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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Norte-americanos processam hospital após testes mostrarem troca à nascença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 02:12:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois norte-americanos, que descobriram através de testes de ADN terem sido trocados à nascença, há 38 anos, decidiram processar um hospital no estado do Dakota do Norte por lhes ter "roubado as vidas que deveriam ter tido".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois norte-americanos, que descobriram através de testes de ADN terem sido trocados à nascença, há 38 anos, decidiram processar um hospital no estado do Dakota do Norte por lhes ter &#8220;roubado as vidas que deveriam ter tido&#8221;.</P><br />
<P>Kyle Bylin descobriu a família biológica após realizar um teste caseiro que recebeu durante uma troca de presentes de Natal, e que o levou até à tia biológica numa plataforma de genealogia. O sobrinho desta, Jeremy Morrison, fez depois o teste de ADN, e os resultados foram irrefutáveis.</P><br />
<P>&#8220;Foi quando a minha mente ficou completamente em choque&#8221;, disse Bylin. &#8220;Nunca poderíamos imaginar que tinha ocorrido uma troca de bebés à nascença&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Morrison contou que ficou convencido assim que viu uma fotografia do irmão de Bylin e percebeu que eram muito parecidos.</P><br />
<P>De acordo com o processo judicial, apresentado na semana passada, Bylin e Morrison foram os únicos bebés nascidos a 26 de janeiro de 1988 no Unity Medical Center, em Grafton, Dakota do Norte. E foram para casa com os pais errados.</P><br />
<P>O hospital afirma que não há provas de que o pessoal tenha sido responsável pela troca. Mas Bylin, nascido Jeremy Morrison, diz que ainda guarda a pulseira hospitalar que o identificava erroneamente como Kyle Bylin. Os registos hospitalares já não existem.</P><br />
<P>Dois anos passaram desde que os testes de ADN abalaram tudo o que pensavam saber sobre as suas famílias.</P><br />
<P>&#8220;O Kyle continua a ser meu filho, isso nunca vai mudar&#8221;, disse Evelyn Newton, à Associated Press. &#8220;Mas sinto-me roubada da vida que deveria ter tido com o meu filho biológico. Não se podem recuperar 35 anos. Primeiros passos, aprender a conduzir, casar. Como se compensa isso&#8221;, questionou.</P><br />
<P>O hospital não contesta que os bebés foram trocados em algum momento e diz estar a tentar compreender o que aconteceu, mas não encontrou provas de que a administração ou o pessoal tenham sido responsáveis pelo erro. </P><br />
<P>&#8220;Reconhecemos o impacto profundo que esta descoberta teve neles e nas suas famílias&#8221;, afirmou o hospital em comunicado. &#8220;Infelizmente, devido à passagem de quase quatro décadas, os registos médicos e de pessoal que poderiam trazer mais clareza já não existem&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Para Morrison, o conhecimento não mudou a forma como vê a família que sempre conheceu. Continua a considerar Elizabeth O&#8217;Toole e Terry Morrison os pais. &#8220;Fui amado. Joguei desporto. Fui bom aluno. Um teste de ADN não vai apagar 38 anos de memórias.&#8221;</P><br />
<P>Morrison vive agora em Colorado City, no estado do Colorado, e trabalha como inspetor de soldadura numa empresa de energia eólica. Acredita que, se não tivesse sido trocado, estaria a trabalhar com o irmão biológico e o pai na quinta de cereais da família Bylin, no Dakota do Norte.</P><br />
<P>Para Bylin, as questões sobre natureza versus educação tornaram-se pessoais. &#8220;Estava sempre a pensar: como é que esta pode ser a minha família? Como sou tão diferente deles? Afinal, somos apenas pessoas totalmente diferentes&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Casos de bebés trocados à nascença são raros, mas os testes de ADN caseiros tornam-nos mais fáceis de descobrir, pois hoje a tecnologia moderna ajuda os hospitais a evitar trocas. O médico Jonathan Marron, da Harvard Medical School, notou que atualmente praticamente impossível acontecerem estes erros.</P><br />
<P>O advogado Tim O&#8217;Keefe disse que tentou durante um ano chegar a um acordo financeiro com o hospital antes de avançar com uma ação judicial por negligência e danos emocionais. As famílias têm passado este tempo a ajustar-se às novas realidades.</P><br />
<P>&#8220;Agora sei a verdade, mas ainda estamos a trabalhar para construir relações&#8221;, disse Morrison. &#8220;Não posso voltar atrás no tempo e reconstruir o que já se perdeu. É um trabalho em progresso, tal como eu&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791071]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA negam explosão de petroleios no estreito de Ormuz devido a minas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 02:11:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo dos Estados Unidos rejeitou a afirmação do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC, na sigla em inglês) de que dois petroleiros explodiram no estreito de Ormuz, após colidirem com minas em águas internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo dos Estados Unidos rejeitou a afirmação do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC, na sigla em inglês) de que dois petroleiros explodiram no estreito de Ormuz, após colidirem com minas em águas internacionais.</P><br />
<P> O Comando Central dos Estados Unidos, através da rede social X, assinalou na sexta-feira que as alegações da IRGC fazem parte de uma série de declarações falsas divulgadas pela organização iraniana no sétimo dia de ataques entre Washington e Teerão, desde que o Presidente dos EUA, Donald Trump, declarou encerrada a trégua acordada entre os dois países.</P><br />
<P>A IRGC afirmou, num comunicado divulgado pela agência estatal Tasnim, que os dois petroleiros explodiram após entrarem num campo de minas marítimas a sul do estreito de Ormuz e que os navios, supostamente induzidos em erro por agências de inteligência norte-americanas, provocaram um grande incêndio após a detonação.</P><br />
<P>A organização iraniana não identificou os navios nem informou sobre possíveis vítimas ou danos.</P><br />
<P>O Comando Central restabeleceu, na terça-feira, o cerco naval sobre portos e navios iranianos no estreito de Ormuz, dois dias após o aviso da República Islâmica sobre o encerramento desta via marítima devido aos bombardeamentos norte-americanos.</P><br />
