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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 13 May 2026 15:46:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Massa de ar quente africana vai deixar Portugal com temperaturas superiores a 30º C (e chega já para a semana)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma massa de ar quente de origem africana poderá atingir Portugal a partir de 20 de maio, segundo os modelos europeus, preparando o território para o primeiro episódio de calor mais generalizado da temporada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma massa de ar quente de origem africana poderá atingir Portugal a partir de 20 de maio, segundo os modelos europeus, preparando o território para o primeiro episódio de calor mais generalizado da temporada. As previsões são do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/dorsal-africana-aponta-para-portugal-o-modelo-europeu-define-a-data-para-o-primeiro-episodio-de-calor-com-sabor-a-verao.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, que indica que esta advecção quente poderá elevar as temperaturas acima dos 30 ºC em diversas regiões do país, incluindo Alentejo, interior do Centro e Norte.</p>
<p>Ainda nesta quarta-feira o país deverá registar precipitação em várias regiões do continente. No Alentejo e no Algarve, a chuva será fraca e dispersa, enquanto no Norte e Centro, incluindo os distritos de Vila Real, Bragança e Guarda, poderão ocorrer períodos mais intensos, com acumulados horários superiores a 6 mm.</p>
<p>O ambiente continua fresco para a época, com a madrugada de quinta-feira a apresentar temperaturas particularmente baixas no Nordeste transmontano e em zonas montanhosas do Norte, rondando os 4 ºC em alguns pontos de Bragança, Vila Real e Viana do Castelo. Em várias destas regiões, os valores estarão entre 3 e 5 ºC abaixo da média climatológica.</p>
<p><strong>Quinta e sexta-feira com vento e temperaturas contidas</strong><br />
A tendência para quinta-feira será de estabilização gradual do tempo, embora ainda com vento moderado, sobretudo no litoral Norte e Centro. Nos distritos de Lisboa e Leiria, as rajadas poderão atingir os 60 km/h, propagando-se para o interior ao longo do dia. Esta condição de vento deverá prolongar-se também durante a sexta-feira, 15 de maio.</p>
<p>A sexta-feira apresenta-se maioritariamente seca, com possibilidade de chuva muito fraca apenas no Norte e Centro durante a manhã ou início da tarde. Apesar da estabilização do padrão atmosférico, as temperaturas manter-se-ão relativamente contidas, ainda sem sinais de calor intenso.</p>
<p><strong>Fim de semana mais estável, mas sem calor imediato</strong><br />
O fim de semana de 16 e 17 de maio deverá ser marcado por tempo mais estável. O sábado deverá ser seco, enquanto o domingo poderá registar precipitação fraca no Norte e Centro. O anticiclone dos Açores começará a reforçar-se, protegendo o país de novas frentes atlânticas.</p>
<p>Mesmo assim, isso não significa calor imediato. A madrugada de sábado poderá ser fresca, mas durante o dia já se nota alguma recuperação térmica, especialmente no Sul. A maior parte do país manter-se-á com temperaturas moderadas, sem aquecimento abrupto nesta fase.</p>
<p>A verdadeira mudança do padrão térmico deverá ocorrer a meio da próxima semana. Os mapas de geopotencial e temperatura a 850 hPa são fundamentais em meteorologia para identificar a origem e evolução das massas de ar em altitude, antes de se refletirem na superfície. Estes mapas mostram a ascensão de uma massa de ar muito quente africana em direção a Portugal a partir de 20 de maio.</p>
<p>A advecção quente deverá prolongar-se, pelo menos, até domingo, 24 de maio. A subida térmica será mais evidente na sexta-feira, 22, e sábado, 23, quando o calor poderá atingir a sua expressão máxima em grande parte do território.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762411]]></sapo:autor>
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		<title>Tesla planeia investir mais 215 milhões de euros para aumentar produção de células de bateria</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tesla-planeia-investir-mais-215-me-para-aumentar-producao-de-celulas-de-bateria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tesla anunciou hoje a sua intenção de investir mais 215 milhões de euros para a aumentar a sua produção de células de bateria, na Alemanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Tesla anunciou hoje a sua intenção de investir mais 215 milhões de euros para a aumentar a sua produção de células de bateria, na Alemanha.  </P><br />
<P>Em 2025, a fabricante automobilística anunciou a produção de oito gogawatts-hora (GWh) de células de bateria na sua fábrica em Grünheide, no sul de Berlim. </P><br />
<P>Agora a empresa planeia investir &#8220;quase 250 milhões de dólares adicionais (aproximadamente 215 milhões de euros) para criar as condições para uma produção anual de 18 GWh&#8221; em Grünheide, avançou um porta-voz da empresa, citado pela Agência France Presse (AFP). </P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, que não precisou se a empresa vai contratar novos trabalhadores ou realocar internamente, com esta produção serão necessárias mais de 1.500 pessoas.</P><br />
<P>No mês passado, a empresa já tinha avançado a criação de 1.000 postos de trabalho nesta fábrica perante o aumento da procura do seu Model Y. </P><br />
<P>Atualmente, a unidade de Grünheide, inaugurada em 2022, tem, aproximadamente, 10.700 trabalhadores. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762399]]></sapo:autor>
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		<title>TAP: Fábrica da Lufthansa em Santa Maria da Feira avança independemente da privatização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo (CEO) da Lufthansa Technik Portugal assegurou hoje que a construção da fábrica da empresa em Santa Maria da Feira é "totalmente independente" do resultado da privatização da TAP, em que o grupo aéreo alemão é candidato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo (CEO) da Lufthansa Technik Portugal assegurou hoje que a construção da fábrica da empresa em Santa Maria da Feira é &#8220;totalmente independente&#8221; do resultado da privatização da TAP, em que o grupo aéreo alemão é candidato.</P><br />
<P>&#8220;A decisão da Lufthansa Technik foi totalmente independente das outras atividades da Lufthansa&#8221;, afirmou Torsten Raabe em declarações aos jornalistas à margem da sessão comemorativa dos 45 anos de voos da Lufthansa para o Porto e 15 anos da LGSP, que decorreu hoje no Aeroporto Francisco Sá Carneiro.</P><br />
<P>Segundo o CEO, a Lufthansa Technik &#8220;estava a procurar na Europa o lugar onde queria crescer&#8221; e &#8220;o lugar perfeito foi Portugal&#8221;, designadamente Santa Maria da Feira, onde existe &#8220;a infraestrutura certa&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está um investimento de 300 milhões de euros na construção de uma fábrica da Lufthansa Technik, que deverá criar 700 novos postos de trabalho até 2030 e cuja construção vai arrancar &#8220;em junho&#8221;, depois de obtida, no mês passado, &#8216;luz verde&#8217; da Agência Portuguesa do Ambiente.</P><br />
<P>Segundo Torsten Raabe, a unidade &#8212; dedicada à reparação de motores e componentes de aviões &#8211; começou já a laborar no passado dia 01 de abril, em instalações arrendadas, contando atualmente com 75 trabalhadores, a que se irão juntar mais &#8220;todos os meses&#8221;. </P><br />
<P>A produção deverá arrancar &#8220;em força&#8221; nas novas instalações &#8220;o mais tardar no início de 2028&#8221;, demorando depois &#8220;cerca de dois anos&#8221; até atingir velocidade de cruzeiro.</P><br />
<P>Destacando o investimento que está a ser feito na formação dos trabalhadores, o responsável disse que, dada a falta de &#8220;pessoas com experiência em aviação&#8221; no Norte do país, estão foram feitas &#8220;parcerias com escolas de formação e universidades para formar a força de trabalho&#8221;.</P><br />
