços condicionados entre Manchester Piccadilly e Pembroke Dock, Milford Haven ou Fishguard Harbour, bem como entre Holyhead, Chester, Cheltenham Spa e Cardiff Central e entre Newport e Ebbw Vale Town.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798433]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Neves diz-se tranquilo e saúda auditoria à PJ ordenada pela ministra da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, saudou hoje a realização de uma auditoria interna ao funcionamento da Polícia Judiciária (PJ) durante o seu mandato como diretor, ordenada pela ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, saudou hoje a realização de uma auditoria interna ao funcionamento da Polícia Judiciária (PJ) durante o seu mandato como diretor, ordenada pela ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.</p>
<p>&#8220;A senhora ministra da Justiça ordenou e ordenou bem&#8221;, disse hoje Luís Neves à margem de uma ação de formação relacionada com a rede de emergência SIRESP, em Leiria, sublinhando que está &#8220;absolutamente tranquilo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ainda bem que todas essas auditorias, investigações, audições se façam para que no final toda a verdade venha ao de cima&#8221;, frisou o ministro, que dirigiu a PJ entre junho de 2018 e fevereiro de 2026.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798417]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Luís Neves diz ter sido ele a pedir intervenção do Tribunal de Contas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-luis-neves-diz-ter-sido-ele-a-pedir-intervencao-do-tribunal-de-contas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna disse hoje que é a seu pedido que o Tribunal de Contas vai julgar alegadas irregularidades na Polícia Judiciária (PJ) durante o seu mandato à frente da instituição policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Leira, 06 ago 2026 (Lusa) &#8211; O ministro da Administração Interna disse hoje que é a seu pedido que o Tribunal de Contas vai julgar alegadas irregularidades na Polícia Judiciária (PJ) durante o seu mandato à frente da instituição policial.</P><br />
<P>&#8220;Contrariamente àquilo que tem vindo a ser dito, fui eu que requeri a intervenção do Tribunal de Contas&#8221;, afirmou Luís Neves, precisando que em causa estão apenas dois factos, relacionados com viagens, que resultaram de &#8220;inúmeras inspeções&#8221; das quais a PJ saiu &#8220;bem globalmente&#8221; e sobre os quais aquele tribunal entendeu, inicialmente, que &#8220;as explicações foram suficientes&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o ex-diretor da PJ, trata-se de viagens que foram executadas para desenvolverem investigações de forma sigilosa e que &#8220;pouparam ao dinheiro ao Estado&#8221;.</P><br />
<P>Luís Neves sublinhou que &#8220;nos últimos anos a Polícia Judiciária teve inúmeras inspeções&#8221;, das quais saiu &#8220;globalmente bem delas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Numa inspeção do Tribunal de Contas há dois factos que nos foram apontados com relevância e o Tribunal de Contas entendeu que o contraditório que a Polícia Judiciária apresentou era suficiente e deu o assunto como encerrado&#8221;, revelou o ministro.</P><br />
<P>O governante acrescentou que o processo foi remetido para o Ministério Público, que &#8220;entendeu que num caso concreto deveria aplicar uma sanção mínima&#8221; ao diretor da PJ, à diretora financeira e ao diretor financeiro desta área.</P><br />
<P>Luís Neves adiantou que vai contestar, justificando que o valor em causa &#8220;foi para salvar uma operação policial de grande importância de combate ao crime organizado transnacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tinha de ser tomada uma decisão de urgência, tinha de ser tomada uma decisão sob confidencialidade&#8221; e a &#8220;forma como essas viagens, que é de viagens que estamos a falar, foram adquiridas, pouparam dinheiro ao Estado&#8221;, disse.</P><br />
<P></P><br />
