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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 14:04:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ativistas da extrema-direita processam Comissão Europeia após rejeição da iniciativa sobre &#8220;remigração&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ativistas]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
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		<category><![CDATA[imigração]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está a campanha “Save Europe Act”, que pretendia alterar profundamente as regras migratórias da União Europeia e que justificava essas medidas com a necessidade de impedir aquilo que os seus promotores descrevem como uma “substituição demográfica”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia recusou registar uma Iniciativa de Cidadania Europeia promovida por ativistas da extrema-direita que defendia a suspensão de vários canais de imigração legal e a chamada “remigração” de cidadãos não europeus considerados “não integrados”, uma decisão que levou os organizadores a anunciarem uma ação judicial contra Bruxelas. Em causa está a campanha “Save Europe Act”, que pretendia alterar profundamente as regras migratórias da União Europeia e que justificava essas medidas com a necessidade de impedir aquilo que os seus promotores descrevem como uma “substituição demográfica”.</p>
<p>A decisão da Comissão Europeia foi tomada por considerar que a proposta é “manifestamente contrária” aos valores fundamentais da União Europeia, argumentando que as medidas defendidas assentavam numa discriminação baseada na raça, origem étnica, cultural ou civilizacional das pessoas abrangidas. Na prática, Bruxelas entendeu que a iniciativa violava princípios essenciais do direito europeu e, por esse motivo, recusou sequer proceder ao seu registo.</p>
<p>Os organizadores, contudo, contestam a interpretação da Comissão e preparam-se para avançar para os tribunais. Martin Sellner, ativista austríaco apontado como uma das principais figuras ideológicas do conceito de “remigração” e líder do movimento, afirmou à Euronews que a equipa jurídica está pronta para apresentar uma ação já nos próximos dias. “Acreditamos que a Comissão agiu contra o direito europeu ao impedir os cidadãos de pedirem medidas específicas”, declarou Sellner, defendendo que os europeus deveriam poder debater e propor este tipo de alterações através dos mecanismos previstos nas instituições comunitárias.</p>
<p>A iniciativa defendia uma suspensão temporária dos chamados “canais de imigração não ocidentais”, abrangendo, entre outros, vistos de estudo e mecanismos de reunificação familiar. Para além disso, propunha o regresso aos países de origem não apenas de migrantes em situação irregular, mas também de cidadãos de países terceiros que residem legalmente na União Europeia e que fossem considerados “não integrados” ou classificados como um “grave fardo cultural ou financeiro” para os Estados-membros.</p>
<p>O conceito de “remigração” tem vindo a ganhar visibilidade em alguns sectores da extrema-direita europeia e é apresentado pelos seus defensores como uma política destinada a inverter processos de imigração considerados excessivos. Segundo a página da campanha, o movimento conta com o apoio de várias figuras nacionalistas europeias, incluindo o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, o líder do Vox espanhol Santiago Abascal, o político romeno George Simion e o eurodeputado italiano Roberto Vannacci.</p>
<p>No âmbito das regras comunitárias, uma Iniciativa de Cidadania Europeia que seja considerada admissível pode obrigar as instituições europeias a analisar formalmente as propostas caso reúna pelo menos um milhão de assinaturas provenientes de, no mínimo, sete Estados-membros. Nesses casos, a Comissão é obrigada a explicar se pretende ou não agir, enquanto o Parlamento Europeu deve organizar uma audição com os promotores e pode também votar uma resolução sobre o tema.</p>
<p>Os responsáveis pela campanha garantem já ter recolhido, de forma informal, perto de 600 mil assinaturas. Na semana passada, cerca de 200 apoiantes manifestaram-se junto ao Parlamento Europeu, em Bruxelas, exigindo que a iniciativa fosse registada e pudesse avançar para a fase oficial de recolha de assinaturas.</p>
<p>A Comissão Europeia sustentou, porém, que a proposta não respeitava o enquadramento jurídico europeu porque a suspensão dos canais migratórios e as medidas previstas assentavam na origem étnica, cultural ou civilizacional das pessoas visadas, em vez de obedecerem a avaliações individuais e caso a caso, como exigem as normas da União Europeia.</p>
<p>A recusa foi saudada por vários eurodeputados, entre eles Cristina Guarda, do grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia, que classificou a decisão como “um ato justo”. A eurodeputada descreveu ainda a iniciativa como “propaganda de ódio promovida pela extrema-direita”. Guarda e outros parlamentares participaram igualmente numa contramanifestação realizada em Bruxelas para coincidir com o protesto dos apoiantes da campanha.</p>
<p>Com a promessa de recorrer aos tribunais, o caso poderá agora transformar-se num novo confronto político e jurídico sobre os limites das iniciativas populares europeias, a proteção dos direitos fundamentais e o espaço que propostas radicais sobre imigração podem ocupar no quadro legal da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793028]]></sapo:autor>
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		<title>Manutenção das taxas de juro foi uma decisão unânime, indica Lagarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse hoje que o Conselho de Governadores manteve por unanimidade as taxas diretoras, mas que alguns membros se questionaram se não deveriam aumentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse hoje que o Conselho de Governadores manteve por unanimidade as taxas diretoras, mas que alguns membros se questionaram se não deveriam aumentar.         </P><br />
<P>Lagarde acrescentou na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Governadores que em setembro o BCE terá mais dados novos para tomar a decisão sobre as taxas diretoras e que por isso é possível que decida aumentá-las então.</P><br />
<P>No entanto, Lagarde sublinhou que o BCE não dá uma orientação de sua política monetária e que tomará as decisões sobre as taxas de juro em cada reunião de acordo com os dados económicos.</P><br />
<P>O BCE manteve hoje as três taxas diretoras, como era esperado pelo mercado, depois de na anterior reunião de política monetária, em 11 de junho, ter aumentado, pela primeira vez desde 2023, as três taxas diretoras em 0,25 pontos percentuais para responder ao aumento dos preços globais provocado pelo conflito do Médio Oriente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793030]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Professores do Ensino Português no Estrangeiro contestam em Lisboa novo regime jurídico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Professores do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) manifestaram-se hoje, em Lisboa, para exigir aumentos salariais, a redução do horário letivo e a melhoria das condições de trabalho, contestando a proposta do novo regime jurídico apresentada pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Professores do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) manifestaram-se hoje, em Lisboa, para exigir aumentos salariais, a redução do horário letivo e a melhoria das condições de trabalho, contestando a proposta do novo regime jurídico apresentada pelo Governo.</P><br />
<P>Os sindicatos representativos dos professores e o Governo iniciaram, no passado dia 28 de maio, as reuniões do processo negocial relativas à revisão do Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro (RJEPE), cuja pasta é tutelada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). </P><br />
<P>Em declarações à Lusa, a professora Teresa Kueffer, do EPE Suíça, presente na manifestação, explicou que as tabelas salariais não são atualizadas há anos, desde 2009 para a maioria e desde 1997 para os leitores, e que trabalhar num país fora da zona euro agrava a perda de rendimentos.</P><br />
<P>&#8220;Temos os problemas gerais que toda a gente tem. O nosso ordenado não é suficiente para cobrir as despesas, depois do pagamento do IRS [e] da segurança social&#8221;, disse Teresa Kueffer, contando que recebe &#8220;em euros, num país onde se faz tudo em francos [suíços]&#8221; e que tem &#8220;um custo de vida elevadíssimo&#8221;.</P><br />
<P>A professora classificou as condições salariais como &#8220;deploráveis&#8221;.</P><br />
<P>A par das questões remuneratórias, os professores do EPE na Suíça enfrentam problemas burocráticos com a emissão tardia de formulários essenciais para o acesso aos seguros de saúde e a falta de reembolso de despesas de transporte entre escolas.</P><br />
<P>&#8220;Quando nos deslocamos, as horas que nos deslocamos, o trabalho que é feito, que equivale a horas de direção turma, sem redução, deslocações por vezes de uma hora, duas horas, três horas, para ir dar um curso, sem que haja essa consideração a nível de tempo de serviço. Nós estamos oficialmente a trabalhar quando nos deslocamos, de um curso para o outro, estamos em serviço, mas esse tempo praticamente não é contabilizado&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Em França, a situação é &#8220;insustentável&#8221;, descreveu a professora Carla Lourenço, destacando a disparidade entre o subsídio de refeição pago pelo Estado português e a realidade económica do país de acolhimento.</P><br />