<P>Os trabalhadores, avançou, serão não só da região de Santa Maria da Feira, mas &#8220;de outros locais de Portugal e do mundo, sobretudo portugueses [atualmente a residir no estrangeiro] que querem aproveitar esta oportunidade para voltar a Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando a produção nas novas instalações começar queremos ter já umas 200 pessoas treinadas e prontas a trabalhar&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Como &#8220;facto curioso&#8221;, o CEO da Lufthansa Technik referiu que o primeiro componente reparado na fábrica de Santa Maria da Feira foi uma máquina de café.</P><br />
<P>&#8220;Pode pensar-se que é uma coisa simples, mas, para a maioria das pessoas num avião, uma máquina de café é a parte mais importante na aeronave&#8221;, gracejou.</P><br />
<P>Torsten Raabe referiu que entretanto a produção vai progredir para a reparação de &#8220;componentes mais complexos, como partes de motores, que vai começar ainda este ano&#8221;, sendo o objetivo recuperar em Santa Maria da Feira &#8220;uma grande variedade&#8221; de equipamentos.</P><br />
<P>&#8220;Quase todo o espetro de reparações que fazemos em outros lugares, também faremos aqui em Portugal&#8221;, rematou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762398]]></sapo:autor>
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		<title>Recusa da EDP em pagar impostos de barragens preocupa Torre de Moncorvo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/recusa-da-edp-em-pagar-impostos-de-barragens-preocupa-torre-de-moncorvo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O município de Torre de Moncorvo mostrou-se hoje "preocupado" com a posição da EDP de recusar o pagamento dos 335,2 milhões de euros em impostos relativos à venda de seis barragens do Douro e Sabor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O município de Torre de Moncorvo mostrou-se hoje &#8220;preocupado&#8221; com a posição da EDP de recusar o pagamento dos 335,2 milhões de euros em impostos relativos à venda de seis barragens do Douro e Sabor.</P><br />
<P>O autarca reagia a uma notícia do jornal Expresso, de segunda-feira, em que é referido que Autoridade Tributaria (AT) quer cobrar 335 milhões pela venda das barragens, mas a EDP avançou que vai para tribunal e garante que &#8220;não irá pagar&#8221; até haver decisão judicial.</P><br />
<P>No final de outubro de 2025, o Ministério Público concluiu que o Estado tinha a receber 335,2 milhões de euros em impostos e mandou a AT proceder à sua cobrança. Um mês depois, a EDP disse ter cumprido as regras fiscais e prometeu &#8220;defender os seus interesses&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado hoje enviado à Lusa, o presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, José Meneses, considera que a posição da EDP &#8220;é incompreensível para as populações que vivem nestes territórios e que há muito aguardam por justiça&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O município de Torre de Moncorvo vai continuar a forçar, por todos os meios institucionais e legais ao seu alcance, o pagamento daquilo que é um direito da nossa região. Não estamos a pedir nenhum favor. Estamos a exigir justiça fiscal, respeito pelos municípios e reconhecimento pelo contributo que estes territórios deram e continuam a dar ao país&#8221;, indicou o autarca social-democrata do distrito de Bragança.</P><br />
<P>Citado no mesmo comunicado, José Meneses sublinha ainda que este é um assunto que ultrapassa qualquer disputa administrativa ou jurídica.</P><br />
<P>&#8220;Durante décadas, estas barragens produziram riqueza e energia para Portugal. As populações do interior suportaram os impactos no território, na paisagem e na vida das comunidades. Agora, quando está em causa uma receita que pode reforçar o investimento público local, não aceitaremos que o processo fique esquecido ou adiado indefinidamente&#8221;, vincou o autarca na mesma nota.</P><br />
<P>O município de Torre de Moncorvo apela ainda à AT para atuar com firmeza, rigor e celeridade, garantindo a cobrança dos montantes devidos e assegurando que os municípios são devidamente envolvidos e informados ao longo do processo.</P><br />
<P>O apelo é igualmente dirigido ao Governo para acompanhar esta matéria com a responsabilidade que ela exige.</P><br />
<P>&#8220;O Estado não pode permitir que os territórios do interior sejam apenas lembrados quando é preciso produzir energia, explorar recursos ou ocupar território com grandes infraestruturas. Também devem ser lembrados quando chega o momento de distribuir de forma justa o valor gerado&#8221;, lê-se na mesma nota.</P><br />
<P>O município de Torre de Moncorvo deixou ainda a garantia de que continuará, &#8220;ao lado dos outros nove municípios trasmontamos abrangidos e das entidades que têm acompanhado este processo, a defender os interesses da região e das suas populações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cinco anos depois de um negócio que envolveu cerca de 2,2 mil milhões de euros, a Autoridade Tributária notificou a EDP da intenção de cobrar valores referentes a IMT, IRC e Imposto do Selo. Parte dessa receita deve reverter para os municípios abrangidos, representando um direito legítimo das populações que, durante décadas, acolheram estas infraestruturas e suportaram os seus impactos&#8221;, sublinha este município que tem no seu território as barragens do Feiticeiro e do Baixo Sabor.</P><br />
<P>Para o município de Torre de Moncorvo, &#8220;este processo não pode continuar a arrastar-se indefinidamente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A região do Douro Superior e Trás-os-Montes tem dado muito ao país, seja através da produção de energia, da ocupação do território por grandes infraestruturas ou da cedência de recursos estratégicos. É tempo de garantir que esse contributo tem o retorno devido&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>A vertente fiscal das barragens começou a ser discutida na sequência da venda pela EDP de seis barragens em Trás-os-Montes (Miranda do Douro, Picote, Bemposta, Baixo Sabor, Feiticeiro e Tua), por 2,2 mil milhões de euros, a um consórcio liderado pela Engie, tendo o negócio ficado concluído no final de 2020.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762397]]></sapo:autor>
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		<title>Irão prepara-se para guerra &#8216;renovada&#8217; com EUA e Israel com arsenal de mísseis intacto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-prepara-se-para-guerra-renovada-com-eua-e-israel-com-arsenal-de-misseis-intacto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão estará a preparar-se para uma possível retoma da guerra com os Estados Unidos e Israel, numa altura em que a frágil trégua alcançada no Médio Oriente continua sob forte pressão diplomática e militar. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão estará a preparar-se para uma possível retoma da guerra com os Estados Unidos e Israel, numa altura em que a frágil trégua alcançada no Médio Oriente continua sob forte pressão diplomática e militar. O alerta foi lançado pelo Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), centro de análise sediado em Washington, que aponta uma série de movimentações militares iranianas, exercícios de segurança interna e reposicionamento estratégico de ativos militares como sinais claros de preparação para um novo conflito.</p>
<p>Segundo a avaliação divulgada pelo &#8216;think tank&#8217; norte-americano, o regime iraniano considera que a preparação para uma eventual nova fase da guerra está diretamente ligada à necessidade de conter possíveis distúrbios internos, num contexto de elevada tensão política e económica dentro do país.</p>
<p>Na terça-feira, a unidade Mohammad Rasoul Ollah da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), uma das principais forças responsáveis pela segurança interna da capital iraniana, realizou exercícios militares em Teerão. A própria Guarda Revolucionária confirmou, através da imprensa estatal iraniana, que os exercícios tiveram como objetivo preparar as forças “para enfrentar qualquer movimento do inimigo”.</p>
