<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 06:20:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>União Europeia chega a acordo para proibir IA que cria imagens de teor sexual</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-chega-a-acordo-para-proibir-ia-que-cria-imagens-de-teor-sexual/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-chega-a-acordo-para-proibir-ia-que-cria-imagens-de-teor-sexual/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-chega-a-acordo-para-proibir-ia-que-cria-imagens-de-teor-sexual/</guid>

					<description><![CDATA[Os Estados-Membros e o Parlamento Europeu chegaram a acordo na quarta-feira à noite para proibir na União Europeia (UE) os serviços de inteligência artificial (IA) que possam "despir" pessoas sem o seu consentimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados-Membros e o Parlamento Europeu chegaram a acordo na quarta-feira à noite para proibir na União Europeia (UE) os serviços de inteligência artificial (IA) que possam &#8220;despir&#8221; pessoas sem o seu consentimento.</P><br />
<P>A iniciativa surge na sequência da introdução, há alguns meses, de uma funcionalidade no Grok, o assistente de IA da rede social X, que permitia aos utilizadores solicitar a criação de montagens hiper-realistas (ou &#8216;deepfakes&#8217;) de adultos e crianças nus a partir de fotografias reais, sem o seu consentimento.</P><br />
<P>O caso gerou indignação em muitos países e levou a UE a abrir uma investigação.</P><br />
<P>Na terça-feira, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, condenou veementemente as fotos falsas de si própria geradas por IA, classificando os &#8216;deepfakes&#8217; como uma &#8220;ferramenta perigosa&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o Parlamento Europeu, a nova proibição visa sistemas que possam criar imagens, vídeos e sons de natureza pornográfica com crianças, ou representações das partes íntimas de uma pessoa identificável, ou imagens dessa pessoa envolvida em atividade sexual, sem o seu consentimento.</P><br />
<P>As novas regras entrarão em vigor em 02 de dezembro. A partir dessa data, os sistemas de IA deverão estar equipados com medidas de segurança que os impeçam de gerar este tipo de conteúdo.</P><br />
<P>A medida foi adotada no âmbito de uma revisão da legislação europeia sobre a IA, ou Lei da IA, uma lei pioneira formalmente aprovada há dois anos.</P><br />
<P>Nessa ocasião, os 27 Estados-Membros e os eurodeputados acordaram ainda, conforme proposto pela Comissão Europeia, adiar a entrada em vigor de novas regras destinadas a regular a atividade dos chamados sistemas de IA de alto risco, ou seja, aqueles que operam em áreas sensíveis como a segurança, a saúde ou os direitos fundamentais.</P><br />
<P>As regras deveriam entrar em vigor já em agosto, mas a Comissão quis dar mais tempo às empresas para se adaptarem ao novo quadro.</P><br />
<P>A principal alteração em relação à proposta da Comissão é que os Estados-Membros e os eurodeputados adotaram datas fixas para o adiamento, enquanto Bruxelas tinha proposto um calendário mais flexível.</P><br />
<P>As novas datas são 02 de dezembro de 2027 para os sistemas &#8220;autónomos&#8221; de alto risco e 02 de agosto de 2028 para os sistemas integrados noutros programas ou produtos.</P><br />
<P>O acordo foi alcançado numa altura em que as preocupações com os riscos associados à IA voltaram à discussão na UE nas últimas semanas devido ao Mythos, o novo modelo da &#8216;startup&#8217; norte-americana Anthropic.</P><br />
<P>A Anthopic decidiu não disponibilizar o Mythos ao público em geral, mas apenas a um grupo restrito de empresas norte-americanas, devido à excecional capacidade do modelo de identificar vulnerabilidades críticas de programação, que poderiam desencadear uma crise de cibersegurança.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-chega-a-acordo-para-proibir-ia-que-cria-imagens-de-teor-sexual/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759363]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Segurança Social paga hoje apoio extraordinário às rendas: já viu o calendário das restantes transferências deste mês?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguranca-social-paga-hoje-apoio-extraordinario-as-rendas-ja-viu-o-calendario-das-restantes-transferencias-deste-mes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/seguranca-social-paga-hoje-apoio-extraordinario-as-rendas-ja-viu-o-calendario-das-restantes-transferencias-deste-mes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759121</guid>

					<description><![CDATA[Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de maio de 2026.</p>
<p>Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares.</p>
<p>Assim, é possível um melhor planeamento e uma salvaguarda para os beneficiários, na medida em que sabem exatamente o dia em que recebem o subsídio. Esta quinta-feira é o dia do pagamento das rendas, veja o calendário dos seguintes:</p>
<p>07 MAI</p>
<p>Rendas</p>
<p>08 MAI</p>
<p>Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de Despesas de Funeralo<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>15 MAI</p>
<p>Prestações familiares<br />
1º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social</p>
<p>21 MAI</p>
<p>Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>22 MAI</p>
<p>Rendimento Social de Inserção<br />
Fundo de Garantia Salarial<br />
Subsídio por Suspensão da Atividade Cultural</p>
<p>28 MAI</p>
<p>2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
<p><strong>O que é o apoio extraordinário à renda?</strong></p>
<p>O apoio extraordinário à renda consiste num apoio financeiro mensal, não reembolsável, até ao limite máximo de 200€, que corresponde à diferença entre a taxa de esforço efetivamente suportada pelo agregado com a renda e uma taxa de esforço máxima de 35 %.</p>
<p>Podem beneficiar do apoio os agregados familiares que cumpram cumulativamente os seguintes critérios:</p>
<p>– Tenham residência fiscal em Portugal;<br />
– Sejam titulares de contrato de arrendamento ou subarrendamento de primeira habitação, registado na AT e celebrado até 15.03.2023;<br />
– Cuja taxa de esforço com o encargo de pagamento das rendas seja igual ou superior a 35%;* Cujo rendimento anual seja igual ou inferior ao limite máximo do 6.º escalão do IRS (2023: 38 632€) ou,<br />
se não estiverem obrigados à entrega da declaração anual de IRS, cujo valor total mensal de rendimentos seja igual ou inferior a 1/14 do limite máximo do 6.º escalão do IRS relativos a rendimentos mensais de trabalho declarados à Segurança Social ou às seguintes prestações sociais:<br />
. Pensões de velhice, sobrevivência, invalidez ou pensões sociais;<br />
. Prestações de desemprego ou de parentalidade;<br />
. Rendimento social de inserção, prestação social para a inclusão ou complemento solidário para idosos;<br />
. Subsídios de doença e doença profissional (de atribuição não inferior a 1 mês) ou de apoio ao cuidador informal.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/seguranca-social-paga-hoje-apoio-extraordinario-as-rendas-ja-viu-o-calendario-das-restantes-transferencias-deste-mes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759121]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Preço da eletricidade pode subir mais de 32% até ao verão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/preco-da-eletricidade-pode-subir-mais-de-32-ate-ao-verao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/preco-da-eletricidade-pode-subir-mais-de-32-ate-ao-verao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 06:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759147</guid>

					<description><![CDATA[Segundo a leitura dos contratos futuros, junho ainda deverá manter-se próximo dos níveis atuais, com o preço a rondar os €64,65/MWh]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço da eletricidade em Portugal poderá sofrer uma subida significativa no verão, de acordo com uma nova análise da plataforma de comparação de energia ComparaJá sobre os dados do mercado grossista OMIP. O contrato de base para Portugal, PTEL BASE, fechou a 5 de maio nos €64,34/MWh, mas os futuros para o terceiro trimestre de 2026 já apontam para €85,45/MWh.</p>
<p>A diferença representa um aumento superior a 32% face ao valor atual e antecipa uma pressão acrescida sobre as faturas de eletricidade nos meses de julho, agosto e setembro, sobretudo para consumidores domésticos e pequenas empresas com contratos indexados ao mercado.</p>
<p>Segundo a leitura dos contratos futuros, junho ainda deverá manter-se próximo dos níveis atuais, com o preço a rondar os €64,65/MWh. A partir do terceiro trimestre, porém, o mercado antecipa uma subida expressiva, associada ao aumento sazonal da procura, à menor produção hídrica e à instabilidade persistente no mercado energético europeu.</p>
<p>Para os consumidores com tarifas indexadas, esta evolução pode ter impacto direto na fatura, precisamente num período em que o consumo tende a aumentar devido ao uso de ar condicionado e outros equipamentos de climatização.</p>
<p>Perante este cenário, o ComparaJá recomenda que os consumidores revejam desde já o contrato de eletricidade e comparem as ofertas disponíveis no mercado. Uma tarifa desajustada ao perfil de consumo pode representar dezenas ou mesmo centenas de euros adicionais ao longo de um trimestre, dependendo da potência contratada, do consumo mensal e do tipo de tarifa.</p>
<p>Uma das opções a considerar é a contratação de uma tarifa fixa por 12 meses. Os consumidores podem utilizar um simulador de energia para estimar este tipo de contrato, que permite estabilizar o preço da energia durante um ano. A tarifa fixa permite ainda reduzir a exposição às oscilações do mercado grossista, como as que os futuros do OMIP antecipam para o verão.</p>
<p>Com o preço atual perto dos €64/MWh e os futuros do terceiro trimestre acima dos €85/MWh, fixar uma tarifa antes do início do verão pode tornar-se uma decisão relevante para famílias e empresas que procuram previsibilidade na fatura da eletricidade.</p>
<p>Os consumidores podem simular as ofertas disponíveis no mercado através de simuladores que analisam mais de 20 comercializadoras, de forma gratuita e sem compromisso.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/preco-da-eletricidade-pode-subir-mais-de-32-ate-ao-verao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759147]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Capital mundial dos casinos inaugura primeira fábrica de baralhos de cartas de jogo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/capital-mundial-dos-casinos-inaugura-primeira-fabrica-de-baralhos-de-cartas-de-jogo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/capital-mundial-dos-casinos-inaugura-primeira-fabrica-de-baralhos-de-cartas-de-jogo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/capital-mundial-dos-casinos-inaugura-primeira-fabrica-de-baralhos-de-cartas-de-jogo/</guid>

