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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>MEO investe em cabo submarino transatlântico Nuvem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:39:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Meo voltou a investir numa infraestrutura submarina transatlântica estratégica, que liga Portugal aos EUA, tornando-se no parceiro nacional do cabo submarino Nuvem, da Google, seis anos depois do fim de vida do Columbus III.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="txt">
<p>A Meo voltou a investir numa infraestrutura submarina transatlântica estratégica, que liga Portugal aos EUA, tornando-se no parceiro nacional do cabo submarino Nuvem, da Google, seis anos depois do fim de vida do Columbus III.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;A Meo vai integrar o sistema de cabo submarino Nuvem, desenvolvido pela Google, tornando-se investidor e parceiro nacional de uma das mais relevantes infraestruturas digitais do Atlântico&#8221;, refere hoje a empresa liderada por Ana Figueiredo, em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">A cerimónia oficial de lançamento do cabo submarino transatlântico Nuvem decorreu hoje no Oceanário de Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph">O cabo Nuvem é uma infraestrutura de última geração que liga Myrtle Beach, na Carolina do Sul (EUA), a Sines, com pontos de ancoragem intermédios nas Bermudas e nos Açores, criando uma rota estratégica e mais resiliente para as ligações do Atlântico Norte.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Este investimento reforça a conectividade transatlântica de Portugal e consolida o país como plataforma estratégica de interligação digital, refere a Meo, sem revelar o investimento em causa.</p>
<p class="text-paragraph">Assim, &#8220;seis anos após o fim de vida do sistema Columbus III – o único cabo que ligava Portugal aos Estados Unidos –, a Meo volta a investir numa infraestrutura submarina transatlântica estratégica. Como investidor e parceiro nacional do sistema Nuvem, desenvolvido pela Google, a empresa reafirma o seu compromisso com as infraestruturas digitais e com o reforço da posição de Portugal no ecossistema digital global&#8221;, lê-se no comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">A nova infraestrutura reforça &#8220;a robustez das comunicações internacionais num contexto de crescente procura global impulsionada pela cloud, inteligência artificial, centros de dados e serviços digitais&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">A Meo refere que, &#8220;ao estabelecer uma ligação direta entre Portugal e os EUA, o sistema reforça igualmente a atratividade do país para investimentos em centros de dados, plataformas cloud e serviços tecnológicos globais&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;O Nuvem representa muito mais do que uma nova ligação entre Portugal e os EUA, é uma infraestrutura estratégica para responder ao crescimento da cloud, da Inteligência Artificial [IA] e dos centros de dados, reforçando a resiliência das comunicações internacionais&#8221;, afirma o administrador responsável pelas operações [Chief Operations Officer] da Meo, Nuno Cadima, citado em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">Por sua vez, o diretor sérnios de redes submarinas globais da Google, Nigel Bayliff, refere que &#8220;o futuro da conectividade global assenta em parcerias sólidas e em infraestruturas partilhadas&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Nesse sentido, &#8220;o anúncio que fazemos hoje, em conjunto com a Meo, dá continuidade ao nosso percurso rumo a um maior alcance, fiabilidade e resiliência da Internet. Com base no nosso trabalho com a Meo no projeto Equiano e na colaboração, mais recente, com muitos outros operadores de telecomunicações, a Google está empenhada no investimento colaborativo e partilhado em infraestruturas submarinas&#8221;, acrescenta o responsável da tecnológica norte-americana.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Ao trabalharmos em conjunto, garantimos que esta ligação vital apoie os ecossistemas digitais locais e funcione como uma plataforma robusta e aberta para a inovação, que beneficie as comunidades de ambos os lados do Atlântico. Aguardamos com expectativa futuros anúncios com os nossos parceiros europeus para melhorar as ligações digitais da Europa com base em investimentos partilhados&#8221;, remata Nigel Bayliff.</p>
<p class="text-paragraph">Este é o segundo lançamento direto de um cabo de grande escala da Google em Portugal, depois do cabo Equiano em 2022, estando já prevista a chegada do cabo Sol à Região Autónoma dos Açores para o próximo ano.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791874]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Transformação digital não é um projeto tecnológico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/transformacao-digital-nao-e-um-projeto-tecnologico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[tecnológico]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Bruno Sousa, Consulting Director na Inetum ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Bruno Sousa, Consulting Director na Inetum</strong> </em></p>
<p>Nos últimos anos, assistimos a um investimento sem precedentes em tecnologia nas organizações. <em>Cloud computing</em>, <em>advanced analytics</em>, automação e, mais recentemente, Inteligência Artificial (IA) passaram a ocupar um lugar central nas agendas dos conselhos de administração. No entanto, os resultados estão longe de corresponder às expectativas, porque a maioria das organizações continua a abordar a transformação digital como se fosse um projeto de TI.</p>
<p>A realidade é que muitas organizações investiram milhões em tecnologia de última geração e continuam a enfrentar os mesmos desafios de sempre: processos complexos, silos organizacionais e informação inconsistente. Os <em>dashboards</em> proliferam, mas nem sempre contam a mesma história, e os decisores continuam a recorrer à experiência e à intuição não porque rejeitem os dados, mas porque frequentemente não confiam neles.</p>
<p>Quem trabalha em iniciativas de transformação reconhece facilmente este padrão.</p>
<p>No centro deste problema está um tema que continua a ser subestimado: a qualidade e a governação dos dados. Praticamente todas as organizações reconhecem hoje que os dados são um ativo estratégico. Contudo, poucas conseguem garantir que são completos, consistentes e compreendidos da mesma forma por toda a organização. Em muitos casos, continuam dispersos por múltiplos sistemas, sem critérios comuns e sem <em>ownership </em>definido.</p>
<p>Esta realidade revela uma verdade desconfortável: a tecnologia, por si só, não transforma nada.</p>
<p>Uma plataforma de<em> cloud</em> sem dados organizados é apenas armazenamento caro. Um algoritmo de IA sem dados de qualidade é uma fonte de ruído, não de conhecimento. Um processo ineficiente, quando automatizado, transforma-se numa forma mais rápida de produzir ineficiência. No fundo, a transformação digital exige a conceção de um novo modelo operativo, que articula pessoas, processos, dados e tecnologia de forma coerente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma tendência que começa a impor-se</strong></p>
<p>É precisamente por isso que as organizações mais maduras estão a começar a fazer perguntas diferentes. A verdadeira vantagem competitiva não está em ter a tecnologia mais moderna, mas em utilizá-la para melhorar a forma como trabalham e decidem. O foco está a deslocar-se da implementação tecnológica para a simplificação de processos, a clarificação de responsabilidades e a criação de mecanismos eficazes de governação dos dados. A pergunta já não é &#8220;que tecnologia devemos implementar?&#8221;, mas sobretudo &#8220;como devemos operar para gerar mais valor?&#8221;.</p>
<p>Esta mudança tem uma dimensão profundamente humana. Os dados não são criados por sistemas; são criados por pessoas. Os processos não existem para servir aplicações; existem para servir clientes e apoiar decisões. E a tecnologia não cria confiança; apenas a escala. Quando um colaborador não confia nos dados que consulta, regressa à sua folha de cálculo pessoal ou à validação informal com colegas. No fundo, a qualidade dos dados é também uma questão de confiança organizacional. Por isso, a transformação digital exige também mudanças de comportamento e uma cultura de responsabilização: nenhum modelo operativo se transforma verdadeiramente se os incentivos continuarem a premiar silos ou ausência de <em>accountability</em>.</p>
<p>A ascensão da Inteligência Artificial veio tornar este tema ainda mais relevante. Os dados são a matéria-prima dos algoritmos e, se essa matéria-prima for incompleta ou enviesada, os resultados também o serão — muitas vezes apresentados com uma aparência convincente de rigor. O &#8220;ouro&#8221; que a IA promete pode transformar-se rapidamente em &#8220;lixo&#8221; produzido à escala. Por isso, as organizações que estão a criar valor com IA não começam pela tecnologia. Começam por arrumar a casa: simplificam processos, clarificam responsabilidades e garantem a qualidade dos dados antes de escalar soluções tecnológicas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A lição para quem lidera</strong></p>
<p>A grande lição para gestores e líderes é simples, mas muitas vezes ignorada: a transformação digital é, antes de mais, uma decisão de gestão. Comprar a melhor plataforma analítica do mercado ou o modelo de IA mais avançado não resolve, por si só, nenhum problema de negócio. Sem dados fiáveis, processos claros e responsabilidades bem definidas, qualquer investimento tecnológico funciona como um amplificador dos problemas existentes, e não como um motor de valor.</p>
<p>A responsabilidade não pode, por isso, ser delegada exclusivamente às áreas de tecnologia. Tem de ser assumida pela liderança — que define prioridades, redesenha processos e cria a cultura necessária para sustentar a mudança. No final, o verdadeiro diferencial competitivo não estará na tecnologia que uma organização compra, mas na sua capacidade de transformar informação em conhecimento, e conhecimento em decisão.</p>
<p>A transformação digital não se implementa. Cultiva-se. E começa com uma decisão de gestão: tratar os dados — e as pessoas que os produzem e utilizam — como ativos estratégicos para a criação de valor sustentável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Bruno Sousa, Consulting Director na Inetum ]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um terreno não se avalia. Primeiro lê-se.</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-terreno-nao-se-avalia-primeiro-le-se/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:29:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[terreno]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Maria João Correia, arquiteta e fundadora do Segmento Urbano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Maria João Correia, arquiteta e fundadora do Segmento Urbano</em></strong></p>
<p>Esta semana uma mediadora imobiliária perguntou-me onde podia aprender a vender terrenos. A minha primeira reação foi: onde é que, em Portugal, alguém aprende a vender terrenos?</p>
<p>Pensei durante alguns segundos. A resposta inquietou-me. <strong>Não sei.</strong></p>
