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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Trump aperta regras prepara-se para retirar passaportes a quem tenha pensões de alimentos por pagar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração do presidente norte-americano Donald Trump prepara-se para avançar com uma nova medida que terá forte impacto no combate ao incumprimento do pagamento de pensão de alimentos nos EUA, incluindo a revogação de passaportes de cidadãos que tenham dívidas significativas de apoio financeiro aos filhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A administração do presidente norte-americano Donald Trump prepara-se para avançar com uma nova medida que terá forte impacto no combate ao incumprimento do pagamento de pensão de alimentos nos EUA, incluindo a revogação de passaportes de cidadãos que tenham dívidas significativas de apoio financeiro aos filhos. A iniciativa, que foi apresentada pelo Departamento de Estado como uma ação de coordenação “sem precedentes” com o Departamento da Saúde e Serviços Humanos (HHS), representa uma escalada na aplicação de sanções a pais incumpridores e poderá atingir, numa primeira fase, cerca de 2.700 pessoas.</p>
<p>De acordo com a orientação anunciada por Washington, a medida vai começar por abranger abranger norte-americanos com dívidas superiores a 100 mil dólares em pensões de alimentos por pagar, embora as autoridades estejam já a avaliar uma redução drástica desse limiar para 2.500 dólares, um valor previsto na legislação federal em vigor e que, caso venha a ser adotado de forma alargada, poderá aumentar exponencialmente o número de cidadãos afetados.</p>
<p>Esta decisão marca uma mudança clara do posicionamento de aplicação de uma lei de 1996, que já permitia ao Departamento de Estado negar ou revogar passaportes a contribuintes em incumprimento no pagamento de pensão de alimentos acima de 2.500 dólares, mas cuja utilização prática era até agora limitada. Em muitos casos, o mecanismo era acionado apenas quando o devedor procurava assistência junto de uma embaixada ou consulado norte-americano no estrangeiro, tornando o instrumento pouco eficaz em termos de pressão direta.</p>
<p>Agora, a administração Trump quer transformar esta ferramenta num mecanismo de execução ativa e de grande alcance. Na mensagem oficial divulgada, o Departamento de Estado sublinha que a medida visa “colocar as famílias norte-americanas em primeiro lugar através do processo de passaportes”, acrescentando que esta ação “apoia o bem-estar das crianças norte-americanas ao impor consequências reais à delinquência no pagamento de pensão de alimentos ao abrigo da legislação federal existente”.</p>
<p><strong>Passaportes revogados e regresso obrigatório aos EUA</strong><br />
Nos casos em que a revogação avance, os titulares serão formalmente notificados de que deixam de poder utilizar o passaporte para viajar internacionalmente. A recuperação do documento ficará dependente da regularização integral da dívida ou da confirmação oficial de que os montantes em atraso foram liquidados.</p>
<p>Para cidadãos que se encontrem fora dos Estados Unidos no momento da revogação, a administração norte-americana prevê apenas a emissão de um passaporte temporário de validade limitada, exclusivamente destinado ao “regresso direto aos Estados Unidos”, impedindo qualquer outra utilização para viagens internacionais.</p>
<p>A secretária-adjunta de Estado para Assuntos Consulares, Mora Namdar, justificou o endurecimento da política afirmando que “estamos a expandir uma prática de bom senso que já provou ser eficaz para levar quem deve pensão de alimentos a pagar a sua dívida”.</p>
<p>Os primeiros sinais de impacto já começaram a surgir. De acordo com o Departamento de Estado, desde que em fevereiro vieram a público informações sobre o reforço deste programa, centenas de pais em incumprimento avançaram para regularizar os montantes em atraso junto das autoridades estaduais, numa tentativa de evitar sanções mais severas.</p>
<p><strong>Sistema poderá abranger um universo muito maior de afetados</strong><br />
Ainda que a primeira vaga tenha como alvo dívidas superiores a 100 mil dólares, a verdadeira dimensão desta medida dependerá da eventual descida do limiar para 2.500 dólares. Caso essa fasquia venha a ser aplicada de forma generalizada, o universo de cidadãos abrangidos poderá tornar-se muito mais vasto, já que o HHS continua a recolher dados junto dos organismos estaduais responsáveis pelo acompanhamento destes pagamentos.</p>
<p>Ainda não é claro se existirão exceções ou mecanismos de flexibilização consoante circunstâncias específicas, como incapacidade financeira comprovada, processos judiciais em curso ou acordos de pagamento faseado.</p>
<p>Connie Chesnik, presidente da Divisão de Segurança Familiar e Económica do Wisconsin, reconheceu que o atual sistema já prevê a revogação, mas classificou-o como “complexo” e pouco utilizado por muitos estados. Segundo explicou, as autoridades estaduais recorrem mais frequentemente ao bloqueio de novos pedidos de passaporte ou à recusa de renovação de documentos existentes, em vez da revogação efetiva de passaportes já emitidos.</p>
<p><strong>Milhares de milhões por pagar todos os anos</strong><br />
A nova ofensiva surge num contexto de incumprimento estrutural no sistema norte-americano de apoio financeiro a filhos dependentes.</p>
<p>Dados oficiais do censo dos Estados Unidos indicam que, em 2022, cerca de 4,7 milhões de pais com guarda legal ou acordos informais de pensão de alimentos deveriam receber, em média, aproximadamente 6.400 dólares anuais, cerca de 530 dólares por mês.</p>
<p>No total, os pagamentos esperados ascendiam a 29,9 mil milhões de dólares, mas apenas 19,2 mil milhões chegaram efetivamente aos beneficiários. Ou seja, cerca de um terço do montante devido ficou por pagar.</p>
<p>As mães continuaram a concentrar a maior fatia desses pagamentos: dos 25,2 mil milhões de dólares que deveriam ter recebido, apenas 16,2 mil milhões foram efetivamente pagos. Já os pais com direito a receber apoio financeiro deveriam arrecadar 4,8 mil milhões, mas receberam apenas 3 mil milhões.</p>
<p>Desde 1998, o uso das restrições de passaporte como ferramenta coerciva já levou à recuperação de 657 milhões de dólares em dívidas acumuladas, dos quais 156 milhões foram pagos apenas nos últimos cinco anos — números que a administração Trump usa agora como argumento para justificar o reforço desta política.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760342]]></sapo:autor>
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		<title>Um minuto com… Luísa Pestana, Administradora da Vodafone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[30ª Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
		<category><![CDATA[XXX Conferência Executive Digest]]></category>
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					<description><![CDATA[Luísa Pestana sublinhou a importância de automatizar e simplificar os processos nas empresas, processos esses que são muito complexos, trazendo benefícios para o clientes e cidadãos do Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luísa Pestana sublinhou a importância de automatizar e simplificar os processos nas empresas, processos esses que são muito complexos, trazendo benefícios para o clientes e cidadãos do Estado.</p>
<p>A Administradora da Vodafone foi uma dos oradoras convidadas da XXX Conferência Executive Digest, tendo integrado o painel ”Simplificação e Digitalização – os seus efeitos na produtividade e crescimento”.</p>
<p>Veja aqui o testemunho:</p>
<p><iframe title="06 Luísa Pestana ENT" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GKmcEW2xF5s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A XXX Conferência Executive Digest decorreu no dia 15 de Abril, na Culturgest, sob o tema “Os caminhos para um Portugal Extraordinário”, e conta com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, Delta Q, Fidelidade, MC Sonae, Nova SBE, Randstad, Recordati, Steelcase, Tabaqueira/Philip Morris, Unilever, CTT, Lusíadas Saúde, Vodafone, Galp, e ainda com a parceria da Neurónio Criativo, Sapo, SENO. A Sociedade Ponto Verde foi o Parceiro de Sustentabilidade do evento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760347]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Passageiros sem direito a indemnização em cancelamento de voo por falta de combustível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os passageiros aéreos não terão direito a indemnização caso o cancelamento do voo se deva à escassez de querosene, segundo orientações hoje adotadas pela Comissão Europeia, que proíbem a aplicação de taxas adicionais sobre bilhetes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os passageiros aéreos não terão direito a indemnização caso o cancelamento do voo se deva à escassez de querosene, segundo orientações hoje adotadas pela Comissão Europeia, que proíbem a aplicação de taxas adicionais sobre bilhetes.</p>
<p>O executivo comunitário considerou, segundo um comunicado, que &#8220;uma escassez local de combustível&#8221; se enquadra na categoria de circunstâncias extraordinárias que isentam as transportadoras aéreas de indemnizar os clientes, mas sustentou que &#8220;os preços elevados dos combustíveis não devem ser considerados como constituindo uma circunstância extraordinária&#8221;.</p>
<p>&#8220;Falta de combustível sim, preços elevados não&#8221;, sintetizou, na conferência de imprensa diária, a porta-voz da Comissão para a Energia, Anna-Kaisa Itkonen, reiterando que não há ainda &#8220;nenhuma evidência de que vá haver uma escassez de combustível para aviões&#8221;.</p>
<p>O Irão mantém bloqueado o estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de combustíveis fósseis, desde 28 de fevereiro, data em que os Estados Unidos e Israel iniciaram uma guerra contra a República Islâmica que já fez milhares de mortos, sobretudo no seu território e no do Líbano, e abalou a economia mundial, nomeadamente fazendo disparar os preços dos combustíveis.</p>
<p>Washington, por sua vez, mantém o bloqueio aos portos iranianos, imposto em 13 de abril, cinco dias após a entrada em vigor de um cessar-fogo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760329]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hantavírus: DGS não tem conhecimento de qualquer passageiro que queira vir para Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Direção-Geral da Saúde não tem conhecimento de qualquer passageiro do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus que queira ser recebido em Portugal e diz que o repatriamento será feito para os países de residência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde não tem conhecimento de qualquer passageiro do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus que queira ser recebido em Portugal e diz que o repatriamento será feito para os países de residência.</p>
