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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>E-Redes julgada por abate ilegal de sobreiros em Arouca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa E-Redes vai começar a ser julgada na próxima terça-feira, no Tribunal de Arouca, no distrito de Aveiro, num processo relacionado com o abate ilegal de sobreiros, uma espécie protegida em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa E-Redes vai começar a ser julgada na próxima terça-feira, no Tribunal de Arouca, no distrito de Aveiro, num processo relacionado com o abate ilegal de sobreiros, uma espécie protegida em Portugal.</P><br />
<P>Para além da empresa do grupo EDP, que opera a rede de distribuição de eletricidade em Portugal continental, em regime de concessão, o processo tem como arguidos a empresa a quem foi adjudicado o corte das árvores e o seu legal representante.</P><br />
<P>Os arguidos, que vão ser julgados em tribunal singular, porque a moldura penal é inferior a cinco anos de prisão, estão acusados de um crime de danos contra a natureza.</P><br />
<P>Em causa está o abate ilegal de mais de meia centena de sobreiros, entre outras árvores, num terreno particular situado na Quinta das Regadas, em Arouca, em janeiro de 2023.</P><br />
<P>A acusação refere que a E-Redes terá mandado cortar 63 sobreiros, que se encontravam por baixo de uma rede de transporte e distribuição de energia elétrica, apesar de só ter autorização do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para o corte de oito sobreiros adultos.</P><br />
<P>O Ministério Público (MP) abriu um inquérito contra a E-Redes, a empresa a quem foi adjudicado o corte das árvores e o seu legal representante, mas mandou arquivar o caso, alegando ter-se recolhido &#8220;prova bastante da não verificação do crime de danos contra a natureza&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, a dona do terreno requereu a abertura de instrução, que terminou com o despacho de pronúncia dos arguidos pela prática em coautoria de um crime de dano contra a natureza.</P><br />
<P>Inconformada com a decisão, a E-Redes recorreu para o Tribunal da Relação do Porto que confirmou a decisão do Juízo de Instrução Criminal de Santa Maria da Feira.</P><br />
<P>O despacho de pronúncia refere que os arguidos abateram, além de outras espécies de árvores, os 63 sobreiros existentes no terreno em causa sem a necessária autorização legal emitida pelo ICNF para o efeito, pelo menos para 55 deles, não obstante disso estarem cientes e que tal conduta era proibida e punida por lei e quiseram fazê-lo.</P><br />
<P>O documento refere ainda a falta de colaboração da empresa que ao longo do processo dificultou a investigação, quer não respondendo às informações que lhe foram solicitadas, quer invocando &#8220;desculpas&#8221; sucessivas para a não apresentação das autorizações, assim conseguindo evitar a sua oportuna constituição como arguida.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771895]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Pelo menos nove pessoas morreram em ataques israelitas no Líbano e Hezbollah diz ter atingido Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques israelitas deixaram hoje nove mortos no Líbano, onde o Hezbollah pró iraniano reivindicou disparos contra Israel, que ameaçou atacar os subúrbios do sul de Beirute em caso de agressão ao seu território.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques israelitas deixaram hoje nove mortos no Líbano, onde o Hezbollah pró iraniano reivindicou disparos contra Israel, que ameaçou atacar os subúrbios do sul de Beirute em caso de agressão ao seu território.  </P><br />
<P>O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, advertiu que qualquer ataque à capital libanesa provocaria &#8220;uma retomada em grande escala da guerra&#8221; no Médio Oriente.  </P><br />
<P>&#8220;As nossas forças armadas estão totalmente prontas para retomar a guerra e atacar alvos em Israel&#8221;, acrescentou Araghchi à cadeia de televisão libanesa Al Mayadeen, segundo a agência de notícias iraniana Tasnim.  </P><br />
<P>Um cessar-fogo entrou em vigor entre o Irão e os Estados Unidos entrou em vigor a 08 de abril, e desde então ambos os países tentam chegar a um acordo para pôr fim à guerra de forma duradoura. Outro cessar-fogo deveria estar em vigor entre Israel e o Hezbollah desde 17 de abril.  </P><br />
<P>O Hezbollah indicou ter atingido hoje militares no norte de Israel.  </P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz tinha avisado no dia anterior que os subúrbios do sul de Beirute, bastião daquele movimento xiita, seriam atingidos se este visasse o seu território. </P><br />
<P>O responsável pela pasta da Defesa israelita afirmou ter o aval dos Estados Unidos nesse sentido, depois de Donald Trump ter dissuadido na segunda-feira o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de atacar os subúrbios do sul da capital libanesa, poupados desde abril. </P><br />
<P>Netanyahu afirmou hoje que o presidente americano partilhava o seu objetivo de &#8220;desarmar o Hezbollah e desmilitarizar o Líbano&#8221;. </P><br />
<P>Na manhã de hoje, um ataque israelita atingiu um carro em Khaldé, à entrada sul da capital, segundo a Agência Nacional de Informação (ANI, oficial). </P><br />
<P>A ANI também informou sobre bombardeamentos em mais de trinta localidades no sul, onde o exército israelita pediu a retirada das populações de sete aldeias. </P><br />
<P>À margem do conflito com Israel, o exército libanês informou sobre a morte de um militar num ataque israelita enquanto &#8220;circulava&#8221; no sul, e de dois militares feridos por um drone israelita que atingiu o veículo onde seguiam na mesma região. </P><br />
<P>Na mesma região, um ataque israelita também visou &#8220;diretamente&#8221; uma ambulância, matando dois socorristas e ferindo gravemente um terceiro, anunciou o ministério da Saúde libanês, elevando para pelo menos 130 o número de socorristas e pessoal médico mortos desde o início da guerra. </P><br />
<P>Quatro sírios e dois palestinianos também foram mortos perto de Tiro, indicou o ministério. </P><br />
<P>A cidade costeira milenar tem sido bombardeada durante vários dias e, na terça-feira, Israel acusou membros do Hezbollah de se esconderem no bairro cristão, até agora poupado.</P><br />
<P>Segundo um correspondente da agência de notícias francesa AFP, deslocados que dormiam nos seus carros ou tendas nesta área considerada segura fugiram para outros setores. </P><br />
<P>O presidente da Câmara e um oficial libanês deslocaram-se ao bairro cristão para tentar tranquilizar os habitantes. </P><br />
<P>Segundo as autoridades libanesas, o Hezbollah tinha aceitado na segunda-feira uma proposta americana prevendo, numa primeira fase, que Israel se abstivesse de atacar os subúrbios em troca do compromisso do movimento de parar os seus ataques a Israel. </P><br />
<P>Mas um alto responsável do Hezbollah indicou à AFP na terça-feira que o seu grupo não aceitará um &#8220;cessar-fogo parcial&#8221;. </P><br />
<P>Teerão exige que qualquer acordo com Washington para pôr fim à guerra regional inclua o fim das hostilidades na frente libanesa. </P><br />
<P>Os ataques israelitas mataram 3.516 pessoas desde 02 de março, início da guerra no Líbano, e deslocaram mais de um milhão, segundo as autoridades. </P><br />
<P>Do lado israelita, 26 militares e um contratado civil foram mortos no Líbano.</P><br />
<P>Diplomatas libaneses e israelitas deveriam reunir-se hoje em Washington para uma nova sessão de negociações, da qual o secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse esperar que resulte num &#8220;plano de ação&#8221; sobre a segurança no Líbano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771894]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão assinala nenhum &#8220;progresso tangível&#8221; nas negociações com EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, assinalou hoje que não houve "qualquer progresso tangível" nas negociações com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, assinalou hoje que não houve &#8220;qualquer progresso tangível&#8221; nas negociações com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Houve uma troca de mensagens sobre a necessidade de pôr fim à agressão contra Beirute, mas não foram feitos progressos tangíveis no processo de negociação&#8221;, destacou Araghchi, referindo-se aos ataques israelitas contra o Hezbollah, um grupo pró-Irão, no Líbano.</P><br />
