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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 May 2026 12:56:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Montenegro anuncia reforço de 400 agentes da PSP para Lisboa e Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:55:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou esta terça-feira que o Governo vai reforçar os comandos metropolitanos da PSP do Porto e de Lisboa com 200 novos agentes para cada uma destas estruturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou esta terça-feira que o Governo vai reforçar os comandos metropolitanos da PSP do Porto e de Lisboa com 200 novos agentes para cada uma destas estruturas.</p>
<p>Luís Montenegro falava após uma “reunião extremamente produtiva” com os presidentes das autarquias de Lisboa e do Porto, Carlos Moeda e Pedro Duarte, após a qual afirmou que o tema da segurança “tem sido um assunto dominante” das suas conversas com estes autarcas.</p>
<p>Haverá ainda um reforço das ações de patrulhamento do corpo de intervenção da PSP nestas duas cidades, nomeadamente nas zonas de “maior implicação” do ponto de vista criminal.</p>
<p>Montenegro avançou ainda que está a ser preparada uma “reorganização dos serviços prestados” nas esquadras da PSP do Porto, Lisboa e Setúbal, para libertar cerca de 500 agentes para “funções de patrulhamento”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761683]]></sapo:autor>
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		<title>Quem é Nick Fuentes, o &#8216;agitador&#8217; de jovens nos EUA que elogia Hitler e critica Trump?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[nick fuentes]]></category>
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					<description><![CDATA[O ativista do movimento America First, Nick Fuentes, consolidou nos últimos anos uma comunidade política jovem e ideologicamente radicalizada nos Estados Unidos, assente num modelo de transmissão em direto autofinanciado, marcado por discursos antissemitas, elogios a Adolf Hitler e negação do Holocausto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ativista do movimento America First, Nick Fuentes, consolidou nos últimos anos uma comunidade política jovem e ideologicamente radicalizada nos Estados Unidos, assente num modelo de transmissão em direto autofinanciado, marcado por discursos antissemitas, elogios a Adolf Hitler e negação do Holocausto.</p>
<p>A sua influência não se mede tanto em votos, mas na capacidade de deslocar o debate público e empurrar o eixo ideológico da direita norte-americana para posições antes marginais. Paralelamente, tornou-se uma voz crítica de Donald Trump, acusando-o de não ter cumprido as expectativas da ala mais radical do conservadorismo.</p>
<p>As transmissões começam frequentemente com atraso. Durante esse período, o ecrã alterna entre paisagens, iconografia cristã, excertos antigos do programa e música eletrónica repetitiva. Quando surge em cena, Fuentes apresenta-se de fato escuro, atrás de uma secretária vazia, sob luz quente, iniciando longos monólogos sem convidados nem mediação.</p>
<p>O tom é solene, quase cerimonial, remetendo para um comentador tradicional. No entanto, o conteúdo rompe com esse enquadramento formal. O formato prolongado, repetitivo e sem filtros tornou-se o núcleo do seu projeto político.</p>
<p>Do outro lado do ecrã, milhares de espectadores acompanham e financiam o programa. No último ano, mais de 11 mil seguidores doaram cerca de 900 mil dólares, transformando a emissão numa comunidade economicamente autónoma. Entre 2025 e 2026, os donativos aproximaram-se de um milhão de dólares, concentrados num número reduzido de utilizadores particularmente leais.</p>
<p>Esse modelo permite-lhe operar sem depender das estruturas tradicionais de visibilidade digital. Em vez de procurar milhões de seguidores, aposta numa base mais pequena, mas recorrente e financeiramente comprometida.</p>
<p><strong>Da militância conservadora à radicalização</strong><br />
O percurso de Fuentes começou de forma relativamente convencional. Estudante de Ciência Política em Boston, alinhado com a ascensão de Trump, enquadrava-se inicialmente no conservadorismo juvenil norte-americano.</p>
<p>O ponto de inflexão ocorreu em 2017, quando participou na manifestação supremacista de Charlottesville, que terminou em confrontos violentos e na morte de uma manifestante. Após esse episódio, abandonou a universidade e transformou o streaming na sua principal atividade profissional.</p>
<p>O discurso radicalizou-se progressivamente. O antissemitismo passou a ocupar um lugar central, acompanhado por elogios explícitos a Hitler e pela negação do Holocausto. Mais do que entrar no debate público tradicional, Fuentes optou por construir o seu próprio espaço discursivo, com temas recorrentes, argumentos estruturados e uma narrativa coerente para a sua audiência.</p>
<p><strong>Uma direita jovem e desafilhada do Partido Republicano</strong><br />
A base que o acompanha tem um perfil geracional marcado: jovens formados politicamente na internet, menos vinculados ao Partido Republicano e mais recetivos a posições anteriormente periféricas.</p>
<p>Em muitos casos, esta audiência partilha uma perceção de deslocamento social, especialmente entre homens jovens que sentem perda de estatuto económico e cultural. Fuentes oferece não apenas explicações, mas um enquadramento político que dá sentido a essa frustração.</p>
<p>Parte dos seus seguidores não encara Trump como um destino político consolidado, mas como uma oportunidade falhada. Fuentes amplia assim a ideia de traição política: não apenas as elites tradicionais, mas também aqueles que prometeram enfrentá-las e, na sua perspetiva, não concretizaram mudanças estruturais.</p>
<p>Não se apresenta como herdeiro do trumpismo, mas como alternativa. Defende objetivos como organização, influência institucional e construção estratégica a longo prazo.</p>
<p><strong>Expulsão das grandes plataformas e reconstrução do ecossistema</strong><br />
À medida que o discurso se tornava mais radical, Fuentes foi sendo alvo de vetos progressivos em plataformas como YouTube e Facebook, perdendo acesso aos principais mecanismos de monetização e visibilidade.</p>
<p>Essa exclusão não resultou numa retirada da esfera pública, mas numa reconfiguração da sua presença digital. Transferiu-se para plataformas menores como DLive, Cozy.tv e, posteriormente, Rumble, onde passou a emitir sem as restrições das grandes empresas tecnológicas.</p>
<p>Ao perder alcance massivo e algoritmos promocionais, ganhou coesão interna. A audiência tornou-se mais reduzida, mas também mais constante e empenhada. O crescimento deixou de depender da visibilidade algorítmica e passou a assentar na lealdade.</p>
<p>O sistema organiza-se em dois níveis: um núcleo fechado, onde se concentram financiamento e interação direta, e uma esfera aberta, onde fragmentos das transmissões circulam em redes sociais onde Fuentes não mantém presença oficial.</p>
<p>Nas emissões, os chamados “superchats” pagos permitem aos espectadores intervir em direto. O modelo estabelece uma hierarquia interna: quem contribui mais ganha maior visibilidade e peso na comunidade.</p>
<p>A relação não é de proximidade horizontal. Fuentes ridiculariza seguidores, corrige intervenções e impõe limites discursivos. Ainda assim, parte da audiência estabelece um vínculo pessoal, vendo nele alguém que valida e articula a sua frustração.</p>
<p><strong>Relação ambígua com Trump e ambição institucional</strong><br />
O ativista não se limita ao papel de comunicador digital. Procura construir base política com ambição de influência institucional. O seu entorno esteve presente em momentos-chave do ciclo político recente, incluindo o período pós-eleitoral de 2020 e os grupos que rodearam o Capitólio a 6 de janeiro.</p>
<p>A sua presença ao lado de Trump em Mar-a-Lago, em 2022, gerou controvérsia pública e obrigou dirigentes republicanos a posicionarem-se sobre uma figura que até então poderia ser ignorada.</p>
<p>Entretanto, Fuentes redefiniu a sua relação com o trumpismo. Mantém-se dentro do seu campo ideológico, mas acusa Trump de ter falhado na concretização de mudanças profundas. Posiciona-se no espaço daqueles que consideram que o trumpismo não foi excessivo, mas insuficiente.</p>
<p>Defende estratégias de infiltração em estruturas existentes, adaptação tática do discurso quando necessário e prioridade a resultados em detrimento da visibilidade imediata. A meta deixa de ser apenas comentar a política; passa por intervir nela.</p>
<p>Os seus seguidores, conhecidos como “Groypers”, funcionam como um laboratório informal de organização. Não existe uma estrutura formalizada, mas há identidade comum, direção estratégica e objetivos partilhados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761670]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Juíza disse não ter provas de tortura de oito polícias do caso da esquadra do Rato</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/juiza-disse-nao-ter-provas-de-tortura-de-oito-policias-do-caso-da-esquadra-do-rato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A juíza de instrução do caso da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, considerou que os indícios apresentados pelo Ministério Público sobre oito polícias são insuficientes para provar tortura e classificou como bárbaras agressões de seis polícias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A juíza de instrução do caso da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, considerou que os indícios apresentados pelo Ministério Público sobre oito polícias são insuficientes para provar tortura e classificou como bárbaras agressões de seis polícias. </P><br />
