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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 09:30:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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		<title>Mota-Engil abre programa de estágios em Portugal, Angola, Brasil e mais 13 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:30:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mota-Engil lançou a 13.ª edição do Start@ME, o programa corporativo de estágios da empresa, que este ano disponibiliza 270 vagas distribuídas por 16 países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mota-Engil lançou a 13.ª edição do Start@ME, o programa corporativo de estágios da empresa, que este ano disponibiliza 270 vagas distribuídas por 16 países.</p>
<p>A iniciativa pretende atrair jovens licenciados e mestres para diferentes áreas de formação, com o objetivo de desenvolver futuros quadros e líderes com carreiras de dimensão internacional.</p>
<p>As oportunidades abrangem Portugal e mercados como Angola, Arménia, Brasil, Colômbia, Costa do Marfim, Espanha, Etiópia, Guiné, Mali, México, Moçambique, Peru, Ruanda, Senegal e Uganda. Do total de vagas, 140 destinam-se a candidatos recrutados a partir de Portugal — nove das quais com mobilidade internacional —, enquanto as restantes 130 serão preenchidas por recrutamento local.</p>
<p>O programa procura candidatos com formação em áreas como Arquitetura, Engenharia Civil, Engenharia Eletrotécnica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Minas, Engenharia Geológica, Engenharia do Ambiente, Engenharia e Gestão Industrial, Tecnologias de Informação, Recursos Humanos, Economia, Gestão, Contabilidade, Relações Internacionais, Direito, Logística e Comunicação e Marketing.</p>
<p>Segundo a empresa, o Start@ME já integrou mais de 1.250 jovens nas 12 edições anteriores, registando uma elevada taxa de retenção dos participantes, um indicador que, refere o grupo, demonstra a aposta na captação, desenvolvimento e retenção de talento.</p>
<p>O programa desenvolve-se ao longo de três fases. A primeira, @Campus, é dedicada ao processo de identificação e seleção de candidatos. Segue-se a fase @Mota-Engil, focada na integração dos trainees na cultura e nos valores da empresa. Por fim, a fase @Business Units permite aos participantes desenvolver competências profissionais e pessoais durante um estágio de 12 meses, acompanhados por um tutor responsável por apoiar a sua integração e evolução.</p>
<p>As candidaturas decorrem até ao final de agosto, estando toda a informação disponível nos canais oficiais da Mota-Engil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787335]]></sapo:autor>
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		<title>Glovo adota Revolut Pay em Portugal e mais seis mercados europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o lançamento, os clientes que pagarem encomendas da Glovo através do Revolut Pay vão poder acumular mais RevPoints.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Glovo passou a disponibilizar o Revolut Pay em sete mercados europeus, incluindo Portugal. A integração permite aos utilizadores pagar encomendas com um clique através da aplicação da Revolut, sem necessidade de introduzir manualmente os dados do cartão ou recorrer a um cartão físico.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova opção de pagamento está disponível em Portugal, Espanha, Polónia, Roménia, Itália, Bulgária e Croácia. A parceria foi anunciada pela Revolut, aplicação financeira global com mais de 75 milhões de clientes em todo o mundo, e pela Glovo, uma das principais plataformas digitais e tecnológicas da Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as empresas, o Revolut Pay foi integrado para tornar o checkout mais rápido, simples e seguro, recorrendo a autenticação biométrica avançada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com o lançamento, os clientes que pagarem encomendas da Glovo através do Revolut Pay vão poder acumular mais RevPoints.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a campanha inicial, de duração limitada, os utilizadores recebem cinco vezes mais RevPoints em todas as compras feitas na Glovo com este método de pagamento. Depois do fim da campanha, continuarão a acumular o dobro dos RevPoints nas compras realizadas na plataforma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os RevPoints podem ser trocados por recompensas de viagem, alojamento, experiências e descontos em compras futuras, estando sujeitos aos termos e condições do programa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A parceria surge numa altura em que os pagamentos em plataformas digitais continuam a ganhar peso entre os utilizadores da Revolut. Em Portugal, os clientes da aplicação gastaram mais de 60 milhões de euros em plataformas digitais em 2025, um crescimento de 67% em relação ao ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Glovo surge entre as marcas mais populares nesta categoria, num contexto em que as encomendas de refeições, compras de supermercado e produtos de conveniência se tornaram hábitos frequentes para muitos consumidores europeus.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Revolut defende que esta integração acompanha a forma como os clientes usam cada vez mais a aplicação para gerir diferentes aspetos da vida financeira diária.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alex Codina, General Manager of Acquiring da Revolut, afirma que encomendar comida, compras de supermercado e produtos essenciais passou a ser uma das compras digitais mais comuns.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Ao trazer o Revolut Pay para a Glovo, estamos a tornar essas compras mais rápidas, mais seguras e mais recompensadoras. Os clientes podem fazer o checkout com um único clique e acumular RevPoints sempre que pagam”, refere.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável acrescenta que o objetivo do Revolut Pay é tornar-se uma das formas preferidas de pagamento no quotidiano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Adrian Mayans, diretor-geral da Glovo Portugal, sublinha que a integração do Revolut Pay reforça o compromisso da plataforma em chegar a diferentes tipos de utilizadores e em tornar a experiência de pagamento mais rápida, segura e atual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o responsável, esta solução permite aos utilizadores fazer pedidos de restauração, lojas, supermercados e outros serviços, beneficiando ao mesmo tempo de vantagens adicionais nas compras diárias.</p>
<p>Com esta parceria, a Revolut expande a presença do Revolut Pay em plataformas de consumo amplamente usadas na Europa, enquanto a Glovo passa a disponibilizar uma opção de pagamento mais direta e associada a recompensas para milhões de clientes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787334]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ter mais um quarto pode custar até mais 100 mil euros na compra de casa em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ter-mais-um-quarto-pode-custar-ate-mais-100-mil-euros-na-compra-de-casa-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Num contexto em que muitas famílias procuram adaptar a casa às suas necessidades, a passagem para uma tipologia superior pode tornar-se decisiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Ganhar mais um quarto na compra de casa pode representar um esforço financeiro adicional de até 100 mil euros em Portugal. Segundo dados do Imovirtual, passar de um T3 para um T4 é atualmente o maior salto de preço entre tipologias, com uma diferença média de 100 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A análise, que compara os preços médios dos apartamentos no mercado primário nos últimos três meses com o mesmo período do ano anterior, mostra também que passar de um T1 para um T2 exige mais 84.999 euros. Já trocar um T2 por um T3 representa, em média, um custo adicional de 70.001 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O custo de subir de um T1 para um T2 aumentou cerca de 15 mil euros em relação ao mesmo período de 2025. Em sentido contrário, a diferença entre um T2 e um T3 diminuiu no mesmo valor. Ainda assim, os dados confirmam que ganhar espaço continua a pesar de forma significativa no orçamento de quem procura comprar casa.</p>
<p><strong>T2 foi a tipologia que mais valorizou</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre todas as tipologias analisadas, os T2 registaram a maior valorização homóloga. O preço médio passou de 295.000 euros para 324.999 euros, uma subida de 10,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos restantes segmentos, os aumentos foram mais moderados. Os T1 valorizaram 6,7%, atingindo os 240.000 euros. Os T3 subiram 3,9%, para 395.000 euros, enquanto os T4 aumentaram 3,1%, fixando-se nos 495.000 euros. Já os apartamentos T5 ou superiores cresceram 5,3%, chegando aos 790.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual, os dados mostram que cada quarto adicional representa hoje um esforço relevante para quem quer comprar casa. A responsável sublinha que a diferença entre tipologias passou a ser um fator determinante na decisão de compra, obrigando muitas famílias a equilibrar espaço, localização e orçamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a mesma responsável, o forte crescimento dos T2 confirma que esta continua a ser uma das tipologias que melhor responde às necessidades de muitos compradores, sobretudo num contexto em que as famílias ajustam a habitação às diferentes fases da vida.</p>
<p><strong>Lisboa mantém preço médio mais alto, apesar da descida</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nível regional, Lisboa continua a apresentar o preço médio mais elevado, com 560.250 euros, apesar de uma correção anual de 6,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Algarve destaca-se entre os principais distritos pelo maior crescimento, com uma valorização de 17,0%, atingindo os 510.000 euros. A Madeira mantém-se nos 500.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Porto, o preço médio desceu ligeiramente, com uma quebra de 1,7%, para 379.900 euros. Já Setúbal registou uma subida de 2,8%, fixando-se nos 365.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os mercados com maiores valorizações surgem Beja, com um aumento de 35,1%, e Viseu, com uma subida de 29,3%, sinalizando maior dinamismo em várias zonas fora dos principais centros urbanos.</p>
<p><strong>Diferenças regionais aumentam nas casas maiores</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As diferenças de preço tornam-se mais evidentes nas tipologias de maior dimensão. Em Lisboa, um T5 ou superior atinge um preço médio de 1.100.000 euros. No Algarve e no Porto, a mesma tipologia fixa-se nos 860.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos T4, Lisboa também lidera, com um preço médio de 615.000 euros. Seguem-se o Algarve, com 535.000 euros, e o Porto, com 499.900 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas tipologias mais pequenas, as diferenças entre regiões são menos acentuadas. Um T2 custa, em média, 390.000 euros em Lisboa, 285.000 euros no Porto, 245.000 euros em Aveiro, 230.000 euros em Coimbra e 210.000 euros em Braga.</p>
<p><strong>Cada quarto adicional pesa mais na decisão de compra</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Mais do que mostrar a diferença de preço entre tipologias, os dados do Imovirtual revelam quanto custa, na prática, ganhar espaço no mercado imobiliário português.</p>