<P>&#8220;Eu com seis euros em Paris não consigo almoçar, nem sequer no McDonald&#8217;s. Se não nos ajudam a ter uma vida digna nos países em que estamos &#8211; e na região de Paris o nível de vida é bastante elevado -, não vamos conseguir sobreviver, não sei como é que vou fazer&#8221;, declarou Carla Lourenço, lembrando que a inflação e a carga fiscal acumularam perdas substanciais desde o período da Troika.</P><br />
<P>A docente alertou também para o volume de trabalho não remunerado, referindo a participação em eventos culturais fora do horário laboral, a ausência de reduções de horário pela idade e o tempo gasto em deslocações não compensadas entre escolas distantes.</P><br />
<P>Já a professora Carla Guerreiro, que leciona na Alemanha, apelidou a proposta de revisão do regime jurídico de &#8220;uma bomba atómica&#8221; em vez da &#8220;revolução&#8221; prometida pela tutela.</P><br />
<P>Apesar de reconhecer avanços em pontos específicos trazidos pelas rondas negociais, como a cobertura das despesas de bagagem em fim de comissão de serviço, o subsídio de instalação e o pagamento de uma viagem a Portugal de três em três anos, a professora apontou falhas graves na componente pedagógica e na avaliação.</P><br />
<P>&#8220;Apresentaram-nos tabelas salariais que baixam o salário e que são omissas quanto ao enquadramento fiscal e de aposentação. Além disso, propõem uma avaliação anual intercalar feita por alunos menores de idade e sem maturidade, o que é desprovido de lógica&#8221;, criticou Carla Guerreiro.</P><br />
<P>A docente da rede alemã alertou para a redução das horas semanais dedicadas aos alunos, que desceu para cerca de um terço em termos comparativos com anos anteriores, dificultando o aprofundamento de autores clássicos como Camões ou Gil Vicente e conteúdos de História de Portugal.</P><br />
<P>Para pressionar o executivo e exigir que as tabelas salariais reflitam o real custo de vida nos respetivos países, os professores do EPE submeteram uma petição, que contava, ao princípio da tarde de hoje, com 8.836 subscrições. </P><br />
<P>Os docentes não descartam o recurso a outras formas de luta caso as negociações com a tutela não assegurem garantias de dignidade profissional.</P><br />
<P>Segundo o presidente do Sindicato de Professores no Estrangeiro (SPE), Bruno Silva, estão em negociação a redução do horário letivo, o recrutamento, a avaliação, as remunerações e a proteção social.</P><br />
<P>Bruno Silva disse que foram enviadas novas contrapropostas sobre estas matérias. </P><br />
<P>O processo negocial do novo regime tem ainda previsto duas reuniões, uma a 27 de julho e outra a 31 de julho ou 03 de agosto, ainda por confirmar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793029]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro do BNP Paribas aumenta 21,8% para 7.562 ME no primeiro semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo BNP Paribas obteve um lucro de 7.562 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, o que representa um aumento de 21,8% face ao mesmo período do ano anterior, informou hoje a instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo BNP Paribas obteve um lucro de 7.562 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, o que representa um aumento de 21,8% face ao mesmo período do ano anterior, informou hoje a instituição.</P><br />
<P>O BNP Paribas alcançou estes resultados graças ao desempenho da banca empresarial e institucional, cujo resultado aumentou 5,6%, bem como da área de gestão de ativos, indicou, citado pela agência EFE. </P><br />
<P>Os lucros foram influenciados por uma operação extraordinária realizada no segundo trimestre: uma mais-valia de 858 milhões de euros obtida com a venda da participação do banco na seguradora AG Insurance ao grupo Ageas.</P><br />
<P>Por outro lado, o custo do risco aumentou para 1.871 milhões de euros, face aos 1.650 milhões registados no primeiro semestre de 2025. Este valor inclui uma provisão de 155 milhões de euros destinada a refletir a evolução do contexto geopolítico.</P><br />
<P>Os encargos relacionados com riscos jurídicos também pesaram nas contas do grupo, totalizando 344 milhões de euros.</P><br />
<P>Ainda assim, o resultado bruto de exploração do grupo atingiu 11.451 milhões de euros no primeiro semestre, o que representa um crescimento sólido de 13,9% em comparação com os 10.052 milhões de euros registados no mesmo período de 2025, destacou o banco.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793027]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço do barril de petróleo ultrapassa os 100 dólares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-preco-do-barril-de-petroleo-ultrapassa-os-100-dolares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:38:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[A ameaça de mais ataques dos EUA no Irão levou o barril do Brent a disparar mais de 6% e a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares, segundo dados da agência de informação financeira Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ameaça de mais ataques dos EUA no Irão levou o barril do Brent a disparar mais de 6% e a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares, segundo dados da agência de informação financeira Bloomberg. </P><br />
<P>O preço do Brent, petróleo que serve de referência às importações portuguesas, estava hoje, às 14:30, horas de Lisboa, a subir 6,6% para os 100,28 dólares.</P><br />
<P>Ao longo da semana, o barril do Brent já encareceu mais de 10 dólares, numa altura em que o presidente norte-americano, Donald Trump, promete continuar os ataques ao Irão, sobretudo após o envolvimento dos Houthis no conflito na região.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793025]]></sapo:autor>
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		<title>Acesso ao Ensino Superior: segunda fase do concurso termina mais cedo do que o anunciado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acesso-ao-ensino-superior-segunda-fase-do-concurso-termina-mais-cedo-do-que-o-anunciado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O período de candidaturas à segunda fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior vai terminar dois dias mais cedo do que tinha sido inicialmente anunciado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O período de candidaturas à segunda fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior vai terminar dois dias mais cedo do que tinha sido inicialmente anunciado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação. A alteração consta do novo calendário publicado em Diário da República, na sequência da criação da época especial de exames nacionais, introduzindo uma revisão dos prazos que os candidatos deverão cumprir para ingressar no ensino superior público.</p>
<p>O novo calendário estabelece que a apresentação de candidaturas à segunda fase decorrerá entre 24 de agosto e 20 de setembro, ao contrário da informação divulgada pelo Ministério na passada terça-feira, que apontava 22 de setembro como data-limite para a submissão das candidaturas. A alteração reduz assim em dois dias o período inicialmente previsto para esta fase do concurso.</p>
<p>De acordo com a mesma informação, a decisão de antecipar o encerramento das candidaturas foi tomada pelo Instituto para o Ensino Superior, organismo responsável pela elaboração e assinatura do diploma agora publicado em Diário da República. A Renascença apurou, junto de uma fonte ligada ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, que foi precisamente esta entidade a decidir proceder ao ajuste das datas constantes do calendário oficial.</p>
<p>Apesar da redução do prazo para apresentação das candidaturas, mantém-se a data prevista para a divulgação dos resultados da segunda fase. Os candidatos conhecerão as colocações a 30 de setembro, data em que serão publicados os resultados do concurso nacional relativos a esta etapa do processo de acesso ao ensino superior.</p>
<p>O diploma agora publicado oficializa igualmente o calendário da terceira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, que continua a realizar-se este ano. As candidaturas decorrerão entre 10 e 12 de outubro, estando prevista a divulgação das colocações a 18 de outubro.</p>
<p>Além das alterações ao calendário do ensino superior, foi também publicado em Diário da República o despacho que regulamenta a época especial de exames, criada este ano na sequência das perturbações verificadas no processo de avaliação. O regime aplica-se não apenas aos alunos do ensino secundário, mas também aos estudantes do ensino básico que preencham os critérios definidos.</p>