<P>EYC/(IB/ARA) // CMP</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798402]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da Warner Bros cai 7% no 1.º semestre com fusão com Paramount pendente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O lucro líquido da Warner Bros Discovery (WBD) caiu 7% no primeiro semestre, para 1.553 milhões de dólares (1.346 milhões de euros), enquanto continua pendente a fusão com a Paramount Skydance, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O lucro líquido da Warner Bros Discovery (WBD) caiu 7% no primeiro semestre, para 1.553 milhões de dólares (1.346 milhões de euros), enquanto continua pendente a fusão com a Paramount Skydance, foi hoje anunciado.</p>
<p>Avaliada em cerca de 110.000 milhões de dólares (95.278 milhões de euros), a compra da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance recebeu hoje &#8220;luz verde&#8221; no Reino Unido, mas a operação continua bloqueada nos Estados Unidos devido a um processo antimonopólio.</p>
<p>Num comunicado divulgado hoje, a WBD reportou receitas de 17.180 milhões de dólares (14.893 milhões de euros) entre janeiro e junho, menos 8% do que no período homólogo, embora o crescimento do seu negócio de &#8216;streaming&#8217; tenha compensado parcialmente a fraqueza dos estúdios cinematográficos e da publicidade.</p>
<p>Apenas no segundo trimestre, a WBD registou um lucro líquido de 149 milhões de dólares (129,2 milhões de euros), contra os 1.580 milhões de dólares (1.370 milhões de euros) do mesmo período de 2025.</p>
<p>A empresa atribuiu esta descida a ajustamentos contabilísticos relativos a ativos intangíveis relacionados com a operação da Paramount e a custos de reestruturação.</p>
<p>As receitas trimestrais diminuíram 11%, para 8.720 milhões de dólares (7.560 milhões de euros), ficando abaixo dos 9.290 milhões de dólares (8.054 milhões de euros) esperados pelo mercado, sobretudo devido ao fraco desempenho da sua divisão de estúdios e à queda da publicidade.</p>
<p>O volume de negócios da divisão de estúdios caiu 39% no segundo trimestre, depois de estreias como &#8220;Mortal Kombat II&#8221; e &#8220;Supergirl&#8221; não terem conseguido repetir o sucesso comercial do ano passado de &#8220;A Minecraft Movie&#8221; e &#8220;Sinners&#8221;. A empresa disse confiar numa recuperação na segunda metade do exercício, com a estreia de filmes como &#8220;Digger&#8221; e &#8220;Dune: Part Three&#8221;.</p>
<p>A perda dos direitos de transmissão da NBA também teve um impacto negativo, provocando uma descida de 22% nas receitas publicitárias e uma queda de 17% na divisão de canais de televisão.</p>
<p>No entanto, a ausência dos custos associados a esses direitos desportivos permitiu reduzir em 23% os gastos operacionais dessa unidade.</p>
<p>No período, o negócio de &#8216;streaming&#8217; voltou a ser o principal motor de crescimento, com as respetivas receitas a aumentarem 10% no trimestre, para mais de 3.000 milhões de dólares (2.601 milhões de euros), impulsionadas pela expansão internacional da HBO Max e pelo sucesso de séries como &#8220;The Pitt&#8221;, &#8220;Euphoria&#8221; e &#8220;House of the Dragon&#8221;.</p>
<p>A empresa informou ainda que a publicidade na sua plataforma de &#8216;streaming&#8217; aumentou 9%, impulsionada pelo aumento do número de assinantes dos planos com anúncios, embora a ausência de jogos da NBA tenha reduzido em 16 pontos percentuais o crescimento desse segmento.</p>
<p>Na sua carta aos acionistas, o diretor executivo da Warner, David Zaslav, assegurou que a empresa continua focada em &#8220;expandir a HBO Max, reforçar o seu catálogo de conteúdos e melhorar a rentabilidade do negócio de &#8216;streaming'&#8221;, que considera um dos principais pontos fortes do grupo.</p>
<p>Estes resultados são divulgados enquanto prossegue o processo de aquisição da Warner Bros Discovery pela Paramount. Hoje, a Autoridade da Concorrência e dos Mercados (CMA) do Reino Unido concluiu que a operação não levanta problemas em termos de concorrência e deu a sua aprovação.</p>
