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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Ex-diretor da Águas de Gaia suspeito de desviar um milhão de euros com empresa-fantasma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 08:26:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação da Polícia Judiciária (PJ) do Porto levou à detenção de 13 pessoas ligadas à empresa municipal Águas de Gaia (ADGaia), entre as quais dois diretores em funções e um ex-diretor já aposentado, por suspeitas de corrupção, abuso de poder e branqueamento de capitais. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A investigação da Polícia Judiciária (PJ) do Porto levou à detenção de 13 pessoas ligadas à empresa municipal Águas de Gaia (ADGaia), entre as quais dois diretores em funções e um ex-diretor já aposentado, por suspeitas de corrupção, abuso de poder e branqueamento de capitais. No centro da operação, batizada de “Águas Turvas”, está um alegado esquema de adjudicações fraudulentas, utilização de recursos públicos em obras privadas e pagamento de contrapartidas ilícitas que poderá envolver contratos superiores a oito milhões de euros.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.jn.pt/justica/artigo/ex-diretor-recebeu-um-milhao-com-luvas-e-obras-feitas-por-tecnicos-da-aguas-de-gaia/18088660" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, a investigação acredita que José António Martins, antigo diretor da Direção de Águas e Abastecimento da ADGaia, terá criado uma empresa de fachada enquanto ainda exercia funções na empresa municipal, com o objetivo de receber luvas e intermediar adjudicações. A alegada sociedade não teria trabalhadores nem meios próprios, servindo apenas para faturar obras que, na prática, seriam executadas por técnicos e funcionários da própria Águas de Gaia, utilizando materiais da empresa pública.</p>
<p>De acordo com os investigadores, entre 2024 e 2025 essa empresa terá obtido contratos no valor aproximado de um milhão de euros. A PJ suspeita de que António Costa, encarregado da ADGaia responsável pela gestão de empreitadas, mobilizava equipas municipais para executar os trabalhos adjudicados às empresas associadas ao ex-diretor. Em vários casos, as obras alegadamente nem terão sido realizadas na totalidade ou em conformidade com o contratado, mas acabariam validadas para pagamento. A investigação sustenta ainda que seis gerentes de empresas consideradas “testas de ferro” aceitavam ceder os respetivos nomes em troca de percentagens dos contratos e da promessa de futuras adjudicações.</p>
<p>A operação policial apura igualmente a existência de um segundo alegado esquema na Direção de Águas Residuais da empresa municipal. A diretora Eunice Fonseca e outros três funcionários são suspeitos de favorecer o empresário António Mota através da atribuição de contratos com valores inflacionados e alegadas violações das regras de contratação pública. Os investigadores acreditam que algumas empreitadas começaram mesmo antes da formalização contratual. Entre 2009 e 2026, empresas ligadas a António Mota terão celebrado cerca de 10,9 milhões de euros em contratos públicos, dos quais 8,5 milhões foram firmados com a ADGaia, representando cerca de 80% da faturação total do grupo empresarial.</p>
<p>Em troca dos alegados favorecimentos, o empresário é suspeito de oferecer dinheiro, refeições, viagens e bens de luxo aos funcionários envolvidos. A PJ refere despesas superiores a 10 mil euros em restaurantes de Matosinhos, além de viagens a destinos como Roma, Marrocos e Brasil. Um dos episódios sob investigação ocorreu num jantar de Natal realizado em dezembro de 2025, onde terão estado presentes vários dos suspeitos. Segundo o processo, além de pagar uma refeição de 375 euros, António Mota terá adquirido cerca de seis mil euros em garrafas de uísque e outras bebidas alcoólicas oferecidas aos participantes. As buscas da PJ decorreram durante várias horas nas instalações da empresa municipal, acompanhadas pelo juiz de instrução Pedro Miguel Vieira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768161]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: Porque é que toda a gente voltou a falar de ouro em 2026? Especialista diz que foi “vítima do próprio sucesso”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 08:26:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ouro continua a afirmar-se como um dos principais ativos de refúgio num contexto de crescente incerteza geopolítica, mas os especialistas alertam que a recente escalada do metal precioso poderá enfrentar novos desafios caso se verifique uma estabilização no Médio Oriente e uma moderação das expectativas de subida das taxas de juro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ouro continua a afirmar-se como um dos principais ativos de refúgio num contexto de crescente incerteza geopolítica, mas os especialistas alertam que a recente escalada do metal precioso poderá enfrentar novos desafios caso se verifique uma estabilização no Médio Oriente e uma moderação das expectativas de subida das taxas de juro.</p>
<p>A análise é de Diego Franzin, responsável de Estratégias de Portefólio na Plenisfer Investments, que integra a Generali Investments, que destaca que o ouro chegou mesmo a ultrapassar temporariamente a fasquia dos 5.000 dólares por onça entre o final de 2025 e o início de 2026.</p>
<p>Segundo o especialista, o metal precioso tornou-se “vítima do seu próprio sucesso”, depois de um período em que foi visto como a solução ideal para diversificação e proteção contra riscos de mercado. A forte valorização levou a uma onda significativa de realização de mais-valias, sobretudo em ETFs norte-americanos, enquanto alguns bancos centrais, como o da Turquia, recorreram às suas reservas de ouro para apoiar as respetivas moedas.</p>
<p>Diego Franzin sublinha que a evolução do preço do ouro permanece fortemente dependente da situação geopolítica no Médio Oriente e do comportamento do petróleo. Na sua perspetiva, uma eventual estabilização da região poderá aliviar a pressão económica associada aos custos energéticos e reduzir as expectativas de novas subidas das taxas de juro, diminuindo assim o apelo de curto prazo do ouro, um ativo que não gera rendimento.</p>
<p>Perante este cenário, a Plenisfer Investments mantém uma abordagem prudente, posicionando-se no limite inferior da sua exposição ao ouro e encarando eventuais correções como oportunidades para reforçar gradualmente posições.</p>
<p>Apesar da volatilidade de curto prazo, a gestora acredita que o ouro continuará a desempenhar um papel estrutural nos portefólios, graças à sua função de reserva de valor e instrumento de independência financeira num ambiente geopolítico cada vez mais complexo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768178]]></sapo:autor>
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		<title>Apenas 9% das empresas portuguesas atingem níveis elevados de produtividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 08:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estudo conclui que somente 16 mil empresas conseguem posicionar-se no patamar mais alto de desempenho, enquanto a maioria permanece em níveis intermédios ou baixos de produtividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas 9% das empresas em Portugal apresentam um nível elevado de produtividade, segundo um novo indicador desenvolvido pela Informa D&amp;B em parceria com o Jornal de Negócios, que analisou cerca de 170 mil sociedades nacionais. O estudo conclui que somente 16 mil empresas conseguem posicionar-se no patamar mais alto de desempenho, enquanto a maioria permanece em níveis intermédios ou baixos de produtividade, revelando fragilidades persistentes na competitividade do tecido empresarial português.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/negocios-iniciativas/rota-da-produtividade/detalhe/so-9-das-empresas-em-portugal-tem-uma-produtividade-elevada" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, que desenvolveu o indicador juntamente com a Informa D&amp;B, 38% das empresas analisadas encontram-se num nível médio de produtividade, 22% situam-se no patamar médio-elevado e 19% apresentam os níveis mais baixos. O novo índice procura medir a competitividade empresarial através de cinco dimensões distintas relacionadas com a capacidade das empresas transformarem recursos em riqueza e eficiência económica.</p>
<p>O estudo identifica os setores dos serviços empresariais, serviços gerais, construção e tecnologias de informação como aqueles onde existe uma maior concentração de empresas com produtividade elevada, superando os 10%. Pelo contrário, áreas como a indústria, os grossistas e os transportes registam desempenhos mais modestos, com apenas entre 3% e 5% das empresas a atingirem os níveis mais altos do indicador. A Informa D&amp;B sublinha que “analisar a produtividade das empresas é essencial porque revela a eficiência com que transformam recursos em riqueza, permitindo identificar fragilidades, orientar investimentos e reforçar a competitividade”.</p>
<p>Os dados mostram ainda que, entre 2019 e 2024, o valor acrescentado bruto (VAB) das empresas portuguesas cresceu 52%, mas o investimento em capital fixo aumentou apenas 22%, refletindo limitações financeiras na capacidade de investir em ativos produtivos. O relatório refere igualmente que o emprego aumentou 16% nesse período, enquanto os gastos com pessoal dispararam 50%, impulsionados pelas pressões inflacionistas verificadas entre 2020 e 2022. A produtividade do capital foi a componente que mais evoluiu, com uma subida média anual de 4,4%, ao passo que a produtividade do trabalho registou o pior desempenho, melhorando apenas 0,2% ao ano.</p>
<p>A análise aponta ainda fatores estruturais que condicionam o desempenho económico nacional, nomeadamente as opções estratégicas do país entre manter uma economia fortemente dependente do turismo ou avançar para um modelo de reindustrialização assente em setores de maior valor acrescentado. O estudo destaca também a importância do investimento direto estrangeiro na capacidade das empresas portuguesas alcançarem ganhos sustentados de produtividade. Ficaram excluídas desta avaliação entidades sem obrigação de publicar contas, empresas offshore, sociedades desportivas, empresas imobiliárias e sociedades com menos de dois trabalhadores ou faturação inferior a 100 mil euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768154]]></sapo:autor>
