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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Multicare e centro climático da Fidelidade querem antecipar os impactos dos incêndios na saúde pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Multicare e o Impact Center for Climate Change (ICCC) da Fidelidade associaram-se ao colóquio "Incêndios Florestais e Saúde Humana", promovido pelo Conselho Português para a Saúde e Ambiente (CPSA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Multicare e o Impact Center for Climate Change (ICCC) da Fidelidade associaram-se ao colóquio &#8220;Incêndios Florestais e Saúde Humana&#8221;, promovido pelo Conselho Português para a Saúde e Ambiente (CPSA), que decorre no próximo dia 8 de julho, no auditório da Multicare, em Lisboa.</p>
<p>A iniciativa vai reunir especialistas, responsáveis de entidades públicas e representantes do setor da saúde para debater os efeitos dos incêndios florestais na saúde humana e identificar respostas integradas para mitigar o seu impacto, numa altura em que Portugal continua a ser um dos países europeus mais expostos a este fenómeno.</p>
<p>Segundo a organização, os incêndios florestais representam um desafio crescente, impulsionado pelas alterações climáticas, pelo aumento da frequência das ondas de calor e pela intensificação dos fenómenos extremos. Nos últimos 20 anos, já ardeu em Portugal uma área equivalente a quase um quarto do território nacional, colocando o país entre os que registam maior área ardida na Europa.</p>
<p>O programa inclui sessões dedicadas à vulnerabilidade de Portugal aos incêndios florestais, ao impacto destes fenómenos na saúde humana e à apresentação do Guia CPSA para os incêndios. Entre os oradores confirmados estão Luís Campos, presidente do CPSA, José Miguel Cardoso Pereira, professor catedrático do Instituto Superior de Agronomia, José Chen, da Lancet Countdown, Filipe Duarte Santos, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Filipe Santos Martins, CEO da Multicare.</p>
<p>Está igualmente prevista uma mesa-redonda sobre os desafios e oportunidades para reduzir o impacto dos incêndios na saúde, com a participação de José Manuel Moura, presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Nuno Banza, presidente do conselho diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Pimenta Machado, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Miguel Arriga, diretor do Departamento de Prevenção da Doença e Promoção da Saúde da Direção-Geral da Saúde, e Rui Esteves, diretor-geral técnico Não Vida e Vida Risco da Fidelidade e colíder do ICCC.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786185]]></sapo:autor>
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		<title>Aliança Atlântica acelera defesa contra drones com plano de 40 mil milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os países da NATO vão aplicar mais de 40 mil milhões de dólares, cerca de 34 mil milhões de euros, nos próximos cinco anos no reforço das capacidades de defesa contra drones.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os países da NATO vão aplicar mais de 40 mil milhões de dólares, cerca de 34 mil milhões de euros, nos próximos cinco anos no reforço das capacidades de defesa contra drones. O anúncio foi feito esta terça-feira pelo secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, durante a cimeira que decorre em Ancara.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mark Rutte revelou também que vários aliados assumiram o compromisso de cooperar na aquisição, armazenamento, transporte e gestão de stocks de materiais críticos para a defesa. A iniciativa envolve Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Grécia, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Espanha, Suécia e Turquia.</p>
<p><strong>NATO reforça vigilância aérea com aviões GlobalEye</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além do investimento em capacidades contra drones, a NATO vai comprar dez aviões de vigilância GlobalEye à sueca Saab, numa operação destinada a substituir a frota envelhecida de AWACS. A escolha representa uma aposta num fabricante europeu, em alternativa à norte-americana Boeing.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Saab prevê iniciar as entregas dos GlobalEye em 2030. Embora o valor final do contrato ainda não esteja fechado, a empresa indicou que cada aeronave deverá custar entre 400 e 450 milhões de dólares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mark Rutte anunciou ainda vários contratos de armamento durante o encontro, incluindo um acordo com o grupo Airbus.</p>
<p><strong>Frota de reabastecimento da NATO vai receber novo Airbus A330 MRTT</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Aliança Atlântica vai acrescentar um décimo Airbus A330 MRTT à sua frota multinacional de aviões de reabastecimento aéreo e transporte. O A330 MRTT, sigla de Multi Role Tanker Transport, é uma aeronave militar concebida para missões de transporte e reabastecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com esta nova entrega, a frota da NATO fica mais próxima do objetivo de chegar a 12 aeronaves. Mark Rutte destacou que o A330 MRTT e o A400M vão garantir à Aliança duas frotas multinacionais de elevado desempenho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vários países aliados anunciaram também um projeto multinacional centrado no Airbus A400M, uma aeronave de transporte multifuncional destinada a reforçar a capacidade estratégica de transporte aéreo.</p>
<p><strong>Aliança Atlântica vai comprar drones MQ-4C Triton</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A NATO prepara ainda a compra de cinco drones de vigilância de alta altitude Northrop Grumman MQ-4C Triton. Noruega, Finlândia, Alemanha e Dinamarca assinaram uma carta de intenções para avançar com a aquisição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os anúncios foram feitos por Mark Rutte perante líderes da indústria e responsáveis da NATO, reunidos na capital turca no âmbito de um Fórum da Indústria de Defesa.</p>
<p>O encontro pretende mostrar o empenho dos aliados europeus no desenvolvimento das suas capacidades militares, numa altura em que os Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, têm exigido um maior esforço de defesa por parte dos países europeus da Aliança Atlântica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786179]]></sapo:autor>
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		<title>Augusto Santos Silva e Rui Moreira analisam a nova ordem mundial à mesa da Casa dos Vinhos Verdes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos verdes]]></category>
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					<description><![CDATA[A Casa dos Vinhos Verdes recebe a conferência "Os Novos Tempos da (Des)Ordem Mundial – Desafios para Portugal", num encontro que reunirá Augusto Santos Silva e Rui Moreira para uma reflexão sobre o atual contexto geopolítico e os desafios que este coloca ao país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa dos Vinhos Verdes recebe a conferência &#8220;Os Novos Tempos da (Des)Ordem Mundial – Desafios para Portugal&#8221;, num encontro que reunirá Augusto Santos Silva e Rui Moreira para uma reflexão sobre o atual contexto geopolítico e os desafios que este coloca ao país.</p>
<p>A conferência que se realiza amanhã, dia 8 de julho, tem início marcado para as 16h30 e contará com a participação de Augusto Santos Silva, professor universitário, antigo presidente da Assembleia da República e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, e de Rui Moreira, embaixador de Portugal junto da OCDE e antigo presidente da Câmara Municipal do Porto.</p>
<p>A iniciativa marca o arranque de um ciclo de debates inserido nas celebrações das quatro décadas da agência Lusa, procurando promover a reflexão sobre alguns dos temas mais relevantes da atualidade.</p>
<p>Paralelamente, a Casa dos Vinhos Verdes acolhe até 10 de julho a exposição de fotografia &#8220;40 Anos | 40 Fotografias&#8221;, uma mostra itinerante composta por 40 imagens emblemáticas captadas por fotojornalistas da Lusa, que retratam alguns dos acontecimentos mais marcantes das últimas quatro décadas. Depois de ter estado patente na Assembleia da República durante o mês de maio, a exposição pode agora ser visitada no Palacete Silva Monteiro, no Porto, de segunda a sexta-feira, entre as 9h00 e as 17h00.</p>
<p>“Receber esta exposição na Casa dos Vinhos Verdes é, não só, motivo de orgulho pela representatividade que tem em termos de memória colectiva, como é prestigiante pela chancela de qualidade e de rigor que a Agência Lusa aporta à informação, seja ela escrita ou em imagem. O Ciclo de Conferências é igualmente uma oportunidade para conhecer diferentes perspectivas dos temas mais prementes, contando com um leque de oradores de excelência”, destaca Dora Simões, Presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786177]]></sapo:autor>
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		<title>Luxo global encarece 10,2% e Europa ganha peso no ranking das cidades mais caras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela primeira vez em três anos, nenhuma cidade do continente americano aparece no top 10 global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O custo de manter um estilo de vida de luxo aumentou 10,2% em dólares nos últimos 12 meses, num contexto internacional marcado pela volatilidade geopolítica, alterações nos fluxos comerciais, oscilações cambiais e novas pressões inflacionistas. A conclusão consta do Relatório Global sobre Riqueza e Estilo de Vida 2026 do Julius Baer, que volta a colocar Singapura no topo das cidades mais caras do mundo para indivíduos com elevado património líquido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Singapura mantém a liderança pelo quarto ano consecutivo, enquanto Zurique sobe para o segundo lugar e Mónaco entra pela primeira vez no top três. O estudo mostra que o agravamento do custo de vida premium não resulta apenas da inflação local, mas também do peso das moedas. Cidades associadas a divisas mais fortes, como o franco suíço e o euro, subiram no ranking, ao passo que cidades mais ligadas ao dólar norte-americano perderam posições relativas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Índice de Lifestyle do Julius Baer mede o custo de um cabaz de 20 bens e serviços representativos da manutenção de um padrão de vida de alto nível em 25 cidades internacionais. Para famílias e indivíduos com mobilidade global, o indicador permite perceber como decisões relacionadas com moeda, domicílio e estilo de vida podem influenciar o poder de compra e a preservação financeira ao longo do tempo.</p>
