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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 10:48:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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		<title>Fidelidade: Antecipar para proteger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Fidelidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O ESG está a ganhar peso nas decisões de investimento, subscrição e gestão do risco. Na Fidelidade, a sustentabilidade é encarada como uma ferramenta de transformação do negócio e de preparação para um contexto de maior incerteza climática]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A decrescente frequência de fenómenos climáticos extremos, a pressão para cumprir metas de descarbonização e a evolução do enquadramento regulatório estão a transformar o sector segurador. Neste contexto, os critérios ESG assumem um papel cada vez mais relevante na avaliação do risco, nos investimentos e na subscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">João Mestre, director de Sustentabilidade da Fidelidade, e Rui Esteves, director geral técnico da Fidelidade e co-coordenador do Impact Center for Climate Change (ICCC), explicam como a seguradora está a integrar estes desafios na sua actividade e de que forma o ESG está a influenciar decisões concretas de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O ESG passou, nos últimos anos, de compromisso estratégico para critério operacional. Onde sente que essa mudança é hoje mais visível dentro da Fidelidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>João Mestre (JM):</strong> A mudança é hoje mais visível nas áreas em que a sustentabilidade passou a influenciar decisões concretas de negócio, e não apenas o posicionamento institucional. Essa evolução observa-se sobretudo nas três dimensões que estruturam o nosso plano de transição climática: operações, investimentos e subscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">O ESG está a entrar em processos como a avaliação de risco, o desenvolvimento de produtos e o reporte. Um exemplo concreto é o Fidelidade Drive, que incentiva uma condução mais segura e eficiente. Na gestão dos portefólios de ações e obrigações integrámos critérios ESG, incluindo objectivos de redução da intensidade carbónica, e na gestão do portefólio imobiliário esse compromisso traduz-se na melhoria da eficiência energética e na obtenção de certificações ESG como BREEAM ou LEED.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas acções são coerentes com a ambição pública do Grupo de reduzir emissões ao longo de toda a cadeia de valor e de alcançar a neutralidade carbónica até 2050.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que áreas do negócio sentiram maior transformação prática com a integração de critérios ESG: investimento, subscrição, operações ou relação com clientes?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> A transformação mais estrutural está nos investimentos e na subscrição, porque é aí que se concentra a actividade core do nosso Grupo e onde temos maior capacidade de influência e responsabilidade, nomeadamente na redução da pegada de carbono dos dois portefólios. Nas operações, a mudança é mais directa e controlável, pela actuação sobre edifícios, energia, frota e viagens. A relação com clientes está também a evoluir, embora numa lógica mais progressiva e de construção conjunta.</p>
<p style="text-align: justify;">No domínio dos investimentos, destaca-se a integração formal de critérios ESG na análise e na tomada de decisão, conforme definido na nossa Política de Investimento Sustentável, que estabeleceu, entre outras medidas, a aplicação de exclusões e limites de exposição a sectores mais controversos ou intensivos em carbono, bem como a análise de riscos de sustentabilidade ao nível dos activos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Fidelidade identifica a mitigação e adaptação às alterações climáticas como temas estratégicos. De que forma a crescente frequência de fenómenos climáticos extremos já está a influenciar decisões concretas de pricing, subscrição ou desenvolvimento de produtos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rui Esteves (RE):</strong> A crescente frequência de fenómenos climáticos extremos já está a influenciar decrescente mucisões concretas na Fidelidade em qualquer um desses três tópicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse contexto traz dois níveis de desafios: incorporar de forma mais rigorosa a situação actual dos riscos físicos relacionados com eventos meteorológicos e introduzir nas modelações dos comportamentos desses riscos os cenários das alterações climáticas, obtendo-se assim o que poderemos esperar em vários prazos. O primeiro desafio é consequência de já estarmos a observar um peso maior das perdas relacionadas com eventos extremos e o segundo desafio resulta de sabermos que o futuro irá ser diferente do passado, mesmo do mais recente.</p>
<p style="text-align: justify;">No pricing, há uma evolução para modelos mais sensíveis ao risco climático, incorporando, em seguros patrimoniais, informação mais detalhada sobre o comportamento do risco nos diversos locais, por exemplo, para inundações e incêndios. Isto permite maior diferenciação tarifária e alinhamento com a variabilidade crescente dos eventos extremos, tornando os preços mais ajustados ao risco real.</p>
<p style="text-align: justify;">Na subscrição e na gestão de carteira, observa-se um reforço significativo da selectividade e do controlo técnico. Questionários de risco mais detalhados e a recolha de informação adicional permitem uma aceitação mais selectiva e uma melhor avaliação da exposição e das vulnerabilidades a eventos extremos. O caminho será automatizar o cruzamento de informação dos locais que estão a ser propostos para contratação de seguro com camadas de informação sobre risco e assim ter resultados mais imediatos para facilitar as decisões de subscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível do desenvolvimento de produto, a resposta passará por adaptar a oferta a um contexto de risco crescente, incluindo soluções que promovem comportamentos mais resilientes e decisões que conduzam à redução das vulnerabilidades. É importante ter em consideração que os produtos disponibilizados já garantem as consequências dos eventos meteorológicos mais extremos, o que nos coloca num bom ponto de partida, mas há ainda que desenvolver ofertas que facilitem a redução de um protection gap muito elevado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando mais de 95% das emissões dependem de entidades externas, até que ponto conseguem realmente controlar o próprio percurso Net Zero?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Num grupo segurador, a maior parte das emissões está associada a investimentos, clientes, activos segurados e cadeia de valor, pelo que o controlo é necessariamente indirecto em muitas dimensões. O percurso para a neutralidade carbónica não se faz apenas por controlo directo, mas sobretudo pela capacidade de inf luência, pelos critérios de selecção que aplicamos, pelo engagement com contrapartes e pelo apoio à transição. A ambição do Grupo assenta em metas públicas para operações, investimentos e subscrição, precisamente para ref lectir essa responsabilidade ao longo da cadeia de valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível dos seguros, conseguimos orientar comportamentos através da introdução de incentivos à adopção de práticas mais sustentáveis. O Fidelidade Drive é disso exemplo: recompensa quem conduz de forma mais responsável, o que se traduz numa menor pegada de carbono. Nos investimentos, temos privilegiado activos verdes, como imóveis com as melhores certificações de sustentabilidade (LEED e BREEAM) ou green bonds.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pressão para cumprir metas Net Zero pode levar, no futuro, a mudanças mais exigentes na política de subscrição e investimento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> A Fidelidade definiu metas explícitas de Net Zero também para a subscrição, com objectivos intermédios de redução da intensidade de emissões na carteira segurada. Isto implica que a subscrição deixa de ser neutra face ao perfil climático dos clientes e passa a ser um instrumento activo de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, essa pressão tende a traduzir-se, ao longo do tempo, em políticas mais exigentes, nomeadamente através da integração sistemática de critérios ESG na avaliação de risco, com classificação dos clientes segundo o seu impacto ambiental e eventual escalonamento de decisões para níveis superiores de aprovação. Verifica-se também uma utilização crescente de ESG scoring e de informação sobre as emissões dos clientes nos processos de aceitação e renovação de riscos, bem como uma potencial evolução para exclusões ou restrições em sectores mais intensivos em carbono, uma tendência já observada na área dos investimentos e que poderá, progressivamente, estender-se à subscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma ruptura, o movimento é de reforço gradual da exigência, combinando influência sobre clientes, incentivos à transição e selectividade acrescida, de forma a alinhar a carteira segurada com a trajectória Net Zero, sem comprometer a sustentabilidade comercial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O engagement com empresas participadas e clientes já está a traduzir-se em mudanças mensuráveis ou continua a ser sobretudo um trabalho de sensibilização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Esta é uma área ainda em desenvolvimento, tanto na Fidelidade como no sector. O nosso foco tem sido posicionar a Fidelidade como parceiro na transição, apoiando clientes e participadas com soluções de prevenção, adaptação e conhecimento, em que o ICCC é um exemplo claro. Nos investimentos, o engagement foi identificado como uma das potenciais alavancas assumidas no plano de transição para apoiar a descarbonização da carteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se, em síntese, de um processo em evolução, em que a prioridade é avançar de forma responsável, assegurando uma transição justa, sem comprometer a inclusão e a protecção dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A formação em sustentabilidade está a mudar apenas o conhecimento interno ou já está a influenciar decisões concretas de negócio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> O objectivo da formação não é apenas aumentar conhecimento, mas apoiar melhores decisões de negócio. Em 2025, promovemos formação específica em estratégia de sustentabilidade dirigida à Comissão Executiva e aos Executives, com foco na compreensão dos desafios, riscos e oportunidades ESG e na construção de resiliência de longo prazo. Foi uma iniciativa particularmente relevante por alinhar a liderança e acelerar a transformação interna, assegurando que a sustentabilidade é entendida não como um tema técnico, mas como um factor efectivo de orientação estratégica e de tomada de decisão ao mais alto nível.</p>
