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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Trump quer financiar organizações europeias alinhadas com a agenda MAGA. Há 4,9 milhões de dólares para oferecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração norte-americana de Donald Trump abriu um programa de financiamento destinado a organizações europeias que promovam princípios considerados alinhados com a sua visão política, numa iniciativa que está a gerar preocupação entre especialistas e dirigentes europeus quanto ao potencial impacto na esfera pública e no debate político do continente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A administração norte-americana de Donald Trump abriu um programa de financiamento destinado a organizações europeias que promovam princípios considerados alinhados com a sua visão política, numa iniciativa que está a gerar preocupação entre especialistas e dirigentes europeus quanto ao potencial impacto na esfera pública e no debate político do continente. A medida surge após meses de sucessivas críticas de responsáveis norte-americanos à União Europeia e às suas políticas em matérias como imigração, liberdade de expressão, cultura e regulamentação tecnológica.</p>
<p>Segundo o El Confidencial, a iniciativa foi lançada a 13 de julho por um gabinete do Departamento de Estado norte-americano através de uma convocatória destinada a reforçar os chamados &#8220;laços entre civilizações&#8221; e a &#8220;resiliência democrática&#8221;. Centros de investigação, organizações não-governamentais, instituições educativas e think tanks poderão candidatar-se até meados de agosto para receber subvenções que podem atingir os três milhões de dólares por projeto. No total, o programa dispõe de 4,9 milhões de dólares para apoiar iniciativas de investigação, conferências, atividades culturais e ações dirigidas à sociedade civil em diferentes democracias. A própria convocatória esclarece que os beneficiários &#8220;não devem tentar reformar os processos legislativos&#8221;, embora vários especialistas admitam receios quanto à influência indireta que estes financiamentos poderão exercer na vida política europeia.</p>
<p>A iniciativa enquadra-se numa estratégia política que Washington tem vindo a desenvolver desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Ainda antes disso, durante a Conferência de Segurança de Munique, o vice-presidente norte-americano, JD Vance, criticou duramente a evolução política europeia, afirmando estar preocupado com &#8220;a ameaça que vem de dentro&#8221; e com o alegado afastamento da Europa &#8220;de alguns dos seus valores mais fundamentais&#8221;. Desde então, Trump classificou as políticas migratórias europeias como um &#8220;suicídio&#8221; perante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, enquanto o secretário de Estado, Marco Rubio, acusou a União Europeia de limitar a liberdade de expressão e o secretário da Defesa, Pete Hegseth, criticou a dependência militar europeia e a fragilidade política de vários governos do continente.</p>
<p>Paralelamente ao discurso político, a administração norte-americana tem reforçado a aproximação a vários movimentos e partidos conservadores e de direita radical na Europa. Essa estratégia ficou visível em iniciativas como o apoio internacional à campanha de Viktor Orbán, na Hungria, que reuniu dirigentes como Marine Le Pen, Geert Wilders, Matteo Salvini e Santiago Abascal, bem como em documentos estratégicos dos Estados Unidos que descrevem a Europa como estando confrontada com a eventual &#8220;destruição da sua civilização&#8221; e elogiam o crescimento da influência dos chamados &#8220;partidos patrióticos europeus&#8221;.</p>
<p>Apesar destas posições, especialistas sublinham que o novo programa não se destina formalmente ao financiamento direto de partidos políticos. Majda Ruge, investigadora do European Council on Foreign Relations (ECFR) especializada em política externa dos Estados Unidos, nacionalismo e democracias iliberais, explicou ao El Confidencial que, na maioria dos países europeus, &#8220;os partidos políticos não podem receber financiamento de governos estrangeiros por lei&#8221; e que qualquer tentativa nesse sentido violaria a legislação nacional. A investigadora considera, contudo, que o programa pretende apoiar organizações conservadoras, grupos de reflexão, entidades educativas e organizações de defesa de determinadas causas ligadas a temas como género, cultura ou comunicação social, distinguindo esse apoio da intervenção direta em processos eleitorais.</p>
<p>As preocupações não se limitam, porém, ao possível impacto político. O chanceler alemão, Friedrich Merz, foi um dos primeiros líderes europeus a alertar Washington para que não interfira nas eleições regionais alemãs previstas para setembro, onde a Alternativa para a Alemanha (AfD) lidera as sondagens em alguns estados federados. &#8220;Da nossa parte, não interferimos nas eleições norte-americanas. Da mesma forma, não quero que o Governo dos Estados Unidos nem instituições próximas interfiram nas eleições alemãs&#8221;, afirmou.</p>
<p>A perceção da proximidade à administração Trump também parece estar a mudar entre alguns dirigentes europeus da direita conservadora. O exemplo mais citado é o da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que procurou apresentar-se como a principal interlocutora europeia de Trump, mas que, segundo diversos analistas, se tem distanciado da Casa Branca desde o início da guerra com o Irão, devido ao desgaste político dessa associação junto do eleitorado italiano. A relação deteriorou-se ainda mais depois de Trump afirmar que Meloni lhe teria &#8220;implorado&#8221; uma fotografia conjunta durante a cimeira do G7. A chefe do Governo italiano respondeu publicamente, afirmando sentir-se &#8220;consternada&#8221; e lamentando que o Presidente norte-americano não demonstrasse a mesma firmeza perante &#8220;os inimigos do Ocidente&#8221;.</p>
<p>Majda Ruge considera que, desde o início deste ano, a associação à administração Trump se transformou mais num fator de desgaste do que numa vantagem para muitos movimentos da direita radical europeia, devido à impopularidade da guerra com o Irão e às consequências económicas e migratórias daí resultantes. Ainda assim, a especialista relativiza o eventual impacto eleitoral das novas subvenções, defendendo que &#8220;as ideias conservadoras e os movimentos já existem na Europa&#8221; e que &#8220;têm apoio independentemente do dinheiro norte-americano&#8221;.</p>
<p>Outra dimensão da polémica resulta de uma investigação da organização jornalística norte-americana ProPublica, citada pelo El Confidencial, segundo a qual este programa representa uma mudança significativa na política tradicional de financiamento externo dos Estados Unidos. Habitualmente, o Departamento de Estado privilegiava organizações dedicadas à defesa dos direitos humanos, da liberdade de expressão e das minorias perseguidas, através de concursos públicos avaliados por técnicos especializados. A investigação sustenta, porém, que membros da administração Trump terão apresentado listas próprias de organizações para financiamento, contornando parcialmente o processo habitual de seleção. Segundo a ProPublica, algumas dessas entidades estariam ligadas a movimentos conservadores, anti-imigração e até a grupos defensores da minoria branca sul-africana.</p>
<p>As críticas estenderam-se também ao Congresso norte-americano. Um antigo funcionário responsável pelos processos de atribuição destas verbas afirmou que os financiamentos não devem ser atribuídos com base em critérios políticos ou ideológicos. A senadora democrata Jeanne Shaheen considerou que estes apoios sugerem que o Departamento de Estado pretende escolher beneficiários &#8220;em função da sua ideologia política, e não no interesse dos contribuintes norte-americanos nem da segurança nacional&#8221;. Em resposta, um porta-voz do Departamento de Estado garantiu que todas as candidaturas continuarão sujeitas ao &#8220;rigoroso processo de avaliação&#8221; habitual e que as decisões permanecem &#8220;em deliberação ativa&#8221;, acrescentando que os programas de assistência externa estão alinhados com &#8220;as prioridades estratégicas&#8221; dos Estados Unidos.</p>
<p>Entre as organizações apontadas como potenciais beneficiárias encontra-se a britânica Free Speech Union, fundada pelo membro da Câmara dos Lordes Toby Young. A associação apresenta-se como uma organização apartidária dedicada à defesa da liberdade de expressão, mas é frequentemente identificada pelos críticos com posições anti-woke e pela oposição a diversas políticas relacionadas com identidade de género e direitos LGBT.</p>
<p>Um dos rostos mais visíveis desta nova estratégia norte-americana é Samuel Samson, conselheiro principal da Direção para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (DRL) do Departamento de Estado. Aos 27 anos, tornou-se uma figura central na redefinição das relações entre Washington e a Europa, tendo promovido contactos com dirigentes da AfD na Alemanha, com Nigel Farage, líder do Reform UK, no Reino Unido, e participado em iniciativas relacionadas com Marine Le Pen, em França. Num ensaio publicado na plataforma oficial Substack do Departamento de Estado, Samson escreveu que &#8220;a Europa tornou-se um foco de censura digital, migração em massa, restrições à liberdade religiosa e muitos outros ataques ao autogoverno democrático&#8221;.</p>
<p>Majda Ruge sustenta, contudo, que por detrás desta narrativa existe também uma dimensão económica e tecnológica. Segundo a investigadora do ECFR, a administração Trump procura igualmente proteger os interesses das grandes empresas tecnológicas norte-americanas, contrariando a regulamentação da União Europeia sobre inteligência artificial, plataformas digitais e conteúdos online. Na sua perspetiva, Bruxelas deve responder demonstrando que o modelo regulatório europeu não visa limitar vozes conservadoras nem penalizar empresas norte-americanas, mas sim estabelecer regras aplicáveis ao funcionamento das grandes plataformas digitais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793576]]></sapo:autor>
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		<title>Vírus do Nilo Ocidental está a aumentar na Europa. OMS deixa alerta e explica como se deve proteger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) está a alertar para o aumento dos casos do vírus do Nilo Ocidental em vários países do sul da Europa e apela ao reforço das medidas de prevenção durante os meses de maior atividade dos mosquitos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) está a alertar para o aumento dos casos do vírus do Nilo Ocidental em vários países do sul da Europa e apela ao reforço das medidas de prevenção durante os meses de maior atividade dos mosquitos. A época de transmissão da doença decorre habitualmente entre o final da primavera e o outono, atingindo o pico entre julho e setembro, período em que já foram registados casos na Grécia, Itália, Espanha, Roménia e Macedónia do Norte.</p>
<p>Perante este cenário, o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri P. Kluge, sublinha que a prevenção continua a ser a melhor forma de proteção, uma vez que não existe uma vacina aprovada para utilização em seres humanos e o tratamento limita-se ao alívio dos sintomas e aos cuidados hospitalares de suporte nos casos mais graves. &#8220;Medidas simples como usar roupa que cubra a pele, aplicar repelente e eliminar águas paradas junto das habitações podem fazer uma diferença real&#8221;, afirmou esta sexta-feira.</p>