<p><strong>Singapura mantém liderança e Zurique sobe no ranking</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A posição de Singapura reflete o custo elevado dos imóveis residenciais e dos automóveis, bem como a força do dólar de Singapura. Apesar de a evolução dos preços locais ter sido relativamente moderada, a valorização da moeda fez com que os custos, medidos em dólares americanos, acompanhassem a média global. A estabilidade política, a resiliência económica e a conectividade internacional continuam a reforçar a atratividade da cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Zurique subiu três posições e tornou-se a segunda cidade mais cara do índice. A subida ficou sobretudo ligada à valorização do franco suíço face ao dólar, mais do que a aumentos expressivos dos preços locais. Mónaco, por sua vez, entrou pela primeira vez no top três, apoiado pela força do euro e pelos preços excecionalmente elevados do mercado imobiliário residencial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Hong Kong caiu para o quarto lugar e Londres passou para a quinta posição, depois de ter ficado perto da liderança no ranking de 2025.</p>
<p><strong>Ásia-Pacífico continua forte, mas Europa encarece mais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A região Ásia-Pacífico mantém um peso relevante no mercado global da riqueza, com cinco cidades entre as dez mais caras do índice. Além de Singapura e Hong Kong, também Xangai, Sydney e Banguecoque surgem no top 10. Sydney foi a cidade que mais subiu este ano, avançando seis lugares para a oitava posição, impulsionada pela valorização do dólar australiano e pelo elevado custo de importação de bens de luxo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os preços médios na Ásia-Pacífico aumentaram 7,4% em dólares americanos, abaixo da média global. Já a Europa destacou-se em sentido contrário, com uma subida média de 14,1% em dólares, bem acima do total mundial, sobretudo devido à força do euro e do franco suíço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Zurique, Mónaco, Paris, Milão e Frankfurt subiram no ranking, enquanto Barcelona manteve a posição. Londres caiu para o quinto lugar, uma vez que a libra teve uma evolução mais próxima da do dólar americano, o que limitou a subida relativa da capital britânica face às cidades da Europa continental.</p>
<p><strong>Dubai cai para 14.º lugar e Américas ficam fora do top 10</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Dubai desceu para a 14.ª posição no índice deste ano. A queda não significa necessariamente que a cidade se tenha tornado mais acessível, mas antes que outras cidades ficaram relativamente mais caras. O facto de o dirham estar indexado ao dólar americano teve impacto no posicionamento do Dubai. A recolha dos dados foi concluída antes do início do conflito com o Irão, pelo que os efeitos da atual situação no Médio Oriente não estão refletidos nas conclusões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pela primeira vez em três anos, nenhuma cidade do continente americano aparece no top 10 global. Nova Iorque continua a ser a cidade mais bem classificada da região, seguida de São Paulo, que subiu para o 12.º lugar. Santiago do Chile e Cidade do México também avançaram, apoiadas pelo crescimento dos preços locais e pelas oscilações cambiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório aponta realidades distintas no continente americano. A América do Norte registou uma forte acumulação de riqueza e um comportamento de investimento estável, enquanto a América Latina revelou maior prudência e maior foco na preservação do poder de compra.</p>
<p><strong>Ouro, relógios e joalharia puxam pelos preços</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora a moeda tenha sido o fator dominante no índice deste ano, os custos das matérias-primas também tiveram influência relevante. O preço do ouro mais do que duplicou desde 2024, com reflexos diretos em categorias como joalharia e relógios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os preços da joalharia subiram 16,4%, enquanto os relógios aumentaram 15,5%. No conjunto, os bens de luxo registaram uma subida média de 12,3%, influenciada por custos mais elevados de produção, incluindo couro, metais preciosos, mão-de-obra qualificada e estratégias de preço das marcas globais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Muitas casas de luxo estão sediadas na Europa e definem preços com base em moedas fortes, como o euro e o franco suíço, o que acaba por influenciar os valores praticados no retalho a nível internacional. Este ano, os bens encareceram de forma mais acentuada do que os serviços, invertendo algumas tendências observadas anteriormente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Christian Gattiker, diretor de Investigação do Julius Baer, afirma que a moeda voltou a estar em primeiro plano, mas sublinha que a verdadeira leitura resulta da interação entre divisas, ativos e comportamentos.</p>
<p><strong>Geopolítica preocupa os mais ricos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O inquérito sobre estilo de vida incluído no relatório analisa as tendências de consumo dos indivíduos com elevado património líquido na Europa, Ásia-Pacífico, Médio Oriente, América do Norte e América Latina. Depois de mais um ano turbulento, a incerteza geopolítica tornou-se uma preocupação quase transversal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre 82% e 95% dos inquiridos, consoante a região, afirmaram estar preocupados ou muito preocupados com a geopolítica. Esta realidade está a influenciar a forma como os indivíduos mais abastados gastam, investem e planeiam o futuro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a riqueza continuar a crescer entre os participantes do estudo, o consumo de luxo mostra uma economia a duas velocidades. As despesas na Ásia-Pacífico e no Médio Oriente superam claramente as registadas na Europa, América do Norte e América Latina. A Europa é a região onde se observa a maior contração do consumo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As experiências continuam a dominar os gastos, com forte procura por hotelaria de luxo e restauração de alta qualidade. As despesas relacionadas com saúde também aumentaram de forma expressiva e, juntamente com as viagens de lazer, foram uma das únicas categorias a crescer em todas as regiões.</p>
<p><strong>Saúde, viagens e mobilidade ganham peso nas decisões</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tendência de que “saúde é riqueza” continua a ganhar força entre os indivíduos mais abastados. Saúde, resiliência e longevidade são cada vez mais vistas como partes essenciais da riqueza global, e não apenas como despesas de estilo de vida.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo mostra ainda que os consumidores com elevado património líquido estão a adaptar os seus hábitos às tarifas, às flutuações cambiais e à incerteza internacional. Pelo menos um em cada três inquiridos já alterou a origem geográfica de algumas compras de luxo. Mais de metade admite viajar para outro país para adquirir bens de luxo e evitar tarifas, enquanto cerca de um quarto já o faz.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também as carteiras de investimento estão a mudar. A maioria dos inquiridos, em todas as regiões, ajustou os investimentos em resposta ao aumento dos riscos macroeconómicos e políticos. Embora os ativos tradicionais continuem a ser a base das carteiras, há uma aposta crescente em estratégias defensivas, como metais preciosos, diversificação geográfica e maior liquidez.</p>
<p><strong>Investidores procuram proteção num mundo mais instável</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os investidores da Ásia-Pacífico lideram na adaptação às novas condições, com 73% a reforçarem a diversificação. Dentro deste grupo, 53% aumentaram a exposição a metais preciosos e 46% alargaram a dispersão geográfica dos investimentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Médio Oriente, os investidores apresentam carteiras diversificadas e orientadas para o longo prazo, com interesse em ativos alternativos e colecionáveis. A Europa mantém uma postura mais conservadora, focada na preservação do património e em carteiras com forte presença de fundos. A América do Norte revela maior consistência nas atitudes financeiras e o crescimento de ativos mais forte entre as regiões analisadas. Já a América Latina ocupa uma posição intermédia, com foco na geração de rendimento e preservação de património, mantendo atenção às tendências futuras.</p>
<p>O Relatório Global sobre Riqueza e Estilo de Vida 2026 conclui que a riqueza deixou de ser medida apenas pelos ativos financeiros. Hoje, inclui também estilo de vida, segurança, saúde, mobilidade e harmonia entre gerações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786174]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nova SBE quer “reacender” o tema da democracia e reúne líderes mundiais em mais uma edição das Conferências do Estoril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:55:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
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					<description><![CDATA[A democracia, a inteligência artificial, a saúde, a educação e a paz global vão estar no centro da 10.ª edição das Conferências do Estoril, que decorrem nos dias 29 e 30 de outubro, no campus de Carcavelos da Nova School of Business and Economics.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A democracia, a inteligência artificial, a saúde, a educação e a paz global vão estar no centro da 10.ª edição das Conferências do Estoril, que decorrem nos dias 29 e 30 de outubro, no campus de Carcavelos da Nova School of Business and Economics. Sob o mote &#8220;Reignite Democracy&#8221;, o encontro reunirá líderes políticos, académicos, especialistas e representantes da sociedade civil para debater alguns dos principais desafios que marcam o panorama internacional.</p>
<p>Organizadas pela Nova School of Business and Economics e pela NOVA Medical School, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e do Turismo de Portugal, as Conferências do Estoril regressam numa edição que pretende mobilizar decisores, especialistas e novas gerações para refletir sobre o fortalecimento das instituições democráticas num contexto internacional marcado por desafios crescentes.</p>
<p>O programa estará estruturado em cinco grandes eixos temáticos: Paz Global, Políticas, Saúde &amp; Preparação, Educação e Inteligência Artificial &amp; Tecnologia.</p>
<p>Entre os primeiros oradores confirmados encontra-se Jesús Armas, ativista social e presidente da organização Ciudadanía sin Límites, conhecido pela oposição ao regime de Nicolás Maduro e pela defesa dos direitos democráticos na Venezuela.</p>
<p>Também já confirmaram presença Helfried Carl, CEO da European Capital of Democracy e cofundador do The Innovation in Politics Institute, e Jenny Romano, especialista em inteligência artificial aplicada ao combate à desinformação e distinguida com o prémio &#8220;She Shapes AI&#8221;.</p>
<p>A lista de participantes inclui ainda Olivier Vandecasteele, fundador da Protect Humanitarians e antigo refém no Irão, e Karla Soares-Weiser, CEO da Cochrane, reconhecida pelo trabalho desenvolvido na área da medicina baseada na evidência e da redução das desigualdades em saúde.</p>
