São várias as empresas dos mais diversos países que estão a apostar em políticas de promoção da natalidade, para dar resposta a uma crise que assola diversos territórios.
É o caso da Coreia do Sul, que está a atravessar uma crise de natalidade. Por esta razão, alguns CEO de gigantes empresariais estão a intervir para esta realidade pois, se não melhorar, poderá fazer com que a força de trabalho do país seja reduzida para metade dentro de 50 anos.
Entre esses empresários está Lee Joong-keun, fundador e presidente da construtora sul-coreana Booyoung Group.
A empresa quer incentivar os seus trabalhadores a terem filhos e, para tal, dá um bónus de 100 milhões de won coreanos (70 mil euros ao câmbio) aos seus trabalhadores que venham a ser pais, revela o ‘elEconomista’.
Além de ter já atribuído um total de 7 mil milhões de won coreanos (4,8 milhões de euros) a funcionários que tiveram 70 bebés desde 2021, as medidas do gigante da construção incluem potencialmente o pagamento da conta de renda para famílias maiores.
“Se o governo fornecer terrenos, para funcionários com três ou mais filhos, vamos deixá-los escolher entre um incentivo equivalente ao nascimento para três recém-nascidos ou uma casa de aluguer semelhante a habitação pública (sem carga fiscal para os inquilinos e responsabilidades de manutenção)”, disse Lee Joong-keun.
Além do incentivo ao nascimento, o Grupo Booyoung está a tentar aliviar o fardo financeiro dos pais, ajudando com mensalidades universitárias para os filhos dos funcionários, despesas médicas para familiares diretos e abonos de família.
Joong-keun também propõe que o estado implemente um novo sistema de dedução fiscal para isentar o imposto sobre as sociedades e o imposto sobre rendimentos, para que os funcionários possam receber todos os benefícios dos incentivos à natalidade e mais empresas possam seguir o exemplo.






