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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>&#8216;Projeto Manhattan&#8217; da IA: porque é que a inteligência artificial já é tratada como uma arma nuclear?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 18:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório do Parlamento britânico alerta que o Reino Unido “pode não poder contar com os seus aliados” para ter acesso às tecnologias mais avançadas e corre o risco de ser desligado sem aviso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Menos de um ano depois de as bombas atómicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki terem precipitado o fim da II Guerra Mundial, o presidente Harry Truman tomou uma decisão que apanhou os aliados de surpresa: os Estados Unidos deixariam de partilhar tecnologia nuclear, incluindo com o Reino Unido.</p>
<p>A decisão foi particularmente dura para Londres. Cientistas britânicos tinham desempenhado um papel determinante no Projeto Manhattan, mas o país acabou afastado de uma tecnologia que ajudara a desenvolver. A resposta foi construir uma bomba própria, num programa que custou 150 milhões de libras — tanto quanto todo o orçamento anual então previsto para o recém-criado Serviço Nacional de Saúde britânico.</p>
<p>Oitenta anos depois, a história pode estar a repetir-se, desta vez com a inteligência artificial. Um relatório do Parlamento britânico alerta que o Reino Unido “pode não poder contar com os seus aliados” para ter acesso às tecnologias mais avançadas e corre o risco de ser desligado sem aviso.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, os deputados pedem ao Governo uma estratégia de soberania em inteligência artificial, perante uma corrida global que começa a ser comparada à disputa nuclear do pós-guerra. A questão deixou de ser apenas económica ou tecnológica: passou a envolver segurança nacional, poder militar e autonomia política.</p>
<p>“O Governo precisa de um plano realista para alcançar capacidades soberanas em áreas críticas, ou arrisca-se a ver o acesso cortado ao sabor dos seus parceiros”, afirmou Chi Onwurah, presidente da comissão parlamentar de Ciência, Inovação e Tecnologia.</p>
<p>O aviso ganhou força depois de a Administração Trump ter restringido o acesso a alguns dos modelos mais avançados da Anthropic, considerados um risco para a segurança nacional. O bloqueio atingiu os sistemas Fable e Mythos, capazes, segundo a empresa, de descobrir falhas informáticas em sistemas operativos e motores de busca que permaneceram escondidas durante décadas.</p>
<p>Embora parte das limitações tenha sido posteriormente levantada, o modelo Mythos continuava indisponível para organizações fora dos Estados Unidos. Para especialistas citados pelo &#8216;The Independent&#8217;, o episódio mostrou que uma ferramenta comercial usada por empresas e Governos pode desaparecer em poucas horas, por decisão unilateral de Washington e sem período de transição.</p>
<p>A China parece estar a seguir uma estratégia semelhante. As autoridades chinesas terão discutido limitações à utilização externa dos seus modelos mais avançados e bloquearam a aquisição, pela Meta, de uma empresa de inteligência artificial fundada no país, procurando impedir a saída de talento e propriedade intelectual.</p>
<p>A linguagem usada nesta nova disputa já se aproxima da Guerra Fria. Uma empresa chinesa afirma ter desenvolvido uma “arma nuclear cibernética”, enquanto o diretor da CIA comparou os modelos mais avançados de inteligência artificial a “armas nucleares digitais”.</p>
<p>A diferença é que, no setor nuclear, os países sabiam aproximadamente qual era a meta: construir uma bomba. Na inteligência artificial, não existe um ponto final claro. Os modelos evoluem a uma velocidade que pode tornar impossível a recuperação dos países que fiquem para trás durante apenas alguns anos.</p>
<p>O limite desta corrida seria o aparecimento de uma inteligência artificial geral ou de uma superinteligência, capaz de superar os humanos em praticamente todas as tarefas intelectuais. Nesse momento, o sistema poderia começar a aperfeiçoar-se sem controlo efetivo e a perseguir objetivos incompatíveis com os interesses humanos.</p>
<p>Sam Altman, da OpenAI, e Demis Hassabis, da Google DeepMind, já subscreveram um alerta que coloca o risco de extinção provocado pela inteligência artificial ao nível das pandemias e da guerra nuclear. Ao mesmo tempo, organizações especializadas começam a defender acordos internacionais inspirados nos tratados de não proliferação.</p>
<p>Uma dessas propostas prevê que Estados Unidos e China suspendam o desenvolvimento prematuro de uma superinteligência artificial e convençam os restantes países a fazer o mesmo. Até agora, nenhum Governo aderiu.</p>
<p>Em 1946, o Reino Unido respondeu ao corte americano com a Operação Hurricane e construiu a própria bomba. A nova corrida poderá ser muito mais difícil: uma arma nuclear exigia dinheiro, matérias-primas e conhecimento; uma inteligência superior pode exigir tudo isso — e avançar mais depressa do que qualquer país consegue acompanhar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788819]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Fadista portuguesa leva fado à orquestra e ao espetáculo principal do Tomorrowland</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Matos Neves, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Boom, Bélgica, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; A fadista portuguesa Marta Rosa participa, nesta edição do festival de música eletrónica Tomorrowland, na orquestra criada pelos organizadores e no espetáculo final de cada dia, considerando ser &#8220;muito especial cantar em português num palco tão grande&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estar num dos maiores palcos do mundo é mais do que eu podia ter sonhado&#8221;, disse Marta Rosa em entrevista à agência Lusa, na cidade belga de Boom, onde decorre este fim de semana o festival Tomorrowland.</P><br />
<P>No dia em que se estreia na Sinfonia da Unidade (orquestra sinfónica que transforma hinos da música eletrónica em clássicos), depois de ter começado a integrar o espetáculo do palco principal do Tomorrowland, a fadista admitiu: &#8220;Trazer a minha música e cantar em português num festival destes é muito especial&#8221;.</P><br />
<P>Numa edição em que se verifica um reforço da presença de DJ portugueses, assim como uma crescente adesão de festivaleiros nacionais, Marta Rosa apontou ser &#8220;uma alegria muito grande, um orgulho muito grande e um privilégio também&#8221; fazer parte das atuações da orquestra e dos espetáculos finais que encerram cada dia do festival.</P><br />
<P>O Tomorrowland decorre de sexta-feira a domingo, neste e no próximo fim de semana.</P><br />
<P>&#8220;É uma responsabilidade que carrego com muito entusiasmo, mas com algum nervosismo porque sei que está muita gente a ver e a ouvir&#8221;, confessou, nesta entrevista à Lusa.</P><br />
<P>A participação surgiu através de um convite do produtor do Tomorrowland, que encontrou a fadista através da internet.</P><br />
<P>&#8220;Pesquisou e disse-me que tinha encontrado o que procurava, o que me deixou muito feliz&#8221;, contou Marta Rosa.</P><br />
<P>A preparação começou à distância, em Portugal, com a fadista baseada em Lisboa a enviar gravações feitas através do telemóvel para o produtor do festival.</P><br />
<P>Mais tarde, gravou uma demonstração profissional em estúdio, que foi enviada para a organização para avaliação.</P><br />
<P>&#8220;Ele mandava umas músicas e ia ouvindo, de uma forma meio informal, como estava a soar&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Os ensaios presenciais decorreram já esta semana, na Bélgica, antes da estreia no festival.</P><br />
<P>&#8220;É o palco mais bonito onde já estive e o maior e mais elaborado&#8221;, afirmou a fadista, destacando a oportunidade de partilhar o espetáculo com músicos, bailarinos, a orquestra e toda a equipa responsável pela produção.</P><br />
<P>A fadista leva ao festival uma carreira ligada sobretudo às casas de fado e aos concertos em Portugal, onde também acompanha outros fadistas à viola.</P><br />
<P>&#8220;Eu nem tinha expectativa de estar aqui e aconteceu. Agora é aproveitar&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Para Marta Rosa, a experiência ultrapassa a dimensão profissional e está também ligada ao ambiente de união promovido pelo Tomorrowland, segundo adiantou à Lusa: &#8220;É viver esta união humana que se faz sentir aqui muito intensamente&#8221;.</P><br />
<P>O Tomorrowland decorre em Boom, na Bélgica, entre 17 e 19 e 24 e 26 de julho, juntando cerca de 400 mil pessoas de várias nacionalidades, ao longo dos dois fins de semana.</P><br />