<p>O ISW sublinha que estas operações não representam apenas um treino defensivo, mas também uma demonstração de prontidão militar perante a possibilidade de colapso do cessar-fogo atualmente em vigor.</p>
<p><strong>Exercícios militares junto ao Golfo aumentam receios</strong><br />
Além das operações em Teerão, as forças militares iranianas tinham igualmente previsto realizar exercícios no porto de Mahshahr, localizado a cerca de 100 quilómetros da ilha de Bubiyan, zona considerada estratégica devido à proximidade com importantes rotas marítimas da região do Golfo.</p>
<p>De acordo com o instituto norte-americano, a marinha da Guarda Revolucionária poderá utilizar estas manobras tanto para preparar novas operações militares como para dispersar embarcações antes de eventuais ataques aéreos israelitas ou norte-americanos.</p>
<p>Os analistas acreditam ainda que Teerão está a tentar proteger os seus ativos militares através do reposicionamento de equipamento e armamento para países onde considera improvável uma ação militar direta dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Arsenal iraniano terá resistido à ofensiva aérea</strong><br />
A avaliação surge numa altura em que vários relatórios indicam que o Irão conseguiu preservar grande parte do seu arsenal de mísseis apesar da campanha aérea conduzida por Israel e pelos Estados Unidos desde 28 de fevereiro.</p>
<p>Segundo estimativas citadas pelo ISW, Teerão ainda manterá aproximadamente 70% do número de mísseis existentes antes do início da guerra. Paralelamente, avaliações militares norte-americanas publicadas pelo jornal norte-americano The New York Times indicam que o Irão restaurou o acesso operacional a 30 das suas 33 bases de mísseis situadas ao longo do estreito de Ormuz.</p>
<p>O estreito continua a ser um dos pontos mais sensíveis da crise, devido à sua importância estratégica para o comércio energético mundial. Grande parte do petróleo exportado pelos países do Golfo atravessa aquela rota marítima, tornando qualquer instabilidade na região uma ameaça direta à economia global.</p>
<p><strong>Guarda Revolucionária reforça influência política</strong><br />
O relatório do ISW refere ainda que a Guarda Revolucionária está a consolidar o seu controlo sobre a estrutura de poder interna iraniana, sob liderança do comandante Ahmad Vahidi e do seu círculo mais próximo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as negociações de paz continuam praticamente bloqueadas. O regime iraniano insiste que não aceitará negociar sem garantias concretas contra futuras ações militares norte-americanas ou israelitas. Entre as exigências de Teerão está também o reconhecimento internacional da soberania iraniana sobre o estreito de Ormuz.</p>
<p>Segundo os analistas do instituto norte-americano, essa reivindicação representa um dos principais instrumentos de dissuasão estratégica do Irão. O reconhecimento formal dessa soberania poderia ter consequências profundas para o comércio marítimo internacional e para os países do Golfo fortemente dependentes das rotas marítimas da região.</p>
<p><strong>Donald Trump diz que cessar-fogo está em “suporte de vida”</strong><br />
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que o cessar-fogo se encontra em “suporte de vida massivo” e que existe apenas “um por cento de hipóteses” de sobreviver.</p>
<p>A guerra, iniciada há mais de dois meses, espalhou-se rapidamente por várias zonas do Médio Oriente, provocando impacto na economia global e agravando a instabilidade internacional, apesar da atual trégua.</p>
<p>Tanto Washington como Teerão têm mantido posições rígidas nas negociações e continuam a trocar ameaças sobre um eventual regresso aos combates.</p>
<p><strong>Irão exige aceitação do plano de paz</strong><br />
O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou na terça-feira que os Estados Unidos terão de aceitar a mais recente proposta de paz apresentada por Teerão ou enfrentar o fracasso total das negociações.</p>
<p>Numa publicação na rede social X, Ghalibaf declarou que “não existe alternativa além de aceitar os direitos do povo iraniano conforme estabelecidos na proposta de 14 pontos”. O responsável acrescentou ainda que “qualquer outra abordagem será completamente inconclusiva, apenas uma sucessão de fracassos”.</p>
<p>O dirigente iraniano deixou também críticas diretas a Washington, afirmando que quanto mais tempo os Estados Unidos demorarem a aceitar a proposta iraniana, maior será o custo para os contribuintes norte-americanos.</p>
<p><strong>Custos da guerra aproximam-se dos 29 mil milhões de dólares</strong><br />
O Pentágono revelou na terça-feira que os custos da guerra já atingiram quase 29 mil milhões de dólares, cerca de 24,7 mil milhões de euros.</p>
<p>O valor representa um aumento de aproximadamente 4 mil milhões de dólares face à estimativa divulgada apenas duas semanas antes, demonstrando o peso crescente do conflito para os cofres norte-americanos.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a proposta norte-americana apresentada ao Irão consistia num memorando de entendimento de uma página destinado a encerrar os combates e criar um quadro negocial para discutir o programa nuclear iraniano.</p>
<p>Contudo, os detalhes do plano permanecem limitados.</p>
<p><strong>Teerão exige fim do bloqueio naval e libertação de ativos</strong><br />
O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou que a resposta enviada aos Estados Unidos exige o fim da guerra em todas as frentes, incluindo no Líbano, o levantamento do bloqueio naval norte-americano aos portos iranianos e a libertação dos ativos financeiros iranianos congelados no estrangeiro devido às sanções internacionais.</p>
<p>Donald Trump rejeitou duramente a proposta iraniana, classificando-a como “totalmente inaceitável”. O Presidente norte-americano afirmou ainda que os Estados Unidos alcançarão uma “vitória completa” sobre o Irão e voltou a insistir que a trégua está perto do colapso.</p>
<p>Antes de partir para uma viagem oficial à China, Trump revelou que teria uma “longa conversa” com o Presidente chinês, Xi Jinping, sobre a situação iraniana, embora tenha sublinhado que não necessita da ajuda de Pequim para terminar a guerra.</p>
<p>Do lado iraniano, o porta-voz do Ministério da Defesa, Reza Talaei-Nik, advertiu que caso Washington rejeite a via diplomática “deverá esperar uma repetição das suas derrotas no campo de batalha”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762364]]></sapo:autor>
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		<title>PRR: PS quer debate de urgência no dia 20 e acusa Governo de &#8220;má execução&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O PS vai requerer um debate de urgência no parlamento para 20 de maio sobre a execução do Plano de Recuperação e Resiliência, acusando o Governo de "má gestão" e avisando para o "risco de perda de fundos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS vai requerer um debate de urgência no parlamento para 20 de maio sobre a execução do Plano de Recuperação e Resiliência, acusando o Governo de &#8220;má gestão&#8221; e avisando para o &#8220;risco de perda de fundos&#8221;.</P><br />
<P>Em conferência de imprensa na Assembleia da República, o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, considerou que a execução do PRR está &#8220;entre o cumprimento ilusório e o falhanço no terreno&#8221; por parte do Governo.</P><br />
<P>&#8220;O PS, tendo feito este trabalho durante meses, tendo feito muitas audições, depois ter sido confrontado o grupo parlamentar com uma audição perfeitamente esclarecedora do Presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento quanto à situação muito difícil em que nos encontramos de execução do PRR, o PS irá apresentar um requerimento para um debate de urgência sobre a execução do PRR&#8221;, anunciou.</P><br />
