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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Livre/Congresso: Livre acusa ministro da Educação de ser &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 20:04:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A deputada do Livre Filipa Pinto acusou hoje o ministro da Educação de ser "negacionista do caos dos exames" nacionais e pediu a Fernando Alexandre que assuma "as suas responsabilidades políticas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A deputada do Livre Filipa Pinto acusou hoje o ministro da Educação de ser &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221; nacionais e pediu a Fernando Alexandre que assuma &#8220;as suas responsabilidades políticas&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção durante o 17.º Congresso do Livre, que decorre até domingo Hockey Club de Sintra, Lisboa, a dirigente afirmou que o ministro é &#8220;negacionista do caos dos exames&#8221; e &#8220;não assume a sua ilusão, os seus erros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas nós exigimos que assuma as usas responsabilidades políticas, nós exigimos que garanta às famílias, aos estudantes e às escolas a confiança e tranquilidade que merecem da escola pública&#8221;, afirmou, pedindo também &#8220;direção e defesa intransigente da escola pública&#8221;.</P><br />
<P>A deputada recusou que seja uma empresa privada, &#8220;contratada por ajuste direto que diga o que correu mal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós, no Livre, não queremos mais cortes no Ministério da Educação, queremos mais investimento&#8221;, salientou, defendendo que a &#8220;qualidade da escola pública não pode ficar refém de uma política de cortes e fusões&#8221;.</P><br />
<P>Filipa Pinto indicou também que o partido vai continuar &#8220;a propor políticas que defendam educação pública de qualidade, para todos&#8221;, sustentando que, &#8220;sem educação pública&#8221;, o Estado falha &#8220;a toda uma geração&#8221; o &#8220;direito constitucional de garantia de liberdade de oportunidades e uma vida melhor&#8221;</P><br />
<P>A deputada acusou o Governo da AD de ter desmantelado o Ministério da Educação, com o &#8220;aplauso dos liberais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Ministro da Educação gabou-se de cortar em 50% as direções-gerais e os organismos do Ministério e, às cegas, amadoramente, irresponsavelmente, sem testar a robustez de um novo processo de exames, avançou para a digitalização, feita manualmente em Lisboa&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Filipa Pinto lamentou que o Governo tenha &#8220;cortado nos professores que durante mais de 20 anos asseguraram a estabilidade e a fiabilidade&#8221; do processo dos exames nacionais e &#8220;culpou diretores, agrupamentos de exames e até famílias impudentes que ousaram marcar férias na altura das férias&#8221;.</P><br />
<P>Numa intervenção momentos depois, a deputada Patrícia Gonçalves, que preside aos trabalhos do congresso, afirmou que o conhecimento &#8220;está no centro do projeto político&#8221; do Livre.</P><br />
<P>A dirigente defendeu que o Livre deve ser &#8220;o partido que apresenta um novo modelo de desenvolvimento para Portugal, assente na convicção de que a maior riqueza são as pessoas e o conhecimento é a principal fonte da capacidade coletiva para construir uma sociedade mais livre, próspera e preparada para o futuro&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788265]]></sapo:autor>
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		<title>Tinha 20 milhões de euros no bolso de uma camisa e quase perdeu tudo por dois dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 20:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante meses, o prémio permaneceu por reclamar, enquanto as autoridades tentavam localizar o vencedor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um reformado de 68 anos, de Nova Jérsia, nos Estados Unidos, esteve a dois dias de perder um prémio milionário por se ter esquecido de verificar um boletim de lotaria guardado há cerca de um ano no bolso de uma camisa antiga.</p>
<p class="isSelectedEnd">O homem descobriu que tinha em casa o bilhete vencedor de um sorteio da Loteria de Nova Iorque, premiado com 24,1 milhões de dólares, cerca de 20,5 milhões de euros. O décimo tinha ficado esquecido no armário, juntamente com outros bilhetes que nunca chegou a confirmar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante meses, o prémio permaneceu por reclamar, enquanto as autoridades tentavam localizar o vencedor.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso mudou quando o reformado viu uma notícia na televisão sobre o prémio milionário que continuava sem dono. A informação levou-o a procurar os velhos bilhetes de lotaria que tinha guardados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao conferir os números, percebeu que tinha nas mãos o boletim vencedor. O homem contou que teve dificuldade em acreditar no que estava a ver e que precisou de ir à janela respirar ar fresco para se convencer de que a situação era real.</p>
<p class="isSelectedEnd">O bilhete tinha sido comprado para um sorteio da Loteria de Nova Iorque, mas acabou esquecido sem ser verificado. O próprio admitiu que ia adiando a tarefa, dizendo a si mesmo que confirmaria os números quando tivesse tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A descoberta aconteceu apenas dois dias antes do fim do prazo para reclamar o prémio. Se tivesse esperado mais, o reformado teria perdido os 20,5 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Comissão de Jogos de Nova Iorque tinha intensificado a procura pelo vencedor e apelado publicamente para que as pessoas verificassem bolsos, porta-luvas e até debaixo das almofadas do sofá.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de encontrar o décimo, o homem passou pelo processo de verificação e conseguiu reclamar o prémio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O reformado, pai de dois filhos e avô de 12 netos, decidiu receber o valor em pagamentos distribuídos ao longo de 26 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois do susto e da surpresa, admitiu que terá agora de conversar com toda a família para decidir o que fazer com a fortuna.</p>
<p>O caso tornou-se exemplo de como um simples descuido quase custou um prémio milionário: durante quase um ano, o bilhete vencedor esteve guardado no bolso de uma camisa antiga, a poucos dias de deixar de ter validade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787413]]></sapo:autor>
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		<title>O Aston Martin tinha licença para acelerar. Para atravessar uma estrada inundada, nem por isso&#8230;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-aston-martin-tinha-licenca-para-acelerar-para-atravessar-uma-estrada-inundada-nem-por-isso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 19:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Há carros que parecem feitos para quase tudo — velocidade, curvas, imagem, som e algum teatro. Mas uma estrada inundada não costuma estar na lista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que parecem feitos para quase tudo — velocidade, curvas, imagem, som e algum teatro. Mas uma estrada inundada não costuma estar na lista. Um condutor britânico aprendeu isso da forma mais cara, depois de tentar atravessar uma zona alagada ao volante de um Aston Martin Vantage.</p>
<p>Segundo a &#8216;Carscoops&#8217;, o caso aconteceu no Reino Unido e rapidamente ganhou atenção online. O condutor terá avaliado mal a profundidade da água e avançou com o desportivo pela estrada inundada. O resultado foi previsível: o Vantage ficou parado a meio da travessia, com o motor desligado e fortes suspeitas de danos provocados pela entrada de água.</p>