<p>Paralelamente, a ministra da Cultura, dos Meios de Comunicação Social e do Desporto do Reino Unido, Lisa Nandy, decidiu &#8220;não emitir uma Notificação de Intervenção de Interesse Público&#8221;, uma vez que as garantias e os compromissos juridicamente vinculativos adicionais que obteve até ao momento da Paramount &#8220;proporcionam uma série de proteções que ajudarão a salvaguardar a disponibilidade contínua de uma ampla gama de serviços de radiodifusão e sob demanda no Reino Unido&#8221;, bem como a continuidade das suas identidades editoriais distintivas.</p>
<p>No entanto, a transação continua suspensa nos Estados Unidos, depois de a Califórnia e outros 11 estados terem apresentado uma ação judicial para a bloquear por motivos antimonopólio. O julgamento está previsto para março de 2027.</p>
<p>O diretor executivo da Paramount, David Ellison, reiterou que, caso a operação seja concretizada, a sua intenção é integrar a HBO Max e a Paramount+ numa única plataforma de &#8216;streaming&#8217;, que contaria com cerca de 200 milhões de assinantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798401]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Reino Unido dá &#8216;luz verde&#8217; à compra da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reino-unido-da-luz-verde-a-compra-da-warner-bros-discovery-pela-paramount-skydance/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo do Reino Unido decidiu não intervir na compra da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance, acordada por 110.000 milhões de dólares (95.278 milhões de euros), após 'luz verde' da Autoridade da Concorrência e dos Mercados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Reino Unido decidiu não intervir na compra da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance, acordada por 110.000 milhões de dólares (95.278 milhões de euros), após &#8216;luz verde&#8217; da Autoridade da Concorrência e dos Mercados.</p>
<p>A CMA (do inglês Competition and Markets Authority) deu hoje &#8216;luz verde&#8217; ao negócio, considerando que &#8220;não gera uma perspetiva realista de redução substancial da concorrência no Reino Unido&#8221; e que não existem aspetos que justifiquem uma intervenção, já que a Paramount reforçou as garantias oferecidas, transformando-as em compromissos juridicamente vinculativos.</p>
<p>Paralelamente, a ministra da Cultura, dos Meios de Comunicação Social e do Desporto do Reino Unido, Lisa Nandy, decidiu &#8220;não emitir uma Notificação de Intervenção de Interesse Público&#8221;, uma vez que as garantias e os compromissos juridicamente vinculativos adicionais que obteve até ao momento da Paramount &#8220;proporcionam uma série de proteções que ajudarão a salvaguardar a disponibilidade contínua de uma ampla gama de serviços de radiodifusão e a pedido no Reino Unido&#8221;, bem como a continuidade das suas identidades editoriais distintivas.</p>
<p>No passado dia 30 de junho, Lisa Nandy tinha manifestado a sua disponibilidade para intervir na operação com o objetivo de defender a pluralidade e o interesse público, tendo sido dada às partes oportunidade para apresentarem alegações.</p>
<p>A Paramount ofereceu uma série de garantias, incluindo compromissos relativos a futuros investimentos no Reino Unido, à manutenção da identidade editorial distintiva dos serviços-chave e à independência editorial das notícias.</p>
<p>Após novas conversações com o Ministério da Cultura, dos Meios de Comunicação Social e do Desporto, a empresa norte-americana &#8220;ofereceu-se para reforçar essas garantias e transformá-las em compromissos juridicamente vinculativos&#8221;.</p>
<p>Adicionalmente, a Paramount comprometeu-se a apresentar declarações anuais sobre o cumprimento dos compromissos do acordo, enquanto o ministério britânico supervisionará de perto a sua implementação.</p>
<p>Entre as principais garantias oferecidas, a Paramount deixou clara a sua intenção de não consolidar os canais lineares do novo grupo com os seus serviços a pedido no Reino Unido, comprometendo-se a que estes conservem a sua identidade editorial própria.</p>
<p>No que diz respeito à sua programação infantil, a Paramount prometeu também que os seus canais infantis, incluindo a Nickelodeon e a Cartoon Network, manterão a sua identidade editorial e continuarão a produzir e a adquirir conteúdos infantis originais do Reino Unido.</p>