<P>O festival conta com mais de 850 artistas distribuídos por 16 palcos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791115]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BE exige explicação cabal ainda hoje ao ministro Luís Neves sobre relações com empreiteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O BE exigiu que ainda hoje o ministro da Administração Interna dê uma explicação cabal sobre as suas relações com um empreiteiro que tinha na sua posse um reboque apreendido numa operação contra o tráfico de droga.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   O BE exigiu que ainda hoje o ministro da Administração Interna dê uma explicação cabal sobre as suas relações com um empreiteiro que tinha na sua posse um reboque apreendido numa operação contra o tráfico de droga.</P><br />
<P>Esta posição sobre o titular da pasta da Administração Interna, Luís Neves, foi transmitida à agência Lusa pelo dirigente do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo, deputado, que também desafiou o ministro da Educação, Fernando Alexandre, a garantir que nenhum aluno ficará prejudicado por ter notas suspensas no processo de exames nacionais para acesso ao ensino superior.</P><br />
<P>No que respeita ao ministro da Administração Interna, Fabian Figueiredo considerou que gera &#8220;enorme perplexidade&#8221; que um empreiteiro próximo de Luís Neves tenha na sua posse um reboque que foi apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga.</P><br />
<P>O bloquista assinalou depois que esse reboque apareceu no âmbito de uma operação policial que terá desmantelado &#8220;o maior laboratório até hoje&#8221; montado em território nacional para a produção de estupefacientes.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, estavam nesse mesmo reboque, encontrado no armazém propriedade desse mesmo empreiteiro, bidões com químicos para o processamento de droga. Este caso precisa de um esclarecimento cabal, urgente, porque suscita a mais profunda perplexidade ao Bloco de Esquerda e ao comum dos cidadãos&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O deputado disse ter registado que Luís Neves, ex-diretor nacional da Polícia Judiciária, assumiu na semana passada que hoje faria muitas coisas diferentes em relação a este caso.</P><br />
<P>&#8220;E é importante que o país conheça a extensão dessa frase proferida por Luís Neves. Por isso, o Bloco de Esquerda apela a que o ministro da Administração Interna, ainda hoje, esclareça o país sobre todo este caso&#8221;, referiu.</P><br />
<P>&#8220;Como é que um reboque apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga acaba nas mãos de um empreiteiro e, sobretudo, como é que químicos usados para o processamento de drogas acabam num armazém desse mesmo empreiteiro? Isto é um caso que parece sair de um filme, de uma série televisiva, mas, infelizmente, pode ser lido nas páginas da imprensa de referência&#8221;, rematou.</P><br />
<P>Nas declarações que fez à agência Lusa, Fabian Figueiredo considerou também que só resta a demissão ao ministro da Educação, Fernando Alexandre, após serem conhecidos os últimos casos relacionados com a publicação das notas dos exames nacionais.</P><br />
<P>&#8220;Já se encontrava numa situação completamente insustentável e já tinha perdido toda a credibilidade, toda a autoridade política. O que se está a passar nas últimas horas só adensa a crise da credibilidade de Fernando Alexandre. Fernando Alexandre deve pôr o lugar à disposição, já não tem credibilidade nenhuma, deve concluir este processo e deve apresentar-se na comissão parlamentar de inquérito na qualidade de ex-ministro da Educação&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Fabian Figueiredo reafirmou também a necessidade de se realizar um inquérito parlamentar sobre o que se passou no processo referente aos exames nacionais.</P><br />
<P>&#8220;O país precisa de saber o que falhou para ter a certeza que nunca mais se volta a confrontar com uma situação catastrófica e caótica. Pela primeira vez, o sistema de entrada no ensino superior, o sistema de avaliação dos exames nacionais colapsou. E colapsou porque o ministro ignorou todos os avisos, porque o ministro decidiu desmantelar o Ministério da Educação&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Fabian Figueiredo deixou ainda um repto a Fernando Alexandre: &#8220;É urgente que o ministro fale ao país e que garanta que nenhum estudante é prejudicado e que as datas da segunda fase de exame são readaptadas.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Temos uma parte dos alunos com notas e outra parte dos alunos sem notas. Isto nunca aconteceu, nem sequer durante a pandemia&#8221; da covid-19, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791114]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vinte minutos ou uma noite inteira: quanto demora realmente a carregar um carro elétrico?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vinte-minutos-ou-uma-noite-inteira-quanto-demora-realmente-a-carregar-um-carro-eletrico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Carros elétricos estão a ganhar espaço nas estradas, mas o tempo de carregamento continua a ser uma das principais dúvidas de quem pondera trocar um automóvel a gasolina ou gasóleo por um modelo alimentado a bateria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os carros elétricos estão a ganhar espaço nas estradas, mas o tempo de carregamento continua a ser uma das principais dúvidas de quem pondera trocar um automóvel a gasolina ou gasóleo por um modelo alimentado a bateria.</p>
<p>A resposta não é única. Segundo o <a href="https://www.acp.pt/veiculos/condutor-em-dia/mobilidade-eletrica/quanto-tempo-demora-o-carregamento-de-carros-eletricos" target="_blank" rel="noopener">Automóvel Club de Portugal (ACP)</a>, o tempo necessário para recuperar a autonomia depende do tipo de posto, da potência disponível, das características do carro e até das condições em que o carregamento é realizado.</p>
<p>Um posto público rápido pode permitir recuperar mais de 80% da bateria em cerca de 20 a 30 minutos. Já numa tomada doméstica convencional, obter energia suficiente para percorrer 100 quilómetros pode demorar aproximadamente oito horas.</p>
<p>A diferença começa na potência. Os postos de carregamento normal disponibilizam até 22 kW, enquanto os carregadores rápidos funcionam acima desse valor. Quanto maior for a potência efetivamente recebida pelo automóvel, menos tempo será necessário para carregar a bateria.</p>
<p>Num posto de 3,7 kW, um carregamento completo pode demorar cerca de oito horas. Num equipamento de 22 kW, alguns veículos conseguem recuperar perto de 89% da autonomia numa hora, embora o resultado varie consoante o modelo e a capacidade da bateria.</p>
<p>Nos carregadores rápidos, o tempo pode baixar para 20 ou 30 minutos até aos 80%. A partir desse nível, a velocidade tende a diminuir, uma vez que o sistema reduz a potência para proteger a bateria e evitar o sobreaquecimento.</p>
<p>O ACP destaca cinco fatores que podem alterar o tempo previsto: a intensidade da corrente disponível, a potência máxima aceite pelo carro, a temperatura ambiente, o número de veículos ligados ao mesmo equipamento e o nível de carga da bateria.</p>
<p>O frio pode tornar o processo mais lento, tal como a utilização simultânea do mesmo posto por vários automóveis. Também as baterias com menos de 20% ou mais de 80% de carga podem receber energia a uma velocidade inferior.</p>
<p>Em casa, a opção mais simples é a tomada convencional, mas esta não é a solução mais recomendada para carregamentos prolongados, uma vez que as instalações domésticas comuns podem não estar preparadas para suportar cargas elevadas durante várias horas.</p>
<p>A alternativa é instalar uma wallbox. Dependendo da potência do equipamento e do automóvel, carregar energia equivalente a 100 quilómetros de autonomia pode demorar entre duas horas e meia e quatro horas e meia.</p>
<p>Para obter uma estimativa, basta dividir a capacidade da bateria, medida em kWh, pela potência de carregamento, medida em kW. Uma bateria de 60 kWh ligada a um carregador de 10 kW demoraria, teoricamente, cerca de seis horas a carregar por completo.</p>
<p>Na prática, o resultado pode ser diferente devido às perdas de energia, à gestão térmica da bateria e à redução da potência nas fases finais. É por isso que o ACP recomenda que os condutores encarem os tempos anunciados como aproximações e confirmem sempre a potência máxima aceite pelo seu automóvel.</p>
<p>A pergunta “quanto demora a carregar?” tem, portanto, várias respostas. Pode ser o tempo de uma pausa para café num carregador rápido ou uma noite inteira numa tomada doméstica — e a diferença está menos no carro ser elétrico do que na forma como é carregado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788824]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Provedora de Justiça pede ao ministério ponto de situação sobre as notas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-provedora-de-justica-pede-ao-ministerio-ponto-de-situacao-sobre-as-notas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Provedoria de Justiça pediu ao Ministério da Educação um "ponto de situação" sobre a publicação das notas dos exames nacionais e as "medidas pensadas" para a segunda fase, que arranca na segunda-feira, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Provedoria de Justiça pediu ao Ministério da Educação um &#8220;ponto de situação&#8221; sobre a publicação das notas dos exames nacionais e as &#8220;medidas pensadas&#8221; para a segunda fase, que arranca na segunda-feira, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>&#8220;O Gabinete da Provedora de Justiça diligenciou junto do Gabinete do Ministro da Educação, Ciência e Inovação pelo ponto de situação sobre o procedimento de publicação das notas dos exames nacionais, assim como pela identificação das medidas pensadas para obviar os riscos incorridos, em especial quanto ao início da segunda fase de exames&#8221;, adiantou a entidade liderada por Luísa Neto.</P><br />
