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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Médo Oriente: Primeiro-ministro israelita diz que guerra na região &#8220;nunca vai acabar&#8221; e &#8220;Israel está mais forte do que nunca&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 23:19:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou esta noite no programa "Patriotas" do canal de televisão de direita 14, que a guerra no Médio Oriente "nunca vai acabar" e que "Israel está mais forte do que nunca".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou esta noite no programa &#8220;Patriotas&#8221; do canal de televisão de direita 14, que a guerra no Médio Oriente &#8220;nunca vai acabar&#8221; e que &#8220;Israel está mais forte do que nunca&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Queres viver no Médio Oriente e no mundo? Então tens de ser muito forte. E Israel está mais forte do que nunca&#8221;, afirmou Benjamin Netanyahu.</P><br />
<P>A poucos meses de Israel realizar eleições legislativas, o primeiro-ministro fez um balanço do seu sexto mandato ao perguntar a um jornalista: &#8220;O que me terias respondido a 07 de outubro [de 2023] se eu te dissesse que hoje teríamos eliminado [Mohamed] Deif, [Mohamed] Sinuar, [Ismail] Haniyeh, [Hasán] Nasrala e toda a cúpula do Hezbollah (&#8230;), que controlaríamos quase 70% do território de Gaza, que teríamos zonas de segurança no coração do Líbano, (&#8230;) na Síria (&#8230;) e que quebraríamos o medo (&#8230;) de atacar o Irão?&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro, que na manhã de terça-feira visitou as tropas israelitas que operam em território libanês, disse que o Exército está a encontrar soluções para conter os drones expansivos do Hezbolla: &#8220;Estamos a agir com muita firmeza neste momento contra os drones, desenvolvendo tecnologias que não se veem em mais nenhum lugar do mundo&#8221;. </P><br />
<P>Quatro dias depois de Israel e o governo libanês terem assinado um acordo mediado pelos Estados Unidos que não obriga as tropas israelitas a retirarem-se dos territórios ocupados após meses de ataques mortais, Netanyahu comentou orgulhosamente: &#8220;A nossa política é de paz através da força, em contraste com a política dos nossos adversários, que é uma capitulação desde a fraqueza. Vê as nossas condições no acordo com o Líbano e vê as deles&#8221;. </P><br />
<P>A propósito de um sétimo mandato, Netanyahu disse &#8220;quero um governo de coligação de ampla base. Quando se enfrenta grandes desafios e grandes oportunidades, é preciso alargar o apoio&#8221;, antes de dar as boas-vindas a qualquer partido que aceite um princípio &#8220;claro&#8221;: que Israel é &#8220;o Estado-nação do povo judeu.&#8221; </P><br />
<P>&#8220;Aqui não será criado um Estado palestiniano&#8221;, sublinhou. </P><br />
<P>Relativamente ao seu julgamento, declarou-se vítima de uma &#8220;caça às bruxas política&#8221; e afirmou que combinar ir a tribunal com a guerra tem sido &#8220;desumano&#8221;. </P><br />
<P>O chefe do Executivo israelita defendeu a continuação do plano de reforma judicial, que descreveu como &#8220;necessário&#8221;. </P><br />
<P>Entre os objetivos da guerra, além de garantir que o Irão não terá armas nucleares, afirmou que está prestes a acabar com o governo do Hamas em Gaza. </P><br />
<P>&#8220;Vamos lá chegar, ainda há trabalho a fazer. As eliminações dos participantes de 7 de outubro estão constantemente a ser realizadas; Há soldados lá para acabar com todos. Na minha opinião, já eliminámos todos os arquitetos&#8221;, frisou. </P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita preferiu não responder à questão de se pretende restabelecer colonatos judaicos na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Referindo-se a possíveis próximas frentes para Israel, disse: &#8220;É preciso perceber que, quando uma força declina, surge outra.&#8221;</P><br />
<P>O que está a acontecer na Turquia é consequência do declínio do poder do Irão. O Irão é o eixo principal do extremismo e a Turquia é, por sua vez, o bastião dos Irmãos Muçulmanos extremistas que querem destruir Israel e recuperar Jerusalém, defendeu. </P><br />
<P>Netanyahu acrescentou que o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, &#8220;esqueceu-se de que os quatrocentos anos de domínio do Império Otomano chegaram ao fim. Hoje em dia há aqui um Estado forte, chama-se Israel, há um Exército de Defesa de Israel, há um povo em Israel e há um Governo em Israel, e mais vale que se acalme&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não vamos permitir que ninguém ameace a nossa existência, que ameace a nossa segurança, e penso que mostramos do que somos capazes&#8221;, sublinhou. </P><br />
<P>A nova força no Médio Oriente &#8220;tem de ser Israel&#8221;, afirmou Netanyahu, para o que disse querer deixar de depender da ajuda norte-americana através de uma &#8220;redução gradual ao longo de dez anos&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783917]]></sapo:autor>
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		<title>Sudão: Grupo paramilitar cometeu crimes contra a humanidade e limpeza étnica &#8212; Amnistia Internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 23:05:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amnistia Internacional (AI) denunciou hoje que o grupo paramilitar sudanês Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês) cometeu crimes contra a humanidade e limpeza étnica no estado do Darfur do Norte, no Sudão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Amnistia Internacional (AI) denunciou hoje que o grupo paramilitar sudanês Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês) cometeu crimes contra a humanidade e limpeza étnica no estado do Darfur do Norte, no Sudão.</P><br />
<P>De acordo com o relatório &#8220;Cidade sitiada, crianças sob fogo: os crimes contra a humanidade das Forças de Apoio Rápido no Darfur do Norte&#8221;, divulgado hoje, a organização não-governamental acusou estas forças rebeldes de terem praticado estes crimes durante a sua campanha para tomar El-Fashir.</P><br />
<P>A AI apelou a um cessar-fogo imediato no país e à mobilização de uma força internacional para proteger os civis.</P><br />
<P>&#8220;A guerra no Sudão é uma guerra contra os civis. O mundo foi alertado para os horrores que os civis em El-Fashir enfrentaram enquanto as RSF sitiavam a cidade. É uma mancha na consciência da humanidade&#8221;, denunciou a secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, em comunicado.</P><br />
<P>O relatório aponta que foram cometidos vários crimes como homicídio, prisão, tortura, violação, violência sexual, escravização, extermínio e perseguição, para além de terem forçado centenas de milhares de crianças deslocadas, muitas delas arriscando-se &#8220;repetidamente à morte e a ferimentos durante os ataques ou enquanto fugiam&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As crianças não foram danos colaterais desta violência &#8212; muitas vezes, foram deliberadamente visadas e sofreram imensamente. Foram mortas, feridas, violadas, raptadas e recrutadas à força em grande escala&#8221;, detalhou a responsável da AI.</P><br />
<P>Por essa razão, Agnès Callamard apelou a um cessar-fogo a nível nacional de imediato.</P><br />
<P>&#8220;Deve ser destacada para o Sudão uma força internacional independente e dotada de recursos adequados para proteger os civis contra os crimes cometidos por todas as partes envolvidas no conflito&#8221;, disse, justificando que, sem a ação da comunidade internacional, os ataques contra civis &#8220;continuarão sem impedimentos&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a organização não-governamental, foi enviada uma carta documentando as conclusões do relatório, no dia 10 de junho, ao chefe das RSF, o General Mohamed Hamdan Dagalo, mas que não obteve qualquer resposta.</P><br />
<P>Os três anos de guerra no Sudão entre o Exército e os paramilitares causaram a morte de cerca de 400 mil pessoas &#8212; segundo estimativas dos EUA &#8212;, levaram mais de 21,2 milhões de pessoas a uma situação de fome aguda e obrigaram outros cerca de 14 milhões a abandonar as suas casas, transformando o Sudão no palco da pior crise de deslocamento e fome do mundo, segundo a ONU.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783915]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses são os segundos mais pessimistas na UE com evolução da qualidade de vida &#8211; Eurobarómetro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 23:01:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal é o segundo país da UE onde a população mais antecipa que a sua qualidade de vida vai piorar nos próximos cinco anos, apesar de ser o Estado-membro que mais vê o bloco como um lugar de estabilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal é o segundo país da UE onde a população mais antecipa que a sua qualidade de vida vai piorar nos próximos cinco anos, apesar de ser o Estado-membro que mais vê o bloco como um lugar de estabilidade.</P><br />