<p>Num contexto em que muitas famílias procuram adaptar a casa às suas necessidades, a passagem para uma tipologia superior pode tornar-se decisiva. O orçamento disponível, a localização e o número de quartos passam a pesar cada vez mais na escolha final de quem pretende comprar casa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787330]]></sapo:autor>
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		<title>Quanto precisa de poupar por mês? Novo simulador ajuda a planear casa, reforma ou fundo de emergência</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-precisa-de-poupar-por-mes-novo-simulador-ajuda-a-planear-casa-reforma-ou-fundo-de-emergencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:21:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Doutor Finanças lançou um novo Simulador de Poupança, uma ferramenta gratuita que permite calcular quanto é necessário poupar mensalmente para atingir diferentes objetivos financeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Doutor Finanças lançou um novo Simulador de Poupança, uma ferramenta gratuita que permite calcular quanto é necessário poupar mensalmente para atingir diferentes objetivos financeiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Disponível no site da fintech, o simulador foi desenvolvido para ajudar os portugueses a transformar metas de poupança em planos concretos, indicando o esforço mensal necessário com base no valor pretendido, no montante já acumulado, no prazo definido e numa taxa média anual de retorno estimada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ferramenta pode ser usada para vários objetivos, como preparar a entrada para a compra de uma casa, criar ou reforçar um fundo de emergência, constituir um complemento de reforma ou planear despesas futuras, como uma viagem ou uma compra de maior valor.</p>
<h2>Ferramenta permite comparar diferentes cenários</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Simulador de Poupança permite ajustar variáveis como o prazo, o montante pretendido, a taxa de retorno e a capitalização dos rendimentos. Desta forma, o utilizador pode comparar diferentes cenários e perceber como pequenas alterações ao plano podem influenciar o valor mensal a poupar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para utilizar a ferramenta, basta indicar o valor que se pretende alcançar, o capital já disponível para esse objetivo, o número de anos até à meta, a taxa média anual de retorno e se os rendimentos serão reinvestidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com estes dados, o simulador apresenta o valor mensal necessário, o capital total investido e a parcela do objetivo que poderá resultar dos rendimentos gerados ao longo do período.</p>
<h2>Exemplos: entrada para casa e complemento de reforma</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Doutor Finanças apresenta dois exemplos práticos para demonstrar o funcionamento da ferramenta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma pessoa que já tenha 5.000 euros e queira juntar 30.000 euros para a entrada de uma casa, num prazo de dez anos, terá de poupar cerca de 173,01 euros por mês, considerando um retorno médio anual de 2,7% e capitalização anual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já quem pretenda alcançar um complemento de reforma de 150.000 euros em 30 anos, partindo de 3.000 euros e assumindo um retorno médio anual de 4,6%, terá de poupar 185,92 euros por mês.</p>
<h2>Objetivo é tornar o planeamento financeiro mais acessível</h2>
<p class="isSelectedEnd">Sérgio Cardoso, Chief Education Officer do Doutor Finanças, afirma que a poupança é muitas vezes vista como uma intenção difícil de concretizar, sobretudo quando os objetivos parecem distantes ou exigentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Com este simulador, queremos ajudar cada pessoa a perceber, de forma simples e realista, quanto precisa de poupar todos os meses para chegar à sua meta. Ao transformar objetivos em números concretos, tornamos o planeamento financeiro mais acessível e ajudamos os portugueses a tomar decisões mais conscientes e ajustadas ao seu orçamento”, refere.</p>
<p>Com o lançamento desta ferramenta, o Doutor Finanças reforça a aposta na literacia financeira em Portugal, disponibilizando soluções práticas para ajudar os consumidores a planear melhor o futuro, tomar decisões informadas e gerir o orçamento familiar com maior consciência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787325]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>XLVIII BARÓMETRO: Empresas recuperam fôlego e a IA entra na fase da maturidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Após meses de incerteza, o tecido empresarial português recupera confiança e volta a apostar no crescimento, enquanto a inteligência artificial começa a demonstrar resultados concretos nas organizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O fecho do primeiro semestre de 2026 marca uma inversão de tendência no tecido empresarial português. Se o ano começou com um forte optimismo (46.º Barómetro de Fevereiro), a realidade de Abril (47.º Barómetro) impôs maior prudência. Em Junho (48.º Barómetro), os sinais apontam novamente para uma recuperação assente no crescimento e numa visão mais pragmática da tecnologia, em particular da Inteligência Artificial (IA). Esta evolução evidencia a resiliência do tecido empresarial perante a actual instabilidade geopolítica e os desafios estruturais internos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dinamismo e prioridades estratégicas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os resultados do último Barómetro da Executive Digest, o desempenho das empresas no primeiro semestre de 2026 apresenta sinais claros de vitalidade, com a grande maioria das organizações a indicar um crescimento na sua actividade. Assim, 72% das empresas registaram um aumento no volume de negócios face ao período homólogo, destacando-se 17% que atingiram crescimentos superiores a 20%.</p>
<p style="text-align: justify;">Este cenário de recuperação reflecte-se directamente nas metas anuais: 75% dos gestores antecipam fechar o ano de 2026 com resultados positivos face a 2025, sendo que a maioria (58%) prevê um aumento entre 5% e 20%.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta tendência de crescimento dita uma mudança nas prioridades para a segunda metade do ano. A «Expansão de mercado e crescimento económico » consolidou-se como a principal prioridade estratégica para 53% das organizações, superando largamente o foco na digitalização e IA (19%) ou na eficiência operacional e redução de custos (17%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Investimento e IA: do entusiasmo ao pragmatismo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os planos de investimento também reflectem esta mudança de sentimento. Em Fevereiro, 56% das empresas planeavam aumentar o investimento face ao ano transacto. Com a incerteza de Abril, esse valor caiu para 39%, com a maioria (53%) a optar pela mera manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Junho, assiste-se a uma retoma, com 50% das organizações a planearem novamente um aumento do investimento para o resto do ano face a 2025.</p>
<p style="text-align: justify;">No campo da inovação, a Inteligência Artificial começa a traduzir-se em ganhos mensuráveis para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente, 67% das empresas já reportam ganhos de produtividade reais derivados da implementação de IA. No entanto, para a maioria (33%), estes ganhos situam-se ainda num patamar inicial de até 5%, indicando que a tecnologia está a ser integrada de forma gradual na estrutura operacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Geopolítica: o cansaço da incerteza e a aposta nos biocombustíveis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O impacto do conflito no Irão foi um Energia e Combustíveis (78%) e Logística e Transportes Internacionais (58%) continuam a ser as mais vulneráveis a estes choques geopolíticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como resposta estratégica à crise energética, existe agora um forte consenso (69%) entre os gestores nacionais de que Portugal deve acelerar o investimento em biocombustíveis, para além da electrificação, como forma de garantir competitividade nesta área.</p>
<p style="text-align: justify;">O cepticismo estrutural e a urgência na(s) reforma(s) do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Institucionalmente, o pessimismo estrutural quanto ao futuro de Portugal mantém-se enraizado. Apenas 6% dos gestores avaliam como boa ou muito boa a preparação do país para os desafios da próxima década (face aos 10% que tinham uma visão positiva no início do ano), com a esmagadora maioria (91%) a considerar a preparação «Moderada» (50%) ou «Insuficiente» (41%). Este cepticismo, já demonstrado em Barómetros anteriores, é reforçado pela percepção de que as reformas essenciais não avançam ao ritmo desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a agenda de reformas desejada é constante: a desburocratização afirmou-se como a prioridade absoluta em Abril (56%) e mantém-se exactamente no mesmo nível em Junho (56%). A principal novidade do 48.º Barómetro é o reforço da urgência atribuída à diminuição do IRS, que subiu de 36% em Abril para 42%, superando a celeridade da Justiça (31%) e a descida do IRC (28%).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-780472 aligncenter" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-900x450.png" alt="" width="900" height="450" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-900x450.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-300x150.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-768x384.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-600x300.png 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio.png 1200w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-780461 aligncenter" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-900x450.png" alt="" width="900" height="450" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-900x450.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-300x150.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-768x384.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-600x300.png 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN.png 1200w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-780459 aligncenter" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-900x450.png" alt="" width="900" height="450" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-900x450.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-300x150.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-768x384.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-600x300.png 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM.png 1200w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Este Barómetro conta também com a análise dos especialistas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Ana Trigo Morais, CEO / Sociedade Ponto Verde</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>– </strong>Francisco Teixeira, CEO /WPP Media</p>
<p style="text-align: justify;">– João Pinto, Dean / Católica Porto Business School</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>– </strong>José Borralho, Presidente executivo &amp; fundador/ Consumerchoice Europe</p>
<p style="text-align: justify;">– Nelson Pires, General Manager / Jaba Recordati</p>
<p style="text-align: justify;">– Nuno Moreira da Cruz, Dean / Executive Education</p>
