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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: Teerão afasta qualquer acordo após Trump rejeitar proposta iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 22:14:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo iraniano rejeitou hoje a possibilidade de alterar as suas propostas para um fim duradouro da guerra, que o Presidente norte-americano Donald Trump considerou inúteis, mantendo-se assim o impasse diplomático no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo iraniano rejeitou hoje a possibilidade de alterar as suas propostas para um fim duradouro da guerra, que o Presidente norte-americano Donald Trump considerou inúteis, mantendo-se assim o impasse diplomático no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Não há alternativa senão aceitar os direitos do povo iraniano, tal como estabelecidos na proposta de 14 pontos. Qualquer outra abordagem seria infrutífera&#8221;, sublinhou o principal negociador da República Islâmica, Mohammad Bagher Ghalibaf, na rede social X, mais de um mês após o estabelecimento de uma trégua precária.</P><br />
<P>O também presidente do Parlamento desafiou os negociadores norte-americanos, afirmando que &#8220;quanto mais protelarem, mais os contribuintes norte-americanos pagarão&#8221;, numa altura em que os preços do petróleo se mantêm em níveis persistentemente elevados.</P><br />
<P>As declarações de Ghalibaf soam como uma resposta a Donald Trump, que no dia anterior tinha rejeitado as propostas iranianas e comparado o cessar-fogo em vigor desde 08 de abril a um paciente &#8220;em estado crítico&#8221;, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>O conteúdo da proposta inicial norte-americana não foi divulgado, mas segundo alguns meios de comunicação social, o documento contém um memorando de entendimento para pôr fim aos combates, que já causaram milhares de mortos desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, e para estabelecer uma estrutura para as negociações sobre a questão nuclear iraniana.</P><br />
<P>Na sua resposta, o Irão exige o fim imediato das hostilidades na região, incluindo no Líbano, onde os ataques israelitas e do Hezbollah pró-iraniano continuam apesar de mais um cessar-fogo.</P><br />
<P>Teerão exige ainda o levantamento do bloqueio naval norte-americano aos seus portos e o desbloqueio dos ativos iranianos detidos no estrangeiro, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>Do lado norte-americano, Donald Trump acenou com a ameaça de retomar a sua operação para impedir a passagem de navios pelo estreito de Ormuz, que está bloqueado pelo Irão.</P><br />
<P>A quase paralisia do estreito de Ormuz, estratégico para o comércio global de hidrocarbonetos, impulsionou hoje os preços do petróleo novamente, que atingiram quase 108 dólares por barril de petróleo Brent por volta das 20:00 (hora de Lisboa).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761979]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ataques israelitas no sul do Líbano fazem 13 mortos &#8212; Ministério da Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:57:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 13 pessoas morreram hoje em ataques israelitas que atingiram três localidades no sul do Líbano, incluindo um soldado e dois paramédicos, adiantou o Ministério da Saúde libanês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 13 pessoas morreram hoje em ataques israelitas que atingiram três localidades no sul do Líbano, incluindo um soldado e dois paramédicos, adiantou o Ministério da Saúde libanês.</P><br />
<P>Um ataque na cidade de Nabatieh matou cinco pessoas, incluindo dois paramédicos da Defesa Civil, e feriu outras duas, enquanto outro ataque na cidade de Jebchit matou quatro pessoas, &#8220;incluindo um soldado e um cidadão sírio&#8221;.</P><br />
<P>Um terceiro ataque em Bint Jbeil matou &#8220;quatro civis, incluindo uma criança e uma mulher, e feriu outros 12, incluindo uma mulher&#8221;, indicou o ministério em comunicado.</P><br />
<P>O Exército libanês tinha anunciado anteriormente, em comunicado, a morte de um soldado num ataque israelita em Jebchit.</P><br />
<P>Os ataques aéreos israelitas no Líbano, desde o cessar-fogo estabelecido em 17 de abril, mataram 380 pessoas, incluindo 22 crianças e 39 mulheres, adiantou o Ministério da Saúde libanês à agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Quase 2.900 pessoas morreram no país desde o início da guerra, em 02 de março, entre o Hezbollah, pró-Irão, e Israel.</P><br />
<P>Novas conversações, destinadas a abrir caminho a negociações de paz, estão agendadas para quinta e sexta-feira em Washington, entre os dois países.</P><br />
<P>Mas o líder do Hezbollah, Naim Qassem, destacou hoje que a questão do desarmamento da sua organização, exigida por Israel, não fazia parte das &#8220;negociações com o inimigo&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761978]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha orientada para a baixa pela inflação e geopolítica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:40:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje orientada no sentido da baixa, arrastada pelos conglomerados tecnológicos e pela ausência de boas notícias sobre inflação e geopolítica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje orientada no sentido da baixa, arrastada pelos conglomerados tecnológicos e pela ausência de boas notícias sobre inflação e geopolítica. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice tecnológico Nasdaq recuou 0,71% e o alargado S&amp;P500 perdeu 0,16%; apenas o seletivo Dow Jones Industrial Average avançou, com um ganho de 0,11%.</P><br />
<P>Os especialistas em semicondutores, produto ligado à inteligência artificial que tem dinamizado o mercado nas semanas recentes, conheceu um dia mau. </P><br />
<P>A Micron recuou 3,61%, a Intel 6,82%, a Broadcom 2,13% e a Qualcomm 11,46%.</P><br />
<P>David Morrison, da Trade Nation, explicou este recuo, &#8220;com um movimento de realização de ganhos depois da sua extraordinária progressão desde o fim de março&#8221;. </P><br />
<P>Com feito, no espaço de mês e meio, a cotação da Intel, tal como a da Micron, mais do que duplicou. </P><br />
<P>Mas Mabrouk Chetouane, responsável pela estratégia de mercado na Natixis IM, considerou, em declarações à AFP, que &#8220;os investidores estão serenos&#8221; e a não ceder a uma nova subida da cotação do petróleo, resultante do impasse diplomático entre EUA e Irão. </P><br />
<P>Os investidores &#8220;foram condicionados pela história a considerarem o risco geopolítico como um acontecimento de curto prazo, que não tem verdadeiro impacto sobre o valor dos ativos&#8221;, disse à AFP, por sua vez, Dave Grecsek, da Aspiriant.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, &#8220;não é surpreendente observar ligeiros reajustamentos face ao contágio deste risco geopolítico&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>O poder iraniano afastou hoje a ideia de alterar as suas propostas para acabar com a guerra, depois de Donald Trump as ter considerado &#8220;boas para o lixo&#8221;.</P><br />
<P>Os investidores têm também de interpretar a forte subida do índice de preços no consumidor, que atingiu 3,8% homólogos em abril, um valor que é o mais alto dos últimos três anos, como foi hoje divulgado. </P><br />
<P>Para Dave Grecsek, os investidores &#8220;estavam bem preparados para uma inflação mais elevada&#8221;, por a subida dos preços da energia não deixarem campo para dúvidas sobre tal aceleração. </P><br />
