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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Conduzir de chinelos dá multa? Ou em tronco nu? A dúvida de verão que volta sempre com o calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 08:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o calor, as idas à praia e as viagens de férias, há hábitos que regressam todos os verões: conduzir de chinelos, entrar no carro em roupa leve ou até seguir em tronco nu quando a temperatura dentro do veículo se torna difícil de suportar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o calor, as idas à praia e as viagens de férias, há hábitos que regressam todos os verões: conduzir de chinelos, entrar no carro em roupa leve ou até seguir em tronco nu quando a temperatura dentro do veículo se torna difícil de suportar. E, com eles, volta também a pergunta habitual: afinal, isto dá multa?</p>
<p>A resposta curta é não: o Código da Estrada não proíbe expressamente conduzir de chinelos, sandálias, descalço ou em tronco nu. O <a href="https://www.acp.pt/veiculos/condutor-em-dia/conduzir-em-seguranca/conduzir-de-chinelos-ou-em-tronco-nu-da-multa" target="_blank" rel="noopener">Automóvel Club de Portugal</a> recorda que esta é uma das dúvidas mais repetidas no verão e que a ideia de uma proibição automática é um mito urbano, já desmentido pela GNR em campanhas de sensibilização.</p>
<p>Mas isso não significa que tudo seja indiferente ao volante. A lei portuguesa não fiscaliza o tipo de calçado ou de roupa por si só; fiscaliza se o condutor mantém condições para conduzir com segurança. E é aí que os chinelos podem deixar de ser apenas um detalhe de verão.</p>
<p><strong>O que diz o Código da Estrada</strong></p>
<p>O ponto essencial está no artigo 11.º do Código da Estrada, que estabelece que os condutores devem, durante a condução, evitar atos suscetíveis de prejudicar o exercício da condução com segurança. Quem infringir esta regra pode ser sancionado com coima de 60 a 300 euros.</p>
<p>Ou seja, conduzir de chinelos não é ilegal por si só. Mas se o calçado escorregar, ficar preso nos pedais, impedir uma travagem segura ou comprometer o controlo do veículo, a situação pode ser enquadrada como comportamento perigoso ou negligente.</p>
<p><strong>Quando os chinelos podem ser um problema</strong></p>
<p>O risco está sobretudo nos chinelos de enfiar no dedo, solas largas, calçado demasiado solto ou sandálias sem fixação ao calcanhar. Em determinadas situações, o pé pode deslizar, o chinelo pode dobrar-se debaixo do pedal ou ficar preso junto ao acelerador, travão ou embraiagem.</p>
<p>A diferença pode parecer mínima, mas numa travagem de emergência uma fração de segundo conta. Em cidade, onde há peões, ciclistas, trotinetes e trânsito intenso, qualquer atraso no movimento entre acelerador e travão pode aumentar a distância de paragem e transformar uma distração pequena num susto sério.</p>
<p>O risco agrava-se depois de sair da praia ou da piscina. Pés molhados, areia, suor e solas pouco aderentes reduzem o contacto com os pedais e tornam os movimentos menos precisos. Por isso, mesmo sendo legal, nem todo o calçado é aconselhável para conduzir.</p>
<p><strong>E conduzir em tronco nu?</strong></p>
<p>Também não existe uma regra que proíba conduzir em tronco nu. O ACP lembra, porém, que a ausência de roupa não elimina uma obrigação básica: usar cinto de segurança. Não usar cinto pode, esse sim, dar multa, independentemente de o condutor estar vestido, em t-shirt ou sem camisola.</p>
<p>Há ainda uma questão de segurança física. Em caso de travagem brusca ou acidente, o cinto fica em contacto direto com a pele e pode provocar ferimentos mais dolorosos no tronco. Por isso, apesar de não ser proibido, conduzir sem camisola não é a opção mais prudente.</p>
<p><strong>O que convém fazer antes de arrancar</strong></p>
<p>A recomendação é simples: escolha calçado confortável, firme e com boa aderência. Não precisa de ser um sapato formal. Uns ténis leves ou umas sapatilhas que prendam bem o pé podem ser suficientes para garantir maior controlo sobre os pedais.</p>
<p>Uma solução prática para o verão é deixar no carro um par de sapatos próprios para conduzir e trocar antes de iniciar a viagem. O gesto demora poucos segundos e evita que um chinelo solto se transforme num risco mecânico.</p>
<p><strong>As viagens de verão pedem mais atenção</strong></p>
<p>O verão aumenta a descontração, mas também traz fatores que reduzem a capacidade de reação: calor dentro do carro, fadiga, trânsito rumo às zonas balneares, maior consumo de álcool em contexto de férias e viagens mais longas. É por isso que as autoridades reforçam habitualmente a atenção aos comportamentos de risco nesta altura do ano.</p>
<p>Além do calçado, há outros hábitos perigosos: usar o telemóvel, conduzir cansado, circular em excesso de velocidade, não usar cinto ou permitir que passageiros viajem em posições inseguras, como com os pés no tablier. Em caso de embate, esta última prática pode agravar gravemente as lesões, sobretudo se o airbag disparar.</p>
<p><strong>Legal não é sempre seguro</strong></p>
<p>A resposta à dúvida de verão é, portanto, menos simples do que parece. Conduzir de chinelos ou em tronco nu não dá multa automaticamente. Mas pode haver contraordenação se a forma como o condutor se apresenta ao volante comprometer a segurança.</p>
<p>No fim, a regra mais útil não está no mito nem no medo da coima. Está no bom senso: antes de ligar o motor, pergunte se consegue travar, acelerar e reagir com rapidez e precisão. Se o chinelo escorrega, prende ou atrapalha, é melhor trocá-lo. A praia pode esperar um minuto; uma travagem de emergência, não.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784941]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Lusíadas Saúde sobe receitas para 474 ME em 2025 e investe 165 ME até 2030 (REPETIÇÃO)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 08:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Por Mónica Freilão e Mariana Espírito Santo (texto), José Sena Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Por Mónica Freilão e Mariana Espírito Santo (texto), José Sena Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 05 jul 2026 (Lusa) &#8211; O Grupo Lusíadas Saúde obteve vendas de 474 milhões de euros em 2025, mais 14% num ano de expansão, estimando que 2026 seja de recuperação das margens financeiras e prevendo investimentos de 165,17 milhões de euros.  </P><br />
<P>O ano passado foi &#8220;muito peculiar&#8221; para o Grupo detido pelos franceses da Vivalto Santé, começou por dizer o presidente executivo (CEO) da Lusíadas Saúde em entrevista à Agência Lusa, apontando, desde logo, a abertura de quatro hospitais Lusíadas: Vilamoura (Algarve), Passos de Ferreira e Maia, no norte do país, e Campera (no Carregado, Alenquer).</P><br />
<P>Assim, explicou, este ritmo de aberturas inseriu-se numa estratégia de crescimento acelerado que exigiu investimento a vários níveis, com impacto direto nos resultados financeiros imediatos, mas priorizando o posicionamento futuro do grupo no mercado da saúde privada.</P><br />
<P>&#8220;É um ano que chamamos, em termos anglo-saxónicos, que tem &#8216;ramp-up&#8217; [aumento gradual], estamos em crescimento acelerado. O ano de 2025 é um ano marcado por forte investimento, quer em pessoas, quer em equipamentos e infraestruturas e, portanto, o crescimento das vendas situou-se na ordem dos 474 milhões de euros, com um crescimento relativamente a 2024 na ordem dos 14% e, naturalmente castigámos, em prol do crescimento futuro, um pouco a rentabilidade do grupo&#8221;, afirmou à Lusa, em termos de balanço de 2025.</P><br />
<P>O EBITDA &#8220;continuou a crescer, mas a margem do EBITDA [Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização] caiu em virtude da quantidade de investimento e deste processo de crescimento dos hospitais. Registámos um EBITDA de 52 milhões de euros em 2025, que vinha de 50,7 em 2024. Portanto, o crescimento é mais marginal&#8221;, explicou ainda o CEO. </P><br />
<P>O balanço do exercício passado focou-se, assim, na exigência operacional e financeira de absorver e capacitar os novos hospitais, tanto a nível de equipas como de tecnologia médica, disse.</P><br />
<P>&#8220;Este ano de 2025 foi, naturalmente, por estas causas que disse, desafiante a vários níveis, quer a nível de recursos humanos, com enorme contratação de talento, (&#8230;) quer a nível naturalmente financeiro, com um enorme diploma de capital para poder equipar todas estas novas infraestruturas&#8221;, disse.</P><br />
<P>O número de trabalhadores, a tempo inteiro, do Grupo Lusíadas passou de 8.399 em 2024 para 9.402 no final de 2025, mais 12%.</P><br />
<P>Vasco Antunes Pereira acrescentou, no entanto, que este ano, a estratégia do Grupo Lusíadas Saúde passa pela maturação dos investimentos realizados, antecipando o Grupo uma forte recuperação e subida dos níveis de rentabilidade à medida que as novas unidades atingem a velocidade de cruzeiro.</P><br />
<P>&#8220;Este ano de 2026 é um ano de consolidação, em que, naturalmente, vai continuar a haver um crescimento de vendas, mas vai haver um enorme crescimento de rentabilidade. Aquilo que vai acontecer é que este é o ano em que os nossos hospitais vão acelerar para uma velocidade próxima da velocidade cruzeiro e, portanto, começam a suportar o custo de estrutura que está lá toda em cima&#8221;, sublinhou o CEO.</P><br />
<P>Em termos de investimentos, o Grupo Lusíadas anunciou em 22 de junho que vai abrir uma nova unidade hospitalar em Faro no final de 2027, princípio de 2028, num investimento de 60 milhões de euros, prevendo-se que gere 500 novos postos de trabalho.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas do Algarve, que vivem no Algarve, que habitam no Algarve e que necessitam de cuidados de saúde no Algarve, vão ter uma unidade de saúde absolutamente capaz de lhe dar resposta a todas as necessidades que tenham&#8221;, afirmou o responsável, acrescentando que pretendem abrir o Hospital Lusíadas Beloura no último trimestre deste ano, unidade que vai contribuir para a ampliação da rede na região da Grande Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Entre 2025 e 2027 estamos a abrir cinco unidades de saúde, cinco unidades hospitalares, de norte a sul do país, com diferentes dimensões e diferentes ambições. Nós não estamos a construir unidades de saúde por construir unidades de saúde, estamos a identificar necessidades [de saúde das populações] não satisfeitas e a colmatar estas necessidades. Nós em 2022, quando alterámos o nosso acionista para a Vivalto Santé, o grupo Lusíadas tinha seis unidades de saúde, hoje tem 16, ao qual acrescem 31 clínicas dentárias&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Segundo dados que o Grupo deu à Lusa, as estimativas apontam para um investimento de 51,16 milhões de euros em 2027, mais 33,45 milhões em 2028, 26,81 milhões no ano seguinte, 26,98 milhões de euros em 2030 e 26,77 milhões em 2031, perfazendo 165,17 milhões de euros.</P><br />
