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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 16:13:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ofensiva chinesa ao mercado automóvel europeu mal começou… e a Xiaomi lidera a nova vaga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:13:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fabricante chinesa é apenas a face mais visível de uma nova vaga de construtores tecnológicos que promete transformar o mercado automóvel europeu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Xiaomi vende automóveis há apenas dois anos, mas já traçou um objetivo ambicioso: tornar-se uma das cinco maiores marcas premium da Europa até 2030. Para o conseguir, escolheu a Alemanha — um dos mercados mais exigentes do continente — como porta de entrada para a sua expansão europeia, prevista para o próximo ano. </p>
<p>Mas, segundo o &#8216;Financial Times&#8217;, a fabricante chinesa é apenas a face mais visível de uma nova vaga de construtores tecnológicos que promete transformar o mercado automóvel europeu.</p>
<p>Depois de a BYD se afirmar como o maior símbolo da expansão chinesa, marcas como Xiaomi, Xpeng, Li Auto e Aito, apoiada pela Huawei, aceleram agora a internacionalização. Ao contrário da primeira geração de fabricantes chineses, estas empresas querem competir não pelo preço, mas pela tecnologia, pelo design e pelo segmento premium.</p>
<p>Para preparar essa ofensiva, a Xiaomi recrutou engenheiros e designers vindos da BMW, Porsche e Tesla. O fundador da empresa, Lei Jun, defende que a indústria automóvel chinesa deve &#8220;aspirar mais alto&#8221; e construir veículos capazes de rivalizar com os melhores do mundo.</p>
<p>A estratégia parece estar a dar frutos na China. Embora sejam menos conhecidas fora do país, estas novas marcas conquistaram uma forte base de seguidores, sobretudo entre os consumidores mais jovens, graças ao software avançado, às funcionalidades inteligentes e à integração entre automóveis e dispositivos digitais.</p>
<p>&#8220;O melhor ainda está por vir para os veículos chineses&#8221;, acredita Nathan Coe, diretor executivo da Auto Trader, o maior marketplace automóvel do Reino Unido, destacando a rapidez com que os fabricantes chineses estão a inovar.</p>
<p>Os números mostram que a presença chinesa na Europa continua a crescer. Nos primeiros seis meses do ano, as marcas chinesas representaram cerca de 9% das vendas de automóveis novos na Europa e 15% no Reino Unido. Só em maio, pela primeira vez, um em cada dez automóveis novos vendidos no continente foi fabricado por uma marca chinesa.</p>
<p>A consultora AlixPartners estima que essa quota possa subir para 16% na União Europeia até 2030, aproximando-se da fatia atualmente ocupada, em conjunto, pelos fabricantes japoneses e sul-coreanos.</p>
<p>A grande diferença desta nova geração de fabricantes está na abordagem tecnológica. Segundo Ernan Cui, analista da Gavekal Research, estas empresas &#8220;constroem e vendem carros mais como empresas tecnológicas do que como fabricantes tradicionais&#8221;, apostando em software, condução autónoma, inteligência artificial e interiores altamente digitalizados.</p>
<p>A Xpeng, apoiada pela Volkswagen, quer levar para os mercados internacionais não apenas os seus veículos elétricos, mas também robôs humanoides e carros voadores. Já a Huawei, apesar de não fabricar automóveis diretamente, tornou-se um parceiro tecnológico de referência para várias marcas chinesas, fornecendo sistemas de software e hardware avançados para os novos modelos.</p>
<p>O objetivo comum é claro: conquistar o segmento premium europeu, tradicionalmente dominado por BMW, Mercedes-Benz e Porsche. Para muitos analistas, esta será a verdadeira batalha da próxima década, já que as margens de lucro são significativamente superiores às dos modelos generalistas.</p>
<p>Nem todos, porém, acreditam que essa estratégia será bem-sucedida. Burkhard Weller, presidente da Associação de Concessionários Alemães de Automóveis, considera que as marcas premium alemãs continuam profundamente enraizadas na preferência dos consumidores europeus. &#8220;A minha previsão é que não vão conseguir&#8221;, afirma, recordando que fabricantes japoneses e sul-coreanos também falharam repetidamente as suas tentativas de conquistar este segmento.</p>
<p>Ainda assim, Lei Jun mostra-se confiante de que a tecnologia será o grande fator diferenciador da Xiaomi. Em junho, o SUV YU7 GT completou uma volta autónoma ao circuito alemão de Nürburgring em dez minutos, um feito que a empresa apresenta como demonstração das capacidades da sua tecnologia de condução inteligente. Para o fundador da Xiaomi, a ofensiva chinesa ao mercado premium europeu está apenas a começar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793124]]></sapo:autor>
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		<title>Petróleo volta aos 100 dólares pela primeira vez desde maio e ameaça encarecer combustíveis, alimentos e crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Brent, referência internacional para os preços do petróleo, valorizou mais de 6% esta quinta-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do petróleo ultrapassou os 100 dólares por barril pela primeira vez desde maio, numa altura em que o agravamento do conflito no Médio Oriente volta a alimentar receios sobre o abastecimento mundial de energia.</p>
<p>O Brent, referência internacional para os preços do petróleo, valorizou mais de 6% esta quinta-feira, prolongando vários dias de subidas depois de os Estados Unidos intensificarem os ataques militares contra o Irão, avança a &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>A escalada ganhou novo impulso após os rebeldes houthis, no Iémen, terem atacado petroleiros no mar Vermelho. Os ataques ameaçam uma rota de exportação fundamental utilizada pela Arábia Saudita para evitar o estreito de Ormuz, por onde passa uma parte significativa do petróleo comercializado mundialmente.</p>
<p>Também o gás natural tem vindo a encarecer. No Reino Unido, o preço de referência subiu de cerca de 98 pence por therm no final de junho para aproximadamente 150 pence, refletindo o aumento da tensão e os receios de perturbações no fornecimento.</p>
<p>Os preços do petróleo tinham recuado após um cessar-fogo temporário entre Washington e Teerão, chegando a regressar aos níveis anteriores ao início da intervenção militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro. A trégua, porém, fracassou.</p>
<p>Esta semana, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que os dirigentes iranianos “não estão preparados para chegar a um acordo”, reduzindo as expectativas de uma solução diplomática rápida.</p>
<p>A subida do petróleo deverá começar por fazer-se sentir nos preços da gasolina e do gasóleo. No Reino Unido, a gasolina aumentou cerca de cinco pence por litro desde o início de julho, aproximando-se de 1,56 libras, enquanto o gasóleo já custa, em média, 1,72 libras por litro.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o preço médio da gasolina voltou a ultrapassar os quatro dólares por galão, acima dos 3,92 dólares registados um mês antes, segundo a associação automóvel AAA.</p>
<p>O impacto, contudo, não deverá ficar limitado aos condutores. O aumento dos custos de energia e transporte pode levar as empresas a subir os preços de bens essenciais, incluindo os alimentos, fazendo regressar a pressão inflacionista depois de vários meses de abrandamento.</p>
<p>“Combustíveis e energia mais caros podem espalhar-se por toda a economia, aumentando os custos das empresas e acabando por chegar ao preço dos alimentos e de outros bens”, explicou Jonathan Raymond, gestor de investimentos da Quilter Cheviot.</p>
<p>Uma inflação mais persistente pode ainda dificultar a descida das taxas de juro. Os bancos centrais poderão ser obrigados a manter os juros elevados durante mais tempo, ou até a aumentá-los novamente, penalizando famílias com crédito à habitação e empresas que dependem de financiamento.</p>
<p>O Banco de Inglaterra manteve as taxas nos 3,75% nas últimas quatro reuniões, enquanto a Reserva Federal americana deixou os juros entre 3,5% e 3,75%. Com o petróleo novamente nos 100 dólares, uma descida rápida do custo do crédito torna-se agora mais difícil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793114]]></sapo:autor>
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		<title>De Barcelona a Ibiza: quem era Daniel Siad, o alegado recrutador de Jeffrey Epstein encontrado morto em circunstâncias misteriosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[jeffrey epstein]]></category>