<P>O governante, que falava numa entrevista dada a uma estação de televisão libanesa, divulgada pela agência de notícias Tasnim, acrescentou, sem adiantar mais pormenores, que &#8220;o regresso à mesa das negociações está condicionado à garantia dos direitos do povo iraniano, ao fim da guerra no Líbano e à redução das tensões na região&#8221;.</P><br />
<P>Araghchi alertou também que qualquer ataque a Beirute levaria a &#8220;uma retoma em larga escala da guerra&#8221; no Médio Oriente, após ameaças israelitas contra o Hezbollah, um grupo pró-Irão.</P><br />
<P>&#8220;Se a agressão israelita contra Beirute continuar, as nossas forças armadas estão totalmente preparadas para retomar a guerra e atacar alvos dentro de Israel&#8221;, garantiu.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, avisou na terça-feira que os subúrbios do sul de Beirute, um bastião do movimento xiita, seriam atingidos caso o seu território fosse alvo de ataques.</P><br />
<P>Já o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, insistiu hoje, durante uma audição no Congresso, que as principais operações militares contra o Irão tinham terminado, apesar dos novos confrontos entre o Irão e os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Já não estamos a realizar ataques contínuos no Irão para enfraquecer as suas forças armadas porque a Operação Fúria Épica terminou&#8221;, declarou, depois de ter afirmado no dia anterior, durante outra audição no Congresso, que &#8220;a guerra acabou&#8221;.</P><br />
<P>Rubio referia-se à campanha de bombardeamento dos EUA iniciada em 28 de Fevereiro e ao acordo de cessar-fogo alcançado em 08 de abril, que se encontra agora numa situação extremamente frágil.</P><br />
<P>&#8220;Quanto a quem ganhou, posso dizer o seguinte: nós definimos a vitória. Definimos a vitória como a destruição da sua base industrial de defesa, a redução significativa dos seus lançadores de mísseis, a redução significativa do seu arsenal de drones, e alcançámos todos estes objetivos, além de destruir o que restava da sua força aérea e aniquilar toda a sua marinha convencional&#8221;, apontou Rubio.</P><br />
<P>Os congressistas democratas criticaram estas declarações após o retomar dos confrontos entre o Irão e os Estados Unidos e os ataques iranianos contra o Kuwait, referindo também que o estreito de Ormuz permanece bloqueado. </P><br />
<P>O Kuwait afirmou ter sido hoje alvo de um total de 13 mísseis balísticos e 17 drones iranianos.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central dos EUA (Centcom), o Irão também disparou mísseis em direção ao Bahrein durante a noite, o que levou a ataques aéreos de retaliação dos EUA contra a ilha iraniana de Qeshm. Teerão alega que os mísseis atingiram uma torre de comunicações.</P><br />
<P>Após o cessar-fogo de 08 de abril entre os Estados Unidos e o Irão, as hostilidades praticamente cessaram. </P><br />
<P>Mas foram retomadas nos últimos dias, particularmente em torno do estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica para hidrocarbonetos bloqueada por Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771893]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel acusa quatro ONG espanholas de canalizarem fundos para o Hamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório do Ministério israelita dos Assuntos da Diáspora e da Luta contra o Antissemitismo acusou quatro ONG espanholas de canalizarem fundos direta ou indiretamente para o Hamas e para a Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um relatório do Ministério israelita dos Assuntos da Diáspora e da Luta contra o Antissemitismo acusou quatro ONG espanholas de canalizarem fundos direta ou indiretamente para o Hamas e para a Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP).</P><br />
<P>Os dois movimentos são considerados organizações terroristas pela União Europeia (UE). </P><br />
<P>As ONG visadas são Paz con Dignidad; Rumbo a Gaza &#8211; iniciativa parte da Flotilha Global Sumud; a associação Al Quds de Solidariedade com os Povos do Mundo Árabe e a sucursal espanhola da ONG islâmica britânica Human Appeal. </P><br />
<P>O relatório não oferece nenhum vínculo claro entre nenhuma das ONG e qualquer tipo de financiamento à luta armada na Palestina. </P><br />
<P>O Ministério contra o Antissemitismo israelita destaca que a Human Appeal Espanha, a filial da ONG homónima com sede em Manchester, já tinha sido proibida de atuar em Israel em 2008 pelos seus laços financeiros com a Union of Good, entidade à qual o Centro de Informação sobre a Inteligência e o Terrorismo israelitas são referidos como os &#8220;canalizadores&#8221; de fundos de caridade para o Hamas. </P><br />
<P>Quanto à Rumbo a Gaza e ao seu gestor financeiro, Unadikum (em árabe, Os Aple), Israel associa os seus fundadores &#8211; o ex-eurodeputado Manu Pineda e o ativista Daniel Lobato &#8211; a Ismail Haniyeh, líder político do Hamas assassinado por Israel, ao canal de televisão iraniano em espanhol HispanTV e à ONG islâmica turca IHH, considerada terrorista por Israel devido à sua ligação à União do Bem. </P><br />
<P>Relativamente à Paz com Dignidade de Madrid, o documento publicado por aquele ministério israelita identifica ligações com a Al Auda, uma ONG que o relatório descreve como o &#8220;ramo de saúde do Hamas&#8221; e gestora de dois hospitais e uma rede de centros de saúde em Gaza, para a qual a Paz com Dignidade teria transferido 759.510 euros antes de agosto de 2025. </P><br />
<P>Finalmente, Israel acusa a Associação Al Quds de solidariedade com os Povos do Mundo Árabe por ser diretora de uma das entidades destinatárias da arrecadação de fundos, o Centro Palestino para os Direitos Humanos (PCHR), foi condenado por um tribunal israelita por pertencer ao Hamas. </P><br />
<P>O documento destaca que, ao contrário de outros países europeus, que optam por modelos de financiamento baseados no micro mecenato, no caso das ONG espanholas que destinam fundos à Palestina predomina a arrecadação de receitas por cartão de crédito, transferências bancárias ou aplicações de pagamento como o Bizum ou o PayPal. </P><br />
<P>Além disso, o relatório aponta que, desde o ataque do Hamas a Israel, 07 de outubro de 2023, o Governo de Pedro Sánchez tornou Espanha numa &#8220;base conveniente para as atividades de organizações apoiantes da Palestina, tanto para arrecadação de fundos como para promover narrativas contra Israel&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771892]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Greve Geral: Atuação da PSP nos confrontos junto à AR foi &#8220;ponderada e responsável&#8221; &#8211; MAI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou hoje "total confiança" na PSP, após os confrontos com manifestantes junto à Assembleia da República, sublinhando que a atuação policial foi "ponderada, profissional e responsável".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou hoje &#8220;total confiança&#8221; na PSP, após os confrontos com manifestantes junto à Assembleia da República, sublinhando que a atuação policial foi &#8220;ponderada, profissional e responsável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A atuação policial foi pautada pela ponderação, profissionalismo e sentido de responsabilidade, intervindo para pôr termo à desordem pública com a firmeza e a robustez adequadas às circunstâncias&#8221;, pode ler-se, num comunicado enviado pelo ministério liderado por Luís Neves. </P><br />
<P>Pelo menos seis pessoas foram detidas hoje à tarde junto ao Parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.</P><br />
<P>O MAI destacou que o Governo tem &#8220;total confiança&#8221; na PSP e &#8220;nos agentes que, no cumprimento da sua missão, atuaram para garantir a segurança das pessoas, a proteção das instituições democráticas e a manutenção da ordem pública&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, o MAI sublinhou que &#8220;o direito à manifestação é uma conquista fundamental da democracia portuguesa e deve ser plenamente garantido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas o exercício desse direito implica responsabilidade, respeito pela lei e pelas instituições democráticas. Não serão tolerados comportamentos que procurem substituir esse direito pela desordem, pela intimidação, pela violência ou pela afronta contra as autoridades&#8221;, pode ler-se.</P><br />