<p style="text-align: justify;">– Pedro Carvalho, CEO / Generali Tranquilidade</p>
<p style="text-align: justify;">– Raul Neto, CEO / Randstad Portugal</p>
<p style="text-align: justify;">– Rui Lopes Ferreira, CEO / Super Bock Group</p>
<p style="text-align: justify;">– Sílvia Barata, Head of Country Portugal &amp; Iberia Retail Operations manager/ BP Portugal</p>
<p style="text-align: justify;">– Vítor Ribeirinho, CEO / Senior Partner da KPMG Portugal</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Artigo publicado na Revista Executive Digest n.º 243 de Junho de 2026</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780415]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MEO: O maior desafio da transformação digital continua a ser humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[MEO]]></category>
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					<description><![CDATA[A transformação digital assume hoje um papel central nas decisões estratégicas das organizações.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a aceleração da inteligência artificial, a crescente dependência de infra-estruturas digitais e a necessidade de responder a mercados cada vez mais exigentes, as empresas são chamadas a repensar processos, modelos operativos e a própria forma como criam valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Luís Calado Pereira, director de Gestão de Oferta ICT da MEO, esta evolução exige uma abordagem integrada, que combine conectividade, dados, cloud, cibersegurança e inteligência artificial. Em entrevista à Executive Digest, o responsável defende que a tecnologia só produz impacto quando acompanhada por liderança, mudança cultural e capacidade de execução, destacando o papel das infra-estruturas digitais como base para a competitividade futura das organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">A própria MEO encontra-se num processo de transformação que procura reposicionar a empresa para responder às novas exigências do mercado. Segundo Luís Calado Pereira, a ambição passa por evoluir de operador de telecomunicações para uma organização tecnológica com uma oferta mais abrangente. Como explica, a empresa pretende tornar-se «uma plataforma integrada de serviços digitais que combina conectividade, tecnologia, dados e Inteligência Artificial», assumindo um papel mais relevante na economia digital nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Este reposicionamento assenta em três eixos principais: a consolidação da liderança em conectividade e infra-estruturas críticas, o alargamento do ecossistema de serviços e uma transformação interna focada na eficiência, agilidade e proximidade ao cliente. Neste contexto, a área empresarial assume um papel particularmente importante, procurando afirmar- -se como parceiro tecnológico das organizações portuguesas nos seus processos de modernização.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre os principais obstáculos enfrentados pelas empresas portuguesas, Luís Calado Pereira identifica dois grandes desafios. O primeiro é estrutural e está relacionado com a existência de sistemas antigos, processos fragmentados e dificuldades de integração tecnológica. O segundo é de natureza cultural e prende- -se com a necessidade de alterar formas de trabalho e processos de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua opinião, a transformação digital só produz resultados quando é assumida pela gestão de topo como uma prioridade estratégica. Por isso, considera que o sucesso não depende exclusivamente da tecnologia adoptada, mas sobretudo da capacidade das organizações para promover mudanças internas consistentes e sustentadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A importância da conectividade para a nova economia digital</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os factores que estão a acelerar a digitalização das empresas, Luís Calado Pereira destaca a evolução das infra-estruturas de conectividade. Na sua visão, a relação entre conectividade e inteligência artificial é hoje indissociável.</p>
<p style="text-align: justify;">«Se olharmos para a inteligência artificial como cérebro da economia digital, a conectividade será o sistema nervoso. Sem redes robustas e resilientes, não há dados. Sem dados, não há IA. E sem IA, não há escala verdadeiramente transformadora», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cenário, a fibra óptica continua a desempenhar um papel fundamental, garantindo largura de banda, fiabilidade e baixos níveis de latência para aplicações cada vez mais exigentes. Paralelamente, o desenvolvimento do 5G está a abrir novas possibilidades para as empresas, permitindo configurar redes adaptadas a diferentes necessidades operacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">O responsável destaca particularmente o potencial do 5G Standalone, que possibilita níveis superiores de eficiência e segurança, criando condições para aplicações em áreas como a automação industrial, logística, telemedicina e cidades inteligentes. A cloud surge como complemento natural deste ecossistema, permitindo às organizações aceder a recursos computacionais escaláveis sem a necessidade de investimentos pesados em infra-estrutura própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos avanços registados nos últimos anos, Luís Calado Pereira considera que o principal desafio já não está tanto na disponibilidade das infra-estruturas, mas na velocidade de adopção das tecnologias que estas permitem.</p>
<p style="text-align: justify;">A inteligência artificial constitui outra das áreas que mais atenção tem vindo a concentrar. Na MEO, explica, esta tecnologia é encarada como uma responsabilidade estratégica e não apenas como uma ferramenta operacional.</p>
<p style="text-align: justify;">«Na MEO, encaramos a inteligência artificial como uma responsabilidade estratégica, integrando-a com segurança, rigor e visão de longo prazo em áreas de valor mensurável», refere.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação de um centro dedicado à inteligência artificial permitiu estruturar esta abordagem e acelerar o desenvolvimento de casos de utilização com impacto directo na actividade da empresa e na experiência dos clientes. Entre as aplicações já em funcionamento encontram-se soluções destinadas a melhorar o apoio ao cliente, reduzir pedidos relacionados com facturação e reforçar os mecanismos de auto-serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">No segmento empresarial, a inteligência artificial encontra-se integrada em diferentes ofertas, incluindo soluções capazes de antecipar erros, optimizar processos e reduzir custos em sectores como banca, saúde, hotelaria e retalho. O responsável destaca ainda o contributo da IA generativa para o aumento da produtividade nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modernização gradual e cibersegurança como prioridade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das preocupações mais comuns das empresas continua a ser a coexistência entre sistemas legacy e novas plataformas digitais. Luís Calado Pereira reconhece que este é um dos desafios mais complexos da transformação digital, defendendo que não existem soluções universais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua opinião, o primeiro princípio deve ser a gradualidade. Em vez de substituições abruptas, as organizações devem optar por processos de modernização faseados, focados nas áreas de maior impacto e suportados por uma gestão rigorosa do risco.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo princípio passa pela integração. Muitas vezes, explica, o valor pode ser criado através da ligação entre sistemas existentes e novas soluções, recorrendo a API, middleware e plataformas de dados sem necessidade de substituições totais. É precisamente nesta lógica que a MEO procura responder com soluções modulares e adaptáveis ao grau de maturidade digital de cada organização.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que a digitalização avança, cresce também a preocupação com a segurança. Para Luís Calado Pereira, a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão tecnológica para assumir uma dimensão estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;">«Hoje, é um factor crítico de competitividade, confiança e continuidade &#8211; um investimento com retorno real, e não apenas um custo», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o responsável, as organizações mais avançadas são aquelas que incorporam a segurança desde a fase de concepção dos projectos, adoptando uma abordagem de gestão contínua do risco. Na MEO, a cibersegurança é tratada de forma transversal, através de soluções de monitorização permanente, protecção avançada e mecanismos de resposta a incidentes.</p>
<p style="text-align: justify;">No contexto específico da inteligência artificial, a empresa concentra-se em três áreas consideradas essenciais: governação, gestão de identidades e segurança dos dados. A monitorização contínua dos sistemas e a capacidade de análise e correlação de eventos completam esta abordagem.</p>
<p style="text-align: justify;">A evolução da experiência do cliente constitui outra consequência directa da digitalização. Luís Calado Pereira observa que os consumidores e utilizadores empresariais passaram a comparar qualquer experiência com os padrões definidos pelas grandes plataformas digitais globais, elevando significativamente o nível de exigência.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a hiperpersonalização, a omnicanalidade e a proactividade assumem um papel crescente. O responsável explica que a MEO tem vindo a investir em mecanismos capazes de antecipar problemas e resolver anomalias de forma automática, reduzindo tempos de resposta e melhorando a experiência global dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">«O objectivo é uma relação cada vez mais “invisível”: antecipar necessidades, reduzir fricção e criar mais valor», resume.</p>
<p style="text-align: justify;">A transformação para modelos de smart business é outra tendência que já se faz sentir em diversos sectores de actividade. Luís Calado Pereira identifica a indústria, logística, banca, seguros e saúde entre os sectores mais avançados na adopção de tecnologias como Internet das Coisas, análise de dados, automação e 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, áreas como o comércio tradicional, construção e agricultura continuam a apresentar maior margem de evolução, muitas vezes devido a limitações de recursos ou competências. Ainda assim, considera que a democratização tecnológica está a tornar esta transformação mais acessível.</p>
<p style="text-align: justify;">«Hoje, tecnologias como IoT, cloud, IA generativa e 5G tornam a transformação mais acessível, permitindo a qualquer empresa avançar de forma concreta para o smart business», sublinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No plano internacional, Luís Calado Pereira considera que Portugal apresenta vantagens competitivas relevantes, nomeadamente ao nível das infra-estruturas de conectividade. Destaca a densidade da rede de fibra e a existência de infra-estruturas críticas capazes de posicionar o País como um hub tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, admite que subsistem desafios estruturais importantes. A predominância de pequenas e médias empresas, frequentemente com menor capacidade de investimento, continua a limitar a velocidade da transformação digital. Acresce a necessidade de reforçar a literacia digital, criar mecanismos de financiamento adequados e aumentar a capacidade de atracção e retenção de talento qualificado.</p>
