O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, e a sua equipa terão, em breve, de decidir se vão partilhar as transcrições das chamadas presidenciais com líderes estrangeiros ou se, por outro lado, mantêm o bloqueio destas chamadas oficiais e de outras informações altamente sensíveis impostas pela administração Trump.
Uma fonte próxima da equipa de transição de Biden disse à CNN que ainda não foram tomadas decisões sobre a forma como estas matérias sensíveis serão tratadas quando o Presidente eleito tomar posse no dia 20 de janeiro.
Pelo menos no início, é provável que a administração Trump se mantenha na posse dessas informações, até Joe Biden e Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional escolhido, possam avaliar as necessidades de segurança da informação.
Segundo a CNN, um alto funcionário americano disse que a equipa de Biden terá acesso a um servidor secreto que contém as conversas mais controversas de Donald Trump com líderes estrangeiros, e a administração Trump está preparada para partilhar qualquer informação considerada relevante para o futuro processo de tomada de decisões de Biden.
Embora a equipa de Biden tenha provavelmente como objetivo ser mais transparente, muito mudou desde que os seus conselheiros superiores estiveram no governo. O clima politicamente ‘carregado’ após as eleições tem levado alguns funcionários a apelar à prudência nos primeiros meses, para prevenir fugas de informação e avaliar as necessidades e limites da partilha de matérias sensíveis.




