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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 23:35:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Venezuela/Sismo: Delcy Rodríguez agradeceu a Emídio Sousa solidariedade de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, recebeu o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, a quem agradeceu a solidariedade de Portugal para com os afetados pelos recentes sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, recebeu o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, a quem agradeceu a solidariedade de Portugal para com os afetados pelos recentes sismos.</P><br />
<P>Segundo a televisão estatal venezuelana (VTV), durante o encontro, na quinta-feira, &#8220;a Presidente interina expressou o seu agradecimento pelo apoio e a solidariedade do Governo de Portugal, do seu primeiro-ministro e do seu Presidente, com os quais tem mantido comunicação permanente desde 24 de junho&#8221;, após terramotos que assolaram o país.</P><br />
<P>As duas partes, segundo a VTV, &#8220;acordaram continuar a trabalhar em conjunto nas tarefas de recuperação nas zonas afetadas, com especial atenção às comunidades luso-venezuelanas que foram afetadas por esta emergência&#8221;.</P><br />
<P>Portugal, sublinhou a VTV, mobilizou um contingente de 64 especialistas em busca, salvamento e assistência médica de emergência, integrados nas autoridades nacionais de emergência e proteção civil, e nas forças armadas portuguesas.</P><br />
<P>No encontro estiveram ainda presentes, pela parte da Venezuela, o ministro das Relações Exteriores para a Europa, Yván Gil, e o vice-ministro das relações para a Europa e América do Norte, Oliver Blanco, entre outros, segundo a VTV.</P><br />
<P>Pela parte portuguesa, além de Emídio Sousa, estiveram o embaixador na Venezuela, Frederico Silva, e dois diplomatas.</P><br />
<P>Emídio Sousa iniciou quarta-feira uma visita de quatro dias à Venezuela, onde encontrou muitos portugueses &#8220;solidários&#8221; com as vítimas dos sismos que assolaram o país.</P><br />
<P>&#8220;Em relação à nossa gente, vejo com orgulho gente com capacidade de luta, gente solidária. Encontrei muita gente amiga e conhecida e muita gente disposta a ajudar. Agora, o cenário com que me deparei na visita que fiz a La Guaira, que foi onde o sismo, o terremoto, se fez sentir com mais força, é devastador&#8221;, disse à Lusa.</P><br />
<P>Emídio Sousa explicou que viu &#8220;prédios, e prédios, e prédios completamente arrasados&#8221; e &#8220;pessoas alojadas em tendas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há ali toda uma tragédia debaixo daqueles escombros, absolutamente descomunal. É de facto doloroso vermos as pessoas ali um bocadinho a deambular, [quando] esforços ainda estão a ser feitos para remover os escombros para encontrar cadáveres. Fiquei impressionado pelo grau de destruição do sismo naquela zona&#8221;, disse.</P><br />
<P>O SEC frisou ainda que há uma grande mobilização da comunidade internacional para ajudar a Venezuela e que &#8220;Portugal está nesta linha da frente&#8221;, numa primeira fase com o envio de uma equipa experimentada de resgate e salvamento.</P><br />
<P>&#8220;Entramos na fase 2, que é a da ajuda humanitária. Eu vim com dois aviões da força aérea carregados com ajuda humanitária, com 12 toneladas de vários &#8216;kits&#8217; de alimentos; higiene; saneamento; duas ambulâncias oferecidas pela Cruz Vermelha completamente equipadas, que podem funcionar como postos médicos ambulantes; e com uma tonelada e meia de materiais cedidos pela Marinha, [incluindo] ferramentas para algumas intervenções, que é necessário fazer no terreno&#8221;, disse.</P><br />
<P>Emídio Sousa frisou ainda que, além da ajuda humanitária, Portugal já disponibilizou 400 mil euros para apoio a dois projetos que a Cáritas e a Oikos vão desenvolver, que preveem o apoio a 1.500 famílias.</P><br />
<P>O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela subiu para 3.899, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.</P><br />
<P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 104 e há 57 desaparecidos, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) na quinta-feira.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por mais de 1.100 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787775]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Retirada de Israel do Líbano começa em breve &#8211; EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A retirada gradual do Exército de Israel das chamadas "zonas piloto" no Líbano vai começar nos próximos dias, indicou uma fonte do Governo dos Estados Unidos, mediador entre os dois países do Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A retirada gradual do Exército de Israel das chamadas &#8220;zonas piloto&#8221; no Líbano vai começar nos próximos dias, indicou uma fonte do Governo dos Estados Unidos, mediador entre os dois países do Médio Oriente.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou às agências internacionais, sob anonimato, que na fase de implementação do acordo-quadro de cessar-fogo assinado por Israel e Líbano em 26 de junho, o exército libanês posiciona-se agora para ocupar as &#8220;zonas piloto&#8221; deixadas pelo Exército israelita, excluindo o grupo armado xiita Hezbollah, aliado do Irão e inimigo de Israel.</P><br />
<P>A primeira retirada israelita de uma &#8220;zona piloto&#8221;, acrescentou a mesma fonte na quinta-feira, vai ser iniciada daqui a &#8220;poucos dias&#8221;, com as seguintes ainda em fase de estudo e planeamento, em articulação com o Comando Central norte-americano.</P><br />
<P>Também esta noite, o gabinete do primeiro-ministro israelita informou que Benjamin Netanyahu falou com o Presidente norte-americano, Donald Trump, que informou sobre os últimos acontecimentos que envolveram os Estados Unidos no Golfo.</P><br />
<P>A conversa decorreu &#8220;no âmbito dos contactos regulares&#8221; entre os dois líderes, que reafirmaram na altura &#8220;a contínua coordenação entre os seus países em diversas áreas&#8221;, afirmou o gabinete de Netanyahu na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;Por sua vez, Netanyahu enfatizou a gravidade das declarações feitas pelo Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e pelos seus aliados contra a existência do Estado de Israel, bem como a necessidade de estabelecer zonas de segurança ao longo das fronteiras de Israel&#8221;, acrescentou o comunicado.</P><br />
<P>Em Beirute, o embaixador dos Estados Unidos no Líbano, Michel Issa, informou na quinta-feira o Presidente libanês, Joseph Aoun, acerca da chegada iminente de uma delegação norte-americana para supervisionar o início da retirada israelita do sul do país.</P><br />
<P>Já o chefe de Estado libanês pediu a consolidação do cessar-fogo, ressalvando que Israel continua a bombardear e a ocupar parte do sul do país, apesar da trégua acordada.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, disse, por seu turno, que as Forças de Defesa de Israel não pediram autorização a ninguém para entrar no Líbano e &#8220;não precisam da autorização de ninguém para permanecer no Líbano&#8221;, vincando ser &#8220;direito e dever&#8221; defender &#8220;os residentes da Galileia e os cidadãos israelitas das ameaças do grupo terrorista &#8216;jihadista&#8217; Hezbollah&#8221;.</P><br />