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		<title>T1 em Lisboa absorve 99% do salário médio mensal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 07:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa é atualmente a cidade europeia onde arrendar casa representa o maior esforço financeiro para os residentes, com a renda média de um apartamento T1 no centro da capital a absorver praticamente a totalidade do salário líquido mensal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa é atualmente a cidade europeia onde arrendar casa representa o maior esforço financeiro para os residentes, com a renda média de um apartamento T1 no centro da capital a absorver praticamente a totalidade do salário líquido mensal. Segundo uma análise da plataforma Tradingpedia, que avaliou 127 cidades europeias, o arrendamento médio em Lisboa atinge os 1.331 euros por mês, enquanto o salário líquido médio ronda os 1.343 euros, deixando aos moradores apenas cerca de 11 euros disponíveis depois do pagamento da habitação.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/salario-so-chega-para-a-renda-da-casa" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, o estudo conclui que Lisboa se mantém como “o mercado de arrendamento menos acessível da Europa”, apesar de as rendas terem registado uma ligeira descida homóloga de 5,7%, passando de 1.412 euros para 1.331 euros mensais. Ainda assim, a plataforma alerta que o crescimento salarial continua “estagnado”, mantendo a acessibilidade habitacional “criticamente comprometida” na capital portuguesa.</p>
<p>O levantamento revela também que Portugal coloca mais duas cidades entre as mais pressionadas pela relação entre salários e rendas. No Porto, o arrendamento de um T1 no centro custa em média 1.108 euros mensais, consumindo cerca de 85% do salário líquido médio local, fixado nos 1.302 euros. Já em Braga, onde o arrendamento médio ronda os 810 euros, os residentes gastam aproximadamente 73% do rendimento mensal disponível em habitação, num contexto de crescente pressão imobiliária.</p>
<p>A análise destaca ainda que, no caso do Porto, as rendas aumentaram 9,4% face ao ano anterior, agravando ainda mais o peso da habitação no orçamento das famílias. O estudo da Tradingpedia traça assim um retrato de forte desequilíbrio entre salários e custos de arrendamento em Portugal, particularmente nas principais cidades, numa altura em que o acesso à habitação continua a dominar o debate público e político no país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768153]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bitcoin e Ethereum com falta de impulso: como a AS DeFi pode ajudar os investidores a gerar uma renda mais estável?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bitcoin-e-ethereum-com-falta-de-impulso-como-a-as-defi-pode-ajudar-os-investidores-a-gerar-uma-renda-mais-estavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 07:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
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					<description><![CDATA[Recentemente, o mercado de criptomoedas voltou a entrar em um período de volatilidade. De acordo com análises de mercado, embora o Bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH) continuem sendo negociados em níveis elevados, o mercado como um todo carece de força para romper novas máximas, enquanto os investidores permanecem cautelosos e observando os próximos movimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, o mercado de criptomoedas voltou a entrar em um período de volatilidade. De acordo com análises de mercado, embora o Bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH) continuem sendo negociados em níveis elevados, o mercado como um todo carece de força para romper novas máximas, enquanto os investidores permanecem cautelosos e observando os próximos movimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialistas apontam que, diante das incertezas geopolíticas globais, do fortalecimento do dólar americano e da pressão sobre os ativos de risco, o mercado de criptomoedas está entrando em uma fase caracterizada por </span><b>alta volatilidade e baixo impulso de crescimento</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os dados mostram que o Bitcoin tem falhado repetidamente em ultrapassar níveis importantes de resistência, enquanto o Ethereum apresenta um desempenho ainda mais fraco. A análise técnica sugere que o BTC está atualmente em uma faixa de consolidação, ao passo que o ETH enfrenta um risco maior de pressão vendedora. Ao mesmo tempo, cada vez mais investidores de varejo percebem que depender exclusivamente da valorização dos ativos digitais para obter lucros está se tornando cada vez mais difícil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com Bitcoin e Ethereum em constante oscilação e sem um impulso claro de alta, um número crescente de investidores está recorrendo à mineração em nuvem da</span><a href="https://asdefi.com/xml/index.html#/register" target="_blank" rel="noopener"> <b>AS DeFi</b> </a><span style="font-weight: 400;">para obter renda passiva estável e criar novas oportunidades de crescimento patrimonial mesmo em mercados voláteis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é justamente por isso que a plataforma de mineração em nuvem</span><a href="https://asdefi.com/xml/index.html#/register" target="_blank" rel="noopener"> <b>AS DeFi</b> </a><span style="font-weight: 400;">tem atraído tanta atenção do mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>AS DeFi</b><span style="font-weight: 400;"> é uma plataforma global especializada em poder computacional em nuvem impulsionado por inteligência artificial e mineração sustentável baseada em energia verde. Por meio de algoritmos de IA, a plataforma otimiza dinamicamente os recursos de mineração, permitindo que usuários comuns participem da mineração global de ativos digitais diretamente pelo celular, sem necessidade de comprar ou manter equipamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferentemente da estratégia tradicional de simplesmente esperar a valorização das criptomoedas, a AS DeFi enfatiza um modelo de </span><b>rendimentos diários contínuos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Como começar a gerar renda passiva com a AS DeFi?</b></h2>
<h3><b>1. Registre uma conta (receba um bônus de US$ 15 ao se cadastrar e ganhe mais US$ 0,60 por dia ao fazer login diariamente) </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Site oficial:</span><a href="https://asdefi.com/xml/index.html#/register" target="_blank" rel="noopener"><b>https://asdefi.com</b></a></p>
<h3><b>2. Deposite seus ativos digitais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse a página de depósito da plataforma e deposite os principais ativos de criptomoedas, incluindo:BTC、USDT、ETH、LTC、USDC、XRP、BCH e outros.</span></p>
<h3><b>3. Escolha um contrato de mineração em nuvem</b></h3>
<h3><span style="font-weight: 400;">Contrato de experiência para iniciantes: bônus de US$ 100, rendimento diário de US$ 4</span></h3>
<h3><span style="font-weight: 400;">Contrato básico de poder computacional: US$ 500, rendimento diário de US$ 6,90</span></h3>
<h3><span style="font-weight: 400;">Contrato estável de poder computacional: US$ 5.000, rendimento diário de US$ 75</span></h3>
<h3><span style="font-weight: 400;">Contrato avançado de poder computacional: US$ 50.000, rendimento diário de US$ 825</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AS DeFi oferece diferentes opções de contratos para atender a diversos perfis de investimento e objetivos financeiros. Seja para ganhos de curto prazo ou retornos de longo prazo, existe uma solução adequada para cada usuário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema funciona automaticamente, sem necessidade de operação manual. Os rendimentos são creditados diariamente e podem ser sacados livremente ou reinvestidos.</span></p>
<h2><b>Depoimento de usuário: Ricardo Fernandes, do Porto, Portugal</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ricardo Fernandes compartilhou sua experiência com a plataforma:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em 2025, eu mantinha a maior parte dos meus investimentos em Bitcoin e Ethereum, mas o mercado frequentemente registrava fortes altas seguidas de correções rápidas, o que gerava muito estresse. Um amigo me recomendou experimentar a AS DeFi. Comecei com um contrato de pequeno valor para testar e percebi que os rendimentos eram liquidados automaticamente todos os dias, sem que eu precisasse acompanhar o mercado constantemente. Agora, mesmo quando o mercado está lateralizado, continuo obtendo retornos diários.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ricardo afirma que, especialmente diante da inflação elevada na Europa e da redução da rentabilidade dos investimentos tradicionais, cada vez mais jovens têm demonstrado interesse em soluções de computação em nuvem baseadas em inteligência artificial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Antes eu passava os dias preocupado com as oscilações do BTC e do ETH. Hoje, acompanho principalmente os rendimentos diários efetivos. A sensação é completamente diferente.”</span></p>
<h2><b>Perspectivas do mercado</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados de mercado indicam que, embora o capital institucional continue entrando nos ETFs de Bitcoin, o sentimento dos investidores de varejo permanece cauteloso. Muitos analistas acreditam que o mercado de criptomoedas poderá entrar em um período prolongado de consolidação, tornando mais difícil enriquecer apenas com grandes valorizações de preço.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com Bitcoin e Ethereum permanecendo em um cenário de volatilidade e enfraquecimento do impulso de alta, um número crescente de investidores está procurando alternativas que ofereçam rendimentos mais consistentes do que simplesmente manter criptomoedas em carteira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AS DeFi combina inteligência artificial, mineração em nuvem e energia verde para proporcionar aos usuários um modelo de renda passiva sem necessidade de equipamentos ou conhecimentos técnicos especializados. Mesmo em períodos de instabilidade do mercado, a plataforma busca oferecer uma forma acessível de geração de renda recorrente, tornando-se uma das tendências mais observadas no atual ecossistema de ativos digitais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para investidores comuns, em um ambiente em que BTC e ETH apresentam menor dinamismo, a AS DeFi surge como uma nova alternativa para potencializar os rendimentos provenientes de ativos digitais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você deseja obter rendimentos automáticos diários sem depender exclusivamente das oscilações do mercado e construir uma fonte de renda passiva de longo prazo, não perca a oportunidade de conhecer a AS DeFi.</span></p>