<P>Para o MAI, o confronto com as forças de segurança, e a desobediência às determinações legalmente emanadas pelas autoridades, &#8220;não têm lugar num Estado de direito democrático&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Numa democracia, não há lugar para comportamentos extremistas&#8221;, vincou. </P><br />
<P>O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, já tinha destacado hoje que o dia de greve geral foi de &#8220;trabalho para a esmagadora maioria de portugueses&#8221; e condenou &#8220;comportamentos inaceitáveis de alguns&#8221; na manifestação junto ao Parlamento, distinguindo-os da organização.</P><br />
<P>Leitão Amaro sublinhou que &#8220;o Governo respeita integralmente o direito à greve e também o direito a trabalhar de todos aqueles que trabalharam&#8221;, lamentando incidentes na manifestação junto à Assembleia da República.</P><br />
<P>O responsável pelo Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, superintendente Resende da Silva, disse aos jornalistas, junto à Assembleia da República, que os detidos estavam, cerca das 20:00, a ser identificados e posteriormente serão ouvidos em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coação.</P><br />
<P>Uma outra fonte policial admitiu à Lusa que os detidos possam incorrer ainda nos crimes de dano, devido aos fogos que atearam nos caixotes do lixo, bem como arremesso de garrafas de vidro e outros objetos contundentes contra os polícias, tendo deles sofrido ferimentos ligeiros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771891]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump acredita em acordo de paz com o Irão no fim de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:07:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje acreditar que Washington e Teerão podem chegar a um acordo de paz "durante o fim de semana".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje acreditar que Washington e Teerão podem chegar a um acordo de paz &#8220;durante o fim de semana&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se acontecer &#8211; e pode não acontecer, quem sabe? &#8211; mas se acontecer, pode ser que aconteça este fim de semana&#8221;, disse Trump, questionado pelos jornalistas na Sala Oval sobre o progresso das negociações para acabar com conflito iniciado pelo ataque norte-americano e israelita contra o Irão a 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Sobre os ataques de terça-feira &#8211; das forças norte-americanas contra alvos no Irão, que responderam visando países vizinhos &#8211; Trump defendeu não estar em causa uma violação do cessar-fogo bilateral em vigor desde 08 de abril, mas apenas &#8220;alguns incidentes, nada de grave&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Tínhamos a situação controlada; resolvemos o problema rapidamente, como fazem as melhores forças armadas do mundo&#8221;, acrescentou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771890]]></sapo:autor>
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		<title>Greve Geral: CGTP sublinha milhares em manifestações pacificas por todo o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, destacou hoje os milhares de trabalhadores presentes nas manifestações da confederação sindical em todo o país e apontou que os distúrbios ocorridos em Lisboa foram causados por grupos que se infiltraram no protesto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, destacou hoje os milhares de trabalhadores presentes nas manifestações da confederação sindical em todo o país e apontou que os distúrbios ocorridos em Lisboa foram causados por grupos que se infiltraram no protesto.</P><br />
<P>Tiago Oliveira referiu, em entrevista à RTP hoje à noite, que a confederação sindical organizou em todos os distritos manifestações que &#8220;decorreram pacificamente&#8221;, lembrando que o mote da CGTP na greve geral que decorre hoje era &#8220;passar a mensagem concreta do que são as reivindicações dos trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>Sobre os distúrbios ocorridos hoje em Lisboa, que envolveram confrontos entre manifestantes e a polícia, o secretário-geral da CGTP frisou que estes momentos &#8220;desviam o cerne da questão do que são os objetivos da ação&#8221;.</P><br />
<P>Tiago Oliveira salientou que nenhum elemento do sindicato esteve envolvido nos confrontos, referindo que &#8220;há grupos que se integram nas manifestações da CGTP para levar adiante este tipo de situações&#8221;.</P><br />
<P>O líder sindical frisou, no entanto, que &#8220;o que está a acontecer é revelador das insuficiências e das faltas de respostas a problemas concretos&#8221; por parte do Governo.</P><br />
<P>Questionado sobre o timing da marcação da greve geral, Tiago Oliveira lembrou que a CGTP não controla a agenda, ao contrário do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Não controlando a agenda, o pior que podíamos fazer era permitir que o tempo decorresse e depois de estar concretizado ir a correr atrás do prejuízo&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Tiago Oliveira referiu que o Governo entregou na semana passada na Assembleia da República o pacote laboral para discussão, deu início na terça-feira à discussão pública e agendou para dia 18 discussões no Parlamento.</P><br />
<P>&#8220;Posto isto, confirmou a razão da greve geral, tínhamos que criar um momento especifico para permitir que os trabalhadores tivessem este momento para se pronunciarem sobre o pacote laboral&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O secretário-geral da CGTP apontou ainda que além da confederação sindical a sociedade em geral rejeita o pacote laboral.</P><br />
<P>&#8220;O que estamos a assistir é um Governo que está com postura de prepotência, de arrogância, de falta de humildade, que se nega a ouvir a visão dos trabalhadores e que tem uma agenda própria&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O ministro da Presidência afirmou hoje que o dia de greve geral foi de &#8220;trabalho para a esmagadora maioria de portugueses&#8221; e condenou &#8220;comportamentos inaceitáveis de alguns&#8221; na manifestação junto ao Parlamento, distinguindo-os da organização.</P><br />
<P>No final da reunião semanal do Conselho de Ministros, António sublinhou que &#8220;o Governo respeita integralmente o direito à greve e também o direito a trabalhar de todos aqueles que trabalharam&#8221;, lamentando incidentes na manifestação junto à Assembleia da República.</P><br />
<P>Pelo menos seis pessoas foram detidas hoje à tarde junto ao parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.</P><br />
<P>O responsável pelo Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, superintendente Resende da Silva, disse aos jornalistas, junto à Assembleia da República, que os detidos estavam, cerca das 20:00, a ser identificados e posteriormente serão ouvidos em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coação.</P><br />
<P>A mesma fonte não especificou a idade dos detidos, uma vez que ainda estão a proceder à sua identificação.</P><br />
<P>Uma outra fonte policial admitiu à Lusa que os detidos possam incorrer ainda nos crimes de dano, devido aos fogos que atearam nos caixotes do lixo, bem como arremesso de garrafas de vidro e outros objetos contundentes contra os polícias, tendo alguns sofrido ferimentos ligeiros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771889]]></sapo:autor>
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		<title>UE desbloqueia primeira ronda de negociações para adesão da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) iniciou hoje os preparativos para abrir a primeira ronda de negociações formais de adesão da Ucrânia ao bloco, após a Hungria ter retirado o seu veto, anunciou a Presidência cipriota.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) iniciou hoje os preparativos para abrir a primeira ronda de negociações formais de adesão da Ucrânia ao bloco, após a Hungria ter retirado o seu veto, anunciou a Presidência cipriota. </P><br />
<P>Os Estados-membros deram luz verde para o início destas conversações com a Ucrânia e também com a Moldova, outro país candidato à adesão, numa reunião dos Representantes Permanentes da UE realizada hoje em Bruxelas, adiantou a mesma fonte em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Isto representa um marco significativo no caminho para a integração europeia e envia uma forte mensagem de unidade e determinação da UE&#8221;, afirmou a Presidência cipriota do Conselho da UE, que detém a presidência rotativa neste semestre.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771883]]></sapo:autor>