<p>Existe formação para mediação imobiliária, crédito habitação e avaliação de imóveis. Até para fotografia imobiliária. Mas para interpretar territórios? Para ler um Plano Diretor Municipal (PDM)? Para distinguir a classificação fiscal de um prédio do seu verdadeiro potencial urbanístico? Procurei. Não encontrei.</p>
<p>Um arquiteto estuda cinco anos para aprender a intervir no território e um jurista para interpretar a lei. A leitura de um terreno exige isso, e ainda (no mínimo): cartografia, topografia, infraestruturas, ordenamento, condicionantes, impacto ambiental, servidões, regulamentos urbanísticos. E ainda assim, o mercado decidiu que era suposto os mediadores saberem também tudo isto.</p>
<p>Esta mediadora tinha angariado um terreno numa excelente localização, feito o seu estudo de mercado e colocado-o à venda por 2,35 milhões de euros.</p>
<p>Mais tarde descobriu que o terreno estava integrado numa Unidade Operativa de Planeamento e Gestão — sujeita a cedências, perequações e regras urbanísticas que alteravam a sua viabilidade e valor.</p>
<p>Não foi um erro de avaliação. Foi um erro de leitura: de um sistema que lhe pediu para interpretar algo complexo sem lhe fornecer nenhuma ferramenta. E o proprietário? Deveria saber? Na maior parte dos casos, não sabe.</p>
<p>A cadeia começa aí: um proprietário que não sabe o que vende, um mediador sem ferramentas para o descobrir, um comprador que decide com informação incompleta.</p>
<p>Quando um mediador angaria um apartamento, recebe informação estruturada: desde a área certificada à licença de utilização.</p>
<p>Liga ao proprietário. Pede a caderneta. Consulta o PDM. Contacta entidades competentes. Pergunta a um arquiteto, a um engenheiro, a um colega. Cada um responde uma coisa diferente.</p>
<p>O mediador sintetiza como pode. Estima um valor. Coloca à venda. E torce para não ter cometido um erro que só vai descobrir mais tarde.</p>
<p>Há nos anúncios imobiliários uma expressão que merece ser lida com mais atenção: <em>&#8220;Projeto aprovado&#8221;</em>. Parece uma garantia, mas responde apenas a uma pergunta: pode fazer-se isto? Nunca responde à questão que deveria vir antes: é isto o melhor que se pode fazer aqui?</p>
<p>Um projeto aprovado pode ser a decisão mais inteligente para aquele terreno. Ou pode ser uma resposta a perguntas que nunca foram feitas, e que agora condicionam tudo o que vem a seguir.</p>
<p>O anúncio não diz qual dos dois é. E o comprador raramente pergunta. Isto não é uma falha de profissionais. <strong>É uma falha de sistema.</strong></p>
<p>Durante anos repetimos que o fator mais importante no imobiliário era a localização. Mas é apenas o ponto de partida. Um terreno bem localizado com uma leitura errada pode destruir um investimento, já um aparentemente secundário, corretamente interpretado, pode ser o ativo mais rentável de uma carteira. A diferença não está no lugar. <strong>Está no que foi lido.</strong></p>
<p>O mercado imobiliário português sofisticou-se em quase tudo: dos produtos à própria comunicação, mas a forma como lemos um terreno continua a ser a mesma de há trinta anos. Informal e fragmentada.</p>
<p>Talvez o problema nunca tenha sido a forma como avaliamos terrenos, mas como <strong>nunca criámos uma forma normalizada de os ler.</strong> E enquanto não o fizermos, continuaremos a tomar decisões de milhões de euros com a mesma informalidade com que pedimos indicações a um desconhecido na rua.</p>
<p>Cada um aponta numa direção. E torce para ter acertado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Por Maria João Correia, arquiteta e fundadora do Segmento Urbano]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Novos documentos revelam detalhes das acusações de violação contra os irmãos Tate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Novos documentos judiciais divulgados nos Estados Unidos vieram revelar pormenores das mais recentes acusações de crimes sexuais apresentadas contra os irmãos Andrew e Tristan Tate, atualmente detidos na Florida enquanto contestam um pedido de extradição do Reino Unido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novos documentos judiciais divulgados nos Estados Unidos vieram revelar pormenores das mais recentes acusações de crimes sexuais apresentadas contra os irmãos Andrew e Tristan Tate, atualmente detidos na Florida enquanto contestam um pedido de extradição do Reino Unido. Os processos incluem novas alegações de violação, tráfico sexual, agressões físicas e outros crimes, agravando significativamente a situação judicial dos dois influenciadores, que continuam a negar qualquer prática criminosa.</p>
<p>Segundo documentos tornados públicos na noite de segunda-feira, várias mulheres denunciaram às autoridades britânicas episódios de violência física e sexual alegadamente cometidos pelos irmãos Tate. Entre os relatos constam acusações de estrangulamento, em alguns casos até à perda de consciência das vítimas, bem como violações e agressões continuadas. Andrew e Tristan Tate compareceram na segunda-feira perante um tribunal federal em Miami, acompanhados pelos seus advogados, onde reiteraram a sua inocência e confirmaram que irão contestar o pedido de extradição apresentado pelo Reino Unido.</p>
<p>A divulgação destes documentos representa um novo desenvolvimento num caso que já se prolonga há vários anos e que envolve investigações em diferentes países. Depois de terem alcançado notoriedade através da televisão britânica, os irmãos Tate construíram uma enorme presença nas redes sociais, onde Andrew Tate se tornou uma das figuras mais conhecidas da chamada &#8220;manosfera&#8221;, promovendo discursos frequentemente classificados como misóginos e defendendo aquilo que o próprio descreve como uma visão de &#8220;masculinidade&#8221; radical. Apoiante declarado do presidente norte-americano Donald Trump, Andrew Tate acumulou milhões de seguidores ao mesmo tempo que se tornava alvo de sucessivos processos judiciais.</p>
<p><strong>Novas alegações agravam acusações contra Andrew Tate</strong><br />
Os documentos relativos a Andrew Tate detalham acusações envolvendo duas alegadas vítimas. Num dos casos, os procuradores britânicos afirmam que uma mulher que trabalhava no denominado &#8220;negócio das webcams&#8221; terá sido violada em 2015, na residência de Andrew Tate, em Bedford, Inglaterra. Segundo a acusação, durante o alegado ataque, o influenciador terá estrangulado a vítima até esta perder os sentidos.</p>
<p>Outra mulher relata ter conhecido Andrew Tate através de uma aplicação de encontros em 2014 e ter mantido inicialmente uma relação sexual consentida. Contudo, num encontro posterior, já na habitação da alegada vítima, em Manchester, esta afirma que foi imobilizada durante o ato sexual, ficou sem conseguir respirar e receou ser morta, segundo descrevem os documentos apresentados pelas autoridades britânicas.</p>
<p>Além destes episódios, Andrew Tate enfrenta mais sete acusações de violação, três acusações de tráfico sexual, três acusações de agressão e outras 19 relacionadas com posse de imagens indecentes de menores e pornografia extrema, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério Público britânico (Crown Prosecution Service) e pela polícia de Bedfordshire.</p>
<p>No total, Andrew Tate responde agora por 42 acusações, entre as quais violação, tráfico de seres humanos, agressões e crimes relacionados com material de abuso sexual de menores.</p>
<p><strong>Tristan Tate enfrenta novas acusações</strong><br />
Também Tristan Tate viu aumentar o número de acusações. Segundo os documentos judiciais, uma mulher com quem manteve uma relação amorosa entre 2012 e 2013 acusa-o de a ter violado repetidamente.</p>
<p>De acordo com a acusação, Tristan Tate estrangulava alegadamente a vítima até esta perder os sentidos e agredia-a com um cinto, provocando-lhe hematomas e vergões. Num dos episódios descritos, terá atingido a mulher no rosto, causando-lhe um olho negro.</p>
<p>As novas acusações incluem duas violações, uma agressão sexual e três crimes relacionados com facilitar deslocações para fins de exploração.</p>
<p>Ao todo, Tristan Tate responde agora por 17 acusações, incluindo violação, agressão sexual e tráfico de seres humanos.</p>
<p>Os procuradores afirmam que recolheram depoimentos de testemunhas, mensagens eletrónicas e fotografias que, segundo sustentam, corroboram as alegações apresentadas pelas vítimas.</p>
<p><strong>Total de acusações sobe para 59</strong><br />
Com as novas acusações, os dois irmãos enfrentam agora 59 acusações criminais no Reino Unido, resultantes de investigações desencadeadas após denúncias apresentadas por várias mulheres.</p>
<p>Estas novas acusações surgem na sequência de uma investigação conduzida pela polícia britânica depois de quatro novas alegadas vítimas terem apresentado queixas, juntando-se aos processos que já existiam.</p>
<p><strong>Porque estão detidos nos Estados Unidos?</strong><br />
Andrew e Tristan Tate foram inicialmente detidos na Roménia, em 2022, onde enfrentam acusações de tráfico de seres humanos e de participação num grupo criminoso organizado destinado à exploração sexual de mulheres.</p>
<p>Embora permanecessem sujeitos a medidas de controlo judicial naquele país, as autoridades romenas levantaram, no ano passado, as restrições às deslocações internacionais. Os irmãos viajaram então para a Florida num jato privado, continuando, segundo o advogado Joseph McBride, a regressar mensalmente à Roménia para comparecer perante a justiça.</p>
<p>Foram detidos pelos US Marshals a 18 de julho, quando se dirigiam para um evento de boxe sem luvas (&#8220;bare-knuckle boxing&#8221;) em Miami, em cumprimento de um pedido de extradição apresentado pelas autoridades britânicas.</p>
<p>Esse pedido resulta de uma investigação conduzida pelo Ministério Público britânico relativa a alegados crimes denunciados por sete mulheres no leste de Inglaterra entre 2010 e 2017.</p>
<p>Entretanto, também as autoridades da Florida abriram uma investigação criminal aos dois irmãos.</p>
<p><strong>Defesa fala em motivações políticas</strong><br />
Os advogados continuam a negar todas as acusações e sustentam que o processo tem motivações políticas.</p>
<p>Joseph McBride afirmou aos jornalistas que pretende contestar a extradição e apelou mesmo à administração Trump para intervir. Segundo o advogado, existe um entendimento antigo entre o Reino Unido e a Roménia segundo o qual Londres não pediria a extradição enquanto os processos romenos permanecessem pendentes.</p>
<p>McBride defende ainda que o pedido britânico interfere com processos judiciais em curso tanto na Roménia como na Florida e argumenta que as acusações têm natureza política.</p>
<p>Já Jacques Semmelman, advogado norte-americano especializado em processos de extradição e sem ligação ao caso, considera que, caso a Roménia não apresente formalmente objeções junto do Departamento de Estado dos EUA, dificilmente um tribunal norte-americano terá fundamento para travar o processo com base nesses argumentos.</p>
<p>Semmelman recorda igualmente que os tribunais romenos decidiram, em 2024, que os irmãos Tate deverão ser extraditados para o Reino Unido quando o processo naquele país estiver concluído.</p>
<p><strong>Como funciona o processo de extradição</strong><br />