					<description><![CDATA[Um grupo da Bélgica e uma empresa de Macau anunciaram hoje o arranque da primeira fábrica de baralhos de cartas de jogo na capital mundial dos casinos, num investimento de 54,3 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo da Bélgica e uma empresa de Macau anunciaram hoje o arranque da primeira fábrica de baralhos de cartas de jogo na capital mundial dos casinos, num investimento de 54,3 milhões de euros.</P><br />
<P>Num comunicado, a Bee Macau disse que a unidade nasce de um investimento de cerca de 500 milhões de dólares de Hong Kong (54,3 milhões de euros).</P><br />
<P>A Bee Macau resulta de uma parceria entre o grupo belga Cartamundi, um dos maiores fabricantes de baralhos de cartas do mundo e a empresa local Asia Pioneer Entertainment (APE), que está cotada na bolsa da vizinha região de Hong Kong.</P><br />
<P>Uma porta-voz da APE disse hoje à Lusa que os testes de produção de baralhos de cartas tinham começado em 2025, mas que a produção em grande escala só arrancou no primeiro trimestre de 2026.</P><br />
<P>A APE e o Cartamundi assinaram um acordo de cooperação, que previa a &#8220;introdução de tecnologias avançadas de produção sustentável&#8221;, em 27 de março, durante o Fórum e Exposição Internacional de Cooperação Ambiental de Macau 2026.</P><br />
<P>O comunicado de hoje refere que o início oficial da produção em grande escala acontece &#8220;após testes bem-sucedidos e exportações iniciais&#8221; para operadoras de jogo em outras regiões asiáticas.</P><br />
<P>A porta-voz da APE recusou-se a revelar o local da fábrica, alegando ser &#8220;segredo comercial&#8221;.</P><br />
<P>Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Mas o território &#8220;dependeu durante muito tempo de cartas de jogar importadas, o que gerava riscos na cadeia de abastecimento&#8221;, sublinhou o diretor geral da Cartamundi para a Ásia-Pacífico, Jason Pearce.</P><br />
<P>O executivo disse no comunicado que a abertura da fábrica &#8220;posiciona Macau não só como um centro global de jogo, mas também como produtor de material de alta qualidade para jogos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O mercado ganha finalmente uma opção local no fabrico de baralhos de cartas, abrindo as portas a uma verdadeira diversificação&#8221;, disse o diretor executivo da APE, Herman Ng Man Ho.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o empresário disse que os baralhos cumprem os requisitos regulatórios para poderem também ser exportados e usados em casinos de todo o mundo.</P><br />
<P>De acordo com a mesma nota, o presidente da Associação de Empresários dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola de Macau, Alan Ho, disse que a nova fábrica poderá &#8220;abrir em conjunto os vastos mercados&#8221; dos dois blocos.</P><br />
<P>O Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento (IPIM) de Macau levou uma delegação empresarial a Portugal e Espanha entre 19 e 24 de abril, acompanhando uma visita do líder do Governo local, Sam Hou Fai.</P><br />
<P>O IPIM disse que a delegação, com 120 representantes de Macau, Hengqin e de outros locais da China, assinou 109 acordos de cooperação, após mais de 220 sessões de bolsas de contactos com empresas dos dois países europeus.</P><br />
<P>Em janeiro, a empresa da Malásia Mega Fortris abandonou planos, anunciados em outubro, para produzir baralhos de cartas de jogo em Macau e lamentou a dificuldade em encontrar instalações e as elevadas rendas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/capital-mundial-dos-casinos-inaugura-primeira-fabrica-de-baralhos-de-cartas-de-jogo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759362]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pacote laboral chega hoje à hora decisiva: Governo tenta acordo difícil antes de levar proposta ao Parlamento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pacote-laboral-chega-hoje-a-hora-decisiva-governo-tenta-acordo-dificil-antes-de-levar-proposta-ao-parlamento/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pacote-laboral-chega-hoje-a-hora-decisiva-governo-tenta-acordo-dificil-antes-de-levar-proposta-ao-parlamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[CIP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>
		<category><![CDATA[UGT]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=758719</guid>

					<description><![CDATA[Proposta final do Governo já recebeu “luz verde” das confederações empresariais, mas a UGT continua a pressionar por alterações em matérias consideradas sensíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo, confederações empresariais e centrais sindicais reúnem-se esta quinta-feira em concertação social para tentar encerrar o processo negocial sobre as alterações à lei laboral. A reunião acontece num clima de forte tensão, com uma greve geral no horizonte e perspetivas difíceis para um acordo alargado.</p>
<p>A proposta final do Governo já recebeu “luz verde” das confederações empresariais, mas a UGT continua a pressionar por alterações em matérias consideradas sensíveis. A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, desafiou a central sindical liderada por Mário Mourão a apresentar uma posição “realmente construtiva e clara”. A UGT, por seu lado, já sinalizou que vai reafirmar as suas propostas.</p>
<p>Caso não exista acordo, o Governo deverá avançar para o Parlamento com uma proposta de lei que combine o anteprojeto inicial com os contributos que o Executivo considere úteis ao longo do processo negocial. Isto significa que a versão final que chegará aos deputados poderá não incorporar todas as medidas constantes da proposta preparada para um eventual entendimento.</p>
<p><strong>CIP admite cedências para tentar acordo</strong></p>
<p>Na véspera da reunião, a Confederação Empresarial de Portugal mostrou disponibilidade para aceitar várias propostas da UGT, numa última tentativa de desbloquear o acordo. Entre os pontos em aberto estão o outsourcing, o banco de horas individual, a reintegração de trabalhadores após despedimento ilícito e a formação contínua.</p>
<p>O presidente da CIP, Armindo Monteiro, afirmou que as negociações foram marcadas por “medo e falta de verdade”, acusando algumas posições de tentarem gerar “pânico” em torno do pacote laboral. O responsável rejeitou que estejam em causa medidas como despedimento arbitrário, diminuição de direitos parentais, limitação do direito à greve ou quebra da dignidade dos trabalhadores.</p>
<p>Ainda assim, a CIP admite deixar cair uma das medidas mais polémicas: o alargamento da possibilidade de as empresas se oporem à reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente. “A grande medida que pôs Portugal a falar de despedimentos arbitrários foi esta, então vamos deixá-la cair também”, afirmou Armindo Monteiro, citado pelo Observador.</p>
<p>A confederação também aceita rever a proposta sobre outsourcing, admitindo que a proibição de contratar serviços externos após despedimentos abranja todas as atividades da empresa. No banco de horas, admite aceitar que o saldo de horas extra seja pago com um acréscimo de 50%. Na formação contínua, mostra abertura para manter as 40 horas anuais nas microempresas, em vez das 30 propostas pelo Governo.</p>
<p><strong>Greve, sindicatos e serviços mínimos</strong></p>
<p>Uma das alterações mais sensíveis está relacionada com a lei da greve. O Governo quer alargar o conceito de “necessidades sociais impreteríveis” para incluir serviços de cuidado a idosos, doentes, pessoas com deficiência e crianças institucionalizadas nos serviços mínimos em caso de greve.</p>
<p>Ficou pelo caminho, na versão mais recente, a intenção de incluir também o abastecimento alimentar e os serviços de segurança privada de bens ou equipamentos essenciais.</p>
<p>Outra proposta polémica limita a ação sindical em empresas onde não existam trabalhadores sindicalizados. Nas pequenas, médias e grandes empresas nessa situação, os sindicatos só poderiam convocar reuniões fora do horário de trabalho e desde que o seu âmbito abrangesse os trabalhadores da empresa. Também a afixação e distribuição de informação sindical deixaria de poder ser feita de forma autónoma, passando a depender de pedido ao empregador.</p>
<p><strong>Contratos a termo, banco de horas e teletrabalho</strong></p>
<p>A proposta abre a porta a mais situações em que será possível celebrar contratos a termo certo. Passaria a ser permitido fazê-lo em caso de calamidade formalmente declarada, nos primeiros dois anos de funcionamento de uma empresa, independentemente da dimensão, na contratação de quem nunca tenha trabalhado com contrato de trabalho, de desempregados de longa ou muito longa duração e de reformados por velhice ou invalidez.</p>
<p>O Governo pretende ainda acabar com o período experimental de 180 dias para trabalhadores à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração nos contratos sem termo.</p>
<p>Outra medida relevante é o regresso do banco de horas individual, agora designado “banco de horas por acordo”. Na falta de convenção coletiva, poderia ser instituído por acordo expresso entre empregador e trabalhador, permitindo aumentar o período normal de trabalho até duas horas diárias e atingir 50 horas semanais, com limite de 150 horas por ano.</p>
<p>No teletrabalho, as empresas passariam a ter maior margem para recusar pedidos dos trabalhadores. A proposta revoga a norma que obriga o empregador a recusar por escrito e com fundamentação uma proposta de teletrabalho compatível com a função.</p>
<p><strong>Despedimentos, outsourcing e reforma antecipada</strong></p>
<p>Nas regras dos despedimentos, uma das propostas iniciais mais contestadas previa alargar às pequenas e médias empresas a possibilidade de o empregador pedir ao tribunal que excluísse a reintegração de um trabalhador despedido ilicitamente. Esta é uma das medidas que a CIP admite agora deixar cair para tentar viabilizar um acordo.</p>
<p>No outsourcing, o Governo já tinha recuado face à intenção inicial de eliminar a restrição criada pela Agenda do Trabalho Digno. A proposta atual prevê proibir a contratação de serviços externos nos seis meses posteriores a despedimento coletivo ou extinção de posto de trabalho, mas apenas para funções da atividade principal da empresa. A CIP admite agora aceitar que o travão se aplique a todas as atividades.</p>
<p>O Governo quer ainda pôr fim à regra que impede quem se reforma antecipadamente de voltar a trabalhar na mesma empresa ou grupo empresarial durante três anos.</p>
<p><strong>Família, parentalidade e jornada contínua</strong></p>
<p>A proposta também mexe em direitos ligados à parentalidade. A licença parental inicial poderá chegar a seis meses se, depois dos 120 dias obrigatórios, os dois progenitores optarem por mais 60 dias em regime partilhado e em períodos iguais.</p>
<p>A licença exclusiva do pai mantém-se nos 28 dias, mas o Governo quer que 14 sejam gozados seguidos logo após o nascimento, em vez dos atuais sete.</p>
<p>Na amamentação, o Executivo mantém a intenção de limitar a dispensa a dois anos. Ao contrário da proposta inicial, a prova médica só será exigida se a amamentação se prolongar além do primeiro ano de vida da criança, devendo depois ser renovada de seis em seis meses.</p>
<p>O Governo quer ainda introduzir a jornada contínua no setor privado para trabalhadores com filhos menores de 12 anos ou com deficiência, doença crónica ou oncológica. A medida, porém, dependerá de convenção coletiva ou de acordo com o empregador.</p>
<p><strong>Independentes, plataformas digitais e pessoas com deficiência</strong></p>
<p>A proposta aumenta de 50% para 80% a percentagem de rendimentos obtidos junto de um único cliente para que um trabalhador independente seja considerado economicamente dependente.</p>
<p>No trabalho em plataformas digitais, como TVDE, o Governo pretende transpor uma diretiva europeia sobre melhoria das condições de trabalho e proteção de dados pessoais, introduzindo alterações aos critérios que permitem presumir a existência de contrato de trabalho.</p>
<p>Já nas quotas de emprego para pessoas com deficiência, o sistema passa a abranger trabalhadores com grau de incapacidade igual ou superior a 33%, em vez dos atuais 60%.</p>
<p><strong>Hora final para um acordo difícil</strong></p>
<p>A reunião desta quinta-feira será, por isso, o momento decisivo de um processo longo e politicamente desgastante. As confederações empresariais dizem estar disponíveis para fechar um compromisso, a UGT mantém linhas vermelhas e a CGTP tem apelado à mobilização contra o pacote laboral.</p>
<p>Mesmo que não haja acordo, o Governo deverá seguir em frente com a reforma. A diferença estará no grau de consenso social que a proposta levará para o Parlamento — e na dimensão da contestação sindical que poderá acompanhar a discussão política nos próximos meses.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pacote-laboral-chega-hoje-a-hora-decisiva-governo-tenta-acordo-dificil-antes-de-levar-proposta-ao-parlamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758719]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal esgotou hoje recursos que natureza lhe destinava para o ano inteiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-esgotou-hoje-recursos-que-natureza-lhe-destinava-para-o-ano-inteiro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-esgotou-hoje-recursos-que-natureza-lhe-destinava-para-o-ano-inteiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/portugal-esgotou-hoje-recursos-que-natureza-lhe-destinava-para-o-ano-inteiro/</guid>