<p>Entre os nomes de maior destaque confirmados para esta edição figuram ainda Marcelo Rebelo de Sousa, Maria Luís Albuquerque, Helena Canhão e Richard J. Roberts.</p>
<p>Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE, sublinha que, ao longo de dez edições, as Conferências do Estoril demonstraram que &#8220;o conhecimento e o diálogo são as ferramentas mais poderosas para fortalecer a democracia&#8221;. O responsável acrescenta que, num momento em que a confiança nas instituições é colocada à prova em várias regiões do mundo, o encontro pretende continuar a afirmar-se como um espaço de debate aberto, onde diferentes perspetivas se cruzam para inspirar ação.</p>
<p>Criadas em 2009, as Conferências do Estoril já reuniram mais de 17.500 participantes de 130 nacionalidades e cerca de 490 oradores internacionais, entre os quais vários laureados com o Prémio Nobel e mais de 40 atuais e antigos chefes de Estado. A iniciativa tem vindo a afirmar-se como uma plataforma internacional dedicada à promoção do diálogo e da cooperação em torno dos principais desafios globais.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>PSI aumenta ganhos da abertura e Navigator cresce acima de 2%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O PSI, principal índice bolsista português, mantinha a tendência de abertura e ganhava 0,47% cerca de hora e meia depois da abertura, destacando-se a Navigator a subir 2,04% entre as 13 cotadas em terreno positivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PSI, principal índice bolsista português, mantinha a tendência de abertura e ganhava 0,47% cerca de hora e meia depois da abertura, destacando-se a Navigator a subir 2,04% entre as 13 cotadas em terreno positivo.</p>
<p>Pelas 09:35 em Lisboa, 13 &#8216;papéis&#8217; viam a sua cotação subir desde a abertura e dois acusavam uma desvalorização, mantendo-se a Ibersol nos 9,64 euros por ação.</p>
<p>Aos ganhos da Navigator, a negociar nos 3,31 euros, seguiam-se a Jerónimo Martins (1,53% para 16,59 euros), os CTT (1,43% para 6,04 euros) e a Altri (1,38% para 4,79 euros).</p>
<p>A Semapa valorizava 0,98% para 20,55 euros, a Galp crescia 0,93% para 19,01 euros, a EDP subia 0,87% para 4,62 euros, a Corticeira Amorim avançava 0,79% para 6,40 euros e a Sonae escalava 0,72% para 2,10 euros.</p>
<p>Tanto a Teixeira Duarte como o BCP ganhavam 0,56% para, respetivamente, 0,53 euros e 1,08 euros, a NOS valorizava 0,36% para 4,97 euros e a REN aumentava a cotação em 0,13% para 3,76 euros.</p>
<p>Em sentido inverso, a Mota-Engil desvalorizava 0,08% para 4,73 euros e a EDP Renewables recuava 0,07% para 14,28 euros.</p>
<p>Os investidores estão atentos ao fecho dos mercados asiáticos, com o sul-coreano Kospi a perder 4,91%, apesar das previsões da Samsung Electronics que apontam para uma multiplicação dos resultados operacionais em 19 vezes. O japonês Nikkei perdia 2,12%.</p>
<p>A própria Samsung, que fabrica semicondutores, via a sua cotação descer 6,92%.</p>
<p>O índice de referência de Xangai perdeu 1,24% e o Hang Seng, de Hong Kong, fechou com baixas de 0,81%.</p>
<p>O preço do barril de Brent, referência para a Europa, crescia 1,29% para 72,92 dólares por barril, enquanto o norte-americano WTI aumentava 1,44% para 69,54 dólares.</p>
<p>Os futuros de Wall Street não registavam uma tendência definida, depois dos ganhos de segunda-feira (Dow Jones subiu 0,29%, S&amp;P500 0,72% e Nasdaq 1,12%).</p>
<p>A bitcoin descia 0,80% para 63.279,4 dólares, enquanto o euro desvalorizava 0,14% e era negociado perto dos 1,14 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786167]]></sapo:autor>
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		<title>Maioria das bolsas europeias positivas após perdas nos mercados asiáticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:32:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria das principais bolsas europeias seguiam hoje positivas, apesar das quedas nos mercados asiáticos e da subida do barril de Brent.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das principais bolsas europeias seguiam hoje positivas, apesar das quedas nos mercados asiáticos e da subida do barril de Brent.</p>
<p>Pelas 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 ganhava 0,13% para 651,34 unidades.</p>
<p>Pela mesma hora, Paris acumulava 0,64%, Londres subia 0,34%, Madrid crescia 0,32% e Milão valorizava 0,16%, enquanto Frankfurt recuava 0,07%.</p>
<p>O euro desvalorizava 0,14% e era negociado perto dos 1,14 dólares.</p>
<p>Os investidores estão atentos ao fecho dos mercados asiáticos, com o sul-coreano Kospi a perder 4,91%, apesar das previsões da Samsung Electronics que apontam para uma multiplicação dos resultados operacionais em 19 vezes. O japonês Nikkei perdia 2,12%.</p>
<p>A própria Samsung, que fabrica semicondutores, via a sua cotação descer 6,92%.</p>
<p>O índice de referência de Xangai perdeu 1,24% e o Hang Seng, de Hong Kong, fechou com baixas de 0,81%.</p>
<p>O preço do barril de Brent, referência para a Europa, crescia 1,29% para 72,92 dólares por barril, enquanto o norte-americano WTI aumentava 1,44% para 69,54 dólares.</p>
<p>Os futuros de Wall Street não registavam uma tendência definida, depois dos ganhos de segunda-feira (Dow Jones subiu 0,29%, S&amp;P500 0,72% e Nasdaq 1,12%).</p>
<p>A bitcoin descia 0,80% para 63.279,4 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786154]]></sapo:autor>
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		<title>Ouro dispara, petróleo oscila: O que está a acontecer nos mercados?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ouro-dispara-petroleo-oscila-o-que-esta-a-acontecer-nos-mercados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:28:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A evolução recente dos mercados das matérias-primas mostra que os investidores devem evitar olhar para as commodities como uma única classe de ativos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução recente dos mercados das matérias-primas mostra que os investidores devem evitar olhar para as commodities como uma única classe de ativos. Esta é a principal conclusão de uma análise da Wellington Management, que destaca que ouro e petróleo estão a responder a fatores distintos e podem desempenhar papéis diferentes na construção de um portefólio.</p>
<p>Segundo Alex King, Investment Strategy Analyst, e Joshua Riefler, Product Reporting Lead da gestora, o petróleo continua fortemente condicionado pelos desenvolvimentos geopolíticos, em particular pelo conflito no Irão, enquanto o ouro mantém uma tendência estruturalmente positiva iniciada no final de 2022.</p>
<p>No caso do petróleo, a Wellington Management sublinha que os movimentos de preços têm sido historicamente marcados por episódios de forte volatilidade associados a receios sobre a oferta. Antes da escalada do conflito, o mercado antecipava uma continuação da tendência de descida dos preços até 2026. No entanto, a incerteza em torno da duração da guerra voltou a colocar pressão sobre as cotações.</p>
<p>Ainda assim, a gestora considera que o petróleo deve ser encarado sobretudo como uma oportunidade tática e não como uma aposta estratégica de longo prazo. Caso o conflito diminua de intensidade, os preços poderão regressar rapidamente aos níveis suportados pelos fundamentos do mercado antes da guerra.</p>
<p>Já o ouro apresenta uma dinâmica diferente. Depois de iniciar um mercado &#8220;bull&#8221; no final de 2022, impulsionado inicialmente pelas compras dos bancos centrais e, mais tarde, pelos fluxos para ETFs, o metal precioso registou recentemente uma correção. Para a Wellington Management, este recuo poderá refletir apenas um ajustamento temporário, sem comprometer a tendência de longo prazo.</p>
<p>Os analistas defendem que continuam a existir fatores estruturais favoráveis ao ouro, como a diversificação das reservas por parte dos bancos centrais, a procura institucional, a entrada de capital em fundos cotados e uma eventual perda de força do dólar norte-americano.</p>
<p>Neste contexto, a gestora recomenda que os investidores avaliem o contributo específico de cada matéria-prima para a diversificação das carteiras, em vez de tratarem o conjunto das commodities como uma única exposição. Enquanto o petróleo poderá funcionar como proteção contra uma aceleração da inflação, o ouro poderá oferecer maior capacidade de proteção em períodos de maior aversão ao risco.</p>
<p>Entre os principais fatores que a Wellington Management continuará a acompanhar destacam-se a evolução do conflito no Irão e o respetivo impacto na oferta global de energia, as decisões dos principais bancos centrais relativamente às suas reservas de ouro e a trajetória do dólar norte-americano, cuja eventual desvalorização poderá reforçar a atratividade do metal precioso como reserva de valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786151]]></sapo:autor>
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		<title>Duas bombas explodiram em Damasco perto do hotel onde estava Emmanuel Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:15:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois engenhos explosivos deflagraram hoje em Damasco, numa zona próxima do hotel situado no centro da capital Síria onde o Presidente francês, Emmanuel Macron, tinha passado a noite, reportou a Agência France Presse (AFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois engenhos explosivos deflagraram hoje em Damasco, numa zona próxima do hotel situado no centro da capital Síria onde o Presidente francês, Emmanuel Macron, tinha passado a noite, reportou a Agência France Presse (AFP).</p>
<p>Fontes policiais disseram à AFP, que um dos engenhos explosivos foi colocado num caixote de lixo perto do hotel onde se encontrava o Presidente francês.</p>
<p>Testemunhas contactadas pela AFP viram fumo na zona da cidade onde se sentiram as explosões no momento em que o chefe de Estado francês abandonava o Hotel Four Seasons e se dirigia ao Palácio Presidencial para uma reunião com o homólogo em funções, Ahmad al-Chareh.</p>
<p>Várias ambulâncias foram enviadas para o local das explosões, enquanto as forças de segurança bloqueavam os acessos à zona central da capital da Síria.</p>
<p>Emmanuel Macron chegou à Síria na segunda-feira, naquela que é a primeira visita de um líder europeu ao país desde que a coligação islamita tomou o poder.</p>
<p>Na noite de segunda-feira, Emmanuel Macron jantou com o Presidente sírio num restaurante do centro de Damasco antes de o acompanhar a uma mesquita no centro da cidade.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786145]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tekever compra Cloudsweep e reforça aposta em inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tekever, tecnológica de origem portuguesa de sistemas autónomos baseados em inteligência artificial (IA), comprou a startup nacional Cloudsweep, reforçando a aposta em IA, adiantou, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tekever, tecnológica de origem portuguesa de sistemas autónomos baseados em inteligência artificial (IA), comprou a startup nacional Cloudsweep, reforçando a aposta em IA, adiantou, em comunicado.</p>