<p>No caso do 9.º ano de escolaridade, o despacho determina que os alunos elegíveis que frequentaram este nível de ensino durante o ano letivo 2025/2026 realizarão as provas de Português e Matemática nos dias 3 e 7 de setembro, respetivamente. A publicação do novo calendário permite, assim, clarificar oficialmente todas as datas que irão marcar as diferentes fases do acesso ao ensino superior e da época especial de exames no presente ano letivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793023]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Remover fornecedores de alto risco na UE pode custar entre 30 a 40 mil ME às operadoras, alerta GSMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:30:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A substituição de equipamentos de fornecedores de risco nas rede móveis, fixas e de transporte na UE, como a Huawei, poderá custar às operadoras entre 30 a 40 mil milhões de euros, segundo o relatório da GSMA Intelligence.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A substituição de equipamentos de fornecedores de risco nas rede móveis, fixas e de transporte na UE, como a Huawei, poderá custar às operadoras entre 30 a 40 mil milhões de euros, segundo o relatório da GSMA Intelligence.</P><br />
<P>Os custos diretos da substituição integral de equipamentos de fornecedores de alto risco (HRV &#8211; High-Risk Vendors, em inglês) rondam entre os 30.000 e os 40.000 milhões de euros, com uma estimativa central de 35 mil milhões, de acordo com o relatório &#8220;O custo da remoção de fornecedores designados de países terceiros das redes de telecomunicações da UE&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Essa estimativa baseia-se em dados de operadoras que representam quase metade do mercado da UE [União Europeia], agregados e extrapolados para estimar custos e impactos nos preços em toda a UE&#8221;, lê-se no relatório da GSMA Intelligence, braço de pesquisa e consultoria da GSMA, entidade que representa mais de 1.100 operadores móveis.</P><br />
<P>Trata-se de um valor acima do estimado pela Comissão Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Em relação às empresas, ao longo de cinco anos, a eliminação progressiva de equipamentos específicos de alto risco poderá gerar custos anuais de 3,4 a 4,3 mil milhões de euros para as operadoras de redes móveis, enquanto os investimentos em fornecedores de confiança poderão crescer até 2 mil milhões de euros por ano&#8221;, lê-se no documento relativo à Regulação de Cibersegurança 2 (Cibersecurity Act 2) da Comissão Europeia, datado de janeiro último.</P><br />
<P>&#8220;Ao mesmo tempo, espera-se que a simplificação e a redução das obrigações de conformidade gerem uma economia de custos de até 15,3 mil milhões de euros para as empresas ao longo de cinco anos&#8221;, refere Bruxelas no mesmo documento.</P><br />
<P>O relatório da GSMA Intelligence estima que a eliminação de fornecedores de alto risco das redes móveis oscile entre 16 e 22 mil milhões de euros, nas redes fixas em cerca de 5 mil milhões de euros e nas redes de transporte entre 9 mil e 12 mil milhões de euros.</P><br />
<P>Há muito que os operadores têm alertado para o custo da retirada de equipamentos de origem chinesa, onde se inclui a Huawei &#8211; que foi banida da rede 5G em Portugal &#8211; e a ZTE, contestando que devem ser compensados por isso.</P><br />
<P>Em Portugal, a Meo entrou com uma ação em tribunal contra o Estado português para ser ressarcida da exclusão da Huawei como fornecedora de 5G, reclamando 82 milhões de euros de indemnização, que é uma estimativa do impacto da decisão.</P><br />
<P>Há pouco mais de três anos, a Comissão de Avaliação de Segurança (CAS), no âmbito do Conselho Superior de Segurança do Ciberespaço, considerou de &#8220;alto risco&#8221; para a segurança de redes e serviços 5G a fornecedora chinesa Huawei.</P><br />
<P>A decisão da CAS foi conhecida em maio de 2023 e em setembro do mesmo ano a Huawei Portugal entrou com uma ação administrativa contra a deliberação sobre equipamentos 5G da Comissão de Avaliação de Segurança, com o objetivo de salvaguardar os seus direitos legais.</P><br />
<P>Um estudo feito pela consultora EY a pedido da Huawei e divulgado em setembro de 2024 referia que a exclusão da tecnológica chinesa das redes 5G em Portugal poderia custar à economia portuguesa mais de mil milhões de euros.</P><br />
<P>Esta semana, o embaixador dos EUA em Portugal afirmou que cada cabo submarino fiável em solo português é um que não chega a um local menos fiável, considerando que é preciso garantir que a infraestrutura crítica é tratada como tal.</P><br />
<P>John J. Arrigo, que falava no Oceanário, em Lisboa, por ocasião da celebração da amarração do cabo submarino transatlântico Nuvem, que liga os EUA, as Bermudas, Açores e Portugal continental, afirmou: &#8220;Cada novo cabo fiável a amarrar em solo português é um cabo que não está a amarrar num local menos fiável, vamos garantir que esta infraestrutura crítica é tratada como tal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A política está estabelecida para evitar fornecedores não fiáveis em qualquer ponto da cadeia de abastecimento&#8221;, rematou o diplomata, salientando que isso &#8220;é importante para Washington&#8221; e acredita &#8220;ser importante para Lisboa&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793022]]></sapo:autor>
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		<title>O chefe pode ligar-lhe durante as férias? Especialista esclarece onde termina o “pedido rápido” e começa a violação da lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a advogada Mafalda Coimbra, o período de férias não corresponde apenas a uma suspensão temporária do trabalho. A lei encara-o como um tempo de descanso e recuperação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agosto é, para muitas pessoas, sinónimo de férias, viagens e mais tempo com a família. No entanto, sair fisicamente do local de trabalho nem sempre significa conseguir desligar das obrigações profissionais.</p>
<p>Segundo a advogada Mafalda Coimbra, o período de férias não corresponde apenas a uma suspensão temporária do trabalho. A lei encara-o como um tempo de descanso e recuperação, o que pressupõe uma ausência efetiva da atividade profissional.</p>
<p>Na prática, explica a jurista, o trabalhador não deve ser contactado para resolver assuntos laborais nem pressionado a manter-se disponível, mesmo quando o pedido é apresentado como urgente, excecional ou muito rápido.</p>
<p>“Um email, uma mensagem para confirmar alguma coisa ou uma tarefa que, alegadamente, não demora nada podem parecer interferências pequenas. Mas, quando se repetem, acabam por esvaziar o próprio direito a férias”, alerta Mafalda Coimbra.</p>
<p>De acordo com a advogada, a expectativa de disponibilidade permanente pode, em determinadas circunstâncias, representar uma violação dos direitos do trabalhador. Já a interrupção das férias por iniciativa da entidade empregadora apenas será admissível em situações excecionais e devidamente justificadas.</p>
<p>Quando isso acontece, acrescenta, o trabalhador poderá ter direito a ser compensado pelos prejuízos sofridos, incluindo despesas ou alterações provocadas pela interrupção do período de descanso.</p>
<p>As férias de verão levantam também dúvidas na esfera familiar, sobretudo quando existem filhos e responsabilidades parentais partilhadas. Viagens, deslocações e decisões tomadas fora da rotina habitual podem exigir articulação entre ambos os progenitores.</p>
<p>Nem todas as viagens obrigam a uma autorização formal, esclarece Mafalda Coimbra. Ainda assim, a inexistência de conflito anterior não elimina a necessidade de avaliar cada situação, sobretudo quando a decisão pode interferir com o exercício das responsabilidades parentais ou com o regime definido.</p>
<p>Para a jurista, o problema comum às duas áreas é a dificuldade em impor limites claros: perante a entidade empregadora, na organização da parentalidade e nas situações que, com o tempo, passaram a ser vistas como normais.</p>
<p>Muitas pessoas respondem a mensagens profissionais porque consideram mais simples fazê-lo, aceitam interrupções porque acreditam que serão pontuais ou tomam decisões familiares sem as formalizar porque nunca existiram divergências. O risco, salienta a advogada, surge quando aquilo que parecia excecional se transforma numa prática repetida ou num foco de conflito.</p>
<p>Mafalda Coimbra defende, por isso, que o aconselhamento jurídico não deve surgir apenas quando o problema já está instalado. Conhecer antecipadamente os limites legais pode ajudar trabalhadores e famílias a identificar riscos, ajustar comportamentos e evitar conflitos mais difíceis de resolver.</p>
<p>“Parar não é apenas afastar-se fisicamente do trabalho ou mudar de rotina. É também perceber se aquilo que estamos a aceitar corresponde, de facto, ao que a lei protege”, conclui.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793016]]></sapo:autor>
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		<title>Falhas nos alertas e planos desatualizados em Espanha: sobreviventes garantem que vítimas dos incêndios florestais foram deixadas à própria sorte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sobreviventes e familiares das vítimas do incêndio florestal que, a 9 de julho, provocou 13 mortos na província espanhola de Almería contestam a versão apresentada pelas autoridades da Andaluzia e garantem que nunca receberam qualquer aviso oficial para permanecer em casa ou abandonar a zona antes de as chamas chegarem. Segundo uma investigação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os sobreviventes e familiares das vítimas do incêndio florestal que, a 9 de julho, provocou 13 mortos na província espanhola de Almería contestam a versão apresentada pelas autoridades da Andaluzia e garantem que nunca receberam qualquer aviso oficial para permanecer em casa ou abandonar a zona antes de as chamas chegarem.</p>