<P>Em comunicado, a Provedoria de Justiça salientou que as &#8220;circunstâncias e o contexto&#8221; que envolvem a realização das provas &#8220;têm sido objeto de várias queixas&#8221;, em particular por parte das famílias dos alunos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791113]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Tempestades obrigam Espanha a cancelar último treino antes da final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O último treino da seleção espanhola de futebol antes da final do Mundial foi hoje cancelado devido às tempestades elétricas que se abateram sobre Nova Jérsia momentos antes da hora prevista para o início da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O último treino da seleção espanhola de futebol antes da final do Mundial foi hoje cancelado devido às tempestades elétricas que se abateram sobre Nova Jérsia momentos antes da hora prevista para o início da sessão.</P><br />
<P>Assim, os jogadores espanhóis realizaram trabalho de ginásio na academia do Centro de Treinos Melanie Lane.</P><br />
<P>Inicialmente, o treino foi adiado minutos antes da hora prevista para o início, às 11:00 (16:00, em Lisboa), com a imprensa a aguardar a entrada dos futebolistas no relvado.</P><br />
<P>&#8220;O protocolo indica que o treino no campo pode começar 30 minutos após o último trovão&#8221;, informaram os organizadores.</P><br />
<P>A previsão meteorológica apontava uma janela de 45 minutos para os jogadores entrarem em campo, a partir das 12:15 (17:15 em Lisboa), mas as tempestades agravaram-se e o treino da seleção espanhola acabou por ser suspenso.</P><br />
<P>A seleção espanhola sofreu um revés na véspera da final, mas sem impacto para o jogo, já que não há previsão de tempestades para domingo no estado de Nova Jérsia, onde se situa o Estádio MetLife, palco do encontro entre Espanha e Argentina.</P><br />
<P>Também a Argentina, que se prepara para a final a cerca de sete quilómetros de distância da Espanha, não conseguiu entrar em campo à hora prevista devido à forte tempestade que se abateu sobre a região.</P><br />
<P>Depois de a chuva ter parado, pouco menos de meia hora depois da hora marcada para o início do treino, às 11:30 (16:30, em Lisboa), os argentinos decidiram esperar para ver se conseguem concluir o treino. </P><br />
<P>O protocolo do Mundial, alinhado com as diretrizes aplicadas nos Estados Unidos, determina que se um raio atingir a área de treino a menos de 13 quilómetros, a sessão deve ser interrompida por 30 minutos, período durante o qual não pode ocorrer qualquer novo relâmpago para que o treino seja retomado. Caso surja outro raio durante essa meia hora, o protocolo é reiniciado.</P><br />
<P>Espanha, campeã em 2010, e Argentina, triunfante em 1978, 1986 e 2022 e detentora do troféu, decidem a 23.ª edição do Campeonato do Mundo no domingo, às 15:00 locais (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford, nos Estados Unidos, numa inédita final entre os vencedores do Europeu de 2024 e das derradeiras duas Copas América, em 2021 e 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791112]]></sapo:autor>
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		<title>Almada: Reservas de água atingem 40% e permitem avaliar redução dos cortes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As reservas médias de água no concelho de Almada situavam-se hoje nos 40%, um nível que permite uma avaliação e possível redução do número de horas de corte, divulgaram hoje os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As reservas médias de água no concelho de Almada situavam-se hoje nos 40%, um nível que permite uma avaliação e possível redução do número de horas de corte, divulgaram hoje os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS).</P><br />
<P>Numa informação publicada no seu &#8216;site&#8217; da Internet, os SMAS de Almada indicam que a reserva média é calculada com base nos níveis de armazenamento dos reservatórios do Alto do Índio, Sobreda, Raposo, Lazarim, Trafaria, Vale Cavala e Pragal.</P><br />
<P> A escala de monitorização utilizada pelos SMAS de Almada compreende cinco níveis, em que o nível 1 (vermelho) corresponde a reservas inferiores a 20%, o nível 2 (laranja) a valores entre 20% e 30%, o nível 3 (amarelo) entre 30% e 50% , o nível 4 (verde) entre 50% e 75% e o nível 5 (azul) a reservas superiores a 75%.</P><br />
<P>O nível vermelho implica &#8220;medidas máximas em vigor, o laranja a &#8220;manutenção de todas as medidas de contenção&#8221;, o amarelo a &#8220;avaliação da situação e possível redução do número de horas de corte&#8221;, o verde o &#8220;levantamento faseado de algumas restrições&#8221; e o azul o &#8220;retorno progressivo à normalidade&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, os SMAS anunciaram também que prosseguem a operação de apoio às instituições prioritárias, através da distribuição de reservatórios de água com capacidade para mil litros destinados a &#8220;reforçar a autonomia no abastecimento das entidades mais vulneráveis afetadas pelos constrangimentos no sistema&#8221;.</P><br />
<P>Após a instalação, os depósitos foram abastecidos por camiões-cisterna, numa operação que, segundo a empresa municipal, permitiu uma resposta mais &#8220;segura e eficiente&#8221;.</P><br />
<P>Desde o início do mês que têm sido relatadas sucessivas falhas no abastecimento de água no concelho de Almada, com especial incidência na Costa da Caparica, tendo a câmara municipal decretado situação de alerta.</P><br />
<P>Entre as medidas já anunciadas por aquela autarquia do distrito de Setúbal está o corte total do abastecimento em determinadas zonas do concelho e a proibição de todas as utilizações de água da rede pública que não correspondam a usos domésticos ou essenciais.</P><br />
<P>Para minimizar o impacto da falta de água no concelho, em particular na zona da Costa da Caparica, a Câmara de Almada já conseguiu reforçar o abastecimento de água ao município com dois novos furos, que estão a injetar na rede pública mais 120 metros cúbicos de água em cada hora.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791111]]></sapo:autor>
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		<title>Ganha 4,7 milhões, mas sai da loja sem saber: vendedor esconde bilhete premiado e acaba condenado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[loteria]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal Provincial condenou o vendedor a três anos, seis meses e um dia de prisão por ter ficado com o bilhete vencedor, no valor exato de 4.722.337,75 euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um prémio de mais de 4,7 milhões de euros transformou-se num caso de fraude em A Coruña, depois de o proprietário de uma casa de lotarias ter escondido de um cliente que um dos seus boletins da La Primitiva tinha sido premiado.</p>
<p>Segundo o &#8216;HuffPost&#8217;, o Tribunal Provincial condenou o vendedor a três anos, seis meses e um dia de prisão por ter ficado com o bilhete vencedor, no valor exato de 4.722.337,75 euros.</p>
<p>O cliente, um jogador habitual da lotaria espanhola, dirigiu-se ao estabelecimento para verificar vários boletins. Entre eles estava o primeiro prémio do sorteio realizado a 30 de junho de 2012.</p>
<p>Quando o bilhete foi introduzido no terminal, a máquina apresentou a indicação “Prémio Superior” e emitiu um comprovativo que deveria ter sido entregue ao apostador. O vendedor, porém, não revelou o resultado e levou o cliente a acreditar que nenhum dos boletins tinha sido premiado.</p>
<p>O homem saiu da loja sem o bilhete, sem o comprovativo e sem saber que tinha acabado de ganhar uma fortuna. O tribunal considerou que o arguido montou uma “estratégia enganosa” para se apropriar do prémio.</p>
<p>De acordo com a decisão citada pelo &#8216;HuffPost&#8217;, o vendedor percebeu que um dos boletins tinha um prémio elevado, mas, devido à agitação do momento, não conseguiu separá-lo imediatamente dos restantes. Minutos depois, voltou a verificá-lo duas vezes para confirmar o resultado e apurar o montante.</p>
<p>Após fechar o estabelecimento, dirigiu-se à delegação provincial de lotarias, dirigida pelo irmão, e alegou ter encontrado o bilhete entre vários recibos. Os juízes consideraram que esta versão foi inventada para justificar a posse do boletim e permitir que o prémio fosse reclamado posteriormente.</p>
<p>O irmão acabou absolvido dos crimes de ocultação e branqueamento de capitais, uma vez que não ficou provado que tivesse participado no engano ou soubesse da verdadeira origem do bilhete.</p>
