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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Cancro vai afetar uma em cada cinco pessoas ao longo da vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma em cada cinco pessoas pode vir a ter cancro ao longo da vida, estima a Organização Mundial da Saúde (OMS) num relatório sobre a doença que atingiu mais de 20 milhões de pessoas em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma em cada cinco pessoas pode vir a ter cancro ao longo da vida, estima a Organização Mundial da Saúde (OMS) num relatório sobre a doença que atingiu mais de 20 milhões de pessoas em 2024.</p>
<p>&#8220;O cancro afetará uma em cada cinco pessoas ao longo da vida e atingirá quase todos nós&#8221;, alerta o documento da Agência Internacional para a Pesquisa do Cancro da OMS, que refere que 20,6 milhões de pessoas num mundo receberam um diagnóstico positivo em 2024, número que deve aumentar para os 35 milhões até 2050.</p>
<p>&#8220;Quando se considera os impactos de um diagnóstico de cancro nos familiares próximos, aproximadamente 92% de todas as pessoas no mundo serão afetadas pelo cancro pelo menos uma vez na vida&#8221;, refere a agência especializada da OMS.</p>
<p>O relatório realça ainda que, a nível global, a experiência vivida pelas pessoas com a doença é &#8220;extremamente desigual&#8221;, com as hipóteses de sobrevivência a dependerem mais do país onde o doente vive e da sua condição económica do que do estádio do cancro.</p>
<p>A OMS exemplifica com novas estimativas sobre a sobrevivência ao cancro da mama e ao cancro infantil, apontando que, nos países de rendimento elevado, onde são diagnosticados precocemente, a sobrevivência a cinco anos ultrapassa agora os 85%, enquanto nos países de baixo rendimento desce para menos de 30%.</p>
<p>Além disso, o cancro é cada vez mais um fator determinante da mortalidade prematura e apenas 12 países estão no bom caminho para atingir a meta de redução em um terço neste indicador até 2030, com 48 países a registarem mesmo taxas crescentes ligadas ao aumento da carga da doença.</p>
<p>Apesar destes dados, a OMS reconhece que foram alcançados alguns progressos na prevenção, como no controlo do tabagismo, que registou uma redução de 27% na prevalência do consumo de tabaco.</p>
<p>Quanto ao cancro do colo do útero, a introdução de esquemas de vacinação com dose única possibilitou um &#8220;progresso significativo&#8221; para se alcançar as metas para a sua eliminação, com 85% dos países a integrarem a vacina nos seus programas nacionais, realça o documento, alertando que, apesar desta evolução, ainda se verifica uma &#8220;lacuna substancial&#8221; na sua implementação.</p>
<p>Agência Internacional para a Pesquisa do Cancro salienta também que, no que se refere ao cancro da mama, os resultados alcançados &#8220;variam drasticamente&#8221; a nível global, com a sobrevivência a ultrapassar os 85% nos países de rendimento elevado, mas a atingir apenas 40% em muitos países de rendimento baixo e médio.</p>
<p>O relatório indica ainda que apenas 39% dos países incluem um pacote mínimo de tratamento do cancro na cobertura universal de saúde que disponibilizam aos cidadãos, o que significa que uma grande parte da população mundial ainda não tem acesso a cuidados básicos contra a doença.</p>
<p>&#8220;Mesmo quando o tratamento está disponível, pode permanecer inacessível e fora do alcance em países de baixo e médio rendimento, onde os elevados custos diretos causam dificuldades financeiras catastróficas e contribuem para elevadas taxas de abandono do tratamento, atingindo os 90% em alguns contextos&#8221;, avisa a OMS.</p>
<p>A &#8220;renovada agenda global&#8221; da OMS, que reconhece que a maioria das pessoas diagnosticadas com cancro viverá com a doença, em vez de ser curada, faz um apelo global para que se trabalhe ativamente para promover a saúde, garantir proteções sociais e reduzir o estigma da doença.</p>
<p>Avança com sete recomendações, como reforçar o controlo do cancro na cobertura universal de saúde, robustecer as capacidades dos sistemas para a prestação de serviços oncológicos abrangentes e integrados, melhorar a promoção da saúde a nível comunitário e reforçar as medidas de proteção social.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786821]]></sapo:autor>
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		<title>Cabaz alimentar sobe 3,08 euros numa semana: brócolos, tomate e farinha lideram aumentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou hoje a associação de defesa do consumidor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou hoje a associação de defesa do consumidor.</p>
<p>O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 256,71 euros, mais 3,08 euros (mais 1,21%) que na semana anterior, refere a organização de defesa do consumidor em comunicado.</p>
<p>A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.</p>
<p>Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.</p>
<p>Entre 01 e 08 de julho, os brócolos registaram um aumento de 13%, para 3,35 euros, o tomate chucha subiu 12%, para 2,29 euros, e a farinha para bolos e a polpa de tomate subiram 9%, para 1,82 euros e 1,40 euros, respetivamente, os produtos com maiores aumentos de preço.</p>
<p>No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 14,89 euros (menos 6,16%).</p>
<p>Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 16,59 euros (menos 6,91%).</p>
<p>Já no início de 2022, era possível gastar menos 69,01 euros (uma diferença de 36,77%).</p>
<p>Em relação ao ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o robalo (28% custando atualmente 10,03 euros por quilograma), a couve-coração (25% custando atualmente 1,76 euros por quilograma), a cebola (25% custando atualmente 1,64 euros por quilograma) e os brócolos (25% custando atualmente 3,35 euros por quilograma).</p>
<p>Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (127% para 13,19 euros por quilograma), os ovos (84% para 2,10 euros) e a couve-coração (77% para 1,76 euros por quilograma).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786819]]></sapo:autor>
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		<title>Calor levou mortalidade acima do limite, mas valores ficam abaixo do ano passado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-levou-mortalidade-acima-do-limite-mas-valores-ficam-abaixo-do-ano-passado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A onda de calor que atingiu Portugal na última semana provocou um excesso de mortalidade, confirmou a secretária de Estado da Saúde, Ana Povo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A onda de calor que atingiu Portugal na última semana provocou um excesso de mortalidade, confirmou a secretária de Estado da Saúde, Ana Povo. A responsável explicou que os dados finais ainda não estão fechados, mas os registos já permitem concluir que houve mais mortes do que seria esperado para este período.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em entrevista ao programa “Consulta Pública”, da RTP Antena 1, Ana Povo adiantou que será necessário aguardar cerca de dez dias para conhecer o cálculo definitivo da mortalidade associada ao período de temperaturas elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aumento dos óbitos começou a ser observado desde o dia 2, altura em que as temperaturas subiram e chegaram aos 40°C em algumas zonas do país. Desde então, o número de mortes diárias ficou acima da chamada linha de base.</p>
<p class="isSelectedEnd">A secretária de Estado da Saúde explicou, no entanto, que só se considera existir excesso de mortalidade quando são registados dois dias com valores acima do limite esperado. Esse critério foi atingido na segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do aumento da mortalidade durante a recente onda de calor, Ana Povo indicou que os valores registados este ano ficaram abaixo dos verificados na vaga de calor do final de julho do ano passado.</p>
<p>De acordo com a responsável, os dados finais serão apurados nos próximos dias, permitindo medir com maior precisão o impacto das temperaturas extremas na mortalidade em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786815]]></sapo:autor>
