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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 03:03:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Província chinesa de Zhejiang retira mais de 10.000 pessoas devido ao tufão Dolphin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 03:03:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A província chinesa de Zhejiang (leste) retirou preventivamente mais de 10.000 habitantes de algumas das suas ilhas devido à aproximação do tufão Dolphin, que se dirige para o mar do Leste da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A província chinesa de Zhejiang (leste) retirou preventivamente mais de 10.000 habitantes de algumas das suas ilhas devido à aproximação do tufão Dolphin, que se dirige para o mar do Leste da China.</P><br />
<P>O Dolphin, o 13.º tufão da temporada segundo a classificação chinesa, encontrava-se às 05:00 locais de hoje (22:00 de quarta-feira em Lisboa) a cerca de 1.360 quilómetros a leste da cidade costeira de Wenzhou, com ventos máximos de 42 metros por segundo, informou o Centro Meteorológico Nacional.</P><br />
<P>O organismo prevê que o sistema, classificado como tufão forte, avance para oeste a uma velocidade entre 15 e 20 quilómetros por hora, mantendo uma intensidade estável ou ligeiramente superior.</P><br />
<P>Segundo a previsão oficial, o Dolphin atravessará na sexta-feira as ilhas Ryukyu e entrará depois no mar do Leste da China, aproximando-se gradualmente da costa da China.</P><br />
<P>A evolução surge após as autoridades chinesas terem delineado esta semana duas possíveis trajetórias: uma chegada à costa entre as províncias de Zhejiang e Fujian, no sudeste do país, por volta da próxima segunda-feira, ainda como tufão ou tufão forte, ou uma mudança de direção para norte, com um eventual impacto já enfraquecido entre o estuário do rio Yangtsé e a península de Shandong.</P><br />
<P>Zhejiang ativou na noite de quarta-feira um alerta de nível três para tufões nas águas costeiras da província.</P><br />
<P>As autoridades retiraram mais de 10.000 pessoas das ilhas, enquanto várias ligações marítimas da província deverão ser suspensas a partir de hoje devido ao vento, informou na quarta-feira à noite a televisão estatal CCTV.</P><br />
<P>Na província de Cantão, no sudeste da China, a Administração Marítima anunciou controlos ao tráfego de navios a partir da tarde de hoje para as embarcações que naveguem para norte pela entrada sul do estreito de Taiwan.</P><br />
<P>O Dolphin chega num verão marcado na China por tufões, chuvas torrenciais, cheias e deslizamentos de terras, que já provocaram dezenas de mortos e a retirada preventiva de centenas de milhares de pessoas em várias províncias.</P><br />
<P>Os ministérios chineses das Finanças e da Gestão de Emergências atribuíram na quarta-feira 330 milhões de yuan (cerca de 42,3 milhões de euros) do fundo central de auxílio a catástrofes naturais a oito regiões afetadas por inundações: Heilongjiang, Liaoning e Jilin, no nordeste, Chongqing, Sichuan, Guizhou e Yunnan, no sudoeste, e Shaanxi, no noroeste do país.</P><br />
<P>As verbas destinam-se a operações de busca e salvamento, retirada e reinstalação de desalojados, resposta de emergência, eliminação de riscos, prevenção de desastres secundários e reparação de habitações danificadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798119]]></sapo:autor>
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		<title>Meta entra em mercado da programação IA dominado pela Anthropic e OpenAI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 02:20:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Meta lançou esta quarta-feira o Muse Code, uma ferramenta de inteligência artificial (IA) capaz de programação de forma autónoma, entrando assim no segmento mais lucrativo da IA generativa, dominado pela Anthropic e pela OpenAI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Meta lançou esta quarta-feira o Muse Code, uma ferramenta de inteligência artificial (IA) capaz de programação de forma autónoma, entrando assim no segmento mais lucrativo da IA generativa, dominado pela Anthropic e pela OpenAI.</P><br />
<P>A assistência à programação é hoje o principal mercado onde a IA gera receitas concretas, para lá dos modelos de linguagem como o ChatGPT ou o Gemini.</P><br />
<P>A Microsoft foi a pioneira com o GitHub Copilot, antes do surgimento de uma nova geração de ferramentas ditas &#8220;agênticas&#8221;, capazes de encadear sozinhas várias tarefas complexas: o Claude Code na Anthropic, o Codex na OpenAI ou ainda o Cursor, cuja aquisição pela SpaceX, o grupo de Elon Musk, está em fase de finalização.</P><br />
<P>O líder da Meta, Mark Zuckerberg, explicou na sua rede social Threads, que Muse Code não é um simples gerador e corretor de código informático, mas que planeia a realização de um projeto, divide-o em tarefas, escreve o código e verifica o resultado, além de poder delegar tarefas a vários &#8220;subagentes&#8221; a trabalhar em paralelo.</P><br />
<P>A ferramenta, em versão de teste, vai ser faturada por uso e não por subscrição, com tarifas inferiores às da concorrência, numa estratégia assumida para conquistar o mercado.</P><br />
<P>A Meta propõe mesmo, por defeito, uma tarifa cerca de dez vezes inferior aos utilizadores que aceitem partilhar os seus dados de utilização para melhorar os seus produtos.</P><br />
<P>As receitas da gigante das redes sociais, que detém o Facebook, Instagram, e WhatsApp, dependem quase na totalidade da publicidade, procura assim rentabilizar diretamente os seus modelos de IA, sob a pressão de investidores preocupados com a dimensão dos seus gastos.</P><br />
<P>O Muse Code baseia-se na última versão do Muse Spark, o modelo apresentado em abril, primeiro fruto da reformulação completa da IA na Meta, cujos modelos anteriores eram considerados em desvantagem face à concorrência.</P><br />
<P>A meio de 2025, Mark Zuckerberg desembolsou mais de 14 mil milhões de dólares (12,1 mil milhões de euros) para adquirir 49% da Scale AI e colocar o seu líder, Alexandr Wang, à frente de uma nova entidade, a Meta Superintelligence Labs, ao mesmo tempo que contratava a peso de ouro quadros da OpenAI, da Anthropic e da Google.</P><br />
<P>O multimilionário rompeu também nessa altura com a tradição da casa dos modelos abertos de acesso livre e gratuito, defendida pelo investigador francês Yann LeCun, que deixou o grupo no final de 2025 para criar a própria &#8216;startup&#8217;.</P><br />
<P>Os controlos de segurança de inteligência artificial (IA) que o Governo dos Estados Unidos pretende aplicar irão visar os modelos fechados da OpenAI, Google e Anthropic, poupando os modelos abertos da Meta ou da chinesa DeepSeek, noticiaram esta semana &#8216;media&#8217; norte-americanos.</P><br />
<P>Os modelos fechados de IA permanecem alojados nos servidores do seu criador, que mantém o controlo sobre o seu uso sem revelar a programação. Pelo contrário, o utilizador de um modelo aberto de IA pode descarregá-lo e modificá-lo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798117]]></sapo:autor>
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		<title>Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra do Brasil doa medicamentos a Cuba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 02:15:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Brasil entregou uma doação de mais de sete toneladas de medicamentos ao hospital Hermanos Ameijeiras, em Havana, para atenuar a escassez de material médico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Brasil entregou uma doação de mais de sete toneladas de medicamentos ao hospital Hermanos Ameijeiras, em Havana, para atenuar a escassez de material médico.</P><br />