<p><b>Site oficial:</b><a href="https://asdefi.com/" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">https://asdefi.com</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a><b>E-mail de atendimento:</b><span style="font-weight: 400;"> info@asdefi.com</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768152]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sarkozy enfrenta hoje alegações finais no caso do alegado financiamento líbio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sarkozy-enfrenta-hoje-alegacoes-finais-no-caso-do-alegado-financiamento-libio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 07:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Recurso de Paris entra esta quarta-feira, numa das fases mais decisivas do julgamento que envolve o antigo Presidente francês Nicolas Sarkozy, com o início das alegações finais da defesa no caso relacionado com o alegado financiamento líbio da campanha presidencial de 2007.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Recurso de Paris entra esta quarta-feira, numa das fases mais decisivas do julgamento que envolve o antigo Presidente francês Nicolas Sarkozy, com o início das alegações finais da defesa no caso relacionado com o alegado financiamento líbio da campanha presidencial de 2007.</p>
<p>O processo, que há vários anos domina a agenda judicial e política em França, gira em torno das suspeitas de que o regime do antigo ditador líbio Muammar Kadhafi terá financiado ilegalmente a campanha que levou Sarkozy ao Palácio do Eliseu. As alegações finais da defesa arrancam duas semanas depois de o Ministério Público francês ter voltado a pedir uma pena de sete anos de prisão para o antigo chefe de Estado.</p>
<p>Além da pena de prisão, os procuradores requereram também cinco anos de inelegibilidade para cargos públicos e uma multa de 300 mil euros.</p>
<p><strong>Ministério Público considera Sarkozy o “instigador” do esquema</strong><br />
Na audiência realizada em meados de maio, o procurador Rodolphe Juy-Birmann defendeu perante o tribunal que Nicolas Sarkozy deve receber a pena mais pesada entre os dez arguidos envolvidos no processo.</p>
<p>Segundo o magistrado, o antigo Presidente francês foi “o instigador dos factos”, mas também “o principal e único beneficiário” do alegado esquema, cujo objetivo teria sido assegurar a vitória eleitoral de 2007.</p>
<p>A acusação sustenta que terão existido contactos clandestinos entre elementos próximos de Sarkozy e Abdallah Senoussi, antigo chefe dos serviços secretos líbios e considerado um dos homens mais influentes do regime de Kadhafi.</p>
<p>De acordo com o Ministério Público, esses encontros serviram para estabelecer um “pacto de corrupção” entre responsáveis franceses e o regime líbio, numa altura em que Tripoli procurava regressar ao palco diplomático internacional após anos de isolamento.</p>
<p>Em troca de alegado apoio financeiro à campanha presidencial francesa, Sarkozy teria prometido facilitar a reintegração diplomática da Líbia e garantir vantagens políticas, económicas e judiciais ao regime de Kadhafi.</p>
<p><em>Defesa promete provar “total inocência”</em><br />
A defesa do antigo Presidente francês prepara-se agora para tentar desmontar as acusações durante as alegações finais que começam esta quarta-feira em Paris.</p>
<p>O advogado Christophe Ingrain já afirmou publicamente estar convicto de que conseguirá demonstrar a “total inocência de Nicolas Sarkozy”.</p>
<p>Falando aos jornalistas após as sessões anteriores do julgamento, o advogado insistiu que “não houve dinheiro líbio na campanha, não houve dinheiro líbio no património” do antigo Presidente e garantiu ainda que “a eleição não foi viciada”.</p>
<p>A equipa de defesa procura contrariar a tese do Ministério Público, sustentando que nunca existiu qualquer transferência financeira ilícita proveniente da Líbia para financiar a candidatura presidencial de Sarkozy.</p>
<p><strong>Condenação anterior agravou pressão sobre antigo Presidente</strong><br />
O julgamento atual decorre em sede de recurso, depois de Sarkozy ter sido condenado, em setembro de 2025, por um tribunal de primeira instância a cinco anos de prisão efetiva pelo crime de associação criminosa.</p>
<p>Na altura, os juízes concluíram que o antigo Presidente permitiu que colaboradores próximos estabelecessem contactos com o regime líbio para obter apoio financeiro para a campanha presidencial.</p>
<p>Ainda assim, o tribunal absolveu Sarkozy de três das quatro acusações que enfrentava, considerando apenas provado o crime de conspiração.</p>
<p>Essa decisão marcou um momento histórico na justiça francesa, já que Sarkozy se tornou o primeiro antigo Presidente da República condenado a uma pena de prisão efetiva num caso desta dimensão.</p>
<p><strong>Relação com figuras do regime líbio no centro do processo</strong><br />
Um dos nomes centrais do processo é Abdallah Senoussi, antigo responsável máximo dos serviços secretos líbios e figura-chave do regime de Muammar Kadhafi.</p>
<p>Senoussi foi condenado à prisão perpétua pelo atentado contra um avião comercial DC-10 sobre o Níger, em 1989, ataque que matou 170 pessoas, incluindo 54 cidadãos franceses.</p>
<p>Durante uma audiência realizada a 7 de abril, Sarkozy admitiu que dois dos seus antigos colaboradores, Claude Guéant e Brice Hortefeux, foram “culpados de imprudência” ao reunirem-se com Senoussi em Tripoli.</p>
<p>Ainda assim, o antigo Presidente negou qualquer envolvimento num alegado esquema de corrupção internacional.</p>
<p>O processo do financiamento líbio continua a ser um dos maiores escândalos político-judiciais da história recente de França e representa mais um episódio na longa lista de problemas judiciais enfrentados por Nicolas Sarkozy após deixar a presidência em 2012.</p>
<p>O antigo chefe de Estado tem rejeitado sistematicamente todas as acusações, classificando o caso como politicamente motivado e baseado em alegações sem fundamento sólido.</p>
<p>O julgamento prossegue agora com as alegações finais da defesa, antes de o tribunal deliberar sobre o recurso apresentado pelo antigo Presidente francês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767965]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ataque ucraniano incêndeia instalações do Banco Central russo na Crimeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 07:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma série de ataques noturnos com drones e mísseis da Ucrânia provocaram um incêndio nas instalações do Banco Central da Rússia (BCR) na península ucraniana anexada da Crimeia, informou hoje o governador local Mikhail Razvozhayev.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma série de ataques noturnos com drones e mísseis da Ucrânia provocaram um incêndio nas instalações do Banco Central da Rússia (BCR) na península ucraniana anexada da Crimeia, informou hoje o governador local Mikhail Razvozhayev.</p>
<p>&#8220;Um míssil atingiu a sede da Direção Sul do Banco Central&#8221; na cidade portuária de Sebastopol, escreveu Razvozhayev. &#8220;O telhado pegou fogo. A onda de choque danificou janelas e varandas de edifícios vizinhos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O governador sublinhou que as defesas aéreas russas &#8220;repeliram um ataque combinado durante toda a noite. O exército ucraniano atacou a cidade com diversos recursos aéreos, incluindo mísseis Storm Shadow de fabrico britânico&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mais de 20 drones foram abatidos nos distritos de Severnaya Sorona e Fiolenta, e nas entradas de Sebastopol e Omega&#8221;, afirmou Razvozhayev, na plataforma de mensagens russa MAX, indicando que não houve vítimas.</p>
<p>Um edifício residencial de oito andares e um edifício administrativo abandonado foram também danificados.</p>
<p>Na região de Voronezh, as defesas aéreas abateram dois &#8220;alvos aéreos de alta velocidade&#8221;, escreveu o governador local, Alexander Gusev, também na MAX, dando a entender que não se tratava de um ataque com drones.</p>
<p>No total, durante a noite, &#8220;140 drones ucranianos de asa fixa foram intercetados e destruídos&#8221; sobre sete regiões da Rússia e a Península da Crimeia, bem como sobre os mares Negro e de Azov, de acordo com um relatório divulgado pelo Ministério da Defesa russo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768146]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan suspeita que China recebeu &#8216;chips&#8217; da Nvidia de contrabando através do Japão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 07:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A procuradoria taiwanesa suspeita que três indivíduos introduziram clandestinamente na China pelo menos um carregamento de 'chips' de inteligência artificial (IA) da Nvidia, após os terem exportado previamente para o Japão, informou hoje a agência Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procuradoria taiwanesa suspeita que três indivíduos introduziram clandestinamente na China pelo menos um carregamento de &#8216;chips&#8217; de inteligência artificial (IA) da Nvidia, após os terem exportado previamente para o Japão, informou hoje a agência Bloomberg.</p>
<p>Na semana passada, a Procuradoria Distrital de Keelung, no nordeste de Taiwan, anunciou a abertura de uma investigação contra três pessoas acusadas de exportar ilegalmente para a China servidores fabricados pela Super Micro Computer e equipados com &#8216;chips&#8217; da Nvidia sujeitos aos controlos de exportação dos Estados Unidos.</p>
<p>O organismo judicial indicou que os três suspeitos, atualmente detidos, estavam &#8220;plenamente conscientes&#8221; de que os servidores em causa estavam sujeitos a &#8220;controlos rigorosos&#8221; de exportação e tinham a venda &#8220;totalmente proibida&#8221; para a China, Hong Kong e Macau.</p>
<p>Segundo fontes citadas pela Bloomberg, as autoridades taiwanesas apreenderam cerca de 50 servidores no âmbito deste processo, embora pelo menos um dos carregamentos tenha conseguido ultrapassar a alfândega da ilha.</p>
<p>Esse primeiro carregamento terá seguido para o Japão antes de chegar a Hong Kong, um ponto de trânsito habitual para equipamento posteriormente enviado para a China continental, tendo o contrabando sido bem-sucedido, segundo a Bloomberg.</p>
<p>A agência refere que esta investigação poderá tornar-se o primeiro caso em que a justiça se concentra numa rota de contrabando de &#8216;chips&#8217; de IA através do Japão, aliado próximo dos Estados Unidos, depois de outras investigações se terem focado no desvio destes produtos através de países do Sudeste Asiático.</p>
