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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Funcionária de limpeza com doença renal grave e problemas psiquiátricos vence Segurança Social e garante pensão vitalícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 15:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma funcionária de limpeza com graves problemas de saúde física e mental viu a Justiça reconhecer-lhe o direito a uma pensão por incapacidade permanente absoluta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma funcionária de limpeza com graves problemas de saúde física e mental viu a Justiça reconhecer-lhe o direito a uma pensão por incapacidade permanente absoluta, depois de uma longa batalha judicial contra a Segurança Social. A decisão, proferida pelo Tribunal Superior de Justiça das Canárias, confirma que a trabalhadora está totalmente incapaz de exercer qualquer atividade profissional, obrigando o Instituto Nacional da Segurança Social (INSS) a atribuir-lhe uma prestação mensal vitalícia de 880,61 euros.</p>
<p>A sentença, datada de 18 de dezembro de 2025, rejeitou definitivamente o recurso apresentado pela Segurança Social, validando a decisão anteriormente tomada pelo Tribunal do Trabalho n.º 7 de Las Palmas de Gran Canaria.</p>
<p><strong>Graves problemas de saúde levaram à incapacidade total</strong><br />
De acordo com os factos considerados provados pelo tribunal, a mulher exercia funções como profissional de limpeza, mas a sua situação clínica deteriorou-se progressivamente devido à acumulação de várias patologias graves.</p>
<p>Entre os problemas de saúde identificados encontram-se o lúpus e uma doença renal hereditária grave, designada poliquistose renal autossómica dominante, que a acompanha há vários anos.</p>
<p>A estes problemas físicos juntou-se um quadro psiquiátrico particularmente severo. A trabalhadora encontrava-se há vários anos sob acompanhamento psicológico e psiquiátrico devido a um transtorno de adaptação que evoluiu para um transtorno distímico considerado de prognóstico muito desfavorável.</p>
<p>Segundo a decisão judicial, a situação agravou-se significativamente em 2023, quando a mulher sofreu um episódio de ideação suicida, descrito no processo como &#8220;ideação autolítica&#8221;.</p>
<p>Para controlar os sintomas, necessitava de medicação diária com vários fármacos, incluindo antidepressivos e ansiolíticos.</p>
<p><strong>Tribunal concluiu que não consegue desempenhar qualquer trabalho</strong><br />
A avaliação realizada no âmbito do processo levou os magistrados a concluir que as limitações provocadas pela doença ultrapassavam largamente as exigências da profissão de limpeza.</p>
<p>Nos factos provados da sentença, o tribunal refere que a trabalhadora se encontra &#8220;impossibilitada para tarefas que impliquem atenção ou concentração, memorizar, autodeterminar-se, executar ordens e diretrizes de forma regular, integrar-se numa organização estruturada e relacionar-se profissional e socialmente&#8221;.</p>
<p>Perante este quadro clínico, os juízes consideraram que as limitações não afetam apenas a atividade profissional que desempenhava, mas inviabilizam qualquer ocupação laboral compatível com as exigências normais do mercado de trabalho.</p>
<p><strong>Segurança Social recusou inicialmente a prestação</strong><br />
Apesar do historial clínico apresentado, o pedido de incapacidade permanente foi inicialmente recusado pela Segurança Social em outubro de 2023.</p>
<p>Perante a decisão negativa, a trabalhadora avançou para tribunal.</p>
<p>O primeiro julgamento decorreu no Tribunal do Trabalho n.º 7 de Las Palmas de Gran Canaria, que em outubro de 2024 lhe deu razão e reconheceu a incapacidade permanente absoluta.</p>
<p>A Segurança Social, contudo, decidiu recorrer da decisão para o Tribunal Superior de Justiça das Canárias, procurando anular a atribuição da pensão.</p>
<p><strong>INSS alegava que poderia continuar a trabalhar com adaptações</strong><br />
No recurso apresentado, o INSS sustentou que um relatório psiquiátrico apontava para a possibilidade de a trabalhadora retomar atividade profissional, desde que fossem efetuadas adaptações ao posto de trabalho.</p>
<p>O organismo argumentou que a doença psiquiátrica não apresentava gravidade suficiente para impedir permanentemente o desempenho das funções essenciais da profissão de limpeza.</p>
<p>A Segurança Social defendeu ainda que a mulher não apresentava sintomas psicóticos nem necessitava de internamento hospitalar, fatores que, no seu entendimento, enfraqueciam a tese da incapacidade absoluta.</p>
<p><strong>Tribunal superior rejeita argumentos da Segurança Social</strong><br />
Os magistrados do Tribunal Superior de Justiça das Canárias não acolheram os argumentos apresentados pelo INSS.</p>
<p>Na decisão, os juízes consideram que a comparação feita pela Segurança Social com outros casos de depressão ou perturbações psicológicas menos graves não era aplicável à situação concreta da trabalhadora.</p>
<p>A sentença refere expressamente que ficou demonstrado que a mulher sofre limitações significativas resultantes da sua patologia psiquiátrica, que comprometem a capacidade de executar tarefas sob orientação, integrar-se numa estrutura organizada e manter relações profissionais e sociais adequadas.</p>
<p>Os magistrados concluíram, por isso, que a situação clínica apresenta gravidade suficiente para justificar o reconhecimento da incapacidade permanente absoluta.</p>
<p>O acórdão afirma de forma inequívoca que existe uma &#8220;situação lesiva e de limitação psíquica&#8221; com intensidade bastante para impedir qualquer atividade laboral de forma permanente.</p>
<p><strong>Pensão vitalícia e pagamento retroativo</strong><br />
Com a confirmação da decisão judicial, a trabalhadora passa a receber o equivalente a 100% da sua base reguladora, traduzindo-se numa pensão mensal de 880,61 euros.</p>
<p>Além da prestação vitalícia, a sentença determina que os efeitos económicos da incapacidade remontam a 16 de maio de 2023.</p>
<p>Isso significa que a administração terá de proceder ao pagamento retroativo de todas as quantias que deveriam ter sido atribuídas desde essa data, incluindo os respetivos atrasados acumulados ao longo dos últimos anos.</p>
<p>A decisão do Tribunal Superior de Justiça das Canárias representa assim mais uma derrota judicial para a Segurança Social num litígio relacionado com o reconhecimento de incapacidade permanente, reforçando o entendimento dos tribunais de que as limitações físicas e psiquiátricas da trabalhadora a impedem de exercer qualquer profissão de forma regular e sustentada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772403]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>10 Junho: Presidente da República condecora empresário Orlando Pinto por trabalho no Luxemburgo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 15:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luxemburgo, 07 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República condecorou hoje, no Luxemburgo, o empresário Orlando Pinto com a Comenda do Mérito Empresarial para distinguir a &#8220;singularidade de um percurso profissional do maior êxito e o extraordinário espírito de um homem fora do comum&#8221;.</P><br />
<P>António José Seguro anunciou e concretizou esta condecoração durante uma cerimónia com a comunidade portuguesa no Luxemburgo, que marca o arranque das comemorações oficiais do Dia de Portugal.</P><br />
<P>O chefe de Estado salientou que &#8220;o empreendedorismo português é uma marca reconhecida no Luxemburgo&#8221; e apontou a distinção a Orlando Pinto como &#8220;um reconhecimento merecido para alguém que representa tantos outros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Como tantos dos nossos compatriotas, Orlando Pinto procurou o Luxemburgo para aqui poder realizar o seu projeto de vida. E conseguiu-o. E, ao consegui-lo, contribuiu também para o desenvolvimento do país que o acolheu&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Orlando de Oliveira Pinto é um empresário português, natural de Castro de Aire, e residente no Luxemburgo há cerca de 40 anos. </P><br />
<P>É proprietário e gerente da Sopinor, empresa de construção civil e obras públicas criada em 2002, com apenas quatro empregados, é que é hoje a segunda maior empresa no setor do Grão-ducado, com cerca de 700 trabalhadores, na sua maioria portugueses.</P><br />
<P>O Presidente da República salientou que esta empresa é responsável por obras &#8220;que beneficiam quer portugueses, quer luxemburgueses, quer cidadãos de outras nacionalidades&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A sua porta e a porta da sua empresa &#8212; a Sopinor &#8212; sempre estiveram e continuam abertas a quem delas precisa&#8221;, disse.</P><br />
<P>Seguro justificou que decidiu agraciar Orlando Pinto com a comenda do Mérito Empresarial (Classe do Mérito Industrial) como forma de &#8220;reconhecer a singularidade de um percurso profissional do maior êxito, e o extraordinário espírito de um homem fora do comum&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773112]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Benfica conquista Taça feminina de andebol e junta ao &#8216;penta&#8217; e Supertaça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 14:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica conquistou hoje a Taça de Portugal feminina de andebol pela 10.ª vez, ao vencer o Almeida Garrett, por 34-25, no Panorama Multiusos de Alcobaça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica conquistou hoje a Taça de Portugal feminina de andebol pela 10.ª vez, ao vencer o Almeida Garrett, por 34-25, no Panorama Multiusos de Alcobaça.</P><br />