<P>Fonte ligada ao processo revelou hoje à Lusa que a juíza de instrução Maria Fátima Gomes considerou na segunda-feira &#8211; a propósito da aplicação das medidas de coação aos 14 polícias detidos por suspeitas de tortura e agressões nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto &#8211; estar perante uma ausência de prova capaz de sustentar a indiciação avançada pelo Ministério Público. </P><br />
<P>Face a essa falta de prova relativa a oito polícias &#8211; sete agentes e um chefe -, a juíza de instrução determinou que estes arguidos fossem libertados, tendo sido aplicada a medida menos gravosa de termo de identidade e residência. </P><br />
<P>Ainda sobre estes oito polícias e de acordo com a mesma fonte, a juíza de instrução indicou que as declarações dos arguidos e das vítimas não coincidem, além de que o depoimento de uma das testemunhas ao Ministério Público terá algumas contradições. </P><br />
<P>Dos 14 polícias detidos que ouviram na segunda-feira as medidas de coação, quatro ficaram em prisão preventiva, que poderá passar a domiciliária caso estejam reunidas todas as condições, e dois foram suspensos de funções e proibidos de contactar com as vítimas.</P><br />
<P>Em relação a estes seis polícias, a juíza de instrução considerou existirem indícios suficientes para suspeitas dos crimes de tortura e de abuso de poder, nomeadamente através do reconhecimento pelas vítimas e da existência de vídeos e fotos, acrescentou ainda fonte ligada ao processo.</P><br />
<P>A juíza de instrução classificou na segunda-feira as agressões destes polícias como bárbaras e de excecional gravidade, ainda que os mesmos as tenham negado, e considerou que estes seis polícias tiveram como objetivo humilhar, intimidar e castigar as vítimas. </P><br />
<P>Na aplicação das medidas de coação, a juíza entendeu que existe um receio de repetição das agressões, dada a personalidade dos arguidos, que considerou ser caracterizada por um desprezo e desrespeito pelas vítimas.</P><br />
<P>No total, foram detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno, tendo um dos polícias sido libertado logo depois da detenção, que aconteceu na terça-feira, e o civil libertado na quinta-feira, depois de o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de &#8216;habeas corpus&#8217; por detenção ilegal.</P><br />
<P>Com a detenção de 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.</P><br />
<P> As primeiras duas detenções ocorreram em julho de 2025 e outras sete em março de 2026, estando os nove polícias em prisão preventiva.</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761669]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump atinge 62% de desaprovação e perde os moderados que decidem as eleições a seis meses das intercalares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-atinge-62-de-desaprovacao-e-perde-os-moderados-que-decidem-as-eleicoes-a-seis-meses-das-intercalares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[A seis meses das eleições intercalares nos Estados Unidos, Donald Trump enfrenta o nível mais elevado de desaprovação dos seus dois mandatos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A seis meses das eleições intercalares nos Estados Unidos, Donald Trump enfrenta o nível mais elevado de desaprovação dos seus dois mandatos. Segundo os dados divulgados, 62% dos norte-americanos rejeitam a sua gestão, num momento particularmente sensível do calendário eleitoral.</p>
<p>Apesar desse cenário, o Presidente mantém um apoio sólido dentro do Partido Republicano, com 85% dos eleitores republicanos a aprovarem o seu desempenho. O problema surge fora desse núcleo duro: entre os eleitores independentes, tradicionalmente decisivos nas disputas mais equilibradas, a taxa de aprovação caiu para 25%, revelando um afastamento significativo do grupo que foi determinante para o seu regresso à Casa Branca em 2024.</p>
<p>Não se trata de uma rutura abrupta, mas de um movimento mais discreto e estrutural. Num sistema bipartidário como o norte-americano, onde a fidelidade partidária é elevada, as maiorias constroem-se sobretudo no centro político. É precisamente aí que o desgaste se torna mais relevante.</p>
<p><strong>Estabilidade nos extremos, erosão no centro</strong><br />
O padrão repete um fenómeno já observado nas intercalares de 2018, quando a deslocação do voto independente permitiu aos democratas recuperar a Câmara dos Representantes com mais de 40 lugares, apesar de Trump conservar uma base republicana sólida.</p>
<p>Entre os eleitores sem identificação partidária clara, os democratas surgem agora com vantagem de 49% contra 32% dos republicanos. Embora esta diferença não seja estrutural, revela-se suficiente para influenciar disputas em distritos competitivos.</p>
<p>Importa sublinhar que, nos Estados Unidos, as mudanças eleitorais raramente se traduzem numa transferência direta de votos entre partidos. O mais comum é a desmobilização: eleitores que hesitam, adiam decisões ou reduzem o envolvimento político. Esse comportamento, menos visível do que uma mudança declarada de partido, pode ser determinante no apuramento final.</p>
<p><strong>Economia deixa de ser trunfo</strong><br />
O eixo central do desgaste situa-se na economia. Trump construiu o seu regresso ao poder com a promessa de controlar a inflação e estabilizar o custo de vida, num contexto em que o bolso dos eleitores assumia prioridade absoluta.</p>
<p>Contudo, a aprovação da sua gestão económica deteriorou-se, sobretudo nos indicadores mais sensíveis. Apenas 27% aprovam a forma como lida com a inflação e 23% avaliam positivamente a sua atuação face ao aumento do custo de vida.</p>
<p>Num país onde o desempenho económico é tradicionalmente o principal critério de voto, estes números têm um peso que ultrapassa a mera avaliação técnica: afetam diretamente a credibilidade política. Acresce que o Partido Republicano tem, historicamente, beneficiado de uma perceção de maior competência económica (aquilo que na ciência política norte-americana se designa por “issue ownership”). Essa vantagem praticamente desapareceu, deixando o eleitorado dividido.</p>
<p>Para muitos independentes, esse empate equivale a retirar o benefício da dúvida ao Presidente.</p>
<p><strong>Guerra com o Irão agrava pressão</strong><br />
A política externa acrescentou um novo fator de instabilidade. A guerra com o Irão intensificou a pressão sobre os preços da energia, transferindo a dimensão geopolítica para o quotidiano dos eleitores.</p>
<p>O aumento do combustível tornou-se um símbolo desse impacto: pela primeira vez desde 2022, o preço ultrapassou os quatro dólares por galão. A intervenção militar é rejeitada por 66% dos norte-americanos, sendo maioritariamente vista como um risco económico adicional.</p>
<p>Para o eleitorado menos ideologizado, a ligação entre decisões externas e aumento do custo de vida produz efeitos políticos rápidos. A experiência quotidiana prevalece sobre indicadores macroeconómicos e, neste momento, a perceção dominante continua a ser de encarecimento generalizado.</p>
<p><strong>Desgaste pessoal e dúvidas sobre liderança</strong><br />
Para além da economia, cresce o desgaste na avaliação pessoal do Presidente. As sondagens indicam dúvidas crescentes sobre a sua acuidade mental, estado de saúde e processo de tomada de decisão.</p>
<p>Mais de 70% dos norte-americanos não o consideram honesto e uma maioria também não o vê como um líder forte, uma combinação particularmente prejudicial num contexto de incerteza interna e externa.</p>
<p>Este tipo de avaliação enquadra-se no que os analistas designam por “valence politics”: não se discute tanto o conteúdo das propostas, mas a perceção de competência, estabilidade e credibilidade. É precisamente nesse domínio que o enfraquecimento de Trump se torna mais evidente.</p>
<p><strong>Vantagem democrata, mas sem domínio claro</strong><br />
Na corrida ao Congresso, os democratas detêm atualmente uma vantagem de cinco pontos percentuais, diferença que sobe para nove pontos entre os eleitores mais mobilizados. Ainda assim, essa margem não garante uma maioria confortável.</p>
<p>O motivo é claro: o afastamento de Trump não se traduz automaticamente em adesão ao Partido Democrata. Uma parte relevante do eleitorado continua a considerar os democratas excessivamente liberais, o que limita a capacidade de absorver todo o descontentamento.</p>
<p>Entre 27% e 33% dos eleitores declaram não confiar em nenhum dos dois partidos para gerir questões essenciais, sinalizando um aumento da desfiliação política.</p>
<p>O quadro atual não aponta para uma mudança abrupta de maiorias, mas evidencia uma fragilidade crescente. Os democratas mostram maior predisposição para votar, enquanto no campo republicano se observa uma clivagem entre o núcleo mais alinhado com Trump e setores menos mobilizados.</p>