<P>Segundo o Eurobarómetro de primavera, hoje divulgado, 39% dos portugueses consideram que a sua qualidade de vida não vai mudar nos próximos cinco anos e outros 39% anteveem que vai piorar, a segunda taxa mais elevada em toda a União Europeia (UE), apenas ultrapassada pela França, onde 44% antecipam uma degradação da qualidade de vida. </P><br />
<P>Os portugueses estão também acima da média europeia quando questionados se a sua qualidade de vida piorou nos últimos 12 meses: 39% consideram que sim (contra 27% na UE), 54% que permaneceu a mesma e apenas 7% que melhorou.</P><br />
<P>Apesar disso, quase três em cada quatro portugueses (74%) dizem-se satisfeitos com a sua qualidade de vida atual, uma taxa inferior, ainda assim, à média europeia (83%).</P><br />
<P>Quando questionados sobre quais os aspetos que consideram mais importantes para uma boa qualidade de vida, 61% dos portugueses afirmam ser a &#8220;saúde física e mental&#8221;, 50% &#8220;qualidade e acessibilidade dos cuidados de saúde&#8221;, 43% a &#8220;segurança no emprego e condições de trabalho&#8221; e outros 43% a &#8220;segurança e qualidade alimentar&#8221;.</P><br />
<P>Instados a identificar as áreas que melhorariam a sua qualidade de vida caso houvesse mudanças, um em cada dois portugueses (51%) destaca a &#8220;situação financeira e capacidade de fazer face às despesas do dia-a-dia&#8221; &#8212; a quarta percentagem mais elevada na UE &#8211;, seguido da &#8220;qualidade e acessibilidade dos cuidados de saúde&#8221; (51%) e da &#8220;segurança no emprego e condições de trabalho&#8221; (38%).</P><br />
<P>Sobre se consideram que a qualidade de vida na UE é melhor do que nos Estados Unidos, a maioria dos portugueses (52%) considera que sim, apesar de ser a sétima percentagem mais baixa no bloco, abaixo da média europeia de 62%.</P><br />
<P>Apesar da apreensão quanto à evolução da sua qualidade de vida, os portugueses mantêm-se entre as populações que mais confiam no projeto europeu.</P><br />
<P>Ainda que 55% dos inquiridos em Portugal se manifestem pessimistas quanto ao futuro do mundo, essa taxa baixa para 32% no que se refere ao futuro da UE.</P><br />
<P>Portugal é mesmo o país onde a população mais considera que a &#8220;UE é um lugar de estabilidade num mundo conturbado&#8221;: 94% concordam com essa afirmação, acima da média europeia de 75%.</P><br />
<P>Quando interrogados sobre se, no futuro, o papel da UE na proteção dos cidadãos contra crises globais e riscos de segurança deve aumentar, Portugal volta a estar no pelotão da frente: 90% considera que sim, contra 68% em todo o bloco.</P><br />
<P>A população portuguesa mostra-se igualmente quase unanimemente satisfeita com a adesão do país à UE, com 90% a considerar que Portugal beneficiou ao tornar-se membro do bloco, a quarta taxa mais elevada em toda a UE.</P><br />
<P>Questionados sobre qual consideram que foi o principal benefício da adesão, 43% indicam que a UE dá aos portugueses &#8220;uma voz mais forte no mundo&#8221;, 40% que contribuiu para o crescimento económico em Portugal e 31% que trouxe novas oportunidades de trabalho para os portugueses.</P><br />
<P>Em termos gerais, cerca de 58% dos cidadãos europeus dizem-se pessimistas com o futuro do mundo, um aumento de 6% quando comparado com o Eurobarómetro realizado em novembro de 2025.</P><br />
<P>No entanto, cerca de 75% dos europeus veem a UE como um lugar de estabilidade, a segunda taxa mais elevada registada na última década, e uma vasta maioria (90%) defende que o bloco deve tentar garantir que todos os países respeitam o direito internacional.</P><br />
<P>Este Eurobarómetro foi realizado entre 09 de abril e 04 de maio, numa altura em que se assistia ao aumento do custo de vida devido à guerra no Irão desencadeada por uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel. </P><br />
<P>No total, foram entrevistados 26.421 europeus. Em Portugal, foram entrevistados presencialmente 1.031 cidadãos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783914]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ONU aprova reforma financeira para melhorar liquidez e &#8220;evitar o colapso&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 22:59:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Assembleia-Geral da ONU aprovou hoje uma reforma temporária que modifica o sistema pelo qual a organização devolvia ou compensava automaticamente os Estados-membros por parte das suas contribuições para o orçamento, mesmo quando esses recursos não haviam sido depositados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia-Geral da ONU aprovou hoje uma reforma temporária que modifica o sistema pelo qual a organização devolvia ou compensava automaticamente os Estados-membros por parte das suas contribuições para o orçamento, mesmo quando esses recursos não haviam sido depositados.</P><br />
<P>A medida, que vigorará por um período de teste de quatro anos, visa fortalecer a estabilidade financeira da organização num contexto de persistentes pressões sobre a liquidez, assim como evitar ajustes contábeis que reduzam a disponibilidade real de recursos para as operações das Nações Unidas, especialmente as missões de manutenção da paz.</P><br />
<P>A presidente da Assembleia Geral, Annalena Baerbock, afirmou num comunicado à imprensa que essa decisão impede &#8220;o iminente colapso financeiro da ONU&#8221; ao &#8220;modernizar uma regra financeira obsoleta de 75 anos que há muito tempo mina a estabilidade da organização&#8221;.</P><br />
<P>Baerbock acrescentou que a medida tem efeitos concretos no terreno, observando que &#8220;mais de 900 milhões de dólares (788 milhões de euros) destinados a operações de manutenção da paz não precisarão mais de ser creditados aos Estados-membros e ajudarão a proteger civis e a manter a cessação das hostilidades&#8221;.</P><br />
<P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, também saudou a decisão, avaliando que a mesma permitirá uma &#8220;gestão mais estável&#8221; dos recursos.</P><br />
<P>&#8220;Esta decisão vai permitir-nos gerir os recursos de forma mais previsível e responsável, e melhorar a execução dos mandatos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Guterres destacou que a reforma é &#8220;fundamental para a continuidade operacional, especialmente para as operações de manutenção da paz&#8221;, e que beneficiará o seu sucessor, que será nomeado ainda este ano, evitando a obrigação de devolver fundos que, em muitos casos, &#8220;nem sequer haviam sido recebidos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783913]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: França vence Suécia e marca encontro nos &#8216;oitavos&#8217; com Paraguai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 22:54:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A França qualificou-se sem dificuldades para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao bater a Suécia por 3-0, no sexto jogo dos '16 avos', em East Rutherford, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França qualificou-se sem dificuldades para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao bater a Suécia por 3-0, no sexto jogo dos &#8217;16 avos&#8217;, em East Rutherford, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Kylian Mbappé, aos 45 e 74 minutos, para passar a contar seis golos em 2026 e 18 em Mundiais, em 18 jogos, e Bradley Barcola, aos 53, selaram o triunfo dos galeses.</P><br />
<P>Nos oitavos de final, em encontro marcado para sábado, a França, campeã mundial em 1998 e 2018 e &#8216;vice&#8217; em 2006 e 2022, defronta o Paraguai, &#8216;carrasco&#8217; da Alemanha (4-3 nos penáltis, após 1-1 nos 120 minutos).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783912]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Israel reivindica eliminação de &#8220;terrorista&#8221; do Hezbollah em ataque no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 22:27:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram hoje a eliminação de um "terrorista" do movimento islamita pró iraniano Hezbollah num ataque no sul do Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram hoje a eliminação de um &#8220;terrorista&#8221; do movimento islamita pró iraniano Hezbollah num ataque no sul do Líbano.</P><br />
<P>Numa publicação nas redes sociais, as FDI adiantaram que &#8220;o terrorista, que representava uma ameaça&#8221; para as suas forças na cidade de Manzala, foi identificado no distrito de Nabatiyeh, &#8220;junto à zona de segurança&#8221; ocupada por Israel.</P><br />
<P>&#8220;Após a identificação, as FDI atacaram e eliminaram o terrorista para neutralizar a ameaça. As FDI continuarão a agir para eliminar qualquer ameaça às suas forças e não permitirão que a organização terrorista Hezbollah prejudique os cidadãos do Estado de Israel&#8221;, afirmou o porta-voz.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, reiterou hoje, durante uma visita à zona controlada por Israel no sul do Líbano, que o exército permanecerá no local enquanto o Hezbollah ameaçar Telavive.</P><br />