<P>O Irão respondeu aos ataques de Washington com lançamentos de mísseis e drones contra alvos norte-americanos em vários países da região, como Bahrein, Qatar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos (EAU), entre outros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791072]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Caracas obtém 346 milhões de dólares do FMI para recuperação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 01:50:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Venezuela obteve 346 milhões de dólares (302 milhões de euros) "dos próprios recursos" do Fundo Monetário Internacional (FMI), para o processo de recuperação e reconstrução após os sismos de 24 de junho, anunciou a presidente interina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Venezuela obteve 346 milhões de dólares (302 milhões de euros) &#8220;dos próprios recursos&#8221; do Fundo Monetário Internacional (FMI), para o processo de recuperação e reconstrução após os sismos de 24 de junho, anunciou a presidente interina.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na sexta-feira, Delcy Rodríguez explicou que os fundos vão permitir &#8220;apoiar as famílias afetadas em matéria de habitação, infraestruturas e serviços públicos essenciais, entre outras necessidades&#8221;.</P><br />
<P>Rodríguez agradeceu à diretora do FMI, Kristalina Georgieva, pelo &#8220;apoio e compromisso, bem como a todas as instituições que tornaram possível este importante passo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Continuaremos a trabalhar incansavelmente para proteger o nosso povo e avançar na recuperação do país&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A chefe de Estado deu conta a 08 de julho de uma conversa telefónica com Georgieva sobre a libertação de &#8220;recursos bloqueados da Venezuela&#8221; no FMI.</P><br />
<P>A líder chavista exigiu então, mais uma vez, o fim das sanções contra Caracas e do bloqueio dos recursos que, segundo disse, o país necessita para o processo de reconstrução.</P><br />
<P>Em 09 de julho, a porta-voz do FMI, Julie Kozack, explicou numa conferência de imprensa que Georgieva e Rodríguez discutiram &#8220;a utilização da parcela de reserva da Venezuela no FMI, que constitui uma fonte de liquidez importante e de fácil acesso que pode ser mobilizada rapidamente&#8221;.</P><br />
<P>A chamada parcela de reserva é diferente dos Direitos Especiais de Saque (SDR, na sigla em inglês) retidos pela instituição que ascendem a cerca de 4.500 milhões de dólares (3.934 milhões de euros), o que perfaz um valor total próximo dos 5.000 milhões de dólares (4.371 milhões de euros) em ativos.</P><br />
<P>Os ativos da parcela de reserva estão imediatamente disponíveis para &#8220;ajudar a dar resposta às necessidades humanitárias urgentes decorrentes da catástrofe&#8221; e &#8220;são o recurso&#8221; que a Venezuela &#8220;indicou querer utilizar&#8221;, acrescentou Kozack.</P><br />
<P>O FMI e a Venezuela retomaram, em abril passado, as relações, que se encontravam suspensas desde 2019.</P><br />
<P>Desde então, os contactos entre a instituição e o Governo interino de Rodríguez têm sido regulares, com vista a concluir os procedimentos técnicos para permitir que, no futuro, o país possa voltar a aceder aos instrumentos financeiros do FMI.</P><br />
<P>O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho subiu na sexta-feira para 5.069, após o registo de 139 novas mortes, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Os dados foram divulgados pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que indicou também que o número de feridos se mantém nos 16.740.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791070]]></sapo:autor>
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		<title>Controlada fuga de amoníaco na Docapesca em Matosinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 01:08:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma fuga de amoníaco na Docapesca, em Matosinhos, foi controlada, indicou hoje à Lusa fonte da Proteção Civil, que registou pelo menos um ferido ligeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma fuga de amoníaco na Docapesca, em Matosinhos, foi controlada, indicou hoje à Lusa fonte da Proteção Civil, que registou pelo menos um ferido ligeiro.</P><br />
<P>Fonte do Comando Sub-regional da Área Metropolitana do Porto disse à agência Lusa por volta da 01:20 que o ferido está a receber tratamento hospitalar. </P><br />
<P>A ocorrência está relacionada com uma fuga de amoníaco na fábrica de gelo da Docapesca no Porto de Leixões, notou à Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários de Matosinhos-Leça.</P><br />
<P>Já a PSP do Porto indicou que esta terá ocorrido na sequência de uma explosão num frigorífico.</P><br />
<P>O alerta inicial foi dado pelas 22:55 de sexta-feira e, de acordo com a página &#8216;online&#8217; da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, por volta das 02:00 ainda se encontravam no local 42 operacionais auxiliados por 18 viaturas.</P><br />
<P>Na mesma zona está a decorrer o arranque das tradicionais Grandiosas Festas do Mártir São Sebastião, padroeiro dos pescadores, com alguns concertos planeados para se realizar na área a serem suspensos, por questões de segurança.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791069]]></sapo:autor>
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		<title>Iraque e Síria vão reconstruir oleoduto que liga os dois países &#8211; EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 00:11:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos anunciaram um projeto de cooperação entre os governos iraquiano e sírio para a reabilitação e reconstrução do oleoduto entre os dois países árabes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos anunciaram um projeto de cooperação entre os governos iraquiano e sírio para a reabilitação e reconstrução do oleoduto entre os dois países árabes.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos congratulam-se com a intenção do Governo da República do Iraque e do Governo da República Árabe da Síria de avançar com a reabilitação e reconstrução do oleoduto Iraque-Síria como um projeto prioritário de infraestruturas de importância estratégica bilateral e regional&#8221;, destacou o Departamento de Estado norte-americano em comunicado na sexta-feira.</P><br />
<P>A diplomacia norte-americana sublinha ainda que o anúncio é &#8220;um marco importante para a região e para as relações entre a Síria e o Iraque&#8221;.</P><br />
<P>O Departamento de Estado afirma que &#8220;ambos os países reconhecem o objetivo estratégico de restaurar um corredor energético crucial que liga a produção petrolífera iraquiana aos mercados de exportação no Mediterrâneo e noutros destinos&#8221;. </P><br />
<P>O anúncio surge num momento delicado para o fluxo de petróleo no Médio Oriente, em consequência do conflito entre os EUA e o Irão, que teve início em 28 de fevereiro e complicou a passagem de navios pelo estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os Estados Unidos frisaram na sexta-feira que &#8220;acolhem com agrado a participação de um consórcio internacional&#8221; para realizar este projeto e que, uma vez reabilitado, &#8220;terá uma capacidade inicial de transporte de dois milhões de barris de crude por dia&#8221;.</P><br />