<p>A história ficou ainda mais viral porque o carro envolvido não era propriamente um utilitário preparado para enfrentar mau tempo. O Aston Martin Vantage é um desportivo baixo, com motor V8 biturbo de origem AMG, feito para estrada aberta e condução rápida, não para funcionar como barco improvisado.</p>
<p>A &#8216;Road &#038; Track&#8217; refere que a água teria cerca de 30 centímetros, bastante acima da distância ao solo do Vantage, que é de apenas 94 milímetros. Nas imagens divulgadas, o carro entra devagar na água, mas acaba por ficar imobilizado antes de conseguir sair do outro lado.</p>
<p>O risco, nestes casos, é conhecido como hydrolock. Quando a água entra no motor, os cilindros podem tentar comprimir um líquido que, ao contrário do ar, não é compressível. O resultado pode ser grave: componentes internos danificados e uma reparação potencialmente muito cara.</p>
<p>O próprio condutor terá admitido, depois do incidente, que a água “não parecia tão funda”. É uma frase que ajuda a explicar muitos episódios semelhantes: a profundidade de uma estrada inundada é difícil de avaliar a partir do volante, sobretudo quando a água cobre o piso e esconde buracos, valas ou desníveis.</p>
<p>A internet, naturalmente, não perdoou. O condutor foi rapidamente apelidado de “James Pond”, numa brincadeira com James Bond e com a ligação histórica da Aston Martin ao espião britânico. Mas, ao contrário dos carros de cinema, este Vantage não vinha equipado com gadgets anfíbios.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Poor chap hasn’t had a good week.</p>
<p>Best caption wins!! <a href="https://t.co/k8SC7Y7yfk">pic.twitter.com/k8SC7Y7yfk</a></p>
<p>&mdash; Lawrence Whittaker (@ListerLawrence) <a href="https://x.com/ListerLawrence/status/2070775318164430851?ref_src=twsrc%5Etfw">June 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O caso serve de lembrete útil para qualquer condutor, mesmo sem um desportivo de luxo. Estradas inundadas não devem ser atravessadas quando não há certeza sobre a profundidade ou o estado do piso. Basta pouca água para afetar travões, eletrónica ou motor — e, em carros baixos, a margem de erro é ainda menor.</p>
<p>No fim, o Vantage ficou transformado numa lição de condução defensiva com carro de sonho: potência e preço não substituem bom senso. E, por vezes, a manobra mais inteligente é mesmo dar meia-volta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787213]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos aumenta para 4.333 e há 19 mil desalojados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 18:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, atualizou hoje o número de mortes provocadas pelos sismos de 24 de junho para 4.333, havendo ainda 315 corpos por identificar e 19 mil pessoas desalojadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, atualizou hoje o número de mortes provocadas pelos sismos de 24 de junho para 4.333, havendo ainda 315 corpos por identificar e 19 mil pessoas desalojadas.</P><br />
<P>&#8220;O número de venezuelanos e venezuelanas que faleceram em consequência do impacto direto dos terríveis sismos de 24 de junho ascende a 4.333&#8221;, declarou Rodríguez numa conferência de imprensa citada pela agência espanhola de notícias, a Efe.</P><br />
<P>Até sexta-feira, &#8220;havia 315 pessoas não identificadas, que não foi possível identificar porque não foram reconhecidas nem, ao recolher as impressões digitais, conseguimos associá-las a um documento de identificação; isso representa 7% do total de falecidos», afirmou Rodríguez, atualizando o balanço anterior de 4.118 mortos.</P><br />
<P>Os dois sismos ocorreram com um intervalo de 39 segundos e afetaram principalmente a capital, Caracas, e o estado vizinho de La Guaira, onde acampamentos improvisados acolhem refugiados em estádios, praças públicas e passeios.</P><br />
<P>No encontro com os jornalistas, Rodriguez afirmou que há mais de 19 mil pessoas a viver em acampamentos porque ficaram sem as suas casas e explicou que o governo não indica um número oficial de desaparecidos para não alimentar &#8220;especulações&#8221;, mas a ONU estimou, dois dias depois da tragédia, que há cerca de 50 mil pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>Entre os 4.333 mortos e 16.740 feridos há 110 mortos portugueses e 55 desaparecidos. </P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. </P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788264]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Jesse Derry reforça Sporting por empréstimo do Chelsea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 18:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O futebolista inglês Jesse Derry é o quinto reforço do Sporting para 2026/27, chegando a Alvalade por empréstimo dos ingleses do Chelsea, anunciaram hoje os dois clubes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futebolista inglês Jesse Derry é o quinto reforço do Sporting para 2026/27, chegando a Alvalade por empréstimo dos ingleses do Chelsea, anunciaram hoje os dois clubes.</P><br />
<P>&#8220;O Sporting Clube de Portugal chegou a acordo com o Chelsea FC para a cedência de Jesse Derry à equipa principal de futebol. Com 19 anos, o extremo inglês, capaz de atuar em ambos os corredores, chega a Alvalade por empréstimo, válido para a temporada 2026/2027&#8221;, lê-se no comunicado dos &#8216;leões&#8217;.</P><br />
<P>O avançado, de 19 anos, é internacional jovem por Inglaterra e está no Chelsea desde a temporada passada, depois de ter feito a formação no Crystal Palace, e chegou a fazer a estreia pela equipa principal em 2025/26.</P><br />
<P>Antes de emprestar Jesse Derry ao Sporting, o Chelsea renovou na terça-feira o contrato com o avançado, que fica ligado aos &#8216;blues&#8217; até 2032.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788263]]></sapo:autor>
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		<title>De baixa após um AVC, foi seguida por detetives e despedida por caminhar e ir às compras. Empresa terá de pagar-lhe 5.000 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 18:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
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		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Mulher estava de baixa desde maio de 2023, depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral provocado por uma trombose]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estar de baixa médica não significa, necessariamente, ficar fechado em casa sem poder fazer qualquer tarefa do dia a dia. Foi essa a leitura feita por um tribunal espanhol num caso que envolveu uma trabalhadora despedida enquanto recuperava de um AVC.</p>
<p>Segundo o &#8216;HuffPost&#8217;, a mulher estava de baixa desde maio de 2023, depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral provocado por uma trombose. A empresa acabou por avançar para o despedimento disciplinar em junho de 2025, depois de recorrer a relatórios de detetives privados que a observaram durante vários dias.</p>
<p>O que os investigadores registaram foram atividades comuns: acompanhar uma criança até à paragem do autocarro, conduzir, ir a centros comerciais, caminhar, beber em bares ou tratar de assuntos no serviço de emprego. Para a empresa, essas imagens mostravam uma conduta incompatível com a baixa médica e justificavam a acusação de fraude, deslealdade e quebra da boa-fé contratual.</p>
<p>A trabalhadora contestou o despedimento. Defendeu que a vigilância violava a sua privacidade e alegou que as atividades observadas não provavam qualquer simulação da doença. O tribunal rejeitou a ideia de que os detetives tivessem invadido a sua intimidade, por entender que a vigilância decorreu em espaços públicos e de forma limitada. Mas, no essencial, deu razão à trabalhadora.</p>
