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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Escassez de moeda estrangeira é principal obstáculo ao crescimento dos bancos africanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:22:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A escassez de liquidez em moeda estrangeira tornou-se o principal obstáculo ao crescimento do financiamento do comércio pelos bancos africanos, indicou hoje um estudo divulgado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A escassez de liquidez em moeda estrangeira tornou-se o principal obstáculo ao crescimento do financiamento do comércio pelos bancos africanos, indicou hoje um estudo divulgado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).</P><br />
<P>No relatório, apresentado hoje em Brazzaville, no encontro anual do BAD, aponta-se que &#8220;cerca de 36% dos bancos identificaram a limitada disponibilidade de divisas como a principal restrição ao crescimento do financiamento do comércio entre 2020 e 2024, em comparação com 18% no período 2015&#8211;2019&#8221;.</P><br />
<P>Para o BAD, este é o &#8220;principal entrave ao crescimento do financiamento do comércio&#8221;.</P><br />
<P>No mesmo relatório, estima-se que, até 2024, o défice de financiamento do comércio para cobrir as necessidades das empresas africanas situava-se entre os 74 e 92 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>Ainda assim, o BAD e outras instituições financeiras de desenvolvimento &#8220;facilitaram cerca de 32 mil milhões de dólares por ano em financiamento do comércio entre 2020 e 2024, representando, em média, cerca de 3% do comércio total de mercadorias de África no mesmo período&#8221;.</P><br />
<P>O BAD avisou, contudo, que o comércio no continente &#8220;continua insuficientemente servido pelos bancos comerciais&#8221;, até porque, entre 2020 e 2024, &#8220;os bancos comerciais intermediaram, em média, 23% do comércio total de África, abaixo dos 40% registados no período 2011&#8211;2019&#8221;.</P><br />
<P>Apesar disso, os bancos comerciais regionais africanos estão a desempenhar um papel cada vez mais relevante como bancos correspondentes ao serviço dos bancos emissores em África.</P><br />
<P>O relatório foi apresentado no encontro anual do Grupo BAD, no qual representantes dos 81 países membros, incluindo chefes de Estado, ministros das Finanças, ministros do Planeamento e governadores de bancos centrais, vão analisar os progressos alcançados ao longo do último ano e os grandes desafios que se avizinham.</P><br />
<P>O lema das reuniões deste ano, que decorrem até sexta-feira na capital da República do Congo, Brazzaville, é &#8220;Mobilizar o Financiamento do Desenvolvimento de África em Grande Escala num Mundo Fragmentado&#8221;.</P><br />
<P>As reuniões deste ano estão a ser marcadas por medidas sanitárias contra o Ébola, que foram reforçadas em Brazzaville, separada da República Democrática do Congo (RDCongo) por um rio, e o próprio formato dos encontros foi alterado, com o Banco a adotar &#8220;um formato híbrido, permitindo que todos os delegados participem plenamente nos trabalhos, independentemente das condições de viagem e logísticas&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>*** A Lusa viajou a convite do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) *** </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768714]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Famílias e pequenos negócios tentam contornar falta de água na capital de Cabo Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A falta de água, desde há algumas semanas, na capital de Cabo Verde, tem levado famílias e pequenos negócios a chamar camiões cisterna e a recorrer a recipientes e depósitos que garantam uma reserva extra, relataram à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A falta de água, desde há algumas semanas, na capital de Cabo Verde, tem levado famílias e pequenos negócios a chamar camiões cisterna e a recorrer a recipientes e depósitos que garantam uma reserva extra, relataram à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Às vezes passamos semanas sem água em casa&#8221;, disse Fátima Baldé, 39 anos, residente no bairro da Várzea, enquanto organiza refeições para vender noutro ponto da cidade da Praia.</P><br />
<P>A imigrante da Guiné-Conacri diz que a falta de água tem complicado as rotinas diárias.</P><br />
<P>Quando o abastecimento for retomado, vai ser hora de encher recipientes para os dias seguintes.</P><br />
<P>&#8220;Quando há água, aproveito para encher e guardar&#8221;, descreveu.</P><br />
<P>Numa rua mais abaixo, o cheiro da carne assada espalha-se junto ao bar de Julieta Moreno, 52 anos, que ao meio-dia recebe clientes para almoço, enquanto tenta gerir a escassez de água no estabelecimento.</P><br />
<P>A comerciante diz que a situação tem afetado o funcionamento diário do espaço, onde a água é necessária para cozinhar, limpar e prestar um bom atendimento.</P><br />
<P>&#8220;Os clientes precisam sempre de água&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Entre barris guardados para a cozinha e para a casa de banho, Julieta Moreno explica que, quando as reservas acabam, é obrigada a comprar água transportada por camiões cisterna, a cerca de 1.200 escudos (10,90 euros) por tonelada.</P><br />
<P>Segundo a comerciante, os problemas no abastecimento não são novos no bairro de Achada Santo António e agravam-se durante os períodos mais quentes do ano.</P><br />
<P>&#8220;No tempo de calor sentimos mais a crise de água, justamente quando mais precisamos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No bairro de Fundo Cobom, Jussara Rodrigues, 22 anos, estudante universitária, relata dificuldades semelhantes.</P><br />
<P>&#8220;Já faz mais de uma semana que estamos sem água em casa&#8221;, disse.</P><br />
<P>Em vários bairros da capital cabo-verdiana, moradores recorrem a barris, baldes e depósitos para armazenar água sempre que o abastecimento regressa temporariamente às torneiras.</P><br />
<P>A Electra, empresa pública responsável pela produção de água dessalinizada na ilha de Santiago e pelo fornecimento à Águas de Santiago (AdS), explicou que está a tentar resolver uma avaria.</P><br />
<P>Num comunicado, divulgado na terça-feira, detalhou que a falha &#8220;numa das bombas de grande porte&#8221; da central dessalinizadora da zona do Palmarejo está a afetar o sistema.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a falha deixou indisponível &#8220;um dos bastidores&#8221; de uma das unidades, reduzindo temporariamente a capacidade de produção e o fornecimento de água à rede operada pela AdS.</P><br />
<P>A normalização do sistema está prevista para a próxima semana.</P><br />
<P></P><br />
<P>KZR/RS // MLL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768712]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Acidente/Elevador: PS e PCP criticam ausência de informação sobre auditorias anunciadas pela Câmara de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS e o PCP na Câmara de Lisboa criticaram hoje a ausência de informação sobre as auditorias ao acidente com o elevador da Glória, tendo a governação PSD/CDS-PP/IL assegurado que a Carris está a fazer "um excelente trabalho".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS e o PCP na Câmara de Lisboa criticaram hoje a ausência de informação sobre as auditorias ao acidente com o elevador da Glória, tendo a governação PSD/CDS-PP/IL assegurado que a Carris está a fazer &#8220;um excelente trabalho&#8221;.</P><br />
<P>Na reunião pública da Câmara Municipal, o vereador do PS Pedro Anastácio disse que passados quase nove meses do descarrilamento do elevador da Glória, ocorrido em 03 setembro, com 16 mortos e mais de 20 feridos, a governação liderada por Carlos Moedas (PSD) ainda não conseguiu fazer um ponto de situação sobre as medidas aprovadas após o acidente, inclusive a realização de auditorias.</P><br />
<P>O socialista lamentou a ausência de informação, criticou a postura de &#8220;silêncio político, para ver se as pessoas não se lembram&#8221;, e questionou sobre a execução das auditorias: &#8220;Nem sabemos se existem, se estão contratadas.&#8221;</P><br />
<P>Pedro Anastácio defendeu &#8220;o esclarecimento total&#8221; relativamente ao descarrilamento, considerou que a falta de conclusões por parte da autarquia e da empresa municipal Carris, responsável pela gestão do elevador da Glória, &#8220;envergonha a cidade&#8221; e acusou o social-democrata Carlos Moedas de preferir encarar este assunto com &#8220;um processo opaco, pouco transparente, divulgando o mínimo de informação possível, prestando zero contas&#8221;.</P><br />
<P>Também o vereador único do PCP, João Ferreira, criticou a governação PSD/CDS-PP/IL pelas &#8220;coisas que não saem do papel&#8221;, lembrou que foram anunciadas duas auditorias logo após o acidente e que se esperava para breve resultados, mas, no entanto, &#8220;não se sabe nada&#8221;, nem quem faz, nem quais os objetivos: &#8220;É legítimo supor que eles possam nem sequer existir.&#8221;</P><br />
