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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Jun 2026 05:51:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>&#8220;A paz regressou, mas os problemas mantêm-se&#8221;: Ano letivo que hoje termina para milhares de alunos marcado por falta de professores e tensão nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva à Executive Digest, o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, faz um balanço do ano letivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sexta-feira assinala o fim das atividades letivas para os alunos do 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade, marcando o início da reta final de mais um ano escolar que, na avaliação da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), ficou fortemente condicionado pela persistente escassez de professores e pelas mudanças estruturais em curso no sistema educativo.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, faz um balanço do ano letivo e considera que, apesar de a estabilidade ter regressado em larga medida às escolas, continuam a existir problemas estruturais que permanecem longe de estar resolvidos e que poderão continuar a marcar os próximos anos.</p>
<p>Segundo o dirigente associativo, o principal traço distintivo do ano escolar que agora termina foi a falta de docentes, uma realidade que continua a afetar diversas regiões do país. Filinto Lima assinala que o ano foi marcado pela escassez de professores, ao mesmo tempo que decorreu uma profunda reforma administrativa promovida pelo Estado na área da Educação, um processo que, embora possa vir a produzir efeitos positivos no futuro, tem provocado dificuldades no funcionamento quotidiano das escolas.</p>
<p>Na perspetiva do responsável, as alterações em curso têm gerado alguns constrangimentos operacionais, nomeadamente ao nível da relação entre os estabelecimentos de ensino e os serviços centrais do Ministério da Educação. Entre as dificuldades sentidas pelos diretores, destaca a crescente complexidade em obter apoio direto junto da tutela, referindo que a dificuldade em contactar responsáveis ministeriais capazes de prestar auxílio às escolas se tornou uma das queixas mais frequentes ao longo do último ano.</p>
<p><strong>Reforma em curso gera expectativas e preocupações</strong><br />
Apesar das reservas relativamente a alguns impactos imediatos da reorganização administrativa, Filinto Lima admite que o sistema educativo está a atravessar um período de transformação profunda.</p>
<p>Ao comentar o alcance das mudanças, recorda uma antiga expressão utilizada pelo ex-ministro Nuno Crato sobre a necessidade de &#8220;implodir&#8221; o edifício do Ministério da Educação, considerando que essa transformação está agora efetivamente a acontecer. Ainda assim, sublinha que a expectativa da ANDAEP é que o processo resulte numa melhoria efetiva do sistema educativo nacional e numa maior eficiência da resposta prestada às escolas.</p>
<p><strong>Falta de professores mantém-se como principal problema</strong><br />
No balanço do ano letivo, a escassez de docentes continua a surgir como a maior preocupação dos diretores escolares.</p>
<p>Embora reconheça que o Ministério da Educação procurou mitigar o problema através de medidas como a atribuição de horas extraordinárias aos professores, Filinto Lima considera que essas soluções apenas permitiram atenuar parcialmente um problema que classifica como estrutural e acumulado ao longo de vários anos.</p>
<p>Segundo explica, Lisboa continua a ser a região onde as dificuldades são mais visíveis, particularmente na cidade de Lisboa, mas a situação mantém-se igualmente preocupante no Alentejo e no Algarve. Em algumas escolas, refere, continuam a existir alunos sem professores em determinadas disciplinas.</p>
<p>Mais preocupante ainda, acrescenta, é o facto de as dificuldades no recrutamento de docentes já começarem a fazer-se sentir em regiões tradicionalmente menos afetadas. O presidente da ANDAEP, que dirige um agrupamento no Norte do país, admite que encontrar professores para substituições se tornou progressivamente mais difícil também em várias zonas do Centro e Norte, sobretudo em determinadas áreas disciplinares.</p>
<p><strong>Paz social regressou, mas futuro depende das negociações</strong><br />
Apesar dos constrangimentos, Filinto Lima considera que os últimos anos trouxeram uma estabilidade que há muito não se verificava no setor da Educação.</p>
<p>O responsável recorda que já tinha afirmado anteriormente que o atual ministro da Educação conseguiu devolver paz e estabilidade ao sistema educativo e manifesta o desejo de que essa tranquilidade não seja comprometida pelas negociações ainda em curso relativas ao Estatuto da Carreira Docente.</p>
<p>Na sua análise, o novo estatuto terá necessariamente de representar um avanço para a profissão docente. Caso contrário, alerta, poderá desencadear um forte movimento de contestação por parte dos cerca de 150 mil professores portugueses.</p>
<p>Filinto Lima defende que os docentes foram sucessivamente prejudicados ao longo das últimas décadas por governos de diferentes orientações políticas e considera que chegou o momento de reconhecer o papel central que desempenham na sociedade.</p>
<p>Por essa razão, espera que as negociações sejam concluídas rapidamente e que todas as partes envolvidas demonstrem capacidade de compromisso. Na sua opinião, o prolongamento das discussões está a gerar ansiedade desnecessária entre os profissionais do setor, quando aquilo de que as escolas necessitam é precisamente de estabilidade e previsibilidade.</p>
<p><strong>Final do ano marcado por exames, avaliações e greve</strong><br />
O encerramento das aulas para os alunos do ensino secundário e do 9.º ano acontece depois de uma semana particularmente exigente para as escolas, marcada simultaneamente pela realização de provas, exames e pela greve que afetou o setor da Educação.</p>
<p>Antes da paralisação, Filinto Lima tinha alertado que a adesão poderia ser muito significativa e antecipava um forte impacto no funcionamento das escolas. Na sua perspetiva, a mobilização dos professores juntou-se à tradicional participação dos trabalhadores não docentes, aumentando os riscos de perturbação da atividade letiva.</p>
<p>O dirigente tinha igualmente defendido a necessidade de o Ministério da Educação comunicar rapidamente quaisquer alterações ao calendário das provas afetadas pela greve, argumentando que as direções escolares necessitam de tempo para organizar todos os procedimentos administrativos associados e que as famílias também precisam de informação atempada para gerir a sua vida quotidiana. Foi ontem comunicado pelo Ministério da Educação que a prova ModA foi reagendada para 9 de junho, próxima terça-feira.</p>
<p><strong>Um ano de transição para a escola pública</strong><br />
No seu conjunto, o balanço traçado pela ANDAEP aponta para um ano letivo de transição, caracterizado por uma maior estabilidade social nas escolas, mas simultaneamente marcado por desafios estruturais que continuam sem solução definitiva.</p>
<p>A escassez de professores, as dificuldades associadas à reforma administrativa da Educação e a incerteza em torno da valorização da carreira docente surgem como os principais temas identificados por Filinto Lima no encerramento do ano escolar.</p>
<p>À medida que milhares de alunos terminam esta sexta-feira as atividades letivas e entram no período de exames e avaliações finais, o presidente da associação que representa os diretores escolares considera que a prioridade deverá passar por consolidar a estabilidade entretanto alcançada, sem perder de vista os problemas que continuam a afetar a escola pública portuguesa e que exigirão respostas nos próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771730]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da banca moçambicana caíram 140 ME em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os lucros da banca moçambicana caíram 37,9% em 2025, o equivalente a menos 9.600 milhões de meticais (140 milhões de euros), penalizados pelo aumento das imparidades devido à dívida pública, segundo dados do Banco de Moçambique.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lucros da banca moçambicana caíram 37,9% em 2025, o equivalente a menos 9.600 milhões de meticais (140 milhões de euros), penalizados pelo aumento das imparidades devido à dívida pública, segundo dados do Banco de Moçambique.</P><br />
<P>No relatório anual de 2025, o banco central refere que rentabilidade do sistema bancário manteve-se positiva, &#8220;não obstante a redução do resultado líquido&#8221;, reconhecendo que a resultou &#8220;fundamentalmente do aumento expressivo das perdas por imparidades líquidas em 172,7%&#8221;, no valor de 17,1 mil milhões de meticais (229,6 milhões de euros).</P><br />
<P>O relatório anual, que analisa na generalidade 36 instituições de crédito e sociedades financeiras, não refere valores, mas cálculos a partir desta evolução apontam que os lucros globais da banca moçambicana recuaram para 15,7 mil milhões de meticais (228 milhões de euros) em 2025.</P><br />
<P>A deterioração da rentabilidade da banca moçambicana surge num contexto macroeconómico mais exigente e de dependência do financiamento interno do Estado, impactado pelas alterações ao &#8216;rating&#8217; soberano em 2025, o que obrigou a generalidade dos bancos a aumentar fortemente a constituição de imparidades.</P><br />
<P>Em 2025, o Governo recorreu principalmente ao endividamento interno, no montante de 62,5 mil milhões de meticais (840 milhões de euros), apesar de ser uma redução de 43% face ao ano anterior.</P><br />
<P>Além disso, o rácio de solvabilidade fixou-se em 28,1%, enquanto &#8220;o sistema financeiro continuou a apresentar níveis confortáveis de liquidez, situando-se em 60,5%, depois dos 49,6% registados em 2024&#8221;.</P><br />
