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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mundial2026: Estágio de Portugal arranca com 23 e sem bicampeões europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:26:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal arrancou hoje o estágio para o Mundial2026 de futebol com um treino em que o selecionador Roberto Martínez contou com 23 jogadores e em que os recentes bicampeões pelo Paris Saint-Germain foram os únicos ausentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal arrancou hoje o estágio para o Mundial2026 de futebol com um treino em que o selecionador Roberto Martínez contou com 23 jogadores e em que os recentes bicampeões pelo Paris Saint-Germain foram os únicos ausentes.</P><br />
<P>Com já era esperado, Nuno Mendes, Vitinha, João Neves e Gonçalo Ramos falharam a primeira sessão de trabalho, devido à participação na final da Liga dos Campeões, e foram mesmo os únicos que não marcaram presença no relvado principal da Cidade do Futebol, em Oeiras.</P><br />
<P>Os quatro jogadores juntam-se à seleção nacional no sábado.</P><br />
<P>Martínez contou, assim, com 23 jogadores no relvado, incluindo o capitão Cristiano Ronaldo, com os quatro guarda-redes, como é habitual, a trabalharem à parte dos jogadores de campo durante os primeiros 15 minutos da sessão, aberta à comunicação social.</P><br />
<P>Com os termómetros a rondarem os 30 graus, os jogadores fizeram os habituais exercícios de aquecimento, perante Martínez e também o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença, e restantes membros da estrutura diretiva do organismo.</P><br />
<P>Para já, o estágio segue a &#8216;meio gás&#8217;, já que os jogadores têm a opção de pernoitar fora da Cidade do Futebol, situação que se irá manter até quarta-feira.</P><br />
<P>Na preparação para o próximo Campeonato do Mundo, o nono da sua história, sétimo seguido, Portugal vai realizar dois particulares, primeiro em 06 de junho com o Chile, no Estadio Nacional, em Oeiras, e depois com a Nigéria, em 10 de junho, em Leiria.</P><br />
<P>Depois de viajar no dia 12 de junho para Palm Beach, em Miami, na Florida, onde vai &#8216;montar&#8217; o seu centro de estágio, a seleção nacional vai disputar o Grupo K e tem estreia marcada para 17 de junho, frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 locais (18:00 em Lisboa).</P><br />
<P>Segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 locais (18:00 em Lisboa), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho, nos Estados Unidos, no Canadá e no México.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770806]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro diz que governos não podem fazer &#8220;política da terra queimada&#8221; e quer construção mais forte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Infraestruturas disse hoje, em Lisboa, que a construção deve aproveitar o ciclo de investimentos que está a decorrer e apelou aos próximos governos para que não "façam política de terra queimada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro das Infraestruturas disse hoje, em Lisboa, que a construção deve aproveitar o ciclo de investimentos que está a decorrer e apelou aos próximos governos para que não &#8220;façam política de terra queimada&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não se pode deixar a solução sempre nas costas dos políticos. Este setor de mãos dadas é mais forte. O Governo está a dar as oportunidades. Cabe ao setor ter um ganho de causa neste ciclo de investimentos&#8221;, afirmou Miguel Pinto Luz.</P><br />
<P>O governante, que falava na apresentação pública da Fundação da Construção, disse ser um objetivo que, após este ciclo de investimento, as empresas sejam mais saudáveis e que tenham incorporado mais talento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770804]]></sapo:autor>
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		<title>FMI defende ajuste fiscal mais ambicioso para reduzir dívida pública brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou hoje que reformas fiscais significativas serão necessárias para colocar a dívida pública brasileira numa trajetória "firmemente decrescente", apesar da recuperação económica prevista para este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou hoje que reformas fiscais significativas serão necessárias para colocar a dívida pública brasileira numa trajetória &#8220;firmemente decrescente&#8221;, apesar da recuperação económica prevista para este ano.</P><br />
<P>A equipa técnica do FMI avaliou que as medidas adotadas pelas autoridades melhoraram a posição fiscal do país, mas considerou necessário um esforço adicional.</P><br />
<P>O FMI enviou uma equipa técnica ao Brasil entre os dias 18 e 29 de maio para analisar políticas e perspetivas económicas do país, o que incluiu encontros com autoridades locais. </P><br />
<P>No final de cada missão aos países-membros, o FMI divulga um comunicado com &#8220;constatações preliminares&#8221; e elabora um relatório técnico, ainda a ser aprovado pela Direção Executiva da instituição.</P><br />
<P>Os dados mais recentes do Governo brasileiro apontam que a dívida pública subiu em abril para o patamar de 80,06% do Produto Interno Bruto (PIB), o que representa 10,44 biliões de reais (1,78 biliões de euros).</P><br />
<P>Segundo o corpo técnico do FMI, poupar receitas extraordinárias do petróleo e avançar com reformas para enfrentar a rigidez dos gastos e diminuir as reduções fiscais fortaleceria a sustentabilidade das contas públicas.</P><br />
<P>O FMI argumentou que essas medidas ajudariam a reduzir os custos da dívida pública e criariam espaço para investimentos considerados prioritários.</P><br />
<P>&#8220;Poupar receitas extraordinárias relacionadas ao petróleo simultaneamente às políticas focalizadas e temporárias de alívio aos efeitos do choque externo, bem como mobilizar receitas e enfrentar a rigidez nos gastos fortaleceriam a sustentabilidade da dívida pública&#8221;, informou o FMI em comunicado. </P><br />
<P>O FMI avaliou que a economia brasileira continua a demonstrar &#8220;notável resiliência diante de múltiplos choques&#8221;, incluindo os impactos da guerra no Médio Oriente sobre os preços globais da energia.</P><br />
<P>Segundo a instituição, o Brasil está relativamente protegido do aumetnto do preço do petróleo por ser exportador líquido da &#8216;commodity&#8217; e por contar com uma matriz elétrica amplamente baseada em fontes renováveis.</P><br />
<P>A entidade observou que o crescimento económico desacelerou em 2025 em consequência da política monetária restritiva e da redução do impulso fiscal, fatores que contribuíram para a desaceleração da inflação.</P><br />
<P>Os técnicos afirmaram que indicadores recentes apontam para uma retoma da atividade económica no início de 2026.</P><br />
<P>O FMI projeta que o crescimento brasileiro se fortaleça gradualmente até atingir cerca de 2,5% no médio prazo.</P><br />
<P>A instituição observou que a inflação recuou até o início deste ano, mas voltou a acelerar recentemente devido ao aumento dos preços globais da energia.</P><br />
<P>Segundo as projeções do organismo, a inflação deverá subir no curto prazo antes de convergir para a meta oficial de 3% até meados de 2028.</P><br />
<P>O FMI considerou apropriada a redução das taxas de juros promovida pelo Banco Central do Brasil nos últimos meses.</P><br />
<P>&#8220;Convém manter flexibilidade sobre o ritmo e momento dos próximos movimentos da política monetária, devido à elevada incerteza em torno da guerra no Oriente Médio e às novas pressões inflacionárias&#8221;, aconselha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770803]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Negociações continuam e a um &#8220;ritmo acelerado&#8221; &#8211; Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:12:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano afirmou hoje que as negociações com o Irão continuam e a um "ritmo acelerado", após Teerão ter afirmado que iria retirar-se das negociações devido aos ataques de Israel ao Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano afirmou hoje que as negociações com o Irão continuam e a um &#8220;ritmo acelerado&#8221;, após Teerão ter afirmado que iria retirar-se das negociações devido aos ataques de Israel ao Líbano.</P><br />
<P>&#8220;As negociações com a República Islâmica do Irão prosseguem a um ritmo acelerado&#8221;, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.</P><br />
<P>Momentos antes, Trump tinha afirmado que não tinha sido informado sobre a suspensão das negociações pelo Irão, anunciada anteriormente pelos meios de comunicação iranianos em resposta aos contínuos ataques do Exército israelita contra o Líbano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770802]]></sapo:autor>
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		<title>Suspeitas de corrupção: Albânia investiga projeto turístico de cunhado de Trump em área protegida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades anticorrupção da Albânia abriram uma investigação relacionada com um controverso projeto turístico associado a Jared Kushner, genro do presidente norte-americano Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades anticorrupção da Albânia abriram uma investigação relacionada com um controverso projeto turístico associado a Jared Kushner, genro do presidente norte-americano Donald Trump, numa altura em que aumentam os protestos de cidadãos e organizações ambientalistas contra o empreendimento planeado para uma das zonas costeiras mais sensíveis do país.</p>