<P>Representantes de Israel, do Líbano e dos Estados Unidos têm uma reunião agendada para 15 e 16 de julho, em Roma, para dar continuidade à implementação do acordo-quadro.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TYME/PDF (CSR) // PDF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787774]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela aprova legislação para atrair capital estrangeiro para hidrocarbonetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, assinou o Regulamento da Lei dos Hidrocarbonetos para dinamizar o setor petrolífero e gasístico através do investimento estrangeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, assinou o Regulamento da Lei dos Hidrocarbonetos para dinamizar o setor petrolífero e gasístico através do investimento estrangeiro. </P><br />
<P>O documento detalha o regime aplicável à atividade das empresas privadas interessadas em extrair petróleo ou gás venezuelano. Prevê também uma tributação diferenciada, dado o perfil de risco dos ativos, sejam jazidas em terra ou exploração no mar. </P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Hidrocarbonetos considerou na quinta-feira que &#8220;a aprovação desta legislação representa um ponto-chave para a industria petrolífera, uma vez que proporciona regras claras, maior segurança jurídica e um ambiente propício para a cooperação entre o Estado e o capital nacional e internacional&#8221;.</P><br />
<P>O governo espera que a nova legislação posicione o setor dos hidrocarbonetos &#8220;na vanguarda&#8221; do mercado energético global e consolide a nação das Caraíbas como &#8220;ator-chave&#8221; no mesmo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787773]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky espera receber mísseis Patriot &#8220;nos próximos dias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:03:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que o país espera receber "nos próximos dias"dos Estados Unidos mísseis de interceção para os sistemas antiaéreos Patriot.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que o país espera receber &#8220;nos próximos dias&#8221;dos Estados Unidos mísseis de interceção para os sistemas antiaéreos Patriot.</P><br />
<P>&#8220;Nos próximos dias, vamos receber uma remessa dos Estados Unidos&#8221;, afirmou o chefe de Estado ucraniano, em declarações divulgadas pela agência de notícias do país, Ukrinform, após ter-se reunido com o homólogo norte-americano, Donald Trump, à margem da cimeira da NATO em Ancara, capital turca.</P><br />
<P>Zelensky disse também ter firmado acordos com países europeus para receber mais unidades de um dos modelos de mísseis de interceção utilizados pelos sistemas Patriot, o PAC-3.</P><br />
<P>Na quarta-feira, durante a cimeira da NATO, Trump prometeu autorizar a Ucrânia fabricar mísseis para os sistemas Patriot com apoio norte-americano, tendo Zelensky referido que falta apenas chegar a acordo sobre &#8220;aspetos técnicos pendentes&#8221; para iniciar a produção.</P><br />
<P>O chefe de Estado referiu também que a Ucrânia está a trabalhar com oito países europeus no projeto Freya, financiado pela Comissão Europeia, com a objetivo de contrariar a ameaça dos mísseis balísticos lançados pela Federação Russa, na sequência da invasão em larga escala do território ucraniano, lançada em 24 de fevereiro de 2022.</P><br />
<P>&#8220;Existem oito países que nos podem ajudar a construir o nosso sistema, o que tanto beneficiará a Ucrânia, como toda a Europa. Tenho total confiança no sucesso deste projeto&#8221;, frisou Zelensky, considerando que as decisões em causa podem constituir &#8220;um grande avanço&#8221; para a defesa do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787772]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>VW anuncia redução da capacidade de produção em 25% para se adaptar ao mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O construtor automóvel alemão Volkswagen informou hoje que vai reduzir as suas capacidades de produção em 25%, para nove milhões de veículos anuais, para se adaptar ao mercado global e aumento da concorrência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O construtor automóvel alemão Volkswagen informou hoje que vai reduzir as suas capacidades de produção em 25%, para nove milhões de veículos anuais, para se adaptar ao mercado global e aumento da concorrência. </P><br />
<P>A empresa, que tem uma capacidade instalada de 12 milhões de veículos, informou, depois de uma reunião do seu conselho de vigilância com a direção, que também vai reduzir a oferta dos seus modelos automobilísticos paulatinamente em 50%, concentrando-se nos segmentos de mercado mais atrativos.</P><br />
<P>A sua oferta de modelos vai diminuir em até 75%, acrescentou o grupo, a que pertencem marcas como VW, Audi, Porsche, Skoda e Seat/Cupra.</P><br />
<P>Estas medidas, considera o grupo, &#8220;vão melhorar a posição resiliente da Volkswagen em um exigente período de transformação da indústria automobilística&#8221; e contribuir para manter a Alemanha como localização industrial. </P><br />
<P>&#8220;A empresa enfrenta a próxima fase de transformação com um plano que posiciona o grupo para ser mais resiliente, eficiente e competitivo&#8221;, acrescentou-se no comunicado, no qual não se anunciaram mais medidas relativas ao emprego. </P><br />
<P>Antes, o grupo tinha anunciado a redução de 50 mil empregos na Alemanha até 2030, dos quais 35 mil na marca VW.</P><br />
<P>Mas, agora, a revista Manager Magazin avançou que o grupo quer intensificar os seus planos de poupança, o que poderia levar à eliminação de cem mil postos de trabalho em todo o mundo, o dobro do anunciado até agora. </P><br />
<P>A revista especificou também que quatro fábricas do grupo na Alemanha poderiam encerrar. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787771]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos sobe para 3.899</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[   Caracas, 09 jul 2026 (Lusa) - O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela subiu hoje para 3.899, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela subiu hoje para 3.899, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.</P><br />
<P>O número de feridos mantém-se igual ao registado no balanço de domingo, enquanto o de mortos representa um aumento de 88 pessoas.</P><br />
<P>O presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, indicou que 17.907 pessoas ficaram sem habitação após o duplo sismo, enquanto se mantém &#8211; desde a passada quinta-feira &#8211; a cifra de resgatados em 6.462. </P><br />
<P>Rodríguez acrescentou que as autoridades já prestaram assistência a 86.794 famílias e que 16.892 pessoas estão nos 89 acampamentos temporários montados pelo Estado venezuelano.</P><br />
<P>O dirigente afirmou ainda que há 856 edifícios afetados pelos sismos, dos quais 190 colapsaram totalmente.</P><br />
<P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 104 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 104 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 90 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 86 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. </P><br />
<P>O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, iniciou na quarta-feira uma visita de quatro dias ao país e anunciou hoje que a companhia aérea TAP vai retomar, em 13 de julho, os voos de e para a Venezuela, utilizando o Aeroporto Arturo Michelena de Valência, a 170 quilómetros a oeste de Caracas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787770]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha em alta a minimizar a geopolitica e a maximizar tecnológicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, minimizando a geopolítica e maximizando o regresso da atração dos ativos tecnológicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, minimizando a geopolítica e maximizando o regresso da atração dos ativos tecnológicos.</P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average avançou 0,27%, o tecnológico Nasdaq ganhou 1,30% e o alargado S&amp;P500 progrediu 0,81%.</P><br />