<P>A remessa, que inclui antibióticos, foi entregue na quarta-feira e vai ser distribuída por várias instituições do sistema de saúde da ilha, informou a Agência Cubana de Notícias (ACN).</P><br />
<P>&#8220;É uma ajuda muito significativa neste momento&#8221;, afirmou o subdiretor do centro hospitalar de Havana, Reynaldo Denis de Armas, que, ao receber o apoio, agradeceu a contribuição para a continuidade dos serviços de assistência.</P><br />
<P>A entrega foi efetuada pelo diretor nacional do MST brasileiro, Gene Santos, e pelo representante desse movimento em Cuba, Marcelo Durao, juntamente com outros membros da organização.</P><br />
<P>Santos afirmou que, para o MST, é &#8220;uma honra&#8221; acompanhar o povo cubano e contribuir para o sistema de saúde do país, deixando críticas ao bloqueio económico, comercial e financeiro que o Governo dos Estados Unidos impõe à ilha.</P><br />
<P>Da mesma forma, o ativista Durao afirmou que &#8220;esta não é a última doação, nem a próxima será a última&#8221;.</P><br />
<P>A doação faz parte da campanha &#8220;Ajuda a Cuba&#8221;, lançada pela organização brasileira em 2025 para angariar fundos que permitam enviar medicamentos para a ilha, em colaboração com o Ministério da Saúde Pública (Minsap) cubano.</P><br />
<P>A iniciativa do MST mobilizou doadores de todas as regiões do Brasil, incluindo trabalhadores rurais e urbanos, estudantes, professores, profissionais de saúde, ativistas e cidadãos comuns.</P><br />
<P>Anteriormente, o MST enviou para Cuba 4,6 toneladas de medicamentos e material médico para apoiar a recuperação das províncias orientais afetadas pela passagem do furacão Melissa no final de 2025, e essa remessa incluiu também recursos destinados ao Instituto de Endocrinologia e ao hospital ortopédico Frank País, em Havana.</P><br />
<P>Esta ação junta-se a outras, como a da organização não-governamental espanhola Open Arms, que, em julho, enviou sete toneladas de ajuda humanitária destinadas a um hospital pediátrico em Havana, e ao Convoy Nuestra América, flotilha que transportou 14 toneladas de alimentos, medicamentos e painéis solares para aliviar a grave crise energética e o impacto do embargo norte-americano na ilha.</P><br />
<P>Cuba atravessa uma profunda crise energética desde meados de 2024, agravada desde janeiro pelo cerco petrolífero imposto pelos EUA e pelas sanções adicionais, que agravaram a crise económica que assola a ilha há seis anos.</P><br />
<P>A economia estatal está praticamente paralisada e estima-se que venha a contrair-se este ano pelo menos 6,5%, após uma queda acumulada de mais de 15% nos cinco anos anteriores. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798116]]></sapo:autor>
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		<title>ONG exige libertação de 40 estrangeiros presos por motivos políticos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:55:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A organização não governamental venezuelana Foro Penal (FP) denunciou esta quarta-feira que 40 cidadãos com nacionalidade estrangeira continuam presos por motivos políticos na Venezuela, exigindo que sejam libertados de imediato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização não governamental venezuelana Foro Penal (FP) denunciou esta quarta-feira que 40 cidadãos com nacionalidade estrangeira continuam presos por motivos políticos na Venezuela, exigindo que sejam libertados de imediato.</P><br />
<P>&#8220;A 03 de agosto de 2026, registávamos 40 pessoas com nacionalidade estrangeira privadas de liberdade por motivos políticos na Venezuela&#8221;, afirmou a FP na sua conta da X.</P><br />
<P>Na mesma rede social a FP diz ainda exigir &#8220;que sejam imediatamente libertados e o pleno respeito pelos seus direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Chega de usar os presos políticos estrangeiros como moeda de troca&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Segundo a ONG, o maior número de estrangeiros detidos é de cidadãos da vizinha Colômbia (11) e o mesmo número de de cidadãos com dupla nacionalidade colombiana e venezuelana.</P><br />
<P>Entre os cidadãos com dupla nacionalidade, segundo a FP, e sem precisar se são do sexo masculino ou feminino, estão também detidos cinco cidadãos hispano-venezuelanos, cinco italo-venezuelanos, um luso-venezuelano, um chileno-venezuelano, e um cipriota-venezuelano, além de cidadãos da Argentina, Cuba, Guiana, Líbano, e de Trindade e Tobago.</P><br />
<P>Segundo informação obtida pela Lusa junto a fontes da comunidade lusófona local, na Venezuela estão detidos pelo menos três cidadãos portugueses e lusodescendentes por razões políticas.</P><br />
<P>Em abril, fonte oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, disse à Lusa, que Manuel Menezes, um dos quatro presos de nacionalidade portuguesa que estavam presos na Venezuela, passou a regime de prisão domiciliária deixando de estar em estabelecimento prisional.</P><br />
<P>A mesma fonte indicou que a embaixada portuguesa em Caracas tem estado a acompanhar de perto esta situação, continuando a trabalhar para a libertação de todos os portugueses presos por razões políticas.</P><br />
<P>Segundo o Fórum Penal em 03 de agosto de 2026 estavam detidas 382 pessoas por motivos políticos na Venezuela, 356 homens e 26 mulheres. Do total de detidos, 222 são civis e 160 militares, todos adultos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798115]]></sapo:autor>
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		<title>Erupção de vulcão do Fogo na Guatemala chega ao fim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:44:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A erupção do vulcão do Fogo, na Guatemala, que obrigou à retirada de mais de 1.700 pessoas, chegou ao fim na quarta-feira após 50 horas de atividade, confirmou o Instituto Nacional de Vulcanologia do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A erupção do vulcão do Fogo, na Guatemala, que obrigou à retirada de mais de 1.700 pessoas, chegou ao fim na quarta-feira após 50 horas de atividade, confirmou o Instituto Nacional de Vulcanologia do país. </P><br />
<P>Com o regresso do vulcão aos níveis normais de atividade, após uma erupção que começou na manhã de segunda-feira, as autoridades guatemaltecas deram luz verde para o regresso seguro às casas dos habitantes de 18 comunidades.</P><br />
<P>No entanto, a Coordenação Nacional para a Redução de Desastres (CONRED) alertou para a necessidade de manter a cautela, uma vez que a precipitação provocada por uma onda tropical vinda de leste pode desencadear fluxos de lama vulcânica e rochas potencialmente fatais, conhecidos como lahares. </P><br />
<P>Além disso, persistem ameaças relacionadas com a dispersão de cinzas, o que levou a agência a recomendar precauções acrescidas para o tráfego aéreo.</P><br />
<P>A responsável da CONRED, Claudinne Ogaldes, confirmou numa conferência de imprensa que, perante a diminuição visível da atividade eruptiva, o regresso dos residentes era &#8220;seguro&#8221;. Algumas famílias que se encontravam em abrigos temporários já tinham começado a voltar voluntariamente às suas habitações antes do anúncio oficial.</P><br />