<p>Para o Tribunal Social n.º 3 da Corunha, aquilo que foi filmado não demonstrava esforço físico, stress ou comportamento incompatível com a recuperação de um AVC. Pelo contrário, eram atos normais de uma pessoa que, mesmo doente, continuava a realizar pequenas tarefas da vida quotidiana.</p>
<p>A decisão sublinha uma distinção importante: estar incapacitado para trabalhar não é o mesmo que estar impedido de sair de casa. Uma baixa médica pode significar que a pessoa não está apta para regressar ao posto de trabalho, mas não que tenha de viver em repouso absoluto ou suspender todas as rotinas.</p>
<p>No caso desta trabalhadora, o tribunal considerou que a empresa não conseguiu provar qualquer incumprimento grave que justificasse o despedimento. As deslocações, compras ou caminhadas observadas não foram suficientes para concluir que a baixa era falsa ou que a recuperação estava a ser prejudicada.</p>
<p>A mulher já tinha recebido alta médica em julho de 2025, depois de o Instituto Nacional da Segurança Social espanhol ter recusado a reforma por incapacidade permanente. Ainda assim, mantinha sintomas como insónia e nervosismo, num processo de recuperação que o tribunal não considerou incompatível com as tarefas registadas pelos detetives.</p>
<p>A sentença declarou o despedimento nulo, por entender que a decisão da empresa esteve ligada à situação de doença da trabalhadora. A empresa foi condenada a reintegrá-la, pagar os salários em atraso e atribuir uma indemnização adicional de 5.000 euros por danos morais.</p>
<p>A decisão ainda pode ser alvo de recurso, mas deixa uma mensagem clara: uma baixa médica não transforma uma pessoa num prisioneiro da própria casa. Recuperar também pode passar por tentar manter alguma normalidade — ir à rua, tratar de assuntos, acompanhar uma criança ou simplesmente continuar a viver.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787188]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Livre/Congresso: Divergências sobre a rede de autarcas do partido aquecem trabalhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:44:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhos do 17.º Congresso do Livre ficaram esta tarde marcados por divergências sobre o funcionamento da rede de autarcas do partido, além de apelos para uma maior autonomia dos núcleos territoriais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhos do 17.º Congresso do Livre ficaram esta tarde marcados por divergências sobre o funcionamento da rede de autarcas do partido, além de apelos para uma maior autonomia dos núcleos territoriais.</P><br />
<P>Depois de uma manhã marcada pelos discursos de Rui Tavares, e dos candidatos à direção do Livre Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto, a discussão das moções de caráter específico decorreram ao longo de três horas, num ambiente morno, sem grandes divergências, até à intervenção de Martim Freitas.</P><br />
<P>O membro do partido subiu ao púlpito para apelar ao voto contra duas moções: uma que propõe a criação da &#8220;Rede GEI &#8212; Género, Emancipação, Interseccionalidade&#8221; no partido, e outra de uma Linha de Contacto, Acolhimento e Solidariedade Ativa do Livre, intitulada CASA, para apoiar pessoas que sejam alvo de discurso de ódio.</P><br />
<P>Martim Freitas alertou que o partido cria estruturas e depois não lhes dá continuidade, dando como exemplo a rede de autarcas, criada em outubro &#8220;mas que ainda não está a funcionar&#8221;, avisando: &#8220;Não chega plantar a semente&#8221;.</P><br />
<P>Esta intervenção levou a que quatro dirigentes do núcleo duro do partido pedissem a palavra.</P><br />
<P>Safaa Dib foi a primeira a classificar esta crítica como &#8220;injusta e descabelada&#8221;, admitindo que a rede ainda não está a funcionar em pleno mas &#8220;ainda está a dar os primeiros passos&#8221;.</P><br />
<P>A dirigente Joana Alves Pereira, autarca em Lisboa, subiu ainda mais o tom: &#8220;É preciso ter muito cuidado quando se abre a boca para falar, não é só vim aqui mandar umas bocas&#8221;.</P><br />
<P>O deputado Paulo Muacho defendeu que o Livre &#8220;está a crescer e precisa de responder aos problemas&#8221; que encontra.</P><br />
<P>Defendendo que é preciso &#8220;melhorar o que está mal&#8221;, o parlamentar apelou a um trabalho conjunto: &#8220;Não é uns fazerem e outros ficarem a criticar&#8221;.</P><br />
<P>Também o dirigente Tomás Cardoso Pereira, que substituiu Isabel Mendes Lopes no Parlamento durante um mês, sustentou que a rede de autarcas &#8220;precisa de uma dinamização maior, mas para construir este projeto não vale só ficar no protesto&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de gabinete do Livre na Assembleia da República assinalou que &#8220;construir coisas demora tempo, dá trabalho, e é preciso empenho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto autarca, conto contigo Martim&#8221;, apelou.</P><br />
<P> </P><br />
<P>ARL/FM // SF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788262]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wimbledon: Linda Noskova bate Karolina Muchova e conquista primeiro Grand Slam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista checa Linda Noskova conquistou hoje o seu primeiro título do Grand Slam, depois de derrotar em três sets a compatriota Karolina Muchova na final de Wimbledon.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista checa Linda Noskova conquistou hoje o seu primeiro título do Grand Slam, depois de derrotar em três sets a compatriota Karolina Muchova na final de Wimbledon.</P><br />
<P>Na sua primeira final de um &#8216;major&#8217;, Linda Noskova, 12.ª tenista do mundo, venceu Karolina Muchova (nona), por 6-2, 5-7 e 6-3, em duas horas e 28 minutos.</P><br />
<P>Noskova, que tinha como melhor resultado em Grand Slams os quartos de final no Open da Austrália em 2024, tornou-se a terceira checa a vencer Wimbledon nos últimos quatro anos, enquanto Muchova voltou a perder a final de um &#8216;major&#8217;, como tinha acontecido em 2023 em Roland Garros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788261]]></sapo:autor>
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		<title>Sánchez visita segunda-feira zona do incêndio em Almería que causou 12 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:29:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, visita na segunda-feira a zona do incêndio de Los Gallardos, em Almería, que causou 12 mortos e pelo menos 20 desaparecidos, informaram fontes governamentais à Europa Press.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, visita na segunda-feira a zona do incêndio de Los Gallardos, em Almería, que causou 12 mortos e pelo menos 20 desaparecidos, informaram fontes governamentais à Europa Press.</P><br />
<P>Devido à deslocação, Sánchez adiou para quarta-feira a cerimónia institucional de demolição da vedação de La Línea de la Concepción, em Cádis, inicialmente prevista para segunda-feira.</P><br />
<P>O ministro da Presidência, Justiça e Relações com o Parlamento, Félix Bolaños, visitou hoje o posto de comando avançado instalado em Turre, a partir do qual são coordenadas as operações de combate ao incêndio, que já consumiu cerca de 6.600 hectares.</P><br />
<P>Bolaños destacou a coordenação entre as várias administrações envolvidas e a violência do incêndio, que, segundo estimativas dos especialistas, &#8220;poderá ter avançado 100 metros por minuto&#8221;. </P><br />
<P>O governante considerou que o incêndio apresenta uma &#8220;gravidade nunca antes conhecida&#8221;, como &#8220;consequência da emergência climática que o mundo enfrenta&#8221;.</P><br />
<P>Acompanhado pela secretária-geral da Proteção Civil e Emergências do Ministério do Interior, Virginia Barcones, Bolaños permaneceu durante mais de uma hora no posto de comando avançado.</P><br />