<P></P><br />
<P>MSF/MES // PSC</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785601]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: SNS deve centralizar serviços para ganhar eficiência e resiliência &#8211; Vasco Antunes Pereira (REPETIÇÃO)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 08:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Por Mónica Freilão e Mariana Espírito Santo (texto), José Sena Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Por Mónica Freilão e Mariana Espírito Santo (texto), José Sena Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 05 jul 2026 (Lusa) &#8211; O CEO do Grupo Lusíadas Saúde defende a centralização de serviços e otimização de processos no SNS como essenciais para garantir a sustentabilidade e a eficácia do sistema, sublinhando que, face à sua dimensão, otimizações permitem um impacto orçamental significativo.</P><br />
<P>Questionado sobre o que um gestor privado do setor considera que se deve aplicar à gestão da saúde no Estado em Portugal, Vasco Antunes Pereira lembrou que para uma reforma estrutural seria &#8220;necessário alterar o modelo do enquadramento regulatório do serviço público&#8221;, mas que, não havendo, &#8220;uma das coisas que não tem sido feita ou que, pelo menos, não com a intensidade e com a urgência que a mesma carece&#8221;, e que deve ser implementada, tem a ver com a centralização de serviços.</P><br />
<P>&#8220;Claramente, eu procuraria eficiências por centralização, ganhava resiliência, ganhava capacidade de resposta e reduzia, se quiser, o número de notícias sensacionalistas que saem sobre o Serviço Nacional de Saúde [SNS], que, naturalmente, tem &#8211; reconheço &#8211; enormes desafios à data de hoje&#8221;, respondeu o presidente executivo (CEO) da Lusíadas Saúde em entrevista à Lusa, quando questionado ainda sobre o que levaria da gestão privada para o sistema público que ajudasse a enfrentar os desafios atuais. </P><br />
<P>Com alguma &#8220;adaptação&#8221;, que diz ser mesmo necessária, a centralização de serviços leva a grandes ganhos de eficiência com impacto também ao nível orçamental. </P><br />
<P>&#8220;Se pensarmos na dimensão do SNS &#8211; são 17 mil milhões de euros &#8211; é uma perfeita loucura. Portanto, qualquer pequena eficiência num sistema tão grande tem um impacto orçamental também enorme&#8221;, refere. </P><br />
<P>Uma estratégia que Vasco Antunes Pereira lembrou já ter sido usada em alturas de crise, de maior pressão sobre o SNS, como na pandemia.</P><br />
<P>&#8220;Tenho poucos recursos, tenho uma casuística com variabilidade [por exemplo, mais pressão no inverno pelas gripes], o que é que eu tenho que fazer? Tenho que reduzir a quantidade de oferta, centralizá-la e garantir resiliência. Foi o que todos fizemos, privados e públicos, na altura da Covid. Só que a seguir voltámos outra vez a permitir que a política entrasse na gestão de um sistema que carece de profissionalismo e de menos política (&#8230;)&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Um caminho, acrescentou, que o grupo manteve e que implementou, por exemplo, na área da maternidade.</P><br />
<P>&#8220;O Grupo Lusíadas Saúde teve em 2025 a maior maternidade do país. Não é a maior maternidade privada, é a maior maternidade do país. Registámos 4.009 partos num único hospital. Isto é um número que nos orgulhamos bastante, num ano muito difícil e que os nossos profissionais foram absolutamente de exceção a conseguir realizar toda esta atividade clínica durante este período. O que é que fizemos para poder ter hoje um hospital como o nosso Hospital Lusíadas de Lisboa tão capacitado para poder responder a estes desafios? Concentrámos no Hospital Lusíadas de Lisboa a maternidade que também tínhamos no Hospital Lusíadas Amadora. (&#8230;) Isto parece de somenos importância, mas não é&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Mantendo o exemplo e justificando a estratégia, o CEO do Grupo Lusíadas Saúde recomenda &#8220;uma mera análise&#8221; à natalidade em Portugal e ao número de novas maternidades no setor público e privado nos últimos 10 a 15 anos: &#8220;É um crescente de maternidades e com elas um crescente de necessidade de recursos humanos e ao mesmo tempo uma estabilidade ou um decréscimo do número de partos&#8221;, resumiu. </P><br />
<P>&#8220;Temos que olhar para os cuidados de saúde e ter a noção deste enquadramento e destas forças que estamos a sentir que são opostas e que criam a tensão sobre o sistema de saúde. Essa tensão sobre o sistema de saúde naturalmente que faz-se sentir de forma mais aguda em certas áreas. Aquilo que nós vemos nos órgãos de comunicação, naturalmente, é uma exploração de situações, é uma mediatização do problema que é muito mais abrangente&#8221;, conclui, numa alusão às recentes notícias de várias mulheres grávidas que tiveram os bebés, por exemplo, em ambulâncias a caminho das maternidades.</P><br />
<P></P><br />
<P>MSF/MES // PSC</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785600]]></sapo:autor>
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		<title>Chega volta a eleições internas: sete distritais vão a votos depois das surpresas no Porto, Setúbal e Faro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 08:00:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Chega prossegue este domingo o processo de renovação das estruturas internas, com eleições para as comissões políticas distritais de Braga, Bragança, Viseu, Coimbra, Leiria, Évora e Beja]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega prossegue este domingo o processo de renovação das estruturas internas, com eleições para as comissões políticas distritais de Braga, Bragança, Viseu, Coimbra, Leiria, Évora e Beja. Estão também em causa outros órgãos distritais, como as mesas distritais e, quando aplicável, os conselhos de jurisdição, de acordo com as convocatórias publicadas pelo partido. Em Braga, por exemplo, o ato eleitoral decorre entre as 10 e as 19 horas na sede distrital, o mesmo horário previsto para Viseu, Coimbra e Leiria.</p>
<p>A nova ronda surge uma semana depois de, a 28 de junho, terem ido a votos várias das principais estruturas distritais do partido, incluindo Lisboa, Porto, Viana do Castelo, Vila Real, Aveiro, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Portalegre e Faro. Essa primeira fase trouxe sinais de renovação interna, com deputados do Chega derrotados nas distritais do Porto, Setúbal e Faro. Rui Afonso perdeu no Porto para Luís Couraceiro, João Paulo Graça foi derrotado em Faro por José Paulo Sousa e Nuno Gabriel falhou a reeleição em Setúbal, segundo os resultados divulgados e noticiados no final da noite eleitoral.</p>
<p>As eleições internas têm particular importância num partido que cresceu rapidamente nos últimos ciclos eleitorais e que procura consolidar estruturas locais e distritais. Para lá da disputa entre nomes, estas votações definem quem vai controlar a organização territorial do Chega, preparar a intervenção política nos distritos e articular a presença do partido no terreno, numa fase em que a direção nacional procura reforçar implantação e disciplina interna. O próprio site do Chega identifica as estruturas distritais e regionais como órgãos próprios de organização territorial do partido.</p>
<p>A votação deste domingo abrange realidades políticas distintas: Braga e Leiria, distritos com maior peso eleitoral; Coimbra e Viseu, onde o partido procura reforçar implantação no Centro; e Évora e Beja, zonas onde a disputa interna se cruza com o desafio de crescer no Alentejo. Em Beja, a convocatória prevê votação entre as 15h00 e as 19h00, enquanto em Leiria o ato decorre entre as 10h00 e as 19h00.</p>
<p>Há ainda uma nota relevante sobre os Açores. Embora a informação inicial apontasse para eleições regionais ainda sem data marcada, o Chega publicou uma convocatória para os órgãos regionais açorianos, com ato eleitoral previsto para 5 de julho, entre as 09h00 e as 18h00, em três ilhas: São Miguel, Terceira e Pico. A votação interna desta nova fase fecha, assim, mais uma etapa do calendário de reorganização territorial do partido, depois de uma primeira ronda marcada por derrotas de dirigentes com assento parlamentar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784361]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Calor: Sete distritos continuam hoje sob aviso vermelho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-sete-distritos-continuam-hoje-sob-aviso-vermelho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 07:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) mantém hoje sete distritos de Portugal continental sob aviso vermelho devido à onda de calor, menos seis do que no sábado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) mantém hoje sete distritos de Portugal continental sob aviso vermelho devido à onda de calor, menos seis do que no sábado. </P><br />
<P>Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo &#8211; até às 23:00 &#8211; nos distritos Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Setúbal e Castelo Branco.</P><br />
<P>Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria passaram a estar sob aviso laranja, o segundo nível mais grave.</P><br />
<P>Os distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Faro e Vila Real continuam também hoje sob aviso laranja, devido à persistência de valores muito elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima.</P><br />
<P>Na Madeira, também devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, o IPMA mantém para hoje o aviso laranja nas regiões montanhosas, prolongando-o até às 18:00 de terça-feira, enquanto o resto da ilha da Madeira e o Porto Santo se encontram sob aviso amarelo, que se estende igualmente até às 18:00 de terça-feira.</P><br />
<P>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</P><br />
<P>O Governo declarou na quinta-feira situação de alerta em Portugal devido às altas temperaturas esperadas até segunda-feira, tendo emitido despachos de exceção para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.</P><br />
<P>A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) elevou também na quarta-feira o estado de prontidão especial para o nível III (intermédio/alto), tendo em conta o previsível &#8220;agravamento muito significativo&#8221; do perigo de incêndios rurais nos dias seguintes.</P><br />
<P>Nesse dia, o dispositivo de combate a incêndios rurais foi reforçado para entrar na sua capacidade máxima.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</P><br />