<P>   </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761975]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Eurovisão: Portugal falha final do concurso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:24:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal falhou hoje a passagem à final do 70.º Festival Eurovisão da Canção, a decorrer na Áustria, algo que aconteceu pela 6.ª vez desde que o concurso passou a incluir semifinais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal falhou hoje a passagem à final do 70.º Festival Eurovisão da Canção, a decorrer na Áustria, algo que aconteceu pela 6.ª vez desde que o concurso passou a incluir semifinais.</P><br />
<P>Na primeira semifinal do concurso foram escolhidos 10 dos 15 países em competição.</P><br />
<P>A realização de duas semifinais, para apurar os países em competição na final, aconteceu pela primeira vez em 2008 e, desde então, Portugal tinha falhado cinco vezes a passagem: em 2011, 2012, 2014, 2015 e 2019.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761974]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Media que relatem sucessos militares de Teerão são &#8220;traidores&#8221;- Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:24:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que os media que relatam sucessos militares do Irão no conflito contra os Estados Unidos são "praticamente traidores" que "incentivam o inimigo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que os media que relatam sucessos militares do Irão no conflito contra os Estados Unidos são &#8220;praticamente traidores&#8221; que &#8220;incentivam o inimigo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Quando as &#8216;notícias falsas&#8217; (imprensa) dizem que o inimigo iraniano está a sair-se bem militarmente contra nós, isso é praticamente TRAIÇÃO, pois é uma afirmação tão falsa e até absurda&#8221;, publicou Trump na plataforma Truth Social.  </P><br />
<P>&#8220;Estão a ajudar e a incentivar o inimigo! Tudo o que fazem é dar ao Irão uma falsa esperança onde não deveria haver nenhuma. Estes são cobardes americanos que torcem contra o nosso país&#8221;, adiantou o Presidente norte-americano, reiterando que a Marinha, a Força Aérea e os líderes iranianos foram eliminados no conflito e que a economia está em colapso. </P><br />
<P>Desde o início da ofensiva israelo-americana, iniciada em 28 de fevereiro, o Irão mantém sob ameaça militar o estreito de Ormuz, por onde passavam cerca de 20% dos hidrocarbonetos mundiais antes da guerra, fazendo disparar os preços internacionais. </P><br />
<P>Depois do fracasso da única ronda negocial formal, em Islamabad (Paquistão) em 11 de abril, os Estados Unidos impuseram pelo seu lado um bloqueio naval aos portos iranianos, como uma tentativa de asfixiar a economia da República Islâmica. </P><br />
<P>Trump disse hoje que não tem pressa em chegar a um entendimento que não vá ao encontro dos objetivos da guerra, argumentando que o bloqueio naval das costas e portos iranianos lhes dá vantagem no diálogo.  </P><br />
<P>O cessar-fogo em vigor com o Irão desde 08 de abril encontra-se no seu ponto mais frágil, depois de o líder norte-americano ter classificado a resposta de Teerão à proposta de paz de Washington como &#8220;totalmente inaceitável&#8221;. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761973]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PS diz que não será pelo partido que se fará uma revisão constitucional agora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 20:28:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS recusou hoje que a revisão constitucional seja uma prioridade e disse que não será pelos socialistas que esta se fará agora, mostrando agrado pelo PSD se escusar a avançar com um projeto no processo desencadeado pelo Chega.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS recusou hoje que a revisão constitucional seja uma prioridade e disse que não será pelos socialistas que esta se fará agora, mostrando agrado pelo PSD se escusar a avançar com um projeto no processo desencadeado pelo Chega.</P><br />
<P>Segundo fonte do Secretariado Nacional do PS adiantou à Lusa, estas foram as posições defendidas por este órgão do partido, que está hoje reunido na sede socialista, em Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Não será pelo PS que se fará uma revisão constitucional agora&#8221;, referiu a mesma fonte.</P><br />
<P>O PS regista ainda &#8220;com agrado a posição que o PSD hoje transmitiu por um alto responsável do seu grupo parlamentar&#8221;.</P><br />
<P>Para os socialistas &#8220;a revisão constitucional não é efetivamente uma prioridade&#8221;, ficando implícito que o partido não deverá apresentar um projeto nesta fase.</P><br />
<P>&#8220;Os portugueses não pedem uma revisão constitucional, pedem soluções para o custo de vida, para a habitação, para a saúde para os salários e rendimentos&#8221;, defendeu a mesma fonte do Secretariado Nacional do PS.</P><br />
<P>O vice-presidente da bancada do PSD António Rodrigues afirmou hoje na TSF que o partido não entregará qualquer projeto de revisão constitucional no processo desencadeado pelo Chega e inviabilizará as propostas deste partido.</P><br />
<P>Em declarações ao programa da rádio TSF &#8220;Na Ordem do Dia&#8221;, o dirigente social-democrata foi questionado sobre o processo desencadeado na semana passada pelo Chega e se é claro que, nos próximos 30 dias (como obriga a Constituição), os sociais-democratas não irão apresentar nenhuma proposta de alteração à Constituição.</P><br />
<P>&#8220;É claro e é óbvio. Nós desde o início desta legislatura que afirmámos que, a fazermos uma aproximação à questão da revisão constitucional, apenas a faríamos na segunda metade da legislatura&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na quinta-feira, data em que o Chega entregou o seu projeto, o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, tinha recordado que os sociais-democratas entendem que a revisão constitucional só deve acontecer na segunda metade da legislatura, sem responder tão claramente se os sociais-democratas iriam apresentar um projeto nos próximos 30 dias.</P><br />
<P>Minutos antes, o presidente do Chega, na apresentação do seu projeto, tinha afirmado que o PSD tinha abertura para participar no processo de revisão constitucional e o seu partido &#8220;abertura para ser flexível na calendarização dos trabalhos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se apresentámos agora é porque achamos que há condições para uma calendarização conjunta (&#8230;) Espero que haja até final do ano um memorando de entendimento constitucional&#8221;, disse então Ventura.</P><br />
<P>Sobre a forma prática como poderia fazer essa concertação, o líder do Chega admitiu uma figura como &#8220;uma suspensão extraordinária dos trabalhos&#8221; aprovada em plenário por PSD e Chega.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JF (SMA/FM) // RBF</P><br />
<P>Lusa/fim</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761972]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>País de Gales elege o seu primeiro chefe de governo nacionalista</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pais-de-gales-elege-o-seu-primeiro-chefe-de-governo-nacionalista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 20:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do partido nacionalista galês Plaid Cymru, Rhun ap Iorwerth, foi hoje eleito no Parlamento galês em Cardiff (Senedd) como o próximo primeiro-ministro da região britânica, tornando-se o primeiro chefe de governo nacionalista galês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do partido nacionalista galês Plaid Cymru, Rhun ap Iorwerth, foi hoje eleito no Parlamento galês em Cardiff (Senedd) como o próximo primeiro-ministro da região britânica, tornando-se o primeiro chefe de governo nacionalista galês.</P><br />
