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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 12:01:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Como saber se a sua empresa pode receber financiamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Helena Amador]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Helena Amador, Team Leader FI Group by EPSA Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Helena Amador, Team Leader FI Group by EPSA Portugal</p>
<p>A pergunta surge com frequência quando uma empresa começa a preparar um novo investimento: haverá algum apoio disponível para este projeto? A resposta nem sempre é evidente. Entre programas nacionais, fundos europeus, avisos regionais e instrumentos setoriais, o financiamento existe, mas nem sempre é fácil perceber onde está, a quem se destina e em que condições pode ser utilizado.</p>
<p>O ponto de partida deve ser a identificação das oportunidades em aberto e consulta das que estão previstas. Programas como o PRR, o PT2030 e Horizonte2030 publicam avisos em diferentes plataformas, o que obriga as empresas a acompanhar várias fontes em simultâneo. Esta dispersão pode dificultar a leitura do calendário de concursos e fazer com que oportunidades relevantes sejam identificadas tarde demais.</p>
<p>É por isso que a monitorização deve ser feita durante a fase de estruturação das necessidades de investimento, e não apenas quando a empresa procura financiamento com urgência.</p>
<p>Depois de identificado um aviso potencialmente relevante, é necessário confirmar se a empresa cumpre as condições de acesso. Alguns requisitos surgem de forma recorrente: não ter dívidas à Autoridade Tributária e à Segurança Social, não ter salários em atraso, não estar em processo de insolvência, não ser considerada empresa em dificuldade e apresentar níveis mínimos de autonomia financeira, frequentemente entre os 15% e os 20%.</p>
<p>A elegibilidade da empresa, porém, não basta. O projeto também tem de cumprir as regras do aviso de concurso, e que o projeto está devidamente enquadrado nos objetivos do mesmo. É também necessário verificar o valor mínimo de investimento, as tipologias de despesas elegíveis e eventuais limitações associadas ao início do projeto. Em muitos concursos, por exemplo, a empresa não pode ter assumido compromissos firmes antes da submissão da candidatura, como adjudicações, encomendas ou contratos relacionados com o investimento.</p>
<p>Por fim, é fundamental avaliar a capacidade de execução. A maioria dos concursos não financia 100% do investimento a fundo perdido. Apoia apenas uma parte da despesa, o que significa que a empresa terá de assegurar a componente não financiada e gerir eventuais necessidades de tesouraria até ao recebimento do incentivo. Além da capacidade financeira, deve existir capacidade técnica e recursos humanos habilitados para implementar, acompanhar e justificar o projeto.</p>
<p>Saber se uma empresa pode receber financiamento exige, portanto, mais do que encontrar um aviso aberto, exige confirmar se a empresa é elegível, se o projeto cumpre as regras, se o investimento está em condições de ser apoiado e se existem meios para executar o que será contratualizado.</p>
<p>Sabendo que todos estes pontos podem ser difíceis de analisar, a FI Group by EPSA disponibilizou recentemente o Grantavia, uma plataforma centralizada que reúne avisos de diversos programas nacionais e europeus, abertos e previstos, permitindo uma visão mais integrada das oportunidades disponíveis.</p>
<p>Por isso, antes de procurar financiamento, a empresa deve fazer uma pergunta mais concreta: o projeto está preparado para ser financiado?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Helena Amador, Team Leader FI Group by EPSA Portugal]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. O medo da guerra acabou no Irão: como o conflito mudou Teerão e o equilíbrio no Golfo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Tensão voltou a disparar no último fim de semana, depois de dois ataques atribuídos a Teerão contra navios que tentavam usar uma nova rota no Estreito de Ormuz, mais próxima de Omã e desenhada para evitar águas territoriais iranianas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A trégua entre Washington e Teerão voltou a sobreviver, mas o último episódio de tensão no Estreito de Ormuz deixou uma conclusão difícil de ignorar: o Irão que sai deste conflito já não é o mesmo país que foi atacado há quatro meses. Está militarmente desgastado, economicamente pressionado e politicamente mais fechado. Mas também parece menos disposto a aceitar um acordo que o deixe sem margem de negociação.</p>
