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	<title>Filipe Pimentel Rações &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Atenção aos utensílios que usa na cozinha: Estudo descobre químicos persistentes que podem quadruplicar risco de cancro de fígado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2023 14:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de cientistas de centros de investigação nos Estados Unidos revelou que a exposição a químicos sintéticos usados, por exemplo, em pratos e em panelas anti-aderentes pode aumentar em mais de quatro vezes a probabilidade do desenvolvimento de cancro do fígado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de cientistas de centros de investigação nos Estados Unidos revelou que a exposição a químicos sintéticos usados, por exemplo, em pratos e em panelas anti-aderentes pode aumentar em mais de quatro vezes a probabilidade do desenvolvimento de cancro do fígado.</p>
<p>As conclusões são apresentadas num <a href="https://www.jhep-reports.eu/article/S2589-5559(22)00122-7/fulltext#%20" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novo estudo publicado esta segunda-feira na revista ‘JHEP’</a> e indicam que os PFAS, um tipo específico do que chamam de “poluentes orgânicos persistentes&#8221;, são uma das principais causas do desenvolvimento de fígado gordo e de carcinoma das células hepáticas. Estes químicos são usados frequentemente para impermeabilizar variados utensílios, como panelas anti-aderentes, que certamente estão hoje presentes nas nossas cozinhas.</p>
<p>Os PFAS são &#8220;químicos persistentes e ubíquos que têm sido usados em indústrias e produtos de consumo há mais de 60 anos&#8221;, elucidam os especialistas.</p>
<p>Os resultados da investigação mostram que indivíduos que tiveram uma maior exposição a essas substâncias tóxicas registaram um aumento de 4,5 vezes do risco de serem diagnosticados com cancro hepático, comparativamente àqueles que estiveram menos expostos a esses produtos.</p>
<p>Já estudos anteriores tinham estabelecido essa ligação em animais, mas este é o primeiro que associa a exposição aos poluentes ao desenvolvimento de cancro do fígado em seres humanos.</p>
<p>Jesse Goodrich, principal autor do estudo e investigador na Universidade do Sul da Califórnia, explica que o cancro é um dos mais sérios resultados da doença hepática e que este é o primeiro estudo em humanos a demonstrar cientificamente que existe uma ligação entre a exposição prolongada a esses químicos sintéticos e ao diagnóstico de cancro hepático.</p>
<p>Os investigadores acreditam que muitas pessoas possam já estar a ser afetadas por problemas de saúde derivados pelo contacto e ingestão destes poluentes comuns em muitas casas, que devido ao longo tempo que demoram para se degradarem no ambiente e no organismo são conhecidos como “químicos persistentes”.</p>
<p>As previsões mais negras apontam que uma em cada três pessoas possam desenvolver problemas de fígado devido à ingestão desses químicos até 2030.</p>
<p>O estudo descobriu que as pessoas que acabaram por desenvolver cancro hepático tinham presentes no seu sangue vários tipos de químicos, que ficam alojados no fígado, que atua com um grande filtro nos organismos vivos.</p>
<p>Os cientistas apontam que o cancro do fígado foi o sexto tipo de cancro mais comum em 2020 em todo o mundo, e a terceira causa de morte por cancro no mesmo ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_318121]]></sapo:autor>
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		<title>Nem arroz, nem secador: Saiba o que deve fazer se molhar o portátil ou o telemóvel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2023 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Reza a sabedoria popular que quando se deixa cair o telemóvel na água, ou quando de outra forma de molhe o dispositivo, se deve colocá-lo em arroz, para que a humidade seja absorvida. Contudo, apesar de ser uma prática amplamente difundida, poderá, na verdade, não passar de um bom mito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reza a sabedoria popular que quando se deixa cair o telemóvel na água, ou quando de outra forma de molhe o dispositivo, se deve colocá-lo em arroz, para que a humidade seja absorvida. Contudo, apesar de ser uma prática amplamente difundida, poderá, na verdade, não passar de um bom mito.</p>
<p>Avança o ‘El Economista’ que nem o arroz nem o secador – também outra técnica caseira muito usada – são a solução para o problema, e até podem causar mais danos ao aparelho.</p>
<p>Quando o telemóvel é molhado, tal como acontece com outros aparelhos eletrónicos, como computadores portáveis, os materiais metálicos podem começar a ser corroídos, aumentando o risco de curto-circuito e, até mesmo, de avaria total.</p>
<p>Na época do verão, é de esperar que aumentem os casos de telemóveis que caiam ao mar ou numa piscina, pelo que a PcComponentes, especializada em aparelhos tecnológicos, sugere que se deixe de lado a taça com arroz, que pode aumentar a corrosão dos componentes devido ao amido, e o secador.</p>
<p>Assim, a primeira coisa que se deve fazer quando o dispositivo móvel eletrónico é molhado é desligá-lo de imediato, ou retirá-lo da corrente se estiver a carregar. De seguida, deve colocar-se o dispositivo numa taça, ou outro recipiente, com bolsas de silício entre 24 e 48 horas.</p>
<p>Essas bolsas são aqueles pequenos pacotes que muitas vezes encontramos em várias embalagens, e que podem intrigar muitas pessoas. O silício tem uma capacidade de absorção de humidade muito maior do que o arroz e não causa danos.</p>
<p>Claro que a melhor opção seria levar o telemóvel ou portátil a um especialista, para que possa abri-lo em segurança e secá-lo devidamente, bem como verificar se houve algum dano causado pela ação da corrosão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_317479]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Esta indústria vai mudar mais nos próximos 10 anos do que mudou nos últimos 40&#8221;, diz CEO da Cepsa Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 06:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Executive Digest]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[“Durante o primeiro semestre de 2022, assistimos a uma recuperação quase total, depois de dois anos muitos difíceis”, afirma José Aramburu Delgado, CEO da Cepsa Portugal, em entrevista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Durante o primeiro semestre de 2022, assistimos a uma recuperação quase total, depois de dois anos muitos difíceis”, afirma José Aramburu Delgado, CEO da Cepsa Portugal, em entrevista à &#8216;Executive Digest&#8217;, explicando que essa recuperação foi catalisada pelo facto de as restrições, que originaram profundos cortes na mobilidade, terem sido quase totalmente levantadas em muitos países, incluindo Portugal. Reconhecendo que “a mobilidade voltou a ser o que era antes”, o responsável salienta, contudo, que “isso não significa que a procura por combustível voltou aos níveis de 2019”.</p>
<p>Embora admita que a mobilidade esteja a recuperar a normalidade, com o regresso do turismo interno e estrangeiro, quer em Portugal, quer em Espanha, o modelo de negócio das empresas fornecedoras de energia, designadamente das petrolíferas, “está a mudar”, destacando o fortalecimento da mobilidade elétrica.</p>
<p>José Aramburu Delgado refere que, do total de novos veículos vendidos em Portugal, 10% são elétricos, acrescentando que uma percentagem idêntica é observada ao nível das vendas de carros híbridos ‘plug-in’. “Todos esses carros consumirão menos combustível, ou não consumirão qualquer combustível de todo”, refere o gestor, justificando, assim, que as empresas da energia fóssil têm de se adaptar às novas necessidades e exigências de consumo energético no ramo da mobilidade automóvel.</p>