<P>Em resposta, o vice-presidente da Câmara, Gonçalo Reis (PSD), que tem o pelouro da Mobilidade, garantiu que &#8220;a Carris está a fazer um excelente trabalho&#8221;, particularmente na política de segurança dos equipamentos de transporte público, inclusive para a reabertura dos ascensores da cidade, que foram parados para serem inspecionados na sequência do descarrilamento.</P><br />
<P>&#8220;Estão em curso auditorias externas&#8221;, assegurou o autarca, esclarecendo que já foi dito publicamente quem está a fazer esse trabalho, que é a empresa CATIM, acrescentando que há uma auditoria interna a decorrer e há uma comissão técnica independente, que tem reunido recorrentemente.</P><br />
<P>Gonçalo Reis reforçou que está a ser feito &#8220;um trabalho apurado, rigoroso, de apuramento de todas as causas do acidente, definição de novas políticas de segurança e de redundância, e de desenvolvimento de soluções para reabertura do elevador da Glória&#8221;, referindo que o funicular da Graça já reabriu e agora está-se a trabalhar nos seguintes, de acordo com a metodologia sequencial definida pela comissão técnica independente.</P><br />
<P>&#8220;Seria irresponsável que a Carris avançasse mais rápido do que as conclusões da própria comissão técnica independente&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Ressalvando que é preciso ter capacidade de investimento, o vice-presidente frisou que a proposta da vereação do PS de gratuitidade total dos transportes públicos seria &#8220;descapitalizar a Carris&#8221;.</P><br />
<P>Em protesto, o socialista Pedro Anastácio acusou a governação PSD/CDS-PP/IL de &#8220;nada esclarecer&#8221; e lamentou que, perante questões sobre o acidente, se fale de gratuitidade.</P><br />
<P>Já o social-democrata Carlos Moedas considerou &#8220;absolutamente horrendo a politização de uma tragédia&#8221; e sublinhou que o trabalho que está a ser feito &#8220;é esclarecer, é ser transparente&#8221;.</P><br />
<P>Antes deste tema, o vereador do PS perguntou sobre a inspeção aos 66 mil candeeiros públicos de Lisboa, anunciada em dezembro após relatos de eventuais eletrocussões de animais, com a promessa de ter &#8220;resultados e conclusões para março de 2026&#8221;, mas, no entanto, &#8220;a cidade não sabe de nada&#8221;.</P><br />
<P>Em resposta, a vereadora do Espaço Público na Câmara de Lisboa, Joana Baptista (independente indicada pelo PSD), disse que em dezembro foi comunicada a pretensão política de avançar com uma auditoria à iluminação pública, que só foi possível lançar com o orçamento de 2026, tendo sido lançada em fevereiro e &#8220;adjudicada recentemente&#8221; a duas empresas, a CMS e a Sinalcabo, por  cerca de 400 mil euros.</P><br />
<P>Ressalvado que é uma auditoria complexa, Joana Baptista adiantou que vai reunir-se com as empresas na próxima semana &#8220;para uma análise sobre os trabalhos futuros&#8221;, que se vão &#8220;prolongar por 365 dias&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>SSM/MPE // MCL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768711]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Moody&#8217;s reafirma &#8216;rating&#8217; do BCP em &#8220;A2&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência de notação financeira Moody's reafirmou hoje os 'ratings' dos depósitos de longo prazo do BCP e do BCP Macau em "A2", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência de notação financeira Moody&#8217;s reafirmou hoje os &#8216;ratings&#8217; dos depósitos de longo prazo do BCP e do BCP Macau em &#8220;A2&#8221;, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>&#8220;A Moody&#8217;s reafirmou hoje os &#8216;ratings&#8217; de depósitos de longo prazo do BCP e do BCP Macau em &#8216;A2&#8217; e os &#8216;ratings&#8217; da dívida sénior não garantida e do programa MTN do BCP em &#8216;Baa1/(P)Baa1&#8242;&#8221;, indicou, em comunicado.</P><br />
<P>A agência alterou ainda a perspetiva dos &#8216;ratings&#8217; dos depósitos de longo prazo e da dívida sénior não garantida de &#8220;estável&#8221; para &#8220;positiva&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768710]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sporting fez época &#8220;muito positiva&#8221; até à final da Taça de Portugal &#8211; Varandas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Sporting considerou hoje que os 'leões' fizeram "uma época muito positiva" até à final da Taça da Portugal de futebol, perdida para o Torreense (2-1), reconhecendo que, no domingo, a equipa "não teve atitude".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Sporting considerou hoje que os &#8216;leões&#8217; fizeram &#8220;uma época muito positiva&#8221; até à final da Taça da Portugal de futebol, perdida para o Torreense (2-1), reconhecendo que, no domingo, a equipa &#8220;não teve atitude&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O balanço da época tem de ser feito em duas fases: o início do campeonato até à final de domingo e depois a final de domingo&#8221; começou por sublinhar Frederico Varandas, à margem das celebrações dos 70 anos do Estádio Universitário de Lisboa.</P><br />
<P>Lembrando que a equipa &#8220;chegou a todas as decisões&#8221;, reconheceu o falhanço do objetivo principal, que era a conquista do &#8216;tricampeonato&#8217;, destacando que o segundo lugar na I Liga foi alcançado &#8220;com os mesmos 82 pontos da última época em que o Sporting foi campeão&#8221;.</P><br />
<P>Varandas voltou a realçar a campanha europeia, depois de chegado aos quartos de final da Liga dos Campeões, fase em que foi eliminado pelo agora campeão inglês Arsenal, com um agregado de 1-0.</P><br />
<P>&#8220;Fez a melhor campanha da &#8216;Champions&#8217; da sua história, uma campanha extraordinária contra grandes equipas europeias&#8221;, incluindo três jogos contra os finalistas da prova, Paris Saint-Germain e Arsenal. </P><br />
<P>O dirigente &#8216;leonino&#8217; sublinhou a importância estratégica do apuramento direto para a &#8216;Champions&#8217;, depois de os ingleses do Aston Villa terem terminado a Liga inglesa no quarto lugar, abrindo assim as portas da fase da liga da Liga dos Campeões aos &#8216;verdes e brancos&#8217;, segundos classificados na I Liga.</P><br />
<P>&#8220;É o objetivo que permite ao Sporting continuar na &#8216;Champions&#8217; é isso que dá capacidade financeira para continuar a crescer e continuar a ter armas para poder continuar a estar nas decisões e conquistar títulos&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Depois da &#8216;dobradinha&#8217;, e apesar de ter chegado aos quartos de final da Liga dos Campeões, o Sporting terminou a temporada de 2025/26 sem qualquer título, ao terminar a I Liga no segundo lugar e ao ser batido por Benfica, na Supertaça Cândido Oliveira, e pelo secundário Torreense, na final da Taça de Portugal. </P><br />
<P>&#8220;O Sporting perde aquela final porque simplesmente não competiu, porque não teve a atitude de quem quer ganhar um título nacional&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>E deixou um aviso ao plantel: &#8220;O objetivo principal de um jogador do Sporting é ganhar títulos pelo Sporting. Se a motivação não for a mesma, esse jogador não terá espaço&#8221;, vincou.</P><br />
<P>&#8220;O Sporting perde aquela final por cansaço? Por ausência de jogadores, ou por questões técnicas ou táticas? Não. O Sporting perde porque não competiu e não teve a atitude de quem quer ganhar um troféu&#8221;, vincou Varandas, aludindo à derrota por 2-1, após prolongamento, frente ao emblema de Torres Vedras, no domingo, na final da prova &#8216;rainha&#8217;.</P><br />
<P>Na véspera, o avançado Pedro Gonçalves pediu desculpa por &#8220;uma das piores derrotas na história&#8221;, reconhecendo, que, desde março, sentiu receio de se lesionar, por querer ir ao Mundial2026.</P><br />
<P>&#8220;O Sporting quer ter um grupo que queira continuar a ganhar muito. Queremos jogadores que queiram jogar a &#8216;Champions&#8217; e o Mundial, mas que tenham a mesma ambição e empenho a jogar competições internas, nomeadamente contra equipas de escalões inferiores&#8221;, rematou Varandas.</P><br />
<P>Questionado sobre o treinador Rui Borges, rejeitou qualquer fragilidade: &#8220;Vi o Rui Borges fragilizado onde? Nas capas de jornais? Nas redes sociais? Isso conta zero para a decisão do Sporting&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Rui Borges é o nosso treinador. Sobre o Rui Borges, o assunto está encerrado&#8221;, vincou o presidente do Sporting, clube que renovou contrato com o técnico até 30 de junho de 2028 no início do mês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768708]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>DBRS confirma notação de longo prazo da Parpública e melhora tendência para positiva</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dbrs-confirma-notacao-de-longo-prazo-da-parpublica-e-melhora-tendencia-para-positiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A agência de rating DBRS confirmou a notação de longo prazo da Parpública em A e melhorou a tendência para positiva, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agência de rating DBRS confirmou a notação de longo prazo da Parpública em A e melhorou a tendência para positiva, anunciou hoje a empresa.</p>