<p>Segundo uma análise do &#8216;El Confidencial&#8217;, a tensão voltou a disparar no último fim de semana, depois de dois ataques atribuídos a Teerão contra navios que tentavam usar uma nova rota no Estreito de Ormuz, mais próxima de Omã e desenhada para evitar águas territoriais iranianas. Washington respondeu com ataques aéreos, o Irão retaliou e o cessar-fogo ficou indefinido durante vários dias. A &#8216;Reuters&#8217; também noticiou que a escalada elevou a tensão entre os Estados Unidos e o Irão ao ponto mais alto desde o acordo provisório de paz, com ataques a navios e acusações mútuas de violação da trégua.</p>
<p>Na passada segunda-feira, Washington e Teerão anunciaram que não haveria novos ataques. A pausa militar manteve-se, mas a crise expôs a fragilidade do entendimento e a alteração de fundo no comportamento iraniano. A tese central da análise é clara: os Estados Unidos e Israel não conseguiram alcançar o objetivo de quebrar o regime iraniano, embora isso também não signifique que Teerão tenha saído como vencedor absoluto.</p>
<p>O Irão tem as suas capacidades militares convencionais fortemente degradadas e uma economia em situação crítica. A reconstrução será longa, cara e politicamente exigente. Ainda assim, a República Islâmica demonstrou que não pretende regressar ao ponto de partida: um país contido, sob sanções pesadas e sem instrumentos de pressão regional.</p>
<p>Esse resultado contraria o cálculo inicial de Washington e Telavive. A operação conjunta lançada contra o Irão tinha como pressuposto que um regime sem liderança estável, com a economia estrangulada e uma população descontente, poderia entrar em colapso. O artigo recorda que a morte de Ali Khamenei e os golpes contra altos responsáveis, cientistas nucleares e dirigentes políticos pareciam criar condições para uma crise interna profunda.</p>
<p>Mas o efeito foi diferente. Em vez de acelerar uma mudança de regime, a guerra empurrou o país para uma estrutura mais militarizada, mais nacionalista e com menos contenções no uso da força. “A guerra contra o Irão matou o medo da guerra no Irão”, resume Sajjad Safaei, analista iraniano especializado em segurança do Médio Oriente, citado pelo &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>A sucessão de Mojtaba Khamenei avançou com rapidez suficiente para evitar uma paralisia interna. As forças armadas mantiveram coesão, as deserções foram limitadas e o aparelho de segurança ganhou peso político. A República Islâmica que emerge deste período parece menos orientada pela defesa de uma revolução religiosa e mais próxima de um Estado de segurança nacional, liderado por homens formados na Guarda Revolucionária.</p>
<p>Essa transformação já vinha de trás. A erosão da ala mais moralista do regime, sobretudo depois da revolta de 2022 na sequência da morte de Mahsa Amini, abriu espaço a uma elite de segurança mais pragmática, menos preocupada com a retórica revolucionária e mais focada na sobrevivência do Estado. A revista &#8216;Foreign Affairs&#8217; tem defendido uma leitura semelhante, ao sublinhar que a mudança geracional dentro da estrutura de poder iraniana é hoje mais relevante do que os nomes no topo do regime.</p>
<p>O novo poder iraniano é descrito por especialistas como fervorosamente nacionalista, mas potencialmente mais pragmático. Pode admitir alguma flexibilização social se isso alargar a base nacional de apoio. Pode negociar com Washington se precisar de investimento ou alívio económico. Mas tenderá a falar menos de pureza religiosa e mais de soberania, reconstrução, infraestruturas, portos, radares, drones e defesa.</p>
<p>Esta mudança também altera a relação entre o regime e a sociedade. A repressão interna, as mortes e as detenções de manifestantes não desapareceram da memória coletiva. Mas a experiência direta dos bombardeamentos, da destruição de bairros e dos ataques a infraestruturas energéticas tornou a segurança nacional uma questão mais concreta para muitos iranianos. Sob as bombas, a linha entre oposição ao regime e defesa do país tornou-se mais difícil de traçar.</p>