<p>Já no âmbito da pluralidade informativa, comprometeu-se a garantir que o Channel 5 News mantém a sua independência editorial e total separação face à CBS News e da CNN International.</p>
<p>Por outro lado, após analisar a fusão proposta à luz do regime legal relativo à influência de Estados estrangeiros, a ministra concluiu que &#8220;não existem motivos razoáveis para suspeitar que tenha surgido a sua obrigação de emitir uma Notificação de Intervenção de Estados Estrangeiros&#8221;, pelo que não tenciona intervir no caso, embora venha a reavaliar a situação caso surjam novas informações que sugiram o contrário.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798395]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Escolas recebem esta quinta-feira as notas da segunda fase dos exames nacionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/escolas-recebem-esta-quinta-feira-as-notas-da-segunda-fase-dos-exames-nacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Ministério da Educação, estão reunidas as condições para que as classificações sejam afixadas e disponibilizadas aos alunos e às famílias durante a manhã de sexta-feira, dia 7, dentro do prazo inicialmente previsto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As escolas vão receber até às 17h30 desta quinta-feira os ficheiros com as classificações da segunda fase dos exames finais nacionais do Ensino Secundário e das provas finais do Ensino Básico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, estão reunidas as condições para que as classificações sejam afixadas e disponibilizadas aos alunos e às famílias durante a manhã de sexta-feira, dia 7 de agosto, dentro do prazo inicialmente previsto.</p>
<p><strong>Reapreciações da primeira fase serão afixadas à tarde</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os resultados dos pedidos de reapreciação relativos aos exames nacionais da primeira fase também serão enviados às escolas durante a manhã de sexta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Devido ao elevado número de pedidos, estas classificações deverão ser afixadas no período da tarde.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os alunos cuja nota seja alterada depois de terminado o prazo de candidatura ao Ensino Superior terão três dias seguidos, a contar da divulgação do novo resultado, para apresentar ou modificar a candidatura.</p>
<p><strong>Escolas podem enviar exames em PDF</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A partir de sexta-feira, os estabelecimentos de ensino poderão começar a enviar aos alunos os ficheiros em formato PDF dos exames nacionais e das provas finais realizados na segunda fase.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida foi introduzida este ano para reforçar a transparência e o rigor do processo de avaliação externa.</p>
<p>O Ministério da Educação considera ainda que as melhorias aplicadas à digitalização e à classificação eletrónica permitiram que a segunda fase decorresse com normalidade e tranquilidade.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798388]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Não há nada gratuito”: Lusoponte explica porque continua a cobrar portagem na Ponte 25 de Abril</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atravessar-a-25-de-abril-nao-e-gratuito-devido-ao-investimento-na-manutencao-lusoponte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 14:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sob gestão da Lusoponte há pouco mais de 30 anos, desde janeiro de 1996, a Ponte 25 de Abril foi inaugurada a 06 de agosto de 1966, com um comprimento total de cerca de dois quilómetros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O atravessamento rodoviário na Ponte 25 de Abril, que hoje celebra 60 anos a unir Lisboa e Almada, &#8220;não é gratuito&#8221; devido ao investimento na manutenção da infraestrutura, afirmou o presidente da Lusoponte, afastando a possível abolição das portagens.</p>