<P>As &#8216;encarnadas&#8217;, que ao intervalo venciam por 18-16, somaram assim a Taça de Portugal às conquistas do pentacampeonato e da Supertaça.</P><br />
<P>No historial da competição, o Benfica reforça a segunda posição, com as 10 conquistas, ainda distantes das 20 do Madeira SAD, o clube mais titulado na Taça.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773111]]></sapo:autor>
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		<title>Aviação estima metade dos lucros em 2026 apesar de aumento de passageiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 14:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As companhias aéreas estimam que os resultados líquidos e a margem de lucro atinjam este ano metade do verificado no ano passado, por causa do impacto associado à guerra no Médio Oriente, apesar de uma subida de passageiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As companhias aéreas estimam que os resultados líquidos e a margem de lucro atinjam este ano metade do verificado no ano passado, por causa do impacto associado à guerra no Médio Oriente, apesar de uma subida de passageiros.</P><br />
<P>Os dados foram hoje divulgados pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA), que publicou a sua previsão para este ano, em que espera uma &#8220;diminuição para metade da rendibilidade devido às disrupções relacionadas com a guerra no Médio Oriente&#8221; &#8212; de 4,2% em 2025 para 2,0% este ano.</P><br />
<P>No total, os lucros das companhias aéreas deverão recuar de 45 mil milhões de dólares em 2025 (39 mil milhões de euros, ao câmbio atual), para 23 mil milhões de dólares (20 mil milhões de euros).</P><br />
<P>As previsões da IATA antecipam que a descida dos lucros pode ocorrer mesmo com o aumento das receitas totais da indústria (+9,4% para 1,17 biliões de dólares (1,01 biliões de euros) e do aumento de passageiros, que devem crescer 2,4% face a 2025, para 5,1 mil milhões.</P><br />
<P>&#8220;As disrupções relacionadas com a guerra no Médio Oriente e o aumento dos preços dos combustíveis pioraram a previsão para as companhias aéreas. Globalmente, as companhias aéreas deverão ver os seus lucros em metade de 2025&#8221;, disse o diretor-geral da associação, Willie Walsh, citado em comunicado.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que todos os resultados estão a ser impactados &#8220;pela rápida subida de 70% no custo do &#8216;jet fuel'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Alguns dos custos adicionais estão a ser recuperados através de ajustes de preços e em melho0rias de eficiência, mas não será suficiente para manter a rendibilidade ao nível do ano anterior&#8221;, acrescentou Walsh.</P><br />
<P>A IATA faz ainda uma previsão por regiões e aponta que os resultados este ano deverão ser diferenciados conforme a localização da operação e rotas.</P><br />
<P>A associação internacional regista que as companhias aéreas no Médio Oriente deverão ficar &#8216;no vermelho&#8217; devido à baixa procura e às disrupções operacionais, enquanto nas restantes regiões, apesar de continuarem com resultados positivos, os lucros deverão ficar abaixo das previsões anteriores.</P><br />
<P>Nesse sentido, Willie Walsh apontou que as transportadoras do Golfo Pérsico &#8220;enfrentam incerteza operacional depois de um quase total encerramento do espaço aéreo no início da guerra&#8221;.</P><br />
<P>O responsável registou ainda que as companhias aéreas estão a absorver a maior parte do choque do aumento dos combustíveis e que o lucro de 4,5 dólares por passageiro &#8212; contra 9,10 dólares em 2025 &#8212; poderá ser impactado com novos custos ou impostos.</P><br />
<P> A grande fatia da receita deverá ser apoiada nos bilhetes para passageiros (+9,2%, para 839 mil milhões de dólares), enquanto o transporte de carga deverá representar 162 mil milhões de dólares (+7,2%).</P><br />
<P>Quanto aos custos com combustíveis, o preço estimado com o barril de Brent é de 95 dólares e o de jet fuel de 152 dólares, o equivalente a subidas respetivas de 37% e 70%, devendo o consumo manter-se nos 104 mil milhões de galões (396 mil milhões de litros).</P><br />
<P>Já os custos gerais deverão avançar 4% (737 mil milhões de dólares), principalmente devido à variação de, também, 4% nos custos com pessoal (271 mil milhões de dólares). O número de funcionários deve crescer 1%, para 3,33 milhões de pessoas.</P><br />
<P>Entre os principais riscos identificados estão os desafios com a cadeia de abastecimento, as eleições, o risco de estagflação e os constrangimentos com infraestruturas.</P><br />
<P>A IATA também divulgou os resultados de um inquérito junto de 6.500 consumidores de 15 países sobre a aviação, tendo 97% expressado satisfação com a sua última viagem e 88% concordado que os voos comerciais tornam as suas vidas mais simples.</P><br />
<P>No seu discurso, também publicado no portal da IATA, Willie Walsh defendeu que voar &#8220;não é um luxo&#8221;, mas sim &#8220;um serviço essencial e um catalisador económico&#8221; e criticou a intenção do Brasil em aplicar IVA a 26,5% sobre os bilhetes de aviação.</P><br />
<P>Segundo o responsável, uma subida destas significaria que &#8220;até 3,6 milhões de voos internacionais desapareceriam&#8221;, o que o levou a deixar um aviso ao Governo liderado por Lula da Silva: &#8220;o que o Governo vai ganhar em receita é mínimo em comparação com o impacto económico causado&#8221;.</P><br />
<P> Willie Walsh também defendeu uma reforma do regulamento da Comissão Europeia sobre os Direitos dos Passageiros Aéreos, de 2004, que estabelece regras sobre compensação e assistência em caso de recusa de embarque, cancelamentos ou atrasos prolongados. &#8220;É a coisa certa a fazer pelos passageiros e pelas companhias aéreas&#8221;, disse, apontando para o custo anual de 8.000 milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773110]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: Seguro e Montenegro apelam ao regresso de emigrantes e lusodescendentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 14:40:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luxemburgo, 07 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República, António José Seguro, defendeu que Portugal é hoje um país moderno &#8220;que quer de volta os seus&#8221; e, já sendo &#8220;extraordinário para se viver&#8221;, também &#8220;deve ser extraordinário para se trabalhar&#8221;.</P><br />
<P>Numa cerimónia com a comunidade portuguesa no Luxemburgo, que marca o arranque das comemorações do Dia de Portugal, também o primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou o &#8220;potencial de desenvolvimento&#8221; de Portugal e deixou um pedido aos emigrantes e lusodescendentes presentes.</P><br />
<P>&#8220;Portugal precisa de todos vós e nós contamos muito convosco para o nosso futuro. Seja esse futuro construído aqui no Luxemburgo, seja esse futuro construído no regresso que ambicionamos muitos possam ter a Portugal, seja esse futuro construído com as famílias que partilham uma presença quer em Portugal, quer no Luxemburgo&#8221;, disse.</P><br />
<P>Minutos depois, António José Seguro foi ainda mais claro, dizendo que Portugal &#8220;é um país que quer receber de volta os seus&#8221;-</P><br />
<P>&#8220;Os que emigraram e os que nasceram fora, mas que sentem Portugal como uma parte de si&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O chefe de Estado recordou o que disse recentemente a jovens portugueses em Madrid, na sua primeira visita desde que tomou posse a 09 de março.</P><br />
<P>&#8220;Portugal é um extraordinário país para se viver. E deve ser também um país extraordinário para se trabalhar. É um compromisso que assumo&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773109]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parlamento boliviano autoriza recurso ao exército para levantar os bloqueios rodoviários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 14:05:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Parlamento da Bolívia aprovou hoje uma lei que autoriza o Presidente Rodrigo Paz (centro-direita) a recorrer ao exército para levantar os bloqueios rodoviários mantidos há um mês por manifestantes que exigem a sua demissão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parlamento da Bolívia aprovou hoje uma lei que autoriza o Presidente Rodrigo Paz (centro-direita) a recorrer ao exército para levantar os bloqueios rodoviários mantidos há um mês por manifestantes que exigem a sua demissão.</P><br />
<P>Agricultores, mineiros, motoristas e outros trabalhadores opositores do Governo mantêm, há mais de um mês, bloqueios de estradas em todo o país para protestar contra a crise económica que a Bolívia enfrenta, a pior em quatro décadas.</P><br />
<P>A lei &#8220;foi aprovada e enviada ao poder executivo para os fins constitucionais exigidos&#8221;, declarou o presidente da Câmara dos Deputados, Roberto Castro, após a adoção do texto, no final de uma sessão ininterrupta de 15 horas que terminou ao amanhecer.</P><br />