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					<description><![CDATA[Morte acontece numa altura em que Siad aguardava há vários meses para ser ouvido pela Justiça francesa no âmbito das investigações relacionadas com a rede de exploração sexual liderada por Jeffrey Epstein]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça francesa abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte de Daniel Siad, apontado como um dos alegados recrutadores de modelos para Jeffrey Epstein em vários países, incluindo Espanha, França, Marrocos e Hong Kong. O homem, de 69 anos, foi encontrado morto na terça-feira na sua casa, nos arredores de Paris. Embora a causa inicial tenha sido atribuída a um ataque cardíaco, as autoridades decidiram investigar o caso, avança o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<p>A morte acontece numa altura em que Siad aguardava há vários meses para ser ouvido pela Justiça francesa no âmbito das investigações relacionadas com a rede de exploração sexual liderada por Jeffrey Epstein. Segundo a sua advogada, Ménya Arab-Tigrine, o cliente insistia em prestar declarações para defender a sua inocência e a longa espera poderá ter contribuído para o agravamento do seu estado de saúde.</p>
<p>&#8220;Que ninguém se esqueça de que Daniel Siad morreu inocente&#8221;, afirmou a advogada, acrescentando que o homem &#8220;tinha muita fé no sistema judicial&#8221; e não compreendia porque continuava sem ser chamado para depor, apesar dos repetidos pedidos apresentados pela defesa.</p>
<p>Contudo, o nome de Daniel Siad surge cerca de duas mil vezes nos ficheiros de Epstein e o alegado recrutador foi alvo de pelo menos cinco acusações de violação. Entre as denunciantes encontra-se a ex-modelo sueca Ebba Karlsson, que afirmou ter sido convencida a viajar para o Mónaco com a promessa de um contrato de moda que nunca existiu e que acabou por ser violada numa propriedade de um amigo de Siad, em Cannes.</p>
<p>Segundo vários testemunhos recolhidos pelos investigadores, Siad utilizava métodos semelhantes aos de Jean-Luc Brunel, fundador de várias agências de modelos e considerado um dos principais recrutadores de jovens mulheres para Jeffrey Epstein. Brunel morreu enforcado na prisão de La Santé, em Paris, em 2022, enquanto aguardava julgamento por acusações relacionadas com violação e tráfico sexual.</p>
<p>As ligações de Siad a Epstein remontariam a 2009 e prolongaram-se até poucos dias antes da detenção do financeiro americano, em 2019. Numa entrevista concedida há alguns meses à rádio &#8216;RTL&#8217;, o alegado recrutador admitiu conhecer Epstein, mas garantiu que a relação era apenas profissional.</p>
<p>Os investigadores franceses conheciam-no desde, pelo menos, 2013, quando uma modelo o acusou de a tratar como &#8220;uma posse sexual&#8221; e de exigir que estivesse permanentemente à sua disposição. Mensagens trocadas entre Siad e Epstein mostram ainda que ambos discutiam o recrutamento de jovens mulheres em cidades como Barcelona e Ibiza, onde o suspeito terá desenvolvido parte da sua atividade.</p>
<p>Segundo a investigação, Siad enviava fotografias de potenciais modelos a Epstein, descrevendo as suas características físicas e organizando viagens, alojamento e contactos. Em troca, receberia comissões pelo recrutamento de mulheres que correspondiam ao perfil pretendido pelo milionário norte-americano.</p>
<p>Apesar das acusações, Daniel Siad negou sempre qualquer envolvimento em crimes sexuais. Em declarações à televisão BFMTV, afirmou nunca ter violado ninguém e garantiu ser &#8220;um homem de família&#8221;. Nas semanas que antecederam a sua morte, voltou a manifestar disponibilidade para comparecer perante a Justiça francesa e responder às acusações.</p>
<p>A morte de Siad acrescenta um novo capítulo ao longo historial de acontecimentos que continuam a rodear o caso Jeffrey Epstein. Para já, a Procuradoria de Nanterre limitou-se a confirmar a abertura de uma investigação destinada a esclarecer as circunstâncias em que ocorreu o óbito, não tendo sido divulgados indícios de intervenção de terceiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793099]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>AICEP e Hennig assinam contrato de investimento de 51M€ que vai criar 452 empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:41:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Hennig assinou hoje um contrato de investimento com a AICEP para uma nova unidade industrial na Figueira da Foz, um investimento que ascende a 51 milhões de euros e que vai criar mais de 450 postos de trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Hennig assinou hoje um contrato de investimento com a AICEP para uma nova unidade industrial na Figueira da Foz, um investimento que ascende a 51 milhões de euros e que vai criar mais de 450 postos de trabalho.</P><br />
<P>O projeto da empresa, que tem sede nos Estados Unidos, &#8220;prevê a criação de 452 postos de trabalho e reforça o posicionamento de Portugal como plataforma europeia para soluções energéticas destinadas a infraestruturas críticas e Data Centres&#8221;, refere a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), em comunicado.</P><br />
<P>O apoio financeiro do Estado português ao projeto &#8220;ascende a cerca de 7,7 milhões de euros, sendo atribuído pela AICEP ao abrigo do Regime Contratual de Investimento&#8221;.</P><br />
<P>O contrato de investmento será assinado pela administradora executiva da AICEP, Philomène Dias, e pelo presidente executivo (CEO) do grupo Goellner Inc., Dietmar Goellner, na presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro e do presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra da futura fábrica.</P><br />
<P>A Hennig &#8220;é uma referência mundial no desenvolvimento e fabrico de soluções metálicas e metalúrgicas para aplicações industriais, empregando cerca de 1.500 colaboradores em vários mercados internacionais&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com os dados, a nova unidade que será instalada na Zona Industrial do Pincho, na Figueira da Foz, &#8220;será dedicada à divisão Power Protection da empresa, especializada em soluções que asseguram a continuidade do fornecimento de energia em infraestruturas críticas, como Data Centres, hospitais e edifícios públicos&#8221;. </P><br />
<P>Esta é a primeira fábrica da Hennig na Europa dedicada à produção deste tipo de equipamentos de grande dimensão, trabalhando com parceiros internacionais de referência, como a Rolls-Royce e a Caterpillar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793094]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>As surpreendentes formas como viajar de avião afeta o seu corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente ocorre uma emergência médica em cerca de um em cada 212 voos, quando há pouco mais de uma década esse número rondava um em cada 604]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias, centenas de milhares de pessoas viajam de avião em todo o mundo sem qualquer incidente. No entanto, as emergências médicas a bordo têm vindo a tornar-se mais frequentes. Segundo um estudo citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, atualmente ocorre uma emergência em cerca de um em cada 212 voos, quando há pouco mais de uma década esse número rondava um em cada 604.</p>
<p>Apesar de a aviação continuar a ser um dos meios de transporte mais seguros, o ambiente dentro da cabine coloca o organismo sob condições muito diferentes das que encontramos ao nível do mar. A menor pressão atmosférica, a redução da quantidade de oxigénio e o ar extremamente seco obrigam o corpo a adaptar-se rapidamente.</p>
<p><strong>Porque é que voar exige mais do organismo?</strong></p>
<p>Embora os aviões voem a mais de 10 mil metros de altitude, a pressão no interior da cabine é equivalente à existente a cerca de 2.400 metros acima do nível do mar. Nestas condições, existe menos oxigénio disponível, o que obriga o organismo a compensar aumentando o ritmo da respiração e acelerando os batimentos cardíacos.</p>
<p>A maioria das pessoas saudáveis quase não sente estas alterações. Já quem sofre de doenças cardíacas ou respiratórias, como hipertensão ou doença pulmonar obstrutiva crónica, pode ter mais dificuldades em adaptar-se, aumentando o risco de complicações durante o voo.</p>
<p><strong>A desidratação é um dos maiores problemas</strong></p>
<p>Outro fator importante é a humidade extremamente baixa dentro da cabine. O ambiente seco provoca perda de líquidos, secura da pele, dos olhos, do nariz e da garganta e pode fazer com que cada passageiro perca até cerca de 360 mililitros de água por hora.</p>