<P>O ministro salientou que as condições de temperatura, vento e humidade permitem passar de uma estratégia defensiva para o combate direto às chamas, com o objetivo de estabilizar o incêndio.</P><br />
<P>Além das 12 vítimas mortais, 18 pessoas receberam assistência hospitalar devido ao incêndio, cinco das quais em estado grave, segundo fontes do Governo regional da Andaluzia citadas pela Europa Press.</P><br />
<P>Sete pessoas estão a ser assistidas no Hospital Universitário Torrecárdenas, uma das quais se encontra em estado grave, na unidade de cuidados intensivos.</P><br />
<P>Outros quatro doentes permanecem internados na Unidade de Grandes Queimados do Hospital Universitário Virgen del Rocío, em Sevilha.</P><br />
<P>O Hospital de La Inmaculada, em Huércal-Overa, prestou assistência aos restantes 11 pacientes, cuja evolução clínica continua a ser acompanhada.</P><br />
<P>O Instituto de Medicina Legal de Almería concluiu as autópsias às 12 vítimas mortais, estando agora a ser analisadas amostras de ADN para proceder à identificação dos corpos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788260]]></sapo:autor>
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		<title>Confiança, coordenação e comunicação clara: o “segredo português” na resposta à pandemia da Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Pandemia da Covid-19 foi a mesma, mas a resposta dos países esteve longe de ser igual. França, Portugal e Brasil enfrentaram o mesmo vírus com modelos de governação muito diferentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia da Covid-19 foi a mesma, mas a resposta dos países esteve longe de ser igual. França, Portugal e Brasil enfrentaram o mesmo vírus com modelos de governação muito diferentes — e essa diferença ajuda a perceber porque é que algumas respostas pareceram mais coerentes, outras mais rígidas e outras mais fragmentadas.</p>
<p>Num artigo publicado no &#8216;The Conversation&#8217;, Oumaima Omari Harake, investigadora em ciências de gestão na Universidade de Poitiers, compara os três casos e parte de uma ideia simples: numa crise sanitária, não basta ter hospitais, profissionais ou tecnologia. A forma como o sistema é organizado, comunica, decide e se adapta pode ser tão importante como os recursos disponíveis.</p>
<p>Em França, a resposta assentou num comando fortemente centralizado. O Estado e as agências nacionais tiveram um papel dominante, com decisões uniformes para todo o território e recurso a indicadores produzidos por entidades como a Santé publique France. Essa estratégia permitiu agir rapidamente e manter uma linha nacional coerente, mas também expôs fragilidades: dificuldade em adaptar decisões às realidades locais, tensão nos hospitais, sobrecarga de profissionais e críticas de autarcas e responsáveis de saúde sobre a distância entre Paris e o terreno.</p>
<p>Portugal surge na análise com um retrato diferente. O país destacou-se por uma coordenação institucional mais estável, uma comunicação pública mais clara e um nível elevado de confiança dos cidadãos nas instituições. Essa confiança foi particularmente visível na adesão à vacinação e na avaliação positiva da task force responsável pelo processo, frequentemente apontada como um dos exemplos de organização e eficácia durante a crise.</p>
<p>A autora sublinha que o caso português mostra a importância da confiança na ação pública. Quando os cidadãos consideram credível a informação dada pelas autoridades e percebem coerência nas decisões, a adesão às medidas sanitárias tende a ser maior. Em Portugal, essa combinação entre coordenação, comunicação e confiança ajudou a reforçar a resposta, mesmo num contexto de grande incerteza.</p>
<p>O Brasil aparece como o contraste mais evidente. A gestão da pandemia foi marcada por forte fragmentação política, tensões entre o governo federal, os estados e os municípios, e respostas muito desiguais no território. Essa divisão prejudicou a coordenação, enfraqueceu a mensagem pública e contribuiu para uma crise mais instável, com perda de confiança nas instituições e maior dificuldade em aplicar medidas consistentes.</p>
<p>Apesar das diferenças entre os três países, há uma conclusão comum: muito do que funcionou aconteceu no terreno. Profissionais de saúde, equipas locais e comunidades tiveram de improvisar soluções, reorganizar serviços e adaptar regras gerais às condições concretas de cada território. Em Portugal, as áreas dedicadas à Covid-19 nos cuidados de saúde primários ajudaram a separar circuitos de atendimento e a ajustar a resposta às capacidades locais.</p>
<p>A principal lição é que uma crise sanitária não se gere apenas por decreto nem apenas com meios técnicos. Precisa de coordenação entre níveis de poder, comunicação clara, confiança pública e margem para que quem está no terreno adapte as orientações à realidade. A pandemia mostrou que os sistemas mais resilientes são os que conseguem decidir, aprender e corrigir em tempo real.</p>
<p>No fim, a comparação entre França, Portugal e Brasil deixa uma mensagem útil para futuras crises: a eficácia depende menos de fórmulas rígidas e mais da capacidade de articular comando nacional com inteligência local. Portugal, neste retrato, aparece como exemplo de como a confiança pode ser uma ferramenta de saúde pública tão relevante como qualquer outra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787162]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A Volkswagen encontrou uma equipa improvável para trabalhar à sombra de 31 mil painéis solares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-volkswagen-encontrou-uma-equipa-improvavel-para-trabalhar-a-sombra-de-31-mil-paineis-solares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ovelhas]]></category>
		<category><![CDATA[Polónia]]></category>
		<category><![CDATA[Volkswagen]]></category>
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					<description><![CDATA[Solução está a ser aplicada na central fotovoltaica que alimenta a fábrica da Volkswagen na Polónia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Volkswagen encontrou uma nova equipa para cuidar da relva de uma das suas instalações industriais na Polónia. Não usa combustível, não faz barulho de motor e trabalha melhor à sombra: são 100 ovelhas, chamadas para substituir corta-relvas mecânicos debaixo de mais de 31 mil painéis solares.</p>
<p>A solução está a ser aplicada na central fotovoltaica que alimenta a fábrica da Volkswagen na Polónia. Segundo o site especializado &#8216;Carscoops&#8217;, a marca trocou máquinas por um rebanho encarregado de manter a vegetação controlada numa área onde os equipamentos tradicionais nem sempre são a opção mais eficiente.</p>
<p>A instalação solar, construída e gerida pela Quanta Energy, tem 18,3 megawatts de capacidade e é apontada como uma das maiores centrais solares industriais instaladas no local de uma fábrica na Europa. Em dias de sol, pode cobrir toda a necessidade elétrica da unidade e, ao longo do ano, assegura cerca de 25% do consumo de eletricidade da fábrica.</p>
<p>A ideia é simples: as ovelhas circulam entre as filas de painéis, comem a erva, ajudam a reduzir a necessidade de maquinaria e aproveitam a sombra criada pela própria infraestrutura solar. Em vez de uma central fotovoltaica tratada como espaço exclusivamente técnico, a Volkswagen quer transformá-la também num projeto de biodiversidade, agricultura local e investigação científica.</p>
<p>O projeto está a ser desenvolvido em cooperação com a Universidade de Ciências da Vida de Poznań e é descrito como um dos primeiros estudos deste tipo, à escala de uma grande central fotovoltaica, realizados na Polónia. Os investigadores querem perceber de que forma estas instalações afetam o bem-estar dos animais, o ecossistema local e se a sombra dos painéis solares ajuda a reduzir o stress térmico das ovelhas.</p>