					<description><![CDATA[Portugal esgota hoje os recursos naturais que tinha disponíveis para este ano, dois dias mais tarde do que no ano passado, passando a consumir "a crédito", indicam dados da organização internacional "Global Footprint Network".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal esgota hoje os recursos naturais que tinha disponíveis para este ano, dois dias mais tarde do que no ano passado, passando a consumir &#8220;a crédito&#8221;, indicam dados da organização internacional &#8220;Global Footprint Network&#8221;.</P><br />
<P>O dia da sobrecarga, explica a organização, indica que de 01 de janeiro a 07 de maio os portugueses consumiram tantos recursos naturais quantos os diversos ecossistemas da Terra conseguem regenerar ao longo de um ano. A partir de agora os portugueses continuam naturalmente a consumir, mas usam mais recursos, em terra ou no mar, do que teoricamente estariam disponíveis, e emitem mais dióxido de carbono do que a natureza pode absorver.</P><br />
<P>No ano passado o dia em que o país esgotou os recursos foi a 5 de maio, o que quer dizer que melhorou ligeiramente em sustentabilidade. </P><br />
<P>A estabilização no consumo de recursos do planeta é notada pela associação ambientalista Zero, que, num comunicado no qual comenta a pegada ecológica do país, refere a ligeira melhoria, comparando com o ano anterior. </P><br />
<P>Mas ainda assim o país começa a exceder os recursos disponíveis para alimentar o estilo de vida dos portugueses decorridos menos de cinco meses do ano. Tal quer dizer que se cada pessoa na Terra vivesse como uma pessoa média portuguesa, a humanidade exigiria cerca de 2,9 planetas para sustentar as suas necessidades de recursos. </P><br />
<P>O resultado coloca Portugal na média da União Europeia (UE), que este ano teve o dia de sobrecarga em 03 de maio, uma ligeira melhoria também em relação ao ano passado. </P><br />
<P>Na UE há países que esgotaram há muito os recursos que tinham para o ano todo. Nas contas da &#8220;Global Footprint Network&#8221; o consumo do Luxemburgo esgotou os recursos logo no dia 17 de fevereiro. </P><br />
<P>A nível mundial o pior classificado é o Qatar, que esgotou a sua parte a 04 de fevereiro. Do outro lado da tabela estão as Honduras, que só têm o dia de sobrecarga a 27 de novembro. </P><br />
<P>A pegada ecológica avalia as necessidades humanas de recursos renováveis e serviços essenciais e compara-as com a capacidade da Terra para fornecer tais recursos e serviços (biocapacidade). </P><br />
<P>A 05 de junho, Dia Mundial do Ambiente, a &#8220;Global Footprint Network&#8221; anuncia o &#8220;Earth Overshoot Day&#8221; de 2026, o momento em que a necessidade de recursos e serviços ambientais por parte da Humanidade excede a capacidade da Terra para regenerar esses mesmos recursos.</P><br />
<P>Em 2025 a humanidade esgotou os recursos desse ano no dia 24 de julho, uma semana mais cedo do que em 2024, 01 de agosto.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-esgotou-hoje-recursos-que-natureza-lhe-destinava-para-o-ano-inteiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759361]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Chega apresenta esta quinta-feira projeto de revisão constitucional: o que está em causa?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chega-apresenta-esta-quinta-feira-projeto-de-revisao-constitucional-o-que-esta-em-causa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/chega-apresenta-esta-quinta-feira-projeto-de-revisao-constitucional-o-que-esta-em-causa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[revisão constitucional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759097</guid>

					<description><![CDATA[André Ventura apelou a todos os partidos "não socialistas" que participem nesta discussão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega vai apresentar estaa quinta-feira o seu novo projeto de revisão constitucional, anunciou André Ventura, presidente do partido, apelando a todos os partidos &#8220;não socialistas&#8221; que participem nesta discussão.</p>
<p>&#8220;Na próxima quinta-feira, durante a tarde, será apresentada no Parlamento a proposta de revisão constitucional que o Chega vai apresentar ao país, e que espero que tenha, pela primeira vez em décadas, capacidade de fazer mesmo estas mudanças que o país precisa, e que nunca teve coragem de fazer&#8221;, afirmou André Ventura.</p>
<p>Quando anunciou que o partido iria voltar a avançar com uma proposta para alterar a Constituição, André Ventura tinha indicado que a iniciativa seria apresentada durante o mês de abril, prazo que não foi cumprido.</p>
<p>Hoje, em declarações aos jornalistas na sede do Chega, em Lisboa, justificou o atraso afirmando que foram pedidos pareces &#8220;a uma série de constitucionalistas e especialistas nesta área&#8221; para dar ao partido &#8220;um conforto doutrinário superior em relação à entrega da proposta&#8221;.</p>
<p>André Ventura disse também esperar que outros partidos aceitem o desafio.</p>
<p>&#8220;Eu acho que, face à importância do tema, e face à importância destes assuntos, a reforma da justiça, a reforma do setor económico nacional, a reforma da nossa identidade ideológica e da carga ideológica que a Constituição ainda tem, eu acho que não há nenhum partido não socialista que possa ficar fora deste desafio&#8221;, defendeu.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/chega-apresenta-esta-quinta-feira-projeto-de-revisao-constitucional-o-que-esta-em-causa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759097]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sri Lanka detém 231 estrangeiros em três centros de burlas informáticas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sri-lanka-detem-231-estrangeiros-em-tres-centros-de-burlas-informaticas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sri-lanka-detem-231-estrangeiros-em-tres-centros-de-burlas-informaticas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/sri-lanka-detem-231-estrangeiros-em-tres-centros-de-burlas-informaticas/</guid>

					<description><![CDATA[A polícia do Sri Lanka anunciou hoje a detenção de 231 estrangeiros, na sua grande maioria chineses e vietnamitas, na sequência de uma operação em três centros de burlas 'online' em Colombo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia do Sri Lanka anunciou hoje a detenção de 231 estrangeiros, na sua grande maioria chineses e vietnamitas, na sequência de uma operação em três centros de burlas &#8216;online&#8217; em Colombo.</P><br />
<P>As detenções ocorreram em três fases, na quarta-feira e no domingo, precisou a polícia.</P><br />
<P>Os suspeitos irão ficar detidos até 15 de maio e está em curso uma análise forense de computadores e telemóveis apreendidos.</P><br />
<P>As pessoas detidas &#8220;entraram no país com vistos de turista e estavam a trabalhar ilegalmente&#8221;, declarou o porta-voz da polícia, Frederick Wootler, sublinhando que o período de permanência de alguns deles tinha expirado.</P><br />
<P>Em março, 135 chineses já tinham sido detidos numa operação semelhante, tendo posteriormente sido expulsos.</P><br />
<P>Na altura, a embaixada da China em Colombo afirmou estar a colaborar com as autoridades locais para impedir que cidadãos chineses trabalhassem em centros de burlas no Sri Lanka.</P><br />
<P>Segundo a embaixada, a rede de telecomunicações bem desenvolvida do Sri Lanka, a localização geográfica e a facilidade de obtenção de vistos incentivaram grupos de burlas online a operar a partir do país.</P><br />
<P>Em 2024, as autoridades do Sri Lanka detiveram 230 cidadãos chineses e 200 indianos por crimes semelhantes.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sri-lanka-detem-231-estrangeiros-em-tres-centros-de-burlas-informaticas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759360]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Miguel Maya deverá ser reconduzido hoje como presidente executivo do BCP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/miguel-maya-devera-ser-reconduzido-hoje-como-presidente-executivo-do-bcp/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/miguel-maya-devera-ser-reconduzido-hoje-como-presidente-executivo-do-bcp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/miguel-maya-devera-ser-reconduzido-hoje-como-presidente-executivo-do-bcp/</guid>