<P>O requerimento será entregue na sexta-feira de manhã &#8220;para que o debate possa ser feito no dia 20, na próxima quarta-feira&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;E que, com esse debate de urgência, se possa dar um impulso que procuramos não apenas esclarecedor, mas definitivo para a boa execução do Plano de Recuperação e Resiliência&#8221;, disse, considerando que este &#8220;é um tema central para a vida dos portugueses&#8221;.</P><br />
<P>O dirigente socialista acusou o Governo de, ao longo dos últimos dois anos, ter executado &#8220;de forma pobre&#8221; o PRR e agora se chegar &#8220;a este momento particularmente difícil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A avaliação política que fazemos pode ser explicada em sete atos e em sete áreas de má execução e de má gestão do Plano de Recuperação e Resiliência durante os últimos dois anos&#8221;, sintetizou.</P><br />
<P>O PS considera que desde que Luís Montenegro chegou ao Governo os problemas sobre o PRR se agravaram, há &#8220;atrasos nos pagamentos que estão a sufocar promotores e instituições&#8221; e que o &#8220;PRR não está a chegar às pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Os socialistas acusam ainda o Governo de estar &#8220;sem capacidade de antecipar e planear&#8221; e de &#8220;ir cumprindo o PRR porque retira investimentos e corta metas&#8221;.</P><br />
<P>Avisando para &#8220;um sério risco de perda de fundos do PRR&#8221;, o PS aponta ainda o dedo à &#8220;falta transparência e avaliação do impacto real do PRR&#8221;.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762382]]></sapo:autor>
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		<title>Alemanha abre fábrica que transforma resíduos vegetais em plásticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa startup alemã Traceless Materials inaugurou hoje uma unidade industrial em Hamburgo, no norte do país, para transformar resíduos vegetais gerados como subproduto do fabrico industrial de cereais num material natural inovador que vai substituir o plástico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa startup alemã Traceless Materials inaugurou hoje uma unidade industrial em Hamburgo, no norte do país, para transformar resíduos vegetais gerados como subproduto do fabrico industrial de cereais num material natural inovador que vai substituir o plástico.</P><br />
<P>Através de um processo com patente pendente, os polímeros naturais são extraídos e transformados num granulado biodegradável, com propriedades equivalentes às do plástico, que pode ser transformado em diversos produtos finais.</P><br />
<P>O processo da unidade da Traceless Materials, segundo informação da empresa citada pela EFE, é mais ecológico do que as tecnologias convencionais de fabrico de plásticos ou bioplásticos devido à utilização de matérias-primas e energia renováveis, à poupança de água e à ausência de produtos químicos potencialmente poluentes.</P><br />
<P>O Ministério Federal do Ambiente alemão subsidiou o projeto com aproximadamente cinco milhões de euros do Programa de Inovação Ambiental. </P><br />
<P>&#8220;Precisamos de ideias como esta para uma proteção climática e ambiental eficaz. Um biomaterial inovador, livre de petróleo, à base de resíduos e totalmente biodegradável resolve vários problemas em simultâneo. Pode substituir o plástico convencional e poupar emissões de CO2 e água&#8221;, afirmou o ministro alemão do Ambiente, Carsten Schneider.</P><br />
<P>A nova fábrica, que deverá produzir milhares de toneladas deste material anualmente, é &#8220;uma das muitas histórias de sucesso &#8216;Made in Germany&#8217; que, graças às tecnologias ambientais, trazem inovação e um novo impulso económico&#8221;, declarou o ministro. </P><br />
<P>Além disso, &#8220;esta tecnologia ajuda a combater a contaminação por plásticos, protege o meio ambiente e torna-nos mais independentes das importações de combustíveis fósseis&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762380]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia convida deputados alemães de extrema-direita para &#8220;Davos de Putin&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:48:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Davos]]></category>
		<category><![CDATA[Extrema-direita]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um conselheiro do Presidente russo, Vladimir Putin, convidou políticos do partido alemão Alternativa para a Alemanha (AfD) a participarem no Fórum Económico Internacional de São Petersburgo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um conselheiro do Presidente russo, Vladimir Putin, convidou políticos do partido alemão Alternativa para a Alemanha (AfD) a participarem no Fórum Económico Internacional de São Petersburgo, num sinal claro da estratégia do Kremlin para consolidar relações com a extrema-direita alemã.</p>
<p>De acordo com informações avançadas pelo jornal Politico, pelo menos dois deputados da AfD no Bundestag — a câmara baixa do parlamento alemão —, Markus Frohnmaier e Steffen Kotré, deverão deslocar-se à Rússia em junho, após terem recebido convites formais. A presença foi confirmada por três políticos do partido com conhecimento da situação.</p>
<p>Num dos convites, assinado por Anton Kobyakov, conselheiro de Putin, é expressa a convicção de que “a cooperação pragmática ajudará a reforçar os vossos laços empresariais, políticos e culturais em benefício de um mundo justo e de um futuro seguro”. A carta sublinha ainda que Putin deverá marcar presença no fórum.</p>
<p>O Fórum Económico Internacional de São Petersburgo, frequentemente apelidado de “Davos de Putin”, era, antes da anexação da Crimeia pela Rússia em 2014, um dos principais palcos de diplomacia económica entre Moscovo e líderes europeus. Em 2013, por exemplo, a então chanceler alemã Angela Merkel participou no evento. Desde a anexação da Crimeia, porém, o fórum tem sido amplamente evitado por dirigentes europeus do chamado “mainstream”.</p>
<p><strong>Mudança de estratégia antes das eleições regionais</strong><br />
A eventual deslocação de Frohnmaier, um dos nomes mais destacados da AfD, sugere uma possível inflexão estratégica na liderança do partido. No início deste ano, antes de duas eleições regionais no oeste da Alemanha, a colíder nacional da AfD, Alice Weidel, procurou conter viagens de deputados à Rússia, avaliando que demonstrações públicas de proximidade a Putin poderiam penalizar o partido junto do eleitorado dessas regiões.</p>
<p>No entanto, com duas eleições estaduais marcadas para setembro no leste da Alemanha, o contexto político é distinto. Nos antigos territórios da Alemanha de Leste, os eleitores revelam maior predisposição para defender uma aproximação a Moscovo. A AfD lidera destacadamente as sondagens nos dois estados onde se realizarão eleições, o que poderá explicar a renovada abertura do partido a iniciativas que sinalizem proximidade com o Kremlin.</p>
<p><strong>Aprovação interna e polémicas anteriores</strong><br />
A participação de Frohnmaier e Kotré conta com o aval interno do partido. Stefan Keuter, deputado da AfD responsável por autorizar deslocações oficiais, afirmou que aprovará a viagem de ambos ao fórum, sustentando que, “politicamente falando, não há absolutamente nenhuma razão para não o fazer”.</p>
<p>Steffen Kotré já esteve envolvido em controvérsia no passado recente. Em novembro último, participou numa conferência do bloco BRICS em Sochi, apesar de pressões internas no partido para cancelar a deslocação.</p>
<p>À medida que se aproximam as eleições regionais de setembro no leste da Alemanha, a liderança da AfD tem reiterado apelos a uma reaproximação à Rússia. Entre as propostas defendidas encontra-se o restabelecimento do fornecimento de gás natural russo a preços baixos, tema que permanece sensível no debate político e energético alemão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762357]]></sapo:autor>
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		<title>Primeiro-ministro e líder do Chega reúnem-se hoje à tarde em São Bento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:30:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro e o presidente do Chega vão reunir-se em São Bento hoje à tarde, num encontro que, segundo André Ventura, terá por temas a lei da nacionalidade e o pacote laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro e o presidente do Chega vão reunir-se em São Bento hoje à tarde, num encontro que, segundo André Ventura, terá por temas a lei da nacionalidade e o pacote laboral.</P><br />