<P>No poder há seis meses, Rodrigo Paz pondera decretar estado de exceção, o que lhe permitiria recorrer mais amplamente ao exército e restringir as liberdades de reunião e circulação, fundamentais para as manifestações.</P><br />
<P>Até agora, o envolvimento dos militares tem sido limitado, tanto em termos de equipamento como de efetivos destacados, mantendo-se a polícia de choque na linha da frente das operações de desbloqueio das estradas.</P><br />
<P>No sábado, confrontos violentos opuseram a polícia de choque e agricultores na localidade de San Julian, na região de Santa Cruz, no leste do país, causando seis feridos entre as forças de segurança e 14 entre os civis.</P><br />
<P>Um dos artigos da lei aprovada prevê que os militares beneficiem, durante o estado de exceção, de uma &#8220;presunção de legalidade&#8221; e que o Governo assegure a sua defesa jurídica.</P><br />
<P>Esta disposição legal pretende dissipar os receios dos militares de serem alvo de processos criminais por uso da força, caso a situação o exija num contexto de conflito.</P><br />
<P>Vários altos responsáveis militares do Governo de direita de Jeanine Áñez (2019-2020) foram processados e posteriormente presos após confrontos entre forças de segurança e civis que causaram mais de 30 mortos após a saída do poder do antigo presidente de esquerda Evo Morales.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773108]]></sapo:autor>
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		<title>Lixo humano está a mudar o comportamento das aves: algumas já usam plástico, frascos e até algemas de brincar para atrair parceiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 14:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A crescente presença de resíduos produzidos pelo ser humano na natureza poderá estar a provocar alterações inesperadas no comportamento animal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crescente presença de resíduos produzidos pelo ser humano na natureza poderá estar a provocar alterações inesperadas no comportamento animal. Um novo estudo conduzido por investigadores da University of Exeter revelou que determinadas aves australianas estão a incorporar objetos fabricados pelo homem nos seus rituais de acasalamento, utilizando desde frascos de medicamentos a fios metálicos, peças de plástico e até algemas de brincar para tentar impressionar potenciais parceiras.</p>
<p>A investigação centrou-se nas chamadas aves-jardineiras, um grupo de aves conhecido pelos elaborados mecanismos de cortejo que os machos utilizam para conquistar as fêmeas. Os cientistas alertam que, embora ainda não seja possível determinar as consequências desta mudança comportamental, o fenómeno constitui mais um exemplo de como a atividade humana está a alterar o mundo natural de formas muitas vezes imprevisíveis.</p>
<p><strong>Aves constroem estruturas elaboradas para atrair fêmeas</strong><br />
As aves-jardineiras são encontradas em várias regiões da Austrália e da Nova Guiné e tornaram-se conhecidas pela construção de estruturas complexas destinadas exclusivamente ao acasalamento.</p>
<p>Os machos criam túneis ornamentados, conhecidos como bowers, utilizando essencialmente ramos e outros elementos naturais. Estas construções funcionam como verdadeiros palcos de exibição, onde os machos procuram demonstrar a sua capacidade de recolha e organização de objetos para impressionar as fêmeas.</p>
<p>Segundo explicou Caitlin Evans, uma das autoras do estudo, os machos selecionam cuidadosamente os elementos decorativos para que estes contrastem tanto com a plumagem da ave como com a própria estrutura construída.</p>
<p>“Os bowers são construídos exclusivamente para atrair uma parceira e os machos escolhem decorações que contrastam com a sua plumagem e com a própria estrutura”, afirmou a investigadora.</p>
<p>Quando uma fêmea visita o local, o macho inicia uma elaborada exibição visual.</p>
<p>“Assim que a fêmea chega e se posiciona dentro da estrutura, o macho lança um objeto para o seu campo de visão, exibe a plumagem da parte posterior da cabeça e volta a lançar outro objeto, repetindo o processo”, explicou Evans.</p>
<p><strong>Frascos, fios, protetores bucais e algemas de brincar</strong><br />
Foi precisamente na escolha destes elementos decorativos que os investigadores identificaram alterações significativas associadas à presença humana.</p>
<p>Durante o estudo, a equipa comparou os objetos recolhidos por aves-jardineiras que vivem em áreas urbanas da cidade de Townsville, no estado australiano de Queensland, com aqueles utilizados por aves que habitam zonas rurais da mesma região.</p>
<p>Os resultados mostraram diferenças marcantes.</p>
<p>As aves urbanas recolhem mais objetos, utilizam materiais mais coloridos e recorrem com maior frequência a elementos produzidos pelo ser humano.</p>
<p>Em média, os machos residentes em áreas urbanas acumulavam cerca de 90 objetos decorativos, enquanto os exemplares das zonas rurais apresentavam aproximadamente 20.</p>
<p>Entre os materiais encontrados surgiam regularmente vidro, plástico e fios metálicos. No entanto, os investigadores identificaram também objetos muito mais invulgares.</p>
<p>“Encontrámos itens como um par de algemas, frascos de medicamentos em estruturas localizadas perto de um hospital e protetores bucais fluorescentes recolhidos junto de um campo de futebol australiano”, revelou Caitlin Evans.</p>
<p>As imagens e vídeos captados durante a investigação mostram construções decoradas com uma grande variedade de resíduos humanos, evidenciando a crescente integração destes materiais nos comportamentos naturais das aves.</p>
<p><strong>Aves urbanas preferem objetos mais coloridos</strong><br />
A análise dos investigadores permitiu ainda concluir que as aves das cidades tendem a escolher objetos com cores mais vivas do que as encontradas em ambientes rurais.</p>
<p>Os machos urbanos demonstraram uma preferência particular por elementos vermelhos intensos, bem como por objetos verdes de tonalidade menos brilhante.</p>
<p>Os cientistas acreditam que esta escolha poderá estar relacionada com a forma como as fêmeas percecionam visualmente os objetos apresentados durante os rituais de cortejo.</p>
<p>Embora o estudo não tenha avaliado diretamente se as fêmeas preferem efetivamente os materiais mais vistosos encontrados nos meios urbanos, os investigadores consideram que o entusiasmo demonstrado pelos machos na recolha destes elementos sugere que possam existir vantagens reprodutivas associadas.</p>
<p>“A nossa investigação não avaliou se as fêmeas favorecem os objetos mais impressionantes recolhidos em áreas urbanas, mas o entusiasmo dos machos em procurar esses materiais sugere que isso poderá acontecer”, explicou Evans.</p>
<p><strong>Até as aves rurais recorrem a objetos humanos</strong><br />
Apesar das diferenças observadas entre ambientes urbanos e rurais, os investigadores verificaram que mesmo as aves que vivem longe das cidades utilizam frequentemente objetos produzidos pelo homem.</p>
<p>Segundo a equipa, estes materiais poderão ser obtidos em explorações agrícolas, garagens, contentores de lixo ou até através da apropriação de elementos decorativos pertencentes a outras aves-jardineiras.</p>
<p>“Mesmo em zonas rurais, as aves encontram objetos fabricados por humanos. Neste caso, pensamos que recolhem materiais em explorações agrícolas, em contentores e garagens, além de poderem retirar objetos de estruturas construídas por outros machos”, explicou a investigadora.</p>
<p><strong>Experiência confirmou preferência por materiais artificiais</strong><br />
Numa segunda fase do estudo, os cientistas procuraram perceber se existia uma preferência efetiva pelos objetos produzidos pelo homem.</p>
<p>Para isso, recolheram 20 elementos decorativos — dez provenientes de uma estrutura urbana e dez de uma estrutura rural — e apresentaram-nos a aves de ambos os ambientes.</p>
<p>Os resultados revelaram que tanto os machos das cidades como os das zonas rurais demonstraram uma forte preferência pelos objetos de origem humana.</p>
<p>Esta conclusão reforça a ideia de que a disponibilidade crescente de resíduos e materiais artificiais está a influenciar diretamente o comportamento destas aves.</p>
<p><strong>Consequências continuam por esclarecer</strong><br />
Apesar das conclusões alcançadas, os investigadores admitem que ainda não é possível determinar se esta mudança terá efeitos positivos, negativos ou neutros para a espécie a longo prazo.</p>
<p>Laura Kelley, outra das autoras do estudo, sublinhou que os resultados demonstram claramente o impacto da presença humana no comportamento animal.</p>
<p>“O nosso estudo demonstra que a disponibilidade de objetos produzidos por humanos — frequentemente vidro e plástico — está a afetar o comportamento das aves-jardineiras”, afirmou.</p>
<p>A investigadora acrescentou que os cientistas ainda desconhecem se estes materiais poderão beneficiar ou prejudicar as aves, mas considera que o fenómeno constitui um importante alerta.</p>
<p>“Ainda não sabemos se isto tem impactos negativos ou positivos para elas, mas é um lembrete de como a atividade humana está a transformar o mundo natural de formas inesperadas”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772386]]></sapo:autor>