<P>Ao nível operacional, os bancos conseguiram aumentar receitas, com o produto bancário a crescer 9,9%, equivalente a 9.800 milhões de meticais (131,7 milhões de euros), impulsionado pela margem financeira e pelas comissões, com estas últimas a crescerem 25,2%.</P><br />
<P>Ainda assim, o banco central sublinha que &#8220;o aumento expressivo das perdas por imparidades&#8221; acabou por ser &#8220;suficiente para suplantar o crescimento do produto bancário&#8221;, explicando a queda do resultado líquido.</P><br />
<P>A qualidade da carteira de crédito melhorou, mas continua acima dos níveis considerados saudáveis, com o rácio de crédito em incumprimento a fixar-se em 7,6%, abaixo dos 9,3% registados em dezembro de 2024, &#8220;embora continue acima do máximo convencionalmente aceite de 5%&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, a evolução da liquidez reflete também uma postura mais cautelosa do setor. &#8220;Esta subida reflete o aumento dos ativos líquidos em 32,4% (&#8230;) em maior proporção que os passivos de curto prazo&#8221;, refere o relatório.</P><br />
<P>O ativo total do sistema bancário moçambicano cresceu 7,3% em 2025, para 1,096 biliões (milhões de milhões) de meticais (14.733 milhões de euros), sustentado sobretudo pelo incremento de aplicações no sistema financeiro.</P><br />
<P>No conjunto, o Banco de Moçambique conclui que o setor &#8220;continuou robusto e com níveis confortáveis de liquidez&#8221;, mas reconhece que a evolução da rentabilidade passou a refletir de forma mais direta o aumento do risco e o enquadramento macroeconómico, com destaque para o peso da dívida pública e o custo do crédito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772254]]></sapo:autor>
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		<title>Governo quer apertar lei do tráfico de pessoas e proteger vítimas forçadas a cometer crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta de lei prevê ainda a criação da figura do Coordenador Nacional Antitráfico de Seres Humanos. Esta nova estrutura deverá assumir integralmente as funções do Relator Nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="112" data-end="455">O Governo quer alargar o crime de tráfico de seres humanos à exploração da gestação de substituição, do casamento forçado e da adoção ilegal. A proposta de lei entregue esta semana no Parlamento prevê ainda que as vítimas de tráfico não sejam punidas por crimes que tenham sido obrigadas a cometer durante o período de exploração, avança o JN.</p>
<p data-start="457" data-end="809">A iniciativa legislativa será discutida pelos deputados e pretende transpor para a ordem jurídica interna a Diretiva (UE) 2024/1712, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de junho de 2024. O objetivo é reforçar o combate ao tráfico de pessoas, alargando as formas de exploração previstas na lei e aumentando a proteção dos grupos mais vulneráveis.</p>
<p data-start="811" data-end="977">Além da gestação de substituição, do casamento forçado e da adoção ilegal, a proposta inclui também a exploração de ou para a prática de outras atividades criminosas.</p>
<p data-start="1059" data-end="1391">Uma das principais alterações previstas passa pela introdução de um novo ponto no artigo 160.º do Código Penal, relativo ao tráfico de pessoas. Esse aditamento estabelece a não punibilidade das vítimas de tráfico de seres humanos que pratiquem atos ilícitos como consequência direta da situação de exploração a que estavam sujeitas.</p>
<p data-start="1393" data-end="1644">Na proposta, o Governo explica que a diretiva europeia introduz avanços no combate ao tráfico, nomeadamente através do reforço das medidas de prevenção dirigidas a grupos vulneráveis e da adoção de mecanismos mais exigentes de responsabilização penal.</p>
<p data-start="1646" data-end="1768">Entre esses mecanismos está também a criminalização da utilização consciente de serviços prestados por vítimas de tráfico.</p>
<p data-start="1834" data-end="2064">A proposta surge numa altura em que um relatório do Conselho da Europa revela que, entre 2021 e 2024, foram registadas 690 alegadas vítimas de tráfico de seres humanos em Portugal. Segundo o JN, 250 desses casos foram confirmados.</p>
<p data-start="2066" data-end="2236">Entre as vítimas confirmadas estão 39 crianças, das quais três raparigas e 36 rapazes. Do total de vítimas identificadas, 32 são do sexo feminino e 216 do sexo masculino.</p>
<p data-start="2238" data-end="2345">No que diz respeito à nacionalidade, o relatório indica que 20 vítimas eram portuguesas e 228 estrangeiras.</p>
<p data-start="2347" data-end="2402"><strong>Migrantes na agricultura entre os grupos de maior risco</strong></p>
<p data-start="2404" data-end="2677">O documento do Conselho da Europa aponta os migrantes que trabalham na agricultura como um dos grupos mais expostos ao risco de tráfico de seres humanos. Também os portugueses oriundos de contextos socioeconómicos desfavorecidos são identificados como população vulnerável.</p>
<p data-start="2679" data-end="2866">A proposta do Governo acolhe observações e recomendações apresentadas a Portugal pelo Grupo de Peritos Contra o Tráfico de Seres Humanos do Conselho da Europa, conhecido pela sigla GRETA.</p>
<p data-start="2868" data-end="3043">Essas recomendações vão no sentido de dar cumprimento às diretrizes europeias nesta matéria, em particular ao princípio da não punição das vítimas de tráfico de seres humanos.</p>
<p data-start="3100" data-end="3284">A proposta de lei prevê ainda a criação da figura do Coordenador Nacional Antitráfico de Seres Humanos. Esta nova estrutura deverá assumir integralmente as funções do Relator Nacional.</p>
<p data-start="3286" data-end="3555">Com estas alterações, o Governo pretende atualizar o enquadramento legal do crime de tráfico de pessoas, alargar as situações reconhecidas como exploração e reforçar a proteção das vítimas que, durante o período de exploração, possam ter sido forçadas a cometer crimes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772140]]></sapo:autor>
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		<title>Celebrações do Dia de Portugal começam hoje no Luxemburgo: Seguro abre comemorações junto da comunidade portuguesa antes dos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa marca também o primeiro 10 de Junho de António José Seguro enquanto Presidente da República]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas começam este ano fora do país, com António José Seguro a deslocar-se ao Luxemburgo até 8 de junho, antes das cerimónias oficiais marcadas para os Açores. O Presidente da República antecipa assim a celebração junto da comunidade portuguesa residente no Grão-Ducado, numa visita a que se juntará também o primeiro-ministro, Luís Montenegro.</p>
<p>A deslocação arranca esta sexta-feira, com a chegada de António José Seguro ao aeroporto do Findel. Embora a visita oficial junto das autoridades luxemburguesas esteja anunciada para os dias 6 e 7 de junho, a permanência do chefe de Estado no Luxemburgo prolonga-se por quatro dias, permitindo incluir encontros com a comunidade portuguesa, empresários, representantes políticos e instituições culturais.</p>
<p>O programa marca também o primeiro 10 de Junho de António José Seguro enquanto Presidente da República. Ao contrário do modelo seguido em vários anos por Marcelo Rebelo de Sousa, que começava as comemorações em Portugal e seguia depois para um país com uma comunidade portuguesa expressiva, Seguro inverte a ordem: começa junto da diáspora e segue depois para os Açores, região autónoma escolhida para acolher as cerimónias principais deste ano.</p>
<p><strong>Luxemburgo abre as comemorações com comunidade, política e cultura</strong></p>
<p>A visita tem como objetivo celebrar o Dia de Portugal junto da comunidade portuguesa no Luxemburgo, uma das mais significativas da diáspora. Nesta sexta-feira, participará nessa noite num jantar com empresários portugueses, acompanhado pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e pelo embaixador de Portugal no Luxemburgo, Pedro Sousa e Abreu.</p>
<p>No sábado, o Presidente da República será recebido com honras militares no Palácio Grão-Ducal, numa cerimónia marcada para as 10h15. A agenda inclui depois várias reuniões bilaterais, começando pelo encontro com o presidente da Câmara dos Deputados, Claude Wiseler, no Parlamento luxemburguês.</p>
<p>Durante a tarde, Seguro será recebido pelo primeiro-ministro do Luxemburgo, Luc Frieden, no Ministério de Estado, e pelo vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Xavier Bettel. A comitiva portuguesa contará também com Luís Montenegro e deputados de vários partidos com assento parlamentar.</p>
<p><strong>Montenegro junta-se à visita e discursa na Philharmonie</strong></p>
<p>O momento central das comemorações no Luxemburgo está marcado para domingo, na Philharmonie, onde António José Seguro e Luís Montenegro farão discursos oficiais perante a comunidade portuguesa e convidados institucionais. Na plateia estará também o Grão-Duque Guillaume, que está na origem do convite para esta visita de Estado.</p>
<p>A cerimónia deverá incluir ainda um agraciamento ao empresário português Orlando Pinto, ligado ao setor da construção civil, e animação musical a cargo de António Zambujo. A Embaixada de Portugal no Luxemburgo abriu a participação à comunidade portuguesa, com 1.300 lugares sentados disponíveis mediante reserva prévia, limitada a dois bilhetes por pessoa.</p>
<p>A cerimónia começa oficialmente às 15h20 de domingo, mas as portas da Philharmonie fecham às 14h45. O público deverá chegar entre as 13h45 e as 14h45 para controlo de bilhetes e documentos de identificação. Por motivos de segurança, não serão admitidos sacos ou mochilas no grande auditório.</p>
<p><strong>Encontro com alunos e homenagem aos 60 anos da comunidade portuguesa</strong></p>