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		<title>UE procura reduzir dependência tecnológica dos EUA e China com alternativas europeias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia apresentou hoje leis para promover os fornecedores europeus de serviços na nuvem em setores essenciais e garantir o fornecimento de chips, para reduzir a dependência tecnológica da UE em relação às empresas norte-americanas e chinesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia apresentou hoje leis para promover os fornecedores europeus de serviços na nuvem em setores essenciais e garantir o fornecimento de chips, para reduzir a dependência tecnológica da UE em relação às empresas norte-americanas e chinesas.</P><br />
<P>Atualmente, a UE depende de fornecedores não pertencentes à UE para mais de 80% dos seus produtos, serviços e infraestruturas digitais, destacou a Comissão Europeia (CE), alertando para os perigos da &#8220;dependência tecnológica excessiva&#8221; numa altura em que &#8220;a fragmentação geopolítica está a aprofundar-se e as cadeias de abastecimento estão a ser cada vez mais instrumentalizadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A União Europeia encontra-se numa conjuntura crucial para afirmar a sua soberania tecnológica e recuperar a sua posição na corrida global pelo poder geoeconómico&#8221;, declarou a CE em comunicado.</P><br />
<P>O foco principal da proposta são os concursos governamentais com empresas tecnológicas para serviços na nuvem. </P><br />
<P>O documento define quatro níveis de &#8220;soberania tecnológica&#8221; que devem ser considerados para impedir os governos estrangeiros de aceder a informação sensível ou até mesmo obrigar as empresas a um bloqueio tecnológico.</P><br />
<P>O nível mais baixo exige que os centros de dados estejam localizados na Europa, um requisito que a Amazon, a Microsoft e a Google, líderes de mercado, cumprem em 70% dos casos, segundo fontes da UE citadas pela agência Efe.</P><br />
<P>O segundo nível exige medidas para impedir que os governos estrangeiros acedam aos dados e interfiram com os serviços.</P><br />
<P>O terceiro, que as empresas sejam propriedade de cidadãos europeus e o quarto, que mantenham o controlo sobre os serviços na nuvem que oferecem.</P><br />
<P>Estas medidas complementam outras leis atualmente em negociação em Bruxelas, como a lei da cibersegurança, que estabelece as bases para excluir as empresas chinesas Huawei e ZTE do desenvolvimento de infraestruturas críticas. Pequim já ameaçou com retaliações caso esta lei seja aprovada.</P><br />
<P>&#8220;É tempo de a Europa assumir o controlo dos seus dados, das suas cadeias de abastecimento e do seu futuro&#8221;, destacou Henna Virkkunen, vice-presidente da CE responsável pela política digital, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Além disso, o comissário da Energia, Dan Jørgensen, anunciou que Bruxelas irá apresentar medidas no futuro para garantir a sustentabilidade energética dos centros de dados na Europa.</P><br />
<P>A CE apresentou também uma nova lei sobre chips para garantir o fornecimento de um material essencial para o desenvolvimento da inteligência artificial, reconhecendo que a lei atual, de 2022, é insuficiente numa altura em que &#8220;as cadeias de abastecimento se tornaram um ativo geopolítico fundamental&#8221;.</P><br />
<P>Bruxelas cita o caso da Nexperia, a empresa chinesa de semicondutores em que o Governo neerlandês interveio no ano passado, uma medida que levou Pequim a vetar temporariamente o fornecimento de chips à UE, comprometendo a indústria automóvel europeia.</P><br />
<P>Embora a lei atual tenha permitido a mobilização de 52 mil milhões de euros em investimentos públicos e privados, &#8220;persistem lacunas evidentes (&#8230;) que devem ser abordadas&#8221;, realçou a CE.</P><br />
<P>O executivo da UE está agora a propor um novo critério para a concessão de financiamento público às empresas de semicondutores, que tenha em conta o &#8220;valor acrescentado&#8221; que estas trazem para a Europa, seja através de investimentos em investigação e desenvolvimento ou através da criação de emprego, explicaram as fontes.</P><br />
<P>Com este objetivo, Virkkunen anunciou ainda uma consulta pública sobre a possibilidade de criação de um instrumento financeiro para financiar &#8220;as ambições da Europa em relação à soberania tecnológica&#8221;.</P><br />
<P>O chamado &#8220;pacote de soberania tecnológica&#8221; terá agora de ser negociado entre o Conselho da UE e o Parlamento Europeu. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771882]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Trump admite ter chamado &#8220;doido&#8221; a Netanyahu por minar negociações com Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu hoje ter criticado o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, chamando-lhe "doido" num telefonema tenso, por os ataques de Israel ao Hezbollah no Líbano estarem a minar as conversações de paz com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu hoje ter criticado o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, chamando-lhe &#8220;doido&#8221; num telefonema tenso, por os ataques de Israel ao Hezbollah no Líbano estarem a minar as conversações de paz com o Irão.</P><br />
<P>Numa entrevista hoje divulgada, Trump assegurou que, apesar das tensões, a sua relação com Netanyahu é sólida por serem ambos líderes em tempos de guerra.</P><br />
<P>&#8220;Trabalhamos muito bem juntos. Gosto muito do Bibi. E trabalho muito bem com ele&#8221;, disse Trump a um podcast do The New York Post.</P><br />
<P>Em entrevista ao canal de notícias norte-americano CNBC, Netanyahu respondeu que ele e Trump têm por vezes &#8220;divergências táticas&#8221;, mas mantêm &#8220;objetivos em comum&#8221; e &#8220;concordam nos pontos principais&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Ele respeita-me. Eu respeito-o. Encontramos sempre uma forma de resolver as nossas diferenças&#8221;, disse o primeiro-ministro israelita.</P><br />
<P>O jornal digital Axios noticiou na terça-feira que Trump destratou Netanyahu na segunda-feira, devido à ofensiva israelita no Líbano, afirmando que está &#8220;doido&#8221;.</P><br />
<P>O portal citou dois responsáveis norte-americanos sob anonimato e uma terceira fonte que tomou conhecimento do conteúdo da chamada telefónica, durante a qual Trump usou linguagem vulgar e se referiu não só à guerra entre Israel e o grupo xiita Hezbollah, como às acusações contra Netanyahu na justiça israelita de fraude, abuso de poder e corrupção.</P><br />
<P>&#8220;És doido varrido. Estarias na cadeia se não fosse eu. Estou a salvar-te o coiro. Agora toda a gente te odeia. Toda a gente odeia Israel por causa disto&#8221;, disse o Trump, segundo a transcrição da conversa pelo Axios.</P><br />
<P>A repreensão de Trump ocorreu no mesmo dia em que o líder da Casa Branca anunciou ter obtido garantias de Netanyahu e do Hezbollah de uma trégua.</P><br />
<P>De acordo com o Axios, noutro momento do telefonema, Trump confrontou Netanyahu e questionou: &#8220;O que raio estás a fazer?&#8221;, referindo-se à escalada militar no Líbano. </P><br />
<P>A versão oficial desta ligação, no entanto, é mais diplomática e evita qualquer menção a um confronto entre os dois líderes, que concordaram em lançar conjuntamente a ofensiva contra o Irão em 28 de fevereiro, com impacto em todo o Médio oriente, em particular no Líbano. </P><br />
<P>A escalada militar no Líbano levou o Irão a suspender na segunda-feira as conversações de paz com Washington, que estão ligadas ao conflito entre Israel o Hezbollah. </P><br />
<P>No último mês, Hezbollah e Israel têm continuado os ataques aéreos e confrontos terrestres no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril. </P><br />
<P>No domingo, Israel capturou a fortaleza de Beaufort, uma posição estratégica no sul do Líbano, a norte do rio Litani, anterior linha de demarcação dos militares israelitas, que na semana passada receberam ordens para atuar até ao rio Zahrani, a cerca de 40 quilómetros da fronteira entre os dois países.</P><br />
<P>A trégua foi acordada entre Israel o Governo libanês em Washington, mas não era reconhecida pelo grupo xiita apoiado pelo Irão, tal como as negociações de paz israelo-libanesas em curso, com o patrocínio dos Estados Unidos. </P><br />