<P>A notícia foi avançada pela CNN e o encontro foi confirmado à Lusa pelo gabinete de Luís Montenegro.</P><br />
<P>Numa nota posterior à comunicação social, o Chega informou que &#8220;na sequência do chumbo do Tribunal Constitucional à lei da nacionalidade e à inviabilização da reforma laboral pela concertação social, o presidente do Chega e o líder do PSD reúnem hoje, às 15:30, na residência oficial do primeiro-ministro&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762353]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MP do Porto acusou 29 arguidos de comprar 77 viaturas com créditos fraudulentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público (MP) do Porto acusou 29 arguidos, incluindo quatro sociedades, por suspeita de participar num esquema de obtenção ilícita de créditos para adquirir pelo menos 77 viaturas, informou hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGRP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público (MP) do Porto acusou 29 arguidos, incluindo quatro sociedades, por suspeita de participar num esquema de obtenção ilícita de créditos para adquirir pelo menos 77 viaturas, informou hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGRP).</P><br />
<P>Numa nota publicada na sua página na internet, a PGRP refere que os 29 arguidos estão acusados pela prática de crimes de burla qualificada, falsificação de documentos, falsidade informática, fraude fiscal, burla tributária, detenção de arma proibida e auxílio à imigração ilegal.</P><br />
<P>&#8220;Nos termos da acusação, um dos arguidos, gerente de duas sociedades arguidas que se dedicavam à venda de veículos, a troco de comissões/percentagens pelos negócios realizados, entre os anos de 2018 e 2021, desenvolveu uma atividade visando o engano de diversas instituições de concessão de crédito, ficcionando os rendimentos dos adquirentes dos veículos, com o subsequente incumprimento das obrigações assumidas e impossibilidade de cobrança coerciva dos créditos, por falta de rendimentos/património&#8221;, refere a mesma nota.</P><br />
<P>O grupo principal inclui ainda dois arguidos que alegadamente desempenhavam funções de angariador de clientes e de facilitadores de documentos forjados, e outros dois arguidos e sociedades, que terão sido promotoras de carreiras contributivas falsas ou de contratos de trabalho falsos.</P><br />
<P>De acordo com a acusação, esta atividade assentou, essencialmente, na simulação de contratos de trabalhos, carreiras contributivas e declarações de rendimentos falsos, tendo em vista a concessão de créditos para aquisição de 77 viaturas, bem como outros créditos para outros fins, e lesou 15 instituições de crédito.</P><br />
<P>Os restantes arguidos, segundo a Procuradoria, são adquirentes de veículos ou beneficiários de créditos concedidos e incumpridos.</P><br />
<P>Numa das situações, um dos arguidos beneficiários do crédito, aproveitando-se da carreira contributiva fictícia, ainda solicitou subsídio de desemprego, lesando a Segurança Social, e uma outra arguida, beneficiou de um contrato de trabalho falso que apresentou junto das entidades competentes visando justificar sua legalização em território nacional, descreve a Procuradoria.</P><br />
<P>Ainda segundo a investigação, o principal arguido terá procedido a operações de importação de veículos, com uso indevido do regime de IVA e valores inflacionados, e a outras totalmente omissas das declarações, obtendo vantagens patrimoniais indevidas no valor de cerca de 150 mil euros em IVA e IRC, no ano de 2018.</P><br />
<P>A PGRP refere ainda que o MP deduziu um pedido de perda de vantagens no valor global de superior a meio milhão de euros.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762352]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Não se assuste: Força Aérea avisa que F-16 vão quebrar barreira de som hoje sobre a Figueira da Foz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Força Aérea Portuguesa (FAP) alertou para a possibilidade de efeitos sonoros, hoje à tarde, por quebra da barreira de som por aviões F-16M, em missão de manutenção das aeronaves, no litoral dos distritos de Coimbra e Leiria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Força Aérea Portuguesa (FAP) alertou para a possibilidade de efeitos sonoros, hoje à tarde, por quebra da barreira de som por aviões F-16M, em missão de manutenção das aeronaves, no litoral dos distritos de Coimbra e Leiria.</P><br />
<P>A missão operacional de manutenção &#8211; na qual será ultrapassada a barreira de som &#8211; daqueles aviões de combate estacionados na base aérea n.º 5 (em Monte Real, no município de Leiria) ocorrerá, segundo a FAP, nas proximidades da Figueira da Foz, entre as 16:00 e as 17:30.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de serem adotadas medidas mitigadoras que causem menor impacto, dependendo das condições atmosféricas poderá verificar-se uma maior propagação das ondas de choque, tornando o fenómeno potencialmente audível e percetível à superfície&#8221;, esclareceu, em comunicado, a Força Aérea Portuguesa.</P><br />
<P>A FAP acrescentou que os efeitos poderão ser audíveis em freguesias dos concelhos de Leiria e Marinha Grande (distrito de Leiria) e Figueira da Foz, Cantanhede e Mira (distrito de Coimbra), reiterando que a missão operacional &#8220;será realizada sob todos os critérios de segurança, sem qualquer situação de risco para a população&#8221;.</P><br />
<P>À agência Lusa, fonte oficial da FAP esclareceu que se tratará de um voo envolvendo &#8220;uma ou duas aeronaves F16M&#8221;, que deverão voar, em regra, a uma altitude de referência entre os 30 mil a 40 mil pés (sensivelmente entre os 09 mil e os 12 mil metros de altura).</P><br />
<P>&#8220;Não é expectável que seja abaixo. Nem deve ouvir-se, mas se se ouvir é uma ação de manutenção das aeronaves, essencial para o seu estado de prontidão. É um voo seguro, controlado, não é nada de alarme&#8221;, reafirmou a mesma fonte.</P><br />
<P>No final de abril, um outro voo operacional de caças F-16M onde foi necessário ultrapassar a barreira de som causou algum alarme na zona da Figueira da Foz, após ter sido audível um forte estrondo e terem sido sentidos alguns efeitos resultantes da onda sonora, sem, no entanto, terem existido danos materiais.</P><br />
<P>No comunicado hoje divulgado, a FAP observou que as missões como a prevista para a tarde de hoje são &#8220;essenciais para garantir a prontidão e eficácia dos meios aéreos nacionais na salvaguarda do espaço aéreo, encontrando-se permanentemente assegurado o controlo rigoroso de toda a operação&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762346]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da chinesa Alibaba cai 19% no ano fiscal terminado em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O lucro da Alibaba caiu 19% no ano fiscal terminado em março, em termos homólogos, para 105,904 mil milhões de yuans (13,318 mil milhões de euros), divulgou hoje a gigante chinesa de comércio eletrónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O lucro da Alibaba caiu 19% no ano fiscal terminado em março, em termos homólogos, para 105,904 mil milhões de yuans (13,318 mil milhões de euros), divulgou hoje a gigante chinesa de comércio eletrónico.</P><br />