<p>Antes da cerimónia na Philharmonie, António José Seguro e Luís Montenegro encontrar-se-ão, no domingo de manhã, com 120 alunos dos cursos de língua e cultura portuguesas, em Soleuvre, na sala Artikuss. O momento reforça o peso simbólico da visita, centrada na ligação entre Portugal, a língua portuguesa e as novas gerações da diáspora.</p>
<p>A agenda inclui também iniciativas culturais ligadas à presença portuguesa no Luxemburgo. No sábado, em Dudelange, o Presidente da República estará na apresentação do livro “Testemunhos”, obra que assinala os 60 anos da comunidade portuguesa no país. Ao final do dia, no Centro Cultural Camões, em Luxemburgo, participa na inauguração da exposição “Atlas Lusitano”, do escultor Frederico Ferreira.</p>
<p>Estas iniciativas colocam a comunidade portuguesa no centro do arranque das comemorações, cruzando a dimensão institucional da visita com momentos dedicados à história da emigração, à cultura e à afirmação da língua portuguesa.</p>
<p><strong>Depois do Luxemburgo, seguem-se os Açores e a Madeira</strong></p>
<p>Após a passagem pelo Luxemburgo, António José Seguro segue para os Açores, onde decorrerão as cerimónias oficiais do 10 de Junho. A ilha Terceira foi escolhida como anfitriã deste primeiro Dia de Portugal do novo Presidente da República, numa decisão que a Presidência justificou com o papel histórico, político e cultural das regiões autónomas na construção de um país mais coeso, plural e solidário.</p>
<p>A escolha tem ainda uma dimensão simbólica adicional: este ano assinalam-se os 50 anos da consagração constitucional das autonomias regionais. O professor universitário Miguel Monjardino, natural de Angra do Heroísmo e especialista em Geopolítica e Geoestratégia, foi escolhido para presidir às comemorações.</p>
<p>Depois dos Açores, António José Seguro desloca-se à Madeira, onde, a 12 de junho, participará numa sessão comemorativa dos 50 anos da autonomia regional e dos 40 anos da integração europeia.</p>
<p><strong>Diáspora no centro do primeiro 10 de Junho de Seguro</strong></p>
<p>No discurso de tomada de posse, António José Seguro afirmou que queria manter a tradição de celebrar o 10 de Junho tanto em Portugal como junto das comunidades portuguesas no estrangeiro. A escolha do Luxemburgo para abrir as comemorações reforça esse sinal político, colocando a diáspora no primeiro momento das celebrações.</p>
<p>Entre a visita de Estado, os encontros com a comunidade, a presença de Luís Montenegro, a cerimónia na Philharmonie e a passagem posterior pelos Açores e pela Madeira, o arranque das comemorações deste ano desenha um roteiro com três eixos: comunidades portuguesas, autonomia regional e afirmação de Portugal no mundo.</p>
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		<title>Japão pretende substituir 14 reatores nucleares obsoletos até 2050</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:37:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Japão está a considerar substituir um máximo de 14 reatores nucleares obsoletos até à década de 2050, avançou hoje a imprensa local, mais de 15 anos após o desastre de Fukushima.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Japão está a considerar substituir um máximo de 14 reatores nucleares obsoletos até à década de 2050, avançou hoje a imprensa local, mais de 15 anos após o desastre de Fukushima.</P><br />
<P>O plano, delineado pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria, surge numa altura em que o Japão se esforça por garantir capacidade de geração de eletricidade suficiente para satisfazer a crescente procura, impulsionada principalmente por tecnologias emergentes como a inteligência artificial, os centros de dados e as fábricas de semicondutores.</P><br />
<P>De acordo com o plano, o ministério espera substituir até cinco reatores obsoletos até à década de 2040, elevando o total para cerca de 14 na década seguinte, informaram a agência de notícias Kyodo News e a emissora pública NHK.</P><br />
<P>Esta é a primeira vez que o governo estabelece metas específicas para a substituição de reatores, segundo a Kyodo News.</P><br />
<P>O plano será apresentado numa reunião do Conselho de Ministros japonês ainda hoje, informaram os meios de comunicação locais, acrescentando que o Governo da primeira-ministra, Sanae Takaichi, irá rever o projeto este verão.</P><br />
<P>A indústria energética japonesa estima que, até 2040, o país enfrente um défice de 5,5 milhões de quilowatts, o equivalente à produção de cerca de cinco reatores, acrescentou a Kyodo.</P><br />
<P>O Japão desativou todas as centrais nucleares após o terramoto e tsunami de 2011, que provocaram a fusão de três reatores na central de Fukushima.</P><br />
<P>Mas o país quer agora reativar a energia nuclear para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e alcançar a neutralidade carbónica até 2050.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772253]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Segurança Social paga hoje apoio extraordinário às rendas: conheça o calendário das restantes prestações de junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguranca-social-paga-hoje-apoio-extraordinario-as-rendas-conheca-o-calendario-das-restantes-prestacoes-de-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de junho de 2026.</p>
<p>Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares.</p>
<p>Assim, é possível um melhor planeamento e uma salvaguarda para os beneficiários, na medida em que sabem exatamente o dia em que recebem o subsídio. Veja o calendário:</p>
<p>Hoje</p>
<p>Rendas</p>
<p>08 JUN</p>
<p>Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de Despesas de Funeral<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>16 JUN</p>
<p>Prestações familiares<br />
1º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social</p>
<p>19 JUN</p>
<p>Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>23 JUN</p>
<p>Fundo de Garantia Salarial<br />
Rendimento Social de Inserção</p>
<p>26 JUN</p>
<p>2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
<p><strong>O que é o apoio extraordinário à renda?</strong></p>
<p>O apoio extraordinário à renda consiste num apoio financeiro mensal, não reembolsável, até ao limite máximo de 200€, que corresponde à diferença entre a taxa de esforço efetivamente suportada pelo agregado com a renda e uma taxa de esforço máxima de 35 %.</p>
<p>Podem beneficiar do apoio os agregados familiares que cumpram cumulativamente os seguintes critérios:</p>
<p>– Tenham residência fiscal em Portugal;<br />
– Sejam titulares de contrato de arrendamento ou subarrendamento de primeira habitação, registado na AT e celebrado até 15.03.2023;<br />
– Cuja taxa de esforço com o encargo de pagamento das rendas seja igual ou superior a 35%;* Cujo rendimento anual seja igual ou inferior ao limite máximo do 6.º escalão do IRS (2023: 38 632€) ou,<br />
se não estiverem obrigados à entrega da declaração anual de IRS, cujo valor total mensal de rendimentos seja igual ou inferior a 1/14 do limite máximo do 6.º escalão do IRS relativos a rendimentos mensais de trabalho declarados à Segurança Social ou às seguintes prestações sociais:<br />
. Pensões de velhice, sobrevivência, invalidez ou pensões sociais;<br />
. Prestações de desemprego ou de parentalidade;<br />
. Rendimento social de inserção, prestação social para a inclusão ou complemento solidário para idosos;<br />
. Subsídios de doença e doença profissional (de atribuição não inferior a 1 mês) ou de apoio ao cuidador informal.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771729]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sexta-feira fresca, sábado com chuviscos no Norte e domingo a aquecer: o tempo para o fim de semana</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sexta-feira-fresca-sabado-com-chuviscos-no-norte-e-domingo-a-aquecer-o-tempo-para-o-fim-de-semana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão aponta para um fim de semana em duas fases: sábado ainda com alguma instabilidade no Noroeste e domingo já com sinais de subida das temperaturas, sobretudo no interior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental chega a esta sexta-feira ainda sob influência de uma circulação de norte e noroeste, com ambiente mais fresco no litoral, vento por vezes forte e temperaturas contidas para o início de junho. A previsão do &#8216;Tempo.pt&#8217; aponta para um fim de semana em duas fases: sábado ainda com alguma instabilidade no Noroeste e domingo já com sinais de subida das temperaturas, sobretudo no interior.</p>
<p>Para esta sexta-feira, não está prevista precipitação significativa em Portugal continental. O dia deverá ser marcado por tempo geralmente seco, embora com ambiente mais fresco nas zonas costeiras, em especial no litoral Norte e Centro, onde a nortada continuará a limitar a subida dos termómetros. Nas cidades do litoral, a sensação térmica deverá continuar mais moderada, com máximas abaixo dos valores mais quentes esperados no interior.</p>
<p><strong>Sexta-feira: tempo seco, mas sem grande calor no litoral</strong></p>
<p>A sexta-feira deverá ser o dia mais estável antes de uma nova passagem frontal enfraquecida prevista para sábado. Depois dos episódios de chuva fraca e chuvisco registados durante a semana, o &#8216;Tempo.pt&#8217; indica que esta sexta-feira não deverá ter ocorrência de precipitação, mantendo-se a influência atlântica e a circulação de norte.</p>
<p>O vento continuará a ser um dos elementos a ter em conta. A nortada deverá soprar com maior intensidade durante a tarde, sobretudo no litoral oeste, nas terras altas do Centro e Sul e no Barlavento Algarvio, podendo contribuir para uma sensação de tempo mais fresco junto à costa. No litoral Norte e Centro, as máximas deverão continuar, em geral, entre os 20 e os 25 ºC, enquanto no interior os valores serão mais elevados.</p>