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		<title>OPEP+ decide aumentar produção de petróleo em 188.000 barris por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 13:37:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados (OPEP+) decidiu aumentar a sua produção, em julho, para 188.000 barris por dia, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados (OPEP+) decidiu aumentar a sua produção, em julho, para 188.000 barris por dia, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>&#8220;Como parte do seu compromisso coletivo com a estabilidade do mercado petrolífero, [OPEP+] decidiu implementar um ajuste na produção de 188.000 barris por dia&#8221; em julho, anunciou, em comunicado.</P><br />
<P>O grupo, liderado pela Arábia Saudita e pela Rússia, tem vindo a aumentar gradualmente a produção desde há um ano. </P><br />
<P>No mês passado, deu &#8216;luz verde&#8217; a um aumento de também 188.000 barris por dia, o primeiro ajuste adotado após a saída dos Emirados Árabes Unidos da organização. </P><br />
<P>Contudo, em 2023, tinha sido decidido um corte voluntário de 1,65 milhões de barris por dia para controlar os preços do crude.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773107]]></sapo:autor>
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		<title>Fatoumata Diallo melhora recorde nacional dos 400 metros barreiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 13:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A velocista Fatoumata Diallo melhorou hoje o seu recorde nacional dos 400 metros barreiras, ao vencer a prova no Meeting de Varsóvia em 54,31 segundos, anunciou a Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) na sua página do Facebook.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A velocista Fatoumata Diallo melhorou hoje o seu recorde nacional dos 400 metros barreiras, ao vencer a prova no Meeting de Varsóvia em 54,31 segundos, anunciou a Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) na sua página do Facebook.</P><br />
<P>A nota da FPA dá conta que a atleta do Benfica melhorou em 14 centésimos de segundo o anterior recorde (54,45), que ela própria estabeleceu em 17 de setembro de 2025, durante as meias-finais dos Mundiais de Tóquio.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773106]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel bombardeia Beirute pela primeira vez após nova trégua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 13:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje que as forças armadas bombardearam os subúrbios do sul de Beirute.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje que as forças armadas bombardearam os subúrbios do sul de Beirute.</P><br />
<P>Este é o primeiro ataque contra a capital libanesa desde o acordo do novo cessar-fogo alcançado em Washington na quinta-feira.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com as instruções do primeiro-ministro Netanyahu e do ministro da Defesa Katz, as Forças de Defesa de Israel (FDI, o exército) atacaram o quartel-general terrorista no bairro de Dahye, em Beirute, em resposta aos disparos do Hezbollah contra território israelita&#8221;, refere-se no comunicado do gabinete do governante israelita, criado pela agência de notícias espanhola EFE.</P><br />
<P>Os subúrbios do sul de Beirute bombardeados por Israel são conhecidos como Dahye e bastião do grupo xiita Hezbollah.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773105]]></sapo:autor>
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		<title>Viver sem vizinhos e rodeado pela natureza? Esta ilha escocesa pode ser sua por 405 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 13:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma ilha privada situada numa das zonas mais remotas e preservadas da Escócia está prestes a mudar de mãos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ilha privada situada numa das zonas mais remotas e preservadas da Escócia está prestes a mudar de mãos. A ilha de Mullagrach, localizada no arquipélago das Summer Isles, no extremo noroeste escocês, será colocada em leilão com um preço indicativo de 350 mil libras, o equivalente a cerca de 405 mil euros, um valor inferior ao preço médio de muitas habitações no Reino Unido.</p>
<p>A propriedade, que abrange cerca de 88 acres (35,9 hectares), destaca-se pelo seu isolamento, pela riqueza natural envolvente e pela presença de uma pequena cabana equipada para estadias prolongadas, oferecendo uma oportunidade rara para quem procura um estilo de vida totalmente desligado da rede convencional e em contacto direto com a natureza.</p>
<p><strong>Um refúgio isolado no coração da natureza escocesa</strong><br />
Situada na parte mais setentrional das Summer Isles, Mullagrach é descrita como um dos locais mais remotos e menos explorados da Escócia. O acesso à ilha é possível apenas por barco, a partir de localidades costeiras como Ullapool ou Old Dornie, no continente, embora também possa ser alcançada de helicóptero.</p>
<p>O cenário natural é um dos principais atrativos da propriedade. A ilha integra uma área classificada como parte do primeiro geoparque reconhecido pela UNESCO na Escócia, refletindo a importância geológica e ambiental da região.</p>
<p>Ao longo dos seus quase 89 acres, Mullagrach apresenta uma paisagem marcada por praias isoladas, falésias escarpadas, enseadas, grutas naturais e extensas áreas cobertas por ervas e flores silvestres que florescem durante a primavera e o verão.</p>
<p><strong>Fauna abundante nas águas das Summer Isles</strong><br />
A biodiversidade é outro dos elementos que tornam esta ilha particularmente singular.</p>
<p>Nas águas que rodeiam Mullagrach é possível observar regularmente focas, lontras, golfinhos e gansos-bravos. Em determinadas épocas do ano, os visitantes podem ainda avistar baleias-anãs, uma espécie considerada relativamente rara nas costas britânicas.</p>
<p>A localização privilegiada da ilha, longe de centros urbanos e de atividade humana intensa, contribui para a preservação deste ecossistema, tornando-a um destino de interesse para amantes da vida selvagem e da observação da natureza.</p>
<p><strong>Cabana autossuficiente preparada para estadias prolongadas</strong><br />
Apesar do caráter remoto da propriedade, a ilha dispõe de uma pequena cabana já equipada para acolher os seus ocupantes.</p>
<p>Construída em madeira e com um telhado revestido por urze, a estrutura destaca-se pelas amplas janelas do chão ao teto, que oferecem vistas panorâmicas sobre a paisagem circundante.</p>
<p>No interior existe uma cozinha, zona de refeições e duas camas embutidas. A cabana está também equipada com uma salamandra a lenha, permitindo enfrentar as condições meteorológicas frequentemente imprevisíveis da região.</p>
<p>A autonomia energética é assegurada através de painéis solares instalados na propriedade, enquanto as instalações sanitárias incluem uma casa de banho ecológica de compostagem situada no exterior.</p>
<p>Existe ainda um sistema de recolha de águas pluviais. No entanto, segundo as informações disponibilizadas, a água destinada ao consumo humano continua a ter de ser transportada em garrafas.</p>
<p><strong>Venda inclui todo o equipamento existente</strong><br />
De acordo com a agência imobiliária responsável pela comercialização da propriedade, a cabana será vendida com todo o seu conteúdo, encontrando-se pronta para utilização imediata.</p>
<p>A descrição da propriedade indica que o alojamento está preparado para estadias de curta ou longa duração, permitindo ao futuro proprietário usufruir da ilha desde o primeiro momento.</p>
<p><strong>Leilão marcado para junho</strong><br />
A venda será conduzida pela agência imobiliária Savills, estando o leilão agendado para 9 de junho.</p>
<p>Com um preço de referência inferior ao valor de muitas habitações urbanas britânicas, Mullagrach surge como uma proposta incomum no mercado imobiliário: uma ilha privada completa, rodeada por paisagens selvagens, fauna abundante e uma tranquilidade difícil de encontrar noutras partes da Europa.</p>
<p>Para quem sonha com uma vida afastada do ritmo das cidades, sem vizinhos e com contacto direto com a natureza, esta pequena ilha escocesa representa uma oportunidade rara de adquirir um verdadeiro refúgio off-grid num dos cenários mais impressionantes do Reino Unido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772385]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Atirador faz um morto e 5 feridos em Israel antes de ser abatido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 12:27:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem matou hoje a tiro uma pessoa e feriu cinco, duas delas com gravidade, em três sítios diferentes no centro de Israel antes de ser abatido pela polícia, anunciaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem matou hoje a tiro uma pessoa e feriu cinco, duas delas com gravidade, em três sítios diferentes no centro de Israel antes de ser abatido pela polícia, anunciaram as autoridades.</P><br />
<P>Os serviços de emergência informaram que receberam o primeiro alerta às 10:34 locais (08:34 em Lisboa) para tiros num posto de abastecimento perto da localidade de Kokhav Yair, no lado israelita da fronteira com a Cisjordânia.</P><br />
<P>O serviço Magen David Adom, correspondente à Cruz Vermelha, precisou que o atacante, que se deslocava numa viatura, começou por disparar contra dois homens, um os quais, de 50 anos, ficou em estado grave.</P><br />