<p>É nesse ponto que o Estreito de Ormuz ganha centralidade. Durante décadas, foi visto como uma via marítima internacional protegida, em última instância, pela superioridade naval dos Estados Unidos. A guerra enfraqueceu essa premissa. Segundo a leitura citada pelo &#8216;El Confidencial&#8217;, Ormuz passou a ser entendido por vários atores como um ativo estratégico iraniano, e não apenas como um corredor global garantido por Washington.</p>
<p>Os ataques a navios que tentavam usar rotas alternativas não foram dirigidos apenas aos Estados Unidos. A mensagem também foi enviada às monarquias do Golfo: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar e Bahrain. A guerra mostrou a estes aliados de Washington que uma base americana pode oferecer proteção, mas também pode transformar o território que a acolhe num alvo.</p>
<p>Teerão tentará agora transformar essa perceção num novo equilíbrio regional. O objetivo será garantir que qualquer acordo final reconheça a República Islâmica como parte indispensável da arquitetura de segurança do Golfo, impedindo que o país volte a ser isolado apenas através de sanções, bloqueios navais ou rotas marítimas fora do seu controlo.</p>
<p>Essa estratégia também explica por que motivo Teerão dificilmente aceitará cortar por completo o apoio a aliados regionais como o Hezbollah, as milícias iraquianas ou os Houthis. Para o Irão, estes grupos já não são apenas peças ideológicas do chamado Eixo da Resistência. São instrumentos de defesa que dificultam a concentração de pressão militar norte-americana ou israelita diretamente sobre território iraniano.</p>
<p>A perda da Síria como corredor estratégico, após a queda de Bashar al-Assad, tornou os restantes pontos de influência ainda mais valiosos. Por isso, o fim das hostilidades no Líbano surge como uma exigência central para os dirigentes iranianos. Sem essa profundidade regional, Teerão sabe que fica mais exposto.</p>
<p>A principal lição militar, segundo Safaei, é que o Irão deixará de permitir que Israel ou os Estados Unidos definam sozinhos o ritmo da escalada. A chamada paciência estratégica, usada durante anos por Teerão, é agora vista pelo novo aparelho de segurança como contraproducente. Cada hesitação iraniana teria incentivado novos ataques.</p>
<p>Daqui para a frente, as respostas militares iranianas poderão ser mais rápidas, mais diretas e mais coordenadas com forças aliadas na região. A mensagem, conclui o analista, é que uma próxima guerra dificilmente será um confronto breve e limitado. Poderá transformar-se numa guerra regional de maior escala.</p>
<p>O Irão que sai deste conflito não é, portanto, um país triunfante. Está mais pobre, mais destruído e mais militarizado. Mas também é menos previsível, menos condicionado pelo medo de uma guerra direta e mais determinado a transformar a sua capacidade de perturbação regional em poder político. Para Washington, Telavive e as capitais do Golfo, esse é o dado novo: a guerra não quebrou o regime iraniano. Tornou-o diferente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784613]]></sapo:autor>
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		<title>Trump regressou à Casa Branca — e os negócios da família dispararam entre cripto, imobiliário, bíblias e relógios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:38:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Donald Trump construiu uma parte importante da sua imagem pública como empresário antes de chegar à política. Foi promotor imobiliário, dono de casinos, estrela de televisão e autor de livros de sucesso, entre os quais ‘A Arte da Negociação’]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump construiu uma parte importante da sua imagem pública como empresário antes de chegar à política. Foi promotor imobiliário, dono de casinos, estrela de televisão e autor de livros de sucesso, entre os quais ‘A Arte da Negociação’. Mas o império económico do presidente dos Estados Unidos já não assenta apenas no imobiliário e na marca Trump: nos últimos anos, as criptomoedas, os tokens digitais e os produtos licenciados ganharam peso crescente na fortuna da família.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, a riqueza de Trump é hoje sustentada por dois pilares tradicionais — o imobiliário e a exploração comercial do seu nome — aos quais se somou uma frente mais recente e potencialmente mais controversa: os ativos digitais. O Índice de Bilionários da Bloomberg avaliava recentemente a fortuna do presidente americano em cerca de 7,6 mil milhões de dólares, aproximadamente 7 mil milhões de euros.</p>