<p>Segundo uma investigação da &#8216;Reuters&#8217;, pelo menos cinco sobreviventes afirmam que não receberam qualquer instrução das autoridades, enquanto outras duas pessoas dizem ter sido alertadas apenas através dos sinos da igreja, mensagens em grupos de WhatsApp ou visitas porta a porta de responsáveis locais.</p>
<p>As autoridades regionais sustentam que várias vítimas ignoraram recomendações para permanecer nas suas habitações. No entanto, os testemunhos recolhidos pela agência noticiosa apontam para um cenário diferente, marcado pela ausência de um sistema de alerta eficaz.</p>
<p>Bob Layton, um cidadão britânico reformado que vivia na aldeia de Paraje el Curato, contou à &#8216;Reuters&#8217; que decidiu fugir por iniciativa própria apenas um minuto antes de a sua casa ser consumida pelas chamas.</p>
<p>&#8220;Se me tivessem dito para ficar em casa, estaríamos mortos. A casa ficou completamente destruída&#8221;, afirmou.</p>
<p>O homem conseguiu escapar porque conhecia um caminho alternativo. Oito dos seus vizinhos tentaram utilizar a mesma estrada, mas encontraram-na bloqueada pelo incêndio. Acabaram por abandonar os automóveis e morreram enquanto tentavam fugir a pé. Outras quatro pessoas perderam a vida numa coluna de viaturas diferente. Uma 13ª vítima, uma britânica de 93 anos, morreu posteriormente no hospital devido aos ferimentos sofridos.</p>
<p>O incêndio só atingiu Paraje el Curato cerca de três horas e meia depois de ter sido detetado, altura em que a principal estrada de saída já estava cortada pelas chamas.</p>
<p>O responsável máximo pelos serviços de emergência da Andaluzia, Antonio Sanz, explicou que o governo regional optou por não utilizar o sistema de alertas enviados para telemóveis porque este não permitia distinguir as zonas onde seria necessário evacuar daquelas onde a população deveria permanecer em casa.</p>
<p>Outras comunidades autónomas espanholas, como Madrid, Aragão e Castela-La Mancha, recorreram ao mesmo sistema de alerta durante incêndios registados na semana passada.</p>
<p>A irmã de uma das vítimas mortais, Sophie Vandebroek, garante, porém, que o irmão nunca recebeu qualquer aviso oficial e acredita que um simples alerta enviado horas antes poderia ter evitado a tragédia.</p>
<p>&#8220;Se tivesse existido uma comunicação através do sistema de emergência quando o incêndio começou, o meu irmão e os sete vizinhos ainda estariam vivos hoje&#8221;, afirmou.</p>
<p>Especialistas ouvidos pela &#8216;Reuters&#8217; alertam que os incêndios florestais estão a propagar-se cada vez mais depressa na Europa e defendem que os planos de evacuação, os percursos de fuga e os sistemas de comunicação devem estar preparados muito antes de qualquer fogo deflagrar.</p>
<p>Os dados do governo regional mostram ainda que apenas 42 dos 103 municípios da província de Almería tinham planos de emergência em vigor e que apenas nove cumpriam a obrigação legal de manter esses planos atualizados. A investigação às causas do incêndio e à resposta das autoridades continua a decorrer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793013]]></sapo:autor>
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		<title>Houthis cumprem a promessa e atacam petroleiros sauditas: abre-se uma nova frente de guerra no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[houthis]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mar vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[Navios 'Encelia' e 'Layla' foram atacados por alegadamente terem ignorado os avisos emitidos pelos houthis, que classificaram a operação como uma ação militar de "alta qualidade"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os houthis reivindicaram esta quinta-feira um ataque com drones e mísseis contra dois petroleiros sauditas que navegavam no estreito de Bab el-Mandeb, no Mar Vermelho, abrindo uma nova frente no conflito regional que envolve o Irão, os Estados Unidos e vários aliados de Washington. A informação foi avançada pelo &#8216;El Confidencial&#8217;, que cita um comunicado da milícia iemenita.</p>
<p>Segundo os rebeldes, os navios &#8216;Encelia&#8217; e &#8216;Layla&#8217; foram atacados por alegadamente terem ignorado os avisos emitidos pelos houthis, que classificaram a operação como uma ação militar de &#8220;alta qualidade&#8221;.</p>
<p>O ataque acontece poucos dias depois de o grupo anunciar um bloqueio marítimo a embarcações ligadas à Arábia Saudita no Mar Vermelho, uma rota estratégica por onde passa cerca de 12% do comércio marítimo mundial e uma parte significativa das exportações globais de petróleo.</p>
<p>A importância desta via aumentou depois de o Irão ter encerrado o Estreito de Ormuz em resposta aos ataques americanos, obrigando muitas rotas comerciais a recorrerem ao corredor de Bab el-Mandeb.</p>
<p>A escalada militar teve reflexos imediatos nos mercados internacionais, com o preço do barril de petróleo Brent a aproximar-se dos 98 dólares, após uma subida superior a 4% durante a sessão de quinta-feira.</p>
<p>O ataque surge também um dia depois de Washington e Riade terem assinado um acordo que permitirá à Arábia Saudita desenvolver um programa nuclear civil. Os houthis, apoiados pelo Irão, mantêm uma rivalidade histórica com o reino saudita, contra o qual travam um conflito há vários anos.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, esta é a confrontação mais séria entre a Arábia Saudita e os houthis desde o início do processo de aproximação patrocinado pelas Nações Unidas em 2022, que reduziu significativamente os ataques transfronteiriços, embora nunca tenha resultado num acordo de paz definitivo.</p>
<p>Entretanto, vários países, entre os quais a Turquia, condenaram o bloqueio marítimo anunciado pelos houthis, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avisou que responderá caso a milícia cumpra as suas ameaças de impedir a navegação no Mar Vermelho.</p>
<p>No terreno, os combates entre Washington e Teerão continuam a intensificar-se. A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou um pacote de cerca de 1,15 biliões de dólares (cerca de 980 mil milhões de euros) destinado a financiar o esforço militar contra o Irão, numa altura em que prosseguem os ataques aéreos americanos e os bombardeamentos iranianos contra interesses aliados dos Estados Unidos na região.</p>
<p>Apesar de um memorando de entendimento assinado em junho para tentar estabilizar a situação e reabrir o Estreito de Ormuz, a trégua colapsou nas últimas semanas e os confrontos têm vindo a alargar-se a infraestruturas civis e a novas frentes de combate, aumentando o receio de uma escalada regional de maiores dimensões.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793004]]></sapo:autor>
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		<title>Nem máscaras resolvem: bolor, fungos e piso abatido mergulham funcionários das Finanças da Marinha Grande no caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos denuncia que os funcionários são obrigados a usar máscara e luvas devido ao bolor e aos fungos existentes no arquivo, enquanto cerca de 80% da documentação permanece inacessível após novo abatimento do piso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há funcionários das Finanças da Marinha Grande a trabalhar de máscara e luvas devido ao bolor e aos fungos existentes no arquivo do serviço. Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) denuncia que o edifício onde funcionava o Serviço de Finanças apresenta um elevado estado de degradação e que um novo abatimento do piso, registado na semana passada, tornou inacessível cerca de 80% da documentação ali armazenada.</p>
<p>Segundo o sindicato, a situação obrigou mesmo os trabalhadores a emitir, esta semana, certidões nas quais certificam formalmente a impossibilidade de aceder a processos de imposto sucessório e a outros elementos indispensáveis para a sua emissão, devido à falta de acesso ao arquivo.</p>
<p>De acordo com o STI, os armários encontram-se bloqueados pelo abatimento do piso, enquanto o arquivo está afetado por bolor, fungos e infiltrações de água através do teto, situação que, segundo a estrutura sindical, ocorre mesmo em dias sem chuva.</p>
<p>Em comunicado, o sindicato refere que os trabalhadores têm de entrar no arquivo equipados com máscara e luvas para desempenharem as suas funções, numa situação que considera inaceitável para um serviço público.</p>
<p>Enquanto o edifício aguarda obras, o Serviço de Finanças funciona provisoriamente nas antigas instalações da Segurança Social, num antigo posto médico desativado que, segundo o STI, não dispõe de ar condicionado nem oferece condições adequadas para o atendimento ao público ou para o trabalho administrativo.</p>
<p>A mudança para estas instalações deveria durar apenas 90 dias. No entanto, esta quinta-feira, 24 de julho, cumprem-se já 120 dias desde a transferência, sem que exista, de acordo com o sindicato, qualquer solução definitiva ou calendário para o regresso ao edifício original.</p>
<p>O STI afirma que a situação foi comunicada por diversas vezes às entidades competentes, incluindo responsáveis da Autoridade Tributária e da Câmara Municipal da Marinha Grande, tendo sido igualmente apresentadas propostas de solução pelos próprios trabalhadores.</p>