Os Estados Unidos e o Reino Unido estão vinculados por um tratado de extradição reforçado, em vigor desde 2007, através do qual ambos os países se comprometem a entregar pessoas procuradas para efeitos de julgamento.</p>
<p>O procedimento prevê uma audiência perante um juiz federal norte-americano para verificar se estão reunidos os requisitos legais da extradição. Caso essa fase seja ultrapassada, a decisão final pertence ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que poderá autorizar ou recusar a entrega.</p>
<p>Os irmãos Tate poderão ainda recorrer judicialmente de qualquer decisão desfavorável.</p>
<p>O Departamento de Justiça norte-americano confirmou que as detenções foram efetuadas ao abrigo dos tratados internacionais e dos acordos de cooperação policial aplicáveis às extradições.</p>
<p>Até ao momento, Marco Rubio não manteve qualquer contacto com os irmãos Tate ou com os respetivos advogados e, segundo um alto responsável do Departamento de Estado citado pela CNN, não existem planos para intervir no processo. Também Donald Trump não deverá envolver-se no caso, apesar de aliados dos irmãos terem procurado contactos junto de pessoas próximas do Presidente norte-americano.</p>
<p><strong>O que acontece a seguir</strong><br />
Andrew e Tristan Tate permaneciam detidos até à tarde de segunda-feira. A juíza responsável esclareceu que a audiência realizada em Miami não constituiu um julgamento criminal, servindo apenas para dar início ao procedimento relacionado com a extradição.</p>
<p>Nas próximas semanas, um juiz federal norte-americano decidirá se estão reunidos todos os requisitos legais para autorizar a entrega dos irmãos às autoridades britânicas.</p>
<p>Segundo Jacques Semmelman, o processo decorre, até agora, dentro da normalidade prevista para este tipo de procedimentos, embora admita que casos envolvendo figuras públicas com forte exposição mediática tendam a prolongar-se devido ao elevado número de recursos e estratégias jurídicas disponíveis para a defesa.</p>
<p>Entretanto, Dani Pinter, diretora jurídica do National Center on Sexual Exploitation, organização que representa uma mulher que afirma ter sido coagida pelos irmãos Tate a integrar uma rede de tráfico sexual na Roménia, afirmou estar &#8220;grata às autoridades dos Estados Unidos e do Reino Unido por prosseguirem corajosamente a justiça com a detenção e extradição dos alegados traficantes sexuais Andrew e Tristan Tate&#8221;. Acrescentou ainda que a sua cliente, identificada como &#8220;Jane Doe&#8221;, e a respetiva família se encontram agora &#8220;mais seguras&#8221; depois de, segundo afirma, terem sido alvo de uma campanha de assédio e intimidação atribuída aos irmãos Tate.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791796]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ensaio. Suzuki Swift 1.2 Mild Hybrid: o utilitário que continua a desafiar a lógica do mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:22:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Jorge Farromba]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Jorge Farromba explica como a Suzuki manteve-se cativante num mundo automóvel cada vez mais acelerado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo automóvel alterou-se desde a pandemia de modo acelerado, tornou-se disruptivo, mais inovador &#8211; focado cada vez mais em SUV, sistemas complexos e muita tecnologia.</p>
<p>A <strong>Suzuki </strong>com o<strong> Swift</strong> segue um caminho diferente. Vem-me sempre à memória um amigo cujo pai pertencia ao corpo diplomático e tinha na sua garagem um raro Mercedes, um Porsche 911, uma pequena (mesmo) moto Suzuki e um Suzuki verde garrafa! Numa época em que dominavam as marcas europeias generalistas o Suzuki era, além de bonito, cativante no seu modo de trabalhar e na estética.</p>
<p>Hoje, a marca mudou mas mantém-se diferente, cativante mas inexplicavelmente ainda muito desconhecida, injustamente, pois o produto é mesmo bom.</p>
<p>Após vários dias ao volante do novo Swift em estradas portuguesas, por Lisboa, montanha (junto ao Piódão para ver a dimensão dos incêndios), alguns percursos secundários e  incursões por autoestrada, verifico que a Suzuki não quis reinventar o modelo mas sim aperfeiçoá-lo.</p>
<p><strong>DESIGN EVOLUTIVO &#8211; RESPEITO PELA IDENTIDADE </strong></p>
<p>O novo Suzuki Swift compete no <strong> segmento B</strong>, com uma  carroçaria hatchback de cinco portas. Embora não parecendo, as alterações são subtis, com a zona dianteira completamente redesenhada, uma nova grelha, a assinatura luminosa em LED surge mais sofisticada e as proporções foram trabalhadas para manter a  sensação de dinamismo da geração anterior.</p>
<p><strong>APOSTA NA EUROPA</strong></p>
<p>A Suzuki desenvolveu este modelo para o mercado europeu, refletindo a tradição da marca em privilegiar robustez e fiabilidade, resultado de uma experiência acumulada pela Suzuki em veículos compactos, de uma marca japonesa com uma das histórias mais respeitadas da indústria.</p>
<p>O motor atmosférico de 1.2 litros de três cilindros, surgem associado a tecnologia Mild Hybrid de 12V com…  82 cv! No “papel” não impressiona, mas a realidade da estrada conta uma história diferente, pois todo o conjunto trabalha de forma harmoniosa com a assistência elétrica  a reduzir os esforços do motor térmico durante as acelerações  &#8211; o que se traduz em consumos reais muito contidos.</p>
<p>Ao invés de colocar a sobrealimentação, a Suzuki opta pela simplicidade mecânica e durabilidade a longo prazo. Mas a maior surpresa reside no prazer de condução com uma posição ao volante natural, boa visibilidade e dado o baixo peso (um dos elementos diferenciadores, onde ao apostar no baixo peso, a relação peso-potência aumenta) e torna-o ágil, com um comportamento correto, onde, não sendo desportivo, consegue ser divertido.</p>
<p>A direção é leve em cidade e suficientemente comunicativa, a suspensão privilegia o conforto mas não compromete a estabilidade, quase que a convidar-nos a escolher o caminho mais longo para o destino.</p>
<p><strong>INTERIOR &#8211; Quando a simplicidade revela inteligência </strong></p>
<p>O habitáculo evoluiu com um painel de instrumentos modernizado, um ecrã central de 9” compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fios. A ergonomia mantém-se e o habitáculo não é acanhado. A marca resistiu à tentação e manteve  comandos físicos para funções essenciais, uma decisão que melhora, em minha opinião a usabilidade durante a condução.</p>
<p>Os bancos são confortáveis e com bom apoio; são vários os espaços de arrumação e a perceção de qualidade existe, mesmo com vários plásticos rijos superiormente montados.</p>
<p>Não detetei ruídos parasitas no empedrado, revelador do rigor de construção e da robustez; o foco foi colocado na durabilidade. A excelente visibilidade e o reduzido raio de viragem são elementos a destacar.</p>
<p><strong>TECNOLOGIA</strong></p>
<p>Nesta geração destaco a integração do ecossistema <strong>Suzuki Connect</strong>, que permite monitorizar várias funções do Swift através do telemóvel.</p>
<p>Até neste domínio a marca não segue tendências! Não faz uso de avançados sistemas de Inteligência Artificial generativa, de algoritmos de assistência à condução e sistemas de segurança preditiva que recorrem ao processamento permanente de dados para aumentar a segurança, mas coloca a tecnologia sem a complexidade desnecessária.</p>
<p><strong>O QUE O DIFERENCIA</strong></p>
<p>A proposta de valor do Swift é talvez a mais difícil de replicar pelos concorrentes, dado que a concorrência aumenta o peso, complexidade e preço; a Suzuki continua a apostar na eficiência real aliada ao baixo peso, fiabilidade mecânica, custos de utilização reduzidos e  experiência de condução genuína; um filosofia quase contracorrente na indústria automóvel atual!</p>
<p><strong>PÚBLICO ALVO </strong></p>
<ul>
<li>Condutores jovens mas também seniores</li>
<li>Famílias urbanas</li>
<li>Utilizadores que privilegiam baixos custos de utilização.</li>
</ul>
<p><strong>VEREDICTO</strong></p>
<p>O Suzuki Swift não tenta ser o automóvel mais rápido, mais tecnológico, mais luxuoso, mas um automóvel equilibrado; Consegue-o pois manteve a filosofia dos utilitários europeus, sendo compacto por fora, espaçoso no interior, económico e genuinamente agradável de conduzir.</p>
<p>Voltando ao início do meu artigo o Swift <strong>continua a dar a sensação de ter sido desenvolvido por engenheiros apaixonados por automóveis. </strong></p>
<p><strong>PREÇO</strong></p>
<p>A gama está disponível com preços a partir dos <strong>20.000 euros</strong> para a versão Mild Hybrid até aos <strong>24.500 euros</strong> da versão mais equipada com transmissão CVT e ensaiada (em acelerações fortes a mesma revela-se mais silenciosa em aceleração mas com uma gestão do “terreno” equilibrada).</p>

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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nota Editorial de Transparência</strong></p>
<p>Esta análise independente do Suzuki Swift foi produzida com base na experiência real de condução do autor, informação técnica disponibilizada pela marca, documentação oficial, apresentações de produto e dados verificáveis. O artigo privilegia rigor, factualidade, autenticidade e contexto de utilização real, escrito por humano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791670]]></sapo:autor>
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		<title>NOVA FCT reelege director para o mandato 2026-2030</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/nova-fct-reelege-director-para-o-mandato-2026-2030/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa &#124; NOVA FCT anuncia a reeleição de José Júlio Alferes como director da Instituição para o quatriénio 2026-2030, cumprindo um segundo mandato na liderança da Faculdade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
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<p>A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa | NOVA FCT anuncia a reeleição de José Júlio Alferes como director da Instituição para o quatriénio 2026-2030, cumprindo um segundo mandato na liderança da Faculdade.</p>
</div>
</div>
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<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>Licenciado em Engenharia Informática em 1989 pela NOVA FCT e doutorado em Informática – Inteligência Artificial, em 1993, o agora reeleito director, foi convidado para criar a licenciatura em Engenharia Informática na Universidade de Évora, cidade onde cresceu, e onde também criou o departamento de Informática. Em 2000, regressa à NOVA FCT como professor associado, passando mais tarde a professor catedrático no departamento de Informática (desde 2010). Em 2012, foi distinguido como Fellow da Sociedade Europeia de Inteligência Artificial.</p>
<p>Na NOVA FCT, José Júlio Alferes foi coordenador da licenciatura em Engenharia Informática e do mestrado europeu em Lógica Computacional, presidente do departamento de Informática, director do Centro de Inteligência Artificial e, durante seis anos, subdirector da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Durante quatro anos, exerceu funções como pró-reitor e depois vice-reitor da Universidade Nova de Lisboa, até chegar a director da NOVA FCT em 2022.</p>
<p>O processo eleitoral decorreu nas instalações da NOVA FCT em sessão convocada para o efeito, por votação dos membros do Conselho de Faculdade.</p>