<p>Por trás de um grande ecrã com várias imagens em tempo real da circulação na Ponte 25 de Abril, na sala de controlo de tráfego na Ponte Vasco da Gama, no Montijo, distrito de Setúbal, onde se monitoriza o trânsito das duas travessias rodoviárias sobre o rio Tejo na Área Metropolitana de Lisboa, António Ramalho reforçou, em entrevista à agência Lusa, que &#8220;não há nada gratuito&#8221;, ao ser questionado sobre a possibilidade de abolir as portagens.</p>
<p>Ainda assim, ressalvou que a decisão compete ao Estado português, através do Governo, enquanto concedente da gestão das infraestruturas, e não à Lusoponte.</p>
<p>&#8220;As pessoas precisam de perceber que tudo isto é pago. E, portanto, tem de ser pago ou por aqueles que atravessam a ponte ou então é pago pelos contribuintes portugueses&#8221;, expôs o presidente da concessionária das duas pontes, defendendo que fazer estas travessias rodoviárias implica pagar o investimento na manutenção e na segurança, com custos &#8220;muito elevados&#8221;, na ordem dos 14 milhões de euros por ano.</p>
<p>Na perspetiva do gestor, &#8220;é mais justo&#8221;, até por questões ambientais, que seja o utilizador da Ponte 25 de Abril a pagar esse investimento, até porque alguns cidadãos nunca passaram ou vão passar pela ponte.</p>
<p>Sob gestão da Lusoponte há pouco mais de 30 anos, desde janeiro de 1996, a Ponte 25 de Abril foi inaugurada a 06 de agosto de 1966, com um comprimento total de cerca de dois quilómetros, inicialmente com quatros faixas de trânsito, duas em cada sentido. Depois foi incluída uma quinta faixa reversível e, posteriormente, passou-se a seis faixas, três para cada lado, o que se mantém aos dias de hoje.</p>
<p>Questionado sobre o facto de na região do Porto não se pagar portagens nas pontes, António Ramalho reforçou que, &#8220;cada vez que se passa para além do Tejo, não é uma pequena ponte, são sempre pontes muito relevantes&#8221; &#8211; tanto a 25 de Abril como Vasco da Gama &#8211; que &#8220;obrigaram a um investimento significativo&#8221;.</p>
<p>No caso da Ponte 25 de Abril, a Lusoponte investe à volta de três milhões de euros por ano no tabuleiro rodoviário, enquanto na Ponte Vasco da Gama são &#8220;cerca de nove milhões&#8221;, sendo que o custo na manutenção estrutural compete à empresa Infraestruturas de Portugal (IP).</p>
<p>Além do investimento na manutenção, a cobrança de portagens permite o financiamento, &#8220;sem onerar o contribuinte&#8221;, para as futuras duas travessias sobre o Tejo, uma ponte rodoferroviária entre Chelas e Barreiro e um túnel rodoviário entre Algés e Trafaria, apontou António Ramalho.</p>
<p>Atualmente, cerca de 150 mil veículos atravessam diariamente a 25 de Abril, mais do dobro do que o tráfego na Vasco da Gama, mantendo-se como &#8220;a preferida&#8221; pelos automobilistas para cruzar as duas margens do Tejo em Lisboa, referiu o representante, adiantando que é &#8220;um congestionamento permanente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Temos muitas horas de ponta na 25 de Abril, é quase tudo hora de ponta e, portanto, é absolutamente essencial uma nova travessia para assegurar o descongestionamento&#8221;, defendeu.</p>
<p>António Ramalho disse que vai ser essencial, a certa altura, fazer um corredor &#8216;bus&#8217; no tabuleiro, o que, neste momento, é &#8220;impensável&#8221;, porque significaria passar para duas faixas livres em cada sentido, mas poderá ser possível após o túnel rodoviário entre Algés e Trafaria e a ponte rodoferroviária entre Chelas e Barreiro.</p>
<p>As atuais duas pontes sobre o Tejo, sublinhou, &#8220;começaram a criar uma cidade de duas margens, mas essa cidade ainda não existe&#8221;, porque está mais desenvolvida a norte do que a sul. Por isso, as futuras travessias vão permitir que o desenvolvimento &#8220;seja equilibrado entre a margem sul e a margem norte&#8221;, à semelhança do que existe na região do Porto.</p>
<p>Celebrando os 60 anos da Ponte 25 de Abril, o presidente da Lusoponte considerou que esta primeira travessia sobre o Tejo em Lisboa representou um &#8220;enorme passo&#8221;, que juntou Portugal a sul e a norte.</p>
<p>Num acompanhamento &#8220;muito apertado&#8221; do tráfego rodoviário, com &#8220;muitas câmaras&#8221; de vídeo a registarem o trânsito &#8211; mais de 50 na 25 de Abril e mais de 100 na Vasco da Gama -, há dois operadores a monitorizar as imagens na sala de controlo, bem como a receber relatos de utilizadores das vias.</p>