<p>A investigação está a ser conduzida pela Procuradoria Especial contra a Corrupção e o Crime Organizado da Albânia (SPAK), que confirmou ter iniciado diligências para apurar alterações ao estatuto de proteção ambiental e à propriedade de terrenos ocorridas em 2024, decisões que abriram caminho ao desenvolvimento turístico da área.</p>
<p>No centro da controvérsia está um projeto promovido pela empresa de investimento Affinity Partners, liderada por Jared Kushner, que prevê a construção de um vasto complexo turístico de luxo na ilha de Sazan e em várias centenas de hectares da paisagem protegida de Vjosa-Narta, no sul da Albânia.</p>
<p><strong>Área protegida alberga espécies sensíveis</strong><br />
A ilha de Sazan, localizada no Mar Adriático, encontra-se desabitada e integra uma região considerada ambientalmente sensível.</p>
<p>O projeto inclui também áreas inseridas na paisagem protegida de Vjosa-Narta, uma importante zona húmida costeira que serve de habitat a várias espécies protegidas, incluindo flamingos, focas e locais de nidificação de tartarugas marinhas.</p>
<p>A decisão de permitir o desenvolvimento turístico naquela região tem sido alvo de forte contestação por parte de movimentos cívicos e organizações ambientalistas, que acusam o Governo de colocar em risco um património natural de elevado valor ecológico.</p>
<p>A SPAK confirmou a abertura da investigação na segunda-feira, embora não tenha divulgado mais detalhes sobre o processo.</p>
<p><strong>Projeto prevê complexo turístico de grande dimensão</strong><br />
Em agosto de 2024, Jared Kushner anunciou planos para transformar a área num destino turístico de luxo através da Affinity Partners.</p>
<p>No início de 2026, Kushner visitou o local acompanhado pela mulher, Ivanka Trump, reforçando o interesse da empresa no desenvolvimento do empreendimento.</p>
<p>Numa entrevista recente, o primeiro-ministro albanês, Edi Rama, confirmou que continuam em curso negociações entre o Governo e Kushner sobre o projeto.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas, o complexo poderá incluir cerca de 10 mil quartos de hotel, transformando-se num dos maiores investimentos turísticos da região.</p>
<p>Nem Jared Kushner nem a Affinity Partners responderam aos pedidos de comentário sobre a investigação em curso.</p>
<p><strong>Questões sobre negócios e influência política</strong><br />
A polémica surge também devido ao papel desempenhado por Kushner na administração norte-americana.</p>
<p>Além de liderar a Affinity Partners e gerir um vasto portefólio imobiliário avaliado em milhares de milhões de dólares, Kushner exerce funções como enviado especial de Donald Trump para a paz e participa em negociações diplomáticas relacionadas com Gaza, o Irão e a guerra na Ucrânia.</p>
<p>Esta acumulação de responsabilidades políticas e empresariais tem levado alguns críticos a questionarem possíveis conflitos de interesses e a relação entre os seus investimentos privados e as suas funções diplomáticas.</p>
<p><strong>Primeiro-ministro rejeita críticas</strong><br />
Perante o aumento da contestação, o primeiro-ministro albanês, Edi Rama, procurou defender o projeto e afastar as acusações de impacto ambiental.</p>
<p>Falando no parlamento albanês, o chefe do Governo afirmou que o empreendimento não invade qualquer reserva natural protegida.</p>
<p>Rama acrescentou que a proposta final ainda não foi formalmente apresentada e que o estudo de impacto ambiental continua por concluir.</p>
<p>“O meu objetivo é transformar a Albânia num país que seja um destino invejado na região, e este projeto faz parte desse esforço”, declarou o primeiro-ministro.</p>
<p><strong>Protestos intensificam-se no sul do país</strong><br />
A oposição ao empreendimento ganhou nova dimensão nas últimas semanas.</p>
<p>Os protestos começaram a intensificar-se no final de maio, depois de os promotores do projeto terem instalado grandes vedações encimadas por arame farpado na zona de Zvernec, no sul da Albânia.</p>
<p>Segundo os manifestantes, essas estruturas impediram o acesso de residentes e turistas à praia, alimentando a revolta popular.</p>
<p>Na noite de domingo, centenas de cidadãos e representantes de várias organizações ambientalistas concentraram-se junto a edifícios governamentais para exigir o cancelamento do projeto.</p>
<p>Entre as reivindicações apresentadas estavam a preservação da área protegida, o fim do desenvolvimento urbanístico previsto para a região e até a demissão do primeiro-ministro.</p>
<p>Os protestos deverão prosseguir nos próximos dias. Está prevista uma nova manifestação em Tirana, bem como outra ação de contestação junto da área do projeto, perto da cidade costeira de Vlora, a 6 de junho.</p>
<p><strong>Confrontos levam a detenções e sanções</strong><br />
A tensão aumentou após a divulgação de imagens captadas durante os protestos de sábado.</p>
<p>Os vídeos mostram alegadamente seguranças privados a agredir um manifestante e a arrastá-lo por uma encosta, ao mesmo tempo que ameaçavam outros participantes que tentavam remover as vedações e impedir o avanço das obras.</p>
<p>Na sequência do incidente, as autoridades albanesas revogaram as licenças de duas empresas de segurança privada envolvidas na operação.</p>
<p>Um dos seguranças foi detido e colocado em prisão preventiva.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cerca de 15 manifestantes foram formalmente acusados pelas autoridades, enquanto o responsável policial local foi afastado das suas funções.</p>
<p><strong>SPAK mantém elevado nível de confiança pública</strong><br />
A investigação está a ser conduzida pela SPAK, organismo criado em 2019 no âmbito da profunda reforma judicial promovida pela Albânia com apoio da União Europeia e dos Estados Unidos.</p>
<p>A estrutura opera de forma independente do sistema judicial tradicional e tem conduzido investigações contra altos responsáveis políticos de diferentes quadrantes partidários.</p>
<p>Segundo várias sondagens independentes, a SPAK é atualmente considerada a instituição mais confiável do país.</p>
<p><strong>Processo surge em momento decisivo para adesão à União Europeia</strong><br />
A polémica acontece numa fase particularmente importante para a Albânia no plano internacional.</p>
<p>O país estabeleceu como objetivo aderir à União Europeia até 2030 e já abriu todos os capítulos de negociação do processo de adesão.</p>
<p>Ainda esta semana, os líderes dos 27 Estados-membros da União Europeia deverão reunir-se em Montenegro com representantes dos Balcãs Ocidentais, incluindo o primeiro-ministro Edi Rama, para discutir o alargamento do bloco europeu.</p>
<p>O escrutínio internacional sobre questões relacionadas com o Estado de direito, a proteção ambiental e a transparência institucional poderá, por isso, ganhar ainda maior relevância nos próximos meses.</p>
<p>Esta não é a primeira vez que um investimento da Affinity Partners enfrenta dificuldades na região dos Balcãs.</p>
<p>Em 2025, a empresa abandonou um grande projeto imobiliário na Sérvia após controvérsias públicas e investigações conduzidas pelas autoridades anticorrupção locais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770796]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Trump diz ter acordo de Israel e Hezbollah para suspensão de confrontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:04:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse hoje ter obtido um compromisso do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e do grupo xiita libanês Hezbollah para cessarem os confrontos, depois de contactar com ambos os lados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse hoje ter obtido um compromisso do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e do grupo xiita libanês Hezbollah para cessarem os confrontos, depois de contactar com ambos os lados.</P><br />
<P> Trump afirmou na rede Truth Social que teve uma conversa &#8220;muito boa&#8221; com o Hezbollah através de intermediários, e que o grupo libanês apoiado pelo Irão &#8220;cessará completamente o fogo&#8221; contra Israel&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Israel não os atacará e eles não atacarão Israel&#8221;, declarou o líder norte-americano, que disse ter obtido também a garantia de Netanyahu de que as tropas israelitas não chegarão à capital do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Tive uma conversa muito produtiva com o primeiro-ministro israelita &#8216;Bibi&#8217; Netanyahu e não haverá tropas a caminho de Beirute, e as tropas que estavam a caminho já estão a regressar&#8221;, relatou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770795]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Trump afirma que &#8220;não haverá problema&#8221; se Teerão suspender negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:54:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano negou hoje ter sido informado sobre a suspensão das negociações pelo Irão e disse que se tal acontecer "não haverá problema", após Teerão se ter oposto aos bombardeamentos de Israel contra o Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano negou hoje ter sido informado sobre a suspensão das negociações pelo Irão e disse que se tal acontecer &#8220;não haverá problema&#8221;, após Teerão se ter oposto aos bombardeamentos de Israel contra o Líbano.</P><br />
<P>&#8220;É algo lógico, porque são melhores negociadores do que combatentes. Mas não nos informaram sobre isso&#8221;, disse Donald Trump numa entrevista telefónica à emissora de televisão norte-americana NBC News.</P><br />
<P>Trump disse que mesmo que Teerão tivesse abandonado a mesa de negociações &#8220;não haveria problema nenhum&#8221;.</P><br />
<P>O líder republicano considerou que as partes &#8220;falaram demais&#8221;, pelo que &#8220;manter o silêncio seria muito bom&#8221;, embora tenha assegurado em seguida que esta falta de comunicação não significa que os Estados Unidos vão &#8220;começar a lançar bombas por todo o lado&#8221;.</P><br />