<p>«A estratégia delineada para os próximos quatro anos está lançada: “a NOVA FCT é uma das principais instituições científicas e tecnológicas do país. É preciso destacar e reforçar a qualidade da sua investigação, a excelência da formação dos seus diplomados e a forte ligação à sociedade e ao tecido económico», afirma o recém-eleito director José Júlio Alferes.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791849]]></sapo:autor>
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		<title>Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto premiada pela ONU</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/faculdade-de-economia-e-gestao-da-universidade-do-porto-premiada-pela-onu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto (FEP) recebeu o Recognition of Excellence in Reporting – 2025 Reporting Period, atribuído pelo Principles for Responsible Management Education (PRME), iniciativa das Nações Unidas dedicada à promoção da sustentabilidade no ensino da gestão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>A Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto (FEP) recebeu o Recognition of Excellence in Reporting – 2025 Reporting Period, atribuído pelo Principles for Responsible Management Education (PRME), iniciativa das Nações Unidas dedicada à promoção da sustentabilidade no ensino da gestão.</p>
</div>
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<div class="ms-controls-row">A Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto (FEP) recebeu o Recognition of Excellence in Reporting – 2025 Reporting Period, atribuído pelo Principles for Responsible Management Education (PRME), iniciativa das Nações Unidas dedicada à promoção da sustentabilidade no ensino da gestão. O selo internacional valoriza a qualidade e a excelência do reporte institucional da Faculdade.</div>
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<p>O Sharing Information on Progress (SIP) Report da FEP evidencia a forma como a Faculdade integra os princípios do PRME e os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na sua estratégia institucional, no ensino, na investigação, na relação com a sociedade, na gestão do campus e nas suas parcerias.</p>
<p>Esta distinção está reservada às instituições cujos relatórios demonstram elevados padrões de transparência, qualidade e alinhamento com os princípios do PRME, sublinhando o compromisso da FEP com a prestação de contas, a melhoria contínua e a criação de impacto positivo através de uma educação orientada para os grandes desafios económicos, sociais e ambientais da atualidade.</p>
<p>«Este reconhecimento internacional constitui um motivo de grande orgulho para a FEP e reflete o compromisso consistente da nossa Escola com uma educação de excelência, capaz de responder aos desafios económicos, sociais e ambientais da actualidade. A integração da sustentabilidade, da ética e da responsabilidade social faz parte da nossa estratégia institucional e da forma como concebemos o ensino, a investigação e a relação com a sociedade. Esta distinção reforça o posicionamento internacional da FEP e incentiva-nos a continuar a formar líderes preparados para criar valor sustentável nas organizações e nas comunidades», afirma Óscar Afonso, director da FEP.</p>
<p>Nos últimos anos, a FEP tem vindo a aprofundar a integração da sustentabilidade na sua missão, através de iniciativas nas áreas do ensino, investigação, responsabilidade social, diversidade e inclusão, gestão ambiental, envolvimento da comunidade e colaboração com organizações nacionais e internacionais.</p>
<p>«Esta distinção reconhece um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido de forma transversal por toda a comunidade FEP. O relatório agora distinguido traduz o compromisso da Faculdade com a integração dos princípios do PRME e dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável nas diferentes dimensões da sua atividade, desde o ensino e a investigação até à gestão do campus, às parcerias e ao envolvimento com a sociedade. Mais do que um reconhecimento do percurso realizado, este resultado constitui um estímulo para continuarmos a inovar, a reforçar a transparência e a ampliar o impacto positivo da FEP na construção de um futuro mais sustentável», sublinha Cláudia Ribeiro, presidente do Comité de Sustentabilidade da FEP.</p>
<p>O Principles for Responsible Management Education (PRME) é uma iniciativa das Nações Unidas dedicada à sustentabilidade no ensino da gestão. A comunidade PRME reúne mais de 800 escolas de economia e gestão, em 96 países, comprometidas com a integração dos princípios da responsabilidade social e dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável nas suas estratégias e actividades.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791846]]></sapo:autor>
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		<title>Porto Business School liga alunos a potenciais empregadores</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/porto-business-school-liga-alunos-a-potenciais-empregadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School (PBS) e o Tecmaia promoveram a terceira edição do Tecmaia@PBS Sunset – Cultivating Connections. O evento, que reuniu cerca de 60 participantes ligou a comunidade da PBS com potenciais empregadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
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<p>A Porto Business School (PBS) e o Tecmaia promoveram a terceira edição do Tecmaia@PBS Sunset – Cultivating Connections. O evento, que reuniu cerca de 60 participantes ligou a comunidade da PBS com potenciais empregadores.</p>
</div>
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</div>
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<div class="ms-player-wrapper" data-post-id="462655">Num formato que privilegiou o networking informal e o debate, o evento contou com a presença de empresas de referência como a Adidas, Critical Manufacturing, Infineon, MediaProbe e Synopsys. O objectivo central passou por reforçar o posicionamento e a reputação do Career Services da Porto Business School, demonstrando como a proximidade entre a academia e o tecido empresarial é vital para a empregabilidade.</div>
</div>
</div>
<p class="x_MsoNormal">O programa incluiu uma talk moderada por Manuel Oliveira (head of Communication, Branding and People no TECMAIA), com a participação de Maria João Ferreira (head of People &amp; Culture na MediaProbe) e Vítor Correia (director de Recursos Humanos na Adidas). A conversa focou-se na análise das competências que as empresas procuram actualmente versus as que são desenvolvidas no contexto da formação executiva.</p>
<p class="x_MsoNormal">O evento encerrou com sessões de networking, que permitiram aos potenciais futuros alunos de MBA e atuais talentos da PBS explorarem oportunidades reais de carreira junto das empresas tecnológicas e industriais presentes.</p>
<p class="x_MsoNormal">Para Manuel Oliveira, «a cooperação entre o TECMAIA e a Porto Business School tem já tempo suficiente para se classificar como vencedora, já que, durante todo o ano, e em cada contacto, renovamos e cumprimos o objectivo de uma proximidade entre o tecido empresarial com a formação do talento. É também uma sinergia que demonstra sempre uma preocupação pelo debate realista entre as competências que as empresas procuram e aquelas que são desenvolvidas no contexto da formação executiva. Só podemos estar motivados para prosseguir neste caminho comum.»</p>
<p class="x_MsoNormal">Já Carla Silva, directora de Career Services da Porto Business School, sublinha que «na Porto Business School acreditamos que a empregabilidade se constrói através de relações de proximidade entre o talento e as organizações. É precisamente esse o propósito do Career Services: criar oportunidades para que os nossos alunos e alumni conheçam, interajam e estabeleçam contacto direto com empresas que procuram competências para responder aos desafios do futuro. A parceria com o Tecmaia e a presença de empresas de referência neste evento reflectem o compromisso da escola em proporcionar experiências que potenciam o desenvolvimento de carreira e reforçam a ligação entre a formação executiva e o mercado de trabalho.»</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791839]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tentavam embarcar com documentos falsos: PSP detém quatro pessoas no aeroporto de Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tentavam-embarcar-com-documentos-falsos-psp-detem-quatro-pessoas-no-aeroporto-de-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:13:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os detidos estão três mulheres, com 18, 40 e 41 anos, e um homem, de 28 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro cidadãos estrangeiros foram detidos no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, por suspeitas de utilização de documentos falsificados durante os procedimentos de embarque.</p>
<p>Segundo a Polícia de Segurança Pública (PSP), as detenções ocorreram no passado domingo, no âmbito das ações de fiscalização e controlo documental realizadas pela Divisão de Segurança Aeroportuária e Controlo Fronteiriço de Lisboa, da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras.</p>
<p>Entre os detidos estão três mulheres, com 18, 40 e 41 anos, e um homem, de 28 anos.</p>
<p>Durante a verificação dos documentos de viagem, os agentes detetaram indícios de fraude documental, levando os quatro passageiros a serem encaminhados para as instalações policiais, onde foram realizadas diligências complementares.</p>
<p>Após a análise da documentação e a confirmação das suspeitas, a PSP procedeu à detenção dos quatro cidadãos, que foram posteriormente conduzidos para as salas de detenção provisória do Comando Metropolitano de Lisboa.</p>
<p>Os detidos deverão agora ser presentes à autoridade judiciária competente para primeiro interrogatório e aplicação das respetivas medidas de coação.</p>
<p>A PSP sublinha que continua a apostar em ações de fiscalização destinadas a combater a fraude documental e a utilização abusiva de documentos de viagem, com o objetivo de reforçar a segurança das fronteiras nacionais e do Espaço Schengen.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791837]]></sapo:autor>
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		<title>Dos &#8220;Pissioun&#8221; ao &#8220;Inferno&#8221;: os nomes dos drones ucranianos que estão a enlouquecer a Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Humor, trocadilhos e mensagens de desafio tornaram-se parte da guerra psicológica travada contra Moscovo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uns destroem drones russos que atacam cidades ucranianas. Outros percorrem centenas de quilómetros para atingir refinarias de petróleo em território russo. Mas há um pormenor que também está a chamar a atenção: os nomes pouco convencionais dos drones desenvolvidos pela Ucrânia.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, humor, trocadilhos e mensagens de desafio tornaram-se parte da guerra psicológica travada contra Moscovo, transformando os próprios nomes dos aparelhos numa arma de propaganda e de resistência.</p>
<p><strong>&#8220;Pissioun&#8221;: o drone que virou um fenómeno</strong></p>