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		<title>Peritos alertam Seguro e Montenegro: Portugal ignora risco sísmico e “a catástrofe é inevitável” se nada mudar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete professores universitários e investigadores das áreas da Engenharia Sísmica e das Ciências da Terra pediram audiências ao presidente da República e ao primeiro-ministro para defender medidas urgentes de prevenção contra o risco de um grande sismo em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Sete professores universitários e investigadores das áreas da Engenharia Sísmica e das Ciências da Terra pediram audiências ao presidente da República e ao primeiro-ministro para defender medidas urgentes de prevenção contra o risco de um grande sismo em Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a CNN Portugal, os especialistas querem apresentar o conhecimento científico disponível e contribuir para uma estratégia nacional que reduza a vulnerabilidade sísmica do país. O alerta é dirigido a António José Seguro e Luís Montenegro e parte de uma comparação com a Venezuela, onde, segundo os subscritores, os avisos dos cientistas sobre edifícios e infraestruturas vulneráveis não terão sido transformados em ação preventiva.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal tem estudos, mapas de risco e edifícios vulneráveis</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na carta enviada aos dois responsáveis políticos, os peritos defendem que Portugal não falha por ausência de conhecimento. O problema, sustentam, é a falta de tradução desse conhecimento em medidas concretas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os especialistas recordam que há décadas existem diagnósticos, estudos e mapas de risco que identificam edifícios vulneráveis, infraestruturas críticas e prioridades de intervenção. Para os autores da carta, cabe ao poder político agir antes de uma catástrofe e não apenas depois de consumados os danos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN Portugal, os subscritores avisam que Portugal voltará a sofrer grandes terramotos, embora não seja possível prever quando. A metade Sul do país é descrita como uma região de elevado risco sísmico, com a história e a ciência a apontarem para a possibilidade de sismos semelhantes aos de 1531 ou 1755, que devastaram Lisboa e o Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>LNEC estima danos em 334 mil habitações na Grande Lisboa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário de risco apresentado é particularmente grave para a Grande Lisboa. O Laboratório Nacional de Engenharia Civil estima que um grande terramoto possa provocar danos em 334 mil habitações, onde vivem cerca de 600 mil pessoas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mesmo cenário aponta para o colapso de 25 mil edifícios e para um número de mortos entre 17 mil e 27 mil. Estes dados sustentam o apelo dos especialistas a uma intervenção urgente do Estado na redução da exposição da população ao risco sísmico.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Escolas, hospitais e quartéis entre as maiores preocupações</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A comunidade científica manifesta especial preocupação com edifícios e serviços essenciais. Entre as estruturas referidas estão creches, escolas, hospitais, lares, quartéis de bombeiros e instalações de proteção civil, precisamente os locais que teriam de funcionar nas primeiras horas após uma catástrofe.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os peritos alertam também para o parque habitacional construído antes das normas modernas de dimensionamento sísmico, bem como para fábricas e redes de água, eletricidade e gás. Uma falha prolongada destas infraestruturas poderia deixar Lisboa e outras zonas do país em condições muito difíceis durante longos períodos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Reabilitação urbana e património cultural também em risco</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A carta chama ainda a atenção para a reabilitação urbana, que, segundo os especialistas, muitas vezes se concentra na aparência exterior dos edifícios sem avaliar nem reforçar devidamente a resistência estrutural.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outra preocupação está relacionada com o património cultural. Os peritos mencionam museus, igrejas, bibliotecas, arquivos, monumentos e edifícios de valor histórico, defendendo que a perda de obras e peças insubstituíveis seria irreparável para a memória coletiva do país.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Peritos dizem que não querem alarmismo, mas prevenção</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os autores da carta afirmam que o objetivo não é alimentar alarmismo nem atribuir responsabilidades pelo passado. O que defendem é a adoção de medidas de prevenção enquanto ainda há tempo para reduzir o impacto de um futuro terramoto.</p>
<p>Na mensagem enviada ao presidente da República e ao primeiro-ministro, os especialistas avisam que cada dia sem uma resposta organizada do Estado aumenta o risco. O alerta final é claro: quando a terra voltar a tremer, já será tarde para transformar conhecimento científico em proteção concreta para a população.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786808]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSP investiga possível ligação de máfia colombiana a vaga de furtos na Praia da Rocha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psp-investiga-possivel-ligacao-de-mafia-colombiana-a-vaga-de-furtos-na-praia-da-rocha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O inquérito continua nas mãos dos investigadores criminais da PSP, que procuram esclarecer se existe ligação direta entre a operação registada na Praia da Rocha e a célula que atuou no Rock in Rio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A PSP está a investigar uma vaga de furtos de telemóveis registada na zona de diversão noturna da Praia da Rocha, em Portimão, e não exclui a hipótese de o caso estar relacionado com uma rede criminosa colombiana. A situação levou à apresentação de mais de 50 queixas às autoridades.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Correio da Manhã, a forma de atuação dos suspeitos apresenta semelhanças com o caso detetado no festival Rock in Rio, em Lisboa, onde uma célula da máfia colombiana foi desmantelada pela PSP. Na operação realizada na capital, quatro pessoas foram detidas e ficaram em prisão preventiva.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Furtos terão aproveitado concentração de pessoas em festival</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na Praia da Rocha, os assaltantes terão aproveitado a realização de um festival de música, que atraiu dezenas de milhares de pessoas, para agir no meio da multidão. Os furtos terão ocorrido tanto no recinto do evento como na zona de bares daquela área de Portimão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, várias vítimas relataram à PSP que sentiram encontrões antes de perceberem que tinham ficado sem os telemóveis. O método coincide com o descrito no caso do Rock in Rio, onde os ladrões também terão visado equipamentos de elevado valor em zonas com grande afluência.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Telemóveis desligados e cartões SIM retirados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os aparelhos furtados terão sido desligados pouco depois dos assaltos. As autoridades investigam ainda a possibilidade de os cartões SIM terem sido removidos e de os telemóveis terem sido envolvidos em papel de alumínio, uma técnica usada para dificultar a localização dos equipamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A PSP está também a apurar se os telemóveis retirados na Praia da Rocha foram transportados para fora do local numa viatura, à semelhança do que terá acontecido junto ao Rock in Rio.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Prejuízo pode chegar aos 50 mil euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O valor dos telemóveis furtados está estimado em cerca de 50 mil euros. A investigação considera relevante a possibilidade de a vaga de furtos estar associada a uma estrutura criminosa colombiana sediada em Espanha e dedicada a este tipo de crime.</p>
<p>O inquérito continua nas mãos dos investigadores criminais da PSP, que procuram esclarecer se existe ligação direta entre a operação registada na Praia da Rocha e a célula que atuou no Rock in Rio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786800]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal tem 2 meses para reduzir obrigações de comunicação das empresas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-tem-2-meses-para-reduzir-obrigacoes-de-comunicacao-das-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal tem dois meses para adotar medidas destinadas a reduzir obrigações de comunicação impostas a empresas, depois de a Comissão Europeia ter enviado ao país um parecer fundamentado no âmbito do pacote de procedimentos de infração de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem dois meses para adotar medidas destinadas a reduzir obrigações de comunicação impostas a empresas, depois de a Comissão Europeia ter enviado ao país um parecer fundamentado no âmbito do pacote de procedimentos de infração de julho.</p>