<P>Segundo a DGS, as autarquias devem garantir, em parceria com várias entidades, a sinalização de pessoas mais vulneráveis, mantendo atualizada essa listagem, assim como realizar contactos preventivos e promover, sempre que possível, visitas domiciliárias.</P><br />
<P>Já ao nível das medidas comunitárias, a direção-geral aconselha que sejam abertos locais de abrigo temporário (zonas de arrefecimento) e disponibilizada água potável, garantindo o bom funcionamento dos bebedouros públicos, assim como recomenda o prolongamento dos horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados de proximidade.</P><br />
<P>Para os espaços públicos, é sugerido que sejam reforçadas as zonas de sombra, instaladas estruturas temporárias de sombreamento e arrefecimento, e adaptados os horários dos trabalhos municipais realizados no exterior.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o primero-ministro anunciou que Portugal vai ativar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos devido aos incêndios, garantindo que a capacidade nacional não está esgotada.</P><br />
<P>&#8220;Temos todo o território sob risco muito elevado e entendemos que seria mais adequado termos disponibilidade e um reforço vindo dos nossos aliados, nesta luta contra o fogo&#8221;, disse Luís Montenegro em conferência de imprensa, no final da reunião do Conselho de Ministros, em Guimarães. </P><br />
<P></P><br />
<P>JNM/RCP (MCA)// JNM</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785596]]></sapo:autor>
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		<title>Quando tudo sobe, comparar deixa de ser hábito e passa a defesa do orçamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 07:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A subida de juros do Banco Central Europeu e uma inflação que não cede colocam o orçamento das famílias sob pressão. A boa notícia é que parte da resposta está ao alcance de qualquer consumidor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Junho trouxe uma viragem que muita gente já não esperava. O Banco Central Europeu subiu as taxas diretoras em 25 pontos base, para 2,25%, a primeira subida desde 2023. Não é um regresso aos picos desse ano, mas encerra a ideia confortável de que os juros só podiam descer. Para quem tem crédito indexado à EURIBOR, a mudança de tendência sente-se nas próximas revisões da prestação.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a inflação não dá tréguas. Em maio manteve-se em 3,3%, o valor mais alto desde setembro de 2023, pressionada sobretudo pela energia, que subiu mais de 13% num contexto de tensão geopolítica. Quando os juros e os preços sobem em simultâneo, a margem das famílias estreita-se por dois lados ao mesmo tempo, e é aí que pequenas decisões ganham um peso desproporcionado.</p>
<p>É também aí que comparar muda de estatuto. Durante anos foi um hábito recomendável, qualquer coisa que se faria &#8220;quando houvesse tempo&#8221;. Hoje é diferente: é uma defesa ativa do orçamento. Cada despesa recorrente, a prestação da casa, a fatura da energia, o pacote de telecomunicações ou os seguros, é um contrato que pode estar desatualizado e a custar mais do que devia.</p>
<p>Convém, ainda assim, resistir a dois extremos. O primeiro é o pânico, tomar decisões irreversíveis com base num único mês. A própria presidente do Banco Central Europeu sinalizou, no fórum de Sintra, que os próximos ajustes serão &#8220;medidos&#8221; e sem subidas bruscas. O segundo extremo é a indiferença, deixar as faturas subirem sem sequer abrir o contrato. Nenhum dos dois serve a quem quer proteger o rendimento disponível.</p>
<p>O caminho do meio é menos dramático e mais eficaz. Passa por olhar primeiro para as despesas que mais pesam: rever o spread e a taxa de esforço do crédito à habitação, confirmar se a <a href="https://www.comparaja.pt/energia/analise-de-mercado" target="_blank" rel="noopener">fatura da energia</a> está numa tarifa competitiva e verificar se o pacote de telecomunicações continua a fazer sentido. São revisões aborrecidas, mas que se pagam a si próprias.</p>
<p>A inflação corrói sobretudo o que não se vigia. Num ano em que tudo parece subir, o consumidor não controla as taxas do Banco Central nem o preço da energia nos mercados, mas controla uma coisa: a decisão de comparar antes de continuar a pagar. É, provavelmente, a forma mais barata de defender o que sobra ao fim do mês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784367]]></sapo:autor>
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		<title>Autor de &#8220;Pobre Não Fala Português&#8221; defende ensino e uniformização da língua cabo-verdiana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 07:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O docente e investigador da Universidade de Santiago, Cabo Verde, Luís Rodrigues defende o ensino oficial e a uniformização da língua cabo-verdiana para responder à clivagem retratada no livro "Pobre não fala português".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O docente e investigador da Universidade de Santiago, Cabo Verde, Luís Rodrigues defende o ensino oficial e a uniformização da língua cabo-verdiana para responder à clivagem retratada no livro &#8220;Pobre não fala português&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A gestão das duas línguas tem sido pautada por um desencontro entre as leis, as políticas oficiais e o que é vivido nas escolas e por toda a sociedade&#8221;, referiu, em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>O português tem o estatuto de língua oficial, ensinada nas escolas, percecionada como uma língua de prestígio que dá acesso a melhores oportunidades de emprego, mas é a língua cabo-verdiana que é usada pela quase totalidade da população no quotidiano, incluindo entre alunos.</P><br />
<P>Incluir a língua materna no currículo oficial do arquipélago, a par da língua portuguesa, logo a partir dos primeiros anos, e uniformizar a escrita, devem ser prioridades para dar acesso às mesmas oportunidades que o português &#8212; classificando o autor como mito que tal retire espaço à língua lusa.</P><br />
<P>Para já, houve apenas a inclusão de uma disciplina opcional de língua cabo-verdiana no 10.º ano de escolaridade, além de estudos superiores, formação de professores e experiências piloto.</P><br />
<P>O livro, lançado a propósito dos 17 anos da Universidade de Santiago, atualiza uma pesquisa de 2014 para o mestrado em Português Língua Segunda, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em que Luís Rodrigues fez entrevistas a cerca de 200 alunos e 16 professores, nas ilhas de Santiago e São Vicente, em escolas urbanas e rurais.</P><br />
<P>&#8220;Pobre não fala português&#8221; foi a resposta de um aluno do 9.º ano, de 16 anos, numa das entrevistas, para, &#8220;de forma descomprometida, enfatizar esta clivagem&#8221;, explicou o autor.</P><br />
<P>&#8220;A verdade é que há diversas formas de incluirmos as duas línguas. Não é propriamente um beco sem saída, mas é algo que requer a vontade política e a vontade popular&#8221; e &#8220;no desencontro entre essas duas vontades vamos perpetuando erros e diferenças entre as duas línguas e entre as populações que as dominam&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo referiu, o tema continua atual: Cabo Verde celebra hoje 51 anos de independência e &#8220;os cabo-verdianos carregam esta dívida&#8221; de promover a língua que já é falada &#8220;em muitos outros continentes por milhões de pessoas&#8221; graças à emigração e gerações de descendentes cabo-verdianos no exterior.</P><br />
<P>Luís Rodrigues apontou exemplos: na diáspora surgem oportunidades para quem fala a língua cabo-verdiana, por exemplo, para apoio em hospitais, e também graças a mudanças na abrangência da política linguística na Europa e nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Por outro lado, nas ilhas &#8220;é mais cara esta aposta na língua portuguesa, deixando cair a língua materna, em termos de educação. É mais caro apostar na formação de uma língua segunda em termos de professores, de estudantes e com todas as consequências que isso acarreta em termos de inibição social&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Havendo vontade política, eu creio que seria muito mais fácil [dinamizar o processo] do que a maior parte das pessoas considera, porque seria utilizar na educação a língua com que, de facto, as pessoas pensam, sonham, amam e sentem tudo. Do que nós precisamos, de facto, é de vontade política&#8221;, referiu.</P><br />
<P>De acordo com Luís Rodrigues, essa vontade determinaria quantos anos seriam necessários para implementar alterações, apontando várias experiências noutros países de África, &#8220;com situações linguísticas muito mais complexas e em que programas de inclusão da língua materna&#8221; demoraram menos de cinco anos, por exemplo.</P><br />
<P>&#8220;Vamos ver em que ponto se situará este novo Ministério da Educação e este novo Governo que agora tomou posse&#8221;, acrescentou, numa alusão ao executivo do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), liderado por Francisco Carvalho, que assumiu funções a 19 de junho.</P><br />
<P>Como a língua materna não faz parte do ensino oficial, a maioria comunica e escreve em língua cabo-verdiana &#8220;sem nunca ter tido uma aula que lhe ensinasse qual a grafia mais correta&#8221;.</P><br />
<P>Num outro trabalho de investigação, Luís Rodrigues descobriu que &#8220;a maioria das pessoas escreve de forma mais próxima da fala&#8221;, seguindo-se aquelas que preferem a forma mais próxima do português e, em último lugar, &#8220;muito distante&#8221;, a forma do Alupec, alfabeto reconhecido pelo Governo.</P><br />
<P>&#8220;A ideia de que cada um escreve como quer&#8221;, eventualmente potenciada pelas redes sociais, pode tornar &#8220;cada vez mais difícil constituir uma só norma&#8221;, admitiu, mas também há &#8220;uma outra visão, um pouco mais otimista, de que as pessoas vão aprendendo umas com as outras&#8221;.</P><br />
<P>Luís Rodrigues defende que seja feito &#8220;um levantamento de como é que as pessoas escrevem. Ou seja, não é criar um outro Alupec para ser imposto, mas reconhecer como é que as pessoas estão a escrever&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não algo que venha de cima para baixo, mas que nasça das bases que já existem. Esse, para mim, seria o caminho&#8221;, explicitou.</P><br />
<P>A oficialização é outro tema: &#8220;por si, não significa que a língua de facto seja utilizada&#8221; &#8212; o artigo 9.º da Constituição cabo-verdiana estabelece o português como língua oficial.</P><br />