<p>Um dos casos mais conhecidos é o PS-1 Sun, desenvolvido pela empresa ucraniana SkyFall. Rapidamente ganhou o apelido de &#8220;Pissioun&#8221;, uma expressão da gíria ucraniana para &#8220;pénis&#8221;, e o nome acabou por ultrapassar o próprio modelo.</p>
<p>O sucesso foi tal que nasceu até um novo verbo entre militares e apoiantes da Ucrânia: quando um drone kamikaze russo é abatido, diz-se que foi &#8220;pissiouned&#8221;, numa mistura de humor negro com provocação.</p>
<p>Na feira aeronáutica de Farnborough, no Reino Unido, a empresa apresentou uma nova versão, o PS-1 Sun Jet Killer, concebido para intercetar drones Shahed a jato utilizados pela Rússia. Um dos porta-vozes surgiu mesmo com uma t-shirt onde se lia apenas uma palavra: &#8220;Pissioun&#8221;.</p>
<p>Ao &#8216;Kyiv Post&#8217;, responsáveis da SkyFall explicaram que a intenção era criar um equipamento eficaz, mas também elevar o moral dos soldados. O resultado, garantem, superou todas as expectativas, transformando o drone numa &#8220;estrela global&#8221;.</p>
<p><strong>Há drones chamados &#8220;F***-se Putin&#8221;</strong></p>
<p>Nem todos os nomes chegam ao público.</p>
<p>A Fire Point, fabricante especializada em drones de longo alcance, comercializa oficialmente os modelos FP1 e FP2, mas, internamente, a sigla tem outro significado bem mais explícito: &#8220;F***-se Putin&#8221;.</p>
<p>É mais um exemplo de como o humor, a irreverência e a provocação passaram a fazer parte da identidade da indústria militar ucraniana.</p>
<p><strong>&#8220;Inferno&#8221;, &#8220;Fevereiro&#8221; e até um pão tradicional</strong></p>
<p>Também a estatal Ukroboronprom escolhe cuidadosamente os nomes dos seus drones.</p>
<p>O Liutyi, utilizado em ataques profundos contra refinarias russas, significa simultaneamente &#8220;furioso&#8221; e &#8220;fevereiro&#8221;, uma referência ao mês em que Moscovo lançou a invasão em grande escala da Ucrânia, em 2022.</p>
<p>Outro modelo recebeu o nome Palianytsia, o tradicional pão branco ucraniano cuja pronúncia é conhecida por denunciar quem fala russo, tendo sido usada como forma de distinguir ucranianos de infiltrados russos.</p>
<p>Já Peklo, que significa &#8220;Inferno&#8221;, foi o nome escolhido pelo presidente Volodymyr Zelensky para outro drone de ataque.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, um responsável da Ukroboronprom explicou que a designação simboliza a &#8220;vingança por toda a Ucrânia&#8221; e a punição pela destruição provocada pela Rússia, incluindo a do lendário Antonov An-225 Mriya, o maior avião de carga do mundo.</p>
<p><strong>Mais do que armas, símbolos de resistência</strong></p>
<p>Para os fabricantes, estes drones representam muito mais do que simples equipamentos militares.</p>
<p>&#8220;Este não é apenas mais um produto comercial feito para gerar lucro. É um objeto que nos protege, que nos permite viver mais um dia e voltar a ver os nossos entes queridos&#8221;, afirmou um alto responsável da Ukroboronprom, citado pelo Kyiv Post.</p>
<p>Num país em guerra há mais de quatro anos, até os nomes dos drones passaram a fazer parte da resistência, misturando humor, provocação e vontade de mostrar que, apesar dos ataques russos, a capacidade de rir e desafiar o inimigo continua intacta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791825]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal entre os países mais endividados da Europa: famílias portuguesas ocupam o 9.º lugar no ranking da dívida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal é o nono país da União Europeia com maior nível de endividamento das famílias em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), segundo os mais recentes dados do Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal é o nono país da União Europeia com maior nível de endividamento das famílias em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), segundo os mais recentes dados do Eurostat. Ao contrário da ideia frequentemente associada às economias do sul da Europa, são os países mais ricos do Norte e do Oeste europeu que concentram os maiores níveis de dívida privada, enquanto os Estados do sul apresentam, em regra, famílias financeiramente mais conservadoras.</p>
<p>Os números mais recentes mostram que, em 2025, a dívida das famílias na União Europeia correspondia a 49,4% do PIB, enquanto na zona euro ascendia a 50,7%. Ambos os indicadores têm vindo a diminuir de forma consistente desde 2020, quando ultrapassavam os 60%, refletindo uma tendência de desalavancagem do setor privado.</p>
<p><strong>O que mede a dívida das famílias</strong><br />
Este indicador inclui todos os passivos das famílias, como créditos à habitação, crédito ao consumo e outros empréstimos. Ao ser expresso em percentagem do PIB, permite comparar economias de diferentes dimensões, relacionando o volume total de dívida privada com a riqueza produzida anualmente por cada país.</p>
<p>Uma taxa de 50% significa, por exemplo, que o montante total da dívida das famílias equivale a metade de tudo o que a economia nacional produz num ano. O indicador não revela quanto deve cada agregado familiar individualmente, mas oferece uma visão global do grau de alavancagem financeira das famílias.</p>
<p><strong>Porque preocupa o endividamento</strong><br />
Um elevado nível de dívida não representa necessariamente um problema. Países com mercados hipotecários desenvolvidos, elevada aquisição de habitação através de financiamento bancário ou sistemas financeiros mais sofisticados tendem naturalmente a apresentar rácios superiores.</p>
<p>Ainda assim, a Comissão Europeia considera que valores acima dos 55% do PIB começam a constituir um risco macroeconómico, uma vez que crises financeiras provocadas pelo excesso de dívida privada tendem a ter impactos profundos na economia. A crise financeira internacional de 2008 é frequentemente apontada como exemplo, por ter tido origem no excesso de endividamento das famílias e não nas contas públicas.</p>
<p><strong>O mapa europeu desmente os estereótipos</strong><br />
Os dados revelam uma divisão geográfica clara. Os sete países que ultrapassam o limiar de risco definido pela Comissão Europeia situam-se exclusivamente no Norte e no Oeste da Europa.</p>
<p>Em sentido inverso, economias frequentemente associadas a crises financeiras soberanas apresentam níveis de dívida das famílias bastante inferiores à média europeia. Itália regista um rácio de 35,9% do PIB, a Grécia 38% e Espanha 42,9%, todos claramente abaixo da média da União Europeia.</p>
<p>Segundo esta leitura, enquanto vários governos do sul europeu acumulam elevados níveis de dívida pública, as respetivas famílias revelam um comportamento bastante mais prudente no recurso ao crédito.</p>
<p><strong>Portugal ocupa o nono lugar europeu</strong><br />
Portugal surge na 9.ª posição entre os países da União Europeia com maior dívida das famílias, atingindo 53,9% do PIB, um valor já muito próximo do limiar de risco de 55% estabelecido pela Comissão Europeia.</p>
<p>No final de 2025, a dívida das famílias portuguesas rondava os 171 mil milhões de euros, representando um crescimento anual de 8,6%, impulsionado sobretudo pelo crédito à habitação.</p>
<p>A subida está diretamente relacionada com uma das mais rápidas valorizações dos preços das casas na União Europeia, fenómeno que tem levado muitas famílias a recorrer a financiamentos de maior dimensão.</p>
<p>Outro fator apontado como especialmente relevante é a estrutura do mercado hipotecário português. Mais de 90% dos contratos de crédito à habitação em Portugal utilizam taxas de juro variáveis ou mistas indexadas à Euribor, tornando os agregados familiares particularmente sensíveis às decisões do Banco Central Europeu sobre as taxas de referência.</p>
<p><strong>Os 10 países com maior dívida das famílias</strong><br />
O ranking europeu é liderado pelos Países Baixos, onde a dívida das famílias corresponde a 93,5% do PIB, resultado de um sistema fiscal que incentiva fortemente o recurso ao crédito hipotecário e permite financiamentos que podem atingir o valor total do imóvel.</p>
<p>Segue-se a Dinamarca, com 84,1%, e a Suécia, com 82,3%, dois mercados altamente dependentes do crédito à habitação.</p>
<p>A lista prossegue com a Finlândia (62,9%), Luxemburgo (60,5%), França (59,5%), Bélgica (56,4%), Chipre (54,2%), Portugal (53,9%) e Alemanha (49%), que fecha o grupo dos dez países mais endividados.</p>
<p><strong>Porque alguns países apresentam rácios tão elevados</strong><br />
As razões variam de país para país. Nos Países Baixos, o Governo incentiva fiscalmente o recurso ao crédito para aquisição de casa própria, permitindo empréstimos equivalentes a 100% do valor do imóvel.</p>
<p>Na Dinamarca, embora a dívida bruta seja muito elevada, é parcialmente compensada por elevados níveis de poupança em fundos de pensões e património imobiliário.</p>
<p>Na Suécia predominam os empréstimos a taxa variável, tornando as famílias mais vulneráveis às alterações das taxas de juro.</p>
<p>Na Finlândia, grande parte da dívida resulta não apenas dos empréstimos à habitação, mas também dos chamados empréstimos das sociedades de habitação, que são assumidos pelos compradores dos imóveis.</p>
<p>Em França predominam contratos de taxa fixa e regras rigorosas que limitam o peso das prestações mensais no rendimento líquido das famílias, enquanto na Bélgica a elevada percentagem de proprietários com crédito explica boa parte do nível de endividamento.</p>
<p>Já na Alemanha, apesar da dimensão da economia, o reduzido número de proprietários de habitação — apenas 46,7% em 2022 — ajuda a manter a dívida das famílias próxima da média europeia, uma vez que uma larga parte da população vive em casas arrendadas e necessita menos de recorrer a financiamento hipotecário.</p>
<p>Os dados mostram, assim, que o nível de endividamento das famílias na Europa depende sobretudo das características dos mercados imobiliários, das políticas fiscais e da estrutura dos sistemas financeiros de cada país, contrariando a ideia de que são apenas as economias do sul europeu que vivem excessivamente dependentes do crédito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791827]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal regista uma das maiores taxas de utilização de 5G entre países comparáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal ocupa o segundo lugar entre os países de dimensão comparável no que diz respeito à utilização de redes 5G, com uma quota de 43,3% dos testes realizados nesta tecnologia entre janeiro e julho de 2026, segundo dados da nPerf.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal ocupa o segundo lugar entre os países de dimensão comparável no que diz respeito à utilização de redes 5G, com uma quota de 43,3% dos testes realizados nesta tecnologia entre janeiro e julho de 2026, segundo dados da nPerf.</p>
<p>Na classificação, Portugal surge apenas atrás da Áustria, que lidera com 48,2% dos testes realizados em 5G. O país fica à frente da Eslováquia (41,8%), República Checa (41,7%), Irlanda (41,1%), Croácia (40,3%), Grécia (39,9%), Bulgária (26,4%) e Tunísia (13,5%).</p>
<p>A diferença entre Portugal e a Áustria é de 4,9 pontos percentuais, enquanto a vantagem portuguesa face à Eslováquia é de 1,5 pontos. Os dados evidenciam diferenças significativas na adoção e disponibilidade da tecnologia 5G entre os países analisados.</p>