<P>Embora inicialmente se suspeitasse de que o ataque poderia envolver duas pessoas, a polícia disse à agência espanhola EFE tratar-se de apenas um atacante, embora prosseguissem buscas por eventuais cúmplices.</P><br />
<P>Depois de abrir fogo na estação de serviço, o atacante dirigiu-se para Tzur Yitzhak, a cerca de dois quilómetros de distância, onde voltou a disparar, fazendo mais dois feridos.</P><br />
<P>Trata-se de um homem de 30 anos, ferido numa mão, e de uma mulher de 61 anos, que se encontrava dentro de um carro e que foi atingida na parte superior do corpo.</P><br />
<P>O terceiro ponto do ataque foi numa estrada perto do colonato de Sela&#8217;it, na Cisjordânia, onde os médicos do serviço de emergência encontraram um homem já sem vida, devido a ferimentos de bala, no interior de um automóvel.</P><br />
<P>No local, foi encontrada outra pessoa ferida com gravidade na parte superior do corpo.</P><br />
<P>&#8220;Durante o trajeto, vários civis fizeram-me sinais para parar e chamaram-me para prestar assistência médica a uma pessoa inconsciente dentro de um veículo&#8221;, relatou o paramédico Lior Zilberberg, que se deslocou ao local.</P><br />
<P>&#8220;Não tinha pulso nem respirava, apresentava ferimentos de bala no corpo e, após a avaliação médica, fomos obrigados a declarar o óbito&#8221;, acrescentou, citado pela EFE.</P><br />
<P>O serviço de saúde israelita Clalit informou ter recebido os feridos e que uma das pessoas em estado greve foi transferida diretamente para o bloco operatório.</P><br />
<P>A polícia israelita disse que os agentes localizaram o veículo implicado no ataque e mataram o agressor, que as autoridades afirmam ser residente na localidade vizinha de Tayibe, de maioria árabe.</P><br />
<P>Não foram avançados mais pormenores oficiais sobre a identidade do agressor ou os motivos do ataque.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, informou em comunicado que estava a avaliar a situação e a acompanhar de perto o &#8220;mortal ataque a tiro&#8221;.</P><br />
<P>O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, afirmou nas redes sociais que se o atacante tivesse sido capturado com vida seria executado.</P><br />
<P>&#8220;Esta é a lei, e exigiremos a sua aplicação&#8221;, disse o dirigente da extrema-direita, referindo-se à lei que prevê a pena capital para palestinianos que cometam atos considerados terroristas.</P><br />
<P>&#8220;É precisamente por isso que o Otzma Yehudit aprovou a Lei da &#8216;Pena de Morte para Terroristas'&#8221;, escreveu, aludindo ao partido ultranacionalista que lidera e que integra a coligação do Governo de Netanyahu.</P><br />
<P>&#8220;O sangue judeu não é descartável. Quem assassinar um judeu enfrentará o laço do carrasco&#8221;, acrescentou Ben Gvir, citado pelo jornal The Jerusalem Post.</P><br />
<P>O ataque foi celebrado pelos grupos palestinianos radicais Hamas e Jiahad Islâmica, da Faixa de Gaza, que consideraram tratar-se de uma &#8220;operação heroica&#8221;.</P><br />
<P>O Hamas denunciou a escalada de políticas israelitas &#8220;na construção de colonatos, na confiscação de terras, nos assassínios, nas detenções, no deslocamento forçado e no terrorismo dos colonos&#8221; na Cisjordânia.</P><br />
<P>O grupo que liderou os ataques terroristas contra Israel em outubro de 2023, a que se seguiu a invasão e quase destruição de Gaza pelas forças israelitas, considerou que as políticas em causa alimentam &#8220;os campos de batalha&#8221;.</P><br />
<P>Também a Jihad Islâmica aplaudiu o atentado, qualificando-o como &#8220;uma resposta natural aos crimes da ocupação [israelita] e dos bandos de colonos&#8221; contra os palestinianos, segundo a EFE.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773104]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mulher que percorreu todos os países do planeta deixa conselhos valiosos para quem quer viajar sozinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 12:00:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As viagens a solo continuam a conquistar cada vez mais adeptos em todo o mundo. Para muitos viajantes, partir sozinho representa uma oportunidade de liberdade, descoberta pessoal e contacto mais profundo com novas culturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As viagens a solo continuam a conquistar cada vez mais adeptos em todo o mundo. Para muitos viajantes, partir sozinho representa uma oportunidade de liberdade, descoberta pessoal e contacto mais profundo com novas culturas. No entanto, para quem nunca experimentou este tipo de aventura, o receio da solidão, da insegurança ou simplesmente do desconhecido continua a ser um dos maiores obstáculos.</p>
<p>Foi precisamente sobre este tema que a especialista em viagens Jessica Nabongo, reconhecida por ter visitado todos os países do mundo e autora do livro “Catch Me If You Can: One Woman’s Journey To Every Country in the World”, partilhou algumas das suas principais recomendações durante uma conversa no podcast norte-americano Am I Doing It Wrong?.</p>
<p>Segundo Nabongo, o maior erro que muitos aspirantes a viajantes cometem é pensar que a primeira experiência a solo tem de ser uma grande aventura internacional. Na sua perspetiva, a preparação deve começar muito antes de embarcar num avião.</p>
<p><strong>O primeiro passo não passa por comprar um bilhete</strong><br />
Para Jessica Nabongo, a melhor forma de iniciar uma jornada de viagens a solo é começar por pequenas experiências no dia a dia.</p>
<p>“Primeiro, vá jantar sozinho na sua cidade”, aconselhou. A especialista sugere ainda outras atividades simples, como ir ao cinema, visitar um museu ou passear sem companhia.</p>
<p>O objetivo é habituar-se gradualmente a realizar atividades sozinho em ambientes familiares e confortáveis. Só depois dessa fase inicial considera que faz sentido avançar para experiências mais ambiciosas.</p>
<p>“Há pequenos passos. Vá ao cinema sozinho. Vá a um museu de arte sozinho. Sinta-se confortável a fazer coisas por conta própria num lugar onde já se sente confortável”, explicou.</p>
<p><strong>Pequenas viagens ajudam a ganhar confiança</strong><br />
Depois de ultrapassada essa fase inicial, Nabongo recomenda viagens curtas e próximas da área de residência.</p>
<p>A especialista descreve estas experiências como uma espécie de “rodinhas de aprendizagem” para quem pretende ganhar confiança antes de se aventurar em destinos mais distantes.</p>
<p>Uma viagem de carro de poucas horas ou uma escapadinha de fim de semana pode permitir que o viajante se familiarize com a sensação de estar sozinho fora do ambiente habitual sem enfrentar desafios excessivos.</p>
<p><strong>A escolha do primeiro destino internacional é decisiva</strong><br />
Quando chegar o momento de viajar para o estrangeiro, Jessica Nabongo aconselha a optar por um país onde exista um elevado grau de conforto e familiaridade.</p>
<p>Na sua opinião, um dos critérios mais importantes é escolher um destino onde a língua falada seja compreensível para o viajante.</p>
<p>“Visite um lugar onde se sinta confiante e confortável”, recomendou.</p>
<p>Esta escolha pode reduzir significativamente o stress associado à adaptação e facilitar a resolução de eventuais problemas durante a viagem.</p>
<p><strong>O alojamento pode definir toda a experiência</strong><br />
Outro dos aspetos destacados pela especialista é a escolha do alojamento.</p>
<p>Jessica Nabongo prefere hotéis porque gosta de ter tudo facilmente acessível e organizado. Ainda assim, reconhece que os hostels continuam a ser uma excelente opção para muitos viajantes a solo, sobretudo para quem procura poupar dinheiro e conhecer novas pessoas.</p>
<p>Segundo explicou, este tipo de alojamento proporciona oportunidades de convívio que podem ajudar a combater a sensação de isolamento frequentemente associada às viagens individuais.</p>
<p><strong>Não esperar pela viagem perfeita</strong><br />
Um dos conselhos mais enfáticos deixados por Nabongo passa por não adiar indefinidamente os planos à espera das condições ideais.</p>
<p>A viajante defende que muitas pessoas acabam por nunca concretizar os seus projetos porque procuram uma experiência perfeita, com todos os detalhes cuidadosamente planeados.</p>
<p>“Encontre algo que esteja dentro do seu orçamento hoje, em vez de adiar uma viagem durante anos porque quer fazê-la de uma forma muito específica”, afirmou.</p>
<p>A especialista acrescentou que a pandemia de covid-19 demonstrou a importância de aproveitar as oportunidades quando elas surgem.</p>
<p>“Se a covid nos ensinou alguma coisa, foi que devemos viver agora”, sublinhou.</p>
<p><strong>O que faz assim que chega a um destino</strong><br />
Apesar de ter uma enorme experiência internacional, Jessica Nabongo mantém uma rotina simples sempre que chega a um novo país.</p>
<p>A primeira preocupação é encontrar o motorista que reservou antecipadamente para a transportar do aeroporto até ao alojamento.</p>
<p>“Não quero estar a tentar perceber os transportes públicos depois de um voo de oito, nove ou dez horas”, explicou.</p>
<p>Segundo a especialista, esta opção permite iniciar a viagem de forma mais tranquila e oferece uma primeira oportunidade para conversar com alguém local e obter informações sobre a cidade.</p>
<p><strong>Planear sem eliminar a espontaneidade</strong><br />