<p>Esta combinação (desafeição no centro e assimetria na mobilização) pode amplificar perdas marginais nos distritos decisivos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761645]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Concorrência notificada da compra da Cordvida e da Stamcriovitae pela Stemlab</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-notificada-da-compra-da-cordvida-e-da-stamcriovitae-pela-stemlab/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) informou ter sido notificada em 04 de maio da compra das empresas de criopreservação de células estaminais Cordvida e Stamcriovitae pela Stemlab.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) informou ter sido notificada em 04 de maio da compra das empresas de criopreservação de células estaminais Cordvida e Stamcriovitae pela Stemlab. </P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição pela Stemlab, S.A. do controlo exclusivo sobre a Cordvida Portugal, Lda. e a sua participada, Stamcriovitae, Lda., que, por sua vez, detém a Bebévida &#8212; Ciências para a Vida, S.A.&#8221;, lê-se em comunicado. </P><br />
<P>De acordo com o regulador, a Stemlab é uma sociedade que atua no setor da criopreservação de células estaminais, prestando serviços de análise, processamento e criopreservação de células estaminais, dispondo de instalações próprias.</P><br />
<P>Já a Cordvida e a Stamcriovitae são sociedades que indiretamente, atuam no setor da criopreservação de células estaminais, prestando serviços de análise, processamento e criopreservação de células estaminais.</P><br />
<P>Quaisquer observações devem ser remetidas à Autoridade da Concorrência, no prazo de 10 dias úteis contados da publicação do presente aviso.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761664]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Porto vai ter uma nova via de cintura externa entre a VCI e a CREP/A41</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/porto-vai-ter-uma-nova-via-de-cintura-externa-entre-a-vci-e-a-crep-a41/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Porto vai ter uma nova via de cintura externa que será uma "ligação intermédia" entre a Via de Cintura Interna (VCI) e a Circular Regional Exterior do Porto (CREP/A41), foi hoje conhecido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Porto vai ter uma nova via de cintura externa que será uma &#8220;ligação intermédia&#8221; entre a Via de Cintura Interna (VCI) e a Circular Regional Exterior do Porto (CREP/A41), foi hoje conhecido.</P><br />
<P>O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, que afirmou que esta via será &#8220;uma alternativa à VCI, que possa fazer o trânsito entre o Sul e o Norte relativamente à travessia da cidade do Porto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se perspetivar-mos esta intervenção à luz também da resolução do nó de ligação de Francos na VCI, poderemos estar na presença da maior transformação de trânsito, de capacidade de escoamento do Porto, da Área Metropolitana, mas da cidade em particular&#8221;, acrescentou o primeiro-ministro, após uma reunião de cerca de duas horas com os presidentes das câmaras do Porto e de Lisboa, Pedro Duarte e Carlos Moeda, respetivamente.</P><br />
<P>Ainda no âmbito da mobilidade no Porto, o primeiro-ministro afirmou ainda estar a ser trabalhada uma &#8220;rede complementar à rede de metro, de transporte urbano, sustentável&#8221; que seja capaz de &#8220;incorporar soluções economicamente viáveis e naturalmente socialmente compatíveis com o desejo de todos serem beneficiados no território por transportes públicos de qualidade, amigos do ambiente, que possam projetar maior mobilidade&#8221;, mas sem avançar com mais pormenores.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761663]]></sapo:autor>
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		<title>Morte de idoso durante greve do INEM arquivada por falta de relação direta com atrasos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:04:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O inquérito-crime à morte de um idoso em Mogadouro durante a greve de técnicos do INEM, em 2024, foi arquivado por não ser certo que o óbito tenha decorrido "direta e exclusivamente" de atrasos no atendimento 112.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O inquérito-crime à morte de um idoso em Mogadouro durante a greve de técnicos do INEM, em 2024, foi arquivado por não ser certo que o óbito tenha decorrido &#8220;direta e exclusivamente&#8221; de atrasos no atendimento 112.</P><br />
<P>No despacho de arquivamento do inquérito, ao qual a Lusa teve hoje acesso, o Ministério Público de Bragança confirma que as duas chamadas realizadas para o 112 por amigos de um homem de 84 anos que, em 02 de novembro de 2024, se engasgou com um pedaço de carne ao almoçar num restaurante em Mogadouro, distrito de Bragança, não foram atendidas no Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).</P><br />
<P>No entanto, sustenta que &#8220;não é certo&#8221; que &#8220;o desfecho fatal verificado seja direta e exclusivamente devido ao atraso no atendimento daquelas chamadas&#8221;.</P><br />
<P>Na altura, o idoso começou por ser transportado ao centro de saúde de Mogadouro, já inconsciente, no carro de um amigo, que, a meio do caminho, se cruzou com uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro, que acabaram por realizar o transporte até à unidade de saúde.</P><br />
<P>Entre a primeira chamada e o momento em que o homem foi entregue ao cuidado da corporação decorreram, segundo o despacho, 11 minutos, tendo a vítima dado entrada na urgência &#8220;15 ou 18 minutos após a primeira tentativa de contacto com o CODU&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Pese embora não seja de desvalorizar a citada ausência de resposta, cremos que dificilmente seria possível encurtar de modo significativo (i.e., de modo a evitar o desfecho fatal) o tempo de atendimento à vítima, considerando as regras da experiência e os tempos habituais que medeiam entre a saída dos meios de socorro, o início das manobras de assistência e o transporte até ao estabelecimento de saúde mais próximo&#8221;, defende a procuradora.</P><br />
<P>No despacho proferido em 09 de fevereiro de 2026, a magistrada invoca ainda um parecer do Conselho Médico-Legal que refere que &#8220;não seria certo e seguro que a vítima sobreviveria&#8221;, mesmo que o engasgamento tivesse ocorrido dentro de um hospital e fosse prontamente assistida.</P><br />
<P>Em setembro de 2025, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) concluiu que a morte do idoso, utente de um lar em Freixo de Espada à Cinta, poderia estar relacionada com o atraso no atendimento pelo CODU, tendo o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) aberto um processo disciplinar ao médico regulador do CODU da Delegação do Norte, anunciou o então presidente do organismo, Sérgio Janeiro.</P><br />
<P>Em causa está o facto de o médico ter acionado uma Ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) e não uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) para transportar o doente do centro de saúde de Mogadouro para o Hospital de Bragança, onde acabaria por morrer em 08 de novembro de 2024, de &#8220;pneumonia aguda de aspiração bilateral, após obstrução da via aérea por corpo estranho&#8221;.</P><br />
<P>Para o Ministério Público, considerando que o idoso &#8220;manteve um quadro clínico estável&#8221; e que &#8220;o dano neurológico já estaria produzido&#8221;, o transporte numa VMER não teria &#8220;alterado a evolução do quadro clínico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Uma vez mais, mostra-se inviável estabelecer um nexo de causalidade entre a conduta descrita e o resultado verificado e, na ausência de nexo causal, não é possível atribuir qualquer responsabilidade criminal [ao médico], independentemente de eventual responsabilidade disciplinar que lhe venha a ser imputada&#8221;, conclui.</P><br />
<P>No inquérito, estava em investigação a possível prática dos crimes de omissão de auxílio e de homicídio negligente.</P><br />
<P>No total, o Ministério Público abriu em todo o país seis inquéritos às mortes por alegada falta de socorro durante a greve de técnicos do INEM, no final de 2024, tendo sido todos arquivados, informou na semana passada a Procuradoria-Geral da República.</P><br />
<P>  Em setembro de 2025, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) concluiu as investigações a 12 mortes registadas durante greves dos técnicos de emergência pré-hospitalar no outono de 2024 e em três delas associou os óbitos a atrasos no socorro.</P><br />
<P></P><br />
<P>IB (RCV/JML/SO) // FPA</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761623]]></sapo:autor>
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		<title>Agente que terá avisado detidos da esquadra do Rato não estava na investigação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:03:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O agente que terá avisado os polícias da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, de que estavam sob investigação, não fazia parte da equipa de investigação, esclareceram hoje a PSP e a Procuradoria-Geral da República (PGR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O agente que terá avisado os polícias da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, de que estavam sob investigação, não fazia parte da equipa de investigação, esclareceram hoje a PSP e a Procuradoria-Geral da República (PGR).</P><br />