<p>O proprietário da casa de lotarias foi condenado por fraude agravada. Para o tribunal, não se limitou a guardar um boletim que não lhe pertencia: enganou diretamente o cliente, fazendo-o acreditar que não tinha ganho qualquer prémio.</p>
<p>Além da pena de prisão, ficou proibido de exercer atividades profissionais relacionadas com lotarias e apostas do Estado durante o período da condenação. Terá ainda de pagar uma multa correspondente a nove meses e um dia.</p>
<p>Em matéria de responsabilidade civil, o vendedor e a Sociedade Estatal de Lotarias e Apostas terão de pagar ao apostador os 4.722.337,75 euros do prémio.</p>
<p>A decisão ainda não transitou em julgado e poderá ser contestada no Supremo Tribunal. Para o verdadeiro vencedor, mais de uma década depois do sorteio, o prémio que parecia ter desaparecido poderá finalmente deixar de ser apenas uma fortuna escondida atrás do balcão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788828]]></sapo:autor>
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		<title>Chinesa Moonshot apresenta Kimi K3 como maior modelo de IA de código aberto do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 16:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A startup chinesa Moonshot AI anunciou recentemente o Kimi K3 como o maior modelo de inteligência artificial (IA) de código aberto até o momento, com o qual afirma superar os sistemas das norte-americanas OpenAI e Anthropic.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A startup chinesa Moonshot AI anunciou recentemente o Kimi K3 como o maior modelo de inteligência artificial (IA) de código aberto até o momento, com o qual afirma superar os sistemas das norte-americanas OpenAI e Anthropic.</P><br />
<P>Este anúncio marca mais um passo na concorrência tecnológica entre Pequim e Washington.</P><br />
<P>A Moonshot AI afirmou que o K3 atinge 2,8 biliões de parâmetros &#8212; uma métrica que indica a complexidade de um sistema de IA durante o seu treino &#8212; superando outros modelos abertos chineses, como o DeepSeek V4 Pro (1,6 biliões) e a série GLM-5 da Zhipu AI (744.000 milhões).</P><br />
<P>A tecnológica referiu que o modelo foi projetado para tarefas complexas de programação, trabalho intelectual e raciocínio e já está disponível através do chatbot Kimi, da aplicação Kimi Work, da ferramenta Kimi Code e de sua API, com o lançamento completo dos pesos do modelo agendado para 27 de julho.</P><br />
<P>Este apresenta-se como rival do Claude [Anthropic] ou o ChatGPT [OpenAI] a um preço mais baixo.</P><br />
<P>A Moonshot reconheceu que o desempenho geral do K3 &#8220;ainda fica atrás dos modelos proprietários mais poderosos&#8221; &#8211; o Claude Fable 5 e o GPT-5.6 Sol &#8212;, mas sustentou que ele superou consistentemente os outros modelos analisados.</P><br />
<P>Numa análise realizada pela plataforma de avaliação de modelos de IA Arena.AI, o modelo conquistou o primeiro lugar em seis de sete categorias &#8212; branding e marketing, design baseado em referências, dados e análise, produtos de consumo, simulações e ferramentas de criação de conteúdo &#8212;, ficando em segundo lugar apenas na categoria de videojogos, atrás do Fable 5.</P><br />
<P>A consultora Artificial Analysis situou o K3 num patamar comparável ao Claude Opus 4.8 e ao GPT-5.5 &#8212; considerados os segundos melhores modelos da Anthropic e da OpenAI, respetivamente &#8212;, embora tenha ficado atrás do Claude Fable 5 e do GPT-5.6 Sol em desempenho geral.</P><br />
<P>O anúncio acontece no contexto de crescente rivalidade entre as principais tecnológicas chinesas &#8212; incluindo Moonshot, Zhipu, DeepSeek e Alibaba &#8212;, que apostam na abertura, preços baixos e a rápida comercialização para reduzir a distância em relação aos EUA e apenas um mês do lançamento do modelo GLM-5.2 da Zhipu.</P><br />
<P>Além de competirem com modelos dos EUA, estas tecnológicas enfrentam restrições de Washington à exportação de chips avançados e de maquinaria para a sua produção.</P><br />
<P>No entanto, analistas do Bank of America citados pela CNBC observaram que o K3 demonstra que as empresas chinesas continuam avançando, apesar dessas limitações.</P><br />
<P>O lançamento coincidiu com a abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial em Xangai &#8212; um evento voltado para um setor que as autoridades chinesas classificaram como estratégico &#8212;, ocasião em que Xi Jinping defendeu o uso de código aberto para garantir que &#8220;todos os setores e empresas possam se beneficiar da IA&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791110]]></sapo:autor>
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		<title>Vai de carro para a praia? Há quatro erros de verão que podem sair-lhe caros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 16:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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		<category><![CDATA[praia]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos condutores preocupam-se apenas com a areia acumulada no interior do carro, quando os maiores riscos estão, na verdade, escondidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dias de praia são sinónimo de férias para milhares de portugueses, mas aquilo que parece inofensivo para quem vai a banhos pode estar a provocar danos silenciosos no automóvel.</p>
<p>A combinação de sal, areia, humidade e temperaturas elevadas cria um ambiente particularmente agressivo para o veículo, acelerando a corrosão, o desgaste de componentes e até o aparecimento de avarias que só se tornam visíveis meses mais tarde.</p>
<p>Segundo especialistas da Norauto, muitos condutores preocupam-se apenas com a areia acumulada no interior do carro, quando os maiores riscos estão, na verdade, escondidos.</p>
<p><strong>Sal e areia são os maiores inimigos da carroçaria</strong></p>
<p>A maresia transporta partículas de sal que se depositam sobre a carroçaria e, sobretudo, na parte inferior do automóvel.</p>
<p>Se não forem removidas regularmente, essas partículas favorecem a corrosão das peças metálicas. Já a areia funciona como um abrasivo: limpar o carro a seco pode riscar a pintura, os vidros e os faróis.</p>
<p>Além disso, pequenas partículas podem infiltrar-se no sistema de travagem, provocando ruídos e acelerando o desgaste das pastilhas.</p>
<p><strong>O motor também sofre com os dias de praia</strong></p>
<p>Há outro problema menos conhecido.</p>
<p>A areia mais fina permanece em suspensão no ar e pode acabar por obstruir o filtro de ar do motor e o filtro do habitáculo.</p>
<p>Quando isso acontece, o motor pode perder desempenho e aumentar o consumo de combustível. Ao mesmo tempo, o sistema de climatização torna-se menos eficiente e pode começar a libertar odores desagradáveis.</p>
<p><strong>Calor extremo envelhece o carro por dentro</strong></p>
<p>Deixar o automóvel estacionado durante horas ao sol também tem consequências.</p>
<p>No verão, a temperatura no interior pode ultrapassar facilmente os 60 graus, acelerando o envelhecimento dos plásticos do tablier, dos estofos e até de ecrãs e outros componentes eletrónicos.</p>
<p>No exterior, o calor contribui ainda para o desgaste dos pneus e endurece as escovas limpa-para-brisas, reduzindo a sua eficácia.</p>
<p><strong>Quatro gestos simples que fazem a diferença</strong></p>
<p>Para minimizar estes efeitos, os especialistas recomendam quatro cuidados essenciais durante as férias:</p>
<p>&#8211; Lavar o carro pelo menos uma vez por semana, utilizando água sob pressão e dando especial atenção à parte inferior da carroçaria e às jantes, para remover o sal acumulado.<br />
&#8211; Usar um protetor para o para-brisas sempre que o veículo fique estacionado ao sol, reduzindo significativamente a temperatura no habitáculo.<br />
&#8211; Evitar transportar areia para o interior, sacudindo os pés antes de entrar, recorrendo a tapetes de borracha e aspirando o carro com frequência.<br />
&#8211; Não estacionar junto ao mar sempre que possível, já que a exposição contínua à maresia acelera a acumulação de sal e aumenta o risco de corrosão.</p>
<p><strong>Pequenos cuidados hoje evitam grandes despesas amanhã</strong></p>
<p>Embora os efeitos da praia nem sempre sejam imediatos, a exposição repetida ao sal, à areia e ao calor pode reduzir a vida útil de vários componentes do automóvel.</p>
<p>Com alguns hábitos simples durante o verão, é possível proteger o veículo, evitar avarias futuras e regressar das férias sem uma visita inesperada à oficina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790696]]></sapo:autor>
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		<title>O submarino nuclear que devia durar para sempre está a desfazer-se no fundo do oceano — e já voltou a libertar radiação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-submarino-nuclear-que-devia-durar-para-sempre-esta-a-desfazer-se-no-fundo-do-oceano-e-ja-voltou-a-libertar-radiacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 16:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Komsomolets]]></category>
		<category><![CDATA[noruega]]></category>