<p><strong>Sábado: chuva fraca pode regressar ao Noroeste</strong></p>
<p>No sábado, a extremidade de uma nova frente fria enfraquecida deverá alcançar Portugal continental durante a madrugada e poderá manter influência até ao final da manhã ou início da tarde. A chuva, no entanto, deverá ser fraca, pouco frequente e concentrada sobretudo no Noroeste.</p>
<p>As zonas mais expostas serão o Minho, em particular os distritos de Viana do Castelo e Braga. Ainda assim, não estão excluídos chuviscos dispersos noutras áreas do Norte litoral e interior. De acordo com o &#8216;Tempo.pt&#8217;, Viana do Castelo deverá ser o distrito com mais precipitação acumulada até sábado, podendo chegar aos 7 milímetros, enquanto Braga deverá somar entre 2 e 4 milímetros. Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Vila Real e Viseu deverão registar valores mais baixos, entre 0,5 e 3 milímetros.</p>
<p>Apesar desta instabilidade fraca, o sábado já deverá marcar alguma recuperação gradual das temperaturas em parte do território. O tempo continuará mais condicionado junto ao litoral, mas o interior começará a sentir sinais de uma massa de ar mais quente e seca sobre a Península Ibérica.</p>
<p><strong>Domingo: o calor começa a ganhar força no interior</strong></p>
<p>O domingo deverá trazer uma mudança mais clara no estado do tempo. Não está prevista precipitação e a estabilidade atmosférica deverá reforçar-se, com o calor a intensificar-se sobretudo nas regiões do interior. O &#8216;Tempo.pt&#8217; antecipa que a mudança gradual comece precisamente a partir de domingo, com uma área mais alargada do país a sentir a subida das temperaturas.</p>
<p>A diferença entre litoral e interior deverá tornar-se mais evidente. Nas zonas costeiras, a influência atlântica e a nortada poderão continuar a travar a subida das máximas, mantendo cidades como Lisboa ou Porto com valores mais moderados. Já no interior, especialmente no Alentejo, vale do Tejo e interior Centro, as temperaturas deverão subir de forma mais expressiva, com máximas a aproximarem-se dos 30 ºC ou a superarem esse valor em alguns pontos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Meteored&#8217;, o fim de semana deverá dar os primeiros sinais de uma alteração mais ampla da circulação atmosférica, com tempo mais ameno no sábado e maior intensificação do calor no domingo, antes de uma possível consolidação do calor na semana seguinte.</p>
<p><strong>Fim de semana pede atenção ao contraste entre litoral e interior</strong></p>
<p>Na prática, quem ficar pelo litoral deverá contar com um fim de semana relativamente ameno, algum vento e maior probabilidade de nebulosidade baixa nas manhãs. Para quem viajar para o interior, sobretudo a partir de domingo, o cenário será mais quente e seco, com temperaturas já mais próximas de um ambiente de verão.</p>
<p>A chuva, quando surgir, deverá ser fraca e localizada, com maior probabilidade no sábado de manhã no Noroeste. Para a maior parte do país, o fim de semana será sobretudo marcado pela transição entre uma sexta-feira fresca e seca, um sábado ainda com alguma instabilidade no Norte e um domingo mais quente no interior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771823]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Membros do Sindicato dos Atores ratificam novo contrato com mais proteções anti-IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os membros do Sindicato dos Atores ratificaram o novo contrato de quatro anos com os maiores estúdios de cinema e televisão, que inclui um aumento salarial e mais proteções contra o uso de inteligência artificial (IA). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os membros do Sindicato dos Atores ratificaram o novo contrato de quatro anos com os maiores estúdios de cinema e televisão, que inclui um aumento salarial e mais proteções contra o uso de inteligência artificial (IA). </P><br />
<P>Segundo um comunicado do sindicato SAG-AFTRA, 91,42% dos membros que entregaram os seus boletins votaram a favor do novo acordo com a Alliance of Motion Picture and Television Producers (AMPTP), que representa a Walt Disney, Warner Bros., Universal Pictures, Paramount Pictures, Sony Pictures, Netflix, Amazon Studios, Apple, ABC, CBS, FOX, NBC e centenas de produtoras mais pequenas. </P><br />
<P>&#8220;O novo contrato inclui ganhos significativos para várias categorias de membros, protegendo e celebrando a performance humana&#8221;, declarou o SAG-AFTRA (Screen Actors Guild &#8211; American Federation of Television and Radio Artists).</P><br />
<P>&#8220;Alarga as proteções anteriores contra a IA e réplicas digitais, incluindo novos termos que restringem ainda mais a utilização de [atores] sintéticos, dando proteções adicionais contra a substituição do trabalho dos membro por IA&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>O uso de IA pelos estúdios esteve na origem das greves que abalaram Hollywood em 2023 e um dos grandes objetivos do sindicato para esta ronda negocial era apertar as condições.</P><br />
<P>O negociador-chefe, Duncan Crabtree-Ireland, frisou que a meta foi cumprida e que o uso de atores sintéticos &#8220;vai manter-se a exceção, e não a regra, na nossa indústria&#8221;. </P><br />
<P>Os produtores só poderão usar atores sintéticos se eles trouxerem &#8220;um valor adicional significativo&#8221; em comparação com um ator humano ou com o avatar digital de um ator humano. Desta forma, considera o SAG-AFTRA, o uso de atores sintéticos e de réplicas será limitado a casos especiais. </P><br />
<P>Este acordo também aumenta os pagamentos residuais e outras formas de compensação, um ponto saliente na insatisfação dos atores em negociações anteriores. </P><br />
<P>&#8220;Mais importante ainda, este acordo posiciona os nossos membros para que modelem o futuro deste negócio enquanto protege o valor da performance e criatividade humanas&#8221;, referiu o responsável do sindicato, que representa mais de 160 mil profissionais de média, incluindo atores, locutores e modelos.</P><br />
<P>Críticos do acordo consideram que um contrato de quatro anos é muito longo numa altura em que a IA se desenvolve a grande velocidade. Mas era um objetivo dos estúdios conseguir um contrato mais prolongado, para evitar o tipo de instabilidade que aconteceu em 2023. </P><br />
<P>&#8220;Este acordo oferece melhorias significativas nos salários, benefícios de pensões e de saúde, direitos de autor e proteção dos artistas&#8221;, indicou a AMPTP, em comunicado, onde congratulou o sindicato pela ratificação. </P><br />
<P>O presidente do SAG-AFTRA, Sean Astin, também agradeceu aos membros e considerou que o contrato honra a luta dos atores em 2023.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos membros sempre compreenderam que proteger o futuro desta profissão significa preparar-se para a mudança antes que ela chegue&#8221;, afirmou. &#8220;Este acordo reflete esse compromisso e o poder coletivo deste sindicato&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O contrato, que começou a ser negociado entre o sindicato e os estúdios a 9 de fevereiro, entra em vigor a 01 de julho e será válido até 30 de junho de 2030.</P><br />
<P>Além da IA, estabelece condições para a fusão do plano de pensões dos produtores SAG e o fundo de reforma AFTRA, algo que ainda não tinha sido feito desde a fusão dos sindicatos, em 2012.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772252]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cabaz alimentar interrompe três semanas de alívio e volta a pesar na carteira dos portugueses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cabaz-alimentar-interrompe-tres-semanas-de-alivio-e-volta-a-pesar-na-carteira-dos-portugueses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A subida confirma a pressão persistente sobre os alimentos, depois de vários meses em que este cabaz tem atingido valores recorde praticamente todas as semanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="85" data-end="343">O preço do cabaz alimentar voltou a subir na primeira semana de junho, interrompendo três semanas consecutivas de descidas. A cesta de bens essenciais monitorizada pela DECO PROteste aumentou 1,97 euros, o equivalente a 0,77%, e passou a custar 259,31 euros.</p>
<p data-start="345" data-end="608">A subida confirma a pressão persistente sobre os alimentos, depois de vários meses em que este cabaz tem atingido valores recorde praticamente todas as semanas. Desde o início do ano, o conjunto de produtos essenciais já encareceu 17,48 euros, uma subida de 7,2%.</p>
<p data-start="610" data-end="807">A comparação com 2022 mostra uma diferença ainda mais expressiva. A 5 de janeiro desse ano, comprar exatamente os mesmos produtos custava menos 71,61 euros, o que representa uma diferença de 38,2%.</p>
<p data-start="809" data-end="870"><strong>Atum, farinha e esparguete entre os produtos que mais subiram</strong></p>
<p data-start="872" data-end="1108">Na última semana analisada, entre 27 de maio e 3 de junho, os maiores aumentos percentuais foram registados no atum posta em óleo vegetal, que subiu 28%, na farinha para bolos, que aumentou 17%, e no esparguete, que ficou 16% mais caro.</p>
<p data-start="1110" data-end="1337">Quando a comparação é feita com a primeira semana do ano, a 7 de janeiro de 2026, o esparguete surge como o produto com a maior subida percentual, com um aumento de 32%. Seguem-se o tomate e a dourada, ambos com subidas de 28%.</p>
<p data-start="1339" data-end="1566">Já desde o início da monitorização, em janeiro de 2022, os produtos que mais encareceram foram a carne de novilho para cozer, com uma subida de 125%, os ovos, que aumentaram 84%, e o bacalhau graúdo, com uma valorização de 76%.</p>
<p data-start="1568" data-end="1630"><strong>Conflito no Médio Oriente pode pressionar ainda mais os preços</strong></p>