<P>A discussão emerge a cada revisão constitucional: &#8220;há intelectuais, pensadores e toda uma academia de acordo nessa questão da oficialização, mas eu diria que, mais do que a oficialização, [são importantes] as próprias medidas a serem tomadas para elevação do estatuto da língua cabo-verdiana&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785595]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal cumpre hoje luto nacional pelos portugueses mortos na Venezuela: o que significa e como são prestadas as homenagens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 07:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, que explicou ter coordenado a medida com o Presidente da República]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal cumpre este domingo um dia de luto nacional pelas vítimas dos sismos que atingiram a Venezuela e, em particular, pelos cidadãos portugueses e lusodescendentes que perderam a vida na tragédia. A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, que explicou ter coordenado a medida com o Presidente da República.</p>
<p>O mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros elevou para 81 o número de portugueses e lusodescendentes mortos, entre os quais 14 crianças e 67 adultos. Os dois grandes sismos do dia 24 de junho, de magnitude 7,2 e 7,5 e registados com menos de um minuto de diferença, provocaram pelo menos 2.295 mortos e 11.267 feridos na Venezuela.</p>
<p>“Não temos a possibilidade neste momento de perspectivar o que será o resultado final das vítimas mortais desta tragédia”, afirmou Luís Montenegro, em declarações aos jornalistas à saída da apresentação do AMALIA, o modelo de Inteligência Artificial português. O primeiro-ministro garantiu que tem estado em contacto com as autoridades venezuelanas, com as equipas portuguesas que se encontram no terreno e com a coordenação europeia.</p>
<p>“Neste momento temos mais cidadãos portugueses e lusodescendentes desaparecidos do que as vítimas” mortais já contabilizadas, assinalou ainda o chefe do Governo, numa altura em que continuam os trabalhos de localização, identificação e apoio às populações afetadas. Na Venezuela, a Presidente interina, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.</p>
<p>Nas mesmas declarações, Montenegro abordou também a onda de calor que atinge Portugal, sublinhando que já foram divulgadas recomendações à população e adiantando que seguiria uma mensagem da Proteção Civil para os telemóveis dos portugueses. A vaga de calor “vai causar inevitavelmente preocupação e pressão acrescida sobre alguns serviços públicos, em particular os serviços de saúde”, afirmou.</p>
<p>“Tudo faremos para, em primeiro lugar, prevenir e, depois, acudir” os efeitos da vaga de calor, disse Luís Montenegro, antes de dar por terminadas as declarações sem responder a mais perguntas.</p>
<p>Um dia de luto nacional é decretado pelo Governo em situações de especial gravidade, como tragédias com elevado número de vítimas, acontecimentos de forte impacto coletivo ou a morte de figuras de grande relevância nacional. Trata-se de uma manifestação oficial de pesar e solidariedade do Estado português.</p>
<p>Durante o luto nacional, as bandeiras nacionais são colocadas a meia haste nos edifícios públicos e em outros locais onde estejam hasteadas oficialmente. A medida não implica, por regra, o encerramento de serviços, escolas ou comércio, nem transforma o dia em feriado, mas pode levar ao cancelamento ou adaptação de cerimónias oficiais, eventos públicos ou iniciativas de caráter festivo, dependendo das decisões das entidades organizadoras.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784256]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pequim e Moscovo anunciam exercícios navais no mar Amarelo e águas do Pacífico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 05:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pequim e Moscovo vão realizar exercícios militares este mês nas águas e no espaço aéreo chinês, seguindo-se uma operação de "patrulha marítima conjunta" em "áreas relevantes" do Pacífico, anunciou hoje o Ministério da Defesa da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pequim e Moscovo vão realizar exercícios militares este mês nas águas e no espaço aéreo chinês, seguindo-se uma operação de &#8220;patrulha marítima conjunta&#8221; em &#8220;áreas relevantes&#8221; do Pacífico, anunciou hoje o Ministério da Defesa da China.</P><br />
<P>As manobras navais &#8220;Joint Sea-2026&#8221; vão decorrer nas proximidades do porto de Qingdao (província de Shandong, leste), na costa do mar Amarelo, de acordo com um comunicado divulgado hoje ministério chinês.</P><br />
<P>A nota, de acordo com a agência de notícias EFE, não especifica as coordenadas das patrulhas marítimas seguintes, as quais, na edição de 2025, se estenderam até Guam, ao estreito de Bering e às águas próximas do Havai.</P><br />
<P>De acordo com a informação oficial, os exercícios fazem parte do plano anual de cooperação entre as forças armadas dos dois países e têm como objetivos &#8220;responder em conjunto aos desafios de segurança&#8221; e &#8220;salvaguardar a paz e a estabilidade regionais&#8221;.</P><br />
<P>O anúncio surge depois de, no final de junho, os exércitos chinês e russo terem realizado uma patrulha aérea conjunta que sobrevoou o mar do Japão, o mar da China Oriental e a zona ocidental do oceano Pacífico, uma ação à qual a Coreia do Sul e o Japão responderam ao mobilizar caças para fazer face a qualquer contingência e sobre a qual Tóquio manifestou, por vias diplomáticas, &#8220;profunda preocupação&#8221; a Pequim e a Moscovo.</P><br />
<P>A isto junta-se também o reinício das patrulhas marítimas da guarda costeira da China em águas a leste de Taiwan, uma operação de controlo e inspeção de navios que teve início em junho e que suscitou queixas tanto por parte de Taipé como de vários países europeus, que a consideram uma ameaça à estabilidade regional e à liberdade de navegação.</P><br />
<P>A China mantém um litígio territorial com o Japão no mar da China Oriental relativamente às ilhas Diaoyu (nome atribuído pela China) ou Senkaku (atribuído pelo Japão), além de reivindicar quase a totalidade do mar da China Meridional, por onde transita cerca de um terço do comércio marítimo mundial e onde mantém disputas com vários países do Sudeste Asiático.</P><br />
<P>As águas do porto de Qingdao, no entanto, encontram-se longe &#8212; entre mil e quase dois mil quilómetros &#8212; das zonas em disputa com Tóquio e Manila.</P><br />
<P>Pequim e Moscovo realizam exercícios militares periodicamente desde que, no início de 2022 &#8212; pouco antes da invasão russa da Ucrânia &#8212;, assinaram uma estreita aliança estratégica que se tem intensificado desde então e que incluiu visitas do Presidente Xi Jinping à Rússia e de Vladimir Putin à China.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785594]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump exalta &#8220;a grandeza&#8221; dos Estados Unidos no 250.º aniversário da Independência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 05:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano exaltou "a grandeza" dos Estados Unidos no discurso das comemorações dos 250 anos da Independência, numa intervenção adiada devido ao mau tempo e na qual afirmou que ninguém poderá igualar o poderio do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano exaltou &#8220;a grandeza&#8221; dos Estados Unidos no discurso das comemorações dos 250 anos da Independência, numa intervenção adiada devido ao mau tempo e na qual afirmou que ninguém poderá igualar o poderio do país.</P><br />
<P>&#8220;Durante 250 anos, os Estados Unidos da América têm sido a esperança, a promessa, a luz e a glória entre todas as nações do mundo, em todo o planeta. Tentam ser como nós. Ninguém pode ser como nós&#8221;, afirmou no sábado Donald Trump, no início do discurso, que começou mais de uma hora depois do previsto. </P><br />
<P>O republicano agradeceu à multidão, composta na grande maioria por apoiantes, que tiveram de esperar várias horas no meio de uma onda de calor, para depois terem de abandonar o recinto e passar novamente pelo rigoroso controlo de segurança ao regressarem.</P><br />
<P>Ao estilo de um comício político, Trump reiterou advertências sobre a ameaça do comunismo. &#8220;Não queremos comunistas no nosso país. Nunca funcionou&#8221;, afirmou, referindo-se às recentes vitórias de candidatos democratas socialistas nas primárias para as eleições intercalares de novembro próximo. </P><br />
<P>Aproveitou também para promover a controversa reforma eleitoral, que tornaria mais rigorosos os requisitos para se registar e votar nas eleições federais, ainda paralisada no Congresso. </P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos estão de volta e queremos manter a sua grandeza. Conseguiremos isso aprovando a Lei &#8216;SAVE America&#8217;, o que implica que todos os eleitores, todos, absolutamente todos, terão de apresentar um documento de identificação e fornecer algo chamado prova de cidadania, e não haverá voto por correspondência, salvo em alguns casos&#8221;, insistiu. </P><br />
<P>Trump encadeou relatos de heroísmo e acontecimentos para refletir os valores de patriotismo e liberdade que, segundo afirmou, constituem o espírito norte-americano, ao mesmo tempo que convidou veteranos a subir ao palco para saudar várias bandeiras históricas.</P><br />
<P>&#8220;Juntos, reafirmamos também a verdade de que a força e o poder dos Estados Unidos não são motivo de vergonha. É algo de que nos sentimos muito, muito orgulhosos&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Entre as bandeiras homenageadas no evento encontrava-se a que hasteou no navio almirante quando a Marinha norte-americana afundou a frota espanhola na baía de Manila, &#8220;uma das maiores vitórias navais da história&#8221;, que comparou à &#8220;recente vitória ao afundar toda a Marinha iraniana&#8221; no recente conflito com Teerão. </P><br />
<P>Além disso, afirmou que iria entregar uma bandeira que hasteou no Capitólio e que &#8220;em breve será hasteada por astronautas norte-americanos no próximo regresso à Lua&#8221;, assegurou. </P><br />
<P>O discurso de Trump no &#8216;National Mall&#8217; marcou o ponto alto de uma série de celebrações que se prolongaram por semanas na capital norte-americana e que suscitaram polémica entre os críticos, que acusam o Presidente de politizar uma comemoração que, pela sua natureza, deve incluir todos os norte-americanos. </P><br />
<P>A Administração republicana criou o &#8220;Freedom 250&#8221; para organizar eventos alternativos aos planeados pela organização apartidária &#8220;America250&#8221;, entre os quais a Grande Feira Estadual Americana na capital, um evento que ficou aquém das expectativas devido a um número de participantes inferior ao previsto, a uma onda de calor e ao cancelamento de dezenas de artistas. </P><br />