<p>O caso surge dois meses depois de a justiça norte-americana ter acusado três pessoas ligadas à Super Micro, incluindo o cofundador Yih-Shyan &#8220;Wally&#8221; Liaw, de alegadamente violarem as leis de controlo das exportações.</p>
<p>Segundo a acusação norte-americana, os três suspeitos conspiraram para enviar milhares de milhões de dólares em servidores com tecnologia sensível, incluindo unidades de processamento gráfico (GPU), para clientes na China sem as licenças necessárias.</p>
<p>Estes equipamentos estão sujeitos a regulamentos de exportação desde 2022 e requerem licenças específicas do Departamento do Comércio dos Estados Unidos para serem enviados para a China.</p>
<p>Entre 2024 e 2025, o esquema terá permitido desviar aproximadamente 2,5 mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros) em servidores, incluindo mais de 500 milhões de dólares (429 milhões de euros) em envios realizados em poucas semanas entre abril e maio de 2025, segundo o FBI.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768143]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal decide hoje destino do jovem acusado de incentivar massacres no Brasil através das redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 07:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Santa Maria da Feira lê esta quarta-feira o acórdão do processo que envolve um jovem português acusado de instigar vários ataques violentos no Brasil através de comunidades online.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Santa Maria da Feira lê esta quarta-feira o acórdão do processo que envolve um jovem português acusado de instigar vários ataques violentos no Brasil através de comunidades online, incluindo um massacre numa escola de São Paulo que provocou a morte de uma adolescente de 17 anos.</p>
<p>A leitura da decisão está marcada para as 13h30 e decorre no tribunal local, num processo que tem sido conduzido à porta fechada devido à natureza dos crimes investigados, nomeadamente ilícitos relacionados com pornografia de menores, coação sexual e conteúdos envolvendo liberdade e autodeterminação sexual.</p>
<p>O arguido, atualmente com 18 anos, encontra-se em prisão preventiva desde maio de 2024, altura em que foi detido pela Polícia Judiciária no âmbito de uma investigação com ramificações internacionais. Segundo o Ministério Público, o jovem terá utilizado sobretudo a plataforma Discord para criar e dinamizar grupos onde adolescentes eram incentivados a praticar atos de violência extrema, automutilação, maus-tratos a animais e ataques armados.</p>
<p><strong>Ataque mortal em São Paulo integra acusação</strong><br />
Entre os casos associados ao arguido está o chamado Massacre de Sapopemba, ocorrido em São Paulo, no Brasil, a 23 de outubro de 2023. Nesse ataque, um adolescente de 16 anos entrou armado numa escola, matou uma estudante de 17 anos e feriu outros três alunos.</p>
<p>De acordo com a acusação, o jovem português terá instigado esse ataque através das comunidades online que geria. O Ministério Público sustenta ainda que o arguido incentivou outros três planos de massacre em escolas brasileiras, que acabaram por ser travados antes de serem concretizados pelas autoridades locais. Os suspeitos envolvidos nesses casos teriam 12, 13 e 14 anos.</p>
<p>As autoridades portuguesas acreditam que o arguido procurava ganhar influência dentro dessas comunidades digitais, promovendo desafios violentos e incentivando comportamentos criminosos entre menores.</p>
<p><strong>Ministério Público pediu “pena exemplar”</strong><br />
Nas alegações finais realizadas em abril, o Ministério Público pediu a condenação do arguido numa “pena exemplar”, considerando particularmente grave a dimensão dos crimes e o alegado impacto internacional das ações atribuídas ao jovem.</p>
<p>Segundo informações avançadas pela agência Lusa, a acusação não quantificou concretamente a pena pretendida, mas defendeu que os factos provados justificariam uma punição severa.</p>
<p>A defesa, por seu lado, procurou centrar a argumentação na juventude e imaturidade do arguido, alertando para aquilo que considera ser a falta de preparação do sistema prisional português para lidar com infratores tão jovens. Os advogados pediram ao tribunal uma decisão equilibrada e ajustada à idade do arguido.</p>
<p><strong>Crimes incluem pornografia de menores e incitamento ao ódio</strong><br />
O processo descreve um alegado funcionamento organizado de comunidades online em que adolescentes eram pressionados a transmitir em direto atos violentos, tanto sobre si próprios como sobre terceiros e animais.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, algumas menores terão sido manipuladas para enviar fotografias íntimas, sendo depois coagidas e ameaçadas dentro desses grupos.</p>
<p>A acusação refere ainda que o arguido terá incentivado a transmissão de maus-tratos a animais e automutilações, além de alegadamente ter planeado o homicídio de um sem-abrigo em São Paulo, em fevereiro de 2024.</p>
<p>Os investigadores sustentam igualmente que as plataformas usadas pelo grupo serviam para difundir conteúdos de ódio racial e homofóbico, bem como pornografia de menores. Entre os elementos apreendidos estarão imagens do arguido com uma farda nazi e uma arma de fogo.</p>
<p>Na acusação formal, o jovem responde, na modalidade de instigação, por um crime de homicídio qualificado, seis crimes de tentativa de homicídio e três crimes de morte e maus-tratos de animal de companhia.</p>
<p>Está ainda acusado de um crime de instigação pública a crime, um crime de apologia pública de crime, associação criminosa, 224 crimes de pornografia de menores — dos quais 18 agravados —, um crime de incitamento ou ajuda ao suicídio agravado, quatro crimes de coação agravada e um crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767913]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Transparência salarial obrigatória: Tudo o que vai mudar nas empresas em Portugal a partir de 7 de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 07:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de 7 de junho, entra em contagem decrescente uma das mudanças mais profundas na forma como as empresas comunicam remunerações e estruturam políticas salariais na União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de 7 de junho, entra em contagem decrescente uma das mudanças mais profundas na forma como as empresas comunicam remunerações e estruturam políticas salariais na União Europeia. A diretiva europeia da transparência salarial (ainda por transpor para a legislação portuguesa) promete transformar o acesso à informação sobre salários, impondo novas obrigações às empresas e novos direitos aos trabalhadores.</p>
<p>Em Portugal, o diploma ainda não foi transposto para o direito nacional, mas o calendário europeu estabelece o dia 7 de junho como prazo-limite para que os Estados-membros incorporem as regras na sua legislação interna. Sem proposta de lei do Governo entregue no Parlamento até ao momento, o tema continua em debate político, enquanto diferentes partidos avançam com iniciativas legislativas próprias.</p>
<p>O objetivo central da diretiva é reduzir as desigualdades salariais entre homens e mulheres e reforçar o princípio de salário igual para trabalho igual ou de valor equivalente, através de maior transparência e mecanismos de fiscalização mais apertados.</p>
<p><strong>O que muda nas entrevistas de emprego</strong><br />
Uma das alterações mais visíveis acontecerá logo na fase de recrutamento. Todas as empresas, independentemente da dimensão, passam a ser obrigadas a indicar nos anúncios de emprego o salário ou, pelo menos, um intervalo salarial associado à função.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os empregadores deixam de poder questionar os candidatos sobre o histórico salarial — seja o salário atual ou anteriores — uma medida que visa impedir a perpetuação de desigualdades herdadas de empregos anteriores.</p>
<p>As empresas terão ainda de disponibilizar informação sobre os níveis remuneratórios internos, permitindo maior clareza sobre a estrutura salarial praticada.</p>
<p>Na prática, segundo os objetivos definidos pela União Europeia, a ideia passa por reduzir discriminações e tornar mais difícil a negociação baseada em informação assimétrica entre empregador e candidato.</p>
<p><strong>Mais transparência dentro das empresas</strong><br />
Dentro das organizações, a mudança é igualmente significativa. Os empregadores passam a ter de divulgar informação agregada sobre disparidades salariais entre homens e mulheres que desempenhem funções equivalentes.</p>
<p>Isto inclui relatórios com médias salariais por género e dados sobre a proporção de trabalhadores e trabalhadoras em diferentes escalões remuneratórios.</p>
<p>Os trabalhadores passam também a ter o direito de solicitar, por escrito, informação sobre os níveis de remuneração praticados na sua categoria profissional. Essa remuneração não se limita ao salário base, incluindo também bónus, subsídios, prémios e horas extraordinárias.</p>
<p>As empresas não serão obrigadas a revelar salários individuais, mas sim valores médios ou medianos, garantindo anonimato e proteção de dados pessoais.</p>
<p>Caso um trabalhador solicite essa informação, a empresa terá de responder num prazo máximo de dois meses e deverá ainda informar anualmente todos os funcionários sobre esse direito.</p>
<p><strong>Empresas terão de justificar diferenças salariais</strong><br />
A diretiva introduz também novas exigências na gestão de carreiras e progressões salariais. As empresas passam a ter de justificar de forma objetiva eventuais diferenças de remuneração entre trabalhadores que desempenhem funções semelhantes.</p>
<p>Critérios como antiguidade, desempenho ou competências passam a ter de ser explicitados e aplicados de forma consistente, deixando de ser possível a definição salarial “caso a caso” sem fundamentação clara.</p>
<p>Outro ponto central é a proibição de cláusulas contratuais que impeçam trabalhadores de falar sobre os seus salários, reforçando o princípio da transparência interna.</p>
<p><strong>Quando há desigualdades, há auditorias obrigatórias</strong><br />
Se os relatórios revelarem diferenças salariais médias iguais ou superiores a 5% entre homens e mulheres e essas diferenças não forem justificadas por critérios objetivos, a empresa poderá ser obrigada a realizar uma auditoria interna.</p>
<p>Caso não sejam corrigidas no prazo de seis meses, as discrepâncias poderão dar origem a medidas corretivas e sanções.</p>