<p>A maior utilização desta tecnologia permite uma experiência mais fluida em tarefas que exigem maior capacidade de rede, como o download de ficheiros de grandes dimensões, o streaming de vídeo em alta qualidade ou a partilha instantânea de ficheiros com vários gigabytes.</p>
<p>A classificação da nPerf, baseada na proporção de testes realizados em redes 5G, procura refletir assim as diferenças no acesso e na utilização desta tecnologia entre países de dimensão semelhante.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-791817" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026.jpg" alt="" width="1600" height="900" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026.jpg 1600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-300x169.jpg 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-800x450.jpg 800w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-768x432.jpg 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-1536x864.jpg 1536w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-1200x675.jpg 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791816]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Do pedido de reapreciação à matrícula: O guia completo com todos os prazos e datas do concurso de acesso ao Ensino Superior</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/do-pedido-de-reapreciacao-a-matricula-o-guia-completo-com-todos-os-prazos-e-datas-do-concurso-de-acesso-ao-ensino-superior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos que pretendem ingressar no ensino superior enfrentam nas próximas semanas um calendário particularmente exigente, marcado por exames, pedidos de reapreciação, candidaturas e matrículas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos que pretendem ingressar no ensino superior enfrentam nas próximas semanas um calendário particularmente exigente, marcado por exames, pedidos de reapreciação, candidaturas e matrículas. Depois da polémica em torno da digitalização e correção das provas da 1.ª fase dos exames nacionais, que provocou atrasos na divulgação de classificações e gerou dúvidas entre milhares de estudantes, o Ministério da Educação mantém, para já, o calendário das principais etapas do concurso nacional de acesso, embora tenha anunciado uma época especial de exames para setembro destinada aos alunos afetados pelas falhas registadas no processo.</p>
<p>Apesar dos pedidos de adiamento feitos por vários setores da comunidade educativa, o Governo optou por preservar o calendário do acesso ao ensino superior, procurando apenas criar mecanismos extraordinários para impedir que os estudantes prejudicados pelas falhas técnicas percam oportunidades de candidatura.</p>
<p><strong>Candidaturas arrancam enquanto continuam pedidos de reapreciação</strong><br />
O dia 20 de julho assinala o início das candidaturas ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, coincidindo também com o último dia para inscrição na 2.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário e das provas finais do 9.º ano.</p>
<p>Entre 20 e 22 de julho, decorrem os pedidos de reapreciação das provas de exame. Este ano, o prazo não é uniforme para todos os alunos, uma vez que as classificações não foram divulgadas em simultâneo devido aos problemas registados no sistema de correção e disponibilização das provas.</p>
<p><strong>Segunda fase dos exames decorre entre 21 e 24 de julho</strong><br />
A 2.ª fase dos exames nacionais começa esta terça-feira, 21 de julho, com as provas de:</p>
<ul>
<li>Português (12.º ano);</li>
<li>Língua Segunda;</li>
<li>Português Língua Não Materna;</li>
<li>Literatura Portuguesa (11.º ano);</li>
<li>Economia A;</li>
<li>História da Cultura e das Artes;</li>
<li>Latim A.</li>
</ul>
<p>No mesmo dia realizam-se igualmente os exames de Português do 9.º ano, incluindo as modalidades de Língua Segunda e Língua Não Materna.</p>
<p>No dia 22 de julho, é a vez das provas de:</p>
<ul>
<li>Matemática A (12.º ano);</li>
<li>Matemática B;</li>
<li>Matemática Aplicada às Ciências Sociais;</li>
<li>Filosofia.</li>
</ul>
<p>A 23 de julho realizam-se os exames de:</p>
<ul>
<li>História A (12.º ano);</li>
<li>Biologia e Geologia;</li>
<li>História B;</li>
<li>Geometria Descritiva A;</li>
<li>Alemão;</li>
<li>Espanhol;</li>
<li>Francês;</li>
<li>Italiano;</li>
<li>Mandarim.</li>
</ul>
<p>Nesse mesmo dia decorre ainda a prova de Matemática do 9.º ano.</p>
<p>Já 24 de julho fica reservado para:</p>
<ul>
<li>Desenho A (12.º ano);</li>
<li>Física e Química A;</li>
<li>Geografia;</li>
<li>Inglês.</li>
</ul>
<p><strong>Datas das candidaturas ao ensino superior</strong><br />
O calendário das candidaturas prolonga-se durante várias semanas.</p>
<p>O dia 27 de julho marca o fim do prazo para apresentação de candidaturas à 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso por parte dos candidatos abrangidos pelos contingentes prioritários destinados a emigrantes, lusodescendentes e estudantes que solicitaram a substituição das provas de ingresso por exames estrangeiros.</p>
<p>Para os restantes candidatos, o prazo termina a 6 de agosto.</p>
<p>Entretanto, 7 de agosto será um dos momentos mais importantes do processo, com:</p>
<ul>
<li>divulgação das classificações da 2.ª fase dos exames nacionais;</li>
<li>publicação dos resultados dos pedidos de reapreciação das provas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resultados da primeira fase conhecidos em agosto</strong><br />
Os resultados da 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior serão divulgados a 23 de agosto.</p>
<p>A partir de 24 de agosto, os candidatos colocados poderão efetuar a matrícula e inscrição nas respetivas instituições de ensino superior, num processo que decorre até 27 de agosto.</p>
<p>No mesmo dia abre igualmente o prazo para:</p>
<ul>
<li>apresentação de reclamações dos resultados da 1.ª fase, até 28 de agosto;</li>
<li>candidaturas à 2.ª fase do concurso, que decorrem até 2 de setembro.</li>
</ul>
<p>As decisões relativas às reclamações da primeira fase deverão ser conhecidas a 28 de setembro.</p>
<p><strong>Governo cria época especial de exames em setembro</strong><br />
Na sequência das dificuldades provocadas pelas falhas na correção eletrónica dos exames, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, anunciou a criação de uma época especial de exames, prevista para setembro, destinada aos estudantes que não conseguiram obter toda a informação necessária para decidir se deveriam repetir provas na segunda fase.</p>
<p>A medida pretende assegurar que esses alunos possam ainda candidatar-se ao ensino superior através da 2.ª fase do concurso, evitando que fiquem limitados às vagas disponíveis apenas na 3.ª fase.</p>
<p>Apesar do anúncio, o Governo ainda não divulgou as datas concretas desta época especial.</p>
<p><strong>Segunda e terceira fases do concurso</strong><br />
Os resultados da 2.ª fase do concurso serão publicados a 13 de setembro.</p>
<p>Os estudantes colocados poderão realizar a matrícula entre 14 e 16 de setembro, enquanto o prazo para reclamações decorre até 18 de setembro.</p>
<p>Já a 3.ª fase abre candidaturas entre 22 e 24 de setembro.</p>
<p>Os resultados finais desta última fase serão conhecidos a 30 de setembro, data a partir da qual decorrem igualmente:</p>
<ul>
<li>as matrículas, até 2 de outubro;</li>
<li>o prazo para apresentação de reclamações, também até 2 de outubro.</li>
<li>Reclamações prolongam-se até ao final de outubro</li>
</ul>
<p>O processo apenas ficará totalmente concluído nas semanas seguintes.</p>
<p>As decisões sobre as reclamações relativas à 2.ª fase serão divulgadas a 16 de outubro, enquanto as decisões referentes à 3.ª fase deverão ser conhecidas a 30 de outubro, encerrando assim o calendário oficial do acesso ao ensino superior referente ao ano letivo de 2026/2027.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791773]]></sapo:autor>
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		<title>Almada não consegue deitar água na fervura: guerra no PS de Inês de Medeiros acaba em crise na torneira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Crise da água em Almada acabou por destapar muito mais do que problemas nas condutas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crise da água em Almada acabou por destapar muito mais do que problemas nas condutas. A escassez que afetou milhares de moradores tornou-se o símbolo de uma autarquia mergulhada em conflitos internos, acusações de má gestão e uma guerra pela sucessão de Inês de Medeiros, numa altura em que o PS vê crescer a contestação dentro e fora de portas.</p>
<p>Poucos dias depois de iniciar o terceiro mandato, em outubro de 2025, recordou a revista &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/almada-furia-no-refugio-de-boys-do-ps" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216;, Inês de Medeiros protagonizou um episódio que ainda hoje é recordado nos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS). Segundo relatos de funcionários, a presidente da Câmara terá perdido a calma por causa da distribuição de gabinetes, exigindo um escritório que estava ocupado por adjuntos do novo presidente dos SMAS, cargo entregue à CDU no âmbito do acordo que garantiu maioria ao executivo socialista.</p>
<p>Meses depois, o município enfrentaria uma situação bem mais grave: sucessivas falhas no abastecimento de água levaram Almada a decretar situação de alerta. Os problemas resultaram de perdas de água muito acima da média nacional, investimento insuficiente na renovação da rede e de um furo colapsado que nunca foi recuperado.</p>
<p><strong>Ministra aponta falta de entendimento político</strong></p>
<p>A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, atribuiu parte das responsabilidades às dificuldades de relacionamento entre Almada e a vizinha Câmara do Seixal, liderada pela CDU. Segundo a governante, a incapacidade de entendimento impediu a resolução atempada de um problema essencial para o abastecimento do concelho.</p>
<p>Já a autarquia recusou comentar relatos sobre alegados episódios de exaltação da presidente, limitando-se a afirmar que &#8220;não responde a boatos&#8221;. Ainda assim, fontes socialistas ouvidas pela revista descrevem Inês de Medeiros como uma dirigente de temperamento difícil e imprevisível.</p>
<p><strong>Oposição acusa presidente de fugir ao escrutínio</strong></p>
<p>Outro foco de polémica surgiu quando a presidente decidiu reduzir para o mínimo legal as reuniões camarárias abertas ao público e transmitidas online.</p>
<p>A autarca justificou a decisão com a necessidade de tornar o trabalho &#8220;mais eficaz&#8221;, mas os partidos da oposição acusam-na de querer limitar o escrutínio público, sobretudo numa altura em que dezenas de moradores afetados pelas tempestades compareciam regularmente nas reuniões para exigir respostas.</p>
<p><strong>Acusações de favorecer &#8216;boys&#8217; do PS</strong></p>
<p>A gestão de recursos humanos da autarquia também está sob fogo.</p>
<p>Segundo a investigação da &#8216;Sábado&#8217;, Almada recebeu, desde 2021, dezenas de dirigentes, assessores e técnicos provenientes da Câmara de Lisboa, de gabinetes ministeriais de governos socialistas e de estruturas ligadas ao PS.</p>
<p>Há antigos colaboradores de Fernando Medina, técnicos de ministérios de António Costa e dirigentes próximos de Ana Catarina Mendes e de Ivan Gonçalves a ocupar cargos de chefia na autarquia e em empresas municipais. A Câmara responde que todas as nomeações respeitaram integralmente a lei e os critérios de qualificação exigidos.</p>