<p>Numa resposta a perguntas da agência Lusa, a DGS sublinha que a única pessoa com nacionalidade portuguesa a bordo do navio, um elemento da tripulação, não reside em Portugal.</p>
<p>Acrescenta que todos os que estão a bordo do MV Hondius deverão chegar a Tenerife (Espanha) na noite de sábado para domingo e que o repatriamento será coordenado pelas autoridades nacionais, Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla inglesa) e Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>A DGS diz ainda que se mantém em articulação com as instituições europeias &#8220;para acompanhamento, em permanência, da situação&#8221; e que a gestão dos passageiros está a ser feita pelo Governo de Espanha.</p>
<p>Na quinta-feira, numa nota divulgada no seu &#8216;site&#8217;, a DGS informou que o encaminhamento dos passageiros será feito para os respetivos países de residência.</p>
<p>As autoridades espanholas disseram na quinta-feira que, no caso de cidadãos da União Europeia (UE), o Governo espanhol, que ativou o mecanismo europeu de proteção civil para esta operação, vai propor a cada Estado-membro que faça a repatriação dos seus cidadãos nacionais.</p>
<p>Se for preciso, por impossibilidade de algum Estado, a Comissão Europeia assumirá a transferência, acrescentaram.</p>
<p>Quanto às pessoas de países fora da UE, estão ainda a decorrer contactos e reuniões através do Ministério dos Negócios Estrangeiros &#8220;para coordenar&#8221; os repatriamentos, informou o Ministério da Administração Interna espanhol, numa informação enviada aos jornalistas.</p>
<p>A secretária-geral da Proteção Civil de Espanha, Virginia Barcones, disse na quinta-feira que, tanto no caso de países europeus como de outros de fora da União Europeia que por algum motivo não enviem aviões próprios, os Países Baixos assumirão os repatriamentos, sobretudo da tripulação do navio, que tem bandeira neerlandesa.</p>
<p>A menos que tenham sintomas de doença, todas as pessoas serão repatriadas a partir das Canárias e só sairão do barco quando os aviões em que serão transportadas já estiveram no aeroporto, para que possam entrar de imediato nas aeronaves.</p>
<p>Numa nota divulgada na quinta-feira à tarde, a DGS disse que, face à evidência atual e, à data, avalia o risco para residentes em Portugal como muito baixo, não se esperando transmissão generalizada.</p>
<p>Na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, na quinta-feira, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse que o Governo português e a DGS estão a receber informação &#8220;hora a hora&#8221;.</p>
<p>A governante recordou que a Organização Mundial da Saúde e o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) referem que o risco para a população em geral de &#8220;disseminação do surto do navio cruzeiro Hondius é muito baixo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todas as autoridades de saúde estão em contacto e isso é permanente&#8221;, assegurou a ministra.</p>
<p>Até ao moento o surto já provocou três mortos.</p>
<p>O cruzeiro, que zarpou da Argentina com 149 pessoas a bordo, de 23 nacionalidades, fazia a rota entre Ushuaia (Argentina) e as ilhas Canárias, durante todo o mês de abril, com paragens no Atlântico Sul para turismo de observação da vida selvagem.</p>
<p>Na quarta-feira, o ECDC admitiu como hipótese que alguns passageiros tenham sido expostos à estirpe Andes do vírus na Argentina, antes de embarcarem, e podem ter transmitido o vírus a outros passageiros já a bordo do navio.</p>
<p>Os hantavírus são vírus zoonóticos, caracterizados por infetar roedores, e diferentes espécies circulam na Europa, na Ásia e no continente americano.</p>
<p>Embora tenham sido identificadas numerosas espécies de hantavírus, apenas algumas estão associadas a infeção humana, nos quais podem causar doença grave, cujas manifestações clínicas dependem do tipo de vírus, que difere entre zonas geográficas</p>
<p>SO (PC/MP) // FPA</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760303]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Governo rejeita recomendar teletrabalho ou menos viagens de avião para diminuir procura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:59:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo escusou-se hoje a recomendar teletrabalho ou a redução das viagens de avião para diminuir a procura, dada a atual crise petróleo, assegurando combustível da aviação até final de agosto e planos B e C para depois.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo escusou-se hoje a recomendar teletrabalho ou a redução das viagens de avião para diminuir a procura, dada a atual crise petróleo, assegurando combustível da aviação até final de agosto e planos B e C para depois.</p>
<p>&#8220;A questão do teletrabalho, para nós, não está ainda em cima da mesa. Há muitas formas de chegar ao trabalho e não estamos sequer a discutir ainda essa questão&#8221;, afirmou a ministra da Energia, Maria da Graça Carvalho.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas após uma intervenção na sessão do Conselho da Diáspora, a governante salientou que também não existe recomendação para reduzir as viagens de avião &#8212; sendo estas duas recomendações da Agência Internacional de Energia &#8211;, vincando que &#8220;as pessoas têm o direito às suas férias e às viagens&#8221;, quando se aproxima o verão.</p>
<p>&#8220;Temos uma grande diáspora que tem direito a viver a família e gosta de regressar a Portugal [&#8230;] e o turismo é 15% do nosso PIB, mas também individualmente, as pessoas gostam de viajar, faz parte de aumentar a sua cultura, e eu não queria estar aqui a fazer uma recomendação a evitar, para já&#8221;, elencou.</p>
<p>De acordo com a Maria da Graça Carvalho, no caso da Galp e da Repsol, o combustível da aviação (jetfuel) &#8220;está assegurado até ao fim de agosto e [&#8230;] se a guerra se intensificar, [&#8230;] têm planos para a importação dos 20%&#8221;.</p>
<p>&#8220;Têm planos B e C [&#8230;] e pode continuar a não haver problema, mas é mais problemático porque o efeito destas crises são cumulativas. Vamos ter esperança que acabe antes de agosto&#8221;, disse, aludindo à guerra do Irão causada pelos ataques norte-americanos e israelitas e consequente resposta iraniana.</p>
<p>&#8220;Portanto, vamos tentar que não seja preciso fazer reduções. Nós temos um plano de eficiência energética em muitas coisas&#8221;, apontou ainda.</p>
<p>No final de abril, a Comissão Europeia divulgou um conjunto de medidas para fazer face aos elevados preços da energia, incluindo apoio direcionado a consumidores e empresas, possíveis reduções fiscais e ajustes de tarifas e utilização de instrumentos de mercado e reservas estratégicas.</p>
<p>Na altura, Bruxelas recuou e não apresentou recomendações para reduzir o consumo energético, como recurso ao teletrabalho ou alternativas ao avião e carro, mas garantiu que &#8220;continua claramente&#8221; a incentivar a UE a fazer tal redução.</p>
<p>Num rascunho anterior consultado pela Lusa, Bruxelas sugeria que os países da UE promovessem pelo menos um dia obrigatório de teletrabalho por semana, adotassem alternativas ao automóvel (como bicicletas partilhadas, partilha de veículos, mais veículos elétricos e maior utilização do transporte público) e evitassem viagens aéreas sempre que possível, na linha do que é recomendado pela Agência Internacional da Energia (AIE), mas isso não foi depois assumido.</p>
<p>A AIE recomendou, já hoje, que Portugal apoie a compra de veículos elétricos usados, sobretudo por famílias de baixos rendimentos, para reduzir emissões num setor dos transportes ainda muito dependente do petróleo.</p>
<p>Respondendo a tal sugestão, Maria da Graça Carvalho assegurou que o executivo &#8220;já o faz desde há algum tempo&#8221; para os veículos elétricos novos, devendo em breve lançar um novo concurso.</p>
<p>Quanto à recomendação da AIE de retirar custos não energéticos da fatura da eletricidade, a governante apontou que a luz em Portugal é das mais baixas da União Europeia e não tem registado subidas devido à crise energética dado ser mais afetada por renováveis do que pelo gás.</p>
<p>A União Europeia importa a maior parte do petróleo e gás que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética, que é sobretudo de preços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760309]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vice-presidente do BCE descarta existência de uma bolha da IA semelhante à da internet</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vice-presidente-do-bce-descarta-existencia-de-uma-bolha-da-ia-semelhante-a-da-internet/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:57:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) afirmou hoje que o aumento dos investimentos em Inteligência Artificial (IA), não é comparável à bolha da internet, cujo colapso desencadeou uma crise mundial no início do século XXI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) afirmou hoje que o aumento dos investimentos em Inteligência Artificial (IA), não é comparável à bolha da internet, cujo colapso desencadeou uma crise mundial no início do século XXI.</p>
<p>O &#8216;boom&#8217; dos investimentos relacionados IA, que elevou as cotações das empresas ligadas a esta tecnologia para níveis históricos, não apresenta semelhanças com a bolha da internet, afirmou hoje o vice-presidente do banco europeu.</p>
<p>&#8220;Não há uma bolha&#8221;, assegurou hoje Luis de Guindos durante um evento organizado pelo jornal elEconomista no qual defendeu que o fenómeno da IA é &#8220;completamente distinto do da bolha da internet&#8221;.</p>
<p>Neste sentido, o vice-presidente do BCE, cujo mandato expira no próximo dia 31 de maio, salientou que, embora, as empresas disponham de planos de negócios, poderá ser necessário ajustar os preços, perante a possibilidade de haver uma sobrevalorização.</p>
<p>Da mesma forma, embora se comece a observar uma alteração na forma de contratação, a análise do BCE apontou que, por enquanto, não estão a ocorrer ajustes no emprego relacionados com esta tecnologia.</p>
<p>Porém, o economista espanhol salientou que casos como o do Mythos, o mais recente modelo de IA desenvolvido pela Anthropic, que gerou grande expectativa e incerteza quanto à sua capacidade de detetar vulnerabilidades que afetam os sistemas das entidades, revelam o atraso e a dependência da Europa em relação à IA face aos Estados Unidos ou à China.</p>
<p>&#8220;Isso põe em evidência o atraso europeu num domínio como é a IA e isso aumenta a dependência do continente&#8221;, advertiu Luis de Guindos, para quem o Mythos é apenas uma amostra do que possivelmente virá a seguir e que obrigará a ter muito mais segurança face a ciberataques.</p>