<p>Esta desidratação torna o sangue mais espesso, obrigando o coração a trabalhar mais e aumentando o risco de formação de coágulos, incluindo tromboses venosas profundas, sobretudo em viagens de longa duração.</p>
<p><strong>Porque acontecem tantos desmaios?</strong></p>
<p>Os desmaios estão entre as emergências médicas mais frequentes a bordo. Na maioria dos casos, ocorrem quando uma pessoa se levanta após permanecer muito tempo sentada, fazendo com que o sangue se acumule temporariamente nas pernas e reduza a irrigação do cérebro.</p>
<p>O consumo de álcool pode agravar ainda mais esta situação. Além de potenciar a desidratação, os seus efeitos tornam-se mais intensos em altitude. Também a alimentação servida durante os voos pode contribuir para o problema, uma vez que os alimentos costumam conter mais sal para compensar a diminuição da sensibilidade das papilas gustativas durante o voo.</p>
<p><strong>Porque aumentam os problemas digestivos?</strong></p>
<p>A pressão reduzida faz com que os gases presentes no intestino se expandam significativamente. Por isso, é normal sentir mais inchaço abdominal ou flatulência durante uma viagem de avião.</p>
<p>Alimentos como feijão, brócolos, cebola, lentilhas, couve, carne vermelha ou produtos com glúten podem intensificar este desconforto. Embora raramente representem um problema grave, já houve casos insólitos em que episódios de diarreia obrigaram aviões a regressar ao aeroporto de partida.</p>
<p><strong>Enfartes e AVC continuam a ser as situações mais graves</strong></p>
<p>As emergências cardíacas continuam a ser pouco frequentes, mas representam a principal causa de morte durante voos comerciais. Os especialistas explicam que o prognóstico tende a ser pior do que em terra devido à limitação dos equipamentos médicos disponíveis a bordo e ao tempo necessário até ser possível prestar assistência hospitalar.</p>
<p>O mesmo acontece com os acidentes vasculares cerebrais (AVC), cuja rapidez de tratamento é determinante para reduzir sequelas.</p>
<p><strong>Como reduzir os riscos durante uma viagem?</strong></p>
<p>Os especialistas aconselham a beber água antes e durante o voo, evitar o consumo excessivo de álcool e levantar-se para caminhar pelo corredor pelo menos de duas em duas horas, sobretudo em viagens longas.</p>
<p>Também é importante cumprir rigorosamente a medicação habitual e ter cuidados adicionais caso tenha sido submetido recentemente a uma cirurgia, tratamento dentário ou mergulho, situações em que as alterações de pressão podem aumentar o risco de complicações.</p>
<p>Na maioria das situações, as emergências médicas conseguem ser resolvidas sem necessidade de aterragens de emergência. Ainda assim, sempre que surge um caso grave, a decisão final cabe ao comandante, que avalia a informação fornecida pela tripulação, pelos profissionais de saúde em terra e, quando existem, por médicos que se encontrem entre os passageiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793092]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>American Airlines passa de lucro a prejuízo 272 M€ no 1.º semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/american-airlines-passa-de-lucro-a-prejuizo-272-me-no-1-o-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:26:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A American Airlines registou um prejuízo líquido de 311 milhões de dólares (cerca de 272 milhões de euros) no primeiro semestre, face ao lucro de 126 milhões de dólares (cerca de 110 milhões de euros) do período homólogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A American Airlines registou um prejuízo líquido de 311 milhões de dólares (cerca de 272 milhões de euros) no primeiro semestre, face ao lucro de 126 milhões de dólares (cerca de 110 milhões de euros) do período homólogo.</P><br />
<P>De acordo com a informação divulgada hoje pela companhia aérea, no segundo trimestre do ano a transportadora alcançou um lucro líquido de 71 milhões de dólares (cerca de 62 milhões de euros), o que representa uma queda de 88,2% face aos 599 milhões de dólares (cerca de 525 milhões de euros) obtidos no período homólogo.</P><br />
<P>As receitas operacionais totalizaram 16.735 milhões de dólares (cerca de 14.669 milhões de euros) entre abril e junho, acima dos 14.392 milhões (cerca de 12.615 milhões de euros) registados no segundo trimestre de 2025.</P><br />
<P>Em contrapartida, os custos operacionais aumentaram 22,9%, para 16.289 milhões de dólares (cerca de 14.278 milhões de euros), pressionados pela subida de 83,3% dos gastos com combustível e impostos relacionados, que ascenderam a 4.881 milhões de dólares (cerca de 4.278 milhões de euros)</P><br />
<P>Os custos com salários, remunerações e benefícios cresceram 5,9%, para 4.639 milhões de dólares (cerca de 4.066 milhões de euros)</P><br />
<P>O resultado operacional caiu 60,7%, para 446 milhões de dólares (cerca de 390 milhões de euros), enquanto o lucro antes de impostos recuou 87,2%, para 107 milhões de dólares (cerca de 93 milhões de euros).</P><br />
<P>Em termos operacionais, o número de passageiros transportados aumentou 0,7% no segundo trimestre, para 59,1 milhões, enquanto a taxa de ocupação dos voos diminuiu de 84,7% para 83,2%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793083]]></sapo:autor>
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		<title>Um ferido grave em assalto a banco com reféns na cidade alemã de Ratisbona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:25:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pessoa ficou hoje gravemente ferida num assalto com reféns, ainda em curso, a uma agência bancária na cidade de Ratisbona (sul da Alemanha), incidente que levou as autoridades a mobilizarem um vasto dispositivo policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma pessoa ficou hoje gravemente ferida num assalto com reféns, ainda em curso, a uma agência bancária na cidade de Ratisbona (sul da Alemanha), incidente que levou as autoridades a mobilizarem um vasto dispositivo policial.</P><br />
<P>Segundo um comunicado da polícia, citado pelo diário regional Mittelbayerische Zeitung, &#8220;cerca das 14:50 locais (13:50 em Lisboa), uma pessoa sofreu ferimentos que colocam a sua vida em perigo na sequência de um ataque com arma branca numa agência bancária&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O agressor continua no interior do edifício. segundo as informações disponíveis até ao momento, parece haver ainda mais pessoas no interior&#8221;, acrescentou a polícia.</P><br />
<P>Nas redes sociais, a polícia da região administrativa do Alto Palatinado, onde se situa Ratisbona, informou que mobilizou &#8220;numerosos efetivos&#8221; para o local e apelou à população para manter desimpedida a zona da operação, situada na parte ocidental da cidade, que tem cerca de 160.000 habitantes.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793067]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Acordo nuclear entre EUA e Arábia Saudita: o que está em causa e porque pode mudar o equilíbrio de poder no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
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					<description><![CDATA[Receio não é que Riade esteja prestes a fabricar uma bomba atómica, mas sim que o entendimento abra um precedente capaz de desencadear uma nova corrida ao armamento nuclear no Médio Oriente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e a Arábia Saudita estão a negociar um acordo para desenvolver um programa nuclear civil saudita, mas a iniciativa já está a provocar forte preocupação entre especialistas em segurança internacional. </p>
<p>O receio não é que Riade esteja prestes a fabricar uma bomba atómica, mas sim que o entendimento abra um precedente capaz de desencadear uma nova corrida ao armamento nuclear no Médio Oriente, avança a &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p><strong>O que prevê o acordo?</strong></p>
<p>O entendimento permitirá aos Estados Unidos apoiar o desenvolvimento do programa nuclear civil saudita, destinado oficialmente à produção de energia. No entanto, a grande incógnita prende-se com uma questão decisiva: saber se Riade poderá enriquecer urânio no seu próprio território.</p>
<p>Inicialmente, surgiram indicações de que Washington estaria disposto a conceder essa autorização. Mais tarde, Donald Trump garantiu que o acordo apenas abrangeria fins civis, excluindo o enriquecimento de urânio e condicionando a sua concretização à normalização das relações entre a Arábia Saudita e Israel.</p>
<p><strong>Porque é que enriquecer urânio preocupa tanto?</strong></p>