<P>Para Christopher Low, analista da FHN Financial, questionado pela AFP, este &#8220;é um mercado bolsista que reage como seria de esperar de uma situação com um cessar-fogo duradouro e não face à continuação da guerra&#8221; no Médio Oriente. </P><br />
<P>Os novos confrontos entre os EUA e o Irão são os mais intensos desde a assinatura de um protocolo de acordo em meados de junho, para sustentar a trégua de abril. </P><br />
<P>Donald Trump garantiu hoje que, para ele, esta estava &#8220;terminada&#8221;. Depois de insultar os dirigentes iranianos, com quem não quer mais falar, deixou contudo a porta aberta à continuação de negociações pela sua equipa de negociadores. </P><br />
<P>Mas depois de duas sessões de alta, a cotação do petróleo desceu hoje, aliviando a pressão sobre o custo da dívida pública, termómetro das perspetivas de inflação. </P><br />
<P>Para Low, é preciso sublinhar &#8220;a dimensão do aumento da produção petrolífera fora do Golfo&#8221; desde o início da guerra, que reduz o impacto desta em relação ao período anterior.</P><br />
<P>Só nos Estados Unidos, as exportações acumuladas de petróleo e produtos petrolíferos subiram 25% entre janeiro e abril, segundo as estatísticas da Agência de Informação de Energia norte-americana. </P><br />
<P>Neste contexto, o setor tecnológico &#8220;muito sensível às taxas de juro&#8221;, porque assenta em investimentos gigantescos financiados por dívida, &#8220;conheceu um dia muito bom&#8221;, apontou Low.</P><br />
<P>Progressão esta tanto mais notável quanto se fez sem ser protagonizada pelos principais conglomerados, destacou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Foram os microprocessadores que lideraram a subida, protagonizada, nomeadamente, por SanDisk (+7,59%), AMD (+5,67%) ou Qualcomm (+2,44%).</P><br />
<P>A Micron (+4,52%) também foi procurada depois de anunciar vários investimentos vultuosos nos EUA, elevando os seus compromissos para 250 mil milhões de dólares até 2035, para reforçar a fileira dos semicondutores no país. </P><br />
<P>Os investidores foram também animados pela notícia da introdução em breve do conglomerado de microprocessadores sul-coreanos SK hynix.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos a pensar que este setor está com excesso de capacidade, que os operadores vão começar a reduzir as suas despesas, mas, na realidade, continuamos a ver estas manchetes, que são muito encorajadoras&#8221;, observou Low.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787769]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: França vence Marrocos e é a primeira semi-finalista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A vice-campeã em título França qualificou-se hoje para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer Marrocos, sobrevivente de África, por 2-0, no primeiro encontro dos 'quartos', disputado em Foxborough, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A vice-campeã em título França qualificou-se hoje para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer Marrocos, sobrevivente de África, por 2-0, no primeiro encontro dos &#8216;quartos&#8217;, disputado em Foxborough, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Kylian Mbappé, aos 60 minutos, para o seu oitavo golo na prova e 20.º em Mundiais, em 20 jogos, e o &#8216;Bola de Ouro&#8217; Ousmane Dembélé, aos 66, apontaram os tentos dos gauleses, que já tinham batido os marroquinos por 2-0 nas &#8216;meias&#8217; de 2022.</P><br />
<P>Nas meias-finais, na terça-feira, em Arlington, às 14:00 locais (20:00 em Lisboa), a França, pela oitava vez nesta fase, depois de 1958, 1982, 1986, 1998, 2006, 2018 e 2022, vai defrontar o vencedor do embate de sexta-feira entre Espanha e Bélgica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787768]]></sapo:autor>
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		<title>Carneiro exige que Governo assegure continuidade das obras financiadas pelo PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, exigiu hoje que o Governo garanta, no futuro quadro comunitário, a continuidade das obras dos municípios financiadas pelo PRR que não estejam concluídas até final do programa, em agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, exigiu hoje que o Governo garanta, no futuro quadro comunitário, a continuidade das obras dos municípios financiadas pelo PRR que não estejam concluídas até final do programa, em agosto.</P><br />
<P>&#8220;O Governo deve reunir e estabelecer compromissos claros com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), tendo em vista garantir que os investimentos que estavam contratualizados e planeados ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) devem ter continuidade de financiamento futuro, desejavelmente com as mesmas taxas de comparticipação&#8221;, disse o líder dos socialistas em Beja.</P><br />
<P>José Luís Carneiro falava à agência Lusa após a cerimónia de inauguração da nova sede da Federação Regional do Baixo Alentejo do PS, agora liderada pelo autarca de Ourique, Marcelo Guerreiro, eleito a 19 de junho e que sucedeu ao antigo deputado Nelson Brito.</P><br />
<P>O secretário-geral do PS revelou que tem sentido &#8220;muitos autarcas do país preocupados com o futuro de muitos desses investimentos&#8221;, mas também com &#8220;vontade de desistirem desses projetos e desresponsabilizarem-se em termos de garantias financeiras futuras&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se isso acontecer, significa que poderá haver muitos equipamentos por todo o país que ficarão meio concluídos e meio por concluir&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Por isso, concluiu, &#8220;é preciso que o Governo dê garantias claras aos autarcas de todo o país, por intermédio da ANMP, de que garantirá o financiamento no futuro quadro comunitário, nos mesmos termos que estava previsto no PRR&#8221;.</P><br />
<P>Antes de falar à Lusa, no seu discurso aos militantes do distrito de Beja, José Luís Carneiro criticou a atuação do Governo, que acusou de &#8220;falhar em todas as áreas com que se comprometeu&#8221;, nomeadamente na economia, saúde, habitação e educação.</P><br />
<P>Sobre esta última, e tomando como exemplo os problemas verificados na correção dos exames nacionais, o líder socialista acusou o ministro da Educação, Fernando Alexandre, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, de &#8220;insensibilidade total&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro tinha o dever de explicar às famílias e aos professores, o que falhou e o que está a ser feito para corrigir os erros que ocorreram. E se esses erros não forem corrigidos, o que se poderá esperar em relação à segurança e à confiança na avaliação daqueles que andaram 12 anos ou mais a preparar o acesso ao ensino superior&#8221;, vincou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787767]]></sapo:autor>
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		<title>Volkswagen vai reduzir produção em 25% e cortar para metade a gama de modelos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:23:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da aprovação das linhas gerais da reestruturação, o conselho de supervisão adiou as decisões mais sensíveis, incluindo o número exato de postos de trabalho que poderão ser eliminados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="flex h-svh w-screen flex-col">