<p>E destaca que Portugal “está três ou quatro anos à frente de Espanha” no que toca à mobilidade elétrica, indicando que no país vizinho estima-se que apenas cerca de 3,5% dos novos veículos vendidos são elétricos.</p>
<p>Com esse cenário como pano de fundo, e com a mobilidade elétrica como um dos pilares centrais de um ‘novo normal’ em formação, ele sentencia que, no que toca a energia fóssil, “não voltámos aos níveis de 2019, nem nunca voltaremos”, porque os “combustíveis fósseis estão numa trajetória decrescente, enquanto as novas energias estão a ganhar terreno, e isso continuará”.</p>
<p>Ainda assim, José Aramburu Delgado aponta que “os resultados das empresas petrolíferas em 2022, em todo o lado, foram muito bons”, detalhando que foram observados lucros “historicamente altos” em particular no segmento do refinamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lucros históricos deviam ser taxados? Sem verbas não há transição energética</strong></p>
<p>É importante recordar que muitos líderes políticos em vários países e responsáveis de organizações internacionais, como o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, defendem que as petrolíferas têm beneficiado ‘imoralmente’ da guerra da Rússia contra a Ucrânia, e dos consequentes constrangimentos nos mercados mundiais de combustíveis fósseis, e que os lucros extraordinários que registaram deveriam ser taxados e canalizados para ajudar as populações a enfrentarem a crise energética que grassa um pouco por toda a Europa.</p>
<p>A esse respeito, José Aramburu Delgado diz que “não sei como se pode avaliar se o lucro é ‘justo’ ou ‘injusto’”, indicando que nos últimos anos as refinarias têm enfrentado dificuldades na Europa, sendo que muitas se viram obrigadas a fechar portas “devido à reduzida lucratividade”.</p>
<p>“Por isso, quando se tem perdido dinheiro durante anos, e num ano se tem lucros históricos, é justo ou injusto?”, lança o responsável.</p>
<p>Sobre o futuro, conta que “estamos numa transição”, mas assegura que esse não é um trilho que deverá ser traçado somente por um ou outro segmento da sociedade, mas que deve ser feito por todos. “Nós, como empresas energéticas, temos um grande papel a desempenhar aí, mas não podemos fazê-lo sozinhas”, avisa, e aponta que “podemos instalar carregadores elétricos, mas alguém precisará de comprar esses carros”.</p>
<p>E José Aramburu Delgado refere que, para que se possam criar e consolidar as bases para essa transformação energética, é preciso dinheiro, explicando que os lucros que muitos consideram ‘excessivos’ ou ‘imorais’, serão indispensáveis para que as empresas petrolíferas possam desenvolver projetos na área das energias renováveis e limpas e distanciarem-se cada vez mais da energia fóssil.</p>
<p>Dessa forma, “se formos privados de recursos, será que teremos os meios para concretizar essa transição?”, questiona.</p>
<p>Relativamente à crise energética que já se faz sentir dolorosamente na Europa e em muitos outros países espalhados pelo mundo, José Aramburu Delgado relembra que a guerra na Ucrânia veio intensificar dificuldades que já se observavam em 2021, ano em que o preço do crude já apresentava, globalmente, uma marcada tendência de aumento, acrescendo às dificuldades sentidas pelas refinarias para responderem à recuperação da procura, após os piores momentos da pandemia.</p>
<p>Agora, com o estrangulamento da disponibilidade de gás oriundo da Rússia e com a proibição de importação de produtos refinados desse país, “todos os problemas que já existiam, e que de certa forma eram geríveis, ficam descontrolados”, especialmente no que toca ao gás, cujo preço “subiu quase 10 vezes” desde o início do conflito, explica.</p>
<p>Aludindo aos incidentes que, esta semana, tornaram os gasodutos Nord Stream inoperacionais, José Aramburu Delgado afirma que paira a dúvida sobre quanto gás poderá a Europa central receber da Rússia nos próximos meses, indicando que poderá mesmo ser “uma questão de zero ou nada”.</p>
<p>“Em Portugal ou em Espanha, poderemos ter de pagar um preço mais elevado pelo gás, porque vai continuar a aumentar, mas pelo menos mantemos os nossos terminar energéticos”, pelo que podemos receber gás e aquecer as nossas casas, afiança, e indica que em países como a Áustria ou a Alemanha, onde os invernos tendem a ser mais rigorosos do que em terras lusitanas, o cenário será muito mais negro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O petróleo sairá, eventualmente, de cena, mas é preciso ainda um esforço de toda a sociedade</strong></p>
<p>“A solução é a transição energética, mas isso levará tempo”, acautela José Aramburu Delgado, reconhecendo que &#8220;não será fácil acabar com a dependência do petróleo em cinco anos, nem seríamos capazes de o fazer”.</p>
<p>Então, o petróleo tem os dias contados ou continuará a ser a base das nossas sociedades? O responsável da Cepsa em Portugal diz que essa “é uma pergunta que vale um milhão de dólares”, traçando um cenário futuro em que a transição energética acontece, ao mesmo tempo que os preços do petróleo flutuarão, dependendo de quão rápida essa transformação se concretizará.</p>
<p>Contudo, todos os sinais apontam para que o consumo de combustíveis fósseis, eventualmente, chegue ao fim e que “os últimos barris” fiquem debaixo de terra. “O petróleo vai sair de cena, e entraremos num novo esquema energético”, assegura, acrescentando que se trata de uma questão de quão rápida poderá ser essa mudança.</p>
<p>“O desenvolvimento da sociedade que hoje temos foi alimentado por petróleo”, com efeitos negativos sobre o planeta que ninguém previu, mas “não podemos continuar assim” e “temos de nos afastar dos combustíveis fósseis”, assevera José Aramburu Delgado, admitindo, contudo, que será uma demanda difícil, visto que “a sociedade está tão dependente de petróleo que não é algo que acontecerá de um dia para o outro”.</p>
<p>“São os nossos carros, as nossas casas, o nosso aquecimento, todas as indústrias que têm de virar as costas ao petróleo.”</p>
<p>No entanto, apesar de se considerar que essa transformação profunda é um esforço hercúleo, a UE decidiu proibir a venda de novos carros com motores de combustão a partir de 2035. Questionado sobre se é algo que as petrolíferas vejam como negativo, José Aramburu Delgado diz “não”, indicando que em março, a Cepsa divulgou uma nossa estratégia, intitulada ‘Positive Motion’, na qual plasma a intenção de se afastar do petróleo e de reduzir, até 2030, a emissões de dióxido de carbono dos clientes que usam os seus produtos entre 15% e 20%.</p>
<p>“Sabemos o que temos de fazer”, afiança o gestor, “temos de nos despedir do negócio do petróleo e caminhar em direção a uma nova realidade”.</p>
<p>Da revolução sustentável que a petrolífera espanhola quer concretizar em Portugal faz também parte a instalação de painéis fotovoltaicos em “todas” as suas estações de abastecimento, de norte a sul do país. Simultaneamente, a empresa tem um plano para investir até oito mil milhões de euros até ao final da década na integração de postos de carregamento rápido para veículos elétricos nas suas estações de abastecimento, que serão alimentados por energia solar e eólica.</p>
<p>Até ao final de 2022, os primeiros desses carregadores ficarão operacionais em três bombas no norte, especificamente na região do Porto. A Cepsa quer que até ao final do próximo ano esse número suba para 40, sendo que o objetivo é ter cada vez mais estações com postos de carregamento rápido em Portugal.</p>