<p>Em causa está a diretiva, que pretende diminuir requisitos administrativos para os Estados-membros e operadores económicos em vários domínios, relativamente à qual Portugal &#8212; assim como Chipre, Malta, Finlândia, Croácia, Itália, Áustria e Roménia &#8211;, não &#8220;notificou a transposição para a sua legislação&#8221;.</p>
<p>Bruxelas refere que alguns Estados-membros receberam cartas de notificação formal por não terem comunicado quaisquer medidas nacionais de transposição, enquanto outros, incluindo Portugal, receberam pareceres fundamentados depois de as medidas notificadas terem sido consideradas insuficientes após avaliação.</p>
<p>Portugal tem agora dois meses para responder às preocupações levantadas pela Comissão Europeia e adotar as medidas necessárias para garantir a transposição integral da diretiva.</p>
<p>Caso a resposta não seja considerada satisfatória, Bruxelas poderá decidir avançar para o Tribunal de Justiça da União Europeia, com pedido de aplicação de sanções financeiras.</p>
<p>Segundo o executivo comunitário, a diretiva &#8220;reduz os requisitos de comunicação para os Estados-membros e operadores económicos em vários domínios&#8221; e &#8220;especifica com que obrigações de comunicação os operadores económicos deixam de ter de cumprir&#8221;.</p>
<p>No caso das empresas, as obrigações abrangidas dizem respeito às emissões sonoras de equipamentos utilizados no exterior, com as novas regras a eliminar determinados requisitos de comunicação considerados desnecessários.</p>
<p>A Comissão Europeia considera que a redução destas obrigações contribui para simplificar as regras aplicáveis às empresas e diminuir encargos administrativos no mercado europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786801]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mota-Engil junta-se à fábrica de unicórnios de Lisboa para colocar startups a testar soluções na construção</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mota-engil-junta-se-a-fabrica-de-unicornios-de-lisboa-para-colocar-startups-a-testar-solucoes-na-construcao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:17:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa será desenvolvida através da MEXT: Mota-Engil Next, a plataforma de inovação do grupo, e pretende aproximar startups e scaleups da realidade operacional da empresa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mota-Engil estabeleceu uma parceria estratégica com a Unicorn Factory Lisboa para reforçar a sua ligação ao ecossistema nacional e internacional de inovação e acelerar o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas às áreas da construção, infraestruturas e sustentabilidade.</p>
<p>A iniciativa será desenvolvida através da MEXT: Mota-Engil Next, a plataforma de inovação do grupo, e pretende aproximar startups e scaleups da realidade operacional da empresa, permitindo testar e desenvolver soluções em contexto real e acelerar a sua aplicação em projetos da Mota-Engil.</p>
<p>A parceria centra-se em áreas consideradas estratégicas para o grupo, nomeadamente a construção sustentável, novos materiais e técnicas construtivas, descarbonização, circularidade de recursos, monitorização e eficiência de edifícios, digitalização de processos, segurança operacional, mobilidade inteligente e transição energética.</p>
<p>Silvia Mota, CEO da MEXT: Mota-Engil Next, afirma que a colaboração reforça o compromisso do grupo em &#8220;aproximar indústria, tecnologia e talento&#8221;, promovendo o desenvolvimento e a aplicação de soluções para responder aos desafios das infraestruturas, da sustentabilidade e do desenvolvimento urbano. A responsável acrescenta que a parceria permitirá criar condições para testar e escalar inovação com impacto prático.</p>
<p>Também Gil Azevedo, diretor-geral da Unicorn Factory Lisboa, considera que a colaboração demonstra a crescente importância da inovação e da cooperação entre grandes empresas e startups para o futuro do setor da construção e das infraestruturas. Segundo o responsável, a entrada da Mota-Engil como parceiro estratégico cria novas oportunidades para desenvolver soluções com impacto no mercado e acelerar a transformação do setor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786790]]></sapo:autor>
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		<title>Economia deve ter crescido 2,2% em termos homólogos no 2.º trimestre, revela Católica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:15:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia portuguesa deverá ter crescido 0,6% em cadeia e 2,2% em termos homólogos no segundo trimestre deste ano, de acordo com as previsões do NECEP - Católica Lisbon Forecasting Lab, divulgadas hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia portuguesa deverá ter crescido 0,6% em cadeia e 2,2% em termos homólogos no segundo trimestre deste ano, de acordo com as previsões do NECEP &#8211; Católica Lisbon Forecasting Lab, divulgadas hoje.</p>
<p>&#8220;A generalidade dos indicadores de alta frequência aponta para uma melhoria da atividade e do sentimento económico nos últimos meses, superada que foi a fase mais crítica da subida dos preços da energia e das perturbações nas cadeias de distribuição, motivadas pelo conflito no Médio Oriente&#8221;, lê-se na Síntese da Folha Trimestral de Conjuntura.</p>
<p>No entanto, os economistas ressalvam que esta estimativa tem dificuldade em incorporar a dinâmica da população ativa, que cresceu 0,8% em cadeia no segundo trimestre.</p>
<p>Para o conjunto do ano, a estimativa central de crescimento da economia portuguesa em 2026 foi revista em alta de 1,5% para 1,8% na sequência do desempenho agora previsto para o segundo trimestre, indica o NECEP.</p>
<p>As projeções para 2027 e 2028 mantiveram-se em 1,5% e 1,9%, respetivamente, enquanto a economia da zona euro deverá crescer apenas 0,4% em 2026, uma revisão em baixa de 0,4 pontos percentuais face à estimativa anterior, &#8220;reflexo da contração do primeiro trimestre e do crescimento fraco previsto para o segundo&#8221;.</p>
<p>Já no que diz respeito à inflação, o crescimento do IPC (Índice de Preços no Consumidor) deverá passar de 2,3% para 2,5% este ano, mantendo-se alinhado com o objetivo de 2% da política monetária no limiar de 2028, com um valor intermédio de 2,2% em 2027.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786791]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas processa Portugal para exigir condições de trabalho transparentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:14:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[legislação laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia abriu um procedimento de infração contra Portugal por considerar que a legislação nacional "não está totalmente alinhada" com as regras sobre condições de trabalho transparentes e previsíveis da União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia abriu um procedimento de infração contra Portugal por considerar que a legislação nacional &#8220;não está totalmente alinhada&#8221; com as regras sobre condições de trabalho transparentes e previsíveis da União Europeia (UE).</P><br />
<P>No âmbito do pacote de infrações de julho, hoje publicado, Bruxelas anuncia ter enviado uma carta de notificação formal a Portugal por falhas na transposição da diretiva que estabelece normas de maior transparência e previsibilidade nas relações laborais na UE, considerando que o país (e sete outros) &#8220;não alinharam totalmente a sua legislação nacional&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a Comissão Europeia, a diretiva garante que todos os trabalhadores da União Europeia recebem &#8220;informação clara e antecipada sobre as suas condições essenciais de emprego&#8221;, incluindo elementos como horários de trabalho, remuneração e estabilidade da relação laboral.</P><br />
<P>A instituição comunitária indica que estas regras reforçam a proteção dos trabalhadores contra práticas abusivas, nomeadamente &#8220;horários imprevisíveis e atribuições de trabalho de última hora&#8221;, assegurando também direitos como a realização de formação obrigatória sem custos para os trabalhadores.</P><br />
<P>Além de Portugal, o procedimento de infração abrange a República Checa, Estónia, Irlanda, Grécia, Hungria, Países Baixos e Finlândia, países que receberam agora cartas de notificação formal.</P><br />
<P>Os países abrangidos têm agora dois meses para responder às preocupações levantadas por Bruxelas e adotar as medidas necessárias para corrigir as falhas identificadas.</P><br />