<p data-start="1632" data-end="1930">A evolução dos preços alimentares poderá continuar a ser condicionada pelo contexto internacional. Se o conflito no Médio Oriente se prolongar, os preços dos bens alimentares poderão subir ainda mais nos próximos meses, devido ao impacto nos combustíveis, na energia e nas cadeias de abastecimento.</p>
<p data-start="1932" data-end="2271">A situação tem semelhanças com os efeitos sentidos após o início da guerra na Ucrânia, quando a crise energética pressionou os custos de produção e distribuição. A estes fatores juntam-se ainda os prejuízos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro em Portugal, que poderão não estar totalmente refletidos nos preços ao consumidor.</p>
<p data-start="2273" data-end="2625">Outro fator de pressão está nos fertilizantes agrícolas. Alguns dos maiores produtores de fertilizantes e de matérias-primas usadas na sua produção estão localizados no Médio Oriente. Como grande parte destas mercadorias é transportada por via marítima através do estreito de Ormuz, o aumento dos custos pode acabar por chegar aos preços dos alimentos.</p>
<p data-start="2627" data-end="2661"><strong>Como é calculado o cabaz alimentar</strong></p>
<p data-start="2663" data-end="2932">Desde janeiro de 2022, a DECO PROteste acompanha semanalmente a evolução dos preços de um conjunto de 63 bens alimentares essenciais. A análise é feita todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior nos principais supermercados com loja online.</p>
<p data-start="2934" data-end="3148">Para calcular o valor final do cabaz, é apurado o preço médio de cada produto nas lojas online onde está disponível. Depois, a soma desses preços médios permite obter o custo total da cesta alimentar para esse dia.</p>
<p data-start="3150" data-end="3194"><strong>Porque é que os alimentos ficaram mais caros</strong></p>
<p data-start="3196" data-end="3481">A subida dos preços alimentares nos últimos quatro anos começou a ganhar força com a invasão da Rússia à Ucrânia. Em 2022, a União Europeia e Portugal dependiam de uma parte significativa dos cereais provenientes da Ucrânia, o que colocou pressão adicional sobre o setor agroalimentar.</p>
<p data-start="3483" data-end="3788">O setor já enfrentava os efeitos da pandemia de covid-19 e da seca em Portugal. A limitação da oferta de matérias-primas, o aumento dos custos de produção, a subida dos fertilizantes e a energia mais cara acabaram por se refletir nos mercados internacionais e, depois, nos preços pagos pelos consumidores.</p>
<p data-start="3790" data-end="4128">Produtos como carne, hortofrutícolas, cereais de pequeno-almoço e óleo vegetal foram alguns dos bens afetados por este contexto. Em abril de 2023, o Governo avançou com a isenção de IVA num cabaz com mais de 40 alimentos. A medida ajudou inicialmente a travar a subida dos preços, mas o efeito acabou por perder força nos meses seguintes.</p>
<p data-start="4130" data-end="4430">Em 2024, depois da reposição do imposto, alguns produtos continuaram a encarecer. O azeite virgem extra foi um dos exemplos mais visíveis, tendo atingido o preço mais elevado em abril desse ano. Já em 2025, as maiores pressões sentiram-se em produtos como os ovos, o café torrado moído e o chocolate.</p>
<p data-start="4432" data-end="4467"><strong>Inflação mantém-se nos 3,3% em maio</strong></p>
<p data-start="4469" data-end="4715">A subida dos preços ao consumidor contribuiu para níveis historicamente elevados de inflação em 2022 e 2023. Em 2025, a taxa de inflação fixou-se nos 2,3%, abaixo dos 2,4% registados em 2024, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística.</p>
<p data-start="4717" data-end="4891">Em abril de 2026, a inflação acelerou para 3,3%, mais 0,6 pontos percentuais do que em março. Já em maio, de acordo com as estimativas do INE, deverá ter-se mantido nos 3,3%.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772119]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Colisão entre ligeiro e pesado de mercadorias deixa um morto em Coimbra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/colisao-entre-ligeiro-e-pesado-de-mercadorias-deixa-um-morto-em-coimbra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma colisão entre um veículo ligeiro e um pesado de mercadorias causou hoje um morto e deixou o trânsito condicionado no IC2 em Coimbra, disse à Lusa a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma colisão entre um veículo ligeiro e um pesado de mercadorias causou hoje um morto e deixou o trânsito condicionado no IC2 em Coimbra, disse à Lusa a Proteção Civil.</P><br />
<P>Um porta-voz do Comando Sub-regional da Região de Coimbra da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil confirmou o acidente, na freguesia de Cernache, município de Coimbra.</P><br />
<P>A Proteção Civil recebeu o alerta sobre a colisão pouco antes das 04:20 e, cerca de uma hora depois, ainda estavam no local 22 operacionais, apoiados por sete veículos.</P><br />
<P>A mesma fonte disse que o trânsito permanecia condicionado no troço do IC2 onde ocorreu o acidente.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772251]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento local de Nova Iorque aprova moratória de um ano a centros de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:35:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O parlamento do Estado de Nova Iorque, no nordeste dos EUA, aprovou um projeto de lei que impõe uma moratória de um ano na emissão de licenças para a construção de centros de dados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento do Estado de Nova Iorque, no nordeste dos EUA, aprovou um projeto de lei que impõe uma moratória de um ano na emissão de licenças para a construção de centros de dados.</P><br />
<P>Um porta-voz da senadora Liz Krueger, autora do projeto de lei que acabou por ser incorporado numa legislação mais ampla, confirmou à agência de notícias France-Presse que tanto a Câmara dos Representantes como o Senado votaram a favor, na quinta-feira.</P><br />
<P>O documento irá agora seguir para a governadora Kathy Hochul, que tem poder de veto.</P><br />
<P>Caso a governadora ratifique o projeto de lei, Nova Iorque tornar-se-á o primeiro Estado norte-americano a impor uma moratória a centros de dados.</P><br />
<P>Em abril, o parlamento do Maine, também no nordeste dos EUA, votou a suspensão de todos os novos projetos de grandes centros de dados, mas a governadora Janet Mills vetou a medida, argumentando que não incluía uma isenção para projetos locais.</P><br />
<P>Um número crescente de eleitores e de autoridades eleitas está a mobilizar-se a favor de uma proibição ou regulamentação mais rigorosa de centros de dados, que estão a proliferar pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Com o rápido desenvolvimento da Internet e da computação em nuvem, as instalações são muito procuradas pelas grandes empresas de inteligência artificial (IA), que necessitam delas para desenvolver e executar modelos de linguagem.</P><br />
<P>No entanto, os críticos destacam que os centros consomem uma quantidade significativa de electricidade e água potável, causam poluição sonora e criam um número limitado de empregos.</P><br />
<P>O projeto de lei aprovado pelo parlamento de Nova Iorque foi apresentado por Kristen Gonzalez, que pertence à Aliança Socialista Democrática, o partido do atual presidente da Câmara da cidade de Nova Iorque, Zoran Mamdani.</P><br />
<P>O texto estipula ainda que, após o termo da moratória, qualquer novo pedido deverá ser apresentado em reunião pública antes de a autorização poder ser concedida.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772250]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan cria fundo de 50 ME para impulsionar investimento na República Checa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Taiwan anunciou hoje a criação de um fundo de 50 milhões de euros para promover o investimento bilateral com a República Checa, no final de uma visita do presidente do Senado checo, Milos Vystrcil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan anunciou hoje a criação de um fundo de 50 milhões de euros para promover o investimento bilateral com a República Checa, no final de uma visita do presidente do Senado checo, Milos Vystrcil.</P><br />
<P>Em comunicado, o Conselho Nacional de Desenvolvimento (NDC, na sigla em inglês) taiwanês informou que vai cooperar com o ministério dos Assuntos Económicos para disponibilizar mais 50 milhões de euros ao projeto de expansão para a República Checa do Fundo de Investimento para a Europa Central e Oriental, para reforçar os intercâmbios e a cooperação entre as duas partes.</P><br />
<P>O presidente do NDC, Yeh Chun-hsien, afirmou que a República Checa tornou-se o principal parceiro comercial de Taiwan na Europa Central e Oriental, com as trocas bilaterais a atingir 1,8 mil milhões de euros em 2025.</P><br />
<P>Criado em 2022 pelo Governo taiwanês, o Fundo de Investimento para a Europa Central e Oriental já investiu 23,9 milhões de euros em cinco empresas checas.</P><br />
<P>Segundo Yeh, isso demonstra que os laços industriais entre Taiwan e a República Checa estão atualmente &#8220;mais estreitos do que no passado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O projeto apoiará empresas taiwanesas interessadas em entrar no mercado checo, empresas checas que pretendam entrar no mercado taiwanês e também empresas resultantes da cooperação entre ambas as partes&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que a iniciativa deverá contribuir para reforçar o investimento industrial em ambos os sentidos e os intercâmbios tecnológicos.</P><br />
<P>O anúncio foi feito após a visita de quatro dias a Taiwan do presidente do Senado checo, que liderou uma delegação de cerca de 40 pessoas e se reuniu com altos responsáveis taiwaneses, incluindo o Presidente da ilha, William Lai Ching-te.</P><br />
