O aviso foi feito na manhã desta segunda-feira pelo ministro das Forças Armadas do Reino Unido, James Heappey. “O meu receio é que uma invasão esteja iminente. Isto não quer dizer que vai realmente acontecer”, disse em declarações prestadas à Sky News.
“Isto é um aviso porque minutos após Putin dar a ordem, mísseis e bombas podem atingir cidades ucranianas”, frisou Heappey, que argumentou que o Reino Unido mudou a sua avaliação da situação porque a Rússia tem agora 130 mil soldados na fronteira com a Ucrânia e outros milhares posicionados no mar.
Além disso, Londres afiançou que Moscovo também dispõe no terreno de ferramentas para os combates, como combustível e provisões de material médico.
Depois de o embaixador ucraniano no Reino Unido, Vadym Prystaiko, ter afirmado hoje que o seu país pode ser “flexível” relativamente ao objetivo de ingressar na NATO, James Heappey esclareceu que o governo britânico vai apoiar a Ucrânia caso queira se tornar um membro da Aliança Atlântica ou não.
Entretanto, o governo ucraniano também reagiu às declarações do seu embaixador no Reino Unido. Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano referiu que as afirmações de Prystaiko foram “retiradas do contexto” e salientou que a “entrada imediata” da Ucrânia na NATO seria a melhor garantia de segurança do país relativamente à intimidação russa.