<p>Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Parpública adianta que &#8220;a Morningstar DBRS anunciou, em 22 de maio de 2026, o resultado da revisão das notações de crédito atribuídas&#8221; à entidade.</p>
<p>Neste âmbito, confirmou &#8220;a notação de longo prazo em A (high)&#8221; e alterou &#8220;a respetiva tendência de estável para positiva&#8221;.</p>
<p>A notação de curto prazo &#8220;foi igualmente confirmada em R-1 (middle), mantendo-se a respetiva tendência estável&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O rating da Parpública &#8220;é idêntico ao da notação atribuída à República Portuguesa, refletindo a titularidade integral do capital pelo Estado, o mandato de políticas públicas da PARPÚBLICA e o enquadramento legal aplicável, que assegura o suporte financeiro estatal&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768695]]></sapo:autor>
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		<title>Martifer ratifica cooptação do administrador Nuno Marques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:58:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Martifer aprovou hoje, em assembleia-geral, a ratificação da cooptação do administrador Nuno Marques e a eleição de Alexandra Lopes como vogal do Conselho de Administração, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Martifer aprovou hoje, em assembleia-geral, a ratificação da cooptação do administrador Nuno Marques e a eleição de Alexandra Lopes como vogal do Conselho de Administração, foi anunciado. </P><br />
<P>Segundo o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Alexandra Lopes vai assumir o cargo no restante período do mandato 2024-2026.</P><br />
<P>Os acionistas da empresa deram ainda &#8216;luz verde&#8217; às contas de 2025 e à proposta de aplicação de resultados.  </P><br />
<P>Da ordem de trabalhos fez igualmente parte a apreciação geral da Administração e Fiscalização da empresa, que também foi aprovada.  </P><br />
<P>Na reunião de hoje, o Conselho de Administração da empresa foi mandatado a executar deliberações em matéria de compra e venda de ações próprias da empresa.</P></p>
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		<title>Irão: Trump afirma que ainda não está satisfeito com termos de acordo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:58:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou hoje que ainda não está satisfeito com o resultado das negociações com o Irão e voltou a colocar a hipótese de retomar a ofensiva militar para "terminar o trabalho".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou hoje que ainda não está satisfeito com o resultado das negociações com o Irão e voltou a colocar a hipótese de retomar a ofensiva militar para &#8220;terminar o trabalho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Irão está muito interessado em fechar um acordo. Ainda não chegámos lá. Não estamos satisfeitos com ele, mas vamos ficar, ou teremos de terminar o trabalho&#8221;, afirmou durante uma reunião com a sua administração na Casa Branca.</P><br />
<P>Trump afastou a possibilidade de um acordo que permita à República Islâmica exercer qualquer controlo sobre o tráfego marítimo no estreito de Ormuz, que as forças iranianas mantêm sob ameaça militar, levando a que os preços de petróleo tivessem disparado os últimos meses.</P><br />
<P>&#8220;São águas internacionais, ninguém as vai controlar. Vamos monitorizá-las. Vamos monitorizá-las, mas ninguém as vai controlar&#8221;, frisou o líder norte-americano.</P><br />
<P>O líder norte-americano acrescentou que não tem pressa em chegar a um entendimento antes das eleições intercalares em novembro, nas quais estará em causa a maioria republicana no Congresso.</P><br />
<P>&#8220;Não me importo com as eleições intercalares. Vejam o que aconteceu ontem à noite&#8221;, declarou, referindo-se às primárias republicanas de terça-feira no Texas, nas quais venceu um candidato apoiado pelo dirigente republicano.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e o Irão intensificaram os contactos indiretos na última semana, através de mediadores do Paquistão, para chegar a um acordo que ponha fim à guerra iniciada pela ofensiva israelo-americana em 28 de fevereiro. </P><br />
<P>A televisão estatal iraniana divulgou hoje uma minuta de um acordo preliminar que incluiria a reabertura do estreito de Ormuz e o adiamento das negociações sobre o programa nuclear de Teerão, mas a Casa Branca desconsiderou o documento, classificando-o como falso.</P><br />
<P>No texto, o Irão comprometia-se a permitir o tráfego marítimo comercial através do estreito de Ormuz nos níveis pré-guerra no prazo de um mês, num processo a ser gerido em conjunto com Omã.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém as controlará. São águas internacionais e Omã comportar-se-á como qualquer outro país&#8221;, insistiu hoje Donald Trump.</P><br />
<P>Por sua vez, segundo o esboço do acordo negocial, os Estados Unidos levantariam o bloqueio aos portos e navios iranianos e retirariam as suas forças armadas das proximidades da República Islâmica. </P><br />
<P>Depois disso, os dois países teriam 60 dias para negociar as restantes questões que separam as partes.</P><br />
<P>Em causa, deverão estar o programa de enriquecimento de urânio e de produção de mísseis de longo alcance do Irão, bem como o seu apoio a grupos armados no Médio Oriente, a par do descongelamento de ativos iranianos no estrangeiro e levantamento de sanções internacionais a Teerão.</P><br />
<P>Sobre estes dois últimos assuntos, o Presidente norte-americano negou igualmente negociações para um possível alívio das sanções ou a libertação de fundos iranianos.</P><br />
<P>&#8220;Não, não estamos a falar de alívio de sanções nem de dar dinheiro. Nem sanções, nem dinheiro, nada&#8221;, afirmou Trump, reforçando as suas ameaças a Teerão.</P><br />
<P>&#8220;Estamos muito bem. Acho que estão a começar a dar-nos o que precisam de nos dar. Se o fizerem, ótimo. E se não o fizerem, então o homem à minha esquerda [o secretário da Defesa, Pete Hegseth] vai acabar com eles&#8221;, avisou.</P><br />
<P>As negociações foram abaladas nos últimos dias por ataques norte-americanos contra pontos de lançamento de mísseis e barcos de plantação de minas no sul do Irão. </P><br />
<P>Os Estados Unidos alegaram que agiram com &#8220;moderação&#8221; face ao cessar-fogo em vigor desde 08 de abril, enquanto o Irão condenou estas ações como um sinal de &#8220;má-fé e falta de fiabilidade&#8221;.</P><br />
<P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, reconheceu na terça-feira algumas discrepâncias entre as partes que ainda têm de ser resolvidas, o que levará &#8220;alguns dias&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768693]]></sapo:autor>
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		<title>Se beber, o carro pode nem arrancar: UE exige sistema antiálcool nos novos veículos a partir de julho. O que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:54:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está o chamado ‘alcolock’, um dispositivo que funciona como um alcoolímetro ligado ao sistema de ignição do automóvel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia prepara-se para dar mais um passo no combate à condução sob o efeito do álcool, com a obrigatoriedade de os carros novos matriculados nos Estados-Membros passarem a estar preparados para receber um sistema que impede o arranque do veículo quando o condutor ultrapassa o limite legal de álcool. O &#8216;El Economista&#8217; explica que a medida entra em vigor a 7 de julho de 2026 e tem como objetivo reduzir uma das principais causas de sinistralidade rodoviária.</p>
<p>Em causa está o chamado ‘alcolock’, um dispositivo que funciona como um alcoolímetro ligado ao sistema de ignição do automóvel. Antes de ligar o motor, o condutor sopra para o aparelho, que analisa o ar expirado e comunica o resultado ao veículo. Se o nível de álcool estiver acima do limite permitido, o motor não arranca.</p>
<p>A tecnologia não é nova, mas ganha agora maior relevância com a estratégia europeia para reforçar a segurança dos veículos novos. Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, vários estudos indicam que este tipo de sistema pode reduzir até 65% os acidentes relacionados com o consumo de álcool.</p>
<p>A medida, contudo, não significa que todos os condutores tenham de soprar para um alcoolímetro sempre que entram no carro. O que passa a ser obrigatório é a pré-instalação da tecnologia nos veículos novos, ou seja, os automóveis terão de estar preparados para receber o dispositivo. A utilização permanente ficará dependente de decisão judicial ou administrativa, nomeadamente para condutores reincidentes em infrações relacionadas com álcool ao volante.</p>
<p>Na prática, os fabricantes terão de garantir que os veículos novos matriculados a partir da data definida já incluem a infraestrutura necessária para instalar o ‘alcolock’. O equipamento poderá depois ser ativado nos casos em que as autoridades determinem essa obrigação.</p>