<p>Em caso de incumprimento, os trabalhadores poderão ainda reclamar indemnizações ou compensações, estando previstas coimas para as entidades empregadoras.</p>
<p>A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) já tem vindo a reforçar a fiscalização nesta área, tendo notificado milhares de empresas. Ainda assim, o número de sanções aplicadas permanece reduzido face ao volume de irregularidades identificadas.</p>
<p><strong>Aplicação faseada consoante o tamanho das empresas</strong><br />
A implementação das novas regras será feita de forma gradual, dependendo da dimensão das empresas.</p>
<p>As organizações com 250 ou mais trabalhadores terão de apresentar informação salarial anualmente a partir de 7 de junho do próximo ano, com dados relativos a 2026.</p>
<p>As empresas entre 150 e 249 trabalhadores deverão fazê-lo de três em três anos a partir da mesma data.</p>
<p>Para empresas entre 100 e 149 trabalhadores, a obrigação trimestral (trienal) só entra em vigor em 2031.</p>
<p>As empresas com menos de 100 trabalhadores poderão também ser abrangidas, dependendo de futuras decisões de transposição nacional.</p>
<p><strong>O que está ainda em aberto em Portugal</strong><br />
Apesar do calendário europeu ser claro, Portugal ainda não apresentou qualquer proposta de lei formal para transpor a diretiva. Isso coloca pressão adicional sobre o Governo e o Parlamento, onde vários partidos já avançaram com iniciativas legislativas próprias.</p>
<p>Algumas propostas foram chumbadas, enquanto outras — de partidos como Chega, PCP, CDS e PAN — foram aprovadas na generalidade e estão agora em discussão em comissão.</p>
<p>O CDS chegou mesmo a alterar a sua proposta em plenário para incluir referência explícita à diretiva europeia, sublinhando a importância de alinhar o quadro nacional com Bruxelas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767560]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Torre de Belém reabre hoje ao público com novo sistema de entradas para reduzir filas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Torre de Belém, em Lisboa, um dos monumentos mais visitados do país, reabre hoje "a brilhar" após obras de restauro de um ano e com um novo modelo de acesso público criado para reduzir filas de espera.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre de Belém, em Lisboa, um dos monumentos mais visitados do país, reabre hoje &#8220;a brilhar&#8221; após obras de restauro de um ano e com um novo modelo de acesso público criado para reduzir filas de espera.</p>
<p>&#8220;Os visitantes vão encontrar uma Torre de Belém de cara lavada, a brilhar por dentro e por fora&#8221;, comentou aos jornalistas a diretora do monumento, Margarida Donas Botto, durante uma visita antes da inauguração.</p>
<p>O emblemático monumento manuelino reabre ao público na quarta-feira após obras de cerca de um milhão de euros realizadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>
<p>A grande novidade da reabertura, sublinhou a diretora, é a introdução de um sistema de acesso de visitantes faseado, com um máximo de 60 entradas de meia em meia hora, num total de 900 por dia.</p>
<p>&#8220;Houve uma ligeira redução do número de visitantes por dia por questões de segurança do público, em grande parte, e de preservação deste monumento tão icónico&#8221;, justificou a responsável pela torre do século XVI localizada na margem norte do Tejo originalmente com funções militares.</p>
<p>Classificada Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1983, a Torre de Belém recebia anualmente, antes de encerrar para obras, mais de 400 mil pessoas por ano, que deverão reduzir-se com o novo sistema.</p>
<p>&#8220;A parte da torre é acessível por uma escada em caracol que não permite muitos visitantes ao mesmo tempo. Por outro lado, um monumento recentemente restaurado também não pode receber um número excessivo de visitantes&#8221;, justificou.</p>
<p>Sobre a provável redução de receitas com a limitação de entradas, Margarida Donas Botto avaliou que &#8220;não será significativa&#8221; e que &#8220;está também a ser ponderada a realização de visitas no período da noite&#8221;.</p>
<p>Questionada pela Lusa sobre o perfil de visitantes, a diretora disse serem, &#8220;até ao encerramento para obras, maioritariamente estrangeiros&#8221; de várias nacionalidades: &#8220;Nós gostaríamos que mais portugueses visitassem a Torre de Belém, já que têm acesso facilitado através da medida que dá aos residentes em Portugal a possibilidade de entrarem gratuitamente em museus e monumentos nacionais 52 vezes por ano&#8221;.</p>
<p>A principal razão para a alteração do acesso foram as permanentes filas de espera: &#8220;Era doloroso ver os visitantes expostos muito tempo ao sol e à chuva. Muitos deles esperavam e não conseguiam entrar e ficavam muito dececionados. Com o novo sistema por &#8216;slots&#8217;, a espera será no máximo de uns 20 minutos&#8221;, estimou.</p>
<p>As principais intervenções de conservação e restauro ao longo de um ano de obras visaram a &#8220;consolidação e limpeza das superfícies pétreas, e as restantes, mais subterrâneas, têm a ver com a consolidação do monumento, requalificação e renovação da caixilharia, além de soluções elétricas mais aperfeiçoadas&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Torre de Belém foi devolvida ao seu esplendor inicial&#8221;, sublinhou Margarida Donas Botto, apontando as características da pedra de lioz, calcário originário de Lisboa, de cor muito clara, que &#8220;quando limpa, tem um ar muito mais luminoso e aprazível para o visitante&#8221;.</p>
<p>A intervenção agora concluída representa a primeira obra de fundo realizada no monumento &#8211; particularmente exposto à ação do tempo e às condições atmosféricas junto ao Tejo &#8211; desde 1998.</p>
<p>A partir de quarta-feira, a Torre de Belém, em Lisboa, estará aberta ao público das 09:30 às 17:30 com a última entrada às 17:00, com a possibilidade de aquisição de bilhetes &#8216;online&#8217; e presencial na bilheteira do Mosteiro dos Jerónimos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767898]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal continental com aviso amarelo devido ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os distritos de Portugal continental, com exceção de Faro, estão hoje e quinta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Todos os distritos de Portugal continental, com exceção de Faro, estão hoje e quinta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>O aviso nos 17 distritos vai vigorar entre as 09:00 de hoje e as 18:00 de quinta-feira face à previsão de persistência de valores elevados da temperatura máxima.</P><br />
<P>O IPMA colocou também os distritos de Bragança, Viseu, Guarda e Vila Real com aviso amarelo entre as 12:00 e as 21:00 de hoje por ser provável a ocorrência de aguaceiros localizados, por vezes de granizo, acompanhados de trovoadas e rajadas fortes.</P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje continuação de tempo quente e aguaceiros no interior Norte e Centro, que serão acompanhados de trovoada e poderão ser ocasionalmente sob a forma de granizo e acompanhados de rajadas fortes.</P><br />
<P>A previsão aponta ainda para vento em geral fraco predominando do quadrante leste, poeiras em suspensão, em especial nas regiões Norte e Centro e pequena subida de temperatura, em especial da mínima.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 16 graus (em Bragança, Viana do Castelo, Leiria e Setúbal) e os 23 (em Portalegre) e as máximas entre os 29 (em faro e Viana do Castelo) e os 38 (em Santarém e Évora).</P><br />
<P>De acordo com o IPMA, o tempo quente vai manter-se em Portugal continental com temperaturas elevadas, estando praticamente todo o território em onda de calor.</P><br />
<P>O IPMA prevê para os próximos dias para várias regiões do país perigo de incêndio muito elevado e elevado.</P><br />
<P>Hoje, os concelhos de Aljezur, Monchique, Portimão, Silves, Loulé, São Brás de Alportel e Tavira, no distrito de Faro, e Pampilhosa da Serra, em Coimbra apresentam perigo máximo de incêndio rural, estando quase todos os concelhos do continente em risco muito elevado e elevado.</P><br />
<P>Uma onda de calor está a atingir a Europa, com temperaturas recorde para maio e alertas das autoridades em países como Espanha, França, Irlanda, Reino Unido, Áustria e República Checa, além de Portugal.</P><br />
<P>As altas temperaturas registadas em grande parte da Europa, acima do normal para maio, obrigaram as autoridades de vários países a emitir alertas de calor e a tomar precauções extremas para evitar incêndios florestais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768139]]></sapo:autor>
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		<title>Feira do Livro de Lisboa arranca hoje com cinema ao ar livre, concertos e mais de 2.200 eventos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Feira do Livro de Lisboa regressa esta quarta-feira ao Parque Eduardo VII, prometendo quase três semanas de programação intensa dedicada aos livros, à cultura e ao entretenimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Feira do Livro de Lisboa regressa esta quarta-feira ao Parque Eduardo VII, prometendo quase três semanas de programação intensa dedicada aos livros, à cultura e ao entretenimento. A 96.ª edição do certame prolonga-se até 14 de junho e volta a afirmar-se como o maior evento literário ao ar livre da capital, reunindo centenas de editoras, milhares de títulos e mais de 2.200 iniciativas culturais.</p>
<p>Segundo a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), responsável pela organização, a edição deste ano contará com 350 pavilhões e cerca de 900 chancelas editoriais, numa programação que vai muito além da tradicional venda de livros.</p>
<p>Entre as principais novidades estão as sessões de cinema ao ar livre, concertos semanais, experiências de leitura silenciosa com auscultadores e uma renovação do espaço dedicado aos pequenos editores independentes.</p>
<p><strong>Cinema ao ar livre estreia-se na feira</strong><br />
Uma das grandes apostas desta edição é a introdução de sessões de cinema ao ar livre, que decorrerão todos os sábados às 21h30, no relvado do recinto, em parceria com a Cine Society.</p>
<p>O ciclo arranca já no sábado, 30 de maio, com a exibição do clássico “O Clube dos Poetas Mortos”. Seguem-se “Parque Jurássico”, no dia 6 de junho, e “Orgulho e Preconceito”, no dia 13 de junho.</p>
<p>A organização pretende assim alargar a experiência cultural da feira, transformando o espaço num ponto de encontro não apenas para leitores, mas também para amantes de cinema, música e atividades ao ar livre.</p>