<p>A dimensão desta mudança ficou mais clara com a mais recente declaração financeira de Trump. De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, o presidente declarou mais de 1,4 mil milhões de dólares, cerca de 1,3 mil milhões de euros, em receitas ligadas a negócios de criptomoedas, incluindo quase 800 milhões de dólares provenientes da World Liberty Financial, empresa cripto associada à família. A mesma declaração inclui mais de 520 milhões de dólares em vendas de tokens e mais de 250 milhões de dólares ligados à venda de participações na empresa.</p>
<p>O negócio tradicional, porém, continua a ser central. A Organização Trump, atualmente gerida pelos filhos Eric Trump e Donald Trump Jr., controla ou administra hotéis, campos de golfe, torres residenciais e empreendimentos de luxo em vários países. Segundo o próprio grupo, o portefólio inclui hotéis em locais como Nova Iorque, Irlanda, Escócia, Omã, Vietname e Maldivas, além de campos de golfe e edifícios de luxo em diferentes mercados.</p>
<p>Nem todos esses imóveis pertencem diretamente à família Trump. Em muitos casos, o negócio passa por licenciar o nome Trump para empreendimentos de terceiros, transformando a marca num selo de luxo em troca de comissões. É um modelo que permite gerar receitas sem assumir todos os custos de construção e operação, mas que tem sido alvo de críticas por causa dos potenciais conflitos entre interesses privados e decisões políticas.</p>
<p>A OpenSecrets, organização americana que acompanha dinheiro e influência na política, tem sublinhado que Trump manteve os ativos num fundo familiar revogável, em vez de cortar completamente os laços com os seus interesses empresariais. Para os críticos, esse modelo mantém a família numa posição em que pode beneficiar de decisões tomadas durante o exercício de funções públicas.</p>
<p>A própria estratégia de Trump mudou entre os mandatos. Durante a primeira passagem pela Casa Branca, prometeu não assinar novos acordos internacionais para separar os negócios da política. No regresso ao poder, essa linha tornou-se menos rígida. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, Trump afirmou esta semana que não gere diretamente as suas finanças pessoais e que estas são administradas por fundos independentes, respondendo às críticas sobre o crescimento do seu património.</p>
<p>A expansão internacional é particularmente visível no Médio Oriente. O império Trump mantém relações empresariais com promotores e investidores do Golfo, incluindo projetos ou parcerias na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos, no Qatar e em Omã. A região tornou-se um dos centros de crescimento da marca, com hotéis, campos de golfe, empreendimentos residenciais e contratos de licenciamento.</p>
<p>A frente comercial também vai muito além dos imóveis. A holding da família vende produtos associados ao presidente, de polos a bonés. Segundo o &#8216;El País&#8217;, a mais recente declaração financeira indica receitas superiores a 635 milhões de dólares com moedas comemorativas da presidência de Trump, quase 5 milhões de dólares com relógios com o logótipo do presidente e 208 mil dólares com a venda de uma Bíblia associada ao seu nome.</p>
<p>A World Liberty Financial tornou-se, entretanto, uma das peças mais relevantes do novo império. A empresa foi criada antes do regresso de Trump à Casa Branca e envolve os seus filhos. Depois da viagem presidencial ao Médio Oriente, a família assegurou investimentos de grande dimensão: uma empresa com ligações a Abu Dhabi usou a criptomoeda associada à família Trump para investir 2 mil milhões de dólares na Binance, uma das maiores plataformas mundiais de negociação de criptoativos, segundo o &#8216;El País&#8217;.</p>
<p>Os negócios da família também se estendem à Europa. Ivanka Trump e Jared Kushner estão ligados a planos para um complexo residencial e hoteleiro de luxo numa zona exclusiva da Albânia, um projeto que tem gerado oposição local. Ao mesmo tempo, Eric e Donald Jr. continuam a procurar oportunidades em mercados emergentes e em setores estratégicos.</p>