					<description><![CDATA[Os acionistas do BCP deverão aprovar hoje, em assembleia-geral, a recondução de Miguel Maya como presidente executivo do banco até 2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os acionistas do BCP deverão aprovar hoje, em assembleia-geral, a recondução de Miguel Maya como presidente executivo do banco até 2029.</P><br />
<P>Hoje, ao início da tarde, arranca a assembleia-geral do BCP, nas instalações do banco em Oeiras (TagusPark), sendo um dos pontos a votação do novo Conselho de Administração para o mandato 2026-2029.</P><br />
<P>Segundo o ponto nove da reunião magna divulgado através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os principais acionistas do BCP &#8211; o grupo chinês Fosun e a petrolífera angolana Sonangol &#8211; propõem a recondução de Nuno Amado como presidente do Conselho de Administração (&#8216;chairman&#8217;, não executivo) e de Miguel Maya como vice-presidente e presidente executivo (CEO).</P><br />
<P>São ainda propostos Jorge Magalhães Correia e Valter Rui Dias de Barros como vice-presidentes do Conselho de Administração.</P><br />
<P>A proposta inclui ainda como vogais da administração António Pinto Júnior, Carla Bambulo, Fernando da Costa Lima, Isabel Maria Capeloa Gil, João Nuno Palma, José Pedro Malaquias, Luís Miguel Santos, Maria João Almeida, Maria Madalena Tomé, Maria José Campos, Miguel Bragança, Patrícia Couto Viana e Vicent Li.</P><br />
<P>Será ainda eleita uma comissão de auditoria, sendo proposta Patrícia Couto Viana como presidente, substituindo a atual (Cidália Maria Mota Lopes).</P><br />
<P>A assembleia-geral vai ainda deliberar o pagamento de um dividendo de 509 milhões de euros, assim como um aumento do valor a distribuir aos acionistas no futuro. </P><br />
<P>Segundo a proposta, este valor está inserido na política do banco, que tem atualmente &#8220;um objetivo de distribuição de dividendos ordinários de 50%&#8221; dos lucros anuais.</P><br />
<P>O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03%, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.</P><br />
<P>O banco apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/miguel-maya-devera-ser-reconduzido-hoje-como-presidente-executivo-do-bcp/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759359]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lei laboral regressa à Concertação com CIP a prometer aproximação à UGT</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lei-laboral-regressa-a-concertacao-com-cip-a-prometer-aproximacao-a-ugt/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lei-laboral-regressa-a-concertacao-com-cip-a-prometer-aproximacao-a-ugt/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/lei-laboral-regressa-a-concertacao-com-cip-a-prometer-aproximacao-a-ugt/</guid>

					<description><![CDATA[A negociação da reforma laboral regressa hoje à Concertação Social, numa derradeira tentativa do Governo para alcançar um acordo e após a CIP mostrar abertura para se aproximar da UGT em algumas matérias, como o banco de horas individual.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A negociação da reforma laboral regressa hoje à Concertação Social, numa derradeira tentativa do Governo para alcançar um acordo e após a CIP mostrar abertura para se aproximar da UGT em algumas matérias, como o banco de horas individual.</P><br />
<P>Depois de a UGT ter rejeitado por unanimidade a última versão da proposta de revisão da legislação laboral, em 23 de abril, a ministra do Trabalho convocou uma reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) para encerrar o processo negocial.</P><br />
<P>Rosário Palma Ramalho desafiou a UGT a &#8220;mostrar que quer efetivamente uma aproximação&#8221; e a apresentar uma &#8220;posição realmente construtiva e clara&#8221; com &#8220;propostas concretas&#8221; sobre as matérias que entende que não estão consensualizadas, afastando uma nova proposta da parte do executivo.</P><br />
<P>O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, prometeu &#8220;reafirmar as propostas&#8221; já apresentadas e avisou que não vai ceder perante as &#8220;traves mestras&#8221; do Governo, não excluindo a participação na greve geral entretanto convocada pela CGTP para 03 de junho, ainda que sublinhe que qualquer decisão só será tomada após a CPCS.</P><br />
<P>Na véspera da reunião de hoje, o presidente da CIP, Armindo Monteiro, anunciou que estar disponível para ceder e acolher as propostas da UGT em matérias como o &#8216;outsourcing&#8217;, a não reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente, na formação contínua e na arbitragem. </P><br />
<P>Entre os principais pontos de divergência identificados pela UGT estão as restrições ao &#8216;outsourcing&#8217; (contratação de trabalho externo), o regresso do banco de horas individual, a jornada contínua, a remissão abdicativa, bem como a não reintegração do trabalhador em caso de despedimento ilícito.</P><br />
<P>No que diz respeito ao &#8216;outsourcing&#8217;, o Código de Trabalho prevê atualmente que as empresas que avancem com despedimentos coletivos ou extingam postos de trabalhos não possam recorrer &#8216;outsourcing&#8217; durante 12 meses. </P><br />
<P>Depois de, inicialmente, ter proposto revogar esta norma, o Governo admitiu na última proposta apresentada aos parceiros que a proibição se aplica &#8220;nos seis meses posteriores à decisão de despedimento coletivo ou despedimento por extinção de posto de trabalho&#8221; nas funções em que se insiram &#8220;no âmbito da atividade principal da empresa&#8221;.</P><br />
<P>Os &#8216;patrões&#8217; admitiram acolher a proposta da UGT nesta matéria, que tem defendido manter esta restrição para todas as atividades da empresa, insistindo que a proibição só exista nos primeiros seis meses.</P><br />
<P>No que toca ao banco de horas individual, que na última versão o Governo apelida por &#8220;banco de horas por acordo&#8221;, a CIP disse estar disponível para acolher a proposta da UGT para que o saldo de horas extra seja pago com uma compensação de 50%. </P><br />
<P>A UGT defende que privilegia o banco de horas coletivo, mas admite o regresso do individual desde que esteja previsto em negociação coletiva, que o saldo de horas extra seja pago com uma compensação de 50%, que haja um descanso compensatório equivalente e que trabalhadores com filhos até três anos (ou até seis anos nalguns casos) fiquem excluídos desta medida.</P><br />
<P>A CIP mostrou-se disponível para deixar cair as alterações relativas à não reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente (ainda que sinalize que gostaria que fosse alargada, pelo menos, para as pequenas empresas), bem como para ceder na formação contínua.</P><br />
<P>Na versão final, o Governo propôs alargar às pequenas e médias empresas (já não às grandes empresas) a possibilidade de as entidades patronais não reintegrarem trabalhadores despedidos ilicitamente, o que hoje só é possível nas microempresas e em cargos de direção ou administração. Na formação contínua nas microempresas, prevê reduzir as horas obrigatórias de 40 para 30.</P><br />
<P>A Lusa questionou o Ministério do Trabalho para saber se está disponível para acompanhar a CIP nestas cedências ou, pelo menos, em algumas delas, mas não obteve resposta.</P><br />
<P>Caso não exista acordo na Concertação Social, Palma Ramalho já sinalizou que a proposta a apresentar no parlamento será um resultado do anteprojeto inicial e dos contributos &#8220;que o Governo considere úteis&#8221;.</P><br />
<P>Segundo as contas do executivo, ao longo do processo negocial com mais de nove meses foram &#8220;consensualizadas mais de 130 normas&#8221;, das quais 30 &#8220;acolhidas diretamente&#8221; da UGT.</P><br />
<P></P><br />
<P>JMF (JO/PYR) // JNM </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lei-laboral-regressa-a-concertacao-com-cip-a-prometer-aproximacao-a-ugt/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759358]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Chuva, vento e trovoada estão de volta: depressão atlântica muda o tempo a partir desta quinta-feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chuva-vento-e-trovoada-estao-de-volta-depressao-atlantica-muda-o-tempo-a-partir-desta-quinta-feira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/chuva-vento-e-trovoada-estao-de-volta-depressao-atlantica-muda-o-tempo-a-partir-desta-quinta-feira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759046</guid>