		<category><![CDATA[Radiação]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Submarino foi descrito em 1993 por ambientalistas como uma “bomba-relógio” no fundo do Mar da Noruega]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A quase 1.700 metros de profundidade, ao largo da Noruega, repousa um submarino nuclear soviético que nunca deixou verdadeiramente de ser uma ameaça. O &#8216;Komsomolets&#8217; afundou-se em 1989 com um reator nuclear e dois torpedos com ogivas de plutónio a bordo. Décadas depois, continua a libertar material radioativo para o mar.</p>
<p>A &#8216;BBC&#8217; recuperou agora a história deste submarino, que em 1993 já era descrito por ambientalistas como uma “bomba-relógio” no fundo do Mar da Noruega. Na altura, o receio era que a corrosão acabasse por libertar cerca de quatro quilos de plutónio altamente tóxico.</p>
<p>O &#8216;Komsomolets&#8217; foi uma das máquinas mais ambiciosas produzidas pela União Soviética. Construído com um casco de pressão em titânio, conseguia operar a profundidades muito superiores às dos submarinos ocidentais e lançar mísseis a cerca de mil metros abaixo da superfície.</p>
<p>Mas o projeto que deveria simbolizar a superioridade tecnológica soviética acabou transformado num desastre. A 7 de abril de 1989, um incêndio deflagrou a bordo. A tripulação conseguiu levar o submarino até à superfície, onde permaneceu durante cinco horas antes de se afundar.</p>
<p>Dos 69 homens que seguiam no &#8216;Komsomolets&#8217;, 42 morreram. Quando o submarino atingiu o fundo, uma explosão abriu o casco de titânio e permitiu que a água salgada entrasse em contacto com os torpedos nucleares.</p>
<p>As primeiras missões científicas encontraram partes da estrutura partidas e desfeitas. Segundo a descrição citada pela &#8216;BBC&#8217;, o casco tinha rebentado “como vidro”, aumentando o receio de que os materiais radioativos acabassem dispersos pelas correntes marítimas.</p>
<p>Durante anos, os cientistas dividiram-se sobre o risco real. Alguns alertavam para a possibilidade de contaminação das zonas de pesca, enquanto uma equipa internacional concluiu, em 1993, que era improvável que o naufrágio viesse a afetar significativamente os recursos pesqueiros.</p>
<p>Entre 1995 e 1996, equipas de engenharia em águas profundas selaram fissuras no casco e fecharam os tubos dos torpedos para conter os materiais radioativos. A operação foi concluída há 30 anos, em julho de 1996, mas o selante tinha precisamente uma duração estimada de três décadas.</p>
<p>Um relatório divulgado em março de 2026 pelas autoridades norueguesas concluiu que os torpedos continuam selados, mas o reator está a degradar-se. As libertações não são contínuas: surgem em episódios esporádicos, por pontos específicos do casco, incluindo uma conduta de ventilação de onde foi observada uma espécie de nuvem radioativa.</p>
<p>As autoridades norueguesas consideram que os níveis atuais não representam perigo para o ambiente marinho. Ainda assim, reconhecem que o combustível nuclear está em contacto direto com a água e continua a deteriorar-se.</p>
<p>O risco futuro dependerá da corrosão, da quantidade de oxigénio na água, do estado das antigas vedações e da evolução das correntes. Essas alterações podem influenciar a velocidade com que o material radioativo é libertado e a possibilidade de entrar na cadeia alimentar através de organismos que vivem no fundo do mar e dos peixes.</p>
<p>O problema é que qualquer intervenção será extremamente difícil. A profundidade do naufrágio torna as operações complexas, caras e perigosas, e as autoridades norueguesas dizem não ter conhecimento de planos para uma nova ação de contenção.</p>
<p>Hans Kristensen, especialista em informação nuclear citado pela &#8216;BBC&#8217;, defende pelo menos uma nova expedição para avaliar o estado atual do submarino. O plutónio das ogivas tem uma meia-vida de cerca de 24 mil anos, o que significa que continuará a representar um risco durante um período praticamente ilimitado à escala humana.</p>
<p>O &#8216;Komsomolets&#8217; foi construído para sobreviver onde nenhum outro submarino conseguia chegar. Acabou por encontrar no fundo do mar uma forma diferente de longevidade: a de um naufrágio nuclear que continua a degradar-se lentamente, sem que ninguém saiba ao certo quando deixará de ser apenas um perigo potencial.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788814]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tour: Tadej Pogacar já tem quatro vitórias de etapa na 113.ª edição</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tour-tadej-pogacar-ja-tem-quatro-vitorias-de-etapa-na-113-a-edicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Tadej Pogacar (UAE Emirates) somou hoje a quarta vitória na 113.ª Volta a França em bicicleta, ao atacar a mais de sete quilómetros da meta para impor-se na 14.ª etapa e aumentar a distância na liderança da geral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Tadej Pogacar (UAE Emirates) somou hoje a quarta vitória na 113.ª Volta a França em bicicleta, ao atacar a mais de sete quilómetros da meta para impor-se na 14.ª etapa e aumentar a distância na liderança da geral.</P><br />
<P>Depois de atacar Col du Haag, de primeira categoria, o esloveno cortou isolado a meta no final dos 155,3 quilómetros desde Mulhouse, voltando a ganhar em Le Markstein, três anos depois, com o tempo de 04:00.07 horas. O seu colega mexicano Isaac del Toro e o francês Paul Seixas (Decathlon) foram, respetivamente, segundo e terceiro, a 38 segundos. </P><br />
<P>Após somar o 25.º triunfo da carreira na Volta a França, Pogacar ampliou a vantagem para os perseguidores na geral, nomeadamente para o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), que hoje foi quarto e está já a 04.30 minutos, na segunda posição, com o belga Remco Evenepoel (Red Bull-BORA-hansgrohe) a manter-se no pódio, a 05.04.</P><br />
<P>Antes de cumprirem o segundo dia de descanso na segunda-feira, os ciclistas enfrentam nova incursão montanhosa na 15.ª etapa, nos 183,9 quilómetros entre Champagnole e Plateau de Solaison, onde a meta coincide com uma contagem de montanha de categoria especial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791109]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão anuncia suspensão dos compromissos com EUA em dia de novos ataques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:13:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos da América (EUA) e o Irão trocaram hoje ataques a infraestruturas e alvos militares, ao mesmo tempo que um negociador iraniano anunciou a suspensão dos compromissos de Teerão no âmbito do acordo provisório com os norte-americanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos da América (EUA) e o Irão trocaram hoje ataques a infraestruturas e alvos militares, ao mesmo tempo que um negociador iraniano anunciou a suspensão dos compromissos de Teerão no âmbito do acordo provisório com os norte-americanos.</P><br />
<P>O Comando Central dos EUA afirmou hoje que a sua sétima noite consecutiva de ataques atingiu &#8220;locais de vigilância, infraestruturas logísticas militares, armazéns subterrâneos de armas e capacidades marítimas&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, Kazem Gharibabadi, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, disse à televisão estatal iraniana que &#8220;os EUA violaram os seus compromissos ao abrigo do acordo assinado há cerca de um mês e agora o Irão já não está a cumprir [os seus próprios compromissos]&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, os danos mais significativos ocorreram no Kuwait, quando o Irão atacou uma estação de dessalinização de água e uma instalação petrolífera, de acordo com as autoridades do Kuwait e a Kuwait Petroleum Corporation.</P><br />
<P>Os ataques feriram várias pessoas nas instalações petrolíferas e provocaram um incêndio na estação de dessalinização, obrigando várias unidades de produção de energia a interromperem o funcionamento.</P><br />
<P>O Kuwait fechou temporariamente o seu espaço aéreo devido a ameaças de mísseis, e a Kuwait Airways informou que estava a reprogramar a maioria dos voos de e para a capital.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária Islâmica, entretanto, reforçou o seu aviso de que os países que acolhem forças norte-americanas devem estar &#8220;preparados para receber uma resposta correspondente&#8221;, segundo a televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>As autoridades iranianas reconheceram que os recentes ataques dos EUA mataram dezenas de pessoas e feriram centenas no Irão. As forças armadas norte-americanas, por sua vez, admitiram que vários dos seus militares ficaram feridos.</P><br />
<P>Os ataques ocorrem num momento em que o Irão e os EUA disputam o controlo do Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Irão afirmou que o estreito deve estar sob o seu controlo exclusivo e que os navios devem pagar taxas a Teerão.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, por seu turno, voltou a ameaçar atacar centrais elétricas e pontes para tentar obrigar o Irão a afrouxar o seu controlo sobre o estreito. Os EUA também restabeleceram um bloqueio naval aos portos iranianos para travar os seus embarques de petróleo bruto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791108]]></sapo:autor>
