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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mau tempo: Tempestade Kristin mostrou crise de natureza sistémica &#8212; relatório da Presidência Aberta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 10:37:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tempestade Kristin não constituiu um episódio isolado, mas "uma crise territorial de natureza sistémica", e a sucessão de fenómenos extremos teve "intensidade e duração suficientes" para transformar um evento severo "numa perturbação prolongada, física, económica, social e institucional".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tempestade Kristin não constituiu um episódio isolado, mas &#8220;uma crise territorial de natureza sistémica&#8221;, e a sucessão de fenómenos extremos teve &#8220;intensidade e duração suficientes&#8221; para transformar um evento severo &#8220;numa perturbação prolongada, física, económica, social e institucional&#8221;.</P><br />
<P>Esta é uma das conclusões do relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada pelo Presidente da República, António José Seguro, entre 06 e 10 de abril, para se inteirar dos efeitos da tempestade Kristin, ocorrida na madrugada de 28 de janeiro.</P><br />
<P>Segundo o relatório &#8211; hoje divulgado pelo jornal Público e a que Lusa teve acesso -, &#8220;a destruição de infraestruturas, os prejuízos em habitações e empresas, o agravamento do risco florestal e a pressão sobre municípios e serviços públicos mostram que estes fenómenos devem ser lidos como choques encadeados e não como ocorrências isoladas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A principal vulnerabilidade revelada pela crise foi a interdependência e a insuficiente redundância dos sistemas essenciais. Energia, telecomunicações, água, acessos, floresta, habitação, atividade económica e proteção civil surgiram como sistemas profundamente interdependentes, em que a falha de um setor agravou a quebra dos restantes&#8221;, apontam as conclusões do documento de 96 páginas, sublinhando que &#8220;a crise confirmou que a resiliência não se mede pela inexistência de falhas, mas pela capacidade de assegurar continuidade funcional, reposição rápida e proteção dos nós críticos&#8221;.</P><br />
<P>O relatório aponta as &#8220;fragilidades estruturais&#8221; verificadas, nomeadamente &#8220;baixa autonomia energética, redundância insuficiente, vulnerabilidade física das redes, envelhecimento ou obstrução de sistemas hidráulicos e debilidade do planeamento de manutenção e continuidade&#8221;.</P><br />
<P>Durante os cinco dias da Presidência Aberta, o chefe de Estado teve oportunidade de tomar contacto com a &#8220;expressão económica profunda, transversal e diferenciada&#8221; da crise provocada pela depressão Kristin.</P><br />
<P>&#8220;As micro, pequenas e médias empresas revelaram grande fragilidade perante interrupções prolongadas, atrasos dos seguros e insuficiência de liquidez; a indústria sofreu perdas de produção, danos em capital fixo e perturbações logísticas; o turismo, a restauração e as atividades sazonais costeiras ficaram sujeitos a uma pressão temporal particularmente severa; a agricultura confrontou-se com mecanismos de apoio demasiado lentos para a urgência da reposição produtiva; e a floresta surgiu simultaneamente como prejuízo, risco e recurso económico. Em muitos casos, a crise económica deixou de ser apenas um problema de danos materiais e tornou-se um problema de continuidade, tesouraria e previsibilidade&#8221;, sublinha o relatório.</P><br />
<P>Das conclusões saídas da visita do Presidente da República às zonas afetadas pela tempestade, sobressai ainda que &#8220;a habitação, os seguros e a proteção financeira constituíram um dos núcleos mais sensíveis da crise&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O elevado peso da habitação no universo dos sinistros coexistiu com dificuldades severas na transformação dos danos em processos elegíveis, completos e decididos em tempo útil. Indeferimentos, repescagens, diferenças de capacidade entre municípios, lentidão em pagamentos, inexistência ou inadequação de seguros e não renovação de apólices tornaram visível um défice estrutural de proteção financeira&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>Outra dimensão abordada é a da crise &#8220;humana e psicossocial&#8221;, pois, &#8220;além da destruição material, a crise teve uma dimensão humana profunda. A perda ou danificação da habitação, a interrupção prolongada de serviços essenciais, a incerteza quanto a seguros e apoios, a dificuldade em compreender procedimentos administrativos e a demora na reposição da normalidade produziram medo, exaustão, insegurança e sentimento de desproteção&#8221;, principalmente em &#8220;grupos mais vulneráveis&#8221;, como idosos isolados, famílias com menor literacia administrativa ou digital, crianças afetadas pela perturbação da escola e agregados com menor margem financeira.</P><br />
<P>O relatório aponta ainda para a existência de uma &#8220;resposta local decisiva, mas desigual&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A resposta local e comunitária foi, em muitos casos, o elemento mais eficaz e mais decisivo da reação imediata. Municípios, freguesias, bombeiros, serviços municipais, associações, vizinhos e voluntários demonstraram capacidade de mobilização, improvisação e proximidade fundamentais para conter danos, apoiar populações e restaurar um mínimo de funcionamento. Ao mesmo tempo, essa resposta expôs uma fragilidade importante: a eficácia do apoio dependeu excessivamente da robustez administrativa, técnica e financeira de cada território, reproduzindo desigualdades entre municípios e entre regiões&#8221;, segundo as conclusões do documento.</P><br />
<P>Neste contexto, &#8220;a solidariedade local foi decisiva, mas não pode ser tomada como substituto da responsabilidade pública&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem, entre janeiro e fevereiro, das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metade das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</P><br />
<P>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.</P><br />
<P>As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766854]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Efeitos da Kristin aumentam risco de incêndios nas zonas afetadas &#8211; Relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 10:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A existência de riscos acrescidos de incêndio nas zonas afetadas pela tempestade Kristin, que atingiu a região Centro do país em janeiro, é uma das conclusões saídas da visita do Presidente da República aos municípios atingidos realizada em abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A existência de riscos acrescidos de incêndio nas zonas afetadas pela tempestade Kristin, que atingiu a região Centro do país em janeiro, é uma das conclusões saídas da visita do Presidente da República aos municípios atingidos realizada em abril.</P><br />
<P>&#8220;A crise revelou um problema de duração. O dano não terminou com o restabelecimento mínimo dos serviços, prolongando-se no tempo da peritagem, da decisão administrativa, da reconstrução, da regularização dos seguros, da reabertura dos negócios, da reposição da campanha agrícola e da limpeza florestal&#8221;, refere o relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro, entre 06 e 10 de abril, para se inteirar dos efeitos da tempestade Kristin, ocorrida na madrugada de 28 de janeiro.</P><br />
<P>Segundo o relatório &#8211; hoje divulgado pelo jornal Público e a que Lusa teve acesso &#8212; a região atingida pela tempestade é &#8220;um território ainda vulnerável à entrada do verão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O território entrou na fase pré-verão ainda marcado por vulnerabilidades abertas. A acumulação de material lenhoso, o aumento da biomassa disponível, a persistência de linhas de água obstruídas, a insuficiente proteção de certos sistemas críticos e a existência de reparações ainda provisórias fizeram com que a tempestade de inverno se projetasse no tempo sob a forma de novos riscos: incêndio rural, cheias localizadas, falhas prolongadas de infraestruturas e maior exposição de populações e atividades económicas&#8221;, alerta o documento.</P><br />
<P>Nas conclusões do relatório de 96 páginas, é ainda admitido que &#8220;a crise expôs um défice estrutural de preparação prévia, tanto ao nível institucional como ao nível social&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ficou evidente a insuficiência do planeamento civil de emergência, do inventário e hierarquização das infraestruturas críticas, da cultura de manutenção e redundância, da realização regular de exercícios e simulações de eventos atmosféricos severos e da preparação mínima das populações e estruturas de proximidade&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Segundo o relatório produzido na sequência da visita do Presidente da República, &#8220;ficou igualmente visível a fragilidade da cultura de autoproteção, incluindo a ausência, em muitos casos, de preparação elementar, &#8216;kits&#8217; pessoais de emergência e reservas básicas alimentares e de medicamentos para situações de rutura temporária dos serviços essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem, entre janeiro e fevereiro, das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metade das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</P><br />
<P>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.</P><br />
<P>As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766851]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Crise &#8220;exige que se acelerem apoios, clarifiquem medidas e se melhore coordenação&#8221; &#8212; Seguro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 10:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que "se acelerem apoios, se clarifiquem medidas" e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>No relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades &#8212; hoje divulgado pelo jornal Público e a que Lusa teve acesso -, o chefe de Estado avisa, na introdução, que &#8220;para muitas famílias, empresas e comunidades, esta crise ainda não terminou&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As consequências desta crise persistem e continuarão a persistir ao longo do tempo. E também por isso deve continuar a vigilância sobre os apoios, sobre a reconstrução e sobre a capacidade do país, e em particular do Estado, para retirar deste episódio as conclusões e as lições necessárias&#8221;, diz.</P><br />