<p>Países como Países Baixos, Bélgica, Alemanha, Finlândia e França já têm vindo a integrar esta tecnologia em determinados contextos, sobretudo como resposta a condutores reincidentes. A lógica europeia é tornar o sistema mais facilmente aplicável, reduzindo barreiras técnicas e acelerando a sua utilização quando for necessário.</p>
<p>A condução sob o efeito do álcool continua a ser uma preocupação central para as autoridades rodoviárias, apesar das campanhas de sensibilização, das operações policiais e do agravamento das sanções. O ‘alcolock’ surge, por isso, como uma medida preventiva: em vez de punir apenas depois da infração, tenta impedir que o veículo arranque quando há risco acrescido.</p>
<p>Para os condutores, a mudança mais imediata não será visível em todos os casos. Mas, para fabricantes e autoridades, representa uma alteração importante no desenho dos veículos novos: a segurança deixa de depender apenas do comportamento do condutor e passa também por sistemas tecnológicos capazes de bloquear decisões perigosas antes de chegarem à estrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768687]]></sapo:autor>
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		<title>Clientes da EMEL vão recorrer à justiça invocando ilegalidade dos processos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:46:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um escritório de advogados vai recorrer aos tribunais administrativos numa ação contra a EMEL -- Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa e o município, e fazer uma participação ao Provedor de Justiça, invocando ilegalidade dos processos de contraordenação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um escritório de advogados vai recorrer aos tribunais administrativos numa ação contra a EMEL &#8212; Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa e o município, e fazer uma participação ao Provedor de Justiça, invocando ilegalidade dos processos de contraordenação.</p>
<p>Segundo explicou à Lusa o advogado Carlos Barroso, que tem representado &#8220;centenas de clientes&#8221; devido a contraordenações da empresa municipal da capital, a questão prende-se com o facto de o organismo &#8220;não permitir o direito de defesa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em qualquer contraordenação no nosso Direito [português], seja de velocidade na estrada, seja de estacionamento, seja que tipo for de contraordenação, ambiental, da Autoridade das Condições do Trabalho, de qualquer entidade administrativa, o visado [é] notificado para se pronunciar sobre os factos em causa&#8221;, explicou.</p>
<p>Por isso, continuou, o &#8220;Estado não pode aplicar &#8211; e a EMEL é Estado&#8221; -, uma coima sem existir o direito de defesa, pois pode &#8220;haver um erro no auto&#8221;.</p>
<p>Carlos Barroso deu como exemplo situações por que já passou, nomeadamente ter recebido notificações da EMEL com a matrícula do seu carro sem que este estivesse estacionado no local em questão.</p>
<p>&#8220;Portanto, pode sempre haver um erro. Independentemente das situações, onde há infração ou não, eu tenho sempre o direito de defesa&#8221;, sublinhou.</p>
<p>O escritório de advogados é especializado na matéria de Direito em Transportes e, concretamente, na área de contraordenacional rodoviário, tendo vindo &#8220;a conduzir inúmeros processos de contraordenação instaurados pela EMEL relacionados com os parquímetros e os tempos de estacionamento&#8221;.</p>
<p>Ainda de acordo com Carlos Barroso, os seus cliente &#8220;recebem os autos&#8221; e entregam os documentos ao escritório de advogados para contestar.</p>
<p>O procedimento &#8220;normal e legal que qualquer entidade administrativa tem é apreciar a defesa escrita&#8221; ou, em alguns casos, arrolando testemunhas, explicou ainda.</p>
<p>Para o advogado, os processos têm sido conduzidos pela EMEL &#8220;ao arrepio de todas as regras processuais aplicáveis, violando os mais elementares direitos dos particulares e dos visados nesses processos, colocando em causa o seu direito de defesa e tornando as decisões, necessariamente, nulas&#8221;.</p>
<p>Carlos Barroso referiu também que, apesar de já terem sido alertados para a situação, quer a EMEL, quer a Câmara Municipal de Lisboa &#8220;confirmam a continuidade desse procedimento ilegal e omitem qualquer atuação no sentido de garantir o cumprimento da lei&#8221;.</p>
<p>&#8220;A EMEL recebe a nossa defesa e, ao invés de fazer a instrução do processo e depois proferir a decisão &#8211; e é livre de proferir a decisão final com a contraordenação, que é a manutenção da coima ou a absolvição da pessoa avisada &#8211; o que é que faz? Responde com um email dizendo que recebeu a defesa e que entende que não há inversão do ónus da prova e, portanto, que considera o processo finalizado&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Para Carlos Barroso, todos os direitos de defesa &#8220;são anulados por uma atuação ilegal e prepotente da EMEL, desconhecendo-se as decisões dos processos e se as mesmas vão ser ou não executadas, com claro prejuízo para os particulares&#8221;.</p>
<p>Por isso, salientou, decidiu apresentar uma intimação à EMEL e à Câmara Municipal de Lisboa, através dos Tribunais Administrativos, para que cumpram o procedimento legal na condução dos processos contraordenacionais.</p>
<p>Além disso, será também apresentada uma participação ao Provedor de Justiça.</p>
<p>Carlos Barroso vai invocar a &#8220;nulidade em todos os processos de contraordenação instaurados pela EMEL&#8221; que estão a ser conduzidos pelo seu escritório e instaurar pedidos de reembolso do valor das coimas pagas.</p>
<p>A Lusa questionou a EMEL sobre o assunto, aguardando ainda resposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768651]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Euro sobe mas mantém-se na barreira dos 1,16 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:44:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro subiu hoje, mas manteve-se na barreira dos 1,16 dólares, no mesmo dia em que Washington negou estar a negociar com o Irão a retirada das suas forças em troca da reabertura do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O euro subiu hoje, mas manteve-se na barreira dos 1,16 dólares, no mesmo dia em que Washington negou estar a negociar com o Irão a retirada das suas forças em troca da reabertura do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Às 18:00 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1632 dólares, quando na terça-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1624 dólares.</P><br />
<P>O euro também subiu em comparação com a libra e o iene.</P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje o câmbio de referência do euro em 1,1637 dólares.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, o euro oscilou entre 1,1633 e 1,1661 dólares. </P><br />
<P>A Casa Branca negou hoje estar a negociar com o Irão a retirada das suas forças em troca da reabertura do estreito de Ormuz, como avançaram hoje os &#8216;media&#8217; iranianos.</P><br />
<P>Segundo a emissora estatal iraniana, o texto de uma página do acordo preliminar de paz em discussão, a que alegadamente teve acesso, esboça &#8220;o memorando de entendimento&#8221; entre os dois beligerantes para pôr fim à guerra, segundo o qual o Irão comprometer-se-ia a restabelecer o tráfego marítimo comercial através do Estreito de Ormuz aos níveis anteriores à guerra no prazo de um mês.</P><br />
<P>Por seu lado, os Estados Unidos levantariam o cerco aos portos e navios iranianos que estabeleceram em retaliação ao bloqueio de Ormuz e retirariam as suas tropas das proximidades do Irão, o que a Casa Branca negou prontamente, classificando-o como &#8220;pura invenção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta informação divulgada pelos meios de comunicação estatais iranianos não é verdadeira e o projeto de acordo-quadro que eles &#8216;publicaram&#8217; é uma invenção total. Ninguém deve acreditar numa única palavra do que os meios de comunicação estatais iranianos divulgam&#8221;, respondeu o executivo norte-americano através de uma das suas contas oficiais no X, a Rapid Response 47.</P><br />
<P>O Irão e os Estados Unidos intensificaram nos últimos dias os esforços para pôr fim à guerra e estão a negociar um acordo para reabrir o estreito, o que deixaria para mais tarde as discussões sobre o programa nuclear iraniano.</P><br />
<P> </P><br />
<P></P><br />
<P>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..terça-feira</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1,1632&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.1,1624</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,86607&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86476</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.185,55&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.185,18</P><br />
<P> </P><br />