<P>Ap Iorwerth obteve a maioria dos votos na Câmara dos Comuns galesa, com o apoio de todos os 43 membros do seu partido e de dois membros do Partido Verde (Green Party, em inglês), pondo assim fim a quase um século de governo trabalhista no País de Gales após a sua retumbante vitória nas eleições regionais realizadas em 07 de maio.</P><br />
<P>Os nove deputados trabalhistas abstiveram-se na votação, que favoreceu a eleição de Ap Iorwerth, em comparação com os 34 votos obtidos por Dan Thomas, candidato do partido populista de direita Reform UK, e os sete votos para Darren Millar, dos conservadores.</P><br />
<P>O líder do Plaid Cymru destacou que servir como primeiro-ministro do País de Gales é o &#8220;maior privilégio&#8221; da sua vida e prestou homenagem à resiliência da sua antecessora, Eluned Morgan, do Partido Trabalhista, que liderava a região desde agosto de 2014 e renunciou à liderança do Partido Trabalhista galês na quinta-feira, depois de perder o seu lugar no parlamento nas eleições regionais.</P><br />
<P>Após a eleição, Ap Iorwerth afirmou que o País de Gales estava a viver um &#8220;momento histórico&#8221; e prometeu liderar um governo &#8220;sem preconceitos ou presunções&#8221; que não imporia limites ao que a nação pode alcançar.</P><br />
<P>O Plaid Cymru surgiu como a principal força política da região na sexta-feira, quando foram divulgados os resultados completos das eleições regionais, depois de conquistar mais de 35% dos votos e garantir 43 lugares no Parlamento galês, apenas menos seis do que os 49 necessários para a maioria absoluta.</P><br />
<P>O Reform UK ficou em segundo lugar com 34 lugares, seguido pelo Partido Trabalhista com 9, os conservadores têm 7 lugares, o Partido Verde 2 e os liberais democratas 1.</P><br />
<P>Com a nomeação de Ap Iorweth para o governo galês, três das quatro regiões britânicas serão lideradas por partidos pró-independência, dada a esperada recondução do nacionalista John Swinney como primeiro-ministro da Escócia, e com Michelle O&#8217;Neill, do partido de esquerda Sinn Féin, a liderar o governo da Irlanda do Norte desde 2024.</P><br />
<P>Embora Plaid Cymru não esconda as suas aspirações de independência a longo prazo, Ap Iorweth afastou a possibilidade de um referendo sobre a independência do País de Gales nesta nova legislatura, ciente de que a opinião pública galesa não apoia a independência, de acordo com todas as sondagens.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761971]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo do Brasil recebe com &#8220;surpresa&#8221; veto da UE e diz que tentará reverter decisão sobre importação de carnes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:57:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro afirmou hoje ter recebido com "surpresa" a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para consumo humano ao bloco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro afirmou hoje ter recebido com &#8220;surpresa&#8221; a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para consumo humano ao bloco.</P><br />
<P>Em nota conjunta, os ministérios da Agricultura e Pecuária, das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços disseram que vão adotar &#8220;todas as medidas necessárias&#8221; para reverter a decisão e garantir o fluxo das exportações ao mercado europeu.</P><br />
<P>A decisão foi aprovada nesta terça-feira pelo Comité Permanente para Plantas, Animais, Alimentos e Ração da Comissão Europeia e passa a valer em 3 de setembro deste ano.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Europeia, o Brasil foi excluído da lista por não cumprir exigências relacionadas ao uso de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais destinados à exportação para o mercado europeu.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão confirma que o Brasil não está incluído na lista&#8221;, declarou à Lusa a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova.</P><br />
<P>Conforme a porta-voz, o Brasil deixará de poder exportar para a UE animais vivos destinados à produção de alimentos e produtos derivados, incluindo bovinos, equinos, aves, ovos, produtos de aquicultura, mel e invólucros.</P><br />
<P>Eva Hrncirova afirmou que a legislação europeia proíbe o uso de antimicrobianos para promover crescimento ou aumentar rendimento na pecuária, além da utilização em animais de medicamentos reservados para infeções humanas.</P><br />
<P>A Comissão Europeia informou ainda que poderá retomar as autorizações de exportação &#8220;assim que a conformidade for demonstrada&#8221; pelas autoridades brasileiras.</P><br />
<P>Em nota, o Governo brasileiro afirmou que as exportações seguem normalmente até a entrada em vigor da medida e destacou que exporta produtos de origem animal para a mercado europeu há 40 anos.</P><br />
<P>&#8220;Detentor de um sistema sanitário robusto e de qualidade internacional reconhecida, o Brasil é o maior exportador do mundo de proteínas de origem animal e o principal fornecedor de produtos agrícolas ao mercado europeu&#8221;, informa nota do Governo brasileiro. .</P><br />
<P>A lista atualizada da UE incluiu 21 novos países e autorizou outros cinco a exportarem mercadorias adicionais ao bloco, enquanto Argentina, Paraguai e Uruguai permaneceram entre os países autorizados.</P><br />
<P>Embaixador do Brasil junto da União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, tem reunião marcada para quarta-feira com autoridades sanitárias europeias para pedir esclarecimentos sobre a decisão, confirmou o Governo brasileiro.</P><br />
<P>Mais cedo, durante conferência com a imprensa internacional, o diplomata declarou que faltou um diálogo &#8220;mais fluido&#8221; por parte da União Europeia (UE).</P><br />
<P>&#8220;Recebo essa notícia como uma surpresa. Eu gostaria que o diálogo com o bloco europeu tivesse sido mais frequente e mais fluído (&#8230;) não é uma boa notícia e esperamos reverter isso&#8221;, lamentou poucas horas após saber da decisão da UE. </P><br />
<P>Segundo o embaixador, a questão não estaria diretamente relacionada ao uso de antibióticos, mas à necessidade de o Brasil apresentar provas de que possui sistemas de segregação e controlo na produção destinada ao mercado europeu.</P><br />
<P>Questionado sobre se exigências sanitárias europeias poderiam funcionar como barreiras protecionistas contra produtos brasileiros, Costa e Silva disse que medidas sanitárias e fitossanitárias &#8220;são legítimas&#8221; e fazem parte do direito de todos os países.</P><br />
<P>O embaixador criticou, no entanto, o que chamou de &#8220;narrativa&#8221; de agricultores europeus e de alguns países-membros da UE de que o Brasil não cumpre padrões sanitários e ambientais exigidos pelo bloco europeu.</P><br />