<P>Para Seguro, ao longo da semana em que esteve no terreno e ouviu populações, autarcas, agentes económicos e muitos outros, &#8220;tornou-se claro que o problema não se esgota no momento da destruição inicial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que aconteceu exige mais do que a reparação dos danos. Exige que se acelerem apoios, que se clarifiquem medidas, que se adequem respostas a realidades muito concretas, que se melhore a coordenação entre entidades, que se reforcem as infraestruturas críticas e que se corrijam vulnerabilidades acumuladas&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Num documento de quase cem páginas, com conclusões, prioridades e lições estratégicas para o futuro, António José Seguro defendeu que &#8220;a capacidade de improvisação, sendo valiosa, tem de ser acompanhada por melhor organização, melhor planeamento, maior preparação institucional e uma cultura mais sólida de responsabilidade e autoproteção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As preocupações identificadas ao longo da Presidência Aberta são claras: a lentidão de alguns apoios, a persistência de situações por resolver, a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência, e a urgência de garantir que o território entra nos meses de maior risco em condições mais seguras do que aquelas em que saiu do inverno&#8221;, refere.</P><br />
<P>O chefe de Estado enquadra este relatório como &#8220;um instrumento de trabalho&#8221;, destinado a &#8220;compreender o que correu bem, o que correu mal, o que permanece por resolver e o que deve mudar&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Não basta responder à emergência. É necessário preparar melhor o futuro, com mais coordenação, mais prevenção e maior responsabilidade partilhada. E, sobretudo, porque não podemos permitir que esta experiência se encerre sem mudança&#8221;, refere.</P><br />
<P>No capítulo dedicado à governação e coordenação, o relatório, com a chancela da Casa Civil da Presidência da República, alerta que os fenómenos extremos verificados no início do ano &#8220;não testaram apenas infraestruturas, empresas ou habitações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Testaram, de forma particularmente exigente, a capacidade do Estado para coordenar, decidir, comunicar e agir num contexto de crise territorial multissetorial&#8221;, refere-se.</P><br />
<P>Neste ponto, o relatório aponta &#8220;fragilidades no aviso, na comunicação, no comando e na coordenação, bem como insuficiente clareza de papéis&#8221;, destacando a resposta local como o aspeto mais positivo.</P><br />
<P>&#8220;Vários responsáveis locais sublinharam a falta de interlocutores claros&#8221;, refere-se.</P><br />
<P>Ao nível do executivo central, aponta-se, &#8220;a crítica principal não foi a ausência, mas a dificuldade em tornar clara a inter-relação entre medidas, critérios, calendários e responsabilidades&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A principal dificuldade da articulação institucional terá residido, portanto, na insuficiente clareza e estabilização de papéis e procedimentos. A resposta existiu, mas assentou muito na capacidade local de adaptação e em articulações construídas em contexto de urgência&#8221;, refere-se.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766850]]></sapo:autor>
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		<title>O que são os ‘medicanes’? Os ciclones do Mediterrâneo que preocupam cientistas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-sao-os-medicanes-os-ciclones-do-mediterraneo-que-preocupam-cientistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 10:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mar Mediterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[medicanes]]></category>
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					<description><![CDATA[Mediterrâneo é particularmente vulnerável porque é uma das regiões costeiras mais densamente povoadas do mundo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parecem fenómenos tropicais deslocados para o lugar errado: ciclones com estrutura em espiral, ventos violentos perto do centro, chuva intensa e, por vezes, um “olho” bem definido. Mas acontecem no Mediterrâneo. Num artigo publicado no &#8216;The Conversation&#8217;, Emmanouil Flaounas, investigador sénior em ciências da atmosfera e do clima no Swiss Federal Institute of Technology Zurich, e Davide Faranda, diretor de investigação do CNRS na Université Paris-Saclay, explicam porque é que os chamados ‘medicanes’ podem tornar-se mais perigosos com o aquecimento global.</p>
<p>O termo nasce da junção entre Mediterrâneo e &#8216;hurricane&#8217;, furacão em inglês. Os ‘medicanes’ são ciclones mediterrânicos com características semelhantes às dos ciclones tropicais, embora não sejam idênticos. São conhecidos desde os anos 80 e continuam a ser relativamente raros: ocorrem, em média, menos de três vezes por ano.</p>
<p>A raridade, no entanto, não os torna inofensivos. Em março de 2026, o ciclone Jolina provocou danos significativos no Norte de África. Antes disso, as tempestades Ianos, em 2020, e Daniel, em 2023, causaram estragos graves na Grécia. Daniel prosseguiu depois até à Líbia, onde esteve associado a uma catástrofe humanitária na cidade de Derna, com milhares de mortos ou desaparecidos.</p>
<p>O perigo destes sistemas não está apenas no vento. Segundo os autores, as inundações causadas por precipitação intensa e extensa são o risco mais grave, muitas vezes afetando áreas muito para lá do centro do ciclone e atingindo zonas de escala nacional ou internacional. Ainda assim, os ventos junto ao centro também podem ser muito violentos, tornando essencial prever com precisão a trajetória e o ponto de chegada à costa.</p>
<p>O Mediterrâneo é particularmente vulnerável porque é uma das regiões costeiras mais densamente povoadas do mundo. Em 2020, os países mediterrânicos tinham cerca de 540 milhões de habitantes, aproximadamente um terço dos quais vivia em zonas costeiras. Quando um destes ciclones avança sobre a costa, os seus efeitos podem atravessar fronteiras e atingir vários países.</p>
<p>A ligação ao aquecimento global passa pelo mar. Tal como outras tempestades, os ‘medicanes’ retiram energia do calor acumulado na superfície marítima. E a temperatura do Mediterrâneo está a subir. De acordo com o Atlas do serviço Copernicus sobre alterações climáticas, citado no artigo, a região aqueceu cerca de 0,4ºC por década entre 1990 e 2020, uma tendência clara e em aceleração.</p>
<p>À primeira vista, esse número pode parecer pequeno. Mas, em física atmosférica, diferenças de 1ºC ou 2ºC podem ter efeitos relevantes na velocidade do vento e na intensidade da precipitação. Além disso, a média do Mediterrâneo esconde variações locais: em alguns episódios de ‘medicanes’, já foram registadas temperaturas da superfície do mar superiores em mais de 2ºC ao normal.</p>
<p>Uma água mais quente aumenta a evaporação e transfere mais calor para a atmosfera, fornecendo energia ao desenvolvimento e intensificação das tempestades. Por isso, o aquecimento do Mediterrâneo pode não tornar estes fenómenos necessariamente muito mais frequentes, mas tende a aumentar a sua capacidade destrutiva, sobretudo através de chuva mais intensa.</p>
<p>Estudos recentes apontam nesse sentido. Uma investigação publicada em 2022 sobre a tempestade Apollo, em 2021, concluiu que temperaturas mais elevadas da superfície do mar e uma atmosfera mais quente aumentaram a disponibilidade de humidade e a precipitação extrema sobre a Sicília. Análises posteriores à tempestade Daniel também indicaram que a chuva extrema no leste do Mediterrâneo e na Líbia foi intensificada pelas alterações climáticas.</p>
<p>A ciência tem avançado. Em 2025, um esforço internacional resultou numa definição formal dos ‘medicanes’, ajudando a separar estes fenómenos de outros tipos de tempestades mediterrânicas. Essa definição é importante porque permite melhorar a recolha de dados, comparar eventos e desenvolver modelos de previsão mais fiáveis.</p>
<p>Mas ainda há muito por fazer. Como estes ciclones são raros, as séries estatísticas continuam limitadas. É difícil tirar conclusões definitivas sobre onde e quando irão ocorrer, e por isso os investigadores defendem mais monitorização, melhores modelos climáticos e sistemas de alerta precoce mais eficazes.</p>
<p>No fundo, os ‘medicanes’ são uma espécie de aviso meteorológico sobre o futuro do Mediterrâneo. Um mar mais quente não é apenas uma questão de verões mais longos, praias mais cheias ou ondas de calor marinhas. Pode também ser combustível para tempestades raras, mas capazes de deixar marcas profundas quando encontram populações, cidades e infraestruturas no caminho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766153]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China deslocou mais de 100 navios em águas regionais &#8211; Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 09:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China deslocou mais de 100 navios de guerra e embarcações da guarda costeira para águas regionais que se estendem do mar amarelo ao mar da China meridional, disse hoje o chefe do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China deslocou mais de 100 navios de guerra e embarcações da guarda costeira para águas regionais que se estendem do mar amarelo ao mar da China meridional, disse hoje o chefe do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan.</P><br />
<P>Esta mobilização ocorreu &#8220;nos últimos dias&#8221;, disse Joseph Wu na rede social X, acusando a China de &#8220;sabotar&#8221; o &#8216;statuo quo&#8217; e &#8220;ameaçar&#8221; a paz e a estabilidade em toda a região.</P><br />
<P>Na recente visita do presidente dos Estados Unidos à China, o Presidente norte-americano, Donald Trump, disse ter falado muito com o homólogo chinês, Xi Jinping, sobre Taiwan, uma questão ultrassensível nas relações sino-americanas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766849]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pobres e toxicodependentes portugueses angariados &#8216;online&#8217; para casamentos de conveniência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 09:02:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As mulheres e homens portugueses que se casam com estrangeiros desconhecidos para estes obterem autorização de residência são habitualmente pobres ou toxicodependentes, angariados nas redes sociais ou com base no "passa palavra", revelou a Polícia Judiciária (PJ).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As mulheres e homens portugueses que se casam com estrangeiros desconhecidos para estes obterem autorização de residência são habitualmente pobres ou toxicodependentes, angariados nas redes sociais ou com base no &#8220;passa palavra&#8221;, revelou a Polícia Judiciária (PJ).</P><br />
<P>&#8220;A angariação processa-se por via das redes sociais/&#8221;passa palavra&#8221; e é direcionada essencialmente a mulheres/homens detetados em contextos vulneráveis (situações de maior pobreza, desemprego ou precariedade, ligações a consumo de estupefacientes, famílias desestruturadas, exclusão social)&#8221;, em particular nas &#8220;áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e em zonas urbanas, de maior pressão migratória&#8221;, indicou por escrito, à Lusa, a força policial.</P><br />
<P>Em 2025, a PJ registou um número recorde de 177 novas investigações pelo crime de casamento de conveniência, mais 65 do que em 2024, quando deram entrada na força policial 112 processos, segundo o portal oficial das estatísticas da Justiça.</P><br />