<p>Para a Volkswagen Poznań, o rebanho serve também como cartão de visita ambiental. Marzena Pillich-Gronska, diretora da fábrica, defende que a central já não fornece apenas eletricidade verde: passou também a apoiar a biodiversidade, a agricultura local e a investigação. A mensagem é evidente: uma infraestrutura industrial pode produzir energia e, ao mesmo tempo, criar algum espaço para a natureza.</p>
<p>A escolha das ovelhas não é apenas pitoresca. Em centrais solares, controlar a vegetação é essencial para reduzir riscos, manter acessos e proteger equipamentos. Os animais conseguem chegar a zonas difíceis para máquinas, fazem o trabalho de forma contínua e evitam parte das emissões, ruído e custos associados à manutenção mecânica.</p>
<p>A Volkswagen já tinha experiências semelhantes nos Estados Unidos. Na fábrica de Chattanooga, no Tennessee, cerca de 50 ovelhas ajudam a manter a vegetação sob 33.600 módulos solares, num projeto que também recorre a burros de guarda para proteger o rebanho de predadores. A marca descreve este pastoreio como uma forma eficiente de controlar ervas, reduzir erosão e aproveitar a sombra dos painéis para proteger os animais do calor.</p>
<p>Na prática, a história junta duas imagens improváveis: uma gigante automóvel, fábricas alimentadas por energia solar e um rebanho a fazer o trabalho que antes cabia a máquinas. É sustentabilidade com um lado rural — e, neste caso, a nova força de trabalho da Volkswagen não precisa de crachá, só de pasto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787181]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente da República lamenta morte de militar da Brigada de Trânsito da GNR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje a morte em serviço de um militar da Brigada de Trânsito da GNR, na sequência de um atropelamento em Alcobaça, e reconheceu o "sentido de missão no cumprimento do dever".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje a morte em serviço de um militar da Brigada de Trânsito da GNR, na sequência de um atropelamento em Alcobaça, e reconheceu o &#8220;sentido de missão no cumprimento do dever&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente da República manifesta o seu profundo pesar pela morte de Jorge Manuel Fernandes Monteiro, militar da Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana (GNR), vítima de atropelamento quando se encontrava em serviço no IC2, no concelho de Alcobaça&#8221;, pode ler-se numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República.</P><br />
<P>O chefe de Estado transmite &#8220;as suas mais sentidas condolências à família do militar&#8221; e associa-se &#8220;à dor de quantos o conheceram&#8221;.</P><br />
<P>Seguro reconheceu o &#8220;sentido de missão no cumprimento do dever&#8221; deste militar e expressou &#8220;a sua solidariedade à GNR neste momento de luto&#8221;.</P><br />
<P>Um militar da Brigada de Trânsito (BT) da GNR foi atropelado mortalmente por um veículo no IC2 na sexta-feira à noite, em Redondas, concelho de Alcobaça, confirmou fonte da instituição.</P><br />
<P>O militar estava a controlar o trânsito junto de um camião que se havia incendiado pouco antes e, cerca das 23:20, foi atropelado por um condutor que não parou no local, mas depois regressou e apresentou-se junto das autoridades, tendo sido detido.</P><br />
<P>O condutor apresentava uma taxa de alcoolemia superior a 1,2 gramas por litro, que é considerado um crime punível com pena de prisão.</P><br />
<P>O caso verificou-se ao quilómetro 88 do IC2, perto da localidade de Redondas, freguesia de Turquel, concelho de Alcobaça e, no momento do acidente, o incêndio já estava extinto.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788259]]></sapo:autor>
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		<title>O próximo vírus pandémico pode já estar a circular. A ciência tenta apanhá-lo antes que seja tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os anos, os cientistas identificam, em média, dois ou três vírus que nunca tinham sido detetados em humanos. A maioria passa praticamente despercebida... mas há exceções]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, os cientistas identificam, em média, dois ou três vírus que nunca tinham sido detetados em humanos. A maioria passa praticamente despercebida, fica enterrada em artigos científicos ou acaba esquecida. Mas há exceções que mudam a história: o VIH-1, identificado em 1983, abriu caminho à pandemia de SIDA; o SARS-CoV-2, detetado em 2020, desencadeou a pandemia da Covid-19.</p>
<p>A pergunta, por isso, é inevitável: quando surgir o próximo vírus desconhecido num doente — algo que pode acontecer nos próximos meses — como perceber se estamos perante uma curiosidade científica ou diante de uma ameaça capaz de provocar uma crise global? Num artigo publicado no &#8216;The Conversation&#8217;, Mark Woolhouse, professor de epidemiologia das doenças infecciosas na Universidade de Edimburgo, explica como a história dos vírus pode ajudar a antecipar esse risco.</p>
<p>As pandemias podem ter várias origens, mas, nas últimas décadas, os maiores alertas têm vindo sobretudo de vírus com genoma de RNA. Já foram identificadas milhares de espécies deste tipo e poderão existir milhões, embora apenas 239 sejam conhecidas por infetar humanos. A equipa de Woolhouse criou recentemente um catálogo para ajudar a perceber quais merecem maior vigilância.</p>
<p>A gravidade da doença é importante, mas não chega para fazer uma pandemia. Para isso, o vírus tem de conseguir passar de pessoa para pessoa — por contacto físico, partículas no ar, sangue, fezes ou através de mosquitos e carraças. Em cerca de dois terços dos vírus analisados, essa transmissão entre humanos é muito improvável. São vírus zoonóticos: chegam às pessoas sobretudo a partir de animais, como acontece com a raiva.</p>
<p>Esse dado pode parecer tranquilizador, mas os vírus evoluem depressa. É por isso que a gripe das aves preocupa tanto os especialistas. Ainda assim, Woolhouse sublinha um ponto relevante: não há exemplo documentado de um vírus de RNA zoonótico que tenha adquirido, depois, capacidade sustentada de transmissão entre humanos. A raiva, apesar de causar dezenas de milhares de infeções humanas por ano, nunca deu esse salto.</p>
<p>O perigo maior está noutro grupo: vírus que já conseguem circular entre pessoas e que podem tornar-se mais transmissíveis. Foi o que aconteceu com várias variantes do SARS-CoV-2. Outros vírus terão seguido esse caminho em tempos mais antigos, como os associados ao sarampo, à papeira, à rubéola, a constipações e a infeções gastrointestinais.</p>
<p>Há ainda vírus capazes de se transmitir entre humanos, mas que até agora provocaram apenas surtos limitados. O motivo está no chamado número R: se cada pessoa infetada transmite o vírus a poucas outras, a cadeia acaba por desaparecer. Mas esse número pode mudar quando o contexto muda. Um vírus antes confinado a aldeias remotas pode ganhar outra dimensão ao chegar a uma cidade. Foi o que aconteceu com o ebolavírus Zaire na África Ocidental, em 2014.</p>
<p>Segundo o investigador, a lista de vírus com potencial para surtos nunca foi muito longa, mas tem sido um bom indicador de futuras emergências de saúde pública. Nela estavam, por exemplo, o ebolavírus Zaire, os vírus chikungunya, zika e oropouche, transmitidos por insetos, e a mpox, causada por um vírus de DNA. Todos acabaram por estar associados a epidemias de grande escala.</p>
<p>Alguns nomes menos conhecidos também começaram a ganhar atenção. É o caso do hantavírus Andes, associado a um surto recente num navio de cruzeiro, ou do ebolavírus Bundibugyo, referido pelo autor como estando a circular na África Central. Nenhum deles tem, segundo Woolhouse, o perfil típico de um vírus capaz de iniciar uma pandemia global. Mas ajudam a lembrar uma fragilidade recorrente: muitas vezes, os vírus já circulam há semanas antes de serem detetados.</p>