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<p>O Grupo Volkswagen anunciou um plano de reestruturação que prevê uma redução de 25% da capacidade global de produção automóvel, passando dos atuais 12 milhões para cerca de nove milhões de veículos por ano. Segundo o El País, a construtora alemã vai também reduzir gradualmente até 50% da sua gama de modelos, concentrando a oferta nos segmentos de mercado considerados mais atrativos.</p>
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<p data-start="449" data-end="666">A decisão foi anunciada após uma reunião do conselho de supervisão da empresa, que aprovou os primeiros pontos-chave daquela que é considerada a maior reestruturação do grupo desde o acordo salarial alcançado em 2024.</p>
<p style="text-align: left;" data-start="668" data-end="706"><strong>Oferta será simplificada em até 75%</strong></p>
<p data-start="708" data-end="947">Além da redução do número de modelos, a Volkswagen prevê cortar significativamente as opções de equipamento disponíveis nos seus automóveis. Segundo a empresa, estas medidas permitirão reduzir a complexidade da oferta comercial em até 75%.</p>
<p data-start="949" data-end="1223">&#8220;O nosso plano para o futuro marca a entrada na próxima fase da transformação&#8221;, afirmou o presidente executivo do Grupo Volkswagen, Oliver Blume. O responsável reiterou que o objetivo passa por transformar a empresa &#8220;na fabricante automóvel mais atrativa do mundo&#8221; até 2030.</p>
<p data-start="1225" data-end="1272"><strong>Número de despedimentos continua por definir</strong></p>
<p data-start="1274" data-end="1464">Apesar da aprovação das linhas gerais da reestruturação, o conselho de supervisão adiou as decisões mais sensíveis, incluindo o número exato de postos de trabalho que poderão ser eliminados.</p>
<p data-start="1466" data-end="1669">Nas últimas semanas, surgiram informações de que o grupo poderá eliminar até 100 mil empregos e encerrar quatro fábricas na Europa, embora a empresa ainda não tenha confirmado oficialmente esses números.</p>
<p data-start="1671" data-end="1962">Anteriormente, a Volkswagen já tinha anunciado a eliminação de 50 mil postos de trabalho na Alemanha até 2030. Desse total, 35 mil correspondem à marca Volkswagen, enquanto os restantes dizem respeito a subsidiárias como a Audi e a Porsche. Os novos cortes poderão somar-se aos já previstos.</p>
<p data-start="1964" data-end="2018"><strong>Trabalhadores manifestam-se contra a reestruturação</strong></p>
<p data-start="2020" data-end="2192">Coincidindo com a reunião do conselho de supervisão, o sindicato IG Metall e a comissão de trabalhadores organizaram protestos em várias unidades da Volkswagen na Alemanha.</p>
<p data-start="2194" data-end="2423">As manifestações decorreram em Wolfsburgo, junto à sede do grupo, bem como em Emden, Zwickau, Hanôver e na fábrica da Audi em Neckarsulm. Segundo o sindicato, não se tratou de uma greve, mas sim de ações de informação e protesto.</p>
<p data-start="2425" data-end="2592">Estas unidades são consideradas particularmente vulneráveis no atual processo de reestruturação, estando entre as instalações cujo futuro tem sido alvo de especulação.</p>
<p data-start="2594" data-end="2635"><strong>Sindicatos alertam para forte oposição</strong></p>
<p data-start="2637" data-end="2879">A presidente da comissão de trabalhadores, Daniela Cavallo, e a líder do IG Metall, Christiane Benner, avisaram que os trabalhadores irão opor-se firmemente caso avancem os planos para eliminar mais 50 mil empregos e encerrar quatro fábricas.</p>
<p data-start="2881" data-end="3149">Benner classificou como &#8220;absolutamente irresponsável&#8221; a forma como tem sido gerida a divulgação das possíveis medidas, acusando a administração de alimentar o receio entre os trabalhadores ao permitir que circulem informações sobre o eventual encerramento de fábricas.</p>
<p data-start="3151" data-end="3464">A dirigente sindical defendeu ainda uma maior cooperação entre as diferentes marcas do grupo para aproveitar sinergias e reconheceu que, desde o acordo laboral alcançado em 2024, o contexto internacional se agravou devido aos direitos aduaneiros impostos pelos Estados Unidos e ao reforço da concorrência chinesa.</p>
<p data-start="3466" data-end="3531"><strong>Volkswagen aponta pressão internacional como principal desafio</strong></p>
<p data-start="3533" data-end="3648">Oliver Blume justificou o reforço do plano de redução de custos com o agravamento das condições económicas globais.</p>
<p data-start="3650" data-end="3853">Segundo o presidente executivo, fatores como as tarifas aduaneiras, os conflitos internacionais, as tensões geopolíticas e o aumento da concorrência colocam em causa o atual modelo de negócio da empresa.</p>
<p data-start="3855" data-end="4046">Na sua perspetiva, o modelo tradicional da Volkswagen — baseado no desenvolvimento e produção na Europa para venda em todo o mundo — deixou de ser sustentável nas atuais condições de mercado.</p>
<p data-start="4048" data-end="4106"><strong>Comissão de trabalhadores pede estratégia para o futuro</strong></p>
<p data-start="4108" data-end="4348">Daniela Cavallo defendeu que a Volkswagen necessita de um plano estratégico de longo prazo que vá além da redução de custos, incluindo investimentos em inovação tecnológica e no desenvolvimento de produtos adaptados aos diferentes mercados.</p>
<p data-start="4350" data-end="4487">A responsável apelou igualmente ao apoio das autoridades europeias para proteger a indústria automóvel face à concorrência internacional.</p>
<p data-start="4489" data-end="4783" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Na sua opinião, perante o apoio concedido pelos Estados Unidos e pela China às respetivas indústrias automóveis, através de subsídios e tarifas, a União Europeia deverá adotar uma política industrial que permita salvaguardar a competitividade e os postos de trabalho no setor automóvel europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787763]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Riade considera ataques iranianos ameaça à segurança regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:14:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Arábia Saudita condenou hoje os ataques iranianos contra alvos norte-americanos no Bahrein, na Jordânia e no Kuwait, acusando o regime de Teerão de "ameaçar a segurança e a estabilidade" no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Arábia Saudita condenou hoje os ataques iranianos contra alvos norte-americanos no Bahrein, na Jordânia e no Kuwait, acusando o regime de Teerão de &#8220;ameaçar a segurança e a estabilidade&#8221; no Médio Oriente.</P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita considera que os ataques constituem uma &#8220;violação da soberania de estados irmãos&#8221; e alerta que semelhantes operações violam a Resolução 2817 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), de 11 de março de 2026, que exige a interrupção de todos os ataques iranianos na região.</P><br />
<P>Riade defende que a postura iraniana &#8220;prejudica os esforços internacionais para repor a segurança&#8221; e lembra que a resolução da ONU destaca a &#8220;importância de se respeitar a soberania&#8221; de países terceiros em caso de conflito, bem como o &#8220;compromisso com resoluções e leis internacionais&#8221;.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram várias vagas de ataques aéreos contra o Irão entre terça-feira e hoje, alegando que estão a agir em resposta aos ataques iranianos contra navios no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Em resposta a esses ataques, na origem de pelo menos 14 mortos e quase 80 feridos nos últimos dois dias, o Irão lançou mísseis e drones contra alvos norte-americanos em vários países da região.</P><br />