<P>Caso as respostas não sejam consideradas satisfatórias, a Comissão Europeia poderá decidir avançar para a fase seguinte do procedimento, através do envio de pareceres fundamentados.</P><br />
<P>A infração surge depois de, em meados de junho, o executivo comunitário ter dito à Lusa que estava analisar o estado da transposição das novas regras sobre transparência salarial pelos Estados-membros, incluindo Portugal.</P><br />
<P>O prazo para a transposição para a legislação nacional da Diretiva sobre Transparência Salarial terminou no dia 07 de junho.</P><br />
<P>Esta diretiva verte em lei aplicável o princípio consagrado no Tratado de salário igual para trabalho igual ou de valor igual entre mulheres e homens.</P><br />
<P>Ao abrigo das novas regras, os empregadores são obrigados a divulgar a faixa salarial inicial ou o salário base nos anúncios das vagas ou antes da entrevista e os funcionários têm o direito de solicitar por escrito informações sobre o seu nível salarial individual e sobre os níveis médios de remuneração, discriminados por sexo, para categorias de trabalhadores que desempenham funções equivalentes.</P><br />
<P>As empresas da UE têm ainda de tomar medidas se a disparidade remuneratória em função do género for superior a 5%.</P><br />
<P>A diretiva inclui igualmente disposições sobre a indemnização das vítimas de discriminação remuneratória e sanções, incluindo coimas, para os empregadores que violem as regras.</P><br />
<P>Segundo dados de Bruxelas, a falta de transparência salarial foi identificada como um dos principais obstáculos à eliminação da disparidade salarial entre homens e mulheres, que se mantém em cerca de 11%, o que significa que as mulheres ganham, em média, menos 11% do que os homens por hora por trabalho igual ou de valor igual, de acordo com informação do Eurostat relativa a 2024.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786782]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento aprova na especialidade alargar a todo o país transportes gratuitos para ex-combatentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:13:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[transportes públicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A comissão parlamentar de Defesa aprovou hoje por unanimidade o projeto de lei do Chega, com alterações propostas pelo PSD, para alargar a todo o território a gratuitidade de transportes públicos para ex-combatentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A comissão parlamentar de Defesa aprovou hoje por unanimidade o projeto de lei do Chega, com alterações propostas pelo PSD, para alargar a todo o território a gratuitidade de transportes públicos para ex-combatentes.</P><br />
<P>A iniciativa foi aprovada, na especialidade, com os votos favoráveis de PSD, PS, Chega e JPP, os partidos presentes na reunião da comissão.</P><br />
<P>O Chega propõe que o Governo, em articulação com as autoridades de transportes competentes, adote as medidas necessárias para assegurar a gratuitidade dos transportes públicos, em todo o país, para todos os antigos combatentes, bem como para a viúva ou viúvo.</P><br />
<P>Foi também aprovada por unanimidade uma proposta de alteração da autoria do PSD, que define a criação de um mecanismo de compensação baseado na validação e utilização efetiva do passe, &#8220;em conformidade com os princípios da eficiência da despesa pública, da proporcionalidade e da boa gestão financeira&#8221;.</P><br />
<P>Bruno Vitorino, deputado do PSD, explicou na comissão que esta adição à proposta tem como objetivo garantir que o passe &#8220;seja pago pela lógica de utilização de uma pessoa em particular&#8221;, assegurando assim que a iniciativa é viável para o Estado.</P><br />
<P>Estava também agendada a discussão de um projeto de resolução do PSD e CDS-PP e outro do JPP com objetivos semelhantes, mas que acabaram retirados pelo seu teor ser coincidente com o do texto final aprovado em especialidade.</P><br />
<P>No dia 29 de maio, o ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, anunciou que o Governo tenciona alargar a gratuitidade de transportes públicos para antigos combatentes a todo o país, salientando que primeiro terá que ser alterado o atual modelo de financiamento.</P><br />
<P>Atualmente, a gratuitidade dos transportes públicos para antigos combatentes abrange três modalidades: passes metropolitanos, passes municipais ou títulos assentes em assinaturas de linha (que permitem deslocações entre uma origem e um destino específicos). Neste último caso, a gratuitidade só abrange deslocações até ao escalão máximo de 32 quilómetros a contar da localidade de residência habitual do utente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786777]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PR espera rápida resolução dos problemas e que confiança no sistema de avaliação de exames fique intacta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:03:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República afirmou hoje esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais sejam rapidamente resolvidos e que a confiança no sistema de avaliação fique intacta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República afirmou hoje esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais sejam rapidamente resolvidos e que a confiança no sistema de avaliação fique intacta.</p>
<p>António José Seguro, que falava aos jornalistas no fim da inauguração da nova sede do Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC), em Lisboa, referiu que vai falar deste assunto com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, esta semana.</p>
<p>Questionado se o ministro da Educação, Fernando Alexandre, tem condições para continuar em funções, o chefe de Estado respondeu: &#8220;Não respondo a essas questões.&#8221;</p>
<p>&#8220;O desejo do Presidente é que rapidamente tudo volte à normalidade e, sobretudo, que a relação de confiança entre os alunos e as suas famílias e o sistema de avaliação se mantenha intacta&#8221;, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786772]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump exige mais armas, mas a Europa tem um problema: faltam 160 mil milhões por ano para apanhar os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:59:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exigências de Donald Trump para que os aliados aumentem a despesa militar estão a empurrar os orçamentos para cima, mas o desafio vai muito além de gastar mais dinheiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cimeira da NATO em Ancara tornou-se um novo teste à capacidade europeia de transformar promessas de defesa em músculo industrial. As exigências de Donald Trump para que os aliados aumentem a despesa militar estão a empurrar os orçamentos para cima, mas o desafio vai muito além de gastar mais dinheiro.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a diferença entre a indústria de defesa dos Estados Unidos e a europeia continua a ser enorme: a Europa teria de preencher uma distância anual de cerca de 160 mil milhões de euros face ao setor americano. Em 2024, último ano com dados disponíveis, a indústria aeroespacial e de defesa europeia gerou 325,7 mil milhões de euros em receitas, enquanto a americana faturou quase 487 mil milhões.</p>
<p>A diferença também é visível entre os maiores fabricantes de armamento. Entre as 100 maiores empresas do setor, de acordo com o Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo, constavam 42 empresas americanas, com receitas de cerca de 287 mil milhões de euros. As cinco maiores eram dos Estados Unidos e representavam 31% do total. Do lado europeu, excluindo as russas, surgiam 26 empresas, com receitas de 132 mil milhões de euros.</p>
<p>A dimensão da base industrial ajuda a explicar a diferença. A indústria americana de defesa é composta por cerca de 60 mil empresas e emprega 1,17 milhões de trabalhadores. A base industrial europeia tem cerca de meio milhão de trabalhadores e, excluindo o Reino Unido, a principal associação patronal continental representa apenas quatro mil empresas. Bruxelas contabiliza ainda cerca de 2.500 pequenas e médias empresas no setor.</p>
<p>Mas o paradoxo europeu é outro: apesar de ter uma indústria mais fragmentada e menos poderosa, a Europa opera muito mais sistemas de armas principais do que os Estados Unidos. Washington utiliza cerca de 40 grandes sistemas, como veículos blindados e navios de guerra, enquanto a Europa chega aos 171. A consequência é menos escala, mais dispersão e maior dificuldade em transformar investimento em capacidade militar comum.</p>