<P>A Cidade do Vaticano é o único Estado europeu que mantém relações diplomáticas oficiais com Taiwan. Ainda assim, vários países da Europa Central e de Leste aprofundaram os contactos com a ilha nos últimos anos, em particular após a invasão russa da Ucrânia.</P><br />
<P>Pequim, que considera Taiwan parte integrante do seu território e não exclui o uso da força para assumir o controlo da ilha, manifestou no fim de semana &#8220;firme oposição&#8221; à visita de Vystrcil.</P><br />
<P>O ministério dos Negócios Estrangeiros chinês acusou então a deslocação de &#8220;violar gravemente a soberania nacional e a integridade territorial&#8221; da China.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772248]]></sapo:autor>
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		<title>Homens armados raptam sete alunos de uma escola no noroeste da Nigéria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Homens armados invadiram um dormitório escolar no noroeste da Nigéria e raptaram sete estudantes, informou a polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Homens armados invadiram um dormitório escolar no noroeste da Nigéria e raptaram sete estudantes, informou a polícia.</P><br />
<P>O ataque ocorreu na madrugada de quarta-feira, na zona de Kaura Namoda, no estado de Zamfara, disse o porta-voz da polícia, Yazid Abubakar, em comunicado.</P><br />
<P>Um dos estudantes conseguiu escapar e está sob custódia.</P><br />
<P>O porta-voz da polícia disse que estavam a ser feitos esforços para resgatar os restantes seis alunos, mas que não havia até ao momento informações sobre para onde foram levados.</P><br />
<P>Zamfara tem sido um foco de grupos armados que realizam raptos para receber dinheiro de resgates, com a captura de estudantes a aumentar nos últimos anos em todo o país.</P><br />
<P>Um levantamento do jornal local Premium Times apurou que pelo menos 1.900 alunos foram levados de 20 escolas desde o rapto em massa de mais de 200 raparigas em Chibok, no estado de Borno, em 2014.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772247]]></sapo:autor>
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		<title>Jornalista norte-americano declara-se culpado de atuar como agente ilegal da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 03:50:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um jornalista norte-americano que vivia na China desde 2010 e trabalhou para vários órgãos de comunicação estatais chineses declarou-se culpado, num tribunal dos Estados Unidos, de atuar como agente ilegal do Governo chinês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um jornalista norte-americano que vivia na China desde 2010 e trabalhou para vários órgãos de comunicação estatais chineses declarou-se culpado, num tribunal dos Estados Unidos, de atuar como agente ilegal do Governo chinês.</P><br />
<P>Thomas Pauken II vai ser sentenciado em 01 de setembro num tribunal distrital dos EUA e enfrenta uma pena máxima de 10 anos de prisão, disse na quinta-feira o Departamento de Justiça norte-americano.</P><br />
<P>O jornalista escreve sob o nome Tom McGregor, para se distinguir do pai, antigo presidente do Partido Republicano no Texas na década de 1990 e candidato a governador daquele estado.</P><br />
<P>O caso é o mais recente de uma série de processos apresentados pelo Governo federal norte-americano contra pessoas suspeitas de trabalharem para a China sem o devido registo junto das autoridades dos EUA.</P><br />
<P>O advogado de defesa, Charles Burnham, afirmou em comunicado que Pauken &#8220;assumiu a responsabilidade por ter trabalhado como agente da República Popular da China sem preencher previamente determinados formulários exigidos pelo Governo dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o advogado, Pauken esperava que o seu trabalho contribuísse para &#8220;promover relações pacíficas e fazer avançar a causa da liberdade religiosa na China&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a declaração juramentada apresentada no processo, Pauken via-se como um intermediário entre agentes chineses e potenciais fontes que pudessem fornecer informações confidenciais a Pequim.</P><br />
<P>As autoridades norte-americanas alegam que, pelo menos desde 2019, Pauken colaborava com agentes chineses, incluindo uma mulher identificada como &#8216;Cathy&#8217;, que o jornalista acreditava estar ligada aos serviços de segurança chineses.</P><br />
<P>Em janeiro de 2025, Pauken foi intercetado por agentes das Alfândegas e Proteção de Fronteiras dos EUA quando regressava ao país.</P><br />
<P>Em entrevistas com agentes daquela entidade e do FBI, afirmou que pretendia encontrar-se com uma pessoa candidata a um cargo na administração Trump e entregar-lhe um telemóvel Samsung com um cartão SIM, um computador portátil e 10 mil dólares (8.600 euros) em troca da elaboração de relatórios destinados a serem lidos pelo Presidente chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P>Segundo a declaração juramentada, Pauken disse estar &#8220;80% certo&#8221; de que essa pessoa, caso fosse contratada, forneceria informações classificadas a Pequim.</P><br />
<P>As autoridades permitiram que Pauken prosseguisse os seus planos e monitorizaram os contactos.</P><br />
<P>A pessoa em questão afirmou posteriormente que Pauken lhe pediu informações de fonte aberta, mas indicou também que os seus clientes na China procuravam frequentemente dados mais sensíveis.</P><br />
<P>Segundo a acusação, essa pessoa nunca teve intenção de colaborar com o jornalista.</P><br />
<P>Um ano depois, Pauken regressou aos EUA para fazer uma nova abordagem à mesma pessoa, com quem retomara contacto no âmbito de um possível negócio petrolífero. Encontraram-se num restaurante em Washington, a 23 de fevereiro, e novamente dois dias depois num hotel, reunião que foi acompanhada pelo FBI.</P><br />
<P>As verificações efetuadas pelas autoridades concluíram que Pauken não se registou ao abrigo da Lei de Registo de Agentes Estrangeiros nem notificou o procurador-geral dos EUA de que atuava como agente da China.</P><br />
<P>O Departamento de Justiça afirmou ainda que Pauken vendeu relatórios a um grupo de indivíduos chineses da cidade de Wuhan, no centro da China, que procuravam informações sobre tecnologia e sobre o próprio Departamento de Justiça norte-americano, além de lhe terem pedido que encontrasse um especialista para os ajudar em atividades de ciberespionagem.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772245]]></sapo:autor>
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		<title>Xi Jinping visita Coreia do Norte na próxima semana pela primeira vez desde 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 03:28:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, vai visitar a Coreia do Norte na próxima semana, naquela que será a primeira deslocação ao país vizinho em quase sete anos, anunciaram hoje os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, vai visitar a Coreia do Norte na próxima semana, naquela que será a primeira deslocação ao país vizinho em quase sete anos, anunciaram hoje os dois países.</P><br />
<P>Xi estará na Coreia do Norte entre segunda e terça-feira, segundo breves comunicados divulgados pelos órgãos de comunicação estatais dos dois países. A última visita do líder chinês a Pyongyang ocorreu em junho de 2019.</P><br />
<P>O anúncio surge um dia depois de a Coreia do Norte ter revelado uma nova instalação destinada à produção de materiais para bombas nucleares.</P><br />
<P>Especialistas consideram que a divulgação da unidade sugere que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, pretende reforçar o estatuto do país como potência nuclear, antes da visita de Xi.</P><br />
<P>A deslocação ocorre poucas semanas depois de Xi ter recebido, separadamente, em Pequim, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Rússia, Vladimir Putin.</P><br />
<P>Nos últimos anos, Kim deu prioridade ao aprofundamento das relações com a Rússia, enviando tropas e armamento convencional para apoiar a invasão lançada por Moscovo na Ucrânia.</P><br />
<P>No entanto, o líder norte-coreano também tem procurado reforçar os laços com a China, principal parceiro comercial e maior fornecedor de ajuda económica da Coreia do Norte.</P><br />
<P>Xi e Kim encontraram-se em Pequim, em setembro, e comprometeram-se a reforçar a cooperação bilateral e o apoio mútuo. Kim deslocou-se então à capital chinesa para assistir a um desfile militar, ao lado de outros líderes estrangeiros, incluindo Putin.</P><br />
<P>As Forças Armadas da Coreia do Sul avaliaram a nova instalação nuclear como uma unidade de enriquecimento de urânio.</P><br />
<P>Durante uma visita ao local, Kim anunciou planos para reforçar as capacidades nucleares do país &#8220;a um ritmo exponencial&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772244]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Ativistas preparam-se para nova noite de protestos em centro de detenção em Newark</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 03:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Marta Moreira, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Newark, Estados Unidos, 05 jun 2026 (Lusa) &#8211; Dezenas de ativistas voltaram a reunir-se na quinta-feira junto a um centro de detenção na cidade norte-americana de Newark, para mais uma noite de protestos contra as condições &#8220;deploráveis&#8221; impostas aos imigrantes.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, uma das organizadoras da manifestação, que apenas aceitou falar sem ser identificada, explicou que a principal preocupação é sensibilizar a opinião pública para a situação dos detidos no centro Delaney Hall, que estão em greve de fome desde 22 de maio.</P><br />