<p style="text-align: justify;">Em paralelo, todos os colaboradores do Grupo recebem formação em sustentabilidade, complementada com formações específicas nas áreas de expertise mais relevantes para a sua actividade. Acreditamos que esta aposta está já a contribuir para transformar conhecimento em decisão, reforçando a capacidade do Grupo de integrar a sustentabilidade de forma cada vez mais consistente e informada no seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os reconhecimentos e ratings internacionais reforçam a credibilidade da estratégia ESG da Fidelidade, mas também aumentam o escrutínio. Que desafios e responsabilidades acrescidas resultam dessa exposição?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Os reconhecimentos são consequência do trabalho que é feito, e não um fim em si. Reforçam a credibilidade, mas elevam também a exigência de consistência entre ambição, execução e reporte. Maior visibilidade implica mais escrutínio sobre metodologias, perímetros, dados, progresso e coerência da comunicação, o que exige prudência na linguagem e rigor na demonstração de resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes reconhecimentos têm sido valorizados pelos nossos stakeholders e funcionam como um sinal externo de credibilidade e de consistência na forma como integramos a sustentabilidade no negócio. Ao mesmo tempo, actuam como um incentivo adicional para continuar a evoluir: elevam o nível de exigência interna e reforçam o compromisso de fazer mais e melhor, com maior rigor e transparência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, esses reconhecimentos actuam como um incentivo adicional para continuar a evoluir, elevando o nível de exigência interna e reforçando o compromisso de fazer mais e melhor, com maior rigor e transparência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que a Fidelidade está a equilibrar a necessidade de acelerar metas ESG com as exigências de competitividade e rentabilidade do negócio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Na Fidelidade não enquadramos sustentabilidade e rentabilidade como objectivos opostos, mas como dimensões que têm de ser geridas em conjunto. Integrar ESG é também uma forma de antecipar risco, proteger valor e preparar o negócio para mudanças económicas, regulatórias e sociais. Mais do que isso, a sustentabilidade representa uma enorme oportunidade de negócio para um Grupo como o nosso, e estamos proactivamente a desenvolver ofertas que procuram contribuir para os principais desafios da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco incide nas áreas core do negócio – investimentos e subscrição –, evitando medidas sem impacto real ou de execução pouco realista. Existe um esforço deliberado de equilibrar ambição com a realidade dos mercados e dos clientes, ajustando o ritmo de integração ESG aos diferentes níveis de maturidade, sem comprometer competitividade ou o acesso à protecção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma temas como envelhecimento da população, longevidade ou inclusão financeira estão hoje a influenciar a estratégia ESG da Fidelidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> São temas estruturais para o negócio segurador e parte integrante da forma como a Fidelidade entende o seu papel social. A longevidade, em particular, surge como tema central na estratégia global do Grupo, agregando desafios tão diversos quanto o envelhecimento, a saúde, a literacia e a resiliência financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta tem passado pelo desenvolvimento de soluções diferenciadas por segmento, das quais destaco produtos orientados para a longevidade e a saúde, como a SOFIA, programas de promoção de estilos de vida saudáveis, como o Multicare Vitality, e iniciativas que reforçam a resiliência financeira dos clientes ao longo da vida, como o MySavings.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na sua visão, que temas acredita que vão redefinir a agenda ESG no sector segurador nos próximos anos e onde sente que a Fidelidade quer assumir um papel mais activo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Identifico quatro temas que irão marcar a agenda: a adaptação às alterações climáticas, a natureza e os recursos, a longevidade, e o reforço da protecção financeira e da resiliência das pessoas e empresas num contexto de maior incerteza. No sector segurador, ganharão peso não só a mitigação, mas sobretudo a adaptação, a prevenção, a resiliência e a redução do protection gap.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fidelidade quer ter um papel activo nestas três frentes: como investidor responsável, como segurador que integra a sustentabilidade no core do negócio e como agente de conhecimento e sensibilização. A transformação terá de ser ambientalmente ambiciosa, mas também socialmente equilibrada e ajustada às realidades das diferentes geografias onde o Grupo opera.</p>
<p style="text-align: justify;">Em mercados como Angola, onde o desafio principal ainda passa por alargar o acesso a protecção e a inclusão financeira, não faria sentido aplicar o mesmo grau de exigência que em mercados mais maduros como o Chile, onde já existem condições para avançar com maior rapidez na integração de critérios ESG e na descarbonização – sob pena de excluir clientes ou agravar desigualdades.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “ESG”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780818]]></sapo:autor>
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		<title>Tem dentes “humanos”, é tóxico e vale recompensa: o peixe invasor que assusta pescadores europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[Mar Mediterrâneo]]></category>
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					<description><![CDATA[Alvo é o Lagocephalus sceleratus, conhecido como peixe-sapo-de-bochechas-prateadas, uma espécie invasora com dentes salientes, corpo em forma de torpedo e uma toxina potencialmente mortal para os humanos se for ingerida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Grécia começou a pagar uma recompensa a pescadores para capturarem um peixe tóxico que está a invadir o Mediterrâneo e a causar prejuízos crescentes à pesca local. O alvo é o Lagocephalus sceleratus, conhecido como peixe-sapo-de-bochechas-prateadas, uma espécie invasora com dentes salientes, corpo em forma de torpedo e uma toxina potencialmente mortal para os humanos se for ingerida.</p>
<p>A medida mostra o grau do problema. Desde 26 de junho, o Governo grego paga 5,33 euros por quilo aos pescadores que capturem esta espécie, que depois deve ser congelada e incinerada. O programa é financiado pelo Estado e pretende reduzir a presença do peixe em zonas onde a espécie já está a afetar fortemente a atividade pesqueira, sobretudo junto a Creta e a outras ilhas gregas.</p>
<p>O peixe-sapo-de-bochechas-prateadas não é originário do Mediterrâneo. A espécie é típica de águas tropicais do Índico e do Pacífico Ocidental, mas entrou no Mediterrâneo através do Canal de Suez, num fenómeno conhecido como migração lessepsiana, referência a Ferdinand de Lesseps, o engenheiro francês associado à construção do canal.</p>
<p>A abertura dessa rota marítima permitiu a passagem de várias espécies do Mar Vermelho para o Mediterrâneo. O aquecimento das águas tem ajudado algumas delas a sobreviver e a expandir-se fora do habitat natural. No caso do Lagocephalus sceleratus, a Comissão Europeia já tinha identificado a espécie como uma das invasoras mais problemáticas da região.</p>
<p>O perigo para os humanos está sobretudo no consumo. A pele e os órgãos deste peixe contêm uma neurotoxina potente, associada a risco de insuficiência cardíaca se ingerida. Por isso, as autoridades alertam que a espécie não deve ser consumida.</p>
<p>O problema, no entanto, já vai muito além do risco alimentar. Os pescadores gregos queixam-se de redes destruídas, capturas perdidas e prejuízos sucessivos. Segundo relatos citados pela &#8216;Associated Press&#8217;, alguns pescadores dizem que chegam a passar mais tempo a reparar redes do que no mar, depois de os peixes roerem o equipamento e comerem o pescado capturado.</p>