					<description><![CDATA[Alteração será primeiro sentida nos Açores, mas deverá chegar depois ao continente, com instabilidade mais marcada entre sexta-feira e o início da próxima semana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo vai começar a mudar em Portugal a partir desta quinta-feira com a aproximação de uma depressão no Atlântico que deverá trazer mais nebulosidade, chuva, vento e possibilidade de trovoada nos próximos dias. A alteração será primeiro sentida nos Açores, mas deverá chegar depois ao continente, com instabilidade mais marcada entre sexta-feira e o início da próxima semana.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Tempo.pt&#8217;, os Açores serão a primeira região portuguesa a sentir os efeitos da depressão, sobretudo ao longo de hoje. Embora o centro da baixa pressão não deva passar diretamente pelo arquipélago, o seu raio de influência será suficiente para gerar linhas de instabilidade, aguaceiros intermitentes e vento forte, especialmente nos grupos Central e Oriental. Em algumas ilhas, as rajadas poderão atingir valores intensos, podendo chegar aos 75 km/h e, segundo outra previsão do mesmo portal, até aos 90 km/h nas zonas mais expostas do Grupo Central.</p>
<p>No continente, a mudança deverá ser mais gradual. Esta quinta-feira deverá trazer aumento da nebulosidade e chuva fraca a partir do final da manhã no Norte e no Centro. Entre as últimas horas do dia e as primeiras horas de sexta-feira, a depressão fria deverá começar a gerar os primeiros aguaceiros no território continental, inicialmente fracos, dispersos e mais prováveis no litoral Norte e Centro.</p>
<p><strong>Instabilidade aumenta a partir de sexta-feira</strong></p>
<p>A partir de sexta-feira, a depressão fria deverá ganhar maior influência sobre Portugal continental. O &#8216;Tempo.pt&#8217; prevê uma mudança mais significativa, com chuva mais generalizada, vento forte e possibilidade de trovoadas incorporadas nas frentes associadas à depressão.</p>
<p>Segundo a &#8216;Luso Meteo&#8217;, a depressão deverá posicionar-se no Atlântico, sensivelmente entre Açores, Madeira e Portugal continental, criando várias bandas de precipitação e frentes associadas. A previsão aponta para chuva, trovoada e algum vento entre sexta-feira e segunda ou terça-feira, embora com elevada incerteza devido à natureza deste tipo de depressão isolada a oeste da Península Ibérica.</p>
<p>Entre quinta e sexta-feira, a chuva deverá assumir sobretudo a forma de aguaceiros intermitentes, fracos e dispersos. As acumulações deverão ser, em geral, pouco expressivas, entre 1 e 5 mm, embora algumas zonas do litoral Norte, Centro e Oeste possam registar valores entre 5 e 10 mm. O Minho poderá ser uma das zonas mais afetadas nesta primeira fase, com acumulados mais elevados até ao final de sexta-feira.</p>
<p><strong>Sábado deverá ser o dia de maior agravamento</strong></p>
<p>O agravamento mais evidente deverá chegar no sábado, quando as frentes em torno da depressão fria poderão ganhar maior organização. Nessa altura, a precipitação deverá tornar-se mais frequente e generalizada no continente.</p>
<p>O &#8216;Tempo.pt&#8217; aponta para acumulados de chuva entre 5 e 20 mm em grande parte do território, podendo atingir localmente 25 mm em zonas do Minho e em alguns pontos dos distritos do Porto, Aveiro e Coimbra. A sul do Tejo, a precipitação também poderá ser significativa, com valores entre 5 e 25 mm em zonas dos distritos de Portalegre, Évora, Setúbal e Faro. Beja deverá ser, para já, o distrito menos atingido.</p>
<p>Além da chuva, o vento de sudoeste deverá aumentar de intensidade. As regiões a sul do Tejo, sobretudo Alentejo e Algarve, poderão ser as mais expostas durante a tarde de sábado, com rajadas próximas ou ligeiramente superiores a 60 km/h, em especial entre as 13h00 e as 19h00.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta também para um fim de semana chuvoso, fresco e ventoso, com possibilidade de trovoadas, sobretudo no litoral e em zonas montanhosas. O portal admite ainda risco localizado de granizo e de acumulação de água em algumas zonas, embora sublinhe que a previsão continua sujeita a ajustamentos.</p>
<p><strong>Chuva pode prolongar-se até ao início da próxima semana</strong></p>
<p>A instabilidade deverá prolongar-se para domingo e segunda-feira, embora a incerteza aumente a partir daí. Os modelos apontam para novos períodos de chuva ou aguaceiros relativamente frequentes e generalizados, com valores acima do normal para maio.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; refere que o episódio poderá estender-se até 11 ou 12 de maio, com precipitação praticamente generalizada, maior impacto no litoral e nas zonas montanhosas e temperaturas abaixo da média. Em alguns locais, as máximas poderão ficar entre 10 e 15 graus, sobretudo nas regiões mais expostas ao vento ou em zonas de altitude.</p>
<p>A mesma fonte admite ainda a possibilidade de uma entrada de ar frio de origem polar depois deste episódio, perto de meados do mês, com eventual queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela. Para já, esse cenário continua longe de ser certo e depende da evolução dos modelos nos próximos dias.</p>
<p><strong>Previsão ainda tem incerteza elevada</strong></p>
<p>Apesar da tendência clara para uma mudança de tempo, os meteorologistas sublinham que este tipo de depressão fria é difícil de prever. A interação com ar mais frio a nordeste, eventuais intrusões de ar seco e pequenas alterações na trajetória da depressão podem mudar a distribuição da chuva, a intensidade do vento e o risco de trovoada.</p>
<p>A recomendação, para os próximos dias, é acompanhar as atualizações meteorológicas, sobretudo para quem tem atividades ao ar livre, viagens ou deslocações em zonas mais expostas. Guarda-chuva, casaco e atenção na estrada deverão voltar a ser necessários num fim de semana de maio que poderá lembrar mais o inverno do que a primavera.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/chuva-vento-e-trovoada-estao-de-volta-depressao-atlantica-muda-o-tempo-a-partir-desta-quinta-feira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759046]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Horas extra nas urgências podem valer aos médicos entre 40% a 80% do salário</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/horas-extra-nas-urgencias-podem-valer-aos-medicos-entre-40-a-80-do-salario/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/horas-extra-nas-urgencias-podem-valer-aos-medicos-entre-40-a-80-do-salario/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/horas-extra-nas-urgencias-podem-valer-aos-medicos-entre-40-a-80-do-salario/</guid>

					<description><![CDATA[As horas extraordinárias dos médicos nas urgências acima do limite legal anual podem valer um incentivo entre os 40% e 80% do salário base, segundo o diploma que vai hoje a Conselho de Ministros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As horas extraordinárias dos médicos nas urgências acima do limite legal anual podem valer um incentivo entre os 40% e 80% do salário base, segundo o diploma que vai hoje a Conselho de Ministros.</P><br />
<P>O diploma, a que a Lusa teve acesso e com que o Governo pretende majorar o pagamento do trabalho extra nas urgências aos médicos do quadro, valorizando-os relativamente aos chamados médicos tarefeiros, também se aplica aos médicos internos que integrem a escala de serviço de urgência.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, deverá igualmente ser aprovado hoje em Conselho de Ministros o diploma que regula o valor do pagamento do trabalho nas urgências aos chamados médicos tarefeiros.  </P><br />
<P>O regime excecional de recompensa do desempenho com incentivo remuneratório aos médicos que exerçam funções em entidades integradas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) prevê que este valor &#8212; uma percentagem do salário base do médico &#8212; seja calculado em grupos de 48 horas. Os valores exatos ainda estão a ser negociados com os sindicatos médicos.</P><br />
<P>O documento não tem data limite para terminar, sendo que a cada ano terão de ser inicialmente esgotadas as horas de trabalho suplementar previstas na lei: 250 horas no caso dos médicos em dedicação plena e 150 horas nos restantes casos.</P><br />
<P>Só depois de ultrapassado esse valor começam a contar os blocos de 48 horas.</P><br />
<P>O diploma prevê ainda que a percentagem do incentivo devido por cada bloco de 48 horas seja majorado em 20% sempre que o médico tenha realizado, no período de oito semanas, pelo menos, 48 horas de trabalho ao sábado e/ou ao domingo e se disponibilize para fazer novo bloco de 48 horas além do período normal de trabalho.</P><br />
<P>O incentivo previsto, incluindo a majoração, não integra a remuneração base nem releva para efeitos de cálculo de quaisquer suplementos remuneratórios e compensações.</P><br />
<P>Segundo o diploma, a majoração é devida sempre que o médico realize efetivamente as horas correspondentes ao novo bloco de horas para o qual se tenha disponibilizado.</P><br />
<P>Contudo, também será paga sempre que, por razões de organização de serviço ou por &#8220;inexistência superveniente de necessidade assistencial&#8221;, não venha a ser necessária a realização efetiva das horas correspondentes ao bloco para o qual o médico se disponibilizou, desde que esta disponibilidade tenha sido &#8220;previamente registada e aceite pela entidade empregadora&#8221;.</P><br />
<P>A monitorização desta prestação de trabalho para além dos limites legais anuais do trabalho suplementar cabe ao diretor clínico e ao diretor do serviço de urgência, tendo em vista &#8220;a salvaguarda da segurança do médico e dos utentes&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/horas-extra-nas-urgencias-podem-valer-aos-medicos-entre-40-a-80-do-salario/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759357]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>DeepSeek poderá valer 38 mil milhões de euros com apoio de fundo estatal chinês &#8211; FT</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/deepseek-podera-valer-38-mil-milhoes-de-euros-com-apoio-de-fundo-estatal-chines-ft/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/deepseek-podera-valer-38-mil-milhoes-de-euros-com-apoio-de-fundo-estatal-chines-ft/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 04:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/deepseek-podera-valer-38-mil-milhoes-de-euros-com-apoio-de-fundo-estatal-chines-ft/</guid>