<p>Uma das operações mais sensíveis envolve o Cazaquistão. De acordo com relatos noticiados nos últimos meses, empresas associadas a Donald Trump Jr. e Eric Trump investiram num projeto ligado a uma mina de tungsténio, pouco antes de o Governo americano, liderado por Trump, apoiar um acordo com autoridades cazaques para acesso a um dos maiores depósitos daquele metal crítico. O caso levantou novas dúvidas sobre a fronteira entre diplomacia económica, interesses familiares e política externa.</p>
<p>O resultado é um império mais diversificado, mas também mais exposto ao escrutínio. A fortuna de Trump continua assente no nome que construiu em hotéis, torres e campos de golfe, mas o crescimento recente veio sobretudo de ativos mais voláteis e politicamente sensíveis: criptomoedas, tokens, licenciamento, merchandising presidencial e negócios internacionais em regiões onde a política externa americana tem peso direto.</p>
<p>Para os críticos, esse cruzamento cria um problema estrutural: nunca foi tão difícil separar o presidente do empresário. Para a família Trump, pelo contrário, a expansão é apresentada como prova da força da marca. Entre imóveis, criptoativos, moedas comemorativas, relógios e Bíblias, o negócio Trump tornou-se um caso raro na política moderna norte-americana: uma presidência em que o poder político e o valor comercial do apelido avançam praticamente em paralelo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784594]]></sapo:autor>
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		<title>O que está a travar a construção em larga escala em Portugal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[construção]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de António Falé, Diretor-Geral da RE/MAX Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por António Falé, Diretor-Geral da RE/MAX Portugal</em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A crise da habitação em Portugal já não é uma questão conjuntural. É um problema estrutural que se arrasta há vários anos e cuja principal consequência é, hoje, evidente: faltam casas para responder à procura.</p>
<p>Perante esta realidade, o debate público tende frequentemente a procurar uma causa principal. Uns apontam o licenciamento urbanístico. Outros defendem que o problema está na ausência de incentivos à construção. Mas a verdade é que a dificuldade em aumentar a oferta habitacional resulta de uma combinação de fatores que se reforçam mutuamente.</p>
<p>O licenciamento continua, sem dúvida, a ser um dos maiores obstáculos. Embora existam diferenças significativas entre municípios, os prazos associados à aprovação de projetos continuam a ser, em muitos casos, incompatíveis com a urgência que o mercado exige. Entre pareceres, revisões, exigências administrativas e processos sucessivos, podem decorrer vários anos entre a aquisição de um terreno e o início efetivo da construção.</p>
<p>Este atraso tem consequências económicas diretas. O capital fica imobilizado durante mais tempo, os custos financeiros aumentam e a incerteza cresce. Naturalmente, isso reduz a atratividade de novos investimentos e acaba por refletir-se no preço final das habitações.</p>
<p>Mas seria um erro concluir que o licenciamento explica, por si só, a escassez de oferta.</p>
<p>Os custos de construção registaram aumentos muito significativos nos últimos anos. Matérias-primas, energia, transporte e mão de obra sofreram uma forte pressão inflacionista, tornando muitos projetos financeiramente mais difíceis de executar.</p>
<p>Existe igualmente uma questão relacionada com a rentabilidade dos projetos. Em determinadas localizações, os custos associados ao desenvolvimento imobiliário cresceram de tal forma que muitos empreendimentos apenas se tornam viáveis em segmentos de mercado mais elevados, dificultando a criação de oferta acessível para a classe média.</p>
<p>A fiscalidade é outro elemento que não pode ser ignorado. O setor tem defendido várias medidas que possam estimular a construção e aumentar a viabilidade económica dos projetos, incluindo a revisão de alguns custos fiscais e administrativos associados ao desenvolvimento habitacional.</p>
<p>Importa ainda considerar um fator frequentemente menos discutido: a disponibilidade de solo. Em muitas zonas onde existe maior procura habitacional, a oferta de terrenos urbanizáveis é limitada ou enfrenta restrições que dificultam a rápida expansão da construção. Sem uma estratégia clara de planeamento territorial, aumentar significativamente a oferta continuará a ser um desafio.</p>