<P>&#8220;A situação está a chegar a um ponto perigoso, com pessoas sem comer há cerca de duas semanas. As condições lá dentro são deploráveis. Os detidos querem reunir-se com a governadora [do estado de Nova Jérsia] Mikie Sherrill. Querem a libertação, especialmente dos jovens e dos idosos, assim como das pessoas com deficiência ou com necessidades médicas. E nós estamos aqui para defendê-los&#8221;, disse a ativista.</P><br />
<P>Mais de 300 mulheres e homens detidos em Delaney Hall alegam serem alvo de negligência médica, falta de saneamento básico, comida estragada, recusa de fiança e coerção para assinar documentos legais que resultam em deportação.</P><br />
<P>Dois dias após o autarca de Newark ter levantado a ordem de recolher obrigatório na zona, o ambiente continua a ser de grande tensão, após vários dias de protestos violentos e dezenas de detenções.</P><br />
<P>Os ativistas, sob o olhar atento de vários agentes da polícia, pediam a abolição do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) e apelavam ao fim das rusgas anti-imigração.</P><br />
<P>&#8220;Os imigrantes tornam as nossas comunidades mais fortes&#8221;, &#8220;Abolição do ICE, já!&#8221;, &#8220;Fechem Delaney Hall&#8221;, &#8220;ICE = Nazi Vibes&#8221;, &#8220;Nenhuma quantia de dinheiro vale a perda da nossa humanidade&#8221; eram algumas das frases que se podiam ler nos cartazes erguidos pelos manifestantes.</P><br />
<P>Ao som de música alta, um homem escrevia palavras de protesto no asfalto.</P><br />
<P>&#8220;Buzina se odeias o ICE&#8221;, escreveu no chão, com recurso a giz e em tom de apelo, recebendo em resposta buzinadelas de vários camionistas que iam passando no local.</P><br />
<P>Mais tarde, uma mulher colocou a cabeça de fora do carro onde seguia e atirou insultos aos manifestantes, que responderam no mesmo tom.</P><br />
<P>O fim de semana ficou marcado por confrontos entre manifestantes a favor e contra as políticas anti-imigração do Presidente norte-americano, Donald Trump, e a atuação do ICE.</P><br />
<P>Pelo menos 90 pessoas foram detidas durante os protestos violentos nas últimas duas semanas, segundo o jornal New York Times.</P><br />
<P>&#8220;Temos visto um aumento da violência pela parte do ICE, da Polícia do Estado de Nova Jérsia e da Polícia de Newark. E, com base em vídeos e provas, foram eles [agentes da autoridade] que incitaram esta violência&#8221;, alegou a ativista, em declarações à Lusa, na quinta-feira.</P><br />
<P>&#8220;A empresa privada que opera este centro de detenção está a lucrar milhões ao manter as pessoas como reféns por, talvez, terem cometido infrações civis. Eu realmente gostaria que a governadora Mikie Sherrill fosse corajosa agora. Ela precisa de ser criativa&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O estado de Nova Jérsia entrou com uma ação judicial na terça-feira contra a empresa privada que opera Delaney Hall, pedindo à justiça que conceda ao Departamento de Saúde estadual acesso ao centro devido a alegações de condições e tratamento desumanos no local.</P><br />
<P>Delaney Hall, o maior centro de detenção do ICE na costa leste norte-americana, com mais de mil vagas, é operado pelo GEO Group, ao abrigo de um contrato de 15 anos, no valor de mil milhões de dólares (861 milhões de euros).</P><br />
<P>Em 2025, a cidade de Newark já havia processado o GEO Group devido à administração de Delaney Hall, que está localizado numa área industrial a pouco quilómetros do bairro Ironbound, que acolhe uma significativa comunidade portuguesa.</P><br />
<P>De acordo com o líder da minoria na Câmara dos Representantes (câmara baixa do parlamento) dos Estados Unidos, o democrata Hakeem Jeffries, &#8220;a maioria dos detidos nesta unidade não possui antecedentes criminais&#8221;.</P><br />
<P>Desde o início da campanha de deportações em massa de Trump, o centro de detenção tem sido alvo de críticas por estar sobrelotado.</P><br />
<P>Pelo menos 17 imigrantes morreram sob custódia do ICE desde o início do ano, mas uma investigação recente da CNN refere que quase 50 detidos do ICE morreram desde que Trump assumiu a Presidência, o número mais elevado de mortes em pelo menos duas décadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772243]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Líder da Colômbia acusa Presidente dos EUA de apoiar &#8220;traficantes de droga&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lider-da-colombia-acusa-presidente-dos-eua-de-apoiar-traficantes-de-droga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 02:28:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder cessante da Colômbia, Gustavo Petro, acusou Donald Trump, que apoia o candidato de extrema-direita que venceu a primeira volta das presidenciais colombianas, de se ter aliado a "genocidas e traficantes de droga".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder cessante da Colômbia, Gustavo Petro, acusou Donald Trump, que apoia o candidato de extrema-direita que venceu a primeira volta das presidenciais colombianas, de se ter aliado a &#8220;genocidas e traficantes de droga&#8221;.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Presidente dos Estados Unidos anunciou o apoio &#8220;total e irrestrito&#8221; a Abelardo de la Espriella para a segunda volta das presidenciais na Colômbia, marcada para 21 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Os seus aliados na Colômbia vêm do regime narco-paramilitar; são genocidas traficantes de droga&#8221;, declarou Gustavo Petro, em entrevista à agência de notícias France-Press, na quinta-feira, no palácio presidencial de Bogotá. </P><br />
<P>A esquerda colombiana acusa regularmente grupos paramilitares de se envolverem no tráfico de droga e de terem cometido genocídio contra os movimentos de esquerda no auge do conflito que abalou o país nas décadas de 1980 e 1990.</P><br />
<P>&#8220;Lamento que os indivíduos e os governos que alegam combater o narcotráfico estejam a contribuir para levar o crime ao poder político na Colômbia&#8221;, acrescentou Petro, acusando Abelardo de la Espriella de representar o &#8220;fascismo mafioso&#8221;.</P><br />
<P>De la Espriella, empresário milionário e advogado, defendeu, nomeadamente, paramilitares acusados de tráfico de droga nos tribunais da Colômbia, o maior produtor mundial de cocaína.</P><br />
<P>O candidato, apelidado de &#8220;O Tigre&#8221;, acolheu com satisfação o apoio de Trump, prometendo estabelecer relações &#8220;como nunca antes&#8221; com os Estados Unidos, que &#8220;desempenha um papel decisivo na luta contra o crime e o narcoterrorismo&#8221;.</P><br />
<P>Petro alegou que Donald Trump não respeitou um acordo de não interferência nas eleições colombianas, que os dois teriam assinado durante uma visita à Casa Branca em fevereiro.</P><br />
<P>As relações entre o Petro e Trump estão tensas desde o regresso do magnata republicano à presidência.</P><br />
<P>Donald Trump chamou ao homólogo &#8220;barão do narcotráfico&#8221;, enquanto Gustavo Petro retorquiu que é a direita na Colômbia que &#8220;sempre esteve ligada ao narcotráfico&#8221;.</P><br />
<P>Tendo-se tornado o primeiro presidente de esquerda da história do país em 2022, Petro está constitucionalmente impedido de se candidatar a um segundo mandato.</P><br />
<P>Os Estados Unidos &#8220;estão a implementar uma política ideológica que divide o mundo entre aqueles que pensam como eles e aqueles que não pensam&#8221;, declarou o Presidente colombiano, segurando uma barra de chocolate feita por agricultores que substituíram os campos de coca, o principal componente da cocaína, por cacau.</P><br />
<P>Petro fez ainda questão de mostrar uma série de fotos que, segundo ele, comprovam os números que demonstram a diminuição da área de plantações de coca no país durante a sua presidência.</P><br />
<P>Antigo aliado da Venezuela, Petro, antigo guerrilheiro do movimento M-19, demarcou-se também do presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro, que está preso nos Estados Unidos após ser capturado em janeiro, durante uma operação militar norte-americana em Caracas.</P><br />
<P>&#8220;Conheci realmente [Hugo] Chávez&#8221; quando ele estava no poder, entre 1999 e 2013, mas &#8220;nunca mais voltei à Venezuela depois disso&#8221;, percebendo &#8220;um declínio político&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Gustavo Petro afirmou que falou com Maduro após a sua reeleição em 2024, que a oposição alega ter ganho e que não foi reconhecida por vários países.</P><br />
<P>&#8220;Eu disse-lhe pessoalmente: &#8216;Aprende a estar na oposição como nós estivemos durante 50 anos na Colômbia'&#8221;.</P></p>
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		<title>Sete pessoas detidas em Hong Kong no aniversário da repressão de Tiananmen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 01:52:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia de Hong Kong deteve na quinta-feira sete pessoas por transportarem flores, fazerem gestos comemorativos ou vestirem roupas de luto no 37.º aniversário da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia de Hong Kong deteve na quinta-feira sete pessoas por transportarem flores, fazerem gestos comemorativos ou vestirem roupas de luto no 37.º aniversário da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen.</P><br />
<P>Cinco homens e duas mulheres, com idades entre os 17 e os 79 anos, foram detidos temporariamente sob a acusação de perturbação da ordem pública perto do Parque Victoria.</P><br />
<P>Todos os identificados, incluindo o antigo presidente da extinta Liga dos Social-Democratas, Chan Po-ying, e a ativista Virginia Fung, foram libertados horas depois, sem serem acusados.</P><br />
<P>O dia foi marcado por uma forte presença policial.</P><br />
<P>Dezenas de polícias controlavam o acesso ao metro e ao perímetro do local onde, durante quase três décadas, até 180 mil pessoas se reuniram para a maior vigília à luz das velas do mundo em memória da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen.</P><br />