					<description><![CDATA[O maior fundo de semicondutores apoiado pelo Estado chinês está a liderar a primeira ronda de financiamento da DeepSeek, 'start-up' de inteligência artificial, cuja valorização poderá atingir 45 mil milhões de dólares (38 mil milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O maior fundo de semicondutores apoiado pelo Estado chinês está a liderar a primeira ronda de financiamento da DeepSeek, &#8216;start-up&#8217; de inteligência artificial, cuja valorização poderá atingir 45 mil milhões de dólares (38 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O China Integrated Circuit Industry Investment Fund, normalmente referido como o &#8220;Big Fund&#8221;, procura liderar o investimento na DeepSeek, segundo quatro pessoas com conhecimento das negociações, citadas pelo jornal britânico Financial Times.</P><br />
<P>Outros investidores ainda em conversações para adquirir participação incluem o gigante tecnológico chinês Tencent, embora a composição final ainda não tenha sido definida, acrescentou o jornal.</P><br />
<P>A DeepSeek ganhou destaque em janeiro de 2025 com o lançamento do R1, um modelo de linguagem de código aberto, que a empresa disse ter sido treinado com apenas uma fração da capacidade computacional utilizada por modelos desenvolvidos por rivais norte-americanos, como a OpenAI.</P><br />
<P>A valorização da DeepSeek aumentou significativamente face aos 20 mil milhões de dólares (17 mil milhões de euros) estimados no início das negociações há apenas algumas semanas, à medida que os investidores apostam no potencial do laboratório, apesar da falta de foco na comercialização.</P><br />
<P>Liang Wenfeng, bilionário fundador da &#8216;start-up&#8217; com sede em Hangzhou, leste da China, poderá também investir pessoalmente nesta ronda, segundo duas das fontes. Liang controla 89,5% da DeepSeek através de participações pessoais e grupos afiliados, de acordo com documentos da empresa.</P><br />
<P>O apoio do fundo governamental da China reforçaria a posição da DeepSeek como líder no desenvolvimento de modelos avançados de IA no país, além de promover um ecossistema chinês integrado de modelos, software e &#8216;chips&#8217; domésticos.</P><br />
<P>A China lançou o apoio ao &#8220;Big Fund&#8221; em três fases, dando expressão à política de autossuficiência tecnológica do Presidente chinês, Xi Jinping, face aos esforços dos EUA de restringir o acesso do país a tecnologias como equipamentos avançados de produção de semicondutores.</P><br />
<P>O fundo reuniu 47 mil milhões de dólares (40 mil milhões de euros) do ministério das Finanças, governos locais e bancos estatais na terceira ronda de financiamento em 2024, e está mandatado para investir em equipamentos e materiais para semicondutores. Até agora, não apoiou publicamente nenhuma outra empresa de grandes modelos de linguagem (LLM) na China.</P><br />
<P>O &#8220;Big Fund&#8221; financiou empresas importantes da indústria chinesa de semicondutores, incluindo a Semiconductor Manufacturing International Corporation, a maior e mais avançada fundição do país, ou a Yangtze Memory Technologies Corp., principal fabricante de &#8216;chips&#8217; de memória da China.</P><br />
<P>A DeepSeek anunciou, no lançamento do mais recente modelo V4, que este foi otimizado para executar inferência &#8212; o cálculo que os LLMs usam para gerar respostas &#8212; nos &#8216;chips&#8217; Ascend 950PR do grupo Huawei.</P><br />
<P>As vendas de &#8216;chips&#8217; de IA da Huawei dispararam este ano, ultrapassando na China a Nvidia, maior fornecedora mundial de &#8216;chips&#8217; de IA, cujos produtos avançados continuam proibidos de entrar no país, noticiou o Financial Times na semana passada.</P><br />
<P>Ainda assim, a produção total chinesa de &#8216;chips&#8217; de IA representa apenas uma fração da dos EUA e estes processadores estão, pelo menos, duas gerações atrás dos mais desenvolvidos.</P><br />
<P>Para reduzir a diferença, Pequim conta com a cooperação entre empresas de tecnologia &#8212; desde fabricantes de &#8216;chips&#8217; a construtores de modelos &#8212; para desenvolver um ecossistema capaz de sustentar a competitividade chinesa em IA, apesar das restrições de exportação dos EUA.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/deepseek-podera-valer-38-mil-milhoes-de-euros-com-apoio-de-fundo-estatal-chines-ft/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759356]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MSF denuncia efeitos devastadores do bloqueio a Gaza entre grávidas e lactantes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/msf-denuncia-efeitos-devastadores-do-bloqueio-a-gaza-entre-gravidas-e-lactantes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/msf-denuncia-efeitos-devastadores-do-bloqueio-a-gaza-entre-gravidas-e-lactantes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 04:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/msf-denuncia-efeitos-devastadores-do-bloqueio-a-gaza-entre-gravidas-e-lactantes/</guid>

					<description><![CDATA[A crise alimentar provocada em 2025 por Israel ao bloquear a ajuda humanitária em Gaza teve um efeito devastador nas mulheres grávidas e lactantes, bem como nos recém-nascidos e bebés, revelou a Médicos Sem Fronteiras (MSF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A crise alimentar provocada em 2025 por Israel ao bloquear a ajuda humanitária em Gaza teve um efeito devastador nas mulheres grávidas e lactantes, bem como nos recém-nascidos e bebés, revelou a Médicos Sem Fronteiras (MSF).</P><br />
<P>O estudo revelado hoje em Genebra indica que, entre outubro de 2024 e o final de 2025, as equipas da MSF prestaram assistência a 513 crianças com menos de seis meses, das quais 91% corriam o risco de problemas de crescimento e desenvolvimento.</P><br />
<P>Em dezembro passado, 200 bebés já não faziam parte dos programas: 32% (64 crianças) tiveram de os abandonar devido à insegurança e à deslocação, e 7% (14) faleceram, segundo os dados do estudo.</P><br />
<P>Os primeiros casos de desnutrição infantil foram identificados em janeiro de 2024 e, até fevereiro passado, foram atendidas 4.176 crianças e 3.336 mulheres com desnutrição aguda, indicou a MSF.</P><br />
<P>Mais de metade das mães de recém-nascidos atendidas pela MSF foi afetada pela desnutrição em algum momento da gravidez, 25% das quais continuavam desnutridas após o parto, indicaram os estudos da organização.</P><br />
<P>A MSF estabelece uma ligação entre os dados recolhidos e o bloqueio israelita, bem como os ataques contra infraestruturas civis, incluindo estabelecimentos médicos.</P><br />
<P>&#8220;A insegurança, as deslocações da população, as restrições à ajuda humanitária e o acesso limitado a alimentos e cuidados médicos tiveram consequências devastadoras na saúde materna e neonatal&#8221;, afirma a organização, num comunicado.</P><br />
<P>&#8220;As famílias adotaram mecanismos de sobrevivência, dando frequentemente prioridade aos homens e às crianças em detrimento das mães na hora de distribuir os escassos alimentos&#8221;, descreveu a coordenadora médica da MSF para a Palestina, Marina Pomares.</P><br />
<P>A situação continua &#8220;extremamente frágil&#8221;, apesar de um cessar-fogo em vigor desde outubro, após dois anos de conflito, acrescenta a MSF, apelando a Israel para que autorize imediatamente a entrada sem entraves da ajuda em Gaza.</P><br />
<P>No terreno, &#8220;a crise de desnutrição é inteiramente provocada&#8221;, afirma a responsável médica da MSF para as emergências, Merce Rocaspana, citada no comunicado.</P><br />
<P>Antes de a guerra eclodir no território palestiniano, na sequência do ataque levado a cabo pelo movimento fundamentalista islâmico Hamas em Israel a 07 de outubro de 2023, &#8220;a desnutrição em Gaza era praticamente inexistente&#8221;, sublinha a ativista.</P><br />
<P>As equipas da MSF observaram ainda um dos fatores que contribuiu para o elevado número de abortos espontâneos foi o &#8216;stress&#8217; causado pela dificuldade de acesso à ajuda humanitária e pela insegurança. </P><br />
<P>As agências internacionais estimaram que, durante grande parte de 2025, três quartos da população de Gaza sofria de elevados níveis de insegurança alimentar e, em agosto, foi declarado o estado de fome, o primeiro de sempre registado no Médio Oriente.</P><br />
<P>A análise aponta também críticas à Gaza Humanitarian Foundation (GHF) &#8212; uma organização privada apoiada pelos Estados Unidos e por Israel &#8212;, criada em maio de 2025 para substituir a ONU e organizações não governamentais na prestação de ajuda humanitária, antes de ser dissolvida em novembro.</P><br />
<P>Com a chegada da GHF, o número de pontos de distribuição de alimentos em Gaza passou de cerca de 400 para quatro pontos &#8220;militarizados e mortíferos&#8221;, sublinha o chefe da unidade de emergência da MSF, Jose Mas, citado no estudo.</P><br />
<P>Durante esse período, acrescenta a MSF, as estruturas que apoiavam em Gaza constataram &#8220;um forte aumento do número de pacientes que procuravam tratamento devido à violência perpetrada nos pontos de distribuição alimentar e à desnutrição associada à privação de alimentos&#8221;.</P><br />
<P>Ainda segundo Mas, o cessar-fogo trouxe alguma estabilidade, mas a situação continua extremamente frágil e as equipas da organização continuam a admitir novos doentes com desnutrição.</P><br />
<P>&#8220;A população de Gaza é obrigada a suportar condições de vida deliberadamente indignas e carece de acesso a ajuda, rendimentos e recursos básicos&#8221;, sublinha o dirigente.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/msf-denuncia-efeitos-devastadores-do-bloqueio-a-gaza-entre-gravidas-e-lactantes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759355]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sul-coreana Samsung deixa de vender eletrodomésticos, televisores e monitores na China</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sul-coreana-samsung-deixa-de-vender-eletrodomesticos-televisores-e-monitores-na-china/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sul-coreana-samsung-deixa-de-vender-eletrodomesticos-televisores-e-monitores-na-china/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 03:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/sul-coreana-samsung-deixa-de-vender-eletrodomesticos-televisores-e-monitores-na-china/</guid>