<p>A espécie é particularmente difícil de controlar porque não tem predadores naturais relevantes no Mediterrâneo oriental. É omnívora, alimenta-se de peixe, crustáceos e lulas, e consegue prosperar em águas cada vez mais quentes. Um estudo publicado em 2024 na revista ‘Fishes’ descreve o peixe-sapo-de-bochechas-prateadas como uma espécie tóxica que causa danos em redes, palangres e capturas comerciais.</p>
<p>Na Grécia, os relatos de pescadores têm aumentado a preocupação pública. Vídeos divulgados nas últimas semanas mostram exemplares a cravar os dentes em latas ou pedaços de madeira, uma imagem que ajudou a alimentar o alarme em torno da espécie. A Cruz Vermelha Grega também emitiu alertas de segurança, com recomendações de primeiros socorros em caso de mordida.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Greece is paying fishermen to catch toxic fish that can bite through soda cans</p>
<p>The invasive silver-cheeked toadfish has been spreading through the Mediterranean as sea temperatures rise <a href="https://t.co/bia5VnkiR1">pic.twitter.com/bia5VnkiR1</a></p>
<p>&mdash; Dexerto (@Dexerto) <a href="https://x.com/Dexerto/status/2070939734508003626?ref_src=twsrc%5Etfw">June 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Apesar do alarme, as autoridades gregas têm procurado travar o pânico. Segundo a Associated Press, os organismos locais sublinham que o peixe não foi identificado em zonas balneares de resorts gregos e que, nesta fase, o principal impacto está concentrado na pesca. Ainda assim, houve relatos locais de uma mulher ferida após ter sido mordida enquanto nadava em Varkiza, perto de Atenas, tendo necessitado de tratamento hospitalar.</p>
<p>A recompensa por quilo é, por isso, mais do que uma medida económica: é uma tentativa de contenção. Ao pagar aos pescadores para retirarem estes peixes do mar, a Grécia procura reduzir os danos numa indústria já pressionada e limitar a expansão de uma espécie que junta três fatores de risco: é tóxica, destrói equipamento de pesca e não encontra resistência natural no ecossistema onde se instalou.</p>
<p>O caso grego não é isolado. Chipre já tinha avançado com programas de incentivo semelhantes para tentar controlar a espécie, pagando aos pescadores pela captura do peixe invasor. A decisão da Grécia confirma que o Mediterrâneo está a enfrentar uma pressão crescente de espécies tropicais que encontram nas águas mais quentes condições para se multiplicarem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784581]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal teve maior subida da UE dos preços das casas com 17,8% no 1º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal foi o Estado-membro da União Europeia (UE) em que o preço das casas mais aumentou na variação homóloga (17,8%) e o segundo em cadeia (3,8%), no primeiro trimestre, divulga hoje o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal foi o Estado-membro da União Europeia (UE) em que o preço das casas mais aumentou na variação homóloga (17,8%) e o segundo em cadeia (3,8%), no primeiro trimestre, divulga hoje o Eurostat.</P><br />
<P>Na zona euro, comparando com o mesmo trimestre de 2025, o indicador subiu 4,7% e, na UE, acelerou 5,1%, segundo o serviço estatístico europeu.</P><br />
<P>Já na variação em cadeia, o preço das casas aumentou 1,0% na área do euro e 1,2 na UE.</P><br />
<P>Entre os Estados-membros para os quais há dados disponíveis, um país apresentou uma diminuição homóloga nos preços das casas no primeiro trimestre de 2026, e 25 registaram uma subida anual.</P><br />
<P>A queda foi registada na Finlândia (-2,0%), enquanto os maiores aumentos foram observados em Portugal (17,8%), na Bulgária (14,8%) e na Eslováquia (14,4%).</P><br />
<P>Em comparação com o trimestre anterior, nos primeiros três meses do ano, os preços diminuíram em quatro Estados-membros e aumentaram em 22. </P><br />
<P>As quedas foram registadas na Bélgica, na Finlândia (ambas -0,8%), em França (-0,6%) e na Hungria (-0,5%), ao passo que os principais aumentos foram registados na Bulgária (6,2%), em Portugal (3,8%) e na Eslováquia (3,6%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784577]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vai viajar pela Europa nos próximos dias? Nova vaga de calor ameaça férias em vários destinos turísticos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vai-viajar-pela-europa-nos-proximos-dias-nova-vaga-de-calor-ameaca-ferias-em-varios-destinos-turisticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem prepara férias no continente europeu, a pausa deverá ser curta: uma nova vaga de calor começa a ganhar força já a partir desta quinta-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma semana marcada por temperaturas recorde em vários países europeus, a descida temporária dos termómetros trouxe algum alívio ao Reino Unido. Mas, para quem prepara férias no continente europeu, a pausa deverá ser curta: uma nova vaga de calor começa a ganhar força já a partir desta quinta-feira e deverá intensificar-se durante o fim de semana em vários destinos turísticos.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, os avisos de calor mantêm-se ativos em várias zonas da Europa, com temperaturas elevadas previstas para destinos como a Córsega, Madrid, Roma, o sul de França, a costa croata e várias regiões de Portugal. Em alguns casos, os termómetros deverão voltar a aproximar-se ou ultrapassar os 40 graus Celsius.</p>
<p>Em França, a nova subida das temperaturas começa esta quinta-feira, mas deverá tornar-se mais intensa a partir do fim de semana, sobretudo no sul do país. A Météo-France tinha já alertado para a propagação de calor intenso na região sul e para temperaturas superiores a 30 graus em grande parte do território no final da semana e no início da próxima. O &#8216;Le Monde&#8217; também noticiou que França poderá enfrentar a terceira vaga de calor do ano a partir deste fim de semana e durante a próxima semana.</p>
<p>O país ainda recupera de uma semana de temperaturas extremas. França registou recentemente o dia mais quente de sempre, com valores que chegaram aos 43,8 graus em Pulluau, no oeste do país, e avisos vermelhos em dezenas de departamentos. Esta quinta-feira, as autoridades francesas estavam também a combater incêndios no sul do país, num contexto de calor persistente, baixa humidade e vegetação seca.</p>
<p>Em Espanha, o calor também deverá voltar a ganhar força nos próximos dias. A agência meteorológica espanhola, Aemet, avisou para a chegada de uma massa de ar mais quente do que o normal à Península Ibérica, com subida gradual das temperaturas e calor mais intenso a tempo do fim de semana, sobretudo fora do norte peninsular.</p>
<p>O país já tinha registado os dias de junho mais quentes de sempre, com temperaturas acima dos 40 graus em vários pontos. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, Bilbau chegou aos 42,7 graus, enquanto avisos laranja continuavam ativos para regiões como a Andaluzia e a Extremadura, incluindo zonas muito procuradas por turistas, como Sevilha e Córdoba.</p>
<p>Portugal está entre os países onde a nova fase de calor será mais sentida. A partir desta quinta-feira, Lisboa, Coimbra, Leiria e Setúbal ficam sob aviso vermelho devido à persistência de temperaturas extremamente elevadas, com o IPMA a prever valores que podem chegar aos 40 graus em vários distritos e aos 43 graus em Setúbal. A &#8216;Euronews&#8217; indica que o calor deverá prolongar-se pelo menos durante uma semana e que o aviso vermelho estará em vigor de quinta-feira a sábado nestes quatro distritos.</p>
<p>O IPMA já tinha alertado para temperaturas acima do normal no continente, com valores médios entre 3 e 7 graus acima do habitual para esta altura do ano. A situação é explicada pela presença de um anticiclone a norte/noroeste dos Açores, que transporta uma massa de ar muito quente e seco para o território continental.</p>
<p>Em Itália, a situação continua crítica, embora com sinais de ligeiro alívio a partir desta sexta-feira. O Ministério da Saúde italiano colocou 25 de 27 cidades sob aviso vermelho no início de julho, incluindo grandes centros urbanos e destinos turísticos. De acordo com a imprensa local, o alerta máximo abrangia a maioria do país na terça e quarta-feira, antes de uma descida gradual das temperaturas em algumas zonas.</p>
<p>Roma deverá continuar entre os pontos de atenção, com máximas próximas dos 35 graus e risco de trovoadas fortes. O &#8216;The Independent&#8217; refere que, a partir de sexta-feira, apenas Reggio Calabria e Catania, na Sicília, deverão permanecer sob aviso vermelho, num sinal de ligeira redução da pressão térmica no país.</p>
<p>Na Grécia, a situação combina calor elevado com risco de trovoadas. O serviço meteorológico helénico colocou grande parte do país sob aviso amarelo, com temperaturas entre os 35 e os 38 graus durante o dia e riscos acrescidos para pessoas vulneráveis, incluindo idosos e crianças.</p>
<p>Na Croácia, o calor atinge diretamente algumas das zonas costeiras mais procuradas pelos turistas. Esta quarta-feira, o serviço meteorológico croata emitiu avisos vermelhos para várias regiões, incluindo Dubrovnik, Split e Rijeka. Em Split, as temperaturas poderiam chegar aos 37 graus, com as autoridades a recomendarem precauções especiais para crianças, idosos e pessoas mais vulneráveis.</p>
<p>A nova vaga de calor não deverá atingir todos os países europeus da mesma forma, mas o padrão é claro: depois de uma curta pausa em algumas regiões, o calor extremo regressa entre esta quinta-feira e o fim de semana, com maior intensidade no sul da Europa. Para quem vai viajar, os destinos mais expostos nos próximos dias incluem Portugal, Espanha, sul de França, Córsega, Itália, Grécia e Croácia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784570]]></sapo:autor>