<P>Além de ataques, os dois países trocam nos últimos dias acusações mútuas de violações do memorando de entendimento e alertas sobre um possível colapso do cessar-fogo acordado em 08 de abril, do qual Israel é também signatário.</P><br />
<P>Teerão exige que a passagem pelo estreito seja coordenada com as forças norte-americanas até que seja alcançado um acordo de paz definitivo para pôr fim ao conflito no Médio Oriente, desencadeado pela ofensiva conjunta dos EUA e Israel no final de fevereiro.</P></p>
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		<title>Síria: Governo afirma ter prendido responsáveis por atentado em Damasco</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo sírio anunciou hoje a prisão dos responsáveis pelos dois atentados à bomba em Damasco na terça-feira, durante a visita do Presidente francês, Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo sírio anunciou hoje a prisão dos responsáveis pelos dois atentados à bomba em Damasco na terça-feira, durante a visita do Presidente francês, Emmanuel Macron.</P><br />
<P>&#8220;A célula responsável pelos ataques terroristas que atingiram Damasco há dois dias já está sob a nossa custódia&#8221;, declarou o ministro sírio do Interior, Anas Khattab, n uma publicação na rede social X.</P><br />
<P>O responsável prometeu ainda divulgar as identidades dos membros da célula terrorista e as respetivas funções, assim que a investigação for concluída.</P><br />
<P>Uma pessoa morreu e outras 36 ficaram feridas nas explosões quase simultâneas de duas bombas de fabrico caseiro na manhã de terça-feira, perto do hotel onde o Macron pernoitou, entre segunda e terça-feira.</P><br />
<P>Nos momentos das explosões, Macron já havia tinha deixado o hotel para se reunir com o homólogo sírio, Ahmad al-Charah.</P><br />
<P>A visita do Presidente de França foi a primeira de um líder de um país do Ocidente à Síria desde que a coligação islamista assumiu o poder e sucedeu a Bashar al-Assad, após mais de 13 anos de guerra civil.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787761]]></sapo:autor>
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		<title>Rutura deixa 10.000 clientes sem água na província moçambicana da Zambézia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 20:45:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 10.000 clientes da empresa pública moçambicana Águas e Saneamento estão sem água desde quarta-feira devido à rutura de uma conduta principal que abastece a cidade de Quelimane, província da Zambézia (centro), avançou hoje fonte da instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 10.000 clientes da empresa pública moçambicana Águas e Saneamento estão sem água desde quarta-feira devido à rutura de uma conduta principal que abastece a cidade de Quelimane, província da Zambézia (centro), avançou hoje fonte da instituição.</P><br />
<P>O representante da Águas e Saneamento de Moçambique na Zambézia, Carlos Jamal, disse aos jornalistas que os trabalhos de reparação estão em curso, esperando-se repor abastecimento de água aos munícipes em breve, sem avançar o prazo para a conclusão dos trabalhos.</P><br />
<P>&#8220;Esta rede é obsoleta, com idade avançada, praticamente, está instalada desde o tempo colonial e ela não aguenta grandes pressões&#8221;, admitiu Jamal.</P><br />
<P>Segundo a fonte, as autoridades estão a mobilizar recursos para fazer a substituição da linha. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787752]]></sapo:autor>
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		<title>Mais dois moçambicanos mortos em ataque xenófobo na áfrica do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 20:29:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais dois cidadãos moçambicanos morreram e outros dois ficaram gravemente feridos num ataque armado terça-feira na província sul-africana de Gauteng, associado à violência contra imigrantes naquele país, anunciaram hoje as autoridades de Maputo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais dois cidadãos moçambicanos morreram e outros dois ficaram gravemente feridos num ataque armado terça-feira na província sul-africana de Gauteng, associado à violência contra imigrantes naquele país, anunciaram hoje as autoridades de Maputo.</P><br />
<P>Segundo um comunicado do Gabinete de Informação de Moçambique (Gabinfo) divulgado hoje, os moçambicanos morreram na sequência de um ataque armado em Primrose, Germiston, e os feridos estão internados numa unidade hospitalar, a receber cuidados médicos.</P><br />
<P>&#8220;O Consulado-geral de Moçambique em Joanesburgo acompanha o caso, mantendo contacto com os familiares das vítimas e diligenciando assistência consular aos cidadãos hospitalizados, bem como apoio no processo de trasladação dos corpos&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>Segundo o Gabinfo, as autoridades sul-africanas informaram que 38 cidadãos moçambicanos &#8220;foram obrigados a abandonar as suas residências&#8221; no bairro de Germiston, na sequência de rusgas de grupos anti-imigrantes.</P><br />
<P>&#8220;Está previsto que estes cidadãos sejam encaminhados para o Alto-comissariado de Moçambique em Pretória, onde receberão assistência e serão organizadas as diligências para o seu eventual repatriamento&#8221;, acrescenta a instituição, garantindo que as autoridades moçambicanas continuam a acompanhar a evolução da situação e a prestar assistência às vítimas.</P><br />
<P>Com a morte destes dois cidadãos, subiu para 11 o total de moçambicanos mortos nesta última vaga de ataques xenófobos na África do Sul.</P><br />
<P>Moçambique recebeu 1.363 cidadãos repatriados da África do Sul vítimas de xenofobia, além de 6.156 malauianos que entraram no país em trânsito, afetados pela mesma violência, anunciou terça-feira o porta-voz do Governo, Inocência Impissa.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano já tinha adiantado, em 04 de julho, que o Governo equacionava integrar as vítimas da xenofobia nos megaprojetos em curso no país e noutras vagas de trabalho no exterior, no quadro da cooperação internacional.</P><br />
<P>Impissa disse ainda que os cidadãos malauianos em trânsito foram transportados para a província de Tete, centro do país, na fronteira entre Maláui e Moçambique.</P><br />
<P>Manifestantes anti-imigração sul-africanos fizeram um ultimato até 30 de junho, terça-feira da semana passada, para todos os estrangeiros abandonarem o país e o Governo da África do Sul anunciou nos últimos dias restrições às políticas migratórias e o reforço da segurança, com Moçambique a receber na terça-feira mais 65 cidadãos repatriados. </P><br />
<P>Moçambique tem cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul. A Presidência indicou, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787749]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento dos Açores rejeita mais cortes e alienações de empresas públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 20:20:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa dos Açores rejeitou hoje, por larga maioria, uma proposta do Chega que pretendia cortar na despesa pública regional, através da extinção ou alienação de empresas e institutos públicos, que alegadamente "dão prejuízo para o erário público".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia Legislativa dos Açores rejeitou hoje, por larga maioria, uma proposta do Chega que pretendia cortar na despesa pública regional, através da extinção ou alienação de empresas e institutos públicos, que alegadamente &#8220;dão prejuízo para o erário público&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos continuar a aceitar empresas públicas com prejuízos recorrentes, subsidiação permanente, custos operacionais descontrolados e falta de responsabilização&#8221;, justificou Francisco Lima, deputado da bancada do Chega, durante a apresentação do projeto de resolução, na sede do parlamento, na cidade da Horta.</P><br />