<p>O enriquecimento de urânio não significa, por si só, que um país esteja a construir uma arma nuclear. Trata-se de um processo utilizado também para alimentar centrais nucleares, mas que, caso seja levado a níveis muito superiores de pureza, pode igualmente servir de base à produção de material para armas atómicas.</p>
<p>É precisamente essa dupla utilização que preocupa vários especialistas.</p>
<p>Yoel Guzansky, antigo membro do Conselho de Segurança Nacional de Israel, considera que o problema não está apenas na Arábia Saudita, mas sobretudo no precedente que poderá ser criado.</p>
<p>&#8220;Se os sauditas puderem enriquecer urânio, outros países vão exigir exatamente o mesmo tratamento&#8221;, alerta o investigador ouvido pela &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p><strong>Quem poderá seguir o exemplo saudita?</strong></p>
<p>A Arábia Saudita dificilmente ficará sozinha.</p>
<p>A Turquia já manifestou, por diversas ocasiões, a intenção de não ficar atrás de outros países da região em matéria de dissuasão estratégica. O Egito possui igualmente um programa nuclear civil e poderá rever a sua posição caso o equilíbrio regional se altere. Até os Emirados Árabes Unidos, que aceitaram regras muito mais apertadas nas suas instalações nucleares, poderão pressionar Washington para obter condições semelhantes às concedidas a Riade.</p>
<p>Segundo especialistas citados pela revista americana, existe o risco de se instalar um efeito dominó, em que cada país procura garantir capacidades tecnológicas semelhantes às dos seus rivais.</p>
<p><strong>A Arábia Saudita está perto de fabricar uma bomba nuclear?</strong></p>
<p>A resposta curta é não.</p>
<p>O reino continua oficialmente comprometido com a utilização exclusivamente pacífica da energia nuclear e é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear, estando sujeito à supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica.</p>
<p>Além disso, fabricar uma arma nuclear exige muito mais do que enriquecer urânio. São necessários anos de desenvolvimento tecnológico, conhecimentos altamente especializados, infraestruturas complexas e uma decisão política que teria pesadas consequências internacionais.</p>
<p>Os especialistas recordam ainda que a economia saudita depende fortemente do investimento estrangeiro e dificilmente suportaria um regime de sanções semelhante ao imposto ao Irão ou à Coreia do Norte.</p>
<p><strong>Porque é que o Irão também está atento?</strong></p>
<p>O eventual acordo poderá ter consequências inesperadas nas negociações entre Washington e Teerão.</p>
<p>Durante décadas, os Estados Unidos contestaram o direito do Irão a enriquecer urânio, precisamente por considerar que essa tecnologia poderia facilitar o desenvolvimento de armas nucleares.</p>
<p>Se Washington aceitar agora um modelo mais permissivo para a Arábia Saudita, Teerão poderá utilizar esse precedente para exigir um tratamento idêntico nas futuras negociações sobre o seu programa nuclear.</p>
<p><strong>Qual é o pior cenário?</strong></p>
<p>Vários especialistas admitem que o cenário mais perigoso seria o surgimento de um &#8220;Médio Oriente nuclear multipolar&#8221;.</p>
<p>Nesse cenário, os países da região começariam por investir em programas nucleares civis cada vez mais sofisticados, acumulando tecnologia e conhecimento que lhes permitiriam, se necessário, avançar rapidamente para um programa militar.</p>
<p>Caso um único Estado desse o passo seguinte e anunciasse possuir uma arma nuclear, o efeito dominó poderia tornar-se inevitável, levando outras potências regionais a seguir o mesmo caminho para não perderem capacidade de dissuasão.</p>
<p><strong>O acordo significa que o Médio Oriente vai entrar numa corrida às armas nucleares?</strong></p>
<p>Ainda não.</p>
<p>Os especialistas sublinham que continuam a existir numerosos obstáculos políticos, técnicos e diplomáticos que tornam esse cenário pouco provável no curto prazo.</p>
<p>Ainda assim, a guerra entre Israel, Estados Unidos e Irão alterou profundamente a forma como vários países encaram a sua própria segurança. Para muitos dirigentes da região, a ideia de depender exclusivamente das garantias militares das grandes potências tornou-se menos convincente.</p>
<p>É precisamente essa mudança de mentalidade — mais do que o acordo em si — que está a preocupar analistas e governos. Se Washington abrir a porta ao enriquecimento de urânio por parte da Arábia Saudita, poderá estar a redefinir as regras da proliferação nuclear no Médio Oriente e a desencadear uma competição estratégica cujas consequências poderão fazer-se sentir durante décadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793078]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Vidrala aumenta 8,9% no 1.º semestre para 117,4 M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-vidrala-aumenta-89-no-1-o-semestre-para-1174-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vidrala, fabricante de embalagens de vidro com uma unidade na Marinha Grande, encerrou o primeiro semestre com um lucro líquido de 117,4 milhões de euros, um aumento de 8,9% relativamente ao mesmo período do exercício anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Vidrala, fabricante de embalagens de vidro com uma unidade na Marinha Grande, encerrou o primeiro semestre com um lucro líquido de 117,4 milhões de euros, um aumento de 8,9% relativamente ao mesmo período do exercício anterior.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa informou que o resultado operacional bruto (ebitda) situou-se nos 225,5 milhões (mais 4,4%), valor que elevou a margem sobre as vendas para 29,9%.</P><br />
<P>As vendas da Vidrala atingiram os 754 milhões, um aumento de 0,5%, enquanto a dívida financeira líquida situou-se nos 252,3 milhões.</P><br />
<P>A melhoria dos resultados do primeiro semestre permitiu à Vidrala elevar o lucro por ação para 3,36 euros, face aos 3,06 euros do mesmo período do ano anterior, o que representa um crescimento de 9,9%.</P><br />
<P>A Vidrala manteve os objetivos para o conjunto do ano, que passam por atingir um ebitda superior a 450 milhões de euros, aumentar o lucro por ação em mais de 5% e gerar fluxo de caixa na ordem dos 200 milhões de euros.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da Vidrala, Raúl Gómez, sublinhou a &#8220;solidez&#8221; da empresa que, &#8220;num contexto repleto de adversidades, cresce em lucros e reforça as margens&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, a empresa recordou que a economia está condicionada por um contexto internacional complexo, marcado pela fraqueza do consumo na Europa e pelas pressões inflacionistas decorrentes da guerra no Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793049]]></sapo:autor>
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		<title>Google considera que lei europeia prejudica produtos, consumidores e empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Google afirmou hoje que a aplicação da Lei dos Mercados Digitais (DMA) na União Europeia (UE) está a prejudicar os seus produtos, reagindo à multa de 890 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia por incumprimento destas regras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Google afirmou hoje que a aplicação da Lei dos Mercados Digitais (DMA) na União Europeia (UE) está a prejudicar os seus produtos, reagindo à multa de 890 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia por incumprimento destas regras.</P><br />
<P>Numa reação enviada à Lusa, uma porta-voz da Google afirmou que a implementação do DMA está a obrigar a empresa a retirar funcionalidades utilizadas pelos consumidores europeus, como a apresentação em tempo real de preços e disponibilidade de hotéis, voos e restaurantes, e a alterar mecanismos de segurança da loja de aplicações Google Play.</P><br />
<P>&#8220;Esta implementação do DMA continua a prejudicar os produtos do dia-a-dia. Para cumprir as normas, estamos a ser obrigados a remover as capacidades de pesquisa em tempo real que os europeus adoram [&#8230;] e a desmantelar as proteções de segurança no Google Play&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A empresa considerou que as exigências impostas pela regulamentação não promovem uma concorrência justa e defendeu que acabam por prejudicar os consumidores e as empresas europeias.</P><br />
<P>&#8220;Isto não é concorrência leal, é a degradação do produto impulsionada por um pequeno grupo de queixosos que visam apenas o seu próprio benefício, com as empresas e os consumidores europeus a sofrerem as consequências. A regulamentação deveria melhorar os produtos, não piorá-los&#8221;, acrescentou a porta-voz da Google.</P><br />