<p>O controlo de tráfego também recorre à inteligência artificial para a leitura dos dados, no sentido de permitir uma intervenção &#8220;o mais rapidamente possível&#8221;, quando necessário, por exemplo, em caso de acidente ou avaria.</p>
<p>&#8220;Graças a Deus é muito raro cortar as pontes. Normalmente há capacidade de restringir os tráfegos [&#8230;], normalmente conseguimos 100% de utilização das pontes&#8221;, declarou António Ramalho, frisando que nos momentos em que a Lusoponte foi obrigada a cortar totalmente o trânsito na Ponte 25 de Abril, nomeadamente quando houve uma ameaça de bomba em 2015, se criou &#8220;um caos na cidade de Lisboa&#8221;.</p>
<p>Ao longo das seis décadas de história, a 25 de Abril nunca serviu de palco para uma feijoada, como o que aconteceu na Vasco da Gama, mas há vários anos que acolhe a prova de atletismo Meia Maratona de Lisboa, que se realiza anualmente, e este ano recebeu o evento de ciclismo Pedala Portugal Bike Tour, inserido nas comemorações dos 60 anos.</p>
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		<title>Encontrou uma garrafa de plástico presa à roda do carro? Atenção: pode ser uma armadilha</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 14:47:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A técnica, conhecida em vários países, consiste em colocar uma garrafa de plástico entre o pneu traseiro e o guarda-lamas, normalmente do lado do passageiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar uma garrafa de plástico presa à roda do carro pode parecer um mero acaso, mas, em alguns casos, trata-se de um método utilizado por ladrões para distrair os condutores e facilitar o roubo do veículo ou dos objetos deixados no interior, relata o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>A técnica, conhecida em vários países, consiste em colocar uma garrafa de plástico entre o pneu traseiro e o guarda-lamas, normalmente do lado do passageiro. Como essa roda fica fora do campo de visão do condutor quando entra no carro, a armadilha passa facilmente despercebida.</p>
<p>Quando o veículo começa a circular, a garrafa fica presa entre o pneu e a carroçaria, produzindo um ruído intenso que leva muitos condutores a pensar que existe uma avaria.</p>
<p><strong>O momento de distração</strong></p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, é precisamente nesse instante que os criminosos tentam atuar.</p>
<p>Ao ouvir o barulho, muitos condutores param o carro, deixam o motor ligado ou as portas destrancadas e dirigem-se à parte traseira para perceber a origem do problema. Aproveitando esse momento de distração, os ladrões podem entrar rapidamente no automóvel para furtar objetos pessoais ou, em alguns casos, fugir com o próprio veículo.</p>
<p><strong>Porque é importante trancar o carro</strong></p>
<p>O jornal espanhol refere ainda que esta técnica pode ter implicações legais em alguns países. Se o proprietário abandonar voluntariamente o veículo e este estiver destrancado, a qualificação jurídica dos factos pode variar consoante a legislação aplicável e as circunstâncias do caso.</p>
<p>Independentemente desse enquadramento, as autoridades recomendam nunca deixar o carro destrancado ou com o motor ligado quando sair para verificar qualquer situação, mesmo que pareça tratar-se de um problema mecânico.</p>
<p><strong>Como reduzir o risco</strong></p>
<p>Para evitar cair neste tipo de armadilha, a recomendação é simples: se ouvir um ruído estranho logo após arrancar, procure um local seguro antes de sair do veículo, desligue o motor, retire a chave (ou leve consigo o comando) e tranque sempre as portas.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; acrescenta que estacionar em paralelo, sempre que possível, pode também dificultar uma fuga rápida por parte dos criminosos, embora a medida mais eficaz continue a ser não deixar o automóvel acessível quando o abandona, mesmo por breves instantes.</p>
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