<p>A OMS Europa recomenda que as pessoas residentes ou em viagem para zonas afetadas utilizem vestuário que cubra grande parte do corpo, reduzam a permanência no exterior durante os períodos em que os mosquitos são mais ativos — sobretudo ao amanhecer e ao entardecer —, apliquem repelente, utilizem redes mosquiteiras nas janelas e portas das habitações e protejam camas e carrinhos de bebé com redes apropriadas. A organização aconselha ainda à eliminação de recipientes, vasos e outros locais onde possa acumular-se água estagnada, reduzindo assim os locais de reprodução dos mosquitos responsáveis pela transmissão do vírus.</p>
<p>Embora a maioria das infeções seja assintomática, a OMS refere que cerca de 70% a 80% das pessoas infetadas não desenvolvem qualquer sintoma. Quando estes surgem, podem incluir febre, dores de cabeça, fadiga, dores musculares, náuseas, vómitos, erupções cutâneas e aumento dos gânglios linfáticos. Hans Henri P. Kluge alerta que &#8220;qualquer pessoa que desenvolva febre alta, erupções cutâneas ou rigidez no pescoço após uma picada de mosquito deve procurar assistência médica sem demora&#8221;. Cerca de uma em cada 150 pessoas infetadas desenvolve doença grave com envolvimento do sistema nervoso central, podendo surgir complicações como encefalite ou meningite, potencialmente fatais.</p>
<p>A OMS alerta ainda que as alterações climáticas estão a criar condições cada vez mais favoráveis à propagação do vírus. &#8220;O vírus do Nilo Ocidental não é uma ameaça nova, mas as condições que impulsionam a sua propagação estão a mudar rapidamente&#8221;, afirmou Hans Henri P. Kluge. Segundo o responsável, &#8220;temperaturas mais elevadas e verões mais longos estão a dar aos mosquitos mais tempo e mais território para transmitir este vírus&#8221;, o que poderá traduzir-se num aumento da transmissão nos próximos anos.</p>
<p>Os dados mais recentes mostram que a Grécia regista, até ao momento, o agravamento mais significativo da situação, com 21 casos humanos confirmados até 22 de julho. Destes, 20 desenvolveram doença neuroinvasiva, incluindo encefalite ou meningite, e 13 permanecem internados. Já Itália apresenta a maior dispersão geográfica da infeção, com 21 casos confirmados distribuídos por 17 áreas diferentes até 15 de julho. Foram igualmente confirmadas infeções adquiridas localmente na Macedónia do Norte (dois casos), Roménia (dois casos) e Espanha (dois casos), acompanhando uma tendência que preocupa as autoridades de saúde europeias à medida que avança o verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793556]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato considera incompreensível quatro meses para colocação de médicos de família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) considerou hoje incompreensível o período de quatro meses que decorreu entre o fim da formação dos novos especialistas de medicina geral e familiar e a sua colocação nos centros de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) considerou hoje incompreensível o período de quatro meses que decorreu entre o fim da formação dos novos especialistas de medicina geral e familiar e a sua colocação nos centros de saúde.</P><br />
<P>&#8220;Os recém-especialistas terminaram a formação em março, permaneceram meses sem saber quando seria aberto o concurso, escolheram vagas apenas em junho e iniciaram funções em julho&#8221;, lamentou a estrutura sindical, para quem este &#8220;atraso é incompreensível&#8221; num país que enfrenta &#8220;uma das maiores carências de médicos de família da sua história&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado sobre o resultado do último concurso nacional para colocação de médicos de família no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a Fnam salientou ainda que este período entre março e julho representou &#8220;quatro meses perdidos&#8221; para os cerca de 1,6 milhões de utentes que não têm um especialista de medicina geral e familiar atribuído.</P><br />
<P>Em causa está o concurso de âmbito nacional que disponibilizou um total de 711 vagas &#8211; todas as que tinham sido solicitadas pelas unidades locais de saúde (ULS) &#8211; e que permitiu a colocação de 273 médicos de família nos centros de saúde.</P><br />
<P>Segundo a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), responsável pelo concurso, com a entrada destes novos 273 médicos de família no SNS, vai ser possível atribuir médico de família a cerca de 400 mil utentes.</P><br />
<P>Para a Fnam, que congrega três sindicatos médicos, estes números demonstram que o problema do SNS deixou de ser apenas a abertura de concursos, mas sim conseguir tornar este serviço público &#8220;suficientemente atrativo&#8221; para fixar profissionais de saúde, argumentando que, dos 441 candidatos admitidos, apenas 62% escolheram uma vaga disponível.</P><br />
<P>A estrutura sindical salientou também que um &#8220;processo de recrutamento minimamente sério&#8221; exige que os calendários anuais de concursos sejam conhecidos e cumpridos, a abertura atempada dos concursos imediatamente após a conclusão da formação especializada, períodos de escolha de vagas suficientemente alargados e manutenção das vagas não preenchidas abertas em permanência.</P><br />
<P>&#8220;Quando 38% dos candidatos admitidos optam por não ingressar no SNS, o Ministério da Saúde tem a obrigação de perceber porquê&#8221;, defendeu ainda a Fnam, que considerou indispensável auscultar os médicos que recusaram uma vaga, identificando os motivos da sua decisão e adotando medidas concretas para inverter a situação.</P><br />
<P>Em maio deste ano, mais de 1,6 milhões de pessoas não tinha médico de família, cerca de 1,1 milhões das quais em Lisboa e Vale do Tejo, a região do país mais carenciada e que contrasta com o Norte, onde a cobertura de medicina geral e familiar é elevada.</P><br />
<P>Na última semana, a ACSS adiantou à Lusa que o concurso para a colocação de novos especialistas &#8220;permitiu reforçar os cuidados de saúde primários em todas as regiões do país, traduzindo-se num aumento do número de médicos colocados face ao ano anterior&#8221;, realçando que esse acréscimo se verificou também nas zonas onde a falta de médicos de família é mais acentuada, como em Lisboa e Vale do Tejo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793569]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O SUV mais luxuoso da Mercedes está de volta: mais potente, mais silencioso e mais tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mercedes-Maybach GLS]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Encomendas na Europa arrancam no final de julho de 2026, seguindo-se posteriormente outros mercados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mercedes-Maybach apresentou a nova geração do Mercedes-Maybach GLS, o SUV de topo da marca alemã, que chega com um design renovado, um motor V8 eletrificado mais potente, melhorias no conforto e uma experiência digital reforçada com a mais recente geração do sistema MBUX e inteligência artificial generativa.</p>
<p>Em comunicado, a Mercedes-Maybach afirma que o novo modelo aprofunda o posicionamento do GLS como referência entre os SUV de luxo, introduzindo melhorias ao nível do design, da dinâmica de condução, do refinamento acústico e das tecnologias de assistência ao condutor. As encomendas na Europa arrancam no final de julho de 2026, seguindo-se posteriormente outros mercados.</p>
<p><strong>Visual mais distinto e assinatura luminosa reforçada</strong></p>
<p>Uma das principais novidades está na imagem exterior. A nova grelha dianteira passa a contar com um contorno iluminado e, pela primeira vez, a inscrição MAYBACH iluminada na moldura. Em alguns mercados, também a tradicional estrela Mercedes-Benz colocada sobre o capô poderá ser iluminada.</p>
<p>Os faróis DIGITAL LIGHT recebem um novo grafismo inspirado na estrela da marca e detalhes em tom Rose Gold, enquanto a gama de pinturas de dois tons passa a incluir uma nova combinação entre Dark Petrol e Cinzento Verde metalizado.</p>
<p>Outro detalhe técnico chama a atenção: as novas jantes forjadas de 23 polegadas incorporam um sistema de rolamentos que mantém o emblema Mercedes-Benz sempre na posição vertical, independentemente da rotação da roda.</p>
<p><strong>Mais potência e maior precisão de condução</strong></p>
<p>Sob o capô, o novo Mercedes-Maybach GLS estreia um motor V8 biturbo eletrificado, que, segundo a marca, oferece uma resposta mais imediata ao acelerador, mantendo o caráter suave e silencioso característico da Maybach.</p>
<p>Também a direção foi revista, passando a dispor de uma relação de transmissão mais direta para melhorar a precisão, a agilidade e a estabilidade.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a suspensão pneumática AIRMATIC passa a ser de série, podendo ser complementada pelo sistema E-ACTIVE BODY CONTROL, que analisa continuamente as condições da estrada e ajusta a suspensão até mil vezes por segundo.</p>
<p>Entre as funções disponíveis destaca-se ainda o modo CURVE, que inclina a carroçaria até três graus para o interior das curvas, reduzindo as forças laterais sentidas pelos ocupantes.</p>
<p><strong>Habitáculo aposta no silêncio e no bem-estar</strong></p>
<p>No interior, a Mercedes-Maybach refere ter reforçado o isolamento acústico e reduzido as vibrações, criando um ambiente ainda mais silencioso.</p>
<p>Os bancos dianteiros passam a integrar uma nova função de massagem por vibração, enquanto os bancos traseiros Executive estendem essa função também à zona inferior das pernas.</p>
<p>O habitáculo pode ainda receber novos revestimentos em pele Nappa exclusiva, bem como elementos decorativos em madeira de nogueira com padrão em espinha ou acabamentos prateados e pretos com desenho em losangos.</p>
<p><strong>Inteligência artificial reforça a experiência digital</strong></p>
<p>O SUV estreia igualmente a mais recente geração do sistema operativo MB.OS e do sistema de infotainment MBUX.</p>
<p>Segundo a Mercedes-Maybach, a nova interface inclui grafismos exclusivos, uma Zero Layer otimizada e um Assistente Virtual MBUX alimentado por inteligência artificial generativa, capaz de responder de forma mais intuitiva às necessidades do utilizador.</p>
<p>O modelo passa ainda a beneficiar de atualizações remotas (over-the-air), permitindo acrescentar novas funcionalidades ao longo da vida útil do veículo.</p>
<p><strong>Assistência à condução também evolui</strong></p>
<p>Outra das novidades é o sistema MB.DRIVE ASSIST PRO, que, segundo a marca, permitirá oferecer assistência à condução de nível SAE 2 em ambiente urbano, apoiando o condutor em situações de trânsito complexo.</p>
<p>A Mercedes-Maybach adianta que esta funcionalidade será lançada inicialmente na China e, posteriormente, nos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;Com o novo Mercedes-Maybach GLS, elevámos o carácter do nosso SUV de luxo a um nível de requinte ainda superior. Combina uma potência naturalmente elevada com uma presença imponente. Cada detalhe foi concebido para reforçar o conforto e a tranquilidade, de uma forma inequivocamente Maybach&#8221;, afirma Markus Bauer, responsável da Mercedes-Maybach, citado em comunicado.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793550]]></sapo:autor>
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		<title>PS afirma que Chega quer fragilizar a PJ e aponta investigações à extrema-direita armada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[ps]]></category>
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					<description><![CDATA[PS, de acordo com o seu líder parlamentar, defende que o ministro da Administração Interna deverá esclarecer tudo, porque "a integridade é um elemento central no exercício de funções públicas"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS acusou hoje o Chega de pretender fragilizar a PJ com uma comissão parlamentar de inquérito sobre os mandatos do ministro Luís Neves na direção nacional desta polícia e aponta as investigações feitas à extrema-direita armada.</p>