<P>As palavras de Trump foram precedidas por um espetáculo de fogo de artifício, o maior do género em Washington, com o qual o Governo pretende estabelecer um recorde, mas que provocaria condições insalubres em partes da cidade, de acordo com documentos do Serviço Nacional de Parques analisados pelo jornal The Washington Post.</P><br />
<P>Outras cidades, como Nova Iorque ou Los Angeles, celebraram os 250 anos da Independência dos Estados Unidos com concertos, desfiles, feiras e festivais, embora vários destes eventos ao ar livre tenham sido adiados ou cancelados devido à onda de calor extremo que assola o país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785593]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Mais de 1.300 operacionais combatiam dois principais fogos rurais às 05:00</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 04:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 1.300 operacionais combatiam às 05:00 de hoje os dois principais incêndios no continente, com o de Vouzela (distrito de Viseu) a concentrar o maior número de meios, indica a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 1.300 operacionais combatiam às 05:00 de hoje os dois principais incêndios no continente, com o de Vouzela (distrito de Viseu) a concentrar o maior número de meios, indica a Proteção Civil.</P><br />
<P>De acordo com a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estavam no terreno a essa hora 1.352 operacionais e 450 meios terrestres nos dois incêndios significativos em curso.</P><br />
<P>O incêndio de Vouzela, distrito de Viseu &#8211; que deflagrou na quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra e se propagou depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro -, mobilizava 1.244 operacionais e 418 meios terrestres.</P><br />
<P>O incêndio de Vouzela continua o mais preocupante no país depois de ter queimado 13 mil hectares, pelo que agrega os meios de combate enviados pela Europa, disse no sábado o comandante nacional de Proteção Civil.</P><br />
<P>&#8220;O fogo de Vouzela continua o mais complexo&#8221;, reconheceu Mário Silvestre na conferência da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil para balanço do dia.</P><br />
<P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou na sexta-feira que Portugal acionou o mecanismo europeu e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos incêndios.</P><br />
<P>Já o incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, era combatido por volta das 05:00 por 108 operacionais e 32 meios terrestres.</P><br />
<P>O alerta para o incêndio, que lavra na União das Freguesias de Carreira e Refojos de Riba de Ave, foi dado às 15:22, de acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse no sábado que o estado de alerta em Portugal deverá ser mantido na próxima semana, já que os próximos dias vão continuar a ser de muito calor.</P><br />
<P>&#8220;A próxima semana vai outra vez ser um período muito grave. Está em cima da mesa a manutenção do estado de alerta se as condições [de calor] se mantiverem&#8221;, afirmou Luís Neves na conferência de imprensa da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil para balanço do dia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785592]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Lusíadas Saúde sobe receitas para 474 ME em 2025 e investe 165 ME até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 04:02:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Por Mónica Freilão e Mariana Espírito Santo (texto), José Sena Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Por Mónica Freilão e Mariana Espírito Santo (texto), José Sena Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 05 jul 2026 (Lusa) &#8211; O Grupo Lusíadas Saúde obteve vendas de 474 milhões de euros em 2025, mais 14% num ano de expansão, estimando que 2026 seja de recuperação das margens financeiras e prevendo investimentos de 165,17 milhões de euros.  </P><br />
<P>O ano passado foi &#8220;muito peculiar&#8221; para o Grupo detido pelos franceses da Vivalto Santé, começou por dizer o presidente executivo (CEO) da Lusíadas Saúde em entrevista à Agência Lusa, apontando, desde logo, a abertura de quatro hospitais Lusíadas: Vilamoura (Algarve), Passos de Ferreira e Maia, no norte do país, e Campera (no Carregado, Alenquer).</P><br />
<P>Assim, explicou, este ritmo de aberturas inseriu-se numa estratégia de crescimento acelerado que exigiu investimento a vários níveis, com impacto direto nos resultados financeiros imediatos, mas priorizando o posicionamento futuro do grupo no mercado da saúde privada.</P><br />
<P>&#8220;É um ano que chamamos, em termos anglo-saxónicos, que tem &#8216;ramp-up&#8217; [aumento gradual], estamos em crescimento acelerado. O ano de 2025 é um ano marcado por forte investimento, quer em pessoas, quer em equipamentos e infraestruturas e, portanto, o crescimento das vendas situou-se na ordem dos 474 milhões de euros, com um crescimento relativamente a 2024 na ordem dos 14% e, naturalmente castigámos, em prol do crescimento futuro, um pouco a rentabilidade do grupo&#8221;, afirmou à Lusa, em termos de balanço de 2025.</P><br />
<P>O EBITDA &#8220;continuou a crescer, mas a margem do EBITDA [Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização] caiu em virtude da quantidade de investimento e deste processo de crescimento dos hospitais. Registámos um EBITDA de 52 milhões de euros em 2025, que vinha de 50,7 em 2024. Portanto, o crescimento é mais marginal&#8221;, explicou ainda o CEO. </P><br />
<P>O balanço do exercício passado focou-se, assim, na exigência operacional e financeira de absorver e capacitar os novos hospitais, tanto a nível de equipas como de tecnologia médica, disse.</P><br />
<P>&#8220;Este ano de 2025 foi, naturalmente, por estas causas que disse, desafiante a vários níveis, quer a nível de recursos humanos, com enorme contratação de talento, (&#8230;) quer a nível naturalmente financeiro, com um enorme diploma de capital para poder equipar todas estas novas infraestruturas&#8221;, disse.</P><br />
<P>O número de trabalhadores, a tempo inteiro, do Grupo Lusíadas passou de 8.399 em 2024 para 9.402 no final de 2025, mais 12%.</P><br />
<P>Vasco Antunes Pereira acrescentou, no entanto, que este ano, a estratégia do Grupo Lusíadas Saúde passa pela maturação dos investimentos realizados, antecipando o Grupo uma forte recuperação e subida dos níveis de rentabilidade à medida que as novas unidades atingem a velocidade de cruzeiro.</P><br />
<P>&#8220;Este ano de 2026 é um ano de consolidação, em que, naturalmente, vai continuar a haver um crescimento de vendas, mas vai haver um enorme crescimento de rentabilidade. Aquilo que vai acontecer é que este é o ano em que os nossos hospitais vão acelerar para uma velocidade próxima da velocidade cruzeiro e, portanto, começam a suportar o custo de estrutura que está lá toda em cima&#8221;, sublinhou o CEO.</P><br />
<P>Em termos de investimentos, o Grupo Lusíadas anunciou em 22 de junho que vai abrir uma nova unidade hospitalar em Faro no final de 2027, princípio de 2028, num investimento de 60 milhões de euros, prevendo-se que gere 500 novos postos de trabalho.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas do Algarve, que vivem no Algarve, que habitam no Algarve e que necessitam de cuidados de saúde no Algarve, vão ter uma unidade de saúde absolutamente capaz de lhe dar resposta a todas as necessidades que tenham&#8221;, afirmou o responsável, acrescentando que pretendem abrir o Hospital Lusíadas Beloura no último trimestre deste ano, unidade que vai contribuir para a ampliação da rede na região da Grande Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Entre 2025 e 2027 estamos a abrir cinco unidades de saúde, cinco unidades hospitalares, de norte a sul do país, com diferentes dimensões e diferentes ambições. Nós não estamos a construir unidades de saúde por construir unidades de saúde, estamos a identificar necessidades [de saúde das populações] não satisfeitas e a colmatar estas necessidades. Nós em 2022, quando alterámos o nosso acionista para a Vivalto Santé, o grupo Lusíadas tinha seis unidades de saúde, hoje tem 16, ao qual acrescem 31 clínicas dentárias&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Segundo dados que o Grupo deu à Lusa, as estimativas apontam para um investimento de 51,16 milhões de euros em 2027, mais 33,45 milhões em 2028, 26,81 milhões no ano seguinte, 26,98 milhões de euros em 2030 e 26,77 milhões em 2031, perfazendo 165,17 milhões de euros.</P><br />
<P></P><br />
<P>MSF/MES // PSC</P></p>
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		<title>ENTREVISTA: SNS deve centralizar serviços para ganhar eficiência e resiliência &#8211; Vasco Antunes Pereira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 04:02:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Por Mónica Freilão e Mariana Espírito Santo (texto), José Sena Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Por Mónica Freilão e Mariana Espírito Santo (texto), José Sena Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 05 jul 2026 (Lusa) &#8211; O CEO do Grupo Lusíadas Saúde defende a centralização de serviços e otimização de processos no SNS como essenciais para garantir a sustentabilidade e a eficácia do sistema, sublinhando que, face à sua dimensão, otimizações permitem um impacto orçamental significativo.</P><br />
<P>Questionado sobre o que um gestor privado do setor considera que se deve aplicar à gestão da saúde no Estado em Portugal, Vasco Antunes Pereira lembrou que para uma reforma estrutural seria &#8220;necessário alterar o modelo do enquadramento regulatório do serviço público&#8221;, mas que, não havendo, &#8220;uma das coisas que não tem sido feita ou que, pelo menos, não com a intensidade e com a urgência que a mesma carece&#8221;, e que deve ser implementada, tem a ver com a centralização de serviços.</P><br />
<P>&#8220;Claramente, eu procuraria eficiências por centralização, ganhava resiliência, ganhava capacidade de resposta e reduzia, se quiser, o número de notícias sensacionalistas que saem sobre o Serviço Nacional de Saúde [SNS], que, naturalmente, tem &#8211; reconheço &#8211; enormes desafios à data de hoje&#8221;, respondeu o presidente executivo (CEO) da Lusíadas Saúde em entrevista à Lusa, quando questionado ainda sobre o que levaria da gestão privada para o sistema público que ajudasse a enfrentar os desafios atuais. </P><br />
<P>Com alguma &#8220;adaptação&#8221;, que diz ser mesmo necessária, a centralização de serviços leva a grandes ganhos de eficiência com impacto também ao nível orçamental. </P><br />