<P>De acordo com os dados enviados à bolsa de Hong Kong, onde está cotada, a receita aumentou 3% no período, atingindo 1,023 biliões de yuans (128,649 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A divisão de computação em &#8216;cloud&#8217; continuou o seu forte crescimento, com um aumento de 38% em termos homólogos no último trimestre do ano fiscal, impulsionada pela procura relacionada com a inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A receita de produtos relacionados com IA cresceu três dígitos pelo 11.º trimestre consecutivo entre janeiro e março.</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762337]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A guerra no Irão chega às batatas fritas: gigante japonês vende embalagens a preto e branco&#8230; por falta de tinta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Calbee]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida, temporária, afeta 14 produtos da empresa, incluindo batatas fritas, snacks Kappa Ebisen e cereais Frugra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra e as tensões nas cadeias globais de abastecimento estão a chegar a produtos improváveis do quotidiano. No Japão, a Calbee, maior fabricante de batatas fritas do país, vai passar a vender algumas das suas embalagens em versões a preto e branco devido à escassez de materiais usados na produção de tintas, noticia o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<p>A medida, temporária, afeta 14 produtos da empresa, incluindo batatas fritas, snacks Kappa Ebisen e cereais Frugra. As novas embalagens começam a chegar às prateleiras a partir de 25 de maio e vão usar apenas duas cores de tinta, numa tentativa de reduzir a dependência de matérias-primas cuja disponibilidade foi afetada pelo conflito no Médio Oriente. </p>
<p>Em causa está a nafta, um derivado do petróleo usado na produção de plásticos, tintas e corantes. A Calbee justificou a alteração com a instabilidade no fornecimento destes materiais e sublinhou que o conteúdo das embalagens não muda: os produtos mantêm a mesma qualidade e quantidade. </p>
<p>A empresa, sediada em Tóquio, é uma das marcas mais conhecidas do mercado japonês de snacks, com produtos vendidos em lojas de conveniência, supermercados e também exportados para países como Estados Unidos, China e Austrália. As suas embalagens coloridas fazem parte da identidade visual da marca, o que tornou a mudança particularmente visível para os consumidores.</p>
<p>O &#8216;El Mundo&#8217; refere que o caso mostra como a guerra e a pressão sobre as cadeias internacionais de abastecimento podem afetar setores aparentemente distantes do conflito. Neste caso, não está em causa a falta de batatas, cereais ou snacks, mas sim um elemento secundário: a tinta usada para imprimir as embalagens.</p>
<p>A vulnerabilidade é maior porque o Japão depende fortemente da importação de matérias-primas energéticas e petroquímicas. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, cerca de 40% da nafta importada pelo Japão vem do Médio Oriente, o que torna o país particularmente exposto a perturbações naquela região. </p>
<p>As autoridades japonesas têm tentado afastar a ideia de uma rutura generalizada no abastecimento, garantindo que estão a acompanhar a situação e a procurar rotas alternativas de importação. Ainda assim, a decisão da Calbee mostra que algumas empresas já estão a adaptar a produção para evitar falhas nas prateleiras.</p>
<p>A alteração das embalagens poderá parecer apenas uma curiosidade de supermercado, mas traduz um problema mais amplo: a dependência de materiais derivados do petróleo em setores que vão muito além da energia e dos combustíveis. A crise chega, neste caso, através de um detalhe quase invisível — a cor de um pacote de batatas fritas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762326]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street arranca sessão sem sentido definido no início da visita de Trump à China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Wall Street arrancou hoje sem tendência definida, no dia em que o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, inicia uma visita à China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Wall Street arrancou hoje sem tendência definida, no dia em que o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, inicia uma visita à China.</P><br />
<P>Pelas 14:40 em Lisboa, o Dow Jones perdia 0,56% para 49.480,31 pontos, enquanto o Nasdaq recuava 0,06% para 26.102,95.</P><br />
<P>Já o S&amp;P 500 perdia 0,16% para 7.388,78 pontos.</P><br />
<P>Na terça-feira, o índice tecnológico Nasdaq recuou 0,71% e o alargado S&amp;P500 perdeu 0,16%, tendo o seletivo Dow Jones Industrial Average avançado, ganhando 0,11%.</P><br />
<P>A guerra no Irão tem impactado o preço do petróleo, que continua muito acima dos níveis verificados antes do início do conflito, no final de fevereiro.</P><br />
<P>O barril de Brent para entrega em julho, referência internacional, era negociado a 107,36 dólares, menos 0,38%, enquanto o WTI, referência para os EUA, aumentava 0,22%, para 102,40 dólares.</P><br />
<P>A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) divulgou hoje que a produção de petróleo dos seus países recuou em abril para 18,98 milhões de barris por dia, menos 34% que antes do início da guerra.</P><br />
<P>O dia de hoje fica marcado pela chegada de Trump a Pequim, onde realiza a sua segunda visita ao gigante asiático &#8212; a segunda, depois da realizada no seu primeiro mandato, em 2017 &#8211;, que será marcada pelas relações comerciais entre os países, as tensões tecnológicas, Taiwan e a guerra no Irão.</P><br />
<P>O euro desvalorizava 0,31%, sendo negociado a 1,17 dólares, enquanto a bitcoin perdia 0,73% para 80.081,3 dólares.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762332]]></sapo:autor>
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		<title>Execução das áreas de gestão de paisagem a diferentes velocidades, esclarece Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:08:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado das Florestas admitiu hoje que a execução das áreas integradas de gestão de paisagem (AIGP) está a decorrer a diferentes velocidades, quando o prazo para a conclusão das operações acaba este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado das Florestas admitiu hoje que a execução das áreas integradas de gestão de paisagem (AIGP) está a decorrer a diferentes velocidades, quando o prazo para a conclusão das operações acaba este ano.</P><br />
<P>&#8220;Temos AIGP que estão com uma execução fantástica e há outras que não estão com a mesma velocidade&#8221;, admitiu Rui Ladeira, que falava à agência Lusa à margem da sessão de apresentação de um projeto em torno do combate a incêndios florestais, na Lousã, distrito de Coimbra.</P><br />
<P>Segundo o secretário de Estado, há &#8220;várias situações&#8221; distintas dentro da aplicação deste instrumento de gestão e ordenamento do território, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e que, por isso, tem de ser executado este ano. </P><br />
<P>&#8220;As condições foram todas elas criadas já por este Governo, que foi alargar prazos, criar condições, simplificar orientações técnicas, criar todas as oportunidades. Mas aqui há as dinâmicas locais, das iniciativas, do envolvimento, da motivação, da ação, da determinação [de cada entidade]&#8221;, afirmou Rui Ladeira.</P><br />
<P>Essas dinâmicas locais fazem com que umas AIGP &#8220;tenham bons resultados&#8221; e &#8220;outras não têm tantos resultados&#8221;, notou.</P><br />
<P>&#8220;Até dezembro, há a possibilidade de executar os planos de ação, quem não os executar, os recursos que foram disponibilizados ficam em causa, porque têm de ser utilizados a bem da floresta e da organização da paisagem&#8221;, acrescentou o secretário de Estado das Florestas.</P><br />
<P>Na sessão de apresentação do projeto Firepoctep Avanza, que é liderado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIMRC), Rui Ladeira salientou a importância de um maior uso de fogo controlado (apontando para o objetivo de cinco mil hectares intervencionados anualmente) e maior recurso do pastoreio para assegurar descontinuidades nas áreas florestais do país.</P><br />
<P>Abordando os impactos da Kristin na floresta, o secretário de Estado recordou a excecionalidade da limpeza até 30 de junho para os territórios afetados pela tempestade, assim como a possibilidade de serem flexibilizados trabalhos de limpeza durante o período crítico. </P><br />