Embora considere importante fazer algumas reservas antecipadas, especialmente em restaurantes, Nabongo não aprecia agendas demasiado rígidas.</p>
<p>Na sua opinião, uma viagem excessivamente programada pode impedir algumas das melhores experiências.</p>
<p>“Muitas pessoas sentem-se mais confortáveis com planos concretos e isso é ótimo, mas também é preciso deixar espaço para a espontaneidade”, afirmou.</p>
<p>A ideia é encontrar um equilíbrio entre organização e flexibilidade, permitindo que surjam descobertas inesperadas ao longo do percurso.</p>
<p><strong>Como lidar com o medo da solidão</strong><br />
Uma das preocupações mais comuns entre quem pondera viajar sozinho é a possibilidade de se sentir isolado.</p>
<p>Para Jessica Nabongo, a melhor estratégia passa novamente por criar confiança gradualmente através de experiências individuais perto de casa.</p>
<p>Além disso, partilha um hábito que utiliza frequentemente durante as suas viagens: fazer refeições ao balcão dos restaurantes.</p>
<p>“Há muitas outras pessoas sozinhas ao balcão e também se pode conversar com o empregado do bar, por isso existe uma conversa quase natural”, explicou.</p>
<p>A especialista acredita que pequenos contactos espontâneos podem transformar completamente uma viagem.</p>
<p><strong>A maioria das pessoas está mais disponível para conversar do que pensamos</strong><br />
Durante a conversa no podcast, foi também recordada a opinião de um psicólogo que participou anteriormente no programa e que abordou a dificuldade que muitos adultos sentem em fazer novas amizades.</p>
<p>Segundo essa perspetiva, as pessoas tendem a sobrestimar a probabilidade de serem rejeitadas em interações sociais e, por isso, evitam iniciar conversas.</p>
<p>Na prática, porém, a realidade costuma ser diferente.</p>
<p>“Muitas pessoas são amigáveis e querem conhecer a sua história. Se conseguir ultrapassar esse bloqueio e falar com a pessoa sentada ao seu lado, coisas realmente interessantes podem acontecer”, foi referido durante o programa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772361]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Papa/Espanha: Associações de vítimas de abusos denunciam exclusão de encontros com Leão XIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 11:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Associações de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Espanha lamentaram hoje a exclusão de encontros com o Papa, que está em Madrid, de vários grupos que representam estas pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Associações de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Espanha lamentaram hoje a exclusão de encontros com o Papa, que está em Madrid, de vários grupos que representam estas pessoas.</P><br />
<P>&#8220;Sobreviventes dos abusos sexuais na Igreja pedem ao Papa Leão XIV uma escuta verdadeiramente inclusiva e denunciam a exclusão de associações representativas&#8221; de vítimas, denunciaram oito associações, num comunicado.</P><br />
<P>Leão XIV chegou no sábado a Madrid para um visita de uma semana a Espanha que passará também por Barcelona e pelas ilhas Canárias e durante a qual terá encontros com vítimas de abusos sexuais no seio da Igeja Católica em Espanha, disse o Vaticano.</P><br />
<P>As oito associações que hoje divulgaram um comunicado denunciaram &#8220;a falta de representatividade e de pluralidade nos encontros previstos com o Papa&#8221;, cujo local e hora não são conhecidos.</P><br />
<P>&#8220;A opinião pública pode interpretar erradamente que o conjunto das vítimas se sente satisfeito com a celebração destes encontros. No entanto, existem diversas sensibilidades e numerosos grupos que não foram levados em conta. A exclusão de associações representativas e de sobreviventes que trabalham há anos pela verdade, a justiça e a reparação só contribui para aumentar o sentimento de abandono&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>O Governo de Espanha e a Igreja Católica, através da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), anunciaram em 08 de janeiro um acordo para a reparação de centenas de vítimas de abusos sexuais cujos casos já não podem ter resposta judicial.</P><br />
<P>Ao abrigo deste acordo, será a Igreja a assumir essa reparação.</P><br />
<P>Em causa estão indemnizações económicas ou outro tipo de reparações simbólicas de vítimas de crimes sexuais no âmbito da Igreja católica em Espanha cujos casos são processados e analisados através de uma estrutura da Provedoria de Justiça.</P><br />
<P>O parlamento espanhol decidiu em 10 de março de 2022 criar uma comissão presidida pelo provedor de Justiça, Ángel Gabilondo, para investigar, pela primeira vez de forma oficial, os abusos a menores no seio da Igreja Católica.</P><br />
<P>Num relatório apresentado em outubro de 2024, o provedor revelou terem sido recolhidos 674 testemunhos de abusos sexuais cometidos &#8220;no âmbito da Igreja Católica&#8221; em Espanha e apelou às instituições públicas para avançarem com formas de compensação das vítimas.</P><br />
<P>O relatório incluiu também o resultado de uma sondagem que estima que 1,3% da população adulta de Espanha foi vítima deste tipo de crimes, o que equivale a cerca de 445 mil pessoas.</P><br />
<P>Segundo a mesma estimativa, 0,6% dos abusos (envolvendo perto de 236.500 vítimas) foram cometidos por sacerdotes ou outros membros da Igreja Católica.</P><br />
<P>Na sequência deste relatório, o Governo espanhol aprovou no mesmo ano um plano para ressarcir as vítimas e disse ter iniciado negociações com os bispos para ser a instituição a assumir os custos das indemnizações de casos que não tiveram resposta judicial, por já terem prescrito ou por dificuldade de obtenção de provas.</P><br />
<P>As associações que hoje divulgaram um comunicado sublinharam que trabalharam também com a Provedoria de Justiça nos últimos anos, mas nem todas as vítimas estão reconhecidas no acordo assinado entre Governo e Igreja ou o apoiam.</P><br />
<P>&#8220;O nosso apelo não procura enfrentar umas vítimas com outras. Todas merecem respeito e consideração. O que pedimos é que nenhuma pessoa sobrevivente fique relegada à invisibilidade e que o compromisso com a verdade, a justiça, a reparação e as garantias de não repetição alcancem todos os afetados, sem exclusões&#8221;, sublinham.</P><br />
<P>O Papa disse no sábado que os abusos sexuais &#8220;são uma chaga ainda aberta&#8221; e que vai continuar a trabalhar pessoalmente, assim como toda a Igreja, neste problema.</P><br />
<P>&#8220;Sublinho o facto de que eu pessoalmente trabalhei sempre para instituir comissões, para fazer regras e continuarei a fazê-lo, também toda a Igreja, porque é uma chaga ainda aberta&#8221;, disse Leão XIV, citado por jornalistas que viajaram com o Papa no avião que o levou de Roma a Madrid.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773103]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: Seguro e Montenegro &#8220;completam-se&#8221; no Luxemburgo e &#8220;é assim que tem de ser&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 11:42:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luxemburgo, 07 jun 2026 (Lusa) &#8212; Um autógrafo numa bandeira nacional no Luxemburgo permitiu hoje ao Presidente da República e ao primeiro-ministro assumirem que se completam e que &#8220;é assim que tem de ser&#8221;, recebendo um voto de confiança de que &#8220;dois homens podem mudar Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Luís Montenegro juntou-se hoje ao programa de António José Seguro, que visita o Luxemburgo desde sexta-feira, numa deslocação que marca o arranque das comemorações do Dia de Portugal.</P><br />
<P>No primeiro ponto conjunto, o primeiro-ministro aguardou alguns minutos pelo Presidente da República e, tal como já tinha acontecido a Seguro na sexta-feira, Montenegro foi abordado pelo emigrante Pedro Teixeira, que tem uma coleção de autógrafos de várias personalidades portuguesas, onde já se conta um do chefe de Estado, que assinou no lado &#8220;verde da esperança&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Então pronto eu vou aqui para o lado do vermelho&#8221;, escolheu Montenegro.</P><br />
<P>&#8220;Está a ver? Assim completamo-nos&#8221;, respondeu, de pronto, António José Seguro.</P><br />
<P>E o primeiro-ministro acrescentou: &#8220;É assim que tem de ser&#8221;.</P><br />
<P>Apesar de se confessar desiludido com os políticos, Pedro Teixeira deixou uma confiança nos atuais responsáveis máximos da política portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;Independentemente dos partidos, dois homens podem mudar Portugal. E eu deixei de acreditar há muito tempo na política, mas acredito que dois homens podem fazer a diferença&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>E recebeu uma garantia do chefe do Governo: &#8220;Estamos aqui para isso&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773102]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Maus Polacos&#8221; vence prémio de Melhor Documentário no festival BEAST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 11:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O filme "Maus Polacos", de Kamila Cwiklinska, recebeu o prémio de Melhor Documentário do BEAST - Festival Internacional de Cinema de Leste, organizado no Porto, que termina hoje após o anúncio dos premiados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O filme &#8220;Maus Polacos&#8221;, de Kamila Cwiklinska, recebeu o prémio de Melhor Documentário do BEAST &#8211; Festival Internacional de Cinema de Leste, organizado no Porto, que termina hoje após o anúncio dos premiados.</P><br />