<P>&#8220;Se pensarmos na dimensão do SNS &#8211; são 17 mil milhões de euros &#8211; é uma perfeita loucura. Portanto, qualquer pequena eficiência num sistema tão grande tem um impacto orçamental também enorme&#8221;, refere. </P><br />
<P>Uma estratégia que Vasco Antunes Pereira lembrou já ter sido usada em alturas de crise, de maior pressão sobre o SNS, como na pandemia.</P><br />
<P>&#8220;Tenho poucos recursos, tenho uma casuística com variabilidade [por exemplo, mais pressão no inverno pelas gripes], o que é que eu tenho que fazer? Tenho que reduzir a quantidade de oferta, centralizá-la e garantir resiliência. Foi o que todos fizemos, privados e públicos, na altura da Covid. Só que a seguir voltámos outra vez a permitir que a política entrasse na gestão de um sistema que carece de profissionalismo e de menos política (&#8230;)&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Um caminho, acrescentou, que o grupo manteve e que implementou, por exemplo, na área da maternidade.</P><br />
<P>&#8220;O Grupo Lusíadas Saúde teve em 2025 a maior maternidade do país. Não é a maior maternidade privada, é a maior maternidade do país. Registámos 4.009 partos num único hospital. Isto é um número que nos orgulhamos bastante, num ano muito difícil e que os nossos profissionais foram absolutamente de exceção a conseguir realizar toda esta atividade clínica durante este período. O que é que fizemos para poder ter hoje um hospital como o nosso Hospital Lusíadas de Lisboa tão capacitado para poder responder a estes desafios? Concentrámos no Hospital Lusíadas de Lisboa a maternidade que também tínhamos no Hospital Lusíadas Amadora. (&#8230;) Isto parece de somenos importância, mas não é&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Mantendo o exemplo e justificando a estratégia, o CEO do Grupo Lusíadas Saúde recomenda &#8220;uma mera análise&#8221; à natalidade em Portugal e ao número de novas maternidades no setor público e privado nos últimos 10 a 15 anos: &#8220;É um crescente de maternidades e com elas um crescente de necessidade de recursos humanos e ao mesmo tempo uma estabilidade ou um decréscimo do número de partos&#8221;, resumiu. </P><br />
<P>&#8220;Temos que olhar para os cuidados de saúde e ter a noção deste enquadramento e destas forças que estamos a sentir que são opostas e que criam a tensão sobre o sistema de saúde. Essa tensão sobre o sistema de saúde naturalmente que faz-se sentir de forma mais aguda em certas áreas. Aquilo que nós vemos nos órgãos de comunicação, naturalmente, é uma exploração de situações, é uma mediatização do problema que é muito mais abrangente&#8221;, conclui, numa alusão às recentes notícias de várias mulheres grávidas que tiveram os bebés, por exemplo, em ambulâncias a caminho das maternidades.</P><br />
<P></P><br />
<P>MSF/MES // PSC</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785590]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Cidadão deve responsabilizar-se pela gestão da sua própria saúde &#8211; CEO Lusíadas Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 04:02:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Por Mariana Espírito Santo e Mónica Freilão (texto), José Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Por Mariana Espírito Santo e Mónica Freilão (texto), José Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>(REPETIÇÃO) Lisboa, 05 jul 2026 (Lusa) &#8211; O presidente da Lusíadas Saúde defende que com recursos escassos no setor se deve apostar na responsabilização dos cidadãos na gestão da própria saúde, focando na prevenção em vez da cura, processo no qual a inteligência artificial pode ajudar.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, Vasco Antunes Pereira considerou que a saúde hoje tem uma característica &#8220;muito curativa&#8221;, olhando-se para indicadores como consultas, cirurgias, episódios de urgência, &#8220;quando na realidade isto é doença&#8221;.</P><br />
<P>Para o responsável, o que é necessário é passar a discutir a &#8220;prevenção de longevidade e da responsabilidade que o cidadão individual tem que ter na gestão da sua própria saúde&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na Lusíadas saúde, temos os centros de saúde integrada. Um centro de saúde altamente personalizado [&#8230;] de diagnóstico precoce. Portanto, aquilo que queremos é que as pessoas se responsabilizem, acedam aos cuidados de saúde, enquanto ainda não estão a tratar uma doença, enquanto estão claramente numa situação de saúde e que possam, de forma muito preventiva, começar a trabalhar a sua saúde para que acrescentem anos de vida&#8221; mas bem.</P><br />
<P>O presidente executivo (CEO) da Lusíadas Saúde considerou que Portugal deve repensar a estrutura do sistema de saúde para &#8220;poder fazer face aos desafios, quer seja de recursos humanos, quer de longevidade, em que vamos viver vidas mais longas&#8221;, pelo que o &#8220;paradigma da saúde tem que se adequar aos tempos de hoje&#8221;.</P><br />
<P>Para responder a uma população que vive durante mais tempo e precisa de mais cuidados de saúde, com as dificuldades de recursos humanos que existem, será preciso utilizar a tecnologia, defendeu. </P><br />
<P>&#8220;A tecnologia está a aparecer num momento absolutamente crítico para os sistemas de saúde&#8221;, que &#8220;estão todos em pressão&#8221;, com o envelhecimento da população, sendo necessário &#8220;garantir que a pessoa entre no sistema pela porta correta&#8221;. </P><br />
<P>Essa porta é uma consulta de medicina geral e familiar, em que se olha &#8220;holisticamente para a pessoa&#8221;, considerou, defendendo que se houver uma triagem correta &#8220;os profissionais que existem, que são escassos, vão apenas tratar daquilo que é efetivamente necessário ser tratado por eles&#8221;.</P><br />
<P>Além dessa triagem pela medicina geral e familiar, existem também formas de utilizar a tecnologia para determinar a necessidade de cada utente.</P><br />
<P>O responsável salientou um fenómeno que é a queda das urgências a nível mundial, apontando que se tem &#8220;assistido a uma quebra de dois dígitos na procura de serviços de urgência no mundo ocidental&#8221;, que se prende com vários fatores, mas um deles é &#8220;o uso das ferramentas de inteligência artificial bastante para esclarecer, para reduzir a ansiedade e para poder muitas vezes direcionar corretamente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas hoje, mediante algum alarme do seu corpo, a primeira coisa que fazem é que questionam as ferramentas de inteligência artificial para ver qual é a primeira resposta que obtém&#8221;, apontou, e &#8220;se a primeira resposta lhes fizer sentido e de facto reduzir aquilo que é o grau de ansiedade e se calhar a expectativa de poder ter ou não uma patologia mais complexa, eventualmente o que acontece é reduzir o número de vindas desnecessárias ao sistema de saúde&#8221;.</P><br />
<P>O responsável sublinhou ainda que já &#8220;existe um conjunto de equipamentos que já têm inteligência artificial introduzida naquilo que é o seu algoritmo e que conseguem fazer uma triagem a um grau de certeza de quase 100% sobre a necessidade ou não de vir ao sistema de saúde&#8221;. </P><br />
<P>Não fazem diagnóstico, mas sim a triagem, ressalvou, permitindo &#8220;uma análise de risco e da necessidade da pessoa vir ao sistema de saúde e, neste caso, sobrecarregar correta ou incorretamente o sistema de saúde com mais um doente&#8221;.</P><br />
<P>Quanto ao investimento em IA, Vasco Antunes Pereira disse ser difícil autonomizar, já que está integrado em vários equipamentos que têm ferramentas de IA, como por exemplo ressonâncias magnéticas, TAC, bem como em sistemas de &#8216;back-office&#8217;, a auxiliar processos como a faturação e os &#8216;call center&#8217;, mas é &#8220;um número muitíssimo relevante&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>MES/MSF // JNM </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785589]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Lusíadas Saúde vai recorrer da regularização de faturas da ADSE &#8211; CEO</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 04:02:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Por Mariana Espírito Santo e Mónica Freilão (texto), José Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Por Mariana Espírito Santo e Mónica Freilão (texto), José Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>(REPETIÇÃO) Lisboa, 05 jul 2026 (Lusa) &#8211; A Lusíadas Saúde considera que a norma que gere a relação de faturação entre a ADSE e os hospitais privados viola a lei e irá recorrer das regularizações através dos meios legais, disse o presidente executivo do grupo à Lusa.</P><br />
<P>Em entrevista à agência Lusa, o presidente executivo do grupo Lusíadas Saúde, Vasco Antunes Pereira, sinalizou que existe uma posição conjunta, nomeadamente da Associação de Hospitalização Privada de que o processo de regularização de faturas tem na base uma norma que não consideram legal. </P><br />
<P>&#8220;Consideramos que a mesma gera um grau de incerteza que não é passível nas relações entre entidades e, como tal, não pode ser aplicada da forma como a ADSE pretende aplicar&#8221;, reiterou o responsável.</P><br />
<P>A ADSE &#8220;identificou a necessidade de efetivar essas regularizações&#8221;, pelo que o grupo irá &#8220;recorrer nos meios legais&#8221; que tem ao seu alcance, concluiu.</P><br />
<P>A ex-presidente da ADSE, Maria Manuela Faria, disse em entrevista ao Público, divulgada em junho deste ano, que, no total, foram faturados a mais pelos hospitais privados 117 milhões de euros desde 2015.</P><br />
<P>A responsável afirmou que foram &#8220;dados passos importantes&#8221; no que diz respeito à regularização, tendo também sinalizado que o valor anual tem vindo a diminuir, devido às medidas que foram adotadas para combater irregularidades, nomeadamente o alargamento do modelo de cirurgias com preço fechado.</P><br />
<P>Segundo as Contas e Relatório de Atividades de 2025 da ADSE, a rubrica dos fornecedores englobava regularizações à faturação dos prestadores da rede convencionada no valor de 91.768.698 euros, dos quais 91.196.783 euros são relativos a exercícios anteriores e 571.915 referentes ao exercício de 2025. </P><br />
<P>De acordo com o parecer do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) a este relatório, a ADSE &#8220;contabilizou no exercício de 2018 uma Provisão para riscos e encargos no valor de 12.636.190 euros, que reflete o risco de existirem incorreções na faturação dos prestadores que podem afetar os valores mínimos que servem de padrão ao cálculo das regularizações&#8221;.  </P><br />
<P>&#8220;Está ainda em curso o processo de conferência final dos valores faturados nestes exercícios pelos prestadores convencionados, do qual poderão resultar ajustamentos que ainda não é possível quantificar&#8221;, indicava o CGS.</P><br />