<P>De acordo com a força policial, o aumento está relacionado com a extinção, em junho de 2024, do mecanismo de manifestação de interesse e, por norma, os casos chegam ao conhecimento das autoridades através de denúncias anónimas ou das Conservatórias do Registo Central ou do Instituto de Registos e Notariado, de comunicações no âmbito da cooperação internacional e de investigações de auxílio à imigração ilegal.</P><br />
<P>&#8220;Com o desenrolar das investigações, é comum constatar-se que há &#8216;pontos comuns&#8217; que podem indiciar redes organizadas, nomeadamente a nível da angariação, quer de nubentes europeus, quer de cidadãos de países terceiros, que estão dispostos a pagar para se legalizarem por via do casamento&#8221;, salientou a PJ.</P><br />
<P>O aumento tem sido sobretudo de cidadãos argelinos e tunisinos e, com menor incidência, de nacionais de Nigéria, Senegal, Guiné-Bissau, Índia, Paquistão e Bangladesh.</P><br />
<P>Segundo a lei que regula a entrada e o afastamento de estrangeiros, quem se casar exclusivamente para obter residência ou nacionalidade incorre numa pena de um a cinco anos de prisão, enquanto quem criar condições para a união fraudulenta arrisca de dois a seis anos de cadeia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766848]]></sapo:autor>
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		<title>Fim da manifestação de interesse fez aumentar casamentos de conveniência &#8211; PJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 09:02:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A extinção em 2024 do mecanismo de manifestação de interesse levou a um aumento dos casamentos de conveniência para obtenção de autorização de residência, revelou a Polícia Judiciária (PJ), que em 2025 abriu um recorde de 177 investigações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A extinção em 2024 do mecanismo de manifestação de interesse levou a um aumento dos casamentos de conveniência para obtenção de autorização de residência, revelou a Polícia Judiciária (PJ), que em 2025 abriu um recorde de 177 investigações.</P><br />
<P>De acordo com o portal oficial das estatísticas da Justiça, a PJ registou no ano passado 177 novos processos pelo crime de casamento de conveniência, mais 65 do que em 2024, quando foram abertas 112 investigações.</P><br />
<P>Em 2023, ano em que foi o extinto o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), tinham dado entrada 48 processos na PJ e, em 2022, somente três.</P><br />
<P>Entre 2008 e 2021, período em que o fenómeno foi tratado nos relatórios anuais do SEF, o valor mais elevado tinha sido em 2015, com 72 crimes de casamentos de conveniência contabilizados.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa, a PJ rejeitou qualquer relação entre a extinção do SEF e &#8220;o aumento dos casos de casamento de conveniência&#8221;, sustentando que o fenómeno se explica, &#8220;em grande parte&#8221;, pela revogação em junho de 2024 da figura da manifestação de interesse, um recurso jurídico que permitia a obtenção de cartão de residente por quem tivesse descontos tributários, apesar de ter entrado em Portugal com visto de turismo.</P><br />
<P>&#8220;Face à revogação deste mecanismo legal de cariz excecional, os cidadãos estrangeiros em situação irregular em Portugal procuraram outras soluções legais para resolver a sua situação documental, tendo encontrado no casamento com cidadãos nacionais uma opção para a obtenção da autorização de residência&#8221;, salientou, numa resposta por escrito, o órgão de investigação criminal.</P><br />
<P>A opção está prevista na lei que regula a circulação de cidadãos de cidadãos da União Europeia em Portugal, que resulta da transposição de uma diretiva europeia, e permite que a autorização possa &#8220;ser obtida apenas fazendo prova do casamento ou união de facto com cidadão português&#8221;.</P><br />
<P>Com este esquema, os cidadãos estrangeiros pretendem, &#8220;num primeiro momento, obter um título de residência que permita circular livremente no espaço Schengen&#8221; &#8211; uma zona de livre circulação que abrange 29 países, 25 dos quais membros da União Europeia &#8211; e, &#8220;num segundo momento, [&#8230;] obter a nacionalidade portuguesa que, em termos de garantias, é muito mais fiável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em muitos dos casos, após a obtenção da nacionalidade portuguesa, os beneficiários destes casamentos de conveniência divorciam-se dos cônjuges portugueses&#8221;, iniciando depois &#8220;o processo de reunificação familiar com os seus familiares que vivem nos seus países de origem&#8221;, acrescentou a PJ.</P><br />
<P>O mecanismo da manifestação de interesse foi criado em 2017 pelo executivo de António Costa (PS) e abolida em 03 de junho de 2024 pelo primeiro Governo de Luís Montenegro (PSD), atual primeiro-ministro.</P><br />
<P>Em 2025, a PJ encerrou o ano com 103 processos pendentes por casamentos de conveniência, 11,7% das 881 investigações por fechar relacionadas com imigração ilegal.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766847]]></sapo:autor>
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		<title>Uns minutos de normalidade antes do fim: o que aconteceria na Terra se o Sol desaparecesse de repente?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 09:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>
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					<description><![CDATA[Sol está a cerca de 150 milhões de quilómetros da Terra, e a luz demora 8 minutos e 20 segundos a percorrer essa distância. Como a gravidade também se propaga à velocidade da luz no vácuo, o planeta continuaria, durante esse curto intervalo, a “sentir” a presença gravitacional do Sol exatamente como antes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante 8 minutos e 20 segundos, nada mudaria. O céu continuaria iluminado, a Terra continuaria a deslocar-se como sempre e ninguém perceberia que o Sol tinha desaparecido. A hipótese é impossível nas condições conhecidas da física, mas, de acordo com o &#8216;IFL Science&#8217;, é uma das ideias mais fascinantes do Universo: até a ausência do Sol demoraria a chegar até nós.</p>
<p>A razão é simples. O Sol está a cerca de 150 milhões de quilómetros da Terra, e a luz demora 8 minutos e 20 segundos a percorrer essa distância. Como a gravidade também se propaga à velocidade da luz no vácuo, o planeta continuaria, durante esse curto intervalo, a “sentir” a presença gravitacional do Sol exatamente como antes.</p>
<p>Ou seja, se o Sol desaparecesse magicamente neste instante, estaríamos ainda a ver a sua luz antiga. Na prática, olhamos sempre para o Sol como ele era há pouco mais de oito minutos. E, durante esse mesmo tempo, a Terra continuaria a orbitar o ponto onde a estrela estava.</p>
<p>Depois, tudo mudaria. Quando a última luz solar chegasse à Terra, o planeta mergulharia numa escuridão global. A órbita deixaria de fazer sentido, porque a força gravitacional dominante do Sistema Solar desapareceria. A Terra seguiria então em linha quase reta, numa tangente ao ponto da órbita em que se encontrava no momento em que deixasse de sentir a gravidade solar.</p>
<p>Apesar da imagem caótica, os planetas não começariam necessariamente a colidir uns com os outros. O Sistema Solar é muito mais vazio do que parece nas ilustrações. As distâncias entre planetas são enormes, e cada corpo tenderia também a seguir a sua própria trajetória. As colisões seriam possíveis, mas improváveis.</p>
<p>O grande fator de perturbação poderia ser Júpiter. O Sol concentra cerca de 99,86% da massa do Sistema Solar, mas Júpiter é, de longe, o planeta mais massivo. Sem o Sol, a influência gravitacional do gigante gasoso poderia desestabilizar regiões com asteroides e provocar movimentos imprevisíveis. Ainda assim, para a Terra, o problema principal estaria muito mais perto: frio, escuridão e colapso dos ecossistemas.</p>
<p>A temperatura começaria a cair em poucos dias. Segundo a estimativa citada pelo &#8216;IFL Science&#8217;, seriam necessários cerca de 20 dias até a temperatura média da superfície atingir o ponto de congelação da água. A partir daí, a descida continuaria, levando o planeta para condições cada vez mais extremas.</p>
<p>Sem luz solar, as plantas deixariam de fazer fotossíntese. Grande parte da vida animal morreria rapidamente, quer pela falta de alimento quer pela queda brusca da temperatura. A humanidade também começaria a enfrentar mortes em massa, à medida que a energia, a alimentação e os abrigos deixassem de ser suficientes para resistir a um planeta sem estrela.</p>
<p>Com o tempo, a superfície da Terra aproximar-se-ia de temperaturas semelhantes às de Plutão, apenas algumas dezenas de graus acima do zero absoluto, a temperatura mais baixa possível, situada nos -273,15ºC. A atmosfera começaria a comportar-se de forma radicalmente diferente, os oceanos congelariam à superfície e o planeta tornar-se-ia uma esfera escura, gelada e à deriva.</p>
<p>Mas talvez nem toda a vida desaparecesse. As profundezas dos oceanos poderiam manter água líquida durante muito tempo, protegidas por camadas de gelo e alimentadas pelo calor interno da Terra. Junto às fontes hidrotermais, onde já existem ecossistemas que não dependem diretamente da luz solar, alguns organismos poderiam continuar a sobreviver.</p>
<p>E os humanos? Em teoria, haveria poucas hipóteses, mas não zero. Refúgios subterrâneos, submarinos ou zonas com energia geotérmica poderiam prolongar a sobrevivência de pequenos grupos. O &#8216;IFL Science&#8217; aponta mesmo a Islândia como um dos locais mais plausíveis, por já depender fortemente de energia geotérmica. Ainda assim, seria uma existência extrema, limitada e sem garantias de futuro.</p>
<p>A parte mais inquietante desta experiência mental é que o fim não começaria com uma explosão, mas com um atraso. Primeiro, oito minutos de normalidade absoluta. Depois, a noite definitiva. O Sol não pode simplesmente desaparecer, mas imaginar esse cenário ajuda a perceber até que ponto tudo na Terra — órbitas, clima, alimentos, água líquida e vida — depende de uma estrela que, vista daqui, já pertence sempre ao passado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766114]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Muito facilmente vamos conseguir chegar a unicórnio &#8211; CEO da Tally</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 08:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo (CEO) da Tally considera, em entrevista à Lusa, que a startup portuguesa muito facilmente irá conseguir chegar a unicórnio e admite que nos próximos dois anos em Portugal alcançará a líder de categoria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>       *** Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto, 23 mai 2026 (Lusa) &#8211; O presidente executivo (CEO) da Tally considera, em entrevista à Lusa, que a startup portuguesa muito facilmente irá conseguir chegar a unicórnio e admite que nos próximos dois anos em Portugal alcançará a líder de categoria.</P><br />
<P>Questionado se almeja chegar a unicórnio (empresa avaliada em mil milhões de dólares), Manuel Pina admite que sim.</P><br />