<p>A Covid-19 é um exemplo claro desse problema. Em 2019, a equipa de Woolhouse tinha concluído que os vírus altamente transmissíveis tendem a estar próximos de outros vírus que já se espalham entre humanos, embora surjam de forma independente a partir de animais. Foi precisamente esse o perfil do SARS-CoV-2: muito semelhante ao coronavírus original da SARS, mas adquirido separadamente, provavelmente a partir de morcegos, direta ou indiretamente.</p>
<p>Um ano antes da pandemia, a Organização Mundial da Saúde tinha apontado um coronavírus semelhante ao da SARS como possível candidato à chamada “doença X” — o nome usado para designar uma futura ameaça ainda desconhecida. Por isso, quando a Covid-19 surgiu, a comunidade científica percebeu rapidamente que não se tratava de um vírus qualquer: era, em muitos aspetos, exatamente o tipo de ameaça que já se procurava.</p>
<p>O cenário mais preocupante, explica o autor, seria o aparecimento de um novo vírus aparentado com o sarampo. Nesse caso, a combinação entre novidade, elevada transmissibilidade e circulação humana poderia criar uma emergência global potencialmente mais grave do que a Covid-19.</p>
<p>A grande lição é simples: o mundo não precisa apenas de descobrir novos vírus. Precisa de os detetar mais cedo, compreender rapidamente como se transmitem e avaliar se têm capacidade para escapar ao controlo local. Ganhar semanas pode fazer a diferença entre um surto contido e uma pandemia com impacto profundo em vidas, sistemas de saúde e economias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787167]]></sapo:autor>
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		<title>Tour: Tim Merlier vence ao sprint pelo segundo dia consecutivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:43:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ciclista belga Tim Merlier (Soudal Quick-Step) conquistou hoje a segunda vitória consecutiva na 113.ª Volta a França, impondo-se na oitava etapa, em que o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates) manteve as diferenças na liderança da geral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista belga Tim Merlier (Soudal Quick-Step) conquistou hoje a segunda vitória consecutiva na 113.ª Volta a França, impondo-se na oitava etapa, em que o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates) manteve as diferenças na liderança da geral.</P><br />
<P>O corredor de 33 anos &#8216;bisou&#8217; hoje nesta edição do Tour, somando o quinto triunfo em etapas na prova francesa no final dos 180,4 quilómetros entre Périgueux e Bergerac, onde se superiorizou ao eritreu Biniam Girmay (NSN) e ao neerlandês Olav Kooij (Decathlon), que foram, respetivamente, segundo e terceiro com as mesmas 3:52.50 horas.</P><br />
<P>O tetracampeão Tadej Pogacar continua a liderar a geral, com 2.42 minutos de vantagem sobre o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), que é segundo à frente do mexicano Isaac del Toro, o colega do camisola amarela que fecha o pódio a 3.27.</P><br />
<P>No domingo, a nona etapa, que antecede o primeiro dia de descanso, liga Malemort a Ussel ao longo de 185,5 quilómetros acidentados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788258]]></sapo:autor>
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		<title>Bernardo Pires é o novo treinador da equipa de basquetebol do Sporting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O português Bernardo Pires é o novo treinador da equipa de basquetebol do Sporting, sucedendo a Luís Magalhães, anunciou hoje o clube lisboeta, sem anunciar a duração do contrato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português Bernardo Pires é o novo treinador da equipa de basquetebol do Sporting, sucedendo a Luís Magalhães, anunciou hoje o clube lisboeta, sem anunciar a duração do contrato.</P><br />
<P>Natural de Aveiro, Bernardo Pires, de 32 anos, chega a Alvalade depois de sete anos no Imortal, primeiro como treinador da equipa B e depois do conjunto principal do clube de Albufeira.</P><br />
<P>&#8220;Sem dúvida que é o maior desafio da minha carreira, mas sempre que tenho a oportunidade de subir de nível encaro o desafio como um dos maiores da minha carreira. Naturalmente que, desta vez, treinando um dos melhores, se não o melhor clube de Portugal, inevitavelmente a responsabilidade aumenta, até pela massa associativa&#8221;, disse aos canais de comunicação dos &#8216;leões&#8217;.</P><br />
<P>Bernardo Pires, que como jogador passou por Illiabum e Beira-Mar, revelou que o avô era adepto &#8220;fanático&#8221; do Sporting e que chegar ao clube, além dessa ligação familiar, &#8220;é o culminar de um trajeto difícil, de muitas etapas, muitos anos de trabalho, algumas vezes sem retorno&#8221;, assumindo a responsabilidade de suceder a Luís Magalhães.</P><br />
<P>&#8220;Não sinto pressão por substituí-lo, sinto, sim, gratidão. Conheço-o praticamente desde sempre, porque treinou e trabalhou com o meu pai, andou comigo ao colo e foi meu treinador na formação. Por isso, inevitavelmente, acho que mais do que pressão é gratidão e aquilo que desejo é fazer jus àquilo que o Luís sempre fez pelo clube&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788257]]></sapo:autor>
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		<title>E se a chave para travar um Super El Niño fosse&#8230; “branquear” as nuvens: cientistas estudam hipótese polémica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:00:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta passa por injetar pequenas partículas, como sal marinho, na atmosfera para tornar as nuvens mais refletoras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E se fosse possível enfraquecer o El Niño antes de este ganhar força? A ideia parece ficção científica, mas está a ser estudada por investigadores que querem perceber se nuvens artificialmente mais brilhantes sobre o Pacífico poderiam reduzir alguns dos efeitos mais extremos deste fenómeno climático.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, a proposta passa por injetar pequenas partículas, como sal marinho, na atmosfera para tornar as nuvens mais refletoras. Na prática, essas nuvens funcionariam como uma espécie de protetor solar natural, devolvendo mais radiação para o espaço e reduzindo o aquecimento que chega às camadas inferiores da atmosfera.</p>
<p>A técnica chama-se “branqueamento de nuvens marinhas” e integra o campo mais amplo da geoengenharia solar. Um estudo publicado na revista &#8216;Science Advances&#8217; analisou precisamente se uma intervenção deste tipo, aplicada de forma localizada no Pacífico, poderia enfraquecer episódios fortes de El Niño. Os autores concluem, com base em simulações, que o método poderia reduzir a intensidade de alguns eventos extremos, embora sublinhem que os riscos e incertezas continuam elevados.</p>
<p>O El Niño é a fase quente de um ciclo climático natural do Pacífico tropical. Quando se intensifica, pode alterar padrões de chuva, vento e temperatura em várias partes do mundo, aumentando o risco de cheias, ondas de calor, secas, incêndios e perdas económicas. A fase oposta, La Niña, está associada ao arrefecimento das águas superficiais no Pacífico central e oriental.</p>
<p>A proposta em estudo não seria espalhar partículas pelo planeta inteiro, mas atuar numa zona específica do oceano, no momento certo. Segundo a Universidade da Califórnia em San Diego, uma intervenção deste tipo, feita antes de um Super El Niño, poderia aumentar em mais de 40% os efeitos de arrefecimento e secura associados a um padrão semelhante ao da La Niña.</p>
<p>A inspiração veio de um episódio real. Os grandes incêndios que atingiram a Austrália em 2019 e 2020 lançaram enormes quantidades de fumo na atmosfera. Estudos anteriores indicaram que essas partículas alteraram nuvens no sudeste do Pacífico e podem ter contribuído para padrões atmosféricos semelhantes aos da La Niña. Os investigadores usaram esse “experimento natural” como ponto de partida para simular o que aconteceria se algo parecido fosse feito deliberadamente com partículas marinhas.</p>