<p>No que diz respeito à política monetária, o vice-presidente do BCE reiterou que, após a recente decisão do Conselho do BCE de manter as taxas de juro, o órgão contará, na reunião de junho, com mais dados e novas projeções económicas para poder tomar uma decisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760318]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gomas, chocolates e suplementos com canábis na mira da ASAE: mais de 6.800 artigos apreendidos e 19 processos-crime abertos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[canábis]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ilícitos em causa incluem género alimentício anormal falsificado por adição e tráfico de estupefacientes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica apreendeu 6.822 artigos no âmbito de uma operação nacional dirigida à comercialização de suplementos alimentares e produtos contendo extratos da planta Cannabis sativa.</p>
<p>A ação decorreu na última semana e incidiu sobre estabelecimentos especializados na venda de suplementos alimentares, ervanárias, lojas de produtos naturais, parafarmácias, farmácias, supermercados e websites dedicados à venda online destes géneros alimentícios.</p>
<p>Segundo a ASAE, a operação teve como objetivo verificar o cumprimento das normas legais aplicáveis a suplementos alimentares e outros produtos com canábis, garantindo a salvaguarda da saúde pública e da segurança dos consumidores.</p>
<p>Em causa estiveram, nomeadamente, o uso de ingredientes considerados novos alimentos ou substâncias não autorizadas, a composição dos produtos, a rotulagem, as alegações nutricionais e de saúde e a notificação de colocação no mercado, nos termos da legislação nacional e europeia em vigor.</p>
<p><strong>Gomas, chocolates, infusões e suplementos apreendidos</strong></p>
<p>No total, foram fiscalizados 53 operadores económicos.</p>
<p>A ASAE apreendeu 6.822 artigos, incluindo sementes, flores, sumidades floridas ou frutificadas da planta Cannabis sativa L., resina e pólen.</p>
<p>De acordo com a autoridade, estes produtos eram provenientes de partes da planta e correspondem a substâncias consideradas psicoativas, cuja detenção e comercialização estão sujeitas a regimes legais estritos.</p>
<p>Foram também apreendidos vários géneros alimentícios destinados ao consumo, incluindo gomas, chupa-chupas, chocolates, massas e infusões ou tisanas.</p>
<p>Segundo a ASAE, estes produtos não cumpriam os requisitos legais de segurança, rotulagem ou qualidade, por conterem biomassa ou extratos de Cannabis sativa L.</p>
<p><strong>19 processos-crime e oito contraordenações</strong></p>
<p>Na sequência da operação, foram instaurados 19 processos-crime.</p>
<p>Os ilícitos em causa incluem género alimentício anormal falsificado por adição e tráfico de estupefacientes.</p>
<p>A ASAE instaurou ainda oito processos de contraordenação, relacionados com práticas comerciais desleais por indução em erro, incumprimentos de rotulagem e outras infrações.</p>
<p>A autoridade alerta que a comercialização de géneros alimentícios, incluindo suplementos alimentares com CBD, canabidiol ou outros canabinoides, não é permitida quando estes integrem novos alimentos não autorizados.</p>
<p>A ASAE garante que continuará a realizar ações de fiscalização em todo o território nacional, no âmbito das suas competências, para proteger a segurança alimentar e a saúde pública dos consumidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760325]]></sapo:autor>
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		<title>Nem tudo passa pelo elétrico: GPL Auto promete cortar emissões e reduzir custos nas frotas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[GASIB]]></category>
		<category><![CDATA[gpl]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[GASIB defende que o GPL e o BioAutogás podem assumir um papel imediato na descarbonização do transporte rodoviário em Portugal, tanto nos veículos ligeiros como nas frotas profissionais e no transporte pesado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A GASIB defende que o GPL e o BioAutogás podem assumir um papel imediato na descarbonização do transporte rodoviário em Portugal, tanto nos veículos ligeiros como nas frotas profissionais e no transporte pesado.</p>
<p>Num contexto em que empresas e consumidores procuram soluções mais sustentáveis, mas também economicamente viáveis, a companhia sublinha que a transição energética na mobilidade não deve depender de uma única tecnologia.</p>
<p>Para a GASIB, o GPL Auto surge como uma alternativa acessível, de utilização simples e com impacto direto na redução de emissões, sobretudo em segmentos onde a eletrificação ainda enfrenta limitações operacionais, económicas e de autonomia.</p>
<p>“Não existe uma solução única para a descarbonização da mobilidade. O mercado necessita de várias soluções complementares e o GPL pode desempenhar um papel muito relevante, especialmente no transporte profissional e nas frotas”, afirma Filipe Henriques, responsável da GASIB.</p>
<p>O Autogás é atualmente a área de negócio da GASIB com maior potencial de crescimento, com uma previsão de evolução anual em torno dos 8%.</p>
<p><strong>Redução de emissões pode chegar aos 92% com BioAutogás</strong></p>
<p>Segundo a empresa, o GPL Auto permite reduzir até 20% das emissões de CO₂ face aos combustíveis líquidos tradicionais.</p>
<p>No caso do BioAutogás, a redução pode chegar aos 92%.</p>
<p>A GASIB destaca ainda reduções expressivas noutros poluentes: até 99% de partículas e até 96% de emissões de NOx face ao diesel, ou 68% face à gasolina.</p>
<p>Além da componente ambiental, o Autogás pode contribuir para a redução do ruído urbano, permitindo diminuir até 50% o ruído dos motores em comparação com o diesel.</p>
<p>A empresa sublinha também que esta solução beneficia de classificações ambientais favoráveis, permitindo a circulação sem restrições em diferentes contextos urbanos.</p>
<p>“Hoje já existem soluções que permitem reduzir emissões de forma imediata sem comprometer a operação das empresas, a autonomia dos veículos ou os hábitos de utilização dos condutores”, acrescenta Filipe Henriques.</p>
<p><strong>Poupança pode chegar aos 50% por litro</strong></p>
<p>A GASIB aponta ainda vantagens económicas para particulares e empresas, numa altura em que os custos de mobilidade continuam a pesar nos orçamentos familiares e empresariais.</p>
<p>De acordo com a companhia, o GPL Auto pode permitir uma poupança direta até 50% por litro face à gasolina e ao diesel.</p>
<p>Além do menor custo do combustível, a empresa destaca menores custos de manutenção, abastecimentos rápidos e autonomias que podem ultrapassar os 1.000 quilómetros.</p>
<p>Para frotas profissionais, estes fatores podem ter impacto direto na gestão operacional, ao permitirem reduzir emissões sem comprometer rotas, tempos de abastecimento ou disponibilidade dos veículos.</p>
<p><strong>Retrofitting e remotorização como alternativas à renovação total</strong></p>
<p>A GASIB considera que o GPL pode acelerar a renovação sustentável do parque automóvel sem obrigar consumidores e empresas a substituir integralmente os veículos atuais.</p>
<p>A empresa destaca soluções de retrofitting para veículos ligeiros e de remotorização para veículos industriais, com motores 100% GPL.</p>
<p>“Nem sempre é necessário substituir toda a frota para reduzir emissões. Hoje já existem soluções de retrofitting para veículos ligeiros e remotorização para veículos industriais com motores 100% GPL, que permitem às empresas acelerar a transição energética a um custo muito inferior”, explica Filipe Henriques.</p>
<p>No segmento dos pesados, a GASIB destaca a evolução de soluções como os motores 100% GPL da BeGas e a existência de camiões GPL da Herko Trucks já em operação em Espanha.</p>
<p>A empresa alerta que a ausência de alternativas adaptadas à realidade operacional dos consumidores e das empresas pode atrasar a descarbonização do transporte rodoviário.</p>
<p>Sem soluções acessíveis e tecnologicamente viáveis, defende a GASIB, o risco é prolongar a utilização de veículos mais antigos e mais poluentes.</p>
<p><strong>GASIB reforça aposta no mercado ibérico</strong></p>
<p>A GASIB é uma companhia especializada em produtos e serviços de gás liquefeito, comercializados sob a marca Cepsa em Espanha e Portugal.</p>
<p>A oferta inclui butano, propano, autogás, biopropano e bioautogás.</p>
<p>A empresa está presente em Portugal desde 2003, ano em que iniciou atividade no negócio de propano a granel.</p>
<p>Em 2017, expandiu a operação no mercado de enchimento e mantém atualmente uma posição de crescimento, com reforço da rede de distribuidores e clientes.</p>
<p>A GASIB é a segunda companhia por quota de mercado na Península Ibérica, com 3,5 milhões de clientes de engarrafado, mais de 16.000 clientes de granel, cerca de 200 colaboradores e oito plantas de armazenamento e enchimento.</p>
<p>Constituída como GASIB em 2021, a empresa acumula mais de 30 anos de atividade, desde que a Cepsa iniciou, em 1992, as operações de comercialização e distribuição de GPL.</p>
<p>Em 2024, a GASIB foi adquirida pela Abastible, uma das dez principais companhias de GPL a nível mundial, líder de mercado no Chile, Colômbia, Equador e Peru, e filial da Empresas Copec, holding financeira especializada em energia e recursos naturais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760317]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CIA põe em causa otimismo de Trump: Irão ainda tem petróleo, mísseis e meses de resistência pela frente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Avaliação contraria a tese de Donald Trump de que Teerão precisa de pôr fim à guerra de forma iminente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão poderá resistir aos efeitos do bloqueio americano durante mais três a quatro meses e mantém reservas significativas de mísseis, segundo informações dos serviços secretos dos Estados Unidos citadas pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>A avaliação contraria a tese de Donald Trump de que Teerão precisa de pôr fim à guerra de forma iminente.</p>
<p>Uma nova análise da CIA sugere que a República Islâmica está mais resistente do que Washington admitia publicamente e poderá suportar a pressão económica do bloqueio até mais tarde este ano.</p>
<p>O relatório confidencial foi entregue esta semana a responsáveis da Administração Trump, de acordo com quatro pessoas familiarizadas com o documento ouvidas pelo &#8216;The Washington Post&#8217;.</p>
<p>Segundo essa avaliação, o Irão conseguiu ganhar margem ao armazenar parte do petróleo em navios-tanque e ao reduzir os fluxos nos campos petrolíferos, mantendo os poços operacionais.</p>
<p>“Não está nem perto de ser tão grave como alguns têm dito”, afirmou uma fonte sobre a situação económica iraniana.</p>
<p><strong>Petróleo em navios e rotas terrestres</strong></p>
<p>A CIA considera que Teerão poderá resistir entre 90 e 120 dias antes de enfrentar dificuldades económicas mais severas, podendo até aguentar mais tempo.</p>
<p>O relatório aponta também para a possibilidade de o regime conseguir contornar parte do bloqueio através do contrabando de petróleo por rotas terrestres, recorrendo a camiões e caminhos de ferro.</p>