<P>Se o Brasil está no mercado europeu e se o país é o maior fornecedor do mercado europeu de produtos agropecuários, &#8220;é porque nós cumprimos e temos qualidade&#8221;, disse na ocasião. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761970]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guiné-Bissau: PAIGC reafirma intenção de realizar congresso no segundo semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:42:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Permanente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) reafirmou hoje o propósito de organizar o XI congresso para a escolha da nova direção no segundo semestre deste ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Permanente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) reafirmou hoje o propósito de organizar o XI congresso para a escolha da nova direção no segundo semestre deste ano.</P><br />
<P>Aquele órgão do histórico partido da libertação da Guiné-Bissau já tinha recomendado a fixação da data &#8220;entre os finais de junho e princípios de julho de 2026&#8221; e reafirmou a pretensão numa reunião online realizada hoje.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado na página oficial do PAIGC, a Comissão Permanente reitera &#8220;o propósito de organizar o XI Congresso do Partido no segundo semestre de 2026&#8221; e decidiu criar e instruir uma Comissão Nacional Preparatória para dar início aos trabalhos de preparação.</P><br />
<P>A tomada de posição surge depois do cancelamento de um congresso paralelo anunciado para 09 e 10 de maio pela oposição interna à atual direção, constituída por dirigentes que integram o Governo de transição e que se auto-intitulam Grupo de Reflexão para a Renovação e Salvação do PAIGC.</P><br />
<P>O XI Congresso do partido deveria ocorrer em novembro de 2026, mas a direção pretende antecipar a data, depois de os militares que tomaram o poder no golpe de Estado de novembro de 2025 terem anunciado a realização de eleições gerais no país a 06 de dezembro.</P><br />
<P>O golpe de Estado interrompeu o anterior processo eleitoral, presidenciais e legislativas, que decorreram a 23 de novembro de 2025 e no qual o candidato da oposição, Fernando Dias, reclamou vitória na primeira volta sobre o então Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, que se candidatou a um segundo mandato.</P><br />
<P>O PAIGC e o líder, Domingos Simões Pereira, foram afastados das eleições, por decisão judicial, e apoiaram Fernando Dias.</P><br />
<P>Simões Pereira foi detido no golpe militar e, depois de dois meses na cadeia, encontra-se em prisão domiciliária.</P><br />
<P>A Comissão Permanente do PAIGC, reitera, no comunicado divulgado hoje, &#8220;a exigência de libertação plena e incondicional do presidente do partido, camarada Domingos Simões Pereira&#8221;, argumentando que o mesmo &#8220;se encontra sequestrado há seis meses, com restrições abusivas da sua liberdade&#8221;.</P><br />
<P>Exige ainda &#8220;a reabertura da sede nacional do PAIGC e de todas as sedes regionais para que o partido possa retomar plenamente o exercício das suas atividades políticas&#8221;.</P><br />
<P>O PAIGC acusa e condena as autoridades por alegadas &#8220;violações sistemáticas dos direitos e das liberdades dos dirigentes políticos não alinhados&#8221; com o regime e reclama &#8220;o fim da impunidade aos responsáveis por esses atos&#8221;.</P><br />
<P>A Comissão Permanente do PAIGC insiste, também, &#8220;na conclusão, o mais rapidamente possível, da investigação ao assassinato do cidadão e ativista Vigário Luís Balanta&#8221; e na apresentação &#8220;à justiça dos executores e mandantes do hediondo crime&#8221;.</P><br />
<P>  </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761969]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Municípios do Baixo Alentejo contra reprogramação de fundos europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:39:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os municípios do Baixo Alentejo manifestaram hoje o seu "total desagrado e discordância" com a reprogramação intercalar do programa operacional regional Alentejo 2030, acusando o Governo de ter tomado uma decisão "unilateral, precipitada e inoportuna".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os municípios do Baixo Alentejo manifestaram hoje o seu &#8220;total desagrado e discordância&#8221; com a reprogramação intercalar do programa operacional regional Alentejo 2030, acusando o Governo de ter tomado uma decisão &#8220;unilateral, precipitada e inoportuna&#8221;.</P><br />
<P>Na tomada de posição, enviada hoje à agência Lusa, os 13 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) consideraram que o Governo avançou &#8220;de forma unilateral e sem prévia articulação com as câmaras municipais&#8221; para &#8220;a reprogramação intercalar do programa regional de fundos europeus&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Depois de iniciar o Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial (CDCT) com um relevante atraso de quase um ano e meio, agora, basicamente, o Governo vem impor uma &#8216;mudança das regras a meio do processo&#8217;, causando com esta decisão um enorme constrangimento às autarquias, face às suas expectativas e tudo o que tinham planeado&#8221;, disse à Lusa o presidente do conselho intermunicipal da CIMBAL, António José Brito.</P><br />
<P>Em causa está, segundo o também presidente do Município de Castro Verde, a decisão do Governo de &#8220;impor cortes de financiamento em áreas fundamentais&#8221;, como &#8220;educação, equipamentos sociais e de saúde ou projetos de requalificação urbana&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma &#8216;reviravolta&#8217; totalmente incompreensível e inoportuna&#8221;, disse o autarca, indicando ser &#8220;nas prioridades referidas que os municípios mais apostam e onde têm procedimentos em curso e ou com elevada maturidade&#8221;.</P><br />
<P>Na opinião de António José Brito, &#8220;esta alteração vai dificultar, de forma muito relevante, o caminho definido em conjunto pelas câmaras municipais, que previamente planearam e aprovaram na CIMBAL os Investimentos Territoriais Integrados (ITI) até 2030&#8221;.</P><br />
<P>Na tomada de posição, a comunidade intermunicipal vincou que &#8220;as novas prioridades&#8221; definidas no âmbito do Alentejo 2030, &#8220;como a habitação, por exemplo, ainda carecem de detalhe, subsistindo várias dúvidas ao nível das elegibilidades, o que dificilmente poderá contribuir para valores significativos de execução até outubro de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Tudo isto levou os presidentes de câmara do Baixo Alentejo a lamentar &#8220;que se esteja a trocar o caminho certo e planeado por uma solução incerta&#8221; e um rumo &#8220;bastante indefinido e que não reflete a vontade dos municípios&#8221;, pode ler-se no documento.</P><br />
<P>O programa regional Alentejo 2030 e as quatro comunidades intermunicipais da região e a da Lezíria do Tejo assinaram, em março de 2024, os respetivos CDCT, num total de 440,9 milhões de euros.</P><br />
<P>A verba, indicou, na altura, o então presidente da CCDR do Alentejo, António Ceia da Silva, seria para aplicar em projetos que &#8220;vão desde o empreendimento, a área da requalificação urbana, a área do ambiente, [&#8230;] do circuito urbano da água, os resíduos, a área do património, da cultura, do turismo&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com os dados então divulgados pela CCDR, dos praticamente 441 milhões de euros, cabem 90 milhões à do Baixo Alentejo.</P><br />
<P>Em 28 de abril, também a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), que abrange os 14 municípios do distrito de Évora, já se manifestou contra a proposta de reprogramação do Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Alentejo Central.</P><br />
<P> </P><br />