<P>O objetivo da reabilitação do oleoduto, segundo os Estados Unidos, é &#8220;criar um quadro jurídico&#8221; para promover a &#8220;segurança e a estabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Também na sexta-feira, empresas norte-americanas assinaram acordos e parcerias no valor de cerca de 60 mil milhões de dólares (52,45 mil milhões de euros, ao câmbio atual) com o Governo iraquiano, incluindo contratos destinados a criar rotas alternativas para a exportação de petróleo do Golfo Pérsico.</P><br />
<P>Os acordos, assinados na Câmara de Comércio dos EUA, envolveram também outros setores, incluindo a saúde, as comunicações e as infraestruturas.</P><br />
<P>O Goldman Sachs estima que a construção de oleodutos em apenas um país demora pelo menos dois anos e meio, e estes oleodutos atravessariam dois ou mais países, noticiou a agência Associated Press (AP).</P><br />
<P>O Irão tem tentado encerrar o estreito repetidamente desde o início da guerra, provocando fortes oscilações nos preços do petróleo e do gás.</P><br />
<P>Thomas Barrack, embaixador norte-americano na Turquia, afirmou que os acordos sobre o oleoduto vão levar a um programa &#8220;que fará com que o estreito de Ormuz se torne uma mera formalidade&#8221;.</P><br />
<P>As assinaturas surgiram após uma reunião entre o primeiro-ministro iraquiano, Ali Falah al-Zaidi, na quinta-feira, com executivos da Chevron em Houston, na qual al-Zaidi instou a empresa energética norte-americana a expandir e acelerar os seus investimentos no Iraque.</P><br />
<P>Num discurso na sexta-feira, al-Zaidi disse que a economia do Iraque procura investimentos e parcerias a longo prazo, e não apenas empreiteiros para executar projetos.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a Chevron assinou três acordos com o Governo iraquiano. Jake Spiering, presidente de desenvolvimento de negócios corporativos da Chevron, disse que dois projetos se concentrariam no aumento da produção de petróleo, enquanto um terceiro envolveria &#8220;investir num oleoduto que criará outra rota de exportação do Iraque para os mercados mundiais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isto é muito importante para a segurança energética&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Numa nota divulgada no início desta semana, os analistas do Goldman Sachs estimaram que sete oleodutos diferentes em desenvolvimento na região poderão, até ao final de 2028, transportar cerca de 60% do petróleo atualmente transportado pelo estreito.</P><br />
<P>Os oleodutos poderiam transportar aproximadamente 14 milhões de barris por dia até lá, estimou a Goldman. Cerca de 23 milhões de barris por dia eram transportados através do estreito de Ormuz antes da guerra com o Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791067]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA restauram privilégios comerciais preferenciais para Hong Kong</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 23:59:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos confirmou na sexta-feira que não vai renovar uma ordem executiva, assinada em julho de 2020, que revogava o estatuto comercial especial de Hong Kong.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos confirmou na sexta-feira que não vai renovar uma ordem executiva, assinada em julho de 2020, que revogava o estatuto comercial especial de Hong Kong.</P><br />
<P>Assinada durante o primeiro mandato do Presidente norte-americano, Donald Trump, em resposta à imposição pela China de uma lei de segurança nacional para limitar a dissidência política em Hong Kong, a ordem não será renovada, adiantou um porta-voz do Tesouro sob a condição de anonimato.</P><br />
<P>O porta-voz afirmou que continuarão em vigor as sanções previstas na Lei de Autonomia de Hong Kong de 2020, que penaliza autoridades que promovem a política chinesa de limitar a autonomia do território, acrescentando que a decisão de não renovar evita a duplicação de sanções. </P><br />
<P>A ordem executiva de Trump, justificada com a convicção de que Hong Kong deixou de ser suficientemente autónomo para merecer um tratamento diferenciado em relação à China continental sob certas leis, fora renovada pela última vez em julho de 2025, por um ano.</P><br />
<P>A China aprovou a lei de segurança nacional para Hong Kong após os protestos do movimento pró-democracia em 2019, a manifestação política mais significativa naquele território desde que a antiga colónia britânica voltou ao domínio chinês, em 1997.</P><br />
<P>O governo de Hong Kong afirmou, em comunicado, ter notado uma &#8220;mudança positiva na política dos EUA&#8221; em relação à cidade.</P><br />
<P>&#8220;Salvaguardar a prosperidade e a estabilidade de Hong Kong atende aos interesses comuns da China e dos Estados Unidos e também se alinha com as expectativas gerais da comunidade internacional&#8221;, referiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791066]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dezenas de operacionais mobilizados para fuga de amoníaco na Docapesca em Matosinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 23:56:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma fuga de amoníaco na Docapesca, em Matosinhos, está a mobilizar na madrugada de hoje dezenas de operacionais, adiantaram à Lusa fontes da Proteção Civil, registando a ocorrência de pelo menos um ferido leve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma fuga de amoníaco na Docapesca, em Matosinhos, está a mobilizar na madrugada de hoje dezenas de operacionais, adiantaram à Lusa fontes da Proteção Civil, registando a ocorrência de pelo menos um ferido leve.</P><br />
<P>Fonte dos Bombeiros Voluntários de Matosinhos-Leça referiu à Lusa que a ocorrência está relacionada com uma fuga de amoníaco na fábrica de gelo da Docapesca.</P><br />
<P>O alerta para a ocorrência foi dado pelas 22:55 de sexta-feira.</P><br />
<P>Na mesma zona está a decorrer o arranque das tradicionais Grandiosas Festas do Mártir São Sebastião, padroeiro dos pescadores.</P><br />
<P>Fonte do Comando Sub-regional da Área Metropolitana do Porto confirmou à Lusa a ocorrência, referindo apenas que além dos meios no local estavam também meios de prevenção para serem enviados.</P><br />
<P>Mais tarde, pelas 00:40 de hoje, acrescentou que pelo menos uma pessoa sofreu ferimentos leves e já tinha sido transportada para uma unidade hospitalar.</P><br />
<P>A mesma fonte disse não ter informação de quantas pessoas estavam na festa ou a existência de outras vítimas.</P><br />
<P>Pelas 00:40 de hoje, estavam no local 54 operacionais, apoiados por 23 viaturas, segundo o &#8216;site&#8217; da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791065]]></sapo:autor>