<P>O Líbano foi arrastado pelas milícias xiitas libanesas para a nova guerra na região ao reatarem, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita.</P><br />
<P>Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do país vizinho durante o conflito anterior. </P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão. </P><br />
<P>Também hoje, Trump manteve-se evasivo quanto a um calendário para a resolução do conflito com o Irão, afirmando que o Estreito de Ormuz poderá permanecer bloqueado.</P><br />
<P>&#8220;Acho que poderia ser (o estreito manter-se fechado até ao Dia do Trabalho, a 07 de setembro), mas acho improvável. Acho que isso se vai resolver rapidamente&#8221;, disse Trump ao Post.</P><br />
<P>O Líder Supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, que sucedeu ao seu falecido pai, está &#8220;envolvido&#8221; nas conversações de paz, acrescentou Trump.</P><br />
<P>&#8220;Têm muito respeito por ele&#8221;, disse o Presidente na entrevista.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771881]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pelo menos seis detidos após confrontos entre manifestantes e polícia junto à AR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:27:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos seis pessoas foram detidas hoje à tarde junto ao parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos seis pessoas foram detidas hoje à tarde junto ao parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.</P><br />
<P>O responsável pelo Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, superintendente Resende da Silva, disse aos jornalistas, junto à Assembleia da República, que os detidos estavam, cerca das 20:00, a ser identificados e posteriormente serão ouvidos em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coação.</P><br />
<P>A mesma fonte não especificou a idade dos detidos, uma vez que ainda estão a proceder à sua identificação.</P><br />
<P>Uma outra fonte policial admitiu à Lusa que os detidos possam incorrer ainda nos crimes de dano, devido aos fogos que atearam nos caixotes do lixo, bem como arremesso de garrafas de vidro e outros objetos contundentes contra os polícias, tendo deles sofrido ferimentos ligeiros.</P><br />
<P></P><br />
<P>ARA/CMP // ZO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771880]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Magyar anuncia acordo &#8220;histórico&#8221; sobre direitos da minoria húngara na Ucrânia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/magyar-anuncia-acordo-historico-sobre-direitos-da-minoria-hungara-na-ucrania/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, anunciou hoje um "acordo histórico" com Kiev sobre os direitos da minoria húngara residente na Ucrânia, ponto de discórdia de longa data entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, anunciou hoje um &#8220;acordo histórico&#8221; com Kiev sobre os direitos da minoria húngara residente na Ucrânia, ponto de discórdia de longa data entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;Chegámos a um acordo abrangente com a Ucrânia sobre a expansão dos direitos linguísticos, educacionais, culturais e políticos da minoria húngara&#8221; residente na Ucrânia, afirmou Magyar numa publicação no Facebook.</P><br />
<P>Os direitos da minoria húngara na Ucrânia eram um dos motivos invocados pelo antecessor de Magyar, Viktor Orbán, para bloquear o apoio da União Europeia a Kiev no contexto da invasão russa e também o processo de adesão ucraniana ao bloco. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771879]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Chegou ao destino. O problema é o que ficou no banco de trás&#8230;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chegou-ao-destino-o-problema-e-o-que-ficou-no-banco-de-tras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Uber]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados da Uber Portugal mostram quais são os objetos que os passageiros nacionais mais esquecem nas viagens. A lista vai do previsível telemóvel ao mais problemático passaporte

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um momento muito específico entre abrir a porta, sair do carro e seguir caminho. Pode ser à chegada ao trabalho, à porta de casa, no aeroporto, depois de uma noite mais longa ou a caminho de uma reunião. Tudo parece resolvido até surgir a pergunta fatal: onde é que deixei o telemóvel?</p>
<p>Em Portugal, os dados enviados pela Uber Portugal à &#8216;Executive Digest&#8217; mostram que os esquecimentos nas viagens seguem uma lógica bastante humana: ficam para trás sobretudo os objetos que usamos todos os dias, carregamos na mão, pousamos no colo ou largamos no banco por uns segundos.</p>
<p>No topo da lista estão os telemóveis e câmaras, com 4.983 registos. A distância para o segundo lugar é considerável: carteiras e bolsas surgem com 2.743 casos, seguidas de mochilas, malas, pastas, caixas ou bagagem, com 2.494 ocorrências.</p>
<p>Ou seja, há uma regra silenciosa nos bancos de trás: quanto mais indispensável é o objeto, maior parece ser a probabilidade de desaparecer da vista no pior momento.</p>
<p><strong>O campeão dos esquecimentos</strong></p>
<p>O telemóvel lidera sem grande surpresa. É o objeto que mais vezes entra e sai do bolso, que serve para chamar o carro, confirmar o destino, pagar, responder a mensagens, consultar mapas e avisar alguém de que “estou a chegar”.</p>
<p>Talvez por isso seja também o esquecimento mais dramático. Perder uma camisola incomoda. Perder os auscultadores irrita. Mas esquecer o telemóvel dentro de um carro cria logo uma pequena crise moderna: fica-se sem contactos, sem aplicação, sem carteira digital, sem mapas e, muitas vezes, sem a forma mais simples de tentar recuperar o próprio telemóvel.</p>
<p>Logo a seguir vêm as carteiras e bolsas, com 2.743 registos. É outro clássico dos esquecimentos que só costuma ser descoberto tarde demais: ao tentar pagar um café, entrar no escritório, levantar dinheiro ou encontrar um cartão que, de repente, já não está onde devia.</p>
<p>As mochilas, malas e bagagem completam o pódio, com 2.494 ocorrências. Aqui, o problema pode ir de uma simples pasta de trabalho a uma mala inteira deixada para trás numa viagem para a estação, hotel ou aeroporto.</p>
<p><strong>As chaves, os óculos e os pequenos dramas do dia a dia</strong></p>
<p>As chaves aparecem em quarto lugar, com 1.912 registos. É talvez o objeto que mais transforma um esquecimento numa cena previsível: só damos por falta delas quando já estamos à porta de casa, do carro, da garagem ou do escritório.</p>
<p>A lista continua com auscultadores e colunas, com 1.388 registos, praticamente empatados com os óculos, que somam 1.372 casos. São objetos pequenos, fáceis de pousar ao lado, deixar escorregar ou esquecer entre o banco e a porta.</p>
<p>Há ainda 843 ocorrências relacionadas com roupa. Pode ser um casaco tirado durante a viagem, uma camisola pousada no banco ou uma peça carregada na mão e abandonada no momento da saída. São esquecimentos menos urgentes do que uma carteira, mas igualmente capazes de estragar o resto do dia.</p>
<p><strong>E depois há os passaportes</strong></p>
<p>A meio da lista surge um detalhe menos banal: os passaportes. A Uber Portugal registou 738 ocorrências deste tipo.</p>
<p>É um número inferior ao dos telemóveis, carteiras ou chaves, mas provavelmente um dos esquecimentos com maior potencial para causar problemas. Um passaporte esquecido pode significar perder um voo, adiar uma viagem, correr para serviços públicos ou transformar um trajeto aparentemente normal num episódio de ansiedade.</p>
<p>Também há computadores portáteis esquecidos em viagens Uber: 377 registos. O número é mais baixo, mas o impacto pode ser elevado, sobretudo quando o equipamento é de trabalho ou contém documentos importantes.</p>
<p>No fim da lista surgem joias, relógios e maquilhagem, com 337 registos. É uma categoria curiosa, porque junta objetos muito diferentes: alguns pequenos e fáceis de perder, outros com valor pessoal ou sentimental difícil de substituir.</p>
<p><strong>A geografia portuguesa dos esquecimentos</strong></p>
<p>A lista mostra uma espécie de mapa dos pequenos lapsos urbanos. Primeiro vêm os objetos essenciais: telemóvel, carteira, mochila e chaves. Depois aparecem os acessórios da rotina: auscultadores, óculos e roupa. Mais abaixo surgem os esquecimentos mais delicados: passaportes, computadores, joias e relógios.</p>