<P>CYMP (SM/RRL) // RRL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761968]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Comissão civil israelita denuncia violência sexual &#8220;sistemática&#8221; nos ataques de 7 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:38:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório publicado hoje por uma comissão civil israelita, composta por juristas e especialistas em direito internacional, afirma que no ataque do Hamas a Israel, em 2023, houve atos de violência sexual e de género "sistemáticos e generalizados".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um relatório publicado hoje por uma comissão civil israelita, composta por juristas e especialistas em direito internacional, afirma que no ataque do Hamas a Israel, em 2023, houve atos de violência sexual e de género &#8220;sistemáticos e generalizados&#8221;. </P><br />
<P>Esses atos, de acordo com o mesmo documento, ocorreram tanto durante o ataque, a 07 de outubro de 2023, como no período que lhe seguiu, já com os reféns presos na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>O documento, elaborado pela Comissão Civil sobre os crimes de 07 de outubro cometidos pelo Hamas contra mulheres e crianças, baseia-se na análise de material audiovisual, testemunhos de sobreviventes e familiares, e entrevistas recolhidas ao longo de dois anos de investigação. </P><br />
<P>Segundo a comissão, o trabalho incluiu a revisão de mais de 10.000 imagens e vídeos e a recolha de mais de 430 declarações. </P><br />
<P>O relatório descreve casos de violações, agressões sexuais, nudez forçada, humilhações, torturas e mutilações, assinalando que estes factos terão ocorrido em distintos cenários, entre eles casas, estradas, bases militares e a área do festival de música Nova, um dos alvos do massacre levado a cabo pelas milícias de Gaza em Israel. </P><br />
<P>Mas a investigação, também recolhe testemunhos sobre abusos sofridos durante o sequestro e posterior prisão dos reféns israelitas em Gaza. </P><br />
<P>Além disso, o relatório indica que parte do material relacionado com os ataques foi gravado e divulgado nas redes sociais, o que, segundo os investigadores, ampliou &#8220;o impacto psicológico dos factos&#8221; e contribuiu para a &#8220;exposição pública&#8221; de vítimas e familiares. </P><br />
<P>Entre as recomendações, o documento propõe a criação de mecanismos judiciais especializados, a cooperação internacional em matéria de investigação e julgamento, bem como medidas de apoio às vítimas e de regulação do conteúdo violento em plataformas digitais. </P><br />
<P>A investigação foi coordenada pela jurista israelita Cochav Elkayam-Levy e contou com a participação de especialistas em direito internacional, justiça transitória e direitos humanos. </P><br />
<P>O ataque liderado pelo Hamas em outubro de 2023 causou a morte de cerca de 1.200 pessoas e o sequestro de outras 250 na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Nesse mesmo dia, Israel iniciou uma ofensiva militar sobre Gaza que já causou pelo menos 72.742 mortos no enclave palestiniano, o que foi qualificado como &#8220;genocídio&#8221; por uma comissão da ONU. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761967]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PS diz que Montenegro &#8220;tem que atuar&#8221; na saúde e decidir se prescinde ou mantém ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:34:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O PS defendeu hoje que o primeiro-ministro "tem que atuar" no setor da saúde e decidir se demite ou não a ministra, que tem tido "uma gestão errática" e que os socialistas consideram "não ter mais condições para continuar".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS defendeu hoje que o primeiro-ministro &#8220;tem que atuar&#8221; no setor da saúde e decidir se demite ou não a ministra, que tem tido &#8220;uma gestão errática&#8221; e que os socialistas consideram &#8220;não ter mais condições para continuar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;(&#8230;) Mas mais responsável do que a senhora ministra, eu só digo que é o senhor primeiro-ministro. Compete ao senhor primeiro-ministro prescindir da senhora ministra ou não&#8221;, disse Maria Antónia Almeida Santos, em nome do Secretariado Nacional do PS, que está hoje reunido.</P><br />
<P>De acordo com a dirigente do PS é evidente que Ana Paula Martins &#8220;tem tido uma gestão errática&#8221; e &#8220;não tem mais condições para continuar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro tem que atuar, e há dois anos que andamos nisto, e portanto chega, desculpas, é preciso fazer alguma coisa, isto vai continuar a piorar, senão vai ser dramático&#8221;, desafiou, referindo-se a Luís Montenegro.</P><br />
<P>Maria Antónia Almeida Santos considerou que a ministra da Saúde &#8220;não tem conseguido ser competente nesta matéria&#8221;, sublinhando que já passaram dois anos.</P><br />
<P>&#8220;Os números não mentem. A saúde está hoje muito pior em Portugal do que há dois anos, quando o senhor primeiro-ministro tomou posse e dizer o contrário não é sério e é até um insulto à inteligência dos portugueses&#8221;, criticou. </P><br />
<P>A dirigente do PS criticou ainda que Luís Montenegro tenha sido o primeiro-ministro que &#8220;mais promessas fez, mais facilidades prometeu e que trazia planos e medidas que iam resolver o problema da saúde e do acesso dos portugueses à saúde&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Tudo falhou. Infelizmente temos um primeiro-ministro que ignorou, desconsiderou os problemas até estruturais da saúde, como por exemplo a carência de profissionais, o envelhecimento populacional, a maior procura de cuidados que já se anunciava depois de termos vivido a pandemia&#8221;, condenou, considerando avassaladores os indicadores revelados pela Entidade Reguladora da Saúde.</P><br />
<P>Questionada sobre outros temas, como a revisão constitucional e a forma como o PS irá ou não participar no processo desencadeado pelo Chega, Maria Antónia Almeida Santos disse que não queria &#8220;sair deste foco da saúde&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com certeza que o partido há de ter uma posição concertada. Como sabe para essas decisões é preciso reunir órgãos, é preciso saber, mas como eu lhe digo, não é um tema que esteja em cima da mesa agora. Agora eu quero falar da situação da saúde e dos portugueses, não me leva a mal&#8221;, respondeu, perante a insistência dos jornalistas.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761966]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>União Europeia já investiu mais de 700 ME na Guiné-Bissau &#8212; Embaixador</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/uniao-europeia-ja-investiu-mais-de-700-me-na-guine-bissau-embaixador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O embaixador da União Europeia (UE) na Guiné-Bissau, Federico Bianchi, afirmou hoje que a instituição já investiu mais de 700 milhões de euros em programas de desenvolvimento ao longo de 50 anos de relações diplomáticas entre as duas partes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O embaixador da União Europeia (UE) na Guiné-Bissau, Federico Bianchi, afirmou hoje que a instituição já investiu mais de 700 milhões de euros em programas de desenvolvimento ao longo de 50 anos de relações diplomáticas entre as duas partes.</P><br />