<p>Um responsável citado no texto admite que o Irão poderá começar a transportar algum petróleo por via ferroviária através da Ásia Central.</p>
<p>A avaliação agora revelada confirma indicações anteriores do &#8216;The Independent&#8217;, segundo as quais o Irão teria cerca de 120 dias de crude disponível para abastecer a China.</p>
<p>Em abril, uma análise da Kpler já apontava para um impacto menos imediato do bloqueio, devido aos “volumes substanciais” de petróleo iraniano que já se encontravam no mar.</p>
<p><strong>Mísseis e lançadores continuam disponíveis</strong></p>
<p>A resistência iraniana não é apenas económica.</p>
<p>Segundo um responsável americano, Teerão mantém cerca de 75% dos inventários de lançadores móveis que tinha antes da guerra e aproximadamente 70% das reservas de mísseis.</p>
<p>Estes dados entram em contradição com declarações públicas de Trump sobre a rápida degradação do arsenal iraniano.</p>
<p>Para alguns responsáveis americanos, a liderança iraniana tornou-se mais radical, determinada e confiante de que conseguirá resistir durante mais tempo do que a vontade política dos Estados Unidos.</p>
<p>Um dos oficiais citados comparou a situação a outros regimes que resistiram durante anos a embargos prolongados e a guerras conduzidas apenas por poder aéreo.</p>
<p><strong>Casa Branca insiste que bloqueio está a esmagar Teerão</strong></p>
<p>Apesar da avaliação da CIA, responsáveis americanos sublinham que o bloqueio está a causar danos reais à economia iraniana.</p>
<p>Um alto responsável dos serviços de informação afirmou que o comércio foi severamente cortado, as receitas foram esmagadas e o colapso económico sistémico está a acelerar.</p>
<p>“Irão viu as suas capacidades militares seriamente degradadas, a sua marinha destruída e os seus líderes escondidos”, afirmou o mesmo responsável.</p>
<p>A Casa Branca mantém também a linha de que Teerão está sob forte pressão.</p>
<p>Anna Kelly, porta-voz da Administração Trump, disse ao &#8216;Washington Post&#8217; que o Irão está a perder 500 milhões de dólares por dia, cerca de 426 milhões de euros, devido ao bloqueio americano.</p>
<p>“Durante a Operação Epic Fury, o Irão foi esmagado militarmente”, afirmou.</p>
<p>“Agora está a ser estrangulado economicamente pela Operação Economic Fury e perde 500 milhões de dólares por dia graças ao bloqueio bem-sucedido dos portos iranianos pelas Forças Armadas dos Estados Unidos.”</p>
<p><strong>Negociações sob pressão</strong></p>
<p>A Administração Trump defende que o regime iraniano sabe que a situação atual é insustentável e que o presidente americano “tem todas as cartas” enquanto decorrem negociações para tentar alcançar um acordo.</p>
<p>Mas a leitura dos serviços secretos introduz uma nota de cautela nessa narrativa.</p>
<p>Se o Irão ainda dispõe de petróleo, rotas alternativas, lançadores móveis e uma parte significativa do arsenal de mísseis, a pressão americana poderá demorar mais tempo a produzir efeitos decisivos.</p>
<p>A questão central passa a ser política e militar: saber se Teerão cederá antes de a crise económica se tornar insuportável ou se tentará prolongar o conflito, apostando no desgaste da vontade política dos Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760308]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Porto Business School lança formação executiva para acelerar estratégia digital das empresas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/porto-business-school-lanca-formacao-executiva-para-acelerar-estrategia-digital-das-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School lançou o novo Open Executive Program (OEP) Digital Strategy &#038; Ecommerce, uma formação executiva criada para ajudar empresas e líderes a acelerar as suas estratégias digitais num contexto de crescente transformação tecnológica e omnicanalidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School lançou o novo Open Executive Program (OEP) Digital Strategy &amp; Ecommerce, uma formação executiva criada para ajudar empresas e líderes a acelerar as suas estratégias digitais num contexto de crescente transformação tecnológica e omnicanalidade.</p>
<p>O programa surge numa altura em que o digital assume um papel central nas organizações, influenciando decisões, experiências de cliente e resultados de negócio. A nova oferta formativa da PBS pretende responder aos desafios das empresas que procuram integrar estratégia, marketing de performance, ecommerce e canais digitais numa abordagem mais orientada por dados e resultados.</p>
<p>Segundo a instituição, a formação foi desenhada para ultrapassar a visão isolada das várias áreas do ecossistema digital, promovendo uma ligação mais eficaz entre a omnicanalidade, a gestão da jornada do cliente e o impacto direto no negócio, independentemente do setor de atividade.</p>
<p>Um dos principais pilares do programa é o “Real Challenge”, modelo de aprendizagem que coloca os participantes perante desafios reais de negócios digitalmente habilitados. A abordagem procura fomentar a resolução de problemas transversais através da tecnologia, com foco na criação de valor mensurável e na escalabilidade das soluções desenvolvidas.</p>
<p>A direção do curso está a cargo de Pedro Barbosa, profissional com experiência em grupos como a Sonae, BNP Paribas e El Corte Inglés.</p>
<p>A Porto Business School destaca ainda que o programa é elegível para o Cheque-Formação + Digital, medida de apoio financeiro destinada à requalificação de profissionais e à aceleração da digitalização das empresas em Portugal.</p>
<p>O OEP Digital Strategy &amp; Ecommerce arranca a 28 de maio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760307]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Governo ultima taxa sobre lucros extraordinários mas diz que será &#8220;bem dirigida&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-governo-ultima-taxa-sobre-lucros-extraordinarios-mas-diz-que-sera-bem-dirigida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Graça Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo está a ultimar os detalhes da nova taxa sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, dada a atual crise, prometendo que será "bem desenhada e bem dirigida" para evitar "afugentar investimento" como em 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo está a ultimar os detalhes da nova taxa sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, dada a atual crise, prometendo que será &#8220;bem desenhada e bem dirigida&#8221; para evitar &#8220;afugentar investimento&#8221; como em 2022.</p>
<p>&#8220;Ela [a taxa], se for bem desenhada, é importante e, portanto, o que nós estamos a fazer é aprender com as lições de 2022 e desenhá-la, e quando eu digo bem desenhada, tem de ser muito bem dirigida, não pode ser geral, tem de ser dirigida&#8221;, disse a ministra da Energia, Maria da Graça Carvalho.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas após uma intervenção na sessão do Conselho da Diáspora, a governante salientou que &#8220;não pode ser algo generalizado que vá pôr em causa os investimentos neste processo da transição energética, da eletrificação&#8221;.</p>
<p>&#8220;O senhor ministro das Finanças está a olhar para este assunto, nós também estamos a olhar para este assunto, e temos que aprender com as lições de 2022. Houve algumas questões que tiveram consequências negativas na forma como foi feito na crise de 2022, e, portanto, aprender com isso&#8221;, com o facto de &#8220;não terem [o Governo socialista de então] conseguido arrecadar o que esperaram e afugentaram investimentos, muito, e isso está provado com dados&#8221;, elencou Maria da Graça Carvalho.</p>
<p>E reforçou: &#8220;Temos de evitar isso&#8221;.</p>
<p>Admitindo que preferia que este fosse um imposto europeu em vez de uma taxa nacional para evitar discrepâncias no mercado interno da União Europeia, a ministra apontou que está a ser analisado como aplicar em Portugal, dado estarem em causa empresas internacionais, como a Galp.</p>
<p>&#8220;É por isso que eu não quero entrar aqui em detalhes, ela não é fácil desenhar, tem que ser muito bem desenhada, muito bem pensada, mas está em boas mãos&#8221;, concluiu.</p>
<p>O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, disse esta semana em Bruxelas que Portugal vai avançar com taxas sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, à semelhança do que aconteceu em 2022 na anterior crise dos preços dos combustíveis.</p>
<p>No final de abril, a Comissão Europeia admitiu que os países da UE avancem com impostos nacionais sobre os lucros extraordinários das energéticas, mas disse ser difícil adotar esta medida ao nível europeu dada a necessária unanimidade.</p>
<p>A posição surgiu após um pedido do ministro das Finanças português, Joaquim Miranda Sarmento, e dos seus homólogos da Alemanha, Espanha, Itália e Áustria para criação ao nível da UE de um imposto sobre os lucros extraordinários das energéticas, semelhante às medidas para conter a crise energética de 2022.</p>
<p>Bruxelas divulgou, no final de abril, um conjunto de medidas para fazer face aos elevados preços da energia, incluindo apoio direcionado a consumidores e empresas, possíveis reduções fiscais e ajustes de tarifas e utilização de instrumentos de mercado e reservas estratégicas.</p>
<p>A UE importa a maior parte do petróleo e gás que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética.</p>
<p>Apesar de Bruxelas garantir não haver problemas no abastecimento de petróleo e de gás à UE, já se assiste à volatilidade dos preços, aumento dos custos para famílias e empresas, pressão inflacionista e perturbações na indústria e nos transportes, havendo maior sentido de urgência em diversificar fornecedores e acelerar a transição para fontes de energia mais seguras e renováveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760297]]></sapo:autor>
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		<title>Miguel Maya reconduzido como presidente executivo do BCP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Geral do Millennium BCP aprovou na quinta-feira a recondução de Miguel Maya como presidente executivo e de Nuno Amado como 'chairman' para o mandato de 2026-2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia Geral do Millennium BCP aprovou na quinta-feira a recondução de Miguel Maya como presidente executivo e de Nuno Amado como &#8216;chairman&#8217; para o mandato de 2026-2029.</P><br />
<P>A Assembleia Geral Anual de Acionistas do maior banco privado em Portugal, que se realizou nas instalações do banco em Oeiras (TagusPark) e por meios telemáticos, contou com a participação de detentores de 68,53% do capital social, segundo comunicado divulgado na noite de quinta-feira ao mercado.</P><br />