<p>Esta posição foi assumida pelo líder parlamentar socialista, Eurico Brilhante Dias, em conferência de imprensa, após ser confrontado com a intenção do Chega de avançar com uma comissão parlamentar de inquérito sobre os mandatos do atual ministro da Administração Interna enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ).</p>
<p>&#8220;Não deixa de ser surpreendente que, estando a decorrer um processo que coloca em causa milhares e milhares de alunos, com impacto em milhares e milhares de famílias no país, o Chega apresenta antes uma comissão parlamentar de inquérito a um caso individual de integridade de um membro do Governo&#8221;, reagiu Eurico Brilhante Dias.</p>
<p>O PS, de acordo com o seu líder parlamentar, defende que o ministro da Administração Interna deverá esclarecer tudo, porque &#8220;a integridade é um elemento central no exercício de funções públicas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Na próxima semana, aguardamos o momento desse esclarecimento, que deve ser um esclarecimento cabal. A partir dessa intervenção do ministro da Administração Interna, o PS não deixará se pronunciar sobre a qualidade da resposta&#8221;, assegurou.</p>
<p>Porém, segundo o presidente da bancada do PS, os socialistas não vão embarcar &#8220;em momento algum na fragilização da PJ &#8211; uma instituição central para o combate ao crime&#8221;. Depois, deixou um conjunto de questões:</p>
<p>&#8220;O Chega quer fragilizar a PJ porquê? Quer fragilizar a PJ devido às investigações sobre as ligações do Movimento 1143 ao Chega? Quer fragilizar a PJ pelas ligações do Movimento Armilar (MAL), que tinha uma lista de alvos indesejáveis e que tem inequívocas ligações ao Chega?&#8221;, questionou.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias foi ainda mais longe: &#8220;O Chega está a atacar a PJ porque tem algum receio sobre as investigações que ligam alguns financiadores ao Chega e à extrema-direita?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não me cabe a mim proteger ou defender o ministro da Administração Interna do primeiro-ministro Luís Montenegro. O PS exige transparência e respostas, dizendo que a integridade no exercício de funções públicas é uma exigência. Quem não está disponível para ser íntegro, não pode estar na vida pública&#8221;, ressalvou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793530]]></sapo:autor>
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		<title>De rosto da proteção infantil a arguido por crimes sexuais: ex-político suíço enfrenta prisão perpétua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[intenacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Frei]]></category>
		<category><![CDATA[Suíça]]></category>
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					<description><![CDATA[Patrick Frei foi formalmente acusado pelo Ministério Público do cantão de Aargau de violação, abuso sexual de menores, profanação e tentativa de homicídio, crimes pelos quais poderá ser condenado a prisão perpétua]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um antigo dirigente de um partido conservador suíço, que durante anos fez campanha por penas mais severas para abusadores sexuais e pela proteção das crianças, enfrenta agora acusações de uma gravidade extrema.</p>
<p>Segundo o diário espanhol &#8216;ABC&#8217;, Patrick Frei foi formalmente acusado pelo Ministério Público do cantão de Aargau de violação, abuso sexual de menores, profanação e tentativa de homicídio, crimes pelos quais poderá ser condenado a prisão perpétua.</p>
<p>O ex-vice-presidente da secção cantonal do Partido Popular Suíço (SVP), de 57 anos, encontra-se em prisão preventiva há quase três anos e deverá ser julgado com base num vasto conjunto de provas recolhidas durante a investigação.</p>
<p><strong>Acusação diz ter vídeos dos alegados abusos</strong></p>
<p>De acordo com a acusação, Frei terá abusado sexualmente durante meses da filha menor da companheira, uma adolescente de 15 anos, bem como da própria mãe da jovem.</p>
<p>Segundo o &#8216;ABC&#8217;, os investigadores afirmam ter apreendido fotografias e vídeos em que o antigo político surge claramente identificado, material que será utilizado durante o julgamento.</p>
<p>A investigação teve início em setembro de 2023, quando a companheira alegadamente surpreendeu Frei no quarto da filha durante a noite e alertou a polícia. Embora o relato inicial tenha suscitado algumas dúvidas, as buscas realizadas à residência permitiram recolher imagens que, segundo o Ministério Público, confirmam as suspeitas.</p>
<p><strong>Terceira vítima terá sido sedada mais de 140 vezes</strong></p>
<p>O processo inclui ainda uma terceira alegada vítima, cuja identidade permanece protegida.</p>
<p>Segundo a acusação, Frei terá administrado sedativos a esta mulher mais de 140 vezes ao longo de cerca de 13 anos, provocando deliberadamente várias paragens respiratórias potencialmente fatais.</p>
<p>Os procuradores sustentam que os medicamentos utilizados representavam um risco elevado de overdose e poderiam causar a morte mesmo em pequenas quantidades.</p>
<p><strong>Investigação atrasou devido ao volume de provas</strong></p>
<p>O Ministério Público explica que a investigação foi particularmente demorada devido à quantidade de material apreendido.</p>
<p>Segundo um porta-voz da acusação, foi necessário analisar cuidadosamente centenas de fotografias e vídeos antes de formalizar o processo.</p>
<p>Ao todo, os peritos forenses deverão examinar mais de 250 ficheiros de vídeo que serão apresentados durante o julgamento.</p>
<p><strong>Especialista explica porque muitos agressores filmam os crimes</strong></p>
<p>Citado pelo &#8216;ABC&#8217;, o psiquiatra forense Jérôme Endrass afirma que filmar os abusos é um comportamento relativamente frequente entre alguns agressores sexuais.</p>
<p>Segundo o especialista, essas gravações permitem ao autor reviver posteriormente os crimes e voltar a sentir excitação sexual. Em alguns casos, acrescenta, esse material também pode ser partilhado com outros criminosos, embora, neste processo, a polícia cantonal afirme não ter encontrado indícios de uma divulgação mais ampla das imagens.</p>
<p><strong>Vítimas enfrentam agora ordem de deportação</strong></p>
<p>O caso ganhou uma dimensão adicional quando a companheira de Frei e a filha passaram a enfrentar um processo de expulsão da Suíça.</p>
<p>As autoridades de imigração concluíram que a autorização de residência da mulher terá sido obtida através de uma relação laboral fictícia com o então político, que a declarou como empregada doméstica apesar de, alegadamente, nunca lhe ter pago qualquer salário.</p>
<p>Segundo a decisão administrativa, as acusações de violência sexual não constituem, por si só, fundamento suficiente para impedir a deportação, posição que está agora a ser contestada pelas duas vítimas nos tribunais.</p>
<p><strong>Partido afastou-se imediatamente do antigo dirigente</strong></p>
<p>Assim que surgiram os primeiros elementos da investigação, Patrick Frei apresentou a demissão do parlamento cantonal.</p>
<p>A direção do Partido Popular Suíço de Aargau exigiu igualmente a sua saída da formação política.</p>
<p>O presidente da estrutura cantonal, Andreas Glarner, declarou que o partido &#8220;repudia completamente as alegações formuladas pelo Ministério Público&#8221; e pretende manter a maior distância possível do antigo dirigente.</p>
<p>O caso continua agora nas mãos da justiça suíça, onde Patrick Frei responderá por um conjunto de acusações que contrasta de forma dramática com a imagem pública que cultivou durante anos como defensor da proteção das crianças e do endurecimento das penas para crimes sexuais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793541]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Governo está atento e a avaliar novas medidas face ao aumento dos combustíveis</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-governo-esta-atento-e-a-avaliar-novas-medidas-face-ao-aumento-dos-combustiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[isp]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Castro Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[ O preço por litro de gasóleo deverá aumentar 9 cêntimos e o da gasolina subir 3,5 cêntimos na próxima semana, caso a tendência atual se mantenha, de acordo com a estimativa da ANAREC cedida à Lusa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia e da Coesão Territorial disse hoje que o Governo &#8220;continua atento&#8221; ao aumento do preço dos combustíveis e a &#8220;avaliar, permanentemente, se justificam ou não novas intervenções&#8221;, além do desconto no ISP em vigor.</p>
<p>&#8220;O Governo continua atento ao assunto. Há um desconto que nós estamos a fazer neste momento e que vai ser mantido. Há uma regra que foi definida que era a de apoiar ou de incentivar ou subsidiar o preço do gasóleo quando ele subisse mais de 10 cêntimos do preço antes da guerra. Essa regra está em vigor&#8221; afirmou Castro de Almeida durante uma visita aos estaleiros da West Sea, em Viana do Castelo.</p>
<p>O preço por litro de gasóleo deverá aumentar 9 cêntimos e o da gasolina subir 3,5 cêntimos na próxima semana, caso a tendência atual se mantenha, de acordo com a estimativa da ANAREC cedida à Lusa.</p>
<p>Com base nos atuais valores da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), e tendo em conta as previsões das variações com os valores do fecho do mercado na quinta-feira, o preço médio da gasolina simples 95 deverá subir para 2,009 euros por litro, enquanto o gasóleo simples deverá atingir os 2,058 euros por litro.</p>
<p>A média final só ficará fechada ao final do dia, podendo ainda registar alterações em função da evolução das cotações internacionais do petróleo, e o custo final na bomba poderá variar conforme o posto de abastecimento, a marca e a localização. A atualização do desconto do ISP também deverá amenizar a subida.</p>
<p>Castro de Almeida garantiu que &#8220;o Governo continua atento e a avaliar permanentemente se justificam ou não novas intervenções&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não há ainda nenhuma decisão tomada sobre isso. Nós estávamos a avaliar todos os dias, mas ainda não há uma decisão tomada sobre isso&#8221;, afirmou.</p>
<p>O governante admitiu que o aumento dos combustíveis é uma péssima notícia&#8221;, que se vai &#8220;refletir evidentemente nas bombas de gasolina, e vai fazer-se sentir nas famílias e, nas empresas&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre a polémica nos Ministério da Educação e da Administração Interna, Castro de Almeida escusou-se a comentar.</p>
<p>&#8220;Estou aqui a tratar é de fazer crescer a economia, melhorar o emprego, melhorar os rendimentos das pessoas. Essa que é a minha preocupação hoje&#8221;, referiu.</p>
<p>O governante, que visitou os estaleiros da West Sea a convite do empresário Mário Ferreira, visitou a nova doca seca, em construção, e o primeiro navio de cruzeiro oceânico da Mystic Cruises que está a ser remodelado.</p>
<p>O ministro da Economia e da Coesão Territorial sublinhou que &#8220;Portugal é um país com uma grande frente marítima&#8221; que tem de aproveitar.</p>
<p>&#8220;Temos tradição na Constituição Naval, essa tradição perdeu-se em grande medida, está agora a ser recuperada e nós queremos ajudar, apoiar os empresários que estão a querer dedicar-se à área da construção naval para que Portugal possa voltar a ser uma potência na área da indústria naval&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Seguindo Castro de Almeida, atualmente, o país &#8220;tem uma pouca capacidade instalada e há mercado para vender mais navios para todo o mundo&#8221;.</p>
<p>&#8220;É uma oportunidade de negócio que temos. É preciso algum dinamismo do lado do Estado e, do lado das empresas que têm de ter vontade de investir e de avançar. A obrigação do Estado é apoiar&#8221;, afirmou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793513]]></sapo:autor>