<p>“Já não somos uma empresa petrolífera. Somos uma empresa energética”, declara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O futuro da mobilidade não será somente elétrico, mas &#8220;uma mistura de tudo&#8221;</strong></p>
<p>No quadro da transição energética, a Cepsa sabe que tem um papel importante a desempenhar, uma “obrigação”, mas não poderá fazê-lo sozinha, bem como nenhuma outra empresa do setor. Assim, adianta que o futuro será indelevelmente marcado pelo estabelecimento de mais redes de parcerias entre entidades e setores distintos, mas, ainda assim, complementares.</p>
<p>“Haverá mais parcerias dos que antes”, pois essa transformação “será muito mais rápida e mais eficiente se o fizermos em colaboração com outros”. E dá um exemplo concreto: para o desenvolvimento da sua rede de carregadores ultrarrápidos em Portugal, a Cepsa atua em parceria com a elétrica Endesa, “para que possamos proporcionar um melhor serviço, e fazê-lo mais rapidamente e de forma mais eficiente”, explica José Aramburu Delgado.</p>
<p>Diz a Cepsa que a sua estratégia de sustentabilidade tem como vetor fundamental ajudar os seus clientes a fazerem a transição para modos de mobilidade que gerem os menores impactes ambientais possíveis. Assim, o futuro da mobilidade será elétrico? José Aramburu Delgado acredita que “será uma mistura de tudo”: eletricidade, hidrogénio, biocombustíveis e alguma energia fóssil, pelo menos nas fases iniciais da transição.</p>
<p>A Cepsa é o segundo maior produtor de hidrogénio em Espanha, afirma o responsável, acrescentando que, no entanto, esse produto ainda advém de hidrocarbonetos e que, por isso, ainda é &#8216;cinzento&#8217;. Contudo, garante que a empresa sabe como tornar a sua produção ‘verde’ e que está investida nessa conversão.</p>
<p>Para ele, os veículos com motores de combustão interna continuarão a circular nas estradas “durante algum tempo”, mas “se usarmos biocombustível” podemos potenciar a economia circular e reduzir significativamente a exploração de combustíveis fósseis.</p>
<p>“Provavelmente todas essas tecnologias coexistirão, ao mesmo tempo”, prevê José Aramburu Delgado, explicando que, no futuro, as estações de abastecimento serão “centros multienergia”, onde os consumidores poderão escolher entre hidrocarbonetos, eletricidade e hidrogénio para alimentar os seus veículos.</p>
<p>“Esta indústria vai mudar mais nos próximos 10 anos do que mudou nos últimos 40.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_295192]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>345 milhões de pessoas em todo o mundo passam fome, alerta FMI. E mais do dobro estão malnutridas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 16:53:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou, esta sexta-feira, um relatório que revela que 345 milhões de pessoal em todo o mundo, cerca de 4,3% de toda a população a nível global, encontra-se em “insegurança alimentar aguda”, ou seja, passa fome.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou, esta sexta-feira, <a href="https://www.imf.org/en/Publications/IMF-Notes/Issues/2022/09/27/Tackling-the-Global-Food-Crisis-Impact-Policy-Response-and-the-Role-of-the-IMF-523919" target="_blank" rel="noopener noreferrer">um relatório</a> que revela que 345 milhões de pessoal em todo o mundo, cerca de 4,3% de toda a população a nível global, encontra-se em “insegurança alimentar aguda”, ou seja, passa fome.</p>
<p>O documento aponta que bastariam cerca de 50 mil milhões de euros para retirar esses 345 milhões da situação de fome.</p>
<p>Adicionalmente, mais do dobro desse número, perto de 860 milhões de pessoas, não têm acesso a comida em quantidade e qualidade suficientes para receberem a dose nutricional diária que deviam.</p>
<p>Os relatores indicam que “desde 2018, uma multiplicidade de fatores tem contribuído para o crescimento da insegurança alimentar, incluindo conflitos, choques climáticos e o impacto da pandemia de Covid-19”, provocando a subida dos preços dos bens alimentares e afetando negativamente a produção e distribuição de alimentos.</p>
<p>Apesar de reconhecer que “a crise alimentar é um fenómeno global”, o relatório salienta que “os países de baixos rendimentos são os mais afetados”. Das 48 economias identificadas como as mais fragilizadas em termos alimentares, constam países como o Iémen, o Sudão, o Malawi, Moçambique, o Zimbabué, o Afeganistão, o Bangladexe e a Somália.</p>
<p>A avaliação aponta que a comunidade internacional tem vindo a fortalecer os seus compromissos de assistência humanitária para as nações mais afetadas pela falta de alimentos, mas deixa claro que “são precisas mais ações”, reconhecendo que “a guerra na Ucrânia tem exacerbado a insegurança alimentar, que já antes tinha atingido níveis recorde”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325493]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Tropas de Putin “serão simplesmente exterminadas”, avisa conselheiro de Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 16:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[MultiNews]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Mykhailo Podolyak, conselheiro do Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, afirma que, para a estratégia de Kiev, as anexações “não importam”, garantindo que não abalam a determinação da Ucrânia em resistir às forças russas e em libertar os territórios ocupados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mykhailo Podolyak, conselheiro do Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, afirma que, para a estratégia de Kiev, as anexações “não importam”, garantindo que não abalam a determinação da Ucrânia em resistir às forças russas e em libertar os territórios ocupados.</p>
<p>Em declarações ao ‘Politico’, antes de Vladimir Putin anunciar, esta sexta-feira, a anexação formal à Rússia das regiões de Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Luhansk, o conselheiro ucraniano considera que a mobilização decretada pelo Kremlin para reforçar as forças russas na Ucrânia “mostra que a Rússia já não tem um exército profissional”, que “está a ser substituído por pessoas sem qualquer treino”, que “serão simplesmente exterminadas”.</p>
<p>“Pode parecer paradoxal, mas de facto esta mobilização joga a nosso favor”, diz Podolyak, explicando que &#8220;isto mostra ao povo da Rússia que o país está realmente em guerra, que não está a ter grande sucesso nesta guerra, que serão os próprios russos a pagar o preço”.</p>
<p>Aponta que a Putin só resta mais uma carta para jogar na guerra: as armas nucleares, e afirma que isso seria “absurdo”. Podolyak diz que os Estados Unidos devem fazer com que a Rússia tenha noção, sem margem para dúvidas, das consequências que que sofrerá caso decida usar armas nucleares, e aponta que, se tal vier a suceder, devem estar preparadas fortes medidas de retaliação que destruam a infraestrutura de defesa da Rússia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325489]]></sapo:autor>
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		<title>“Nunca iremos reconhecer os referendos ilegais”: Estados-membros da UE condenam anexações. Biden dize que “não têm qualquer legitimidade”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 15:33:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os 27 Estados-membros da União Europeia emitiram um comunicado conjunto no qual garantem à Rússia que, para o bloco, as quatro regiões que Vladimir Putin anexou oficialmente esta sexta-feira serão sempres territórios da Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 27 Estados-membros da União Europeia emitiram um comunicado conjunto no qual garantem à Rússia que, para o bloco, as quatro regiões que Vladimir Putin anexou oficialmente esta sexta-feira serão sempre territórios da Ucrânia.</p>