<P>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;159,51&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.159,31</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768656]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Administração do BCP escolhe Comissão Executiva liderada por Miguel Maya</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:44:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Administração do BCP decidiu hoje a composição da Comissão Executiva (CE), que será novamente liderada por Miguel Maya, de acordo com um comunicado divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho de Administração do BCP decidiu hoje a composição da Comissão Executiva (CE), que será novamente liderada por Miguel Maya, de acordo com um comunicado divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>&#8220;O Banco Comercial Português, S.A. informa que, em reunião do Conselho de Administração realizada hoje, foi decidida a composição da Comissão Executiva e das outras Comissões especializadas do Conselho de Administração, com exceção da Comissão de Auditoria, cuja composição foi aprovada pela Assembleia Geral havida no dia 07 de maio de 2026&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Foi assim aprovada, como já tinha sido anunciado pelo banco, a CE com Miguel Maya Dias Pinheiro, como presidente executivo (CEO) e com o primeiro vice-presidente Miguel de Campos Pereira de Bragança e segundo vice-presidente João Nuno de Oliveira Jorge Palma.</P><br />
<P>Os vogais são António Ferreira Pinto Júnior, Luís Miguel Manso Correia dos Santos e Maria José Henriques Barreto de Matos de Campos.</P><br />
<P>Para a Comissão de Avaliação de Riscos foi escolhido como presidente Fernando da Costa Lima e como vogais José Pedro Ferreira Malaquias e Carla Sofia Pereira Bambulo.</P><br />
<P>Já a Comissão de Nomeações e Remunerações terá como presidente Isabel Maria de Oliveira Capelôa Gil e como vogais Patrícia Andrea Bastos Teixeira Lopes Couto Viana e Vicent Li (Tao Li).</P><br />
<P>A Administração escolheu ainda os membros da Comissão de Governo Societário, Ética e Sustentabilidade, com Nuno Amado como presidente e os vogais José Pedro Ferreira Malaquias e Valter Rui Dias de Barros.</P><br />
<P>Para secretária da Sociedade foi escolhida Ana Patrícia Moniz Macedo e como secretário Suplente António Augusto Amaral de Medeiros.</P><br />
<P>Irá ainda ser desencadeado &#8220;o processo de seleção de uma candidata independente, para futura cooptação e substituição da candidata eleita que não integrou o Conselho, Maria João Almeida de Gonçalves Almeida, por forma a manter o número total de 17 vogais e a mesma representação de independentes e equilíbrio de género&#8221;, rematou.</P><br />
<P>O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03%, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.</P><br />
<P>O banco apresentou lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768657]]></sapo:autor>
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		<title>Navigator aprova alterações aos órgãos sociais para o triénio 2026-2028</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:43:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Navigator aprovou hoje, em assembleia-geral, alterações aos seus órgãos sociais para o triénio 2026-2028, nomeadamente no Conselho de Administração, presidido por Ricardo Pires, que tem novos vogais, foi comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Navigator aprovou hoje, em assembleia-geral, alterações aos seus órgãos sociais para o triénio 2026-2028, nomeadamente no Conselho de Administração, presidido por Ricardo Pires, que tem novos vogais, foi comunicado ao mercado. </P><br />
<P>De acordo com a informação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o Conselho de Administração da papeleira é constituído pelo presidente Ricardo Pires e pelos vogais António Redondo, António Soares, Dorival Martins de Almeida, João Gonçalves Lé, José Carreira de Araújo, Nuno Santos, Ana Teresa Lehmann, Dinorah Odyniec, Hugo Pinto, Joana Bastardinho, Maria Teresa Presas e Mariana Marques dos Santos. </P><br />
<P>Para a mesa da Assembleia-Geral foram escolhidos Rui Duarte (presidente) e Luís Gaspar (secretário).</P><br />
<P>Já para a Comissão de Remunerações foram aprovados Pedro Raposo (presidente), João Ribeiro (vogal) e Carlota Caldeira (vogal). </P><br />
<P>Na sessão de hoje da bolsa, as ações da Navigator subiram 1,18% para 3,43 euros. </P></p>
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		<title>Zelensky prevê que guerra com a Rússia continue pelo menos até novembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Assessor de comunicação da presidência ucraniana, Dmytro Litvin, explicou que Zelensky apresentou esse período como uma fase decisiva, mas rejeitou leituras que apontavam para uma previsão de guerra prolongada por mais dois ou três anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, terá pedido ao seu partido, Servo do Povo, que concentre esforços nos próximos seis meses, até novembro, num momento em que não há novas negociações marcadas com a Rússia e em que Kiev acusa Moscovo de preparar uma nova mobilização militar.</p>
<p>Segundo a &#8216;Europa Press&#8217;, o assessor de comunicação da presidência ucraniana, Dmytro Litvin, explicou que Zelensky apresentou esse período como uma fase decisiva, mas rejeitou leituras que apontavam para uma previsão de guerra prolongada por mais dois ou três anos.</p>
<p>“Na reunião do partido, o presidente disse que devemos concentrar-nos nos seis meses restantes até novembro, que é o período final”, afirmou Litvin, citado pela agência ucraniana &#8216;Ukrinform&#8217;. O assessor classificou como “informação irrelevante” as notícias divulgadas nos últimos dias sobre alegadas declarações de Zelensky segundo as quais a guerra poderia durar mais de dois ou três anos.</p>
<p>A mensagem de Kiev surge numa altura em que o processo negocial continua bloqueado. Desde o final de 2025, têm ocorrido contactos envolvendo Rússia, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos e Suíça, com alguns avanços em temas humanitários, nomeadamente trocas de prisioneiros de guerra e devolução de corpos de soldados mortos em combate.</p>
<p>No essencial, porém, Kiev e Moscovo continuam distantes nos temas centrais. Entre os pontos mais sensíveis estão a gestão da central nuclear de Zaporizhia, considerada estratégica para a segurança energética europeia, e o futuro dos territórios ucranianos parcialmente ocupados por forças russas.</p>
<p>A mediação americana também enfrenta novos constrangimentos, numa altura em que os Estados Unidos estão absorvidos pela guerra no Irão, o que poderá limitar a capacidade de Washington para manter o mesmo nível de envolvimento diplomático entre Kiev e Moscovo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Zelensky acusou a Rússia de preparar uma nova mobilização para compensar as perdas sofridas no campo de batalha. Segundo o presidente ucraniano, Moscovo estará a preparar o recrutamento de “mais algumas dezenas de milhares” de soldados, sinal que Kiev interpreta como falta de compromisso real com a diplomacia.</p>
<p>“Isso visa compensar as pesadas perdas sofridas pelo exército russo nos territórios ocupados”, afirmou Zelensky, depois de uma reunião com o comandante-em-chefe das Forças Armadas ucranianas, Oleksandr Syrskyi, e com o chefe do Estado-Maior, Andriy Hnatov.</p>
<p>O encontro serviu também para avaliar a situação nas frentes de Kharkiv, Donetsk e Zaporizhia, onde as forças russas continuam a tentar manter pressão sobre as posições ucranianas. Kiev tem insistido que a Rússia procura ganhar tempo nas conversações enquanto prepara novas operações militares.</p>
<p>“Estamos a receber cada vez mais informação interna da inteligência russa sobre os preparativos para uma mobilização maior”, escreveu Zelensky nas redes sociais, apelando a maior atenção internacional sobre as intenções de Moscovo.</p>
<p>Para a Ucrânia, os próximos meses são assim apresentados como uma janela decisiva: manter pressão militar, garantir apoio externo e tentar chegar a eventuais negociações numa posição menos vulnerável. Para Moscovo, segundo Kiev, a prioridade continua a ser recompor forças e prolongar a guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768658]]></sapo:autor>
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		<title>Há 35 candidatos que querem suceder a Macron: França teme uma corrida “grotesca” ao Eliseu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[eleições presidenciais]]></category>
		<category><![CDATA[emmanuel macron]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[França prepara-se para escolher um novo presidente em 2027, mas a corrida ao Eliseu já começou marcada por uma fragmentação política que preocupa o centro, a direita tradicional e a esquerda moderada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>França prepara-se para escolher um novo presidente em 2027, mas a corrida ao Eliseu já começou marcada por uma fragmentação política que preocupa o centro, a direita tradicional e a esquerda moderada. O &#8216;The Guardian&#8217; escreve que há atualmente 35 figuras entre candidatos declarados, potenciais candidatos ou políticos que admitem estar interessados em suceder a Emmanuel Macron, que não pode cumprir um terceiro mandato consecutivo.</p>
<p>O risco, segundo a análise, é claro: se os partidos tradicionais e moderados não conseguirem reduzir o número de candidaturas, a primeira volta das presidenciais pode transformar-se numa autoestrada para a extrema-direita. O Rassemblement National, de Marine Le Pen e Jordan Bardella, surge confortavelmente à frente nas sondagens para a primeira volta, enquanto centro, centro-direita e esquerda continuam divididos entre vários nomes.</p>