<p>A realidade é que Portugal precisa de construir mais. E precisa de construir mais depressa. Ao longo da última década, assistimos a um crescimento consistente da procura habitacional, impulsionado por fatores como a evolução demográfica, a redução da dimensão média dos agregados familiares, a procura internacional e a crescente atratividade das principais áreas urbanas. A oferta, porém, não acompanhou este ritmo.</p>
<p>O resultado é um mercado pressionado, onde os preços continuam condicionados pela escassez de produto disponível.</p>
<p>Por isso, a solução dificilmente passará por uma única medida. Acelerar licenciamentos é importante. Criar incentivos à construção também. Mas será igualmente necessário aumentar a disponibilidade de solo, melhorar a previsibilidade regulatória, reduzir custos de contexto e promover um ambiente mais favorável ao investimento habitacional.</p>
<p>A habitação exige respostas estruturais e de longo prazo. Enquanto o país continuar a discutir apenas qual é o principal obstáculo, corre o risco de ignorar o problema central: a necessidade urgente de criar condições para aumentar significativamente a oferta.</p>
<p>Porque, no final, a questão não é apenas perceber o que está a travar a construção. É garantir que Portugal consegue voltar a construir ao ritmo que as famílias precisam.</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de António Falé, Diretor-Geral da RE/MAX Portugal]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>BCE diz que não são requisitos de capital aos bancos que limitam procura de crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente do Conselho de Supervisão do BCE, Claudia Buch, rejeitou hoje que os requisitos de capital exigidos aos bancos estejam a restringir a procura de crédito, apontando antes para uma procura mais fraca e maior incerteza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente do Conselho de Supervisão do BCE, Claudia Buch, rejeitou hoje que os requisitos de capital exigidos aos bancos estejam a restringir a procura de crédito, apontando antes para uma procura mais fraca e maior incerteza.</p>
<p>Numa audiência perante a Comissão dos Assuntos Económicos do Parlamento Europeu, a responsável alemã defendeu que a manutenção de posições de capital robustas pelo setor bancário é essencial para que tenha capacidade de &#8220;absorver choques, continuar a prestar serviços à economia e, em última instância, apoiar o crescimento&#8221;.</p>
<p>&#8220;O crescimento mais fraco do crédito que observámos em algumas partes da economia reflete uma economia mais fraca e uma maior incerteza, e não restrições decorrentes dos requisitos de capital&#8221;, enfatizou a responsável junto dos deputados, citada pela Efe.</p>
<p>Nesse sentido, a presidente do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu (BCE) defendeu que os dados &#8220;mostram que os requisitos de capital adequados não prejudicam a competitividade nem a capacidade de concessão de crédito do setor bancário&#8221;.</p>
<p>A responsável acrescentou que os requisitos para o sistema bancário estão alinhados com o enquadramento do Acordo de Basileia e são comparáveis aos aplicados por outras jurisdições.</p>
<p>Claudia Buch recordou que os requisitos atuais praticamente não sofreram alterações desde 2019 &#8212; não obstante uma redução temporária durante o período da pandemia da covid-19 &#8212; e que as subidas têm sido feitas de forma moderada para a criação de reservas &#8220;que possam ser libertadas em momentos de tensão&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, admitiu que o atual quadro pode ser melhorado, em particular com a redução do número de reservas macroprudenciais.</p>
<p>Em termos concretos, Claudia Buch defendeu uma harmonização da implementação nacional dos requisitos para &#8220;evitar sobreposições&#8221;.</p>
<p>Sobre a guerra no Médio Oriente e outros riscos políticos, a responsável considerou ser ainda &#8220;muito cedo&#8221; para perceber o impacto nos balanços dos bancos, mas que o setor aponta para uma manutenção da solidez, forte capitalização e baixos níveis de créditos não produtivos.</p>