<P>A reação surge depois de a Comissão Europeia ter concluído que a Google não cumpriu a Lei dos Mercados Digitais, ao dar tratamento preferencial aos seus próprios serviços na Pesquisa Google e ao impor restrições às empresas para encaminharem os consumidores para canais de compra alternativos, muitas vezes mais baratos, na Google Play.</P><br />
<P>Neste contexto, a Comissão aplicou à Google uma coima de 460 milhões de euros e outra de 430 milhões de euros, respetivamente. </P><br />
<P>A Google terá 60 dias para cumprir as decisões, caso contrário arrisca pagamentos periódicos de até 5% do seu volume de negócios mundial total.</P><br />
<P>O executivo comunitário adianta que a Google já começou a testar alterações à forma como apresenta os seus serviços na pesquisa Google e introduziu mudanças relacionadas com as regras de encaminhamento, que a seu ver constituem &#8220;um bom progresso no sentido do cumprimento&#8221;.</P><br />
<P>A Google poderá agora recorrer das decisões.</P><br />
<P>A Comissão Europeia já tinha aplicado à empresa grandes multas por infrações às regras de concorrência da UE, num total superior a 11 mil milhões de euros, incluindo a coima de 2,95 mil milhões de euros aplicada em 2025 por práticas abusivas no setor da publicidade digital e a multa de 4,125 mil milhões de euros relativa ao Android, confirmada pelo Tribunal de Justiça da UE este mês.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793050]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Judiciária detém homem em liberdade condicional com mais de dois quilos de cocaína</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:44:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[tráfico de droga]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Lisboa, um homem em liberdade condicional após prisão por tráfico de droga, na posse de 2,127 quilos de cocaína, quantidade suficiente para pelo menos 21 mil doses individuais, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Lisboa, um homem em liberdade condicional após prisão por tráfico de droga, na posse de 2,127 quilos de cocaína, quantidade suficiente para pelo menos 21 mil doses individuais, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>O homem, detido pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, tem 37 anos e após um primeiro interrogatório judicial foi-lhe decretada a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.</P><br />
<P>Segundo a PJ, a cocaína agora apreendida estava guardada no interior de uma viatura, estacionada a mais de 30 km de distância da sua zona de residência.</P><br />
<P>Para além da condenação por este novo crime de tráfico de droga, a lei determina que devido à reincidência terá de cumprir o remanescente da pena a que estava condenado e em fase de liberdade condicional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793051]]></sapo:autor>
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		<title>Petição para repetir a final do Mundial 2026 aproxima-se das 90 mil assinaturas e aumenta pressão sobre a FIFA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polémica em torno da final do Campeonato do Mundo de 2026 continua longe de terminar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polémica em torno da final do Campeonato do Mundo de 2026 continua longe de terminar. Dias depois da vitória da Espanha sobre a Argentina, por 1-0 após prolongamento, no MetLife Stadium, em Nova Jérsia, uma <a href="https://www.change.org/p/repetir-la-final-del-mundial-argentina-espa%C3%B1a-sin-el-%C3%A1rbitro-corrupto" target="_blank" rel="noopener">petição lançada na plataforma Change.org</a> para exigir a repetição do encontro continua a ganhar força. Esta quinta-feira, a iniciativa já reunia mais de 84 mil assinaturas, aproximando-se rapidamente da marca das 90 mil, refletindo o descontentamento de milhares de adeptos argentinos com a arbitragem do encontro.</p>
<p>A petição foi criada pela adepta argentina Gisela Sánchez e dirige-se à FIFA, solicitando que o organismo máximo do futebol mundial ordene a repetição da final conquistada pela seleção espanhola graças a um golo de Ferran Torres no prolongamento. No texto, a promotora acusa o árbitro esloveno Slavko Vinčić de ter protagonizado uma atuação &#8220;controversa e corrupta&#8221;, defendendo que várias decisões tomadas ao longo da partida favoreceram a Espanha.</p>
<p>Apesar das acusações, a petição não apresenta provas verificáveis que sustentem essas alegações. Como fundamento, remete apenas para vídeos que circulam nas redes sociais e que, segundo a organizadora, mostram lances em que as decisões da equipa de arbitragem terão beneficiado a seleção espanhola.</p>
<p>Contudo, as regras da FIFA são claras quanto à possibilidade de repetir um jogo oficial. O regulamento prevê essa hipótese apenas em circunstâncias excecionais, nomeadamente quando existe uma violação grave das regras da competição. Entre os exemplos incluem-se a utilização de um jogador inelegível ou uma intervenção irregular dos órgãos competentes antes da homologação oficial do resultado. Assim, uma petição online, independentemente do número de assinaturas que reúna, não possui qualquer valor jurídico ou desportivo para alterar o desfecho de uma partida.</p>
<p>Ainda assim, este tipo de iniciativas não constitui uma novidade no futebol internacional. Após a final do Mundial de 2022, no Qatar, vencida precisamente pela Argentina frente à França, mais de 200 mil adeptos franceses assinaram uma petição semelhante, exigindo a repetição do encontro devido à arbitragem do polaco Szymon Marciniak. Na altura, a reação argentina resumiu-se a uma mensagem dirigida aos franceses para que &#8220;parassem de chorar&#8221;.</p>
<p>Apesar de raros, existem precedentes de jogos repetidos por decisão da FIFA. Um dos casos mais conhecidos ocorreu em 2006, durante um encontro de qualificação para o Campeonato do Mundo entre Uzbequistão e Bahrein. Nesse caso, a partida teve de ser repetida devido a um erro técnico cometido pelo árbitro na aplicação das leis do jogo, e não por simples discordância relativamente às decisões tomadas durante o encontro.</p>
<p>Enquanto cresce o número de assinaturas da petição, a FIFA abriu também um processo disciplinar relacionado com os acontecimentos registados após o apito final da decisão do Mundial. O organismo nomeou um procurador disciplinar e de ética para investigar vários incidentes envolvendo jogadores das seleções da Argentina e de Espanha.</p>
<p>Entre os principais visados encontra-se o médio argentino Leandro Paredes, depois de imagens mostrarem o jogador a agarrar Eric García pelo pescoço e a empurrar Gavi durante os festejos da seleção espanhola. A FIFA está igualmente a analisar a conduta de Nahuel Molina, alegadamente por ter agredido Rodri, bem como o eventual envolvimento de Roberto Ayala, treinador-adjunto de Lionel Scaloni, num empurrão a Dani Olmo.</p>
<p>A investigação estende-se ainda à cerimónia de entrega do troféu, uma vez que vários jogadores argentinos terão virado costas durante o momento em que Espanha levantou a taça de campeã do mundo.</p>
<p>O processo disciplinar inclui igualmente um episódio ocorrido nas meias-finais da competição. Após eliminar a Inglaterra, a seleção argentina exibiu uma faixa reivindicando a soberania argentina sobre as Ilhas Malvinas (Falkland Islands), território ultramarino britânico. Segundo a FIFA, esse gesto já tinha motivado anteriormente uma multa aplicada à Federação Argentina de Futebol.</p>
<p>Perante o ambiente de tensão instalado, o selecionador argentino Lionel Scaloni procurou apelar à serenidade na conferência de imprensa após a final. &#8220;Somos humildes quando ganhamos e também devemos sê-lo quando perdemos&#8221;, afirmou o treinador.</p>
<p>Apesar desse apelo, a FIFA decidiu prosseguir com o processo disciplinar e informou que divulgará as conclusões e eventuais decisões quando a investigação estiver concluída. Entretanto, a petição para repetir a final continua a ganhar assinantes, embora, à luz dos regulamentos atualmente em vigor, não tenha qualquer efeito sobre o resultado que atribuiu à Espanha o título mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793047]]></sapo:autor>
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		<title>Urgência de obstetrícia do São Francisco Xavier estará fechada em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:03:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O bastonário da Ordem dos Médicos alertou hoje que a urgência de obstetrícia do Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, deverá permanecer encerrada durante todo o mês de agosto, assegurando apenas resposta emergente quando acionada pelo INEM.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O bastonário da Ordem dos Médicos alertou hoje que a urgência de obstetrícia do Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, deverá permanecer encerrada durante todo o mês de agosto, assegurando apenas resposta emergente quando acionada pelo INEM.</P><br />