<p>No fundo, os dados confirmam uma evidência simples: os esquecimentos acontecem quase sempre nos segundos mais apressados. Quando a viagem acaba, já se está a pensar no destino seguinte. A reunião, a escola, o voo, o jantar, a porta de casa, a chamada que ficou por atender.</p>
<p>É nesse intervalo que o telemóvel fica no banco, a carteira escorrega do colo, os óculos desaparecem entre os estofos e as chaves ficam no fundo de uma confusão qualquer.</p>
<p>A parte irónica é que os objetos mais esquecidos são precisamente os que mais usamos para manter o dia organizado. Talvez por isso se note tão depressa quando ficam para trás.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771654]]></sapo:autor>
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		<title>Visa e Mastercard encerram operações em Cuba a partir de sábado devido às sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:04:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os serviços financeiros internacionais Visa e Mastercard vão encerrar as suas operações em Cuba a partir de 06 de junho, para evitar sanções decorrentes de um decreto executivo dos Estados Unidos, divulgou o Banco Central de Cuba (BCC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os serviços financeiros internacionais Visa e Mastercard vão encerrar as suas operações em Cuba a partir de 06 de junho, para evitar sanções decorrentes de um decreto executivo dos Estados Unidos, divulgou o Banco Central de Cuba (BCC).</P><br />
<P>O banco privado estrangeiro que processava as transações internacionais (cujo nome não foi divulgado pelo BCC) informou a autoridade monetária que estava a romper a sua relação com a instituição financeira Fincimex (pertencente ao conglomerado empresarial GAESA, apoiado pelos militares) para evitar as sanções.</P><br />
<P>&#8220;Esta interrupção está diretamente relacionada com o Decreto Executivo n.º 14404, de 01 de maio, emitido pelo Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, como parte da sua estratégia para estrangular o povo cubano&#8221;, detalhou o BCC.</P><br />
<P>A entidade acrescentou que, em resultado desta decisão, &#8220;Cuba não poderá receber receitas da venda de bens e serviços através de cartões de crédito internacionalmente reconhecidos, como a Visa e a Mastercard&#8221;. </P><br />
<P>A retirada do banco rompe efetivamente todas as ligações financeiras da ilha com o exterior, intensificando a pressão de Washington sobre Cuba, que o Governo norte-americano deseja forçar a realizar profundas reformas políticas e económicas, noticiou a agência Efe.</P><br />
<P>Os EUA estão a intensificar a pressão que têm vindo a exercer sobre Cuba desde janeiro, quando impuseram um embargo petrolífero que praticamente paralisou grande parte da atividade económica do país, uma vez que a ilha produz apenas 40% das suas necessidades energéticas.</P><br />
<P>O decreto executivo estipulava sanções para indivíduos e empresas que mantivessem laços económicos, comerciais ou financeiros com o Governo cubano, particularmente nos setores da energia, finanças e defesa.</P><br />
<P>Em 07 de maio, foram impostas sanções à Gaesa, a maior empresa estatal de Cuba, que representa cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) da ilha. </P><br />
<P>Isto levou muitas empresas a romperem os seus laços com esta entidade, que tem presença em quase todos os setores económicos.</P><br />
<P>Esta situação levou também à retirada parcial ou total de grandes cadeias hoteleiras estrangeiras que operam na ilha, como as espanholas Meliá e Iberostar.</P><br />
<P>A empresa mineira canadiana Sherritt, o maior investimento estrangeiro em Cuba, anunciou há um mês a sua saída imediata da ilha em consequência das sanções americanas.</P></p>
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		<title>Greve geral: Governo condena &#8220;comportamentos inaceitáveis de alguns&#8221; e diz que maioria trabalhou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:46:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Presidência afirmou hoje que o dia de greve geral foi de "trabalho para a esmagadora maioria de portugueses" e condenou "comportamentos inaceitáveis de alguns" na manifestação junto ao Parlamento, distinguindo-os da organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Presidência afirmou hoje que o dia de greve geral foi de &#8220;trabalho para a esmagadora maioria de portugueses&#8221; e condenou &#8220;comportamentos inaceitáveis de alguns&#8221; na manifestação junto ao Parlamento, distinguindo-os da organização.</P><br />
<P>No final da reunião semanal do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro deixou um comentário sobre o impacto da greve geral de hoje, convocada pela CGTP contra o pacote laboral do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Foi um dia de trabalho para a esmagadora maioria dos portugueses, embora tenha sido também um dia de greve para alguns, vários portugueses&#8221;, disse, deixando os detalhes de dados sobre o impacto para a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, que também participou na conferência de imprensa.</P><br />
<P>Leitão Amaro sublinhou que &#8220;o Governo respeita integralmente o direito à greve e também o direito a trabalhar de todos aqueles que trabalharam&#8221;, lamentando incidentes na manifestação junto à Assembleia da República.</P><br />
<P>&#8220;Alguns ultrapassaram os limites mais do que aceitáveis do direito à greve, que provocaram desacatos, que ofenderam a ordem pública e que confrontaram a autoridade das forças de segurança portuguesas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O ministro da Presidência salientou que este &#8220;foi um comportamento de alguns, não o comportamento da maioria dos manifestantes&#8221;, que o fez pacificamente.</P><br />
<P>&#8220;E pela informação que temos, não é um comportamento associado à organização e aos organizadores desta manifestação, que não haja dúvidas sobre isso, tanto quando nos é dado saber até ao momento&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Leitão Amaro agradeceu ainda às forças de segurança, dizendo que tiveram &#8220;um trabalho exemplar, um trabalho de reposição e defesa da ordem pública&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mais uma vez obrigado às forças de segurança e aos seus agentes, mulheres e homens que estiveram no terreno a repor a ordem pública e a travar os desacatos de quem ultrapassou os limites do que é adequado&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A PSP deteve várias pessoas hoje à tarde junto à Assembleia da República, em Lisboa, após confrontos entre manifestantes e a polícia no final da manifestação da CGTP, disse à Lusa fonte daquela polícia.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que há &#8220;vários detidos&#8221;, mas às 19:30 ainda não havia um número definitivo.</P><br />
<P>Segundo a PSP, a manifestação da CGTP organizada no dia da greve geral terminou por volta das 16:15 e a polícia, cerca das 18:00, pretendia abrir ao trânsito a rua em frente à Assembleia da República, mas &#8220;um conjunto de manifestantes&#8221; colocou grades para bloquear a estrada, o que levou à intervenção das Equipas de Intervenção Rápida da PSP.</P><br />
<P>A fonte indicou que alguns dos manifestantes atiraram garrafas de vidro aos polícias e lançaram petardos e focos de fumo.</P><br />
<P>A polícia pediu depois aos manifestantes para dispersarem, o que não aconteceu e obrigou à intervenção do Corpo de Intervenção, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>Afirmou ainda que os manifestantes foram dispersos por várias ruas junto ao parlamento e incendiaram caixotes de lixo.</P></p>
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		<title>PSP deteve várias pessoas após confrontos entre manifestantes e polícia junto à AR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:40:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A PSP deteve várias pessoas hoje à tarde junto à Assembleia da República, em Lisboa, após confrontos entre manifestantes e a polícia no final da manifestação da CGTP, disse à Lusa fonte daquela polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A PSP deteve várias pessoas hoje à tarde junto à Assembleia da República, em Lisboa, após confrontos entre manifestantes e a polícia no final da manifestação da CGTP, disse à Lusa fonte daquela polícia.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que há &#8220;vários detidos&#8221;, mas às 19:30 ainda não havia um número definitivo.</P><br />