<p>Perante o agravamento das condições, o sindicato apela agora a uma intervenção urgente das entidades responsáveis e exige uma solução definitiva que permita garantir condições dignas de trabalho e o normal funcionamento do Serviço de Finanças da Marinha Grande.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792998]]></sapo:autor>
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		<title>Até onde vai a segurança de um automóvel? A Geely quis descobrir com um teste inédito na Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ate-onde-vai-a-seguranca-de-um-automovel-a-geely-quis-descobrir-com-um-teste-inedito-na-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[euro ncap]]></category>
		<category><![CDATA[geely]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Ensaio decorreu nas instalações da UTAC, em França, e colocou à prova o SUV híbrido plug-in Geely STARRAY EM-i num cenário de colisão em cadeia de elevada severidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Geely tornou-se a primeira fabricante automóvel a realizar na Europa um teste de duplo impacto lateral mais exigente do que os atuais protocolos da Euro NCAP. O ensaio decorreu nas instalações da UTAC, em França, e colocou à prova o SUV híbrido plug-in Geely STARRAY EM-i num cenário de colisão em cadeia de elevada severidade.</p>
<p>Durante o teste, o veículo foi atingido lateralmente por uma barreira deformável a 60 km/h e, de seguida, projetado contra um poste rígido colocado no lado oposto. O segundo impacto simulou uma colisão de elevada energia, superior à prevista nos atuais ensaios europeus de segurança.</p>
<p>Segundo a marca, o habitáculo manteve a sua integridade estrutural, enquanto os airbags e os pré-tensores dos cintos de segurança foram acionados corretamente. Após a colisão, o sistema de chamada automática de emergência (eCall) entrou em funcionamento e as portas foram desbloqueadas automaticamente para facilitar o acesso das equipas de socorro.</p>
<p>A demonstração foi realizada durante a conferência internacional &#8220;Automotive Safety Tech Globalization &#038; Innovation in the Smart Driving Era&#8221;, organizada pela CAERI e pela UTAC, entidade acreditada pela Euro NCAP. A Geely foi a única fabricante automóvel convidada a realizar uma demonstração pública deste tipo.</p>
<p>A marca afirma que este ensaio reflete a sua estratégia de desenvolvimento de sistemas de segurança, atualmente apoiada por tecnologias de inteligência artificial através da plataforma Comprehensive Safety System 2.0, que integra dados do veículo, da infraestrutura rodoviária e da cloud para reforçar a prevenção de acidentes.</p>
<p>A Geely refere ainda que os seus modelos já conquistaram mais de 80 classificações máximas em programas internacionais de avaliação de segurança, incluindo a Euro NCAP, e que tem partilhado algumas das suas soluções de segurança com outros fabricantes.</p>
<p>Em Portugal, a marca comercializa atualmente dois SUV eletrificados: o Geely STARRAY EM-i, híbrido plug-in, e o Geely E5, 100% elétrico. Ambos receberam cinco estrelas nos testes da Euro NCAP e contam com uma garantia de oito anos ou 200 mil quilómetros para o veículo e a bateria.</p>

<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Geely-e-a-primeira-marca-automovel-mundial-a-realizar-um-teste-inedito-de-duplo-impacto-lateral-5.jpg'><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Geely-e-a-primeira-marca-automovel-mundial-a-realizar-um-teste-inedito-de-duplo-impacto-lateral-5-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Geely-e-a-primeira-marca-automovel-mundial-a-realizar-um-teste-inedito-de-duplo-impacto-lateral-5-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Geely-e-a-primeira-marca-automovel-mundial-a-realizar-um-teste-inedito-de-duplo-impacto-lateral-5-75x75.jpg 75w" /></a>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792985]]></sapo:autor>
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		<title>Vídeo torna-se viral: homem imita todos os gestos de Trump durante discurso… sem que o presidente se aperceba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Desconhecido sentado atrás do presidente dos Estados Unidos reproduziu os movimentos de mãos, as expressões e até a famosa dança de Trump durante um comício na Geórgia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um momento insólito marcou o mais recente comício de Donald Trump na Geórgia. Enquanto o presidente dos Estados Unidos discursava perante centenas de apoiantes, um homem sentado nas filas atrás começou a imitar, de forma exagerada, praticamente todos os seus gestos e maneirismos, aparentemente sem que Trump se apercebesse do que estava a acontecer.</p>
<p>O episódio ocorreu esta quarta-feira, durante um comício realizado na Wheeler High School, em Marietta, e foi captado pelas câmaras que transmitiam o evento. As imagens rapidamente começaram a circular nas redes sociais, acumulando milhares de visualizações.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨 An audience member standing behind President Trump is going viral after appearing to mimic his gestures during a speech, with many online interpreting it as mockery. The clip has sparked widespread reactions and debate on social media. <a href="https://t.co/5DbEQ4e267">pic.twitter.com/5DbEQ4e267</a></p>
<p>&mdash; Commentary Donald Trump (@DonaldTrumpfe) <a href="https://x.com/DonaldTrumpfe/status/2080191621866430599?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Ao longo do discurso, o homem — cuja identidade continua por revelar — reproduziu os característicos movimentos das mãos de Trump, conhecidos por muitos como as &#8220;mãos acordeão&#8221;, sincronizando os gestos com as palavras do presidente.</p>
<p>Além das expressões faciais, o imitador pareceu repetir silenciosamente várias frases ditas por Trump, exagerando os movimentos da boca para aumentar o efeito humorístico.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🇺🇸 A man behind Trump’s back parodied the president of the USA at a rally in Georgia and stole all the attention</p>
<p>He exactly copied the characteristic gestures of the head of the White House, head movements, facial expressions and repeated phrases.</p>
<p>The video quickly spread… <a href="https://t.co/ndmLxmSrZt">pic.twitter.com/ndmLxmSrZt</a></p>
<p>&mdash; RusWar (@ruswar) <a href="https://x.com/ruswar/status/2080184522771972263?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Quando o presidente falava sobre o desempenho da economia americana e o número recorde de máximos históricos da bolsa desde as eleições de 2024, o homem passou também a imitar outro dos gestos mais característicos de Trump: o movimento de punhos cerrados que costuma fazer perante os apoiantes.</p>
<p>Num dos momentos mais caricatos, levantou um cartaz da plataforma TrumpAccounts.Gov e trocou comentários com outras pessoas sentadas ao lado, provocando gargalhadas. Pouco depois, outro participante juntou-se à brincadeira, reproduzindo igualmente a conhecida dança de Trump.</p>
<p>Nas redes sociais, os vídeos multiplicaram-se rapidamente. Um utilizador da plataforma &#8216;X&#8217; classificou a atuação como &#8220;surreal&#8221;, enquanto outros destacaram o facto de Trump nunca ter demonstrado perceber que estava a ser imitado a poucos metros de distância.</p>
<p>O comício teve lugar poucas horas depois de Trump participar, no estado do Delaware, na cerimónia de homenagem aos quatro militares americanos mortos durante o conflito entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Já durante o discurso na Geórgia, o presidente voltou a abordar a guerra, descrevendo-a como uma &#8220;escaramuça&#8221;, apesar de o conflito se prolongar desde fevereiro e de já ter provocado a morte de pelo menos 18 militares americanos.</p>
<p>Trump insistiu ainda que o Irão acabará por aceitar um acordo &#8220;muito em breve&#8221;, embora tenha acusado Teerão de alterar sucessivamente os termos das negociações.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792978]]></sapo:autor>
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		<title>BCE mantém juros e prepara o mercado para uma decisão difícil em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, depois de, em junho, ter aumentado os juros em 25 pontos base, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, depois de, em junho, ter aumentado os juros em 25 pontos base, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos.</p>
<p>&#8220;O Conselho de Governadores decidiu hoje manter inalteradas as três principais taxas de juro do BCE. As perspetivas para os preços da energia, embora altamente voláteis, situam-se atualmente próximas do patamar de referência das projeções da equipa técnica do Eurosistema para junho e bem acima dos níveis registados antes do conflito no Médio Oriente&#8221;, escreve, em comunicado, o organismo liderado por Christine Lagarde.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">We kept our key interest rates at their current levels.   </p>
<p>Read today’s monetary policy decisions <a href="https://t.co/LHXigITpym">https://t.co/LHXigITpym</a> <a href="https://t.co/bDQsgUIvJv">pic.twitter.com/bDQsgUIvJv</a></p>
<p>&mdash; European Central Bank (@ecb) <a href="https://x.com/ecb/status/2080265709850964304?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Com a decisão desta quinta-feira, a taxa aplicável à facilidade permanente de depósito permanece em 2,25%, enquanto a taxa das operações principais de refinanciamento se mantém em 2,40% e a facilidade permanente de cedência de liquidez em 2,65%.</p>