<P> &#8220;A nossa posição é clara: não sairemos do sul do Líbano enquanto a ameaça não desaparecer e enquanto o Hezbollah, armado, estiver presente aqui e nos ameaçar. Permaneceremos aqui&#8221;, disse Netanyahu às tropas israelitas destacadas no sul do Líbano, de acordo com um vídeo divulgado pelo seu gabinete.</P><br />
<P>&#8220;Dizemos ao Irão e ao Hezbollah: saiam daqui, já não têm lugar aqui. Há dois Estados soberanos que querem viver em paz, restabelecer uma realidade de segurança e prosperidade, tanto para os habitantes do norte de Israel como para os habitantes do Líbano&#8221;, prosseguiu o governante israelita.</P><br />
<P>Na sexta-feira, Beirute e Telavive assinaram em Washington um acordo-quadro que prevê que o exército libanês restabeleça a sua &#8220;autoridade soberana efetiva em todo o território libanês, sob reserva do desarmamento verificado dos grupos armados não estatais&#8221;.</P><br />
<P>Na prática, estipula que as forças armadas libanesas assumirão gradualmente o controlo de &#8220;zonas piloto&#8221; no sul do Líbano, como um passo preliminar para uma retirada gradual das tropas israelitas, que, durante, este conflito, expandiram as posições militares que já ocupavam no país.</P><br />
<P>O acordo-quadro prevê ainda a formação de grupos de trabalho conjuntos para concluir as negociações sobre um acordo permanente, bem como o compromisso do Líbano em exercer a plena soberania sobre todo o território e desarmar grupos armados não estatais, sobretudo o Hezbollah, que, além de se opor a estas conversações diretas, recusa entregar as suas armadas enquanto persistir a ameaça israelita.</P><br />
<P>O Líbano foi arrastado pelas milícias xiitas libanesas para a nova guerra na região ao reatarem, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita.</P><br />
<P>Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do país vizinho desde o conflito anterior.</P><br />
<P>Desde 02 de março, pelo menos 4.247 pessoas morreram e cerca de 12.200 ficaram feridas, segundo a última atualização do Ministério da Saúde libanês, em resultado dos ataques israelitas, que causaram também acima de um milhão de deslocados.</P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra na Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão, em fevereiro passado. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783908]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro considera Souto de Moura &#8220;figura decisiva&#8221; da cultura contemporânea nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 22:17:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Barcelona, Espanha, 30 jun 2026 (Lusa) &#8211; O Presidente da República defendeu hoje que &#8220;saber habitar a terra&#8221; é &#8220;o grande segredo&#8221; e &#8220;a grande urgência&#8221; atual, numa cerimónia de homenagem ao arquiteto Eduardo Souto de Moura, que considerou &#8220;uma figura decisiva&#8221; da cultura contemporânea portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;No momento em que nos interrogamos sobre o sentido da humanidade no meio de guerras devastadoras, ou de uma crise do relacionamento entre culturas e povos, evoco Eduardo Souto de Moura e uma das suas definições sobre o trabalho da arquitetura: a resposta a um problema, ou aos vários problemas do humano&#8221;, disse António José Seguro.</P><br />
<P>Depois de considerar que a arquitetura &#8220;é desenhar a ocupação do espaço a partir de um número limitado, mas variável, de elementos&#8221;, o Presidente da República disse ser &#8220;comovente&#8221; que &#8220;à pergunta sobre qual a ocupação mais apaixonante que há no mundo&#8221;, Souto de Moura responda &#8220;saber como habitar a terra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esse é o grande segredo e, ao mesmo tempo, a grande urgência do nosso tempo. Como ocupar o espaço, como dar-lhe uma dimensão humana a partir da história da arte, a partir dos materiais mais elementares e do seu equilíbrio matemático. Como preparar o espaço, o território, o chão das cidades, para a comunidade das mulheres e homens de hoje&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Seguro sublinhou que Souto de Moura diz que &#8220;nada há de mais humano do que a arquitetura&#8221; e considerou que será talvez porque convoca o conhecimento e as interrogações &#8220;acerca da cidadania e economia, do ambiente e mobilidade humana, mas também da sociologia, justiça e igualdade &#8211; e também acerca do repouso, do risco, da beleza, da música dos elementos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A arquitetura é a coisa mais irremediável que temos, além da própria vida. Isto faz dela uma espécie de segundo idioma da natureza transformado e manipulado pelo génio e pelo sentido do humano e da sua carga de imprevisível, de surpresa e de adaptação às nossas necessidades&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Presidente discursava em Barcelona, Espanha, numa cerimónia na basílica da Sagrada Família em que Souto de Moura recebeu a Medalha de Ouro da União Internacional de Arquitetos (UIA).</P><br />
<P>Seguro, que falou em inglês, disse sentir &#8220;mais do que alegria e orgulho&#8221; como Presidente da República de Portugal com a distinção atribuída ao arquiteto, que qualificou como &#8220;uma figura decisiva&#8221; da cultura contemporânea, &#8220;um sábio enternecedor, um mestre da arquitetura de hoje, um artista&#8221; e &#8220;um homem que abre janelas no meio das muralhas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a festejar um dos nossos maiores&#8221;, afirmou Seguro, que disse ser &#8220;um amante da arquitetura&#8221; e agradeceu a Souto de Moura &#8220;em nome de Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Na cerimónia de hoje, um dos momentos de destaque do Congresso Mundial de Arquitetura que está a decorrer em Barcelona, esteve também o ministro da Cultura de Espanha, Ernest Urtasun, que destacou como Souto de Moura &#8220;sempre abordou a arquitetura como um problema global em que vários temas-chave convergem&#8221;, como &#8220;a energia, custos, recursos e aspetos sociais&#8221;.</P><br />
<P>Um trabalho que &#8220;transcendeu as etiquetas de arquitetura inteligente, sustentável ou ecológica&#8221; para &#8220;abraçar uma definição de alcance ético, uma boa arquitetura&#8221;, disse o ministro, sobre Souto de Moura.</P><br />
<P>Nesta breve passagem hoje por Barcelona para esta cerimónia na Sagrada Família, o Presidente da República, que não prestou declarações aos jornalistas, teve também, durante a tarde, um &#8220;encontro de cortesia&#8221; com o presidente do governo regional da Catalunha, Salvador Illa.</P><br />
<P>O encontro resultou de um convite de Salvador Illa, que disse aos jornalistas, antes da chegada de António José Seguro à sede do governo catalão, que pretendeu assim expressar &#8220;o enorme apreço pelas boas relações que a Catalunha tem com Portugal&#8221;, históricas e atuais, que abrangem diversas áreas, desde a economia à cultura, e que &#8220;se vão estreitando&#8221; cada vez mais.</P><br />
<P>&#8220;Para nós, a dimensão ibérica é muito importante&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>António José Seguro foi recebido por uma guarda de honra dos Mossos d&#8217;Esquadra da Catalunha (polícia regional) no palácio do governo autonómico, onde assinou o livro de honra, antes de se reunir à porta fechada com Salvador Illa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783907]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha um trimestre muito positivo graças ao setor tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 22:04:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O índice tecnológico Nasdaq fechou hoje o seu melhor trimestre desde 2020, graças a uma atração persistentes pelos títulos associados à inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O índice tecnológico Nasdaq fechou hoje o seu melhor trimestre desde 2020, graças a uma atração persistentes pelos títulos associados à inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>De abril a junho, o Nasdaq valorizou mais de 21%, progressão que nunca tinha sido vista desde a recuperação histórica da primavera de 2020, no imediato pós-crash associado à pandemia do novo coronavírus. </P><br />
<P>Na sua companhia, o alargado S&amp;P500 (+14,87%) e o seletivo Dow Jones Industrial Average (+12,90%) também conheceram importantes progressões, apesar das incertezas associadas à situação geopolítica no Médio Oriente. </P><br />
<P>&#8220;O setor tecnológico foi o chefe de fila (destes avanços), apesar da fraqueza de junho&#8221;, observou Jeff Buchbinder, da LPL Financial.</P><br />
<P>Desta vez, os investidores não concentraram a atenção nos conglomerados tecnológicos, mas compraram de forma massiva ações de outros setores da cadeia de valor da IA.</P><br />
<P>Por exemplo, a especialista de circuitos integrados SanDisk valorizou 250% no trimestre e a Western Digital 136%.</P><br />
<P>E a fabricante de máquinas de construção Caterpillar, denunciada em relatório da relatora especial da ONU sobre os Territórios Palestinianos Ocupados, Francesca Albanese, pela sua participação no genocídio na Faixa de Gaza, está a aproveitar o crescimento acentuado da construção de centros de dados, avançou 59% no período.</P><br />