<P>&#8220;Acho que nós muito facilmente vamos conseguir chegar ao unicórnio. Na verdade, em Portugal, eu diria que nos próximos dois anos deveremos conseguir chegar a líderes de categoria&#8221;, acrescenta o CEO e fundador da startup de contabilidade de nova geração, que usa inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;Isto quer dizer que nós, pela fragmentação do mercado, conseguimos tornar-nos líderes em termos de número de clientes em Portugal de uma forma relativamente rápida e com isso construímos um negócio bastante respeitável&#8221;, prossegue.</P><br />
<P>Mas &#8220;a nossa ambição vai um bocadinho além disso: A razão pela qual nós começámos a Tally foi precisamente porque a contabilidade em Portugal e na maior parte da Europa é muito fragmentada e existem muitos prestadores com serviços muito díspares&#8221;, diz Manuel Pina.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que há espaço para que seja criado um conjunto de empresas como a Tally de nova geração&#8221;, salienta.</P><br />
<P>Sobre um dos debates do momento, que é a IA no setor da defesa e se a Europa precisa de uma regulação nesta matéria, Manuel Pina afirma: &#8220;Acho que a regulação na Europa se calhar precisa de melhorar, mas já é das mais aprofundadas que existem&#8221;.</P><br />
<P>Sublinhando que não é um especialista da IA na defesa, o CEO da Tally dá um exemplo que pode servir de reflexão.</P><br />
<P>Por exemplo, &#8220;o nosso agente [de IA] é muito pouco competente fora da contabilidade&#8221;, pelo que &#8220;se pedir ao nosso agente para lhe dar uma receita de um bolo de chocolate, ele não vai saber&#8221;.</P><br />
<P>Isto &#8220;porque aquilo que nós estamos a fazer é limitar, neste caso, o cérebro do agente em si para apenas aquilo que nós lhe damos como áreas de competências&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>&#8220;Acho que o caminho vai ser cada vez mais esse&#8221;, em que &#8220;limitamos quais é que são as áreas de atuação&#8221;, enfatiza Manuel Pina.</P><br />
<P>Ou seja, &#8220;isso é uma boa forma de limitar qual é que é, neste caso, o perigo ou o risco dos agentes&#8221;.</P><br />
<P>A tecnológica marcou presença na SIM Conference, que decorreu no Porto entre 14 e 15 de maio no Porto, organizada pela Startup Portugal, e promete transformar o setor da contabilidade em Portugal com IA.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766846]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Espanha, Itália, Alemanha e Reino Unido são apostas de expansão da Tally</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-espanha-italia-alemanha-e-reino-unido-sao-apostas-de-expansao-da-tally/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 08:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo (CEO) da Tally, empresa de contabilidade de nova geração, afirma, em entrevista à Lusa, que dentro de 12 meses a startup pretende expandir, com Espanha, Itália, Alemanha e Reino Unido na mira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto, 23 mai 2026 (Lusa) &#8211; O presidente executivo (CEO) da Tally, empresa de contabilidade de nova geração, afirma, em entrevista à Lusa, que dentro de 12 meses a startup pretende expandir, com Espanha, Itália, Alemanha e Reino Unido na mira.</P><br />
<P>&#8220;Admitimos e queremos sair de Portugal tão cedo quanto possível&#8221;, diz Manuel Pina, que também é fundador da startup portuguesa que usa inteligência artificial [IA], quando questionado sobre a expansão internacional.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que nos próximos 12 meses vamos começar a fazer as primeiras incursões para fora de Portugal, temos uma lista de mercados em mente&#8221;, prossegue o CEO. </P><br />
<P>Espanha, Itália, Alemanha e Reino Unido &#8220;fazem parte desta, vou-lhe chamar de &#8216;short list'&#8221;, mas &#8220;a ordem com que vamos fazer isso não é clara, mas será provavelmente um destes&#8221;. </P><br />
<P>Na Tally trabalham 10 pessoas, a maior parte engenheiros e contabilistas: &#8220;Estamos agora à procura de posições para equipas de marketing e de vendas&#8221;, adianta Manuel Pina.</P><br />
<P>Quanto à meta de faturação de 600 mil euros neste primeiro ano de atividade, esta mantém-se.</P><br />
<P>&#8220;Sim, mantemos as metas. Na verdade, desde que anunciámos que estávamos a operar publicamente, os objetivos têm sido superados e, portanto, as métricas mantêm-se para já porque ainda passou relativamente pouco tempo, mas eu estou bastante otimista que vamos inclusive muito ultrapassá-las&#8221;, refere o responsável.</P><br />
<P>Sobre se têm vindo a ganhar clientes, Manuel Pina é perentório: &#8220;Sim, acima de tudo o que nós temos notado é a conversão de uma primeira chamada, por exemplo, da apresentação do produto para um cliente, que é mais alta do que aquela que nós esperávamos&#8221;.</P><br />
<P>Isto é o mesmo que dizer que &#8220;quando nós mostramos o nosso produto, os clientes estão interessados em seguir connosco. Particularmente relevante para empresas que já estão formadas. Ou seja, nós estamos a ser surpreendidos com muitos clientes que decidiram trocar de contabilista para a nossa solução&#8221;, argumenta Manuel Pina.</P><br />
<P>A tecnológica marcou presença na SIM Conference, que decorreu no Porto entre 14 e 15 de maio no Porto, organizada pela Startup Portugal, e promete transformar o setor da contabilidade em Portugal com IA.</P><br />
<P>Manuel Pina refere que a presença da Tally no evento foi &#8220;para sentir o pulso do mercado&#8221; e também por existirem no evento &#8220;muitas startups que são potenciais clientes&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;existem investidores, pessoas da área de tecnologia que para nós é importante estar em contacto e é uma boa oportunidade para falarmos com alguns dos nossos investidores&#8221;, prossegue. </P><br />
<P>Igualmente é uma &#8220;ótima oportunidade para vermos algumas das empresas que são mais parecidas connosco, existem empresas de contabilidade, empresas que estão a construir agentes de inteligência artificial aplicados a produtos financeiros, mas não só. É uma forma de nós irmos recebendo algum desse input, algum desse conhecimento&#8221;, explica Manuel Pina. </P><br />
<P>Sobre se têm muita concorrência na área que operam, o CEO da Tally afirma que não.</P><br />
<P>&#8220;Como uma empresa como a nossa, 100% AI native, se quisermos, não existe&#8221;, remata.</P><br />
<P>Isto porque &#8220;somos os primeiros na Europa a fazer isso. Existem concorrências de escritórios de contabilidade mais tradicionais, grandes e pequenos, porque no final do dia o cliente escolhe entre nós ou o seu contabilista, o contabilista tradicional, mas a maior parte dos escritórios não usam ferramentas de inteligência artificial ou não usam ferramentas de automação como nós estamos a implementar de raiz&#8221;.</P><br />
<P>A Tally, acrescenta, oferece um serviço &#8220;a um preço mais baixo&#8221;, o qual &#8220;começa nos 60 euros por mês&#8221;, um valor abaixo da maior parte dos escritórios de contabilidade.</P><br />
<P>Sobre como vê o mercado de IA, diz que a tendência &#8220;vai ser a entrega do resultado, não necessariamente do serviço em si&#8221;.</P><br />
<P>No caso a contabilidade, &#8220;preciso de assinar as declarações do IVA por um contabilista certificado e preciso de as entregar à Autoridade Tributária e um agente [IA] não pode fazer isso, a lei não permite que o agente faça isso&#8221;. </P><br />
<P>Portanto, &#8220;aquilo que eu sinto que vai acontecer é cada vez mais o &#8216;human-in-the-loop [com supervisão humana], em que os agentes vão facilitar o trabalho dos humanos, mas os humanos não vão desaparecer totalmente&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>No caso da Tally e, em particular, da contabilidade, &#8220;o que eu acho é que os contabilistas certificados vão continuar no &#8216;loop&#8217;, vão continuar a ser relevantes, cada vez mais como um papel consultivo e de validação do trabalho do agente, do que necessariamente como um papel de execução&#8221;, conclui o CEO.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766845]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IRS: Como declarar a pensão de alimentos? Veja neste guia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio do irs]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
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					<description><![CDATA[Por altura de entrega da declaração de IRS, alertou a DECO PROteste, a pensão de alimentos deve ser declarada por ambos os pais – por aquele que a paga e pelo que a recebe
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que, em caso de divórcio ou de separação, um dos pais fica com a guarda exclusiva dos filhos, estes têm direito ao pagamento de uma pensão de alimentos por parte do outro progenitor, para suportar as despesas relacionadas com alimentação e demais gastos do dia-a-dia da criança ou do jovem, como é o caso do vestuário ou das despesas de educação, por exemplo.</p>
<p>Por altura de entrega da declaração de IRS, alertou a DECO PROteste, a pensão de alimentos deve ser declarada por ambos os pais – por aquele que a paga e pelo que a recebe.</p>
<p><strong>Quem paga a pensão: como declarar</strong><br />
Quem paga a pensão de alimentos deve declará-la no quadro 6A do anexo H. Esses montantes são dedutíveis em 20%, desde que estejam homologados pelo tribunal, não havendo um limite máximo para esse valor. O total está, no entanto, sujeito ao teto das deduções à coleta do respetivo rendimento.</p>
<p>A pensão de alimentos deixa, contudo, de ser dedutível no IRS se o contribuinte apresentar despesas com os dependentes, como as de educação, por exemplo.</p>
<p>Por agora, estão excluídos do IRS Automático os contribuintes que tenham pago pensões de alimentos.</p>
<p><strong>Quem recebe a pensão: como declarar</strong><br />
Se o contribuinte receber pensão de alimentos, deve declarar esses rendimentos no quadro 4A do anexo A, com o código 405, identificando o dependente ou dependentes e o contribuinte que paga a pensão. Ao valor recebido são automaticamente descontados 4104 euros, e só o restante (se houver) é tributado.</p>
<p>Recorde-se que a dispensa da entrega de IRS – prevista na lei, por exemplo, para quem aufira um rendimento de trabalho dependente ou pensões que não exceda os 8500 euros – não abrange quem aufere pensões de alimentos acima dos 4350,24 euros.</p>
<p>O valor da pensão de alimentos só pode ser declarado no IRS quando estipulado pelo tribunal ou se resultar de um acordo entre as partes, regulado e registado numa conservatória.</p>
<p>Caso o progenitor opte por pagar uma pensão de alimentos mais elevada do que a inicialmente prevista, o pedido de atualização do valor deve ser dirigido ao juiz do tribunal da área da residência do dependente. O mesmo se aplica à redução desse valor, nas situações em que o progenitor se debata com a diminuição abrupta dos seus rendimentos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766562]]></sapo:autor>
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		<title>Uso de leis coloniais anti-LGBT+ sob pretexto de &#8220;valores africanos&#8221; é paradoxal &#8211; ONG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma representante da organização ILGA em África explicou hoje à Lusa que o continente enfrenta o paradoxo de líderes usarem o argumento dos "valores africanos" para defenderem leis anti-LGBT+, pois essa legislação foi introduzida pelas potências coloniais europeias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma representante da organização ILGA em África explicou hoje à Lusa que o continente enfrenta o paradoxo de líderes usarem o argumento dos &#8220;valores africanos&#8221; para defenderem leis anti-LGBT+, pois essa legislação foi introduzida pelas potências coloniais europeias. </P><br />