<p style="text-align: justify;">Luís Calado Pereira acredita que, no futuro, tecnologias como Internet das Coisas, edge computing e inteligência artificial irão convergir numa nova arquitectura digital que permitirá às organizações operar de forma mais eficiente e inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">«O IoT, o edge computing e a IA devem ser vistos como camadas complementares de uma nova arquitectura digital que permite às organizações serem mais inteligentes, eficientes e ágeis», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em particular, considera que a evolução da IA generativa para modelos de Agentic AI poderá ter um impacto transversal na produtividade e nos processos empresariais. Contudo, alerta que o principal desafio não será tecnológico, mas estratégico e organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">«O principal desafio para as empresas será estratégico, cultural e de governação: integrar estas tecnologias com dados de qualidade e liderança preparada será decisivo para garantir uma vantagem competitiva saudável », refere.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o responsável, a capacidade de adaptação cultural continuará a distinguir as organizações mais bem-sucedidas. Defende que a tecnologia, apesar de essencial, representa apenas uma parte da equação.</p>
<p style="text-align: justify;">«Na transformação digital, a tecnologia é a parte mais fácil, sendo que o maior desafio é cultural, envolvendo pessoas, processos e formas de decisão», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, destaca a importância de lideranças capazes de promover experimentação, aprendizagem contínua e desenvolvimento de competências. Como resume, «quanto mais inteligente é a tecnologia, mais humana deve ser a liderança».</p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos anos, Luís Calado Pereira antecipa um período de forte transformação impulsionado por duas grandes tendências. A primeira será a generalização da Agentic AI e da automação inteligente, capazes de executar tarefas complexas e apoiar decisões com níveis crescentes de autonomia. A segunda será a afirmação da resiliência digital e da cibersegurança como prioridades estratégicas de topo.</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações que conseguirem combinar inteligência artificial, segurança, governação robusta e equipas preparadas estarão melhor posicionadas para competir num ambiente onde o digital deixou de ser apenas um suporte da actividade para se tornar a própria infraestrutura sobre a qual assenta a criação de valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781053]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalho opcional e dinheiro irrelevante? A previsão de Elon Musk para a era da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Elon Musk acredita que, dentro de 10 a 20 anos, o trabalho poderá deixar de ser uma obrigação e passar a ser uma escolha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Elon Musk acredita que, dentro de 10 a 20 anos, o trabalho poderá deixar de ser uma obrigação e passar a ser uma escolha. O empresário defendeu que os avanços da inteligência artificial e da robótica poderão transformar profundamente a economia, ao ponto de o dinheiro perder relevância no futuro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A visão foi apresentada durante a intervenção de Musk no Fórum de Investimento EUA-Arábia Saudita, realizado em Washington. O dono da Tesla, da X, da SpaceX e da Neuralink afirmou que a automação poderá criar uma era de abundância, na qual trabalhar será algo comparável a praticar desporto, jogar videojogos ou cultivar legumes por gosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Trabalhar será opcional. Será como praticar desporto ou jogar videojogos ou algo desse género”, afirmou Musk.</p>
<p class="isSelectedEnd">O debate sobre o impacto da inteligência artificial no emprego divide líderes empresariais e especialistas. Há quem veja a tecnologia como uma ameaça a funções repetitivas, manuais e administrativas, mas também quem defenda que a IA poderá abrir caminho a uma nova fase de produtividade e prosperidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Musk posiciona-se entre os mais otimistas. Para o empresário, a combinação entre inteligência artificial avançada e robôs capazes de executar tarefas físicas permitirá substituir grande parte do trabalho humano necessário à produção de bens e serviços.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente executivo da Tesla argumentou que a automação já tem sido essencial para aumentar a eficiência e reduzir custos nas suas empresas. Na sua perspetiva, esta tendência deverá acelerar nas próximas décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Musk comparou o trabalho futuro à decisão de comprar legumes numa loja ou cultivá-los no próprio jardim. Cultivar dá mais trabalho, explicou, mas algumas pessoas fazem-no porque gostam. Da mesma forma, no futuro, trabalhar poderá ser uma escolha pessoal, e não uma necessidade económica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A previsão de Musk levanta uma questão central: se o trabalho deixar de ser necessário, como serão distribuídos rendimentos e recursos?</p>
<p class="isSelectedEnd">Na visão do empresário, o dinheiro deixará de ser um problema, porque a inteligência artificial será capaz de produzir o necessário para a vida das pessoas. Musk já tinha defendido anteriormente que a IA poderá eliminar, de alguma forma, a necessidade do dinheiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Será uma era de tanta abundância que não será preciso trabalhar. Tudo será muito fácil”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, esta visão depende de um modelo económico profundamente diferente do atual. O próprio Musk reconheceu que, num cenário desse tipo, os governos teriam de intervir para criar uma regulação justa e garantir que todos teriam meios para viver e usufruir da vida.</p>
<p><strong>Economistas questionam se a riqueza gerada pela IA será para todos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As declarações de Musk também levantam dúvidas entre economistas. Segundo a informação citada pela Fortune, Samuel Solomon, professor da Universidade de Temple, questiona se a riqueza criada pela inteligência artificial será distribuída de forma inclusiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">“A IA já gerou muita riqueza e continuará a fazê-lo. Mas penso que uma pergunta essencial é: será inclusiva? Gerará prosperidade inclusiva? Gerará crescimento inclusivo? Todos beneficiarão?”, afirmou Solomon.</p>
<p class="isSelectedEnd">A discussão central deixa, assim, de ser apenas tecnológica. A capacidade da inteligência artificial para automatizar tarefas é cada vez menos contestada. A questão mais difícil está em saber quem ficará com os benefícios económicos dessa automação e que papel terão os governos na redistribuição da riqueza produzida por máquinas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do otimismo de Musk, a substituição total do trabalho humano ainda não é uma realidade. A inteligência artificial já começa a transformar várias profissões e a executar tarefas antes feitas por pessoas, mas continua longe de substituir todos os trabalhadores em todos os setores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, há consenso entre líderes empresariais de que a IA terá impacto profundo no mundo laboral. Para alguns, esse impacto poderá significar perda de empregos e pressão sobre salários. Para outros, poderá inaugurar uma fase de maior produtividade, novas funções e mais tempo livre.</p>
<p>A previsão de Musk leva essa visão otimista ao limite: um futuro em que o trabalho deixa de ser indispensável, o dinheiro perde importância e a produção fica nas mãos de sistemas inteligentes e robôs.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787322]]></sapo:autor>
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		<title>Abreu Advogados entre as mais inovadoras da Europa para o Financial Times</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[abreu advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Financial Times]]></category>
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					<description><![CDATA[A Abreu Advogados foi nomeada em duas categorias dos Financial Times Innovative Lawyers Awards Europe 2026, reforçando o reconhecimento internacional da sociedade nas áreas de inovação jurídica, formação em inteligência artificial e operações de private capital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Abreu Advogados foi nomeada em duas categorias dos Financial Times Innovative Lawyers Awards Europe 2026, reforçando o reconhecimento internacional da sociedade nas áreas de inovação jurídica, formação em inteligência artificial e operações de private capital.</p>
<p>De acordo com a shortlist divulgada pelo <em>Financial Times</em>, a sociedade portuguesa é finalista nas categorias Innovative Lawyers in Private Capital e Innovation in Training and Change Management.</p>
<p>Na área de private capital, a nomeação resulta da assessoria prestada à Generali Asset Management numa operação obrigacionista multijurisdicional. A Abreu Advogados redesenhou uma estrutura inicialmente concebida em Espanha, ultrapassando constrangimentos identificados e transferindo para Portugal o centro da operação de financiamento, assumindo o papel de <em>lead counsel</em>.</p>
<p>A operação destacou-se pela criação de uma solução jurídica considerada inovadora num contexto de elevada complexidade. A sociedade estruturou uma emissão única de obrigações com duas séries distintas – uma das quais <em>sustainability-linked</em> –, envolvendo vários subscritores, um mecanismo de pagamento diferido através de <em>capital calls</em> e um pacote de garantias transfronteiriço com possibilidade de substituição. Segundo a Abreu Advogados, esta configuração não tinha precedentes documentados no mercado português com as instituições envolvidas.</p>
<p>Já na categoria Innovation in Training and Change Management, a candidatura assenta num projeto desenvolvido pelo Instituto de Conhecimento da Abreu, em conjunto com as direções de Transformação Digital e de Recursos Humanos, focado na formação sobre a regulamentação europeia da inteligência artificial.</p>
<p>O programa reuniu academia, clientes e equipas jurídicas num modelo de formação concebido para acelerar a adoção responsável da IA e desenvolver competências no setor jurídico e empresarial. Entre as iniciativas destacam-se os cursos &#8220;Direito e Prática da Inteligência Artificial&#8221;, organizado em parceria com a Universidade Católica Portuguesa e o Instituto Superior Técnico, e &#8220;Data Science for Lawyers&#8221;, desenvolvido com a Universidade NOVA, além de programas dirigidos a empresas, entidades públicas e à própria sociedade de advogados.</p>