<P>Em comunicado, a PSP e a PGR explicaram que a alegada fuga de informação &#8220;foi objeto de imediata reação da PSP&#8221; e &#8220;o suposto autor, que não integrava a equipa de investigação do inquérito, foi já identificado e foram adotadas as medidas, no caso justificadas&#8221;.</P><br />
<P>Na segunda-feira, fonte oficial da PSP adiantou que foi aberto um processo disciplinar ao agente, tendo sido também feita &#8220;a transferência do seu local de trabalho pelo Comandante do Comando Metropolitano de Lisboa&#8221;. </P><br />
<P>A PSP referiu também que se seguirão &#8220;diligências em termos processuais penais e disciplinares para apuramento dos factos imputados ao suspeito&#8221;.</P><br />
<P>A abertura deste processo surge após a TVI/CNN ter noticiado no sábado que um agente terá violado o segredo de justiça e transmitido informações sobre a investigação a pelo menos um dos suspeitos, que informou os colegas. </P><br />
<P>Isso permitiu aos polícias saberem alguns dos locais que iriam ser alvo de buscas, pedir aconselhamento a advogados e, em pelo menos um caso, pedir baixa médica no dia antes da operação.</P><br />
<P>A PSP sublinhou ainda, na mesma resposta enviada na segunda-feira, que a investigação teve início com base numa denúncia efetuada pela PSP ao Ministério Público, tendo coadjuvado o MP desde o início em todas as fases do processo de inquérito, assim como na execução de diversas diligências processuais, nomeadamente buscas domiciliárias e não domiciliárias, detenções e apreensões, que culminaram até ao momento com a aplicação, entre outras, de prisão preventiva para 13 polícias.</P><br />
<P>Na semana passada, a PSP e o MP realizaram a terceira operação no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra do Rato, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno.</P><br />
<P>Um dos agentes foi libertado logo depois da detenção e o civil saiu em liberdade na quinta-feira, depois de o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de &#8216;habeas corpus&#8217; por detenção ilegal.</P><br />
<P>Dos restantes 14 polícias, o tribunal decidiu na segunda-feira aplicar a quatro a medida de coação de prisão preventiva, medida que poderá passar a domiciliária, por um crime de abuso de poder e dois crimes de tortura, tendo os restantes 10 ficado em liberdade, dois dos quais foram suspensos de funções e proibidos de contactar com os ofendidos por suspeitas de um crime de abuso de poder e um crime de tortura.</P><br />
<P>Com a detenção destes 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumentou para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes</P><br />
<P>As primeiras duas detenções ocorreram em julho de 2025 e outras sete em março de 2026, estando os nove polícias em prisão preventiva.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761602]]></sapo:autor>
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		<title>Governar dados é governar o futuro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governar-dados-e-governar-o-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:01:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Rui Cruz, CEO da Opensoft]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Rui Cruz, CEO da Opensoft</strong></em></p>
<p>Numa era em que os dados se tornaram num dos ativos mais valiosos das organizações, geri-los de forma eficaz deixou de ser uma opção operacional e passou a ser uma prioridade estratégica. No caso do setor público, os dados sustentam políticas, decisões e serviços que impactam diretamente a vida dos cidadãos. Nesse contexto, a governação de dados não deve ser encarada como uma mera decisão técnica ou tendência passageira, mas sim como um pilar de maturidade institucional e de eficiência dos serviços.</p>
<p>Uma governação eficaz exige políticas claras, responsabilidades definidas e processos que assegurem integridade, confiança e utilização ética da informação. O verdadeiro valor dos dados não reside apenas na sua existência, mas na sua fiabilidade e na capacidade de os transformar em conhecimento útil. Sem esta base, qualquer estratégia de transformação digital torna-se frágil, especialmente quando assenta em sistemas que não comunicam de forma integrada.</p>
<p>Iniciativas como o princípio <em>Once-Only</em> reforçam este enquadramento, permitindo que cidadãos e empresas forneçam informação apenas uma vez, assegurando que os dados sejam utilizados de forma integrada e confiável dentro das organizações. Esta prática fortalece a transparência, estimula a inovação e reforça a capacidade institucional de fundamentar decisões em evidência sólida, ilustrando como a governação de dados se traduz em impacto concreto nos serviços públicos.</p>
<p>Embora iniciativas como esta demonstrem o impacto da governação de dados, o verdadeiro desafio vai além da regulamentação: é a tradução dessas práticas em medidas concretas de proteção, garantindo que os dados sejam efetivamente seguros e fiáveis.</p>
<p>Partilhar exige proteção. A gestão rigorosa de acessos, a encriptação e os mecanismos de auditoria são condições essenciais para garantir confiança institucional e salvaguardar direitos fundamentais. Contudo, a proteção só é eficaz quando acompanhada por qualidade e interoperabilidade, asseguradas através de validação contínua, atualização sistemática e alinhamento técnico e semântico entre sistemas.</p>
<p>Quando a qualidade, segurança e integração convergem, a governação de dados deixa de ser um exercício técnico e assume uma dimensão plenamente estratégica. Promover literacia de dados, clarificar responsabilidades e fomentar uma cultura organizacional orientada para a evidência são passos decisivos para transformar informação em valor público, impulsionar decisões mais fundamentadas, serviços mais eficazes e consolidar a confiança da sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Rui Cruz, CEO da Opensoft]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de cem enfermeiros protestam em Lisboa em dia de greve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:01:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 enfermeiros de todo o país exigem hoje em Lisboa o aumento de salários e protestam contra o banco de horas, num dia de greve nacional convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 100 enfermeiros de todo o país exigem hoje em Lisboa o aumento de salários e protestam contra o banco de horas, num dia de greve nacional convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).</P><br />
<P>&#8220;É urgente e necessário o aumento de salário&#8221;, &#8220;Governo escuta enfermeiros estão em luta&#8221; e &#8220;35 horas para todos sem demoras, eram alguns dos gritos que se ouviam durante a manifestação.</P><br />
<P>Os enfermeiros começaram a concentrar-se no Campo Pequeno, em Lisboa, pelas 10:30 e às 11:50 já tinham chegado ao Ministério da Saúde, de quem esperam uma reunião sobre a contagem de pontos para a progressão na carreira, depois da greve de hoje. </P><br />
<P>&#8220;Esperamos que o Ministério da Saúde, depois desta greve, desta manifestação do Dia Internacional do Enfermeiro, nos convoque para uma reunião, designadamente sobre a questão da contagem de pontos por avaliação de desempenho&#8221;, disse à Lusa o presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), José Carlos Martins, durante a concentração. </P><br />
<P>Segundo o presidente do SEP, a adesão à greve de enfermeiros dos setores público, privado e social, será elevada, sobretudo nos centros de saúde e nas consultas externas. </P><br />
<P>&#8220;É expectável uma elevada adesão à greve, desde logo nos Centros de Saúde e nas consultas externas, onde os enfermeiros não têm o dever legal de comparecer, nos blocos operatórios, onde haverá vários encerrados e, portanto, necessidade da reprogramação das próprias cirurgias&#8221;, disse o responsável, garantindo que os serviços mínimos estão assegurados.</P><br />
<P>De acordo com a estrutura sindical, trata-se de uma &#8220;greve nacional de toda a enfermagem portuguesa&#8221;, permitindo que todos os enfermeiros estejam cobertos pelo pré-aviso, independentemente do setor em que exercem a sua atividade. </P><br />
<P>Coincidindo com o Dia Internacional do Enfermeiro, a greve pretende reivindicar, entre outras medidas, a contratação de mais profissionais, o fim dos contratos precários e o pagamento dos retroativos entre 2018 e 2021 referentes à progressão na carreira. </P><br />
<P>O SEP exige ainda um horário de 35 horas semanais para todos os enfermeiros, assim como a rejeição do pacote laboral que o Governo pretende implementar e da proposta que está em negociação de um novo Acordo Coletivo de Trabalho, alegando que &#8220;visa retirar rendimento aos enfermeiros&#8221;, agravando os &#8220;problemas já hoje existentes&#8221;. </P><br />
<P>O sindicato decidiu avançar para a greve como forma de reclamar uma avaliação do desempenho &#8220;justa, sem quotas e objetiva&#8221;, que avalie cada enfermeiro com base na prestação de cuidados e de acordo com as suas competências e funções. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761593]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro anuncia reforço de 400 agentes da PSP para Lisboa e Porto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/montenegro-anuncia-reforco-de-400-agentes-da-psp-para-lisboa-e-porto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:00:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou hoje que o Governao vai reforçar os comandos metropolitanos da PSP do Porto e de Lisboa com 200 novos agentes para cada uma destas estruturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou hoje que o Governao vai reforçar os comandos metropolitanos da PSP do Porto e de Lisboa com 200 novos agentes para cada uma destas estruturas.</P><br />