<P>Donald Trump defendeu o bloqueio aos portos iranianos que impôs após Teerão ter fechado o estreito de Ormuz, na sequência do início dos ataques israelo-americanos, a 28 de fevereiro.</P><br />
<P>&#8220;Manteremos o bloqueio&#8221;, assegurou, antes de reiterar que pode &#8220;esperar todo o tempo que [as autoridades iranianas] quiserem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estão a perder uma fortuna&#8221;, acrescentou Trump.</P><br />
<P>As palavras de Trump surgem momentos depois de Teerão ter suspendido as negociações com Washington para o cessar-fogo, em resposta aos contínuos ataques do Exército israelita contra o Líbano, segundo os media iranianos.</P><br />
<P>A equipa de negociação iraniana tomou a decisão de suspender &#8220;o diálogo e a troca de mensagens através de intermediários&#8221; com o Governo norte-americano, alegando que o acordo de cessar-fogo pactuado inclui território libanês e, por conseguinte, que os ataques de Israel contra o país vizinho violaram a trégua, segundo divulgou a agência noticiosa oficial iraniana Tasnim.</P><br />
<P>Assim, as autoridades iranianas assinalaram que não haverá mais conversações até que seja garantida a cessação das operações das Forças de Defesa de Israel contra o Líbano e a retirada total das tropas israelitas das zonas ocupadas neste país, acrescentou a Tasnim.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou hoje às tropas que lançassem novos bombardeamentos contra a capital libanesa, Beirute.</P><br />
<P>Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana ameaçou atacar Israel em resposta à campanha militar levada a cabo pelo Estado judaico no Líbano e na Faixa de Gaza.</P><br />
<P>&#8220;O Irão considera que ultrapassar as linhas vermelhas no Líbano e em Gaza equivale a uma guerra direta&#8221; e, &#8220;em resposta, está determinado a conduzir operações defensivas&#8221; e a &#8220;abrir novas frentes&#8221;, declarou o exército ideológico, numa referência às operações militares israelitas nos territórios palestinianos e à ofensiva no país vizinho.</P><br />
<P>Teerão ameaçou bloquear completamente o estreito de Ormuz e ativar outras frentes, incluindo o estreito de Bab al-Mandeb &#8212; que liga o Mar Vermelho ao Golfo de Áden e constitui um ponto estratégico para o transporte marítimo, uma vez que canaliza o tráfego para o Canal do Suez &#8212; também em retaliação.</P><br />
<P>Estas novas tensões surgem no meio das negociações entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>No final da semana passada, foi noticiado que Teerão e Washington tinham chegado a um acordo preliminar, que aguardava apenas a aprovação de Donald Trump, mas os meios de comunicação norte-americanos afirmaram posteriormente que o republicano solicitou a alteração de algumas disposições do rascunho.</P><br />
<P>No meio destas negociações, o Irão e os Estados Unidos voltaram a trocar ataques esta madrugada, com o bombardeamento norte-americano a Goruk e à ilha de Qeshm e a resposta iraniana contra a base de onde partiu o ataque.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770786]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ex-secretário de Estado Nuno Sampaio preside a Imprensa Nacional &#8211; Casa da Moeda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros Nuno Sampaio preside desde hoje à Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), acompanhado pela jurista Cristiana Ferreira e pelo escritor Afonso Reis Cabral, no novo conselho de administração, nomeado pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros Nuno Sampaio preside desde hoje à Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), acompanhado pela jurista Cristiana Ferreira e pelo escritor Afonso Reis Cabral, no novo conselho de administração, nomeado pelo Governo.</P><br />
<P>Nuno Sampaio, Cristiana Ferreira e Afonso Reis Cabral, estes dois últimos como vogais, passam assim a ocupar o lugar deixado vago pelo anterior conselho de administração, confirmou à Lusa fonte do gabinete do ministro da Presidência, acrescentando que as nomeações foram aprovadas pela Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP).</P><br />
<P>A nova equipa substitui Dora Moita (presidente), Nuno Guerra Santos e Duarte Azinheira (vogais), cujo mandato terminou no dia 31 de dezembro de 2025, disse à Lusa fonte da INCM.</P><br />
<P>Nuno Sampaio, docente universitário e investigador, foi secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação do primeiro Governo de Luís Montenegro, de abril de 2024 a junho de 2025, consultor e assessor para os assuntos políticos do anterior Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, bem como assessor para os assuntos parlamentares e autarquias locais do Presidente da República Aníbal Cavaco Silva. </P><br />
<P>Licenciado em Relações Internacionais, Nuno Sampaio é professor auxiliar e investigador integrado do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, onde realizou o mestrado e se doutorou em Ciência Política e Relações Internacionais.</P><br />
<P>Licenciada em Direito, Cristiana Ferreira foi advogada até 2024, altura em que suspendeu voluntariamente a inscrição na Ordem dos Advogados. Foi adjunta e, posteriormente, chefe de gabinete do secretário de Estado do Tesouro e das Finanças João Silva Lopes, entre 2024 e 2026, depois de ter sido eleita deputada pelo PSD à Assembleia da República, na XV Legislatura (2022-2024). </P><br />
<P>É ainda deputada da Assembleia Municipal de Tondela e deputada à Assembleia Intermunicipal da CIM Viseu Dão-Lafões, sendo atualmente presidente da mesa da Assembleia Municipal de Tondela.</P><br />
<P>O escritor Afonso Reis Cabral tem um percurso firmado como editor, gestor cultural e consultor de várias editoras portuguesas. Presidiu, entre 2022 e abril deste ano, à Fundação Eça de Queiroz, após ter exercido funções como administrador.  Licenciado e mestre em Estudos Portugueses e Lusófonos, é autor dos romances &#8220;O meu irmão&#8221; (2014), vencedor do Prémio Leya, &#8220;Pão de Açúcar&#8221; (2018), distinguido com o Prémio Literário José Saramago, e &#8220;O último avô&#8221; (2025).</P><br />
<P>Dora Moita, a primeira mulher a assumir a liderança da INCM, dirigu a empresa depois de ter sido vogal das duas anteriores administrações e presidente em substituição desde 2021, segundo o seu currículo incluído no parecer da CReSAP, que há três anos sustentou a sua nomeação. Foi consultora e vogal do conselho de administração da Accenture Portugal e responsável operacional do Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social de Angola (2015-2017). </P><br />
<P>Como vogais, Dora Moita teve o gestor Nuno Guerra Santos, ex-diretor-coordenador da Comissão de Coordenação Estratégica da INCM, e Duarte Azinheira, com responsabilidade sobre as áreas de serviço público e transição digital, assim como dos conselhos editorial e numismático. </P><br />
<P>Duarte Azinheira foi diretor editorial e de cultura da INCM desde 2010. Antes, foi diretor-geral da Assírio &amp; Alvim, entre outras funções na área do livro e da leitura. </P><br />
<P>No final de abril, a administração cessante apresentou o plano editorial para este ano, que prevê a publicação de 70 novas edições, entre as quais as obras anotadas de Luís de Camões, a obra completa do filósofo Fernando Gil e a obra científica e académica de Aníbal Cavaco Silva, a par de novos títulos das coleções dedicadas a José Augusto-França, Manuel Teixeira-Gomes, Maria Ondina Braga, Maria Isabel Barreno e Vitorino Nemésio.</P><br />
<P></P><br />
<P>MAG/AL // TDI</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770785]]></sapo:autor>
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		<title>Bab al-Mandab: Irão ameaça estender conflito a outro corredor marítimo estratégico e aumenta receios sobre comércio global e petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de o Irão e os seus aliados alargarem o conflito no Médio Oriente ao estreito de Bab al-Mandab está a provocar crescente preocupação nos mercados internacionais, nas empresas de transporte marítimo e nos países dependentes das principais rotas comerciais globais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de o Irão e os seus aliados alargarem o conflito no Médio Oriente ao estreito de Bab al-Mandab está a provocar crescente preocupação nos mercados internacionais, nas empresas de transporte marítimo e nos países dependentes das principais rotas comerciais globais.</p>
<p>A ameaça foi divulgada esta segunda-feira por meios de comunicação estatais iranianos, que indicaram que Teerão e os seus parceiros regionais estão a ponderar a “ativação de outras frentes” em resposta aos ataques israelitas no Líbano. Entre os cenários referidos surge o estreito de Bab al-Mandab, um dos pontos mais estratégicos para o comércio marítimo mundial.</p>
<p>A simples possibilidade de perturbações nesta via de navegação foi suficiente para provocar uma subida significativa dos preços do petróleo, refletindo os receios dos investidores quanto a uma eventual interrupção de uma das mais importantes ligações entre a Europa, a Ásia e o Médio Oriente.</p>
<p><strong>Porque é que Bab al-Mandab é tão importante</strong><br />
Localizado na extremidade sul do Mar Vermelho, o estreito de Bab al-Mandab constitui uma das passagens marítimas mais relevantes do planeta.</p>
<p>Este corredor liga o Golfo de Áden ao Mar Vermelho e funciona como uma porta de entrada fundamental para o Canal de Suez, permitindo a circulação de mercadorias entre a Europa e a Ásia através de uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo.</p>