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		<title>Parasita em &#8216;fast food&#8217; gera surto de diarreia nos EUA &#8212; autoridades de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 23:54:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos anunciaram que o surto de diarreia que afeta o país se deve a um parasita encontrado na alface vendida pela cadeia de 'fast-food' Taco Bell.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos anunciaram que o surto de diarreia que afeta o país se deve a um parasita encontrado na alface vendida pela cadeia de &#8216;fast-food&#8217; Taco Bell.</P><br />
<P>A investigação federal conduzida pela agência reguladora de alimentos e medicamentos norte-americana (FDA) localizou a origem das infeções intestinais num fornecedor mexicano de alface, cujos produtos eram utilizados pelos restaurantes Taco Bell em cinco estados do país, adianta o comunicado dos CDC.</P><br />
<P>Mais de 1.600 pessoas em Indiana, Kentucky, Michigan, Ohio e Virgínia Ocidental contraíram ciclosporíase, uma doença que provoca, entre outros sintomas, &#8220;diarreia explosiva&#8221;, esclareceu a agência.</P><br />
<P>O surto esteve na origem de 94 internamentos hospitalares, todos ligados à alface contaminada vendida pela Taco Bell, adiantou o CDC.</P><br />
<P>&#8220;O ingrediente em questão, proveniente do nosso fornecedor, está a ser removido da nossa cadeia de abastecimento em todo o país por tempo indeterminado e será substituído em até 24 horas nalguns estados&#8221;, declarou a cadeia de restaurantes &#8216;fast-food&#8217;.</P><br />
<P>Se não for tratada, a ciclosporíase pode durar mais de um mês e causar desidratação, embora raramente seja fatal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791064]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo armado ocupa sede de distrito afegão em ato inédito após regresso talibã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 23:43:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um grupo armado ocupou a sede do distrito de Yaftal, no nordeste do Afeganistão, por várias horas, num ato inédito desde o regresso das autoridades talibãs ao poder em Cabul, consumado em agosto de 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo armado ocupou a sede do distrito de Yaftal, no nordeste do Afeganistão, por várias horas, num ato inédito desde o regresso das autoridades talibãs ao poder em Cabul, consumado em agosto de 2021.</P><br />
<P>&#8220;Na noite de sexta-feira, vários indivíduos irresponsáveis e mal-intencionados atacaram a sede do distrito de Yaftal, na província de Badakhshan, enquanto autoridades distritais de alto escalão estavam de folga&#8221;, relatou Ehsanullah Kamgar, porta-voz do Comando da Polícia da Província de Badakhshan.</P><br />
<P>Kamgar acrescentou que a reação das forças de segurança obrigou os membros do grupo armado a recuar, com vários a serem presos e outros a conseguirem escapar.</P><br />
<P>O responsável esclareceu ainda que as operações de busca estão em curso para capturar os fugitivos.</P><br />
<P>Segundo o porta-voz da polícia, a milícia denomina-se &#8220;Sepahiyan-e Mihan&#8221; &#8211; Soldados da Pátria, em português &#8212; e assumiu, em comunicado, a responsabilidade pela invasão da sede de distrito, alegando ter controlado o edifício por várias horas e apreendido equipamentos militares.</P><br />
<P>O incidente marca o primeiro caso de um grupo armado a tomar temporariamente a sede de um distrito afegão desde que os talibãs voltaram a controlar o Afeganistão, após terem estado pela primeira vez no poder entre 1996 e 2001.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791063]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal dos EUA confirma exigência de escolta para jornalistas que cobrem Pentágono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 23:40:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Recurso para o circuito do Distrito de Colúmbia confirmou a decisão do Governo norte-americano que impõe escolta para todos os jornalistas que cubram o Departamento de Defesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal de Recurso para o circuito do Distrito de Colúmbia confirmou a decisão do Governo norte-americano que impõe escolta para todos os jornalistas que cubram o Departamento de Defesa.</P><br />
<P>Com dois votos favoráveis e um contra, o órgão rejeitou na sexta-feira a contestação apresentada pelo The New York Times e pelo jornalista Julian Barnes, por considerar que foram incapazes de demonstrar que &#8220;a medida tem um impacto particularmente adverso sobre eles ou sobre a sua capacidade jornalística, que se mostre diferente do efeito sobre outros jornalistas sujeitos à regra&#8221;.</P><br />
<P>No seu voto contrário aos outros dois magistrados, o juiz Bradley Garcia defendeu que &#8220;uma medida governamental de represália não deveria ficar isenta de responsabilidades, simplesmente porque se aplica de maneira ampla e uniforme&#8221;.</P><br />
<P>O jornal nova-iorquino agradeceu ao tribunal a rápida decisão e confirmou a intenção de continuar a litigar &#8220;o cerne desta questão&#8221;, num comunicado citado pela estação televisiva CBS.</P><br />
<P>O porta-voz do Departamento de Defesa, Sean Parnell, vincou que a decisão é &#8220;uma medida de segurança de bom senso, concebida para proteger informações classificadas de defesa nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os repórteres não têm o direito, garantido pela Primeira Emenda [da Constituição norte-americana], de circular livremente pelos corredores do Pentágono&#8221;, afirmou numa publicação nas redes sociais.</P><br />
<P>Desde a implementação da medida, há algumas semanas, o Departamento da Defesa assistiu &#8220;a uma redução significativa das divulgações não autorizadas que antes ocorriam com uma frequência alarmante e que punham em risco várias vidas norte-americanas, membros do Pentágono e aliados&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791062]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão afirma que dois petroleiros atingiram minas no estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 23:35:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Guarda Revolucionária do Irão afirmou hoje que dois petroleiros explodiram e incendiaram-se enquanto atravessavam um campo minado a sul do estreito de Ormuz, e que foram enganados pelos serviços de informações norte-americanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Guarda Revolucionária do Irão afirmou hoje que dois petroleiros explodiram e incendiaram-se enquanto atravessavam um campo minado a sul do estreito de Ormuz, e que foram enganados pelos serviços de informações norte-americanos.</P><br />
<P>O comunicado citado pela agência de notícias oficial IRNA não especificou a nacionalidade das embarcações nem se houve vítimas.</P><br />
<P>Após as forças norte-americanas terem anunciado mais uma série de ataques aéreos contra o país, pela sétima noite consecutiva, cinco explosões foram ouvidas na madrugada de hoje na cidade de Yazd, no centro do Irão, também segundo a IRNA.</P><br />
<P>A agência de notícias Mehr noticiou explosões em várias províncias do sul do Irão.</P><br />