<p>A Tekever, que não divulgou o investimento na aquisição, indicou que a Cloudsweep é &#8220;uma startup portuguesa especializada na aplicação de inteligência artificial ao desenvolvimento de &#8216;software'&#8221;.</p>
<p>De acordo com a empresa, esta operação enquadra-se na sua estratégia &#8220;de reforçar o ecossistema nacional de inovação, investindo em empresas tecnológicas emergentes, atraindo e retendo talento altamente qualificado e acelerando o desenvolvimento de capacidades críticas para a Europa nas áreas da inteligência artificial, engenharia de &#8216;software&#8217; e sistemas autónomos&#8221;.</p>
<p>Paralelamente, destacou, &#8220;reforça uma transformação tecnológica que já vinha desenvolvendo internamente&#8221;, através da utilização da inteligência artificial como &#8220;elemento nativo dos seus processos de engenharia, permitindo acelerar o desenvolvimento de soluções cada vez mais sofisticadas para defesa, segurança e monitorização&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Cloudsweep destacou-se desde a sua criação pela qualidade da sua equipa e pela inovação na aplicação da IA ao desenvolvimento de &#8216;software'&#8221;, indicou, apontando que a integração na Tekever permitirá &#8220;potenciar esse conhecimento num contexto de escala internacional&#8221;, com o &#8220;desenvolvimento de tecnologias críticas produzidas em Portugal&#8221; e usadas por governos e organizações em toda a Europa.</p>
<p>Com esta aquisição, a Tekever reforça ainda &#8220;o seu compromisso com o crescimento do ecossistema tecnológico português&#8221;, apontando que a inovação passa também &#8220;por apoiar empresas emergentes, integrar equipas altamente especializadas e criar condições para que o talento nacional participe no desenvolvimento das tecnologias estratégicas que irão moldar o futuro da Europa&#8221;.</p>
<p>A Tekever conta com mais de 1.300 colaboradores, e instalações em Portugal, Reino Unido, França, Estónia, Ucrânia e EUA.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786140]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rui Tavares acusa Montenegro de ter relação “abusiva e doentia” com a oposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O dirigente do Livre acusa Montenegro de negociar matérias com o Chega, ao mesmo tempo que caricatura e humilha a esquerda, em particular o PS, para depois pedir a viabilização do Orçamento do Estado no fim do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares acusa Luís Montenegro de estar a criar uma relação política “abusiva” com a oposição, sobretudo à esquerda, e deixa um aviso ao primeiro-ministro sobre o Orçamento do Estado para 2027. Em entrevista ao podcast “Política com Assinatura”, da Antena 1, o ainda porta-voz do Livre criticou a estratégia do Governo e defendeu que Montenegro deve negociar com todos os partidos com assento parlamentar se quiser garantir a aprovação do próximo Orçamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Antena 1, Rui Tavares considera “quase doentia e abusiva” a forma como o primeiro-ministro quer conduzir a política nacional. O dirigente do Livre acusa Montenegro de negociar matérias com o Chega, ao mesmo tempo que caricatura e humilha a esquerda, em particular o PS, para depois pedir a viabilização do Orçamento do Estado no fim do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Rui Tavares, o PS não deve passar um “cheque em branco” ao Governo na discussão do OE27. O porta-voz do Livre defende que o primeiro-ministro tem de abandonar a lógica de confronto permanente e reconhecer que a estratégia seguida até agora não resultou.</p>
<p><strong>Rui Tavares questiona se Governo quer mesmo aprovar o OE27</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na mesma entrevista, Rui Tavares admitiu ter dúvidas sobre o real interesse de Luís Montenegro e de Hugo Soares em ver o Orçamento do Estado para 2027 aprovado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente do Livre questionou se a tática do primeiro-ministro e do líder parlamentar do PSD não poderá ter como objetivo final criar condições para uma nova crise política, responsabilizar a oposição e pedir aos eleitores uma maioria absoluta. Para Rui Tavares, desde o debate sobre o pacote laboral, Montenegro já deveria ter percebido que a estratégia adotada não funcionou e devia ter tido a “humildade” de o reconhecer no Parlamento.</p>
<p><strong>Críticas de Passos Coelho ao Governo vistas como “farsa”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares também comentou as críticas feitas por Pedro Passos Coelho ao atual Governo, mostrando-se cético quanto à sua autenticidade. O líder do Livre afirmou que, por vezes, essas diferenças parecem apenas um “arremedo” e falou mesmo numa “farsa”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Antena 1, Rui Tavares considera que, no essencial, o atual PSD continua ligado à matriz política de Passos Coelho. O dirigente do Livre apontou como exemplo a Segurança Social, defendendo que tanto o Governo como o PSD veriam com bons olhos mecanismos alternativos que, na sua leitura, corresponderiam a uma privatização do sistema.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares foi mais longe e afirmou que, dentro desse espaço político, “são todos Pedro Passos Coelho”, referindo Luís Montenegro, Hugo Soares e também André Ventura, que disse ter sido apadrinhado politicamente pelo antigo primeiro-ministro.</p>
<p><strong>“É preciso tirar a política do esgoto”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O porta-voz do Livre defendeu ainda que Luís Montenegro e a política atual precisam de oposição. Para Rui Tavares, parte da vida política portuguesa entrou num registo que é necessário combater, usando a expressão de que é preciso “tirar a política do esgoto”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares criticou aquilo que descreve como uma política egoísta, agressiva e malcriada, marcada pelo desrespeito pelas instituições. Sem identificar partidos concretos, lamentou também que a mentira se tenha tornado uma forma habitual de atuação política.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente do Livre acrescentou que o país está a seguir uma via assente no “dinheiro fácil”, apontando como exemplos o setor imobiliário, o turismo de massas, os jogos online e os casinos.</p>
<p><strong>Subida do PS é “boa notícia”, mas não chega</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares vê a subida do PS nas sondagens como uma boa notícia, mas considera que essa recuperação está a acontecer ao centro e não numa centralidade à esquerda. Para o Livre, o PS deveria ter uma postura mais firme perante o Governo, sobretudo em matérias como a revisão constitucional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A revisão da Constituição é uma das maiores preocupações do Livre. Rui Tavares defende que o PS deveria exigir a Luís Montenegro um compromisso claro: se houver revisão constitucional, esta deve limitar-se aos temas urgentes e minimalistas que já estavam em cima da mesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionado sobre se o PS tem capacidade para assumir esse papel, Rui Tavares respondeu que o Livre tem mais liberdade para o fazer.</p>
<p><strong>Livre quer preparar-se para governar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de estar de saída da liderança, Rui Tavares garante que não está de saída do Livre e deixa uma orientação clara para o futuro do partido: preparar-se para governar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fundador do Livre defende que o partido não é uma força de nicho, mas sim uma estrutura com “vocação maioritária”. Para Rui Tavares, a formação de uma maioria progressista passa, no atual quadro político, pelo crescimento do PS e por um Livre capaz de atingir 10% ou mais dos votos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, afastou completamente qualquer hipótese de integração no PS. Perante a possibilidade de um dia vir a estar no Partido Socialista, Rui Tavares respondeu de forma categórica: “não, nunca, não”.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente justificou a recusa com diferenças políticas entre os dois partidos e defendeu que, quando o PS governa sozinho à esquerda ou com maioria absoluta, o país avança devagar e a governação torna-se hesitante. Para Rui Tavares, seria saudável haver dois partidos à esquerda com capacidade para governar em conjunto.</p>
<p><strong>Rui Tavares sai da liderança no congresso do Livre</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares deixa a liderança do Livre no congresso marcado para o próximo fim de semana, entre 10 e 12 de julho. Ainda assim, defende a continuidade do modelo de liderança bicéfala no partido, rejeitando a ideia de que se trate de uma solução improvisada ou de recurso.</p>
<p>Na entrevista à Antena 1, o ainda porta-voz do Livre sustentou que essa forma de liderança não é tão singular como pode parecer e que deve ser entendida como parte da identidade organizativa do partido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786133]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão não negociará acordo final com EUA enquanto persistirem ameaças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão avisou hoje que as negociações para um acordo final com os Estados Unidos não começarão enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, continuar a ameaçar a República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão avisou hoje que as negociações para um acordo final com os Estados Unidos não começarão enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, continuar a ameaçar a República Islâmica.</p>
<p>&#8220;O parágrafo 13 do Memorando de Entendimento é claro: as negociações sobre o acordo final não começarão enquanto as ameaças persistirem. Respeito pela sua assinatura&#8221;, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, na rede social X.</p>
<p>Na mensagem, acompanhada de uma foto do cortejo fúnebre do líder supremo Ali Khamenei, assassinado em Teerão, e destacando a união de milhões de iranianos, refere que nem o povo iraniano nem as Forças Armadas do país &#8220;se deixarão intimidar por qualquer ameaça&#8221;.</p>
<p>Na segunda-feira, o Presidente dos EUA disse que, caso não se chegue a um acordo com Teerão, &#8220;terminará o serviço&#8221; com ataques às infraestruturas e às instalações energéticas iranianas.</p>
<p>A cláusula 13, mencionada por Araqchi, estipula que as partes iniciariam negociações para um acordo final após a implementação dos parágrafos 01, 04, 05, 10 e 11 deste memorando de entendimento assinado a 17 de junho, que se referem ao fim da guerra em todas as frentes, à reabertura do estreito de Ormuz por ambos os lados, à libertação dos fundos iranianos congelados e à suspensão das sanções ao petróleo.</p>
<p>O Irão e os Estados Unidos realizaram duas rondas de negociações de alto nível desde a assinatura do memorando.</p>