<p>“Rejeitamos firmemente e condenamos inequivocamente a anexação ilegal das regiões ucranianas de Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporíjia pela Rússia”, declaram os 27 em uníssono, garantindo que “não reconhecemos e nunca iremos reconhecer os referendos ilegais que a Rússia orquestrou como um pretexto para mais esta violação da independência, soberania e integridade territorial da Ucrânia, nem os seus resultados falsificados e ilegais”.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">27 leaders condemn the illegal annexation.</p>
<p>We do not and will never recognise the sham &#8216;referenda&#8217;.</p>
<p>We will never recognise this illegal annexation.<a href="https://t.co/WEMfLFnfe9">https://t.co/WEMfLFnfe9</a></p>
<p>— Charles Michel (@CharlesMichel) <a href="https://twitter.com/CharlesMichel/status/1575829338012147712?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">September 30, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Com uma linguagem dura, mas clara, a UE sentencia que “a Crimeia, Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Luhansk são Ucrânia” e apela a que toda a comunidade internacional siga o seu exemplo na rejeição da anexação.</p>
<p>“Fortaleceremos as nossas medidas restritivas para deter as ações ilegais da Rússia”, salientam os Estados-membros, acrescentando que “a Rússia está a colocar em risco a segurança global”.</p>
<p>E a Eu deixa um aviso a Putin: “As ameaças nucleares feitas pelo Kremlin, a mobilização militar e a estratégia de tentar apresentar o território da Ucrânia como sendo da Rússia (…) não abalarão a nossa determinação”.</p>
<p>Do outro lado do Atlântico também já se fizeram ouvir os protestos. Em comunicado, a Casa Branca, liderada por Joe Biden, afirma que “os Estados Unidos condenam a tentativa fraudulenta da Rússia para anexar o território soberano da Ucrânia”.</p>
<p>Ecoando as palavras de UE, Biden frisa que os referendos e os tratados de anexação assinados hoje por Putin “não têm qualquer legitimidade” e que “os Estados Unidos honrarão sempre as fronteiras internacionalmente reconhecidas da Ucrânia”.</p>
<p>O líder norte-americano diz que “continuaremos a apoiar os esforços a Ucrânia para recuperar o controlo do seu território através do reforço das suas forças armadas e por via diplomática”, recordando que esta semana os EUA anunciaram um novo pacote de assistência da Kiev no valor de 1,1 mil milhões de dólares.</p>
<p>Além disso, a Casa Branca avança também que aplicará novas sanções à Rússia, que “imporão custos a indivíduos e entidades – dentro e fora da Rússia – que forneçam apoio político ou económico às tentativas ilegais para alterar o estado do território ucraniano”.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325470]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia: Putin acusa EUA e aliados de sabotarem gasodutos Nord Stream</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 14:46:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da Rússia responsabilizou os Estados Unidos e os seus aliados pelas várias explosões que esta semana tornaram inoperacionais os dois gasodutos Nord Stream, interrompendo o fornecimento de gás russo aos países da Europa central.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Rússia responsabilizou os Estados Unidos e os seus aliados pelas várias explosões que esta semana tornaram inoperacionais os dois gasodutos Nord Stream, interrompendo o fornecimento de gás russo aos países da Europa central.</p>
<p>Esta sexta-feira, além de oficializar a anexação de quatro regiões ucranianas, Vladimir Putin aproveitou o discurso e as atenções do mundo para dizer que “as sanções não eram suficientes para os anglo-saxões, por isso decidiram passar à sabotagem”.</p>
<p>Sem apontar qualquer prova e depois de vários países ocidentais, bem como a NATO, terem apontado as culpas ao Kremlin, Putin salienta que “podem não acreditar, mas de facto eles [EUA e aliados] organizaram as explosões nos gasodutos internacionais Nord Stream”.</p>
<p>Washington já negou qualquer envolvimento no incidente, e também o fez Moscovo, com alguns oficiais a caracterizarem as acusações como descabidas.</p>
<p>Relata a ‘Reuters’ que a União Europeia está ainda a investigar a causa das explosões dos Nord Stream, mas a Dinamarca informou hoje que tudo aponta para que as fugas no Nord Stream 2 estejam resolvidas até amanhã. No entanto, as fugas no Nord Stream 1 só deverão estar resolvidas no dia seguinte.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325456]]></sapo:autor>
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		<title>Trump oferece-se para mediar negociações de paz entre Rússia e Ucrânia. Diz que se fosse presidente a guerra “não teria acontecido”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 17:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que muito provavelmente será o candidato do Partido Republicano nas eleições presidenciais de 2024 contra o atual Joe Biden, anunciou estar disponível para liderar um grupo que possa tentar mediar as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que muito provavelmente será o candidato do Partido Republicano nas eleições presidenciais de 2024 contra o atual Joe Biden, anunciou estar disponível para liderar um grupo que possa tentar mediar as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia.</p>
<p>Recorrendo à rede social online que criou depois de ter sido expulso do Twitter, a ‘Truth Social’, garantiu que “a catástrofe Rússia/Ucrânia definitivamente não teria acontecido se eu fosse Presidente”. O ex-Presidente defende que os EUA devem ser “estratégicos, inteligentes (brilhantes!)” e “alcançar um acordo negociado AGORA”.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">Trump now offers to mediate peace talks between Russia and Ukraine. <a href="https://t.co/xVqXj6xhp7">pic.twitter.com/xVqXj6xhp7</a></p>
<p>— Ron Filipkowski 🇺🇦 (@RonFilipkowski) <a href="https://twitter.com/RonFilipkowski/status/1575081138523373568?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">September 28, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Quanto à alegada sabotagem dos gasodutos Nord Stream, próximos das águas territoriais das Finlândia e da Dinamarca, Trump escreve que “estão todos a falar do grande furacão que se abateu sobre a Florida, como deveria ser, mas talvez um acontecimento muito mais importante a longo prazo tenha sido o anúncio de que os Gasodutos Nord Stream 1 e 2 foram SABOTADOS”.</p>
<p>O político republicano salienta que tanto a Rússia como a Ucrânia “precisam e querem” um “acordo negociado”, e alerta que “o mundo inteiro está em risco”. E termina com a questão, que deixa em aberto: “Serei eu a liderar o grupo???”.</p>