<p>Os vencedores dos Financial Times Innovative Lawyers Awards Europe 2026 serão anunciados a 24 de setembro, numa cerimónia que decorrerá no Museu de História Natural, em Londres, reunindo algumas das sociedades de advogados mais inovadoras da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787319]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Abanca reforça negócio em Portugal após integração do EuroBic e já obtém 17% das receitas no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora a instituição tenha presença noutros mercados europeus, Portugal tornou-se, em poucos anos, o segundo grande eixo da atividade da entidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Abanca consolidou a sua presença em Portugal depois da integração total do EuroBic, transformando o mercado português num dos principais motores de crescimento do grupo galego. Embora a instituição tenha presença noutros mercados europeus, Portugal tornou-se, em poucos anos, o segundo grande eixo da atividade da entidade, adianta o ElEconomista.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entrada da Abanca no mercado português aconteceu em março de 2018, com a compra da banca comercial e pessoal do Deutsche Bank em Portugal. Em 2023, o grupo deu um passo decisivo com a aquisição do EuroBic, operação que lhe permitiu tornar-se o décimo maior banco do país. Em novembro de 2025, a entidade anunciou a conclusão da integração jurídica e tecnológica desse negócio, com a criação da Abanca Portugal.</p>
<p><strong>Crédito novo duplicou em Portugal</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução da atividade em Portugal tem sido marcada pelo aumento do crédito concedido a empresas e particulares. A própria Abanca reconhece que as novas formalizações de crédito no mercado português duplicaram em relação ao ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">O crescimento é expressivo quando comparado com o início do processo. Em 2022, o novo crédito formalizado ascendia a 600 milhões de euros. No último ano, esse valor subiu para 3.848 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este avanço fez com que Portugal liderasse o crescimento dos empréstimos europeus da Abanca fora de Espanha. No arranque de 2026, esse volume atingia 8.596,8 milhões de euros, quando dois anos antes rondava os 4.670 milhões. O peso deste crédito no total do grupo passou, assim, de 10% para 15,4%.</p>
<p><strong>Portugal torna-se o segundo pulmão europeu da Abanca</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a estatística europeia incluir outros mercados onde a Abanca está presente, como a Suíça, através de uma sucursal em Genebra, e escritórios de representação na Alemanha, França e Reino Unido, o peso dominante vem de Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mercado espanhol continua a ser, de forma destacada, o principal negócio da Abanca. Ainda assim, a expansão portuguesa criou uma situação relevante: a quota de mercado da entidade é agora de 3,2% tanto em Espanha como em Portugal, segundo os registos do grupo. Embora o mercado português seja menor, esta aproximação reforça a dimensão ibérica da instituição.</p>
<p><strong>Receitas em Portugal já representam 17,1% do grupo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto da operação portuguesa é particularmente visível nas receitas da Abanca. O margem bruta gerada em Portugal passou de 81 milhões de euros em 2022 para 238,9 milhões em 2024. Em 2025, atingiu já 368 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com estes valores, Portugal representa 17,1% das receitas totais do grupo Abanca. Essa proporção manteve-se no primeiro trimestre de 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo período, os juros provenientes de Portugal e, em menor escala, dos restantes mercados europeus fora de Espanha chegaram a 158 milhões de euros, num total de 571 milhões. Ou seja, mais de 27% das receitas por juros do grupo tiveram origem nestes mercados, com Portugal a assumir o maior peso.</p>
<p><strong>Integração do EuroBic ficou concluída em 2025</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Abanca comprou o EuroBic em novembro de 2023. A operação seguiu depois um processo gradual, concluído em julho de 2024, altura em que terminou a transação, ainda sem data definida para a tomada de controlo plena.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante esse período, apesar de já pertencer ao grupo galego, o banco português continuou a operar como marca independente. Essa fase terminou em novembro de 2025, com a criação da Abanca Portugal e a conclusão da integração jurídica e tecnológica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A aposta no mercado português começou em 2018, com a compra do negócio do Deutsche Bank em Portugal por 6.500 milhões. A partir daí, a Abanca iniciou uma estratégia de expansão peninsular, com Portugal a assumir o papel de segundo grande mercado do grupo.</p>
<p><strong>Portugal é mercado estratégico</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O plano estratégico da Abanca para 2025-2027 coloca a diversificação por linhas de negócio e por geografia como uma das prioridades. Nesse objetivo de criar fontes alternativas de crescimento, Portugal surge definido como “mercado estratégico” para o grupo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, a Abanca pretende reduzir a dependência dos seus territórios tradicionais em Espanha. Galicia, Extremadura, León e Asturias continuam a concentrar 52% do volume de negócio da entidade, mas o banco tem assumido a vontade de crescer noutras regiões espanholas.</p>
<p>Com a integração do EuroBic e o crescimento do crédito e das receitas em Portugal, a Abanca reforça a sua posição como banco ibérico, com o mercado português a ganhar um peso cada vez mais relevante na estratégia do grupo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787316]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: INEM com mais de 5.200 chamadas por dia e procura deve manter-se</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:55:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número médio de chamadas diárias recebidas pelo INEM na primeira semana de julho aumentou 6,6% face ao mesmo período de 2025 devido aos efeitos do calor, que devem prolongar-se por mais uns dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número médio de chamadas diárias recebidas pelo INEM na primeira semana de julho aumentou 6,6% face ao mesmo período de 2025 devido aos efeitos do calor, que devem prolongar-se por mais uns dias.</p>
<p>Entre 01 e 07 de julho, os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) receberam 36.512 chamadas, o que corresponde a uma média diária de 5.216 contactos telefónicos, adiantou hoje à Lusa o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</p>
<p>Este valor representa, em média, mais 349 chamadas por dia de cidadãos para as centrais telefónicas que coordenam o socorro pré-hospitalar do que no mesmo período de 2025.</p>
<p>Em 06 de julho foram recebidas 5.834 chamadas, o valor diário mais elevado deste período, adiantou o instituto</p>
<p>O INEM salientou ainda que se tem verificado um aumento da procura devido aos efeitos do calor na saúde da população, adiantando que, entre as situações mais frequentes, estão casos de desidratação, de exaustão e de golpes de calor, mas também o agravamento ou descompensação de doenças crónicas, como as respiratórias e cardiovasculares.</p>
<p>Reconheceu, porém, não ser possível quantificar as chamadas diretamente relacionadas com o calor, uma vez que os sintomas associados às temperaturas elevadas são enquadrados em diferentes protocolos de triagem clínica e não constituem uma categoria autónoma de registo.</p>
<p>O instituto alertou ainda que os efeitos das ondas de calor não se esgotam com a descida das temperaturas, sendo expectável que nas pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças e doentes crónicos, o seu impacto na saúde se prolongue durante cerca de 10 dias após o episódio de calor extremo.</p>
<p>Por essa razão, o INEM adiantou que mantém uma monitorização permanente da atividade e os reforços operacionais implementados e apelou ao cumprimento das recomendações das autoridades de saúde para a adequada hidratação, a permanência em locais frescos durante as horas de maior calor e uma especial atenção às pessoas mais vulneráveis.</p>
<p>Para responder a este aumento da procura, que se regista desde o início de junho, o instituto garantiu que tem aumentado progressivamente a sua capacidade de resposta, com medidas específicas de reforço da capacidade operacional, em particular nas regiões onde se verifica um aumento significativo da população, como é o caso do Algarve.</p>
<p>Além disso, os postos de trabalho dos quatro CODU de Lisboa, Porto, Coimbra e Algarve &#8220;encontram-se totalmente preenchidos&#8221;, assegurou o INEM, avançando que está assim garantida a capacidade de atendimento e orientação das chamadas de emergência que recebe.</p>
<p>As duas últimas ondas de calor provocaram 123 óbitos em excesso, um valor abaixo das previsões do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa), revelou a diretora-geral da Saúde.</p>
<p>Numa entrevista ao jornal Público e à Rádio Renascença, Rita Sá Machado disse que será preciso esperar para perceber qual o impacto da mais recente onda de calor, mas que os dados até 06 de julho apontam para valores inferiores aos inicialmente previstos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787312]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo chinês escolhe construtora bracarense dst para construir empreendimento turístico de 52 milhões no Alentejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:51:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O dstgroup foi escolhido pelo grupo chinês CALB para construir um novo empreendimento turístico em Vila Nova de Santo André, num investimento de 52 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dstgroup foi escolhido pelo grupo chinês CALB para construir um novo empreendimento turístico em Vila Nova de Santo André, num investimento de 52 milhões de euros.</p>
<p>Segundo avança o <em>Negócios</em>, a CALB é o investidor internacional responsável pelo projeto, que terá capacidade para acolher cerca de 1.200 hóspedes distribuídos por 339 unidades de alojamento.</p>
<p>A empreitada será executada através da ZETHAUS, a marca do dstgroup dedicada à construção industrializada, num projeto que representa uma das maiores aplicações deste modelo construtivo no setor turístico em Portugal.</p>
<p>O empreendimento pretende reforçar a oferta de alojamento no litoral alentejano, uma região que tem registado um forte crescimento da atividade económica, empresarial e turística, contribuindo para aumentar a capacidade de resposta à procura.</p>
<p>Para a execução da obra, a ZETHAUS recorrerá a soluções de industrialização 2D e 3D, combinando elementos pré-fabricados de betão produzidos pelo grupo com módulos industrializados totalmente equipados, incluindo instalações sanitárias e kitchenettes (PODS). Segundo a empresa, esta metodologia permite reduzir tempos de construção, aumentar a eficiência, melhorar o controlo de qualidade e assegurar maior previsibilidade na execução da obra.</p>
<p>Citado em comunicado, Sérgio Xisto, administrador comercial do dstgroup, considera que o projeto demonstra a maturidade que a construção industrializada já atingiu em Portugal.</p>
<p>&#8220;Este projeto demonstra que a construção industrializada já não é, do ponto de vista da escala e da concretização, uma ficção, mas sim uma realidade capaz de responder a necessidades concretas e a projetos de elevada complexidade&#8221;, afirma o responsável, acrescentando que a escolha da solução ZETHAUS representa &#8220;um reconhecimento muito relevante da capacidade que temos vindo a construir&#8221;.</p>
<p>A obra envolverá várias empresas do grupo, incluindo a dst, responsável pela coordenação global da empreitada, a ZETHAUS, a prelabt, que produzirá os elementos pré-fabricados de betão, e a dte, encarregue das especialidades técnicas.</p>
