“Bitcoin pode bater nos 100 mil dólares até 2023”, avisa especialista

O CEO da gigante Macro Global da Fidelity, conhecida pelos seus investimentos sustentáveis, confessou em entrevista à Bloomberg que acredita, que tendo em conta o movimento da cotação da Bitcoin nos últimos meses, a “criptoqueen” pode chegar aos 100 mil dólares, até 2023.

“É uma estimativa baseada no cruzamento entre a oferta e a procura”. O executivo fundamenta a sua opinião na atração criada, através da procura em rede.

O preço da Bitcoin voltou à fase de ouro, como estava antes de afundar em maio. Os sinais de que a Securities and Exchange Commission (SEC), a Comissão do Mecados dos Valores Mobiliários norte-americana pode aprovar ETF de Bitcoin em breve, disparou a cotação para perto dos 60 mil dólares.

Os preços da Bitcoin subiram quase 18% apenas em outubro..

Para Anthony Scaramucci, fundador da Oscar Capital Management e da SkyBridge Capital esta “é uma clara premissa que esta token será negociada no patamar dos 100 mil dólares até o final do ano”.

“A Bitcoin vai ser o grande predador das criptomoedas”, explicou em entrevista à CNBC, o executivo, que durante dez dias foi diretor de comunicação da administração Trump.

Nos últimos meses, a Bitcoin sofreu uma queda superior a 50%, 36% só em maio, tendo sido este comportamento classificado pela imprensa de especialidade “como o pior mês para a Bitcoin, desde 2011”. Em abril, a “rainha” das moedas digitais alcançou os 65.000 dólares (cerca de 58.000 euros).
A “montanha russa da Bitcoin” não tem gerado unanimidade entre as opiniões dos especialistas. Do outro lado da discussão, Todd Morley, cofundador da Guggenheim Partners e empresário no ramo das criptomoedas e blockchain, a “Ethereum tem uma utilidade muito maior do que a Bitcoin, podendo ultrapassar esta criptomoeda, a longo prazo”.

“A Ethereum é muito mais útil em função dos contratos inteligentes”, explicou Morley à Bloomberg TV, a

“Estas tecnologias relacionadas com a Ethereum cresceram 20 vezes nos últimos seis anos consecutivos, muito, mas muito mais rápido do que a Lei de Moore”.

A Lei de Moore, redigida pelo engenheiro Gordon Moore em 1965, estabelece que a evolução da informática acontece de forma duplicada a cada dois anos, à mesma velocidade que os semicondutores”.

“Para além disso, nos últimos 12 meses, a popularidade das chamadas DeFi (finanças descentralizadas), que recorrem à rede Ethereum disparou”, acrescentou o executivo.

“No que toca aos  NFTs (Tokens Não Fungíveis), estes passaram a ser outra das bandeiras da tecnologia  blockchain da rede Ethereum”, conclui Morley.

Às 12h47 de Lisboa, a cotação da Bitcoin seguiu a tendência positiva dos últimos sete dias (7,18%), tendo registado um aumento de 2,64% nas últimas 24 horas, para os 59.376.21 dólares.

 

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