<p>No seu ponto mais estreito, Bab al-Mandab tem apenas cerca de 29 quilómetros de largura, o que aumenta a sua vulnerabilidade a incidentes militares ou bloqueios.</p>
<p>Qualquer perturbação significativa na circulação de navios pode ter efeitos imediatos nas cadeias globais de abastecimento, afetando o transporte de energia, matérias-primas, produtos industriais e bens de consumo.</p>
<p>A relevância estratégica da passagem é demonstrada pelos números: quase 15% de todo o comércio marítimo mundial atravessa esta zona.</p>
<p><strong>Histórico recente de ataques no Mar Vermelho</strong><br />
Bab al-Mandab já foi palco de vários incidentes nos últimos anos, sobretudo devido à atividade dos rebeldes houthis do Iémen, grupo apoiado pelo Irão.</p>
<p>No final de 2023, os houthis iniciaram uma campanha de ataques contra embarcações comerciais que navegavam na região, justificando as ações como uma resposta à guerra de Israel na Faixa de Gaza.</p>
<p>Estes ataques alteraram profundamente o tráfego marítimo internacional.</p>
<p>Perante o aumento dos riscos de segurança, numerosas companhias de navegação optaram por abandonar temporariamente a rota do Mar Vermelho e do Canal de Suez, desviando os seus navios para o percurso alternativo em torno do Cabo da Boa Esperança, no sul de África.</p>
<p>A mudança teve consequências económicas significativas. As viagens passaram a demorar mais semanas, os consumos de combustível aumentaram, os custos com seguros dispararam e as despesas operacionais das tripulações tornaram-se mais elevadas.</p>
<p>Segundo estimativas da indústria marítima citadas no relatório, as perturbações registadas entre 2023 e 2025 terão provocado custos adicionais na ordem dos 20 mil milhões de dólares por ano.</p>
<p><strong>Uma rota vital para as exportações de petróleo</strong><br />
Apesar da instabilidade regional, Bab al-Mandab manteve-se amplamente navegável durante o atual conflito, preservando uma rota considerada essencial para o transporte de petróleo.</p>
<p>A passagem assume uma importância acrescida para a Arábia Saudita, o maior exportador mundial de crude, uma vez que permite o escoamento de exportações energéticas através do Mar Vermelho.</p>
<p>A relevância desta rota tornou-se ainda maior num contexto em que, segundo a informação divulgada, o Irão já terá efetivamente encerrado o Estreito de Ormuz, outro dos principais pontos de passagem do comércio energético mundial.</p>
<p>Caso Bab al-Mandab venha igualmente a sofrer restrições significativas, os mercados receiam uma nova escalada nos preços da energia e dificuldades acrescidas no transporte internacional de mercadorias.</p>
<p>Embora os rebeldes houthis ainda não tenham reagido às notícias divulgadas pelos meios estatais iranianos, dirigentes do grupo já tinham deixado sinais claros sobre esta possibilidade nos últimos meses.</p>
<p>Em março, Mohammed Mansour, vice-ministro da Informação da administração houthi, afirmou à CNN que o encerramento do estreito poderia ser considerado uma opção legítima.</p>
<p>“Fechar Bab al-Mandab é uma opção viável, e as consequências serão suportadas pelos agressores americanos e israelitas”, declarou.</p>
<p>As palavras do responsável ganharam agora renovada relevância à luz das informações divulgadas por Teerão sobre a eventual abertura de novas frentes de pressão contra Israel e os seus aliados.</p>
<p><strong>Mercados acompanham evolução com atenção</strong><br />
A ameaça sobre Bab al-Mandab surge num momento de elevada tensão geopolítica no Médio Oriente e acrescenta uma nova dimensão às preocupações dos mercados internacionais.</p>
<p>Além das implicações militares, os analistas acompanham com particular atenção qualquer desenvolvimento relacionado com os principais corredores marítimos da região, uma vez que estes desempenham um papel decisivo no comércio global e no abastecimento energético.</p>
<p>Para já, não existe qualquer indicação de que o estreito tenha sido encerrado ou que tenham sido anunciadas medidas concretas nesse sentido. Ainda assim, a possibilidade de uma interrupção futura numa passagem responsável por uma parte tão significativa do comércio mundial foi suficiente para aumentar a volatilidade dos mercados petrolíferos e reacender os receios de novas perturbações económicas à escala global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770770]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>STCP e sindicato acordam fim definitivo de greve às últimas duas horas de serviço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:44:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) acordou hoje com o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN) o fim definitivo à greve às duas últimas horas de serviço, após três meses de suspensão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) acordou hoje com o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN) o fim definitivo à greve às duas últimas horas de serviço, após três meses de suspensão.</P><br />
<P>Segundo um comunicado enviado hoje às redações, a STCP informa do acordo com o STRUN relativo ao &#8220;período de greve convocado por esta estrutura sindical, que vigorava desde o dia 08 de novembro de 2023&#8221;, e que incidia sobre as últimas duas horas de serviço de cada trabalhador.</P><br />
<P>A greve esteve suspensa durante três meses, após um acordo anunciado em fevereiro deste ano que tinha validade entre 01 de março e 31 de maio, domingo.</P><br />
<P>&#8220;O acordo agora alcançado resulta de um processo de diálogo e negociação responsável entre o Conselho de Administração da STCP e o STRUN&#8221;, refere o comunicado da STCP hoje enviado às redações.</P><br />
<P>Segundo o Conselho de Administração da empresa, liderado por Luís Osório, a STCP &#8220;reafirma o seu empenho na promoção de um clima de estabilidade e paz social, assente no diálogo construtivo com todas as Organizações Representativas dos Trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>Procura ainda &#8220;soluções que contribuam para a melhoria contínua das condições de trabalho e para a prestação de um serviço público de transporte seguro, fiável e de qualidade à população da Área Metropolitana do Porto&#8221;.</P><br />
<P>Em fevereiro, num comunicado conjunto, as partes já tinham assegurado que, durante o período de suspensão da greve, estaria garantida a &#8220;a normalização integral do serviço&#8221;, ficando também &#8220;estabelecidos princípios orientadores com vista ao reforço da estabilidade operacional e do diálogo institucional&#8221;.</P><br />
<P>Em causa estavam a &#8220;reafirmação da existência de horários definidos de entrada e saída de serviço, bem como o compromisso de envidar todos os esforços para assegurar maior antecedência na programação diária, promovendo previsibilidade e melhor organização do trabalho&#8221; ou &#8220;o reforço dos mecanismos de comunicação interna entre as diferentes áreas da empresa, promovendo uma cultura assente na cordialidade, no respeito institucional e na colaboração transversal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A constituição, durante o período de suspensão, de um grupo de trabalho liderado pelo Presidente do Conselho de Administração [Luís Osório], integrando representantes das organizações sindicais e de várias áreas da empresa, com o objetivo de estudar e propor melhorias nos processos operacionais e organizacionais, incluindo a revisão dos modelos de comunicação interna e dos sistemas de apoio à operação&#8221; foi outro dos pontos elencados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770781]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Conselho Superior da Magistratura pede informações sobre queixa contra juiz Carlos Alexandre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Superior da Magistratura (CSM) vai pedir à Ordem dos Advogados mais informações sobre a queixa apresentada contra o juiz desembargador Carlos Alexandre para decidir se instaura processo disciplinar, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Superior da Magistratura (CSM) vai pedir à Ordem dos Advogados mais informações sobre a queixa apresentada contra o juiz desembargador Carlos Alexandre para decidir se instaura processo disciplinar, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Na sessão plenária de hoje do CSM, foi decidido &#8220;solicitar à Ordem dos Advogados a concretização dos factos que levaram à participação apresentada relativa ao juiz desembargador Carlos Alexandre, por considerar necessário dispor de elementos adicionais que permitam a sua adequada apreciação&#8221;, informou o CSM numa nota enviada aos jornalistas.</P><br />
<P>De acordo com a SIC, que avançou a notícia, em causa estão comentários feitos no &#8216;Facebook&#8217; pelo juiz desembargador Carlos Alexandre, que agora ocupa o cargo de presidente da Comissão de Combate à Fraude no Serviço Nacional de Saúde.</P><br />
<P>Segundo a estação de televisão, o juiz Carlos Alexandre terá feito comentários, através da sua conta de &#8216;Facebook&#8217; em publicações de notícias sobre casos mediáticos, incluindo sobre o diagnóstico de Alzheimer do ex-banqueiro Ricardo Salgado, cuja instrução de um dos processos foi feita por si.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770780]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Guardas da Revolução ameaçam abrir &#8220;novas frentes&#8221; perante ofensiva israelita no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:13:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Guardas da Revolução iranianos ameaçaram abrir "novas frentes" em resposta à ofensiva de Israel no Líbano, garantiu hoje o exército ideológico do Irão à televisão estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Guardas da Revolução iranianos ameaçaram abrir &#8220;novas frentes&#8221; em resposta à ofensiva de Israel no Líbano, garantiu hoje o exército ideológico do Irão à televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>&#8220;O Irão considera que ultrapassar as linhas vermelhas no Líbano e em Gaza equivale a uma guerra direta&#8221; e, &#8220;em resposta, está determinado a conduzir operações defensivas&#8221; e a &#8220;abrir novas frentes&#8221;, declararam os Guardas da Revolução, numa referência às operações militares israelitas nos territórios palestinianos e à ofensiva no país vizinho.</P><br />