<P>Entre os 13 pontos aprovados pelos acionistas e constantes na nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), destaca-se o ponto nove da reunião magna, em que os principais acionistas do BCP &#8211; o grupo chinês Fosun e a petrolífera angolana Sonangol &#8212; propunham a recondução de Nuno Amado como presidente do Conselho de Administração (&#8216;chairman&#8217;, não executivo) e de Miguel Maya como vice-presidente e presidente executivo (CEO).</P><br />
<P>As alterações incluem Jorge Magalhães Correia e Valter Rui Dias de Barros como vice-presidentes do Conselho de Administração.</P><br />
<P>A proposta aprovada incluía ainda como vogais da administração António Pinto Júnior, Carla Bambulo, Fernando da Costa Lima, Isabel Maria Capeloa Gil, João Nuno Palma, José Pedro Malaquias, Luís Miguel Santos, Maria João Almeida, Maria Madalena Tomé, Maria José Campos, Miguel Bragança, Patrícia Couto Viana e Vicent Li.</P><br />
<P>Cidália Maria Mota Lopes foi também substituída na presidência da comissão de auditoria por Patrícia Couto Viana.</P><br />
<P>Os acionistas aprovaram ainda a distribuição de 509,28 milhões de euros em dividendos, a um preço unitário de 0,0344 euros por ação. </P><br />
<P>Também a redução do capital social em 240 milhões de euros através da extinção de ações próprias adquiridas através do programa de recompra de ações foi validada pelos acionistas. Ao mesmo tempo, o banco viu aprovada a proposta para aumentar o capital social para 3.000 milhões de euros, numa tentativa de simplificar a estrutura do balanço.</P><br />
<P>O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03%, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.</P><br />
<P>O banco apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025.</P><br />
<P></P><br />
<P>JO (IM/ALN) // EA</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760289]]></sapo:autor>
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		<title>Ormuz fechado, petróleo em alta: como os EUA se tornaram os grandes vencedores da crise energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Crise no estreito penaliza os países importadores, sobretudo os mais pobres, que enfrentam preços mais elevados e maior pressão sobre o abastecimento. Mas também atinge exportadores habituados à prosperidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O bloqueio do Estreito de Ormuz está a redesenhar o mercado mundial da energia e a colocar os Estados Unidos numa posição de vantagem, num momento em que os países do Golfo Pérsico enfrentam fortes limitações para exportar petróleo e gás, escreve o &#8216;El País&#8217;.</p>
<p>A crise penaliza os países importadores, sobretudo os mais pobres, que enfrentam preços mais elevados e maior pressão sobre o abastecimento. Mas também atinge exportadores habituados à prosperidade, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Bahrain, que veem agora os seus canais de venda cortados ou fortemente condicionados.</p>
<p>Do outro lado estão os produtores fora da região, que conseguem vender mais e a preços mais altos. Entre todos, destacam-se os Estados Unidos, que em pouco mais de uma década passaram de uma forte dependência energética para uma posição dominante no petróleo e no gás.</p>
<p>Os dados mais recentes da Administração de Informação Energética dos EUA mostram que as exportações americanas de crude atingiram um novo recorde: seis milhões de barris por dia, praticamente o dobro do registado antes dos bombardeamentos americanos e israelitas contra Teerão.</p>
<p>Se forem somadas as exportações de petróleo bruto e de combustíveis refinados, o total chega aos 14 milhões de barris por dia, também um máximo histórico. O aumento é puxado sobretudo pela procura da Europa e da Ásia, obrigadas a substituir parte do petróleo, gasóleo e querosene que antes chegavam do Golfo Pérsico.</p>
<p><strong>Golfo travado, petróleo americano em vantagem</strong></p>
<p>Pelo Estreito de Ormuz passa normalmente cerca de um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo. Com a passagem bloqueada, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Iraque ainda conseguem transportar parte da produção por oleoduto, mas o Kuwait e o Bahrain ficam praticamente sem capacidade de vender crude no mercado global.</p>
<p>Esse vazio está a ser preenchido pelos Estados Unidos. Para as empresas americanas de energia, a crise representa um ganho inesperado: vendem mais, ganham quota de mercado e beneficiam de preços mais elevados.</p>
<p>O problema é que o custo também chega aos consumidores. Nos Estados Unidos, tal como no resto do mundo, abastecer o carro ou comprar um bilhete de avião tornou-se mais caro. Segundo o &#8216;El País&#8217;, o preço médio da gasolina ronda os 4,5 dólares por galão, pouco mais de um euro por litro.</p>
<p><strong>A revolução que mudou os Estados Unidos</strong></p>
<p>A atual força energética americana seria impensável há pouco mais de dez anos. Até 2014, os Estados Unidos praticamente não exportavam petróleo.</p>
<p>A viragem começou com o fraturamento hidráulico, técnica que permite extrair petróleo e gás de formações rochosas ricas em xisto. O resultado foi uma transformação profunda: os Estados Unidos tornaram-se, pela primeira vez desde a II Guerra Mundial, exportadores líquidos de petróleo bruto.</p>
<p>Ira Joseph, investigador do Centro de Política Energética Global da Universidade de Columbia, resume o efeito imediato da crise: os principais concorrentes dos EUA estão limitados, os preços subiram e os produtores americanos estão a beneficiar de um enorme ganho inesperado.</p>
<p>Mas o especialista deixa um aviso. A longo prazo, a eletrificação dos transportes deverá reduzir o consumo de petróleo, enquanto o crescimento das renováveis e das baterias pode travar a procura por gás natural liquefeito.</p>
<p><strong>Qatar perde terreno no gás</strong></p>
<p>A vantagem americana também se estende ao gás natural. Em abril, as exportações dos Estados Unidos atingiram um novo máximo, beneficiando das dificuldades do Qatar, um dos maiores fornecedores mundiais de gás natural liquefeito.</p>
<p>Com Ormuz bloqueado, Doha perdeu grande parte da capacidade de colocar gás no mercado internacional. A situação agravou-se depois de ataques iranianos contra instalações energéticas do país, em resposta aos bombardeamentos americanos e israelitas.</p>
<p>O complexo de Ras Laffan, uma das infraestruturas centrais do gás qatari, foi danificado. Segundo cálculos da Qatar Energy, a ofensiva pode ameaçar quase um quinto da capacidade de exportação do país nos próximos cinco anos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os Estados Unidos reforçam a sua posição. Analistas do Instituto de Economia Energética e Análise Financeira sublinham que o país já vende mais gás natural liquefeito do que qualquer outro e que a sua capacidade de exportação deverá praticamente duplicar até 2030.</p>
<p><strong>Energia como arma geopolítica</strong></p>
<p>A transformação energética americana tem impacto económico e estratégico. A indústria dos EUA beneficia de gás natural mais barato do que muitos concorrentes internacionais, enquanto Washington ganha margem de influência sobre aliados e rivais.</p>
<p>Donald Trump tem explorado politicamente esta vantagem, apresentando os Estados Unidos como uma superpotência dos combustíveis fósseis e recuperando o slogan “perfura, baby, perfura”, em contraste com a aposta nas renováveis da Administração Biden.</p>
<p>A crise de Ormuz reforça essa narrativa. Os Estados Unidos surgem agora como fornecedor indispensável num momento em que parte relevante da energia do Golfo ficou bloqueada.</p>
<p>Mas essa dependência também levanta riscos para a Europa e para a Ásia. Na era Trump, Washington está longe de ser visto como um parceiro previsível, e a nova centralidade energética americana pode transformar-se também num instrumento de pressão política.</p>
<p>No curto prazo, os Estados Unidos estão a ganhar com a crise.</p>
<p>No longo prazo, a pergunta é quanto custará ao mundo depender cada vez mais da nova superpotência fóssil americana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760296]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O Golf GTI mais radical da história bate novo recorde em Nürburgring: veja o vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:56:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Volkswagen]]></category>
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					<description><![CDATA[Edição especial do compacto desportivo completou os 20,8 quilómetros da pista alemã em 7 minutos e 44,523 segundos, superando o anterior recorde do Honda Civic Type R, que tinha registado 7 minutos e 44,881 segundos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Volkswagen Golf GTI Edição de 50º Aniversário entrou para a história da marca ao tornar-se o automóvel de produção com tração dianteira mais rápido no circuito de Nürburgring Nordschleife, avança o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>A edição especial do compacto desportivo completou os 20,8 quilómetros da pista alemã em 7 minutos e 44,523 segundos, superando o anterior recorde do Honda Civic Type R, que tinha registado 7 minutos e 44,881 segundos.</p>
<p>Ao volante esteve Benjamin Leuchter, piloto de testes e desenvolvimento da Volkswagen, que levou esta versão especial do Golf GTI ao limite num dos circuitos mais exigentes do mundo.</p>
<p>Com este tempo, o modelo não só bateu o recorde entre automóveis de produção com tração dianteira, como se tornou também o Volkswagen de produção mais rápido de sempre a percorrer o lendário Nürburgring Nordschleife.</p>
<p><strong>325 cv e 270 km/h de velocidade máxima</strong></p>
<p>O Golf GTI Edição de 50º Aniversário surge com 325 cv, acelera dos 0 aos 100 km/h em 5,3 segundos e atinge uma velocidade máxima de 270 km/h.</p>
<p>A Volkswagen preparou esta versão com uma afinação específica de chassis, suspensão rebaixada e controlo adaptativo DCC de série, procurando dar ao modelo um comportamento mais eficaz em pista sem perder a identidade de compacto desportivo utilizável em estrada.</p>
<p>O automóvel que bateu o recorde em Nürburgring estava ainda equipado com o pacote opcional GTI Performance 50th Anniversary.</p>
<p>Este conjunto acrescenta uma configuração mais desportiva, escape leve em titânio, jantes forjadas de 19 polegadas e pneus semi-slick Bridgestone Potenza Race.</p>
<p><strong>Um GTI afinado para Nürburgring</strong></p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, Benjamin Leuchter destacou o equilíbrio do Golf GTI num circuito conhecido pelas mudanças de elevação, irregularidades e exigência técnica.</p>
<p>O piloto alemão sublinhou a condução neutra do modelo e a capacidade do carro para absorver as variações da pista, dois fatores decisivos para conseguir um tempo competitivo em Nürburgring.</p>
<p>A Volkswagen apresenta esta edição como o Golf GTI de produção mais potente e dinâmico alguma vez fabricado.</p>
<p><strong>Meio século de um ícone desportivo</strong></p>