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		<title>Francisco Trincão ruma aos sauditas do Al Ahli após quatro anos no Sporting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:09:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O avançado internacional português Francisco Trincão vai jogar nos vice-campeões sauditas de futebol do Al Ahli, a troco de 40 milhões de euros, após quatro temporadas no Sporting, informaram hoje os 'leões'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O avançado internacional português Francisco Trincão vai jogar nos vice-campeões sauditas de futebol do Al Ahli, a troco de 40 milhões de euros, após quatro temporadas no Sporting, informaram hoje os &#8216;leões&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;A Sporting SAD chegou a acordo com o Al Ahli para a transferência, a título definitivo, dos direitos desportivos do jogador Francisco Trincão&#8221;, lê-se no comunicado enviado pelos &#8216;verdes e brancos&#8217; à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>O extremo, que tinha uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros (ME), foi transferido por aproximadamente 40 ME (45 milhões de dólares), num valor a que podem acrescer mais 4,3 (cinco milhões de dólares) por objetivos, ficando os sauditas responsáveis pelo mecanismo de solidariedade (1,75 ME, aproximadamente dois milhões de dólares), assim como os encargos de intermediação.</P><br />
<P>Francisco Trincão, de 26 anos, chegou ao Sporting em 13 de julho de 2022, por empréstimo do FC Barcelona, tendo, nas quatro épocas de &#8216;verde e branco&#8217; conquistado dois campeonatos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Taça da Liga.</P><br />
<P>O campeão da Europa de sub-19 em 2018 e vencedor da Liga das Nações 2024/25 foi um dos convocados por Portugal para o Mundial2026, no qual a equipa das &#8216;quinas&#8217;, sob o comando de Roberto Martínez, &#8216;caiu&#8217; nos oitavos de final, frente à Espanha (1-0).</P><br />
<P>O agora 19 vezes internacional por Portugal, com três golos marcados, envergou a camisola dos &#8216;leões&#8217; em 208 ocasiões, assinando 47 golos.</P><br />
<P>O Sporting investiu 21 ME na contratação de Trincão, inicialmente 10 no empréstimo e em metade dos direitos desportivos, que foram comprados na totalidade pelos &#8216;leões&#8217; em 2025.</P><br />
<P>Trincão passou na formação por Vianense, FC Porto e Palmeiras FC (de Braga) até chegar ao Sporting de Braga, no qual iniciou a carreira sénior e do qual saltou para o FC Barcelona com apenas 20 anos, em 2020/21, por 31 ME, e representado o Wolverhampton, por empréstimos dos catalães, em 2021/22.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791107]]></sapo:autor>
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		<title>Uma prisão de anjos sob o gelo? O livro esquecido da Bíblia que alimenta uma teoria viral sobre a Antártida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:00:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
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		<category><![CDATA[Livro de Enoque]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Teoria parte de passagens que descrevem seres celestes aprisionados, “câmaras de frio”, montanhas em chamas e um lugar situado nos “confins da Terra”. Para os defensores desta leitura, essas imagens coincidiriam com a geografia da Antártida Oriental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos textos religiosos mais misteriosos da Antiguidade voltou a ganhar vida nas redes sociais por causa de uma teoria tão inquietante quanto improvável: o Livro de Enoque esconderia pistas sobre uma prisão subterrânea, sob o gelo da Antártida, onde anjos caídos aguardariam o julgamento final.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, a teoria parte de passagens que descrevem seres celestes aprisionados, “câmaras de frio”, montanhas em chamas e um lugar situado nos “confins da Terra”. Para os defensores desta leitura, essas imagens coincidiriam com a geografia da Antártida Oriental.</p>
<p>O Livro de Enoque não integra a maioria das versões da Bíblia cristã, embora tenha circulado entre comunidades judaicas e cristãs antigas. A autoria é tradicionalmente atribuída a Enoque, bisavô de Noé, e o texto permaneceu preservado durante séculos na Etiópia antes de se tornar conhecido no Ocidente no final do século XVIII.</p>
<p>A obra conta a história de 200 anjos, conhecidos como Vigilantes, que abandonaram as suas funções, se uniram a mulheres humanas e deram origem aos nefilins, gigantes violentos que teriam espalhado destruição e conhecimentos proibidos pela humanidade.</p>
<p>De acordo com a narrativa, Deus ordenou que esses anjos fossem acorrentados e encerrados num abismo de fogo até ao julgamento final. É precisamente esta descrição que alguns utilizadores das redes sociais tentam agora ligar a uma localização real.</p>
<p>Um dos pontos centrais da teoria é a referência a um lugar no “fim do céu e da Terra”, rodeado por sete montanhas. Os seus defensores acreditam que esta imagem poderá corresponder às montanhas subglaciais Gamburtsev, uma cadeia montanhosa escondida sob até três quilómetros de gelo na Antártida Oriental.</p>
<p>Entre 2007 e 2009, uma equipa internacional utilizou radares aéreos e outros instrumentos geofísicos para mapear a região, revelando picos e vales enterrados sob a camada de gelo. A descoberta ajudou a alimentar comparações com as paisagens descritas no texto antigo.</p>
<p>A teoria aponta também para as chamadas “câmaras de frio” e para os depósitos de neve e gelo mencionados no Livro de Enoque, associando-os aos lagos subglaciais da Antártida, incluindo o lago Vostok.</p>
<p>Outro excerto descreve um espaço sem céu acima, sem terra firme por baixo, sem água e sem aves. Para os defensores da hipótese, seria a descrição de uma cavidade selada sob o gelo.</p>
<p>Há ainda quem relacione as supostas “vozes” vindas do abismo com dois sinais anómalos detetados, em 2006 e 2014, pela experiência ANITA, da NASA, que estudava impulsos de rádio na Antártida. Os sinais pareciam surgir de baixo do gelo e continuam sem uma explicação consensual.</p>
<p>Os cientistas, porém, já avançaram várias hipóteses para estes fenómenos, incluindo interações pouco comuns de raios cósmicos e outros processos físicos ainda mal compreendidos. Nada liga essas deteções ao Livro de Enoque ou a qualquer estrutura artificial sob a Antártida.</p>
<p>O &#8216;Daily Mail&#8217; sublinha também que o texto não menciona a Antártida, ondas de rádio ou uma prisão física sob o gelo. A interpretação dominante entre os especialistas bíblicos é que as passagens descrevem um espaço sobrenatural e simbólico, não um ponto geográfico real.</p>
<p>Ainda assim, a combinação de um livro excluído do cânone, montanhas escondidas, lagos enterrados e sinais inexplicados criou o cenário perfeito para uma nova teoria viral. A ciência não encontrou anjos presos sob a Antártida — mas o mistério continua a ser suficiente para manter a história viva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788837]]></sapo:autor>
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		<title>Josh Kerr bate recorde do mundo da milha que vigorava desde 1999</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:56:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O britânico Josh Kerr estabeleceu hoje em 03.42,66 minutos o novo recorde da milha, em Londres, batendo a histórica marca do marroquino Hicham El Guerrouj, que remontava a 07 de julho de 1999.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O britânico Josh Kerr estabeleceu hoje em 03.42,66 minutos o novo recorde da milha, em Londres, batendo a histórica marca do marroquino Hicham El Guerrouj, que remontava a 07 de julho de 1999.</P><br />
<P>Na etapa de Londres da Liga Diamante, Kerr, de 28 anos, campeão do mundo dos 1.500 metros em Budapeste2023, melhorou o recorde da distância (cerca de 1.609 metros), que tinha sido fixado em 03.43,13 minutos, há 27 anos, em Roma.</P><br />
<P>O escocês, medalha de prata nos Jogos Olímpicos Paris2024 e bronze em Tóquio2020, tinha anunciado a intenção de colocar a marca desta distância emblemática, mas não olímpica, para &#8220;a era moderna&#8221;.</P><br />
<P>Na corrida de hoje, o norte-americano Yared Nuguse (03.45,69) terminou no segundo lugar, enquanto o Jake Heyward (03.46,73) em terceiro, com a sua melhor marca pessoal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791106]]></sapo:autor>
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		<title>FC Porto bate Birmingham em jogo particular com golos de André Silva e Pepê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:03:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto bateu hoje o Birmingham, do segundo escalão inglês, por 2-1, em jogo particular, informaram hoje os campeões portugueses de futebol, na conclusão do estágio em Burton upon Trent.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Porto bateu hoje o Birmingham, do segundo escalão inglês, por 2-1, em jogo particular, informaram hoje os campeões portugueses de futebol, na conclusão do estágio em Burton upon Trent.</P><br />