<P>Luís Montenegro falava após uma &#8220;reunião extremamente produtiva&#8221; com os presidentes das autarquias de Lisboa e do Porto, Carlos Moeda e Pedro Duarte, após a qual afirmou que o tema da segurança &#8220;tem sido um assunto dominante&#8221; das suas conversas com estes autarcas.</P><br />
<P>Haverá ainda um reforço das ações de patrulhamento do corpo de intervenção da PSP nestas duas cidades, nomeadamente nas zonas de &#8220;maior implicação&#8221; do ponto de vista criminal.</P><br />
<P>Montenegro avançou ainda que está a ser preparada uma &#8220;reorganização dos serviços prestados&#8221; nas esquadras da PSP do Porto, Lisboa e Setúbal, para libertar cerca de 500 agentes para &#8220;funções de patrulhamento&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761627]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente do Tribunal Constitucional comunica renúncia às funções</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-do-tribunal-constitucional-comunica-renuncia-as-funcoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:59:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[José João Abrantes]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Constitucional (TC), José João Abrantes, comunicou hoje que decidiu renunciar às funções de juiz deste tribunal, com efeitos a partir da posse do seu substituto, por "razões pessoais e institucionais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Tribunal Constitucional (TC), José João Abrantes, comunicou hoje que decidiu renunciar às funções de juiz deste tribunal, com efeitos a partir da posse do seu substituto, por &#8220;razões pessoais e institucionais&#8221;.</P><br />
<P>José João Abrantes, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, especialista em direito do trabalho, é juiz do TC desde julho de 2020. Foi eleito presidente do TC em 26 de abril de 2023.</P><br />
<P>Contando com esta renúncia, o parlamento deverá agora eleger quatro novos juízes para o TC, para substituir José António Teles Pereira e Gonçalo Almeida Ribeiro, que saíram por renúncia após ultrapassar os nove anos de mandato, Joana Fernandes Costa, que também já ultrapassou os nove anos de mandato, e José João Abrantes.</P><br />
<P>&#8220;Comuniquei hoje ao plenário do Tribunal a renúncia aos cargos de presidente e juiz conselheiro do TC, com efeitos a partir da tomada de posse do juiz conselheiro que a Assembleia da República vier a eleger para ocupar a vaga agora criada&#8221;, lê-se numa nota à comunicação social assinada por José João Abrantes.</P><br />
<P>Neste comunicado, o juiz e presidente do TC afirma que decidiu renunciar às suas funções &#8220;com sentido de responsabilidade e respeitando práticas estabelecidas que têm contribuído para a solidez institucional do Tribunal&#8221;.</P><br />
<P>José João Abrantes refere que, &#8220;na base desta decisão, tomada já há algum tempo, estão exclusivamente razões pessoais e institucionais, nada tendo ela a ver com quaisquer outras circunstâncias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não o fiz mais cedo, embora, em momento oportuno, tenha comunicado aos meus colegas esta intenção, porque não teria sido responsável da minha parte desencadear a eleição de um novo presidente com quatro juízes que estariam de saída, tal como o não seria deixar o Tribunal apenas com dez juízes&#8221;, justifica.</P><br />
<P>O presidente do TC invoca ainda os &#8220;processos de fiscalização preventiva da constitucionalidade e processos eleitorais (eleições autárquicas e eleições presidenciais)&#8221;, para justificar o momento escolhido para a sua renúncia, que considera ser &#8220;o mais adequado à melhor defesa dos interesses do Tribunal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vou sair com a consciência do dever cumprido. O TC, mantendo a preocupação de preservar um relacionamento imaculado com os demais poderes, assente no escrupuloso respeito mútuo das competências de cada um, nunca abdicou de exercer, em toda a plenitude, os seus poderes próprios de apreciação da validade das normas, à luz, tão só, dos autónomos critérios valorativos da Constituição, dando assim continuidade à consolidação de uma justiça constitucional à altura das exigências do Estado de direito democrático&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Dos quatro juízes a substituir pelo parlamento, José António Teles Pereira e Gonçalo Almeida Ribeiro, que renunciaram ao cargo em 01 de outubro do ano passado, tinham sido eleitos por proposta do PSD, enquanto Joana Fernandes Costa e José João Abrantes foram eleitos por proposta do PS.</P><br />
<P>Se a renúncia de José João Abrantes tivesse efeitos imediatos, os atuais juízes do TC teriam de eleger já um novo presidente. Assim, essa eleição só ocorrerá após a posse dos novos juízes a eleger pelo parlamento.</P><br />
<P>Nos termos da lei, o presidente e o vice-presidente do TC são eleitos por voto secreto, para exercer funções por quatro anos e meio, período equivalente a metade do mandato de um juiz do TC.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761639]]></sapo:autor>
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		<title>Um minuto com… Maria João Carioca, co-CEO da Galp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[30ª Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[XXX Conferência Executive Digest]]></category>
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					<description><![CDATA[Maria João Carioca considera que, o que falta a Portugal para se tornar verdadeiramente extraordinário é resiliência e persistência em tomar decisões difíceis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Maria João Carioca considera que, o que falta a Portugal para se tornar verdadeiramente extraordinário é resiliência e persistência em tomar decisões difíceis.</p>
<p>A co-CEO da Galp foi uma dos oradoras convidadas da XXX Conferência Executive Digest.</p>
<p>Veja aqui o testemunho:</p>
<p><iframe title="05 Maria João Carioca ENT" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/yCkfSHPnQkI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A XXX Conferência Executive Digest decorreu no dia 15 de Abril, na Culturgest, sob o tema “Os caminhos para um Portugal Extraordinário”, e conta com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, Delta Q, Fidelidade, MC Sonae, Nova SBE, Randstad, Recordati, Steelcase, Tabaqueira/Philip Morris, Unilever, CTT, Lusíadas Saúde, Vodafone, Galp, e ainda com a parceria da Neurónio Criativo, Sapo, SENO. A Sociedade Ponto Verde foi o Parceiro de Sustentabilidade do evento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761632]]></sapo:autor>
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		<title>UE avança com plano para garantir abastecimento de mais de 300 medicamentos essenciais (e evitar escassez como na pandemia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:55:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia vai passar a constituir reservas estratégicas de medicamentos essenciais e a investir na produção interna de fármacos considerados críticos, numa tentativa de evitar novas ruturas de abastecimento e a repetição das compras em pânico registadas durante a pandemia de Covid-19.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia vai passar a constituir reservas estratégicas de medicamentos essenciais e a investir na produção interna de fármacos considerados críticos, numa tentativa de evitar novas ruturas de abastecimento e a repetição das compras em pânico registadas durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>O acordo político sobre a chamada Lei dos Medicamentos Críticos foi alcançado esta terça-feira entre legisladores e governos dos Estados-membros, num esforço para pôr termo à escassez persistente de medicamentos fundamentais e reduzir a dependência de importações, ainda que tal possa traduzir-se num aumento de custos, segundo avança o Financial Times.</p>
<p>“Os doentes não devem ter de se preocupar se medicamentos críticos como antibióticos estarão disponíveis na sua farmácia ou hospital”, afirmou Neophytos Charalambides, ministro da Saúde do Chipre, país que detém atualmente a presidência rotativa do Conselho da UE.</p>
<p>Segundo o governante, “com o acordo de hoje, estamos a tomar medidas práticas para reduzir as nossas vulnerabilidades, diversificar as cadeias de abastecimento e reforçar a capacidade da Europa para produzir medicamentos críticos e os seus ingredientes mais perto de casa”.</p>
<p>A nova legislação obriga as autoridades públicas a terem em conta a segurança de abastecimento (e não apenas o preço) na aquisição de medicamentos críticos. Os governos poderão subsidiar novas fábricas para a produção de princípios ativos ou dos próprios medicamentos e será introduzida uma cláusula de “preferência europeia” destinada a incentivar os fabricantes a produzirem dentro do espaço comunitário.</p>
<p><strong>Mais de 300 medicamentos na lista europeia</strong><br />