<p>Um relatório recente da Alternatives Foundation, com dados do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos e da consultora McKinsey, estima que a Europa teria de investir 850 mil milhões de euros para substituir por completo as capacidades militares que os Estados Unidos aportam à NATO. O número aproxima-se dos 800 mil milhões de euros que a Comissão Europeia pretende mobilizar para a defesa até 2030.</p>
<p>Este novo ciclo de rearme já teve impacto direto nos mercados. As principais empresas europeias de defesa valorizaram-se de forma expressiva e várias apresentaram resultados financeiros recorde no último ano, impulsionadas pela guerra na Ucrânia, pela pressão americana e pela mudança de prioridades estratégicas no continente.</p>
<p>Para executar esta transformação, os países europeus estão a colocar os seus grandes grupos nacionais no centro dos programas de defesa. Em Espanha, a Indra assinou alianças para colaborar em contratos avaliados em mais de 11 mil milhões de euros com empresas como a alemã Rheinmetall, a britânica BAE Systems e a italiana Leonardo. A tecnológica espanhola fechou ainda mais de 150 acordos com empresas, incluindo muitas pequenas e médias empresas espanholas.</p>
<p>A alternativa passa por estruturas de cooperação multinacional, como a MBDA, o consórcio Eurofighter ou empresas pan-europeias como a Airbus. O problema é que estes modelos exigem coordenação política, industrial e tecnológica entre países que nem sempre têm as mesmas prioridades.</p>
<p>O caso mais sensível é o Sistema de Combate Aéreo do Futuro, conhecido como FCAS, projeto liderado por Alemanha, França e Espanha. Pensado para desenvolver um ecossistema de combate aéreo em torno de um caça de sexta geração, o programa tornou-se símbolo das dificuldades europeias: quando a colaboração funciona, pode multiplicar escala e capacidade; quando falha, atrasa projetos decisivos.</p>
<p>Há outros grandes programas em curso. O MGCS, liderado por Alemanha e França, pretende substituir os atuais carros de combate Leopard 2 e Leclerc a partir da década de 2040 e criar um verdadeiro “sistema de sistemas” para a guerra terrestre. Espanha, Itália e Reino Unido já demonstraram interesse em participar.</p>
<p>No setor aéreo, avança o Eurodrone, projeto de drone de média altitude e longa duração liderado por Espanha, França, Itália e Alemanha. Na área naval, a Corveta de Patrulha Europeia junta Itália, Espanha, França e Grécia, envolvendo 46 empresas de 12 países.</p>
<p>Ainda assim, a aposta principal continua a ser a criação de grandes programas multinacionais, considerados por Bruxelas a via mais rápida para ganhar escala. A Comissão Europeia propôs recentemente cinco novos projetos para mobilizar até 281 mil milhões de euros até 2045 em áreas como drones, defesa marítima, espaço, defesa aérea e proteção da fronteira leste da União Europeia.</p>
<p>A questão que a cimeira de Ancara volta a colocar é simples, mas difícil de responder: a Europa está pronta para gastar mais em defesa, mas conseguirá transformar esse dinheiro numa indústria militar capaz de depender menos dos Estados Unidos?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786770]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comissão Europeia abre processo contra Portugal por falhas no controlo das pescas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:47:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia abriu um procedimento de infração contra Portugal por incumprimento das obrigações europeias relativas ao controlo das atividades de pesca, dando dois meses ao país para corrigir as lacunas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia abriu um procedimento de infração contra Portugal por incumprimento das obrigações europeias relativas ao controlo das atividades de pesca, dando dois meses ao país para corrigir as lacunas.</P><br />
<P>No âmbito dos procedimentos de infração de julho, Bruxelas anunciou hoje em comunicado ter dado início a processos por incumprimento, enviando cartas de notificação formal a Portugal &#8212; e também a Itália &#8212; por não terem cumprido as obrigações relativas ao regulamento para controlo das pescas da UE, exigindo assim a &#8220;correção das lacunas identificadas nos sistemas nacionais&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com Bruxelas, Portugal deveria ter implementado, até dezembro de 2013, um sistema de cruzamento automático, análise e verificação dos dados da atividade pesqueira, incluindo uma base de dados eletrónica destinada a validar essa informação.</P><br />
<P>No entanto, a Comissão Europeia indica que Portugal tem &#8220;atrasado repetidamente o desenvolvimento&#8221; desse sistema, situação que impede a identificação e investigação de inconsistências ou erros nos dados utilizados para o controlo das pescas.</P><br />
<P>Para o executivo comunitário, estas falhas prolongadas prejudicam a eficácia da fiscalização e podem comprometer a igualdade de condições entre operadores do setor pesqueiro nos diferentes Estados-membros.</P><br />
<P>Além de Portugal, a Comissão Europeia abriu um procedimento semelhante contra Itália, onde identificou várias medidas pendentes.</P><br />
<P>Portugal e Itália têm agora dois meses para responder às preocupações apresentadas e tomar medidas para corrigir as deficiências identificadas.</P><br />
<P>Caso as respostas sejam consideradas insuficientes, Bruxelas poderá avançar para uma nova fase do processo, através do envio de um parecer fundamentado, podendo posteriormente recorrer ao Tribunal de Justiça da União Europeia.</P><br />
<P>A Comissão Europeia sublinha que sistemas eficazes de controlo das pescas são essenciais para garantir o cumprimento das regras comunitárias, proteger os recursos marinhos e assegurar uma concorrência equilibrada dentro do mercado europeu.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786751]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Custos da construção nova sobem 6,9% em maio, revela INE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:47:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os custos de construção de habitação nova subiram 6,9% em termos homólogos em maio, com aumentos no preço dos materiais (6,4%) e da mão-de-obra (7,5%), segundo a estimativa do INE hoje divulgada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os custos de construção de habitação nova subiram 6,9% em termos homólogos em maio, com aumentos no preço dos materiais (6,4%) e da mão-de-obra (7,5%), segundo a estimativa do INE hoje divulgada.</P><br />
<P>De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN) foi superior em 0,9 pontos percentuais (p.p.) face à observada em abril.</P><br />
<P>No mês em análise, os preços dos materiais subiram 6,4%, o que compara com 5% no mês anterior, e o custo da mão de obra aumentou 7,5%, resultado 0,4 p.p. superior a abril.</P><br />
<P>O custo da mão-de-obra contribuiu com 3,5 p.p. (3,3 p.p. no mês anterior) para a formação da taxa de variação homóloga do ICCHN e os materiais registaram um contributo de 3,4 p.p. (2,7 p.p. no mês de abril).</P><br />
<P>De acordo com o INE, entre os materiais que mais influenciaram positivamente a variação agregada do preço estão os betumes e o gasóleo com uma subida de cerca de 30% e o fio de cobre nu e revestido e os tubos de PVC com cerca de 25% acima do período homólogo. </P><br />
<P>Por outro lado, verificou-se apenas uma redução nos produtos pré-fabricados de betão.</P><br />
<P>Já em termos mensais, a taxa de variação mensal do ICCHN foi de 1,1% em maio, 0,3 p.p. superior à registada no mês anterior e 0,8 p.p. superior à de maio de 2025. O custo dos materiais subiu 1,3%, e o da mão de obra 0,9%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786748]]></sapo:autor>
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		<title>Fenprof acusa tutela de amadorismo no processo dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fenprof acusou hoje o Ministério da Educação de amadorismo no processo de classificação dos exames nacionais e exigiu soluções rápidas, defendendo que o ministro da Educação não tem condições para continuar no cargo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fenprof acusou hoje o Ministério da Educação de amadorismo no processo de classificação dos exames nacionais e exigiu soluções rápidas, defendendo que o ministro da Educação não tem condições para continuar no cargo.</p>
<p>&#8220;O ministro, perante o que tem acontecido, (&#8230;) não tem condições para exercer a função de ministro da Educação&#8221;, disse um dos secretários gerais da Federação Nacional de Professores, Francisco Gonçalves.</p>