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		<title>Último elefante de circo em Portugal já mora em santuário no Alentejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O último elefante de circo em Portugal tornou-se no primeiro residente do santuário da Pangea, no Alentejo, inaugurando aquele que é considerado "o primeiro santuário de grande escala da Europa", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O último elefante de circo em Portugal tornou-se no primeiro residente do santuário da Pangea, no Alentejo, inaugurando aquele que é considerado &#8220;o primeiro santuário de grande escala da Europa&#8221;, foi hoje anunciado.</p>
<p>Em comunicado, a Pangea Trust indicou que este elefante fêmea, chamado Julie, já chegou ao santuário da Pangea, situado nos concelhos de Vila Viçosa e Alandroal, distrito de Évora, no âmbito de um acordo voluntário com o circo Victor Hugo Cardinali.</p>
<p>&#8220;A primeira residente do Santuário de Elefantes Pangea marca o fim da presença de animais selvagens nos circos portugueses e um passo decisivo para o bem-estar dos elefantes em toda a Europa&#8221;, realçou a organização.</p>
<p>SM (RRL) //</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784572]]></sapo:autor>
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		<title>Porto Business School lança formação para preparar líderes para o futuro das cidades inteligentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:30:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Católica Porto Business School]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inteligentes]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School acaba de lançar o Advanced Program em Smart Communities, um programa de formação executiva pensado para capacitar profissionais na liderança da transição para cidades mais inteligentes, sustentáveis e orientadas por dados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-turn-id-container="request-WEB:e54ba2a8-aa99-4c27-92a9-854a0fb38629-3" data-is-intersecting="true">
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<p data-start="101" data-end="363">A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Porto Business School</span></span> acaba de lançar o Advanced Program em Smart Communities, um programa de formação executiva pensado para capacitar profissionais na liderança da transição para cidades mais inteligentes, sustentáveis e orientadas por dados.</p>
<p data-start="365" data-end="721">O lançamento surge num momento em que o mercado europeu de smart cities continua a crescer a um ritmo anual estimado em 15,2%, impulsionado por investimento público e europeu — nomeadamente através do Digital Europe Programme e dos EU Data Spaces — e pela evolução acelerada da inteligência artificial, da computação e das infraestruturas digitais urbanas.</p>
<p data-start="723" data-end="983">Neste contexto, a nova formação pretende responder aos desafios da urbanização contemporânea, preparando líderes de diferentes setores para desenhar, implementar e escalar soluções urbanas baseadas em dados, com impacto direto na qualidade de vida nas cidades.</p>
<p data-start="985" data-end="1336">O programa aborda temas como governação de comunidades inteligentes, integração tecnológica e desenvolvimento de soluções centradas no cidadão. Entre os objetivos está a capacidade de transformar problemas urbanos em casos de uso concretos e modelos de negócio replicáveis, bem como avaliar a maturidade digital e o impacto das soluções implementadas.</p>
<p data-start="1338" data-end="1581">Um dos elementos centrais da formação é o Business Impact Challenge, onde os participantes vão trabalhar em desafios reais, desenvolvendo roadmaps orientados para investimento, com base em dados urbanos e em necessidades concretas das cidades.</p>
<p data-start="1583" data-end="1927">A Porto Business School vai ainda usar a cidade do Porto como um laboratório vivo, permitindo aos participantes contacto direto com projetos, tecnologias e infraestruturas reais. Ao longo do programa, serão exploradas ferramentas como inteligência artificial, digital twins e análise avançada de dados, com aplicação prática em contexto urbano.</p>
<p data-start="1929" data-end="2335">Para Paulo Calçada, diretor do programa, as comunidades inteligentes já deixaram de ser uma visão de futuro. “As comunidades inteligentes já não são um conceito futurista – são a realidade urbana de hoje. Este programa oferece o conhecimento e os frameworks necessários para que os líderes utilizem dados, tecnologia e colaboração para criar ambientes urbanos inclusivos, eficientes e resilientes”, refere.</p>
<p data-start="2337" data-end="2536">O programa dirige-se a profissionais envolvidos na estratégia, governação e implementação de soluções urbanas, incluindo organizações que desenvolvem tecnologia e serviços para cidades e territórios.</p>
<p data-start="2538" data-end="2827" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O Advanced Program em Smart Communities tem início marcado para 28 de setembro e decorre em formato híbrido, combinando sessões online com experiências presenciais imersivas no Porto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784016]]></sapo:autor>
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		<title>Calor extremo obriga Governo a declarar situação de alerta: acesso a zonas florestais será limitado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Neves]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O anúncio foi feito esta quinta-feira, em Leiria, pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que justificou a decisão com o agravamento das condições meteorológicas e com a necessidade de reduzir comportamentos de risco em zonas mais vulneráveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai declarar situação de alerta a partir da meia-noite desta sexta-feira, devido à persistência das temperaturas elevadas em Portugal, que deverão ultrapassar os 40 graus Celsius em algumas regiões do país.</p>
<p>O anúncio foi feito esta quinta-feira, em Leiria, pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que justificou a decisão com o agravamento das condições meteorológicas e com a necessidade de reduzir comportamentos de risco em zonas mais vulneráveis.</p>
<p>&#8220;Avançaremos, hoje mesmo, a partir da meia-noite, para a declaração da situação de alerta, uma situação que tem que ver, em primeiro lugar, com a proibição a determinados espaços florestais previamente definidos&#8221;, indicou o ministro. &#8220;Proibição de queimas e queimadas, de sobrantes da exploração agrícola, proibição da realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados ao combate a incêndios florestais&#8221;, reforçou.</p>
<p>A medida implica, sobretudo, a proibição de acesso e circulação em determinados espaços florestais previamente definidos pelas autoridades. A situação de alerta prevê ainda a interdição de queimadas e de queimas de sobrantes agrícolas.</p>
<p>“É aqui que muitas das vezes há problemas”, afirmou Luís Neves, ao referir-se às queimas e queimadas, práticas que, em períodos de calor intenso, podem aumentar o risco de ignições e dificultar a resposta das autoridades.</p>
<p>A decisão surge num contexto de temperaturas persistentemente altas, com valores que deverão superar os 40 graus Celsius em algumas zonas do território. O Governo procura, assim, antecipar medidas de prevenção perante o aumento do risco associado ao calor extremo e aos incêndios rurais.</p>
<p>Com a declaração de situação de alerta, as autoridades passam a poder reforçar limitações e condicionamentos em áreas consideradas sensíveis, nomeadamente espaços florestais onde o risco de incêndio seja mais elevado.</p>
<p>O Executivo deverá agora detalhar os espaços abrangidos pelas restrições e as regras concretas que estarão em vigor durante o período de alerta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784560]]></sapo:autor>
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		<title>Criança de 11 anos atropela grupo de monges em peregrinação e mata oito na Tailândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Banguecoque]]></category>
		<category><![CDATA[monges]]></category>
		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>
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					<description><![CDATA[Além das vítimas mortais, 14 monges ficaram feridos e foram transportados para unidades hospitalares. As autoridades locais confirmaram que a criança que conduzia a viatura foi entretanto detida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oito monges morreram depois de uma criança de 11 anos ter conduzido uma carrinha contra um grupo que participava numa caminhada de peregrinação no nordeste da Tailândia.</p>
<p>O caso aconteceu esta quinta-feira, na província de Mukdahan, a cerca de 600 quilómetros de Banguecoque, quando um grupo de 35 monges seguia em peregrinação. Cinco morreram no local e outros três acabaram por não resistir aos ferimentos no hospital, segundo informou o governador de Mukdahan, Worrayan Boonnarat, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Além das vítimas mortais, 14 monges ficaram feridos e foram transportados para unidades hospitalares. As autoridades locais confirmaram que a criança que conduzia a viatura foi entretanto detida.</p>
<p>O acidente ocorreu por volta das 11h00, na estrada Mukdahan-Don Tan, perto de Ban Na Wiang Kae, na subdistrito de Na Si Nuan, distrito de Mueang. De acordo com relatos locais, os monges tinham acabado de tomar uma refeição nas proximidades antes de retomarem a caminhada.</p>