<P>Para Christopher Low, da FHN Financial, a subida dos índices bolsistas é &#8220;fantástica&#8221; e explica-se por uma &#8220;progressão generalizada&#8221; do setor da tecnologia. </P><br />
<P>&#8220;Com frequência, quando uma empresa tem um bom trimestre, observamos realização de ganhos no último dia. Não foi o caso hoje, o que testemunha o otimismo quanto ao terceiro trimestre&#8221;, acrescentou o analista, em declarações à AFP. </P><br />
<P>Na sessão de hoje, o Dow Jones ganhou 0,26%, o que lhe proporcionou um segundo recorde consecutivo, o Nasdaq avançou 1,52% e o S&amp;P500 subiu 0,79%.</P><br />
<P>&#8220;O sentimento nos mercados financeiros continua marcada por uma visão do &#8216;copo meio-cheio'&#8221;, apontou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Mesmo as várias incertezas sobre a geopolítica no Médio Oriente e a ausência de acordo entre EUA e Irão não afetaram este otimismo. </P><br />
<P>Entre as cotadas, a empresa da área da defesa AeroVironment valorizou 18,76%, graças a resultados melhores do que esperados, caso de um aumento superior a 50% na faturação em relação ao trimestre anterior. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783905]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Serena Williams derrotada no regresso em singulares após quase quatro anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 21:53:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista Serena Williams perdeu hoje com a australiana Maya Joint por 2-1, na primeira ronda do torneio de Wimbledon, no jogo que marcou o regresso à competição em singulares da lenda norte-americana depois de quase quatro anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista Serena Williams perdeu hoje com a australiana Maya Joint por 2-1, na primeira ronda do torneio de Wimbledon, no jogo que marcou o regresso à competição em singulares da lenda norte-americana depois de quase quatro anos.</P><br />
<P>Williams, de 44 anos, e que conta com 23 triunfos em grand slams, foi afastada por Joint (87.º ATP), de apenas 20 anos, por 3-6, 7-6 (8-6) e 3-6, num encontro que durou duas horas e 25 minutos.</P><br />
<P>Maya Joint vai agora enfrentar a filipina Alexandra Eala (32.ª ATP), de 21 anos, que eliminou a mexicana Renata Zarazua (75.ª) por 2-0.</P><br />
<P>Além dos singulares, Serena também está inscrita na prova de pares, voltando a competir ao lado da irmã Venus Williams.</P><br />
<P>Depois de se ter retirado em 2022, Serena Williams voltou ao circuito no início de junho passado, no torneio de Queen&#8217;s, em Londres, onde fez dupla com a canadiana Victoria Mboko.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783904]]></sapo:autor>
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		<title>Buscas em caso de uso indevido de fundos da UE por ex-grupo de Le Pen e Salvini no PE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 21:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma investigação da Procuradoria Europeia (EPPO) sobre suspeitas de utilização indevida de fundos da União Europeia pelo antigo grupo Identidade e Democracia (ID), que incluía os partidos União Nacional (RN, França) e Liga (Itália), desencadeou hoje buscas em vários países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma investigação da Procuradoria Europeia (EPPO) sobre suspeitas de utilização indevida de fundos da União Europeia pelo antigo grupo Identidade e Democracia (ID), que incluía os partidos União Nacional (RN, França) e Liga (Itália), desencadeou hoje buscas em vários países.</P><br />
<P>O presidente da RN, Jordan Bardella, confirmou nas redes sociais que &#8220;desde o início desta manhã estão a ser realizadas buscas nos escritórios e residências de profissionais de comunicação que trabalharam&#8221; com o partido.</P><br />
<P>Entre os locais alvo de buscas, segundo o jornal francês Le Monde, estão os escritórios da GUD Connexion, empresa que colabora frequentemente com as campanhas da RN como fornecedor, e a casa do seu fundador, Paul-Alexandre Martin.</P><br />
<P>O número de buscas e os países envolvidos não foram especificados pela EPPO.</P><br />
<P>Segundo o Le Monde, as buscas decorreram em França, Espanha, Itália e Bélgica. </P><br />
<P>Em comunicado, a EPPO especificou que está &#8220;atualmente a conduzir diligências de investigação em França e noutros países europeus no âmbito de uma investigação em curso sobre a utilização de fundos europeus por um antigo grupo político no Parlamento Europeu entre 2019 e 2024&#8221;.</P><br />
<P>Este organismo independente da UE, encarregado de combater a fraude com fundos europeus, foi alertado por um relatório da Direção-Geral dos Assuntos Financeiros do Parlamento Europeu, anunciando a abertura de uma investigação em julho de 2025.</P><br />
<P>O relatório indicava que a RN, juntamente com os seus parceiros no antigo grupo ID como a Liga de Matteo Salvini, era suspeita de ter &#8220;gasto indevidamente&#8221; fundos europeus no valor de mais de 4,3 milhões de euros, entre 2019 e 2024.</P><br />
<P>De acordo com o documento, a maior parte do montante beneficiou duas empresas &#8211; as agências de comunicação e-Politic e Unanime &#8211; ligadas a associados de Marine Le Pen: o seu antigo assessor Frédéric Chatillon e a sua esposa Sighild Blanc.</P><br />
<P>Isto embora o partido francês não detivesse a presidência nem o secretariado-geral do ID durante esse período.</P><br />
<P>O grupo ID dissolveu-se após as eleições para o Parlamento Europeu de 2024, e quase todos os seus membros fundiram-se no grupo Patriotas pela Europa.</P><br />
<P>A dissolução seguiu-se a várias polémicas, nomeadamente a expulsão do AfD (Alemanha) em maio de 2024, na sequência de declarações controversas de um candidato do partido.</P><br />
<P>Em França, Marine Le Pen e a RN já foram julgados e condenados pelo uso indevido de fundos do Parlamento Europeu num caso separado. </P><br />
<P>O caso, que levou à cassação do mandato de Le Pen no ano passado, está em fase de recurso, estando a decisão prevista para 07 de julho.</P><br />
<P>O jornal Le Canard Enchaîné adiantou estar iminente abertura de um inquérito judicial a Bardella, após uma queixa apresentada por uma associação de ativistas.</P><br />
<P>Esta, segundo o responsável da RN, é referente a um trabalho que exerceu &#8220;durante alguns meses no Parlamento Europeu (&#8230;) há quase doze anos&#8221;.</P><br />
<P>Esta eventual nomeação de um juiz de instrução, como desejado pela associação anticorrupção Anticor, que apresentou a acusação, abriria uma nova frente jurídica para a RN. </P><br />
<P>A Anticor pretende que o líder do partido da direita nacionalista francesa responda pelas suas atividades durante os quatro meses e meio de 2015 em que trabalhou como assistente parlamentar do eurodeputado Jean-François Jalkh.</P><br />
<P>A associação solicita ainda que um juiz de instrução investigue a falsificação de documentos produzidos por Jordan Bardella e seus associados para comprovar o seu trabalho.</P><br />
<P>&#8220;Como sempre, os processos judiciais antecipam o calendário eleitoral. (&#8230;) Não temos nada a censurar e vamos prová-lo&#8221;, declarou Bardella.</P><br />
<P>As próximas eleições presidenciais francesas estão agendadas para abril de 2027 e a RN lidera atualmente as sondagens.</P><br />
<P>Uma outra investigação do Ministério Público Europeu relativa a Bardella foi revelada em maio, desencadeada por um artigo a imprensa e, posteriormente, por uma queixa contra pessoas não identificadas apresentada em Paris pela associação Anti-Corrupção.</P><br />
<P>A associação suspeita que a RN tenha utilizado fundos europeus para treino de imprensa aos seus membros, incluindo Bardella, durante a campanha presidencial francesa de 2022.</P><br />
<P>O eurodeputado era então o presidente interino do partido, tendo desempenhado um papel ativo na campanha de Marine Le Pen.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783903]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Combate ao fogo de Murça a &#8220;evoluir favoravelmente&#8221; com duas frentes ativas mas de menor intensidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 21:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Murça, Vila Real, 30 jun (Lusa) - O combate ao incêndio que deflagrou hoje em Murça, Vila Real, "está a evoluir favoravelmente" e embora ainda com duas frentes ativas, estas são de menor intensidade, disse esta noite à Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Murça, Vila Real, 30 jun (Lusa) &#8211; O combate ao incêndio que deflagrou hoje em Murça, Vila Real, &#8220;está a evoluir favoravelmente&#8221; e embora ainda com duas frentes ativas, estas são de menor intensidade, disse esta noite à Lusa fonte da Proteção Civil.</P><br />
<P>Segundo o comandante sub-regional da Proteção Civil do Douro José Requeijo, o trabalho feito em terra e pelos meios aéreos permitiu que neste momento, também com a ajuda de temperaturas mais baixas, o fogo de Murça esteja sob o &#8220;domínio dos bombeiros&#8221;, mas ainda sem estar dominado.    </P><br />
