Aumento dos custos na China leva fabricantes a regressar à Europa

Com os custos no mercado chinês a aumentar, os fabricantes europeus estão a redireccionar a produção para o Velho Continente, segundo Martin Jahn, executivo do grupo Volkswagen. Os baixos custos da mão-de-obra e dos materiais que caracterizavam o mercado chinês na última década fazem agora parte do passado, numa altura em que “os custos com os colaboradores na China estão a crescer e isso, em combinação com longas distâncias e custos de transporte, levam a que a produção de componentes na China já não seja vantajosa”, afirma Jahn. Um dos países para onde será redireccionada a produção é a República Checa, sede da Skoda, onde deverão ser investidos cerca de 1.1 mil milhões de euros nos próximos cinco anos, por fabricantes como a Volkswagen, a Hyundai e a Nexen Tire, empresa sul-coreana. O investimento do grupo alemão deverá resultar na construção de uma fábrica em Kvasiny, que criará 1.300 postos de trabalho, enquanto o capital da empresa da Coreia do Sul será utilizado numa unidade fabril com mil colaboradores. A centralidade deste país de Leste joga a seu favor, embora a falta de mão-de-obra qualificada seja a sua maior falha, segundo o executivo.

Daniela Portugal

gm-diesel-plant-2-500x333
Com os custos no mercado chinês a aumentar, os fabricantes europeus estão a redireccionar a produção para o Velho Continente, segundo Martin Jahn, executivo do grupo Volkswagen.
Os baixos custos da mão-de-obra e dos materiais que caracterizavam o mercado chinês na última década fazem agora parte do passado, numa altura em que “os custos com os colaboradores na China estão a crescer e isso, em combinação com longas distâncias e custos de transporte, levam a que a produção de componentes na China já não seja vantajosa”, afirma Jahn.
Um dos países para onde será redireccionada a produção é a República Checa, sede da Skoda, onde deverão ser investidos cerca de 1.1 mil milhões de euros nos próximos cinco anos, por fabricantes como a Volkswagen, a Hyundai e a Nexen Tire, empresa sul-coreana. O investimento do grupo alemão deverá resultar na construção de uma fábrica em Kvasiny, que criará 1.300 postos de trabalho, enquanto o capital da empresa da Coreia do Sul será utilizado numa unidade fabril com mil colaboradores. A centralidade deste país de Leste joga a seu favor, embora a falta de mão-de-obra qualificada seja a sua maior falha, segundo o executivo.

Escolha a Executive Digest como fonte preferida no Google Escolher ›
Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.