<P>Com o início do sétimo dia consecutivo de ataques norte-americanos, o Irão ameaçou lançar uma &#8220;ofensiva em grande escala&#8221;.</P><br />
<P>Teerão entrará &#8220;numa fase de ofensiva total&#8221; se os ataques norte-americanos se prolongarem por mais de &#8220;dois ou três dias&#8221;, ameaçou Mohsen Rezaei, conselheiro militar do líder supremo do Irão, segundo a emissora estatal.</P><br />
<P>&#8220;O Irão já não se contentará em simplesmente retaliar, e nenhuma fronteira estará segura&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), estes ataques norte-americanos &#8220;visam enfraquecer ainda mais as capacidades militares iranianas&#8221; e foram lançados sob ordens do Presidente Donald Trump.</P><br />
<P>No dia anterior, os militares norte-americanos alegaram ter atacado &#8220;dezenas de alvos militares iranianos, incluindo locais de vigilância costeira e de defesa aérea, infraestruturas logísticas militares e instalações navais&#8221;. </P><br />
<P>Os ataques provocaram a morte a oito pessoas, segundo a IRNA.</P><br />
<P>As autoridades iranianas, por sua vez, reportaram danos na rede elétrica no sul do país, bem como bombardeamentos a pontes, um porto, um aeroporto, infraestruturas de telecomunicações e uma estação ferroviária.</P><br />
<P>Trump tinha ameaçado atacar as pontes e centrais elétricas do Irão caso os seus líderes não regressassem à mesa das negociações. </P><br />
<P>O Irão tem atacado países aliados dos norte-americanos no Médio Oriente e no Kuwait, e nas últimas horas uma central elétrica e uma estação de dessalinização de água foram atingidas por um ataque iraniano, segundo o emirado, que apelou ainda aos utilizadores para &#8220;racionalizarem o seu consumo de eletricidade nesta fase excecional&#8221;, num país onde as temperaturas estão a atingir os 48°C.</P><br />
<P>As forças armadas do Kuwait, Jordânia, Bahrein e Qatar, todos aliados próximos dos Estados Unidos, anunciaram também que sofreram ataques aéreos na madrugada de sexta-feira.</P><br />
<P>No Qatar, que está a mediar o conflito, a Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter atacado a base norte-americana em Al-Udeid, alegando ter destruído sistemas de radar e aeronaves militares no local para &#8220;punir o agressor&#8221;.</P><br />
<P>Desencadeado em 28 de fevereiro por ataques aéreos israelitas e norte-americanos, o conflito já fez milhares de mortos, principalmente no Irão e no Líbano, e continua a desestabilizar a economia global.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791061]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Zelensky promete divulgar ficheiros sobre massacre de polacos na Volínia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 23:12:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, prometeu divulgar ficheiros relacionados com o massacre de dezenas de milhares de polacos pelos nacionalistas ucranianos durante a Segunda Guerra Mundial na região da Volínia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, prometeu divulgar ficheiros relacionados com o massacre de dezenas de milhares de polacos pelos nacionalistas ucranianos durante a Segunda Guerra Mundial na região da Volínia.</P><br />
<P>&#8220;As prioridades são claras: todos na Europa precisam de boas relações de vizinhança, igualitárias e mutuamente benéficas, baseadas no respeito&#8221;, destacou o chefe de Estado ucraniano numa mensagem nas redes sociais na sexta-feira após uma reunião sobre a política de Kiev em relação à Polónia.</P><br />
<P>Zelensky, que realçou que &#8220;a Polónia apoiou de forma visível a Ucrânia após o início da invasão russa em grande escala&#8221;, garantiu que Kiev chegou a acordo com Varsóvia sobre várias questões, incluindo a Volínia.</P><br />
<P>&#8220;Todos os ficheiros do Serviço de Segurança da Ucrânia e do Serviço de Informações Estrangeiras da Ucrânia referentes aos trágicos acontecimentos do século XX na Volínia serão libertados&#8221;, garantiu Zelensky, acrescentando que o acordo inclui também a concessão de &#8220;um número substancial de autorizações adicionais para trabalhos de busca e exumação&#8221; de vítimas.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano afirmou ainda que as partes discutiram &#8220;possíveis formatos para expandir o diálogo entre as sociedades ucraniana e polaca&#8221;. </P><br />
<P>A iniciativa ocorre após tensões diplomáticas entre os dois lados nas últimas semanas. </P><br />
<P>O atrito começou quando Zelensky atribuiu ao Centro de Operações Especiais do Norte das forças especiais do Exército uma designação que Polónia relaciona com as unidades responsáveis pelos massacres de Volínia.</P><br />
<P>Em resposta, o Presidente polaco Karol Nawrocki anunciou a revogação da Ordem da Águia Branca, a mais alta condecoração da Polónia, que tinha sido atribuída a Zelensky pelo então Presidente Andrzej Duda.</P><br />
<P>Com este anúncio, Zelensky tenta apaziguar os ânimos depois de o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, ter apelado implicitamente a Kiev para que aceitasse a verdade sobre o sucedido.</P><br />
<P>&#8220;A verdade consiste em identificar e nomear os perpetradores. É a condenação inequívoca deste crime. A verdade é a memória de cada vítima e o local da sua execução. Os assassinados não podem permanecer anónimos&#8221;, realçou o primeiro-ministro polaco.</P><br />
<P>O Exército Insurgente Ucraniano (UPA) e outros grupos armados nacionalistas executaram uma campanha de limpeza étnica e massacres em 1943 e 1944 na região da Volínia e da Galícia, então sob ocupação nazi, resultando na morte de até 100.000 civis polacos.</P><br />
<P>Em 13 de julho, o Instituto Ucraniano da Memória Nacional anunciou uma nova fase de investigação nas antigas aldeias de Ostrivki e Volya Ostrovetska, no distrito de Kovel, região da Volínia, com o objetivo de exumar e voltar a enterrar os restos mortais dos habitantes locais que morreram em 1943.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791060]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Brasil cria na Argentina reserva estratégica de antígenos contra febre aftosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 23:06:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 18 jul 2026 (Lusa) -- O Governo brasileiro inaugurou na Argentina o seu primeiro banco de antígenos para respostas emergenciais à febre aftosa, uma reserva estratégica para reforçar a capacidade de resposta a surtos da doença animal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Governo brasileiro inaugurou na Argentina o seu primeiro banco de antígenos para respostas emergenciais à febre aftosa, uma reserva estratégica para reforçar a capacidade de resposta a surtos da doença animal.</P><br />
<P>Ao contrário das vacinas prontas, que possuem prazo de validade limitado, &#8220;os antígenos podem permanecer armazenados por longos períodos e ser utilizados para iniciar rapidamente a produção de vacinas, caso haja necessidade&#8221;, informou na sexta-feira o Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa) brasileiro.</P><br />