A lista europeia de medicamentos críticos inclui mais de 300 fármacos, entre os quais paracetamol, morfina e insulina. Actualmente, o bloco comunitário produz apenas cerca de um quarto dos ingredientes essenciais utilizados na indústria farmacêutica — os chamados princípios activos (APIs, na sigla inglesa).</p>
<p>A dependência externa é significativa: a China fornece mais de 40% das importações europeias de APIs em volume, enquanto a Índia representa cerca de 20%. Durante a pandemia de coronavírus, restrições às exportações impostas por alguns fornecedores provocaram ruturas no mercado europeu, situação cujos efeitos ainda persistem. Neste momento, 31 medicamentos, incluindo insulina e tratamentos para a asma, encontram-se em escassez.</p>
<p><strong>Compras conjuntas e transparência nos stocks</strong><br />
Inspirando-se na estratégia utilizada para a aquisição conjunta de vacinas contra a Covid-19, qualquer grupo de cinco ou mais Estados-membros poderá solicitar à Comissão Europeia que proceda à compra colectiva de medicamentos.</p>
<p>Os países terão de ser transparentes quanto aos seus níveis de armazenamento, embora a partilha de reservas com outros Estados permaneça voluntária.</p>
<p>Agustín Reyna, director-geral da organização europeia de consumidores BEUC, considerou que “facilitar a compra conjunta de medicamentos pelos Estados-membros permitirá também um acesso mais equitativo”. Acrescentou ainda que “a situação actual melhora, uma vez que os hospitais públicos terão de considerar a segurança do abastecimento, para além do preço dos medicamentos, nos seus processos de aquisição”.</p>
<p><strong>Custos e impacto na competitividade</strong><br />
Apesar do consenso político, há reservas quanto ao impacto financeiro da iniciativa. Sistemas de saúde já pressionados pelo envelhecimento da população e pelo aumento da procura poderão enfrentar dificuldades para financiar produção europeia, tradicionalmente mais cara do que as importações.</p>
<p>Um alto responsável da Comissão Europeia alertou: “Não devemos ter ilusões — há um preço a pagar pela segurança do abastecimento e pela resiliência das cadeias de fornecimento.”</p>
<p>Por seu turno, a indústria farmacêutica tem advertido que uma maior intervenção estatal poderá prejudicar a competitividade e a inovação no sector.</p>
<p>O acordo político alcançado terá agora de ser formalmente aprovado numa votação no Parlamento Europeu antes de entrar definitivamente em vigor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761619]]></sapo:autor>
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		<title>Greenvolt vai instalar mais de 4.500 painéis solares nas fábricas da gigante nortenha TMG Automotive</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:30:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Greenvolt Next, empresa do Grupo Greenvolt, assinou um acordo com a TMG Automotive para o desenvolvimento de dois projetos de autoconsumo em unidades industriais localizadas em Guimarães e Vila Nova de Famalicão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Greenvolt Next, empresa do Grupo Greenvolt, assinou um acordo com a TMG Automotive para o desenvolvimento de dois projetos de autoconsumo em unidades industriais localizadas em Guimarães e Vila Nova de Famalicão.</p>
<p>A TMG Automotive, uma das maiores fabricantes europeias de interiores para a indústria automóvel, vai assim reforçar a sua estratégia de transição energética com a instalação de mais de 4.500 módulos fotovoltaicos, totalizando uma capacidade instalada de 2,7 MWp. A produção anual estimada ronda os 3,7 GWh de energia limpa, permitindo evitar cerca de 340 toneladas de emissões de CO₂ por ano.</p>
<p>Os projetos serão implementados nas coberturas e parques de estacionamento das unidades industriais de Ponte (Guimarães) e São Cosme do Vale (Vila Nova de Famalicão). Na primeira unidade serão instalados 2.127 módulos solares, correspondentes a 1,28 MWp, enquanto na segunda serão colocados 2.433 módulos, com uma potência de 1,44 MWp.</p>
<p>Para além da capacidade de geração, os sistemas integram soluções avançadas de segurança, incluindo otimizadores de energia que permitem o corte automático da corrente à saída de cada módulo em caso de emergência, reforçando a proteção das infraestruturas industriais.</p>
<p>“O reforço da autonomia energética assume hoje um papel crítico e cada vez mais estratégico para as empresas. Soluções de autoconsumo, como estas, permitem reduzir custos, reforçar a previsibilidade operacional e contribuir simultaneamente para a descarbonização da economia”, afirma João Manso Neto, CEO do Grupo Greenvolt.</p>
<p>Por seu lado, Manuel Gonçalves, Administrador da TMG Automotive, sublinha que “este projeto representa mais um passo no nosso compromisso com a sustentabilidade, a eficiência e a segurança operacional”, destacando que a produção de energia renovável nas instalações permite “reforçar a autonomia energética e responder a uma exigência crescente do mercado por soluções industriais mais sustentáveis”.</p>
<p>Já Pedro Carvalho, Managing Partner da Greenvolt Next Portugal, refere que a empresa está “muito satisfeita pela confiança depositada pela TMG Automotive”, sublinhando tratar-se de projetos com elevada exigência técnica e rigorosos padrões de segurança, refletindo a capacidade da Greenvolt Next para responder a contextos industriais complexos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761615]]></sapo:autor>
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		<title>Crioestaminal avança sobre dona da BebéVida em operação que pode concentrar mercado das células estaminais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:18:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Operação foi comunicada à AdC a 4 de maio de 2026 e será agora analisada pelo regulador, que terá de avaliar se a concentração pode criar ou reforçar uma posição dominante no mercado da criopreservação de células estaminais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Stemlab, empresa que opera sob a marca Crioestaminal, notificou a Autoridade da Concorrência da aquisição do controlo exclusivo da Cordvida Portugal e da sua participada Stamcriovitae, que por sua vez detém a BebéVida – Ciências para a Vida.</p>
<p>A operação foi comunicada à AdC a 4 de maio de 2026 e será agora analisada pelo regulador, que terá de avaliar se a concentração pode criar ou reforçar uma posição dominante no mercado da criopreservação de células estaminais.</p>
<p>Caso receba luz verde, o negócio poderá reforçar de forma significativa o peso da Crioestaminal num setor onde a empresa já surge como uma das principais referências em Portugal.</p>
<p><strong>O que está em causa?</strong></p>
<p>A operação consiste na compra, pela Stemlab, do controlo exclusivo sobre a Cordvida Portugal e a Stamcriovitae.</p>
<p>A Stamcriovitae detém a BebéVida, outra empresa ligada ao setor da criopreservação de células estaminais.</p>
<p>Na prática, a dona da Crioestaminal pretende integrar operadores que atuam no mesmo mercado, com serviços de análise, processamento e criopreservação de células estaminais, incluindo sangue e tecido do cordão umbilical.</p>
<p>Estas empresas dispõem de instalações próprias para armazenamento de componentes biológicos, um dos pontos centrais deste tipo de atividade.</p>
<p><strong>Quem é a Crioestaminal?</strong></p>
<p>A Crioestaminal foi criada em 2003 por um grupo de investigadores da Universidade de Coimbra, com o objetivo de prestar serviços de criopreservação de células estaminais do sangue do cordão umbilical.</p>
<p>Estas células podem ser armazenadas para eventual utilização futura no tratamento de determinadas doenças.</p>
<p>Em 2018, a Crioestaminal foi adquirida pelo grupo polaco Famicord, que mais tarde passou a integrar a alemã Vita 34 AG.</p>
<p>Esta integração criou o maior banco de células estaminais da Europa, com presença em 34 países e receitas de 88,2 milhões de euros em 2025.</p>
<p><strong>Um mercado que já vinha a consolidar-se</strong></p>
<p>Esta não é a primeira operação de consolidação protagonizada pela Crioestaminal no mercado português.</p>
<p>Em 2019, a Stemlab comprou a Bébécord, também ativa na criopreservação de células estaminais, a Bébé4D, ligada a serviços de imagiologia através de ecografias 3D e 4D, e ativos da MedicalMedia II, empresa dedicada à realização de eventos, congressos e palestras para futuros pais, bem como a serviços de promoção e publicidade.</p>
<p>Na altura, segundo informação prestada à Autoridade da Concorrência, a consolidação com a Bébécord criava um operador com uma quota de mercado entre 60% e 70%, com base em dados de 2017.</p>
<p>A BebéVida surgia então com uma quota estimada entre 20% e 30%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761604]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novo pacote fiscal para a habitação já foi promulgado: O que muda no IRS, IVA e IMT (e não só)?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/novo-pacote-fiscal-para-a-habitacao-ja-foi-promulgado-o-que-muda-no-irs-iva-e-imt-e-nao-so/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[habitação]]></category>