<p>Em conferência de imprensa, no Porto, para marcar o lançamento de um abaixo-assinado contra as &#8220;graves deficiências verificadas no processo de classificação dos exames nacionais e suas consequências&#8221;, a Fenprof criticou a decisão do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) de alterar o processo de classificação dos exames, passando-o a formato digital com sistemas informáticos que têm apresentado problemas desde o início.</p>
<p>&#8220;Não somos nós que dizemos. Especialistas na área dizem que foi um processo feito com amadorismo e sem um plano de contingência. E os resultados estão à vista. E atenção: vamos ter, de certeza, o pedido de reapreciação de milhares de provas. Falamos aqui no dilatar de prazos, a 17 de julho ou 20 de julho, o processo não estará concluído&#8221;, acrescentou o também secretário-geral da Fenprof José Feliciano Costa.</p>
<p>Insistindo que Fernando Alexandre tem de assumir as responsabilidades políticas, a Fenprof alertou que a questão atual não está &#8220;só na pessoa, mas nas opções políticas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tem de haver aí um recuo, tem de haver mudanças. O problema aqui não é a questão da mudança do ministro. O ministro pode sair. Se as políticas continuarem, ficamos todos na mesma&#8221;, disse José Feliciano Costa.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, as provas dos 11.º e 12.º anos, que continuam a ser realizadas em papel, estão a ser corrigidas em formato digital, um processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas.</p>
<p>No entanto, nas últimas semanas, professores classificadores relataram atrasos na disponibilização das provas, erros na digitalização das folhas de resposta e problemas técnicos na plataforma de distribuição e classificação.</p>
<p>Na semana passada, o Governo anunciou o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais devido aos problemas técnicos que, na segunda-feira, o ministro da Educação disse estarem resolvidos.</p>
<p>Na terça-feira, em entrevista à CNN Portugal, o ministro da Educação confirmou que a plataforma eletrónica em que é feita a correção dos exames nacionais do ensino secundário estaria indisponível hoje, durante duas horas, entre as 00:00 e as 02:00.</p>
<p>Sobre a segunda fase dos exames nacionais, adiada para entre 21 e 24 de julho, Fernando Alexandre disse acreditar que &#8220;vai correr muito bem e será exemplar&#8221;.</p>
<p>Mais de 5.700 pessoas já subscreveram uma petição em que pedem a anulação dos exames nacionais, sem prejuízo dos alunos, devido aos problemas no processo de correção, argumentando que as sucessivas falhas técnicas comprometem a validade das provas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786750]]></sapo:autor>
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		<title>Europa aquece, mas nem todos conseguem proteger-se: 40% não têm meios para manter a casa fresca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[No sul e no centro-leste da Europa, mais de 85% das pessoas afirmam ter sentido perturbações relacionadas com o clima, desde ondas de calor intensas ao ar livre até temperaturas difíceis de suportar dentro de casa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa volta a enfrentar uma onda de calor intensa, mas os efeitos dos fenómenos meteorológicos extremos não são sentidos da mesma forma em todos os países, nem por todos os cidadãos. Um novo estudo da Agência Europeia do Ambiente e da Eurofound mostra que quatro em cada cinco europeus dizem já ter sido afetados por eventos climáticos extremos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, os dados revelam diferenças claras entre regiões. No sul e no centro-leste da Europa, mais de 85% das pessoas afirmam ter sentido perturbações relacionadas com o clima, desde ondas de calor intensas ao ar livre até temperaturas difíceis de suportar dentro de casa.</p>
<p>Os incêndios florestais e o fumo associado são uma das marcas mais visíveis dessa desigualdade. Na Grécia, 41% dos inquiridos dizem ter sido afetados por incêndios ou fumo, seguindo-se Portugal, com 35%, e Chipre, com 20%. A média europeia é de apenas 8%, o que mostra a dimensão particular do problema nos países mais expostos a temperaturas elevadas e períodos prolongados de seca.</p>
<p>O sul da Europa volta, aliás, a estar sob pressão, com incêndios florestais a obrigarem milhares de pessoas a abandonar as suas casas e a levarem as autoridades a impor restrições em eventos ao ar livre, incluindo em parte do percurso da Volta a França. Em Portugal, os satélites do programa europeu Copernicus captaram, a 3 de julho, uma nuvem de fumo a deslocar-se para oeste sobre o Atlântico, proveniente dos incêndios no noroeste do país.</p>
<p>Noutras regiões, o risco dominante é diferente. Na Áustria, quase 26% dos inquiridos dizem ter sido afetados por inundações, enquanto na Eslovénia esse valor chega aos 19%. A média da União Europeia é de 11%, confirmando que a exposição aos fenómenos climáticos extremos varia muito consoante a geografia.</p>
<p>Mas a vulnerabilidade não depende apenas do país onde se vive. O rendimento, as condições da habitação e o estado de saúde também determinam a forma como cada pessoa suporta o calor, as cheias ou outros fenómenos extremos. O estudo indica que quase 40% dos europeus não têm meios para manter a casa fresca durante os picos de calor do verão.</p>
<p>A situação é mais grave na Europa Central e Oriental, onde 46,1% dos inquiridos dizem não conseguir assegurar uma temperatura confortável em casa no verão. No norte da Europa, esse valor baixa para 30,1%. Entre os agregados familiares com dificuldades em chegar ao fim do mês, a percentagem sobe para mais de 66%.</p>
<p>A preocupação com o futuro acompanha esta exposição desigual. Mais de 60% da população do sul da Europa afirma estar profundamente preocupada com futuros extremos de temperatura, mais do dobro do valor registado no norte do continente.</p>
<p>Também o acesso à água potável surge como fonte de ansiedade. Na Europa Central e Oriental, mais de metade dos inquiridos manifesta preocupação com a disponibilidade de água para uso diário, enquanto no norte da Europa essa preocupação atinge menos de um quarto da população.</p>
<p>O retrato deixado pelo estudo é claro: a crise climática já é uma experiência comum para a maioria dos europeus, mas não é uma experiência igual. Quem vive em regiões mais expostas, em casas menos preparadas ou com menos recursos financeiros enfrenta o calor, os incêndios, o fumo e a escassez de água com muito menos margem de proteção.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786746]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Há uma classe de ativos dos mercados emergentes que continua a convencer os investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A dívida local dos mercados emergentes continua a ser a opção mais atrativa no universo do rendimento fixo destes mercados, segundo a mais recente análise de Guillaume Tresca, Senior Emerging Market Strategist da Generali Investments. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dívida local dos mercados emergentes continua a ser a opção mais atrativa no universo do rendimento fixo destes mercados, segundo a mais recente análise de Guillaume Tresca, Senior Emerging Market Strategist da Generali Investments. Para o especialista, a resiliência demonstrada por esta classe de ativos durante o recente conflito entre o Irão e Israel reforça uma visão positiva que a gestora mantém há já algum tempo.</p>
<p>De acordo com a análise, a dívida local beneficia de um enquadramento macroeconómico ainda favorável nos mercados emergentes, caracterizado por uma atividade económica resiliente e por revisões limitadas das perspetivas de crescimento, mesmo após o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente.</p>
<p>A Generali Investments considera também que as avaliações permanecem atrativas. As taxas de juro continuam a oferecer níveis interessantes de carry e de rendibilidade real, ao mesmo tempo que os mercados deverão reduzir as expectativas de novas subidas de juros que surgiram na fase inicial do conflito com o Irão.</p>
<p>No mercado cambial, as moedas dos mercados emergentes sofreram alguma pressão após a reunião de junho da Reserva Federal norte-americana, marcada por um tom mais restritivo. Ainda assim, Guillaume Tresca considera que tanto as avaliações como os benefícios de diversificação não justificam uma extrapolação da recente valorização do dólar.</p>
<p>A análise destaca ainda fatores técnicos favoráveis à dívida local. A participação de investidores estrangeiros continua abaixo da média histórica, enquanto os fluxos de investimento voltaram a ganhar dinamismo, sustentando uma perspetiva positiva para esta classe de ativos.</p>