<P>O Banco Nacional de Antígenos para Resposta Emergencial à Febre Aftosa foi desenvolvido em parceria entre o Governo brasileiro, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a empresa Biogénesis Bagó.</P><br />
<P>Durante a cerimónia de entrega, realizada em Garín, na Argentina, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, avaliou que o banco contribui para manter o estatuto do Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação.</P><br />
<P>&#8220;O Brasil passa a ter uma capacidade de responder de forma célere e eficiente a qualquer eventual emergência sanitária. Esperamos não precisar utilizá-la, mas agora estamos preparados para agir quando necessário&#8221;, avaliou.</P><br />
<P>O Banco Nacional de Antígenos integra o plano de contingência do Governo brasileiro, após o Brasil ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal, em 2025, como território livre de febre aftosa sem vacinação.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém se torna o maior exportador de proteína animal do mundo sem ser muito rigoroso&#8221;, realçou André de Paula sobre o compromisso do Brasil com as exigências sanitárias do mercado externo. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791059]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Secretário da Segurança Interna dos EUA insiste em falhas no recenseamento eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 22:57:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário da Segurança Interna dos Estados Unidos (EUA), Markwayne Mullin, insistiu hoje que o seu departamento identificou 278 mil 'não cidadãos' registados para votar e outros 400 mil eleitores falecidos que permanecem nos registos eleitorais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário da Segurança Interna dos Estados Unidos (EUA), Markwayne Mullin, insistiu hoje que o seu departamento identificou 278 mil &#8216;não cidadãos&#8217; registados para votar e outros 400 mil eleitores falecidos que permanecem nos registos eleitorais.</P><br />
<P>As declarações de Mullin surgiram depois do Presidente norte-americano, Donald Trump, ter questionado a integridade do sistema eleitoral do país numa mensagem à nação, na qual reiterou alegações de alegadas vulnerabilidades e acusou a China de interferir nas eleições de 2020, cujos resultados nunca aceitou.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa onde não apresentou provas, o secretário da Segurança Interna indicou que cerca de 250 mil registos de &#8216;não cidadãos&#8217; correspondem aos estados da Califórnia, Pensilvânia, Nova Jérsia e Nevada, noticiou a agência Efe.</P><br />
<P>Sublinhou ainda que, em coordenação com os 23 estados participantes no &#8220;programa Save&#8221;, lançado pela administração Trump para examinar os registos eleitorais, foram localizados até à data mais 28 mil &#8216;não cidadãos&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;Se alguém estiver sem documentos e tentar votar, ou tentar votar ilegalmente em nome de outra pessoa, iremos encontrá-lo e processá-lo. Tanto o voto ilegal como a tentativa de voto ilegal acarretam penas até cinco anos de prisão e multas até 250 mil dólares&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Mullin acrescentou que Washington está também ciente de que &#8220;adversários estrangeiros&#8221; estão a fornecer componentes considerados &#8220;essenciais para as urnas eletrónicas&#8221; e afirmou que estes países têm acesso a elementos-chave destes sistemas, sem apresentar qualquer prova que sustente tal alegação.</P><br />
<P>O secretário da Segurança Interna apontou também o dedo ao Irão, num momento de escalada de tensões no Médio Oriente, destacando que a República Islâmica &#8220;invadiu os ficheiros de registo de eleitores estaduais e tentou comprometê-los&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos sistemas são os mesmos utilizados pelos membros das Forças Armadas para votar, por isso estamos a trabalhar com o Departamento de Defesa para salvaguardar estes sistemas e proteger os nossos eleitores militares&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>No seu discurso, Trump afirmou ter documentos que comprovam que Pequim obteve ilicitamente os registos de 220 milhões de eleitores norte-americanos, embora a documentação divulgada pela Casa Branca não conclua que a eleição de 2020 foi fraudulenta ou que o seu resultado foi alterado.</P><br />
<P>Trump procura a aprovação do Senado para o projeto de reforma eleitoral defendido pelo seu Governo, apelidado de &#8220;Salvar a América (Save America, em inglês)&#8221;, que endurece os requisitos para o registo e votação nas eleições federais, exigindo um comprovativo de cidadania e um documento de identificação com fotografia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791058]]></sapo:autor>
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		<title>Filme sobre crianças obrigadas a trocar infância por trabalho vence prémio Shortcutz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 22:44:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O filme "Tão pequeninas, tinham já o ar de serem crescidas", da realizadora e artista visual Tânia Dinis, recebeu hoje o prémio de melhor curta-metragem do Shortcutz Ovar, anunciou o júri da mostra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O filme &#8220;Tão pequeninas, tinham já o ar de serem crescidas&#8221;, da realizadora e artista visual Tânia Dinis, recebeu hoje o prémio de melhor curta-metragem do Shortcutz Ovar, anunciou o júri da mostra.</P><br />
<P>A curta-metragem &#8220;combina o tratamento ficcional e documental a partir do arquivo fotográfico e de imagens reais e do testemunho oral de mulheres de Trás-os-Montes, Beiras, Alto e Baixo Minho&#8221; que, nas décadas de 1940 a 1970, foram trabalhar para o Porto como criadas de servir, segundo a apresentação da obra.</P><br />
<P>O júri do Shortcutz Ovar, constituído pela cantora Laura Rui, o encenador Leandro Ribeiro e a atriz e realizadora Ágata de Pinho, considerou que &#8220;o filme resgata memórias das meninas obrigadas a trocar a infância pelo trabalho&#8221;, &#8220;gravadas na História de um país que durante demasiado tempo preferiu esquecê-las&#8221;.</P><br />
<P>O prémio especial do júri foi para &#8220;Atom &amp; Void&#8221;, de Gonçalo Almeida, e &#8220;Uma mãe vai à praia&#8221;, de Pedro Hasrouny, recebeu o prémio de melhor primeira obra. </P><br />
<P>Na categoria de animação, &#8220;T-Zero&#8221;, de Vicente Niró, teve o prémio de melhor curta-metragem, com uma menção honrosa atribuída a &#8220;Amanhã Não Dão Chuva&#8221;, de Maria Trigo Teixeira.</P><br />
<P>O documentário &#8220;Maria, Maria&#8221;, sobre a pianista Maria João Pires, primeira obra de Benjamim Quadros e Costa, recebeu o prémio do público.</P><br />