<P>&#8220;Maus Polacos&#8221;, de 2024, foi premiado por se ter destacado &#8220;pelo notável poder de uma conversa reveladora entre duas pessoas&#8221;, ao explorar &#8220;as complexidades enfrentadas pela comunidade &#8216;queer&#8217; e LGBTQIA+ no contexto polaco&#8221;.</P><br />
<P>O prémio para Melhor Ficção foi entregue a &#8220;Ao Nascer do Sol&#8221; (2025), de Stefan Ivancic, uma produção croata, sérvia, eslovena e estónia sobre a fragmentação comunitária no leste após o final da &#8216;Cortina de Ferro&#8217;.</P><br />
<P>Iva Radivojevic conquistou o galardão para filmes experimentais, com &#8220;Dragica, Danica, Duska / ou / quando Zora, a deusa do Amanhecer, abre as portas do Céu para que o Sol surja&#8221;, enquanto &#8220;A Piscina ou a Morte de um Peixe Dourado&#8221; valeu outra distinção a cineastas polacos, no caso Daria Kopiec, na categoria de Melhor Animação.</P><br />
<P>Aqui, o júri fez menção honrosa a &#8220;Amarelo Banana&#8221;, uma coprodução portuguesa e húngara de 2025 cuja realização é de Alexandre Sousa, que &#8220;constrói uma relação poderosa e enigmática entre nós próprios e o outro&#8221;.</P><br />
<P>Os prémios foram entregues na noite de sábado, no Passos Manuel, e o evento encerra hoje com sessões no Batalha-Centro de Cinema e no Cinema Trindade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773101]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Kiev denuncia ataque russo perto de depósito de combustível nuclear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 11:17:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia acusou hoje a Rússia de ter atingido com um drone as imediações de um depósito de combustível nuclear usado na zona de exclusão da central de Chernobil, sem registo de fuga radioativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ucrânia acusou hoje a Rússia de ter atingido com um drone as imediações de um depósito de combustível nuclear usado na zona de exclusão da central de Chernobil, sem registo de fuga radioativa.</P><br />
<P>O ataque ocorreu pelas 02:10 locais (00:10 em Lisboa) e provocou um incêndio nas instalações do Centro de Armazenamento Centralizado de Combustível Nuclear Irradiado (CSSF, na sigla em inglês), anunciou a operadora estatal Energoatom.</P><br />
<P>O drone atingiu um edifício de receção de contentores e causou graves danos materiais, referiu o organismo responsável pelas centrais nucleares ucranianas, citado pela agência de notícias espanhola Europa Press (EP).</P><br />
<P>&#8220;O foco do incêndio, com uma superfície de 40 metros quadrados, foi rapidamente localizado e completamente extinto. Não há feridos entre o pessoal&#8221;, disse a Energoatom.</P><br />
<P>&#8220;A situação radiológica na instalação central de armazenamento de combustível nuclear mantém-se dentro dos limites normais&#8221;, explicou a empresa ucraniana. </P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, qualificou o ataque russo como &#8220;extremamente vil&#8221; e precisou que foi usado um drone &#8220;Shahed&#8221;, de fabrico iraniano.</P><br />
<P>&#8220;O Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Ministério da Energia e todos os nossos serviços já estão a trabalhar para garantir que cada um dos parceiros saiba o que aconteceu&#8221;, disse numa mensagem citada pela agência noticiosa Ukrinform.</P><br />
<P>Zelensky apelou à comunidade internacional para que &#8220;tome novas medidas concretas que obriguem o agressor a sentir as consequências da sua guerra terrorista&#8221;, acrescentou a agência ucraniana.</P><br />
<P>A Ucrânia informou de imediato a Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), cuja equipa em Chernobil &#8220;visitará em breve as instalações para inspecionar o impacto&#8221;.</P><br />
<P>Numa declaração divulgada pela AIEA nas redes sociais, o diretor-geral da agência especializada da ONU, Rafael Mariano Grossi, considerou o incidente &#8220;profundamente preocupante&#8221;.</P><br />
<P>O ataque &#8220;ocorreu numa instalação que contém grandes quantidades de material nuclear, armazenado a poucos metros do edifício atacado&#8221;, disse Grossi.</P><br />
<P>&#8220;Os ataques contra instalações nucleares são totalmente inaceitáveis e constituem uma violação direta dos princípios fundamentais de segurança nuclear, em particular os sete pilares indispensáveis para a segurança nuclear durante um conflito militar&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A central de Chernobil está desativada desde o acidente ali ocorrido em 26 de abril de 1986, quando a Ucrânia integrava a então União Soviética.</P><br />
<P>O número de vítimas do acidente permanece desconhecido, com uma contagem oficial de 31 mortos divulgada na altura, mas as estimativas variam entre quatro mil e centenas de milhares, devido a doenças contraídas por exposição à radiação.</P><br />
<P>O reator que esteve na origem do acidente foi coberto por um sarcófago construído em pouco tempo, cuja segurança tem sido posta em causa, nomeadamente devido à guerra iniciada pela Rússia em fevereiro de 2022.</P><br />
<P>A Ucrânia, que se tornou independente em 1991, pouco antes da dissolução do bloco político controlado pela Rússia, tem atualmente quatro centrais de energia com um total de 15 reatores nucleares.</P><br />
<P>Uma delas, a de Zaporijia (sul), a maior da Europa, está ocupada por tropas russas desde a invasão de 2022.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773100]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Passe ferroviário verde disponível na aplicação gov.pt</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/passe-ferroviario-verde-disponivel-na-aplicacao-gov-pt/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 11:14:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O passe ferroviário verde passa agora a estar disponível na aplicação gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O passe ferroviário verde passa agora a estar disponível na aplicação gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou hoje o Governo.</P><br />
<P>&#8220;O passe ferroviário verde passa a estar disponível na app gov.pt, a aplicação oficial do Estado português de acesso a documentos digitais&#8221;, lê-se num comunicado conjunto dos ministérios das Infraestruturas e da Reforma do Estado. </P><br />
<P>Conforme detalhou o executivo, após o carregamento no &#8216;site&#8217; da CP &#8212; Comboios de Portugal, os titulares passam a ter acessível no seu telemóvel este passe, dispensando o cartão físico, à semelhança do que acontece, por exemplo, com o cartão de cidadão ou com a carta de condução.</P><br />
<P>&#8220;O investimento que estamos a fazer em comboios e na ferrovia traduz-se igualmente num reforço da aposta na digitalização. O Governo está empenhado em continuar a trabalhar para uma mobilidade mais sustentável, inteligente e digital&#8221;, afirmou, citado na mesma nota, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.  </P><br />
<P>Por sua vez, o ministro da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, sublinhou que esta nova funcionalidade reflete o compromisso do Governo &#8220;com um Estado mais simples, digital e próximo dos cidadãos&#8221;.  </P><br />
<P>De acordo com dados avançados pelo executivo, desde 2024 foram vendidos mais de um milhão destes passes. </P><br />
<P>O passe ferroviário verde, que custa 20 euros, permite ao seu titular viajar em toda a rede de comboios regionais, intercidades e nos troços urbanos que não estão incluídos nos títulos intermodais. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773098]]></sapo:autor>
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		<title>A doença que dispara no verão e que pode arruinar férias em poucos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 11:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O verão é tradicionalmente associado a férias, viagens, churrascos, piqueniques e refeições ao ar livre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão é tradicionalmente associado a férias, viagens, churrascos, piqueniques e refeições ao ar livre. No entanto, os mesmos fatores que tornam esta época do ano mais propícia ao convívio e ao lazer contribuem também para o aumento de um problema de saúde frequentemente subestimado: as intoxicações alimentares.</p>
<p>Segundo vários especialistas citados pelo HuffPost, os meses mais quentes criam condições ideais para a proliferação de bactérias responsáveis por doenças transmitidas por alimentos, levando a um aumento significativo dos casos durante o verão.</p>
<p>Embora a maioria das pessoas recupere sem necessidade de cuidados médicos, os especialistas alertam que algumas infeções podem provocar complicações graves, sobretudo em grupos mais vulneráveis.</p>
<p><strong>Calor favorece crescimento de bactérias</strong><br />
De acordo com Leslie A. Waid, enfermeira especialista do Centro de Saúde Digestiva da Universidade de Pittsburgh Medical Center Hamot, o aumento das temperaturas desempenha um papel determinante na propagação destas doenças.</p>