<P>&#8220;É um paradoxo profundo: Os mesmos líderes que invocam os &#8220;valores africanos&#8221; para defender estas leis [anti-LGBT+] estão, na verdade, a defender uma herança jurídica colonial&#8221;, explicou à Lusa, por escrito, a responsável pela comunicação da organização Pan Africa ILGA, Arlana Shikongo.</P><br />
<P>&#8220;A narrativa de que a homossexualidade é &#8216;anti-africana&#8217; foi ela própria construída pelas potências coloniais para reprimir as sexualidades africanas e impor os códigos morais europeus. Utilizar essa narrativa hoje como um escudo contra as obrigações de direitos humanos não é uma afirmação da identidade africana, mas sim a continuação da lógica colonial. Que ironia!&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Questionada sobre se o recente endurecimento das penas contra as pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais (LGBT+) no Senegal, nação vizinha da Guiné-Bissau, representa um caso isolado ou faz parte de uma tendência mais ampla em África, respondeu: &#8220;O Senegal é apenas o mais recente exemplo de um padrão de escalada legislativa que incluiu a Lei Anti-Homossexualidade do Uganda, em 2023, o projeto de lei anti-LGBT+ atualmente em curso no Gana, o Mali em 2024 e o Burkina Faso em 2025&#8221;.</P><br />
<P>De forma geral, pelo menos 30 dos 54 países africanos já criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. </P><br />
<P>&#8220;Portanto, o que estamos a testemunhar é uma tendência regional e não apenas uma série de desenvolvimentos domésticos sem ligação entre si&#8221;, indicou a especialista em direitos humanos.</P><br />
<P>Para Arlana Shikongo, 2026 tem sido marcado por um caminho de regressão, &#8220;e isso reflete-se nos esforços globais de direitos humanos. Não apenas nos direitos LGBT+, mas também nos direitos das mulheres, por exemplo&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, destacou que existem exceções: &#8220;Países da região austral, como Botsuana, Angola, Maurícias e Namíbia, descriminalizaram nos últimos anos, embora isso também tenha as suas nuances. E depois, claro, a África do Sul, que continua a ser o exemplo mais forte de proteção jurídica no continente&#8221;.</P><br />
<P>Estas leis têm sido usadas como ferramenta de mobilização popular e distração política, defendeu. </P><br />
<P>&#8220;A legislação e a retórica anti-LGBT+ têm sido utilizadas para consolidar o apoio eleitoral e posicionar os líderes como defensores da cultura nacional contra a interferência externa. É uma estrutura política poderosa porque evoca soberania, religião e tradição ao mesmo tempo&#8221;, explicou. </P><br />
<P>Por exemplo, no Burkina Faso e no Mali, os governos que chegaram ao poder através de golpes de Estado utilizaram a legislação anti-LGBT+ &#8220;como parte de uma postura política nacionalista e anti-ocidental mais ampla&#8221;.</P><br />
<P>Existem líderes africanos que &#8220;optam por visar as pessoas LGBT+ para desviar as atenções do desemprego, da dívida, da corrupção e dos verdadeiros fracassos das suas políticas&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Consequentemente, as pessoas desta comunidade tendem a isolar-se ou a ter uma vida dupla.  </P><br />
<P>&#8220;No Senegal, neste exato momento, as pessoas que vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana [VIH] têm medo de aceder aos serviços por receio de serem identificadas como LGBT+. (&#8230;) As consequências para a saúde pública estender-se-ão além das comunidades LGBT+&#8221;, alertou. </P><br />
<P>Questionada sobre que países africanos impõem as penas mais severas, indicou que o Uganda, ao abrigo da lei de 2023, pode condenar à pena de morte &#8220;casos de homossexualidade agravada&#8221;.</P><br />
<P>Também a Somália, a Mauritânia, a Nigéria (nos estados que aplicam a lei Sharia) e o Sudão permitem a condenação por pena de morte, acrescentou.</P><br />
<P>Por fim, Arlana Shikongo lamentou que o continente esteja a viver um momento de regressão, mas salvaguardou que as comunidades continuam a lutar.</P><br />
<P>&#8220;A regressão é real, mas não é a história toda, e também não é o fim da história. A luta continua e há pessoas a trabalhar arduamente todos os dias para continuar a lutar pelas liberdades civis, pelos direitos humanos e pela justiça&#8221;, defendeu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766844]]></sapo:autor>
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		<title>Líderes africanos procuram financiamento &#8220;num mundo fragmentado&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 3.000 participantes, incluindo ministros das Finanças e governadores de bancos centrais dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP), são esperados a próxima semana em Brazzaville para discutir necessidades urgentes de financiamento do continente "num mundo fragmentado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 3.000 participantes, incluindo ministros das Finanças e governadores de bancos centrais dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP), são esperados a próxima semana em Brazzaville para discutir necessidades urgentes de financiamento do continente &#8220;num mundo fragmentado&#8221;.</P><br />
<P>De 25 a 29 de maio a capital da República do Congo torna-se o centro financeiro de África ao acolher as reuniões anuais do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), sob o tema &#8220;Mobilizar recursos em larga escala para financiar o desenvolvimento de África num mundo fragmentado&#8221;.</P><br />
<P>Representantes dos 81 países membros, incluindo chefes de Estado, ministros das Finanças, ministros do Planeamento e governadores de bancos centrais, vão analisar os progressos alcançados ao longo do último ano e os grandes desafios que se avizinham.</P><br />
<P>Em conferência de imprensa, que antecedeu a reunião anual, responsáveis do BAD admitiram que o continente se encontra num momento crítico de desenvolvimento, &#8220;marcado por um crescente défice de financiamento num contexto geopolítico e económico global em rápida transformação&#8221; num mundo cada vez &#8220;mais fragmentado, que tem contribuído para a redução do financiamento ao desenvolvimento do continente africano&#8221;.</P><br />
<P>Na mesma conferência de imprensa, Kevin Urama, economista-chefe e vice-presidente para a Governação Económica e Gestão do Conhecimento do BAD, recordou que África &#8220;necessita de pelo menos entre 184 mil milhões de dólares (158 mil milhões de euros) e 221 mil milhões de dólares (190 mil milhões de euros) para responder às suas necessidades de financiamento de infraestruturas&#8221;.</P><br />
<P>Para além disso, especificou que o continente precisa anualmente de cerca de 400 mil milhões de dólares (345 mil milhões de euros) &#8220;para acelerar a sua transformação estrutural&#8221;.</P><br />
<P>O BAD considera que a atual fragmentação económica e geopolítica tem colocado entraves ao financiamento ao desenvolvimento visto que as maiores potências mundiais estão a alocar &#8220;recursos para garantir a sua própria supremacia militar, económica e financeira, em detrimento da cooperação internacional para o desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, no seu relatório African Economic Outlook 2025 estima que o continente tem capacidade própria para mobilizar cerca de 1,43 biliões de dólares, um valor suficiente para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030.</P><br />
<P>Isto, sustenta, se for capaz de desenvolver as políticas adequadas, o combate à fuga de recursos e a melhoria da governação institucional e económica.</P><br />
<P>&#8220;África precisa de utilizar os recursos de que dispõe para criar capacidade de atuação e afirmar a sua autonomia financeira nos mercados globais&#8221;, frisou a instituição.</P><br />
<P>Durante as reuniões anuais em Brazzaville, presididas por Sidi Ould Tah, eleito o nono presidente do Grupo BAD há um ano, vai ser lançado o &#8220;African Economic Outlook 2026&#8221; e os líderes africanos vão analisar o relatório anual sobre as finanças, operações e outras atividades do BAD e do fundo no exercício financeiro anterior.</P><br />
<P>O programa incluirá um Diálogo dos governadores e outros eventos como as comemorações do Dia de África, a 25 de maio, assinalando a criação da Organização da Unidade Africana, atualmente União Africana.</P><br />
<P>São esperados vários ministros e governadores de bancos centrais de países africanos de língua portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766843]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão acusa Estados Unidos de sabotarem negociações para fim da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão acusou hoje os Estados Unidos de sabotarem as negociações para o fim da guerra com "exigências excessivas", perante uma mudança de agenda por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre um eventual reatamento dos ataques.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão acusou hoje os Estados Unidos de sabotarem as negociações para o fim da guerra com &#8220;exigências excessivas&#8221;, perante uma mudança de agenda por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre um eventual reatamento dos ataques.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, queixou-se ao secretário-geral da ONU, António Guterres, das &#8220;posições contraditórias e das repetidas exigências excessivas&#8221; dos Estados Unidos, noticiaram as agências iranianas Tasnim e Fars. </P><br />
<P>Segundo Araghchi, estes fatores &#8220;estão a prejudicar o processo negocial liderado pelo Paquistão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar da profunda desconfiança em relação aos Estados Unidos, a República Islâmica do Irão tem-se empenhado neste processo diplomático com sentido de responsabilidade e a máxima seriedade, e está a esforçar-se para alcançar um resultado razoável e equitativo&#8221;, acrescentou o ministro iraniano, citado pelas agências. </P><br />
<P>O líder do Exército paquistanês, marechal Asim Munir, chegou a Teerão na sexta-feira, no âmbito dos esforços de mediação do seu país. </P><br />
<P>Segundo a agência de notícias Irna, manteve um encontro demorado com Araghchi sobre &#8220;os mais recentes esforços e iniciativas diplomáticas destinadas a evitar uma maior escalada&#8221;.</P><br />
<P>O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghai, já tinha declarado que as divergências entre Teerão e Washington continuam &#8220;profundas&#8221;. </P><br />
<P>De acordo com Baghai, questões como o fim da guerra em todas as frentes, incluindo no Líbano, a situação no estreito de Ormuz e o bloqueio norte-americano aos portos iranianos continuam &#8220;por resolver&#8221;, assim como a questão nuclear. </P><br />