<P>A informação foi avançada aos jornalistas por Bianchi, à margem da abertura de um seminário dedicado à análise dos resultados de um estudo comparativo dos resultados de cadeias de valor do caju, da manga, do arroz e da pesca, setores que têm contado com financiamentos da União Europeia na Guiné-Bissau.</P><br />
<P>De acordo com o diplomata europeu, o financiamento da União Europeia tem sido canalizado particularmente para os setores das infraestruturas, educação, saúde e agricultura, mas também para as quatro áreas da economia que envolve diretamente grande parte da população guineense. </P><br />
<P>Federico Bianchi enfatizou que o caju, a manga, o arroz e a pesca representam setores estratégicos para a economia guineense e que a parceria neste último setor constituiu o terceiro acordo mais importante da União Europeia a nível mundial.</P><br />
<P>O último acordo, em vigor, assinado entre a União Europeia e a Guiné-Bissau na área das pescas contempla a entrada de 100 milhões de euros nos cofres do Estado guineense, em cinco anos, uma espécie de compensação pela pesca efetuada por navios europeus no país.</P><br />
<P>Em termos de perspetivas, o diplomata europeu afirmou que o bloco vai continuar a acompanhar a Guiné-Bissau e o povo guineense visando o desenvolvimento.</P><br />
<P>O seminário de dois dias, hoje iniciado, junta, numa unidade hoteleira de Bissau, representantes de instituições públicas, organismos internacionais, organizações de produtores, universidades, centros de pesquisa, organizações da sociedade civil, bem como parceiros técnicos e financeiros.</P><br />
<P>?Sobre o encontro, que também envolve representantes do setor privado guineense, Federico Bianchi destacou que pretende &#8220;garantir a sustentabilidade&#8221; dos projetos financiados pela União Europeia ao abrigo do &#8220;compromisso de apoiar a transformação sustentável&#8221; no país africano.</P><br />
<P>  </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761965]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PCP defende que pacote laboral tem de ser travado já e avisa para &#8220;cambalhotas&#8221; do Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, defendeu hoje que o pacote laboral tem de ser travado já, antes de chegar ao parlamento, e avisou para eventuais mudanças de posição do Chega, a que chamou "partido das cambalhotas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço de áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 12 mai 2026 (Lusa) &#8212; O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, defendeu hoje que o pacote laboral tem de ser travado já, antes de chegar ao parlamento, e avisou para eventuais mudanças de posição do Chega, a que chamou &#8220;partido das cambalhotas&#8221;.</P><br />
<P>Paulo Raimundo, que falava no Largo de São Domingos, em Lisboa, no fim de um desfile do PCP, apelou por isso à adesão à greve geral convocada pela CGTP para 03 de junho: &#8220;Todos à greve geral, mais um empurrão e o pacote vai ao chão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não é tempo de ficar à espera de nada, desde logo daquilo que vem da Assembleia da República, e muito menos na sua atual composição. É agora que é preciso continuar a travar este assalto. Não é depois da casa assaltada que se colocam as trancas à porta&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Num discurso perante uma assistência cheia de bandeiras do PCP, Paulo Raimundo referiu-se ao Chega como &#8220;partido das cambalhotas&#8221; e &#8220;instrumento e criação dos grupos económicos&#8221;, do qual &#8220;é de esperar tudo&#8221; também nesta matéria.</P><br />
<P>O secretário-geral do PCP, defendeu que, desde a greve geral conjunta de CGTP e UGT de 11 de dezembro do ano passado, há &#8220;razões acrescidas para continuar essa luta&#8221;, pelo aumento do custo de vida.</P><br />
<P>&#8220;É hora de dar mais um empurrão para o pacote laboral e, de uma vez por todas, ao chão&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Questionado pela Lusa sobre a posição do secretário-geral da UGT, Mário Mourão, que em entrevista ao jornal Público classificou a greve geral de 03 de junho como extemporânea, Paulo Raimundo contrapôs que &#8220;seria um erro os trabalhadores esperarem que alguma coisa decorresse de positivo da Assembleia da República&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É preciso travar isto e, portanto, é agora, não é depois de estar aprovado&#8221;, insistiu.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761964]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores da Lusa em greve a 20 de maio pela revisão dos estatutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:03:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR O PRIMEIRO PARÁGRAFO)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR O PRIMEIRO PARÁGRAFO)</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 12 mai 2026 (Lusa) &#8212; Os trabalhadores da Lusa aprovaram hoje, em plenário, a convocação de uma greve para 20 de maio, com concentração frente à Assembleia da República, em desacordo com os estatutos da agência.</P><br />
<P>Segundo uma resolução, aprovada por maioria, os trabalhadores deram &#8216;luz verde&#8217; à &#8220;convocação de uma greve de 24 horas para o dia 20 de maio de 2026, com concentração em frente à Assembleia da República&#8221;. </P><br />
<P>Neste dia, vários projetos de lei e resoluções de alteração aos estatutos da Lusa vão ser discutidos no parlamento, em Lisboa. </P><br />
<P>De acordo com o pré-aviso de greve, assinado pelos sindicatos dos Jornalistas (SJ), dos Trabalhadores do Setor dos Serviços (SITESE) e dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA), a paralisação vai decorrer entre as 00:00 e as 24:00 do dia 20 de maio. </P><br />
<P>Este período poderá ser prolongado ou antecipado, nomeadamente nos horários de turnos.</P><br />
<P>Os trabalhadores decidiram recorrer à greve face aos riscos de &#8220;influência política e de governamentalização&#8221; que foram introduzidos pelos novos estatutos da agência de notícias, defendendo assim a urgência da revisão dos mesmos. </P><br />
<P>Por outro lado, referem que o plano de rescisões continua por explicar, assim como a estratégia de reforço dos quadros. </P><br />
<P>A isto soma-se uma possível mudança da sede da Lusa, em Lisboa, para o campus da RTP, o que para os trabalhadores pode &#8220;diminuir a independência funcional da agência e levar, a prazo, ao seu desmantelamento&#8221;.  </P><br />
<P>Os trabalhadores da Lusa exigem também a imediata negociação do caderno reivindicativo, numa altura em que já foi ultrapassado o prazo legal para o Conselho de Administração apresentar uma contraproposta. </P><br />
<P>Em 12 de março, os trabalhadores da Lusa estiveram em greve parcial contra o processo de reestruturação da empresa e o novo modelo de governação, tendo também realizado uma manifestação em frente à sede do Governo, o Campus XXI, em Lisboa.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761963]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil lança programa de 1,91 mil ME para desmantelar crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro lançou hoje um programa nacional para desarticular organizações criminosas, com previsão de investimentos e financiamentos de 11 mil milhões de reais, cerca de 1,91 mil milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro lançou hoje um programa nacional para desarticular organizações criminosas, com previsão de investimentos e financiamentos de 11 mil milhões de reais, cerca de 1,91 mil milhões de euros.</P><br />