<P>Mohsen Rezaee, um conselheiro do líder supremo do Irão, aiatola Mojtaba Khamenei, advertiu na rede social X que Teerão está a perder a &#8220;paciência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A paciência das Forças Armadas iranianas tem limites&#8221;, avisou Rezaee.</P><br />
<P>Entretanto, a partir de Beirute, fonte próxima do Hezbollah, citada pela agência noticiosa France-Presse (AFP), garantiu que o movimento pró-iraniano não deixará de bombardear o norte de Israel, respondendo às ameaças israelitas de atacar os subúrbios do sul de Beirute caso o grupo não suspenda os seus ataques.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, declarou hoje que não haverá &#8220;calma&#8221; em Beirute e nos seus arredores enquanto o Hezbollah não cessar os ataques.</P><br />
<P>Um responsável norte-americano indicou também no domingo que os Estados Unidos apresentaram uma proposta segundo a qual o Hezbollah deveria pôr termo a todos os ataques contra Israel. Em contrapartida, Israel abster-se-ia de qualquer escalada em Beirute&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Hezbollah não assumirá o compromisso de deixar de bombardear o norte&#8221; de Israel, afirmou a fonte próxima do grupo apoiado pelo Irão, que pediu para não ser identificada.</P><br />
<P>&#8220;Porque haveríamos de interromper estes ataques, que causam prejuízos a Israel, quando Israel continua a bombardear o Líbano?&#8221;, questionou.</P><br />
<P>O Presidente libanês voltou hoje a defender as negociações com Israel como a única &#8220;opção&#8221; para ultrapassar o conflito, apesar de, horas antes, Telavive ter aprovado a retoma dos ataques contra os subúrbios do sul de Beirute.</P><br />
<P>&#8220;As negociações são mais seguras do que a guerra, uma vez que testemunhámos e continuamos a testemunhar os horrores e as consequências do conflito. No entanto, não vão resolver os problemas de forma imediata. Trata-se de um processo que exige tempo e não temos outra opção&#8221;, afirmou Joseph Aoun perante representantes do setor privado libanês.</P><br />
<P>A nova ronda de diálogo direto está prevista para terça-feira, em Washington, no âmbito de conversações às quais o movimento xiita libanês Hezbollah se opõe e que prosseguem enquanto o cessar-fogo em vigor desde meados de abril continua a ser violado de forma cada vez mais violenta.</P><br />
<P>Hoje de manhã, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou às forças israelitas que atacassem alvos na zona periférica de Dahye, nos arredores de Beirute, que desde a entrada em vigor da trégua tinha permanecido, na sua maioria, à margem dos confrontos, concentrados sobretudo no sul do Líbano e, em menor escala, no leste do país.</P><br />
<P>Apesar do anúncio por parte de Israel, Aoun considerou que as negociações continuam a representar a solução para a guerra com menos potenciais &#8220;danos&#8221; e assegurou que o processo está a &#8220;avançar&#8221;, reafirmando a confiança nas conversações, mesmo que os resultados demorem a surgir.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770762]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Guardem o telemóvel quando estiverem com os filhos&#8221;: Suécia faz apelo aos pais com novas recomendações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:08:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[telemóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[As novas orientações, divulgadas pela Agência de Saúde Pública sueca, representam um endurecimento das recomendações emitidas há cerca de dois anos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades de saúde pública na Suécia lançaram um novo apelo aos pais e encarregados de educação para reduzirem a utilização de telemóveis na presença das crianças, depois de uma investigação científica ter demonstrado que os hábitos digitais dos adultos podem influenciar diretamente o desenvolvimento e comportamento dos mais novos.</p>
<p>As novas orientações, divulgadas pela Agência de Saúde Pública sueca, representam um endurecimento das recomendações emitidas há cerca de dois anos. Na altura, os pais eram apenas incentivados a refletir sobre o tempo que passavam ao smartphone junto das crianças. Agora, as autoridades avançam com conselhos concretos e mais específicos sobre a forma como os dispositivos digitais devem ser utilizados no ambiente familiar.</p>
<p>A mensagem central é clara: os pais devem guardar o telemóvel quando passam tempo com os filhos e imitar a sua utilização apenas às situações em que seja realmente necessária.</p>
<p>“Ponha o telemóvel de lado quando estiver com o seu filho. Utilize-o apenas se precisar ou quando o estiver a utilizar em conjunto com ele”, recomendou a autoridade de saúde pública num comunicado.</p>
<p>Segundo a agência, os adultos desempenham um papel determinante na formação dos hábitos digitais das crianças. Por essa razão, os pais que desenvolvem comportamentos saudáveis em relação aos ecrãs tendem também a influenciar positivamente os comportamentos dos filhos.</p>
<p><strong>Estudo liga hábitos digitais dos pais ao comportamento das crianças</strong><br />
As novas recomendações surgem na sequência de uma investigação encomendada pelo Governo sueco no outono passado para analisar a eventual relação entre a saúde das crianças e o tempo que os seus pais ou cuidadores passam diante de ecrãs.</p>
<p>Os resultados apontaram para um impacto significativo da utilização excessiva de dispositivos digitais por parte dos adultos.</p>
<p>De acordo com o estudo, o uso frequente de telemóveis pelos pais pode prejudicar a qualidade das interações com os filhos, reduzindo momentos de atenção, comunicação e envolvimento familiar.</p>
<p>A investigação identificou igualmente uma ligação direta entre os hábitos digitais dos pais e os das crianças. Os filhos de adultos que passam muito tempo em frente aos ecrãs apresentam uma maior tendência para desenvolver padrões semelhantes de utilização.</p>
<p>O ministro sueco dos Assuntos Sociais, Jakob Forssmed, considera que muitas pessoas continuam a subestimar o alcance deste fenómeno.</p>
<p>“Não creio que as pessoas percebam que a utilização dos ecrãs afeta as crianças na medida em que agora sabemos que afeta”, afirmou à televisão pública sueca SVT.</p>
<p><strong>Quartos e mesas de refeição devem ficar livres de ecrãs</strong><br />
Entre as novas orientações está também a recomendação para que determinadas áreas da habitação sejam transformadas em espaços livres de dispositivos digitais.</p>
<p>A agência sugere que os pais definam zonas sem ecrãs em locais como os quartos ou a mesa de refeições, criando ambientes dedicados à convivência familiar e ao descanso.</p>
<p>As autoridades consideram que estas medidas simples podem contribuir para melhorar a comunicação dentro da família e reduzir a dependência tecnológica.</p>
<p>Outro dos conselhos divulgados prende-se com a exposição das crianças nas redes sociais. Os pais são incentivados a refletir cuidadosamente antes de publicarem fotografias ou vídeos dos filhos na Internet.</p>
<p>“Proteja e respeite o seu filho online. Pense antes de publicar fotografias ou vídeos”, refere a recomendação oficial.</p>
<p><strong>Especialistas defendem que o exemplo dos adultos é decisivo</strong><br />
Para Helena Frielingsdorf, psiquiatra e investigadora da Agência de Saúde Pública da Suécia, o comportamento dos adultos exerce uma influência profunda sobre os mais novos.</p>
<p>Segundo a especialista, as crianças aprendem não apenas através das palavras, mas sobretudo através da observação das atitudes dos pais.</p>
<p>“As crianças são influenciadas não apenas pelo que os adultos dizem, mas também pelo que os adultos fazem. É por isso que pequenas mudanças no quotidiano podem fazer a diferença, tanto nas interações do presente como nos hábitos que a criança desenvolverá ao longo do tempo”, explicou.</p>
<p><strong>Limites rigorosos para o tempo de ecrã das crianças</strong><br />
A Suécia já tinha divulgado anteriormente orientações específicas destinadas às crianças e adolescentes, estabelecendo limites de utilização de ecrãs para atividades não relacionadas com a escola.</p>
<p>As recomendações aconselham que crianças com menos de dois anos não tenham qualquer exposição a ecrãs para fins recreativos.</p>
<p>Para crianças entre os dois e os cinco anos, o limite recomendado é de uma hora diária. Entre os seis e os 12 anos, a utilização não deverá ultrapassar duas horas por dia. Já os adolescentes entre os 13 e os 18 anos devem restringir esse tempo a um máximo de três horas diárias.</p>
<p>As orientações incluem ainda recomendações relacionadas com o sono. As crianças devem evitar totalmente a utilização de dispositivos digitais nas horas que antecedem o momento de deitar.</p>
<p>Além disso, telemóveis, tablets e computadores não devem permanecer nos quartos durante a noite.</p>
<p><strong>Proibição de telemóveis nas escolas avança em todo o país</strong><br />
A estratégia sueca para reduzir a dependência dos ecrãs não se limita ao ambiente familiar.</p>
<p>O país escandinavo está também a implementar uma proibição nacional da utilização de telemóveis nas escolas, medida que será integrada na legislação educativa.</p>