<p>Por último, a Generali Investments identifica a Inteligência Artificial como um novo fator de suporte para os mercados locais emergentes. Segundo a gestora, o crescimento associado à IA está a beneficiar os exportadores do Norte da Ásia e os fornecedores de matérias-primas, contribuindo para a geração de elevados excedentes comerciais que acabam por ser canalizados para os mercados domésticos de rendimento fixo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786752]]></sapo:autor>
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		<title>Não se podem ver: Sánchez fica longe da mesa principal da NATO antes das ameaças de Trump a Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Sanchéz]]></category>
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					<description><![CDATA[Sánchez partilhou mesa com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, e com os presidentes da Polónia, Karol Nawrocki, da Finlândia, Alexander Stubb, e da Coreia do Sul, Lee Jae-myung]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Sánchez chegou à cimeira da NATO em Ancara já em rota de colisão com Donald Trump por causa da despesa militar. Mas o primeiro sinal político da noite surgiu antes das declarações mais duras do presidente americano: o primeiro-ministro espanhol não ficou sentado na mesa principal do jantar de gala oferecido pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, aos líderes aliados.</p>
<p>Segundo fontes de Moncloa citadas pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, Sánchez partilhou mesa com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, e com os presidentes da Polónia, Karol Nawrocki, da Finlândia, Alexander Stubb, e da Coreia do Sul, Lee Jae-myung. Na mesa principal ficaram Erdogan, Trump, o chanceler alemão Friedrich Merz, o presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.</p>
<p>A distribuição dos lugares foi lida em Espanha como mais um sinal do desconforto em torno da posição de Madrid, que se tem recusado a acompanhar a meta de 5% do PIB em despesa militar defendida por Trump e assumida como referência no debate entre aliados. Ainda assim, fontes espanholas sublinharam que Sánchez ficou junto de líderes de países com peso estratégico relevante para a Aliança, como o Canadá, a Polónia e a Finlândia, e que conversou durante o jantar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>A tensão subiu de tom pouco depois. Em declarações feitas em Ancara, ao lado de Mark Rutte, Donald Trump classificou Espanha como “um caso perdido” e “um parceiro terrível”, acusando o país de não cumprir os compromissos no quadro da NATO. “Não participam, não pagam. Eu não quero ter nada a ver com Espanha. Cortem todas as relações com Espanha, incluindo visitas”, afirmou, dirigindo-se ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent.</p>
<p>O presidente americano foi ainda mais longe e ameaçou cortar as relações comerciais com Madrid. “Todos estão a pagar e a trabalhar, mas Espanha é abertamente hostil. Vamos ver se continuam a ser hostis quando ligarem a dizer: ‘por favor, queremos fazer comércio convosco’. Ganham tanto dinheiro connosco e vamos garantir que passam a ganhar muito menos”, declarou Trump.</p>
<p>A ameaça recupera um conflito que já vinha da anterior cimeira da NATO, quando o governo de Pedro Sánchez se afastou da meta de 5% para a defesa. Madrid defende que consegue cumprir as capacidades exigidas pela Aliança com uma despesa de 2,1% do PIB, valor que o executivo espanhol diz já ter alcançado. Trump, pelo contrário, tem insistido que os aliados europeus devem aumentar de forma substancial os orçamentos militares.</p>
<p>Mark Rutte tentou atenuar a crise e lembrou que Espanha já chegou aos 2% de despesa em defesa, apresentando esse avanço como um passo relevante. Ainda assim, o secretário-geral da NATO reconheceu que continuam a existir questões por resolver, num sinal de que a divergência espanhola continua a pesar nas discussões internas da Aliança.</p>
<p>Do lado espanhol, a resposta foi de “calma e normalidade”. Fontes do governo citadas pela &#8216;Efe&#8217; garantiram que Espanha mantém uma excelente relação social, cultural e económica com os Estados Unidos e que não tem qualquer intenção de a alterar. Moncloa sublinhou também que a União Europeia é uma união comercial e que nenhum Estado-membro pode ser discriminado individualmente nesse domínio.</p>
<p>O governo espanhol recordou ainda que os Estados Unidos têm excedente comercial com Espanha, o que significa que Washington também beneficia da relação económica entre os dois países. As mesmas fontes insistem que os laços económicos são construídos sobretudo por empresas privadas, não por governos, e que a relação bilateral é vantajosa para ambos, tanto no comércio como na defesa.</p>
<p>Na prática, a ameaça de Trump enfrenta também limites europeus. Mesmo que Washington quisesse penalizar Madrid, qualquer conflito comercial com Espanha teria impacto no mercado único e poderia obrigar a uma resposta coordenada de Bruxelas. Por isso, a crise aberta em Ancara já não se limita à despesa militar espanhola: tornou-se um novo teste à relação entre os Estados Unidos, Espanha e a própria União Europeia.</p>
<p>A cimeira deixou, assim, duas imagens políticas difíceis de separar: Sánchez longe da mesa principal dos grandes líderes da NATO e Trump a transformar a divergência sobre defesa numa ameaça comercial direta. Para Madrid, a resposta é institucional e europeia. Para Washington, a pressão é política, económica e pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786742]]></sapo:autor>
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		<title>João Nabais eleito presidente da DECO num mandato marcado pela IA e novos riscos para consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:22:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco]]></category>
		<category><![CDATA[João Nabais]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Novos órgãos sociais assumem como prioridade uma DECO mais próxima dos consumidores, associados, parceiros e restantes entidades do ecossistema da proteção do consumidor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Nabais foi eleito presidente da Direção da DECO para o triénio 2026-2028, na sequência da Assembleia Eleitoral realizada no dia 6 de julho, na sede e nas sete estruturas regionais da Associação.</p>
<p>A lista candidata, que reuniu nomes com experiência, renovação e conhecimento na defesa dos direitos dos consumidores, venceu um ato eleitoral que registou uma afluência às urnas acima do habitual.</p>
<p>Os novos órgãos sociais assumem como prioridade uma DECO mais próxima dos consumidores, associados, parceiros e restantes entidades do ecossistema da proteção do consumidor. O mandato agora iniciado pretende reforçar o movimento associativo e fortalecer a resposta da Associação aos desafios atuais.</p>
<p>Entre esses desafios estão a digitalização, a Inteligência Artificial, as alterações climáticas e novas formas de desigualdade económica e social, áreas que têm vindo a transformar a relação dos cidadãos com empresas, serviços públicos, plataformas digitais e mercados essenciais.</p>
<p>O novo presidente da Direção defende um mandato assente em “compromisso com uma DECO mais forte, mais próxima, mais inovadora e mais preparada para defender os consumidores num tempo de profunda transformação económica, social e tecnológica”.</p>
<p>A Associação pretende desenvolver novas iniciativas, projetos e atividades orientados para a antecipação de riscos, a influência de políticas públicas na área da proteção dos consumidores e a promoção do debate sobre os impactos da transformação digital na vida dos cidadãos.</p>
<p>Os órgãos sociais eleitos para o triénio 2026-2028 integram Joana Ana Jerónimo da Silva Soares Correia como presidente da Mesa da Assembleia Geral, Paulo André Rodrigues de Lima Garcia Fonseca como vice-presidente, Carla Alexandra Maria Paquito como primeira secretária e Maria José Pargana Dionísio como segunda secretária.</p>
<p>No Conselho Fiscal, Jorge Manuel Morgado Fernandes assume a presidência, acompanhado por João Pedro Rebelo Moreira e Egídio Sacramento de Lima Ramos.</p>