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		<title>Cerca de um terço dos médicos a exercer em 2024 tinha menos de 35 anos, revela INE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2024, último ano para o qual existe esta informação, havia em Portugal 46.131 médicos em exercício, dos quais 65% mulheres e 32,9% com menos de 35 anos. A percentagem de médicos com mais de 65 anos era 7,3%]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de um terço dos médicos a exercer em Portugal em 2024 tinha menos de 35 anos, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que cruza diversas fontes de informação.</p>
<p>Segundo a explicação do INE, a informação hoje divulgada, que inicia uma nova série de estatísticas reativas aos médicos, é baseada no cruzamento de dados do Inquérito ao Emprego, dos Quadros de Pessoal e da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público.</p>
<p>Em 2024, último ano para o qual existe esta informação, havia em Portugal 46.131 médicos em exercício, dos quais 65% mulheres e 32,9% com menos de 35 anos. A percentagem de médicos com mais de 65 anos era 7,3%.</p>
<p>As mulheres com menos de 45 anos representavam 44,6% do total de profissionais em exercício. Embora o número de profissionais mulheres seja superior ao de homens em todos os grupos etários com exceção do último (70 e mais anos), a proporção de mulheres diminui à medida que o grupo etário aumenta.</p>
<p>Os médicos a exercer como especialistas representavam 86,8% do total, o que corresponde ao terceiro registo mais elevado na União Europeia, apenas ultrapassada pela Grécia (92,1%) e pela Bulgária (87,1%).</p>
<p>Em 2024, entre as especialidades médicas mais representadas em Portugal, destacavam-se a Pediatria, exercida por 9% dos médicos com especialidade.</p>
<p>Esta metodologia de cruzamento de dados, segundo o INE, viabiliza a obtenção de estimativas sobre os médicos em exercício que complementa as séries tradicionais sobre médicos inscritos na Ordem e assegura a comparabilidade com os dados dos restantes Estados-Membros da União Europeia.</p>
<p>O INE diz ainda que está a desenvolver um procedimento metodológico semelhante para as restantes categorias de saúde.</p>
<p>Os dados apresentados no destaque de hoje do INE relativos às restantes categorias da Saúde, que têm como fonte principal as respetivas ordens, indicam que no ano passado estavam inscritos na Ordem dos Médicos Dentistas 12.796 profissionais ativos (o triplo de 2002, quando eram 4.134).</p>
<p>A proporção de profissionais estrangeiros aumentou de 8,9% (2024) para 9,5%, em 2025, sendo as nacionalidades mais representadas entre os profissionais estrangeiros a brasileira (53,6%), a italiana (17,5%) e a espanhola (6,0%).</p>
<p>O rácio de médicos dentistas residentes por 1.000 habitantes era de 1,12 em 2025, com os valores mais elevados registados na Área Metropolitana do Porto (1,72) e em Viseu Dão Lafões (1,57).</p>
<p>Já quanto aos enfermeiros, na respetiva ordem estavam registados 87.843 profissionais ativos, mais do dobro do que em 2002 (41.799). Quanto ao rácio por 1.000 habitantes, era de 7,7, atingindo os 14,4 na região de Coimbra.</p>
<p>Do total de 87.843 enfermeiros, 29,4% eram especialistas. Dos 25.843 enfermeiros especialistas, 1.203 tinham duas a quatro especialidades.</p>
<p>Entre as especialidades previstas, as mais representadas eram a Enfermagem Médico-cirúrgica e a Enfermagem de Reabilitação, que correspondiam a 40,6% do total de especialidades.</p>
<p>Na Ordem dos Farmacêuticos, estavam no ano passado registados como ativos 17.301 profissionais, mais do dobro dos valores de 2002 (7.962).</p>
<p>O rácio por 1.000 habitantes era de 1,5, com os máximos regionais na Região de Coimbra e na Grande Lisboa (2,4 e 2,1,respetivamente).</p>
<p>Quanto aos psicólogos, em 2025 estavam registados na ordem 27.838 profissionais (membros efetivos ou estagiários), dos quais 76,6% eram mulheres com menos de 55 anos e 27,3% detinham pelo menos um título de especialidade.</p>
<p>A Psicologia Clínica e da Saúde era a especialidade base mais representada (65,6%).</p>
<p>Os dados relativos aos médicos disponibilizados pela Ordem dos Médicos indicam que, em 2025, estavam inscritos 65.077 profissionais residentes no país.</p>
<p>Entre 1991 e 2025, o número de médicos inscritos na Ordem, em exercício ou não, mais do que duplicou (eram 28.326 em 1991).</p>
<p>A relação entre os médicos homens e mulheres modificou-se, pois em 1991 estavam inscritos 148,8 médicos homens por 100 médicas mulheres e, no ano passado, a relação era de 69,7 homens por 100 mulheres.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793517]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bombardeado na Ucrânia, reduzido a destroços&#8230; mas este Volkswagen Touareg continua a andar</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:33:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há automóveis que impressionam pelos números. Outros ficam na memória pelas circunstâncias em que continuam a funcionar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há automóveis que impressionam pelos números. Outros ficam na memória pelas circunstâncias em que continuam a funcionar. É esse o caso de um Volkswagen Touareg que se tornou viral nas redes sociais depois de surgir completamente devastado por um alegado bombardeamento na Ucrânia&#8230; mas ainda capaz de ligar o motor e deslocar-se pelos próprios meios.</p>
<p>As imagens, divulgadas pela revista francesa &#8216;L&#8217;Automobile Magazine&#8217; e cuja data e circunstâncias exatas não puderam ser verificadas de forma independente, mostram um Volkswagen Touareg de terceira geração reduzido praticamente à estrutura. Os vidros desapareceram, a carroçaria ficou profundamente deformada, o tejadilho foi arrancado e vários painéis ficaram destruídos.</p>
<p>Ainda assim, um homem entra no SUV, coloca-o em funcionamento e consegue fazê-lo avançar, numa demonstração de resistência mecânica que surpreendeu milhares de utilizadores nas redes sociais.</p>
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<p></a></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>Um cenário digno de um filme pós-apocalíptico</strong></p>
<p>O estado do veículo faz lembrar um automóvel abandonado depois de uma explosão de grande intensidade.</p>
<p>Tudo indica que o Touareg estaria estacionado e sem ocupantes quando foi atingido. Essa hipótese é reforçada pelo facto de os airbags não terem sido acionados, embora não exista confirmação oficial sobre o incidente.</p>
<p>No interior, o habitáculo está coberto de pó e detritos. Parte do revestimento do teto permanece pendurada e diversos componentes apresentam danos visíveis.</p>
<p>No exterior, praticamente todos os painéis da carroçaria sofreram deformações severas.</p>
<p><strong>As luzes continuam a funcionar&#8230; e o motor também</strong></p>
<p>Apesar da destruição, alguns elementos continuam surpreendentemente operacionais.</p>
<p>Os faróis perderam as respetivas lentes, mas os módulos LED ainda iluminam. No habitáculo, os ecrãs do sistema multimédia acendem normalmente quando o veículo é ligado.</p>
<p>O momento mais impressionante chega quando o motor entra em funcionamento e o SUV consegue mover-se pelos próprios meios.</p>
<p>Os ruídos metálicos, as peças a raspar no chão e a evidente deformação estrutural deixam claro que o veículo está muito longe de poder voltar à estrada em segurança. Ainda assim, o funcionamento do motor parece não ter sido comprometido de forma significativa.</p>
<p><strong>Um exemplo inesperado da robustez dos automóveis modernos</strong></p>
<p>O vídeo acabou também por alimentar o debate sobre a durabilidade dos automóveis atuais.</p>
<p>Durante anos, persistiu a ideia de que os modelos antigos seriam estruturalmente mais resistentes do que os veículos modernos. Este Touareg parece contrariar, pelo menos em parte, essa perceção.</p>
<p>Mesmo profundamente danificado e com parte da estrutura superior destruída, o SUV conseguiu preservar componentes mecânicos essenciais, permitindo que continuasse operacional.</p>
<p>Naturalmente, isso não significa que o veículo pudesse voltar a circular em condições normais ou que fosse seguro conduzi-lo. O mais provável é que acabe por ser abatido.</p>
<p>Ainda assim, as imagens oferecem uma demonstração invulgar da capacidade de sobrevivência mecânica de um automóvel concebido para o dia a dia e não para um cenário de guerra.</p>
<p>No meio da destruição provocada pelo conflito na Ucrânia, este Volkswagen Touareg tornou-se um improvável símbolo da robustez da engenharia automóvel, mostrando que, mesmo depois de uma explosão devastadora, ainda pode restar uma surpreendente centelha de vida sob a chapa retorcida.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Da2NewfoKYN/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793515]]></sapo:autor>
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		<title>“‘Cadáver’ saiu do caixão porque estava demasiado calor”: as falsas mortes mais inacreditáveis da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da atenção mediática, esta não foi a primeira vez que uma falsa morte enganou familiares, vizinhos e até autoridades na China]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O caixão já estava debaixo da terra quando a polícia começou a desconfiar. A família insistia que não havia nada para investigar. O homem, garantiam, morrera de uma alegada overdose e estava tão desfigurado que ninguém, além da mãe e da avó, o deveria ver. O funeral realizou-se à pressa, praticamente sem testemunhas e antes do anoitecer.</p>
<p>Só havia um problema: o morto continuava vivo.</p>
<p>O caso, revelado esta semana pelos procuradores da cidade chinesa de Anyang, na província de Henan, transformou-se num dos assuntos mais comentados nas redes sociais chinesas. O protagonista, identificado apenas pelo apelido Si, terá fingido a própria morte para escapar a um julgamento por condução sob o efeito do álcool.</p>
<p><strong>Uma falsa overdose para escapar à justiça</strong></p>
<p>Tudo começou em janeiro do ano passado, quando Si foi detido por conduzir embriagado.</p>
<p>Durante a investigação, as autoridades descobriram que não era a primeira vez que infringia a lei. Já tinha antecedentes por condução sob o efeito do álcool e sem carta de condução e aguardava julgamento em liberdade sob fiança.</p>
<p>Segundo confessou mais tarde, o receio de ser condenado a prisão, aliado às dívidas acumuladas, levou-o a planear uma fuga pouco comum: desaparecer oficialmente.</p>
<p>Comprou um caixão, espalhou embalagens vazias de medicamentos pela casa para simular uma overdose e utilizou equipamento de refrigeração para baixar a temperatura do corpo enquanto sustinha a respiração, procurando convencer todos de que estava morto.</p>
<p>A mãe e a avó completaram a encenação.</p>
<p>Explicaram aos vizinhos que o rosto estava irreconhecível devido aos efeitos da droga e mantiveram a cabeça coberta com um lençol durante todo o velório. Antes do anoitecer, o caixão foi rapidamente enterrado, enquanto Si já seguia viagem para a província de Yunnan, a mais de 2.000 quilómetros de distância.</p>
<p><strong>A polícia nunca acreditou na história</strong></p>
<p>A rapidez do funeral e a ausência de documentação levantaram suspeitas entre os investigadores.</p>
<p>Sem certidão de óbito nem provas da alegada cremação, a polícia começou a reconstruir os movimentos do suspeito através de imagens de videovigilância, movimentos bancários e registos telefónicos.</p>
<p>A investigação confirmou aquilo que parecia improvável: Si nunca tinha morrido.</p>
<p>Três meses depois, foi localizado e detido em Yunnan, onde permanecia escondido.</p>
<p><strong>Um caso raro&#8230; mas longe de ser único</strong></p>
<p>Apesar da atenção mediática, esta não foi a primeira vez que uma falsa morte enganou familiares, vizinhos e até autoridades na China.</p>