<p>A partir do início do ano letivo de 2026-2027, os alunos até ao nono ano de escolaridade — normalmente entre os 15 e os 16 anos — deixarão de poder utilizar telemóveis no espaço escolar.</p>
<p>A iniciativa faz parte de um conjunto mais vasto de medidas destinadas a limitar a exposição excessiva às tecnologias digitais durante a infância e adolescência, numa altura em que as autoridades suecas procuram responder às crescentes preocupações sobre os efeitos dos ecrãs na saúde, no desenvolvimento social e no bem-estar das crianças.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770753]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trabalhadores da EMEL &#8211; Estacionamento de Lisboa avançam com greve parcial de 22 a 25 de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da EMEL - Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa decidiram hoje, em plenário nos Paços do Concelho da Câmara Municipal, avançar com uma greve parcial de 22 a 25 de junho, exigindo "uma revisão salarial digna".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhadores da EMEL &#8211; Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa decidiram hoje, em plenário nos Paços do Concelho da Câmara Municipal, avançar com uma greve parcial de 22 a 25 de junho, exigindo &#8220;uma revisão salarial digna&#8221;.</P><br />
<P>A resolução aprovada em plenário de trabalhadores foi entregue à Câmara Municipal de Lisboa (CML), acionista única da EMEL, para exigir o retomar das negociações do Caderno Reivindicativo da empresa, com &#8220;uma proposta séria&#8221; de aumento salarial, afirmou Orlando Gonçalves, dirigente sindical do CESP &#8211; Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, o sindicalista disse que &#8220;é inaceitável&#8221; a proposta do Conselho de Administração da EMEL de um aumento salarial de 25 euros, referindo que tal representa &#8220;0,5% do orçamento da EMEL&#8221; e, por isso, &#8220;é uma falácia&#8221; dizer que o problema é o aumento dos salários.</P><br />
<P>Os trabalhadores sugeriram &#8220;150 euros de aumento&#8221;, adiantou o responsável do CESP, acrescentando que o Caderno Reivindicativo da EMEL inclui &#8220;mais uma série de matérias&#8221;, como o trabalho noturno e a penosidade, bem como a implementação das diuturnidades, ou seja, a valorização da antiguidade, compromisso que já foi assumido anteriormente pelo Conselho de Administração, mas que &#8220;ainda não foi cumprido&#8221;. </P><br />
<P>Antes do plenário de hoje, os trabalhadores tiveram um outro há pouco mais de uma semana, concretamente no dia 21 de maio, em que entregaram um abaixo-assinado com mais de 350 assinaturas e uma resolução dirigida ao presidente da CML, Carlos Moedas (PSD), a exigir medidas imediatas quanto à negociação do Caderno Reivindicativo da EMEL.</P><br />
<P>Os trabalhadores exigiram ser recebidos hoje por Carlos Moedas, mas tal não aconteceu, expôs Orlando Gonçalves, indicando que nos Paços do Concelho estava o Conselho de Administração da EMEL, presidido por Carlos Silva, que transmitiu que &#8220;não tem capacidade de aumentar mais do que 25 euros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;De uma forma um pouco encapotada, dando a entender que, se aumentasse mais, podia haver despedimentos de trabalhadores, o que não nos parece sequer aceitável: milhões e milhões de lucros que tem dado a EMEL, milhões e milhões de investimento em Lisboa com o dinheiro da EMEL, só não há dinheiro para aumentar os trabalhadores&#8221;, declarou o dirigente sindical.</P><br />
<P>Contestando a &#8220;intransigência e desrespeito&#8221; por parte do Conselho de Administração da EMEL, com a apoio da CML, os trabalhadores aprovaram uma resolução para avançar com uma greve parcial de 22 a 25 de junho, de duas horas diárias, e um novo plenário no dia 26 de junho, nos Paços do Concelho, informou Orlando Gonçalves.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, o que pedimos é que apresentem uma proposta séria, digna de valorização dos trabalhadores, e os trabalhadores estão cá para negociar&#8221;, frisou o sindicalista do CESP.</P><br />
<P>O plenário de hoje contou com a participação de cerca de 100 trabalhadores da EMEL, de um total de 800, referiu o dirigente sindical, acrescentando que, atualmente, o salário mínimo praticado nesta empresa municipal ronda os 1.000 euros, valor que está &#8220;muito abaixo&#8221; do custo de vida na cidade de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Cada vez mais, infelizmente, temos trabalhadores que estão a trabalhar e, mesmo assim, estão no limiar da pobreza, porque [o salário] não chega para pagar as contas&#8221;, expôs.</P><br />
<P>Na resolução aprovada hoje, os trabalhadores da EMEL afirmam ainda que &#8220;apoiam e votam a sua participação na greve geral, pela derrota do pacote laboral&#8221;, convocada para quarta-feira, dia 03 de junho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770756]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vendas de carros crescem 9,4% até maio com 127.626 veículos matriculados, indica ACAP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As vendas de automóveis cresceram 9,4% de janeiro a maio em relação ao mesmo período de 2025, com a entrada em circulação de 127.626 novos veículos, segundo dados divulgados hoje pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As vendas de automóveis cresceram 9,4% de janeiro a maio em relação ao mesmo período de 2025, com a entrada em circulação de 127.626 novos veículos, segundo dados divulgados hoje pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).</P><br />
<P>De todas as unidades matriculadas nos primeiros cinco meses do ano, 110.731 unidades (87%) são automóveis ligeiros de passageiros, 13.328 (10%) são ligeiros de mercadorias e 3.567 (3%) são veículos pesados, segundo os dados divulgados pela ACAP.</P><br />
<P>As vendas de ligeiros de passageiros cresceram 9,8% nos primeiros cinco meses do ano, enquanto as de ligeiros de mercadorias subiram 2,3%.</P><br />
<P>Nos veículos pesados, o crescimento das vendas foi de 28,3% em tenros homólogos.</P><br />
<P>No segmento dos ligeiros de passageiros, o mais relevante do mercado em número de vendas, os carros movidos a energias alternativas representam 73,7% das vendas, o mesmo peso que se registava até abril, enquanto os veículos movidos a gasolina valem 22,4% e as unidades a gasóleo correspondem a 3,8%.</P><br />
<P>Os elétricos têm um peso de 24,5% nas vendas, enquanto os veículos híbridos representam 29,3% e os híbridos &#8216;plug-in&#8217; (PHEV) valem 14,2%.</P><br />
<P>Os dados da ACAP relativos aos ligeiros de passageiros mostram que, de janeiro a maio, foram vendidas 11.014 unidades da Peugeot, 8.245 da Mercedes-Benz, 6.915 da BMW, 6.451 da Dacia, 6.194 da Renault, 6.058 da Volkswagen, 5.875 da Citroën, 5.756 da Toyota e 4.392 da Tesla.</P><br />
<P>No mês de maio foram matriculados 28.904 automóveis (ligeiros e pesados), mais 6,9% do que no mesmo mês do ano passado.</P><br />
<P>Deste universo, 25.080 são automóveis ligeiros de passageiros novos, segmento onde o crescimento nas vendas foi de 6,5% em relação a maio de 2025.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, foram vendidas 3.235 unidades de ligeiros de mercadorias, o que representa uma subida homóloga de 13%.</P><br />
<P>As vendas de veículos pesados em maio totalizaram as 589 unidades. Neste caso, registou-se uma quebra, com a comercialização de menos 7,2% do que em maio de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770745]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tesouro escondido durante séculos: Geórgia leiloa coleção de vinhos de Napoleão e Estaline</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:24:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das mais extraordinárias coleções de vinho da Europa, composta por milhares de garrafas históricas associadas a figuras como Napoleão Bonaparte, os últimos czares russos e o líder soviético Josef Estaline, prepara-se para chegar ao mercado internacional através de uma série de leilões promovidos pelo Governo da Geórgia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das mais extraordinárias coleções de vinho da Europa, composta por milhares de garrafas históricas associadas a figuras como Napoleão Bonaparte, os últimos czares russos e o líder soviético Josef Estaline, prepara-se para chegar ao mercado internacional através de uma série de leilões promovidos pelo Governo da Geórgia.</p>
<p>Guardada durante décadas nas profundezas da histórica Fábrica N.º 1 de Tbilisi, a coleção permaneceu praticamente inacessível ao público, preservada em caves onde algumas garrafas não viam a luz do dia há mais de dois séculos. Agora, as autoridades georgianas decidiram abrir este património ao mundo e utilizar parte das receitas obtidas para financiar um novo projeto de formação na área da vitivinicultura.</p>
<p><strong>Um acervo histórico com milhares de garrafas raras</strong><br />
A Fábrica N.º 1 de Tbilisi, considerada uma das mais emblemáticas instalações vinícolas da Geórgia, alberga uma coleção impressionante de vinhos georgianos e estrangeiros de elevada qualidade.</p>
<p>Segundo as autoridades georgianas, a enoteca contém até 20 mil garrafas de coleção envelhecidas ao longo de mais de 200 anos. Outras informações divulgadas durante a apresentação pública do projeto referem um espólio que poderá atingir cerca de 40 mil exemplares entre vinhos georgianos e franceses, incluindo algumas das raridades mais procuradas por colecionadores internacionais.</p>
<p>O Governo georgiano transferiu a propriedade da histórica adega, de forma permanente, para a Agência Nacional do Vinho. A entidade terá como missão catalogar as garrafas existentes, determinar a sua origem e avaliar o valor histórico e comercial de cada peça.</p>