					<description><![CDATA[A empresa sul-coreana Samsung anunciou hoje que deixará de vender todos os seus produtos de eletrodomésticos, incluindo televisores e monitores, na China continental, numa decisão que a companhia atribuiu a um "ambiente de mercado em rápida mudança".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa sul-coreana Samsung anunciou hoje que deixará de vender todos os seus produtos de eletrodomésticos, incluindo televisores e monitores, na China continental, numa decisão que a companhia atribuiu a um &#8220;ambiente de mercado em rápida mudança&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado publicado no seu portal chinês de assistência pós-venda, a empresa indicou que, após um &#8220;estudo prudente&#8221;, decidiu cessar a venda na China continental de todos os produtos domésticos.</P><br />
<P>A Samsung precisou que continuará a oferecer serviço pós-venda aos utilizadores que já tenham adquirido estes produtos, de acordo com as regulações em vigor.</P><br />
<P>Segundo informação disponível na página oficial da Samsung na China, os telemóveis continuarão a ser vendidos normalmente, enquanto a retirada afeta televisores, monitores, ecrãs comerciais de grande formato, ares condicionados, frigoríficos, máquinas de lavar, secadoras, equipamentos de som, projetores, aspiradores e purificadores de ar, entre outros aparelhos.</P><br />
<P>A Samsung entrou oficialmente no mercado chinês em 1992, quando iniciou a sua atividade de fabrico e comercialização no país, e durante anos manteve uma posição relevante em segmentos como televisores, frigoríficos e máquinas de lavar, com uma imagem associada à gama média e alta.</P><br />
<P>No entanto, a ascensão de fabricantes chineses de eletrodomésticos e eletrónica de consumo reduziu progressivamente a sua quota num mercado cada vez mais competitivo.</P><br />
<P>Segundo dados citados pelo órgão chinês Red Star News, em abril passado a Samsung detinha nos canais físicos uma quota de vendas de 3,62% em televisores, 0,41 % em frigoríficos e 0,38 % em máquinas de lavar.</P><br />
<P>O mesmo meio citou o secretário-geral da Associação Chinesa da Indústria de Vídeos Eletrónicos, Dong Min, que atribuiu o ajuste ao &#8220;panorama competitivo global da indústria&#8221; e às &#8220;decisões estratégicas da própria empresa&#8221;.</P><br />
<P>Dong destacou a &#8220;insuficiente localização&#8221; da gestão e dos produtos da Samsung, o crescimento de marcas chinesas como Hisense, TCL ou Xiaomi e o &#8220;menor apelo&#8221; das marcas estrangeiras entre os consumidores chineses mais jovens.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sul-coreana-samsung-deixa-de-vender-eletrodomesticos-televisores-e-monitores-na-china/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759354]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rubio viaja para Roma para reaproximar Washington do papa e de Meloni</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rubio-viaja-para-roma-para-reaproximar-washington-do-papa-e-de-meloni/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/rubio-viaja-para-roma-para-reaproximar-washington-do-papa-e-de-meloni/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 02:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/rubio-viaja-para-roma-para-reaproximar-washington-do-papa-e-de-meloni/</guid>

					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, partiu esta quarta-feira com destino a Roma com o objetivo de restabelecer as relações com o Papa Leão XIV e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, partiu esta quarta-feira com destino a Roma com o objetivo de restabelecer as relações com o Papa Leão XIV e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.</P><br />
<P>Rubio, de confissão católica, chegará esta manhã à capital italiana e deslocar-se-á ao Vaticano para uma audiência com o pontífice, enquanto na sexta-feira será recebido por Meloni antes de regressar a Washington.</P><br />
<P>Leão XIV, o primeiro papa norte-americano da história e que, antes da sua eleição, há agora um ano, tinha criticado as políticas migratórias de Trump, tem mantido um desentendimento à distância com o Presidente norte-americano, Donald Trump, desta vez por causa da guerra no Irão.</P><br />
<P>No passado dia 07 de abril, o papa classificou de &#8220;inaceitável&#8221; a ameaça do Presidente norte-americano de acabar com &#8220;uma civilização inteira&#8221; na guerra contra o Irão, ao que Trump respondeu, considerando-o &#8220;fraco&#8221; e &#8220;péssimo em política externa&#8221;.</P><br />
<P>O inquilino da Casa Branca partilhou ainda nas redes sociais uma imagem gerada por inteligência artificial na qual se representava a si próprio como Jesus Cristo, algo que indignou parte da comunidade católica.</P><br />
<P>Uma semana depois, Leão XIV deu o assunto por encerrado, assegurando que não teme a Administração Trump nem tem interesse em debater com o Presidente.</P><br />
<P>Trump voltou, no entanto, a atacar o papa esta semana, já depois da viagem de Rubio ao Vaticano ser anunciada oficialmente, acusando o pontífice de &#8220;colocar em risco muitos católicos&#8221; porque &#8220;acredita que não há problema em o Irão possuir uma arma nuclear&#8221;.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa na terça-feira na Casa Branca, Rubio negou que a viagem a Itália fosse motivada por esse desentendimento e revelou que pretende abordar com o papa a distribuição de ajuda humanitária em Cuba, uma vez que o Vaticano tem sido, desde há anos, mediador entre Washington e Havana.</P><br />
<P>Também o vice-presidente norte-americano, JD Vance, a figura católica de maior hierarquia na Administração dos Estados Unidos, criticou o papa, afirmando que deve concentrar-se na teologia e não na política.</P><br />
<P>Tanto Marco Rubio como JD Vance reuniram-se no ano passado com Leão XIV no Vaticano, no início do seu pontificado, mas o responsável pela gestão das relações diplomáticas entre Washington e a Santa Sé é Rubio, não Vance.</P><br />
<P>O confronto com o pontífice também interferiu na relação entre a Casa Branca e Governo italiano de Meloni, considerada até agora uma das principais aliadas de Trump na Europa.</P><br />
<P>A primeira-ministra saiu em defesa do papa perante os ataques do Presidente norte-americano, ao que Trump respondeu classificando a sua postura de &#8220;inaceitável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É ela que é inaceitável porque não se importa se o Irão tem uma arma nuclear e faria a Itália voar pelos ares em dois minutos se tivesse a possibilidade&#8221;, acusou o líder republicano.</P><br />
<P>A tensão aumentou ainda mais na sequência da recusa dos países europeus em se juntarem aos Estados Unidos numa operação militar para reabrir o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão, pelo que Trump ameaçou reduzir as tropas norte-americanas destacadas na Itália, Espanha e Alemanha.</P><br />
<P>Meloni defendeu esta segunda-feira que não concorda com essa decisão e alegou que a Itália &#8220;sempre respeitou os seus compromissos e os acordos assinados&#8221; com os seus aliados, mesmo quando os seus interesses diretos não estavam em jogo.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/rubio-viaja-para-roma-para-reaproximar-washington-do-papa-e-de-meloni/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759353]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lula da Silva chega aos EUA para discutir dossiers difíceis com Donald Trump</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lula-da-silva-chega-aos-eua-para-discutir-dossiers-dificeis-com-donald-trump/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lula-da-silva-chega-aos-eua-para-discutir-dossiers-dificeis-com-donald-trump/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 02:09:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/lula-da-silva-chega-aos-eua-para-discutir-dossiers-dificeis-com-donald-trump/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, aterrou em Washington, onde hoje se encontrará com o homólogo norte-americano, Donald Trump, para abordar questões delicadas e tentar melhorar a sua imagem no Brasil, onde disputa eleições em outubro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, aterrou em Washington, onde hoje se encontrará com o homólogo norte-americano, Donald Trump, para abordar questões delicadas e tentar melhorar a sua imagem no Brasil, onde disputa eleições em outubro.</P><br />
<P>O encontro entre os dois chefes de Estado está marcado para hoje de manhã, na Casa Branca.</P><br />
<P>As relações diplomáticas entre Brasília e Washington têm sido particularmente turbulentas, embora os dois líderes, ideologicamente opostos, admitam uma certa química a nível pessoal. </P><br />
<P>O primeiro encontro oficial entre ambos, em outubro, na Malásia, foi cordial.</P><br />
<P>Washington tinha entretanto levantado em grande parte a sobretaxa punitiva imposta ao Brasil em retaliação contra o processo judicial do ex-presidente Jair Bolsonaro, um aliado de Trump que cumpre atualmente uma pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>Desde então, muita coisa mudou no cenário internacional: os Estados Unidos derrubaram Nicolás Maduro na Venezuela e lançaram uma guerra contra o Irão ao lado de Israel.</P><br />
<P>Lula da Silva, que em 2025 acusou Trump de querer &#8220;tornar-se o imperador do mundo&#8221;, condenou veementemente as duas intervenções norte-americanas. &#8220;Sou contra qualquer ingerência política, seja qual for o país&#8221;, declarou em abril o Presidente brasileiro.</P><br />
<P>Lula, de 80 anos, chega a Washington enfraquecido politicamente após derrotas contundentes no Parlamento brasileiro e, a menos de seis meses das eleições presidenciais, está empatado nas sondagens com Flávio Bolsonaro, o filho mais velho do antecessor.</P><br />
<P>Qualquer dividendo político que consiga extrair da deslocação oficial a convite de Donald Trump é importante internamente.</P><br />
<P>A segurança é a principal preocupação dos eleitores brasileiros e o combate ao crime organizado ocupa um lugar de destaque na agenda da reunião entre os dois presidentes.</P><br />
<P>O ministro das Finanças brasileiro, Dario Durigan, que integra a delegação, sublinhou na quarta-feira que o Brasil deseja reforçar a cooperação na luta contra os cartéis de droga.</P><br />
<P>Brasília e Washington assinaram em abril um acordo para combater o tráfico de armas e estupefacientes, incluindo a partilha de dados provenientes de controlos por &#8216;scanner&#8217; de contentores que circulam entre o Brasil e os Estados Unidos.</P><br />
<P>Donald Trump fez do combate ao que classifica como narcoterrorismo uma prioridade do seu segundo mandato, classificando grupos criminosos como organizações terroristas estrangeiras.</P><br />
<P>Isso permitiu-lhe, por exemplo, defender a intervenção militar na Venezuela para derrubar o Presidente socialista Nicolás Maduro.</P><br />
<P>O encontro entre Lula e Trump deverá também abordar o interesse norte-americano nos vastos depósitos brasileiros de terras raras, minerais essenciais à fabricação de numerosos produtos tecnológicos.</P><br />
<P>O Brasil possui as segundas maiores reservas de terras raras do mundo, atrás apenas da China.</P><br />
<P>&#8220;Os investimentos estrangeiros são bem-vindos, mas queremos estimular a industrialização através da criação de empregos altamente qualificados&#8221;, sublinhou Durigan na quarta-feira.</P><br />
<P>Além disso, os Estados Unidos estão a investigar o Brasil por práticas comerciais desleais, nomeadamente para determinar se o sistema de transferências bancárias gratuitas Pix prejudica a competitividade das empresas norte-americanas.</P><br />
<P>Lançado em 2020, o Pix revolucionou os pagamentos no Brasil e ultrapassou a utilização de cartões bancários, com sete mil milhões de transações só no mês de janeiro, segundo o Banco Central.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lula-da-silva-chega-aos-eua-para-discutir-dossiers-dificeis-com-donald-trump/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759352]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Trump considera acordo &#8220;muito possível&#8221; e mercados reagem em forte alta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-considera-acordo-muito-possivel-e-mercados-reagem-em-forte-alta/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-considera-acordo-muito-possivel-e-mercados-reagem-em-forte-alta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 01:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-considera-acordo-muito-possivel-e-mercados-reagem-em-forte-alta/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considerou "muito possível" um acordo de paz com o Irão, o que provocou uma queda do preço do petróleo e uma subida acentuada das bolsas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considerou &#8220;muito possível&#8221; um acordo de paz com o Irão, o que provocou uma queda do preço do petróleo e uma subida acentuada das bolsas.</P><br />
<P>&#8220;Tivemos discussões muito positivas nas últimas 24 horas e é muito possível que cheguemos a um acordo&#8221;, afirmou Trump, na quarta-feira, durante uma sessão com jornalistas no Salão Oval.</P><br />
<P>&#8220;Se o Irão aceitar dar o que foi acordado, (&#8230;) a já lendária operação &#8216;Fúria Épica&#8217; estará concluída&#8221;, tinha escrito, horas antes, o Presidente na rede social que detém, Truth Social.</P><br />
<P>Mas, se os iranianos &#8220;não aceitarem, os bombardeamentos começarão e serão, infelizmente, a um nível e com uma intensidade muito maiores do que antes&#8221;, advertiu, numa referência à campanha norte-americano-israelita levada a cabo de 28 de fevereiro até ao cessar-fogo de 08 de abril.</P><br />
<P>O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, considerou, por sua vez, que Washington procura forçar a rendição de Teerão através de uma &#8220;nova estratégia&#8221; destinada a &#8220;destruir a coesão do país&#8221;.</P><br />
<P>A República Islâmica absteve-se, no entanto, de bater com a porta, tendo o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmail Baghai, afirmado que &#8220;o Irão continua a analisar o plano e a proposta norte-americana&#8221;.</P><br />
<P>Os mercados financeiros mantiveram o cenário otimista, com Wall Street a encerrar em forte alta, na esteira da euforia registada nas bolsas europeias, prosseguida pelos mercados asiáticos, que abriram hoje em forte alta.</P><br />
<P>O principal índice de bolsa de Tóquio progredia acima dos 4% uma hora após a abertura das negociações e depois de estar encerrado nos primeiros três dias da semana. </P><br />
<P>Já o preço do barril de Brent, referência para a Europa, desceu quase 8%, para 101,27 dólares, longe do pico de 126 dólares atingido há alguns dias.</P><br />
<P>Na terça-feira, sublinhando alegados &#8220;grandes progressos alcançados no sentido de um acordo completo e definitivo com os líderes iranianos&#8221;, Trump anunciou a suspensão da operação norte-americana, lançada na véspera, para permitir que centenas de navios retidos no Golfo atravessassem o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Teerão bloqueia a passagem estratégica para o comércio mundial de hidrocarbonetos desde o início da guerra, que causou milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano.</P><br />
<P>Washington mantém o bloqueio aos portos iranianos iniciado a 13 de abril, e o Pentágono anunciou na quarta-feira que um petroleiro iraniano que tentou forçá-lo foi neutralizado com a destruição do leme.</P><br />
<P>Num aparente sinal de evolução no terreno, o porta-aviões francês Charles-De-Gaulle dirige-se para a região do Golfo, segundo Paris, no quadro de uma coligação franco-britânica, formada para garantir a segurança do estreito de Ormuz após um eventual acordo de paz.</P><br />
<P>Na ONU, Washington e os Estados do Golfo prepararam uma resolução no Conselho de Segurança exigindo que Teerão cesse os ataques, revele a localização das minas marítimas e se abstenha de cobrar portagem à navegação no estreito, segundo o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. A votação deverá ocorrer nos próximos dias.</P><br />
<P>Shehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão, que acolheu, a 11 de abril, negociações diretas entre o Irão e os Estados Unidos, disse ter &#8220;boas esperanças&#8221; de que a dinâmica atual conduza a uma paz duradoura.</P><br />
<P>Num outro cenário do conflito, Israel está &#8220;preparado para todos os cenários&#8221; face ao Irão, advertiu o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que sublinhou que o exército do país também está pronto para retomar uma operação &#8220;forte e poderosa&#8221;.</P><br />
<P>Na frente libanesa, Netanyahu afirmou na quarta-feira à noite que o exército tinha alvejado um comandante de alto escalão do Hezbollah em Beirute.</P><br />
<P>Uma fonte próximo do grupo pró-iraniano confirmou à agência de notícias France-Presse que um dirigente do Hezbollah foi morto no ataque &#8212; o primeiro nos subúrbios a sul da capital desde o cessar-fogo de 17 de abril.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde libanês registou 11 mortos no sul e no leste do país na quarta-feira, em resultado de bombardeamentos israelitas, apesar da trégua imposta pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>O exército israelita anunciou a interceção de um &#8220;alvo aéreo suspeito&#8221; proveniente do Líbano após o disparo de sirenes no norte do país na noite de quarta-feira para quinta-feira.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-considera-acordo-muito-possivel-e-mercados-reagem-em-forte-alta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759350]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pyongyang sublinha que nenhuma pressão fará com que deixe de ter armas nucleares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pyongyang-sublinha-que-nenhuma-pressao-fara-com-que-deixe-de-ter-armas-nucleares/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pyongyang-sublinha-que-nenhuma-pressao-fara-com-que-deixe-de-ter-armas-nucleares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 00:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pyongyang-sublinha-que-nenhuma-pressao-fara-com-que-deixe-de-ter-armas-nucleares/</guid>