<p>O nome GTI nasceu em 1976 e tornou-se, desde então, uma das siglas mais reconhecidas da Volkswagen.</p>
<p>Ao longo de cinco décadas, foram vendidas mais de 2,5 milhões de unidades GTI em todo o mundo, consolidando o modelo como uma referência entre os compactos desportivos.</p>
<p>Com esta edição especial, a marca alemã celebra os 50 anos do GTI levando o Golf ao patamar mais elevado de desempenho da sua história.</p>
<p>O recorde em Nürburgring funciona, assim, como cartão de visita para uma versão comemorativa que junta tradição, potência e ambição desportiva.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">Nordschleife in 7:44,523 minutes!</p>
<p>🚗Vehicle: Golf GTI EDITION 50<br />
👨Driver: Benjamin Leuchter<br />
⏲️Time: 7:44,523 minutes<br />
🛣️Track: Nordschleife<br />
🏅Category: Compact cars</p>
<p>📺 Watch the whole lap on our YouTube Channel here: <a href="https://t.co/HXkJcoB9iH">https://t.co/HXkJcoB9iH</a><br />
All official laptimes:… <a href="https://t.co/kjzgb2qf08">pic.twitter.com/kjzgb2qf08</a></p>
<p>— Nürburgring (@nuerburgring) <a href="https://twitter.com/nuerburgring/status/2052679098334335217?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 8, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760291]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fidelidade apoia projetos sociais em Moçambique com financiamento de 1,5 milhões de meticais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Fidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fidelidade lançou a primeira edição do Prémio Fidelidade Comunidade em Moçambique, uma iniciativa destinada a apoiar projetos com impacto social nas áreas da inclusão de pessoas com deficiência ou incapacidade e da prevenção em saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fidelidade lançou a primeira edição do Prémio Fidelidade Comunidade em Moçambique, uma iniciativa destinada a apoiar projetos com impacto social nas áreas da inclusão de pessoas com deficiência ou incapacidade e da prevenção em saúde.</p>
<p>A distinção, promovida pela Fidelidade Ímpar, seguradora do grupo que opera naquele país africano, vai atribuir um apoio global de 1,5 milhões de meticais (cerca de 20 mil euros).</p>
<p>Batizado de “Prémio Fidelidade Ímpar Comunidade”, o programa chega agora a Moçambique depois de seis edições realizadas em Portugal e quatro em Cabo Verde. Nesta estreia, a iniciativa recebeu 216 candidaturas e distinguiu dois projetos considerados de elevado impacto nas comunidades locais.</p>
<p>Entre os vencedores está o projeto NutiFamily+, promovido pela Associação Nutrição em Desenvolvimento (ANDMoz), focado na inclusão social de pessoas com deficiência ou incapacidade. O segundo projeto premiado pertence à Associação Missão Moçambique (MiMo), em parceria com a Be Girl, e centra-se no empoderamento de raparigas em situação de vulnerabilidade através da promoção da higiene e saúde menstrual.</p>
<p>Cada uma das organizações vencedoras vai receber um apoio financeiro de 750 mil meticais (cerca de 10 mil euros). As candidaturas foram avaliadas por um júri independente, que teve em conta critérios como a qualidade técnica, o impacto nas comunidades e a sustentabilidade das iniciativas apresentadas.</p>
<p>Citado em comunicado, Vítor Bandeira sublinha que “o Prémio Fidelidade Ímpar Comunidade é a forma como materializamos o nosso compromisso com Moçambique”. “Apoiar projetos que promovem a inclusão e a saúde não é apenas uma escolha, é uma responsabilidade. Cada iniciativa que distinguimos é uma comunidade que avança. E isso move-nos”, acrescenta.</p>
<p>Desde a criação da iniciativa, em 2017, em Portugal, já foram recebidas mais de 2.300 candidaturas e apoiados 83 projetos, num investimento superior a três milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760282]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ultimato de Trump a Bruxelas: acordo comercial até 4 de julho ou tarifas mais altas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ultimato-de-trump-a-bruxelas-acordo-comercial-ate-4-de-julho-ou-tarifas-mais-altas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao fim de seis horas de reuniões, os negociadores decidiram abandonar a mesa sem acordo, adiando novamente a ratificação do pacto politicamente fechado entre Bruxelas e Washington no verão de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos voltou a ficar em risco depois de uma nova ronda de negociações entre Conselho, Comissão Europeia e Parlamento Europeu ter terminado sem entendimento, noticia o &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>Ao fim de seis horas de reuniões, os negociadores decidiram abandonar a mesa sem acordo, adiando novamente a ratificação do pacto politicamente fechado entre Bruxelas e Washington no verão de 2025.</p>
<p>A decisão reacendeu a tensão com Donald Trump, que voltou a ameaçar a UE com tarifas mais elevadas, incluindo uma taxa de 25% sobre os automóveis europeus. Essa ameaça contraria o entendimento alcançado no verão, que previa um teto tarifário para setores estratégicos.</p>
<p>Na noite desta quinta-feira, Trump falou ao telefone com Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e deixou depois uma mensagem pública nas redes sociais.</p>
<p>“Foi feita a promessa de que a UE cumpriria a sua parte do acordo e, como combinado, reduziria as suas tarifas a zero”, escreveu o presidente americano. Trump afirmou ainda ter dado a Bruxelas prazo até ao 250º aniversário dos Estados Unidos para cumprir o entendimento, sob pena de as tarifas subirem “para níveis muito mais elevados”.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116534860307993853/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p><strong>Bruxelas tenta acalmar Washington</strong></p>
<p>A Comissão Europeia tem procurado evitar uma escalada comercial com os Estados Unidos e insiste que continua empenhada na aplicação do acordo.</p>
<p>Ursula von der Leyen afirmou, esta semana, que Bruxelas mantém o compromisso com a implementação do pacto e que estão a ser feitos “progressos significativos” para reduzir tarifas até ao início de julho.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia abordou o tema com Trump e Maroš Šefčovič, comissário europeu do Comércio, também discutiu o acordo com Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, durante um encontro em Paris.</p>
<p>O esforço de Bruxelas tem um objetivo claro: acalmar uma Casa Branca cada vez mais impaciente com a lentidão do processo europeu de ratificação.</p>
<p>O acordo, negociado politicamente em julho de 2025 durante uma visita de Trump ao seu campo de golfe em Turnberry, na Escócia, e formalizado numa declaração conjunta em agosto, previa que os 27 aceitassem uma tarifa geral de 15% em troca de um teto para setores-chave.</p>
<p>Em contrapartida, a União Europeia eliminaria tarifas sobre produtos industriais americanos e comprometer-se-ia a comprar energia e equipamento militar aos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Parlamento Europeu exige mais garantias</strong></p>
<p>O problema é que o acordo continua a enfrentar resistências em Bruxelas.</p>
<p>O Parlamento Europeu e alguns Estados-membros exigem salvaguardas adicionais antes de darem luz verde ao pacto. A preocupação central é simples: muitos eurodeputados duvidam que Washington cumpra a sua parte e receiam que Trump continue a usar novas ameaças tarifárias mesmo depois da ratificação.</p>
<p>Essa desconfiança aumentou depois de uma decisão do Supremo Tribunal americano ter posto em causa a base jurídica usada pela Administração Trump para justificar a ameaça de “tarifas recíprocas” que antecedeu o acordo do verão.</p>
<p>Do lado europeu, há quem veja o pacto de Turnberry como o melhor acordo possível para dar estabilidade às empresas e proteger setores vulneráveis, em especial a indústria automóvel alemã, frequentemente visada por Trump.</p>
<p>Mas há também quem considere que a União Europeia não pode aprovar o texto sem mecanismos de proteção mais fortes.</p>
<p><strong>Três cláusulas para travar abusos</strong></p>
<p>O Parlamento Europeu já suspendeu por várias vezes o processo interno relativo ao acordo, primeiro devido às ameaças de Trump contra a Dinamarca no contexto da Gronelândia e, mais tarde, devido à decisão do Supremo Tribunal americano.</p>
<p>Agora, os eurodeputados exigem três cláusulas especiais.</p>
<p>A primeira é uma cláusula de ativação, segundo a qual a União Europeia só começaria a aplicar o acordo quando os Estados Unidos fizessem o mesmo.</p>
<p>A segunda é uma cláusula de caducidade, que faria o acordo expirar em março de 2028, caso não fosse adotada nova legislação.</p>
<p>A terceira é uma cláusula de salvaguarda, que permitiria à Comissão Europeia suspender o pacto se Washington violasse os compromissos assumidos.</p>
<p>Estas exigências são defendidas em particular por Bernd Lange, eurodeputado social-democrata alemão, presidente da Comissão do Comércio Internacional do Parlamento Europeu e negociador-chefe da instituição neste processo.</p>
<p><strong>Automóveis voltam ao centro da ameaça</strong></p>
<p>A indústria automóvel europeia está novamente no centro da tensão comercial.</p>
<p>Trump voltou a ameaçar impor tarifas de 25% sobre veículos europeus, num movimento que atingiria de forma especial a Alemanha e os seus fabricantes.</p>
<p>Para a Comissão Europeia, evitar essa escalada é uma prioridade. Bruxelas considera que o acordo de Turnberry, apesar das concessões feitas, oferece previsibilidade às empresas e impede uma guerra comercial mais ampla.</p>
<p>Mas, segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, as ameaças periódicas da Casa Branca têm precisamente o efeito contrário ao pretendido por Bruxelas: reforçam a posição dos eurodeputados que exigem mais garantias antes de aprovar qualquer pacto.</p>
<p>Maroš Šefčovič deixou também um aviso a Washington, defendendo que os Estados Unidos devem corresponder às expectativas e respeitar o que foi acordado em Turnberry.</p>
<p>“É muito importante que os Estados Unidos correspondam às expectativas e também honrem o que foi acordado em Turnberry”, afirmou o comissário europeu do Comércio, referindo-se ao regresso às tarifas inclusivas de 15%.</p>
<p><strong>UE entre a pressão de Trump e o medo de ceder demasiado</strong></p>
<p>O impasse deixa a União Europeia numa posição difícil.</p>
<p>Por um lado, a Comissão quer evitar uma nova guerra comercial com os Estados Unidos e proteger setores estratégicos, sobretudo o automóvel.</p>
<p>Por outro, o Parlamento Europeu e alguns Estados-membros recusam aprovar um acordo que consideram frágil, sem garantias suficientes de cumprimento por parte de Washington.</p>
<p>A questão já não é apenas comercial. Tornou-se também política.</p>
<p>Para Bruxelas, o desafio é mostrar que consegue negociar com Trump sem aceitar um acordo que deixe a União Europeia vulnerável a novas ameaças tarifárias.</p>
<p>Para Washington, a paciência está a esgotar-se.</p>