<P>Segundo comunicado do Palácio do Planalto, a iniciativa reúne ações de segurança pública, serviços de informações, controlo financeiro e desenvolvimento económico em regiões consideradas vulneráveis à atuação do crime organizado.</P><br />
<P>O programa prevê recursos diretos de 1,06 mil milhões de reais para 2026, cerca de 184,4 milhões de euros, distribuídos em quatro eixos de atuação definidos pelo Governo brasileiro.</P><br />
<P>Desse total, 67,6 milhões de euros serão destinados a &#8220;ações de asfixia financeira&#8221; das organizações criminosas e cerca de 57 milhões de euros ao fortalecimento do sistema prisional.</P><br />
<P>Outros 34,9 milhões de euros serão aplicados no &#8220;esclarecimento de homicídios&#8221; e 25,2 milhões de euros em ações de combate ao tráfico de armas.</P><br />
<P>O programa prevê o reforço das capacidades de investigação, ampliação da cooperação entre forças de segurança e medidas para bloquear fluxos financeiros ilícitos ligados a fações criminosas e redes de tráfico.</P><br />
<P>A iniciativa inclui linhas de crédito no valor de 10 mil milhões de reais (cerca de 1,7 mil milhões de euros) para os estados e as cidades que quiserem comprar, por exemplo, viaturas, motocicletas, equipamentos de inteligência, &#8216;drones&#8217;, além de reformar estabelecimentos prisionais.  </P><br />
<P>O anúncio ocorre, segundo a imprensa brasileira, no momento em que o Presidente brasileiro, Lula da Silva, procura deixar uma marca da sua gestão no ano em que disputa a reeleição para um quarto mandato. </P><br />
<P>O líder de esquerda e o seu partido, o PT, têm dificuldade de encaixar um discurso sobre segurança pública, e são acusados pela oposição e por uma ala conservadora da população de serem defensores de bandidos. </P><br />
<P>Essa crítica tem a ver com o discurso contundente da esquerda brasileira na defesa dos direitos humanos, o que inclui melhores condições a encarcerados e rigor nas investigações de casos de violência policial. </P><br />
<P>Ao discursar hoje, Lula da Silva dividiu a responsabilidade sobre segurança pública com o sistema Judiciário brasileiro e criticou a libertação de pessoas presas pela polícia.</P><br />
<P>&#8220;Há muita queixa de governadores de que a polícia prende os bandidos e que uma semana depois o bandido está solto&#8221;, disse, sublinhando que essa reclamação é comum também entre as forças policiais do país. </P><br />
<P>Lula disse que o crime organizado &#8220;é uma coisa poderosa&#8221;, que não está apenas nas favelas, mas também em freguesias de ricos, no meio empresarial, no Judiciário, no Congresso Nacional, no futebol e com ramificações internacionais. </P><br />
<P>O político de esquerda voltou a repetir que só criará o Ministério da Segurança Pública, após o Senado brasileiro aprovar uma emenda constitucional que altera as competências das unidades da federação nesta área. </P><br />
<P>Na prática, isso significa desmembrar em dois o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o que já provocou a renúncia, em janeiro, do ex-ministro Ricardo Lewandowski, que não concordava com a separação.</P><br />
<P>A emenda constitucional citada por Lula cria os mecanismos para integrar as forças de segurança pública do Brasil e ampliar a coordenação entre a União, os estados e os municípios brasileiros.</P><br />
<P>Idealizado pela Presidência, a &#8220;PEC da Segurança Pública&#8221; foi aprovada em março pela Câmara dos Deputados, mas está parada no Senado a aguardar despachos do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, para autorizar a tramitação.</P><br />
<P>A proposta, no entanto, sofre resistência de governadores de vários estados brasileiros e de políticos conservadores, por temerem maior poder da União, ou seja, do Governo federal, sobre os demais entes federativos. </P><br />
<P>&#8220;Nós não queremos ocupar espaço de governadores nem o espaço da polícia estadual. Mas, o dado concreto é que se não trabalharmos junto, a gente não consegue vencer. E o crime organizado se aproveita da nossa divisão&#8221;, concluiu.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761962]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Coindu avança com &#8216;lay-off&#8217; de seis meses que poderá abranger 493 trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Coindu, indústria de componentes têxteis para o setor automóvel, vai implementar um 'lay-off' de seis meses, de maio a novembro de 2026, que poderá vir a abranger 493 trabalhadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Coindu, indústria de componentes têxteis para o setor automóvel, vai implementar um &#8216;lay-off&#8217; de seis meses, de maio a novembro de 2026, que poderá vir a abranger 493 trabalhadores.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa sediada em Vila Nova de Famalicão, e que emprega atualmente 752 pessoas, justifica a decisão com os desafios que tem enfrentado &#8220;devido à conjuntura global e à redução de encomendas do setor automóvel&#8221;.</P><br />
<P>A empresa destaca que a conjugação dos recentes eventos relacionados com as tarifas de importação nos principais mercados mundiais, como Estados Unidos e China, juntamente com os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente, &#8220;tem causado um impacto negativo na confiança do mercado&#8221;. </P><br />
<P>Esse cenário tem-se repercutido na indústria automóvel, afetando a atividade e a faturação da Coindu.</P><br />
<P>&#8220;Para responder ao excesso temporário de pessoal e à pressão financeira, a empresa vai implementar um &#8216;lay-off&#8217; de seis meses, de maio a novembro de 2026. No total, estima-se que as várias fases deste processo venham a abranger 493 colaboradores de diferentes áreas de atividade da empresa ao longo de 2026&#8221;, detalha o produtor de componentes interiores para automóveis.</P><br />
<P>A medida foi decidida e comunicada aos trabalhadores esta semana, &#8220;inserida no contexto do diálogo aberto e transparente que a administração vem mantendo com a organização, colaboradores e demais &#8216;stakeholders&#8217; [partes envolvidas] ao longo de todo o processo de reestruturação&#8221;, assegura a Coindu. </P><br />
<P>A queda das encomendas no setor já tinha levado a empresa a avançar com dois despedimentos coletivos no ano passado.</P><br />
<P>O regime de &#8216;lay-off&#8217; decidido agora, tendo em conta as dificuldades que continua a enfrentar, será implementado &#8220;de forma gradual e limitada, abrangendo trabalhadores sem ocupação efetiva ou afetados pelo setor em que trabalham&#8221;. </P><br />
<P>A empresa informa ainda que a suspensão dos contratos dependerá das necessidades produtivas e será baseada em critérios objetivos, sociais e operacionais. </P><br />
<P>&#8220;Todos os setores da empresa serão impactados em diferentes graus e momentos, sendo a medida aplicada de forma faseada para reduzir e repartir o impacto entre os trabalhadores&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Apesar deste quadro, a Coindu afirma que &#8220;mantém o compromisso de minimizar o impacto sobre os colaboradores&#8221; e diz acreditar na retoma da atividade em 2027, tendo em conta os projetos já assegurados. A empresa acrescenta que este ajustamento é necessário, face às atuais condições do mercado, para garantir a sua sustentabilidade financeira e continuidade futura. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761960]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gastão Elias contrai lesão e admite terminar a carreira de tenista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Gastão Elias contraiu hoje uma lesão no gémeo da perna esquerda, durante o encontro da primeira ronda do Oeiras Open 4, e confessou que "vai ser muito difícil voltar a jogar."]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Gastão Elias contraiu hoje uma lesão no gémeo da perna esquerda, durante o encontro da primeira ronda do Oeiras Open 4, e confessou que &#8220;vai ser muito difícil voltar a jogar.&#8221;</P><br />