<p>Parte deste património será posteriormente colocada em leilão, numa iniciativa destinada a financiar a criação de uma escola especializada em educação e formação vinícola.</p>
<p><strong>Dos czares russos a Estaline</strong><br />
A história da coleção atravessa alguns dos momentos mais marcantes da Europa dos séculos XIX e XX.</p>
<p>Entre as garrafas conservadas encontram-se vinhos provenientes de prestigiados châteaux franceses que pertenceram ao czar Alexandre III da Rússia e ao seu filho, Nicolau II, o último imperador russo. Durante o século XIX, a Geórgia integrava o Império Russo, permitindo que estas coleções fossem incorporadas no património imperial.</p>
<p>Após a Revolução Russa de 1917, o novo regime soviético confiscou os bens da família Romanov. Parte da coleção de vinhos imperiais acabou por passar para a esfera do Estado soviético e ficou posteriormente sob a tutela de Josef Estaline, natural da Geórgia e líder da União Soviética entre 1924 e 1953.</p>
<p>Conhecido pelo interesse que demonstrava pelos vinhos georgianos, Estaline foi acrescentando à coleção algumas das suas variedades preferidas produzidas no Cáucaso, contribuindo para ampliar o espólio ao longo das décadas.</p>
<p>As autoridades georgianas afirmam ainda que a adega conserva coleções historicamente associadas ao imperador francês Napoleão Bonaparte, reforçando o valor simbólico e patrimonial do conjunto agora apresentado ao público.</p>
<p><strong>Governo destaca papel da Geórgia como berço do vinho</strong><br />
Durante a reabertura oficial da Fábrica N.º 1, o ministro da Agricultura da Geórgia, David Songulashvili, destacou a importância histórica do espaço e do património ali preservado.</p>
<p>“Este espaço único conserva vinhos e bebidas envelhecidas durante mais de dois séculos e sublinha mais uma vez a importância da Geórgia como berço do vinho”, afirmou o governante.</p>
<p>Songulashvili salientou igualmente o papel da tradição vitivinícola georgiana na projeção internacional do país.</p>
<p>“A nossa antiga tradição vitivinícola deu ao nosso país um lugar de destaque no mapa mundial e foi durante séculos uma parte integrante das nossas relações comerciais e culturais”, declarou.</p>
<p>O ministro acrescentou ainda que a coleção atualmente preservada na adega “conserva a memória” de figuras históricas como Estaline e Napoleão.</p>
<p>A apresentação pública do projeto contou também com a presença do primeiro-ministro georgiano, Irakli Kobakhidze.</p>
<p><strong>Colecionadores internacionais já mostram interesse</strong><br />
A abertura das caves despertou a atenção de especialistas e colecionadores de vários países.</p>
<p>Entre os visitantes esteve Victor Chen, colecionador oriundo de Dallas, no Texas, que descreveu a experiência de observar as antigas garrafas cobertas de pó como um momento raro na história do colecionismo.</p>
<p>Ao analisar o conteúdo das garrafas centenárias, Chen comparou a descoberta ao trabalho de um explorador perante um tesouro desconhecido.</p>
<p>“Sente-se como o Indiana Jones a abrir uma caverna: pode não haver nada, pode haver algo extraordinário”, afirmou.</p>
<p>Para o colecionador norte-americano, a abertura desta coleção representa potencialmente um momento histórico para o mercado internacional de vinhos raros.</p>
<p>“Já não existem muitos momentos que possam ser considerados verdadeiramente históricos. E este pode ser um deles”, acrescentou.</p>
<p>Irakli Gilauri, proprietário da empresa Gilauri Wines e colaborador do Ministério da Agricultura no projeto, acredita que o leilão poderá aumentar significativamente a visibilidade da Geórgia junto dos grandes colecionadores internacionais.</p>
<p>Segundo explicou, a iniciativa ajudará a colocar o país “no mapa dos colecionadores”.</p>
<p><strong>Uma adega histórica e um símbolo da arquitetura do século XIX</strong><br />
Para além do valor das garrafas armazenadas no seu interior, a própria Fábrica N.º 1 constitui um importante património arquitetónico.</p>
<p>O edifício é considerado um dos melhores exemplos da arquitetura industrial do século XIX na Geórgia e foi financiado pelo empresário e filantropo David Sarajishvili.</p>
<p>Sarajishvili destacou-se como fundador de algumas das mais importantes marcas de conhaque do antigo Império Russo, incluindo a célebre fábrica caucasiana de Kizlyar.</p>
<p>Hoje, mais de um século depois da sua construção, o complexo volta a assumir protagonismo internacional graças a uma coleção que atravessou impérios, revoluções, guerras e regimes políticos distintos.</p>
<p>Da corte dos Romanov às mãos de Estaline, passando por referências históricas associadas a Napoleão Bonaparte, as garrafas agora preparadas para leilão representam não apenas um património enológico de valor incalculável, mas também um raro testemunho material de dois séculos de história europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770680]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Multas mais caras, auto digital e mais radares: o que muda no Código da Estrada ainda este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[código da estrada]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo de trabalho criado para preparar o novo Código da Estrada reuniu-se pela primeira vez a 26 de maio e terá de entregar uma proposta ao ministro da Administração Interna até 30 de setembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="107" data-end="436">O Governo está a preparar um novo Código da Estrada e quer que as alterações entrem em vigor ainda este ano, adianta a RTP. O objetivo passa por tornar as multas mais pesadas, acelerar a chegada das notificações aos infratores, alargar os critérios para a cassação da carta de condução e penalizar de forma mais dura os condutores reincidentes.</p>
<p data-start="438" data-end="772">A mudança surge num contexto de agravamento da sinistralidade rodoviária. Desde o início do ano, 201 pessoas morreram nas estradas portuguesas e 979 ficaram gravemente feridas. O ministro da Administração Interna já tinha prometido ser &#8220;implacável&#8221; perante o aumento de mortes na estrada e o processo legislativo está agora em marcha.</p>
<p data-start="774" data-end="1160">O grupo de trabalho criado para preparar o novo Código da Estrada reuniu-se pela primeira vez a 26 de maio e terá de entregar uma proposta ao ministro da Administração Interna até 30 de setembro. A equipa integra representantes da Secretaria de Estado, do gabinete do ministro, da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, da GNR, da PSP e da Inspeção-Geral da Administração Interna.</p>
<p data-start="1162" data-end="1220"><strong>Multas vão subir e carta poderá ser retirada em mais casos</strong></p>
<p data-start="1222" data-end="1566">O secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, defende em entrevista ao canal público, que o atual Código da Estrada deixou de responder às exigências da mobilidade atual. O governante lembra que o documento tem 32 anos e já sofreu 28 alterações, razão pela qual o Executivo entende que é necessário criar um novo código, em vez de continuar a fazer alterações pontuais.</p>
<p data-start="1568" data-end="1943">Entre as mudanças previstas estão o aumento do valor das coimas e a revisão das sanções acessórias, para que fiquem mais ajustadas à gravidade das infrações. As coimas por excesso de álcool deverão subir, numa tentativa de aumentar a eficácia do procedimento contraordenacional e reduzir aquilo que o Governo descreve como um sentimento de impunidade entre alguns condutores.</p>
<p data-start="1945" data-end="2217">Também os critérios para a cassação da carta de condução deverão ser alargados. Rui Rocha defende que é necessário distinguir entre uma infração pontual e o comportamento de um condutor reincidente, admitindo que estes casos devem ter um nível de penalização mais elevado.</p>
<p data-start="2219" data-end="2263"><strong>Auto digital começa a ser testado este verão</strong></p>
<p data-start="2265" data-end="2516">Uma das principais alterações práticas será a introdução do auto digital. O novo sistema permitirá que as autoridades emitam o auto de contraordenação no momento em que a infração é detetada, fazendo com que a notificação entre diretamente no sistema.</p>
<p data-start="2518" data-end="2796">O objetivo é reduzir os atrasos que hoje fazem com que muitas multas só cheguem a casa dos infratores meses depois da infração. O Governo quer que, com a digitalização, os prazos sejam cumpridos e diminuam as possibilidades de prolongar os processos através de ações dilatórias.</p>
<p data-start="2798" data-end="3120">O projeto está ligado a um investimento de três milhões de euros no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, destinado a melhorar a interoperabilidade entre os sistemas informáticos da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e das forças de segurança. O novo sistema deverá ser apresentado até ao final de agosto.</p>
<p data-start="3122" data-end="3152"><strong>Governo rejeita &#8220;caça à multa&#8221;</strong></p>
<p data-start="3154" data-end="3473">Na mesma entrevista, Rui Rocha insiste que o objetivo das novas medidas não é promover uma &#8220;caça à multa&#8221;, mas salvar vidas. O secretário de Estado considera que as campanhas de sensibilização continuam a ser importantes, mas admite que é necessário reforçar a penalização para que os condutores percebam que têm mesmo de cumprir as regras.</p>
<p data-start="3475" data-end="3772">O Governo quer combater a ideia de que pode compensar exceder os limites de velocidade ou conduzir depois de beber, por se acreditar que &#8220;nada vai acontecer&#8221;. Para o Executivo, essa perceção contribui para comportamentos de risco que aumentam a probabilidade de acidentes graves e vítimas mortais.</p>