<p>A preocupação foi resumida pelo primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, numa frase citada pelo jornal britânico: “O verdadeiro risco é que este emaranhado de ambições reflita uma falta tão grande de ligação à realidade por parte de todos estes candidatos que os eleitores considerem tudo grotesco.”</p>
<p>Macron deixará o Palácio do Eliseu depois de uma década no poder e com níveis elevados de impopularidade. Esse legado complica a vida aos candidatos do campo presidencial, incluindo Gabriel Attal, antigo primeiro-ministro e uma das figuras mais visíveis do centro. Attal, que foi o mais jovem chefe de Governo francês quando chegou ao cargo em 2024, já sinalizou ambição presidencial, mas enfrenta dois problemas: a proximidade a Macron e a concorrência de outros centristas.</p>
<p>Entre esses rivais está Édouard Philippe, antigo primeiro-ministro de Macron, presidente da Câmara de Le Havre e líder do partido Horizons. Philippe surge como uma das figuras moderadas mais competitivas e, segundo as sondagens citadas pelo &#8216;The Guardian&#8217;, é até agora o único candidato apontado como remotamente capaz de derrotar a extrema-direita numa segunda volta.</p>
<p>A confusão não se limita ao centro. A centro-direita também surge fragmentada, depois do colapso eleitoral de 2022, quando Valérie Pécresse obteve apenas cerca de 5% dos votos na primeira volta. Bruno Retailleau, antigo ministro do Interior de linha dura, deverá concorrer pelos Republicanos, mas enfrenta concorrência de outros responsáveis regionais e locais que também querem representar a direita.</p>
<p>À esquerda, o cenário é ainda mais disperso. Entre candidatos declarados ou potenciais surgem cerca de 17 nomes, incluindo o antigo presidente François Hollande, antigos ministros, deputados, eurodeputados e figuras independentes. Socialistas, Verdes e pequenos partidos discutem a possibilidade de uma candidatura comum, mas continuam sem acordo sobre o método de escolha.</p>
<p>A divisão agrava-se em torno de Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical, que prepara uma quarta candidatura presidencial. Parte da esquerda considera que sem Mélenchon será impossível chegar à segunda volta; outra parte entende que o seu perfil afasta demasiados eleitores e pode condenar qualquer tentativa de reconstrução de uma esquerda moderada.</p>
<p>Na extrema-direita também existe uma incógnita, mas de natureza diferente. O Rassemblement National saberá a 7 de julho se os problemas judiciais de Marine Le Pen a impedem definitivamente de concorrer. Se isso acontecer, o candidato deverá ser Jordan Bardella, presidente do partido e protegido político de Le Pen.</p>
<p>O problema para os restantes campos políticos é que tanto Le Pen como Bardella aparecem acima dos 35% nas intenções de voto para a primeira volta. Se centro, centro-direita e esquerda moderada concorrerem divididos, a probabilidade de a extrema-direita chegar à segunda volta em posição dominante aumenta substancialmente.</p>
<p>As consequências ultrapassariam a política francesa. Para a União Europeia, uma vitória de um candidato nacionalista em Paris poderia representar um choque institucional profundo. França é a segunda maior economia da UE e a única potência nuclear do bloco. Um presidente de extrema-direita poderia bloquear decisões europeias, contestar a primazia do direito comunitário e defender uma agenda “França primeiro” com impacto no mercado único e no espaço Schengen.</p>
<p>Ainda assim, vários analistas citados pelo &#8216;The Guardian&#8217; lembram que o campo de candidatos deverá estreitar até ao outono e que as presidenciais francesas raramente ficam decididas tão cedo. Mas o aviso permanece: se os campos moderados não conseguirem apresentar alternativas claras e credíveis, a eleição pode acabar dominada pelos extremos.</p>
<p>O pano de fundo é uma sociedade francesa profundamente insatisfeita. As sondagens indicam que 74% dos eleitores querem uma “transformação radical” ou “mudanças profundas” no país. Para Brice Teinturier, da Ipsos, o sentimento dominante é que os políticos parecem mais interessados nas suas próprias candidaturas do que nos problemas dos cidadãos.</p>
<p>É essa combinação — ambições pessoais, fragmentação partidária, fadiga com o macronismo e desejo de mudança profunda — que torna a corrida presidencial francesa tão imprevisível. A pergunta central, para França e para a Europa, é se os partidos tradicionais ainda conseguem organizar-se a tempo de impedir que a extrema-direita transforme a divisão dos adversários numa vitória histórica.</p>
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		<title>Governo vai analisar mensagem de Seguro sobre subsídio de mobilidade e alerta para prejuízos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:11:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo vai avaliar o novo modelo do subsídio de mobilidade para residentes das regiões autónomas e os alertas do Presidente da República, mas reiterou que a solução aprovada pelo Parlamento pode causar prejuízos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo vai avaliar o novo modelo do subsídio de mobilidade para residentes das regiões autónomas e os alertas do Presidente da República, mas reiterou que a solução aprovada pelo Parlamento pode causar prejuízos.</P><br />
<P>No debate quinzenal desta tarde, na Assembleia da República, o deputado único do JPP, Filipe Sousa, questionou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre quando avançará a Governo com a regulamentação do decreto-lei que define um novo modelo para a atribuição do subsídio de mobilidade para os residentes na Madeira e nos Açores, promulgado pelo Presidente da República esta quarta-feira.</P><br />
<P>O primeiro-ministro disse que o Governo vai &#8220;analisar o conteúdo da decisão do Parlamento, com a qual em vários domínios não concorda&#8221;, bem como os alertas deixados pelo Presidente da República, António José Seguro, na nota que acompanhou a promulgação do diploma.</P><br />
<P>Seguro considerou &#8220;que a eliminação do limite máximo quanto ao custo elegível das passagens aéreas poderá comportar diversos efeitos que merecerão uma cuidada regulamentação e um acompanhamento exigente da execução do novo regime&#8221;.</P><br />
<P>Luís Montenegro lembrou que decorrem ainda dois processos legislativos no Parlamento sobre a mesma matéria e que o executivo aguardará o seu desfecho para &#8220;criar soluções no terreno que efetivamente evitem malefícios e prejuízos para a vida dos cidadãos e da economia das regiões autónomas&#8221;.</P><br />
<P>O líder do Governo criticou ainda o Parlamento por &#8220;excesso de voluntarismo&#8221; ao aprovar uma solução que &#8220;pode vir, se mal aplicada, a provocar mais prejuízos do que benefícios, apesar de não ser essa a intenção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com respeito pelo poder de decisão de todos, aquilo que é o meu compromisso hoje é fazer esta avaliação e esta ponderação de maneira precisamente a evitar essa consequência&#8221;, disse.</P><br />
<P>As alterações ao Subsídio Social de Mobilidade foram aprovadas em votação final global, em 10 de abril, com os votos a favor de PS, Chega, BE, Livre, PAN e JPP, as abstenções de CDS-PP, IL e PCP e o voto contra do PSD (com exceção dos seis deputados eleitos pelos Açores e pela Madeira, que votaram a favor).</P><br />
<P>Com as mudanças aprovadas, o acesso ao Subsídio Social de Mobilidade passa a ser designado por Mecanismo de Continuidade Territorial (MCT), deixa de estar dependente da situação contributiva dos beneficiários e da apresentação de recibo, caindo também o teto máximo do custo elegível da passagem.</P><br />
<P>O valor do reembolso atribuído a residentes e estudantes das regiões autónomas resulta da diferença entre o custo elegível da passagem e a tarifa máxima suportada pelo residente. Se o custo da passagem for superior ao teto máximo, o passageiro tem de suportar esse valor adicional.</P><br />
<P>O subsídio estabelece uma tarifa máxima para os residentes de 79 euros e para estudantes de 59 euros nas ligações entre a Madeira e o continente (ida e volta), com um teto máximo de 400 euros.</P><br />
<P>Nos Açores, a tarifa máxima suportada pelos residentes nas viagens para o continente é de 119 euros e a suportada pelos estudantes é de 89 euros, tendo sido aplicado recentemente um teto máximo de 600 euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768636]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Explicador: porque é que a economia de Putin está pior do que parece e reacende fantasmas de 1917 e 1991?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/explicador-porque-e-que-a-economia-de-putin-esta-pior-do-que-parece-e-reacende-fantasmas-de-1917-e-1991/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:09:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Guerra na Ucrânia está a pressionar empresas, bancos, trabalhadores e contas públicas, enquanto alguns analistas recuperam paralelos históricos com 1917 e 1991, dois momentos em que crises militares, económicas e políticas transformaram a Rússia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia russa resistiu durante mais tempo do que muitos analistas esperavam, apoiada na despesa militar, nas receitas da energia e num controlo apertado do Estado. Mas os sinais de desgaste estão a acumular-se. A guerra na Ucrânia está a pressionar empresas, bancos, trabalhadores e contas públicas, enquanto alguns analistas recuperam paralelos históricos com 1917 e 1991, dois momentos em que crises militares, económicas e políticas transformaram a Rússia. Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a fragilidade atual pode ser mais profunda do que os dados oficiais deixam perceber.</p>