<P>Segundo a PSP, a manifestação da CGTP organizada no dia da greve geral terminou por volta das 16:15 e a polícia, cerca das 18:00, pretendia abrir ao trânsito a rua em frente à Assembleia da República, mas &#8220;um conjunto de manifestantes&#8221; colocou grades para bloquear a estrada, o que levou à intervenção das Equipas de Intervenção Rápida da PSP.</P><br />
<P>A fonte indicou que alguns dos manifestantes atiraram garrafas de vidro aos polícias e lançaram petardos e focos de fumo.</P><br />
<P>A polícia pediu depois aos manifestantes para dispersarem, o que não aconteceu e obrigou à intervenção do Corpo de Intervenção, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>Afirmou ainda que os manifestantes foram dispersos por várias ruas junto ao parlamento e incendiaram caixotes de lixo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771876]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Drones&#8217; ucranianos atacam São Petersburgo no início do fórum económico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:39:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cidade russa de São Petersburgo sofreu hoje ataques de 'drones' ucranianos, que visaram instalações energéticas e militares, no dia da abertura do fórum económico local, com inúmeros representantes russos e estrangeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cidade russa de São Petersburgo sofreu hoje ataques de &#8216;drones&#8217; ucranianos, que visaram instalações energéticas e militares, no dia da abertura do fórum económico local, com inúmeros representantes russos e estrangeiros.</P><br />
<P>O ataque ucraniano danificou &#8220;várias&#8221; infraestruturas na segunda maior cidade da Rússia, mas não fez vítimas, afirmou o governador local, Alexander Beglov. </P><br />
<P>O terminal petrolífero de São Petersburgo e a base militar de Kronstadt, nas proximidades, foram alvos dos &#8216;drones&#8217; ucranianos, segundo o Presidente Volodymyr Zelensky, que descreveu os ataques como &#8220;justificados&#8221;.</P><br />
<P>Os russos &#8220;devem saber que, se usarem &#8216;drones&#8217; e mísseis contra nós, faremos o mesmo&#8221;, declarou o Presidente ucraniano, que hoje recebeu em Kiev o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.</P><br />
<P>Os ataques interromperam as operações no principal aeroporto da antiga capital imperial russa.</P><br />
<P>O Kremlin prometeu &#8220;respostas sistemáticas&#8221; a estes ataques de Kiev, que ocorreram um dia depois de 23 pessoas terem sido mortas na Ucrânia num ataque russo em grande escala com mísseis e &#8216;drones&#8217;.</P><br />
<P>Os primeiros participantes do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo (SPIEF) chegaram hoje no meio de um denso fumo ao fundo do centro de conferências, observou um jornalista da AFP presente no local.</P><br />
<P>O SPIEF, conhecido como o &#8220;Davos russo&#8221; e o principal evento da Rússia para atrair investidores e empresas estrangeiras, tem como ponto alto o discurso do Presidente russo, Vladimir Putin, agendado para sexta-feira.</P><br />
<P>Este ano, a lista de participantes inclui nomes de aliados da Rússia, entre os quais os presidentes do Uzbequistão e da Tanzânia, e ministros de Cuba, Bielorrússia, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.</P><br />
<P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, que na terça-feira condenou a onda de ataques russos contra a Ucrânia, é esperado em São Petersburgo e tem participação agendada num painel sobre o ambiente, na sexta-feira.</P><br />
<P>Outros participantes incluem e o presidente da Comissão Nacional de Arte norte-americana, responsável pelo polémico novo salão de baile da Casa Branca, a teórica da conspiração Candace Owens, membros do partido alemão de extrema-direita AfD e o influenciador Andrew Tate e o seu irmão, que estão a ser processados ??na Roménia por acusações de tráfico humano e violação.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771875]]></sapo:autor>
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		<title>Governo aprova Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:32:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou hoje a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária que tem como meta reduzir em 50% as mortes e feridos graves nas estradas portuguesas até 2030 e alcançar zero mortos e feridos graves até 2050.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo aprovou hoje a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária que tem como meta reduzir em 50% as mortes e feridos graves nas estradas portuguesas até 2030 e alcançar zero mortos e feridos graves até 2050.</P><br />
<P>O documento, que está por aprovar desde 2021, vai agora ser submetido para consulta pública. </P><br />
<P>Segundo uma nota do Ministério da Administração Interna (MAI) enviada à Lusa, a aprovação da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária &#8212; Visão Zero 2030, era uma das &#8220;principais medidas, em matéria de segurança, do programa do Governo&#8221;, estando alinhada com &#8220;a política europeia em matéria de segurança rodoviária&#8221;.</P><br />
<P>O MAI refere que o documento assenta em cinco pilares, designadamente &#8220;utilizadores seguros&#8221;, &#8220;infraestruturas seguras&#8221;, &#8220;veículos seguros&#8221;, &#8220;velocidades seguras&#8221; e &#8220;resposta pós-acidente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O diploma fixa metas mais claras e mensuráveis: reduzir em 50% as mortes e feridos graves até 2030 e alcançar zero mortos e zero feridos graves até 2050, colocando, assim, Portugal numa trajetória convergente com a média da União Europeia em termos de sinistralidade rodoviária&#8221;, precisa o ministério tutelado por Luís Neves.</P><br />
<P>O diploma hoje aprovado em Conselho de Ministros &#8220;prevê uma governação interministerial e um modelo de monitorização contínua, colocando a proteção da vida humana no centro das políticas de mobilidade&#8221;.</P><br />
<P>O MAI refere ainda que &#8220;a segurança rodoviária é hoje entendida como uma responsabilidade partilhada, na medida em que exige um compromisso efetivo e a adoção de medidas concretas não só por parte do Estado, das autarquias e das entidades públicas e privadas, mas também de todos os utilizadores da via pública, sejam condutores ou peões, sendo essencial a adoção generalizada de comportamentos seguros&#8221;.</P><br />
<P>Na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, disse que a estratégia tem como objetivo &#8220;uma redução significativa neste período da sinistralidade rodoviária, dos acidentes graves, com feridos graves e dos acidentes com fatalidades que são profundamente lamentáveis&#8221;.</P><br />
<P>Recentemente, o ministro da Administração Interna afirmou que a estratégia inclui 40 medidas para serem desenvolvidas dentro das localidades, escolas, vias rurais e fatores de risco como o álcool, substâncias psicotrópicas, distração e fadiga.</P><br />
<P>O Governo anunciou em abril várias medidas para reduzir a sinistralidade rodoviária, como a reativação da Brigada de Trânsito da GNR quase 20 anos depois, um novo Código da Estrada e mais fiscalização nas estradas.</P><br />
<P>Dados provisórios da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) indicam que desde o início do ano ocorreram 63.493 acidentes rodoviários, que provocaram 210 mortos, 1.037 feridos graves e 16.907 feridos ligeiros.</P><br />
<P>Em relação ao mesmo período de 2025, registaram-se mais 5.612 acidentes, mais 54 mortos, mais 27 feridos graves e menos 553 feridos ligeiros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771874]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Surto de Ébola: OMS pede fim de restrições e corte de viagens e alerta para impacto no terreno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:06:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou esta quarta-feira que as restrições de viagens impostas por mais de uma dezena de países estão a comprometer a resposta internacional ao surto de Ébola que afeta a República Democrática do Congo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou esta quarta-feira que as restrições de viagens impostas por mais de uma dezena de países estão a comprometer a resposta internacional ao surto de Ébola que afeta a República Democrática do Congo. Segundo a organização, as medidas adotadas por vários governos estão a criar obstáculos logísticos significativos e a dificultar os esforços de contenção da doença.</p>