<p>Em 2017, uma mulher identificada como Deng simulou o próprio suicídio depois de aplicar um esquema financeiro semelhante a uma fraude em pirâmide. Os pais anunciaram que o corpo tinha sido encontrado num rio e organizaram um funeral completo.</p>
<p>Os investigadores, porém, estranharam o facto de ninguém ter visto o cadáver. Após vários dias de vigilância descobriram que os pais mantinham contactos discretos com a filha, que acabou localizada viva num hotel apenas quatro dias depois do alegado enterro.</p>
<p><strong>A fraude que acabou em tragédia</strong></p>
<p>Muito mais dramático foi o caso ocorrido em 2018 na província de Hunan.</p>
<p>Afundado em dívidas, um homem simulou a própria morte para que a família recebesse o dinheiro de um seguro de vida.</p>
<p>Sem saber que tudo fazia parte de um plano, a mulher acreditou que o marido tinha morrido. Incapaz de suportar a perda, publicou uma carta de despedida nas redes sociais e, no dia seguinte, desapareceu com os dois filhos pequenos.</p>
<p>Os três foram encontrados mortos pouco depois.</p>
<p>Ao descobrir o desfecho da sua encenação, o marido entregou-se voluntariamente à polícia.</p>
<p><strong>Há quem organize o próprio funeral&#8230; por curiosidade</strong></p>
<p>Nem todas as histórias terminam em fraude ou crime.</p>
<p>Em 2023, um homem de 84 anos, na província chinesa de Anhui, decidiu organizar o próprio funeral apenas para descobrir quantas pessoas compareceriam no dia da sua morte.</p>
<p>Também nesse ano, um vendedor ambulante protagonizou uma das cenas mais insólitas do país durante um protesto. Deitado dentro de um caixão para simular a morte, acabou por interromper o próprio velório quando já não conseguiu suportar o calor.</p>
<p>Levantou-se perante dezenas de pessoas, saiu do caixão e pediu simplesmente&#8230; um copo de água.</p>
<p>Outro caso insólito envolveu uma mulher que, ao renovar o documento de identidade, descobriu que, para o Estado chinês, estava oficialmente morta havia mais de cinco anos. A investigação revelou que o marido falsificara toda a documentação necessária para declarar o seu óbito.</p>
<p>Já uma estudante universitária de Wuhan decidiu organizar o próprio funeral como uma performance artística. Permaneceu cerca de uma hora dentro de um caixão enquanto familiares e amigos lhe prestavam homenagem. No final, levantou-se e resumiu a experiência numa frase que rapidamente se tornou viral:</p>
<p>“Sinto-me ótima depois de morta.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793511]]></sapo:autor>
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		<title>“Estamos a entrar numa fase feia”: novas tarifas de Trump irritam eleitores e aliados dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora a Casa Branca insista que se trata sobretudo de uma ferramenta de negociação, vários aliados do presidente receiam que os eleitores associem automaticamente a medida a um aumento do custo de vida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As novas tarifas anunciadas por Donald Trump estão a provocar inquietação dentro do próprio Partido Republicano. Embora a Casa Branca insista que se trata sobretudo de uma ferramenta de negociação, vários aliados do presidente receiam que os eleitores associem automaticamente a medida a um aumento do custo de vida, precisamente quando a inflação continua a ser uma das maiores preocupações dos americanos e as eleições intercalares se aproximam.</p>
<p>Segundo o &#8216;POLITICO&#8217;, alguns republicanos acreditam que o anúncio de tarifas de 50% sobre parte das importações canadianas e de 100% sobre medicamentos genéricos poderá ofuscar as restantes vitórias políticas que o partido pretende apresentar aos eleitores durante a campanha.</p>
<p>“Tudo o que não esteja focado em tornar a vida mais acessível às pessoas não ajuda. Pode não ser um problema enorme, mas continua a ser um problema”, afirmou fonte próxima da Casa Branca.</p>
<p>Outro aliado da Administração resumiu a preocupação de forma ainda mais direta: “Qualquer conversa sobre tarifas, a menos que seja para as reduzir, é uma má conversa para os republicanos.”</p>
<p><strong>Casa Branca diz que objetivo é negociar, não aumentar preços</strong></p>
<p>A Administração Trump defende que as novas tarifas devem ser vistas como um instrumento de pressão negocial e não como uma medida destinada a entrar imediatamente em vigor.</p>
<p>As taxas de 50% sobre cerca de 20 mil milhões de dólares em produtos canadianos só estão previstas para meados de agosto, enquanto as tarifas de 100% sobre medicamentos genéricos apenas deverão avançar em 2028.</p>
<p>Segundo responsáveis da Casa Branca, o objetivo passa por pressionar o Canadá a renegociar aspetos do acordo comercial entre os dois países e incentivar a indústria farmacêutica a transferir produção para os Estados Unidos.</p>
<p>Além disso, a Administração decidiu excluir alguns produtos considerados essenciais, como bens energéticos e parte dos produtos alimentares, numa tentativa de limitar o impacto junto dos consumidores.</p>
<p>O porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, garantiu que “nenhuma quantidade de comentários feitos à distância impedirá o presidente de defender os trabalhadores e as indústrias americanas”.</p>
<p><strong>O problema pode ser a perceção dos eleitores</strong></p>
<p>Apesar dessas exceções, vários analistas consideram que a estratégia comporta riscos políticos significativos.</p>
<p>Chad Bown, antigo economista-chefe do Departamento de Estado durante a Administração Biden, considera existir um desfasamento entre aquilo que o público percebe e o verdadeiro alcance das medidas.</p>
<p>Na sua opinião, muitos consumidores não terão consciência de que vários produtos ficaram isentos das novas tarifas e poderão simplesmente concluir que Washington voltou a aumentar os impostos sobre as importações.</p>
<p>“Existe uma diferença entre aquilo que o público pensa que está a acontecer e aquilo que realmente está a ser aplicado. E isso pode acabar por se virar contra a Administração”, afirmou.</p>
<p><strong>Canadá avisa para uma nova escalada</strong></p>
<p>As novas ameaças tarifárias também estão a deteriorar as relações com o Canadá, um dos principais parceiros comerciais dos Estados Unidos.</p>
<p>Responsáveis canadianos alertam que as medidas poderão prejudicar economias fortemente dependentes do comércio transfronteiriço, incluindo vários estados decisivos em eleições americanas, como Michigan e Maine.</p>
<p>Peter Boehm, presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comércio Internacional do Senado canadiano, considera que o conflito entrou numa fase particularmente delicada.</p>
<p>“Estamos a entrar numa fase feia”, afirmou, acrescentando que, mesmo que alguns produtos americanos regressem às prateleiras canadianas, nada garante que os consumidores voltem a comprá-los.</p>
<p><strong>Trump prepara nova vaga de tarifas</strong></p>
<p>As medidas anunciadas esta semana poderão ser apenas o início.</p>
<p>A Administração Trump prepara uma nova ronda de tarifas entre 10% e 12,5% sobre produtos provenientes de 97 países, ao mesmo tempo que mantém várias investigações que poderão resultar em novas taxas sobre bens como turbinas eólicas, maquinaria industrial e outros produtos.</p>
<p>Esta estratégia surge depois de uma decisão do Supremo Tribunal, em fevereiro, ter anulado parte significativa do anterior regime tarifário implementado por Trump, obrigando a Casa Branca a reconstruir gradualmente a sua política comercial.</p>
<p><strong>Entre a pressão diplomática e o risco eleitoral</strong></p>
<p>Vários especialistas em comércio internacional próximos da Administração acreditam que o longo período entre o anúncio e a eventual entrada em vigor das tarifas demonstra que Trump pretende sobretudo aumentar o poder negocial de Washington.</p>
<p>A estratégia poderá pressionar Otava a regressar às negociações sobre a renovação do acordo comercial entre Estados Unidos, Canadá e México, bem como resolver antigos diferendos relacionados com o setor dos lacticínios ou com a presença económica chinesa na América do Norte.</p>
<p>Kelly Ann Shaw, antiga conselheira comercial de Trump, considera que esse continua a ser o verdadeiro objetivo.</p>
<p>“O presidente utilizou tarifas como instrumento de pressão em inúmeras situações. No final, o objetivo é precisamente não ter de as aplicar porque os problemas de fundo acabam por ser resolvidos”, afirmou.</p>
<p>A reação inicial parece dar alguma razão à estratégia da Casa Branca. Poucas horas depois do anúncio das novas tarifas, o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, confirmou que concordou em intensificar imediatamente as negociações comerciais com Washington.</p>
<p>Ainda assim, dentro do Partido Republicano cresce o receio de que os eleitores não distingam uma ameaça negocial de uma medida económica efetiva. Num contexto em que a inflação e o custo de vida continuam entre as principais preocupações dos americanos, muitos republicanos temem que qualquer anúncio de novas tarifas seja interpretado simplesmente como mais uma ameaça ao orçamento das famílias — e que essa perceção acabe por ter consequências nas urnas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793501]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: PS avança com comissão de inquérito se ministro não esclarecer questões até setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:07:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[ Eurico Brilhante Dias disse que as questões do PS são hoje enviadas ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, e devem ser respondidas até ao início de setembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS avançará com uma comissão parlamentar de inquérito se o ministro da Educação não responder satisfatoriamente até ao início de setembro a um conjunto de questões sobre o processo de digitalização dos exames nacionais.</p>
<p>Esta iniciativa foi referida pelo líder da bancada socialista, Eurico Brilhante Dias, em conferência de imprensa, na sede nacional do PS, adiantando que essa comissão parlamentar de inquérito, se arrancar no início da próxima sessão legislativa, será após a conclusão do período de candidaturas para acesso ao ensino superior.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias disse que as questões do PS são hoje enviadas ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, e devem ser respondidas até ao início de setembro.</p>
<p>De acordo com o líder parlamentar do PS, &#8220;só quando todos os instrumentos de escrutínio do Governo se encontrarem esgotados&#8221; e &#8212; salientou &#8212; &#8220;só após a conclusão do processo de candidaturas para o acesso ao Ensino Superior&#8221; é que os socialistas admitem avançar com a comissão parlamentar de inquérito.</p>
<p>Interrogado se o PS pretende avançar para essa comissão parlamentar de inquérito de forma potestativa &#8211; ou seja, de forma a forçar a sua realização -, Eurico Brilhante Dias respondeu que, neste momento, não lhe parece que seja necessário recorrer a esse mecanismo regimental. Confia que haverá uma maioria parlamentar favorável à realização dessa comissão parlamentar de inquérito.</p>
<p>Perante os jornalistas, Eurico Brilhante Dias frisou que deve ser realizada uma auditoria externa ao Ministério da Educação sobre o que se passou nos exames nacionais.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793496]]></sapo:autor>
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		<title>MAI responde &#8220;ainda bem&#8221; ao anúncio do Chega de que vai forçar comissão de inquérito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:05:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, respondeu hoje "ainda bem" ao anúncio do Chega de que vai forçar uma comissão parlamentar de inquérito aos seus mandatos à frente da Polícia Judiciária (PJ).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, respondeu hoje &#8220;ainda bem&#8221; ao anúncio do Chega de que vai forçar uma comissão parlamentar de inquérito aos seus mandatos à frente da Polícia Judiciária (PJ).</P><br />