<p>Segundo as autoridades iranianas, estas conversações centraram-se na implementação das cinco cláusulas antes de avançar para as discussões sobre o programa nuclear da República Islâmica.</p>
<p>Apesar do memorando acordado e das negociações em curso, as tensões entre Teerão e Washington voltaram a aumentar nas últimas semanas, com ataques iranianos a vários navios e ataques aéreos dos EUA contra alvos militares na costa sul do Irão, numa disputa de poder pelo controlo do estreito de Ormuz.</p>
<p>A República Islâmica afirma que os navios que pretendam transitar pelo estreito devem fazê-lo com a sua permissão e através de rotas estabelecidas por Teerão.</p>
<p>Hoje de manhã, a UK Maritime Trade Operations (UKMTO), que monitoriza a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, reportou um novo ataque a um petroleiro no Golfo de Omã, perto do estreito de Ormuz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786132]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Medina defende que quem não limpa terrenos possa perder direitos até compensar o Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo ministro das Finanças Fernando Medina defende regras mais exigentes para garantir o registo e a limpeza das propriedades em Portugal, numa altura em que os incêndios rurais voltam a marcar a atualidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O antigo ministro das Finanças Fernando Medina defende regras mais exigentes para garantir o registo e a limpeza das propriedades em Portugal, numa altura em que os incêndios rurais voltam a marcar a atualidade. Para o ex-governante, quando os proprietários não cumprem as suas obrigações, o direito de propriedade pode ter de ser limitado até que o Estado seja compensado pelos custos assumidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Renascença, Fernando Medina considera que o país precisa de mais rapidez no registo e na gestão dos terrenos, reconhecendo que houve avanços, mas defendendo uma solução mais firme para os casos de incumprimento. O antigo ministro entende que, quando as obrigações associadas à propriedade não são cumpridas, esses direitos podem ficar suspensos até existir ressarcimento público pelo investimento feito pelo Estado.</p>
<p><strong>Incêndios já consumiram mais de 14 mil hectares este ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A discussão surge num ano em que já arderam mais de 14 mil hectares em Portugal desde janeiro, segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas citados no texto original. O maior incêndio do ano deflagrou em Vouzela, na semana passada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A gestão dos fogos esteve em debate no programa “Conversa de Eleição”, da Renascença, onde Fernando Medina avaliou positivamente a resposta do ministro da Administração Interna, tanto na comunicação como na mobilização de meios. Ainda assim, o antigo governante sublinhou que a velocidade com que surgem eventos extremos obriga a uma reflexão mais profunda sobre prevenção, fiscalização e responsabilidade dos proprietários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Miguel Poiares Maduro, antigo ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, também considerou que o Governo tem estado bem na comunicação e no apelo ao civismo das populações. O social-democrata ressalvou, porém, que ainda é cedo para avaliar a eficácia do combate aos incêndios este ano, até porque o verão ainda está pela frente e o desafio poderá ser elevado.</p>
<p><strong>Sanções para incendiários também em debate</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Renascença, Miguel Poiares Maduro admite que o agravamento das sanções para quem comete crimes de incêndio pode ter um efeito dissuasor. Ainda assim, defende que, antes de avançar com novas medidas, é preciso perceber que sanções estão atualmente a ser aplicadas e quantas pessoas acabam com penas suspensas, por exemplo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Renascença avançou que, de acordo com a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, o número de alegados incendiários em prisão preventiva duplicou. Já a GNR indicou à mesma rádio que, dos 133 detidos este ano, a maioria terá cometido o crime de incêndio por negligência, nomeadamente por mau uso do fogo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Poiares Maduro, a resposta não deve passar apenas por sanções. O antigo governante defende também o reforço da formação, começando nas escolas, como forma de prevenir comportamentos de risco.</p>
<p><strong>Medina aponta “facilitismo” nos comportamentos individuais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Medina convergiu na necessidade de maior formação cívica e alertou para aquilo que considera ser uma cultura de facilitismo em Portugal. Para o antigo ministro do PS, continuam a existir comportamentos individuais incompreensíveis perante o risco de incêndio, o que demonstra a necessidade de elevar os níveis de cultura cívica no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A prevenção dos incêndios rurais, a limpeza dos terrenos, o cumprimento das obrigações dos proprietários e a responsabilização por comportamentos negligentes foram, assim, os principais temas em análise no debate.</p>
<p><strong>Indemnização a José Sócrates considerada “natural”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo programa, Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro comentaram também a decisão do Tribunal Administrativo que condenou o Estado a pagar uma indemnização de 15 mil euros a José Sócrates, por violação do segredo de justiça na Operação Marquês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Medina considerou a decisão natural e correta, separando este processo da avaliação que possa ser feita sobre o caso principal. Para o antigo ministro socialista, a violação do segredo de justiça ao longo da Operação Marquês foi evidente em vários momentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Miguel Poiares Maduro também classificou a decisão como natural e defendeu uma alteração ao modelo português de segredo de justiça. O social-democrata apontou o exemplo de países anglo-saxónicos, onde a regra é não existir segredo de justiça, cabendo ao juiz determinar os casos em que este deve ser aplicado. Nessas situações, ninguém poderia falar sobre o processo, incluindo a comunicação social.</p>
<p>Apesar de compreender a decisão favorável a José Sócrates, Poiares Maduro sublinhou que essa matéria não deve ser confundida com a análise do processo principal. O antigo ministro deixou ainda críticas ao comportamento do ex-primeiro-ministro, considerando contraditório que alegue ter condições para nomear advogados neste processo, mas não no processo principal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786129]]></sapo:autor>
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		<title>Multas por mau estacionamento disparam no Porto para quase 300 por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comparação com 2024, as infrações mais do que duplicaram, num fenómeno que está a preocupar a autarquia devido ao impacto na circulação automóvel, nos transportes públicos e na segurança dos peões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O número de multas por mau estacionamento na cidade do Porto aumentou de forma acentuada este ano, atingindo uma média de 269 autuações por dia entre janeiro e abril. Em comparação com 2024, as infrações mais do que duplicaram, num fenómeno que está a preocupar a autarquia devido ao impacto na circulação automóvel, nos transportes públicos e na segurança dos peões.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jn.pt/pais/artigo/multas-por-mau-estacionamento-disparam-no-porto-sao-mais-de-260-por-dia/18103342" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>, os dados da Câmara do Porto mostram que o aumento das infrações também teve reflexo direto na receita arrecadada. Em 2024, as coimas por mau estacionamento renderam cerca de 375 mil euros. Já entre janeiro e maio de 2026, esse valor subiu para 1,3 milhões de euros.</p>
<p><strong>Passeios, segunda fila e passadeiras entre as infrações mais comuns</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as situações mais frequentes estão carros estacionados em cima dos passeios, em segunda fila, em passadeiras, em zonas de cargas e descargas, em lugares reservados a pessoas com mobilidade reduzida ou em locais com sinalização de paragem e estacionamento proibido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas infrações não afetam apenas a organização do estacionamento. Segundo a Câmara do Porto, citada pelo Jornal de Notícias, os carros mal estacionados provocam constrangimentos significativos no trânsito e podem impedir a passagem de autocarros, veículos de emergência, equipas de limpeza urbana e outros serviços essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autarquia sublinha que há casos em que um único veículo parado em local proibido é suficiente para bloquear a circulação numa rua, prejudicando moradores, visitantes e profissionais que dependem da mobilidade na cidade.</p>
<p><strong>Infrações mais do que duplicaram em dois anos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A subida das multas por estacionamento indevido no Porto tem sido expressiva nos últimos dois anos. Em 2024, foram registadas 39.867 autuações, o equivalente a uma média de 109 por dia. No ano seguinte, o número subiu para 89.970 multas, cerca de 247 por dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano, considerando os dados disponíveis até abril, a média diária aumentou novamente, chegando às 269 autuações. A tendência confirma um agravamento do problema, sobretudo nas zonas da cidade com maior procura por comércio, serviços e equipamentos públicos.</p>
<p><strong>As ruas do Porto com mais infrações</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora o mau estacionamento seja um problema sentido em várias zonas do Porto, há artérias onde a situação é mais recorrente e onde a fiscalização tem sido mais exigente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as ruas com maior número de infrações estão a Rua do Dr. Eduardo Santos Silva, a Rua de Costa Cabral, a Rua da Constituição, a Alameda do Professor Hernâni Monteiro, a Rua de Honório de Lima e a Rua de Azevedo Coutinho.</p>
<p class="isSelectedEnd">São zonas com forte movimento diário, onde a pressão sobre o estacionamento e a circulação torna mais visíveis os efeitos dos carros deixados em locais proibidos.</p>
<p><strong>Câmara aposta em campanha de sensibilização</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante o aumento das infrações, a Câmara do Porto avançou com uma campanha de sensibilização nas ruas, dirigida aos automobilistas. O objetivo é alertar para os problemas causados pelo estacionamento irregular e incentivar o cumprimento das regras.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autarquia defende que uma gestão mais rigorosa do estacionamento é essencial para melhorar a mobilidade urbana e reduzir os constrangimentos que afetam diariamente quem vive, trabalha ou visita a cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em resposta ao Jornal de Notícias, a Câmara do Porto fez um balanço positivo da campanha, considerando que a ação contribuiu para aumentar a consciência sobre comportamentos que prejudicam a qualidade e a segurança do espaço público.</p>