<P>&#8220;A informação que nos foi dada hoje de manhã é que o São Francisco Xavier irá estar de portas fechadas durante todo o mês de agosto&#8221;, disse Carlos Cortes, que falava aos jornalistas no final de uma visita à Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Almada.</P><br />
<P>Segundo o bastonário, a única resposta que o serviço de obstetrícia daquele hospital da Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental dará será uma resposta de emergência, &#8220;ao INEM, quando isso for necessário&#8221;.</P><br />
<P>Sobre o funcionamento da urgência de obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, Carlos Cortes reconheceu que existe uma &#8220;sobrecarga e uma grande pressão devido à concentração de utentes provenientes de outras maternidades com constrangimentos&#8221;, mas afirmou-se convicto de que os profissionais daquele hospital &#8220;vão continuar a dar resposta&#8221;, embora sujeitos a um &#8220;esforço enorme, com turnos atrás de turnos&#8221;.</P><br />
<P>Carlos Cortes alertou, contudo, para a &#8220;carência muito grave de anestesistas&#8221; naquele hospital da margem sul do Tejo, lembrando que o funcionamento das maternidades não depende apenas de obstetras e neonatalogistas, mas também de médicos anestesistas.</P><br />
<P>&#8220;É uma mensagem para a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde, para se preocupar com essa situação&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Carlos Cortes anunciou que irá reunir-se em breve com o conselho de administração do Garcia de Orta para procurar soluções, face à falta de médicos anestesistas.</P><br />
<P>Na visita à UCSP de Almada, o bastonário fez ainda um balanço positivo da situação dos cuidados de saúde primários na Unidade Local de Saúde (ULS) Almada-Seixal, salientando que o número de doentes sem médico de família naquela unidade tem vindo a diminuir, apesar de ainda haver 55 mil utentes sem médico de família num universo de 380 mil utentes do Seixal e de Almada.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo seria todos os utentes terem médico de família, mas reconhecemos que houve aqui um esforço muito importante na contratação de médicos&#8221;, afirmou, destacando ainda a importância da deslocação de especialistas hospitalares aos centros de saúde para realização de consultas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793041]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street segue com perdas à boleia das tensões no Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-segue-com-perdas-a-boleia-das-tensoes-no-medio-oriente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:03:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os principais índices norte-americanos seguiam hoje com perdas, com a época de resultados empresariais a intensificar-se e a guerra entre Irão e EUA a levarem o barril do Brent a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os principais índices norte-americanos seguiam hoje com perdas, com a época de resultados empresariais a intensificar-se e a guerra entre Irão e EUA a levarem o barril do Brent a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares.</P><br />
<P>Pelas 14:50 em Lisboa, o índice de referência S&amp;P 500 caia 0,80%, para 7.438,92 pontos, e o industrial Dow Jones perdia 0,93%, para 51.733,31 pontos. </P><br />
<P>Já o tecnológico Nasdaq desvalorizava 1,72%, para 25.249,60 pontos. </P><br />
<P>A ameaça de mais ataques dos EUA no Irão levou o barril do Brent a disparar mais de 6% e a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares, segundo dados da agência de informação financeira Bloomberg. </P><br />
<P>O preço do Brent, petróleo que serve de referência às importações portuguesas, estava hoje, às 14:30, horas de Lisboa, a subir 6,6% para os 100,28 dólares.</P><br />
<P>Ao longo da semana, o barril do Brent já encareceu mais de 10 dólares, numa altura em que o presidente norte-americano, Donald Trump, promete continuar os ataques ao Irão, sobretudo após o envolvimento dos Houthis no conflito na região.</P><br />
<P>Pelas 14:55 de Lisboa, as ações da Alphabet, dona da Google, caíam 6,23% para 320,61 dólares, depois de a empresa ter apresentado os resultados empresariais e a União Europeia ter aplicado uma multa de 980 milhões de euros, por considerar que a gigante tecnológica violou as leis anticoncorrenciais ao criar o Google Play e o seu omnipresente motor de busca de forma a direcionar os consumidores para os seus próprios serviços e aplicações, em detrimento dos concorrentes.</P><br />
<P>Já a Tesla recua 12,28% para 328,09 dólares, após a fabricante automóvel liderada por Elon Musk ter anunciado que investiu mais dinheiro em investigação e desenvolvimento, o que reduziu os lucros que tinham sido impulsionados por um aumento acentuado nas vendas de veículos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793040]]></sapo:autor>
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		<title>Ativistas da extrema-direita processam Comissão Europeia após rejeição da iniciativa sobre &#8220;remigração&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ativistas]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Extrema-direita]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está a campanha “Save Europe Act”, que pretendia alterar profundamente as regras migratórias da União Europeia e que justificava essas medidas com a necessidade de impedir aquilo que os seus promotores descrevem como uma “substituição demográfica”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia recusou registar uma Iniciativa de Cidadania Europeia promovida por ativistas da extrema-direita que defendia a suspensão de vários canais de imigração legal e a chamada “remigração” de cidadãos não europeus considerados “não integrados”, uma decisão que levou os organizadores a anunciarem uma ação judicial contra Bruxelas. Em causa está a campanha “Save Europe Act”, que pretendia alterar profundamente as regras migratórias da União Europeia e que justificava essas medidas com a necessidade de impedir aquilo que os seus promotores descrevem como uma “substituição demográfica”.</p>
<p>A decisão da Comissão Europeia foi tomada por considerar que a proposta é “manifestamente contrária” aos valores fundamentais da União Europeia, argumentando que as medidas defendidas assentavam numa discriminação baseada na raça, origem étnica, cultural ou civilizacional das pessoas abrangidas. Na prática, Bruxelas entendeu que a iniciativa violava princípios essenciais do direito europeu e, por esse motivo, recusou sequer proceder ao seu registo.</p>
<p>Os organizadores, contudo, contestam a interpretação da Comissão e preparam-se para avançar para os tribunais. Martin Sellner, ativista austríaco apontado como uma das principais figuras ideológicas do conceito de “remigração” e líder do movimento, afirmou à Euronews que a equipa jurídica está pronta para apresentar uma ação já nos próximos dias. “Acreditamos que a Comissão agiu contra o direito europeu ao impedir os cidadãos de pedirem medidas específicas”, declarou Sellner, defendendo que os europeus deveriam poder debater e propor este tipo de alterações através dos mecanismos previstos nas instituições comunitárias.</p>
<p>A iniciativa defendia uma suspensão temporária dos chamados “canais de imigração não ocidentais”, abrangendo, entre outros, vistos de estudo e mecanismos de reunificação familiar. Para além disso, propunha o regresso aos países de origem não apenas de migrantes em situação irregular, mas também de cidadãos de países terceiros que residem legalmente na União Europeia e que fossem considerados “não integrados” ou classificados como um “grave fardo cultural ou financeiro” para os Estados-membros.</p>
<p>O conceito de “remigração” tem vindo a ganhar visibilidade em alguns sectores da extrema-direita europeia e é apresentado pelos seus defensores como uma política destinada a inverter processos de imigração considerados excessivos. Segundo a página da campanha, o movimento conta com o apoio de várias figuras nacionalistas europeias, incluindo o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, o líder do Vox espanhol Santiago Abascal, o político romeno George Simion e o eurodeputado italiano Roberto Vannacci.</p>