<P>O jogador natural da Lourinhã, antigo número 57 do mundo, defrontava o compatriota Tiago Pereira quando, no &#8216;set point&#8217; da segunda partida, a andar para trás, sentiu &#8220;uma dor gigante no gémeo&#8221;, obrigando-o a desistir do duelo, numa altura em que o marcador registava 6-2 e 3-6.</P><br />
<P>&#8220;Senti uma dor muito forte no gémeo. Ainda não fiz exames, mas tenho uma ressonância magnética marcada para amanhã de manhã [quarta-feira], mas muito provavelmente tenho uma rotura no gémeo, portanto não conseguia acabar o encontro de maneira nenhuma&#8221;, começou por explicar Elias.</P><br />
<P>Face ao infortúnio, o recordista português de títulos (10) e finais (23) no ATP Challenger Tour mostrou-se pouco otimista em relação ao regresso aos &#8216;courts&#8217;, deixando em aberto a possibilidade de ser forçado a colocar um ponto final na carreira aos 35 anos.</P><br />
<P>&#8220;Tenho de arranjar um emprego, neste momento estou desempregado. Não consigo jogar e sinceramente essa parece-me uma visão um bocadinho distante. Não me estou a ver com muita força para voltar a fazer um reset e recomeçar tudo outra vez. Faltam-me poucos pontos para perder o ranking e acho que&#8230; não sei, vai ser muito difícil voltar a jogar&#8221;, desabafou o tenista, que já tinha sofrido várias roturas nas coxas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761958]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Estratégia polémica na esquerda francesa: Documento secreto recomenda que não aposte em eleitores pobres nas presidenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[presidenciais]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nota interna classificada como confidencial está a agitar pré-campanha presidencial do eurodeputado francês Raphaël Glucksmann.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nota interna classificada como confidencial está a agitar pré-campanha presidencial do eurodeputado francês Raphaël Glucksmann, ao recomendar que a sua equipa limite os esforços para conquistar eleitores da classe trabalhadora e de menores rendimentos.</p>
<p>O documento, a que o jornal Politico teve acesso, traça um retrato detalhado dos segmentos eleitorais considerados mais favoráveis ao candidato, que deverá anunciar em breve a sua candidatura às eleições presidenciais do próximo ano, destinadas a escolher o sucessor do Presidente cessante Emmanuel Macron.</p>
<p>Com 46 anos, Glucksmann é apontado como um dos nomes mais fortes da esquerda moderada e surge nas sondagens com hipóteses reais de alcançar a segunda volta, disputando um lugar contra candidatos da extrema-direita como Marine Le Pen e Jordan Bardella.</p>
<p><strong>Eleitorado preferencial e grupos a evitar</strong><br />
O memorando identifica como eleitorado prioritário os trabalhadores qualificados, com formação superior, rendimento confortável, idade superior a 50 anos ou reformados, que se identificam com o Partido Socialista ou se posicionam no centro-esquerda. Glucksmann é descrito como um social-democrata moderado, pró-europeu convicto e com posições diferenciadoras face à esquerda tradicional, nomeadamente no apoio à reforma das pensões.</p>
<p>Em contraste, o documento recomenda evitar “por agora” certos grupos considerados “mais difíceis de mobilizar”, incluindo jovens entre os 18 e os 25 anos, pais solteiros e cidadãos com rendimentos mais baixos.</p>
<p>A nota interna aconselha ainda a não investir excessivamente na conquista de eleitores residentes nos subúrbios mais pobres e multiculturais das grandes cidades francesas, onde vivem comunidades com forte presença imigrante e que tendem a apoiar o líder da esquerda radical Jean-Luc Mélenchon, que anunciou a sua candidatura no início deste mês.</p>
<p><strong>Risco de reforçar imagem elitista</strong><br />
A divulgação do documento ameaça reforçar a perceção de que Glucksmann pertence a uma elite desligada das preocupações da classe média e dos setores populares. O eurodeputado é frequentemente associado a meios intelectuais e mediáticos — é filho de um filósofo conhecido e companheiro de uma jornalista de grande notoriedade em França — o que tem alimentado críticas quanto ao seu afastamento das realidades sociais mais duras.</p>
<p>Face à polémica, a equipa de campanha procurou minimizar o impacto da fuga de informação. O estratega Mathieu Lefèvre-Marton, autor do memorando, afirmou que se tratava apenas de um “documento de trabalho” e garantiu que o próprio Glucksmann rejeitou as conclusões que sugeriam evitar determinados segmentos do eleitorado.</p>
<p>Segundo Lefèvre-Marton, o candidato defende a importância de “falar com todos”, incluindo “aqueles que não votam na esquerda”.</p>
<p><strong>Estratégias opostas na esquerda</strong><br />
As sondagens colocam atualmente Glucksmann e Mélenchon como os principais rostos da esquerda na corrida presidencial, embora o cenário possa sofrer alterações significativas até às eleições da próxima primavera.</p>
<p>As estratégias delineadas por ambos prometem ser profundamente distintas. Glucksmann deverá tentar consolidar o eleitorado da esquerda moderada e captar eleitores centristas desiludidos com o mandato de Macron. Já Mélenchon aposta numa mensagem assumidamente radical, procurando mobilizar eleitores com menor propensão para votar, especialmente jovens e residentes em bairros urbanos operários.</p>
<p>A fuga da nota interna foi rapidamente explorada pelo campo adversário. Paul Vannier, deputado do partido França Insubmissa, liderado por Mélenchon, escreveu na rede social X que “[Glucksmann] não quer saber dos pobres, dos jovens, das mães solteiras e dos bairros operários se eles não lhe trazem votos”.</p>
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		<title>Fitch sobe &#8216;rating&#8217; do BPI para &#8216;A&#8217; com perspetiva positiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:28:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência Fitch subiu o 'rating' do BPI de longo prazo, de A- para A, na sequência de uma ação semelhante sobre a notação do seu acionista, o espanhol CaixaBank, adiantou hoje, num comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência Fitch subiu o &#8216;rating&#8217; do BPI de longo prazo, de A- para A, na sequência de uma ação semelhante sobre a notação do seu acionista, o espanhol CaixaBank, adiantou hoje, num comunicado ao mercado.</P><br />
<P>Na nota, publicada na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BPI informou que a Fitch subiu o &#8216;rating&#8217; do banco &#8220;de longo prazo, de A- para A, na sequência de ação semelhante sobre o &#8216;rating&#8217; do seu acionista CaixaBank&#8221;, refletindo a revisão de metodologia de notação dos bancos, divulgada a 08 de maio.</P><br />
<P>Segundo a instituição financeira, &#8220;a perspetiva de evolução do &#8216;rating&#8217; do Banco BPI (&#8216;outlook&#8217;) é positiva, alinhada com a perspetiva de evolução&#8221; do CaixaBank.</P><br />
<P>A Fitch subiu também o &#8216;rating&#8217; dos depósitos de longo prazo, de A para A+, referiu.</P><br />
<P> </P></p>
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