<P>À agência Lusa, Rui Ladeira explicou que nos cerca de 40 mil hectares de área impactada, está prevista a possibilidade de serem desenvolvidos trabalhos de limpeza durante o período crítico, usando a plataforma já utilizada hoje para validar queimas e queimadas.</P><br />
<P>&#8220;Agora, haverá a possibilidade das empresas que estão a operar nestas zonas que sejam consideradas prioritárias, poderem identificar o equipamento, os operadores e que as autoridades saibam onde é que estão a fazer esses trabalhos&#8221;, aclarou.</P><br />
<P>Nesse sentido, será possível ter todas as operações em período crítico identificadas e sinalizadas, permitindo reforçar meios para o caso de haver uma ignição no decorrer desses trabalhos.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos, neste período sensível, que haja a possibilidade de as empresas, as pessoas poderem remover o material de risco que está nestas zonas mais sensíveis&#8221;, disse.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762331]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Air India suspende sete rotas internacionais devido à crise no combustível</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-air-india-suspende-sete-rotas-internacionais-devido-a-crise-no-combustivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Air India vai suspender sete rotas internacionais entre junho e agosto, devido ao aumento do preço do combustível para aviação resultante da crise no estreito de Ormuz, informou hoje a companhia aérea.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Air India vai suspender sete rotas internacionais entre junho e agosto, devido ao aumento do preço do combustível para aviação resultante da crise no estreito de Ormuz, informou hoje a companhia aérea.</P><br />
<P>Entre as rotas temporariamente suspensas estão: Deli-Chicago, Bombaim-Nova Iorque, Deli-Xangai, Chennai-Singapura, Bombaim-Daca e Deli-Malé.  </P><br />
<P>A América do Norte e o sul da Ásia são as regiões mais afetadas pelos cortes da companhia indiana. </P><br />
<P>&#8220;Os ajustes foram realizados em resposta a uma combinação de fatores, incluindo as contínuas restrições do espaço aéreo sobre determinadas regiões e os preços recorde do combustível para aviões nas operações internacionais, os quais afetam significativamente a viabilidade comercial de certos serviços planeados&#8221;, indicou a empresa em comunicado.</P><br />
<P>A Air India anunciou também que irá reduzir as frequências em cerca de vinte rotas internacionais, principalmente para a Ásia e a Europa.</P><br />
<P>A crise no estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 80% do petróleo consumido pela Ásia, não só encareceu o petróleo bruto, como obrigou as operadoras a realizar rotas mais longas para evitar zonas de conflito, afetando fortemente o setor aéreo indiano.</P><br />
<P>Tanto a Air India como a IndiGo já aplicaram sobretaxas aos utilizadores devido ao aumento do combustível, que representa cerca de 40% das despesas.</P><br />
<P>Na semana passada, o Governo da Índia aprovou um programa de garantia de crédito de emergência para proporcionar liquidez às empresas, especialmente às companhias aéreas e às Pequenas e Médias Empresas (PME), afetadas pela guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os cortes da Air India surgem a poucas semanas do fim da investigação oficial sobre o acidente aéreo ocorrido em junho de 2025 em Ahmedabad, na Índia, que causou a morte de 260 pessoas.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762330]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Centro europeu sem razões para suspeitar que se trata de nova estirpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) afirmou hoje que a informação disponível sobre o hantavírus que causou o recente surto não indica que seja uma nova estirpe com maior risco de transmissão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) afirmou hoje que a informação disponível sobre o hantavírus que causou o recente surto não indica que seja uma nova estirpe com maior risco de transmissão.</P><br />
<P>&#8220;Fazemos as nossas avaliações com base nos dados disponíveis e, no momento, não há qualquer dado que sugira que este vírus está a comportar-se de forma diferente, em termos de transmissibilidade ou severidade, em relação a outros vírus conhecidos que circulam em várias regiões do mundo&#8221;, adiantou o especialista em microbiologia e epidemiologia molecular do centro europeu, Andreas Hoefer.</P><br />
<P>Em conferência de imprensa, o especialista do ECDC salientou que o genoma deste vírus foi sequenciado e, com base nessa informação, &#8220;não há razão para suspeitar que é um novo vírus&#8221;.</P><br />
<P>A diretora do ECDC adiantou que os hantavírus estão identificados na literatura científica há mais de cinco décadas, reiterando que precisam de um longo período de exposição e de um contacto muito intenso para se transmitirem.</P><br />
<P>&#8220;Comparado, por exemplo, com o sarampo, este é um vírus com um risco muito menor de transmissão&#8221;, assegurou Pamela Rendi-Wagner, adiantando que o centro europeu vai continuar a disponibilizar linhas de orientação atualizadas aos Estados-membros sobre como agirem em relação aos passageiros do navio Hondius que regressaram aos seus países.</P><br />
<P>Referiu ainda que a quarentena é aconselhada para os ex-passageiros do navio de cruzeiro que estejam assintomáticos por seis semanas, ou seja, até 21 ou 22 de junho, dependente de quando desembarcaram.</P><br />
<P>Pamela Rendi-Wagner anunciou também que os especialistas do ECDC vão agora focar a sua investigação em duas questões principais &#8212; onde e quando os passageiros foram infetados e qual a transmissibilidade e severidade do hantavírus dos Andes responsável pelo surto.</P><br />
<P>&#8220;Temos de saber mais sobre o vírus em si mesmo, a sua transmissibilidade e severidade, e isso vai ser feito nos próximos dias e semanas através de mais análises genómicas&#8221;, adiantou a responsável do centro europeu.</P><br />
<P>Desde 02 de maio, &#8220;muita coisa aconteceu num período de tempo muito curto&#8221;, realçou Pamela Rendi-Wagner, que reconheceu que o surto a bordo do Hondius foi uma &#8220;situação muito complexa&#8221; devido às incertezas que provocou e ao envolvimento de pessoas de 23 nacionalidades.</P><br />
<P>&#8220;É importante referir que, devido ao longo período de incubação, que é possível que mais casos entre os passageiros, que estão agora em quarentena, possam ocorrer. Isso não pode ser excluído&#8221;, alertou a diretora do ECDC.</P><br />
<P>Na terça-feira, o diretor-geral Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, confirmou nove casos de infeção pelo hantavírus, mais dois prováveis e três mortes neste surto, todos entre passageiros e tripulantes do Hondius, que partiu da ilha espanhola de Tenerife na segunda-feira com destino a Roterdão, na Holanda, onde irá atracar para ser desinfetado.</P><br />
<P>A embarcação conta ainda com 25 tripulantes e dois profissionais de saúde a bordo, além do corpo de um passageiro alemão que faleceu durante o cruzeiro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762329]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Navigator leva negócio de papel doméstico para Espanha e França através de acordo com a dona da Pantene</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/navigator-leva-negocio-de-papel-domestico-para-espanha-e-franca-atraves-de-acordo-com-a-dona-da-pantene/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[navigator]]></category>
		<category><![CDATA[P&G]]></category>
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					<description><![CDATA[A The Navigator Company está a reforçar a expansão internacional do seu negócio de tissue através de uma parceria estratégica com a Procter &#038; Gamble, uma das maiores empresas mundiais de bens de consumo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A The Navigator Company está a reforçar a expansão internacional do seu negócio de tissue através de uma parceria estratégica com a Procter &amp; Gamble, uma das maiores empresas mundiais de bens de consumo.</p>
