O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, inicia esta quarta-feira uma viagem à Europa, que vai começar pela Bélgica, onde vai participar, na sexta-feira, na cimeira extraordinária da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO). Na agenda, estão temas como os esforços de dissuasão e defesa para responder ao ataque injustificado e não provocado da Rússia à Ucrânia, bem como as sanções económicas ao país.
O responsável vai também marcar presença nas reuniões do Conselho Europeu e do G7, esta última convocada pela Alemanha, que tem a presidência do grupo de países mais industrializados do mundo.
A par da Bélgica, o Presidente norte-americano fará escala em outros países da Europa, como a Polónia, que tem fronteira com a Ucrânia e que foi recentemente visitado pela vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris.
O anúncio da viagem à Polónia, em concreto, foi feito ontem pela porta-voz da Casa Branca Jen Psaki.
A Polónia, que faz fronteira com a Ucrânia, já recebeu mais de dois milhões de refugiados desde o início da invasão. O país tem sido um dos mais ativos a pedir aos membros da NATO para considerarem um maior envolvimento no conflito.
A Casa Branca já tinha anunciado que não estava nos planos de Biden visitar a Ucrânia nesta viagem europeia.
Tanto Biden como a NATO têm vindo a sublinhar repetidamente que os EUA e a aliança militar vão fornecer armamento e outro apoio de defesa à Ucrânia, que não é membro da Aliança Atlântica, mas querem impedir uma escalada do conflito militar.