<p>A causa do acidente continua a ser investigada. A polícia indicou, no entanto, que monges presentes no local relataram ter visto a viatura perder estabilidade antes de sair da estrada e embater contra o grupo.</p>
<p>Segundo a imprensa local, Pol Col Prayut Rueanthongkham, responsável pela esquadra de Mueang Mukdahan, foi alertado por moradores para o atropelamento de monges que seguiam em peregrinação. Equipas de socorro da Ruam Jai Mukdahan Rescue, da Mukdahan Charity Foundation, do Hospital de Mukdahan e da polícia foram mobilizadas para o local.</p>
<p>Quando chegaram à zona do acidente, as autoridades encontraram vários monges feridos junto à berma da estrada. Perto deles estava a viatura suspeita, uma carrinha pick-up Isuzu de cabina simples, de cor bronze.</p>
<p>As primeiras informações apontam para que a carrinha tenha sido retirada da casa da família da criança sem autorização. O menino foi levado para a esquadra da polícia do distrito de Muang para ser interrogado, enquanto as autoridades prosseguem a investigação às circunstâncias do acidente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784550]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Da estratégia à acção: a urgência de executar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos CE]]></category>
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					<description><![CDATA[No encontro de Junho do conselho editorial da Executive Digest, destacou-se a urgência de transformar visão em resultados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Com a presença de: Ana Trigo Morais · Dulce Mota · Fernando Esmeraldo · João Duque · João Epifânio · João Sousa · Jorge Rebelo de Almeida · Luís Paulo Salvado · Nuno Pinto Magalhães · Paulo Ramada · Sofia Tenreiro · Vanda Jesus</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O encontro mensal do Conselho Editorial da Executive Digest de Junho teve lugar no Hotel Vila Galé Ópera e compreendeu um almoço-debate particularmente rico, participado e estimulante, proporcionando, mais uma vez, uma reflexão profunda sobre alguns dos principais desafios e oportunidades que Portugal enfrenta actualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">No decurso do encontro, foram debatidos temas como a Energia e a necessidade de reforçar a auto-suficiência do País, o papel do Estado na Economia e na relação com as empresas, as transformações sociais e os seus impactos, a Longevidade e os desafios demográficos, os Data Centers e as suas oportunidades e desafios, bem como o futuro do Turismo. Apesar da diversidade dos temas, a discussão convergiu para uma ideia central: a necessidade de Executar.</p>
<p style="text-align: justify;">De termos Ambição, Coragem e Vontade. De transformar estratégia em acção, ambição em resultados e conhecimento em concretização. Porque planos, estudos e diagnósticos existem; o desafio continua a ser a capacidade de agir com coragem, determinação e sentido de urgência.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi desta reflexão que começou a ganhar forma o plano, o título e o tema da 31.ª Conferência da Executive Digest, já marcada para 24 de Novembro, na Culturgest.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Artigo publicado na Revista Executive Digest n.º 243 de Junho de 2026</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Plenergy chega a Penafiel com combustíveis 10% abaixo da média regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova estação está localizada na Variante Cavalum, junto à Nortenha Pneus &#038; Serviços, e dispõe de duas ilhas de abastecimento, permitindo servir quatro viaturas em simultâneo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Plenergy inaugurou um novo posto de abastecimento em Penafiel, reforçando a sua presença na região do Grande Porto e elevando para 16 o número de estações em funcionamento em Portugal.</p>
<p>A nova estação está localizada na Variante Cavalum, junto à Nortenha Pneus &#038; Serviços, e dispõe de duas ilhas de abastecimento, permitindo servir quatro viaturas em simultâneo. Com esta abertura, a operadora passa a contar com oito postos no Grande Porto, consolidando a sua presença no Norte do país.</p>
<p>Segundo a empresa, os preços praticados pela rede na região situam-se cerca de 10% abaixo da média regional. Na fase de abertura do novo posto de Penafiel, o gasóleo simples está disponível a 1,699 euros por litro, enquanto a gasolina 95 simples é vendida a 1,789 euros por litro.</p>
<p>“A abertura deste novo posto representa mais um passo na concretização do nosso plano de crescimento para o mercado português. Continuamos focados em levar a proposta Plenergy a mais regiões do país, garantindo aos consumidores uma alternativa de abastecimento assente na qualidade, conveniência e poupança”, afirma Tiago Preguiça, Country Manager da Plenergy em Portugal.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que a marca conta já com 16 postos em funcionamento em território nacional, um resultado que, segundo a empresa, demonstra a aceitação que a Plenergy tem vindo a conquistar junto dos consumidores portugueses.</p>
<p>A operadora mantém atualmente novas estações em desenvolvimento em localizações estratégicas como Palmela, Almada, Guimarães e Castelo Branco, entre outras. A concretização destes projetos deverá permitir à Plenergy alcançar a meta dos 30 postos ativos em Portugal até ao final de 2026.</p>
<p>A expansão nacional acompanha a estratégia da empresa no mercado ibérico, onde a rede já ultrapassou as 400 estações em funcionamento. O objetivo passa por chegar às 500 estações até 2027, reforçando a aposta da Plenergy numa oferta de combustíveis de baixo custo, com foco na mobilidade económica, eficiente e acessível.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784544]]></sapo:autor>
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		<title>Futuro do azeite depende de inovação, tradição e de investimento, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Agricultura e Mar defendeu hoje, em Lisboa, que o futuro do setor do azeite depende da inovação, mas também de investimento, pedindo que a nova Política Agrícola Comum não perca o que já está a funcionar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Agricultura e Mar defendeu hoje, em Lisboa, que o futuro do setor do azeite depende da inovação, mas também de investimento, pedindo que a nova Política Agrícola Comum não perca o que já está a funcionar.</p>
<p>&#8220;O azeite é a pedra angular dos contextos mediterrâneos, com conhecidas características em termos de saúde e valor cultural e promover isto vai ser fundamental para termos uma maior presença global. O futuro depende da nossa capacidade de inovar, ao mesmo tempo que mantemos a tradição&#8221;, afirmou o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, na abertura do Congresso Mundial do Azeite, em Lisboa.</p>
<p>Para o governante, o setor precisa de continuar a inovar, mas também precisa de investimento, tecnologia, competitividade, sustentabilidade e coesão.</p>
<p>O antigo eurodeputado sublinhou que a agricultura &#8220;também é defesa&#8221;, pois é preciso garantir que a comida chega ao prato.</p>
<p>Contudo, avisou que não é possível fazer mais com menos e, assim, José Manuel Fernandes referiu que Portugal é um dos maiores exportadores de azeite e que o setor teve uma transformação enorme nas últimas décadas, fruto da modernização, de novas tecnologias e da especialização.</p>
<p>Por outro lado, destacou o legado do país em matéria de proteção das variedades de azeitona e de padrões de qualidade.</p>
<p>O ministro da Agricultura falou também da reputação internacional do setor do azeite, &#8220;resultado de um esforço coletivo de fortalecimento do setor agroalimentar&#8221;, mas também dos grandes desafios globais, que precisam de &#8220;uma resposta coordenada&#8221;.Entre estes encontram-se as alterações climáticas, a água e a sustentabilidade.</p>
<p>&#8220;Embora o azeite seja conhecido como um produto de alta qualidade, ainda pode ser melhorado através de investimentos e promoção. Temos a obrigação, senhores ministros, de comunicar as nossas soluções a nível global&#8221;, notou, acrescentando que as oliveiras são um símbolo de &#8220;paciência, resiliência, paz, prosperidade e de vida longa, que o mundo precisa e as pessoas querem&#8221;.</p>
<p>Na mesma sessão, o diretor executivo do Conselho Oleícola Internacional (COI), Jaime Lillo, referiu que apesar de o azeite ter as suas &#8220;raízes históricas e profundas&#8221; nos países mediterrânicos, hoje é produzido e consumido nos cinco continentes.</p>
<p>Apesar de sublinhar que a produção de azeite de mesa está a atingir recordes de produção a nível mundial, Lillo ressalvou que tal acontece num contexto geopolítico muito complexo.</p>
<p>Em particular no que diz respeito ao setor do azeite em Portugal, o diretor do COI disse que o país apresenta &#8220;os níveis mais elevados&#8221; em matéria de sustentabilidade, competitividade e gestão inteligente dos recursos hídricos.</p>
<p>Portugal recebe, entre hoje e sexta-feira, o &#8216;Olive Oil World Congress&#8217; (OOWC), o maior evento dedicado ao setor do azeite, que vai reunir investigadores, produtores e empresas de vários países.</p>
<p>O evento, organizado pela Agrifood Comunicación, terá lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, depois de uma primeira edição realizada em Madrid, em 2024.</p>
<p>O programa inclui o debate de temas como o futuro do setor, incluindo a adaptação às alterações climáticas, a digitalização e a aplicação da inteligência artificial.</p>
<p>Segundo dados avançados pelo Governo, para a campanha de 2025/2026 estima-se uma produção de cerca de 179.000 toneladas, um valor semelhante ao ano anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784543]]></sapo:autor>