<P>O Qatar, diretamente afetado pela guerra iniciada pelos Estados Unidos e por Israel em 28 de fevereiro, e outros países da região procuram simultaneamente esforços alternativos de mediação. </P><br />
<P>Teerão confirmou a visita de uma delegação do Qatar na sexta-feira. </P><br />
<P>A imprensa norte-americana noticiou que Washington estaria a considerar novos ataques contra Teerão.</P><br />
<P>Segundo a CBS News, os militares norte-americanos estão a preparar-se para possíveis bombardeamentos durante o fim de semana. </P><br />
<P>Na sexta-feira, Donald Trump reuniu os conselheiros mais próximos para discutir a guerra, noticiou o portal de notícias Axios, e anunciou que não poderá estar presente no casamento do filho mais velho, Don Jr., nas Bahamas, este fim de semana, para permanecer em Washington, por &#8220;razões relacionadas com assuntos de Estado&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766842]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Elétrico de Sintra regressa hoje à circulação após mais de 3 meses parado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eletrico-de-sintra-regressa-hoje-a-circulacao-apos-mais-de-3-meses-parado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O histórico Elétrico de Sintra volta este sábado a circular entre a vila de Sintra e a Praia das Maçãs, depois de mais de três meses com o serviço suspenso devido aos efeitos das condições meteorológicas adversas registadas no início do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O histórico Elétrico de Sintra volta este sábado a circular entre a vila de Sintra e a Praia das Maçãs, depois de mais de três meses com o serviço suspenso devido aos efeitos das condições meteorológicas adversas registadas no início do ano.</p>
<p>O regresso da operação foi anunciado pela Câmara Municipal de Sintra, que confirmou a retoma das viagens após a conclusão dos trabalhos de limpeza e manutenção realizados ao longo dos últimos meses.</p>
<p>Considerado um dos ex-líbris turísticos do concelho, o Elétrico de Sintra é conhecido pelo percurso panorâmico que atravessa zonas arborizadas e paisagens naturais entre o centro histórico da vila e a linha costeira.</p>
<p>O percurso do elétrico liga a zona histórica de Sintra à Praia das Maçãs ao longo de quase 13 quilómetros, numa viagem com duração aproximada de 45 minutos.</p>
<p>A linha é particularmente procurada durante os meses de primavera e verão, tanto por turistas como por visitantes da região, devido ao carácter histórico da composição e à paisagem envolvente.</p>
<p>O serviço esteve interrompido desde 5 de fevereiro, altura em que a circulação foi suspensa temporariamente por causa da “acumulação de resíduos na via”, provocada pelas condições meteorológicas adversas, segundo explicou a autarquia.</p>
<p><strong>Linha foi alvo de limpeza e manutenção</strong><br />
Durante o período de suspensão, toda a linha ferroviária esteve a ser intervencionada para garantir condições de segurança adequadas.</p>
<p>De acordo com a Câmara Municipal de Sintra, foram realizados trabalhos de limpeza integral da via com o objectivo de “garantir a segurança dos passageiros, trabalhadores e equipamentos”.</p>
<p>Além da remoção de resíduos acumulados ao longo do trajecto, foi também efectuada “manutenção preventiva e correctiva da linha aérea”.</p>
<p>Os trabalhos permitiram preparar a infraestrutura para o regresso da operação numa altura em que aumenta a procura turística na região.</p>
<p><strong>Um símbolo histórico de Sintra desde 1904</strong><br />
O Elétrico de Sintra existe desde 1904 e faz parte do património histórico e turístico do concelho.</p>
<p>Inicialmente, a linha funcionava apenas entre a Vila Velha de Sintra e São Sebastião de Colares. No verão do ano seguinte, o trajecto foi prolongado até à Praia das Maçãs, criando a ligação que ainda hoje se mantém.</p>
<p>Ao longo de mais de um século de funcionamento, o elétrico tornou-se uma das imagens mais emblemáticas da região de Sintra.</p>
<p><strong>Horários das viagens durante a primavera e verão</strong><br />
Durante os meses de primavera e verão, as partidas a partir da zona histórica de Sintra realizam-se às 10h20, 12h10, 14h00, 15h00, 16h00 e 17h00.</p>
<p>No sentido inverso, com saída da Praia das Maçãs, os horários estão marcados para as 11h15, 13h05, 15h00, 16h00, 17h00 e 18h00.</p>
<p><strong>Bilhetes custam entre 2,50 e 5 euros</strong><br />
O preço dos bilhetes para o Elétrico de Sintra varia consoante a idade e a condição dos passageiros.</p>
<p>Os adultos pagam 5 euros por viagem, enquanto os jovens entre os sete e os 18 anos, os seniores com mais de 65 anos e os munícipes beneficiam de tarifa reduzida de 2,50 euros.</p>
<p>As crianças até aos seis anos podem viajar gratuitamente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766563]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dança, circo e recriações: Castelo de São Jorge abre esta noite para uma experiência histórica imersiva (e é grátis)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo de São Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/vai-ser-possivel-visitar-o-castelo-de-sao-jorge-a-noite-sem-pagar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Castelo de São Jorge, um dos monumentos mais emblemáticos de Lisboa, volta este sábado a abrir portas para uma programação noturna especial integrada nas comemorações da Noite Europeia dos Museus.</p>
<p>A iniciativa permite visitar gratuitamente o monumento durante a noite e participar em várias atividades culturais e históricas que prometem transportar os visitantes para diferentes períodos do passado de Lisboa.</p>
<p>A programação inclui espetáculos circenses, recriações históricas, dança, visitas guiadas e encenações inspiradas na vida medieval e islâmica da cidade.</p>
<p><strong>Espetáculo circense marca início da programação</strong><br />
As atividades arrancam às 21h30 com um espetáculo circense cómico apresentado por artistas do Chapitô, recebendo os visitantes no interior do Castelo de São Jorge.</p>
<p>Ao longo da noite, o espaço histórico transforma-se num cenário de animação contínua, com diferentes experiências imersivas distribuídas pelas muralhas e áreas arqueológicas do monumento.</p>
<p><strong>Danças inspiradas em Gil Vicente recriam ambiente da corte</strong><br />
Um dos momentos centrais da programação acontece às 22h00 e às 23h00 com a apresentação “O Século XV com Gil Vicente”.</p>
<p>O espetáculo recria, através de danças temáticas, o ambiente festivo das cortes dos séculos XV, XVI e XVII, inspirado na obra do dramaturgo português Gil Vicente.</p>
<p>Segundo a organização, os visitantes serão convidados a integrar a própria encenação histórica.</p>
<p>“Ao longo da noite, os visitantes tornam-se parte da ação, viajando no tempo: entre as danças de corte inspiradas na obra de Gil Vicente, o quotidiano dos Homens de Armas de D. Afonso Henriques e as vivências islâmicas da Alcáçova”, refere o monumento.</p>
<p><strong>Visitas noturnas às casas islâmicas do castelo</strong><br />
A programação inclui também a visita guiada “As Casas Islâmicas à Noite”, destinada a dar a conhecer os vestígios arqueológicos preservados no interior das muralhas do Castelo de São Jorge.</p>
<p>A atividade realiza-se em três horários diferentes: às 22h00, às 22h30 e às 23h00.</p>
<p>Os participantes poderão explorar os espaços arqueológicos associados ao período islâmico de Lisboa e conhecer elementos históricos ligados à antiga Alcáçova.</p>
<p><strong>Recriação medieval mostra vida dos Homens de Armas</strong><br />
Em simultâneo com as visitas guiadas, decorre também a recriação histórica “Os Homens de Armas de El Rei D. Afonso Henriques”.</p>
<p>A apresentação pretende mostrar aos visitantes como era o quotidiano de um Homem de Armas durante a Idade Média.</p>
<p>A iniciativa inclui exposições de armaria, tendas medievais e recriações de ambientes ligados à preparação militar e à vida da nobreza medieval.</p>
<p>Os visitantes poderão observar demonstrações de patrulhamento dos Homens de Armas, conhecer os aposentos de viagem de um casal nobre e explorar diferentes cenários históricos montados no recinto do castelo.</p>
<p>A Noite Europeia dos Museus é celebrada anualmente em vários países europeus com abertura extraordinária de museus e monumentos durante a noite, promovendo o acesso gratuito à cultura e ao património histórico.</p>
<p>Em Lisboa, o Castelo de São Jorge é um dos espaços que tradicionalmente reúne maior procura durante esta iniciativa, graças à combinação entre património histórico, vistas panorâmicas sobre a cidade e programação cultural imersiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762993]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Sobe para 82 número de pessas mortas em mina de carvão no norte da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 82 pessoas morreram na sequência de uma explosão de gás na mina de Liushenyu, na província chinesa de Shanxi, norte da China, de acordo com um novo balanço divulgado hoje pela agência de notícias estatal Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 82 pessoas morreram na sequência de uma explosão de gás na mina de Liushenyu, na província chinesa de Shanxi, norte da China, de acordo com um novo balanço divulgado hoje pela agência de notícias estatal Xinhua.</P><br />
<P>A explosão ocorreu às 19:29 locais (12:29 em Lisboa) de sexta-feira, nesta mina situada na área de Qinyuan, quando estavam a trabalhar 247 pessoas no local, informou a Xinhua.</P><br />
<P>O número de mortos tem vindo a aumentar ao longo do dia: num primeiro balanço divulgado esta manhã, as autoridades avançaram com oito mortos, 201 pessoas retiradas com vida e 38 presas no interior.</P><br />
<P>A televisão estatal chinesa CCTV indicou que, além dos 82 mortos, nove pessoas continuam desaparecidas.</P><br />
<P>As autoridades ainda não detalharam as circunstâncias concretas em que ocorreu a explosão, indicando apenas que os trabalhos de resgate continuam em curso.</P><br />
<P>A Xinhua indicou que um responsável da empresa proprietária da mina ficou sob custódia das autoridades, numa medida que aponta para o início da averiguação de possíveis responsabilidades pela explosão.</P><br />
<P>O Presidente chinês, Xi Jinping, já veio pedir que as operações de busca sejam reforçadas e que se preste assistência aos feridos, que se investiguem as causas da explosão e apurem responsabilidades.</P><br />
<P>O vice-primeiro-ministro Zhang Guoqing deslocou-se ao local para acompanhar os trabalhos de resgate e a gestão pós-acidente.</P><br />
<P>As minas de carvão, material com o qual a China gera cerca de 60% da energia, continuam a registar uma elevada taxa de acidentes, embora nos últimos anos o número de acidentes mortais tenha diminuído significativamente.</P><br />
<P>O setor mineiro chinês registou mais de 3.000 mortes entre 2018 e 2023, um número que, no entanto, representa uma diminuição de 53,6% em relação ao quinquénio anterior, de acordo com dados oficiais. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766841]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de mil imigrantes ilegais saíram do país através do retorno voluntário desde 2025 &#8211; PSP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de mil imigrantes em situação irregular em Portugal, a maioria brasileiros, regressaram ao país de origem de forma voluntária desde a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP, em agosto de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de mil imigrantes em situação irregular em Portugal, a maioria brasileiros, regressaram ao país de origem de forma voluntária desde a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP, em agosto de 2025.</P><br />