<P>Uma das propostas apresentadas pelo partido passava pela alienação da Empresa de Eletricidade dos Açores (EDA), uma das poucas empresas públicas que dá lucro, mas o secretário regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública, Duarte Freitas, defendeu que esta &#8220;é um ativo essencial para a Região&#8221;, admitindo alienar apenas algumas empresas que pertencem ao Grupo EDA, mas não a empresa mãe.</P><br />
<P>&#8220;No universo EDA, o que é privatizável, neste momento, é a SEGMA e a GlobalEDA, que estão, aliás, como é sabido, em processo de alienação&#8221;, admitiu o governante, acrescentando que em relação à EDA, o executivo assume uma &#8220;normal discordância&#8221; ideológica com o Chega, assim como em relação à extinção da RIAC, a Rede Integrada de Apoio ao Cidadão.</P><br />
<P>Duarte Freitas lembrou que o atual Governo de coligação (PSD, CDS-PP e PPM) já procedeu, entretanto, &#8220;à maior reforma do setor público empresarial dos Açores, de que há memória&#8221;, elencando as empresas e os serviços públicos que já foram alvo de processo de extinção ou de privatização nos Açores, nos últimos anos.</P><br />
<P>&#8220;Foram extintas quatro entidades: A SDEA, a SINAGA, a Azorina e a Azores Air Lines Vacation, no Canadá. Foi alienada a Naval Canal, foi entregue à iniciativa privada, através de concurso, a exploração da atividade de Santa Catarina, indústria conserveira, e foram alienados em hasta pública os ativos turísticos detidos pelas Ilhas de Valor, designadamente o Hotel das Flores e o Hotel da Graciosa&#8221;, recordou o governante.</P><br />
<P>Joaquim Machado, deputado do PSD, fez as contas e conclui que este rol de extinções e privatizações, já permitiram uma poupança considerável nas contas públicas regionais: &#8220;só a SDEA representava por ano, em vencimentos, 250 mil euros. A SINAGA representava mais 90 mil euros, a Santa Catarina, 154 mil e a Azorina, 90 mil. É uma poupança superior a meio milhão de euros&#8221;.</P><br />
<P>Carlos Silva, deputado da bancada do PS (o maior partido da oposição nos Açores), também manifestou a sua discordância relativamente à iniciativa do Chega, lamentando que o partido pretenda &#8220;vender os anéis&#8221; para &#8220;pagar despesa corrente&#8221;, ainda por cima desfazendo-se de empresas que, segundo os socialistas, &#8220;são estratégicas e essenciais para a região&#8221;.</P><br />
<P>Também António Lima, deputado único do Bloco de Esquerda, entende que a proposta do Chega não trará vantagens à região, além de pretender &#8220;cortar indiscriminadamente&#8221; nos serviços e empresas públicas, como se de uma &#8220;motosserra&#8221; se tratasse.</P><br />
<P>&#8220;Quer o Chega cortar naquilo que a Administração Pública Regional tem possibilidade de cortar, legalmente, cortando também naquilo que &#8220;não pertence&#8221; à Região, advertiu, dando como exemplo o Observatório Microbiano dos Açores, entidade que consta do rol de organismos a extinguir pelo Chega, mas que pertence a uma entidade de direito privado.</P><br />
<P>Nuno Barata, da Iniciativa Liberal, acusou o proponente de ter feito um projeto &#8220;atabalhoado&#8221; e juridicamente defeituoso: &#8220;obviamente que não podemos aprovar uma coisa que encerra, em si própria, problemas jurídicos claros&#8221;.</P><br />
<P>O Chega sugeria, no seu projeto de resolução, que o Governo Regional, liderado pelo social-democrata José Manuel Bolieiro, alienasse também a maioria dos imóveis devolutos que estão na posse da região, mas que não estão a ter qualquer utilização na atualidade, mas Luís Silveira, deputado do CDS-PP, entende que há outras alternativas: &#8220;o caminho poderá ser o de a Região recuperar esse património e colocar esses imóveis ao serviço dos açorianos&#8221;.</P></p>
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		<title>Tour: Ex-camisola amarela Torstein Traeen desiste com concussão cerebral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 20:17:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Torstein Traeen, que partiu hoje de amarelo para a sexta etapa, abandonou a 113.ª Volta a França em bicicleta, depois de ter sofrido uma concussão cerebral e "múltiplas fraturas de costelas" numa queda, anunciou a Uno-X.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Torstein Traeen, que partiu hoje de amarelo para a sexta etapa, abandonou a 113.ª Volta a França em bicicleta, depois de ter sofrido uma concussão cerebral e &#8220;múltiplas fraturas de costelas&#8221; numa queda, anunciou a Uno-X.</P><br />
<P>&#8220;Torstein passou a avaliação para concussão feita na estrada e pôde continuar até ao final, em Gavarnie-Gèdre. No entanto, após exames posteriores realizados pelo staff médico da Uno-X, a análise do sensor no seu capacete e radiografias no camião médico, foi diagnosticado com uma concussão e múltiplas fraturas de costelas&#8221;, lê-se em comunicado da equipa norueguesa.</P><br />
<P>Nono classificado da Vuelta2025, Traeen, que sobreviveu a um cancro testicular, fugiu para a liderança da geral da &#8216;Grande Boucle&#8217; na quarta etapa, passando dois dias de amarelo, antes de cair hoje com violência na descida que se seguiu ao emblemático Tourmalet. </P><br />
<P>Avaliado pelos médicos no local da queda, o norueguês de 30 anos foi autorizado a concluir os 186,2 quilómetros entre Pau e Gavarnie-Gèdre, cortando a meta, lado a lado com o colega Anders Halland Johannessen, a 29.55 minutos do vencedor, o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates), que lhe sucedeu na liderança da geral. </P><br />
<P>&#8220;Não era o final que esperávamos para esta aventura de amarelo&#8221;, reconheceu o diretor geral da Uno-X, Thor Hushovd, duas vezes vencedor da classificação por pontos da Volta a França (2005 e 2009).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787747]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cotação do Brent para entrega em setembro baixa 2,20% para 76,30 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 19:58:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cotação do barril de Brent para entrega em setembro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em baixa de 2,20%, para 76,30 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cotação do barril de Brent para entrega em setembro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em baixa de 2,20%, para 76,30 dólares.</P><br />
<P>Os receios dos investidores com a inflação e a redução da procura petrolífera predominaram sobre o agravamento da situação militar no Golfo Pérsico.  </P><br />
<P>O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,72 dólares abaixo dos 78,02 com que encerrou as transações na quarta-feira.</P><br />
<P>A queda de hoje sucede a uma forte valorização na véspera (5,2%) e foi atribuída às perspetivas sobre a subida da inflação e o arrefecimento económico nos EUA e na China, que alimentam a previsão de uma baixa da procura do petróleo. </P><br />