<p>“As temperaturas elevadas podem potenciar o crescimento bacteriano e aumentar a sobrevivência das bactérias”, explicou.</p>
<p>Entre os microrganismos que mais facilmente proliferam durante os períodos de calor encontram-se a Escherichia coli (E. coli), a salmonela e o campylobacter, bactérias frequentemente associadas a surtos alimentares.</p>
<p>Alguns alimentos apresentam um risco particularmente elevado de contaminação, incluindo vegetais de folha verde, produtos lácteos não pasteurizados, carnes mal cozinhadas e produtos de charcutaria.</p>
<p><strong>Churrascos e refeições ao ar livre aumentam os riscos</strong><br />
Os especialistas sublinham que o aumento das atividades ao ar livre durante o verão contribui igualmente para o agravamento do problema.</p>
<p>Praias, parques, festivais, passeios e churrascos implicam frequentemente que os alimentos permaneçam durante longos períodos fora de refrigeração adequada, criando condições favoráveis à multiplicação de bactérias.</p>
<p>A médica de família Beth Oller destaca que os ambientes exteriores também dificultam a manutenção de boas práticas de higiene.</p>
<p>“Os espaços ao ar livre significam menos acesso a água e sabão para lavar utensílios, superfícies e mãos, aumentando o risco de propagação de bactérias, como a contaminação cruzada entre carne crua e outros alimentos”, explicou.</p>
<p><strong>Sintomas podem surgir poucas horas depois</strong><br />
Quem já sofreu uma intoxicação alimentar conhece bem os efeitos que estas infeções podem provocar no sistema digestivo.</p>
<p>Os sintomas mais frequentes incluem:</p>
<ul>
<li>Náuseas;</li>
<li>Vómitos;</li>
<li>Dores abdominais;</li>
<li>Diarreia;</li>
<li>Diarreia com sangue, em alguns casos.</li>
</ul>
<p>Além destes sinais, podem também surgir dores de cabeça, dores musculares e fadiga.</p>
<p>Segundo Beth Oller, a intensidade dos sintomas pode variar consideravelmente, desde quadros ligeiros até situações potencialmente graves.</p>
<p><strong>O tempo de incubação varia conforme a origem</strong><br />
Os especialistas explicam que o aparecimento dos sintomas depende do agente responsável pela infeção.</p>
<p>Casey Carnell, assistente médica do mesmo centro de saúde digestiva, refere que algumas bactérias e vírus podem provocar sintomas entre duas e dez horas após a ingestão do alimento contaminado.</p>
<p>Noutros casos, os sinais podem surgir apenas até 96 horas depois.</p>
<p>As infeções parasitárias tendem a manifestar-se mais tarde.</p>
<p>“Uma infeção parasitária pode demorar uma a duas semanas a produzir sintomas”, explicou Carnell.</p>
<p><strong>Como aliviar os sintomas em casa</strong><br />
Na maioria dos casos, o tratamento passa sobretudo pelo repouso e pela reposição adequada de líquidos.</p>
<p>Quando a diarreia é intensa, Casey Carnell recomenda uma alimentação simples e de fácil digestão, conhecida como dieta BRAT, composta por:</p>
<ul>
<li>Banana;</li>
<li>Arroz;</li>
<li>Puré de maçã;</li>
<li>Tostas.</li>
</ul>
<p>Esta abordagem ajuda a reduzir a irritação gastrointestinal e a facilitar a recuperação.</p>
<p>Nos casos em que existem vómitos ou dores abdominais, a especialista aconselha o consumo de bebidas com eletrólitos para evitar desequilíbrios nos níveis de sódio e potássio.</p>
<p><strong>Sinais de alerta exigem assistência médica</strong><br />
Embora a maioria das intoxicações alimentares desapareça espontaneamente ao fim de alguns dias, existem situações que exigem avaliação médica urgente.</p>
<p>Os especialistas identificam vários sinais preocupantes:</p>
<ul>
<li>Febre elevada;</li>
<li>Vómitos persistentes;</li>
<li>Diarreia com sangue;</li>
<li>Sangue nos vómitos;</li>
<li>Incapacidade de ingerir líquidos;</li>
<li>Sinais de desidratação grave;</li>
<li>Tonturas;</li>
<li>Confusão mental.</li>
</ul>
<p>Em situações extremas, uma intoxicação alimentar não tratada pode evoluir para sépsis, uma complicação potencialmente fatal.</p>
<p><strong>Grupos mais vulneráveis enfrentam maior perigo</strong><br />
Os médicos alertam que determinados grupos apresentam um risco acrescido de desenvolver formas graves da doença.</p>
<p>Entre eles encontram-se:</p>
<ul>
<li>Bebés e crianças pequenas;</li>
<li>Idosos;</li>
<li>Pessoas imunodeprimidas;</li>
<li>Doentes sujeitos a terapêuticas imunossupressoras.</li>
</ul>
<p>Nestes casos, os especialistas recomendam não adiar a procura de cuidados médicos caso surjam sintomas suspeitos.</p>
<p>Quando o tratamento hospitalar se torna necessário, pode incluir medicação para controlar as náuseas, fármacos para aliviar a dor abdominal, reposição intravenosa de líquidos e, em algumas situações, antibióticos.</p>
<p><strong>Contaminação pode ocorrer antes da compra</strong><br />
Um dos aspetos destacados pelos especialistas é que nem todas as intoxicações alimentares resultam de erros cometidos pelos consumidores.</p>
<p>Alguns alimentos podem já chegar contaminados aos pontos de venda.</p>
<p>Casey Carnell recorda que vários surtos de E. coli foram associados a alfaces embaladas e outros produtos comercializados em supermercados.</p>
<p>Por esse motivo, recomenda que os casos suspeitos sejam comunicados às autoridades de saúde, uma vez que podem estar relacionados com surtos mais abrangentes.</p>
<p><strong>Higiene continua a ser a principal arma de prevenção</strong><br />
Os especialistas são unânimes ao afirmar que a melhor forma de evitar intoxicações alimentares continua a ser a adoção rigorosa de medidas básicas de higiene.</p>
<p>A lavagem correta das mãos é apontada como uma das estratégias mais eficazes.</p>
<p>Segundo os médicos, as mãos devem ser lavadas durante pelo menos 20 segundos não apenas após utilizar a casa de banho, mas também:</p>
<ul>
<li>Depois de tocar em animais;</li>
<li>Após atividades aquáticas;</li>
<li>Depois de manusear lixo;</li>
<li>Antes de preparar refeições;</li>
<li>Antes de comer.</li>
</ul>
<p>Waid acrescenta que algumas infeções alimentares podem ser contagiosas, sobretudo quando as bactérias são eliminadas através das fezes ou dos vómitos.</p>
<p>Nesses casos, torna-se fundamental uma limpeza profunda das instalações sanitárias para evitar a transmissão a outros membros do agregado familiar.</p>
<p><strong>Como evitar intoxicações durante o verão</strong><br />
Além da higiene pessoal, os especialistas recomendam cuidados específicos com os alimentos:</p>
<ul>
<li>Lavar cuidadosamente frutas e vegetais;</li>
<li>Separar carnes cruas de outros alimentos;</li>
<li>Cozinhar completamente todas as carnes;</li>
<li>Utilizar embalagens adequadas para transporte;</li>
<li>Manter os alimentos refrigerados sempre que possível.</li>
</ul>
<p>Os médicos alertam ainda para a chamada “zona de perigo” alimentar, correspondente a temperaturas entre aproximadamente 4°C e 60°C. É nesta faixa que as bactérias se multiplicam mais rapidamente.</p>
<p>Segundo Leslie Waid, a combinação de temperaturas elevadas, atividades ao ar livre e falhas na conservação dos alimentos cria “a tempestade perfeita para a transmissão de doenças alimentares durante os meses de verão”.</p>
<p>A mensagem dos especialistas é clara: não é necessário abdicar dos churrascos, dos piqueniques ou das refeições ao ar livre, mas alguns cuidados simples podem fazer a diferença entre umas férias tranquilas e vários dias passados a recuperar de uma intoxicação alimentar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772373]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: PR apela a que Luxemburgo alargue opção curricular de ensino de português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 10:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luxemburgo, 07 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República afirmou hoje que apelou aos responsáveis do Luxemburgo para que alarguem a disponibilização do português como língua de opção no programa curricular, lembrando que um terço dos residentes no país é lusófono. </P><br />
<P>António José Seguro falava numa sessão com alunos que aprendem português no Luxemburgo, país que visita desde sexta-feira e que marca o arranque das comemorações oficiais do Dia de Portugal, a que se juntou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro.</P><br />
<P>O chefe de Estado salientou que o português &#8220;é uma chave que abre portas no mundo inteiro&#8221;, falado por 260 milhões de pessoas em quatro continentes.</P><br />
<P>&#8220;Quando estiverem cansados nas aulas, lembrem-se disso. Não estão apenas a aprender uma língua, estão a ligar-se ao mundo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Aos pais e professores, assegurou que o seu papel &#8220;é reconhecido e valorizado pelo Presidente da República de Portugal e também pelo primeiro-ministro&#8221;, que tinha discursado minutos antes.</P><br />
<P>&#8220;Deixei aos responsáveis luxemburgueses um apelo claro: que alarguem a disponibilização do português como língua de opção no programa curricular do nosso ensino, aqui, num país onde cerca de um terço de residentes é lusófono, onde o português é a segunda língua principal falada em casa pelos alunos do ensino público e isso é relevante para o nosso país&#8221;, disse.</P><br />
<P>Para Seguro, esta é &#8220;uma opção decisiva para o fortalecimento de uma comunidade dinâmica e coesa&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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