<p>A conclusão do empreendimento está prevista para o verão de 2028.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787306]]></sapo:autor>
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		<title>Operação &#8220;Kickoff&#8221;: Cerca de dez elementos dos No Name Boys detidos por suspeitas de homicídio tentado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está uma investigação relacionada com suspeitas de agressões ocorridas antes do jogo de futsal entre Sporting e Benfica, disputado a 19 de fevereiro deste ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A PSP deteve esta quinta-feira dez elementos da claque não oficial do Benfica, No Name Boys, durante uma operação policial realizada na Área Metropolitana de Lisboa. Em causa está uma investigação relacionada com suspeitas de agressões ocorridas antes do jogo de futsal entre Sporting e Benfica, disputado a 19 de fevereiro deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação foi conduzida pela Divisão de Investigação Criminal do Comando Metropolitano de Lisboa e teve início às 7h00. Segundo a PSP, tratou-se de uma ação “de grande envergadura” no âmbito de um inquérito dirigido pela 11.ª Secção do DIAP de Lisboa.</p>
<p class="isSelectedEnd">No total, foram cumpridos 11 mandados de busca domiciliária e efetuadas dez detenções. A PSP mobilizou vários elementos para a operação, envolvendo meios das áreas de investigação criminal e de ordem pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a polícia, os alvos da operação são elementos do grupo organizado de adeptos No Name Boys, suspeitos de envolvimento em agressões antes do dérbi de futsal entre Sporting Clube de Portugal e Sport Lisboa e Benfica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A PSP informou ainda que, durante as buscas domiciliárias, foi apreendida diversa prova material, que será integrada no inquérito em curso.</p>
<p>A investigação incide sobre a eventual prática de crimes associados à violência no desporto, no contexto dos incidentes registados antes do jogo de futsal entre os dois clubes lisboetas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787302]]></sapo:autor>
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		<title>Solverde lança plataforma para reservar hotéis, espetáculos e experiências num só lugar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:41:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova plataforma foi desenvolvida para simplificar a experiência dos hóspedes e visitantes, aproximando a componente digital da oferta integrada que o grupo já disponibiliza nas suas diferentes áreas de atividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Solverde Casinos &amp; Hotéis lançou uma nova plataforma digital que permite reservar alojamento, comprar bilhetes para espetáculos e marcar experiências num único espaço online. A empresa, que atua nas áreas da hospitalidade, entretenimento e jogo em Portugal, aposta assim em tecnologia própria para modernizar uma marca com mais de 50 anos de história.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a empresa, o novo website reúne, pela primeira vez, vários serviços do grupo numa só infraestrutura digital. Através da plataforma, os utilizadores podem reservar estadias, comprar bilhetes para concertos ou peças de teatro, marcar programas de SPA ou reservar circuitos de golfe, sem sair do mesmo ambiente digital.</p>
<p class="isSelectedEnd">O investimento em processos e sistemas digitais próprios é o primeiro projeto com impacto direto no consumidor apresentado pela Solverde depois da renovação das concessões dos casinos de Espinho, Vilamoura, Monte Gordo e Praia da Rocha.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova plataforma foi desenvolvida para simplificar a experiência dos hóspedes e visitantes, aproximando a componente digital da oferta integrada que o grupo já disponibiliza nas suas diferentes áreas de atividade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com esta modernização, a Solverde Casinos &amp; Hotéis pretende reforçar a autonomia digital da operação e aumentar o peso das reservas diretas. O grupo estima que as alterações possam gerar um crescimento de 20% nas reservas diretas ao longo do próximo ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa defende que a nova infraestrutura permitirá uma experiência mais simples e centralizada para os clientes, que passam a poder aceder a diferentes serviços da marca sem necessidade de recorrer a plataformas externas ou processos separados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Marta Violas, diretora de Marketing da Solverde Casinos &amp; Hotéis, afirma que os novos sistemas foram pensados para refletir a forma como os clientes se relacionam com o grupo.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Os nossos clientes não vivem a Solverde de forma segmentada: vivem uma única marca. Os novos sistemas que sustentam esta plataforma foram desenvolvidos para refletir essa realidade, transportando para o universo digital a experiência integrada que os clientes encontram nas diferentes facetas do grupo, desde um espetáculo de comédia a umas férias em família”, refere.</p>
<p>A responsável acrescenta que este lançamento representa “um dos primeiros passos de uma nova fase para a Solverde”, antecipando mais novidades no futuro próximo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787298]]></sapo:autor>
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		<title>Rentabilidade da habitação recua em Portugal e Lisboa é a menos atrativa para investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:33:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A rentabilidade bruta da habitação situou-se nos 6,2%, abaixo dos 6,9% registados no mesmo período de 2025 e dos 7,2% observados no segundo trimestre de 2024, segundo dados do idealista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Comprar casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento tornou-se menos rentável no segundo trimestre de 2026. A rentabilidade bruta da habitação situou-se nos 6,2%, abaixo dos 6,9% registados no mesmo período de 2025 e dos 7,2% observados no segundo trimestre de 2024, segundo dados do idealista.</p>
<p class="isSelectedEnd">A descida corresponde a uma quebra de 0,7 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre do ano passado e de 1 ponto percentual quando comparada com o mesmo período de 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da redução da rentabilidade média nacional, há capitais de distrito onde o retorno do investimento em arrendamento continua acima da média. Castelo Branco e Vila Real lideram a tabela, ambas com uma rentabilidade bruta de 8,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Logo a seguir surge Bragança, com 7,6%, seguida de Santarém, com 6,6%, Coimbra, com 6,4%, Leiria, com 6%, Évora, com 5,7%, Ponta Delgada, com 5,6%, Setúbal, com 5,4%, e Braga, com 5,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as capitais analisadas, Lisboa apresenta a rentabilidade mais baixa para quem compra casa com o objetivo de arrendar. Na capital, o retorno bruto situa-se nos 4,3%, abaixo de cidades como Porto e Faro, onde a rentabilidade é de 4,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Funchal apresenta uma rentabilidade de 5,2%, enquanto Aveiro e Viseu registam 5%. Estes valores colocam várias cidades médias acima dos maiores mercados urbanos em termos de retorno do investimento imobiliário para arrendamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados mostram que os mercados onde comprar casa é mais caro tendem a oferecer menor rentabilidade bruta, mesmo quando as rendas também são elevadas.</p>
<p><strong>Escritórios e lojas rendem mais do que habitação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A análise do idealista comparou também a rentabilidade de outros segmentos imobiliários em Portugal. As lojas apresentam uma rentabilidade bruta de 8%, enquanto os escritórios oferecem 7,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ambos os segmentos superam a habitação, que se fica pelos 6,2%. Já as garagens apresentam uma rentabilidade inferior, de 5,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes dados indicam que, no segundo trimestre de 2026, os ativos comerciais continuaram a oferecer retornos brutos superiores aos da habitação para arrendamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para realizar esta análise, o idealista dividiu o preço de venda pelo valor de arrendamento solicitado pelos proprietários nos diferentes mercados durante o segundo trimestre de 2026.</p>
<p>O resultado corresponde à rentabilidade bruta que o arrendamento pode proporcionar ao proprietário de um imóvel. Segundo o idealista, estes dados permitem avaliar o estado atual do mercado e funcionam como ponto de partida para investidores que pretendam comprar ativos imobiliários com o objetivo de obter rendimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787295]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>TAP vai transportar mais de 8 toneladas de material médico no primeiro voo de retoma para a Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:25:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A TAP Air Portugal vai transportar cerca de 8,7 toneladas de material médico para a Venezuela, no âmbito de uma operação de ajuda humanitária que acompanha a retoma da ligação aérea ao país, marcada para 13 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A TAP Air Portugal vai transportar cerca de 8,7 toneladas de material médico para a Venezuela, no âmbito de uma operação de ajuda humanitária que acompanha a retoma da ligação aérea ao país, marcada para 13 de julho.</p>
<p>O envio do equipamento integra a resposta portuguesa à emergência provocada pelos recentes sismos que afetaram a Venezuela. O transporte é realizado em articulação com o Governo português e o Ministério da Saúde, sendo a coordenação da ajuda humanitária assegurada pelo Instituto Camões.</p>
<p>A companhia aérea disponibilizou capacidade de carga no primeiro voo da retoma da operação para garantir o envio deste material essencial às populações afetadas, reforçando o apoio logístico às autoridades envolvidas na resposta à crise humanitária.</p>
<p>Em paralelo com esta missão, a TAP retomará a ligação aérea à Venezuela através do Aeroporto Internacional Arturo Michelena, em Valencia, após a suspensão temporária da operação causada pelos danos provocados pelos sismos. A transportadora pretende, desta forma, restabelecer gradualmente a ligação entre Portugal e o país sul-americano enquanto prosseguem os trabalhos necessários para a normalização da operação.</p>
<p>Por razões operacionais, os voos para Valencia incluem uma escala técnica em Pointe-à-Pitre, na ilha de Guadalupe, onde permanecerão as tripulações. A TAP esclarece que não está prevista a permanência de aeronaves ou tripulações em território venezuelano.</p>