<p>E, enquanto o pacto continua bloqueado, os automóveis europeus voltam a ser usados como instrumento de pressão numa disputa comercial que ameaça reabrir uma crise entre os dois lados do Atlântico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760284]]></sapo:autor>
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		<title>Como uma estação polar, 14 cientistas e uma colónia de pinguins entraram na estratégia de guerra da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A milhares de quilómetros da guerra, entre glaciares, pinguins e montanhas geladas, a Ucrânia mantém uma frente improvável contra a Rússia: a sua base científica na Antártida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A milhares de quilómetros da guerra, entre glaciares, pinguins e montanhas geladas, a Ucrânia mantém uma frente improvável contra a Rússia: a sua base científica na Antártida. A estação Vernadsky, situada na Península Antártica, tornou-se mais do que um posto de investigação: para Kiev, é também uma forma de garantir voz num dos fóruns internacionais onde Moscovo continua a ter influência, apontou o &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>À frente da equipa está Anzhelika Hanchuk, meteorologista ucraniana que lidera um grupo de 14 pessoas na base. Mesmo isolada no extremo sul do planeta, continua ligada à guerra. No telemóvel, mantém ativa a aplicação que alerta para ataques aéreos sobre Kiev. Quando há notificações de mísseis russos, a distância desaparece.</p>
<p>“Parar a base durante um ano e tentar recomeçar depois é simplesmente impossível”, afirma Hanchuk. “Parar a base por um ano significaria perdê-la para sempre.”</p>
<p>A frase resume a importância estratégica atribuída por Kiev à presença polar. Para um país em guerra, manter uma base na Antártida pode parecer secundário. Mas as autoridades ucranianas veem a presença em Vernadsky como uma plataforma científica, diplomática e geopolítica.</p>
<p><strong>Uma base que garante lugar à mesa</strong></p>
<p>A estação Vernadsky assegura à Ucrânia um lugar no sistema de governação da Antártida, regulado pelo Tratado da Antártida e decidido por consenso entre os países com estatuto consultivo.</p>
<p>Esse estatuto é crucial. Permite à Ucrânia participar nas decisões sobre o futuro do continente gelado, desde a proteção ambiental à pesca de krill, passando pelo turismo polar e pela eventual exploração de recursos.</p>
<p>Em fevereiro, o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, aprovou uma nova estratégia polar de longo prazo. O documento classifica a presença ucraniana na Antártida, no Ártico e no Oceano Mundial como uma questão de “importância estratégica e geopolítica”.</p>
<p>Para Kiev, estar presente nestes fóruns ajuda a reforçar a segurança nacional, a projetar o país no plano internacional e a contrariar a política agressiva da Rússia.</p>
<p>É também uma forma de lembrar, em todos os espaços diplomáticos possíveis, que a guerra continua.</p>
<p><strong>A guerra entrou no Tratado da Antártida</strong></p>
<p>A próxima reunião dos países com poder de decisão no Tratado da Antártida realiza-se em Hiroshima, no Japão, a partir de 11 de maio. Em teoria, estará em causa a gestão de um continente dedicado à ciência e à cooperação pacífica.</p>
<p>Na prática, a guerra na Ucrânia contaminou também este organismo internacional.</p>
<p>Desde a invasão russa de 2022, as divisões tornaram-se mais visíveis. De um lado estão os países ocidentais que apoiam Kiev. Do outro, a Rússia, muitas vezes alinhada com a China em matérias como restrições ambientais, proteção de espécies ou limites à atividade humana no continente.</p>
<p>A Ucrânia tem usado estes encontros para denunciar a agressão russa e para tentar travar a influência de Moscovo. Para Evgen Dykyi, diretor do Centro Científico Nacional Antártico da Ucrânia, um Estado que viola o direito internacional e a Carta das Nações Unidas dificilmente poderá ser visto como um parceiro fiável no quadro do Tratado da Antártida.</p>
<p>O próprio centro que dirige, em Kiev, foi atingido por um míssil russo em 2022.</p>
<p><strong>A herança soviética e a compra simbólica por uma libra</strong></p>
<p>A ligação da Ucrânia à Antártida nasceu depois do colapso da União Soviética. Quando a URSS se desfez, as 12 estações soviéticas no continente passaram para controlo russo, deixando os cientistas ucranianos sem base própria.</p>
<p>A oportunidade surgiu quando o Reino Unido decidiu transferir a antiga estação Faraday, na ilha Galindez, cerca de 1.200 quilómetros a sul da Argentina.</p>
<p>Em 1996, a Ucrânia comprou a estação por uma libra simbólica e deu-lhe o nome de Vernadsky, em homenagem ao mineralogista ucraniano que foi o primeiro presidente da Academia Nacional de Ciências da Ucrânia.</p>
<p>A condição britânica era clara: Kiev teria de continuar os estudos atmosféricos iniciados em 1947, fundamentais para acompanhar as alterações climáticas numa das regiões do planeta que mais rapidamente aquece.</p>
<p>Oito anos depois, a Ucrânia conquistou estatuto consultivo no Tratado da Antártida.</p>
<p><strong>Quando a invasão começou, a missão continuou</strong></p>
<p>A atual dimensão simbólica da base intensificou-se com a invasão russa de fevereiro de 2022.</p>
<p>Nessa altura, Hanchuk preparava-se para viajar para o Chile, de onde seguiria para a Antártida. A guerra começou quando o navio polar ucraniano &#8216;Noosfera&#8217; estava a caminho da estação Vernadsky.</p>
<p>A equipa teve de improvisar. Com os aeroportos ucranianos encerrados, os cientistas viajaram de autocarro para a Polónia. O programa antártico polaco acolheu-os e ajudou-os com material. Dez dias depois da invasão, voaram de Varsóvia para Punta Arenas, no Chile, onde embarcaram rumo à base.</p>
<p>A decisão de seguir viagem não foi simples. Havia receio de que o Estado ucraniano deixasse de existir ou de que ninguém pudesse recolher a equipa anterior, que já estava há um ano em Vernadsky.</p>
<p>Ainda assim, a missão avançou.</p>
<p>A &#8216;POLITICO&#8217; descreve essa presença como uma forma invulgar de esforço de guerra: não com armas, mas com continuidade científica, diplomacia e resistência institucional.</p>
<p><strong>Ciência como poder suave</strong></p>
<p>Desde 2022, a base Vernadsky tornou-se também uma ferramenta de alianças.</p>
<p>Países que evitam tomar posição aberta na guerra, como o México ou a Colômbia, colaboram com cientistas ucranianos em projetos de investigação polar. Kiev oferece alojamento e apoio logístico a investigadores estrangeiros, reforçando a imagem de parceiro útil e não apenas de país vítima.</p>
<p>“Queremos ser um parceiro, não apenas uma vítima”, resume Olena Marushevska, porta-voz do programa antártico ucraniano.</p>
<p>O navio &#8216;Noosfera&#8217;, que não regressa a Odessa desde janeiro de 2022, também ganhou valor diplomático. Entre viagens à estação Vernadsky, fica atracado na África do Sul e é usado para transportar equipas de outros países para uma região onde as opções logísticas são limitadas.</p>
<p>Essa cooperação dá à Ucrânia presença, influência e receitas adicionais para manter o programa a funcionar.</p>
<p><strong>Cientistas que se tornaram soldados</strong></p>
<p>A guerra também chegou diretamente às equipas polares ucranianas.</p>
<p>Desde a invasão russa, 32 cientistas e funcionários ligados ao programa antártico, conhecidos informalmente como “pinguins militares”, juntaram-se ao exército ucraniano. Oito ficaram gravemente feridos.</p>
<p>Um deles, Yuriy Lyshenko, eletricista diesel com várias missões em Vernadsky, sofreu a amputação parcial de uma perna após uma explosão de mina em 2024. No ano seguinte, regressou à Antártida com uma prótese para a sua quinta missão.</p>
<p>Na base, a guerra está sempre presente. A internet, antes instável, tornou-se mais fiável graças à Starlink. Os membros da expedição acompanham alertas de ataques aéreos, notícias sobre familiares e relatos do conflito em tempo real.</p>
<p>Hanchuk conta que, quando ouve o estrondo de uma avalanche ou de um glaciar a partir-se, o corpo reage como se estivesse de novo em Kiev, a ouvir mísseis.</p>
<p>“O cérebro sabe que é uma avalanche. Mas o corpo reage a outro som”, diz.</p>
<p><strong>Rússia, recursos e bloqueios</strong></p>
<p>A Antártida deveria ser um espaço dedicado à ciência e livre de disputas militares. O Tratado de 1959 determina que o continente seja usado apenas para fins pacíficos e congela reivindicações territoriais.</p>
<p>Mas a realidade é mais complexa. Especialistas ouvidos pela &#8216;POLITICO&#8217; sublinham que ciência e geopolítica sempre caminharam lado a lado na Antártida.</p>
<p>Antes da invasão da Ucrânia, a Rússia já era apontada por atividades de prospeção de petróleo, gás e metais preciosos ao largo da costa antártica. A exploração de recursos está proibida pelo protocolo ambiental do Tratado da Antártida, pelo menos até 2048.</p>
<p>Depois de 2022, os países ocidentais passaram a criticar Moscovo de forma mais aberta. Em 2024, a administração Biden sancionou o navio russo &#8216;Alexandr Karpinsky&#8217;, ligado à empresa estatal Rosgeo, por alegada exploração e prospeção mineral.</p>
<p>Com o regresso de Donald Trump à Casa Branca, porém, os Estados Unidos afastaram-se das sessões informais do grupo Amigos da Ucrânia, que antes tinham ajudado a reunir à margem das reuniões do Tratado da Antártida.</p>
<p>O Departamento de Estado americano defendeu que as organizações internacionais devem concentrar-se nos seus mandatos técnicos e evitar a politização, incluindo tentativas de levar a guerra da Ucrânia para reuniões antárticas.</p>
<p><strong>O primeiro “prisioneiro político da Antártida”</strong></p>
<p>Com o sistema de governação cada vez mais bloqueado, Kiev chega à reunião de Hiroshima com poucas expectativas de avanços práticos.</p>
<p>Uma das prioridades será chamar a atenção para Leonid Pshenichnov, biólogo marinho ucraniano de 70 anos, detido pela Rússia na Crimeia ocupada.</p>
<p>Pshenichnov participava há duas décadas na delegação ucraniana ao comité de proteção marinha da Antártida. As autoridades russas acusam-no de alta traição, alegando que a sua defesa de novas áreas marinhas protegidas prejudicava as operações russas de pesca de krill no Oceano Austral.</p>
<p>A Ucrânia considera-o o primeiro preso político ligado à governação antártica.</p>
<p>Mesmo que não consiga desbloquear decisões, Kiev considera essencial manter o tema na agenda. Para as autoridades ucranianas, deixar a cadeira vazia seria dar espaço à Rússia para impor a sua narrativa e os seus interesses.</p>
<p><strong>A voz de Kiev no fim do mundo</strong></p>
<p>Na base Vernadsky, os 14 ucranianos preparam-se para meses de isolamento, com o fim da época turística e a chegada da escuridão quase permanente do inverno antártico.</p>
<p>À porta da estação, um letreiro azul e amarelo aponta para várias cidades ucranianas: Kiev fica a 15.168 quilómetros, Kharkiv a 15.375 e Lviv a 14.840.</p>