<P>A rede internacional Shortcutz visa apoiar a nova geração de cineastas, através exibição das suas obras e do contacto regular com o público. Em Portugal, a Shortcutz Ovar realiza-se desde 2017, centrada na divulgação da produção portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791057]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Israel &#8220;analisa&#8221; alegado ataque a funeral em Gaza com 7 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 22:37:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Forças de Defesa de Israel (FDI) reconheceram hoje à EFE estar a analisar um ataque no campo de refugiados de Nuseirat, que matou sete pessoas e que, segundo a imprensa local, atingiu um cortejo fúnebre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças de Defesa de Israel (FDI) reconheceram hoje à EFE estar a analisar um ataque no campo de refugiados de Nuseirat, que matou sete pessoas e que, segundo a imprensa local, atingiu um cortejo fúnebre.</P><br />
<P>&#8220;As FDI estão cientes dos relatos de que civis não envolvidos foram atingidos pelo ataque. Os resultados do ataque estão a ser analisados&#8221;, refere o comunicado das FDI, acerca do ataque no centro da Faixa de Gaza, em território palestiniano.</P><br />
<P>O Hospital al-Awda, no campo de refugiados de Nuseirat, confirmou que sete pessoas morreram e 22 ficaram feridas, detalhando que foram atingidas durante o funeral de um palestiniano morto, num outro ataque também hoje.</P><br />
<P>No comunicado, os militares israelitas afirmam que o ataque visava uma &#8220;célula&#8221; da Jihad Islâmica Palestiniana, embora tenham recusado esclarecer à EFE o número específico de pessoas que pretendiam atingir.</P><br />
<P>Testemunhas citadas por jornalistas locais, pela estação televisiva Al Jazeera, e pelo movimento islamita Hamas, que governa Gaza, alegaram que o ataque atingiu um cortejo fúnebre que seguia pela rua, perto de uma mesquita.</P><br />
<P>As vítimas deste ataque elevaram para 12 o número total de mortos nos ataques israelitas de hoje em Gaza.</P><br />
<P>Israel e o movimento islamita Hamas chegaram a um acordo de cessar-fogo em outubro do ano passado para pôr termo à guerra, que durava há dois anos.</P><br />
<P>Os combates de maior intensidade diminuíram, mas as manobras militares prosseguem no enclave e pelo menos 1.123 pessoas morreram na Faixa de Gaza desde a entrada em vigor do cessar-fogo, segundo o Ministério da Saúde do território, controlado pelo Hamas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791056]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Milhares de manifestantes protestam em Kiev contra saída do ministro da Defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 22:27:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Milhares de pessoas protestaram hoje à noite em Kiev contra a demissão do ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, decisão tomada pelo Presidente Volodymyr Zelensky no âmbito de uma remodelação governamental controversa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de pessoas protestaram hoje à noite em Kiev contra a demissão do ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, decisão tomada pelo Presidente Volodymyr Zelensky no âmbito de uma remodelação governamental controversa.</P><br />
<P>Concentrados pelo segundo dia consecutivo na capital ucraniana, os manifestantes agitaram bandeiras da Ucrânia e exibiram cartazes, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>&#8220;Devolvam Fedorov!&#8221;, podia ler-se num cartaz, enquanto outro pedia &#8220;respeito e consideração pelo povo&#8221;. Um terceiro denunciava a medida como &#8220;autossabotagem&#8221;.</P><br />
<P>Jovem reformista e defensor da alta tecnologia no campo de batalha, Mykhailo Fedorov anunciou a sua demissão na quarta-feira, menos de seis meses depois de ter assumido a liderança do Ministério da Defesa. </P><br />
<P>Popular entre os ucranianos e bem visto pelos aliados ocidentais da Ucrânia, Fedorov explicou que tinha entrado em conflito com o comandante-chefe do Exército, Oleksandr Syrsky, que prefere uma abordagem mais tradicional às operações militares.</P><br />
<P>Volodymyr Zelensky apresentou poucas explicações para a sua decisão de substituir Fedorov, mas disse que queria preservar a união do comando militar em plena guerra com a Rússia.</P><br />
<P>Mykhailo Fedorov foi substituído interinamente por Yevhen Khmara, um funcionário pouco conhecido do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) sem experiência política. </P><br />
<P>O Parlamento ainda não votou estas alterações, e não foi agendada nenhuma sessão.</P><br />
<P>Mais de mil pessoas já se tinham manifestado na quinta-feira em Kiev e noutras cidades ucranianas para exigir a reintegração de Fedorov.</P><br />
<P>A remodelação governamental revelou também sinais de divisão dentro da hierarquia militar ucraniana em relação à condução das operações, mais de quatro anos após o início da invasão russa.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente. </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791055]]></sapo:autor>
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		<title>Da Weasel assumem estar a disfrutar do regresso aos palcos sem planos para o futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 22:21:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Da Weasel, que atuam hoje no festival Marés em Matosinhos no seu único concerto agendado este ano, assumem que o regresso aos palcos lhes está a "saber bem", apesar de não terem planos para o futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Da Weasel, que atuam hoje no festival Marés em Matosinhos no seu único concerto agendado este ano, assumem que o regresso aos palcos lhes está a &#8220;saber bem&#8221;, apesar de não terem planos para o futuro. </P><br />
<P>&#8220;Nós não estamos com grandes planos, vamos cumprindo objetivos&#8221;, respondeu o vocalista da banda portuguesa, Carlão, em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>Questionado sobre se o público poderá voltar a ver Da Weasel noutro palco, Carlão acha que sim, apesar de, insistiu, não ter nada planeado.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que sim, apesar de não termos nada planeado, isto está-nos a saber tão bem e é tão fixe estar em cima do palco a tocar estas músicas que eu acho que sim, mas não podemos é dizer quando&#8221;, vincou. </P><br />
<P>Os Da Weasel regressaram aos palcos em 2023, após um interregno de mais de 10 anos. </P><br />
<P>&#8220;Sim, é uma segunda vida, renascemos e está a saber muito bem&#8221;, confessou. </P><br />
<P>O vocalista referiu que a banda está a fazer concertos muito pontuais, cada um com a sua especificidade e por diferentes locais do país. </P><br />
<P>Por isso, e depois de terem estado neste festival em 2023, os Da Weasel prepararam &#8220;algo diferente&#8221; para este concerto, que é tocar com uma orquestra, dirigida pelo maestro Rui Massena.</P><br />