<p><strong>Porque é que a economia russa parece mais frágil?</strong></p>
<p>O primeiro problema é que a economia de guerra cria uma aparência de atividade, mas não necessariamente riqueza duradoura. Produzir tanques, mísseis e munições aumenta o PIB, mas não melhora a vida dos cidadãos, não reforça a economia civil e não resolve os problemas estruturais do país.</p>
<p>A guerra também está a absorver recursos humanos e financeiros. Parte da população ativa foi mobilizada, morreu no conflito ou saiu do país, deixando empresas com falta de trabalhadores e custos laborais mais altos. Ao mesmo tempo, a despesa militar continua a crescer e obriga o Estado a financiar-se num contexto de juros elevados.</p>
<p><strong>Onde está o maior risco: na economia real ou nos bancos?</strong></p>
<p>O risco mais preocupante pode estar no sistema financeiro. Um relatório do Centro de Análise Macroeconómica e Previsão de Curto Prazo, ligado ao Kremlin, indica que os ativos tóxicos e créditos problemáticos no sistema bancário russo já ultrapassam 10% do total, nível que o Fundo Monetário Internacional associa ao limiar de uma crise bancária sistémica.</p>
<p>A crise ainda é descrita como “latente”, porque os principais bancos estatais estarão a adiar o reconhecimento real de algumas perdas através de reestruturações artificiais de empréstimos problemáticos. O problema é que, se empresas continuarem a enfrentar dificuldades de liquidez e atrasos nos pagamentos, esses incumprimentos podem acabar por chegar em força aos bancos.</p>
<p><strong>Porque é que o petróleo caro já não resolve tudo?</strong></p>
<p>A Rússia continua muito dependente das receitas da energia, e a subida dos preços do petróleo e do gás deveria, em teoria, aliviar a pressão. Mas vários analistas citados no texto defendem que isso já não chega.</p>
<p>As taxas de juro continuam elevadas, as sanções limitam a atividade económica, a economia civil está a perder força e o Governo tem de equilibrar a necessidade de financiar a guerra com a contenção das contas públicas. Ou seja: mesmo com energia cara, a Rússia não consegue transformar automaticamente essas receitas em estabilidade económica.</p>
<p><strong>O PIB russo já está a cair?</strong></p>
<p>Os dados oficiais apontam para sinais de travagem. A economia russa registou uma contração anual de 0,2% no primeiro trimestre de 2026, a primeira queda desde 2023, segundo a Capital &#8216;Economics&#8217;. A produção industrial também caiu durante o trimestre, reforçando a ideia de que o impulso da economia de guerra está a perder força.</p>
<p>As previsões de crescimento são fracas para um país em economia de guerra. Algumas estimativas apontam para crescimento de apenas 0,7% este ano, enquanto a previsão para 2026 terá sido revista para 0,4%, apesar da subida dos preços do petróleo.</p>
<p><strong>A elite russa está a ficar inquieta?</strong></p>
<p>Esse é um dos pontos centrais. A guerra prolongou-se muito além do que Moscovo esperaria, trouxe perdas humanas pesadas, ataques ucranianos com drones em território russo, restrições internas mais duras e uma economia sob pressão.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; sublinha que a paciência da elite russa pode estar a esgotar-se, sobretudo se a crise económica evoluir para uma crise financeira. A história russa mostra que grandes guerras falhadas ou demasiado dispendiosas podem abrir fraturas dentro das elites, mesmo em regimes muito centralizados.</p>
<p><strong>Porque se fala em 1917 e 1991?</strong></p>
<p>As referências a 1917 e 1991 não significam que uma nova revolução ou colapso esteja iminente. Servem como aviso histórico.</p>
<p>Em 1917, a combinação de guerra, crise económica, desgaste social e perda de confiança nas elites ajudou a desencadear a revolução que derrubou o regime czarista e abriu caminho à União Soviética. Em 1991, a estagnação económica, a pressão política e a crise do sistema soviético culminaram no colapso da URSS.</p>
<p>O paralelo traçado por analistas do IISS é que derrotas, impasses ou guerras demasiado caras já provocaram divisões internas profundas na Rússia. A guerra na Ucrânia pode não repetir esses episódios, mas reativa padrões perigosos: desgaste militar, pressão económica, elites inquietas e sociedade cada vez mais controlada.</p>
<p><strong>A China pode salvar Putin?</strong></p>
<p>Pequim continua a ser o principal apoio externo de Moscovo, mas não necessariamente em condições favoráveis à Rússia. Analistas citados no texto defendem que a China tem ajudado a economia russa e o esforço militar, mas sempre protegendo os seus próprios interesses.</p>
<p>A ideia é que Putin pode aceitar qualquer margem de apoio oferecida por Xi Jinping, mas dificilmente receberá uma solução que elimine os problemas estruturais russos. A relação com a China ajuda Moscovo a resistir, mas também pode reforçar a dependência russa de Pequim.</p>
<p><strong>O que pode acontecer a seguir?</strong></p>
<p>O Kremlin pode ser obrigado a escolher entre três caminhos difíceis. Pode tentar manter o atual modelo, com uma economia de guerra disfarçada de normalidade. Pode procurar um acordo que lhe permita declarar vitória e concentrar-se na gestão dos danos internos. Ou pode avançar para uma mobilização mais ampla da sociedade e da economia, assumindo de forma mais explícita que a “operação militar especial” é, na prática, uma guerra total.</p>
<p>Esse último cenário poderia reforçar o esforço militar, mas também aumentaria o risco de instabilidade interna. É por isso que a crise económica russa é mais do que uma questão de PIB: pode tornar-se uma crise financeira, social e política.</p>
<p>Em resumo, a Rússia ainda não está perante um colapso visível. Mas os sinais de desgaste acumulam-se em demasiadas frentes ao mesmo tempo: bancos, empresas, trabalhadores, orçamento, elites e sociedade. E é precisamente essa combinação que faz regressar os fantasmas de 1917 e 1991.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768625]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro defende que Europa deve sentar Rússia à mesa: “Não pode estar eternamente dependente” dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[À saída do debate quinzenal desta quarta-feira, Luís Montenegro afirmou que a posição russa “vai ao encontro” do que tem defendido e do que outros líderes europeus também têm vindo a admitir: qualquer processo de paz para a Ucrânia terá de incluir Moscovo à mesa das negociações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro português defendeu que a Europa deve tomar a iniciativa num processo de paz que envolva diretamente a Rússia e a Ucrânia, numa reação às declarações vindas de Moscovo sobre a disponibilidade de Vladimir Putin para negociar com representantes europeus.</p>
<p>À saída do debate quinzenal desta quarta-feira, Luís Montenegro afirmou que a posição russa “vai ao encontro” do que tem defendido e do que outros líderes europeus também têm vindo a admitir: qualquer processo de paz para a Ucrânia terá de incluir Moscovo à mesa das negociações.</p>
<p>“O processo de paz carece também de sentar à mesa a Rússia”, afirmou o chefe do Governo, sublinhando que a Europa deve assumir um papel mais ativo na procura de uma solução diplomática para a guerra.</p>
<p>Montenegro considerou ainda que Bruxelas “não pode estar eternamente dependente” da intermediação de terceiros, numa referência aos esforços dos Estados Unidos para aproximar as partes e tentar criar condições para uma paz “justa e duradoura” na Ucrânia. &#8220;A Europa deve tomar a iniciativa de estabelecer esse diálogo com as partes envolvidas: a Ucrânia, naturalmente, que tem um acompanhamento que é permanente, e também com a Rússia, porque essa é a forma de podermos alcançar um processo de paz que possa configurar uma nova etapa, e que nos possamos concentrar na reconstrução da Ucrânia e no restabelecimento das condições de paz e segurança na Europa.&#8221;</p>
<p>A posição do primeiro-ministro português surge pouco depois de Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, ter afirmado que Vladimir Putin está disponível para negociar diretamente com a Europa. Para Moscovo, esse canal tornou-se indispensável num momento em que os esforços diplomáticos americanos enfrentam novos obstáculos, também devido ao agravamento da crise no Irão.</p>