<p data-start="3774" data-end="4114">A meta assumida é reduzir em 50% o número de mortos na estrada até 2030, em comparação com 2019. Rui Rocha reconhece que o objetivo é ambicioso, até porque nem todas as circunstâncias dependem diretamente das medidas do Estado, mas defende que é necessário criar um ambiente de maior responsabilização para todos os que circulam na estrada.</p>
<p data-start="4116" data-end="4160"><strong>Brigada de Trânsito da GNR será reorganizada</strong></p>
<p data-start="4162" data-end="4425">O Governo prepara também a reativação da Brigada de Trânsito da GNR. A recuperação desta estrutura deverá permitir um comando único dentro da Guarda Nacional Republicana, com maior capacidade de controlo nacional, prevenção e dissuasão de comportamentos de risco.</p>
<p data-start="4427" data-end="4645">Segundo Rui Rocha, a reorganização deverá envolver cerca de 1.300 a 1.400 militares, considerando os comandos territoriais e a atual Unidade Nacional de Trânsito. O processo está a ser desenvolvido pelo comando da GNR.</p>
<p data-start="4647" data-end="4699"><strong>Mais radares de velocidade média até ao final do ano</strong></p>
<p data-start="4701" data-end="4959">A instalação de novos radares é outra das prioridades do Executivo. Está em curso um concurso para a aquisição de 12 radares, com preferência pelos equipamentos de velocidade média. A intenção do Governo é que estejam em funcionamento até ao final deste ano.</p>
<p data-start="4961" data-end="5160">A estes equipamentos deverão juntar-se mais três radares da Brisa e da Ascendi. A Infraestruturas de Portugal também manifestou disponibilidade para integrar mais radares de velocidade média na rede.</p>
<p data-start="5162" data-end="5452">O Executivo acredita que a combinação entre novo Código da Estrada, multas mais rápidas, sanções mais duras, reforço da fiscalização e mais radares poderá ajudar a travar os números da sinistralidade. Para Rui Rocha, o essencial é não normalizar o número de mortes nas estradas portuguesas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770715]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa lidera perdas na Europa com Teixeira Duarte a cair mais de 4%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa liderou hoje as quedas na Europa, cujos principais índices fecharam no 'vermelho', perdendo 1,27%, para 8.960,94 pontos, com a Teixeira Duarte a recuar mais de 4%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa liderou hoje as quedas na Europa, cujos principais índices fecharam no &#8216;vermelho&#8217;, perdendo 1,27%, para 8.960,94 pontos, com a Teixeira Duarte a recuar mais de 4%.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 14 caíram e apenas duas subiram.</p>
<p>As principais praças europeias fecharam hoje em queda, com Londres a recuar 0,68%, Paris 0,45%, Frankfurt 0,40%, Madrid 0,97% e Milão 0,52%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770726]]></sapo:autor>
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		<title>Lítio: Empresa garante atuar em Boticas sem qualquer incumprimento da lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa Savannah garantiu hoje atuar sem "qualquer incumprimento da lei ou operação de trabalhos indevidos", assegurando não ter sido notificada de "qualquer providência cautelar" pelo tribunal de Mirandela devido à mina do Barroso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa Savannah garantiu hoje atuar sem &#8220;qualquer incumprimento da lei ou operação de trabalhos indevidos&#8221;, assegurando não ter sido notificada de &#8220;qualquer providência cautelar&#8221; pelo tribunal de Mirandela devido à mina do Barroso.</P><br />
<P>Em nota de imprensa, a empresa que quer explorar lítio na zona de Covas do Barroso, em Boticas, distrito de Vila Real, recusa &#8220;qualquer incumprimento da lei ou operação de trabalhos indevidos&#8221;, ao contrário &#8220;do que o grupo opositor pretende fazer crer com vários comunicados desde a semana passada&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado divulgado hoje, o Conselho Diretivo dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso indica que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela admitiu a providência cautelar apresentada na quarta-feira para suspender os efeitos da servidão administrativa e dos trabalhos dela decorrentes até que seja apreciada a sua legalidade&#8221;, acrescentando que a Savannah está &#8220;obrigada a parar os trabalhos&#8221;.</P><br />
<P>A Savannah informou pelas 16:00 que, &#8220;até ao momento, não foi ainda notificada de qualquer providência cautelar pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela&#8221;.</P><br />
<P>Assim, &#8220;os trabalhos de Geotecnia necessários para o desenvolvimento do Projeto Lítio do Barroso continuam a decorrer com naturalidade, à luz da servidão administrativa concedida pelo secretário de Estado da Energia&#8221;, acrescentou, justificando o esclarecimento com uma &#8220;antecipação à divulgação dos já habituais movimentos diversos de intimidação (no terreno e fora dele) do grupo opositor em Covas do Barroso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de mais uma manobra destinada apenas a criar ruído negativo e desinformação sobre o projeto. Em cumprimento estrito da lei, mal a notificação chegue, pararemos os trabalhos, como fizemos da última vez, tal como bem confirmou a GNR e depois o tribunal, e aguardaremos de novo por apreciação do tribunal&#8221;, diz a empresa.</P><br />
<P>O Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela aceitou a providência cautelar interposta para suspender a segunda servidão administrativa associada à mina do Barroso em Boticas e os trabalhos em curso, segundo um documento a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>No despacho de 29 de maio, o tribunal admite a providência cautelar apresentada pela Assembleia de Compartes dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso, contra o Ministério do Ambiente e da Energia, dando 10 dias para os interessados se pronunciarem.</P><br />
<P>A Comunidade Local dos Baldios de Covas do Barroso, em Boticas, avançou na quarta-feira com uma providência cautelar para suspender a segunda servidão administrativa associada à mina do Barroso, publicada em Diário da República, a 06 de maio.</P><br />
<P> Esta entidade afirma que a &#8220;servidão administrativa permite à empresa ocupar terrenos comunitários e privados à revelia da vontade dos proprietários e compartes, repetindo um padrão de imposição coerciva já denunciado durante a primeira servidão administrativa associada ao projeto mineiro&#8221;.</P><br />
<P>   &#8220;A primeira servidão incluiu trabalhos executados fora da área concessionada, restrições à circulação dos residentes nos baldios e a presença de segurança privada na aldeia, criando um clima de vigilância e intimidação sobre a população&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>   O Ministério do Ambiente já tinha autorizado uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno, levando à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.</P><br />
<P> O projeto mineiro foi viabilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023.</P><br />
<P> A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770722]]></sapo:autor>
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		<title>Existe ideia de que não há capacidade de resposta, mas ninguém nos perguntou, afirma Mota-Engil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:34:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo da Mota-Engil Engenharia, Horácio Sá, lamentou hoje que exista uma ideia "pública e publicada" de que o setor da construção não tem capacidade de resposta, assinalando que ninguém questionou a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo da Mota-Engil Engenharia, Horácio Sá, lamentou hoje que exista uma ideia &#8220;pública e publicada&#8221; de que o setor da construção não tem capacidade de resposta, assinalando que ninguém questionou a empresa.</P><br />
<P>&#8220;Existe a ideia de que não há capacidade do mercado e esta é uma opinião que é pública e publicada e que é a tecla onde se costuma bater&#8221;, afirmou Horácio Sá, na apresentação da Fundação da Construção, em Lisboa. </P><br />
<P>O administrador referiu que o setor da construção está quase ao nível do futebol, uma vez que &#8220;quase toda a gente tem opinião&#8221; sobre o novo aeroporto, sobre a sua localização ou sobre uma nova travessia no Tejo.</P><br />
<P>&#8220;Temos especialistas para todas as cores e feitios e isto é ingrato e injusto. A construção emprega quase 7% da população ativa&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>O gestor da empresa do grupo Mota-Engil disse ainda que é muito fácil falar com o setor da construção, uma vez que existem poucos interlocutores, insistindo não haver dificuldade em questionar se existe falta de mão-de-obra. Contudo, vincou que à construtora ninguém fez esta questão. </P><br />
<P>Por outro lado, indicou que a Mota- Engil Engenharia tem contratos, assinados com clientes públicos nacionais, no valor de &#8220;algumas centenas de milhões de euros&#8221;, que não avançam por falta de financiamento. </P><br />
<P>A isto soma-se, conforme apontou, a atração por tudo o que é estrangeiro. </P><br />
<P>&#8220;Quando um espanhol está de férias e vê outro, diz: até que enfim que encontrei um tío [pessoa] do meu nível. Quando um português está de férias e vê outro, diz: isto está cheio de portugueses&#8221;, rematou.</P><br />
<P>Segundo dados avançados pela Fundação da Construção, o setor gera cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega cerca de 460.000 pessoas. </P></p>
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