<P>&#8220;Mantém duas frentes ativas, embora de menor intensidade e vamos continuar os trabalhos para que a curto prazo possa estar dominado&#8221;, adiantou. </P><br />
<P>De acordo com página oficial da Autoridade Nacional Emergência de Proteção Civil (ANEPC), ainda estão envolvidos no combate aquele incêndio 230 operacionais e 71 viaturas. </P><br />
<P>Pelas 19:45, o fogo era combatido por 245 operacionais, apoiados por 67 viaturas e nove meios aéreos, estes limitados pelo pôr-do-sol.</P><br />
<P>E, de acordo com declarações do comandante sub-regional do Douro, José Requeijo, o incêndio, que deflagrou num local de difícil acesso, tinha as memsas duas frentes ativas, mas já assinalou que o combate estava a ser bem-sucedido.</P><br />
<P>Conforme a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o alerta para o fogo foi dado às 12:51.</P><br />
<P>A evolução do incêndio, continuou, mas, no essencial, o vento manteve-se fraco.</P><br />
<P>Questionado na altura se havia habitações em perigo, José Requeijo revelou &#8220;haver povoações no perímetro do incêndio, mas não há necessidade de as evacuar&#8221;.</P><br />
<P>Os meios aéreos foram dispensados entre as 20:30 e as 20:40, altura em que aconteceu o pôr-do-sol. </P><br />
<P>O segundo comandante explicou que, após o alerta, se verificou de imediato uma grande projeção de meios para o local para tentar &#8220;debelar o mais rápido possível o incêndio&#8221;.</P><br />
<P>O fogo lavra em zona de alguma floresta, mato e ainda de terrenos agrícolas.</P><br />
<P>No terreno, para além dos acessos difíceis, também o calor intenso e o vento dificultaram o combate.</P><br />
<P>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, estão hoje sob aviso amarelo, o menos grave, os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real e Bragança, assim como Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Setúbal.</P><br />
<P>O aviso laranja estende-se, entre as 00:00 e as 10:00 de sexta-feira, aos distritos de Braga, Coimbra, Aveiro, Viana do Castelo, Vila Real, Guarda, Porto, Viseu e Bragança.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783899]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Irão pronto para &#8220;guerra&#8221; se diplomacia com EUA falhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 20:53:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe da equipa negocial do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou hoje que a República Islâmica dá prioridade ao diálogo com os Estados Unidos, mas continua pronta para a "guerra".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da equipa negocial do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou hoje que a República Islâmica dá prioridade ao diálogo com os Estados Unidos, mas continua pronta para a &#8220;guerra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Damos prioridade ao diálogo, mas se este diálogo falhar, também estamos prontos para a guerra&#8221;, disse Ghalibaf, que é ainda presidente do Parlamento, numa entrevista transmitida hoje pela televisão estatal.</P><br />
<P>As declarações surgem enquanto delegações iranianas e norte-americanas têm agendadas reuniões separadas com o Qatar, país que está a mediar o conflito com o Paquistão, sobre um acordo de paz.</P><br />
<P>Na entrevista, Ghalibaf afirmou ainda que o Irão não conseguiu exportar &#8220;um único barril de petróleo&#8221; durante o bloqueio imposto pelos Estados Unidos, mas que depois do fim deste retomou os envios.</P><br />
<P>Após a assinatura do memorando de entendimento com os Estados Unidos a 17 de junho, &#8220;exportámos mais de 40 milhões de barris de petróleo&#8221;, enquanto nos 50 a 60 dias anteriores o país foi &#8220;completamente incapaz de exportar sequer um único barril de petróleo&#8221;, disse Ghalibaf.</P><br />
<P>O memorando de entendimento assinado em 17 de junho por Estados Unidos e Irão, que suspendeu as hostilidades mais de três meses após o início do conflito entre os dois lados, estipula que Teerão não irá desenvolver armas nucleares. </P><br />
<P>O texto prevê também o estabelecimento de um mecanismo para processar os &#8216;stocks&#8217; iranianos de urânio altamente enriquecido, &#8220;no mínimo, por um método de diluição no local sob a supervisão da AIEA&#8221;.</P><br />
<P>Ao abrigo do memorando, as partes têm, a partir da assinatura do documento, 60 dias para negociar um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>As negociações entre Irão e Estados Unidos, que têm sido mediadas pelo Paquistão com apoio de outros países do Médio Oriente, estão centradas no programa nuclear iraniano e no futuro do estreito de Ormuz, bem como no levantamento das sanções contra a República Islâmica e dos seus bens congelados no exterior.</P><br />
<P>O diálogo foi ameaçado nos últimos dias por ataques de ambos os lados, bem como pela continuação da ofensiva de Israel contra o grupo xiita Hezbollah no Líbano, país abrangido pela trégua por exigência de Teerão.</P><br />
<P>O Qatar, mediador no conflito Irão-Estados Unidos, disse hoje que não estão planeadas reuniões de alto nível nem conversações diretas nos próximos dias em Doha, para onde Washington e Irão enviaram representantes.</P><br />
<P>&#8220;Que eu saiba, não está agendado nenhum encontro direto entre as duas partes nos próximos dias&#8221;, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) do Qatar, Majed Al Ansari, aos jornalistas, acrescentando que a equipa norte-americana ia reunir-se com mediadores. </P><br />
<P>&#8220;Que eu saiba, não há nenhuma reunião de alto nível entre os dois lados&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Os enviados dos EUA, Steve Witkoff e Jared Kushner, já se reuniram com mediadores do Qatar em Doha para discutir o progresso das negociações, adiantou.</P><br />
<P>&#8220;Estão aqui em Doha para se reunirem com mediadores e responsáveis do Qatar, e as discussões vão centrar-se em todas as questões regionais (&#8230;) incluindo, claro, negociações com o Irão, mas também com o Líbano&#8221;, disse Al Ansari. </P><br />
<P>&#8220;Eles não estão aqui para negociações com os iranianos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, insistiu que tal reunião teria lugar, algo que Teerão sempre negou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783898]]></sapo:autor>
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		<title>Economista-chefe do Standard Bank alertou Angola sobre risco de deslize fiscal em ano pré-eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 20:23:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O economista-chefe do Standard Bank para Angola, Moçambique e República Democrática do Congo destacou hoje, em Luanda, a política fiscal angolana "muito prudente, mas em ano pré-eleitoral o país precisa de maior cautela para evitar uma derrapagem fiscal.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O economista-chefe do Standard Bank para Angola, Moçambique e República Democrática do Congo destacou hoje, em Luanda, a política fiscal angolana &#8220;muito prudente, mas em ano pré-eleitoral o país precisa de maior cautela para evitar uma derrapagem fiscal.  </P><br />
<P>Fáusio Mussá falava à imprensa no final da 1.ª Edição do Briefing Económico de 2026 do Standard Bank de Angola, com o tema &#8220;Angola, Estabilização Macroeconómica num Ambiente de Elevada Volatilidade no Preço do Petróleo&#8221;, na qual foi o orador de destaque.</P><br />
<P>Segundo Fáusio Mussá, o mundo atravessa momentos de alguma perturbação com o conflito no Médio Oriente, mas há uma expectativa de paz para aquela região e de normalização do preço do petróleo, que tem impactado negativamente algumas das cadeias de valor, como dos fertilizantes e outros produtos para a indústria.</P><br />
<P>Angola necessita de continuar a fazer reformas para atrair investimento local e estrangeiro, para melhoria do ambiente de negócios, disse Mussá, considerando encorajadores os resultados já alcançados, com os dados a apontarem um crescimento consistente suportado pelo setor não petrolífero, devido aos investimentos nos setores de energia, agricultura, substituição de importações em vários projetos.  </P><br />
<P>O analista macroeconómico realçou que Angola tem se beneficiado da alta do preço do petróleo, que gera um ambiente económico mais favorável, contudo, o desafio do subsídio aos combustíveis reduz os ganhos que esta situação conjuntural gera para o país.</P><br />
<P>&#8220;Tem sido notória uma política fiscal muito prudente e, sobretudo, uma grande coordenação entre a política fiscal e a política monetária para garantir alguma estabilidade macroeconómica&#8221;, referiu o economista-chefe do Standard Bank para Angola, Moçambique e República Democrática do Congo, enfatizando ainda a prudência do Governo angolano ao não realizar &#8220;nenhum ajuste aos pressupostos do Orçamento do Estado&#8221;, porque &#8220;a incerteza e a volatilidade é muito grande&#8221;.</P><br />