<p><strong>Demissões, ruturas e guerra pela sucessão</strong></p>
<p>O ambiente interno também se deteriorou ao longo dos últimos anos.</p>
<p>Vários chefes de gabinete e assessores abandonaram funções antes do previsto, alguns incompatibilizados com Inês de Medeiros. Entre eles encontram-se antigos colaboradores provenientes de gabinetes ministeriais, enquanto outras figuras próximas do PS passaram a criticar abertamente a liderança da autarca.</p>
<p>Um dos episódios mais marcantes foi protagonizado por Débora Rodrigues, líder da bancada socialista na Assembleia Municipal, que, numa mensagem interna entretanto tornada pública, afirmou que &#8220;a perceção pública é que Almada está pior, mais suja, menos habitável e agora sem água&#8221;.</p>
<p><strong>PS divide-se e procura alternativa para 2029</strong></p>
<p>Nos bastidores trava-se agora uma disputa pela liderança futura do município.</p>
<p>Inês de Medeiros aposta no atual vice-presidente, Filipe Pacheco, como sucessor. Porém, Ivan Gonçalves, antigo líder da concelhia socialista e número dois das listas, continua a reunir apoios significativos.</p>
<p>Perante o agravamento das divisões internas e o desgaste da atual liderança, cresce igualmente no PS distrital e nacional a ideia de avançar, nas autárquicas de 2029, com uma figura de âmbito nacional para tentar preservar um dos municípios mais importantes para os socialistas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791798]]></sapo:autor>
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		<title>Disponibilizados cerca de 227 mil exames nacionais aos alunos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-disponibilizados-cerca-de-227-mil-exames-nacionais-aos-alunos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação revelou hoje que já foram distribuídos cerca de 227 mil exames nacionais do 11.º e 12.º anos, num universo de quase 300 mil provas, que terão sido entregues a mais de 100 mil alunos do secundário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação revelou hoje que já foram distribuídos cerca de 227 mil exames nacionais do 11.º e 12.º anos, num universo de quase 300 mil provas, que terão sido entregues a mais de 100 mil alunos do secundário.</P><br />
<P>Na noite de segunda-feira, tinham sido disponibilizados os PDF de &#8220;227 mil provas que já chegaram a mais de 100 mil alunos&#8221;, revelou hoje o ministro da Educação, Fernando Alexandre, que está a ser ouvido no parlamento sobre o processo de digitalização e avaliação dos exames nacionais, a requerimento do PCP e do Livre.</P><br />
<P>Este ano, cerca de 166 mil alunos do ensino secundário realizaram os exames nacionais em papel, tendo as cerca de 190 mil provas sido digitalizadas e corrigidas pela primeira vez neste formato, um modelo que trouxe muitos problemas hoje reconhecidos mais uma vez pelo ministro.</P><br />
<P>No entanto, no dia em que arranca a 2.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário, Fernando Alexandre mostrou-se confiante: &#8220;Eu estou certo de que nós vamos avançar para uma segunda fase com muito mais normalidade, com muito mais rigor, e acredito que no próximo ano letivo, da mesma forma que as provas digitais de 9.º ano e as provas de moda deixaram de ser tema, porque as escolas conseguem realizá-las em normalidade, também no próximo ano este tema não será discutido publicamente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791814]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Detalhes da época especial serão divulgados hoje</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-detalhes-da-epoca-especial-serao-divulgados-hoje/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação assegurou que serão divulgadas hoje "todas as informações" sobre a época especial de exames que foi criada para os alunos prejudicados com o processo de digitalização dos exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação assegurou que serão divulgadas hoje &#8220;todas as informações&#8221; sobre a época especial de exames que foi criada para os alunos prejudicados com o processo de digitalização dos exames nacionais.</P><br />
<P>&#8220;Hoje serão dadas todas as informações sobre a época especial e serão garantidos os mesmos direitos a estes alunos&#8221;, disse o ministro da Educação que está a ser ouvido no parlamento sobre o processo de digitalização e avaliação dos exames nacionais a pedido do PCP e do Livre.</P><br />
<P>Sobre as acusações de que estes alunos seriam prejudicados em relação aos colegas, ao serem &#8220;empurrados&#8221; para uma segunda fase por falhas na digitalização, Fernando Alexandre sublinhou que &#8220;esses concorrem sempre para um número mais limitado de vagas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A data final [da época especial] para já é a 14 de setembro, mas terá de ser prolongada por mais alguns dias&#8221;, disse o ministro, que na segunda-feira reconheceu os erros no processo de classificação das provas e anunciou que os alunos que não tivessem toda a informação necessária para decidir se deveriam ir à 2.ª fase dos exames nacionais, teriam a possibilidade de realizar exames numa época especial no início de setembro.</P><br />
<P>As datas dos exames nessa nova fase especial implica a alteração do calendário da 2.ª fase do concurso e por isso terá de ser articulado com o Conselho de Reitores das Universidades e com o Conselho Coordenador dos Institutos Superior Politécnicos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791799]]></sapo:autor>
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		<title>Quem faz pate do novo Governo do Reino Unido? Remodelação de Andy Burnham expõe nova direção política</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quem-faz-pate-do-novo-governo-do-reino-unido-remodelacao-de-andy-burnham-expoe-nova-direcao-politica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, iniciou o seu mandato com uma remodelação governamental de grande alcance, afastando vários dos mais próximos aliados do seu antecessor, Keir Starmer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, iniciou o seu mandato com uma remodelação governamental de grande alcance, afastando vários dos mais próximos aliados do seu antecessor, Keir Starmer, e promovendo uma nova equipa ministerial que procura refletir o equilíbrio entre diferentes sensibilidades do Partido Trabalhista. A reorganização do Executivo, anunciada na segunda-feira, evidencia uma mudança de estilo e de prioridades, demonstrando que Burnham pretende imprimir rapidamente a sua marca na governação e afastar-se da herança política do anterior líder.</p>
<p>Segundo o Politico, Burnham avançou de imediato para uma profunda reorganização do Governo, relegando para os bancos traseiros do Parlamento várias figuras identificadas com Keir Starmer, entre as quais Rachel Reeves e David Lammy. Em sentido inverso, promoveu antigos aliados, dirigentes oriundos do norte de Inglaterra e ministros que se tinham incompatibilizado com o anterior primeiro-ministro, procurando construir um Executivo representativo das várias correntes internas do Labour.</p>
<p>A decisão mais inesperada foi a nomeação de John Healey para ministro das Finanças (Chancellor). Antigo titular da Defesa, Healey abandonara o Governo pouco mais de um mês antes, alegando divergências relativamente ao nível do investimento militar. Na altura, defendia um reforço mais ambicioso das despesas com a Defesa num contexto internacional cada vez mais instável e criticava a resistência do Tesouro às suas propostas.</p>
<p>Agora responsável pelas finanças públicas britânicas, Healey terá pela frente um dos maiores desafios do novo Executivo: encontrar financiamento para os compromissos assumidos em matéria de defesa, incluindo o objetivo de elevar a despesa militar para 3% do Produto Interno Bruto até 2030. Entre as principais decisões estarão a eventual subida de impostos ou cortes noutras áreas da despesa pública.</p>
<p>Apesar destes desafios, Downing Street acredita que Healey transmite estabilidade aos mercados financeiros. Um responsável do gabinete do primeiro-ministro afirmou ao Politico que Burnham e o novo ministro das Finanças partilham a mesma visão em matérias como a reindustrialização do país, a descentralização administrativa, o combate ao aumento do custo de vida e o compromisso com as regras orçamentais destinadas a garantir estabilidade económica.</p>
<p>Outra das alterações mais relevantes ocorreu na diplomacia britânica. Ed Miliband passa a assumir a pasta dos Negócios Estrangeiros, depois de ter recusado abandonar anteriormente o Ministério da Energia durante o Governo de Starmer. Antigo líder do Partido Trabalhista, Miliband foi também uma das primeiras figuras do Executivo cessante a defender publicamente que Starmer deveria abandonar o cargo.</p>
<p>A escolha surge numa altura em que Burnham pretende concentrar a ação governativa sobretudo nos assuntos internos, entregando a política externa a uma personalidade experiente e respeitada dentro da ala mais à esquerda do Labour. No entanto, Miliband poderá enfrentar desafios delicados nas relações com os Estados Unidos.</p>
<p>O novo chefe da diplomacia britânica tem um histórico de posições que nem sempre coincidiram com as prioridades de Washington. Em 2013 foi determinante para impedir a participação britânica numa intervenção militar na Síria, complicando os planos da administração de Barack Obama. Mais recentemente, foi também uma das vozes que, segundo o Politico, defendeu internamente que Londres não autorizasse a utilização da base de Diego Garcia pelos Estados Unidos para eventuais ataques contra o Irão.</p>
<p>Na primeira declaração enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros, Miliband recordou que os seus pais chegaram ao Reino Unido como refugiados judeus que fugiam do regime nazi e comprometeu-se a trabalhar &#8220;incansavelmente&#8221; para alcançar uma paz sustentável entre Israel e os seus vizinhos.</p>
<p>Shabana Mahmood permanece no Ministério da Administração Interna, contrariando as expectativas de parte da imprensa britânica que a apontava ao Ministério das Finanças. A ministra continuará responsável pela política de imigração, embora alguns dos seus aliados admitam que Burnham poderá introduzir maior equilíbrio entre as posições mais restritivas e as exigências da ala moderada do partido.</p>
<p>Também Miatta Fahnbulleh foi promovida, assumindo a liderança do Ministério da Segurança Energética e Neutralidade Carbónica. Antiga ministra de Estado e responsável por um centro de estudos, Fahnbulleh integrava o grupo de conselheiros políticos de Burnham e terá agora a missão de garantir segurança energética, reduzir os custos da eletricidade para famílias e empresas e assegurar o cumprimento das metas climáticas legalmente estabelecidas pelo Reino Unido.</p>
<p>Segundo duas fontes citadas pelo mesmo jornal, Burnham prepara ainda um conjunto de medidas destinadas a aliviar rapidamente o custo de vida, podendo anunciar já esta terça-feira uma redução da taxa de IVA aplicada às faturas domésticas de eletricidade, atualmente fixada em 5%.</p>