<p>A decisão surge num contexto marcado pelo aumento da instabilidade geopolítica e pela evolução dos preços da energia, numa altura em que o BCE procura avaliar os efeitos destes fatores sobre a inflação na Zona Euro.</p>
<p>A última subida das taxas diretoras tinha ocorrido em 2023, seguindo-se um período de pausa até junho de 2024, quando o BCE iniciou um ciclo de descida dos juros. Depois de vários cortes, o banco central manteve as taxas inalteradas desde julho de 2025, antes de voltar a subir os juros em junho deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pressão energética mantém BCE em alerta</strong></p>
<p>Apesar da decisão de manter os juros estáveis, as perspetivas para a política monetária continuam condicionadas pela evolução dos preços da energia e pela situação geopolítica no Médio Oriente.</p>
<p>Roman Ziruk, analista sénior de mercados da Ebury, considera que o agravamento das tensões entre os Estados Unidos e o Irão poderá reforçar as expectativas de uma nova subida dos juros em setembro.</p>
<p>Os mercados estão atualmente a antecipar quase integralmente uma subida das taxas em setembro, estando descontados, no total, cerca de 44 pontos base de aumentos dos juros até ao final do ano.</p>
<p>A Ebury considera, contudo, que estas expectativas poderão ser excessivamente agressivas. Para Roman Ziruk, o BCE deverá adotar uma postura cautelosa perante um choque energético que resulta sobretudo de fatores do lado da oferta, e não de uma pressão da procura.</p>
<p>Depois de uma trégua entre os Estados Unidos e o Irão ter contribuído para aliviar a pressão sobre os mercados energéticos, o cenário voltou a deteriorar-se. O preço do petróleo Brent chegou a cair para cerca de 70 dólares por barril, aproximadamente 55 dólares abaixo do pico registado em abril, enquanto os preços do gás natural também recuaram, embora de forma menos acentuada.</p>
<p>Este alívio contribuiu para reduzir os receios de novas pressões inflacionistas. O relatório de inflação da Zona Euro relativo a junho veio também abaixo das expectativas, reforçando a perceção de que o BCE não teria necessidade de acelerar o aperto da política monetária.</p>
<p>A mesma visão é partilhada por Martin Wolburg, economista sénior da Generali Investments, que considera que, apesar de os membros do Conselho do BCE terem mantido uma comunicação globalmente mais restritiva, a evolução recente da inflação e a descida dos preços da energia contribuíram para aliviar as pressões sobre a política monetária.</p>
<p>Segundo o economista, as perspetivas para a inflação estão agora mais próximas de um cenário benigno do que do cenário base apresentado pelo BCE na reunião de junho. Esta evolução deverá permitir ao Conselho do BCE manter as taxas de juro no nível atual, pelo menos por enquanto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que esperar da próxima reunião do BCE?</strong></p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE, prevista para setembro, deverá ser marcada por uma maior incerteza. Embora os mercados estejam a atribuir uma probabilidade elevada a uma nova subida dos juros, os analistas dividem-se sobre a necessidade de avançar com um novo aumento das taxas.</p>
<p>Martin Wolburg considera que o BCE poderá voltar a aumentar os juros já em setembro, sobretudo se a escalada do conflito entre o Irão e Israel persistir e provocar novas pressões sobre os preços da energia.</p>
<p>Para a Ebury, contudo, o BCE deverá manter uma abordagem mais cautelosa e avaliar se o eventual choque energético se traduz numa pressão persistente sobre a inflação. Uma subida dos juros em setembro dependerá, assim, da evolução dos preços da energia, das expectativas de inflação e dos efeitos da instabilidade geopolítica sobre a economia europeia.</p>
<p>A evolução do conflito no Médio Oriente surge, desta forma, como um dos principais fatores de risco para as próximas decisões do BCE. Um novo aumento dos preços do petróleo e do gás poderá voltar a pressionar a inflação e aumentar a probabilidade de uma subida das taxas, enquanto uma estabilização dos mercados energéticos poderá dar margem ao banco central para prolongar a atual pausa.</p>
<p>Para já, o BCE optou pela estabilidade. Mas, depois da subida de junho, a reunião de setembro poderá voltar a colocar em cima da mesa a questão de um novo aumento dos juros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792926]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela: Governo português prepara missão de apoio para reconstrução após sismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, disse hoje que o Governo está a preparar uma nova missão de apoio à Venezuela, na sequência dos sismos de 24 de junho, para ajudar na reconstrução do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, disse hoje que o Governo está a preparar uma nova missão de apoio à Venezuela, na sequência dos sismos de 24 de junho, para ajudar na reconstrução do país.</P><br />
<P>&#8220;Estou a preparar agora uma nova missão, talvez em setembro ou outubro, ainda não tenho uma data precisa. Estarei em articulação com as autoridades venezuelanas para prestarmos apoio na reconstrução do país em setores que se revelem mais carenciados&#8221;, disse.</P><br />
<P>Emídio Sousa falava aos jornalistas no Funchal, à margem da sessão de abertura do Fórum Madeira Global, uma reunião que conta com a participação de mais de 450 conferencistas provenientes das comunidades madeirenses espalhadas por vários países em todo o mundo.</P><br />
<P>O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas precisou que o novo apoio à Venezuela será executado através de empresas, no âmbito dos trabalhos de reconstrução das áreas mais afetadas.</P><br />
<P>&#8220;Aguardo também da parte das autoridades venezuelanas que nos indiquem quais são os setores prioritários, embora não tenha grandes dúvidas de que o setor da habitação, a reconstrução da habitação, será uma das grandes prioridades&#8221;, disse.</P><br />
<P>Emídio Sousa indicou, por outro lado, que o Governo vai agora &#8220;aprofundar&#8221; a forma de financiamento das empresas que venham a envolver-se no processo.</P><br />
<P>&#8220;Esse é um dos aspetos que eu terei de aprofundar, porque as empresas, normalmente, quando vão trabalhar têm de ser pagas pelo respetivo trabalho&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 5.398 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 130 portugueses e lusodescendentes, e outros 31 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792973]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Europa enfrenta seca-relâmpago impulsionada por calor extremo e &#8220;sede atmosférica&#8221;, alertam cientistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A Europa está a enfrentar uma "seca-relâmpago" provocada por uma sucessão de ondas de calor iniciadas ainda na primavera, fenómeno que está a acelerar o esgotamento da humidade dos solos e dos recursos hídricos devido ao aumento da chamada "sede atmosférica".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa está a enfrentar uma &#8220;seca-relâmpago&#8221; provocada por uma sucessão de ondas de calor iniciadas ainda na primavera, fenómeno que está a acelerar o esgotamento da humidade dos solos e dos recursos hídricos devido ao aumento da chamada &#8220;sede atmosférica&#8221;, um efeito associado às alterações climáticas. O alerta é deixado por cientistas do grupo World Weather Attribution (WWA), que concluem que o aquecimento global está a intensificar significativamente a velocidade com que a seca se instala, sobretudo nos países da Europa Central e de Leste.</p>
<p>Segundo o estudo desenvolvido por investigadores de 12 países europeus, a combinação entre temperaturas excecionalmente elevadas e uma maior capacidade da atmosfera para absorver humidade está a provocar uma rápida perda de água dos solos, rios, lagos e reservatórios. Embora os padrões de precipitação tenham variado de forma significativa entre diferentes regiões do continente, a sucessão de episódios de calor extremo desde maio acelerou drasticamente o processo de secagem, mesmo em zonas onde o inverno tinha sido relativamente chuvoso.</p>
<p>As consequências já são visíveis em vários dos principais cursos de água europeus. Os cientistas referem que os sistemas fluviais de Itália, França, Polónia, Inglaterra, bem como os rios Reno e Danúbio, registam caudais muito reduzidos, situação que está a perturbar o transporte de mercadorias por via fluvial, a comprometer a produção hidroelétrica, a afetar as colheitas agrícolas e a obrigar alguns países a restringirem o consumo de água para usos não essenciais.</p>
<p>O grupo World Weather Attribution analisou indicadores como a precipitação, a humidade dos solos e o potencial de evaporação. Os investigadores verificaram que, apesar de a Europa Ocidental ter começado o ano com níveis de precipitação invernal superiores aos registados na Europa de Leste, o calor intenso acabou por inverter rapidamente essa vantagem. O estudo, que ainda não foi sujeito a revisão científica por pares, conclui que a escassez de chuva registada entre abril e junho na Europa Ocidental não pode ser atribuída de forma clara às alterações climáticas. Contudo, o aumento do potencial de evaporação provocado pelo calor extremo tornou-se cerca de 80 vezes mais provável devido ao aquecimento global.</p>