<p>No âmbito das regras comunitárias, uma Iniciativa de Cidadania Europeia que seja considerada admissível pode obrigar as instituições europeias a analisar formalmente as propostas caso reúna pelo menos um milhão de assinaturas provenientes de, no mínimo, sete Estados-membros. Nesses casos, a Comissão é obrigada a explicar se pretende ou não agir, enquanto o Parlamento Europeu deve organizar uma audição com os promotores e pode também votar uma resolução sobre o tema.</p>
<p>Os responsáveis pela campanha garantem já ter recolhido, de forma informal, perto de 600 mil assinaturas. Na semana passada, cerca de 200 apoiantes manifestaram-se junto ao Parlamento Europeu, em Bruxelas, exigindo que a iniciativa fosse registada e pudesse avançar para a fase oficial de recolha de assinaturas.</p>
<p>A Comissão Europeia sustentou, porém, que a proposta não respeitava o enquadramento jurídico europeu porque a suspensão dos canais migratórios e as medidas previstas assentavam na origem étnica, cultural ou civilizacional das pessoas visadas, em vez de obedecerem a avaliações individuais e caso a caso, como exigem as normas da União Europeia.</p>
<p>A recusa foi saudada por vários eurodeputados, entre eles Cristina Guarda, do grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia, que classificou a decisão como “um ato justo”. A eurodeputada descreveu ainda a iniciativa como “propaganda de ódio promovida pela extrema-direita”. Guarda e outros parlamentares participaram igualmente numa contramanifestação realizada em Bruxelas para coincidir com o protesto dos apoiantes da campanha.</p>
<p>Com a promessa de recorrer aos tribunais, o caso poderá agora transformar-se num novo confronto político e jurídico sobre os limites das iniciativas populares europeias, a proteção dos direitos fundamentais e o espaço que propostas radicais sobre imigração podem ocupar no quadro legal da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793028]]></sapo:autor>
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		<title>Manutenção das taxas de juro foi uma decisão unânime, indica Lagarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[Christine Lagarde]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse hoje que o Conselho de Governadores manteve por unanimidade as taxas diretoras, mas que alguns membros se questionaram se não deveriam aumentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse hoje que o Conselho de Governadores manteve por unanimidade as taxas diretoras, mas que alguns membros se questionaram se não deveriam aumentar.         </P><br />
<P>Lagarde acrescentou na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Governadores que em setembro o BCE terá mais dados novos para tomar a decisão sobre as taxas diretoras e que por isso é possível que decida aumentá-las então.</P><br />
<P>No entanto, Lagarde sublinhou que o BCE não dá uma orientação de sua política monetária e que tomará as decisões sobre as taxas de juro em cada reunião de acordo com os dados económicos.</P><br />
<P>O BCE manteve hoje as três taxas diretoras, como era esperado pelo mercado, depois de na anterior reunião de política monetária, em 11 de junho, ter aumentado, pela primeira vez desde 2023, as três taxas diretoras em 0,25 pontos percentuais para responder ao aumento dos preços globais provocado pelo conflito do Médio Oriente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793030]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Professores do Ensino Português no Estrangeiro contestam em Lisboa novo regime jurídico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/professores-do-ensino-portugues-no-estrangeiro-contestam-em-lisboa-novo-regime-juridico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Professores do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) manifestaram-se hoje, em Lisboa, para exigir aumentos salariais, a redução do horário letivo e a melhoria das condições de trabalho, contestando a proposta do novo regime jurídico apresentada pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Professores do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) manifestaram-se hoje, em Lisboa, para exigir aumentos salariais, a redução do horário letivo e a melhoria das condições de trabalho, contestando a proposta do novo regime jurídico apresentada pelo Governo.</P><br />
<P>Os sindicatos representativos dos professores e o Governo iniciaram, no passado dia 28 de maio, as reuniões do processo negocial relativas à revisão do Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro (RJEPE), cuja pasta é tutelada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). </P><br />
<P>Em declarações à Lusa, a professora Teresa Kueffer, do EPE Suíça, presente na manifestação, explicou que as tabelas salariais não são atualizadas há anos, desde 2009 para a maioria e desde 1997 para os leitores, e que trabalhar num país fora da zona euro agrava a perda de rendimentos.</P><br />
<P>&#8220;Temos os problemas gerais que toda a gente tem. O nosso ordenado não é suficiente para cobrir as despesas, depois do pagamento do IRS [e] da segurança social&#8221;, disse Teresa Kueffer, contando que recebe &#8220;em euros, num país onde se faz tudo em francos [suíços]&#8221; e que tem &#8220;um custo de vida elevadíssimo&#8221;.</P><br />
<P>A professora classificou as condições salariais como &#8220;deploráveis&#8221;.</P><br />
<P>A par das questões remuneratórias, os professores do EPE na Suíça enfrentam problemas burocráticos com a emissão tardia de formulários essenciais para o acesso aos seguros de saúde e a falta de reembolso de despesas de transporte entre escolas.</P><br />
<P>&#8220;Quando nos deslocamos, as horas que nos deslocamos, o trabalho que é feito, que equivale a horas de direção turma, sem redução, deslocações por vezes de uma hora, duas horas, três horas, para ir dar um curso, sem que haja essa consideração a nível de tempo de serviço. Nós estamos oficialmente a trabalhar quando nos deslocamos, de um curso para o outro, estamos em serviço, mas esse tempo praticamente não é contabilizado&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Em França, a situação é &#8220;insustentável&#8221;, descreveu a professora Carla Lourenço, destacando a disparidade entre o subsídio de refeição pago pelo Estado português e a realidade económica do país de acolhimento.</P><br />
<P>&#8220;Eu com seis euros em Paris não consigo almoçar, nem sequer no McDonald&#8217;s. Se não nos ajudam a ter uma vida digna nos países em que estamos &#8211; e na região de Paris o nível de vida é bastante elevado -, não vamos conseguir sobreviver, não sei como é que vou fazer&#8221;, declarou Carla Lourenço, lembrando que a inflação e a carga fiscal acumularam perdas substanciais desde o período da Troika.</P><br />
<P>A docente alertou também para o volume de trabalho não remunerado, referindo a participação em eventos culturais fora do horário laboral, a ausência de reduções de horário pela idade e o tempo gasto em deslocações não compensadas entre escolas distantes.</P><br />
<P>Já a professora Carla Guerreiro, que leciona na Alemanha, apelidou a proposta de revisão do regime jurídico de &#8220;uma bomba atómica&#8221; em vez da &#8220;revolução&#8221; prometida pela tutela.</P><br />
<P>Apesar de reconhecer avanços em pontos específicos trazidos pelas rondas negociais, como a cobertura das despesas de bagagem em fim de comissão de serviço, o subsídio de instalação e o pagamento de uma viagem a Portugal de três em três anos, a professora apontou falhas graves na componente pedagógica e na avaliação.</P><br />
<P>&#8220;Apresentaram-nos tabelas salariais que baixam o salário e que são omissas quanto ao enquadramento fiscal e de aposentação. Além disso, propõem uma avaliação anual intercalar feita por alunos menores de idade e sem maturidade, o que é desprovido de lógica&#8221;, criticou Carla Guerreiro.</P><br />
<P>A docente da rede alemã alertou para a redução das horas semanais dedicadas aos alunos, que desceu para cerca de um terço em termos comparativos com anos anteriores, dificultando o aprofundamento de autores clássicos como Camões ou Gil Vicente e conteúdos de História de Portugal.</P><br />
<P>Para pressionar o executivo e exigir que as tabelas salariais reflitam o real custo de vida nos respetivos países, os professores do EPE submeteram uma petição, que contava, ao princípio da tarde de hoje, com 8.836 subscrições. </P><br />
<P>Os docentes não descartam o recurso a outras formas de luta caso as negociações com a tutela não assegurem garantias de dignidade profissional.</P><br />
<P>Segundo o presidente do Sindicato de Professores no Estrangeiro (SPE), Bruno Silva, estão em negociação a redução do horário letivo, o recrutamento, a avaliação, as remunerações e a proteção social.</P><br />