<p>Nas simulações, os cientistas analisaram o que teria acontecido se o branqueamento de nuvens tivesse sido aplicado antes dos episódios fortes de El Niño de 1997 e 2015. O resultado sugeriu que a intervenção poderia ter suavizado o aquecimento no Pacífico equatorial, com maior efeito quanto mais cedo fosse iniciada.</p>
<p>A grande vantagem teórica desta abordagem é que seria temporária e direcionada. Em vez de usar geoengenharia para arrefecer o planeta durante décadas, a técnica poderia ser aplicada apenas para reduzir os picos de variabilidade climática natural. Jessica Wan, autora principal do estudo, defende que essa possibilidade poderia oferecer alguns benefícios da geoengenharia sem exigir uma intervenção permanente.</p>
<p>Mas o tema continua altamente controverso. A maioria dos cientistas continua a defender que a principal forma de reduzir os impactos das alterações climáticas é cortar emissões de gases com efeito de estufa. A geoengenharia, por outro lado, levanta dúvidas sobre efeitos secundários, alterações nos regimes de chuva, impacto nos oceanos, governação internacional e responsabilidade caso uma intervenção beneficie umas regiões e prejudique outras.</p>
<p>Os próprios investigadores reconhecem que um teste real em grande escala seria arriscado. Outras técnicas de geoengenharia, como a injeção de aerossóis na estratosfera, têm sido associadas em estudos a possíveis perturbações nos padrões globais de monções e noutras dinâmicas climáticas. É por isso que a hipótese de “mexer” nas nuvens do Pacífico é vista menos como solução pronta a usar e mais como uma pergunta científica difícil: até que ponto se pode intervir num sistema climático sem criar novos problemas?</p>
<p>Ainda assim, a possibilidade está a ganhar atenção porque os custos de um Super El Niño podem ser enormes. Entre cheias, incêndios, falhas agrícolas, calor extremo e danos em infraestruturas, estes episódios podem ter impacto económico de larga escala. A promessa do branqueamento de nuvens seria reduzir parte dessa violência climática antes de ela se espalhar pelo planeta.</p>
<p>Para já, a ideia continua no domínio das simulações. Não há indicação de que uma intervenção deste tipo esteja prestes a ser aplicada ao atual El Niño. Mas o estudo mostra como a crise climática está a empurrar a ciência para territórios antes impensáveis: não apenas prever o tempo ou adaptar cidades, mas estudar formas de alterar temporariamente o comportamento de um dos grandes motores climáticos da Terra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787756]]></sapo:autor>
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		<title>Espanhol Marc Marquez vence corrida sprint de MotoGP na Alemanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O espanhol Marc Marquez (Ducati) venceu hoje a corrida sprint do Grande Prémio da Alemanha de MotoGP, 11.ª prova da temporada, que decorre este fim de semana em Sachsenring.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O espanhol Marc Marquez (Ducati) venceu hoje a corrida sprint do Grande Prémio da Alemanha de MotoGP, 11.ª prova da temporada, que decorre este fim de semana em Sachsenring.</P><br />
<P>Saindo da &#8216;pole-position&#8217;, o campeão do mundo em título liderou a corrida de início ao fim, superando, a exemplo do que sucedeu na qualificação, o seu irmão mais novo, Alex Marquez (Ducati-Gresini), e o italiano Fabio Di Giannantonio (Ducati-VR46).</P><br />
<P>O japonês Ai Ogura (Aprilia-Trackhouse) foi quarto, à frente do seu companheiro de equipa, o espanhol Raul Fernandez, e do atual líder do campeonato, o também espanhol Jorge Martin (Aprilia).</P><br />
<P>&#8220;O Alex forçou bastante e esteve muito próximo nas últimas voltas. Mas consegui manter um ritmo constante e acho que foi o que me permitiu vencer. Vamos ver se consigo reeditar amanhã (domingo) no Grande Prémio&#8221;, afirmou o septuplo campeão do mundo de MotoGP.</P><br />
<P>Também conhecido como &#8220;The King of the Ring&#8221; (o Rei de [Sachsen]Ring&#8221;, Marc Marquez confirmou ser intratável no circuito germânico, onde, no domingo, tentará alcançar um 13.º triunfo, o 10.º em MotoGP, que lhe permitiria igualar dois recordes detidos pelo italiano Giacomo Agostini, recordista atual, com 13 triunfos no mesmo circuito, sendo que 10 em MotoGP.</P><br />
<P>No campeonato, Marquez, que conquistou a 19.ª vitória em corridas sprint, um recorde, ganhou 12 pontos e recuperou oito para o líder Jorge Martin, que conta agora com apenas 32 pontos de vantagem.</P><br />
<P></P><br />
<P>VR // VR</P><br />
<P>Lusa/(fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788256]]></sapo:autor>
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		<title>CIM do Cávado vai assegurar autocarro entre Viana do Castelo, Esposende e Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comunidade Intermunicipal do Cávado anunciou hoje que assegurará a ligação de autocarro entre Viana do Castelo, Esposende e Porto, após a Auto Viação do Minho deixar de fazer um serviço que ligava o Alto Minho ao Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comunidade Intermunicipal do Cávado anunciou hoje que assegurará a ligação de autocarro entre Viana do Castelo, Esposende e Porto, após a Auto Viação do Minho deixar de fazer um serviço que ligava o Alto Minho ao Porto.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência da decisão da AV Minho de cessar a exploração do serviço expresso que ligava Melgaço ao Porto e Ponte de Lima [distrito de Viana do Castelo] ao Porto, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado vai assegurar a ligação entre Viana do Castelo, Esposende e o Porto através de uma carreira regular de transporte público&#8221;, pode ler-se num comunicado enviado hoje às redações.</P><br />
<P>Segundo a CIM do Cávado, &#8220;o serviço expresso agora descontinuado encontrava-se consolidado e era utilizado diariamente por numerosos passageiros provenientes de Melgaço, Ponte de Lima, Viana do Castelo e Esposende, constituindo uma importante ligação ao Hospital de São João, ao IPO do Porto e ao Terminal Intermodal da Asprela&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Perante esta decisão, foram promovidos contactos institucionais entre a CIM Cávado, a Área Metropolitana do Porto (AMP) e a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, com o objetivo de encontrar uma solução que permitisse assegurar a continuidade do serviço&#8221;, refere a entidade no comunicado.</P><br />
<P>Porém, &#8220;não tendo sido possível concretizar uma resposta para a totalidade do percurso anteriormente assegurado pela AV Minho, a CIM Cávado decidiu avançar, no âmbito das suas competências, com uma solução que garante a continuidade da ligação entre Viana do Castelo, Esposende e o Porto&#8221;.</P><br />
<P>Assim, &#8220;numa primeira fase, até ao final do mês de julho, será implementada uma Imposição de Serviço Público (ISP), assegurando uma carreira regular com três circulações diárias entre Viana do Castelo e o Porto, com paragem em Esposende&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Serão mantidos os horários, as paragens e os tarifários atualmente praticados nesta ligação, com os bilhetes de &#8220;2 euros para viagens com origem ou destino em Esposende e de 3,90 euros para viagens com origem ou destino em Viana do Castelo, mantendo-se os tarifários atualmente praticados&#8221;.</P><br />
<P>Já a partir de 01 de agosto, &#8220;entrará em vigor a tabela tarifária da CIM Cávado aplicável a esta carreira, bem como os passes mensais nas modalidades social e Passe Gratuito Jovem&#8221;, sendo que &#8220;os passes poderão ser solicitados pelos passageiros nas bilheteiras durante a última semana de julho&#8221;.</P><br />