<p>O município espera agora que a iniciativa tenha um efeito pedagógico duradouro e ajude a reduzir as situações de estacionamento irregular, especialmente em passeios, passadeiras e lugares reservados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786127]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal precisa criar uma comunidade como a da Bay Area em São Francisco, diz CEO da Bright Pixel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal precisa de criar uma comunidade semelhante à existente na Bay Area de São Francisco onde os empreendedores se cruzam diariamente, disse o presidente executivo (CEO) da Bright Pixel, João Günther Amaral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal precisa de criar uma comunidade semelhante à existente na Bay Area de São Francisco onde os empreendedores se cruzam diariamente, disse o presidente executivo (CEO) da Bright Pixel, João Günther Amaral.</p>
<p>&#8220;Eu acho que o potencial deste país é enorme e tem tido uma capacidade de atração de talento ímpar&#8221;, afirmou Amaral.</p>
<p>O CEO, descreveu o ambiente na Bay Area como uma comunidade onde os empreendedores se cruzam diariamente e tomam cafés ou partilham refeições.</p>
<p>&#8220;Uma pessoa vai a São Francisco e vai à Bay Area e há uma comunidade enorme de gente que se conhece e de gente que se cruza quando vai à natação, quando vai ao ginásio, quando vai ao café, quando toma o pequeno-almoço, quando deixa os filhos na escola&#8221;, disse João Günther Amaral, acrescentando que ali &#8220;encontra-se gente de todas as empresas, de todas as áreas e convivem no dia-a-dia uns com os outros&#8221;.</p>
<p>Portugal, para o responsável da Bright Pixel, ainda se encontra na fase de criar espaços para forçar estes encontros com pessoas de diferentes áreas de negócio, com o intuito de estimular o empreendedorismo.</p>
<p>&#8220;Nós ainda estamos na fase onde temos de criar as &#8216;startups&#8217; de Portugal, as fábricas de unicórnios, os UPTEC&#8217;s (Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto), todas essas comunidades para que esta gente se encontre&#8221;, disse.</p>
<p>O CEO referiu, todavia, que Portugal agrega uma grande quantidade de empreendedores de todo o mundo, cujas suas empresas são controladas a partir de Portugal.</p>
<p>&#8220;Portugal neste momento tem cá dentro uma quantidade de &#8216;founders&#8217; (fundadores), de fundadores de &#8216;startups&#8217; a nível mundial, sejam americanos, sejam da América do Sul, sejam europeus, gente que se mudou para cá e que vive em Portugal e opera as suas equipas e as suas empresas a partir daqui&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;É impressionante a quantidade de gente que cá está&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O presidente executivo afirmou ainda crer que a comunidade de investidores e fundadores de empresas de criptoativos em Portugal é uma das maiores do mundo.</p>
<p>&#8220;A comunidade de cripto em Lisboa (&#8230;) é a maior a nível mundial, ou das maiores a nível mundial&#8221;, revelou o CEO apesar de admitir não conhecer de perto esta realidade.</p>
<p>&#8220;Acho que há talento, as nossas universidades são excelentes e na minha perspetiva existe uma oportunidade muito grande em Portugal&#8221;, afirmou João Amaral.</p>
<p>&#8220;Há uma disrupção que está em curso neste momento&#8221;, disse o CEO, referindo-se ao impacto da inteligência artificial nos jovens recém-licenciados &#8220;à procura de primeiro emprego&#8221;, que considerou serem &#8220;o alvo mais afetado inicialmente pelas capacidades que hoje a inteligência artificial entrega&#8221;.</p>
<p>&#8220;São jovens altamente qualificados a ficarem em Portugal, a tornarem-se empreendedores e a criarem as suas empresas e tornando também Portugal num sítio que possa ser muito mais ativo na disrupção tecnológica que está a acontecer a nível mundial&#8221;, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786125]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal tem dinheiro para investir mas falta capital inteligente, diz CEO da Bright Pixel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal tem capital disponível para investir em 'startups', mas falta capital suficientemente inteligente para apoiar o crescimento das empresas, defendeu o presidente executivo (CEO) da Bright Pixel, João Günther Amaral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem capital disponível para investir em &#8216;startups&#8217;, mas falta capital suficientemente inteligente para apoiar o crescimento das empresas, defendeu o presidente executivo (CEO) da Bright Pixel, João Günther Amaral, em entrevista à Lusa.</p>
<p>&#8220;Eu não diria que há falta de capital para investir em Portugal, há capital para investir em Portugal&#8221;, afirmou Amaral, referindo-se aos fundos SIFIDE (Sistema de Incentivos Fiscais à I&amp;D Empresarial) e ao dinheiro injetado pelo Estado.</p>
<p>O presidente executivo disse duvidar de que esse capital seja &#8220;o capital mais inteligente que possa haver&#8221;.</p>
<p>&#8220;É que o capital que existe tem que ser um capital suficientemente inteligente para ajudar as empresas a crescer e a ganhar a tração necessária&#8221;, acrescentou.</p>
<p>De acordo com o CEO, é preciso &#8220;encontrar tração em mercados internacionais&#8221;, considerando que &#8220;o mercado português é um mercado pequeníssimo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu se montar uma empresa para ser bem sucedida em Portugal, essa empresa vai necessariamente ser sempre uma empresa pequena&#8221;, disse o responsável.</p>
<p>&#8220;Se eu apenas puser dinheiro e não puser mais nada na empresa em que investi, estou a competir com outros apenas por colocar dinheiro&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Para o CEO, o capital inteligente vai mais além que capital tradicional, não se foca apenas em dinheiro, mas traz uma série de outras mais-valias adicionais que ajudam o negócio a crescer.</p>
<p>&#8220;O capital inteligente é eu ter acesso a &#8216;advisors&#8217; (conselheiros), ter dentro da minha própria equipa gente que pode ajudar as empresas a crescer, a desenvolver-se de forma diferente (&#8230;) que me possam validar o conceito, ajudar a co-desenhar a solução, que possam inclusivamente ser parceiros comerciais das soluções que as empresas desenvolvem e por aí fora&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;Portanto, é tudo aquilo que eu puder acrescentar ao simples ato de pôr capital numa empresa&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Sobre o conceito de parceiro de&#8217; design&#8217; (design partner, em inglês), Amaral crê &#8220;que não cativa muito o ter um cliente, mas ter aquilo a que se chama um &#8216;design partner'&#8221;.</p>
<p>&#8220;O parceiro com quem eu vou desenhar a solução para a primeira implementação, ou para a segunda, ou para a terceira, ou para melhorar a minha solução, isso é algo muito interessante&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;O aumento do valor do capital vem por aí&#8221;, resumiu.</p>
<p>João Günther Amaral reforçou o facto de não existir uma escassez de capital no mercado, afirmando ainda que o fundo compete para poder investir nas empresas.</p>
<p>Não é chegar a qualquer empresa que se identifica como sendo boa e dizer: eu tenho aqui capital, portanto vou poder entrar no vosso capital&#8221;, disse o presidente executivo.</p>
<p>Segundo o CEO, &#8220;há muitas empresas muito boas que conseguem muito mais capital do que aquilo que necessitam&#8221;, pelo que a Bright Pixel tem de se destacar pelo capital inteligente.</p>
<p>&#8220;Isto parece contranatura, isto parece estranho termos que convencer alguém a querer o nosso dinheiro, mas em muitos mercados, neste momento, o termo não é existir capital&#8221;, disse o responsável.</p>
<p>A Bright Pixel investe a partir da conta de exploração da Sonae e recorre à estrutura da empresa para apoiar as empresas do seu portefólio.</p>
<p>A Bright Pixel é a sociedade de capital de risco (venture capital, em inglês) da Sonae, criada há dez anos e financiada exclusivamente pela mesma, que é o único parceiro limitado (&#8216;limited partner&#8217;, em inglês) do fundo.</p>
<p>Recentemente a Bright Pixel vendeu uma das empresas do seu portfólio, a Ona, à OpenaI, dona do ChatGPT, o valor da operação não foi revelado. A Ona é uma empresa norte-americana que permite que os agentes de inteligência artificial funcionem através de um ambiente integrado de desenvolvimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786124]]></sapo:autor>
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		<title>Mistério na plataforma dos exames: ministro não revela entidade responsável pelo sistema digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de classificação digital dos exames continua a levantar dúvidas, sobretudo devido aos atrasos na distribuição das provas pelos professores classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O ministro da Educação, Fernando Alexandre, ainda não esclareceu qual é a empresa ou entidade externa responsável pela plataforma digital de classificação dos exames nacionais do ensino secundário, num processo marcado por falhas técnicas, atrasos e forte preocupação entre alunos e famílias.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/ministro-da-educacao-esconde-nome-da-empresa-responsavel-por-caos-nos-exames" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, o Ministério da Educação foi questionado sobre a identidade da entidade responsável pela plataforma na última sexta-feira e novamente esta segunda-feira, mas não respondeu. A mesma questão já tinha sido colocada ao ministro na comissão parlamentar de Educação e Ciência, em 1 de julho, pela deputada Filipa Pinto, do Livre, sem que Fernando Alexandre tivesse indicado qualquer nome.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa está saber se o antigo IAVE, agora EduQA, ou outra entidade do Ministério da Educação celebrou um contrato com uma empresa externa para desenvolver ou gerir a plataforma de classificação digital. Outra dúvida passa por perceber se esse eventual contrato foi feito por ajuste direto ou através de concurso público, e se foi ou não publicado no portal Base.gov.</p>
<p><strong>Último contrato conhecido envolve a Axians, mas empresa afasta responsabilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, o último contrato conhecido nesta área, publicado no portal dos contratos públicos, foi celebrado em 4 de julho de 2025 entre o IAVE e a Axianseu II Digital Consulting, empresa do grupo Vinci.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionada sobre a ligação ao processo, a Axians negou ser responsável pela plataforma que tem estado associada aos constrangimentos na correção e classificação das provas. A empresa esclareceu que o contrato celebrado com o IAVE dizia respeito a uma solução diferente, com outro âmbito e funcionalidades próprias, não correspondendo à plataforma atualmente no centro da polémica.</p>