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		<title>Rock in Rio fez disparar pagamentos em Lisboa: faturação subiu 65% no primeiro fim de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:52:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rock in Rio Lisboa voltou a ter impacto na atividade económica do concelho, com os negócios locais a registarem um crescimento expressivo dos pagamentos por cartão durante o primeiro fim de semana da edição de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Rock in Rio Lisboa voltou a ter impacto na atividade económica do concelho, com os negócios locais a registarem um crescimento expressivo dos pagamentos por cartão durante o primeiro fim de semana da edição de 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o REDUNIQ Insights, relatório da UNICRE que analisa os pagamentos realizados na sua rede nacional, a faturação dos negócios no concelho de Lisboa aumentou 64,96% nos dias 20 e 21 de junho, face ao período homólogo do Rock in Rio 2024. No mesmo período, o número de transações cresceu 63,68%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ticket médio manteve-se praticamente estável, com uma subida de 0,79%, para 32,56 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Segundo fim de semana teve mais transações, mas menor faturação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O segundo fim de semana do festival, nos dias 27 e 28 de junho, apresentou uma evolução mais moderada e com padrões de consumo diferentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">As transações aumentaram 6,32% face ao período homólogo de 2024, mas a faturação recuou 20,46%. Esta evolução reflete uma descida de 25,19% no ticket médio, que se fixou nos 35,35 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados mostram, assim, um primeiro fim de semana com forte crescimento tanto no número de pagamentos como no valor faturado, enquanto o segundo registou mais compras, mas de valor médio inferior.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Cartões estrangeiros ganharam peso durante o festival</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O consumo feito com cartões emitidos no estrangeiro também reforçou o seu peso na economia local durante os dias do Rock in Rio Lisboa.</p>
<p class="isSelectedEnd">No primeiro fim de semana, os cartões estrangeiros representaram 39,06% da faturação total, acima dos 35,97% registados em 2024. No segundo fim de semana, esse peso foi de 34,28%, também acima dos 30,29% observados na edição anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os Estados Unidos da América lideraram a faturação estrangeira nos dois períodos, com 24,91% no primeiro fim de semana e 23,94% no segundo. Seguiu-se a Irlanda, com 17,82% e 16,85%, respetivamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Brasil representou 8,06% da faturação estrangeira no primeiro fim de semana e 9,40% no segundo, enquanto o Reino Unido teve um peso de 6,48% e 5,92%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Retalho alimentar, gasolineiras e restauração entre os beneficiados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Por setores de atividade, o impacto do festival fez-se sentir sobretudo no retalho alimentar tradicional, nas gasolineiras, na restauração e na moda.</p>
<p class="isSelectedEnd">No primeiro fim de semana, o retalho alimentar tradicional registou uma subida de 143,83%, seguido das gasolineiras, com um crescimento de 102,70%, e das perfumarias, com 72,89%.</p>
<p class="isSelectedEnd">No segundo fim de semana, as gasolineiras lideraram o crescimento, com uma subida de 74,53%. Seguiram-se o retalho alimentar tradicional, com 68,19%, e a moda, com 34,13%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Grandes eventos aceleram economia urbana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Tiago Oom, Head of Merchant Acquiring da UNICRE, considera que os grandes eventos funcionam hoje como motores de aceleração da atividade económica urbana.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Os grandes eventos são hoje verdadeiros motores de aceleração da atividade económica urbana. No caso do Rock in Rio Lisboa, os dados mostram não só um aumento expressivo dos pagamentos no primeiro fim de semana, mas também padrões de consumo distintos entre os dois períodos do festival”, afirma.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável sublinha ainda que o REDUNIQ Insights permite transformar dados reais de pagamento em informação útil para os negócios, ajudando a antecipar procura, ajustar operações e identificar oportunidades de crescimento.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>UNICRE destaca importância de soluções de pagamento robustas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A UNICRE considera que, em períodos de elevada procura, os dados reforçam a importância de soluções de pagamento robustas e eficientes, capazes de responder a novos comportamentos de consumo.</p>
<p>A empresa afirma apoiar os negócios através de soluções de aceitação de pagamentos e de informação analítica, permitindo a empresas de diferentes setores e dimensões compreender tendências e tomar decisões mais inf</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784539]]></sapo:autor>
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		<title>Vaticano confirma excomunhão de bispos eleitos sem permissão papal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Vaticano confirmou hoje a excomunhão dos quatro novos bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, conhecidos como "lefebvrianos", eleitos sem a permissão papal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Vaticano confirmou hoje a excomunhão dos quatro novos bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, conhecidos como &#8220;lefebvrianos&#8221;, eleitos sem a permissão papal.</p>
<p>A decisão inclui a excomunhão dos dois consagrantes, o espanhol Alfonso de Galarreta e o suíço Bernard Fellay, &#8220;por terem cometido um ato de natureza cismática através da consagração episcopal de quatro sacerdotes sem mandato papal&#8221;.</p>
<p>O Dicastério para a Doutrina da Fé afirmou, em comunicado, que o bispo Afonso de Galarreta, que celebrou as ordenações, e os novos bispos Pascal Schreiber, Michael Goldade, Michel Poinsinet de Sivry e Marc Hanappier &#8220;receberam &#8216;ipso facto&#8217; [por este mesmo facto, no caso a nomeação dos bispos] a excomunhão &#8216;latae sententiae&#8217; [imediata] reservada à Sé Apostólica&#8221;.</p>
<p>Além disso, o bispo Bernard Fellay é também excomungado, por ter participado diretamente na celebração litúrgica como co-consagrador, aderindo, assim, publicamente ao ato cismático.</p>
<p>O prefeito para a Doutrina da Fé, o cardeal argentino Víctor Manuel Fernández, advertiu o restante clero e os fiéis leigos de que, se aderirem ao cisma da Fraternidade Pio X, vão estar também a incorrer &#8220;na pena de excomunhão por força da lei&#8221;.</p>
<p>As consagrações dos quatro novos bispos foram celebradas na quarta-feira na cidade de Écône, na Suíça, no coração do vale do rio Ródano, perante aproximadamente 15 mil pessoas, entre fiéis e espetadores. A cerimónia foi transmitida em direto pelas redes sociais em diversos idiomas.</p>
<p>Com este ato, a Fraternidade Pio X desconsiderou os pedidos do Papa Leão XIV, que no dia anterior pediu à congregação, através de uma carta, &#8220;com espírito paterno&#8221; e &#8220;de todo o coração&#8221;, a mudar de rumo sob a advertência de incorrerem em excomunhão imediata.</p>
<p>Esta fraternidade foi oficialmente fundada em 1970 em Friburgo, na Suíça, pelo arcebispo francês Marcel Lefebvre e surgiu como reação às reformas introduzidas pelo Concílio Vaticano II (1962-1965), vistas como uma rutura com a tradição doutrinal e litúrgica da Igreja.</p>
<p>João Paulo II já tinha excomungado o fundador e os quatro bispos ordenados em 1988 sem aprovação papal, mas Bento XVI revogou a excomunhão em 2009. Apesar desta medida, a Fraternidade continuou a lutar contra a Igreja Católica.</p>
<p>&#8220;As múltiplas tentativas de reintegrar os membros do movimento iniciado pelo arcebispo Marcel Lefebvre à plena comunhão com a Igreja Católica não tiveram sucesso. Esta situação foi agravada pelas recentes consagrações episcopais celebradas sem mandato papal, contra a vontade do Papa e em flagrante violação do direito canónico&#8221;, acrescentou o prefeito para a Doutrina da Fé, na mesma nota.</p>
<p>&#8220;Assim sendo, este Dicastério, no fiel exercício das suas funções, considera necessário salientar que este ato constitui o crime de cisma, com consequências canónicas para os religiosos e os fiéis leigos envolvidos&#8221;, salientou Fernández.</p>
<p>Assim, o responsável declarou que, a partir de agora, &#8220;os religiosos ordenados pertencentes à Fraternidade Sacerdotal São Pio X estão em cisma e, por isso, devem ser considerados cismáticos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os sacramentos e o sacramento da penitência por eles administrados e o matrimónio por eles assistido são inválidos&#8221;, destacou Fernández, sublinhando que a Igreja tem as portas abertas aos fiéis que queiram retornar &#8220;em plena comunhão&#8221; com a doutrina estabelecida pelo Concílio Vaticano II.</p>
<p>Os &#8220;lefebvristas&#8221; contam com 733 sacerdotes, 250 freiras, 145 monges e 264 seminaristas em todo o mundo. No total, a congregação ultrapassa os 1.500 membros consagrados e cerca de 500.000 fiéis, com presença em mais de 60 países.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784537]]></sapo:autor>