<p>A ideia de uma negociação entre Rússia e Europa não significa, contudo, que haja consenso sobre quem deve representar os interesses europeus. Putin terá sugerido o nome de Gerhard Schröder, antigo chanceler alemão, para liderar o processo, mas a proximidade do ex-líder alemão ao Kremlin tornou essa hipótese difícil de aceitar entre os 27.</p>
<p>Em alternativa, têm circulado outros nomes com maior aceitação política na União Europeia, entre eles Angela Merkel, Mario Draghi, Emmanuel Macron e até António Costa.</p>
<p>Para Portugal, a prioridade parece passar por garantir que a Europa não fica apenas como observadora de um processo conduzido pelos Estados Unidos. Montenegro defende que Bruxelas deve ter lugar próprio na mesa, não só por estar diretamente afetada pela guerra, mas também porque a segurança europeia dependerá das condições de qualquer acordo futuro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768628]]></sapo:autor>
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		<title>Aeroportos europeus registam esperas até 3,5 horas nas fronteiras e preveem verão difícil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[CORREÇÃO: Lisboa, 27 mai 2026 (Lusa) -- Os aeroportos europeus estão a registar esperas até 3,5 horas nos controlos fronteiriços em períodos de pico e antecipam um verão "particularmente difícil", apontando falta de efetivos e falhas técnicas na implementação do novo sistema europeu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>CORREÇÃO: Lisboa, 27 mai 2026 (Lusa) &#8212; Os aeroportos europeus estão a registar esperas até 3,5 horas nos controlos fronteiriços em períodos de pico e antecipam um verão &#8220;particularmente difícil&#8221;, apontando falta de efetivos e falhas técnicas na implementação do novo sistema europeu. </P><br />
<P>Em respostas enviadas por escrito à Lusa, a associação dos aeroportos europeus, ACI Europe, adianta que os tempos de espera nos controlos fronteiriços atingem atualmente até 3,5 horas nos momentos de pico, um agravamento face às duas horas registadas no anterior inquérito feito junto dos seus membros, em 09 de abril.</P><br />
<P>Numa consulta realizada junto de 45 aeroportos em 20 Estados-membros da União Europeia, a ACI Europe concluiu que o cenário é &#8220;preocupante&#8221;, com vários aeroportos que anteriormente não reportavam esperas excessivas, superiores a uma hora, a passarem agora a fazê-lo.</P><br />
<P>&#8220;A julgar por todos os sinais, será um verão particularmente difícil&#8221;, indicou a associação questionada sobre as perspetivas para os próximos meses em matéria de tempos de espera nos controlos fronteiriços e fluxos de passageiros.</P><br />
<P>Segundo a ACI Europe, os tempos de espera agravaram-se não apenas para os passageiros à chegada, mas também nas partidas, &#8220;apesar do recurso alargado, pelos Estados-membros, à suspensão parcial do Sistema de Entrada/Saída da União Europeia&#8221;, conhecido pela sigla inglesa EES, que entrou em vigor em outubro de 2025.</P><br />
<P>A associação diz não dispor de uma desagregação detalhada por categorias de tráfego, nomeadamente entre passageiros Schengen e não Schengen ou entre controlos de entrada e de saída, mas defende que os Estados-membros devem reportar os tempos de espera nos postos de controlo fronteiriço em plena cooperação com os operadores de transporte.</P><br />
<P>Entre os principais fatores identificados para o congestionamento nos aeroportos europeus aponta &#8220;a falta de pessoal nos controlos fronteiriços, a instabilidade do sistema informático central e das interfaces nacionais do EES&#8221;, incluindo interrupções e falhas recorrentes.</P><br />
<P>A ACI Europe aponta ainda limitações técnicas e operacionais dos quiosques de autoatendimento, bem como a &#8220;persistente incapacidade de utilizar eficazmente as portas automáticas de controlo fronteiriço&#8221; e a implantação limitada da aplicação móvel do EES.</P><br />
<P>O alerta surge numa altura em que se verificam longas filas de espera nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, associadas aos controlos fronteiriços e à implementação do novo sistema europeu, que substituiu os tradicionais carimbos no passaporte por registos digitais.</P><br />
<P>Hoje, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, voltou a admitir suspender, pelo menos nas &#8220;horas críticas&#8221;, o novo sistema de controlo de fronteiras nos aeroportos, para garantir que a economia portuguesa &#8220;não é penalizada&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, a vice-presidente executiva da Comissão Europeia para a Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia, Henna Virkkunen, disse que Bruxelas está disponível para apoiar Portugal relativamente à implementação do EES, admitindo dificuldades em alguns Estados-membros.</P><br />
<P>Questionada especificamente sobre a situação em Portugal, admitiu que a nova legislação entrou em vigor &#8220;muito recentemente&#8221; e que, &#8220;em alguns Estados-membros&#8221;, há dificuldades na sua implementação.</P><br />
<P>Há precisamente uma semana, a Comissão Europeia negou à Lusa que as filas nos aeroportos em Portugal se devam ao novo EES, apontando que o processamento dos registos demora, em média, pouco mais de um minuto.</P><br />
<P>Novamente questionada pela Lusa, a instituição europeia recordou a resposta anterior e escusou-se a dar dados nacionais, alegando que tal cabe aos Estados-membros.</P><br />
<P>Na altura, em reação, o Governo rejeitou as críticas e defendeu que se trata de um problema europeu e não apenas nacional, relembrando que em breve serão implementadas medidas para reforçar a resposta operacional e reduzir o tempo de espera, como o aumento do número de &#8216;boxes&#8217; de controlo manual de fronteiras a partir de 29 de maio.</P><br />
<P>Além disso, a PSP vai reforçar os aeroportos portugueses com 360 polícias em julho.</P><br />
<P>Portugal iniciou a implementação do sistema no dia 12 de outubro de 2025. Mas em 11 e 12 de abril deste ano a recolha de biometria nas partidas dos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro já tinha sido suspensa devido ao tempo de espera acima do desejado para os passageiros embarcarem.</P><br />
<P>Previsto está que, em caso de falhas técnicas do sistema, os Estados-membros possam recorrer temporariamente a procedimentos alternativos, incluindo registo manual e carimbos no passaporte, até à reposição do funcionamento normal.</P><br />
<P></P><br />
<P>(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR NO 9.º PARÁGRAFO O DIA EM QUE O PRIMEIRO-MINISTRO PROFERIU AS DECLARAÇÕES QUE FOI HOJE) </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768618]]></sapo:autor>
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		<title>Metro de Lisboa conclui trabalhos em Santos e devolve circulação à Avenida D. Carlos I esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:42:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Metropolitano de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Reposição da circulação resulta de uma articulação entre o Metropolitano de Lisboa, a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa, após os constrangimentos provocados pelas obras naquela zona da cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Metropolitano de Lisboa vai repor, a partir das 10 horas desta quinta-feira, a circulação rodoviária na Avenida D. Carlos I, depois da conclusão dos trabalhos associados à construção da futura estação Santos.</p>
<p>A intervenção decorreu na zona do Largo Vitorino Damásio, nos quarteirões entre a Rua da Boavista e a Rua D. Luís I, onde foi necessário interromper temporariamente o trânsito rodoviário para permitir a execução dos trabalhos.</p>
<p>Com a reabertura da circulação automóvel, será também retomada a operação de várias carreiras da Carris. As carreiras 706, 727, 774NFS e 67B voltam a circular a partir desta quinta-feira, enquanto a carreira 25E será reposta a partir de 1 de junho.</p>
<p>A reposição da circulação resulta de uma articulação entre o Metropolitano de Lisboa, a Carris e a Câmara Municipal de Lisboa, após os constrangimentos provocados pelas obras naquela zona da cidade.</p>
<p><strong>Nova estação Santos integra futura linha Circular</strong></p>
<p>Os trabalhos foram realizados no âmbito do prolongamento da rede do Metropolitano de Lisboa entre a estação Rato, na linha Amarela, e o Cais do Sodré, na linha Verde.</p>
<p>Este projeto prevê a criação da nova linha Circular, que incluirá duas novas estações, Estrela e Santos. A entrada em funcionamento está prevista para o primeiro trimestre de 2027.</p>
<p>Com cerca de dois quilómetros de extensão, a linha Circular pretende reforçar a oferta de transporte público em Lisboa, melhorar a conectividade da rede de metro e reduzir tempos de deslocação urbana.</p>
<p>O projeto é apresentado como uma intervenção estruturante para a mobilidade na capital, ao criar novas ligações internas e melhorar a articulação entre diferentes modos de transporte. O objetivo é garantir ligações mais rápidas, frequentes e eficientes entre vários pontos da rede.</p>
<p>Em comunicado, o Metropolitano de Lisboa agradeceu &#8220;a compreensão da população pelos constrangimentos causados durante a execução da obra&#8221;.</p>
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