<P>Angola vai realizar em 2027 as suas sextas eleições gerais, tendo Fáusio Mussá sublinhado que em anos pré-eleitorais aumentam os riscos de um deslize fiscal, havendo necessidade de uma atenção acrescida ao controlo das despesas do Estado.</P><br />
<P>&#8220;Porque quando nos aproximamos das eleições pode ser que haja uma intenção de concluir vários projetos que têm estado a ser desenvolvidos ao longo dos anos, mas que por algum motivo o ritmo não permitiu a conclusão&#8221;, aclarou.</P><br />
<P>De acordo com o analista, do ponto de vista de finanças públicas, Angola tem de ser capaz de continuar &#8220;a gerar algumas almofadas, alguma poupança&#8221;, que permita gerir os impactos da volatilidade do preço do petróleo, por isso &#8220;é preciso que haja atenção para que a despesa seja concentrada nos projetos prioritários e que se possa suavizar o impacto dessa despesa na divida pública e o saldo fiscal para que não haja picos de pressão na área fiscal&#8221;.  </P><br />
<P>&#8220;Este tem sido um ano bastante interessante. Angola teve acesso recentemente aos mercados internacionais de dívida, emitiu quatro mil milhões de dólares em &#8216;Eurobonds&#8217;, mas uma parte desta receita está a ser utilizada para suavizar o reembolso de operações futuras&#8221;, realçou Fáusio Mussá, acrescentando que esta estratégia &#8220;pode ajudar Angola a suavizar a pressão do serviço da dívida, sobretudo em 2028 e 2029.</P><br />
<P>Sobre a inflação, Fáusio Mussá disse que a previsão para Angola até ao final do ano é de 8.6%, frisando que dois elementos influenciam o andamento da inflação no país lusófono, um dos quais a estabilidade cambial desde 2024, permitindo aos agentes económicos uma melhor gestão das suas margens das importações, resultando &#8220;num aumento de preço mais contido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O segundo aspeto é que o Governo tem estado a manter um subsídio aos combustíveis, enquanto em Moçambique tivemos um aumento do preço do diesel de 45%, que tem um impacto na inflação, o aumento do diesel em Angola foi de apenas 5%, isso permite perspetivar que Angola tenha uma inflação a um dígito, o que seria a primeira vez no país&#8221;, disse.</P><br />
<P>O Standard Bank Group atua em 38 países, dos quais 18 africanos, sendo o maior banco privado a operar em África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783897]]></sapo:autor>
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		<title>AICEP promove indústria da Defesa portuguesa no mercado norte-americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 20:17:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes governamentais, empresas, investidores e especialistas portugueses e norte-americanos debateram hoje, em Nova Iorque, oportunidades de cooperação económica, industrial e tecnológica em Defesa, num fórum organizado pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Representantes governamentais, empresas, investidores e especialistas portugueses e norte-americanos debateram hoje, em Nova Iorque, oportunidades de cooperação económica, industrial e tecnológica em Defesa, num fórum organizado pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).</P><br />
<P>A 9.ª edição do &#8216;Portugal Economic Forum&#8217; centrou-se no tema &#8220;Defesa, Segurança e Inovação de Dupla Utilização&#8221; e visou dar a conhecer as capacidades das empresas portuguesas ao mercado norte-americano, disse à Lusa Philoméne Dias, administradora da AICEP</P><br />
<P>&#8220;A Defesa é um setor onde há muito orçamento em jogo, em termos de investimento público e investimento privado. Há muitas oportunidades para as nossas empresas e queremos, de facto, dar a conhecer o que se faz em Portugal e estabelecer parcerias que tragam valor. Não são só exportações propriamente ditas, mas parcerias industriais, de investigação ou desenvolvimento&#8221;, explicou Philoméne Dias.</P><br />
<P>Reforçar o posicionamento de Portugal como parceiro estratégico dos Estados Unidos (EUA) em áreas de elevado valor acrescentado e promover o diálogo sobre os desafios e oportunidades que estão a moldar o futuro da indústria da Defesa e da inovação tecnológica foram os objetivos delineados pela AICEP.</P><br />
<P>A administradora realçou que o facto de Portugal ser membro da NATO confere confiança aos olhos dos investidores norte-americanos, salientando que a vasta rede de ligações aéreas entre Portugal e os EUA também é um fator decisivo.</P><br />
<P>No evento, foram apresentados dois painéis: &#8220;O Panorama da Defesa Transatlântica: Prioridades,Investimentos e Necessidades Industriais&#8221; e &#8220;Capacidades de Defesa e de Dupla Utilização de Portugal: Oportunidades para Parceria com os EUA&#8221;.</P><br />
<P>Entre os oradores estiveram José Maciel, em representação do Departamento do Comércio dos EUA, Adam Caruso, em representação do Gabinete de Relações Corporativas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) e Emanuele Serafini, da Lockheed Martin corporation.</P><br />
<P>Estiveram igualmente presentes Duarte Oom Peres, da Orion Technik, Nuno da Penha Coutinho, da OGMA, e Miguel Braga, da CEiiA.</P><br />
<P>O &#8216;Portugal Economic Forum&#8217; contou com a presença do secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, que destacou à Lusa a importância de criar uma aproximação entre empresas portuguesas e norte-americanas.</P><br />
<P>&#8220;Fazer de facto esta ponte para estabelecer parcerias. Estamos numa lógica de complementaridade, (&#8230;) neste fantástico ecossistema que chamamos de Defesa, mas que é muito vasto e pode ir desde o aeroespacial ao oceano, à inteligência artificial&#8221;, disse, no SUMMIT One Vanderbilt, em Manhattan.</P><br />
<P>O secretário de Estado enalteceu as aplicações de &#8220;duplo uso&#8221;, que podem ser uma &#8220;porta para algumas das indústrias mais maduras, com mais tradição em Portugal&#8221;, como as indústrias metalomecânica, têxteis ou de plásticos, que se podem adaptar ao uso militar.</P><br />
<P>Questionado sobre o que diferencia Portugal de outros países aos olhos dos investidores norte-americanos, João Rui Ferreira apontou para a &#8220;tradição atlântica&#8221;, para &#8220;o nível de inglês&#8221; entre os portugueses e para &#8220;uma longa tradição de cooperação com os Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>A produção de drones e respetiva tecnologia foi um dos tópicos em destaque no fórum, com o secretário de Estado a defender que Portugal tem capacidade para se tornar um parceiro dos norte-americanos nessa área e antevendo que esse será um segmento a expandir.</P><br />
<P>O evento reuniu dezenas de participantes, entre representantes empresariais, investidores, instituições financeiras, entidades governamentais e especialistas do setor, tornando-se num espaço para &#8216;networking&#8217;, partilha de conhecimento e identificação de novas oportunidades de negócio.</P><br />
<P>O &#8216;Portugal Economic Forum&#8217; deste ano contou ainda com a presença da cônsul-geral de Portugal em Nova Iorque, Luísa Pais Lowe, e do diretor da AICEP em Nova Iorque, Carlos Moura.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783896]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Empresas e sindicatos consideram Ormuz zona de guerra até 09 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 20:12:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sindicatos e os empregadores do setor dos transportes marítimos anunciaram hoje que vão considerar o estreito de Ormuz como zona de guerra pelo menos até 09 de julho, apesar da trégua entre os Estados Unidos e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sindicatos e os empregadores do setor dos transportes marítimos anunciaram hoje que vão considerar o estreito de Ormuz como zona de guerra pelo menos até 09 de julho, apesar da trégua entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Esta decisão reconhece o risco significativo e contínuo para a vida dos profissionais e a rápida evolução da situação na região&#8221;, justificou um comunicado da Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes (ITF) e do Grupo Conjunto de Negociação, que representa os empregadores do setor.</P><br />
<P>Esta designação aplica-se apenas aos navios cujas empresas sejam signatárias dos acordos coletivos de trabalho do Fórum Internacional de Negociação (IBF), que representa cerca de 15.000 navios em todo o mundo, segundo esta entidade.</P><br />
<P>O pessoal marítimo abrangido por um acordo coletivo de trabalho e que trabalha em navios nestas zonas recebe o dobro do salário e tem o direito de se recusar a navegar e de solicitar o repatriamento a expensas das empresas.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz foi declarado zona de guerra pelo Gabinete Marítimo Internacional (IMB) em 05 de março, quatro dias após o primeiro ataque a navios que tentavam transitar pelo local.</P><br />
<P>Os navios mercantes têm sido fortemente afetados pelo conflito no Médio Oriente desde 01 de março, quando o Irão colocou o estreito sob ameaça militar em retaliação pelos ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel.</P><br />