<p><strong>Alunos vão poder consultar gratuitamente as provas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante os problemas técnicos registados na plataforma, o Ministério da Educação decidiu permitir que todos os alunos tenham acesso gratuito à cópia dos exames, mesmo que não peçam a reapreciação das provas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Alexandre explicou que, quando as notas forem publicadas, no dia 17, os estudantes poderão consultar a prova realizada, confirmar que foi essa a prova corrigida e verificar as classificações atribuídas em cada item.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida foi anunciada durante uma visita a um local onde estão a ser processados os exames nacionais do ensino secundário, na zona de Sintra.</p>
<p><strong>Distribuição das provas ainda estava por concluir</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O processo de classificação digital dos exames continua a levantar dúvidas, sobretudo devido aos atrasos na distribuição das provas pelos professores classificadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro da Educação afirmou esta segunda-feira que cerca de 70% das provas já tinham sido distribuídas. As restantes estavam a aguardar revalidação, devido à identificação de erros na digitalização, e deveriam chegar ainda no mesmo dia aos respetivos classificadores.</p>
<p>As falhas na plataforma digital criaram imprevisibilidade no calendário de classificação dos exames e aumentaram a ansiedade das famílias, numa fase decisiva para muitos alunos do ensino secundário, sobretudo os que dependem das notas para o acesso ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786122]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Medicamentos e calor: os cuidados que deve ter para não comprometer tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Verão exige cuidados acrescidos com a hidratação, a exposição solar e a prevenção de golpes de calor, mas também com a forma como os medicamentos são guardados e transportados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As temperaturas elevadas não afetam apenas o organismo. Também podem comprometer a qualidade, a segurança e a eficácia de alguns medicamentos, se estes não forem corretamente conservados. A DECO PROteste alerta que, nos meses mais quentes, é essencial proteger os fármacos da exposição ao calor e seguir as indicações presentes na embalagem ou no folheto informativo.</p>
<p>O verão exige cuidados acrescidos com a hidratação, a exposição solar e a prevenção de golpes de calor, mas também com a forma como os medicamentos são guardados e transportados. Embora sejam seguros quando usados corretamente, alguns fármacos podem interferir com a capacidade do organismo para regular a temperatura ou aumentar o risco de desidratação.</p>
<p><strong>Porque é que o calor pode ser um problema?</strong></p>
<p>Quando a temperatura sobe, o organismo ativa mecanismos naturais para manter a temperatura corporal dentro de valores normais, como a transpiração e a dilatação dos vasos sanguíneos. No entanto, nem todas as pessoas conseguem responder ao calor da mesma forma.</p>
<p>Crianças até aos quatro anos, idosos, pessoas acamadas ou com mobilidade reduzida, pessoas com obesidade, doentes crónicos e quem toma medicamentos que interferem com a regulação da temperatura estão entre os grupos mais vulneráveis. Nestes casos, a exposição prolongada ao calor pode aumentar o risco de complicações.</p>
<p><strong>Alguns medicamentos exigem mais atenção</strong></p>
<p>Certos medicamentos podem dificultar a adaptação do corpo às temperaturas elevadas. Entre os efeitos possíveis estão o aumento da perda de líquidos, a redução da transpiração, alterações da tensão arterial, maior risco de tonturas ou hipotensão e agravamento de problemas renais em situações de desidratação.</p>
<p>A DECO PROteste destaca que medicamentos como diuréticos, fármacos para doenças cardíacas e hipertensão, antidepressivos, antialérgicos, medicamentos para a doença de Parkinson, incontinência urinária, epilepsia ou enxaqueca, bem como alguns antibióticos e anti-inflamatórios, devem merecer vigilância acrescida em períodos de calor.</p>
<p>Ainda assim, a organização sublinha que, na maioria dos casos, o medicamento não representa um risco por si só, desde que seja tomado corretamente e sob orientação médica. O risco aumenta quando existem outros fatores associados, como idade avançada, doenças crónicas ou exposição prolongada a temperaturas elevadas.</p>
<p><strong>Não interrompa tratamentos por iniciativa própria</strong></p>
<p>Perante uma vaga de calor, a recomendação é clara: não se deve alterar a dosagem nem interromper qualquer tratamento sem falar com um médico ou farmacêutico.</p>
<p>Caso surjam sintomas como tonturas, fraqueza, sede intensa, confusão, diminuição da urina ou outros sinais de desidratação, deve ser procurado aconselhamento médico. A avaliação por um profissional é especialmente importante quando a pessoa toma vários medicamentos ou tem doenças crónicas.</p>
<p><strong>Como guardar medicamentos em casa</strong></p>
<p>A conservação depende sempre das indicações do fabricante. Os medicamentos que devem ser mantidos no frigorífico têm de ficar entre 2 ºC e 8 ºC. Regra geral, devem ser retirados apenas no momento da toma e guardados novamente logo de seguida, salvo indicação diferente no folheto.</p>
<p>Já os medicamentos que podem ficar à temperatura ambiente devem ser guardados em locais frescos e secos, normalmente abaixo de 25 ºC ou 30 ºC, sem exposição direta ao sol. Casas de banho, cozinhas muito quentes ou zonas junto a janelas podem não ser os locais mais adequados.</p>
<p><strong>Nunca deixe medicamentos no automóvel</strong></p>
<p>Um dos alertas centrais da DECO PROteste é para o transporte dos medicamentos. Mesmo por poucos minutos, deixá-los dentro do carro pode expô-los a temperaturas muito superiores às registadas no exterior, afetando a sua estabilidade.</p>
<p>Sempre que possível, os medicamentos devem ser transportados em sacos isotérmicos. No caso dos fármacos refrigerados, devem ser usados acumuladores de frio, evitando o contacto direto com gelo e garantindo que o medicamento não congela.</p>
<p><strong>Sinais de que um medicamento pode ter sido afetado</strong></p>
<p>Algumas formas farmacêuticas são especialmente sensíveis ao calor. Mudança de cor, alteração da consistência, deformação de cápsulas, cremes ou pomadas separados, supositórios ou óvulos amolecidos e embalagens danificadas podem indicar que o medicamento foi afetado pelas temperaturas elevadas.</p>
<p>Nestas situações, a recomendação é não tomar o medicamento sem antes consultar um farmacêutico. O aspeto alterado pode significar perda de qualidade ou alteração das propriedades do produto.</p>
<p><strong>Cuidados essenciais durante uma onda de calor</strong></p>
<p>Além de proteger os medicamentos, é importante reduzir a exposição direta ao sol, beber água regularmente, mesmo sem sede, evitar bebidas alcoólicas e permanecer em locais frescos sempre que possível.</p>
<p>A DECO PROteste recomenda ainda que sejam cumpridas as doses prescritas, seguidas as instruções do folheto informativo e procurada ajuda médica sempre que surjam sintomas de alerta. Em períodos de calor extremo, pequenos cuidados com a conservação dos medicamentos e com a hidratação podem fazer diferença na segurança dos tratamentos e na proteção da saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785863]]></sapo:autor>
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		<title>INE vai rever dados que influenciam idade da reforma e corte nas pensões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A revisão em alta da população residente em Portugal poderá ter efeitos nas regras de acesso à reforma, nomeadamente na idade legal da reforma e no fator de sustentabilidade aplicado às pensões antecipadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A revisão em alta da população residente em Portugal poderá ter efeitos nas regras de acesso à reforma, nomeadamente na idade legal da reforma e no fator de sustentabilidade aplicado às pensões antecipadas. O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou ao <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/seguranca-social/detalhe/revisao-da-populacao-pode-ter-efeitos-na-idade-da-reforma" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a> que vai rever as Tábuas Completas de Mortalidade, que servem de base ao cálculo da esperança média de vida aos 65 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entidade estatística não indicou, no entanto, quando essa revisão será divulgada, nem que período será abrangido. Também não antecipou se os novos dados poderão agravar ou aliviar as condições de passagem à reforma. De acordo com o Negócios, o INE limitou-se a garantir que a revisão “vai ser assegurada”, estando ainda em avaliação a data de divulgação dos valores revistos.</p>
<p><strong>Porque é que a população influencia a idade da reforma?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A idade legal da reforma e o fator de sustentabilidade dependem da evolução da esperança média de vida aos 65 anos. Este indicador mede o número médio de anos que uma pessoa que chega aos 65 anos poderá ainda viver, tendo em conta os níveis de mortalidade observados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para calcular esse valor, são considerados os óbitos registados em cada idade e a população residente nessas mesmas idades. Como forma de reduzir o impacto de oscilações pontuais na mortalidade, o cálculo usa normalmente um período de referência de três anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">É por isso que uma revisão dos dados da população residente pode influenciar as tábuas de mortalidade. Se a população estimada em determinadas idades aumentar, podem alterar-se as probabilidades de sobrevivência e, por consequência, a esperança média de vida usada nas fórmulas legais da Segurança Social.</p>
<p><strong>INE reviu população para 11,4 milhões</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A questão surge depois de o INE ter revisto em alta a população residente em Portugal, para 11,4 milhões de pessoas, com base em dados administrativos, incluindo informação relacionada com migrações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Negócios, a revisão foi especialmente significativa na população em idade ativa. Em 2024, o número de residentes entre os 15 e os 64 anos foi revisto em alta em 8,1%. Já entre a população com 65 ou mais anos, a subida foi mais ligeira, de 0,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O INE explicou que as Tábuas Completas de Mortalidade são calculadas com base na população residente por idades singulares, o que significa que todas as idades entram no apuramento. Ainda assim, a entidade não esclareceu qual poderá ser o sentido da revisão nem se esta terá impacto direto nos valores já publicados.</p>