<P>&#8220;Termos a oportunidade de fazer um concerto com uma orquestra é sempre algo muito especial&#8221;, contou. </P><br />
<P>Carlão explicou que o concerto não será todo com a orquestra, dado que o mesmo está dividido em três atos e tem um alinhamento renovado. </P><br />
<P>No segundo ato, o maestro Rui Massena irá dirigir uma orquestra de 24 elementos. </P><br />
<P>&#8220;É um momento muito especial, mesmo porque nós, cada um à sua maneira, gosta muito de ver a nossa música tocada desta forma e com camadas muito diferentes&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>O festival Marés, que decorre pela primeira vez na praia do Aterro, em Matosinhos, recebe entre hoje e domingo mais de 30 artistas e bandas, num cartaz que inclui Da Weasel, James, Seal e Ozuna. </P><br />
<P>O recinto está preparado para pessoas com mobilidade condicionada, tendo zonas de acessos específicos, casas de banho adaptadas e uma equipa para dar apoio.</P><br />
<P>Os concertos contam ainda com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e coletes de vibração para pessoas surdas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791054]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: &#8220;Não bloquearemos nenhuma comissão de inquérito&#8221; &#8212; Carneiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 22:15:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, afirmou hoje que o PS não vai bloquear a comissão de inquérito aos exames nacionais, considerando que o ministro da Educação está numa "categoria de inimputabilidade política" porque não assume qualquer responsabilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, afirmou hoje que o PS não vai bloquear a comissão de inquérito aos exames nacionais, considerando que o ministro da Educação está numa &#8220;categoria de inimputabilidade política&#8221; porque não assume qualquer responsabilidade.</P><br />
<P>&#8220;Nós não bloquearemos a comissão de inquérito. Na terça-feira estará o ministro na Assembleia da República, aguardamos pelas explicações que vai dar e admitimos que, em sede de comissão de educação, possam ser desenvolvidos instrumentos de escrutínio de todo este processo&#8221;, disse o líder o PS esta noite, em entrevista à SIC Notícias.</P><br />
<P>José Luís Carneiro foi questionado sobre os problemas com a correção dos exames nacionais e o que fará o PS em relação a uma comissão de inquérito, cuja proposta de constituição já deu entrada no parlamento pela mão do BE.</P><br />
<P>&#8220;Mas há algo que nós já sabemos: é que o ministro da Educação decidiu avançar com um processo que tinha dado falhas no ano passado, quando se fez o teste. Aquilo que sempre defendemos é que se deve testar e deve haver planos de contingência&#8221;, criticou.</P><br />
<P>O líder do PS foi questionado sobre uma afirmação, no debate do estado da nação de quinta-feira, do líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, que disse a Fernando Alexandre que, como defensor da meritocracia, sabe que já não devia ser ministro da Educação.</P><br />
<P>&#8220;O ministro da Educação acabou de passar para a categoria dos ministros que não assumem responsabilidades políticas neste Governo. O que significa que o primeiro-ministro tem o dever de assumir a sua responsabilidade política por quem convidou e por quem mantém no Governo. Estão quase que numa categoria de inimputabilidade política porque não assumem quaisquer responsabilidades&#8221;, condenou.</P><br />
<P>Para Carneiro, isto já acontecia na saúde e agora acontece também na educação. </P><br />
<P>&#8220;Aquilo que disse o líder parlamentar foi algo que todos compreendem. Sendo o ministro um defensor do mérito e da meritocracia, se fôssemos aplicar esse seu critério àquilo que se tem passado com os exames, ele não mereceria estar no lugar em que estava naquele dia na Assembleia da República&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Segundo o líder do PS, hoje Fernando Alexandre voltou a &#8220;responsabilizar todas as outras partes&#8221; e não assumiu a &#8220;sua própria responsabilidade política por aquilo que se passou&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791053]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: 10 mortos e 20 feridos em ataques russos e ucranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 22:10:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 10 pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas em ataques lançados hoje na Ucrânia, na Federação Russa e em territórios ocupados pelas forças armadas russas, segundo as respetivas autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 10 pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas em ataques lançados hoje na Ucrânia, na Federação Russa e em territórios ocupados pelas forças armadas russas, segundo as respetivas autoridades.</P><br />
<P>Na Ucrânia, a cidade de Odessa, banhada pelo mar Negro, foi atingida por um míssil russo, resultando na morte de duas pessoas ferimento de oito, incluindo duas crianças, informou o vice-presidente da câmara municipal, Oleksandr Filatov, no Telegram.</P><br />
<P>Entre as vítimas mortais estava &#8220;uma mulher que caminhava num parque com crianças no momento do ataque&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As crianças sobreviveram e estão a receber a assistência necessária&#8221;, relataram no Telegram os serviços de emergência da cidade.</P><br />
<P>Filatov confirmou também que os mísseis atingiram prédios residenciais, veículos e outras infraestruturas civis, numa cidade que nos últimos dias sido alvo de ataques russos com frequência.</P><br />
<P>Na região vizinha de Mykolaiv, drones atingiram a infraestrutura portuária, matando duas pessoas e causando danos em três navios, informou uma autoridade regional.</P><br />
<P>Outra pessoa morreu num ataque de drone que causou ainda cinco feridos na região de Kherson, no sul do país, informou o governador regional, Yaroslav Yanushevych.</P><br />
<P>Em Kharkiv (nordeste), a segunda maior cidade da Ucrânia, uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas, incluindo duas crianças, por disparos de artilharia russos, anunciaram as autoridades locais.</P><br />
<P>Na Rússia, os serviços de emergência da cidade relataram que um drone ucraniano matou um homem na região de Belgorod, próxima da fronteira com o nordeste da Ucrânia.</P><br />
<P>Outra pessoa morreu após um ataque ucraniano a Horlivka, cidade no leste da Ucrânia ocupada pela Federação Russa, adiantou o presidente da câmara, Ivan Prikhodko.</P><br />
<P>Outras duas pessoas faleceram num ataque de drone ucraniano a uma estrada nas áreas da região de Kherson ocupadas pela Rússia, segundo o governador nomeado por Moscovo, Vladimir Vasilenko.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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