<p><strong>Música ao vivo todas as sextas-feiras</strong><br />
Outra das novidades da edição de 2026 é o ciclo “Sextas Há Música”, que levará atuações ao vivo ao recinto sempre às sextas-feiras, também às 21h30.</p>
<p>Entre os artistas confirmados estão Éme, emmy Curl e Gabriel Gomes, que atuarão nos auditórios instalados na feira, nomeadamente o Auditório Norte e o Auditório Lusíadas Saúde.</p>
<p>A programação musical surge integrada na estratégia da APEL para diversificar a oferta cultural e prolongar a permanência do público no recinto durante o período noturno.</p>
<p><strong>Mais de 2.200 eventos dedicados aos livros e à leitura</strong><br />
Apesar das novas iniciativas culturais, os livros continuam naturalmente no centro da programação.</p>
<p>Ao longo dos próximos dias haverá centenas de apresentações literárias, sessões de autógrafos, debates, workshops, encontros com escritores e conversas temáticas.</p>
<p>As chamadas experiências de leitura silenciosa passam também a integrar diariamente o programa da feira. Estas sessões, organizadas com curadoria do projeto Tale House, decorrerão no espaço Bibliotecas de Lisboa e permitirão aos participantes ler em silêncio utilizando auscultadores.</p>
<p>Citado pela organização, o presidente da APEL, Miguel Pauseiro, sublinhou que o objetivo passa por reforçar a qualidade da experiência oferecida aos visitantes.</p>
<p>“Queremos que a Feira continue a afirmar-se não apenas pela dimensão, mas sobretudo pela qualidade da experiência que proporciona”, afirmou.</p>
<p>Segundo Miguel Pauseiro, a reorganização do espaço foi pensada para tornar “o percurso mais lógico, confortável e intuitivo”, aproximando os visitantes “dos livros, dos autores e da própria cidade”.</p>
<p><strong>Programação infantil volta a ter destaque</strong><br />
A componente dedicada às crianças e famílias continua a ocupar um lugar central na Feira do Livro de Lisboa.</p>
<p>Tal como em anos anteriores, regressam as sessões da Hora do Conto, oficinas criativas inspiradas em livros, espetáculos de histórias cantadas e diversas atividades pedagógicas dirigidas aos mais novos.</p>
<p>Grande parte destas iniciativas decorrerá aos fins de semana.</p>
<p>Um dos momentos em destaque será a Festa da Criança, marcada para 30 de maio e organizada pela Bertrand.</p>
<p><strong>Workshops para todas as idades</strong><br />
Os workshops continuam igualmente a ser uma das áreas fortes da programação.</p>
<p>A edição deste ano inclui oficinas de expressão plástica, encadernação artesanal e até atividades relacionadas com conexões kármicas e desenvolvimento pessoal.</p>
<p>A oferta pretende abranger diferentes faixas etárias e interesses, reforçando a dimensão experiencial da feira.</p>
<p><strong>Hora H regressa com descontos até 50%</strong><br />
A tradicional Hora H, uma das iniciativas mais aguardadas pelos visitantes, volta também nesta edição.</p>
<p>Durante a última hora de funcionamento da feira, de segunda a quinta-feira, os livros publicados há mais de dois anos poderão ser adquiridos com descontos mínimos de 50%.</p>
<p>A iniciativa decorre normalmente entre as 21h00 e as 22h00, embora nas vésperas de feriado o horário seja prolongado entre as 22h00 e as 23h00. Nos próprios feriados, a Hora H não se realiza.</p>
<p><strong>Pequenos editores ganham novo espaço</strong><br />
O Espaço dos Pequenos Editores foi totalmente reformulado para esta edição.</p>
<p>Segundo a APEL, a renovação pretende garantir melhores condições de visibilidade e participação para editoras independentes e autores emergentes.</p>
<p>A associação considera que a “vitalidade do setor do livro” depende também da capacidade de acolher “novas vozes, novos catálogos e novas formas de editar”.</p>
<p>A Feira do Livro de Lisboa mantém entrada gratuita para todos os visitantes.</p>
<p>A programação completa, incluindo sessões de autógrafos, horários detalhados e atividades paralelas, pode ser consultada nas plataformas oficiais da organização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767891]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ventura leva hoje polémica do Tribunal de Contas a Belém em audiência com Seguro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega, André Ventura, será recebido esta quarta-feira pelo Presidente da República, numa audiência que decorre no Palácio de Belém e que surge na sequência de um pedido formal do partido após a aprovação da nova lei do Tribunal de Contas.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do Chega, André Ventura, será recebido esta quarta-feira pelo Presidente da República, numa audiência que decorre no Palácio de Belém e que surge na sequência de um pedido formal do partido após a aprovação da nova lei do Tribunal de Contas.</p>
<p>A iniciativa acontece no mesmo dia em que, segundo informação do Chega, Ventura pretende fazer declarações públicas à saída do encontro. O encontro com o Presidente insere-se num momento de elevada tensão política em torno da legislação aprovada recentemente no Parlamento, que o partido tem criticado de forma veemente. As previsões relativas à agenda política deste dia são avançadas pelo portal especializado Expresso.</p>
<p>A nova lei do Tribunal de Contas foi aprovada na semana passada na generalidade, ainda em fase inicial do processo legislativo. Apesar disso, André Ventura reagiu de imediato, acusando o diploma de poder abrir caminho a riscos de corrupção e prometendo oposição firme ao seu avanço.</p>
<p>“Tudo faremos para impedir que esta legislação facilitadora da corrupção entre em vigor em Portugal”, afirmou o líder do Chega, numa conferência de imprensa no Parlamento realizada na sexta-feira, após a votação.</p>
<p>Ventura sublinhou ainda que, mesmo que a proposta venha a ser aprovada na especialidade, continuará a opor-se à sua implementação, defendendo que o processo legislativo está a ser conduzido de forma apressada e com o apoio de partidos como o PS e o PSD. Nas suas palavras, tratou-se de uma decisão que, no seu entender, poderá criar “uma porta para a corrupção aprovada diretamente no Parlamento e permitida diretamente pelos deputados”.</p>
<p>Foi nesse contexto que o líder do Chega anunciou a intenção de solicitar uma audiência ao Presidente da República “logo que possível”, não aguardando pela conclusão do debate parlamentar na especialidade. Esse pedido viria a ser aceite, estando agora o encontro marcado para esta quarta-feira às 11h.</p>
<p>A audiência com o chefe de Estado surge também como parte de uma estratégia política mais ampla do Chega, que tem procurado colocar a questão do controlo e fiscalização das contas públicas no centro do debate político, associando-a à necessidade de maior rigor institucional.</p>
<p>Em paralelo, o mesmo dia contará ainda com outro momento político relevante: um debate entre André Ventura e o primeiro-ministro no Parlamento, o que acentua o carácter particularmente intenso da agenda política desta quarta-feira.</p>
<p>Ventura deverá, segundo a sua própria indicação, prestar declarações aos jornalistas no final da audiência em Belém, onde se espera que reforce as críticas à nova legislação e esclareça os próximos passos da oposição do Chega no processo legislativo em curso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767896]]></sapo:autor>
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		<title>Exposição à dívida moçambicana corta lucros dos cinco maiores bancos em 70%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cinco maiores bancos em Moçambique registaram uma queda agregada de 70,4% nos resultados líquidos de 2025, penalizados pela exposição à dívida pública moçambicana, após cortes de rating.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os cinco maiores bancos em Moçambique registaram uma queda agregada de 70,4% nos resultados líquidos de 2025, penalizados pela exposição à dívida pública moçambicana, após cortes de rating.</P><br />
<P>De acordo com dados compilados pela Lusa a partir dos relatórios e contas divulgados nos últimos dias pelos cinco maiores bancos, incluindo dois liderados por bancos portugueses, o setor bancário moçambicano totalizou lucros de 5.099 milhões de meticais (68,7 milhões de euros), sofrendo uma diminuição dos resultados líquidos de 12.131 milhões de meticais (163,5 milhões de euros) em termos absolutos.</P><br />
<P>O desempenho foi fortemente penalizado pela deterioração do risco soberano, reforço de imparidades associadas à dívida pública e contexto macroeconómico adverso, transversal às principais instituições, que sublinham os impactos de cortes no rating da dívida soberana em 2025.</P><br />
<P>Entre os cinco maiores bancos, o Banco Comercial e de Investimentos (BCI), o maior do sistema bancário moçambicano e liderado pela Caixa Geral de Depósitos, viu os lucros recuarem 40,3%, para 3.604 milhões de meticais (48,6 milhões de euros) em 2025. </P><br />
<P>No relatório, o banco confirma que o resultado foi &#8220;impactado por fatores não recorrentes, nomeadamente o reforço das imparidades para as exposições à dívida pública, em resposta ao agravamento do risco soberano&#8221;.</P><br />
<P>O Millennium BIM, liderado pelo português BCP &#8211; tal como o BCI um dos dois sistémicos do país (com mais de dois milhões de clientes) -, registou a queda mais acentuada, passando de 3.309 milhões de meticais (44,6 milhões de euros) em 2024 para apenas 201 milhões de meticais (2,7 milhões de euros).</P><br />
<P>O exercício de 2025, segundo o relatório e contas do Millennium BIM, implicou &#8220;o reconhecimento de imparidades adicionais associadas à dívida pública, com impactos relevantes na evolução dos resultados&#8221; do banco: Teve de constituir 5.900 milhões de meticais (79,5 milhões de euros) &#8220;em imparidades à divida pública&#8221; moçambicana.</P><br />
<P>O Standard Bank também apresentou uma redução nos resultados líquidos, positivos, de 26%, para 4.526 milhões de meticais (60,4 milhões de euros), &#8220;sobretudo&#8221; por &#8220;fatores macroeconómicos, tais como o elevado risco soberano, efeitos negativos da queda das taxas de juro, disponibilidade limitada de divisas e contração do crédito&#8221;.</P><br />
<P>Já o Absa Bank Moçambique, tal como o Standard Bank dominado pela banca sul-africana, registou uma quebra de 62,9% nos lucros de 2025, que recuaram para 687 milhões de meticais (9,1 milhões de euros), com a administração a apontar que o &#8220;agravamento da perceção de risco soberano&#8221; contribuiu para &#8220;um contexto de forte pressão sobre a atividade bancária, afetando a geração de receita e aumentando o custo do risco&#8221;.</P><br />