<P></P><br />
<P>MES/MSF // EA</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785587]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Lusíadas Saúde admite nova PPP mas parceria para ULS só com modelo melhorado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 04:02:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Por Mariana Espírito Santo e Mónica Freilão (texto), José Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Por Mariana Espírito Santo e Mónica Freilão (texto), José Goulão (foto) e Jorge Coutinho (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>(REPETIÇÃO) Lisboa, 05 jul 2026 (Lusa) &#8211; A Lusíadas Saúde tem interesse em participar novamente numa Parceria Público-Privada (PPP) num hospital, após a experiência em Cascais, mas o presidente do grupo considera que o modelo das ULS em articulação com os privados precisa de mais enquadramento.</P><br />
<P>Vasco Antunes Pereira salientou, em entrevista à agência Lusa, que o grupo &#8220;teve um percurso de que muito se orgulha na gestão do Hospital de Cascais&#8221;, durante 14 anos, mas que o final da parceria se deveu ao facto de &#8220;não ter conseguido encontrar naquele envelope financeiro que estava envolvido a segurança de conseguir assegurar durante um período de alargado de tempo a qualidade&#8221; a que se tinham comprometido. </P><br />
<P>Ainda assim, esta decisão de não continuidade &#8220;em nada se prende com algum tipo de afastamento do modelo&#8221;, ressalvou, sinalizando que o modelo das PPP &#8220;é muito válido e contribui para o sistema de saúde&#8221; e a Lusíadas está disponível para avaliar e para participar, se considerar que tem condições para o fazer. </P><br />
<P>&#8220;Esta nossa intenção e disponibilidade foi já inclusivamente apresentada ao Governo de poder contar connosco para futuros desafios&#8221;, sinalizou.</P><br />
<P>Entre as diferentes possibilidades de articulação entre o público e o privado na saúde, além dos hospitais, Vasco Antunes Pereira apontou que &#8220;tem havido iniciativas do setor público de criação de centros de saúde de uma determinada tipologia que são geridos por entidades privadas&#8221;. </P><br />
<P>No entanto, algumas ULS (unidade local de saúde) têm lançado este tipo de concursos públicos em moldes ainda &#8220;pouco precisos&#8221;, admitiu, pelo que, apesar de o grupo estar disponível para estudar, é necessário &#8220;algum enquadramento para se entender como é que pode acrescentar valor&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Temos que passar de contabilizar apenas consultas que podem ter pouca eficácia para podermos passar a gerir quantas pessoas, quantos cidadãos estão neste momento a ter os seus cuidados de saúde devidamente assegurados e devidamente prestados em tempo útil&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O responsável assegurou ainda que, atualmente, o grupo tem &#8220;a oferta já estruturada internamente&#8221; para poder avançar, mas &#8220;necessita de algum enquadramento por parte do setor público&#8221;.</P><br />
<P>O grupo tem estado a articular com o Governo e com o Ministério da Saúde sobre como pode contribuir para &#8220;colmatar falhas do sistema público&#8221;, explicou, porque a rede &#8220;tem um grau de capilaridade e potência para apoiar o Serviço Nacional de Saúde, que carece agora de o Governo também poder definir onde e quando e de quanto necessita desse apoio&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da Lusíadas Saúde considerou ainda que o modelo atual de unidades locais de saúde &#8220;traz desafios de monitorização e de controlo&#8221;.</P><br />
<P>Para Vasco Antunes Pereira, para ser bem-sucedida, uma PPP &#8220;necessita de ter da parte da entidade que concede uma capacitação de monitorização&#8221; e um órgão de controlo, sendo que nesta questão as ULS são &#8220;ainda muito jovens, em termos de maturidade&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Vai ter que haver aqui um enorme salto qualitativo na capacidade de monitorização destes modelos, que são bastante mais complexos do que o modelo anterior que nós tínhamos no Hospital de Cascais&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Já em termos de localizações das próximas PPP, o CEO disse que &#8220;geograficamente não existe uma preferência&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Todos estes processos têm de ter sempre, na nossa perspetiva, o racional de longo prazo em que possamos contribuir e efetivamente possamos cumprir a nossa missão naquela operação. Em termos de geografia não tem grande diferença a análise, tem sim da capacidade que nós vamos conseguir ter, ou não, de implementar esta ambição de poder contribuir&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O grupo, hoje em dia, tem &#8220;uma pegada muito holística&#8221; pelo país e, por isso, tem capacidade em qualquer das PPP que estão desenhadas pelo Governo, assegurou.</P><br />
<P>O Governo aprovou em 07 de março de 2025 o lançamento do processo para PPP nos hospitais de Braga, Vila Franca de Xira, Loures, Amadora-Sintra e Garcia de Orta (Almada-Seixal), bem como a preparação dos respetivos cadernos de encargos.</P><br />
<P>Foi também pedido um estudo à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) para demonstrar a necessidade de PPP nestes hospitais, que ainda não foi entregue.</P><br />
<P>Segundo o despacho sobre este documento, no caso das unidades de Braga, Loures e Vila Franca, o estudo abrangerá a gestão dos estabelecimentos hospitalares (parte clínica), assim como dos edifícios afetos aos cuidados de saúde primários das respetivas Unidades Locais de Saúde (ULS), quando esta não esteja atribuída aos municípios.</P><br />
<P>As PPP são contratos de longo prazo entre entidades públicas e privadas para a provisão de serviços públicos, nos quais os privados são responsáveis pela gestão e são remunerados de acordo com o seu desempenho previamente contratado.</P><br />
<P></P><br />
<P>MES/MSF (SO/PC) // EA</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785586]]></sapo:autor>
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		<title>Pastor protestante Ezra Jin Mingri libertado na China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 03:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O pastor protestante Ezra Jin Mingri, fundador de uma das maiores igrejas evangélicas não oficiais da China, detido desde outubro, foi libertado, afirmou uma organização não-governamental de defesa dos direitos humanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O pastor protestante Ezra Jin Mingri, fundador de uma das maiores igrejas evangélicas não oficiais da China, detido desde outubro, foi libertado, afirmou uma organização não-governamental de defesa dos direitos humanos.</P><br />
<P>O religioso criou em 2007 a &#8216;Zion Church&#8217; (Igreja de Sião), um grupo religioso independente que rapidamente reuniu vários milhares de fiéis.</P><br />
<P>Devido à dimensão, a organização chamou a atenção das autoridades e foi dissolvida em 2018. No entanto, conseguiu depois expandir-se através da Internet, organizando cultos por videoconferência na plataforma Zoom e pequenas reuniões em cerca de quarenta cidades chinesas.</P><br />
<P>Ezra Jin Mingri foi detido em outubro de 2025 por &#8220;uso ilegal de redes de informação&#8221;, juntamente com pastores e fiéis em várias províncias chinesas e na capital, Pequim.</P><br />
<P>&#8220;A ChinaAid expressa profunda gratidão pela libertação do pastor chinês detido Ezra Jin, que chegou em segurança a Los Angeles em 04 de julho de 2026, após ter sido libertado na China&#8221;, explicou num comunicado datado de sábado esta organização, sediada nos Estados Unidos e que defende a liberdade religiosa no país asiático.</P><br />
<P>&#8220;Autoridades chinesas ter-lhe-ão indicado que a sua libertação resultou de discussões&#8221; entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, e que se tratava de &#8220;um gesto de boa vontade&#8221; por ocasião do feriado nacional norte-americano, sublinhou a ChinaAid, referindo-se ao 04 de julho, quando se assinalam os 250 anos da independência dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Após o encontro em meados de maio, em Pequim, com o dirigente chinês, Trump afirmou, a bordo do avião Air Force One, ter abordado a possível libertação de um pastor cristão. De acordo com a imprensa norte-americana, tratava-se de Ezra Jin Mingri.</P><br />
<P>Trump garantiu que Xi estava a analisar &#8220;com grande seriedade a situação&#8221; do pastor.</P><br />
<P>A Constituição chinesa reconhece oficialmente a &#8220;liberdade de crença religiosa&#8221;, ou seja, a liberdade de acreditar numa religião, mas não menciona a &#8220;liberdade religiosa&#8221;, cujo âmbito é mais vasto, escreveu a agência de notícias France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Segundo organizações não-governamentais, grupos religiosos estão cada vez mais sob vigilância.</P><br />
<P>A China divulgou, em setembro de 2025, novas regras que regulamentam a atividade religiosa nas redes sociais, incluindo, nomeadamente, a proibição de pregar na rede social WeChat através de &#8220;transmissões em direto&#8221;.</P></p>
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		<title>REPORTAGEM: Caos e frustração após tempestade travar festejos da Independência em Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 03:02:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O centro de Washington foi palco de cenas caóticas ao final da tarde de sábado, quando milhares de patriotas foram forçados a abandonar o recinto onde decorriam as celebrações da Independência dos EUA devido a alertas de tempestade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Marta Moreira, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Washington, 05 jul 2026 (Lusa) &#8211; O centro de Washington foi palco de cenas caóticas ao final da tarde de sábado, quando milhares de patriotas foram forçados a abandonar o recinto onde decorriam as celebrações da Independência dos EUA devido a alertas de tempestade. </P><br />
<P>Polícias aos gritos a forçar a evacuação do &#8216;National Mall&#8217;, milhares de norte-americanos a recusar arredar pé do recinto: foi assim que os avisos de uma tempestade de trovoada severa foram recebidos em Washington DC, no dia em que se celebraram os 250 anos da independência dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Os alertas meteorológicos de tempestade começaram a chegar aos telemóveis ao final da tarde, enquanto decorriam atuações musicais e, rapidamente, escureceu o céu, que várias aeronaves continuaram a cruzar mesmo com a tempestade a aproximar-se.</P><br />