<P>Durante o pico da erupção, na madrugada de terça-feira, o Fogo expeliu torrentes de lava e colunas de gás e cinzas que atingiram centenas de metros de altura, desencadeando alertas vermelhos, a interrupção do tráfego numa estrada principal e a suspensão das aulas em três regiões. Não foram registadas vítimas nem danos materiais.</P><br />
<P>O vulcão do Fogo, um dos mais ativos da América Central, eleva-se a 3.763 metros de altitude e situa-se a cerca de 35 quilómetros da capital da Guatemala, na fronteira entre as regiões de Escuintla, Chimaltenango e Sacatepéquez.</P><br />
<P>O histórico do vulcão justifica os receios. Em junho de 2025, cerca de 800 pessoas já tinham sido preventivamente retiradas devido a erupções. </P><br />
<P>O evento mais devastador ocorreu a 03 de junho de 2018, quando uma erupção violenta gerou fluxos de lava que arrasaram uma comunidade inteira, provocando 215 mortos, quase duas centenas de desaparecidos e afetando cerca de 1,7 milhões de pessoas.</P><br />
<P></P><br />
<P>NCM // CAD</P><br />
<P>Lua/Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798114]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Região na Bolívia pede intervenção militar do Governo após &#8220;vaga de violência extrema&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:16:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo de Santa Cruz (leste), região mais povoada da Bolívia, pediu às autoridades que acione uma "intervenção militar conjunta" perante uma "vaga de violência extrema", após vários homicídios, emboscadas a polícias e uma recente fuga de reclusos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Santa Cruz (leste), região mais povoada da Bolívia, pediu às autoridades que acione uma &#8220;intervenção militar conjunta&#8221; perante uma &#8220;vaga de violência extrema&#8221;, após vários homicídios, emboscadas a polícias e uma recente fuga de reclusos.</P><br />
<P>O secretário de Segurança Cidadã do Governo Regional de Santa Cruz, Jorge Santistevan, disse na quarta-feira aos meios de comunicação que estes recentes acontecimentos &#8220;revelam a presença de organizações criminosas com elevadas capacidades que estão acima das forças da ordem e do próprio Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É nosso dever convocar e recomendar ao Governo nacional que, perante a vigência do Estado de exceção, aplique (&#8230;) a imediata intervenção militar conjunta, o apoio às forças da ordem para combater e desarticular, se necessário, grupos criminosos de grande escala&#8221;, afirmou Santistevan.</P><br />
<P>O governante pediu que o Governo nacional que autorize a força militar a &#8220;fazer uso das suas armas de regulamento isenta de responsabilidade criminal para uma intervenção eficaz e não decorativa ou dissimulada&#8221;.</P><br />
<P>Para Santistevan, estes acontecimentos &#8220;não são isolados&#8221; e não comprometem apenas &#8220;uma população ou o departamento de Santa Cruz, mas são ações que comprometem&#8221; todo o país.</P><br />
<P>O pedido surge horas após o homicídio de um cidadão estrangeiro em pleno centro da cidade de Santa Cruz, contra quem dois alegados criminosos dispararam várias vezes, segundo a imprensa local.</P><br />
<P>Dois reclusos brasileiros escaparam do estabelecimento prisional de Palmasola, o mais povoado e considerado o mais conflituoso do país, situado em Santa Cruz, aproveitando um corte de energia num dos pavilhões.</P><br />
<P>A Polícia publicou nas redes sociais os retratos de Alex Heleno Da Silva, detido por homicídio, e de Junior Da Silva Fernando, que cumpria pena por uma acusação de alegado tráfico de armas, e ativou um plano de &#8220;busca e recaptura&#8221;.</P><br />
<P>No fim de semana, um cidadão brasileiro também foi morto a tiro no município de San Ignacio de Velasco, em Santa Cruz, e a Polícia acredita que se tratou de um ajuste de contas.</P><br />
<P>A estes acontecimentos soma-se o homicídio de quatro pessoas por parte de um grupo de criminosos que, na quarta-feira, invadiu uma herdade na localidade de San Matías, fronteiriça com o Brasil.</P><br />
<P>Um dia depois, um grupo de pessoas armadas emboscou agentes de investigação que se dirigiam a San Matías para investigar o incidente na herdade. Um dos polícias foi baleado mortalmente e os atacantes levaram o corpo do agente, abandonando-o mais tarde numa pista clandestina.</P><br />
<P>O Governo de Paz assegurou que os acontecimentos em San Matías estão vinculados às organizações criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), que mantêm uma disputa pelas rotas do narcotráfico na fronteira da Bolívia com o Brasil, o que gerou uma vaga de violência nessa zona.</P><br />
<P>Desde a tomada de posse, em novembro do ano passado, do Governo do Presidente de centro-direita, Rodrigo Paz, 17 chefes de organizações criminosas internacionais foram detidos e posteriormente expulsos do país.</P><br />
<P>O Ministério do Interior boliviano anunciou que a Polícia Federal do Brasil abrirá brevemente uma delegação permanente na Bolívia para reforçar o combate às organizações criminosas e facilitar a troca de informação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798113]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Famílias realizam vigília há sete meses para pedir a libertação de presos políticos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:13:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Familiares de presos políticos venzuelanos estão há sete meses a realizar uma vigília permanente junto da prisão de El Rodeo I, a 50 quilómetros a leste de Caracas, para reclamar pelas detenções e pedir que sejam libertados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Familiares de presos políticos venzuelanos estão há sete meses a realizar uma vigília permanente junto da prisão de El Rodeo I, a 50 quilómetros a leste de Caracas, para reclamar pelas detenções e pedir que sejam libertados.</P><br />
<P>A vigília, segundo o Comité pela Libertação dos Presos Políticos (Clippve), começou a 08 de janeiro de 2026 e rapidamente se converteu num espaço de solidariedade e resistência pacífica que se estendeu a outras prisões venezuelanas como Guaicaipuro, Ramo Verde, Tocorón e Tocuyito, entre outras.</P><br />
<P>Com velas que acesas desenham em número a contagem dos dias em vigília, e com cartazes e jornadas de oração, os familiares tentam dar visibilidade às centenas de casos de presos políticos. Este protesto também se fez sentir junto da Embaixada dos Estados Unidos em Caracas, onde, desde junho último, têm sido submetidas cartas solicitando a intervenção norte-americana pela libertação dos detidos.</P><br />
<P>Representantes do Clippve têm denunciado a jornalistas que apesar de as detenções arbitrárias terem acontecido desde há meses, em alguns casos desde há anos, o duplo sismo de 24 de junho de 2024 revelou a ausência de protocolos de evacuação, a falta de informação verificável sobre as pessoas detidas e a necessidade de avaliações técnicas, independentes, dos centros prisionais.</P><br />
<P>Os familiares exigem que o Estado venezuelano implemente medidas eficazes para proteger a vida, a saúde e integridade dos presos políticos e também a implementação de protocolos de emergência.</P><br />
<P>Pedem também que seja autorizado o acesso de organismos internacionais especializados aos centros de detenção, e que haja garantia de verdade, justiça e responsabilização, face a alegadas detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados, mortes sob custódia e outras violações dos direitos humanos.</P><br />