<P>Apesar de Donald Trump ter dada por terminada a trégua com o Irão e promovido uma nova série de ataques à República Islâmica, os investidores confiam que as conversações de paz vão ser retomadas. </P><br />
<P>Por exemplo, Fawad Razaqzada, analista da Forex, comentou hoje que os investidores habituaram-se a que os conflitos geopolíticos &#8220;dissipem-se tão depressa como aparecem&#8221;. </P><br />
<P>Porém, realçou que, apesar de Trump ter querido tranquilizar os mercados sugerindo que Teerão continuava disposto a negociar, o prémio de risco associado ao petróleo aumentou e os operadores estão em alerta para &#8220;qualquer ameaça ao transporte marítimo&#8221; no Estreito de Ormuz, o que obrigaria imediatamente à reavaliação das expectativas de inflação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787746]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guiné-Bissau: PAIGC acusa regime de querer eliminar Domingos Simões Pereira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 19:50:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A comissão permanente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) acusou hoje o regime de Bissau de querer eliminar o líder, Domingos Simões Pereira, política e fisicamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A comissão permanente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) acusou hoje o regime de Bissau de querer eliminar o líder, Domingos Simões Pereira, política e fisicamente.</P><br />
<P>A acusação consta de um comunicado publicado na página oficial do partido com as conclusões de uma reunião nesta quinta-feira da comissão permanente, que analisou exclusivamente os últimos acontecimentos do que classifica como perseguição ao presidente do partido.</P><br />
<P>No comunicado lê-se que &#8220;o objetivo deste regime, que continua a ser dirigido à distância por Umaro Sissoco Embalo (antigo Presidente da República), é claro: afastar o presidente Domingos Simões Pereira da vida política e, eventualmente, eliminá-lo fisicamente&#8221;.</P><br />
<P>Considerado o principal líder da oposição, Simões Pereira encontra-se privado de liberdade desde o golpe militar de 26 de novembro de 2025 que interrompeu as eleições gerais, em que, pela primeira vez, não participou o histórico PAIGC nem o líder do partido.</P><br />
<P>Afastados das eleições por decisão judicial, Simões Pereira é agora alvo de um processo em que é suspeito de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado que terá ocorrido em outubro de 2025, cerca de um mês antes das eleições gerais e do golpe militar consumado.</P><br />
<P>A oposição tem considerado o golpe, em que os militares tomaram o poder, uma encenação do anterior Presidente Umaro Sissoco Embaló, que concorreu a um segundo mandato nas eleições de novembro de 2025.</P><br />
<P>O candidato da oposição, Fernando Dias da Costa, reclamou vitória na primeira volta, apoiado pelo PAIGC.</P><br />
<P>Para a comissão permanente do partido, Embaló &#8220;não perdoa o facto do presidente do PAIGC, impedido de concorrer às eleições (&#8230;), ter tido, com o seu inequívoco apoio, um papel fundamental na vitória logo à primeira volta do candidato Fernando Dias da Costa nessas eleições&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Por outro lado, no seu mísero calculismo político, Umaro Sissoco Embaló acredita que o afastamento da vida política de Domingos Simões Pereira, pela via judicial, ou através da sua eliminação física, aumentaria a probabilidade de finalmente vencer as próximas eleições presidenciais, em que ainda sonha poder concorrer&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Os militares no poder na Guiné-Bissau marcaram para 06 de dezembro novas eleições gerais, depois de terem alterado a Constituição, que passa a dar mais poderes ao Presidente, e vai ser submetida a referendo nacional a 30 de agosto.</P><br />
<P>O PAIGC argumenta que o presidente do partido &#8220;tem sido vítima de todo o tipo de arbitrariedades&#8221; e que &#8220;as autoridades de facto passaram os últimos oito meses a tentar fabricar um processo judicial desprovido de qualquer credibilidade para justificar a restrição da liberdade&#8221;.</P><br />
<P>A comissão permanente considera &#8220;caricato&#8221; que a acusação encontrada contra Simões Pereira seja a &#8220;alegada participação numa pretensa tentativa de golpe de Estado, em outubro de 2025&#8221; e que &#8220;aqueles que consumaram um golpe de Estado estejam tão determinados a perseguir e a tentar condenar um cidadão por alegada tentativa de golpe de Estado&#8221;.</P><br />
<P>O presidente do PAIGC já foi ouvido três vezes no Tribunal Militar, onde decorre o processo, e está a aguardar a decisão do juiz de instrução sobre um requerimento do Ministério Público para que lhe seja aplicada a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.</P><br />
<P>Simões Pereira encontra-se em prisão domiciliária desde final de janeiro e depois de ter estado dois meses preso na Segunda Esquadra, em Bissau.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, está mais do que claro que toda esta manipulação da justiça visa apenas legitimar à posteriori a privação de liberdade do presidente Domingos Simões Pereira, mesmo que para o efeito seja necessário violar princípios, leis e regras&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>A comissão permanente do PAIGC reitera a exigência de libertação imediata e incondicional de Simões Pereira e repudia o que considera &#8220;a terrível perseguição política e judicial&#8221; de que tem sido alvo.</P><br />
<P>Responsabiliza ainda &#8220;o regime por tudo quanto possa vir a acontecer à sua vida ou à sua integridade física&#8221; e apela a todas as organizações internacionais e regionais, particularmente a União Africana e a CEDEAO, para que continuem a acompanhar a Guiné-Bissau e a fazer respeitar as decisões tomadas ao mais alto nível por estas organizações.</P><br />
<P>A comissão permanente do PAIGC convida ainda, &#8220;mais uma vez, o Comando Militar a um diálogo sério e construtivo com as forças políticas representativas da sociedade guineense, tendo em vista encontrar soluções para a saída da crise política e o retorno à normalidade constitucional&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787745]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Benfica sancionado com um jogo à porta fechada por utilização de pirotecnia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/benfica-sancionado-com-um-jogo-a-porta-fechada-por-utilizacao-de-pirotecnia/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 19:44:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica foi sancionado com um jogo à porta fechada, devido à utilização de artefactos pirotécnicos por parte de adeptos 'encarnados' em cinco partidas em 2022/23, anunciou hoje o clube da I Liga de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica foi sancionado com um jogo à porta fechada, devido à utilização de artefactos pirotécnicos por parte de adeptos &#8216;encarnados&#8217; em cinco partidas em 2022/23, anunciou hoje o clube da I Liga de futebol.</P><br />
<P>&#8220;O Benfica foi notificado da decisão definitiva da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD), que determina a realização à porta fechada de um jogo oficial no seu estádio&#8221;, informou o emblema presidido por Rui Costa, em comunicado no sítio oficial das &#8216;águias&#8217; na Internet.</P><br />
<P>O Tribunal da Relação confirmou a condenação da APCVD, que já transitou em julgado e, além de ter determinado uma partida à porta fechada no Estádio da Luz, em Lisboa, multou o Benfica em 150.000 euros.</P><br />