<p>A companhia afirma que continuará a acompanhar a evolução da situação no terreno, mantendo o objetivo de retomar a operação regular para a Venezuela logo que estejam reunidas todas as condições de segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787281]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pistolas, balas e kit de limpeza: o presente invulgar de Erdoğan a Von der Leyen e Costa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cimeira da NATO em Ancara terminou com uma oferta inesperada de Recep Tayyip Erdoğan aos principais responsáveis europeus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Ursula von der Leyen e António Costa receberam pistolas gravadas e munições reais como presente de despedida após a cimeira da NATO em Ancara. As armas foram oferecidas na quarta-feira pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, aos dois principais responsáveis europeus presentes nas reuniões na capital turca.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o POLITICO, dois responsáveis da União Europeia confirmaram que a presidente da Comissão Europeia e o presidente do Conselho Europeu receberam armas de cerimónia de gama elevada, acompanhadas por balas e por um kit de limpeza.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso de António Costa, um responsável do Conselho Europeu explicou que a equipa de segurança recolheu a arma para a submeter a verificações.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mesmo responsável indicou que serão seguidos os procedimentos belgas para transportar a pistola para a Bélgica, onde ficará guardada de acordo com os requisitos de segurança impostos pelo Secretariado-Geral do Conselho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A equipa de Ursula von der Leyen não respondeu de imediato ao pedido de confirmação sobre o destino que será dado à arma oferecida à presidente da Comissão Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">As pistolas cerimoniais oferecidas por Erdoğan deverão levantar questões relacionadas com as regras europeias sobre o valor máximo permitido para presentes recebidos por altos responsáveis institucionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com um dos responsáveis citados pelo POLITICO, é pouco provável que estas armas possam ser mantidas pessoalmente pelos destinatários, devido aos limites aplicáveis a ofertas deste tipo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outros líderes europeus presentes na cimeira já indicaram publicamente que não levarão as armas para casa. O primeiro-ministro britânico cessante, Keir Starmer, e o primeiro-ministro dos Países Baixos, Rob Jetten, afirmaram que deixarão as pistolas na Turquia para serem desativadas antes de eventual transporte para os respetivos países.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entrega de armas gravadas a líderes europeus ocorreu no final da cimeira da NATO em Ancara, organizada pela Turquia. Erdoğan ofereceu as pistolas como presente protocolar de despedida, numa decisão invulgar que obrigou as equipas dos responsáveis europeus a acionar procedimentos de segurança e regras internas sobre presentes oficiais.</p>
<p>No caso de António Costa, a arma deverá ficar armazenada segundo as normas do Conselho Europeu. Já o destino da pistola recebida por Von der Leyen não foi ainda esclarecido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787279]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal e mais oito países pedem a Bruxelas mais flexibilidade nos novos controlos biométricos nas fronteiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O pedido dos nove países surge numa altura em que aeroportos, companhias aéreas e operadores de ferry têm alertado para longas filas e perturbações operacionais provocadas pelo novo sistema durante a época alta de viagens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Nove países europeus estão a pressionar a Comissão Europeia para prolongar a flexibilidade de emergência aplicada ao novo Sistema de Entrada/Saída, conhecido como Entry/Exit System, numa altura em que os primeiros meses de funcionamento expuseram dificuldades relevantes nas fronteiras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bélgica, França, Alemanha, Grécia, Itália, Malta, Países Baixos, Portugal e Suíça enviaram uma carta conjunta, datada de 7 de julho, ao comissário europeu dos Assuntos Internos, Magnus Brunner, na qual defendem que a União Europeia ainda não está preparada para retirar as salvaguardas atualmente em vigor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a informação avançada pela POLITICO, os governos reconhecem a importância do novo sistema, mas alertam que os problemas registados desde o arranque não devem ser subestimados.</p>
<p><strong>Países querem manter mecanismo de emergência depois de setembro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido central dos nove países passa por permitir que os Estados continuem a recorrer ao mecanismo de emergência integrado no sistema para além de 6 de setembro de 2026, data em que a atual flexibilidade deverá terminar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse mecanismo permite às autoridades fronteiriças, em situações excecionais, suspender temporariamente a recolha de impressões digitais e reconhecimento facial dos viajantes, com o objetivo de aliviar congestionamentos. Mesmo nesses casos, a entrada e saída de todas as pessoas no espaço Schengen continua a ser registada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na carta enviada a Bruxelas, os ministros pedem também garantias por escrito da Comissão Europeia antes do fim do período de flexibilidade atualmente previsto.</p>
<p><strong>Bruxelas diz que há vontade de pôr sistema a funcionar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O porta-voz da Comissão Europeia, Markus Lammert, afirmou que Bruxelas acolhe o “compromisso explícito” dos países com a implementação total do Sistema de Entrada/Saída e com o registo sistemático de todos os viajantes de países terceiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Lammert recordou que a legislação já inclui mecanismos de flexibilidade, incluindo a possibilidade de suspender a recolha de dados biométricos durante o verão. O porta-voz acrescentou que a Comissão continua em contacto “próximo e construtivo” com os “poucos Estados-membros” que enfrentam dificuldades em determinados pontos de passagem fronteiriça.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Há uma forte vontade conjunta de fazer o sistema funcionar em todo o lado”, afirmou.</p>
<p><strong>Aeroportos, companhias aéreas e operadores de ferry alertam para filas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido dos nove países surge numa altura em que aeroportos, companhias aéreas e operadores de ferry têm alertado para longas filas e perturbações operacionais provocadas pelo novo sistema durante a época alta de viagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">Grupos do setor defendem que os problemas técnicos e operacionais dificilmente estarão resolvidos até ao início de setembro, altura em que está previsto o fim da flexibilidade atual.</p>
<p>Até ao momento, a Comissão Europeia não deu sinais de que pretenda prolongar as salvaguardas para lá de 6 de setembro, nem suspender o mecanismo de forma mais abrangen</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787275]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livre/Congresso: Mendes Lopes e Jorge Pinto querem partido pronto para governar, oposição pede mais pluralismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A moção encabeçada pelos dirigentes do Livre Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto propõe que o partido se assuma como uma força de governação, com a oposição interna a pedir mais pluralismo e transparência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A moção encabeçada pelos dirigentes do Livre Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto propõe que o partido se assuma como uma força de governação, com a oposição interna a pedir mais pluralismo e transparência.</p>
<p>Estas posições constam das três moções estratégicas apresentadas ao 17.º Congresso do Livre, que decorre este fim de semana em Sintra, e vai eleger os novos órgãos nacionais para os próximos dois anos.</p>
<p>A lista A, afeta à atual direção, é encabeçada pela porta-voz Isabel Mendes Lopes, que se recandidata ao cargo, desta vez com Jorge Pinto como número dois, com Rui Tavares em terceiro.</p>
<p>Neste texto, os dirigentes realçam que o Livre é hoje &#8220;a quinta força política no parlamento e o maior partido à esquerda do PS&#8221;.</p>
<p>&#8220;Até agora, o Livre foi sobretudo visto como um partido de influência, mas o crescimento eleitoral dos últimos anos mostra que as propostas que apresentamos têm eco junto das pessoas. O desafio dos próximos anos é transformar o crescimento do Livre numa capacidade ainda maior: a de governar&#8221;, lê-se no texto, no qual estes candidatos se propõem a &#8220;consolidar e alargar&#8221; a base eleitoral.</p>
<p>No texto, que traça a estratégia política para os próximos dois anos, o Livre elege como um dos principais alvos a extrema-direita e critica o Governo por ter transformado o &#8220;não é não&#8221; ao Chega num &#8220;«veremos caso a caso» que se assemelha a um «sim é sim»&#8221; cada vez que precisa de aprovar um diploma no parlamento.</p>
<p>&#8220;A isto se acrescenta a não clarificação do PS e um alinhamento cada vez maior da IL e do Chega com as opções estratégicas do Governo. Tudo isto faz com que a responsabilidade do Livre como força de oposição seja ainda maior do que o recente crescimento do partido&#8221;, lê-se.</p>
<p>A moção propõe que o partido aproveite os próximos anos, nos quais não estão previstas eleições, para consolidar as bases do partido, nomeadamente a nível local, criando mais núcleos, preparando o ciclo eleitoral de 2029.</p>
<p>Internamente, a moção da lista A propõe-se a &#8220;preparar quadros e desenvolver competências&#8221; através de &#8220;um plano de formação e capacitação&#8221;, em articulação com o Instituto José Tengarrinha, (estrutura composta por vários dirigentes do partido), e os Verdes Europeus, família europeia da qual o Livre faz parte.</p>
<p>Estes dirigentes defendem igualmente uma &#8220;reflexão mais aprofundada&#8221; sobre o atual modelo de primárias &#8220;e a sua adequação a cada tipo de ato eleitoral&#8221;.</p>
<p>A lista S é encabeçada por Rodrigo Brito, que já integra a direção de forma minoritária, uma vez que a eleição é feita através do método de Hondt, contando com membros de todas as listas candidatas.</p>
<p>Esta moção alerta que o resultado bastante positivo para o partido nas últimas legislativas &#8220;não é uma garantia&#8221;.</p>
<p>&#8220;O dececionante falhanço em eleger nas europeias e o mau resultado da candidatura presidencial apoiada pelo Livre, a par de uma prestação modesta nas autárquicas, exigem reflexão estratégica&#8221;, lê-se no texto.</p>
<p>A moção S dedica um capítulo inteiro ao tema da democracia interna, considerando que &#8220;o partido enfrenta um problema de liderança&#8221; por ter &#8220;imposto um sistema de porta-vozes que não está previsto nos estatutos&#8221;.</p>
<p>Além disto, esta moção apela a uma &#8220;participação séria e alargada&#8221;, apontando que &#8220;nos últimos tempos, tem crescido um desconforto perante o alargamento da discussão e da decisão para lá dos órgãos nacionais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esse movimento de fechamento interno empobrece o debate, diminui a transparência, fragiliza a legitimidade das decisões e projeta para fora uma imagem menos confiante e menos aberta do partido. Um partido que defende mais democracia para o país deve começar por confiar mais na democracia dentro de si próprio&#8221;, é defendido no texto.</p>
<p>Uma terceira corrente &#8212; intitulada &#8220;Livretária&#8221; &#8211; volta a candidatar-se com a lista V, encabeçada por Tiago Mota. O dirigente assumiu o lugar na direção de João Manso, que em março deste ano se demitiu do cargo acusando Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes de &#8220;decisões unilaterais&#8221;.</p>