<P>O Moza Banco, o quinto maior do país e o único destes liderado por capitais moçambicanos, agravou também significativamente os resultados, negativos tal como em 2024. Os prejuízos do banco passaram de 103,8 milhões de meticais (1,4 milhões de euros) para 3.919 milhões de meticais (52,3 milhões de euros) em 2025, refletindo, segundo a administração, o reforço de imparidades e saneamento do balanço.</P><br />
<P>O Banco de Moçambique alertou que o &#8220;elevado&#8221; volume dos atrasados e endividamento público, nomeadamente dívida interna, que cresceu quase 250 milhões de euros desde dezembro, está a afetar o funcionamento do mercado financeiro e a liquidez bancária.</P><br />
<P>&#8220;O endividamento público e os atrasados da dívida interna e externa mantêm-se elevados, afetando o normal funcionamento do mercado financeiro e a liquidez bancária&#8221;, lê-se no comunicado divulgado após a reunião do Comité de Política Monetária (CPMO), na segunda-feira.</P><br />
<P>O &#8216;stock&#8217; da dívida pública de Moçambique disparou 20% nos últimos cinco anos, fechando 2025 no equivalente a 72,23% do Produto Interno Bruto (PIB), em 1,090 biliões de meticais ou 17.065 milhões de dólares (14.668 milhões de euros), segundo dados da Conta Geral do Estado (CGE).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768138]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro volta hoje ao parlamento com polémica no MAI e relatório do PR sobre tempestades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro responde hoje aos deputados no debate quinzenal, em que deverá ser confrontado com a polémica demissão do secretário-geral adjunto da Administração Interna e com o relatório da Presidência da República sobre as tempestades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro responde hoje aos deputados no debate quinzenal, em que deverá ser confrontado com a polémica demissão do secretário-geral adjunto da Administração Interna e com o relatório da Presidência da República sobre as tempestades.</P><br />
<P>Desde o último debate de Luís Montenegro no parlamento, a 29 de abril, a proposta de lei do Governo de revisão do Código do Trabalho já deu entrada no parlamento, mas continua sem haver nem negociações públicas nem parceiros à vista para a sua aprovação.</P><br />
<P>O debate começará, desta vez, pelas perguntas do Livre &#8212; o modelo alterna entre a abertura pelo chefe do Governo e pelos partidos, rotativamente &#8211; seguindo-se as questões de PSD, Chega, PS, IL, PCP, CDS-PP, BE, PAN e JPP, numa discussão com uma duração prevista de duas horas.</P><br />
<P>No sábado, foi noticiado &#8212; embora ainda não divulgado oficialmente &#8212; o relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades, no qual o Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>O relatório de quase cem páginas aponta que a governação da crise nesse período &#8220;revelou insuficiências de coordenação, clareza e interoperabilidade&#8221; e identifica problemas como &#8220;a lentidão de alguns apoios&#8221; ou &#8220;a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência&#8221;, entre outros, apontando dez prioridades de ação (cinco delas imediatas) e onze &#8220;lições estratégicas para o futuro&#8221;.</P><br />
<P>No domingo, foi conhecida a demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, que alegou &#8220;graves irregularidades&#8221; na gestão da SIRESP S.A. durante a presidência do general do Exército Paulo Viegas Nunes, que regressou à presidência da empresa que gere o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).</P><br />
<P>Num esclarecimento sobre este tema, o gabinete do ministro Luís Neves referiu que o secretário-geral adjunto do MAI pediu pela primeira vez a exoneração a 28 de abril, antes de ser conhecida a escolha de Viegas Nunes, tendo na altura &#8220;invocado motivos diferentes dos que estão agora em causa&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, uma troca de emails, a que a Lusa teve acesso, entre António Pombeiro e elementos do gabinete do ministro da Administração Interna contrariam esta versão, já que no primeiro pedido de demissão a 28 de abril, António Pombeiro faz referências diretas a Viegas Nunes, nomeadamente de tentar aproximar o SIRESP da esfera das Forças Armadas. </P><br />
<P>No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais, que entrou no parlamento há uma semana e retoma a maioria das linhas mestras do anteprojeto do executivo antes da negociação de nove meses em concertação social.</P><br />
<P>Nos últimos dias, o primeiro-ministro tem insistido na visão do Governo de que é necessário rever as leis laborais para tornar o país mais competitivos, negando a intenção de retirar direitos aos trabalhadores, num diploma que tem merecido críticas generalizadas de toda a oposição à exceção da IL.</P><br />
<P>O PS já disse que votará contra na generalidade e o Chega, o único outro partido com deputados suficientes para viabilizar a proposta de lei, tem colocado condições que o Governo já recusou, como a redução da idade da reforma e André Ventura avisou que sem cedências em matérias como esta ou melhorias para os trabalhadores por turnos &#8220;nem vale a pena conversar&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768137]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de metade dá nota positiva à modernização no SNS, exceto no acesso à inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:03:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos utentes avaliam de forma positiva ou muito positiva a modernização tecnológica dos equipamentos usados no Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas apenas um terço diz que os doentes têm acesso atempado a medicamentos inovadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos utentes avaliam de forma positiva ou muito positiva a modernização tecnológica dos equipamentos usados no Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas apenas um terço diz que os doentes têm acesso atempado a medicamentos inovadores.</P><br />
<P>Segundo o Índice de Saúde Sustentável 2025/26, desenvolvido pela NOVA Information Management School (NOVA-IMS) e que será hoje apresentado em Lisboa, 51% dos utentes avalia o SNS de forma positiva ou muito positiva e 56% acredita que acompanha a evolução tecnológica na área da saúde. </P><br />
<P>Sobre a inovação digital e em termos de organização, a maioria acredita que o SNS utiliza adequadamente tecnologias digitais (61%) e que se adapta rapidamente a novos desafios de saúde (57%).</P><br />
<P>Contudo, os utentes mostram-se menos confiantes quanto à inovação terapêutica: apenas 34% acredita que os doentes em Portugal têm acesso atempado a novos medicamentos inovadores através do Serviço Nacional de Saúde.</P><br />
<P>Menos de um terço (30%) acredita que o SNS é rápido a incorporar novos tratamentos e tecnologias de saúde em comparação com outros países da União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;A população considera que o SNS está muito bem apetrechado para ser capaz de utilizar tecnologias e de ter alguma inovação em termos de organização, (&#8230;) mas apenas uma minoria, à volta dos 30%, diz que, de facto, ele é capaz de oferecer inovação terapêutica atempada aos doentes, nomeadamente o acesso aos medicamentos inovadores&#8221;, explicou à Lusa o coordenador do estudo, Pedro Simões Coelho, sublinhando que este é um tema que &#8220;preocupa a população&#8221;.</P><br />
<P>Para mostrar a preocupação da população com o acesso à inovação, Pedro Simões Coelho disse que, colocados sob o cenário de o SNS ter de repente recursos para aliviar os tempos de espera ou para dar acesso mais rápido a medicamentos inovadores, a maioria diz que repartiria os recursos de forma igual pelas duas opções.</P><br />
<P>&#8220;Para mim é sintomático&#8221;, afirmou o responsável, acrescentando: &#8220;o tempo de espera é o que a pessoa sente como mais premente no momento imediato. Haver tanta gente que diz que abdica um bocadinho da redução dos tempos de espera, se isso permitir ter acesso a tratamentos inovadores mais rapidamente, mostra bem que é um tema está na preocupação das pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Os dados mostram que a maioria dos portugueses confia que o SNS conseguirá manter-se tecnologicamente atualizado nos próximos cinco anos (57%) e concorda que o investimento em inovação é essencial para a sustentabilidade futura do serviço público de saúde (89%).</P><br />
<P>O estudo pretende avaliar a sustentabilidade do SNS incluindo dimensões como a capacidade/resposta assistencial, a sustentabilidade financeira, a qualidade (técnica e percecionada), a acessibilidade (técnica e percecionada) e a capacidade preventiva (nova componente).</P><br />
<P>Avalia ainda o SNS na ótica do utilizador, medindo outras dimensões, como satisfação, confiança, preço e eficácia, além de identificar os pontos fortes e fracos do serviço público de saúde, bem como possíveis áreas prioritárias de atuação.</P></p>
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		<title>Investimento no SNS permitiu retorno de 10,2 mil milhões na economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:03:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento no Serviço Nacional de Saúde no ano passado permitiu um retorno económico de 10,2 mil milhões de euros, pelas faltas ao trabalho que evitou e pelo impacto na produtividade, indica um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O investimento no Serviço Nacional de Saúde no ano passado permitiu um retorno económico de 10,2 mil milhões de euros, pelas faltas ao trabalho que evitou e pelo impacto na produtividade, indica um estudo hoje divulgado.</P><br />
<P>Segundo os dados do novo Índice de Saúde Sustentável, desenvolvido pela Nova Information Management School (Nova IMS) e a que a Lusa teve acesso, quase metade (cerca de 47%) dos portugueses faltou pelo menos um dia ao trabalho por questões de saúde e 7,7% faltou mais de 20 dias.</P><br />
<P>Os dados revelam que a prestação de cuidados de saúde permitiu evitar, em média, 1,4 dias de ausência laboral, representando uma poupança de 800 milhões de euros.</P><br />
<P>No que diz respeito à produtividade, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) permitiu evitar a perda do equivalente a 11,1 dias de trabalho por pessoa, o que se traduziu numa poupança adicional de seis mil milhões de euros.</P><br />