<P>Bruno Silva disse que foram enviadas novas contrapropostas sobre estas matérias. </P><br />
<P>O processo negocial do novo regime tem ainda previsto duas reuniões, uma a 27 de julho e outra a 31 de julho ou 03 de agosto, ainda por confirmar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793029]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro do BNP Paribas aumenta 21,8% para 7.562 M€ no primeiro semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-do-bnp-paribas-aumenta-218-para-7-562-me-no-primeiro-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BNP Paribas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo BNP Paribas obteve um lucro de 7.562 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, o que representa um aumento de 21,8% face ao mesmo período do ano anterior, informou hoje a instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo BNP Paribas obteve um lucro de 7.562 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, o que representa um aumento de 21,8% face ao mesmo período do ano anterior, informou hoje a instituição.</P><br />
<P>O BNP Paribas alcançou estes resultados graças ao desempenho da banca empresarial e institucional, cujo resultado aumentou 5,6%, bem como da área de gestão de ativos, indicou, citado pela agência EFE. </P><br />
<P>Os lucros foram influenciados por uma operação extraordinária realizada no segundo trimestre: uma mais-valia de 858 milhões de euros obtida com a venda da participação do banco na seguradora AG Insurance ao grupo Ageas.</P><br />
<P>Por outro lado, o custo do risco aumentou para 1.871 milhões de euros, face aos 1.650 milhões registados no primeiro semestre de 2025. Este valor inclui uma provisão de 155 milhões de euros destinada a refletir a evolução do contexto geopolítico.</P><br />
<P>Os encargos relacionados com riscos jurídicos também pesaram nas contas do grupo, totalizando 344 milhões de euros.</P><br />
<P>Ainda assim, o resultado bruto de exploração do grupo atingiu 11.451 milhões de euros no primeiro semestre, o que representa um crescimento sólido de 13,9% em comparação com os 10.052 milhões de euros registados no mesmo período de 2025, destacou o banco.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793027]]></sapo:autor>
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		<title>Preço do barril de petróleo ultrapassa os 100 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[brent]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[A ameaça de mais ataques dos EUA no Irão levou o barril do Brent a disparar mais de 6% e a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares, segundo dados da agência de informação financeira Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ameaça de mais ataques dos EUA no Irão levou o barril do Brent a disparar mais de 6% e a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares, segundo dados da agência de informação financeira Bloomberg.</P><br />
<P>O preço do Brent, petróleo que serve de referência às importações portuguesas, estava hoje, às 14:30, horas de Lisboa, a subir 6,6% para os 100,28 dólares.</P><br />
<P>Ao longo da semana, o barril do Brent já encareceu mais de 10 dólares, numa altura em que o presidente norte-americano, Donald Trump, promete continuar os ataques ao Irão, sobretudo após o envolvimento dos Huthis no conflito na região.</P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias norte-americana Bloomberg, a subida do preço intensificou-se após os Huthis, um grupo rebelde do Iémen, terem reclamado um ataque a dois petroleiros da Arábia Saudita.</P><br />
<P>O transporte de petróleo pela via do Mar Vermelho é uma forma que os sauditas encontraram para escoar parte do petróleo que não conseguem transportar através do estreito de Ormuz, por onde passava 20% do petróleo comercializado a nível mundial antes do conflito que começou em 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel atacaram o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Se eles voltarem a fazer isto, os EUA irão responsabilizar o Irão&#8221; pelas ações dos Huthis, que são aliados do regime de Teerão, afirmou Trump numa publicação na rede social Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;Um grande castigo militar será infligido ao Irão e aos próprios Huthis&#8221;, reforçou o presidente norte-americano. </P><br />
<P>O WTI, petróleo que serve de referência ao mercado norte-americano, estava a subir 4,56% para os 90,79 dólares.</P><br />
<P>O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos anunciou esta madrugada o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a 12.ª desde o fim do cessar-fogo provisório.</P><br />
<P>Depois de em junho Washington e Teerão terem assinado um memorando de entendimento para estabelecer um cessar-fogo, desbloquear o estreito de Ormuz e dar espaço a negociações sobre o programa nuclear iraniano, o Presidente dos EUA, Donald Trump, deu por encerrada a trégua há duas semanas ao considerar que o Irão estava a violar o acordo.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária do Irão, por seu lado, mantém ataques no Médio Oriente contra bases e interesses americanos na região, com bombardeamentos contra nações do Golfo aliadas da Casa Branca como o Kuwait, Bahrein, Jordânia e Catar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793025]]></sapo:autor>
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		<title>Acesso ao Ensino Superior: segunda fase do concurso termina mais cedo do que o anunciado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O período de candidaturas à segunda fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior vai terminar dois dias mais cedo do que tinha sido inicialmente anunciado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O período de candidaturas à segunda fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior vai terminar dois dias mais cedo do que tinha sido inicialmente anunciado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação. A alteração consta do novo calendário publicado em Diário da República, na sequência da criação da época especial de exames nacionais, introduzindo uma revisão dos prazos que os candidatos deverão cumprir para ingressar no ensino superior público.</p>
<p>O novo calendário estabelece que a apresentação de candidaturas à segunda fase decorrerá entre 24 de agosto e 20 de setembro, ao contrário da informação divulgada pelo Ministério na passada terça-feira, que apontava 22 de setembro como data-limite para a submissão das candidaturas. A alteração reduz assim em dois dias o período inicialmente previsto para esta fase do concurso.</p>
<p>De acordo com a mesma informação, a decisão de antecipar o encerramento das candidaturas foi tomada pelo Instituto para o Ensino Superior, organismo responsável pela elaboração e assinatura do diploma agora publicado em Diário da República. A Renascença apurou, junto de uma fonte ligada ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, que foi precisamente esta entidade a decidir proceder ao ajuste das datas constantes do calendário oficial.</p>
<p>Apesar da redução do prazo para apresentação das candidaturas, mantém-se a data prevista para a divulgação dos resultados da segunda fase. Os candidatos conhecerão as colocações a 30 de setembro, data em que serão publicados os resultados do concurso nacional relativos a esta etapa do processo de acesso ao ensino superior.</p>
<p>O diploma agora publicado oficializa igualmente o calendário da terceira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, que continua a realizar-se este ano. As candidaturas decorrerão entre 10 e 12 de outubro, estando prevista a divulgação das colocações a 18 de outubro.</p>
<p>Além das alterações ao calendário do ensino superior, foi também publicado em Diário da República o despacho que regulamenta a época especial de exames, criada este ano na sequência das perturbações verificadas no processo de avaliação. O regime aplica-se não apenas aos alunos do ensino secundário, mas também aos estudantes do ensino básico que preencham os critérios definidos.</p>
<p>No caso do 9.º ano de escolaridade, o despacho determina que os alunos elegíveis que frequentaram este nível de ensino durante o ano letivo 2025/2026 realizarão as provas de Português e Matemática nos dias 3 e 7 de setembro, respetivamente. A publicação do novo calendário permite, assim, clarificar oficialmente todas as datas que irão marcar as diferentes fases do acesso ao ensino superior e da época especial de exames no presente ano letivo.</p>
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