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		<category><![CDATA[pacote fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República promulgou o decreto-lei do Governo que concretiza o chamado “choque fiscal” para a habitação, permitindo a entrada em vigor de um conjunto alargado de benefícios fiscais destinados a estimular a oferta de casas para venda e arrendamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República promulgou o decreto-lei do Governo que concretiza o chamado “choque fiscal” para a habitação, permitindo a entrada em vigor de um conjunto alargado de benefícios fiscais destinados a estimular a oferta de casas para venda e arrendamento. Falta apenas a publicação em Diário da República para que as novas regras produzam efeitos.</p>
<p>Numa nota divulgada no site da Presidência, pode ler-se que “o Presidente da República promulgou o diploma do Governo que, no uso da autorização concedida pela Lei n.º 9-A/2026, de 6 de março, aprova medidas de desagravamento fiscal para o fomento de oferta de habitação”. O decreto reduz o IVA da construção para 6% em determinadas situações e baixa a taxa autónoma de IRS sobre rendimentos prediais de 25% para 10% quando estejam em causa rendas consideradas moderadas.</p>
<p>Fique a conhecer no explicador abaixo todas as principais alterações.</p>
<p><strong>O que é o novo pacote fiscal para a habitação?</strong><br />
Trata-se de um conjunto de medidas de desagravamento fiscal, anunciado pelo Governo em setembro do ano passado, com o objectivo de aumentar a oferta de habitação para compra e arrendamento. O diploma deu entrada no Parlamento em dezembro sob a forma de pedido de autorização legislativa, aprovado em fevereiro graças à abstenção do Chega. A autorização foi promulgada e publicada em março, mas o decreto-lei de regulamentação ainda não tinha sido publicado, impedindo a aplicação prática das medidas — situação agora ultrapassada com a promulgação presidencial.</p>
<p>O pacote assenta num novo conceito criado pelo Governo: o de “preço moderado”, que serve de referência para a aplicação dos benefícios fiscais.</p>
<p><strong>O que é considerado preço ou renda moderada?</strong><br />
No caso da venda, será considerado “moderado” o preço até 660.982 euros. Este valor corresponde ao limite superior do 2.º escalão do IMT para habitação própria e permanente e ficará indexado às tabelas do imposto, que são actualizadas anualmente. Quando as medidas foram apresentadas, em 2025, o tecto rondava os 648 mil euros, mas a actualização das tabelas elevou o limite para mais de 660 mil euros antes mesmo da entrada em vigor do regime.</p>
<p>No arrendamento, será considerada renda moderada aquela que não ultrapasse 2,5 vezes o salário mínimo nacional em 2026, fixado em 920 euros. Na prática, o limite situa-se nos 2.300 euros mensais. Este valor poderá ser revisto por portaria dos ministérios das Finanças e da Habitação, tendo em conta o coeficiente anual de actualização das rendas previsto no Novo Regime do Arrendamento Urbano.</p>
<p><strong>Que benefícios fiscais passam a aplicar-se aos senhorios?</strong><br />
A principal medida é a redução da taxa autónoma de IRS sobre rendimentos prediais de 25% para 10% para quem pratique rendas até 2.300 euros mensais, independentemente de se tratar de contratos novos ou já existentes. A taxa reduzida aplica-se até 31 de dezembro de 2029.</p>
<p>No caso de empresas e empresários em nome individual com contabilidade organizada, apenas 50% das rendas habitacionais será considerado para efeitos de tributação em IRC ou na categoria B de IRS, também até ao final de 2029.</p>
<p>Está ainda prevista isenção de mais-valias em IRS na venda de habitação, desde que o valor obtido seja reinvestido em imóveis destinados ao arrendamento até 2.300 euros mensais. Se os imóveis forem detidos por empresas, metade dos rendimentos prediais conta para tributação em IRC.</p>
<p><strong>O que muda no IVA da construção?</strong><br />
A taxa de IVA baixa para 6% nas obras de construção de imóveis destinados a venda por preço até ao limite de “preço moderado” (actualmente 660.982 euros) ou a arrendamento até 2.300 euros mensais.</p>
<p>Para beneficiar da taxa reduzida na venda, o negócio deve concluir-se no prazo máximo de 24 meses após a emissão da licença de utilização ou de documentação equivalente que permita o início da utilização do imóvel.</p>
<p>É ainda criado um regime de restituição parcial de IVA para pessoas singulares, fora do âmbito da sua actividade profissional, que realizem obras em habitação própria e permanente entre 25 de setembro de 2025 e 31 de dezembro de 2029, com IVA exigível até 31 de dezembro de 2032.</p>
<p><strong>Há vantagens para inquilinos?</strong><br />
Sim. O limite da dedução anual das rendas em sede de IRS, actualmente fixado em 700 euros, aumenta para 900 euros em 2026 e para 1.000 euros a partir de 2027.</p>
<p>Mantém-se a possibilidade de dedução das rendas pagas ao abrigo de contratos de arrendamento habitacional, desde que devidamente registados. Desde 1 de agosto de 2025, os arrendatários podem comunicar à Autoridade Tributária os contratos de arrendamento caso o senhorio não o tenha feito dentro do prazo legal.</p>
<p><strong>O que muda no IMT e noutras áreas?</strong><br />
Para não residentes que adquiram imóveis destinados a habitação, a taxa de IMT passa a ser fixa nos 7,5%, sem isenções ou reduções.</p>
<p>Está igualmente prevista a redução da taxa sobre dividendos de fundos de investimento criados para construção de imóveis até ao limite de preço moderado, descendo de 25% para 5%.</p>
<p>Na primeira compra de habitação própria e permanente de custos controlados, poderá existir isenção de IMT, bem como dedução adicional em Imposto do Selo.</p>
<p><strong>Quando entram em vigor as medidas?</strong><br />
Com a promulgação presidencial, o diploma fica pronto para publicação em Diário da República, último passo formal antes da entrada em vigor. Vários dos benefícios têm natureza temporária, nomeadamente até 31 de dezembro de 2029, tornando determinante o momento da decisão para comprar, vender, arrendar ou realizar obras.</p>
<p>O Governo pretende, com este pacote fiscal, estimular a oferta de habitação, incentivar o arrendamento moderado e aliviar a carga fiscal associada à compra e construção de casa, numa resposta directa à crise habitacional que afecta o país.</p>
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		<item>
		<title>Maior empresa de eventos e espetáculos do sul da Europa reforça infraestrutura logística em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:02:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As novas instalações representam um passo importante na transição da empresa de uma estrutura logística centralizada para um modelo em rede]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europalco, principal fornecedora de soluções para eventos e espetáculos no sul da Europa, reforçou a sua infraestrutura logística em Portugal com uma ampliação significativa do seu armazém no Porto e a abertura de um novo armazém no Algarve, reforçando a sua capacidade para apoiar eventos com equipamento local, equipas técnicas e uma resposta regional mais rápida.</p>

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<p>As novas instalações representam um passo importante na transição da empresa de uma estrutura logística centralizada para um modelo em rede. Ao estabelecer bases operacionais permanentes em duas das principais regiões de eventos em Portugal, a Europalco aumenta a sua agilidade, melhora a sua flexibilidade e reduz a pegada de carbono associada ao transporte de longa distância de estruturas pesadas e equipamentos.</p>
<p>Os armazéns funcionarão como hubs logísticos locais, com stock permanente de equipamento audiovisual, mobiliário e estruturas para apoiar eventos no Norte e no Sul do país. A sua principal função é garantir que as montagens e o apoio técnico sejam realizados com recursos locais, reduzindo a dependência da sede da empresa em Sintra e tornando a execução dos projetos mais rápida e eficiente.</p>
<p>A expansão também apoia o ecossistema alargado da Europalco, com a Rise a operar no Algarve, e a New Audiovisuais e a AV Tech no Norte, incluindo o Porto, três empresas que fazem parte do ecossistema de empowerment da Europalco, permitindo que os pontos fortes de cada marca, desde a tecnologia audiovisual até às estruturas complexas, sejam disponibilizados localmente através de uma estrutura logística partilhada.</p>
<p>“Operar com infraestrutura local no Porto e no Algarve permite à Europalco responder com maior rapidez, consistência e eficiência em duas regiões estratégicas do país”, afirmou Pedro Magalhães, fundador e CEO da Europalco. “Representa também um passo importante na evolução do grupo para um modelo logístico mais ágil e sustentável em Portugal.”</p>
<p>Com stock e equipas técnicas sediados no Porto e no Algarve, a Europalco espera simplificar a logística, encurtar os tempos de montagem, melhorar a flexibilidade para alterações de última hora e gerir os recursos de transporte de forma mais eficiente.</p>
<p>O investimento reflete também a estratégia mais ampla de crescimento e consolidação da empresa em Portugal. Para além de dar resposta ao aumento do volume de negócio, a nova infraestrutura amplia a capacidade instalada da Europalco e reforça a sua capacidade para desenvolver projetos complexos em diferentes regiões sem as limitações de um modelo centralizado.</p>
<p>Para clientes e parceiros, esta expansão significa os mesmos padrões técnicos e a mesma consistência de serviço, agora apoiados por uma infraestrutura local mais robusta e por um acompanhamento operacional mais próximo em todo o país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761592]]></sapo:autor>