<p>Depois de uma primeira fase centrada no desenvolvimento de produtos de papel de cozinha associados à marca Flash no Reino Unido, a colaboração entre as duas empresas será agora alargada a novos mercados, nomeadamente Espanha e França. Nestes países, os produtos serão comercializados sob as marcas D. Limpio e Mr. Propre, respetivamente.</p>
<p>Segundo a Navigator, este passo enquadra-se na estratégia da empresa de crescer em segmentos de maior valor acrescentado, apostando em soluções de marca premium e em produtos diferenciados. A parceria junta o reconhecimento internacional das marcas da P&amp;G às capacidades industriais da Navigator, bem como à sua experiência em inovação, eficiência operacional e sustentabilidade.</p>
<p>O acordo permitirá o desenvolvimento e comercialização de produtos de tissue direcionados para o consumo doméstico, incluindo rolos multiusos e papel de cozinha concebidos para responder às necessidades diárias das famílias, com foco no desempenho, conveniência e eficiência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762314]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Air France-KLM admite discutir mudança de nome do grupo mas garante que ainda não há decisão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/air-france-klm-admite-discutir-mudanca-de-nome-do-grupo-mas-garante-que-ainda-nao-ha-decisao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Air France-KLM admitiu à Lusa que é "lógico" discutir a alteração do nome do grupo, numa altura em que pretende integrar novas marcas, mas garantiu que ainda não foi tomada qualquer decisão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Air France-KLM admitiu à Lusa que é &#8220;lógico&#8221; discutir a alteração do nome do grupo, numa altura em que pretende integrar novas marcas, mas garantiu que ainda não foi tomada qualquer decisão.</P><br />
<P>A posição surge depois de o jornal neerlandês De Telegraaf ter avançado que o grupo, que está na corrida pela privatização da TAP, planeia alterar a designação, deixando cair as referências às duas companhias aéreas que se fundiram em 2004, Air France e KLM.</P><br />
<P>&#8220;É lógico ter essa discussão, tendo em conta que pretendemos acrescentar novas marcas ao grupo. O nome atual reflete apenas as nossas duas marcas históricas&#8221;, disse fonte oficial da Air France-KLM à Lusa.</P><br />
<P>A mesma fonte sublinhou, contudo, que &#8220;neste momento, não foi tomada qualquer decisão&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a Air France-KLM, a questão do nome do grupo já tinha sido colocada em julho de 2025, quando foi anunciado o projeto para aumentar a participação na Scandinavian Airlines (SAS) para 60,5%.</P><br />
<P>O De Telegraaf, citado pelo Jornal de Negócios, avançou que o presidente executivo do grupo, Ben Smith, decidiu que, com a entrada de novas companhias no universo da Air France-KLM, o nome deveria deixar de fazer referência às duas transportadoras históricas.</P><br />
<P>De acordo com o jornal neerlandês, a eventual mudança estará a causar desconforto entre responsáveis da KLM, que veem a identidade neerlandesa da companhia como uma questão fundamental.</P><br />
<P>A Air France-KLM espera concluir até ao final deste ano o reforço da posição na SAS, de 19,9% para 60,5%, operação que ainda depende de aprovações dos reguladores.</P><br />
<P>Este processo decorre em paralelo com a corrida à privatização parcial da TAP, na qual a Air France-KLM apresentou uma proposta não vinculativa e está a preparar a oferta final.</P><br />
<P>Além do grupo franco-neerlandês, também a alemã Lufthansa apresentou uma proposta não vinculativa pela TAP.</P><br />
<P>A IAG, dona da British Airways e da Iberia, que também tinha manifestado interesse no processo, acabou por não avançar com uma proposta formal, considerando que a operação &#8220;não seria do melhor interesse&#8221; dos seus acionistas.</P><br />
<P>O Governo quer alienar até 49,9% do capital da companhia, dos quais 44,9% a um investidor de referência e até 5% reservados a trabalhadores, num processo em que serão tidos em conta o preço, o plano industrial, a conectividade e a capacidade financeira do comprador.</P><br />
<P>O executivo espera concluir a alienação este ano, admitindo tomar uma decisão sobre o comprador em Conselho de Ministros no final de agosto.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762327]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Três crianças fechadas em casa durante quase quatro anos: pais condenados no caso da ‘casa dos horrores’ em Espanha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tres-criancas-fechadas-em-casa-durante-quase-quatro-anos-pais-condenados-no-caso-da-casa-dos-horrores-em-espanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:59:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As crianças — dois gémeos, então com oito anos, e o irmão mais velho, de dez — foram resgatadas pelas autoridades em abril de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um casal que manteve os três filhos menores fechados durante quase quatro anos numa casa em condições degradantes, em Oviedo, no norte de Espanha, foi condenado a dois anos e dez meses de prisão, num caso que ficou conhecido como a ‘casa dos horrores’ e que abalou o país vizinho, relata o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>As crianças — dois gémeos, então com oito anos, e o irmão mais velho, de dez — foram resgatadas pelas autoridades em abril de 2025. De acordo com a investigação, estavam praticamente isoladas desde a pandemia de Covid-19 e não saíam sequer para o jardim da habitação.</p>
<p>Quando entraram na casa, os agentes encontraram sacos de lixo acumulados, medicamentos armazenados e um ambiente descrito como insalubre. As crianças usavam fraldas, dormiam em berços e apresentavam dificuldades motoras visíveis.</p>
<p>De acordo com fontes próximas da investigação citadas pelo &#8216;El País&#8217;, os menores não tinham televisão, dispositivos eletrónicos, quase não tinham brinquedos e nem sequer tinham sapatos do tamanho adequado. Os sapatos que existiam correspondiam ao número que usavam quatro anos antes.</p>
<p>O momento em que saíram para o exterior impressionou os agentes. As crianças tocaram na relva, respiraram como se estivessem a descobrir o mundo pela primeira vez e ficaram fascinadas ao ver um caracol.</p>
<p>A acusação sustentou que os menores não tinham saído de casa durante anos, não conheciam familiares e apresentavam atrasos associados ao isolamento prolongado. O uso continuado de fraldas terá provocado dificuldades no controlo intestinal e urinário, enquanto a falta de movimento afetou a postura e a capacidade de subir e descer escadas.</p>
<p>O pai, de 53 anos, é cidadão alemão. A mãe, de 48, tem dupla nacionalidade alemã e americana. O casal vivia num chalé numa zona rural de Oviedo desde outubro de 2021.</p>
<p>Os dois foram considerados culpados de abandono familiar e de causar danos psicológicos aos filhos, mas foram absolvidos da acusação mais grave de detenção ilegal. O Ministério Público tinha pedido penas de 25 anos de prisão.</p>
<p>A defesa alegou em tribunal que os pais tomaram “uma série de decisões, certamente erradas, incorretas, mas não criminosas”. O advogado da mãe afirmou ainda que as crianças tinham ensino doméstico, uma vida familiar estável e eram bem alimentadas.</p>
<p>A tese não convenceu o tribunal, que condenou cada progenitor a dois anos e dez meses de prisão. Além da pena de cadeia, os pais foram obrigados a pagar 30 mil euros de indemnização a cada criança e ficaram privados da guarda dos filhos por pelo menos três anos e quatro meses.</p>
<p>As crianças estão agora ao cuidado dos serviços sociais. O &#8216;The Independent&#8217; refere que a decisão judicial não foi tornada pública na íntegra, por conter informação sensível sobre a privacidade das vítimas.</p>
<p>O casal, que se encontra em prisão preventiva desde a detenção, em abril de 2025, estará ainda a ponderar recorrer da sentença.</p>
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