<P>&#8220;Quando as suas vidas estão em risco sob custódia do Estado, a liberdade também é uma medida humanitária de proteção&#8221;, afirma o Clippve na campanha &#8216;A liberdade também salva-vidas&#8217;, que propõe a liberdade como resposta humanitária perante situações em que, afirma, &#8220;a vida e integridade estão em risco&#8221;.</P><br />
<P>Para assinalar os sete meses de vigília, a ONG Programa Venezuelano de Educação e Ação em Direitos Humanos (PROVEA), convocou para 07 de agosto, uma concentração frente ao Ministério de Relações Exteriores, que terá ainda como motivo exigir que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e outros organismos possam verificar a situação dos presos políticos.</P><br />
<P>Segundo a Provea, &#8220;a crise dos direitos humanos que afeta a Venezuela agravou-se na sequência do duplo sismo de 24 de junho, com famílias que continuam sem resposta por parte do Estado e com pessoas privadas de liberdade em condições que ninguém conseguiu verificar de forma independente&#8221;.</P><br />
<P>Dados divulgado pela ONG Fórum Penal dão conta que em 03 de agosto de 2026 estavam detidas 382 pessoas por motivos políticos na Venezuela, 356 homens e 26 mulheres. Do total de detidos, 222 são civis e 160 militares, todos adultos. Entre os detidos encontram-se 40 cidadãos com nacionalidade estrangeira.</P></p>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 1,31%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 00:22:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Bolsa de Tóquio abriu hoje a perder, com o principal índice, o Nikkei, a cair 1,31% para os 65.434,58 pontos na abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bolsa de Tóquio abriu hoje a perder, com o principal índice, o Nikkei, a cair 1,31% para os 65.434,58 pontos na abertura da sessão.</P><br />
<P>Por outro lado, o segundo indicador, o Topix, subiu 0,23% para 4,055.49 pontos, às 09:18 locais (01:18 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ex-primeira-ministra Hasina anuncia regresso ao Bangladesh em dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:55:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ex-primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, exilada na Índia, revelou que vai regressar ao seu país em dezembro, mesmo que isso signifique ser presa, defendendo que "o medo não pode ditar o seu "dever para com o povo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, exilada na Índia, revelou que vai regressar ao seu país em dezembro, mesmo que isso signifique ser presa, defendendo que &#8220;o medo não pode ditar o seu &#8220;dever para com o povo&#8221;.</P><br />
<P>Hasina, de 78 anos, transmitiu a sua decisão num mensagem de áudio divulgada na quarta-feira pelos meios de comunicação social indianos no segundo aniversário da queda do seu regime, em 05 de agosto de 2024, por uma revolta estudantil.</P><br />
<P>&#8220;Não posso ficar de braços cruzados enquanto os meus queridos compatriotas sofrem&#8221;, acrescentou a antiga líder, condenada à morte no Bangladesh pela violenta repressão da revolta que levou à sua queda em 2024.</P><br />
<P>No poder desde 2009, Hasina fugiu do seu palácio na capital, Daca, para escapar às multidões enfurecidas que protestavam contra o seu governo.</P><br />
<P>Segundo as Nações Unidas, pelo menos 1.400 pessoas, a maioria manifestantes, foram mortas na repressão dos protestos.</P><br />
<P>Em novembro, Hasina foi considerada por um tribunal de Daca culpada de crimes contra a humanidade e condenada, à revelia, à morte por enforcamento, por ter ordenado à polícia que abrisse fogo.</P><br />
<P>Daca solicitou formalmente a extradição de Hasina, um pedido que Nova Deli afirmou estar &#8220;em análise&#8221;.</P><br />
<P>Hasina declarou que deseja regressar ao Bangladesh em dezembro, mês que marca a independência do país, em 1971.</P><br />
<P>As suas declarações provocaram indignação em Daca, onde os manifestantes queimaram uma imagem da antiga governante.</P><br />
<P>Dezenas de milhares de pessoas acompanharam as suas declarações, que foram transmitidas &#8216;online&#8217;.</P><br />
<P>As autoridades do Bangladesh proibiram os meios de comunicação locais de transmitir o seu discurso.</P><br />
<P>No final de julho, numa entrevista escrita à agência France-Presse (AFP), Hasina já tinha afirmado a sua determinação em regressar ao país antes do final do ano, apesar dos riscos para a sua vida.</P><br />
<P>&#8220;Estou plenamente consciente do meu destino&#8221;, insistiu no e-mail enviado à AFP.</P><br />
<P>O governo do Bangladesh garantiu que a ex-líder terá direito a um julgamento justo em todos os processos contra si, caso decida regressar.</P><br />
<P>As organizações de defesa dos direitos humanos acusaram o regime de Hasina de abusos como o assassínio de rivais, a repressão dos partidos da oposição, a manipulação dos tribunais e eleições viciadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798110]]></sapo:autor>
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		<title>Helicóptero de Trump e avião comercial aproximaram-se demasiado em Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:47:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um helicóptero que transportava o Presidente norte-americano Donald Trump aproximou-se demasiado de um avião comercial na terça-feira em Washington, incidente sob investigação do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um helicóptero que transportava o Presidente norte-americano Donald Trump aproximou-se demasiado de um avião comercial na terça-feira em Washington, incidente sob investigação do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).</P><br />
<P>&#8220;O NTSB está a investigar um alegado incidente de perda de separação entre o helicóptero Marine One e um avião comercial que descolou do Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington, D.C.&#8221;, indicou a agência na rede social Facebook na quarta-feira, sem fornecer mais detalhes.</P><br />
<P>Kush Desai, porta-voz da Casa Branca, declarou em comunicado que os voos do Marine One eram pilotados por alguns dos melhores pilotos do mundo e que &#8220;o Presidente nunca esteve em perigo&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) explicou que, segundo a sua análise preliminar de segurança, houve uma perda momentânea de separação, após a qual cada aeronave continuou a afastar-se da outra.</P><br />
<P>&#8220;O controlador de tráfego aéreo manteve contacto com o piloto do avião comercial e com o piloto do helicóptero Marine One durante esta perda de separação&#8221;, referiu ainda a FAA, garantindo também que Trump esteve sempre em segurança.</P><br />
<P>O organismo regulador especificou que continuará a investigar as circunstâncias do incidente e que implementará todas as medidas corretivas adequadas, com base nas suas conclusões.</P><br />
<P>Segundo o Wall Street Journal, as medidas de segurança nestas circunstâncias exigem uma separação de pelo menos 2,4 km na horizontal e 150 metros na vertical.</P><br />
<P>O jornal, indicando que o incidente ocorreu por volta das 14:30 de terça-feira (19:30 de terça-feira em Lisboa), especificou que o Embraer E-170 da American Airlines, operado pela sua subsidiária Envoy Air, em descolagem, aproximou-se do helicóptero, que seguia para a Base Aérea de Andrews, onde o Presidente embarcou para a Califórnia no avião presidencial.</P><br />