<P>Com esta medida, &#8220;todos os jovens abrangidos pelo Passe Gratuito Jovem poderão viajar gratuitamente entre Viana do Castelo, Esposende e o Porto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Numa fase posterior, a carreira será integrada no Contrato de Concessão de Serviço Público de Transporte de Passageiros do Cávado em vigor, processo que dependerá da validação da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) e do visto do Tribunal de Contas&#8221;, esclarece a CIM do Cávado, com sede em Braga.</P><br />
<P> A empresa de transportes Auto Viação do Minho (AV Minho) avisou no seu &#8216;site&#8217; que iria suprimir a partir de 03 de julho duas ligações expresso entre os concelhos de Melgaço e Ponte de Lima e a cidade do Porto.</P><br />
<P> À Lusa, Luiz Costa, responsável pela AV Minho, explicou que a supressão do serviço se prende pela &#8220;falta de rentabilidade do serviço&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM), António Barbosa, apontou a questões legais para não subsidiar a Auto Viação do Minho para fazer o serviço.</P><br />
<P>&#8220;Esta é uma linha concessionada pelo Estado, o que significa que a CIM não é autoridade de transporte e, ao não o ser, não pode subsidiar qualquer situação deste género&#8221;, respondeu António Barbosa à Lusa em 02 de julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788255]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carneiro exige explicações a Montenegro sobre exames e admite Comissão de Inquérito</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-exige-explicacoes-a-montenegro-sobre-exames-e-admite-comissao-de-inquerito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 14:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS exigiu hoje explicações sobre os exames nacionais a Luís Montenegro, que considerou "estar a trabalhar para ser um dos piores primeiros-ministros desde o 25 de Abril", admitindo uma Comissão Parlamentar de Inquérito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Vieira do Minho, Braga, 11 jul 2026 (Lusa) &#8212; O secretário-geral do PS exigiu hoje explicações sobre os exames nacionais a Luís Montenegro, que considerou &#8220;estar a trabalhar para ser um dos piores primeiros-ministros desde o 25 de Abril&#8221;, admitindo uma Comissão Parlamentar de Inquérito.</P><br />
<P>&#8220;Quero neste momento pedir responsabilidades ao primeiro-ministro. O primeiro-ministro não pode continuar a desvalorizar aquilo que é um assunto muito grave para milhares de pessoas. Neste momento, há professores de Matemática que recebem provas de Português, professores de Português que recebem provas de Matemática. E ontem mesmo tivemos conhecimento de que foram dadas instruções aos classificadores para que mesmo que as provas não estejam completas elas sejam classificadas. Isto significa uma fraude ao processo de avaliação&#8221;, denunciou José Luís Carneiro.</P><br />
<P>À chegada a Vieira do Minho, distrito de Braga, para participar no XXII Congresso Federativo do partido, o líder do PS foi também questionado pelos jornalistas sobre a medida hoje anunciada pelo PSD de que os professores vão receber horas extraordinárias como &#8220;reconhecimento pelo esforço extraordinário&#8221; na correção dos exames.</P><br />
<P>&#8220;Estou a chamar o primeiro-ministro para explicar como é que vai garantir a fiabilidade do processo. Os professores não estão à venda. Como é que vai garantir a fiabilidade e a confiabilidade deste processo. Porque o que se passa é demasiadamente grave e todos os portugueses têm de ter consciência disto. Lamentavelmente o primeiro-ministro mostra, mais uma vez, insensibilidade&#8221;, defendeu o secretário-geral do PS.</P><br />
<P>O processo da correção dos exames nacionais tem estado envolto em polémica e denúncias de falhas do sistema informático e já levou o Governo a mexer no calendário e adiar as datas de afixação das notas e da segunda fase.</P><br />
<P>Caso falhem ou faltem as explicações de Luís Montenegro sobre este processo, Carneiro abre a porta à realização de uma Comissão Parlamentar de Inquérito.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos deixar de parte a hipótese de uma Comissão de Inquérito, porque as circunstâncias são demasiadamente graves, particularmente para milhares de famílias, milhares de alunos, que andaram doze anos a preparar as suas candidaturas e o seu futuro percurso profissional&#8221;, revelou o líder socialista.</P><br />
<P>José Luís Carneiro lembrou que Luís Montenegro esteve no Mundial de futebol &#8220;quando o país estava em situação de alerta, ou seja, quando a vida das pessoas está em risco&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro regressa do [Mundial de] futebol e temos as famílias a viver momentos de profunda angústia, e vemo-lo a responder a uma matéria desta natureza num festival de música. Mostra tudo sobre a insensibilidade de alguém que, do meu ponto de vista, está a trabalhar para ser um dos piores primeiros-ministros desde o 25 de Abril até hoje&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O secretário-geral do PS exigiu ao primeiro-ministro &#8220;que meta a mão na consciência para ter consciência do que se está a passar com as famílias, com os professores, com as escolas e com os diretores das escolas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Do que estamos a falar é de um assunto de uma grande gravidade para milhares e milhares de professores, de pais e de alunos. E o meu dever, como pai, é mesmo de me concentrar, neste momento, naquilo que diz respeito à vida de milhares e milhares de alunos e de professores deste país&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O Governo prometeu apresentar a 17 de julho as classificações dos alunos, mas, garante José Luís Carneiro, que &#8220;ficarão muitos assuntos por resolver, nomeadamente a viabilidade das candidaturas de muitos alunos ao ensino superior&#8221;.</P><br />
<P>O líder do PS entende que existe &#8220;uma crise de confiabilidade no modelo de avaliação e na classificação que foi feita pelo Governo e do falhanço que resulta&#8221; da sua atuação, acusando o executivo liderado por Luís Montenegro de estar &#8220;a varrer o lixo para debaixo do tapete&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque mesmo que no dia 17 sejam apresentadas as classificações dos alunos, do que estamos a falar é da possibilidade, muito forte, de haver milhares de alunos a pedir revisão de provas. Agora imaginem que pedem a revisão das provas e não aparecem as folhas todas dos exames. Têm consciência da gravidade do que se está aqui a passar?&#8221;, questionou.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 110 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[(CORREÇÃO)Lisboa, 11 jul 2026 (Lusa) - O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 110 e há 55 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(CORREÇÃO)Lisboa, 11 jul 2026 (Lusa) &#8211; O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 110 e há 55 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). </P><br />
<P>Entre os 110 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 94 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 20 crianças e 90 adultos, indicou o MNE. </P><br />
<P>O anterior balanço contabilizava 107 portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis. </P><br />
<P>No total, o número de mortos subiu hoje para 4.118, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano. </P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. </P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.  </P><br />
<P>(CORRIGE O NÚMERO TOTAL DE MORTOS QUE É DE 4.118 E NÃO 4.228) </P></p>
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