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		<title>MG carrega no acelerador em Portugal: seis meses bastaram para bater as vendas de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de um ano recorde em 2025, a MG voltou a alcançar um novo marco ao repetir esse volume de vendas em metade do tempo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MG Motor Portugal ultrapassou, em apenas seis meses, o volume total de vendas registado em todo o ano de 2025. A marca superou as 4.000 matrículas até ao final de junho, alcançando o melhor primeiro semestre de sempre no mercado português.</p>
<p>Segundo a empresa, foram registadas 4.051 matrículas até ao final de junho, um resultado que supera o total de automóveis vendidos pela MG em Portugal durante todo o ano passado. O desempenho confirma a trajetória de crescimento da marca num mercado automóvel cada vez mais competitivo.</p>
<p>Depois de um ano recorde em 2025, a MG voltou a alcançar um novo marco ao repetir esse volume de vendas em metade do tempo. Para a marca, este resultado reflete a crescente confiança dos consumidores portugueses, a competitividade da gama e o trabalho desenvolvido em conjunto com a rede de concessionários em todo o país.</p>
<p>“Ultrapassar, em apenas seis meses, o volume de vendas alcançado durante todo o ano de 2025 é um marco histórico para a MG em Portugal. Este resultado reflete a confiança crescente dos nossos clientes, o empenho da nossa rede de concessionários e a solidez da estratégia que temos vindo a implementar para tornar a mobilidade eletrificada cada vez mais acessível”, afirma Ricardo Lotra, Head of Sales &#038; Network Development da MG Portugal.</p>
<p>A marca entra agora na segunda metade de 2026 com perspetivas de crescimento reforçadas e prepara uma ofensiva de produto destinada a consolidar a sua presença nos principais segmentos do mercado nacional.</p>
<p>“A segunda metade de 2026 será dedicada a capitalizar o trabalho desenvolvido ao longo do primeiro semestre. Com a renovação da gama bem-sucedida, o nosso foco passa agora por acelerar a presença da MG no mercado, aumentar a cobertura comercial e continuar a aproximar a marca de um número crescente de clientes. Comunicaremos novidades em breve, que prometem trazer ainda mais entusiasmo”, afirma Hu Geng, vice-presidente da SAIC Motor Spain &#038; Portugal.</p>
<p>Com um primeiro semestre histórico e uma gama em expansão, a MG Motor Portugal prepara-se para reforçar a sua posição no mercado português, sustentando um crescimento que a marca apresenta como um dos mais dinâmicos do setor automóvel nacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784533]]></sapo:autor>
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		<title>Casas a 1,3 milhões em Cascais e a 49 mil euros no interior: o retrato de um país imobiliário cada vez mais desigual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Imovirtual]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados constam do Barómetro dos Concelhos do Imovirtual, relativo a junho, que mostra um país imobiliário cada vez mais fragmentado, entre mercados premium, destinos turísticos e concelhos do interior ainda mais acessíveis, mas também em valorização]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário português está cada vez mais desigual, com diferenças superiores a 1,25 milhões de euros entre o concelho mais caro e o mais acessível do país para comprar casa. Os dados constam do Barómetro dos Concelhos do Imovirtual, relativo a junho, que mostra um país imobiliário cada vez mais fragmentado, entre mercados premium, destinos turísticos e concelhos do interior ainda mais acessíveis, mas também em valorização.</p>
<p>Cascais continua a ser o concelho mais caro para comprar casa em Portugal, com um preço médio de 1,3 milhões de euros. No extremo oposto está Vila Velha de Ródão, onde o preço médio se fixa nos 49 mil euros. A diferença entre os dois concelhos é de 26,5 vezes.</p>
<p>O contraste também se mantém no mercado de arrendamento. Cascais lidera novamente, com uma renda média de 2.500 euros, enquanto Elvas apresenta o valor mais baixo do país, com 425 euros mensais. A diferença entre os dois extremos é de quase seis vezes.</p>
<p>No segmento da compra, depois de Cascais surge Grândola, com um preço médio de 1,1 milhões de euros, seguida da Calheta, na Madeira, onde o valor médio atinge os 920 mil euros. Castro Marim aparece logo a seguir, com 860 mil euros, e destaca-se ainda por registar a maior valorização mensal do país, de 11,7%, além de uma subida anual de 22,9%, assumindo-se como um dos mercados mais dinâmicos do Algarve.</p>
<p>Entre os dez concelhos mais caros para comprar casa estão ainda Loulé, com 779 mil euros e uma subida anual de 16,2%, Oeiras, com 750 mil euros, São Brás de Alportel, também com 750 mil euros, Lisboa, com 720 mil euros, Faro, com 675 mil euros, e Sines, que fecha o ranking com um preço médio de 670 mil euros.</p>
<p>No lado oposto da tabela, Vila Velha de Ródão mantém-se como o concelho mais acessível para comprar casa, com um preço médio de 49 mil euros. Seguem-se Pampilhosa da Serra, com 56.250 euros, Vinhais, com 57 mil euros, e Proença-a-Nova, com 67.500 euros.</p>
<p>A lista dos mercados mais acessíveis inclui ainda Castelo Branco, com 83 mil euros, Guarda, com 155 mil euros, Bragança, com 160 mil euros, Portalegre, com 171 mil euros, Beja, com 210 mil euros, e Elvas, onde o preço médio de compra atinge os 248.500 euros.</p>
<p>Apesar de continuarem entre os concelhos mais baratos do país, vários destes mercados registam valorizações anuais expressivas. Castelo Branco sobe 18,6%, Portalegre avança 32,6% e Beja cresce 26,3%, sinalizando que a valorização do imobiliário já não está concentrada apenas no litoral ou nos grandes centros urbanos.</p>
<p>No arrendamento, Cascais mantém a liderança nacional, com uma renda média de 2.500 euros. Em segundo lugar surge Alcácer do Sal, com 2.000 euros, depois de uma subida anual de 122,2%, a mais elevada do país. Sines ocupa a terceira posição, com 1.875 euros, seguido de Lisboa, com 1.850 euros.</p>
<p>O Top 10 dos concelhos mais caros para arrendar inclui ainda Faro e Lagos, ambos com rendas médias de 1.800 euros, Oeiras, com 1.700 euros, Montijo, com 1.650 euros, Loulé, com 1.630 euros, e Funchal, que fecha a lista com 1.600 euros.</p>
<p>Entre os concelhos mais acessíveis para arrendar, Elvas apresenta a renda média mais baixa, nos 425 euros. Seguem-se Guarda, com 500 euros, Pombal, com 625 euros, Bragança, com 650 euros, e Castelo Branco, com 675 euros. Coimbra e Viseu surgem ambas nos 750 euros, Vila Real nos 763 euros, Beja nos 790 euros e Figueira da Foz nos 815 euros.</p>
<p>Mesmo nestes mercados mais acessíveis, a pressão sobre o arrendamento continua a fazer-se sentir. Bragança regista uma subida anual de 14,0%, Castelo Branco cresce 12,5%, Vila Real avança 10,5%, Beja sobe 17,0% e Figueira da Foz aumenta 8,7%. Os dados apontam para uma pressão mais generalizada sobre as rendas, que já se estende a praticamente todo o território.</p>
<p>“Portugal tem hoje um mercado imobiliário muito mais fragmentado do que há alguns anos. Continuamos a assistir a uma forte pressão nos mercados premium, mas vemos também vários territórios a ganhar protagonismo e a valorizar de forma consistente. Esta realidade demonstra que a procura já não se concentra apenas nos grandes centros urbanos e que o mercado está a evoluir de forma muito diferente consoante a região. Para quem procura casa, estas diferenças representam desafios, mas também oportunidades que importa acompanhar de perto”, afirma Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual.</p>
<p>O mês de junho confirma, assim, um mercado imobiliário nacional cada vez mais heterogéneo. O litoral e os destinos turísticos continuam a concentrar os preços mais elevados, mas vários concelhos do interior combinam ainda valores mais acessíveis com ritmos de valorização significativos. O resultado é um mercado mais diverso, descentralizado e marcado por fortes contrastes regionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784528]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lusíadas Saúde reforça operação médica no Rock in Rio e presta assistência a 1.836 pessoas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lusiadas-saude-reforca-operacao-medica-no-rock-in-rio-e-presta-assistencia-a-1-836-pessoas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:30:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Lusíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lusíadas Saúde garantiu, mais uma vez, o serviço médico oficial do Lusíadas Saúde no Rock in Rio Lisboa 2026, onde prestou cuidados de saúde a 1.836 pessoas ao longo dos quatro dias do festival.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lusíadas Saúde garantiu, mais uma vez, o serviço médico oficial do Lusíadas Saúde no Rock in Rio Lisboa 2026, onde prestou cuidados de saúde a 1.836 pessoas ao longo dos quatro dias do festival.</p>
<p>A operação decorreu durante os dois fins de semana do evento, com maior volume de ocorrências no primeiro, que registou 1.159 assistências (600 no dia 20 de junho e 559 no dia 21). No segundo fim de semana, foram assistidas 677 pessoas, com 327 atendimentos no dia 27 e 350 no dia 28 de junho.</p>
<p>A maioria das situações clínicas foi de baixa complexidade, destacando-se casos de cefaleias associadas à exposição solar e desidratação, pequenas feridas provocadas por quedas ou pelo uso de calçado inadequado e ainda lesões osteoarticulares.</p>
<p>No terreno, a resposta foi assegurada por 18 equipas clínicas distribuídas pelo recinto, das quais 12 de suporte básico de vida e seis de suporte avançado. A estes recursos juntaram-se infraestruturas fixas, como um centro médico e dois postos de saúde localizados junto ao Palco Mundo e na zona VIP.</p>