<P>A FAA reforçou drasticamente as medidas de segurança em torno do Aeroporto Ronald Reagan desde a colisão entre um avião comercial em aproximação e um helicóptero Black Hawk do Exército, que matou 67 pessoas em janeiro de 2025.</P></p>
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		<item>
		<title>Trump oferece recompensa de 22 ME por alegado lider do mais poderoso cartel do México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:39:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Estado norte-americano ofereceu uma recompensa de 25 milhões de dólares (21,6 milhões de euros) em troca de informações sobre o procurado Juan Carlos González, cidadão dos Estados Unidos e alegado líder do cartel mais poderoso do México.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento de Estado norte-americano ofereceu uma recompensa de 25 milhões de dólares (21,6 milhões de euros) em troca de informações sobre o procurado Juan Carlos González, cidadão dos Estados Unidos e alegado líder do cartel mais poderoso do México. </P><br />
<P>A recompensa por González foi aumentada de 5 milhões para 25 milhões de dólares e, no total, o executivo de Donald Trump ofereceu 100 milhões de dólares por informações sobre vários líderes do Cartel Jalisco Nueva Generación, ou CJNG, e restringiu os vistos de familiares e parceiros de membros daquele grupo do crime organizado.</P><br />
<P>O Departamento de Estado afirmou na quarta-feira que a medida visa &#8220;paralisar a liderança da organização&#8221;, cujo alegado chefe é González (&#8220;Pelón&#8221;).</P><br />
<P>Trump também tem intensificado a pressão sobre o México e outras nações da América Latina para prosseguir a sua agenda de segurança.</P><br />
<P>O CJNG está entre os oito cartéis mexicanos designados como organização terrorista estrangeira. </P><br />
<P>O grupo sofreu um duro golpe em fevereiro, quando o líder Nemesio Rubén Oseguera Cervantes (&#8220;El Mencho&#8221;) foi morto pelo exército mexicano. </P><br />
<P>Os Estados Unidos deram informações para a operação, que resultou num surto de violência no estado de Jalisco. </P><br />
<P>González, enteado de Oseguera Cervantes e cidadão do México e dos Estados Unidos, é apontado como novo líder do cartel, que está envolvido em todo o tipo de atividades, desde a produção de abacate até ao tráfico de drogas. </P><br />
<P>O executivo Trump impôs recentemente sanções a 50 indivíduos e empresas ligadas ao cartel, incluindo González, congelando ativos e bloqueando transações financeiras com os citados.</P><br />
<P>O cartel é considerado o maior do México, com presença em 21 dos 32 estados. As suas operações também se estenderam a vários países, incluindo aos Estados Unidos. </P><br />
<P>A administração Trump aumentou a pressão sobre o governo da Presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, para combater os cartéis de forma mais intensa, chegando a ameaçar com uma ação militar contra os grupos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798108]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela: Opositora Dinorah Figuera regressa a Caracas para diálogo com regime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:29:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ex-deputada venezuelana da oposição Dinorah Figuera, que defende a continuidade da Assembleia Nacional (AN) eleita em 2015, regressou quarta-feira ao país para continuar o diálogo iniciado com o regime chavista com apoio dos Estados Unidos, noticiou a agência EFE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-deputada venezuelana da oposição Dinorah Figuera, que defende a continuidade da Assembleia Nacional (AN) eleita em 2015, regressou quarta-feira ao país para continuar o diálogo iniciado com o regime chavista com apoio dos Estados Unidos, noticiou a agência EFE.  </P><br />
<P>A opositora chegou ao Aeroporto Internacional General José Antonio Anzoátegui, no leste do país, vinda de Espanha e acompanhada de uma comissão de ex-deputados da AN de 2015, e espera-se que esteja nas próximas horas na capital, Caracas, disse à EFE fonte próxima de Figuera.  </P><br />
<P>Após a sua chegada, Figuera reiterou à imprensa local que a agenda de trabalho dos próximos dias estará focada na resposta às consequências dos sismos de 24 de junho, que deixaram mais de 6.000 mortos, 16.740 feridos e quase 18.000 desalojados.  </P><br />
<P>&#8220;Isto vai ter uma agenda prioritária que significará o reconhecimento da zona, o impacto desta tragédia, como as vítimas desta situação serão acompanhadas e o que estamos comprometidos a proporcionar&#8221;, afirmou Figuera ao El Diario. </P><br />
<P>A ex-deputada informou também que a comissão irá abordar questões como a recomposição do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), para o tornar &#8220;credível e fiável&#8221;, a institucionalização do Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) e a &#8220;garantia de direitos políticos e civis&#8221;.</P><br />
<P>Figuera disse ainda ao canal de televisão privado Televen que este processo levará tempo e decorrerá &#8220;até dezembro de 2026&#8221;, quando &#8220;todo o produto&#8221; da obra será &#8220;formalmente apresentado&#8221;, e agradeceu ao chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, o apoio na elaboração da agenda de trabalho. </P><br />
<P>O Departamento de Estado norte-americano confiou a Figuera a tarefa de dialogar com o regime chavista num contexto de transição no país, após a captura do ex-líder Nicolás Maduro em janeiro passado por tropas norte-americanas em Caracas. </P><br />
<P>Desde então, Delcy Rodríguez exerce o cargo de Presidente interina do país. </P><br />
<P>Este novo diálogo começou no sábado, com uma chamada telefónica entre Figuera e o presidente do Parlamento e principal negociador do Governo, Jorge Rodriguez, irmão da presidente interina. </P><br />
<P>O processo não conta com a participação dos líderes da oposição María Corina Machado e Edmundo González Urrutia (ex-candidato presidencial), que disseram esperar que esta aproximação conduza a eleições presidenciais.  </P><br />
<P>A acompanhar Figuera estão os ex-deputados da oposição Marco Aurelio Quiñones, Ramón López, Jorge Millán, Juan Miguel Matheus e Sergio Vergara, enquanto pelo Governo estão Rodríguez, a ministra da Educação Universitária, Ana María Sanjuán; o primeiro vice-presidente do Parlamento, Pedro Infante; e os deputados América Pérez, Génesis Garvett e Jorge Arreaza. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798107]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Detido no campo de golfe de Trump na Califórnia acusado de posse ilegal de arma</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:18:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-militar detido no domingo no estado norte-americano da Califórnia num campo de golfe propriedade de Donald Trump, dois dias antes da visita do Presidente, está acusado de posse ilegal de arma de fogo, revelaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-militar detido no domingo no estado norte-americano da Califórnia num campo de golfe propriedade de Donald Trump, dois dias antes da visita do Presidente, está acusado de posse ilegal de arma de fogo, revelaram as autoridades.</P><br />
<P>O suspeito, Jeanine John Taele, deveria ter sido presente quarta-feira a um juiz federal em Los Angeles, para decidir se podia ou não ser libertado sob fiança, mas o Departamento de Justiça anunciou que a audiência tinha sido adiada por tempo indeterminado.</P><br />