<P>&#8220;Ainda bem. Portanto, conforme já disse anteriormente, estou totalmente disponível para, em todos os fóruns, prestar todos os esclarecimentos. É uma boa altura para se saber e para se conhecer o meu legado à frente da Polícia Judiciária&#8221;, declarou aos jornalistas Luís Neves, em Pedrógão Grande (Leiria), onde presidiu à sessão solene comemorativa do Dia do Município.</P><br />
<P>O presidente do Chega, André Ventura, anunciou hoje que o seu partido vai forçar a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito aos mandatos de Luís Neves à frente da PJ no arranque da próxima sessão legislativa, em setembro.</P><br />
<P>Luís Neves reafirmou que, no seu tempo próprio, vai prestar os esclarecimentos que os portugueses merecem.</P><br />
<P>Questionado se colocou o seu lugar à disposição do primeiro-ministro, Luís Montenegro, na sequência da polémica sobre as obras numa sua casa em Odemira e do atrelado encontrado na empresa do construtor que fez os trabalhos, o governante respondeu: &#8220;Eu, se sentisse que não tinha condições para estar neste lugar, não estava aqui a desempenhar o meu trabalho&#8221;.</P><br />
<P>O ministro, ex-diretor nacional da PJ, repetiu estar &#8220;muito focado, sobretudo nesta época, com a questão dos fogos florestais&#8221;, para acrescentar que &#8220;essa é uma questão que, pura e simplesmente, não se coloca&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É com a maior tranquilidade e até agradeço que aquilo que eu fiz enquanto servidor público possa ser absolutamente descortinado. Tenho o maior orgulho, a maior honra naquilo que tenho feito enquanto servidor público e continuarei a fazer, que é aquilo que é o que me motiva e que me dá alegria e que me dá força de trabalhar em prol do país, em prol das populações, em prol dos portugueses&#8221;, acrescentou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793499]]></sapo:autor>
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		<title>“Será um dia crítico”: incêndios sem controlo cercam Madrid e obrigam França a retirar mais de 40 mil pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:03:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[França e Espanha enfrentam esta sexta-feira uma das situações mais graves da atual época de fogos, agravada pelas temperaturas elevadas, pela vegetação extremamente seca e por rajadas de vento que deverão continuar a alimentar as chamas durante várias horas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezenas de milhares de pessoas retiradas, casas destruídas, milhares de hectares consumidos e incêndios que avançam mais depressa do que a capacidade das equipas para os travar. França e Espanha enfrentam esta sexta-feira uma das situações mais graves da atual época de fogos, agravada pelas temperaturas elevadas, pela vegetação extremamente seca e por rajadas de vento que deverão continuar a alimentar as chamas durante várias horas.</p>
<p>A situação é particularmente dramática no sudoeste da Comunidade de Madrid, onde vários incêndios acabaram por convergir numa única frente. O Governo espanhol declarou a emergência de interesse nacional em Madrid e na província de Ávila, colocando a resposta sob coordenação do Ministério do Interior e da Unidade Militar de Emergências.</p>
<p>“Hoje será um dia crítico”, avisou o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, perante as condições meteorológicas adversas e o risco de os grandes incêndios ativos em Madrid, Toledo e Ávila se aproximarem ainda mais. A prioridade, afirmou, é impedir que o fogo de Burgohondo, em Ávila, se una à frente que já devasta o território madrileno.</p>
<p><strong>“O pior incêndio da história da Comunidade de Madrid”</strong></p>
<p>Os incêndios que começaram em Almorox, Villa del Prado e San Martín de Valdeiglesias avançaram através de áreas florestais e urbanizações, impulsionados por ventos que poderão ultrapassar os 50 ou 60 quilómetros por hora. Duas das principais frentes madrilenas acabaram por se unir, reduzindo a margem de manobra dos bombeiros e obrigando as autoridades a preparar novas retiradas.</p>
<p>A presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, classificou a situação como “incomum e catastrófica” e afirmou que a região enfrenta “o pior incêndio da história” do território.</p>
<p>“É uma tempestade perfeita de temperaturas extremamente altas e ventos fortes. Um incêndio levou a outro e temos algumas horas muito difíceis pela frente”, declarou Ayuso a partir do centro de comando instalado em Cenicientos.</p>
<p>Segundo o balanço avançado pela responsável regional, cerca de 6.000 hectares já tinham sido atingidos e aproximadamente 19 mil pessoas tinham sido retiradas das suas casas. Outros balanços divulgados ao longo da manhã apontavam para mais de 10 mil retirados apenas nas zonas diretamente abrangidas pelas primeiras operações, números que continuavam a aumentar à medida que novas localidades eram incluídas nos planos de emergência.</p>
<p><strong>Fogo avança entre casas a cinco quilómetros por hora</strong></p>
<p>As chamas avançaram pelas áreas florestais e entre habitações a uma velocidade estimada entre cinco e seis quilómetros por hora. Em El Encinar del Alberche, 43 casas foram destruídas e outras 286 sofreram danos, de acordo com o balanço das autoridades regionais.</p>
<p>Moradores de Aldea del Fresno, Pelayos de la Presa, Navas del Rey, Colmenar del Arroyo e Chapinería foram retirados ou incluídos em operações preventivas. Só estas três últimas localidades têm uma população conjunta próxima das nove mil pessoas.</p>
<p>Autocarros foram mobilizados para transportar os residentes para municípios considerados seguros, incluindo Leganés, Las Rozas, Villaviciosa de Odón, Navalcarnero, Móstoles, Alcorcón, Villanueva de la Cañada e Brunete.</p>
<p>Também foram retirados residentes de lares de idosos e de instituições destinadas a pessoas com deficiência. Noutros locais, as autoridades pediram à população que permanecesse dentro de casa, com portas e janelas fechadas, devido ao fumo e à proximidade das chamas.</p>
<p><strong>“O incêndio está para lá da nossa capacidade de extinção”</strong></p>
<p>Apesar do trabalho realizado durante a noite, os fogos continuavam sem estar dominados ou controlados durante a manhã desta sexta-feira.</p>
<p>Bombeiros, agentes florestais, elementos da Proteção Civil e militares da Unidade Militar de Emergências realizaram ataques diretos às frentes de fogo e tentaram proteger localidades como Pelayos de la Presa. As condições, porém, não permitiam antecipar uma contenção rápida.</p>
<p>“O incêndio está para lá da nossa capacidade de extinção. Não conseguiremos travar o avanço das chamas até que as condições mudem”, admitiu um porta-voz dos serviços de emergência citado pela imprensa espanhola.</p>
<p>A esperança está agora depositada na descida acentuada das temperaturas prevista para o fim de semana. A Agência Estatal de Meteorologia espanhola antecipa uma melhoria das condições, sobretudo no sábado, com reduções significativas das temperaturas em grande parte do país. Até ao final desta sexta-feira, contudo, o vento continuará a representar um risco elevado.</p>
<p><strong>França pede ajuda à União Europeia</strong></p>
<p>Do outro lado dos Pirenéus, França enfrenta simultaneamente vários grandes incêndios, dois na região da Nova Aquitânia e outro no departamento mediterrânico de Var.</p>
<p>A dimensão da emergência levou o Presidente Emmanuel Macron a ativar o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia. França deverá receber dois aviões anfíbios Canadair enviados pela Croácia, dois Air Tractor disponibilizados por Portugal e dois helicópteros pesados Black Hawk fornecidos pela Chéquia e pela Eslováquia.</p>
<p>“A situação continua extremamente tensa devido aos incêndios florestais que assolam o país, particularmente na Gironda”, declarou Macron.</p>
<p>O chefe de Estado francês agradeceu a “solidariedade concreta, rápida e operacional” dos parceiros europeus e pediu à população a máxima vigilância.</p>
<p><strong>Evacuação total na península de Cap-Ferret</strong></p>
<p>Na Gironda, a norte da bacia de Arcachon, as autoridades ordenaram a retirada total da península de Cap-Ferret, uma das principais zonas turísticas da costa atlântica francesa.</p>
<p>Foram mobilizadas embarcações para transportar moradores e turistas a partir de vários cais, mantendo-se também corredores rodoviários de saída. O fogo já tinha atingido milhares de hectares e ameaçava localidades, parques de campismo, casas de férias e propriedades situadas numa região densamente ocupada durante o verão.</p>
<p>Centenas de bombeiros permanecem no terreno. Desde o início do incêndio, várias habitações foram destruídas e um bombeiro ficou ferido numa explosão que terá sido provocada por uma garrafa de gás.</p>
<p>As retiradas efetuadas nos incêndios da Gironda e de Landes já abrangem mais de 40 mil pessoas, entre residentes e turistas.</p>
<p><strong>Mais de 23 mil retirados em Biscarrosse</strong></p>
<p>Um segundo grande incêndio começou perto de Biscarrosse, no departamento de Landes, depois de um veículo se ter incendiado.</p>
<p>As chamas propagaram-se rapidamente devido ao vento e consumiram cerca de 2.500 hectares, obrigando à retirada de mais de 23 mil pessoas. Aproximadamente 600 bombeiros foram mobilizados, mas o fogo permanecia fora de controlo.</p>
<p>As autoridades chegaram a pedir ajuda aos agricultores da região, nomeadamente através da disponibilização de reservas de água e outros recursos que pudessem apoiar as operações.</p>
<p>Mais a sudeste, cerca de 800 bombeiros continuavam a combater o incêndio no departamento de Var. Apesar de terem surgido novos focos, uma melhoria temporária das condições permitiu o regresso de parte da população anteriormente retirada.</p>
<p>Na Córsega, o incêndio no vale de Restonica continuava ativo há quase duas semanas. O terreno íngreme e o fumo denso dificultavam o trabalho de mais de 200 bombeiros, apoiados por helicópteros e aviões.</p>
<p><strong>França pode caminhar para um ano recorde</strong></p>
<p>A vegetação extremamente seca e as temperaturas elevadas estão a dificultar as operações em várias regiões francesas. Segundo dados divulgados pelo Governo, tinham sido registados mais de 12.500 incêndios desde o início do ano.</p>
<p>A área ardida em 2026 já ultrapassa a registada durante todo o ano de 2022, quando o sudoeste de França foi atingido por incêndios particularmente graves. As estimativas oficiais apontam para cerca de 44 mil hectares consumidos pelas chamas desde janeiro.</p>
<p>As autoridades francesas detiveram 128 pessoas por suspeitas relacionadas com a origem de incêndios, incluindo casos resultantes de negligência e outros alegadamente provocados de forma intencional.</p>
<p>Três bombeiros morreram desde o início da atual época de incêndios. Dois perderam a vida esta semana durante o combate às chamas nas proximidades do aeroporto de Bordéus-Mérignac, enquanto um terceiro morreu no início de julho num incêndio numa localidade alpina.</p>
<p><strong>Alívio poderá chegar no fim de semana</strong></p>
<p>Em Espanha, a descida das temperaturas prevista para sábado poderá oferecer uma primeira oportunidade para estabilizar algumas das frentes. As autoridades alertam, porém, que a melhoria meteorológica não significa que os fogos fiquem imediatamente controlados.</p>
<p>Durante esta sexta-feira, as rajadas de vento, a baixa humidade e a acumulação de vegetação seca mantêm as equipas perante um cenário extremamente perigoso. O objetivo imediato continua a ser proteger as localidades ameaçadas e impedir que o incêndio de Burgohondo atravesse a fronteira regional e se una às chamas de Madrid.</p>