<p>Na Europa Oriental, onde a análise incidiu sobre o período entre janeiro e junho, os resultados apontam igualmente para um forte impacto das temperaturas elevadas. Os investigadores estimam que o potencial de evaporação impulsionado pelo calor se tornou cerca de 40 vezes mais provável devido às alterações climáticas, contribuindo para acelerar a instalação das condições de seca.</p>
<p>O investigador Theodore Keeping, do Imperial College London, explica ao Financial Times que o continente está perante uma verdadeira &#8220;seca-relâmpago&#8221;, caracterizada pela rapidez com que o solo perde humidade. Segundo o especialista, &#8220;estas condições extremamente quentes e secas provocam uma secagem muito mais rápida do solo do que aquela que historicamente se verificava em muitas regiões&#8221;.</p>
<p>Também Dominik Schumacher, do Instituto de Ciências Atmosféricas e Climáticas da ETH Zurique, destaca que o fenómeno está a surgir cada vez mais cedo no ano. &#8220;Apesar de a maior parte da Europa ter registado mais precipitação durante o inverno, observamos agora uma tendência crescente para uma secagem invulgar dos solos logo na primavera, antes mesmo do início do verão&#8221;, afirma. O investigador acrescenta que &#8220;isso é consequência da ação humana: à medida que as temperaturas aumentam, a sede da atmosfera cresce rapidamente, retirando humidade dos rios, lagos, albufeiras e dos próprios solos&#8221;.</p>
<p>Vários países europeus já começaram a adotar medidas para responder à escassez de água. No Reino Unido foram impostas restrições ao uso de mangueiras para rega e outras utilizações não essenciais, enquanto os Países Baixos elevaram recentemente o nível de alerta para seca para o nível 2, correspondente a uma situação de escassez efetiva de água que exige medidas específicas de gestão dos recursos hídricos.</p>
<p>A pressão sobre os recursos hídricos é particularmente evidente na bacia do Reno, onde as condições de seca prolongada afetam também zonas alpinas da Alemanha, França e Bélgica. Em simultâneo, o Danúbio, na Roménia, registou os níveis de água mais baixos desde 1996, dificultando igualmente a navegação e outras atividades económicas dependentes do rio.</p>
<p>Os investigadores alertam ainda para um efeito secundário que poderá aumentar significativamente o risco de incêndios florestais. Segundo Dominik Schumacher, a precipitação abundante registada durante o inverno em países da Europa Ocidental, incluindo Portugal, Espanha e França, favoreceu o crescimento da vegetação. Contudo, essa mesma vegetação secou rapidamente devido às sucessivas ondas de calor, criando aquilo que o cientista descreve como os &#8220;ingredientes perfeitos&#8221; para a propagação de incêndios rurais durante o verão.</p>
<p>O estudo refere igualmente que a resposta da Europa continua fragmentada. Embora exista uma diretiva comunitária sobre gestão da água, os investigadores lembram que esta não impõe medidas obrigatórias aos Estados-membros, o que limita a adoção de estratégias coordenadas para enfrentar secas cada vez mais frequentes.</p>
<p>Para Merel Laauwen, investigadora da Universidade de Wageningen, nos Países Baixos, será necessário reforçar a adaptação em todo o continente, harmonizando políticas relacionadas com perdas nas redes de distribuição de água e reutilização de recursos hídricos na agricultura e na indústria. A especialista sublinha que o conhecimento científico disponível mostra que as alterações climáticas estão a reduzir o intervalo entre episódios graves de seca, deixando menos tempo para a recuperação dos ecossistemas e das reservas de água.</p>
<p>&#8220;Sabendo aquilo que sabemos sobre a forma como as alterações climáticas estão a reduzir o período de retorno destes episódios severos de seca, o que significa também menos tempo de recuperação entre eles, são necessárias mudanças nas estratégias de adaptação em toda a Europa&#8221;, conclui Merel Laauwen.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792962]]></sapo:autor>
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		<title>Carta aberta pede alargamento de prazos e alternativa para projetos do PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituições do setor social pediram o alargamento até dezembro dos prazos das obras integradas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que não conseguem concluir até 31 de julho, sugerindo uma solução financeira complementar nestes casos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Instituições do setor social pediram o alargamento até dezembro dos prazos das obras integradas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que não conseguem concluir até 31 de julho, sugerindo uma solução financeira complementar nestes casos.</P><br />
<P>Numa carta aberta dirigida ao Presidente da República, ao presidente da Assembleia da República e ao Governo, as instituições estimam que haverá, neste momento, cerca de 1.000 estabelecimentos de apoio social por concluir, num total que ronda as 50 mil vagas, a maioria assumida por Instituições Particulares de Solidariedade e Social (IPSS).</P><br />
<P>Na missiva, a que a Lusa teve acesso, as instituições recordam que se trata de respostas na área da infância, deficiência, cuidados continuados ou apoio domiciliário de que as comunidades precisam.</P><br />
<P>Pedem que, quando as regras do PRR não permitam financiar diretamente todo o período de duração da obra, a continuidade dos projetos seja assegurada através de uma &#8220;solução complementar&#8221;, nacional ou europeia, mas que contemple as IPSS.</P><br />
<P>&#8220;Os avisos não são todos iguais. Mas a disponibilidade para encontrar soluções deve ser a mesma&#8221;, referem as instituições na carta aberta, acrescentando que &#8220;nenhuma obra viável e já avançada deve parar por falta de uma decisão tomada em tempo útil&#8221;.</P><br />
<P>Recordam que vários responsáveis públicos já vieram garantir que, no público, haverá financiamento para assegurar as obras por outras fontes e manifestam preocupação por terem sido esquecidos, apesar de cooperarem com o Estado.</P><br />
<P>Apontam ainda &#8220;obstáculos de contexto&#8221; como os atrasos na E-Redes na instalação de redes elétricas, que impedem a obtenção de certificação energética, requisito para a conclusão dos projetos.</P><br />
<P>Lamentam também que, ao contrário do setor público, o setor social e solidário se veja forçado a devolver &#8220;verbas que não tem, usadas em estabelecimentos de apoio social que não funcionarão&#8221; e avisam que o apoio social em Portugal &#8220;ficará pior do que estava antes do PRR&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A execução do Plano de Recuperação e Resiliência exigirá, só por ter sido iniciada, um plano de recuperação e resiliência para ficarmos como estávamos antes, quando já precisávamos de um PRR&#8221;, escrevem.</P><br />
<P>Pedem igualmente que seja garantida a devolução integral do IVA suportado pelas IPSS, na parte que não seja dedutível nem tenha sido financiado ou restituído por qualquer outra via.</P><br />
<P>Para isso, dizem precisar de uma &#8220;orientação única&#8221; das Finanças, Segurança Social, Saúde e do Recuperar Portugal que explique, de forma simples, qual o procedimento aplicável a cada situação, acompanhada de um calendário para a decisão e do pagamento dos pedidos já apresentados.</P><br />
<P>As instituições querem ainda perceber que contratos devem ser comunicados ao Tribunal de Contas, lembrando que as IPSS não são organismos do Estado, mas entidades de direito privado.</P><br />
<P>&#8220;Essa obrigação deve ser esclarecida de uma só vez: a que contratos se aplica, a partir de que data, por que meios devem ser comunicados, qual o tratamento a dar aos contratos já celebrados ou aos projetos entretanto encerrados&#8221;, insistem.</P><br />
<P>Os signatários da carta aberta pedem ainda esclarecimentos sobre quando podem as faturas ser pagas, considerando necessário distinguir a conclusão física da obra, a emissão e o pagamento das últimas faturas, a apresentação do pedido de reembolso e o encerramento financeiro do projeto.</P><br />
<P>Lembram que estas questões estão ligadas entre si, explicando: &#8220;uma obra pode estar concluída e, ainda assim, não ser possível encerrar o projeto porque a ultima fatura não pôde ser paga, o reembolso não chegou ou o IVA continua pendente&#8221;. </P><br />
<P>A carta aberta é assinada por centenas de dirigentes, profissionais, trabalhadores, voluntários, utentes, familiares, representantes do setor social e solidário e cidadãos preocupados com a conclusão dos projetos sociais e de saúde do PRR.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792968]]></sapo:autor>
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		<title>Politécnico de Setúbal e Start Campus acordam qualificação tecnológica em Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Politécnico de Setúbal]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sines]]></category>