<P>Nesta fase, o suspeito está a ser acusado de posse de uma espingarda de cano curto não registada, um crime punível com até 10 anos de prisão.</P><br />
<P>Além das acusações federais, é também acusado pelas autoridades da Califórnia de múltiplas violações das leis sobre armas.</P><br />
<P>&#8220;Embora ainda estejamos a investigar os motivos deste indivíduo, estamos aliviados por ele ter sido detido antes da visita do Presidente&#8221;, realçou o procurador federal Bill Essayli num comunicado.</P><br />
<P>As autoridades não apresentaram ainda qualquer prova de que Taele tivesse como alvo o chefe de Estado, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Mas &#8220;não há margem para erros, especialmente tendo em conta as tentativas de assassinato anteriores contra o Presidente Trump&#8221;, insistiu Patrick Gandy, vice-diretor do gabinete do FBI (polícia federal) em Los Angeles, prometendo uma &#8220;investigação minuciosa&#8221;.</P><br />
<P>O suspeito, de 38 anos, é um veterano do Exército e antigo membro do Corpo de Fuzileiros Navais que esteve destacado no Iraque e no Afeganistão entre 2008 e 2010 e recebeu várias medalhas, segundo órgãos de comunicação social norte-americanos.</P><br />
<P>Taele suscitou suspeitas pela primeira vez na sexta-feira, no campo de golfe Rancho Palos Verdes, de acordo com a acusação.</P><br />
<P>Foi visto a usar um auricular e a tirar fotografias e a gravar vídeos das atividades de planeamento de segurança realizadas por agentes federais antes da visita presidencial.</P><br />
<P>No domingo, voltou a ser visto no campo de golfe, o que levou à sua detenção.</P><br />
<P>Durante a detenção, os agentes encontraram nas suas calças um carregador com munições e no seu carro uma pistola de 9mm carregada, bem como binóculos e um distintivo de agente de segurança.</P><br />
<P>O suspeito alegou inicialmente estar numa missão de segurança para o Departamento de Estado. Após investigação, descobriu-se que era procurado por furto.</P><br />
<P>Foi então realizada uma busca, pelo xerife e pela unidade antiterrorismo do FBI, à casa do suspeito em Downey, um subúrbio de Los Angeles.</P><br />
<P>Na habitação, foi descoberta uma espingarda de assalto, uma pistola, um colete à prova de balas, carregadores de alta capacidade, munições, dois rádios e &#8220;vários cadernos contendo declarações perturbadoras&#8221;.</P><br />
<P>O jantar oferecido na noite de terça-feira por Donald Trump no seu campo de golfe, para angariar fundos para o Partido Republicano antes das eleições intercalares, decorreu sem incidentes.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798103]]></sapo:autor>
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		<title>EUA mantêm alerta máximo de incêndio e combate a 94 grandes fogos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos mantêm o nível máximo de prontidão para incêndios florestais, enquanto os bombeiros lutam para conter pelo menos 94 grandes fogos em todo o país, que já forçaram a retirada de milhares de pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos mantêm o nível máximo de prontidão para incêndios florestais, enquanto os bombeiros lutam para conter pelo menos 94 grandes fogos em todo o país, que já forçaram a retirada de milhares de pessoas.</P><br />
<P>O Centro Nacional Interagências de Incêndios (NIFC, na sigla em inglês) manteve na quarta-feira o nível 5, o mais elevado, na sua alocação de recursos para o combate a incêndios, declarado no mês passado, com poucas tréguas nos fogos.</P><br />
<P>As condições meteorológicas não melhoraram em agosto e a perspetiva não é promissora. Na terça-feira, foram reportados 97 novos incêndios em todo o país, incluindo três de grandes dimensões.</P><br />
<P>De acordo com os dados do NIFC, os bombeiros trabalham atualmente para conter 94 grandes incêndios florestais ativos em todo o país, com mais de 28.700 pessoas mobilizadas para estes esforços.</P><br />
<P>Este ano, os bombeiros responderam a 45.184 incêndios florestais, o número mais elevado numa só temporada nos últimos dez anos. Quase 2,1 milhões de hectares arderam nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O noroeste do país continua a sofrer com a atividade de incêndios florestais mais intensa, com 49 grandes focos ativos nos estados de Washington e Oregon.</P><br />
<P>Em Washington, o incêndio de Sinlahekin cresceu para mais de 47.348 hectares numa área muito próxima da fronteira com o Canadá, enquanto o incêndio de Little Giant ultrapassou os 28.327 hectares em redor do Lago Chelan, o terceiro mais profundo do país. </P><br />
<P>Ambos os incêndios apresentam um comportamento extremo, observou o NIFC.</P><br />
<P>Pelo menos 65.000 pessoas permanecem sob ordens de retirada naquele Estado.</P><br />
<P>No Oregon, a situação é ainda mais grave e os incêndios Big Grass, Coleman Creek e Rowe Creek Complex continuam entre os maiores do país, enquanto os bombeiros continuam a proteger as comunidades e as infraestruturas.</P><br />
<P>O incêndio de Widemouth 2, no Utah, cresceu mais de 6.474 hectares, enquanto o de Tartar, no Idaho, ultrapassou os 55.846 hectares. Este Estado registou também um novo grande incêndio.</P><br />
<P>Em Nevada, o incêndio de Ward continua a apresentar um comportamento extremo.</P><br />
<P>A previsão meteorológica é negativa, sendo esperados dias quentes, secos e ventosos em grande parte do oeste do país, criando o combustível perfeito para as chamas.</P><br />
<P>O nível 5 de alerta para incêndios florestais no início de agosto é superior ao registado em 2025, quando se manteve no nível 3, tal como em 2022 e 2023.</P><br />
<P>Apenas em 2024 e 2021 foi registado o nível 5 no início de agosto. O nível mais baixo declarado recentemente foi em 2019, quando o alerta para incêndios era de nível 2. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798099]]></sapo:autor>
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		<title>NASA confirma que destroços de foguetão da SpaceX atingiram a Lua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:51:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parte superior de um foguetão da empresa espacial SpaceX colidiu hoje de forma não planeada com a superfície lunar, confirmou a agência espacial norte-americana NASA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma parte superior de um foguetão da empresa espacial SpaceX colidiu hoje de forma não planeada com a superfície lunar, confirmou a agência espacial norte-americana NASA.</P><br />
<P>Num vídeo publicado na rede social X, a NASA classificou o acontecimento como um evento seguro e sem risco para a Terra e para as missões que operam na Lua.</P><br />
<P>Esta parte superior do foguetão resultou de um lançamento realizado em 2025 que permitiu colocar em órbita o módulo de aterragem Blue Ghost One, da empresa norte-americana Firefly Aerospace, como parte da iniciativa CLPS (Commercial Lunar Payload Services) da NASA, um programa de serviços comerciais para transportar cargas científicas e tecnológicas para a superfície lunar.</P><br />
<P>Segundo explicou a NASA, a colisão ocorreu devido a uma combinação de atividade solar e das forças gravitacionais que alteraram a trajetória do objeto.</P><br />
<P>&#8220;A NASA não planeou deliberadamente que esta parte superior colidisse com a Lua&#8221;, explicou uma porta-voz da agência no vídeo, que indicou que este tipo de eliminação de equipamento é uma prática aceite nas operações lunares. </P><br />
