No final do segundo trimestre de 2021, a exposição imediata dos ativos financeiros dos bancos portugueses foi de 92 mil milhões de euros, o que representou um acréscimo de 5,2 mil milhões de euros relativamente ao verificado no primeiro trimestre de 2021, revelam os dados publicados hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
A exposição em última instância dos bancos portugueses também cresceu para 93 mil milhões de euros de ativos financeiros no final do segundo trimestre de 2021.
Destes ativos, 74% localizavam-se na União Europeia. Esta percentagem reflete um aumento de 5 mil milhões de euros em ambas as óticas, face ao primeiro trimestre de 2021.
A diferença entre a exposição de última instância e a imediata, no valor de mil milhões de euros, corresponde a uma transferência de risco líquida de Portugal para o exterior.
A exposição em última instância a Estados-Membros da União Europeia e aos BRICS manteve-se superior à exposição imediata.
Pelo contrário, perante os PALOP, os bancos portugueses apresentavam maior exposição imediata do que em última instância: parte dos ativos que estes detinham sobre entidades residentes nos PALOP eram garantidos por entidades residentes noutros países.
Notícia em atualização.