<p>Em França, a chegada dos meios europeus deverá reforçar as operações aéreas, mas os incêndios de Cap-Ferret e Biscarrosse continuam a exigir retiradas em grande escala.</p>
<p>França e Espanha entram, assim, nas próximas horas com a mesma esperança: resistir ao pior período meteorológico até que a descida das temperaturas permita aos bombeiros recuperar alguma vantagem sobre as chamas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793494]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Passaporte português é um dos cinco mais poderosos do mundo. Veja o novo ranking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:47:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O passaporte português continua a figurar entre os documentos de viagem mais valiosos do mundo, de acordo com a atualização de julho de 2026 do Henley Passport Index, que coloca Portugal no quinto lugar mundial, permitindo aos seus titulares viajar para 185 destinos sem necessidade de obter previamente um visto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O passaporte português continua a figurar entre os documentos de viagem mais valiosos do mundo, de acordo com a atualização de julho de 2026 do Henley Passport Index, que coloca Portugal no quinto lugar mundial, permitindo aos seus titulares viajar para 185 destinos sem necessidade de obter previamente um visto. O resultado reforça a posição do país entre as nações com maior liberdade de circulação internacional e confirma o domínio europeu na classificação, embora o primeiro lugar continue a pertencer a Singapura pelo segundo ano consecutivo.</p>
<p>O ranking, elaborado pela consultora Henley &amp; Partners com base em dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), avalia o número de destinos que os titulares de cada passaporte podem visitar sem necessidade de solicitar um visto antecipadamente. Na atualização divulgada em julho, Portugal integra o grupo dos países classificados na quinta posição, ao lado da Áustria, Grécia, Malta e Suíça, todos com acesso sem visto prévio a 185 destinos.</p>
<p>O destaque europeu é evidente nesta edição do índice. Ao todo, 29 países da Europa surgem entre os dez primeiros lugares da classificação, demonstrando a forte mobilidade internacional proporcionada pelos passaportes europeus. Ainda assim, o documento de viagem mais poderoso do mundo continua a ser o de Singapura, que garante entrada em 192 destinos sem necessidade de visto.</p>
<p>Na segunda posição aparecem Japão, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos, todos com acesso a 188 destinos. Logo atrás surge a Suécia, isolada no terceiro lugar, permitindo viagens para 187 países e territórios. A quarta posição é partilhada por um vasto grupo de países europeus — Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega e Espanha — cujos passaportes dão acesso sem visto a 186 destinos.</p>
<p>Para Portugal, a permanência no grupo dos cinco passaportes mais fortes do mundo representa a manutenção de um elevado nível de mobilidade internacional, facilitando viagens de turismo, negócios e outras deslocações sem necessidade de procedimentos prévios de obtenção de visto na maioria dos destinos.</p>
<p>O índice assinala igualmente diferenças significativas entre países europeus. Apesar do domínio do continente nos lugares cimeiros, nem todos os passaportes da Europa oferecem o mesmo grau de liberdade. A Bielorrússia ocupa a 62.ª posição, com acesso sem visto a apenas 78 destinos, enquanto o Kosovo surge no 60.º lugar, empatado com a China, permitindo viajar para 83 destinos. Ainda assim, o relatório destaca que o Kosovo subiu 35 posições desde 2016, registando uma das evoluções mais expressivas da última década.</p>
<p>A nível global, um dos maiores destaques vai para os Emirados Árabes Unidos, que protagonizam a maior subida dos últimos 20 anos. O país ascendeu 60 posições nesse período e aumentou em 153 o número de destinos acessíveis sem visto, alcançando agora o segundo lugar mundial. Esta evolução permitiu-lhe ultrapassar o Reino Unido, que desceu para a sexta posição da classificação.</p>
<p>Já os Estados Unidos permanecem na 10.ª posição, com acesso sem visto a 180 destinos, repetindo o resultado obtido em 2025, ano em que atingiram a classificação mais baixa de sempre na história do índice.</p>
<p>Para Christian H. Kaelin, presidente da Henley &amp; Partners, o valor de um passaporte vai hoje muito além da possibilidade de viajar. &#8220;Atualmente, o privilégio associado a um passaporte desempenha um papel decisivo na criação de oportunidades, na segurança e na participação económica, sendo que o aumento da mobilidade média esconde uma realidade em que as vantagens de circulação internacional estão cada vez mais concentradas nas nações economicamente mais fortes e politicamente mais estáveis&#8221;, afirmou.</p>
<p>Criado há duas décadas, o Henley Passport Index continua a ser uma das principais referências internacionais para medir a liberdade de circulação proporcionada pelos passaportes de cada país, recorrendo exclusivamente aos dados oficiais da IATA para comparar o acesso sem visto aos diferentes destinos em todo o mundo.</p>
<p>Os 20 passaportes mais poderosos do mundo em 2026</p>
<p>De acordo com a atualização de julho de 2026 do Henley Passport Index, esta é a classificação dos passaportes mais poderosos do mundo, tendo em conta o número de destinos acessíveis sem necessidade de visto prévio:</p>
<ul>
<li>Singapura – 192 destinos</li>
<li>Japão – 188 destinos (empatado)</li>
<li>Coreia do Sul – 188 destinos (empatado)</li>
<li>Emirados Árabes Unidos – 188 destinos (empatado)</li>
<li>Suécia – 187 destinos</li>
<li>Bélgica – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Dinamarca – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Finlândia – 186 destinos (empatado)</li>
<li>França – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Alemanha – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Irlanda – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Itália – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Luxemburgo – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Países Baixos – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Noruega – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Espanha – 186 destinos (empatado)</li>
<li>Áustria – 185 destinos (empatado)</li>
<li>Grécia – 185 destinos (empatado)</li>
<li>Malta – 185 destinos (empatado)</li>
<li>Portugal – 185 destinos (empatado)</li>
<li>Suíça – 185 destinos (empatado)</li>
</ul>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793485]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Arrendar casa por menos de 1.000 euros ainda é possível em 31 dos municípios mais procurados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Idealista]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Amadora liderou o ranking dos municípios mais procurados para arrendamento, seguida pela Trofa e por Vila Franca de Xira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar uma casa para arrendar por menos de 1.000 euros mensais continua a ser possível em 31 dos 50 municípios com maior pressão de procura em Portugal. Os dados relativos ao segundo trimestre de 2026 mostram também uma presença crescente de concelhos do interior entre os destinos mais pesquisados pelos potenciais inquilinos.</p>
<p>Segundo uma análise divulgada pelo idealista, a Amadora liderou o ranking dos municípios mais procurados para arrendamento, seguida pela Trofa e por Vila Franca de Xira.</p>
<p>A plataforma imobiliária afirma que os resultados revelam um alargamento gradual da procura para além das áreas metropolitanas, com municípios do Alentejo, de Trás-os-Montes e das Beiras a registarem níveis de pesquisa suficientes para entrarem nos 50 primeiros lugares.</p>
<p><strong>Amadora lidera procura e Lisboa fica fora do ranking</strong></p>
<p>Os municípios periféricos à capital voltaram a dominar os primeiros lugares da lista. A Amadora surge na liderança nacional, enquanto Vila Franca de Xira ocupa a terceira posição.</p>
<p>Lisboa, porém, não aparece entre os 50 municípios considerados. De acordo com o idealista, a ausência poderá refletir o impacto dos preços elevados na atratividade relativa da capital junto de quem procura casa para arrendar.</p>
<p>No distrito de Lisboa, apenas Alenquer e Azambuja apresentam rendas medianas inferiores a 1.000 euros entre os concelhos incluídos no ranking. Alenquer ocupa a nona posição, com 983 euros mensais, enquanto a Azambuja aparece em 14.º lugar, com 938 euros.</p>
<p>Nos restantes municípios do distrito, os valores ultrapassam esse patamar. Sintra apresenta uma renda mediana de 1.651 euros, Arruda dos Vinhos chega aos 1.466 euros e Odivelas aos 1.397 euros mensais.</p>
<p><strong>Trofa combina forte procura com rendas abaixo dos 900 euros</strong></p>
<p>O distrito do Porto coloca oito municípios entre os 50 mais procurados. A Trofa ocupa o segundo lugar nacional, com uma renda mediana de 863 euros mensais.</p>
<p>Segundo a análise, o município destaca-se pela combinação entre um nível elevado de procura e um preço ainda inferior ao registado na maioria dos concelhos próximos das grandes cidades.</p>
<p>Marco de Canaveses apresenta uma renda mediana de 675 euros, seguido por Felgueiras, com 679 euros. Amarante surge nos 830 euros, Paredes nos 894 euros, Valongo nos 910 euros e Gondomar nos 976 euros.</p>
<p>Santo Tirso é o único dos oito municípios do distrito presentes no ranking com uma renda mediana superior a 1.000 euros, atingindo os 1.061 euros mensais.</p>
<p><strong>Interior ganha espaço entre os municípios mais procurados</strong></p>
<p>A presença crescente do interior é apontada pelo idealista como uma das principais tendências do segundo trimestre.</p>
<p>Pinhel, no distrito da Guarda, surge na décima posição nacional, com uma renda mediana de 650 euros. Moura ocupa o 15.º lugar, com 600 euros, enquanto Campo Maior aparece na 20.ª posição, com 454 euros mensais.</p>
<p>Mirandela integra também a primeira metade do ranking, ocupando o 21.º lugar, com uma renda mediana de 558 euros.</p>
<p>Miranda do Douro é o município mais barato entre os 50 analisados. A renda mediana situa-se nos 425 euros mensais, apesar de o concelho ocupar apenas a 34.ª posição em termos de procura.</p>
<p>Logo depois surgem Campo Maior, com 454 euros, e Aguiar da Beira, com 500 euros mensais.</p>
<p>Para a plataforma, estes resultados sugerem que a procura está a alargar-se gradualmente a concelhos transmontanos, alentejanos e beirões, onde os preços permanecem consideravelmente abaixo dos praticados nas áreas metropolitanas.</p>
<p><strong>Algarve mantém rendas elevadas</strong></p>
<p>No Algarve, Faro e Silves aparecem apenas na segunda metade do ranking, com rendas medianas elevadas.</p>
<p>Faro ocupa a 47.ª posição, apesar de apresentar uma renda mediana de 1.519 euros. Silves surge no 49.º lugar, com 1.313 euros mensais.</p>
<p>Monchique é a exceção entre os municípios algarvios incluídos na lista. Com uma renda mediana de 970 euros, é o único que permanece abaixo da fasquia dos 1.000 euros.</p>
<p><strong>Sintra é o município mais caro entre os mais procurados</strong></p>
<p>Sintra apresenta as rendas mais elevadas entre os 50 municípios analisados, com uma mediana de 1.651 euros mensais.</p>
<p>Apesar do valor, o concelho ocupa o sétimo lugar do ranking, mostrando que a procura continua elevada mesmo perante preços consideravelmente superiores à média de vários municípios do interior.</p>
<p>Almada surge na segunda posição entre os concelhos mais caros, com 1.589 euros mensais, seguida por Faro, com 1.519 euros, Seixal, com 1.500 euros, e Montijo, com 1.475 euros.</p>
<p>Os dados mostram, assim, um mercado dividido entre municípios periféricos às grandes cidades, onde a procura continua elevada apesar das rendas, e concelhos do interior que começam a ganhar visibilidade devido a preços mais baixos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793475]]></sapo:autor>