<P>&#8220;Na realidade, este é um método tecnicamente aceite e seguro para descarte de equipamentos em órbita lunar baixa&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>A agência acrescentou que alguns operadores optam por terminar as suas operações fazendo com que os equipamentos impactem na superfície lunar, porque &#8220;é uma estratégia previsível e verificável para eliminar equipamento no fim da sua vida útil&#8221;. </P><br />
<P>O impacto não representa qualquer perigo para a Terra nem para qualquer equipamento que se encontre na Lua, sublinhou a NASA. </P><br />
<P>&#8220;Os cientistas estão desejosos de estudar este evento de impacto, pois pode ajudar-nos a compreender melhor como rastrear coisas deste tipo no futuro&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>A NASA explicou que a Lua funciona como um &#8220;laboratório natural para estudar processos que ocorrem em todo o sistema solar&#8221;, devido à ausência de atmosfera e à sua superfície permanecer estável durante longos períodos. </P><br />
<P>O estudo deste tipo de impactos permite aos cientistas analisar a formação de crateras, um fenómeno que ocorre em diferentes corpos do sistema solar. </P><br />
<P>&#8220;Ao fazer tocar um objeto de tamanho conhecido a uma velocidade conhecida contra a superfície lunar, isso pode ajudar os cientistas a compreender o processo de formação de crateras por impacto e que tipo de cratera resulta de um impacto desse tamanho&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>A agência lembrou que a Lua tem recebido impactos de forma constante durante os seus aproximadamente 4.000 milhões de anos de história. </P><br />
<P>&#8220;Meteoritos, asteroides, cometas e outros objetos colidem com a Lua a toda a altura&#8221;, indicou. </P><br />
<P>Além disso, a NASA destacou que os astronautas da missão Artemis II observaram este ano, durante um sobrevoo lunar de poucas horas, vários fenómenos de impacto, incluindo clarões de impactos ativos ou crateras a formarem-se na superfície. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798092]]></sapo:autor>
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		<title>Novos navios de guerra dos EUA &#8220;classe Trump&#8221; podem custar 238 mil ME</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:38:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A anunciada frota de 15 navios de guerra norte-americanos "classe Donald Trump" pode custar 275 mil milhões de dólares (238 mil milhões de dólares), tornando-se os mais caros já construídos pelo país, indicou hoje uma agência do Congresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A anunciada frota de 15 navios de guerra norte-americanos &#8220;classe Donald Trump&#8221; pode custar 275 mil milhões de dólares (238 mil milhões de dólares), tornando-se os mais caros já construídos pelo país, indicou hoje uma agência do Congresso.</P><br />
<P>O primeiro destes navios de propulsão nuclear custaria aproximadamente 23,4 mil milhões de dólares (20,2 mil milhões de euros), enquanto os navios subsequentes teriam um custo médio de 18 mil milhões de dólares (15,5 mil milhões de euros) cada, de acordo com um relatório do Gabinete de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Em comparação, o USS Gerald Ford, o maior porta-aviões do mundo, custou aproximadamente 13,3 mil milhões de dólares em 2008, o que equivale a mais de 20 mil milhões de dólares em 2026 (17,3 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O Presidente norte-americano anunciou em dezembro o seu plano para uma nova classe de navios de guerra com o seu nome, uma distinção geralmente reservada aos ex-presidentes.</P><br />
<P>Os navios estarão fortemente armados, com mísseis antiaéreos e terra-terra, armas hipersónicas, mísseis de cruzeiro nucleares, lasers e um canhão eletromagnético, detalhou o CBO, uma agência independente do Congresso.</P><br />
<P>Estes navios serão significativamente maiores do que os atuais contratorpedeiros e cruzadores norte-americanos, mas o seu deslocamento (o volume de água deslocado pelo casco) continuará a ser ligeiramente inferior ao dos últimos couraçados norte-americanos, da classe Iowa, desativados na década de 1990.</P><br />
<P>Washington está agora consideravelmente atrás de Pequim em termos de número de navios na sua Marinha.</P><br />
<P>Um relatório apresentado ao Congresso no ano passado destacou as preocupações dos oficiais militares norte-americanos e de outros observadores relativamente ao elevado ritmo da construção naval chinesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798090]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líbano e Israel interrompem conversações devido a ataque do Exército israelita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:20:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo dos Estados Unidos disse hoje que houve "avanços" no encontro entre as delegações libanesa e israelita em Roma, mas este foi interrompido devido ao ataque do exército de Israel no Líbano que matou uma pessoa e feriu 12.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo dos Estados Unidos disse hoje que houve &#8220;avanços&#8221; no encontro entre as delegações libanesa e israelita em Roma, mas este foi interrompido devido ao ataque do exército de Israel no Líbano que matou uma pessoa e feriu 12.</P><br />
<P>Um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano informou à Europa Press que a ronda de conversações, a sétima desde março, terminou às 15:30, &#8220;mais cedo do que previsto devido aos acontecimentos no terreno&#8221;, embora tenha assegurado que &#8220;serão retomadas&#8221; na manhã desta quinta-feira. </P><br />
<P>As conversações, que começaram na terça-feira na capital italiana foram &#8220;extremamente produtivas&#8221;, de acordo com o porta-voz diplomático, que adianta ter havido &#8220;avanços&#8221; na aplicação do acordo-quadro alcançado pelos três países em junho passado. </P><br />
<P>Ao abrigo do acordo-quadro, o exército libanês iniciou a 21 de julho o seu destacamento na localidade do sul de Zawtar al-Gharbiya, primeira &#8220;zona piloto&#8221;, e autorizou os habitantes a regressarem. </P><br />
<P>O Hezbollah rejeitou este acordo várias vezes e recusa-se a depor as armas enquanto não for definido qualquer calendário para a retirada total de Israel.</P><br />
<P>As negociações diretas com Israel só trarão &#8220;vergonha e humilhação&#8221;, criticou na terça-feira o seu líder, Naim Kassem, acusando o presidente libanês de fomentar divisões no país em vez de atuar como &#8220;árbitro&#8221;.</P><br />
<P>Este movimento xiita envolveu o Líbano na guerra regional ao disparar contra Israel, no dia 02 de março, em apoio a Teerão, desencadeando importantes ataques aéreos israelitas e uma ofensiva terrestre.</P><br />
<P>A violência diminuiu desde junho, mas Beirute continua a relatar ataques israelitas esporádicos e denuncia explosões no sul do país. </P><br />
<P>Esta é a sétima ronda de contactos entre o Líbano e Israel desde que o Hezbollah e as forças israelitas retomaram os combates. Desde então, mais de 4.300 pessoas morreram e 12.200 ficaram feridas no Líbano às mãos do Exército israelita, segundo o último balanço das autoridades libanesas, que não discriminam quantas são combatentes do movimento islamita, que Israel afirma visar.</P><br />
<P>No ataque de hoje, uma pessoa morreu e 12 ficaram feridas devido a um ataque do Exército israelita contra Tebnin, um município do distrito de Bint Jbeil, no sul do Líbano. </P><br />