<p>Trump já elogiou publicamente o presidente russo Vladimir Putin, e durante o seu mandato a sua relação com o líder do Kremlin foi bastante próxima, dando azo a suspeitas de que o norte-americano terá contado com os serviços secretos da Rússia, bem como financiamento de fontes russas, para vencer as eleições contra a democrata Hillary Clinton. Assim, no cenário hipotético em que Trump venha a encabeçar esse grupo de mediação, é possível que Zelensky não veja tal com bons olhos e que as negociações não surtam qualquer efeito positivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325316]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crise energética: Alemanha prepara plano de emergência para o inverno de 200 mil milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 17:48:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo alemão está a preparar um plano de emergência para garantir o abastecimento de energia durante os meses mais frios do ano, numa altura em que a segurança energética do país ficou ainda mais ameaçadas depois das fugas registadas esta semana nos gasodutos Nord Stream.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo alemão está a preparar um plano de emergência para garantir o abastecimento de energia durante os meses mais frios do ano, numa altura em que a segurança energética do país ficou ainda mais ameaçadas depois das fugas registadas esta semana nos gasodutos Nord Stream.</p>
<p>Ciente de que o inverno poderá ser um dos mais duros dos últimos anos, o executivo liderado pelo Chanceler Olaf Scholz tem um plano de 200 mil milhões de euros para fazer frente à escassez energética, recorrendo a verbas que estavam destinadas a mitigar os impactos da pandemia de Covid-19. Dessa estratégia, constam medidas como limites máximos aos preços da eletricidade e do gás, bem como apoios para as empresas.</p>
<p>Avança o ‘El Economista’ que esse plano endividará ainda mais a Alemanha, que está já a braços com uma inflação crescente, que em agosto se estabelecia nos 7,9%.</p>
<p>“Os preços têm de descer”, afirmou Scholz, esta quinta-feira, em Berlim, destacando que, para isso, serão tomadas medids abrangentes de proteção de reformados, empregados, famílias, “as pessoas do campo e da cidade, para que todos possam seguir em frente e possam pagar as suas faturas”.</p>
<p>O governo alemão garante que o pacote de medidas não influencia as metas nacionais para o endividamento do país no próximo ano, e que foi concebido para proteger a economia sem agravar a taxa de inflação.</p>
<p>“A Rússia não está apenas a usar armas na guerra da Ucrânia, mas está também a converter o seu fornecimento de energia numa arma ao nível internacional”, acusou Scholz.</p>
<p>Ainda hoje, o regulador energético alemão alertou que as famílias e as empresas na última semana consumiram gás acima do esperado, à medida que as temperaturas começam a cair com a chegada do outono. E avisa que são precisas poupanças de pelo menos 20% para evitar falta de combustível durante o inverno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325321]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trotinete elétrica ‘apanhada em flagrante’ a circular a mais de 100 km/h na marginal em Oeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 16:36:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma trotinete elétrica foi filmada a circular a mais de 100 quilómetros por hora na avenida marginal, no concelho de Oeiras, mas a lei impede que esses veículos circulem a velocidades superiores a 25 km/h.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma trotinete elétrica foi filmada a circular a mais de 100 quilómetros por hora na avenida marginal, no concelho de Oeiras, mas a lei impede que esses veículos circulem a velocidades superiores a 25 km/h.</p>
<p>O vídeo foi divulgado por um condutor de uma mota que circulava ao lado da trotinete, e que, filmando o seu próprio velocímetro para estabelecer uma referência, chegando aos 104 km/h.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">Motociclista filmou homem em trotinete a mais de 100 km/h na Avenida Marginal em Oeiras <a href="https://t.co/JHh1WHptMj">pic.twitter.com/JHh1WHptMj</a></p>
<p>— FunCo (@FunCo_biz) <a href="https://twitter.com/FunCo_biz/status/1575194913595179009?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">September 28, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Em declarações à ‘SIC’, Humberto Carvalho, diretor de formação do Automóvel Club de Portugal (ACP), explica que “o proprietário terá feito alguma alteração para que ela consiga atingir esses níveis de velocidade, uma vez que, de acordo com a legislação, as trotinetes não podem ultrapassar os 25 quilómetros por hora”.</p>
<p>O proprietário desta trotinete ainda não terá sido identificado, e essa tarefa será ainda mais dificultada pelo facto de esses veículos não possuírem matrícula. Contudo, quando se descobrir quem detém a posse da trotinete e se for confirmada a modificação do veículo, o proprietário poderá ter de pagar uma coima de até 300 euros.</p>
<p>“Quando não há pistas, devem circular na via pública com o máximo cuidado possível, e em caso algum podem ser utilizadas como meio de deslocação nos passeios”, aponta o Humberto Carvalho.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325302]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Itália: Pai de Giorgia Meloni condenado a 9 anos de prisão por tráfico de droga. Foi ‘apanhado’ com 1.500 quilos de haxixe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 15:42:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O pai da futura Primeira-ministra de Itália, Giorgia Meloni, vencedora das eleições legislativas italianas do passado dia 25, foi detido em setembro de 1995 num porto de Maó, na ilha espanhola de Menorca. Francesco Meloni foi condenado a uma pena de prisão de nove anos por tráfico de droga.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pai da futura Primeira-ministra de Itália, Giorgia Meloni, vencedora das eleições legislativas italianas do passado dia 25, foi detido em setembro de 1995 num porto de Maó, na ilha espanhola de Menorca. Francesco Meloni foi condenado a uma pena de prisão de nove anos por tráfico de droga.</p>
<p>Relata o jornal ‘Diário de Mallorca’ que o pai da líder da extrema-direita italiana detinha um esconderijo nesse porto, onde guardava quase 1.500 quilos de haxixe, sendo uma das maiores apreensões de sempre registadas nas Baleares.</p>
<p>Além de Francesco, também dois filhos, irmãos de Giorgia, e um dos genros também foram acusados de tráfico de droga, mas receberam uma sentença de apenas quatro anos. Francesco tentou ilibar os seus familiares, indicando ao tribunal de Palma que eles nada sabiam das operações que conduzia, tendo assumido total responsabilidade pelo crime.</p>
<p>O pai de Giorgia Meloni justificou o seu envolvimento no tráfico de droga com o facto de ter perdido os seus negócios nos setores hoteleiro e imobiliário que detinha nas Canárias e que tinha contraído diversas dívidas que não conseguia pagar. Foram essas dificuldades, disse ele no julgamento de 1996, que o levaram a aceitar uma proposta de um cidadão marroquino, que lhe ofereceu a possibilidade de ganhar cinquenta milhões de pesetas (cerca de 300 mil euros), transportando droga de Marrocos para Itália.</p>
<p>Cumprida a pena, e já em liberdade, Francesco fez parte das listas do partido espanhol Ciudadanos en Blanco nas eleições regionais das Baleares de 2007 e 2011.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325269]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Zelensky convoca Conselho de Segurança urgente para o mesmo dia em que Putin anuncia anexação de territórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 14:58:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, convocou uma reunião urgente do Conselho de Segurança Nacional da Ucrânia para esta sexta-feira, no mesmo dia em que se espera que o homólogo russo, Vladimir Putin, anuncie formalmente a anexação das regiões de Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Luhansk.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, convocou uma reunião urgente do Conselho de Segurança Nacional da Ucrânia para esta sexta-feira, no mesmo dia em que se espera que o homólogo russo, Vladimir Putin, anuncie formalmente a anexação das regiões de Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Luhansk.</p>