<P>Cerca de 20% do comércio global de produtos petrolíferos transitavam pelo estreito antes da guerra, que fez disparar os preços internacionais.</P><br />
<P>Pelo menos 14 tripulantes foram mortos e mais de 40 navios foram atacados durante o conflito.</P><br />
<P>Os últimos ataques levaram a Organização Marítima Internacional (OMI) a suspender um plano para retirar 11.000 tripulantes ainda retidos na região do Golfo.</P><br />
<P>A designação de zona de guerra foi discutida numa reunião na semana passada, antes dos ataques de quinta-feira a um cargueiro.</P><br />
<P>&#8220;Se os navios não tivessem sido atingidos duas vezes desde a passada quinta-feira, e se a passagem de navios tivesse continuado sem problemas, a situação teria provavelmente mudado esta semana&#8221;, comentou à agência France-Presse (AFP) uma fonte próxima das discussões.</P><br />
<P>O comité conjunto encarregado de decidir sobre a designação da zona de guerra realizará uma avaliação semanal da situação.</P><br />
<P>Estas reuniões regulares foram suspensas no início de maio, quando se tornou claro que a situação no estreito de Ormuz não estava a melhorar, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>O cessar-fogo em vigor foi um resultado imediato de um memorando de entendimento assinado em 17 de junho pelos Estados Unidos e Irão, a que se segue um período de 60 dias para as partes alcançarem um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>As negociações estão centradas no futuro do estreito de Ormuz e no programa nuclear iraniano, bem como no levantamento das sanções contra a República Islâmica e dos seus bens congelados no exterior.</P><br />
<P>O diálogo foi ameaçado nos últimos dias por ataques de ambos os lados, bem como pela continuação da ofensiva de Israel contra o grupo xiita Hezbollah no Líbano, país abrangido pela trégua por exigência de Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783894]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal deve continuar a atrair nómadas digitais &#8212; Nouriel Roubini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 20:04:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O economista Nouriel Roubini, que previu a crise financeira de 2008, acredita que Portugal deve continuar a atrair nómadas digitais, mas as consequências, como o aumento dos preços da habitação, devem ser combatidas com impostos e a sua distribuição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O economista Nouriel Roubini, que previu a crise financeira de 2008, acredita que Portugal deve continuar a atrair nómadas digitais, mas as consequências, como o aumento dos preços da habitação, devem ser combatidas com impostos e a sua distribuição.</P><br />
<P>Roubini falou à margem na cerimónia de abertura da 19.ª edição do QSP Summit, no Porto.</P><br />
<P>&#8220;Durante a covid-19, muitos nómadas digitais vieram para Portugal, porque é um lugar que tem uma qualidade de vida boa, as coisas são baratas e pode-se trabalhar e fazer negócio sem muitas restrições&#8221;, lembrou, apontando que isso traz &#8220;muito capital humano para Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o economista, &#8220;esses talentos vão criar empregos, vão criar rendimento, vão criar oportunidades económicas, vão transferir tecnologias&#8221;.</P><br />
<P>Roubini reconhece, no entanto, que pode haver efeitos negativos para as populações locais, como o aumento dos preços da habitação, mas rejeita restrições à imigração, sobretudo deste tipo de trabalhadores.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas preocupam-se se as rendas vão subir, com a pressão em recursos públicos ou serviços, ou os preços das casas. Mas, em primeiro lugar, os proprietários de casas estão a ter um ganho de capital positivo. Os jovens talvez tenham dificuldade em comprar casas, mas a política certa não é bloquear os imigrantes, os que trazem tecnologia e conhecimento&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Para Roubini &#8220;é preciso atraí-los e, se há consequências, aplicam-se impostos e redistribui-se [o dinheiro desses impostos] para aqueles que estão a ser deixados para trás&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783893]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nouriel Roubini acredita que mercados estão a disciplinar Trump</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nouriel-roubini-acredita-que-mercados-estao-a-disciplinar-trump/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:44:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O economista Nouriel Roubini, que previu a crise financeira mundial de 2008, acredita que os mercados estão a "punir" Donald Trump pelas suas decisões, fazendo com que o presidente dos EUA recue, nomeadamente nas tarifas e no conflito com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O economista Nouriel Roubini, que previu a crise financeira mundial de 2008, acredita que os mercados estão a &#8220;punir&#8221; Donald Trump pelas suas decisões, fazendo com que o presidente dos EUA recue, nomeadamente nas tarifas e no conflito com o Irão.</P><br />
<P>Numa intervenção na cerimónia de abertura da 19.ª edição do QSP Summit, no Porto, o economista destacou o poder dos mercados, que punem os decisores políticos por aquelas que considera serem medidas menos positivas.</P><br />
<P>O economista diz que, por isso, está mais &#8220;otimista&#8221;. &#8220;Se algo estiver errado os mercados punem&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Segundo Roubini, de cada vez que os mercados caem como resultado de uma medida, Trump &#8220;acobarda-se&#8221; e recua.</P><br />
<P>&#8220;A disciplina do mercado vai restringir más políticas&#8221;, assegurou, apontando que se o mercado achar que a &#8220;política é estúpida&#8221; força a correções, dando o exemplo dos mercados emergentes, mas também das economias avançadas.</P><br />
<P>Segundo Roubini, a razão pela qual a ex-primeira-ministra britânica, Liz Truss, durou apenas 44 dias no cargo foi porque os mercados não gostaram das políticas que implementou.</P><br />
<P>E mesmo os EUA estão sujeitos à &#8220;bondade de estranhos&#8221;, que são os mercados.</P><br />
<P>Em declarações à margem da conferência, Roubini admitiu, no entanto, que &#8220;nem sempre o mercado está certo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Milhões de investidores domésticos ou de outras economias estrangeiras fazem decisões sobre se um país tem a regulação certa, as políticas estruturais certas, a governança certa, a estabilidade política certa, a capacidade de reduzir a burocracia excessiva&#8221;, apontando que esta avaliação decide os seus investimentos.</P><br />
<P>&#8220;E se alguns países fazem políticas muito erradas, são punidos&#8221;, indicou, em áreas como a dívida soberana, a moeda, os mercados de capitais, entre outros fatores.</P><br />
<P>&#8220;Não estou a dizer que os investidores são sempre perfeitos, mas quase sempre veem o mundo e tentam recompensar os países, as empresas e os setores que estão a fazer a coisa certa e tentam punir aqueles que não estão&#8221;, destacou.</P><br />
<P>&#8220;A punição pode ser brutal mas, às vezes, força mudanças políticas, ajustes macro, reformas estruturais que são necessárias&#8221;, rematou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783892]]></sapo:autor>
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		<title>Reabilitação do Hospital Militar de Belém custará até 20 ME e deverá estar concluída em três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A reabilitação do antigo Hospital Militar de Belém deverá custar perto de 20 milhões de euros e prevê-se que possa estar concluída dentro de três anos, anunciou hoje o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A reabilitação do antigo Hospital Militar de Belém deverá custar perto de 20 milhões de euros e prevê-se que possa estar concluída dentro de três anos, anunciou hoje o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.</P><br />
<P>Os dados foram adiantados numa sessão de apresentação dos planos de reabilitação do Antigo Hospital Militar de Belém, que decorreu, ao final da tarde de hoje, no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, que contou com intervenções do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General João Cartaxo Alves, e do ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo.</P><br />
<P>A recuperação deste espaço tem como objetivo reforçar a capacidade da saúde militar, através da criação de uma nova unidade dedicada à fisioterapia programada e a cuidados continuados de curta e média duração, para a qual serão destinadas 130 camas. Está também em cima da mesa a possibilidade de instalar uma unidade de cuidados paliativos.</P><br />
<P>O General Cartaxo Alves explicou que neste momento o projeto está em desenvolvimento e que a expectativa é iniciar a obra durante o próximo ano para que termine no prazo máximo de três anos.</P><br />