<P>Instalou-se ainda um vento muito forte, quando a polícia começou a obrigar toda a gente a sair do &#8216;National Mall&#8217;, um espaço verde e com vários monumentos no centro da capital norte-americana, onde o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha previsto fazer um discurso.</P><br />
<P>Contudo, foi com muita relutância que os norte-americanos deixaram o local, depois de terem passado longas horas em filas para entrar no recinto debaixo de um calor extremo, que chegou aos 40 graus celsius durante a tarde.</P><br />
<P>&#8220;É muito frustrante tudo isto. Primeiro cancelaram o desfile do 04 de Julho por causa do calor, mesmo sabendo que estas temperaturas são normais no verão de DC. Para mim esse cancelamento foi o pior de tudo. E, agora, estão a preparar-se para cancelar a restante programação. Eu vim de propósito da Califórnia para estar aqui. É só triste&#8221;, protestou Bill, de 61 anos, em declarações à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Este é o melhor país do mundo, uma festa como esta não deveria acabar assim&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Apesar do calor extremo e dos alertas de tempestade não preocuparem este norte-americano, as autoridades locais acabaram por tomar decisões difíceis em prol da segurança do público, como cancelar o grande desfile que estava agendado para sábado, uma das principais atrações do Dia da Independência.</P><br />
<P>Eram esperados mais de 4.000 artistas, membros de bandas, dançarinos, organizações culturais, carros alegóricos, balões gigantes e militares em representação de todos os 50 estados do país.</P><br />
<P>Na sexta-feira, temperaturas semelhantes levaram a que mais de 40 pessoas precisassem de atendimento médico na Grande Feira Estadual Americana, outro dos principais eventos em Washington. </P><br />
<P>Essa mostra chegou a estar suspensa na sexta-feira, durante várias horas, devido ao calor excessivo.</P><br />
<P>Contudo, foram os alertas de trovoada que apanharam o público desprevenido.</P><br />
<P>&#8220;São só umas pingas de chuva, não consigo mesmo entender o motivo de estarem a expulsar esta gente toda. O Presidente Trump é à prova de tudo. Se ele aguenta esta tempestade, nós também&#8221;, disse, por sua vez, Josh, de 62 anos, que viajou desde Nova Jérsia para acompanhar as maiores celebrações do país.</P><br />
<P>A polícia começou a encaminhar o público do evento para os museus das redondezas, de forma a garantir-lhe um local seguro face aos trovões que se viam no horizonte.</P><br />
<P>Mas milhares de norte-americanos recusaram cumprir as ordens e sentaram-se no chão, em torno do &#8216;National Mall&#8217;, na esperança de voltarem a entrar.</P><br />
<P>&#8220;Não volto a avisar! Têm de sair daqui já. Não vos podemos proteger da tempestade se vocês se recusam a cumprir as normas de segurança&#8221;, gritava um agente da polícia através de um megafone, numa tentativa &#8211; sem sucesso &#8211; de desmobilizar o público.</P><br />
<P>Cerca de três horas após os primeiros alertas, a tempestade severa não se chegou a cumprir.</P><br />
<P>Nesse sentido, o Presidente norte-americano mantém a intenção de proferir o discurso das comemorações em Washington do 250.º aniversário da Independência.</P><br />
<P>O dirigente dos EUA deverá fazer o discurso por volta das 23:00 de sábado (04:00 de hoje em Lisboa), num palco nas imediações do Monumento a George Washington, de acordo com a &#8220;Freedom250&#8221;, a entidade criada pela Administração republicana para organizar estas celebrações.</P><br />
<P>Um grande espetáculo de fogo de artifício seguir-se-á ao discurso.</P><br />
<P>O único pedido do grupo &#8220;Freedom 250&#8221; à Pyrotecnico, empresa responsável pela criação do espetáculo de pirotecnia, foi que superasse o recorde das Filipinas de 2016 para a maior queima de fogos de artifício da história, de acordo com o jornal USA Today.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785584]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela anuncia medidas económicas após sismos e em cenário de descontentamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 02:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Venezuela anunciou medidas económicas para apoiar famílias afetadas pelos sismos ocorridos há dez dias, num momento em que se registam episódios de tensão social em La Guaira, onde se pede assistência para prosseguir os trabalhos de resgate.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Venezuela anunciou medidas económicas para apoiar famílias afetadas pelos sismos ocorridos há dez dias, num momento em que se registam episódios de tensão social em La Guaira, onde se pede assistência para prosseguir os trabalhos de resgate.</P><br />
<P>A presidente interina do país, Delcy Rodríguez, anunciou no sábado um pagamento mensal durante os próximos seis meses aos mais afetados pelos terramotos, assim como o contacto com o setor bancário venezuelano para ativar uma carteira de crédito hipotecário com subsídios de até 80%.</P><br />
<P>Além disso, afirmou que, na próxima semana, vai estar pronto um plano para a recuperação do Aeroporto Internacional de Maiquetía, que serve Caracas, o qual inclui parcerias internacionais, que não especificou.</P><br />
<P>As medidas são anunciadas num momento de tensão. Um grupo de moradores bloqueou, no sábado, a via de acesso principal a Caraballeda, um dos epicentros do duplo sismo de magnitude 7,2 e 7,5, para pressionar o Governo a realojá-los, tal como foi prometido, no complexo hoteleiro de Las Caracas, situado a vários quilómetros da zona.</P><br />
<P>Outras famílias queixam-se de que já passam menos veículos a entregar comida, enquanto continuam à espera da recuperação dos corpos de familiares, numa altura em que já restam menos equipas de resgate no país.</P><br />
<P>O número de mortos aumentou para 2.954, enquanto o de feridos subiu para 16.592, de acordo com o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, irmão da presidente interina.</P><br />
<P>Pelo menos 6.462 pessoas foram resgatadas e 16.309 ficaram sem casa. Até quinta-feira, havia um total de 157 pessoas desaparecidas, enquanto um site desenvolvido por técnicos e pela sociedade civil indica que mais de 31.000 pessoas não puderam ser contactadas pelos familiares.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 93 portugueses e lusodescendentes, e outros 57 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>O Governo venezuelano procura acelerar os trabalhos de remoção dos escombros e avalia os danos causados nas infraestruturas na sequência dos sismos.</P><br />
<P>Em La Guaira, prosseguem os trabalhos de asfaltagem e recuperação de pontes, bem como a avaliação de outras obras de infraestruturas rodoviárias, segundo indicou a ministra dos Transportes, Jacqueline Farías.</P><br />
<P>As operadoras de telecomunicações Digitel e Movistar Venezuela estão a trabalhar para restabelecer a conectividade em La Guaira com a ajuda da Starlink, bem como a disponibilizar pontos de ligação Wi-Fi gratuitos nos abrigos da região costeira.</P><br />
<P>A Digitel declarou em comunicado que conseguiu restabelecer 88,9% da infraestrutura na região, enquanto a Movistar refere 70,2%.</P><br />
<P>Rodríguez condecorou socorristas de sete países, incluindo de Portugal, com a distinção &#8220;Heróis da Venezuela&#8221; pelo trabalho após os recentes terramotos.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>A Universidade dos Açores (UAc) está a organizar uma campanha de recolha de bens essenciais para apoiar a população venezuelana atingida pelos sismos, foi divulgado.</P><br />
<P>A recolha decorre até segunda-feira, das 09:30 às 17:30 locais (mais uma hora em Lisboa), na sala da Academia das Artes, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.</P><br />
<P>Segundo uma nota de imprensa da UAc, na recolha são prioritários medicamentos e material de saúde (&#8216;kits&#8217; de primeiros socorros, antisséticos e material de penso), material de contingência (rádios, lanternas, pilhas recarregáveis, tendas, sacos-cama e fraldas para criança e adulto) e ferramentas de trabalho (picaretas, pás, geradores, cordas, etc.).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785583]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump vai proferir discurso sobre independência apesar de evacuações por mau tempo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-vai-proferir-discurso-sobre-independencia-apesar-de-evacuacoes-por-mau-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 01:38:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano mantém a intenção de proferir o discurso das comemorações em Washington do 250.º aniversário da independência, agendado para daqui a algumas horas no National Mall, área evacuada devido a alertas de mau tempo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano mantém a intenção de proferir o discurso das comemorações em Washington do 250.º aniversário da independência, agendado para daqui a algumas horas no National Mall, área evacuada devido a alertas de mau tempo. </P><br />
<P>O dirigente dos EUA deverá fazer o discurso por volta das 23:00 de sábado (04:00 de hoje em Lisboa), num palco nas imediações do Monumento a George Washington, de acordo com a Freedom250, a entidade criada pela Administração republicana para organizar estas celebrações.</P><br />
<P>À onda de calor que tem assolado grande parte do país e obrigado a alterar ou cancelar vários eventos, juntaram-se no sábado alertas de tempestades severas, descargas elétricas e ventos fortes, que obrigaram os organizadores do &#8216;Salute to America 250&#8217; a pedir aos participantes que se retirassem da zona e procurassem abrigo em edifícios próximos. </P><br />
<P>O Serviço Secreto anunciou o encerramento temporário dos pontos de controlo de segurança para aceder ao evento Great American State Fair, à FIFA Fan Zone e à área do festival, que inclui concertos, o discurso do Presidente e um grande espetáculo de fogo de artifício.</P><br />
<P>Os sobrevoos de aviões militares, que tinham começado por volta do meio-dia (17:00 em Lisboa) de sábado, foram cancelados, mas a Freedom250 ainda não indicou alterações no resto do programa.</P><br />
<P>De acordo com a Casa Branca, espera-se que Trump ainda se dirija aos participantes nas celebrações, na maioria simpatizantes do republicano. No entanto, anteciparam que o horário possa variar devido às condições meteorológicas.</P><br />
<P>Outras cidades viram as celebrações afetadas pela onda de calor e por tempestades, incluindo Boston, onde se registaram interrupções momentâneas do programa de festividades devido a uma forte chuva e a rajadas de vento intensas. </P><br />
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<P>CAD/MYMM // CAD</P></p>
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