<p>Recorde-se que nesses quatro territórios foram realizados referendos, entre 23 e 27 deste mês, sobre a sua integração na Rússia, sendo que as autoridades militares instaladas por Moscovo nessas áreas já proclamaram a vitória do ‘sim’ – embora as informações que circulam na imprensa internacional apontem que ainda não foram contados todos os votos – e já terão feito chegar ao Kremlin pedidos formais de anexação.</p>
<p>A convocação do Conselho de Segurança ucraniano foi comunicada pelo assessor de Imprensa de Zelensky, Sergii Nykyforov, que, através de publicação no Facebook, indica que os detalhes sobre a reunião serão divulgados mais tarde.</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fsergii.nykyforov%2Fposts%2F5576089162458620&amp;show_text=true&amp;width=500" width="500" height="189" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A reunião de urgência é conhecida horas depois de o Chefe de Estado ter instado a comunidade internacional a tomar uma posição “poderosa” contra a Rússia devido aos referendos, que a maioria dos países da ONU consideram ser ilegais e que, por isso, não serão reconhecidos.</p>
<p>Depois dos rumores que indicavam que Putin falaria ao parlamento russo esta sexta-feira sobre a anexação das quatro regiões ucranianas, hoje o Kremlin veio confirmar que o presidente russo assinará amanhã os tratados que formalizam a ‘ingestão’ desses territórios, que estão sob controlo das forças russas que combatem na Ucrânia, pela Rússia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325240]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rússia: Kremlin garante que guerra só poderá terminar depois de “libertação de todo o território de Donetsk”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 16:32:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O porta-voz do governo russo afirmou esta quarta-feira que a guerra contra a Ucrânia não terminará até que, pelo menos, toda a região do Donetsk seja controlada pelas forças da Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-voz do governo russo afirmou esta quarta-feira que a guerra contra a Ucrânia não terminará até que, pelo menos, toda a região do Donetsk seja controlada pelas forças da Rússia.</p>
<p>Apontando que as autoridades russas apenas controlam uma parte desse território, Dmitry Peskov avançou que “é necessário” que “no mínimo, libertar todo o território da República Popular de Donetsk”.</p>
<p>A guerra da Rússia, categorizada pelo Kremlin como uma ‘operação militar especial’, tem como objetivo oficial proteger a população russa e russófona das autoridades de Kiev, que consideram ser dominadas por ‘nazis’ e que acusam de cometer ‘genocídio’ contra essas comunidades.</p>
<p>Relata a ‘Reuters’ que atualmente as forças militares da Rússia apenas controla cerca de 60% de toda a região do Donetsk, pelo que, como assegura o Kremlin, a guerra só poderá terminar quando a sua totalidade estiver sob a bandeira russa. Ainda assim, Peskov não vai ao ponto de declarar que dominar a 100% o Donetsk ditará o fim da guerra.</p>
<p>De recordar que Donetsk é uma de um grupo de quatro regiões da Ucrânia nas quais, entre 23 e 27 deste mês, foram realizados referendos às populações residentes sobre se devem, ou não, ser anexadas pela Rússia. As administrações instaladas pelo Kremlin nessas áreas dão a vitória ao ‘sim’ por larga margem, e espera-se que Putin oficialize a anexação até ao final desta semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325070]]></sapo:autor>
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		<title>“Bem-vindos à Rússia”: Medvedev diz que resultados dos referendos “são óbvios”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 16:02:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, já celebra a vitória do ‘sim’ nos referendos realizados entre 23 e 27 deste mês nas regiões ucranianas de Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Luhansk, ocupadas pelas forças de Moscovo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, já celebra a vitória do ‘sim’ nos referendos realizados entre 23 e 27 deste mês nas regiões ucranianas de Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Luhansk, ocupadas pelas forças de Moscovo.</p>
<p>Tudo indica que esta sexta-feira o atual presidente, Vladimir Putin, se dirija às duas câmaras do parlamento russo para anunciar, oficialmente, que essas quatro regiões da Ucrânia passarão a fazer parte da Rússia, ecoando proferimento semelhante que fez em 2014, quando anunciou a integração da península da Crimeia, também na Ucrânia.</p>
<p>As fontes oficiais do Kremlin dizem que entre 80% e 90% das populações residentes nessas regiões ocupadas expressaram querer fazer parte da Rússia, mas ainda se aguarda que o Kremlin emita um reconhecimento oficial dos resultados. Contudo, já há quem celebre.</p>
<p>Esta terça-feira, Medvedev escreveu na rede social Telegram que “os referendos já acabaram” e que “os resultados são óbvios”. Dirigindo-se às populações auscultadas, o antecessor de Putin diz “Bem-vindos à Rússia!”.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?19" data-telegram-post="medvedev_telegram/182" data-width="100%"></script></p>
<p>Líderes ocidentais já garantiram que os referendos não serão reconhecidos pela maior parte da comunidade internacional, com os Estados Unidos e a União Europeia a sublinharem que nunca o farão.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325060]]></sapo:autor>
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		<title>UE acorda novas sanções contra a Rússia: &#8220;Estamos determinados em fazer com que o Kremlin pague o preço” pela escalada do conflito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 14:45:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia anunciou, esta quarta-feira, um novo pacote de sanções contra a Rússia. O principal objetivo é fazer com que o regime liderado pelo presidente Vladimir Putin seja responsabilizado pela escalada do conflito com a Ucrânia, designadamente através dos referendos que levou a cabo nas regiões ocupadas no país vizinho e que pretende anexar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia anunciou, esta quarta-feira, um novo pacote de sanções contra a Rússia. O principal objetivo é fazer com que o regime liderado pelo presidente Vladimir Putin seja responsabilizado pela escalada do conflito com a Ucrânia, designadamente através dos referendos que levou a cabo nas regiões ocupadas no país vizinho e que pretende anexar.</p>
<p>“Não aceitamos os referendos fraudulentos nem qualquer tipo de anexação na Ucrânia”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. “Estamos determinados em fazer com que o Kremlin pague o preço por mais esta escalada.”</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">1) New listing of individuals and entities</p>
<p>2) Further restriction of trade:</p>
<p>• New import bans on Russian products, depriving the 🇷🇺 economy of €7 billion in revenues</p>
<p>• More products that cannot be exported to 🇷🇺, in particular key technologies needed for its war machine <a href="https://t.co/76BWjKkMC6">pic.twitter.com/76BWjKkMC6</a></p>
<p>— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) <a href="https://twitter.com/vonderleyen/status/1575124870349967361?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">September 28, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Do novo pacote de sanções constam medidas como a inclusão de mais indivíduos e entidades na ‘lista negra’ da União, bem como mais restrições comerciais à Rússia, como novas proibições de mais produtos russos, “privando a economia russa de sete mil milhões de euros em receitas” e de tecnologia para alimentar a indústria militar desse país, e aumentar o número de categorias de produtos europeus que não podem ser exportados para a Rússia.</p>