<p>Estes membros acusam a atual direção de &#8220;um padrão de concentração de poder e hierarquização dos processos políticos que, além de violarem estatutos e regulamentos, traem também os princípios fundadores do partido&#8221; e pedem mais horizontalidade e mais transparência.</p>
<p>A lista acusa mesmo a atual direção de uma &#8220;gestão financeira opaca&#8221;, afirmando que em 2025, &#8220;o partido orçamentou 50 mil euros em multas&#8221; e a direção não apresentou os orçamentos atempadamente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787272]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livre/Congresso: Partido reúne-se em busca de novos protagonistas após saída de Tavares da liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Livre realiza este fim de semana o seu 17.º Congresso, em Sintra, Lisboa, que deverá marcar uma nova fase do partido em busca de novos protagonistas, após a saída de Rui Tavares do cargo de porta-voz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Livre realiza este fim de semana o seu 17.º Congresso, em Sintra, Lisboa, que deverá marcar uma nova fase do partido em busca de novos protagonistas, após a saída de Rui Tavares do cargo de porta-voz.</p>
<p>A reunião magna, que arranca presencialmente no sábado, no Hockey Club de Sintra, em Lisboa, vai eleger os órgãos do partido para os próximos dois anos, nomeadamente o Grupo de Contacto (direção), ao qual se candidatam três listas: uma de continuidade da atual direção e duas divergentes da estratégia que tem sido seguida.</p>
<p>A lista &#8216;A&#8217; é encabeçada por Isabel Mendes Lopes &#8212; atual porta-voz do partido e líder parlamentar &#8212; e tem como número dois Jorge Pinto, deputado que foi candidato às eleições presidenciais de janeiro. Ambos se propõem a ocupar o cargo de porta-voz, em dupla.</p>
<p>Em terceiro, surge Rui Tavares, principal figura do partido que deixa o cargo de porta-voz após quatro anos, propondo-se a ficar na direção com o &#8220;pelouro da estratégia, comunicação e formação&#8221;.</p>
<p>Em entrevista à Lusa, no dia em que foi anunciada a sua saída, Tavares negou que a saída do cargo signifique um afastamento, acreditando que será &#8220;mais útil&#8221; ao partido na estratégia e &#8220;formação de lideranças&#8221; e realçando a necessidade de surgirem novas &#8220;caras e vozes&#8221;.</p>
<p>Depois da polémica com Joacine Katar Moreira, primeira deputada eleita pelo Livre para a Assembleia da República, que passou a não inscrita em 2020, Rui Tavares foi o principal rosto da recuperação do partido, com a sua eleição como deputado único, em 2022, a marcar o regresso ao parlamento.</p>
<p>Desde então, o Livre passou para um grupo parlamentar de seis deputados nas legislativas de 2025, aumentou a sua representação autárquica com mais de cinquenta eleitos, e tem crescido eleitoralmente em contra ciclo com a restante esquerda. Este crescimento também se reflete no número de membros e apoiantes, cerca de 4.500 quando há dois anos eram cerca de 1.900.</p>
<p>Apesar de Rui Tavares não sair da direção, e sendo expectável que continue a tomar decisões no núcleo duro, esta reunião magna deverá marcar um novo ciclo no partido.</p>
<p>À direção candidatam-se mais duas listas, a S e a V, que convergem nas acusações de uma excessiva centralização nas figuras dos porta-vozes e do grupo parlamentar, apelando a uma maior democracia interna e ligação com as bases.</p>
<p>Este fim de semana, os membros e apoiantes do Livre vão também eleger a Assembleia, órgão máximo entre congressos, composta por 50 membros, e o Conselho de Jurisdição.</p>
<p>Para este último órgão, candidatam-se duas listas, uma encabeçada pelo deputado Paulo Muacho e outra pelo advogado José Sá Fernandes.</p>
<p>Foram ainda submetidas 83 moções de caráter específico, com 49 sobre o funcionamento interno do partido e as restantes programáticas.</p>
<p>Oficialmente, de acordo com o programa divulgado, o congresso arranca na sexta-feira com uma sessão &#8216;online&#8217; que apenas prevê a aprovação do regimento do congresso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787270]]></sapo:autor>
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		<title>Filas de dias por gasolina na Rússia: drones ucranianos levam guerra ao quotidiano de 50 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:52:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise espalhou-se pelo país e obrigou várias autoridades regionais a impor medidas de racionamento. Em alguns casos, os carros só podem abastecer em dias alternados, consoante a matrícula seja par ou ímpar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As filas nas bombas de combustível tornaram-se parte do quotidiano em várias regiões da Rússia, depois de ataques ucranianos com drones contra infraestruturas energéticas terem provocado uma crise de abastecimento sem paralelo desde os últimos anos da União Soviética.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o ‘Financial Times’, a escassez de combustível afeta diretamente cerca de 50 milhões de russos, o equivalente a 35% da população, com base no número de automobilistas em cada região. Em algumas zonas, os tempos de espera para abastecer já chegam a vários dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A crise espalhou-se pelo país e obrigou várias autoridades regionais a impor medidas de racionamento. Em alguns casos, os carros só podem abastecer em dias alternados, consoante a matrícula seja par ou ímpar. Nas redes sociais, multiplicam-se vídeos de confrontos nas filas e há relatos de pessoas a tentar vender o próprio lugar na espera.</p>
<p><strong>Cossacos nas bombas e refeições para quem espera</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão nas estações de serviço levou uma região do sul da Rússia a mobilizar cossacos, vestidos com chapéus tradicionais de pele, para manter a ordem junto das bombas de combustível. Noutra zona, na Sibéria, um governador ordenou que fossem distribuídas refeições quentes às pessoas que aguardavam nas filas.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o ‘Financial Times’, a situação levou o presidente russo, Vladimir Putin, a reconhecer publicamente no domingo a existência de “algumas carências” de combustível, embora tenha afirmado que estas não eram críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto da crise vai além do desconforto dos automobilistas. Em Chita, cidade siberiana, uma empresa de recolha de lixo suspendeu operações até à resolução da escassez de combustível. Duas pequenas companhias aéreas e uma associação do setor dos táxis avisaram que os preços poderão subir. A Wildberries, maior plataforma russa de comércio online, justificou o aumento das comissões pagas a vendedores com a subida dos preços dos combustíveis.</p>
<p><strong>Ucrânia intensificou ataques contra refinarias russas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A pressão começou a aumentar em maio, quando a Ucrânia intensificou a campanha de drones contra infraestruturas petrolíferas russas. Desde então, Kiev atingiu as dez maiores refinarias da Rússia, incluindo a unidade de Omsk, a maior do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A refinaria de Omsk fica a cerca de 2.500 quilómetros da linha da frente e representa aproximadamente 7% da capacidade de refinação russa. Foi atingida na segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um alto responsável do setor energético russo citado pelo ‘Financial Times’ afirmou que há agora muito mais drones dirigidos contra cada alvo, numa pressão capaz de romper as defesas existentes. Segundo a mesma fonte, os sistemas que antes funcionavam já não conseguem suportar este nível de ataque, transformando a situação no “novo normal”.</p>
<p><strong>Crimeia em emergência e restrições em quase todo o país</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira região a sentir com maior força a crise foi a Crimeia anexada pela Rússia, que se encontra agora em estado oficial de emergência. A região enfrenta apagões generalizados e o abastecimento de gasolina é feito apenas através de cupões eletrónicos de racionamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até 25 de junho, quase 50 regiões russas já tinham imposto algum tipo de restrição à venda de combustível. A 8 de julho, as autoridades locais ou os próprios vendedores tinham aplicado limites na maioria das regiões, enquanto três delas declararam regime de “alerta elevado”, o nível anterior ao estado de emergência.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão nas filas tem gerado episódios invulgares. Numa região siberiana, a polícia deteve um homem que comprou online uma farda policial e tentou usá-la para passar à frente numa fila para comprar gasolina. Na Chuváchia, a cerca de 650 quilómetros a leste de Moscovo, um vídeo nas redes sociais mostra um motociclista a ultrapassar a fila, o que levou um automobilista a tentar agredi-lo antes de ser atacado com spray pimenta.</p>
<p><strong>Até 40% da capacidade de refinação poderá estar afetada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A verdadeira dimensão da crise é difícil de medir, uma vez que a Rússia deixou de publicar grande parte dos dados relevantes. Ainda assim, analistas citados pelo ‘Financial Times’, recorrendo a dados secundários e relatos da imprensa, estimam que entre 20% e 40% da capacidade de refinação russa esteja fora de serviço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, a Rússia refinou em média 4,1 milhões de barris por dia, menos 28% do que a média dos últimos cinco anos e menos 35% do que a sua capacidade nominal, segundo Borys Dodonov, responsável pelos estudos de energia e clima da Kyiv School of Economics.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sergey Vakulenko, investigador sénior do Carnegie Russia Eurasia Center, afirmou que a crise é real e sentida pela população, mas ainda não produziu um impacto económico generalizado ao ponto de comprometer o transporte de mercadorias e a disponibilidade de serviços.</p>
<p><strong>Moscovo com poucas soluções para travar crise</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A margem de manobra do Kremlin é limitada. A Rússia tem produzido historicamente cerca da mesma quantidade de gasolina que consome e dispõe de pouca capacidade de armazenamento, o que dificulta a estabilização do mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades permitiram que as refinarias colocassem combustível de qualidade inferior no mercado interno. O Kremlin prometeu na quarta-feira aumentar as importações de produtos petrolíferos refinados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, a Rússia importou da Bielorrússia um recorde de 141 mil toneladas de gasolina. Apesar de ser uma quantidade modesta quando comparada com o consumo russo, representa um aumento de 141 vezes em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Moscovo também proibiu na quarta-feira as exportações de gasóleo, o seu principal produto refinado. A medida deverá ajudar a garantir combustível para a frente de combate, uma vez que a maioria dos veículos militares funciona a diesel. No entanto, terá impacto limitado para os automobilistas russos, já que a maioria dos carros particulares no país utiliza gasolina.</p>
<p>A campanha ucraniana contra refinarias e outras infraestruturas energéticas russas transformou uma guerra distante para muitos cidadãos num problema diário e visível: filas, racionamento, conflitos nas bombas e receio de novos aumentos de preços.</p>
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