<p>A operação contou ainda com profissionais provenientes de várias unidades do grupo de norte a sul do país, assegurando uma presença contínua ao longo de todo o festival.</p>
<p>A coordenação clínica esteve a cargo de uma equipa integrada por profissionais da Lusíadas Saúde, incluindo o médico Nuno Candeias e o enfermeiro Rui Dias.</p>
<p>“A presença da Lusíadas Saúde no Rock in Rio Lisboa 2026 reforça o nosso compromisso com a promoção da saúde e bem-estar da população. Ao longo dos quatro dias, garantimos uma resposta eficaz e próxima, acompanhando as necessidades de cada pessoa, num contexto de grande afluência”, refere Nuno Candeias, médico coordenador da equipa clínica do evento e dos Cuidados Intensivos do Hospital Lusíadas Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784010]]></sapo:autor>
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		<title>Arrojo, Coragem, Fogosidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conforme já referi, Portugal não precisa de mais análises, não precisa de mais diagnósticos, nem precisa de mais palcos onde se fala muito e se decide pouco. Portugal precisa de pulso, de determinação. Precisa de uma vontade profunda e genuína de fazer acontecer. De quem olhe para um desafio e diga, “Vamos a isto”, com sentido de urgência, com sentido de compromisso. Falta-nos arrojo. Falta-nos coragem. Falta-nos fogosidade. Não como palavras num discurso de abertura, nem usado em campanhas eleitorais, mas, sim, como atitude genuína. Como uma cultura partilhada. Como forma colectiva de estar. E é precisamente aqui que reside um dos nossos maiores desafios. Não apenas nas estruturas ou nas lideranças, mas na cultura, naquilo que valorizamos, naquilo que celebramos, naquilo que toleramos. Uma cultura onde o risco é olhado com reserva, onde a mudança é recebida com cautela, onde falta essa sede interior de querer mais, de ir mais longe, de fazer melhor, essa cultura tem um custo. Um custo silencioso, mas bem real, medido em oportunidades que não aproveitámos, em investimentos que não chegaram, em tempos perdidos. Somos um povo com uma história extraordinária de ousadia e visão. Esse capital existe. Está na nossa memória colectiva. Está no nosso carácter. Precisa, isso sim, de ser reactivado, de ser alimentado, de se tornar, de novo, o nosso modo natural de estar. O “Plano Executar” de que tanto precisamos não é apenas um exercício de gestão. É, antes de tudo, um exercício de vontade colectiva, com metas, com prazos, com responsabilidades claras. Mas, acima de tudo, com a convicção inabalável de que é possível, e necessário, ser diferente. Portugal tem todas as condições para ser extraordinário. Falta decidirmos todos em conjunto, com vontade expressa e determinação, que chegou a hora.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Executive Digest nº 243 de Junho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780379]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: Aviso vermelho alargado até domingo em 10 distritos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O aviso vermelho devido ao calor foi alargado até domingo em 10 distritos do litoral e do interior sul do país, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aviso vermelho devido ao calor foi alargado até domingo em 10 distritos do litoral e do interior sul do país, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo nos distritos de Portalegre, Évora e Beja, assim como em Santarém e Lisboa, sendo que os últimos dois distritos passam a laranja (o segundo nível) às 23:00 de sexta-feira.</p>
<p>Na sexta-feira, estarão também sob aviso vermelho por causa do calor outros 10 distritos: Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora e Beja. Em todos os casos este nível permanece ativo até às 06:00 de domingo.</p>
<p>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
<p>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</p>
<p>Segundo a DGS, as autarquias devem garantir, em parceria com várias entidades, a sinalização de pessoas mais vulneráveis, mantendo atualizada essa listagem, assim como realizar contactos preventivos e promover, sempre que possível, visitas domiciliárias.</p>
<p>Já ao nível das medidas comunitárias, a direção-geral aconselha que sejam abertos locais de abrigo temporário (zonas de arrefecimento) e disponibilizada água potável, garantindo o bom funcionamento dos bebedouros públicos, assim como recomenda o prolongamento dos horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados de proximidade.</p>
<p>Para os espaços públicos, é sugerido que sejam reforçadas as zonas de sombra, instaladas estruturas temporárias de sombreamento e arrefecimento, e adaptados os horários dos trabalhos municipais realizados no exterior.</p>
<p>Os municípios devem ainda assegurar a coordenação permanente entre a autoridade de saúde e unidade local de saúde da sua região, mas também com os bombeiros, as forças de segurança, a Cruz Vermelha Portuguesa, a Segurança Social e instituições sociais.</p>
<p>Por causa da onda de calor, os hospitais ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784518]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo Volkswagen pondera vender participação no Bayern de Munique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está uma posição de 8,3% no capital do clube alemão, detida através da Audi, marca que integra o grupo automóvel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O grupo Volkswagen está a avaliar a possibilidade de vender a sua participação no Bayern de Munique. Em causa está uma posição de 8,3% no capital do clube alemão, detida através da Audi, marca que integra o grupo automóvel.</p>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade surge num momento difícil para a indústria automóvel europeia, com várias empresas do setor a procurarem formas de reestruturar os seus negócios e recuperar eficiência. Para além de cenários como o encerramento de fábricas ou despedimentos, os grupos automóveis procuram alternativas para reorganizar ativos e participações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da participação no Bayern de Munique, a Volkswagen estará também a analisar a sua posição no VfB Stuttgart. Neste caso, a participação está ligada à Porsche, filial do grupo Volkswagen.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a informação divulgada pela Bloomberg, fundos de capital privado estarão entre os principais interessados na compra de ações de clubes alemães.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entrada de investidores externos nos clubes alemães enfrenta, no entanto, limitações relevantes. A legislação alemã protege a regra segundo a qual a maioria do capital de um clube de futebol, equivalente a 50% mais uma ação, deve permanecer nas mãos dos sócios e residentes locais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este modelo reduz a margem de controlo por parte de investidores estrangeiros e pode afastar algumas sociedades de investimento interessadas em entrar no futebol alemão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A possível venda da participação no Bayern de Munique surge num contexto de pressão sobre os fabricantes automóveis europeus. A Volkswagen, tal como outros grupos do setor, procura fórmulas alternativas para reforçar a eficiência do negócio e reorganizar a sua estrutura.</p>
<p>A eventual alienação de participações em clubes de futebol poderá integrar essa estratégia mais ampla de reestruturação, embora a informação disponível indique apenas que o grupo está a ponderar essa possibilidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784513]]></sapo:autor>
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		<title>Junho 2026</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/junho-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sumário]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça todos os temas da edição nº 243 da Executive Digest]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><strong>Tema de capa</strong></b></p>
<p>«Portugal é um País do não rigor»</p>
<p><b><strong>Editorial</strong></b></p>
<p>Arrojo, Coragem, Fogosidade</p>
<p><strong>Conselheira</strong></p>
<p>Da estratégia à acção: a urgência de Executar</p>
<p><b><strong>Gestão</strong></b></p>
<p>Ventos do futuro: Pode Portugal liderar na eólica offshore?<br />
Activecap quer transformar PME portuguesas em líderes globais<br />
«O líder é um ‘sensor’, não é um clínico»: o novo papel da gestão na saúde mental<br />
Recordati: 100 anos ao serviço da Saúde, um século a transformar vidas<br />
«A educação é a base de sustentabilidade de desenvolvimento do nosso País»<br />
Do outro lado do Espelho Felix Krüger, CEO da Volkswagen Group Digital Solutions Portugal<br />
Estará Elon Musk a perder a batalha pelas comunicações móveis espaciais?<br />
Como Steve Jobs quase destruiu a Apple em 5 decisões<br />
No interior da fábrica de sonhos da Ikea: o seu laboratório de protótipos</p>
<p><strong>Diáspora</strong></p>
<p>Sara Aguiar, Continuar a “furar bolhas” e trabalhar a inovação</p>
<p><b><strong>Randstad Insight</strong></b></p>
<p>O mercado de trabalho</p>
<p><strong>Especial Golf</strong></p>
<p>Ponte de Lima</p>
<p><b><strong>Pé de Orelha</strong></b></p>
<p>Juan-Galo Macià: O papel do Talento no sucesso do mercado imobiliário de luxo em Portugal</p>
<p><b><strong>MIT Sloan</strong></b></p>
<p>Como a turbulência global está a transformar a estrutura das empresas<br />
Reforce as suas capacidades de Gestão de Crises</p>
<p><b><strong>Cadernos</strong></b></p>
<p>ESG, Transformação digital</p>
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