<P>Quanto aos custos, o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas indicou que, de acordo com cálculos e estimativas iniciais, a empreitada deverá rondar um valor próximo dos 20 milhões de euros para garantir a &#8220;recuperação do hospital na sua plena capacidade&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre o financiamento da obra, Cartaxo Alves referiu que as Forças Armadas &#8220;têm várias linhas de financiamento&#8221; como a Lei de Investimento Militar e as verbas provenientes do Orçamento do Estado.</P><br />
<P>&#8220;Será uma conjugação de várias linhas de financiamento que irão permitir fazer esta obra e esta intervenção no hospital&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Na apresentação do projeto, João Cartaxo Alves afirmou que a recuperação e transformação das infraestruturas do antigo Hospital Militar de Belém constitui uma opção de &#8220;natureza eminentemente estratégica&#8221;, destinada a aumentar a capacidade instalada no sistema de saúde militar e libertar o polo de Lisboa do Hospital das Forças Armadas para &#8220;atividades de maior diferenciação clínica e operacional&#8221;.</P><br />
<P>Cartaxo Alves enfatizou ainda que a organização prevista para o edifício permitirá também &#8220;constituir uma reserva estratégica de capacidade hospitalar, também apta a ser ativada em situações de crise, emergência nacional, catástrofe, pandemia ou conflito armado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desta forma, Portugal reforça assim a sua autonomia na área da saúde militar, aumenta a resiliência do dispositivo sanitário das Forças Armadas e melhora a capacidade de resposta perante elevados cenários de exigência, em consonância com os compromissos assumidos no âmbito da NATO e da União Europeia&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Por sua vez, o ministro da Defesa Nacional interveio para salientar que, apesar de estas instalações serem &#8220;muito apetecíveis para muita gente&#8221;, o antigo Hospital Militar de Belém trata-se de um &#8220;edifício que é estratégico para as Forças Armadas, que faz falta a ação militar&#8221; e que &#8220;não pode estar fechado&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre as reivindicações para que o espaço fosse utilizado para outros fins, nomeadamente a construção de um centro intergeracional, Nuno Melo sublinhou que se trata de um edifício militar e que a disponibilização do espaço no passado, de forma transitória, para outros fins &#8220;não significa a disponibilidade para a entrega desse espaço, definitiva ou de título&#8221;.</P><br />
<P>Sobre se houve algum pedido formal, nomeadamente por parte da Câmara de Lisboa, para a utilização deste espaço, o ministro disse &#8220;todos os dias&#8221; há pedidos à Forças Armadas para utilizar as suas instalações temporárias, mas que, desde que está no Governo, não foi nunca equacionada a entrega do edifício a título definitivo.</P><br />
<P>&#8220;Este é um edifício militar que está no perímetro das Forças Armadas, sem nenhuma intenção de ser entregue para outro fim que não a da saúde militar, através deste projeto. Felizmente, verificando-se agora este projeto que garante a sua utilização&#8221;, concluiu.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TS // RBF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783891]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 68 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 68, havendo ainda 74 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 68, havendo ainda 74 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>De acordo com o MNE, entre os 68 mortos, 59 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 10 crianças e 58 adultos.</P><br />
<P>O anterior balanço dava conta de 60 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela no passado dia 24.</P><br />
<P>O duplo sismo que atingiu a Venezuela na passada quarta-feira provocou 1.943 mortos e 10.571 feridos, segundo o último balanço oficial hoje divulgado pelas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Os dados oficiais indicam também acima de 15 mil desalojados, informou o presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, atualizando o último balanço de vítimas, que era de 1.719 mortos e 5.034 feridos.</P><br />
<P>De acordo com as autoridades, 6.461 pessoas foram resgatadas desde o início das operações de socorro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783890]]></sapo:autor>
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		<title>Eduardo Souto de Moura trocava todos os prémios por bons projetos de habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:24:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O arquiteto português Eduardo Souto de Moura disse hoje que trocava todos os prémios que já recebeu por "bons projetos de habitação" para responder "a uma realidade em que é preciso trabalhar".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O arquiteto português Eduardo Souto de Moura disse hoje que trocava todos os prémios que já recebeu por &#8220;bons projetos de habitação&#8221; para responder &#8220;a uma realidade em que é preciso trabalhar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O mais importante de tudo é a realidade. E só a realidade nos leva ao trabalho e às soluções e ao que interessa. Nada de utopias&#8221;, disse Eduardo Souto de Moura aos jornalistas em Barcelona, antes de entrar para a cerimónia na basílica da Sagrada Família, onde esta noite vai receber a máxima distinção da União Internacional de Arquitetos (UIA).</P><br />
<P>Souto de Moura acrescentou que &#8220;é preciso trabalhar nesta realidade que é emergente&#8221; e que, no caso dos arquitetos, &#8220;a coisa mais importante de todas é trabalhar na habitação, que é o que é preciso&#8221; atualmente.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, eu fico muito contente com os prémios, mas eu trocava os prémios por saber de bons projetos de habitação que pudesse fazer e em que pudesse ajudar&#8221;, acrescentou, depois de afirmar e sublinhar que a Medalha de Ouro da União Internacional de Arquitetos que vai receber hoje, numa cerimónia em que está também o Presidente da República, António José Seguro, é &#8220;um enorme reconhecimento&#8221;.</P><br />
<P>O arquiteto português defendeu que tem de se fazer habitação social e que o Estado tem de assumir a missão de construir casas, para responder aos problemas de falta de habitação e de acesso à habitação.</P><br />
<P>Souto de Moura revelou que teve hoje um encontro com os secretários de Estado da Habitação de Portugal e de Espanha a quem propôs uma reunião com pessoas de várias áreas para debater esta questão e analisar soluções.</P><br />
<P>Segundo o arquiteto, essa proposta já teve resposta positiva e haverá um encontro no Porto em breve.</P><br />
<P>&#8220;Existem todas as condições para se fazer casas. Há terreno, temos terreno. Há dinheiro. Há bons arquitetos. Se há coisa que Portugal tem, é futebolistas e arquitetos. E as casas não aparecem. O problema de organização, de logística, não se percebe. Portanto, é preciso quebrar este enguiço de fazer casas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Eduardo Souto de Moura, Prémio Pritzker (o &#8220;Nobel da arquitetura&#8221;), em 2011, é o segundo português a receber a Medalha de Ouro da UIA, depois de Álvaro Siza Vieira, também ele agraciado com o Pritzker, em 1992.</P><br />
<P>Criada em 1984 pela UIA, de caráter trienal, a medalha é classificada pela própria organização como &#8220;a mais prestigiante distinção atribuída a um arquiteto por arquitetos, escolhida a partir de nomeações submetidas por instituições profissionais de todo o mundo&#8221;.</P><br />
<P>Além desta cerimónia na Sagrada Família, o arquiteto português será homenageado, na quarta-feira, também em Barcelona e à margem do Congresso Mundial de Arquitetura, que está a decorrer na capital da Catalunha, com um programa conjunto da Ordem dos Arquitetos (OA) e da Casa da Arquitetura (CA), a que se juntou a Embaixada de Portugal em Espanha.</P><br />
<P>Pelas 16:00, uma conversa junta no Disseny Hub Barcelona os arquitetos Nuno Grande, Souto de Moura, Inês Lobo, Manuel Aires Mateus e Wilfried Wang, depois da abertura, a cargo de Avelino Oliveira, presidente da OA, Nuno Sampaio, diretor da CA, e Marta Vall-Llossera, presidente do Colégio Superior dos Arquitetos de Espanha.</P><br />
<P>No encerramento, estará a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa.</P><br />
<P>Mais tarde, no Museu MOCO, de arte moderna e contemporânea, há uma receção com uma instalação dedicada a Souto de Moura, intitulada &#8220;Ucronia&#8221;, que parte de esquissos inéditos do arquiteto, dos anos 1970.</P><br />
<P>O Congresso Mundial de Arquitetura deste ano, de 28 de junho a 02 de julho, tem como ponto alto a atribuição da medalha de ouro da UIA a Souto de Moura, hoje, após candidatura submetida pela Ordem dos Arquitetos.</P><br />
<P>A cerimónia decorre na basílica da Sagrada Família, obra emblemática do arquiteto Antoni Gaudí, cujo centenário da morte se assinala este ano.</P><br />
<P>Além da Sagrada Família, Gaudí é o criador de vários edifícios que são hoje parte da identidade da cidade de Barcelona.</P></p>
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