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“Boom Studios” de Pedro Abrunhosa transmite os 2% na Media Capital para a “Trovas e Acordes”

A “Boom Studios”, do cantor Pedro Abrunhosa, transmitiu os seus 2% da Media Capital para a “Trovas e Acordes Unipessoal”, da qual o músico é o “mesmo beneficiário efetivo”, divulgou, esta sexta-feira, a dona da TVI.

Em 17 de setembro, a Boom Studios tinha informado que lhe eram imputáveis 2% da Media Capital.

Em comunicado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a dona da TVI refere que a Boom Studios informou que “em virtude da aplicação dos referidos dispositivos legais lhe eram imputáveis, um total de 1.690.246 ações, representativas de 2% do capital social e direitos de voto” da Media Capital, “que os transmite para a Trovas e Acordes Unipessoal, Lda”.

A participação qualificada “foi imputada à Boom Studios Lda em virtude de esta poder adquirir a referida participação por acordo celebrado e a poder transmitir a um terceiro por si definido, no dia 04 de setembro de 2020, com a Promotora de Informaciones” (Prisa) e com a Vertix SGPS, “e que a transmite à Trocas e Acordes”, com o mesmo beneficiário efetivo Pedro Machado Abrunhosa, adianta o comunicado.

A Trovas e Acordes Unipessoal tem um capital social de mil euros.

Em 04 de setembro, o grupo espanhol Prisa, que detém a Media Capital através da Vertix SGPS, anunciou a venda da totalidade (64,47%) da sua posição na dona da TVI a vários investidores, por 36,85 milhões de euros.

A compra das participações por parte dos investidores “está condicionada à obtenção de renúncia de alguns credores financeiros da Prisa, bem como a autorização dos reguladores portugueses que sejam necessárias”, referiu o grupo espanhol, aquando do anúncio da sua saída da Media Capital.

A ‘holding’ de construção e imobiliária IBG terá 11,9% da Media Capital e outros 5% serão subscritos por uma sociedade comercial que se encontra em processo de constituição, o grupo Triun, de Paulo Gaspar, filho do presidente da Lusiaves, contará com 20% da Media Capital, a sociedade Zenithodyssey, detida a 50% pela CIN, 18% pela Polopique e com o resto do capital dividido por várias outras empresas, ficará com 16% da dona da TVI, e a Fitas e Essências, controlada por Stéphane Rodolphe Piccioto, da têxtil Confetil, irá adquirir 3% da Media Capital.

Por sua vez, a entidade DoCasal Investimentos, da apresentadora e diretora de ficção e entretenimento da TVI, Cristina Ferreira, detém 2,5% e António Carvalho e Manuel Lemos de Ferreira Lemos, gestor ligado à área hospitalar, em Mirandela, terão cada um 2% do capital do grupo.

Estes investidores juntam-se ao empresário Mário Ferreira, dono da Douro Azul, que em 14 de maio comprou, através da Pluris Investments, 30,22% da Media Capital por 10,5 milhões de euros.

O NCG Banco tem 5,05%, sendo que o capital disperso em bolsa (‘free-float’) é de 0,26%.

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