<P>As autoridades tinham avisado que iriam tomar medidas contra qualquer risco para a segurança nacional.</P><br />
<P>A operação começou na quarta-feira, quando um artista de Hong Kong, Chen Sanmu,  tentou amarrar um fio vermelho simbólico a um poste de sinalização em Causeway Bay, um movimentado bairro comercial, mas foi detido de imediato.</P><br />
<P>Na noite de quarta-feira, outra artista, Chan Mei-tung, que se encontrava em frente a uma zona comercial, segurava um balão em forma de ponto de interrogação, quando foi parada pela polícia, que a acompanhou de volta à estação de metro.</P><br />
<P>As ações policiais coincidem com o fim do julgamento da liderança da Aliança de Hong Kong em Apoio aos Movimentos Patrióticos e Democráticos da China, a plataforma que organizou a vigília histórica até à sua dissolução em 2021.</P><br />
<P>O advogado Chow Hang-tung e o ativista Lee Cheuk-yan declararam-se inocentes das acusações de &#8220;incitar à subversão do poder estatal&#8221; ao abrigo da lei de segurança nacional imposta por Pequim em 2020.</P><br />
<P>Um terceiro arguido, o ex-legislador Albert Ho, declarou-se culpado no julgamento, realizado perante três juízes nomeados pelo governo.</P><br />
<P>As três figuras da oposição estão em prisão preventiva desde 2021, aguardando o veredicto, previsto para julho, e enfrentam penas máximas de dez anos. </P><br />
<P>Em 04 de junho de 1989, o exército chinês avançou com tanques para dispersar protestos pacíficos liderados por estudantes, que pediam reformas democráticas para o país, causando um número de mortos que ainda hoje é objeto de discussão.</P><br />
<P>Estimativas chegam às dez mil vítimas, embora Pequim defenda que a repressão dos &#8220;tumultos contrarrevolucionários&#8221; tenha levado à morte de duas centenas de civis.</P><br />
<P>Durante três décadas, Hong Kong e Macau foram os únicos locais em solo chinês onde o 04 de junho em Pequim foi lembrado de forma pacífica, com vigílias anuais que, no caso de Hong Kong, reuniam dezenas de milhares de cidadãos. </P><br />
<P>A Polícia de Segurança Pública de Macau disse à Lusa não ter sido notificada sobre a organização de reuniões ou manifestações. </P><br />
<P>Em 2020, as autoridades proibiram, em Macau e Hong Kong, pela primeira vez em 30 anos, a realização da vigília em espaço público, numa decisão justificada com os trabalhos de prevenção da covid-19.</P><br />
<P>Já no ano seguinte, a PSP Macau citou pela primeira vez razões políticas para interditar a comemoração.</P></p>
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		<title>Ucrânia: Parlamento dos EUA aprova apoio a Kiev e novas sanções à Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 01:27:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A câmara baixa do parlamento dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que poderá dar nove mil milhões de dólares em apoio à Ucrânia e impor sanções a setores-chave da economia da Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A câmara baixa do parlamento dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que poderá dar nove mil milhões de dólares em apoio à Ucrânia e impor sanções a setores-chave da economia da Rússia.</P><br />
<P>A Câmara dos Representantes aprovou na quinta-feira, com 226 votos a favor a 195 contra, a proposta apresentada pelo democrata Gregory Meeks, apesar das objeções dos líderes republicanos que alertaram que iria prejudicar as negociações de paz.</P><br />
<P>O projeto iria dar mais de mil milhões de dólares (861 milhões de euros) em ajuda para a segurança e reconstrução da Ucrânia e mais oito mil milhões de dólares (6,9 mil milhões de euros) para a defesa do país, através de empréstimos.</P><br />
<P>A votação é um sinal de impaciência com a abordagem do Presidente norte-americano à guerra e representa a segunda grande divergência da Câmara com Donald Trump em matéria de política externa esta semana.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a câmara baixa do Congresso aprovou, pela primeira vez, uma resolução sobre os poderes de guerra com o objectivo de travar a acção militar dos EUA contra o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Todos queremos que esta guerra termine&#8221;, disse Meeks.</P><br />
<P>&#8220;A questão é como. Vamos abandonar a Ucrânia e forçá-la a um acordo terrível? É com isto que [o Presidente russo] Vladimir Putin conta. Ou será que esta Câmara vai cumprir os compromissos que assumimos desde o início desta guerra?&#8221; questionou o democrata.</P><br />
<P>A grande maioria dos republicanos opôs-se à medida.</P><br />
<P>French Hill, presidente da Comissão de Serviços Financeiros da Câmara, alertou que a proposta prevê menos financiamento para a assistência de segurança à Ucrânia em comparação com o que o Congresso tinha acordado como parte da política de defesa deste ano.</P><br />
<P>Outra secção poderia levar a uma diminuição dos gastos com a defesa por parte de alguns membros da NATO, acrescentou.</P><br />
<P>No final, 18 republicanos, 207 democratas e um independente votaram a favor do projeto de lei. A democrata Ilhan Omar juntou-se a 194 republicanos e votou contra.</P><br />
<P>Os apoiantes esperam que a aprovação do projeto de lei sobre a Ucrânia pela Câmara pressione o Senado (câmara alta) a fazer o mesmo. Mas também sabem que o Senado provavelmente não concordará, a menos que Trump subscreva o projeto de lei.</P><br />
<P>A guerra que se seguiu à invasão em grande escala da Rússia ao país vizinho dura há mais de quatro anos, sem fim à vista. Nos últimos dias, ambos os lados procuraram vantagem lançando ataques com mísseis de longo alcance.</P><br />
<P>Os esforços de paz liderados pelos EUA perderam força à medida que a situação na Ucrânia se agravava.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, aceitou um cessar-fogo incondicional exigido por Trump, mas Putin recusou.</P><br />
<P>A discussão no Senado em relação à Ucrânia girou em torno de um projeto de lei que imporia tarifas abrangentes e sanções secundárias aos países que compram petróleo, gás, urânio e outras exportações à Rússia, que são cruciais para o financiamento das forças armadas russas. Mas o projeto de lei está parado.</P></p>
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		<title>EUA reavaliam presença na Bósnia face a desacordo sobre novo Alto Representante</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 01:09:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos vão rever a presença na Bósnia depois de Washington e a União Europeia não terem chegado a acordo para nomear um novo Alto Representante para supervisionar o acordo de paz no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos vão rever a presença na Bósnia depois de Washington e a União Europeia não terem chegado a acordo para nomear um novo Alto Representante para supervisionar o acordo de paz no país.</P><br />
<P>&#8220;A indecisão europeia e o facto de o PIC [sigla em inglês do Conselho de Implementação da Paz] estar a fugir às suas responsabilidades para com a Bósnia-Herzegovina obrigam os Estados Unidos a rever o seu papel na atual presença internacional na Bósnia-Herzegovina&#8221;, disse um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, num comunicado divulgado na quinta-feira.</P><br />
<P>O Comité Executivo do PIC estava reunido em Sarajevo desde quarta-feira, mas não conseguiu selecionar o novo Alto Representante, após a demissão, em maio, do alemão Christian Schmidt.</P><br />
<P>&#8220;Todos os participantes esperam que seja nomeado um candidato de consenso nos próximos dias, com vista a uma transição até ao final de junho&#8221;, disse Schmidt, num vídeo publicado nas redes sociais.</P><br />
<P>O antigo ministro da Agricultura alemão, de 68 anos, anunciou em maio, de forma inesperada, a saída do cargo, que o próprio atribuiu à pressão &#8220;enorme e inesperada&#8221; de Washington.</P><br />
<P>O presidente do Conselho Europeu, António Costa, declarou na segunda-feira que &#8220;é importante que o novo Alto Representante (&#8230;) represente a escolha da Bósnia-Herzegovina de continuar no caminho para a adesão à União Europeia&#8221;.</P><br />
<P>Schmidt foi nomeado em 2021 e envolveu-se numa longa disputa de poder com o líder sérvio-bósnio Milorad Dodik.</P><br />
<P>O Gabinete do Alto Representante foi criado após a guerra na Bósnia (1992-1995), que causou cerca de 100 mil mortos, forçando ainda milhões de pessoas a deslocarem-se.</P><br />
<P>O Alto Representante tem, desde então, a função de supervisionar a implementação dos acordos de paz de Dayton que puseram fim ao conflito.</P><br />
<P>Os poderes deste cargo são numerosos e discricionários, permitindo promulgar ou revogar leis e destituir funcionários eleitos, e o seu mandato não tinha limite temporal.</P><br />
<P>Desde o final da guerra em 1995, a Bósnia está dividida em duas entidades autónomas: a República Sérvia (49% do território) e a Federação da Bósnia e Herzegovina, ligadas por um frágil governo central.</P><br />
<P>À chegada de Schmidt, Milorad Dodik classificou-o imediatamente de &#8220;ilegítimo&#8221; e de &#8220;turista&#8221;, argumentando que não contava com a aprovação formal do Conselho de Segurança da ONU devido à oposição da Rússia e da China.</P><br />
<P>O líder sérvio-bósnio, que mantém laços estreitos com Moscovo, apresentou frequentemente Schmidt como uma ameaça para a República Sérvia.</P><br />
<P>Milorad Dodik, alvo de sanções norte-americanas durante anos, viu estas serem levantadas este ano e mantém laços com pessoas do círculo da família do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Donald Trump Jr., um dos filhos do Presidente norte-americano, deslocou-se a Banja Luka, capital da República Sérvia, no âmbito de uma visita qualificada de &#8220;cordial&#8221;.</P></p>
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