<p><strong>Idade da reforma sobe para 66 anos e 11 meses em 2027</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nos termos da lei atualmente em vigor, a idade legal da reforma aumenta à medida que sobe a esperança média de vida aos 65 anos. A mesma lógica aplica-se ao fator de sustentabilidade, o corte aplicado a muitas pensões antecipadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A idade da reforma vai subir para 66 anos e 11 meses em janeiro do próximo ano. Já o fator de sustentabilidade está fixado este ano em 17,63%. A trajetória tem sido de subida gradual, interrompida apenas pelo aumento da mortalidade associado à pandemia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Habitualmente, o INE divulga os dados provisórios em novembro e confirma os valores definitivos em maio. Na maior parte dos anos, os dados finais confirmam os provisórios, por se basearem na população e nos óbitos dos três anos anteriores.</p>
<p><strong>O precedente dos Censos de 2021</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A situação não é totalmente inédita. Em maio de 2023, os cálculos foram afetados pela revisão das estimativas da população resultante dos Censos de 2021. Na altura, os especialistas ouvidos pelo Negócios alertaram que uma população residente superior à estimada em algumas faixas etárias poderia aumentar a esperança de vida e, na prática, agravar as condições de reforma.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo de então optou por não refletir esses dados de imediato. Ainda assim, em novembro seguinte, tanto a idade da reforma como o fator de sustentabilidade acabaram por registar uma subida relevante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora, a dúvida está em saber se a nova revisão da população terá efeitos semelhantes. O INE ainda não esclareceu se a atualização abrangerá tábuas de mortalidade já publicadas ou apenas cálculos futuros.</p>
<p><strong>Governo afasta descida da idade da reforma</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O tema surge num momento em que o Governo tem defendido a manutenção das regras legais que ligam a idade da reforma à esperança média de vida. Durante as negociações sobre alterações laborais, o Chega chegou a defender a possibilidade de baixar a idade da reforma para os 65 anos ou permitir a reforma com 40 anos de descontos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Executivo recusou essa alteração, invocando a sustentabilidade da Segurança Social. O primeiro-ministro afirmou que mexer nessas regras colocaria em causa o equilíbrio do sistema de pensões. Já a ministra Rosário Palma Ramalho garantiu no Parlamento que baixar a idade da reforma “nunca esteve em questão”, classificando essa opção como “irresponsável”.</p>
<p><strong>Novos dados podem chegar em novembro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se for seguido o calendário habitual, o INE deverá publicar em novembro novas tábuas de mortalidade e o valor provisório atualizado da esperança média de vida aos 65 anos, com base nos dados do triénio terminado em 2026.</p>
<p>Será a partir desses valores que se calculará a idade legal da reforma em 2028 e o fator de sustentabilidade aplicável no próximo ano. Até lá, permanece a incerteza sobre o alcance da revisão estatística e sobre os seus efeitos práticos nas futuras reformas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786119]]></sapo:autor>
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		<title>PSD lidera contas dos partidos em 2025; PS e Bloco fecham o ano no vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As contas dos partidos com representação parlamentar mostram um cenário desigual em 2025: o PSD aparece destacado no topo dos resultados positivos, enquanto PS e Bloco de Esquerda foram as únicas forças políticas a terminar o ano com prejuízo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As contas dos partidos com representação parlamentar mostram um cenário desigual em 2025: o PSD aparece destacado no topo dos resultados positivos, enquanto PS e Bloco de Esquerda foram as únicas forças políticas a terminar o ano com prejuízo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/07/politica/noticia/psd-quase-duplica-lucro-2025-ps-bloco-sao-unicos-registar-prejuizo-2180766" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, que consultou as contas anuais divulgadas pela Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, o PSD registou um lucro de 2,4 milhões de euros em 2025. O valor representa praticamente o dobro do resultado obtido no ano anterior, quando os sociais-democratas tinham fechado as contas com quase 1,3 milhões de euros positivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Entidade das Contas e Financiamentos Políticos funciona junto do Tribunal Constitucional e é responsável pela fiscalização das contas dos partidos políticos. Os dados agora divulgados permitem comparar a evolução financeira das principais forças com assento parlamentar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PSD sobe com reforço das subvenções</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A melhoria das contas sociais-democratas foi ajudada pelo crescimento das verbas públicas recebidas. O PSD obteve quase mais 700 mil euros em subvenções estatais do que em 2024, fator que contribuiu para a subida expressiva do resultado líquido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas despesas comunicadas pelo partido surgem ainda 36 multas de trânsito, com valores entre 60 e 300 euros. Embora sejam montantes residuais no conjunto das contas, estes encargos constam da documentação analisada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Chega mantém lucro elevado, mas perde terreno</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Chega continuou a apresentar um resultado positivo significativo, embora inferior ao do ano anterior. O partido fechou 2025 com mais de 1,36 milhões de euros de lucro, uma descida de 168 mil euros face a 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Público, a leitura das contas do partido é dificultada pela ausência de detalhe sobre ações de propaganda política e os meios utilizados. Ainda assim, os dados revelam uma subida de 9 milhões de euros na rubrica “outros gastos”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Do lado das receitas, o Chega declarou um aumento de 1,3 milhões de euros em “subsídios, doações e legados à exploração”. A informação disponível não permite, porém, perceber com detalhe qual foi o peso dos donativos nesse crescimento.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PS continua negativo apesar de reduzir perdas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os maiores partidos, o PS foi um dos dois que terminaram o ano com saldo negativo. Os socialistas registaram um prejuízo de 696 mil euros em 2025, abaixo dos 984 mil euros negativos apresentados em 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">A redução das perdas não foi suficiente para retirar o partido do vermelho. Um dos fatores que pesou nas contas foi a quebra da subvenção estatal, que passou de 7,2 milhões de euros em 2024 para 6,1 milhões de euros em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas despesas socialistas aparecem 23,5 mil euros ligados à candidatura de José Luís Carneiro à liderança do partido, incluindo deslocações e estruturas de apoio. A iniciativa “Saber Ouvir e Dar Voz a Portugal” custou 13,7 mil euros, valor muito próximo do gasto com a deslocação do secretário-geral a Toronto, no Canadá, para contactos com a comunidade portuguesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O PS não realizou ações de angariação de fundos em 2025, ao contrário do que tinha acontecido em 2024, quando essa fonte de receita rendeu cerca de 22,9 mil euros. Em compensação, os donativos quase duplicaram, subindo de 198.282,15 euros para 391.272,20 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Livre foi quem mais cresceu em termos percentuais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fora dos maiores partidos, o Livre destacou-se pelo salto percentual no resultado líquido. O partido passou de 57,8 mil euros de lucro em 2024 para 265,9 mil euros em 2025, mais do que quadruplicando o saldo positivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução foi favorecida pelo aumento das subvenções estatais e por uma gestão mais contida das despesas. Entre os custos registados, o congresso realizado no Porto ficou abaixo dos 20 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Iniciativa Liberal também melhorou, mas de forma mais ligeira. O lucro subiu de 20,4 mil euros para 23,6 mil euros. A comunicação digital continuou a ser uma das áreas de aposta, com um investimento de 25 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas contas da IL constam ainda cerca de 13 mil euros gastos na celebração do 25 de Novembro, no Porto, e aproximadamente 53 mil euros relativos à convenção de Alcobaça, onde Mariana Leitão foi eleita presidente do partido.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PCP e CDS mantêm lucro, mas com descidas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">PCP e CDS terminaram 2025 com resultados positivos, embora abaixo dos registados no ano anterior. No caso dos comunistas, o lucro desceu de 695,9 mil euros para 651,7 mil euros, acompanhando a redução das subvenções estatais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, o PCP reforçou as receitas de angariação de fundos, rubrica que inclui a Festa do Avante!. O valor passou de 346.774,54 euros para 552.906,95 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O CDS também perdeu margem positiva. O resultado baixou de 338,1 mil euros para 284,7 mil euros. Entre as despesas do partido aparece o encontro que assinalou os 50 anos do primeiro congresso centrista, realizado no Palácio de Cristal, no Porto, com um custo de 20.852,76 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O PAN apresentou um resultado praticamente estável, com 3822 euros de lucro.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bloco sofre maior queda nas contas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Bloco de Esquerda registou a inversão mais acentuada. Depois de ter fechado 2024 com 122,2 mil euros de lucro, o partido terminou 2025 com um prejuízo de 169,7 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O desempenho financeiro coincidiu com a forte redução da representação parlamentar do BE, que passou de cinco deputados para apenas um. Parte do saldo negativo está associada à convenção nacional realizada em novembro, na qual José Manuel Pureza foi eleito coordenador. Essa iniciativa teve um saldo negativo de 63,2 mil euros.</p>
<p>Segundo o Público, o Juntos Pelo Povo não entregou as contas relativas a 2025 dentro do prazo. O partido, que tinha apresentado 16,8 mil euros de lucro em 2024, respondeu que houve um atraso e que a entrega será feita em breve.</p>
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