<P>As Forças de Defesa de Israel (FDI) também realizaram ataques contra o distrito de Tiro (sul), pouco depois de emitirem uma ordem de retirada forçada dos residentes do município de Al Mansuri, onde, em julho, ainda viviam cerca de 1.500 pessoas, segundo as autoridades locais. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798080]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA suspendem sanções a companhia aérea e iraquiano ligado à Guarda Revolucionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:50:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou hoje a suspensão das sanções a uma companhia aérea, duas aeronaves e um cidadão iraquiano ligado à Guarda Revolucionária iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou hoje a suspensão das sanções a uma companhia aérea, duas aeronaves e um cidadão iraquiano ligado à Guarda Revolucionária iraniana.</P><br />
<P>A medida divulgada pelo do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro visa a Fly Baghdad Airlines Company, também registada como Iraq Express e Fly Baghdad, com sede na capital iraquiana.</P><br />
<P>Abrange também duas aeronaves, identificadas como Yi-Baf e Yi-Ban, operadas pela referida companhia aérea.</P><br />
<P>Além disso, o OFAC suspendeu as sanções a um cidadão iraquiano identificado como Bashir Abdulkadhim Alwan al-Shababni, que estava na lista da agência desde janeiro de 2024 como presidente executivo da Fly Baghdad.</P><br />
<P>Washington tinha imposto sanções alegando o apoio às operações da Guarda Revolucionária, o Exército ideológico do Irão, bem como aos aliados deste grupo militar iraniano noutros países da região, como o partido-milícia Hezbollah no Líbano, o Kataeb Hezbollah no Iraque ou a Guarda Republicana Síria, leal ao ex-presidente sírio Bashar al-Assad.</P><br />
<P>EUA e Irão estão em guerra desde 28 de fevereiro, na sequência de uma ofensiva conjunta israelo-americana, a que Teerão respondeu com ataques na região e o bloqueio do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Irão anunciou hoje que chegou a acordo com Omã sobre uma nova rota marítima no estreito de Ormuz, mas avisou, no entanto, que a conclusão do entendimento não significa a reabertura imediata da estratégica via.</P><br />
<P>As negociações entre o Irão e Omã, dois países que fazem fronteira no estreito de Ormuz, decorrem há dois meses de forma &#8220;profissional&#8221; e &#8220;progressiva&#8221;, segundo a República Islâmica, com objetivo de estabelecer uma rota segura para a navegação comercial e definir um mecanismo para regular o tráfego marítimo, tendo em conta os aspetos técnicos, jurídicos, de segurança e ambientais.</P><br />
<P>O diálogo entre as autoridades de Teerão e Mascate ocorre após o colapso do memorando de entendimento assinado por Estados Unidos e a República Islâmica em 17 de junho, que previa um cessar-fogo imediato e a abertura de negociações durante 60 dias com vista a um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>As partes voltaram, porém, à confrontação militar, com Teerão a repor as restrições no estreito de Ormuz, por onde antes da guerra passava 20% do comércio petrolífero global, e Washington a aplicar novamente um bloqueio naval aos portos iranianos.</P><br />
<P>O líder da Casa Branca ordenou, entretanto, uma suspensão dos ataques aéreos, alegando que agiu a pedido dos países mediadores e da própria República Islâmica, que no entanto desmente a existência de conversações com Washington, mas não com Omã.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798073]]></sapo:autor>
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		<title>Três mortos num tiroteio em massa na Carolina do Norte (EUA)</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:39:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Três pessoas morreram e outra ficou ferida num tiroteio na localidade americana de Prospect Hill, no estado da Carolina do Norte, informaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Três pessoas morreram e outra ficou ferida num tiroteio na localidade americana de Prospect Hill, no estado da Carolina do Norte, informaram hoje as autoridades locais. </P><br />
<P>As autoridades adiantaram que um dos mortos é suspeito de ser o autor dos disparos e que se tratou de um incidente isolado. Tony Durden, xerife do Condado de Caswell, onde se situa Prospect Hill, declarou em conferência de imprensa que todos os envolvidos são adultos e pertencem à mesma família.</P><br />
<P>No sábado passado, noutro tiroteio em massa num restaurante na localidade de Twin Falls (Idaho), morreram três pessoas e outras sete ficaram feridas.</P><br />
<P>Os tiroteios em massa são recorrentes nos Estados Unidos e, segundo as estatísticas do Gun Violence Archive, este ano já ocorreram 290 em todo o país.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ucrânia: Zelensky sugere que redução da ajuda militar ocidental visa pressionar Kiev</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:28:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sugeriu hoje que a redução da ajuda militar ocidental a Kiev este ano, em particular de defesa antiaérea, poderá ser uma medida para pressionar o país a negociar a paz com a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sugeriu hoje que a redução da ajuda militar ocidental a Kiev este ano, em particular de defesa antiaérea, poderá ser uma medida para pressionar o país a negociar a paz com a Rússia.</P><br />
<P>Numa reunião com o Conselho Nacional de Segurança e Defesa, o líder ucraniano disse que desde o início de 2026 Kiev está a receber três vezes menos mísseis antibalísticos do que antes, o que dificulta a tarefa de se defender dos ataques russos.</P><br />
<P>&#8220;Está relacionado com a guerra, ou seja, com as hostilidades e guerras no Médio Oriente. Pelo menos esta é a razão oficial que recebemos dos nossos aliados, principalmente dos Estados Unidos, e também dos nossos parceiros europeus&#8221;, afirmou Zelensky em declarações citadas pela agência Ukrinform.</P><br />
<P>&#8220;Talvez se trate de medidas políticas para tornar a Ucrânia mais complacente. Na minha opinião, há algo disso&#8221;, sugeriu o presidente. </P><br />
<P>Na reunião, Zelensky pediu aos Ministérios da Defesa e dos Negócios Estrangeiros que façam tudo o que for possível para convencer os aliados de Kiev a fornecerem mais munições para as defesas antiaéreas. </P><br />
<P>No sábado passado, a Força Aérea ucraniana informou que apenas um dos 27 mísseis balísticos lançados pela Rússia contra o país tinha sido derrubado, num ataque que deixou nove mortos em Kiev. </P><br />
<P>Hoje, os ataques noturnos russos causaram 17 mortos, sem que as defesas conseguissem derrubar qualquer um dos 24 mísseis balísticos usados. </P><br />
<P>Zelensky intensificou nos últimos dias os apelos aos seus aliados para que forneçam munições para defesas antiaéreas e na semana passada viajou para a Washington para discutir com o Presidente norte-americano, Donald Trump, a autorização para fabricar na Ucrânia mísseis para baterias Patriot.</P><br />
<P>Depois de inicialmente se ter mostrado recetivo a um acordo de fabrico, esta semana Trump levantou reservas sobre a transferência de tecnologia.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e «desnazificar» o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente. </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
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