		<category><![CDATA[Start Campus]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e a empresa Start Campus, em Sines, assinaram um acordo de colaboração para reforçar a qualificação de profissionais na área tecnológica e responder à necessidade de recursos humanos, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e a empresa Start Campus, em Sines, assinaram um acordo de colaboração para reforçar a qualificação de profissionais na área tecnológica e responder à necessidade de recursos humanos, foi hoje anunciado.</p>
<p>Em comunicado, o IPS explicou que esta parceria surge após a criação da Escola Superior de Sustentabilidade, Indústria e Tecnologias Digitais (ESSITD), em Sines, no distrito de Setúbal, permitindo aproximar &#8220;o ecossistema académico do setor industrial&#8221;.</p>
<p>O protocolo, assinado na terça-feira, prevê o desenvolvimento de formações conjuntas &#8220;alinhadas com as necessidades de qualificação&#8221; do megacentro de dados, liderado pela Start Campus.</p>
<p>Segundo o IPS, este investimento &#8220;exige uma estratégia sustentável de captação e fixação de profissionais qualificados a longo prazo&#8221;.</p>
<p>No entender da presidente do IPS, Ângela Lemos, o litoral alentejano &#8220;é um território estratégico para o país, dos pontos de vista industrial, energético, portuário e logístico&#8221;.</p>
<p>Apesar disso, tem permanecido há décadas &#8220;sem uma presença estruturada de Ensino Superior público&#8221;, realçou.</p>
<p>&#8220;Queremos uma escola politécnica próxima, orientada para a resolução de problemas concretos, construída em articulação com os parceiros e comprometida com o desenvolvimento económico, social e ambiental da região&#8221;, sublinhou a responsável, citada no comunicado.</p>
<p>Por seu lado, o presidente da Comissão Instaladora da ESSITD do IPS, João Pires, considerou esta cooperação com o tecido económico de Sines &#8220;essencial para perspetivar o futuro, formar o talento local e abrir as portas à internacionalização&#8221;.</p>
<p>Já o diretor de Operações da Start Campus, Luís Rodrigues, também citado no comunicado, destacou a importância de preparar &#8220;pessoas que aprendem fazendo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não se constrói um dos maiores centros de dados da Europa sem, ao mesmo tempo, desenvolver a capacidade técnica necessária para o sustentar nos próximos 20 ou 30 anos&#8221;, sustentou.</p>
<p>Também a responsável pelos Recursos Humanos da empresa, Carla Calisto, justificou a parceria com a escassez de profissionais especializados e defendeu a responsabilidade das empresas na criação de respostas de qualificação. </p>
<p>&#8220;Se queremos mais talento local, temos de investir localmente. E isso começa muito antes do processo de recrutamento&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Start Campus está a construir e a operar o projeto SINES DC, um campus de centros de dados de 1,2 GW (Gigawatts) em Portugal, num investimento de 8,5 mil milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792965]]></sapo:autor>
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		<title>Ataques de ransomware disparam 23% num ano, mas há uma nova ameaça ainda mais preocupante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ransomware]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados constam do mais recente relatório global de ciberameaças da NCC Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ataques de ransomware continuam a aumentar em todo o mundo. Só em junho foram registados 665 ataques, mais 23% do que no mesmo mês de 2025, elevando para 4.394 o número de incidentes contabilizados no primeiro semestre deste ano.</p>
<p>Os dados constam do mais recente relatório global de ciberameaças da NCC Group, que identifica um crescimento contínuo deste tipo de ataques e alerta para uma mudança nas estratégias dos cibercriminosos, cada vez mais focados em comprometer cadeias de abastecimento de software e infraestruturas críticas.</p>
<p>Segundo a empresa de cibersegurança, no segundo trimestre de 2026 foram registados 2.229 ataques, um aumento de 3% face aos primeiros três meses do ano. Em 2025, o número total de ataques atingiu um máximo histórico de 7.874.</p>
<p>Uma das principais tendências identificadas é o aumento dos ataques à cadeia de abastecimento. Em vez de atacarem diretamente uma empresa, os grupos criminosos procuram comprometer software, ferramentas ou dependências utilizadas por milhares de organizações, permitindo que um único ataque tenha impacto em larga escala antes de ser detetado.</p>
<p>O relatório aponta o grupo TeamPCP como um dos mais ativos neste tipo de operações, recorrendo à infiltração de ecossistemas de desenvolvimento de software considerados de confiança.</p>
<p>A análise conclui ainda que as tensões geopolíticas estão a aumentar o risco cibernético, sobretudo para organizações mais expostas a interesses estratégicos. Entre as principais ameaças identificadas estão campanhas de espionagem, ataques de phishing, operações de negação de serviço (DDoS), desinformação e tentativas de infiltração em infraestruturas sensíveis.</p>
<p>A NCC Group recomenda uma vigilância reforçada relativamente à atividade de grupos ligados à Rússia, Bielorrússia e China, bem como uma aposta crescente na deteção comportamental de ameaças, considerada mais eficaz do que os métodos tradicionais.</p>
<p>No que diz respeito aos setores mais afetados, a indústria voltou a liderar a lista, concentrando 30% de todos os ataques registados no segundo trimestre, seguida pelos setores dos bens de consumo discricionário e das Tecnologias de Informação.</p>
<p>Geograficamente, a América do Norte permaneceu como a região mais atingida, reunindo 44% dos ataques globais, seguida da Europa e da Ásia.</p>
<p>Entre os grupos de ransomware mais ativos continua a destacar-se o Qilin, responsável por 301 vítimas e líder pelo quinto trimestre consecutivo. Seguem-se o The Gentlemen e o DragonForce.</p>
<p>O relatório identifica ainda as VPN empresariais como o principal ponto de entrada explorado pelos atacantes em 2026. Grupos como Akira, Qilin e The Gentlemen têm explorado vulnerabilidades nestes sistemas para obter acesso às redes das organizações, levando a NCC Group a defender que a cibersegurança deve ser encarada como uma prioridade estratégica ao mais alto nível das empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792943]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão avisa que atacar pontes e centrais elétricas é crime de guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão, 23 jul 226 (Lusa) - O Irão alertou hoje os militares norte-americanos de que estarão a cometer crimes de guerra se atacarem pontes e centrais elétricas, como ameaçou o Presidente dos EUA, avisando que serão responsabilizados mesmo estando a cumprir ordens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão alertou hoje os militares norte-americanos de que estarão a cometer crimes de guerra se atacarem pontes e centrais elétricas, como ameaçou o Presidente dos EUA, avisando que serão responsabilizados mesmo estando a cumprir ordens.</P><br />
<P>&#8220;Não cometam crimes de guerra por ninguém. Invocar ordens de superiores para justificar crimes de guerra não isenta os perpetradores da responsabilidade criminal&#8221;, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, numa publicação nas redes sociais.</P><br />
<P>O porta-voz acusou ainda a liderança norte-americana de &#8220;sacrificar o que resta do Direito Internacional Humanitário e os fundamentos da ética e da civilização humana&#8221;.</P><br />
<P>Esmaeil Baghaei realçou que os códigos e os manuais do Departamento de Defesa dos EUA deixam claro que os membros das Forças Armadas &#8220;têm o dever legal e moral de desobedecer a ordens manifestamente ilegais&#8221;.</P><br />
<P>Nada justifica o &#8220;apetite insaciável pela guerra e pela morte&#8221;, criticou, acrescentando que a destruição de pontes e centrais elétricas &#8220;é manifestamente ilegal e criminosa&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou na quarta-feira que os EUA destruiriam uma ponte ou central elétrica cada vez que o Irão disparasse sobre um navio no estreito de Ormuz, que antes da guerra era uma das principais vias de transporte de petróleo e gás natural.</P><br />
<P>Ambos os lados têm ameaçado cada vez mais as infraestruturas civis.</P><br />
<P>O direito internacional proíbe este tipo de ataques, a menos que a infraestrutura esteja a ser utilizada para fins militares.</P><br />
<P>&#8220;A partir deste momento, sempre que a República Islâmica do Irão disparar sobre um navio no estreito de Ormuz, seja por míssil, foguete, drone ou qualquer outro dispositivo ou arma, os Estados Unidos bombardearão e destruirão uma ponte ou uma central elétrica&#8221;, escreveu Trump nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Isto constitui retaliação e punição coletiva, ambas explicitamente proibidas como crimes de guerra tanto pelo Direito Internacional Humanitário como pela legislação interna dos EUA&#8221;, reiterou o porta-voz da diplomacia iraniana, sublinhando que estes crimes não prescrevem. Teerão &#8220;mantém-se firme e resoluta contra a ilegalidade e o desprezo pela lei&#8221;.</P><br />
<P>Os militares norte-americanos realizaram a décima segunda noite de ataques contra o Irão, mais um dia de investidas com o objectivo declarado de minar a capacidade de Teerão de ameaçar o tráfego comercial no estreito de Ormuz, e às quais o Irão respondeu com ataques às bases militares de Ali al-Salem e al-Adiri, no Kuwait.</P></p>
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