<p>&#8220;Estas novas proibições de exportações enfraquecerão ainda mais a base económica da Rússia e a sua capacidade de modernização&#8221;, afirmou Von der Leyen.</p>
<p>Bruxelas propõe também impedir que cidadãos com nacionalidade de algum Estado-membro da UE possa ocupar cargos de topo nos órgãos de administração de empresas detidas pelo Estado russo.</p>
<p>Quanto aos combustíveis fósseis, o executivo comunitário defende a aplicação de um limite máximo ao preço do petróleo russo que é enviado para países terceiros, explicando que “alguns países em desenvolvimento ainda precisam de algum fornecimento de petróleo russo, a preços baixos”.</p>
<p>“Este teto irá ajudar a reduzir as receitas da Rússia e manter estáveis os mercados globais de energia”, apontou Von der Leyen, recordando que a UE já tinha acordado banir o crude russo transportado por via marítima para o bloco a partir de dia 5 de dezembro deste ano.</p>
<p>A par de tudo isso, a Comissão Europeia quer também que seja criado um novo mecanismo que permita identificar os indivíduos que contornem o regime de sanções aplicado pela UE, salientando que tal “terá um enorme efeito dissuasor”.</p>
<p>As propostas do executivo terão agora de ser aprovadas pelos 27 Estados-membros e só poderão entrar em vigor se o coletivo chegar a um acordo por unanimidade.</p>
<p>Sobre as novas sanções propostas, o responsável da diplomacia europeia, Josep Borrell, avançou que Bruxelas quer adicionar mais de 1.300 indivíduos e entidades à lista de visados, incluindo as autoridades instaladas pela Rússia nas regiões de Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporíjia, oficiais de topo do Ministério da Defesa, &#8220;todos aqueles que apoiam as forças armadas russas&#8221; através de equipamento e armas e as pessoas que tenham participado no recrutamento dos 300 mil soldados no âmbito da ordem de mobilização parcial decretada por Putin.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_325030]]></sapo:autor>
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		<title>EUA: Trump a um passo de escapar a processo de difamação de alegada vítima de violação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 18:09:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal federal de segunda instância nos Estados Unidos deu, esta terça-feira, uma vitória parcial ao ex-Presidente norte-americano num processo de difamação que foi lançado contra ele pela colunista E. Jean Carroll, que o acusa de a ter violado na década de 1990.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um tribunal federal de segunda instância nos Estados Unidos concedeu, esta terça-feira, uma vitória ao ex-Presidente norte-americano num processo de difamação que foi lançado contra ele pela colunista E. Jean Carroll, que o acusa de a ter violado na década de 1990.</p>
<p>O trio de juízes do Tribunal de Segunda Instância em Nova Iorque decidiu, numa votação de 2 para 1, a favor de Donald Trump, decidindo que a queixosa E. Jean Carroll não poderia processar o antigo Chefe de Estado por alegadas declarações difamatórias feitas durante a sua presidência contra a colunista norte-americana.</p>
<p>A decisão abriu a porta para que o Departamento da Justiça, mesmo sob a Casa Branca de Joe Biden, possa vir a escudar Trump face a esse processo por difamação. Contudo, foi pedido ao tribunal de Washington que diga de sua justiça e ajude a decidir se Trump realmente poderá beneficiar de imunidade presidencial, pelo que o ex-Presidente ainda não poderá, realmente, respirar de alívio. Ainda assim, é uma vitória.</p>
<p>Se o tribunal de Washington decidir que Trump não agiu no âmbito das suas competências enquanto presidente quando difamou Carroll, então poderá ser processado.</p>
<p>Apesar de ainda nada estar totalmente decidido, a advogada de Trump, Alina Habba, afirma que “estamos extremamente satisfeitos com a decisão de hoje”, acrescentando que “a decisão protegerá a capacidade de todos os futuros presidentes para governarem eficazmente sem obstáculos”.</p>
<p>As declarações difamatórias de Trump terão acontecido depois de, em 2019, Carroll ter acusado o então líder da Casa Branca de violação, o que levou o político republicano a atacar a credibilidade da colunista, chegando a dizer que “ela não faz o meu género”. Carroll quer também que Trump seja julgado por essa alegada agressão sexual, mas o processo ainda não foi lançado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_324878]]></sapo:autor>
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		<title>Número de russos que entram na UE dispara 30% numa semana, revela agência de fronteiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 17:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que no dia 21 de setembro o Presidente russo Vladimir Putin anunciou uma mobilização parcial para fortalecer o esforço de guerra na Ucrânia, o número de russos que entraram na União Europeia disparou 30%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que no dia 21 de setembro o Presidente russo Vladimir Putin anunciou uma mobilização parcial para fortalecer o esforço de guerra na Ucrânia, o número de russos que entraram na União Europeia disparou 30%.</p>
<p>A informação é avançada pela agência europeia de controlo de fronteiras Frontex, que indica, citada pela ‘Reuters’, que as travessias ilegais provavelmente aumentarão nos próximos tempos, caso o Kremlin decida proibir que possíveis recrutas deixem a Rússia.</p>
<p>&#8220;Na semana passada, quase 66.000 cidadãos russos entraram na UE, mais de 30% em relação à semana anterior. A maioria deles chegou à Finlândia e à Estónia&#8221;, disse a Frontex em comunicado, em referência à semana de 19 a 25 de setembro. Só nos últimos quatro dias, 30.000 cidadãos russos chegaram à Finlândia, revelou a agência.</p>
<p>Contudo, as informações divulgadas indicam que a maioria dos russos que atravessam a UE tem autorização de residência, visto ou dupla cidadania.</p>
<p>Esta segunda-feira, os 27 Estados-membros da UE começaram a discutir as regras que deverão ser aplicadas aos russos que se queira escapar à ordem de mobilização, mas até agora ainda não foi possível chegar a um consenso.</p>
<p>No final de agosto, a UE decidiu não aplicar uma proibição à emissão de vistos para turistas russos, uma medida que foi exigida pelos países bálticos e alguns outros. Em vez disso, decidiu tornar mais caro e demorado o processo de obtenção desses vistos.</p>
<p>No dia 19 de setembro, a Estónia, a Letónia, a Lituânia e a Polónia optaram por avançar sozinhos, e começaram a implementar restrições de entrada para turistas russos nos seus territórios, contrariamente ao consenso a que se chegou em Bruxelas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_324885]]></sapo:autor>
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		<title>Poupar combustível? Governo recomenda que condutores não passem os 100 km/h</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 16:15:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Ministros aprovou esta terça-feira um conjunto de recomendações que pretendem potenciar a poupança energética no país, entre elas, uma ação de comunicação e sensibilização que apela aos condutores a não excederem os 100 quilómetros por hora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros aprovou esta terça-feira um conjunto de recomendações que pretendem potenciar a poupança energética no país, entre elas, uma ação de comunicação e sensibilização que apela aos condutores a não excederem os 100 quilómetros por hora.</p>