<P>Dados avançados à Lusa pela PSP, numa altura em que está em discussão no parlamento a proposta do Governo que visa acelerar os procedimentos de afastamento de estrangeiros em situação irregular, conhecida como lei do retorno, indicam que 1.086 imigrantes saíram de Portugal ao abrigo do programa retorno voluntário desde o ano passado, sendo a maior parte cidadãos de nacionalidade brasileira.</P><br />
<P>Desde que tem a responsabilidade da área do retorno de estrangeiros, competência que adquiriu com a UNEF, que a PSP privilegia a saída voluntária em vez do afastamento forçado, permitindo que imigrantes em situação irregular deixem o país de forma assistida e humanitária.</P><br />
<P>Segundo a PSP, 665 imigrantes regressaram ao país de origem no âmbito do retorno voluntário no ano passado, 348 dos quais ao abrigo de um programa da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e 317 pela agência europeia de controlo de fronteiras Frontex.</P><br />
<P>Este ano e até abril deste ano foram já 421 imigrantes que saíram de Portugal ao abrigo do retorno voluntário, dos quais 244 pela Frontex e 177 pela OIM. </P><br />
<P> A Polícia de Segurança Pública esclareceu que os imigrantes que usufruem do programa de retorno voluntário não são expulsos, uma vez que regressam ao país de origem por vontade própria.</P><br />
<P>Na resposta enviada à Lusa, a PSP destacou o aumento de expulsões através do processo coercivo de imigrantes em situação irregular, uma subida que está diretamente relacionada com a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras.</P><br />
<P>Desde 2024 e até abril deste ano, a PSP expulsou do país 208 imigrantes em situação irregular, a maior parte desde 2025, dos quais 104 dizem respeito a processos de expulsão determinados pelos tribunais e 66 a afastamentos forçados (coercivos) de imigrantes em situação irregular.</P><br />
<P>Esta força de segurança especificou que em 2024 foram expulsos 52 imigrantes, 27 dos quais pelos tribunais e 14 de forma forçada, número que sobe para 84 em 2025 (55 pelos tribunais e 14 coercivos).</P><br />
<P> De acordo com a PSP, este ano e até abril deste ano foram expulsos 77 imigrantes em situação irregular, 22 dos quais pelos tribunais e 38 através dos processo de afastamento coercivos. </P><br />
<P>Com a extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), em outubro de 2023, algumas competências deste serviço de segurança, nomeadamente o controlo das fronteiras aéreas, passaram para a esfera da PSP, que desde 21 de agosto do ano passado alargou as competências com a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, nomeadamente as operações de afastamento, readmissão e retorno de pessoas em situação irregular, que tinham sido atribuídas à Agência para a Integração Migrações e Asilo (AIMA).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766840]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trabalhar no verão? Um guia para os jovens juntarem &#8216;uns trocos&#8217; nesta época</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trabalhar-no-verao-um-guia-para-os-jovens-juntarem-uns-trocos-nesta-epoca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada iminente do verão 2026, muitos jovens procuram oportunidades para ganhar experiência profissional, desenvolver novas competências e, claro, fazer algum dinheiro extra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="top-wrapper" data-v-cfee715d="">
<div class="post-excerpt" data-v-cfee715d="">
<div class="rich-text-container" data-v-cfee715d="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Com a chegada iminente do verão 2026, muitos jovens procuram oportunidades para ganhar experiência profissional, desenvolver novas competências e, claro, <strong data-v-1d41837b="">fazer algum dinheiro extra</strong>.</p>
</div>
</div>
</div>
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<div class="rich-text-container" data-v-cfee715d="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Os <strong data-v-1d41837b="">trabalhos de verão</strong> são uma excelente forma de aproveitar os meses quentes para juntar algum rendimento, conhecer novas pessoas e até explorar diferentes áreas profissionais. Desde a <strong data-v-1d41837b="">hotelaria </strong>e <strong data-v-1d41837b="">restauração</strong> até o <strong data-v-1d41837b="">trabalho remoto</strong> e <strong data-v-1d41837b="">freelancing</strong>, há inúmeras opções para quem quer aproveitar ao máximo esta época do ano.</p>
<p data-v-1d41837b="">No entanto, é essencial conhecer as <strong data-v-1d41837b="">regras laborais</strong>, os <strong data-v-1d41837b="">tipos de contrato</strong> e as <strong data-v-1d41837b="">obrigações fiscais</strong> para garantir  que tudo está em conformidade com a lei. Neste artigo, vamos explorar as melhores formas de encontrar um <strong data-v-1d41837b="">emprego de verão </strong>em Portugal, as principais oportunidades disponíveis e dicas para fazeres do teu verão uma experiência produtiva e rentável.</p>
<h2 id="heading-1" data-v-1d41837b="">O que são trabalhos de verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Os <strong data-v-1d41837b="">trabalhos de verão</strong> são empregos temporários que normalmente ocorrem entre os meses de <strong data-v-1d41837b="">junho e setembro</strong>, coincidindo com as férias escolares e a época turística em <strong data-v-1d41837b="">Portugal</strong>. Estes trabalhos são populares entre <strong data-v-1d41837b="">jovens estudantes</strong> e profissionais que procuram <strong data-v-1d41837b="">ganhar experiência</strong>, <strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/blog/conta-poupanca" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">aumentar as suas poupanças</a></strong> ou simplesmente <strong data-v-1d41837b="">ocupar o tempo </strong>durante as férias.</p>
<p data-v-1d41837b="">Embora tenham uma duração limitada, os trabalhos de verão podem ser uma excelente oportunidade para <strong data-v-1d41837b="">desenvolver novas competências</strong>, <strong data-v-1d41837b="">fazer contactos profissionais </strong>e até descobrir áreas de interesse para futuras carreiras. Para além disso, são uma ótima forma de ganhar independência financeira e explorar novos ambientes de trabalho.</p>
<h2 id="heading-2" data-v-1d41837b="">Como arranjar trabalho de verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Encontrar um <strong data-v-1d41837b="">emprego de verão </strong>pode ser uma excelente forma de ganhar experiência e algum rendimento extra. Além disso, é uma ótima maneira de desenvolver competências que podem ser úteis no futuro, como <strong data-v-1d41837b="">trabalho de equipa</strong>, <strong data-v-1d41837b="">comunicação </strong>e <strong data-v-1d41837b="">gestão do tempo</strong>. Aqui estão algumas dicas para te ajudar:</p>
<ol data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Preparar um bom CV — </strong>Mesmo sem experiência, destaca as tuas competências, atividades extracurriculares e disponibilidade. Inclui experiências como voluntariado, projetos escolares ou atividades desportivas;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Escreve uma carta de apresentação — </strong>Personaliza a carta para cada empresa, mostrando o teu interesse específico no setor;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Procura ativamente —</strong> Visita sites de emprego como o Indeed, LinkedIn e Sapo Emprego. Também podes visitar estabelecimentos locais e entregar o currículo pessoalmente;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Utiliza as redes sociais — </strong>Grupos no Facebook ou comunidades locais podem ter anúncios de vagas temporárias;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Contacta agências de trabalho temporário —</strong> Empresas como a Randstad, Timing e Adecco oferecem oportunidades sazonais em diversas áreas, como restauração, hotelaria, comércio e logística;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Aproveita feiras de emprego e eventos locais —</strong> Muitas universidades e municípios organizam feiras de emprego antes do verão, onde podes conhecer diretamente os empregadores e entregar o teu currículo.</p>
</li>
</ol>
<h2 id="heading-3" data-v-1d41837b="">Que tipos de trabalho se encontram no verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Durante o verão, há uma maior procura por trabalhadores em setores como:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Turismo e hotelaria — </strong>Rececionistas, camareiros, guias turísticos, animadores em resorts e assistentes de piscina.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Restauração —</strong> Empregados de mesa, cozinheiros, bartenders, baristas e pessoal de cozinha.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Comércio —</strong> Assistentes de loja, operadores de caixa e promotores de vendas em centros comerciais, mercados de verão e feiras sazonais.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Agricultura —</strong> Apanha de frutas, trabalhos em vinhas, corte de flores e outros trabalhos sazonais no campo, muito comuns em regiões como o Alentejo e Douro.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Eventos e festivais — </strong>Montagem de estruturas, apoio logístico, venda de bilhetes e assistência ao público em grandes eventos como festivais de música e feiras gastronómicas.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Estágios de verão —</strong> Algumas empresas oferecem programas de estágio para estudantes durante os meses de verão, o que pode ser uma excelente porta de entrada para o mercado de trabalho.</p>
</li>
</ul>
<div id="59d5e3ee-209e-4b64-96ab-fb6ecff536a5" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c=""></div>
</div>
<h3 data-v-1d41837b="">Quanto se ganha nos trabalhos de verão em Portugal?</h3>
<div id="d8afe37b-078d-4988-bdf9-68eebc2f4f2d" class="ark-table" data-v-1d41837b="" data-v-0244960c="">
<table data-v-0244960c="">
<thead data-v-0244960c="">
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Trabalho de verão</td>
<td data-v-0244960c="">Salário (média)</td>
</tr>
</thead>
<tbody data-v-0244960c="">
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Empregado de mesa</td>
<td data-v-0244960c="">590–1.400€</td>
</tr>
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Promotor de eventos</td>
<td data-v-0244960c="">6–10€ por hora</td>
</tr>
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Hotelaria em destinos de praia</td>
<td data-v-0244960c="">1.000€ (mais gorjetas)</td>
</tr>
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Explicações</td>