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		<title>Caça às garrafas &#8216;Volta&#8217;. Porque é que ainda é raro ver estas embalagens nos supermercados e cafés?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um mês após o arranque do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) para embalagens de bebidas, continuam a ser frequentes os relatos de consumidores que afirmam nunca ter visto uma garrafa com o símbolo Volta nas prateleiras dos supermercados ou na restauração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um mês após o arranque do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) para embalagens de bebidas, continuam a ser frequentes os relatos de consumidores que afirmam nunca ter visto uma garrafa com o símbolo Volta nas prateleiras dos supermercados ou na restauração. A explicação, segundo a entidade gestora, reside no período de transição em curso, durante o qual coexistem embalagens antigas e novas no mercado.</p>
<p>Leonardo Mathias, presidente da SDR Portugal, esclarece ao <a href="https://www.publico.pt/2026/05/12/azul/noticia/vi-garrafa-volta-razao-raro-embalagens-deposito-prateleiras-2174269" target="_blank" rel="noopener">Público</a> que o sistema entrou em vigor a 10 de Abril e atravessa até 9 de Agosto “um período de transição e de estabilização operacional”. Durante esta fase, os distribuidores e retalhistas estão ainda a escoar mercadorias adquiridas antes da implementação do mecanismo, o que justifica a presença significativa de embalagens sem o selo Volta nas lojas.</p>
<p>Segundo o responsável, as novas embalagens estão a surgir “a pouco e pouco”, prevendo-se uma aceleração ao longo de Maio e uma presença mais visível a partir de Junho. Leonardo Mathias assegura mesmo que “se ainda não viram uma embalagem Volta, verão com certeza a partir de Junho”. Até 10 de Agosto, quando termina oficialmente a transição, todas as garrafas abrangidas terão obrigatoriamente de exibir o símbolo do sistema.</p>
<p>O mecanismo aplica-se a embalagens de bebidas até três litros — em plástico, metal ou alumínio — que passam a incluir uma caução de dez cêntimos sempre que exibem o símbolo Volta, identificado por uma seta em forma de ferradura acompanhada da designação do sistema. Esse valor é devolvido ao consumidor quando a embalagem vazia, em bom estado, com tampa (quando aplicável) e código de barras legível, é depositada numa das máquinas instaladas para o efeito. Recipientes amassados ou danificados são rejeitados e não dão direito ao reembolso.</p>
<p>A reduzida visibilidade inicial explica-se também pela dimensão do mercado. Em Portugal circulam cerca de 2,1 mil milhões de embalagens por ano, o que corresponde a aproximadamente 175 milhões por mês. Em Abril, porém, não existiam ainda 175 milhões de unidades com selo Volta disponíveis, estimando Leonardo Mathias que “provavelmente 150, 160 milhões ou mais” correspondessem ainda a stocks antigos. Como a gestão de armazém segue o princípio de que o que entra primeiro sai primeiro, os produtos adquiridos antes da entrada em vigor do sistema continuam a chegar às prateleiras, dificultando a percepção imediata do novo modelo.</p>
<p>Do ponto de vista operacional, a SDR Portugal considera o arranque positivo. No dia 10 de Abril foram activadas entre 2.300 e 2.400 máquinas, todas operacionais, num universo que actualmente ronda as 2.500, com a expectativa de atingir perto de três mil. “Estamos contentes”, afirma o presidente da entidade, sublinhando que o essencial foi garantir o funcionamento do hardware e a integração informática com as redes do retalho logo no primeiro dia. Ainda assim, não foram divulgados números de recolha do primeiro mês, existindo “um pedido formal” da Agência Portuguesa do Ambiente para um resumo do período inicial, cuja eventual divulgação caberá à entidade licenciadora.</p>
<p>Para 2026, primeiro ano completo de funcionamento do sistema, a meta de recolha foi revista de 70% para 40%, segundo um aditamento aprovado pela Agência Portuguesa do Ambiente, que justifica a alteração com a necessidade de um arranque e consolidação progressiva. As metas seguintes mantêm-se inalteradas. Até lá, a mensagem da entidade gestora é clara: a presença limitada de embalagens Volta nas prateleiras não significa que o sistema não esteja em funcionamento, mas sim que o mercado ainda está a ajustar-se a uma mudança logística e cultural que pretende reforçar a reciclagem, reduzir resíduos abandonados e promover uma economia circular mais efectiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761582]]></sapo:autor>
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		<title>Incumprimentos aumentam em Portugal: quase um quarto das empresas já sofreu falhas graves de pagamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito y Caución]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dado consta da vaga de primavera do Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform, que contou com a participação de gestores de mais de 400 empresas de diferentes dimensões e setores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase uma em cada quatro empresas portuguesas sofreu incumprimentos significativos nos últimos 12 meses, num contexto marcado por maior pressão financeira, custos energéticos elevados, inflação e tensões geopolíticas.</p>
<p>O dado consta da vaga de primavera do Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform, que contou com a participação de gestores de mais de 400 empresas de diferentes dimensões e setores.</p>
<p>Segundo o estudo, 23% das empresas portuguesas confirmam ter enfrentado incumprimentos relevantes no último ano, um sinal de deterioração da solvência dos clientes e de maior exigência na gestão do risco de crédito.</p>
<p><strong>A pressão económica chega às carteiras comerciais</strong></p>
<p>O ambiente económico está a ter impacto direto no risco de crédito das empresas.</p>
<p>De acordo com o estudo, 35% das empresas portuguesas dizem sentir o efeito da conjuntura económica na qualidade da sua carteira comercial.</p>
<p>O principal fator de preocupação continua a ser a evolução dos custos financeiros, apontada por 44% das empresas. Este valor fica seis pontos acima do registado há um ano, refletindo o peso do financiamento no equilíbrio financeiro de clientes e fornecedores.</p>
<p>Logo a seguir surge a inflação, referida por 43% dos inquiridos, confirmando que a subida generalizada dos preços continua a afetar margens, tesouraria e capacidade de pagamento.</p>
<p><strong>Energia e geopolítica ganham peso no risco de crédito</strong></p>
<p>Um dos dados mais expressivos do estudo é a subida do peso dos custos energéticos na perceção de risco das empresas.</p>
<p>Os custos da energia são agora apontados por 40% das empresas como um fator negativo para a solvência dos clientes, contra 23% na vaga da primavera de 2025.</p>
<p>A evolução está associada aos efeitos das novas tensões geopolíticas e à subida dos preços do petróleo resultante da guerra no Irão, que voltaram a colocar a energia no centro das preocupações empresariais.</p>
<p>As tensões geopolíticas surgem também em forte subida. São referidas por 38% das empresas, muito acima dos 20% registados no ano passado.</p>
<p>Ou seja, o risco de crédito deixou de depender apenas da situação financeira de cada cliente. Está cada vez mais ligado a fatores externos, como conflitos internacionais, preços da energia, cadeias de abastecimento e instabilidade nos mercados.</p>
<p><strong>Cadeias de abastecimento, procura e tarifas também preocupam</strong></p>
<p>Além dos custos financeiros, inflação, energia e geopolítica, as empresas identificam outros fatores que podem afetar a solvência dos clientes.</p>
<p>Os problemas nas cadeias de abastecimento são apontados por 24% das empresas.</p>
<p>A evolução da procura surge logo depois, com 23%.</p>
<p>Já o impacto das novas tarifas é referido por 8% das empresas, um valor mais baixo, mas ainda assim relevante num contexto de maior incerteza no comércio internacional.</p>
<p><strong>Vendas caem em 21% das empresas</strong></p>
<p>O estudo mostra também que 21% do tecido produtivo registou uma diminuição das vendas.</p>
<p>Apesar deste cenário, a maioria das empresas mantém uma leitura positiva da evolução da atividade. Ao todo, 62% das empresas registaram algum tipo de crescimento.</p>
<p>Este dado ajuda a explicar o contraste central do estudo: há mais pressão no risco de crédito e nos pagamentos, mas a expectativa empresarial para 2026 continua favorável.</p>
<p><strong>Empresas mantêm confiança em 2026</strong></p>
<p>Apesar do aumento dos incumprimentos e da deterioração de alguns indicadores de risco, as empresas portuguesas mostram confiança na evolução da faturação.</p>
<p>De acordo com a Crédito y Caución e a Iberinform, 66% das empresas esperam que as receitas continuem a crescer em 2026.</p>
<p>Em sentido contrário, apenas 10% antecipam um exercício pior do que o anterior em termos de faturação.</p>
<p>A leitura final é a de um tecido empresarial ainda resiliente, mas a operar num ambiente mais exigente, onde a gestão do risco de crédito ganha importância estratégica.</p>
<p>O estudo aponta para um ano em que crescer pode não ser suficiente: será também necessário controlar melhor prazos de pagamento, exposição a clientes, custos financeiros e riscos externos.</p>
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