<p>Segundo a resolução, <a href="https://files.dre.pt/1s/2022/09/18700/0000600034.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">publicada em Diário da República</a>, as campanhas poderão ser feitas através das redes sociais online e da comunicação social tradicional, e está também previsto o envolvimento das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia como plataformas de difusão da informação junto das populações.</p>
<p>Para esse fim, as ações podem incluir rubricas televisivas em canal aberto, publicações em jornais físicos e digitais, o envio de mensagens através da Proteção Civil e sessões de esclarecimento presenciais e online.</p>
<p>Mediante esses formatos, o executivo liderado por António Costa pretende abordar, além da velocidade nas estradas, outros temas do foro da energia, como “iluminação, climatização, utilização de equipamentos, eficiência de recursos, mobilidade”.</p>
<p>Com o objetivo de apelar à “adoção de comportamentos mais eficientes visando a redução do consumo de energia e água para o público em geral”, as ações de sensibilização decididas em Conselho de Ministros pretendem também promover alternativas às viagens aéreas de trabalho, as deslocações a pé e a mobilidade suave, o uso do transporte público, o transporte elétrico de mercadorias, e a adoção de planos de mobilidade sustentável para empresas e organizações.</p>
<p>Além de tudo isso, o Governo aponta que, sempre que seja “viável”, o teletrabalho será a solução mais indicada para se conseguir “a redução dos consumos energéticos”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_324866]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alemanha bate recorde demográfico. Refugiados ucranianos fazem população chegar aos 84 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 15:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[MultiNews]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre o fim de 2021 e junho deste ano, a população da Alemanha aumentou em 843 mil pessoas, levando o total para mais de 84 milhões, o maior número de sempre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre o fim de 2021 e junho deste ano, a população da Alemanha aumentou em 843 mil pessoas, perfazendo um total superior a 84 milhões, o maior número de sempre.</p>
<p>De acordo com informações avançadas esta terça-feira pelo Gabinete de Estatísticas alemão, o país registou um crescimento demográfico de 1%. Apesar de poder parecer pouco, em 2021, esse crescimento foi somente de 0,1%.</p>
<p>Os dados indicam que o aumento do número de pessoas que vivem na Alemanha foi significativamente impulsionado pelos refugiados ucranianos que chegaram ao país no primeiro semestre do ano. As estimativas apontam para que cerca de 750 mil ucranianos que fugiram da guerra tenham entrado na Alemanha entre janeiro e junho.</p>
<p>Assim, nesse período, entraram na Alemanha 501 mil mulheres e meninas ucranianas em busca de refúgio, sendo que, por outro lado, deram entrada nesse país cerca de 248 mil homens e meninos. A diferença entre os dois sexos é expressiva, mas deve recordar-se que desde que a guerra começou, e ao abrigo da declaração da lei marcial, a Ucrânia proibiu a saída de homens entre os 18 e os 50 anos de idade, para que pudessem servir nas forças de resistência à ocupação russa.</p>
<p>Explica a ‘Euronews’ que 1992 a Alemanha experienciou um fenómeno de crescimento demográfico semelhante, quando a queda da União Soviética e do muro de Berlim unificaram o país, acrescentando à população alemã ocidental mais 700 mil pessoas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_324847]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Referendos: Rússia pode anexar 15% da Ucrânia já esta sexta-feira, o equivalente a um Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/referendos-russia-pode-anexar-15-da-ucrania-ja-esta-sexta-feira-uma-area-quase-tao-grande-como-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipe Pimentel Rações]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 14:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[MultiNews]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta terça-feira a Rússia deu por terminados os referendos à população residente nas regiões ucranianas de Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Luhansk, sob controlo das tropas de Moscovo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta terça-feira a Rússia deu por terminados os referendos à população residente nas regiões ucranianas de Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Luhansk, sob controlo das tropas de Moscovo.</p>
<p>Vários países ocidentais, como os Estados Unidos, bem como a NATO, já garantiram que não reconhecerão a legitimidade dos processos, que entendem que serão manipulados pelo Kremlin para servir os seus propósitos e forçar a anexação dessas regiões à Rússia.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Defesa do Reino Unido, o Presidente russo, Vladimir Putin, falará a ambas as câmaras do Parlamento do país esta sexta-feira, dia 30 de setembro, um pronunciamento que, muito provavelmente, servirá para anunciar a integração dos territórios ucranianos ocupados.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">Latest Defence Intelligence update on the situation in Ukraine &#8211; 27 September 2022</p>
<p>Find out more about the UK government&#8217;s response: <a href="https://t.co/xG1CgXqeKM">https://t.co/xG1CgXqeKM</a></p>
<p>🇺🇦 <a href="https://twitter.com/hashtag/StandWithUkraine?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#StandWithUkraine</a> 🇺🇦 <a href="https://t.co/schw2ockbs">pic.twitter.com/schw2ockbs</a></p>
<p>— Ministry of Defence 🇬🇧 (@DefenceHQ) <a href="https://twitter.com/DefenceHQ/status/1574633113598283777?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">September 27, 2022</a></p></blockquote>
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<p>“A maior parte dos líderes russos certamente esperam que um anúncio de anexação reflita o sucesso da ‘operação militar especial’ e consolide o apoio patriótico ao conflito”, explica essa área do governo britânico.</p>
<p>A anexação dos territórios na Ucrânia que estão a ser alvo de referendo adicionarão à Rússia cerca de 90 mil quilómetros quadrados, o que equivale à área de Portugal continental.</p>
<p>A imprensa internacional aponta que, depois de as urnas encerrarem no final desta terça-feira, os líderes das administrações militares instaladas por Moscovo nas regiões ocupadas poderão logo apresentar pedidos oficiais de integração na Rússia.</p>
<p>De seguida, o Parlamento russo terá de aprovar uma lei que reconheça formalmente essas regiões como parte da Rússia, algo que poderá acontecer rapidamente, porventura já amanhã, considerando que qualquer uma das câmaras do órgão legislativo é dominada pelo partido Rússia Unida, que tem ligações bastante próximas a Putin. Assim, quando essa proposta de lei for apresentada aos deputados, a sua aprovação é mais do que certa.</p>
<p>De acordo com a agência de notícias russa ‘Tass’, os deputados terão recebido indicações para se prepararem para um “acontecimento importante” esta sexta-feira, pelo que todos os sinais apontam para que até ao final da semana a Rússia venha a integrar terras roubadas ao país vizinho, uma repetição do que se observou em 2014, com a Crimeia, que foi formalmente anexada dois dias depois da realização de um referendo nessa região.</p>
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