<td data-v-0244960c="">8–20€ por hora</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2 id="heading-4" data-v-1d41837b="">Como fazer dinheiro no verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Além dos empregos tradicionais, há várias formas criativas de fazer dinheiro no verão, que podem até tornar-se num negócio a longo prazo. Aqui estão algumas ideias:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Freelancing —</strong> Oferece serviços como design gráfico, tradução, edição de vídeo, gestão de redes sociais ou desenvolvimento de websites.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Venda de produtos —</strong> Se tens jeito para artesanato, podes vender peças únicas em mercados locais, feiras de verão ou até em plataformas como o Etsy e OLX.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Plataformas online —</strong> Participa em inquéritos remunerados, vende produtos em sites de segunda mão como Vinted ou Wallapop, ou cria conteúdo para redes sociais como Youtube, TikTok ou Instagram.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Aluguer de equipamentos ou espaços —</strong> Se tens equipamentos desportivos, como pranchas de surf, bicicletas ou tendas de campismo, podes alugá-los a turistas através de plataformas como Quiver ou Fat Llama.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Dog walking e pet sitting — </strong>Durante o verão, muitas famílias viajam e precisam de alguém para cuidar dos seus animais. Podes oferecer serviços de dog walking, pet sitting ou até mesmo cuidar de plantas para vizinhos e amigos.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Aulas particulares e explicações —</strong> Se tens conhecimento em alguma área específica, como matemática, línguas ou música, podes oferecer explicações ou aulas particulares durante as férias escolares.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Criação de conteúdo digital —</strong> Se tens jeito para fotografia, escrita ou design, podes criar conteúdos digitais para vender.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Tarefas locais —</strong> Muitos turistas precisam de serviços como guia turístico, motorista ou até ajuda com mudanças.</p>
</li>
</ul>
<div id="59d5e3ee-209e-4b64-96ab-fb6ecff536a5" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c=""></div>
</div>
<h2 id="heading-5" data-v-1d41837b="">Qual a legislação relativa a trabalhos de verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Em Portugal, a legislação laboral aplica-se também aos trabalhos de verão. A <strong data-v-1d41837b="">idade mínima para trabalhar é 16 anos</strong>, desde que tenhas concluído a escolaridade obrigatória ou estejas matriculado e a frequentar o ensino secundário.</p>
<p data-v-1d41837b="">Mesmo para trabalhos temporários, <strong data-v-1d41837b="">deve ser celebrado um contrato de trabalho</strong>, que pode ser a termo certo ou temporário. Tens direito a salário mínimo, subsídio de férias de Natal proporcionais ao tempo trabalhado, descanso semanal e seguro de acidentes de trabalho.</p>
<p data-v-1d41837b="">Em contratos a termo certo, pode ser estabelecido um período experimental, que geralmente dura entre 15 e 30 dias.</p>
<p data-v-1d41837b="">O trabalhador pode rescindir o contrato, mas deve respeitar o prazo de aviso prévio estabelecido no contrato, que pode variar consoante a duração do mesmo.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">Que tipo de contrato é habitual?</h3>
<p data-v-1d41837b="">Os contratos mais comuns para trabalhos de verão são:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Contrato a termo certo — </strong>Com uma duração definida, ideal para trabalhos sazonais que duram apenas alguns meses;</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Contrato de trabalho temporário —</strong> Celebrado através de uma empresa de trabalho temporário, que te coloca noutra empresa para uma tarefa específica, muitas vezes com a possibilidade de renovação;</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Ato isolado —</strong> Para prestações de serviço únicas e esporádicas, sem necessidade de abrir atividade nas Finanças, desde que não ultrapasses os 25.000 euros anuais.</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">
<h3 data-v-1d41837b="">Como declarar o IRS?</h3>
<p data-v-1d41837b="">Se trabalhaste durante o verão, deves <strong data-v-1d41837b="">declarar os rendimentos no IRS</strong>. Com contrato de trabalho, os rendimentos são automaticamente comunicados às Finanças pela entidade empregadora.</p>
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Se emitires um ato isolado</strong>, deves emitir a fatura-recibo no <a href="https://www.comparaja.pt/blog/portal-das-financas" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Portal das Finanças</a> e<strong data-v-1d41837b=""> incluir os rendimentos na declaração de IRS do ano seguinte.</strong></p>
<div id="7e8e3590-0914-46a7-a7d4-dcb5f078ddf8" class="tip-box color-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Isenção de IRS:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Estudantes dependentes que ganhem até 2.402 euros anuais (5 vezes o IAS) estão isentos de IRS.</p>
</div>
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<h2 id="heading-6" data-v-1d41837b="">Pode-se trabalhar sem o 12º ano?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Sim, é possível trabalhar sem ter concluído o 12º ano, desde que tenhas:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Idade mínima de<strong data-v-1d41837b=""> 16 anos;</strong></p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Concluído a escolaridade obrigatória</strong> (que varia conforme o ano de nascimento);</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Capacidade física e psíquica </strong>adequada ao posto de trabalho.</p>
</li>
</ul>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766560]]></sapo:autor>
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		<title>Juiz do Supremo brasileiro defende colegas no caso Master e fala em &#8220;défice de regulação&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 05:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro Gilmar Mendes disse à Lusa que o escândalo de corrupção do Banco Master, que poderá envolver altos cargos políticos e juízes da mais alta instância, é resultado de um "défice de regulação".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro Gilmar Mendes disse à Lusa que o escândalo de corrupção do Banco Master, que poderá envolver altos cargos políticos e juízes da mais alta instância, é resultado de um &#8220;défice de regulação&#8221;.</P><br />
<P>Gilmar Mendes, que organiza a 14.ª edição do Fórum de Lisboa, a 01, 02 e 03 de junho na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, admitiu que o caso Master &#8220;teve repercussão, inclusive porque houve associação de dois nomes do Supremo Tribunal Federal&#8221;.</P><br />
<P>Mas, questionado se o escândalo de corrupção coloca em causa a independência do Judiciário, o juiz brasileiro é taxativo: &#8220;Não vejo assim&#8221;.</P><br />
<P>Mendes referiu-se assim às investigações sobre a falência do Master que tornaram públicas as estreitas relações do presidente do banco, Daniel Vorcaro, com diferentes autoridades, inclusive com os juízes do Supremo José Antonio Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.</P><br />
<P>Em fevereiro, José Antonio Dias Toffoli, responsável pela investigação, foi obrigado a renunciar à instrução do processo após serem descobertas ligações a Vorcaro, que comprou um complexo hoteleiro pertencente à família do magistrado, e de ter apanhado &#8216;boleia&#8217; no jato privado do banqueiro para ver a final da Libertadores, em Lima, entre o Palmeiras e o Flamengo.  </P><br />
<P>Por outro lado, a Polícia Federal investiga igualmente um contrato milionário entre o Banco Master e a mulher do proeminente juiz Alexandre de Moraes, que, de acordo com uma análise da Polícia Federal a um dos telemóveis do banqueiro, trocou mensagens com Vorcaro antes da primeira detenção, em novembro.</P><br />
<P>Alexandre de Moraes já negou todas as acusações.</P><br />
<P>Apesar disso, Gilmar Mendes considerou à Lusa que o caso é &#8220;muito mais revelador de um défice de regulação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando tentaram transformar o caso Master num caso de Supremo Tribunal Federal, eu disse: o Master não reside na Praça dos Três Poderes&#8221;, frisou, detalhando que &#8220;o Brasil é o país que tem a indústria de fundos financeiros mais ativa do mundo&#8221;, com mais de 30 mil, que serve para &#8220;segregar património&#8221;, mas também &#8220;para escondê-lo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É preciso ter fiscalização. Por uma dessas ironias, dos cinco diretores da Comissão de Valores Mobiliários que fiscaliza esses fundos, três cargos estavam vagos até recentemente&#8221;, disse.</P><br />
<P>Portanto, reforçou o juiz, &#8220;é um órgão com défice de regulação, com défice de orçamento&#8221;.</P><br />
<P>Por essa razão, o problema não está nos três poderes brasileiros, mas sim &#8220;associado aos bancos e à indústria financeira&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Master distribuía certificados de depósitos bancários (CDB) Brasil afora. E quem distribuía eram os bancos, as grandes corretoras dos bancos. Portanto, transformar isso num problema do Judiciário me parece um equívoco&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O caso atingiu também na semana passada o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-Presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato às eleições presidenciais de outubro. Na última semana, o portal The Intercept Brasil mostrou que o então banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar o filme &#8220;Dark Horse&#8221;, cinebiografia de Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Áudios do senador Flávio Bolsonaro e pré-candidato à Presidência do Brasil nas eleições mostram que pediu e cobrou a Vorcaro pagamento das parcelas, e o banqueiro chegou a pagar 64 milhões de reais (10,9 milhões de euros).</P><br />
<P>Sobre as críticas constantes ao Fórum de Lisboa sobre a aproximação entre juízes, escritórios de advogados, poder económico e político, Gilmar Mendes relativizou-as, admitindo, contudo, que é necessário &#8220;cuidado&#8221; para não gerar um sentimento de suspeição por parte do cidadão.</P><br />
<P>Entre 01 e 03 de junho, Lisboa torna-se numa espécie de segunda capital brasileira com a presença de várias das principais personalidades dos três poderes brasileiros, num evento organizado pelo juiz do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e intitulado Nova ordem Internacional, Tecnologia e Soberania: Desafios Democráticos Económicos e Sociais &#8220;.</P><br />
<P>São esperadas várias personalidades brasileiras e internacionais, como juízes, ministros do Governo de Lula da Silva, várias personalidades portugueses e também internacionais como Thomas Friedman (escritor, repórter e colunista do The New York Times), Ivan Duque (ex-Presidente na Colômbia), Dieter Grimm (juiz do Tribunal Constitucional Federal alemão), Lúcia da Luz Ribeiro (presidente do Conselho Constitucional de Moçambique), Jorge Carlos Fonseca, ex-Presidente de Cabo Verde), entre outros.</P><br />
<P>Ao todo serão mais de 70 painéis e 470 oradores.</P></p>
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