Bancos europeus “já estão melhor do que no início da pandemia”, revela Goldman Sachs

Os bancos europeus estão “em melhor forma agora do que no início da pandemia”, explicou hoje um analista do Goldman Sachs à CNBC.

Primeiro porque “as taxas de juro dos empréstimos estão cada vez mais baixas ano após ano, o que permite às famílias pagarem as suas prestações ao banco, diminuindo o número de empréstimos em execução”, refere Jernej Omahen, chefe de pesquisa e investigação do departamento para as  instituições financeiras europeias da Goldman Sachs.

Os dados mais recentes do Banco Central Europeu revelam que os empréstimos sem execução caíram de um pico de 1 bilião de euros em 2016 para cerca de 550 mil milhões de euros de euros em meados de 2020. Este último nível de NPLs representou quase 3% do nível total de empréstimos em todo o sistema bancário europeu em meados desse ano.

A segunda razão para esta melhora, segundo o especialista, reside nos apoios fiscais e monetários “substanciais” promovidos pela Comissão Europeia e pelo BCE.



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