<p>A distância é imensa, mas para Hanchuk a presença ali continua a fazer sentido. Garante a continuidade da ciência ucraniana, mantém viva uma rede diplomática e assegura que o país tem palavra num continente governado por consenso.</p>
<p>“Dá-nos o direito de ter a nossa voz ali”, afirma.</p>
<p>Num país em guerra pela sobrevivência, até uma pequena base polar se tornou parte da resistência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760270]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Knower Hopitality: O luxo para além da estética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Knower Hospitaly]]></category>
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					<description><![CDATA[Na hotelaria de luxo, a excelência deixou de ser uma promessa. é uma responsabilidade diária, que se cumpre na execução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por: Andreia Costa, senior Business Manager da Knower Hospitality.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na hotelaria de luxo, a excelência deixou de ser uma promessa. é uma responsabilidade diária, que se cumpre na execução.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante anos, o luxo foi comunicado através da estética dos espaços, da exclusividade das experiências ou da assinatura de conceitos diferenciadores. Hoje, esses factores continuam a ser relevantes, mas já não são suficientes. O hóspede de luxo está mais informado, mais exigente e mais atento ao detalhe.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdadeira diferenciação está, cada vez mais, na capacidade de garantir consistência – todos os dias, em todos os pontos de contacto. É neste contexto que a operação assume um papel absolutamente crítico.</p>
<p style="text-align: justify;">A percepção de excelência constrói-se, muitas vezes, nos bastidores. No rigor com que um quarto é preparado, na precisão dos timings, na fluidez dos processos, na atenção ao detalhe que não pode falhar. É um trabalho silencioso, mas altamente estruturado, onde cada elemento contribui para uma experiência final que deve ser irrepreensível. O hóspede pode não ver a operação, mas sente-a na forma como tudo acontece sem fricção.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do meu percurso em hotelaria, sobretudo em funções de liderança ligadas ao housekeeping, fui consolidando uma convicção muito clara: a qualidade do serviço não é circunstancial – é construída. Depende de método, de formação contínua, de cultura operacional e, acima de tudo, de equipas bem preparadas, alinhadas e comprometidas com padrões elevados. Mais tarde, também na área da docência, tive a oportunidade de reforçar esta visão, acompanhando de perto a evolução de um sector que exige, cada vez mais, especialização, rigor e capacidade de adaptação.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi precisamente desta experiência acumulada que nasceu a forma como encaro a Knower Hospitality.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma unidade de negócio, vejo-a como uma resposta estruturada às exigências reais da hotelaria contemporânea – especialmente no segmento de luxo, onde a margem de erro é muito reduzida. Num contexto marcado pela sazonalidade, pela escassez de recursos humanos, pela pressão sobre custos e pela necessidade de manter standards elevados, o outsourcing só cria verdadeiro valor quando deixa de ser visto como uma solução operacional de recurso e passa a assumir-se como uma extensão qualificada da própria unidade.</p>
<p style="text-align: justify;">É esse o posicionamento em que acreditamos na Knower Hospitality: um modelo especializado, profundamente alinhado com a realidade do sector, orientado para a excelência na execução e para a criação de valor sustentável nas operações hoteleiras. Um modelo que reconhece o housekeeping como uma função estratégica – não apenas operacional – e que entende a organização, a consistência e o detalhe como pilares fundamentais da experiência do hóspede.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque, no turismo de luxo, a excelência já não está apenas no que se mostra. Está, sobretudo, naquilo que se garante, todos os dias, com rigor, discrição e competência.</p>
<p style="text-align: justify;">E é exactamente nesse território – o da operação bem executada, da exigência permanente e da parceria com verdadeiro conhecimento do sector – que se define uma parte decisiva do futuro da hotelaria com a Knower Hospitality.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Abril  (n.º 241</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_753187]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>XLVII Barómetro: Teresa Brantuas, Allianz Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xlvii-barometro-teresa-brantuas-allianz-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Teresa Brantuas, CEO, Allianz Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Teresa Brantuas, CEO, Allianz Portugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As prioridades estratégicas identificadas para os restantes trimestres de 2026 reflectem uma mudança clara da agenda. A eficiência operacional e a redução de custos surgem como a principal prioridade, sinalizando que o foco das organizações está agora na protecção de margens e na sustentabilidade do desempenho num contexto mais exigente. A expansão de mercado e o crescimento económico mantêm‑se como eixos relevantes, mas de forma mais selectiva e pragmática, subordinados à capacidade de execução e ao retorno do capital investido. A ambição não desaparece, mas é calibrada por uma leitura mais realista do contexto macroeconómico e o geopolítico. A digitalização e a implementação de Inteligência Artificial assumem um papel estruturante enquanto alavancas de produtividade e eficiência, deixando o plano conceptual e passando a parte integrante da estratégia a curto prazo. O foco desloca‑se para a aplicação prática e para impactos mensuráveis no desempenho operacional. Em contraste, temas como sustentabilidade e retenção de talento surgem com menor peso directo na hierarquia imediata de prioridades, não por perda de relevância estratégica, mas porque são cada vez mais entendidos como dimensões transversais, integradas nas decisões de eficiência, crescimento e transformação tecnológica. O sucesso em 2026 dependerá menos de novas estratégias e mais da capacidade e rapidez na adaptação e resiliência das organizações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Abril (nº. 241) da Executive Digest, no âmbito da XLVII edição do seu Barómetro</em>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750718]]></sapo:autor>
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		<title>Foram criadas 19.503 novas empresas desde o início do ano em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[constituições]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[encerramentos]]></category>
		<category><![CDATA[insolvências]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre janeiro e abril de 2026 foram constituídas 19.503 novas empresas em Portugal, o que representa uma descida de 4,6% face ao mesmo período do ano passado (-944 constituições), segundo o Barómetro da Informa D&#038;B. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="141" data-end="528">Entre janeiro e abril de 2026 foram constituídas 19.503 novas empresas em Portugal, o que representa uma descida de 4,6% face ao mesmo período do ano passado (-944 constituições), segundo o Barómetro da Informa D&amp;B. Apesar de um arranque positivo em janeiro, os três meses seguintes registaram quebras sucessivas na criação de empresas.</p>
<p data-start="530" data-end="708">O comportamento negativo é transversal à maioria dos setores de atividade, com duas exceções: Construção e Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), que continuam a crescer.</p>
<p data-start="762" data-end="1049">O setor da Construção registou um aumento de 7,7% na criação de novas empresas (+203 constituições), consolidando uma trajetória de crescimento iniciada em 2020. O desempenho é sustentado pela procura de habitação e reabilitação urbana, bem como por oportunidades no mercado imobiliário.</p>
<p data-start="762" data-end="1049"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-760272" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1.png" alt="" width="944" height="440" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1.png 944w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1-300x140.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1-900x419.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1-768x358.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1-600x280.png 600w" sizes="(max-width: 944px) 100vw, 944px" /></p>
<p data-start="1051" data-end="1145">Já as TIC cresceram 8,4% (+112 constituições), com destaque para as atividades de informática.</p>
<p data-start="1202" data-end="1482">Na oposição, o setor da Agricultura e outros recursos naturais apresentou a maior descida, com uma quebra de 37% (-283 constituições). Dentro deste segmento, as atividades de agricultura e pecuária recuaram 42%, com impacto mais significativo nos distritos de Beja, Braga e Viseu.</p>
<p data-start="1484" data-end="1601">Também o Retalho (-13%; -226 constituições) e os Transportes (-15%; -217 constituições) registaram quedas relevantes.</p>
<h3 data-section-id="1okav0u" data-start="1603" data-end="1670">Encerramentos descem, mas há sinais de pressão em algumas áreas</h3>
<p data-start="1672" data-end="1813">Entre janeiro e abril de 2026 encerraram 3.736 empresas em Portugal, uma descida de 24% (-1.165 encerramentos) face ao mesmo período de 2025.</p>
<p data-start="1815" data-end="2036">No acumulado dos últimos 12 meses (maio de 2025 a abril de 2026), foram registados 14.298 encerramentos, menos 8,7% do que no período homólogo, refletindo uma tendência global de abrandamento das dissoluções empresariais.</p>
<p data-start="2038" data-end="2360">A descida foi transversal a quase todos os setores, com destaque para o Retalho (-16%; -342 encerramentos). Ainda assim, algumas atividades registaram aumentos expressivos, como o retalho não especializado por correspondência ou via internet (+228%; +114 encerramentos) e a fabricação de calçado (+37%; +33 encerramentos).</p>
<h3 data-section-id="fvh9dg" data-start="2362" data-end="2425">Insolvências sobem 7,8% e quebram tendência do ano anterior</h3>
<p data-start="2427" data-end="2627">Em sentido contrário ao ano passado, as insolvências voltaram a subir. Entre janeiro e abril de 2026 registaram-se 701 novos processos de insolvência, mais 7,8% (+51 casos) do que no período homólogo.</p>
<p data-start="2629" data-end="2813">O aumento foi mais expressivo na Construção (+28%; +20 insolvências) e nas Indústrias (+14%; +20 insolvências), com destaque para a indústria têxtil e da moda (+21%; +14 insolvências).</p>
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