<p>A Direção passa a ser presidida por João Diogo de Castro Nabais dos Santos e integra ainda Fernando José Nunes da Silva, Luísa Maria Cameira Ribeiro Lopes, Maria Leonor Mendes da Trindade, Miguel de Miranda Cabral Dias Gomes, Nuno Gonçalo de Oliveira Castanho Luís Fortes e Patrícia Ramalhete Mendes da Silva Calado.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786735]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O mercado de trabalho em Portugal: uma análise comparativa na UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Randstad Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Este estudo faz uma análise detalhada da dinâmica do mercado de trabalho em Portugal, contextualizada no panorama da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este estudo faz uma análise detalhada da dinâmica do mercado de trabalho em Portugal, contextualizada no panorama da União Europeia. Num mercado único de talento, a compreensão da posição relativa de Portugal é essencial para informar decisões estratégicas de Recursos Humanos e políticas de retenção. O objectivo deste trabalho é, portanto, determinar se os indicadores nacionais do mercado de trabalho reflectem uma trajectória de convergência com as economias mais avançadas do bloco europeu ou se, pelo contrário, persistem desvios estruturais que exijam intervenções diferenciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A fonte primária de informação foi a Eurostat, através do Labour Force Survey, o que assegura que as definições de emprego, desemprego e inactividade sejam aplicadas da mesma forma em todos os estados membros.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada indicador será dividi- do em duas dimensões complementares: uma análise de corte transversal, que posiciona Portugal face aos seus pares europeus no 4.º trimestre de 2025, e uma análise de série temporal, que mostra a evolução histórica do merca- do de trabalho nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ambas as dimensões complementares foram utilizados dados ajustados de sazonalidade, garantindo que as tendências observadas reflectem mudanças orgânicas na economia e não meras flutuações sazonais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destaques</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O mercado de trabalho português no contexto Europeu</strong><br />
<strong> Uma trajectória de convergência e novos desafios</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elevada participação:</strong> Portugal apresenta uma taxa de actividade de 79,1%, superando a média da UE em 3,5 p.p. Esta dinâmica é acompanhada por uma taxa de inactividade (20,9%) significativamente inferior à média europeia (24,4%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Integração feminina:</strong> O crescimento histórico da força de trabalho foi impulsionado pela integração das mulheres, cuja taxa de actividade saltou de 59,1% em 1995 para 75,7% em 2024.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desemprego controlado:</strong> A taxa de desemprego situa-se em 5,8%, valor inferior à média da UE (5,9%), demonstrando uma sólida convergência com as economias centrais europeias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desequilíbrio geracional:</strong> Embora o diferencial entre o desemprego jovem e o geral seja comum na Europa, em Portugal esta disparidade é crítica. O rácio de 3,4 (face aos 2,5 da UE) e uma taxa de desemprego jovem de 21,6% evidenciam uma barreira estrutural na integração de novos talentos no mercado nacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redução do défice de escolaridade:</strong> O peso de profissionais pouco qualificados caiu de 76,9% em 1992 para 32,2% em 2024. No entanto, com 29,1% em 2025, Portugal ainda detém a maior percentagem da UE nesta categoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Subutilização e desemprego de longa duração:</strong> Apesar da taxa de desemprego ser inferior à média da UE, o desemprego de longa duração afecta 36,1% dos desempregados, superando a média da UE (32,5%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cultura de trabalho:</strong> Portugal mantém uma incidência de horários prolongados (9,1%) superior à média europeia (6,5%), afectando sobretudo empregadores e trabalhadores por conta própria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novas dinâmicas migratórias:</strong> O peso de estrangeiros na população activa subiu para 7,9%, reflectindo uma nova dinâmica de atracção de talento essencial para a sustentabilidade do mercado. Mesmo assim, continua a ser inferior à média da UE.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Convergência face à média da União Europeia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A análise comparativa e evolutiva dos indicadores de actividade, emprego e desemprego permite concluir que o mercado de trabalho em Portugal atravessou uma transformação estrutural nas últimas quatro décadas. Desde a adesão à então CEE, em 1986, até ao encerramento de 2025, Portugal seguiu um caminho de convergência face à média da UE, superando o bloco em algumas métricas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma taxa de actividade de 79,1%, Portugal supera a mobilização de capital humano, sustentada historicamente pela forte participação feminina e, recentemente, pelo contributo dos fluxos migratórios. Esta maturação reflecte-se ainda na qualificação da força de trabalho, com a percentagem de activos licenciados a atingir os 36,2%, aproximando-se do padrão comunitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, este progresso coexiste com desafios estruturais persistentes. Portugal mantém a maior percentagem da UE de profissionais com baixas qualificações e uma cultura de horários prolongados que dista do equilíbrio vida-trabalho europeu. O ponto mais crítico reside na barreira geracional do desemprego jovem que revela uma dificuldade importante na integração de novos talentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Consulte este estudo completo e outros no site da Randstad Portugal em <a href="http://Destaques O mercado de trabalho português no contexto Europeu Uma trajectória de convergência e novos desafios Elevada participação: Portugal apresenta uma taxa de actividade de 79,1%, superando a média da UE em 3,5 p.p. Esta dinâmica é acompanhada por uma taxa de inactividade (20,9%) significativamente inferior à média europeia (24,4%). Integração feminina: O crescimento histórico da força de trabalho foi impulsionado pela integração das mulheres, cuja taxa de actividade saltou de 59,1% em 1995 para 75,7% em 2024. Desemprego controlado: A taxa de desemprego situa-se em 5,8%, valor inferior à média da UE (5,9%), demonstrando uma sólida convergência com as economias centrais europeias. Desequilíbrio geracional: Embora o diferencial entre o desemprego jovem e o geral seja comum na Europa, em Portugal esta disparidade é crítica. O rácio de 3,4 (face aos 2,5 da UE) e uma taxa de desemprego jovem de 21,6% evidenciam uma barreira estrutural na integração de novos talentos no mercado nacional. Redução do défice de escolaridade: O peso de profissionais pouco qualificados caiu de 76,9% em 1992 para 32,2% em 2024. No entanto, com 29,1% em 2025, Portugal ainda detém a maior percentagem da UE nesta categoria. Subutilização e desemprego de longa duração: Apesar da taxa de desemprego ser inferior à média da UE, o desemprego de longa duração afecta 36,1% dos desempregados, superando a média da UE (32,5%). Cultura de trabalho: Portugal mantém uma incidência de horários prolongados (9,1%) superior à média europeia (6,5%), afectando sobretudo empregadores e trabalhadores por conta própria. Novas dinâmicas migratórias: O peso de estrangeiros na população activa subiu para 7,9%, reflectindo uma nova dinâmica de atracção de talento essencial para a sustentabilidade do mercado. Mesmo assim, continua a ser inferior à média da UE. Convergência face à média da União Europeia A análise comparativa e evolutiva dos indicadores de actividade, emprego e desemprego permite concluir que o mercado de trabalho em Portugal atravessou uma transformação estrutural nas últimas quatro décadas. Desde a adesão à então CEE, em 1986, até ao encerramento de 2025, Portugal seguiu um caminho de convergência face à média da UE, superando o bloco em algumas métricas. Com uma taxa de actividade de 79,1%, Portugal supera a mobilização de capital humano, sustentada historicamente pela forte participação feminina e, recentemente, pelo contributo dos fluxos migratórios. Esta maturação reflecte-se ainda na qualificação da força de trabalho, com a percentagem de activos licenciados a atingir os 36,2%, aproximando-se do padrão comunitário. Contudo, este progresso coexiste com desafios estruturais persistentes. Portugal mantém a maior percentagem da UE de profissionais com baixas qualificações e uma cultura de horários prolongados que dista do equilíbrio vida-trabalho europeu. O ponto mais crítico reside na barreira geracional do desemprego jovem que revela uma dificuldade importante na integração de novos talentos. Consulte este estudo completo e outros no site da Randstad Portugal em www.randstad.pt/randstad-research/">www.randstad.pt/randstad-research/</a></p>
<p style="text-align: justify;">A<em>rtigo publicado na Revista Executive Digest n.º 243 de Junho de 2026</em></p>
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