<p>Na Defesa, Wes Streeting sucede a Dan Jarvis apenas algumas semanas depois da nomeação deste último. Embora nunca tenha exercido funções diretamente relacionadas com assuntos militares ou internacionais, Streeting tem defendido um aumento do investimento na Defesa, incluindo a emissão de obrigações específicas para financiar esse esforço, bem como a eliminação de programas militares considerados ultrapassados.</p>
<p>A remodelação também permitiu o regresso ao Governo de várias figuras afastadas durante a liderança de Keir Starmer. Louise Haigh, que desempenhou um papel relevante na contestação interna ao anterior primeiro-ministro e coordenou a campanha eleitoral parcial de Burnham em Makerfield, passa agora a liderar o Cabinet Office enquanto Chanceler do Ducado de Lancaster e Primeira Secretária de Estado, assumindo um dos cargos mais influentes do Executivo.</p>
<p>Angela Rayner regressa igualmente ao Governo como ministra da Habitação, depois de ter resolvido questões relacionadas com a sua situação fiscal. A dirigente ficará responsável pela concretização de uma das principais prioridades do novo primeiro-ministro: aumentar o controlo público sobre infraestruturas consideradas estratégicas e aprofundar o processo de descentralização de poderes para as autoridades locais.</p>
<p>Lucy Powell regressa ao Executivo para assumir a pasta da Educação. A deputada tinha sido afastada anteriormente por Starmer, mas acabaria por reforçar a sua posição política ao vencer a eleição interna para vice-líder do Partido Trabalhista, tornando-se uma das aliadas mais próximas de Burnham.</p>
<p>Jonathan Reynolds volta igualmente ao Ministério dos Negócios e Comércio, cargo que já desempenhara anteriormente, enquanto Anneliese Midgley assume funções como chefe da disciplina parlamentar (Chief Whip), sendo apontada como uma figura capaz de unir diferentes sensibilidades dentro da bancada trabalhista.</p>
<p>Nem todas as mudanças representam, contudo, perdas de influência. Yvette Cooper deixa os Negócios Estrangeiros para assumir a Saúde, um ministério que poderá ganhar enorme protagonismo caso Burnham avance com a prometida reforma do sistema de apoio social e dos cuidados continuados.</p>
<p>Pat McFadden mantém-se responsável pelo Trabalho e Pensões, sinalizando que o novo primeiro-ministro pretende prosseguir a reforma do sistema de prestações sociais. Já Lisa Nandy permanece à frente do Ministério da Cultura, Media e Desporto, que passa igualmente a incorporar competências na área do digital, numa altura em que Burnham pretende reduzir gradualmente as funções do atual Departamento para a Ciência, Inovação e Tecnologia.</p>
<p>Entre as novidades figura ainda Kanishka Narayan, promovido a ministro da Inteligência Artificial. O novo responsável responderá simultaneamente perante o Cabinet Office e o Ministério da Cultura, Media e Desporto, participando também nas reuniões do Conselho de Ministros, reforçando o peso político desta área estratégica.</p>
<p>A remodelação governamental evidencia a intenção de Andy Burnham de romper rapidamente com a liderança anterior, recompensando aliados que desempenharam um papel determinante na queda de Keir Starmer e distribuindo responsabilidades por várias correntes internas do Partido Trabalhista. Ao mesmo tempo, procura transmitir uma imagem de estabilidade económica, reforço da indústria, descentralização do poder e resposta às dificuldades provocadas pelo aumento do custo de vida, prioridades que deverão marcar os primeiros meses do novo Governo britânico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791793]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: &#8220;Governo não tem relatório nenhum&#8221; sobre teste piloto do exame de Filosofia, garante ministro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-governo-nao-tem-relatorio-nenhum-sobre-teste-piloto-do-exame-de-filosofia-ministro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação disse hoje que "o Governo não tem relatório nenhum" sobre o projeto-piloto de digitalização dos exames nacionais de Filosofia realizados no ano passado, acusando o ex-presidente do Júri Nacional de Exames de nunca o ter entregue.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação disse hoje que &#8220;o Governo não tem relatório nenhum&#8221; sobre o projeto-piloto de digitalização dos exames nacionais de Filosofia realizados no ano passado, acusando o ex-presidente do Júri Nacional de Exames de nunca o ter entregue.</P><br />
<P>&#8220;O Governo não tem relatório nenhum&#8221;, afirmou hoje o ministro da Educação, Fernando Alexandre, durante uma audição parlamentar pedida pelos grupos parlamentares do PCP e do Livre no âmbito dos problemas detetados durante o processo de digitalização dos exames nacionais do ensino secundário.</P><br />
<P>A declaração de Fernando Alexandre surgiu na sequência de uma entrevista à Radio Renascença do ex-presidente do Júri Nacional dos Exames (JNE), Luís Duque de Almeida, na qual acusou o ministro de não ter solicitado &#8220;ao JNE qualquer balanço sobre a prova Filosofia&#8221;, questionando em que se baseou a tutela para decidir avançar com o processo de digitalização das provas.</P><br />
<P>Os &#8220;erros graves&#8221; detetados durante o processo de digitalização das provas de Filosofia não chegaram ao conhecimento da tutela&#8221;, segundo o ministro, que disse hoje que Luís Duque de Almeida &#8220;não deixou relatório nenhum&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se tinha informação que não partilhou nem sequer com a Direção Geral da Educação nem com o EduQa. Se tinha essa informação e não a transmitiu vai ter que explicar isso, porque não deu essa informação a ninguém. Foi-se embora em setembro e não deixou relatório a ninguém&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Para Fernando Alexandre, &#8220;se agora, passado um ano, depois de o processo ter tido problemas vem dizer que houve problemas que podiam ter sido antecipados e que não foram [&#8230;] vai ter de explicar isso&#8221;.</P><br />
<P>O ministro voltou na audição a defender o modelo testado este ano e que envolveu cerca de 300 mil exames do 11.º e 12.º anos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791794]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dívida agrava-se na zona euro e UE no 1.º trimestre e Portugal regista a 5.ª maior</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/divida-agrava-se-na-zona-euro-e-ue-no-1-o-trimestre-e-portugal-regista-a-5-a-maior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A dívida pública da zona euro agravou-se, no primeiro trimestre, para os 88,9% do Produto Interno Bruto (PIB) e a da União Europeia (UE) para 82,9%, com Portugal a registar a quinta mais alta (91%), segundo o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A dívida pública da zona euro agravou-se, no primeiro trimestre, para os 88,9% do Produto Interno Bruto (PIB) e a da União Europeia (UE) para 82,9%, com Portugal a registar a quinta mais alta (91%), segundo o Eurostat.</P><br />
<P>De acordo com os dados hoje divulgados pelo gabinete estatístico europeu, no trimestre homólogo, a dívida pública da área do euro foi de 87,2% e entre outubro e dezembro de 2025 atingiu os 87,7% do PIB.</P><br />
<P>Na UE, o rácio da dívida pública bruta em relação ao PIB situou-se no primeiro trimestre de 2025 nos 81,4% e nos últimos três meses de 2025 em 81,8% do PIB.</P><br />
<P>No final do primeiro trimestre de 2026, a dívida das administrações públicas era composta por 84,3% de títulos de dívida na zona euro e por 83,6% na UE, por 13,2% de empréstimos na área do euro e 13,9% na UE, e por 2,5% de numerário e depósitos em ambas.</P><br />
<P>Entre os Estados-membros, a Grécia apresentou, no primeiro trimestre, o maior rácio da dívida (143,5% do PIB), seguida por Itália (138,9%), França (117,6%), com Portugal a apresentar a quinta maior (91% do PIB).</P><br />
<P>No extremos oposto da tabela, com menores pesos da dívida pública estão a Estónia (25,2%), a Dinamarca (26,8%) e a Bulgária (28,5%).</P><br />
<P>Face ao trimestre homólogo, os maiores recuos da dívida registaram-se na Grécia (-9,4 pontos percentuais &#8211; pp), em Chipre (-7,4 pp), na Eslovénia (-4,8 pp) e em Portugal (-3,9 pp).</P><br />
<P>Os maiores agravamentos face ao primeiro trimestre de 2025, por outro lado, foram observados na Finlândia (5,5 pp), Bulgária (4,8 pp) e Polónia (4,5 pp).</P></p>
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		<title>Ó Capital investe dois milhões em plataforma para desenvolver indústria criativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ó Capital lançou o Ó Studio, uma plataforma de investimento para a indústria criativa e comunicação, que arranca com dois milhões de euros investidos e prevê alcançar uma faturação agregada de quase quatro milhões de euros em 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ó Capital lançou o Ó Studio, uma plataforma de investimento para a indústria criativa e comunicação, que arranca com dois milhões de euros investidos e prevê alcançar uma faturação agregada de quase quatro milhões de euros em 2026.</P><br />
<P>Em comunicado, a Ó Capital, um fundo de investimento em Pequenas e Médias Empresas (PME), referiu que o Ó Studio é a primeira &#8220;Scale-Up Platform&#8221; dedicada ao setor em Portugal, assumindo-se como um modelo que combina investimento, operação e criatividade para apoiar o crescimento de empresas com modelos de negócio já validados.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a plataforma entra no capital das participadas e disponibiliza uma estrutura comum de gestão, tecnologia e operação, visando acelerar o crescimento das empresas e prepará-las para futuras rondas de investimento institucional ou processos de consolidação no setor.</P><br />
<P>O projeto inicia atividade com um investimento acumulado de cerca de dois milhões de euros, uma carteira de mais de 100 clientes, entre os quais Grupo Pestana, Prosegur e HUG Lusíadas Home Care, uma equipa de cerca de 35 trabalhadores e uma previsão de faturação agregada próxima dos quatro milhões de euros para este ano.</P><br />
<P>Criado por um grupo de empreendedores ligados à gestão, criatividade e desenvolvimento de marcas, o Ó Studio pretende afirmar-se entre os maiores grupos de comunicação em Portugal até 2030.</P><br />
<P>A plataforma agrega atualmente cinco empresas &#8211; Pato Bravo, Rame-Rame, Boost, Not Digital e Oratório &#8211; que operam de forma integrada e recorrem a ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para automatizar tarefas e reforçar a capacidade operacional das equipas.</P><br />
<P>De acordo com a Ó Capital, a estratégia para os próximos anos passa pela integração de novas empresas nas áreas da produção, audiovisual, eventos, relações-públicas, influência e tecnologia aplicada às marcas, reforçando o ecossistema da plataforma.</P><br />
<P>Citada no comunicado, a fundadora e presidente executiva (CEO) da Ó Capital, Sara do Ó, afirmou que o objetivo passa por apoiar pequenas e médias empresas que enfrentam dificuldades em investir na gestão, tecnologia e desenvolvimento do negócio, através de uma estrutura multidisciplinar que permita ganhar escala e eficiência sem perder a identidade.</P><br />
<P>A Ó Capital apresenta-se como um &#8216;family office&#8217; português com participações em cerca de 25 empresas de diferentes setores.</P></p>
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