O maior mamífero terrestre europeu, o bisonte, está a começar a recuperar em número graças aos esforços de conservação e programas de reprodução, de acordo com uma atualização sobre espécies ameaçadas realizada pela ‘Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza’ (UICN). No entanto, 31 outras espécies estão agora extintas.
A UICN, que compila um registo regularmente atualizado das espécies em risco, melhorou a perspetiva do bisonte europeu em relação à sua classificação anterior de “vulnerável” para a classificação menos séria de “quase ameaçado”.
Em 2003, havia 1800 bisontes na natureza e, no ano passado, o número tinha mais do que triplicado para uma população de mais de 6200 em 47 manadas livres na Polónia, Bielorrússia e Rússia.
No entanto, Rafal Kowalczyk, coautor da nova avaliação e membro do grupo de especialistas em bisontes da IUCN, disse ser necessária mais ação para melhorar as áreas disponíveis para estes animais e fomentar a diversidade genética.
O registo da União Internacional para a Conservação da Natureza mostra também que, ao todo, 31 espécies foram recentemente listadas como “extintas”, entre elas, três sapos da América Central e um tubarão do Mar da China Meridional.
Os golfinhos de água doce são agora uma espécie ameaçada em todo o mundo, devido às práticas de pesca nocivas, poluição e a outros problemas causados pelos humanos, de acordo com a entidade.
As plantas também estão sob crescente ameaça, segunda a Lista Vermelha de espécies em risco da IUCN, que fornece uma avaliação autorizada das espécies animais e vegetais que são vulneráveis, ameaçadas, próximas da extinção ou extintas.