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		<title>Autoridade está a tentar resolver problemas detetados na comparticipação de medicamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:37:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) está a tentar identificar a origem e resolver os constrangimentos provocados pelas novas regras do Registo Nacional de Utentes (RNU), que impediram utentes de ter comparticipação nos medicamentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) está a tentar identificar a origem e resolver os constrangimentos provocados pelas novas regras do Registo Nacional de Utentes (RNU), que impediram utentes de ter comparticipação nos medicamentos.</P><br />
<P>Numa resposta enviada à Lusa, a ACSS diz que já tinham sido identificadas &#8220;situações pontuais&#8221;, tanto no caso de utentes como de instituições da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, no que se refere ao acesso à comparticipação de medicamentos e que estão a ser &#8220;acompanhadas e acauteladas&#8221;.</P><br />
<P>Algumas situações foram denunciadas pela Associação Nacional de Cuidados Continuados (ANCC), que, em declarações à Lusa, apontou casos em que utentes internados nestas unidades, como não frequentavam o centro de saúde ou o médico de família, com as novas regras de acesso do RNU, estavam a perder a comparticipação nos medicamentos.</P><br />
<P>Segundo explicou o presidente da ANCC, José Bourdain, quando se tentava prescrever medicamentos para dispensa em farmácia comunitária, nestes casos, o sistema estava a bloquear, obrigando as unidades a pagar a totalidade da medicação.</P><br />
<P>A Lusa falou ainda com uma utente que não frequentava o centro de saúde e era seguida por uma médica no privado. Quando precisou de uma medicação que deveria tomar no dia em que lhe foi prescrita, teve de a pagar na íntegra.</P><br />
<P>A utente, cidadã portuguesa com número de utente atribuído e que sempre viu a medicação de que precisava comparticipada, deslocou-se depois ao centro de saúde, onde lhe foi dito que não estava ali registada, motivo pelo qual havia perdido o direito à comparticipação. </P><br />
<P>O caso foi na altura resolvido e a utente acabou por voltar à farmácia mais tarde, para que lhe devolvessem o valor da comparticipação que tinha suportado.</P><br />
<P>Contactada pela Lusa, a ACSS diz que está, em articulação com a Direção Executiva do SNS e com as Unidades Locais de Saúde (ULS), a trabalhar na identificação da origem dos problemas detetados e na implementação das medidas necessárias para a rápida resolução.</P><br />
<P>A ACSS diz que está a atribuir caráter prioritário à resolução das situações pontuais identificadas ao longo do processo de aplicação das regras e normas nos sistemas de gestão do RNU, minimizando o impacto nos utentes e nas instituições.</P><br />
<P>O objetivo &#8212; acrescenta &#8211; é assegurar que eventuais constrangimentos de natureza técnica ou processual sejam ultrapassados &#8220;com a maior brevidade possível, garantindo o normal acesso aos mecanismos de comparticipação previstos na legislação aplicável&#8221;.</P><br />
<P>As novas regras do RNU, que entraram em vigor em abril, implicam que os utentes, para manter possibilidade de inscrição no centro de saúde ou para médico de família, se desloquem aos centros de saúde para atualizar alguns dados.</P><br />
<P>Estão previstas agora cinco classificações no RNU, entre elas o &#8216;registo atualizado&#8217;, elegível para inscrição e atribuição de médico de família, e o &#8216;registo atualizado não residente&#8217;, para cidadãos portugueses que vivem no estrangeiro, elegíveis para inscrição no centro de saúde, mas não na lista do médico de família.</P><br />
<P>Há ainda o &#8216;registo em curso&#8217;, para situações que têm 180 dias para disponibilizar dados obrigatórios, caso contrário não serão elegíveis para inscrição nos centros de saúde, passando a estar classificados como &#8216;registo incompleto&#8217;. Finalmente, há o &#8216;registo em histórico&#8217;, que funciona como arquivo dos utentes falecidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793469]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros do Santander Totta caem 13,9% para 434M€ até junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:36:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O banco Santander Totta teve lucros de 434 milhões de euros no primeiro semestre, menos 13,9% do que nos primeiros seis meses de 2025, divulgou hoje o banco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O banco Santander Totta teve lucros de 434 milhões de euros no primeiro semestre, menos 13,9% do que nos primeiros seis meses de 2025, divulgou hoje o banco.</P><br />
<P>Segundo o Santander Totta, os efeitos não recorrentes foram negativos em 18,8 milhões de euros até junho (face a 27,6 milhões de euros positivos de período homólogo). </P><br />
<P>Assim, o resultado líquido recorrente (sem esses efeitos) foi de 452,8 milhões de euros, menos 4,9% em termos homólogos.</P><br />
<P>Ainda entre janeiro e junho, a margem financeira (a diferença entre juros cobrados no crédito e juros pagos nos depósitos) caiu 2,6% para 677,6 milhões de euros.</P><br />
<P>Estes resultados estão hoje a ser apresentados pela nova presidente executiva do banco, Isabel Guerreiro, em Lisboa. A gestora disse estar &#8220;orgulhosa&#8221; dos resultados e destacou que o banco &#8220;está a crescer&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793432]]></sapo:autor>
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		<title>Aeroporto: Bastonário dos engenheiros alerta para falta de mão de obra e pede políticas de captação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:33:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aeroporto Luís de Camões]]></category>
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		<category><![CDATA[Ordem dos Engenheiros]]></category>
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					<description><![CDATA[O bastonário da Ordem dos Engenheiros alertou para a falta de mão de obra necessária às grandes infraestruturas e defendeu políticas públicas de captação de trabalhadores e talento para a construção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O bastonário da Ordem dos Engenheiros alertou para a falta de mão de obra necessária às grandes infraestruturas e defendeu políticas públicas de captação de trabalhadores e talento para a construção.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, Fernando de Almeida Santos considerou que Portugal dispõe de capacidade empresarial instalada, mas precisa de reforçar as equipas de engenharia e, sobretudo, o número de trabalhadores intermédios e especializados para executar o novo aeroporto de Lisboa, a Terceira Travessia do Tejo e os investimentos ferroviários previstos. </P><br />
<P>&#8220;Para fazermos isto tudo, precisamos de gente em Portugal. Gente operária, essencialmente&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a execução simultânea das grandes infraestruturas obrigará o país a adequar as políticas públicas às necessidades do setor e a captar trabalhadores no exterior.</P><br />
<P>&#8220;Isso vai ter que ser uma decisão também política do Estado de poder fomentar essa captação de mão de obra e de talento para a construção&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O bastonário salientou que essa política será necessária para que Portugal consiga concretizar as obras nos calendários anunciados.</P><br />
<P>O sumário executivo do relatório técnico da ANA &#8212; Aeroportos de Portugal prevê que as obras do Aeroporto Luís de Camões, no Campo de Tiro de Alcochete, comecem em meados de 2030, fiquem concluídas até ao final de 2036 e que a infraestrutura entre em funcionamento em meados de 2037, estando o Governo e a ANA a trabalhar para antecipar todos os prazos, como garantiram a tutela e a concessionária à Lusa.</P><br />
<P>O bastonário defendeu que as ligações rodoviárias e ferroviárias devem estar disponíveis quando o aeroporto abrir.</P><br />
<P>Na sua perspetiva, projetos como a Terceira Travessia do Tejo e as ligações ferroviárias de alta velocidade são necessários ao país independentemente da construção do novo aeroporto.</P><br />
<P>O relatório da ANA exclui do orçamento de 7,9 mil milhões a 8,9 mil milhões de euros as ligações ferroviárias, a rede rodoviária exterior, incluindo a Terceira Travessia do Tejo, e as redes de abastecimento necessárias ao aeroporto.</P><br />
<P>Sobre a nova travessia, o bastonário considerou tecnicamente possível que esteja concluída até 2034, mas alertou para a duração dos procedimentos administrativos, ambientais e de planeamento que antecedem a construção.</P><br />
<P>&#8220;Se nós quisermos ter uma ponte a começar a ser construída em 2030, por exemplo, temos que dar à perna para que possamos ter tudo pronto&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Fernando de Almeida Santos sustentou que a execução física das obras é, muitas vezes, mais curta do que todo o processo técnico e administrativo anterior, defendendo a aceleração dos estudos e das decisões necessários.</P><br />
<P>Para sustentar que o principal obstáculo está na fase preparatória, o bastonário apontou a Ponte Vasco da Gama como exemplo de uma grande infraestrutura concretizada num prazo reduzido, recordando que decorreram cerca de cinco anos entre a decisão política e a inauguração.</P><br />
<P>&#8220;Por que razão, passados 20 ou 25 anos, não fomos capazes de fazer uma travessia?&#8221;, questionou, acrescentando que, do ponto de vista técnico e da engenharia, a construção é possível.</P><br />
<P>Relativamente ao investimento no aeroporto, o bastonário admitiu que o valor possa aumentar, tal como a ANA ressalva no relatório.</P><br />
<P>&#8220;É natural que aumente com a questão da inflação, do custo da construção e com a falta de mão de obra&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O responsável desvalorizou, contudo, uma eventual subida do orçamento, por considerar que o investimento na infraestrutura será assumido pela concessionária e enquadrado na concessão e negociação com o Estado.</P><br />
<P>&#8220;Mais para cima ou mais para baixo, independentemente disto ter que ser feito, tem a ver com custos da concessionária que assumiu essa concessão e, portanto, só tem que adequar esses custos ao negócio. Mas o investimento do Estado português de forma direta é nulo do ponto de vista financeiro&#8221;, apontou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793457]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Ataque ucraniano contra o centro da Rússia fez seis mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos seis pessoas morreram e 26 ficaram feridas hoje em ataques ucranianos contra uma instalação na região de Kirov, no centro da Rússia, anunciou o governador regional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos seis pessoas morreram e 26 ficaram feridas hoje em ataques ucranianos contra uma instalação na região de Kirov, no centro da Rússia, anunciou o governador regional.</P><br />
<P>Alexander Sokolov disse através das redes sociais que o ataque ucraniano contra Kirov fez &#8220;32 vítimas, seis das quais morreram&#8221;.  </P><br />
<P>Pouco antes, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que as forças de Kiev tinham atingido &#8220;uma das principais instalações militares de Kirov&#8221;.</P><br />
<P>Tratou-se de um ataque distinto do que visou hoje de manhã armazéns perto de São Petersburgo, onde projéteis ucranianos atingiram uma zona perto de São Petersburgo, no ocidente da Rússia, destruindo instalações de uma empresa russa que comercializa componentes eletrónicos, fazendo pelo menos três feridos. </P></p>
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