<p>O aviso foi deixado pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante uma conferência de imprensa, na qual sublinhou que as proibições generalizadas de viagens estão a provocar perturbações nas cadeias de abastecimento e a limitar a capacidade de resposta das equipas de saúde no terreno.</p>
<p>“Estas restrições estão a interromper as cadeias de abastecimento e a dificultar a resposta”, afirmou o responsável.</p>
<p><strong>OMS pede levantamento das restrições</strong><br />
Entre os países que adotaram medidas restritivas encontram-se os Estados Unidos, o Bahrein, o México e outros Estados que decidiram impor limitações à entrada de viajantes provenientes da República Democrática do Congo.</p>
<p>Por sua vez, o Canadá implementou uma quarentena obrigatória de 21 dias para todos os viajantes oriundos do país africano.</p>
<p>Perante este cenário, Tedros apelou aos governos para abandonarem as restrições generalizadas e adotarem medidas mais direcionadas.</p>
<p>“Pedimos aos países que impuseram restrições globais de viagem que as levantem”, afirmou, defendendo como alternativa a realização de rastreios sanitários à saída em aeroportos, portos e postos fronteiriços, com o objetivo de identificar casos suspeitos e contactos de risco antes das deslocações internacionais.</p>
<p><strong>Casos confirmados ficam abaixo do receado</strong><br />
Apesar das preocupações relacionadas com as restrições às viagens, a OMS divulgou também dados considerados encorajadores sobre a evolução do surto.</p>
<p>Segundo a organização, o número de infeções confirmadas revelou-se inferior ao que os especialistas inicialmente receavam. O aumento da capacidade de testagem permitiu concluir que muitos dos casos suspeitos não estavam, afinal, infetados com a variante Bundibugyo do vírus Ébola, responsável pelo atual surto na República Democrática do Congo.</p>
<p>De acordo com os dados apresentados pela OMS, até 1 de junho tinham sido registados 344 casos confirmados e 60 mortes confirmadas na República Democrática do Congo, além de 116 casos considerados suspeitos.</p>
<p>Na vizinha Uganda foram contabilizados 15 casos confirmados e uma morte confirmada associada à doença.</p>
<p><strong>Revisão dos números após reforço dos testes</strong><br />
Os novos dados representam uma alteração significativa face aos números divulgados poucos dias antes.</p>
<p>A 29 de maio, a OMS tinha reportado 906 casos suspeitos e 223 mortes suspeitas na República Democrática do Congo. Na mesma atualização, a organização referia a existência de 134 casos confirmados, incluindo nove em Uganda, e um total de 18 mortes confirmadas nos dois países.</p>
<p>Segundo a OMS, a diferença nos números resulta do reforço dos processos de testagem e validação laboratorial, que permitiram distinguir entre casos efetivamente confirmados e situações inicialmente classificadas apenas como suspeitas.</p>
<p>A organização acrescentou que continuam em curso análises laboratoriais a amostras recolhidas de pessoas que morreram com suspeitas de infeção por Ébola, pelo que os números poderão sofrer novas atualizações.</p>
<p><strong>Centro de quarentena dos EUA no Quénia gera debate</strong><br />
Durante a conferência de imprensa, Tedros foi ainda questionado sobre o plano norte-americano para criar um centro de quarentena no Quénia destinado a cidadãos dos Estados Unidos que se encontrem na região afetada pelo surto.</p>
<p>A iniciativa encontra-se atualmente suspensa por decisão de um tribunal queniano, mas continua a gerar debate internacional.</p>
<p>O diretor-geral da OMS optou por não criticar diretamente a proposta norte-americana.</p>
<p>“Podem fazer aquilo que considerarem adequado para si próprios”, declarou, acrescentando que valoriza a cooperação mantida com os Estados Unidos na partilha de informação e no apoio financeiro às operações de resposta ao surto.</p>
<p>“Existe um forte compromisso a todos os níveis e fico muito satisfeito por ver isso”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771861]]></sapo:autor>
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		<title>Tensão em São Bento: manifestantes bloqueiam trânsito e atiram pedras após marcha da greve geral. Já há detidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 17:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Momentos de tensão estão a marcar o final da tarde desta quarta-feira nas imediações da Assembleia da República, em Lisboa, quando um grupo de manifestantes voltou a bloquear a circulação rodoviária após o término da concentração promovida pela CGTP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Momentos de forte tensão marcaram o final da tarde desta quarta-feira nas imediações da Assembleia da República, em Lisboa, quando um grupo de manifestantes voltou a bloquear a circulação rodoviária após o término da concentração promovida pela CGTP no âmbito da greve geral contra o pacote laboral do Governo.</p>
<p>Os incidentes ocorreram já depois de concluída a marcha e de os dirigentes e representantes da central sindical terem abandonado a zona de São Bento. Segundo as informações disponíveis, os confrontos envolveram apenas algumas dezenas de pessoas que permaneceram nas imediações do Parlamento após o encerramento formal do protesto.</p>
<p>A situação levou à mobilização de unidades do Corpo de Intervenção da PSP e resultou na detenção de pelo menos três manifestantes.</p>
<p>Depois de as autoridades terem conseguido reabrir a circulação rodoviária em frente à Assembleia da República, vários manifestantes voltaram a ocupar a via pública, colocando-se diante dos veículos e impedindo novamente a passagem.</p>
<p>A nova ação provocou uma segunda interrupção do trânsito numa das principais artérias junto ao Parlamento, obrigando as forças de segurança a regressarem ao local para tentar normalizar a circulação.</p>
<p>Face à persistência dos bloqueios, foi desencadeado um reforço do dispositivo policial, incluindo a mobilização de unidades especializadas da PSP.</p>
<p><strong>Arremesso de pedras e garrafas agrava tensão</strong><br />
A situação agravou-se quando alguns dos manifestantes envolvidos começaram a arremessar pedras e garrafas, aumentando o nível de tensão e originando momentos de confronto com as forças policiais destacadas para a zona. Houve também uso de engenhos pirotécnicos que causaram um pequeno incêndio, rapidamente apagado por bombeiros no local.</p>
<p>Os desacatos terão sido protagonizados por um pequeno grupo de manifestantes que permaneceu junto à Assembleia da República após o fim da iniciativa convocada pela CGTP.</p>
<p>Os incidentes obrigaram as autoridades a reforçar a operação de segurança e a adotar medidas para impedir novos bloqueios e garantir a ordem pública.</p>
<p><strong>Corpo de Intervenção destacado para São Bento</strong><br />
Perante a escalada da tensão, a PSP mobilizou elementos do Corpo de Intervenção para as imediações da Assembleia da República.</p>
<p>As equipas especializadas foram posicionadas em São Bento com o objetivo de conter os manifestantes que continuavam a desafiar as ordens policiais e a bloquear a circulação rodoviária.</p>
<p>Segundo informações avançadas pela RTP, o reforço policial começou a ser colocado em marcha à medida que os confrontos se intensificavam, numa operação destinada a controlar a situação e evitar o alastramento dos desacatos.</p>
<p><strong>Pelo menos três manifestantes detidos</strong><br />
A operação policial resultou ainda na detenção de pelo menos três manifestantes, numa altura em que as forças de segurança procuravam restabelecer a ordem pública junto ao Parlamento.</p>
<p>As detenções ocorreram durante os confrontos registados após os novos bloqueios da via pública e os episódios de arremesso de objetos. As autoridades mantiveram uma forte presença no local para impedir novos incidentes e assegurar o cumprimento das ordens de dispersão.</p>
<p>Até ao momento, não são conhecidos mais detalhes sobre as circunstâncias das detenções nem sobre eventuais acusações que possam vir a ser imputadas aos detidos.</p>
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