<P>No total, somando o impacto no absentismo e na produtividade, o SNS permitiu uma poupança de 6,8 mil milhões de euros (via salários), que, tendo em conta a relação entre produtividade e remuneração, se traduz num retorno económico de 10,2 mil milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;O impacto do SNS [na economia] é inquestionável e o valor que nós estimamos, só por meio dos salários, é de quase sete mil milhões&#8221;, disse Pedro Simões Coelho, coordenador do estudo, sublinhando o reforço de uma tendência que já aparecia anteriormente: o SNS perdeu impacto no absentismo e ganhou no aumento da produtividade.</P><br />
<P>O responsável disse que a evolução era de esperar no mundo pós-covid, em que as formas de organização do trabalho se modificaram: &#8220;agora há menos contribuição [do SNS] para o absentismo, mas uma enorme contribuição sobretudo para a redução do presenteísmo, ou da perda de produtividade&#8221;.</P><br />
<P>A edição do Índice de Saúde Sustentável 2025/26 incorpora uma atualização metodológica alinhada com a evolução do próprio SNS &#8212; que passou para um financiamento por capitação &#8211; e contempla uma nova componente dedicada à prevenção.</P><br />
<P>É nas dimensões relacionadas com o estado de saúde e qualidade de vida que os utentes reconhecem maior impacto do SNS.</P><br />
<P>Apesar de os autores alertarem para a impossibilidade de comparar diretamente o índice deste ano com aquele apresentado em 2025, há alguns componentes do índice que vêm do passado e cuja evolução resulta numa cada vez maior pressão financeira no SNS.</P><br />
<P>O novo índice de sustentabilidade do SNS está nos 59,3 pontos (de 0 a 100), para o qual contribui o aumento substancial da despesa (+9,1%), a subida do stock da dívida vencida (-31%), a ligeira redução da atividade, a estabilização dos níveis de qualidade, a diminuição da acessibilidade e os resultados da nova componente da prevenção. </P><br />
<P>&#8220;É um sistema cujo principal ponto forte continua a ser de qualidade (&#8230;) e que continua a ter como ponto fraco a acessibilidade&#8221;, explicou Pedro Simões Coelho, sublinhando a &#8220;elevada pressão financeira&#8221; do SNS.</P><br />
<P>Os resultados serão apresentados hoje, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.</P></p>
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		<title>Quase três em cada quatro utentes realizam ações de prevenção no SNS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:03:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase três em cada quatro utentes realizaram no último ano uma ação de prevenção, como análises clínicas e consultas de rotina, no Serviço Nacional de Saúde (SNS), indica um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quase três em cada quatro utentes realizaram no último ano uma ação de prevenção, como análises clínicas e consultas de rotina, no Serviço Nacional de Saúde (SNS), indica um estudo hoje divulgado.</P><br />
<P>A prevenção é a nova dimensão do Índice de Saúde Sustentável 2025/26, desenvolvido pela Nova Information Management School (Nova IMS), que avalia anualmente a sustentabilidade do SNS, integrando o desempenho assistencial, acesso, capacidade de resposta, capacidade preventiva e sustentabilidade financeira. </P><br />
<P>Segundo o estudo, a que a Lusa teve acesso e que será hoje apresentado, em Lisboa, 73% dos utentes realizaram pelo menos uma ação de prevenção. </P><br />
<P>Dos que o fizeram, 67,8% procuraram o SNS para análises clínicas de rotina, 61,8% para consultas de rotina/check-up e 50,6% para exames de diagnóstico para controlo preventivo. Cerca de um terço (32%) realizou ações preventivas no setor privado.</P><br />
<P>Para calcular o índice de sustentabilidade do SNS são usadas componentes como a capacidade/resposta assistencial, a qualidade (técnica percecionada), o acesso e a sustentabilidade financeira, com diferentes ponderações e todas elas convertidas numa escala de 0 a 100.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o coordenador do estudo, Pedro Simões Coelho, explicou os motivos que levaram este ano a atualizar a metodologia para o cálculo do índice de sustentabilidade:&#8221;antes tínhamos um sistema de saúde que estava totalmente virado para atividade, para a produção. Agora temos um sistema que é financiado pela capitação e que deverá incentivar a prevenção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um sistema de saúde cuja despesa tem vindo a crescer deixará de ser sustentável, a prazo, se não apostar na prevenção&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O especialista confessou que a fotografia dada pela nova componente do índice (prevenção) foi &#8220;uma boa surpresa&#8221;: &#8220;Estava à espera de termos uma fotografia de um sistema muito virado para tratar os pacientes críticos e os crónicos, e não tanto para a prevenção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nos cálculos que fizemos, a prevenção tem um valor bastante elevado [quase 65 pontos, em 100]. É o segundo maior, logo a seguir à qualidade&#8221;, sublinhou, acrescentando que &#8220;é um dos principais pontos fortes do sistema&#8221;.</P><br />
<P>Ainda sobre a prevenção, Pedro Simões Coelho diz-se convencido de que será a única chave para o SNS sair de &#8220;um circuito permanente de crescimento de despesa muito grande e de crescimento muito anémico da atividade&#8221;.</P><br />
<P>Os três pontos mais fracos do SNS, segundo os dados recolhidos, são o acesso, a capacidade de resposta assistencial e a sustentabilidade financeira, devido à grande pressão do crescimento da despesa.</P><br />
<P>&#8220;O futuro do SNS terá que passar pela prevenção e isso liga-se com a inovação&#8221;, afirmou o responsável, considerando essencial, no futuro, dar o salto para uma escala diferente, que traga &#8220;uma prevenção mais personalizada&#8221;, o que só se conseguirá com &#8220;uma maior utilização de dados e de ferramentas analíticas&#8221;.</P><br />
<P>Globalmente, os utentes continuam a considerar o preço do SNS adequado e apenas 12% considera o valor das taxas moderadores desadequado. Contudo, os dados mostram que há uma ideia errada (muitas vezes sobrestimada) sobre os valores efetivamente cobrados, tanto nas consultas como nos internamentos.</P><br />
<P>Subiu ligeiramente a percentagem de utentes (12%, mais 1,4 pontos percentuais) que não comprou medicamentos por causa do preço.</P><br />
<P>Na ótica dos utentes, os profissionais de saúde são o ponto forte do SNS. Já os tempos de espera, o acesso aos cuidados e o contacto com os serviços de saúde são os principais pontos fracos e, por isso, devem ser as áreas prioritárias de atuação.</P></p>
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		<title>Técnicos de emergência pré-hospitalar manifestam-se hoje frente à AR</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:00:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os técnicos de emergência pré-hospitalar vão manifestar-se esta quarta-feira, frente à Assembleia da República, numa ação de protesto contra a reorganização prevista para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), revelou o sindicato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os técnicos de emergência pré-hospitalar vão manifestar-se esta quarta-feira, frente à Assembleia da República, numa ação de protesto contra a reorganização prevista para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), revelou o sindicato.</p>
<p>Promovida pelo Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH), a manifestação segue-se à vigília que decorreu na passada quinta-feira, junto ao Ministério da Saúde, durante a qual os técnicos entregaram um manifesto com críticas à reorganização do INEM e propostas para “salvar a emergência”.</p>
<p>Fonte sindical disse à Lusa que a manifestação vai decorrer frente à Assembleia da República, entre as 10:00 e as 17:00 e tem como foco as mudanças anunciadas pelo Governo para o INEM, entre elas a aprovação, há das semanas, da nova Lei Orgânica do instituto.</p>
<p>Na altura, após o Conselho de Ministros, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, explicou que o INEM passará a ter o estatuto jurídico de Instituto Público de Regime Especial, permitindo “maior flexibilidade, maior remuneração e um modelo de governação clínica que o atual não tinha”.</p>
<p>O STEPH considerou inaceitável que se pretenda alterar uma lei tão estruturante como a Lei Orgânica do INEM através de decreto, sem promover “um debate alargado” e sem discussão na Assembleia da República.</p>
<p>Na vigília da passada quinta-feira, o presidente do sindicato, Rui Lázaro, considerou que as medidas conhecidas através dos despachos publicados e das declarações do Governo após a aprovação da nova lei orgânica “são muito preocupantes”, frisando que se traduzem “numa redução da quantidade e da qualidade da capacidade de resposta do INEM”.</p>
<p>Disse ainda que a anunciada reforma do INEM contempla uma redução do número de ambulâncias, da capacidade de transporte de doentes e da formação prestada, além de abrir espaço à intervenção de entidades privadas “sem formação adequada” no transporte urgente de doentes.</p>
<p>Na mesma vigília, o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar anunciou que vai aderir à greve geral marcada para dia 03 de junho.<br />
No manifesto que entregaram no Ministério da Saúde, os técnicos exigem “a manutenção e reforço do número de ambulâncias do INEM dedicadas à emergência pré-hospitalar”, a “preservação da missão operacional do INEM” e o “reforço da formação e qualificação profissional”.</p>
<p>“A redução de ambulâncias do INEM dedicadas à emergência, a transformação de ambulâncias em veículos ligeiros, a transferência de meios para funções de transporte inter-hospitalar e a desvalorização progressiva dos Técnicos de Emergência representam um caminho que fragiliza a resposta às populações e coloca em risco a eficácia do socorro”, refere o manifesto dirigido à ministra da Saúde.</p>
<p>Os técnicos consideram ainda que a intenção de abrir parte da resposta urgente ao setor privado “levanta sérias dúvidas legais, operacionais e financeiras”, alertando que pode representar “um primeiro passo” para a descaracterização e privatização progressiva de uma missão que deve permanecer pública, coordenada e centrada no interesse dos cidadãos.</p>
<p>Propõem a contratação de mais profissionais, dando-lhes a formação adequada e “fazendo-a evoluir”, tal como a abertura de mais ambulâncias do INEM em zonas onde as carências estão identificadas.</p>
<p>As mudanças anunciadas para o INEM têm sido alvo de muitas criticas, a última das quais através de uma carta assinada por ex-presidentes do instituto (Sérgio Janeiro, Luis Meira, Miguel Oliveira e Regine Pimentel).</p>
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