<P>&#8220;O clube esgotou todos os meios de recurso legalmente disponíveis, sustentando sempre que cumpriu integralmente os deveres que sobre si impendiam e que implementou todas as medidas razoavelmente exigíveis para prevenir este tipo de ocorrências&#8221;, recordaram os &#8216;encarnados&#8217;.</P><br />
<P>O Benfica considera ter implementado todas as medidas ao seu alcance para impedir a entrada e utilização de pirotecnia no recinto, incluindo apertadas revistas nos acessos, mecanismos reforçados de segurança e sucessivos alertas dirigidos aos adeptos antes e durante os jogos.</P><br />
<P>&#8220;Estes argumentos, porém, não mereceram acolhimento da APCVD nem das instâncias para as quais foi possível recorrer. Interditar um estádio na sua totalidade é, além de injusto na sua génese, uma medida manifestamente desproporcionada, que lesa o desporto, penaliza o clube e prejudica dezenas de milhares de sócios e adeptos cumpridores, totalmente alheios aos comportamentos em causa&#8221;, prosseguiu.</P><br />
<P>As &#8216;águias&#8217; preferiam uma sanção só sobre os setores onde a pirotecnia foi utilizada, através da sua interdição ou redução da respetiva lotação, a exemplo do critério seguido pela UEFA em partidas de provas europeias.</P><br />
<P>&#8220;O Benfica manifesta ainda a sua profunda preocupação com o grave precedente que tal representa e que contrasta com a ausência de idênticas consequências em situações semelhantes verificadas noutros estádios, envolvendo outros clubes e adeptos que não os do Benfica&#8221;, lamentou, estranhando ser &#8220;o único alvo da aplicação de uma sanção desta natureza&#8221;.</P><br />
<P>O jogo de suspensão determinado pela APCVD deverá ser cumprido na receção ao promovido Académico de Viseu, no fim de semana de 08 e 09 de agosto, na jornada inaugural da edição 2026/27 da I Liga.</P><br />
<P>&#8220;O clube continuará a desenvolver todos os esforços para impedir a utilização de pirotecnia no seu estádio e para garantir as mais elevadas condições de segurança nos eventos que organiza&#8221;, finalizou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787743]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Associação de empresas florestais estima dois anos para limpar zona da Kristin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da associação de empresas florestais considerou hoje, no parlamento, que levará pelo menos dois anos para retirar a madeira e limpar a zona mais afetada pela tempestade Kristin, e que limpeza tem sido confundida com gestão florestal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da associação de empresas florestais considerou hoje, no parlamento, que levará pelo menos dois anos para retirar a madeira e limpar a zona mais afetada pela tempestade Kristin, e que limpeza tem sido confundida com gestão florestal.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém vai conseguir limpar nada na zona do Kristin enquanto a madeira não for tirada. Nós temos dois anos, pelo menos, de trabalho para tirar a madeira e só depois da madeira sair é que se pode limpar&#8221;, afirmou Pedro Serra Ramos.</P><br />
<P>O presidente da direção da ANEFA &#8211; Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente, que falava numa audição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aos Negócios dos Incêndios Rurais, lamentou como a obrigação de limpar as zonas afetadas foi comunicada aos proprietários florestais.</P><br />
<P>Para Serra Ramos, quando &#8220;se ameaçou os proprietários florestais da zona afetada pela tempestade&#8221; do final de janeiro que, &#8220;se não limpassem até ao final de junho seriam multados com valores muito mais altos do que nos anos anteriores&#8221;, isso foi &#8220;uma falta de sensibilidade perante o que a população está a passar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É uma falta de sensibilidade muito grande e um desconhecimento total&#8221;, considerou, notando que &#8220;essas pessoas já tinham problemas com casas, com empresas, com tudo&#8221;.</P><br />
<P>A ANEFA, que representa cerca de mil empresas da área florestal, &#8220;sempre teve uma posição muito crítica em relação aos fogos rurais&#8221;, por ser associada à floresta e, assim, prejudicar o setor, quando &#8220;o fogo não é um problema da floresta, é um problema na floresta&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não são as árvores que se incendeiam, sem mais nem menos. É um problema na floresta quando o fogo entra na floresta e, sobretudo, se acontece como nos dias de hoje em que a floresta tem problemas de gestão e, tendo problemas de gestão, torna-se difícil de controlar a situação&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Por isso, desde 2017, &#8220;com o apoio da comunicação social, gerou-se o pânico&#8221; na governança e na sociedade civil, tomando-se decisões com as quais não concordam, como serem &#8220;proibidos de trabalhar durante o verão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O ano passado fizemos um inquérito a uma amostragem de 197 empresas e, nos 17 dias em que fomos proibidos de trabalhar, perdemos cerca de 10 milhões de euros. E, portanto, as empresas não aguentam isto&#8221;, frisou, num universo maioritariamente de &#8220;pequenas e microempresas&#8221;.</P><br />
<P>A governança, advogou, &#8220;tem que dar cada vez mais atenção à gestão florestal&#8221;, quando &#8220;a aposta tem sido sobretudo na questão das limpezas&#8221;, que &#8220;não são gestão florestal&#8221; e &#8220;muitas das limpezas não têm necessidade de se fazer&#8221; pois &#8220;o conceito de uma floresta limpa varia&#8221;.</P><br />
<P>Em termos de custos, um estudo de 2021 em 126 concelhos, dos 308 do país, estimou que para se fazer as limpezas anuais nas áreas obrigatórias teria de se &#8220;gastar qualquer coisa na ordem dos 423 milhões de euros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Só para terem uma ideia, os 423 milhões de euros dariam para florestar qualquer coisa como 280 mil hectares. Nós, em Portugal, estamos a florestar cerca de 15 a 20 mil hectares por ano, o que é muito baixo para as necessidades que temos do ponto de vista florestal&#8221;, afirmou Pedro Serra Ramos, acrescentando, por isso, que é dinheiro &#8220;de facto mal gasto&#8221;.</P><br />
<P>Na resposta a questões de deputados do PSD, Chega e PS, avisou que o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) &#8220;não tem capacidade para fiscalizar&#8221; e &#8220;para atuar&#8221;, uma vez que &#8220;deixaram de ir ao terreno&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre se conhecia situações de fogo posto associado a interesses económicos, Serra Ramos contou que, no passado, fez uma queixa à GNR, mas a força policial só podia atuar em flagrante delito e, perante a insistência para que concretizasse quem e onde fez a denúncia, esclareceu que se passou &#8220;há 34 anos&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, alertou que quando se retiram &#8220;as pessoas que trabalham na floresta&#8221;, está-se &#8220;a aumentar grandemente o risco dessas coisas acontecerem&#8221;, acrescentando que &#8220;a estratégia nos últimos anos tem sido afastar as pessoas da floresta&#8221;.</P><br />
<P>Em relação a quem ganha com mais área ardida, o dirigente da ANEFA vê &#8220;pouca gente a quem possa interessar&#8221;, porque &#8220;sempre que arde uma área florestal num determinado concelho&#8221;, este fica &#8220;mais pobre&#8221; e obriga as pessoas a deslocarem-se &#8220;para poderem trabalhar&#8221;.</P></p>
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