<P>Em novo desafio realizado à porta fechada, os &#8216;dragões&#8217; começaram a sofrer com o golo de August Priske, logo aos oito minutos, mas deram a volta ao marcador por intermédio do reforço André Silva, a passe de Froholdt, aos 38, e de Pepê, na cobrança de uma grande penalidade, aos 82.</P><br />
<P>Segundo a nota publicada pelo emblema &#8216;azul e branco&#8217;, o técnico Francesco Farioli utilizou os seguintes jogadores: Cláudio Ramos, João Costa, Alberto Costa, Luís Gomes, Jakub Kiwior, Nehuén Pérez, Bednarek, Dominik Prpic, Francisco Moura, Zaidu, Pablo Rosario, Alan Varela, Victor Froholdt, Rodrigo Mora, Gabri Veiga, João Teixeira, Tiago Silva, Oskar Pietuszewski, Borja Sainz, André Silva, Deniz Gül, William Gomes e Pepê.</P><br />
<P>Além das ausências por lesão de André Miranda, Vasco Sousa e Samu &#8211; este último autorizado pelo clube a assistir à final do Mundial2026 de futebol nos Estados Unidos, a convite da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) -, Martim Fernandes não participou no encontro por gestão de esforço.</P><br />
<P>Os portistas regressam agora a Portugal, após terem estagiado no St. George&#8217;s Park, centro de treinos da Federação Inglesa (FA), desde a passada segunda-feira.</P><br />
<P>A retoma dos trabalhos está agendada para segunda-feira, já no Centro de Treinos e Formação Desportiva Jorge Costa, no Olival, em Vila Nova de Gaia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791105]]></sapo:autor>
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		<title>Sozinha, sem telefone e presa nove dias numa banheira: idosa sobrevive graças à torneira que abriu com o pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Joan Rivet vivia sozinha na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, desde que ficou viúva, em 2023. A idosa caiu na banheira a 1 de junho, magoou as costas e ficou impossibilitada de sair sem ajuda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mulher de 82 anos sobreviveu nove dias presa dentro de uma banheira, depois de cair em casa e ficar sem forças para se levantar. Durante esse período, conseguiu beber água abrindo a torneira com o pé e deixando que os salpicos lhe chegassem ao rosto.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, Joan Rivet vivia sozinha na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, desde que ficou viúva, em 2023. A idosa caiu na banheira a 1 de junho, magoou as costas e ficou impossibilitada de sair sem ajuda.</p>
<p>O telefone encontrava-se noutra divisão da casa. Joan ainda gritou por socorro, mas ninguém a ouviu. Sem outra forma de pedir ajuda, tentou alcançar a torneira com o pé e conseguiu abri-la parcialmente.</p>
<p>A água tornou-se essencial para a manter viva. Sempre que recuperava a consciência, a mulher tentava molhar o rosto e beber o suficiente para combater a desidratação.</p>
<p>Durante os nove dias, Joan perdeu e recuperou os sentidos várias vezes. Nos momentos em que estava consciente, rezava para que alguém a encontrasse e a libertasse da dor.</p>
<p>O resgate aconteceu a 10 de junho, depois de o irmão, Bill Lesko, estranhar a falta de resposta às chamadas. Como vive na Geórgia, a cerca de cinco horas de distância, contactou primeiro os vizinhos.</p>
<p>Estes confirmaram que o automóvel da idosa continuava estacionado à porta, mas que não tinham visto qualquer movimento dentro da casa. Perante a situação, o irmão pediu às autoridades que verificassem se Joan estava bem.</p>
<p>Os agentes encontraram-na semiconsciente dentro da banheira. A idosa não se recorda do momento exato em que foi retirada da casa pelos serviços de emergência.</p>
<p>Transportada de imediato para o hospital, apresentava desidratação grave e úlceras de pressão provocadas pelo período prolongado em que permaneceu imóvel dentro da banheira.</p>
<p>Joan continua agora a recuperar fisicamente e a tentar recuperar a confiança depois da experiência. “Ainda estou a recuperar as forças”, contou ao jornal local ‘The Mountaineer’.</p>
<p>A mulher decidiu também deixar a casa onde vivia sozinha. Depois de receber alta, deverá mudar-se para a Geórgia, onde ficará mais próxima do irmão e dos restantes familiares.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789297]]></sapo:autor>
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		<title>Indiana Jones passou a vida à procura da Arca da Aliança. Agora há arqueólogos que acreditam estar mais perto do que nunca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 13:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Arca da Aliança]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Indiana Jones enfrentou exércitos, armadilhas e forças sobrenaturais para encontrar a Arca da Aliança. Fora do cinema, ninguém descobriu o lendário objeto bíblico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Indiana Jones enfrentou exércitos, armadilhas e forças sobrenaturais para encontrar a Arca da Aliança. Fora do cinema, ninguém descobriu o lendário objeto bíblico. Mas uma equipa de arqueólogos acredita ter encontrado, na antiga cidade de Silo, vestígios de um edifício que poderá ter estado ligado ao local onde a Arca foi guardada há mais de três mil anos.</p>
<p>Os investigadores da Associates for Biblical Research (ABR), uma organização americana dedicada ao estudo da arqueologia bíblica, identificaram em Tel Silo, na Cisjordânia, as ruínas de uma estrutura monumental da Idade do Ferro. Segundo a equipa, a orientação e as proporções do edifício aproximam-se da descrição bíblica do Tabernáculo, o santuário onde a Arca da Aliança teria permanecido antes da construção do Templo de Jerusalém.</p>
<p>A descoberta não significa, contudo, que a Arca tenha sido encontrada. Também não prova que o edifício corresponda efetivamente ao Tabernáculo. O que os arqueólogos encontraram foram paredes e outros vestígios que, na interpretação da equipa responsável pelas escavações, reforçam essa possibilidade.</p>
<p>De acordo com o &#8217;20 Minutos&#8217;, a estrutura está orientada de leste para oeste e apresenta uma divisão interior numa proporção de dois para um. Scott Stripling, diretor das escavações, considera que estas características são compatíveis com a organização do Tabernáculo descrita no Livro do Êxodo, que distinguia o chamado Lugar Santo do Santo dos Santos.</p>
<p>Nas imediações foram também descobertos mais de 100 mil ossos de animais, sobretudo de ovelhas, cabras e bovinos. Os investigadores defendem que a concentração de restos provenientes do lado direito dos animais poderá estar relacionada com práticas de sacrifício mencionadas no Levítico. Trata-se, porém, de uma interpretação da equipa, e não de uma confirmação independente de que os rituais descritos na Bíblia tenham ocorrido naquele edifício.</p>
<p>Fragmentos de cerâmica encontrados nas mesmas camadas arqueológicas foram datados da Idade do Ferro I, período durante o qual Silo terá sido um importante centro de culto israelita. A cidade, situada cerca de 30 quilómetros a norte de Jerusalém, é apresentada nos relatos bíblicos como o lugar onde o Tabernáculo permaneceu durante mais de três séculos.</p>
<p>A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como um cofre revestido de ouro que guardava as tábuas com os Dez Mandamentos. Depois de ter acompanhado os israelitas durante o Êxodo, teria sido instalada no Tabernáculo e, posteriormente, no Templo de Jerusalém.</p>
<p>A partir de determinado momento, porém, a Arca deixa de aparecer nos relatos bíblicos. Já não é mencionada na descrição da destruição de Jerusalém pelos babilónios, em 586 a.C., e não existem provas históricas que permitam determinar quando desapareceu ou qual foi o seu destino.</p>
<p>Ao longo dos séculos, multiplicaram-se as teorias. A Arca poderá ter sido destruída, roubada, escondida antes da invasão babilónica ou levada para outro território. Nenhuma dessas hipóteses foi demonstrada.</p>
<p>Também as conclusões apresentadas em Silo devem ser analisadas com prudência. A ABR assume como um dos seus objetivos investigar locais associados aos relatos bíblicos e procurar indícios da sua historicidade. Esse enquadramento não invalida os objetos ou estruturas encontrados, mas torna especialmente importante distinguir os vestígios arqueológicos das interpretações religiosas construídas a partir deles.</p>
<p>Por enquanto, a escavação oferece novas pistas sobre a dimensão religiosa da antiga Silo e sobre as práticas das populações que ali viveram. Quanto à Arca da Aliança, o mistério que inspirou arqueólogos, historiadores e Hollywood permanece intacto: ninguém sabe onde está — nem sequer se sobreviveu até aos nossos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790451]]></sapo:autor>