					<description><![CDATA[O embaixador da Coreia do Norte nas Nações Unidas afirmou que o país não está sujeito ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares e nenhuma pressão externa irá alterar o estatuto de Estado detentor de armas nucleares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O embaixador da Coreia do Norte nas Nações Unidas afirmou que o país não está sujeito ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares e nenhuma pressão externa irá alterar o estatuto de Estado detentor de armas nucleares.</P><br />
<P>Pyongyang retirou-se do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares em 2003, e desde então realizou seis testes nucleares, violando múltiplas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Estima-se que tenha na sua posse dezenas de ogivas nucleares.</P><br />
<P>&#8220;Durante a 11.ª Conferência de Revisão do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, atualmente em curso na ONU, os Estados Unidos e alguns países que os seguem questionam, sem qualquer fundamento, o estatuto atual e (&#8230;) os direitos soberanos&#8221; da Coreia do Norte, declarou o embaixador de Pyongyang na ONU, Kim Song, num comunicado divulgado pela KCNA.</P><br />
<P>&#8220;O estatuto da República Popular Democrática da Coreia como Estado dotado de armas nucleares não mudará em função de declarações retóricas externas ou de desejos unilaterais&#8221;, acrescentou o diplomata, citado pela agência de notícias oficial norte-coreana.</P><br />
<P>Kim acrescentou que o estatuto nuclear do país foi &#8220;consagrado na Constituição, que define claramente os princípios de utilização da arma nuclear&#8221;.</P><br />
<P>Pyongyang tem afirmado incessantemente a recusa em renunciar ao arsenal nuclear, qualificando esta trajetória de irreversível e prometendo reforçar as suas capacidades.</P><br />
<P>O país reforçou os laços com a Rússia e apoiou-a no conflito na Ucrânia, enviando tropas e equipamento, recebendo, em troca, assistência tecnológica militar de Moscovo.</P><br />
<P>Os nove Estados detentores de armas nucleares &#8212; Rússia, Estados Unidos, França, Reino Unido, China, Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte &#8212; possuíam 12.241 ogivas nucleares em janeiro de 2025, segundo o Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (Sipri).</P><br />
<P>A quase totalidade destas ogivas nucleares pertence à Rússia e aos Estados Unidos, que, por si só, detêm 90% das armas nucleares mundiais, segundo o Sipri.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pyongyang-sublinha-que-nenhuma-pressao-fara-com-que-deixe-de-ter-armas-nucleares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759349]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 2,65%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-ganhar-265/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-ganhar-265/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 00:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-ganhar-265/</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em forte alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 2,65% para 61.092,69 pontos, na abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em forte alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 2,65% para 61.092,69 pontos, na abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, subia 1,91% para 3.769,96 pontos, às 09:09 locais (01:09 em Lisboa).</P><br />
<P>A bolsa da quarta maior economia do mundo esteve fechada durante os primeiros dias da semana, devido às celebrações da Semana Dourada, que inclui quatro feriados nacionais e este ano se prolongou entre 29 de abril 06 de maio. </P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-ganhar-265/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759348]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