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		<title>Spa, charutos e comida para o fim do mundo: antigo abrigo nuclear transforma-se em condomínio para milionários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[guerra nuclear]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto está a ser desenvolvido em Debert, uma pequena localidade da Nova Escócia, a cerca de 113 quilómetros de Halifax (Canadá), onde milhares de soldados treinaram durante a II Guerra Mundial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À superfície, dificilmente sugere luxo: edifícios envelhecidos, parques de estacionamento vazios e uma floresta esparsa de coníferas. Mas, debaixo de uma elevação coberta de relva, no meio de um antigo complexo militar canadiano, está a nascer um condomínio pensado para milionários que queiram atravessar furacões, apagões ou até uma catástrofe global sem abdicar de um spa, de uma sala de yoga ou de um salão de charutos.</p>
<p>O projeto está a ser desenvolvido em Debert, uma pequena localidade da Nova Escócia, a cerca de 113 quilómetros de Halifax (Canadá), onde milhares de soldados treinaram durante a II Guerra Mundial. O protagonista é um abrigo nuclear com quase seis mil metros quadrados, construído durante a Guerra Fria e conhecido localmente como Diefenbunker.</p>
<p>O empresário canadiano ligado ao setor das criptomoedas Jonathan Baha’i pretende transformar o antigo refúgio num complexo com 50 apartamentos resistentes a diferentes cenários de crise. Segundo a &#8216;BBC&#8217;, 11 unidades já terão sido vendidas, embora tanto os preços de aquisição como os valores previstos para estadias de curta duração permaneçam secretos.</p>
<p>Os futuros residentes terão acesso a refeições preparadas a partir de uma fonte de alimentos apresentada pelos promotores como autossuficiente, controlo biométrico de entradas, vigilância permanente e assistência médica no local. Quem chegar num avião privado poderá utilizar o pequeno aeroporto de Debert, situado nas proximidades.</p>
<p>Os planos incluem ainda um spa, uma sala de yoga e um espaço reservado a charutos. Sistemas modernos de iluminação OLED procurarão reproduzir a luz natural no interior, enquanto um bunker complementar, à superfície, deverá ser utilizado para cultivar alimentos.</p>
<p>Quando os proprietários não estiverem presentes, os apartamentos poderão ser alugados como quartos de hotel, com as receitas a serem repartidas. Mas há uma regra pouco habitual: caso ocorra uma emergência enquanto a unidade estiver ocupada por hóspedes, estes terão de sair para permitir a entrada do proprietário.</p>
<p>“Se alguém estivesse a utilizá-la como quarto de hotel e alguma coisa acontecesse, teria de ser retirado”, explicou Paul Mansfield, um dos responsáveis pelo projeto, citado pela &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p><strong>Construído para resistir a uma explosão nuclear</strong></p>
<p>O bunker foi um dos sete abrigos mandados construir pelo antigo primeiro-ministro canadiano John Diefenbaker entre o final da década de 1950 e meados dos anos 60. A rede destinava-se a acolher um número reduzido de membros do Governo e funcionários essenciais em caso de guerra nuclear.</p>
<p>A estrutura de Debert foi concebida para resistir a uma explosão nuclear nas proximidades e manter 329 pessoas no interior durante pelo menos 30 dias. No entanto, quando ficou concluída, os avanços nos mísseis de longo alcance e o aumento da potência das armas nucleares já tinham reduzido a sua utilidade.</p>
<p>O edifício acabou por ser utilizado como centro provincial de alerta de emergência, antes de fechar em 1996 no âmbito de medidas de redução de custos. Jonathan Baha’i comprou-o em 2013 por 31.300 dólares canadianos, cerca de 20 mil euros à taxa atual.</p>
<p>Antes de avançar com o condomínio, o empresário explorou outras utilizações para o espaço, incluindo jogos de laser, visitas históricas e um pequeno centro de dados. A nova aposta surge num momento em que, segundo os promotores, o aumento da instabilidade internacional voltou a despertar o interesse por abrigos privados.</p>
<p>“Há mais incerteza no mundo nos últimos dois anos do que nos 30 anteriores”, afirmou Mansfield perante as autoridades locais. Essa sensação terá levado mais pessoas a procurar aquilo que descreveu como uma “apólice de seguro”: um bunker para situações extremas.</p>
<p>Baha’i, porém, rejeita a expressão “bunker do fim do mundo”. Embora reconheça que o complexo foi construído “para sobreviver a tudo”, prefere apresentá-lo como uma resposta prática a tempestades, falhas de energia ou outras emergências.</p>
<p>Quando o furacão Fiona atingiu a Nova Escócia, em 2022, o empresário abriu o abrigo aos seus trabalhadores e respetivas famílias. “Está completamente desligado da rede e é autossuficiente”, garantiu. “Se uma tempestade de grande dimensão atingir o condomínio, os proprietários sabem que têm um local quente e seguro, com eletricidade, alimentos e tudo aquilo de que necessitam.”</p>
<p><strong>Drones, dados e segurança permanente</strong></p>
<p>A segurança deverá ficar a cargo da empresa alemã Bespoke Home and Yacht Security. Mansfield afirmou que a empresa já prestou serviços ao vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e à estrela televisiva Kim Kardashian, embora a lista de clientes não seja pública e a alegação não possa ser confirmada de forma independente.</p>
<p>Entre as medidas recomendadas estão drones destinados a vigiar o perímetro do complexo. O projeto prevê igualmente a expansão do centro de dados para cerca de 1.400 metros quadrados, recorrendo, segundo Baha’i, a tecnologia destinada a reduzir o consumo energético e a reforçar a proteção da informação armazenada.</p>
<p>Os responsáveis estimam que o empreendimento possa criar mais de 40 postos de trabalho na componente hoteleira, além de funções especializadas no centro de dados. A preferência, garantem, será dada a trabalhadores da região.</p>
<p>O problema é que o luxo prometido contrasta com a realidade de Debert. Depois do encerramento da base militar, a população da localidade caiu de mais de 60 mil pessoas — incluindo os militares estacionados na região — para cerca de 1.400 habitantes.</p>
<p>Annette Sharpe, secretária do Museu Militar de Debert, lamenta que uma parte importante da história local tenha passado para mãos privadas. No museu ainda se conservam antigos equipamentos de comunicação e o sistema que deveria avisar os operadores sobre a proximidade de um ataque nuclear.</p>
<p>“Parte-me o coração ter de dizer que aquele pedaço da história é agora propriedade privada e que está a ser remodelado para não sei bem o quê”, afirmou à &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>Sharpe duvida igualmente de que os moradores da região consigam alguma vez utilizar o empreendimento. &#8220;Quem é que vai conseguir comprar um daqueles bunkers dignos de um filme de Hollywood?&#8221;, questionou, lembrando que há apartamentos nas proximidades disponíveis para arrendamento por cerca de 1.250 euros.</p>
<p>A vereadora Marie Benoit manifestou reservas semelhantes, sobretudo perante a possibilidade de as tarifas do futuro hotel ultrapassarem as praticadas na maioria dos estabelecimentos de Halifax. “Quando olhamos para os salários das pessoas, não sei se será algo a que possam ter acesso”, afirmou.</p>
<p><strong>Um negócio em crescimento</strong></p>
<p>O projeto canadiano faz parte de um negócio mais vasto. Nos Estados Unidos, a preparação para catástrofes alimenta uma indústria que, segundo algumas estimativas citadas pela &#8216;BBC&#8217;, já vale pelo menos 500 milhões de dólares.</p>
<p>Os cálculos variam consideravelmente, mas poderão existir entre 20 milhões e mais de 70 milhões de americanos a preparar alimentos, equipamentos ou abrigos para diferentes cenários de emergência. Alguns promotores imobiliários já constroem casas com bunkers incorporados.</p>
<p>Antigas instalações militares também estão a ser convertidas em comunidades privadas. Nos Estados Unidos, uma antiga base da Força Aérea deu lugar a um condomínio apresentado como uma comunidade fechada para sobrevivencialistas, enquanto um antigo silo de mísseis no Kansas foi transformado em apartamentos de luxo subterrâneos.</p>
<p>No Canadá, os destinos de estruturas semelhantes mostram como é difícil encontrar uma utilização para estes edifícios. Um bunker no Ontário permanece encerrado, outro no Manitoba foi enterrado, um abrigo na Colúmbia Britânica acabou inundado de propósito e uma estrutura em Alberta foi demolida devido ao receio de que pudesse ser comprada pelos Hells Angels.</p>
<p>Manter o Diefenbunker de Debert custa atualmente cerca de 37 mil euros por ano, à taxa de câmbio atual. Já um abrigo semelhante, construído em Nanaimo por um valor equivalente, custaria hoje cerca de 19 a 28 milhões de euros, segundo as estimativas citadas pela &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>Apesar das críticas, as autoridades locais não registaram uma oposição significativa. A presidente da autarquia considera o empreendimento “original e único”, enquanto alguns comerciantes esperam que o novo complexo volte a atrair visitantes à região.</p>
<p>Fady Farah, proprietário da pizzaria Angelina’s, está entre os que veem uma oportunidade. E já sabe como reagirá caso a temida catástrofe chegue realmente.</p>
<p>“Se a situação rebentar, vão ver-me lá, a bater à porta”, brincou. “Alguém terá de lhes cozinhar a comida enquanto estiverem lá dentro.”</p>
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