<p>Ainda assim, alertou que o menor crescimento &#8220;poderá demorar vários trimestres, ou mesmo anos, a traduzir-se numa menor qualidade dos ativos&#8221;, o que a levou a apelar para as instituições analisarem como os choques podem impactar os seus clientes e os seus sistemas de absorção de perdas ao longo do tempo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784601]]></sapo:autor>
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		<title>Azeite português entre melhores do mundo mas há espaço para crescer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:19:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Agricultura e Mar defendeu hoje, em Lisboa, que os azeites portugueses estão entre os melhores do mundo, mas vincou que existe espaço para crescer no mercado europeu, mas também nos EUA ou no Brasil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Agricultura e Mar defendeu hoje, em Lisboa, que os azeites portugueses estão entre os melhores do mundo, mas vincou que existe espaço para crescer no mercado europeu, mas também nos EUA ou no Brasil.</p>
<p>&#8220;No setor do azeite há muita tecnologia, agricultura de precisão, lagares moderníssimos, conhecimento e formação. Somos dos melhores do mundo e nem sempre temos essa consciência, mas há espaço de crescimento&#8221;, afirmou José Manuel Fernandes, em declarações à Lusa, à margem do Congresso Mundial do Azeite, que decorre em Lisboa até sexta-feira.</p>
<p>Para o ministro, o facto deste congresso decorrer em Portugal é o reconhecimento da excelência do país e, em particular, deste setor, onde tem havido &#8220;um crescimento brutal&#8221; em termos de produção e de produtividade.</p>
<p>José Manuel Fernandes disse que Portugal tem de reforçar os mercados nos quais o azeite nacional já está presente, mas considerou existirem oportunidades de crescimento não só na Europa, mas também no Brasil e nos EUA.</p>
<p>Questionado se os problemas relacionados com a falta de mão-de-obra e com a instabilidade gerada pela guerra no Médio Oriente podem afetar este crescimento, o governante negou esta possibilidade e falou da mecanização do setor, mas também da &#8220;via verde para a imigração&#8221;, um serviço de migração laboral regulada, através do qual são submetidos pedidos de visto de trabalho para cidadãos estrangeiros, que considerou estar a correr muito bem.</p>
<p>Contudo, o titular da pasta da Agricultura assinalou que o aumento dos custos para os produtores de azeite, devido à guerra, &#8220;é uma evidência&#8221; e que, por isso, é necessário continuar a apoiar os agricultores.</p>
<p>Ainda no que diz respeito ao crescimento do setor, o antigo eurodeputado defendeu a importância da investigação para o combate às doenças que afetam o setor agroalimentar e causam estragos na produção.</p>
<p>Por outro lado, defendeu novas tecnologias de melhoramento das plantas, de modo a que estas se tornem mais resistentes à falta de água, ao vento e a doenças.</p>
<p>&#8220;A União Europeia tem a obrigação de ter soluções e de disponibilizá-las à escala global&#8221;, insistiu.</p>
<p>José Manuel Fernandes referiu ainda que Portugal deve promover-se, mostrando ao exterior as suas empresas.</p>
<p>&#8220;O azeite faz parte do nosso modo de vida, é milenar e a oliveira é uma árvore inspiradora e um símbolo universal&#8221;, rematou.</p>
<p>Portugal recebe, entre hoje e sexta-feira, o &#8216;Olive Oil World Congress&#8217; (OOWC), o maior evento dedicado ao setor do azeite, que vai reunir investigadores, produtores e empresas de vários países.</p>
<p>O evento, organizado pela Agrifood Comunicación, terá lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, depois de uma primeira edição realizada em Madrid, em 2024.</p>
<p>O programa inclui o debate de temas como o futuro do setor, incluindo a adaptação às alterações climáticas, a digitalização e a aplicação da inteligência artificial.</p>
<p>Segundo dados avançados pelo Governo, para a campanha de 2025/2026 estima-se uma produção de cerca de 179.000 toneladas, um valor semelhante ao ano anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784600]]></sapo:autor>
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		<title>Google diz que multa da UE não reconhece investimento no Android</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Google afirmou hoje que a multa de 4,125 mil milhões de euros confirmada pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) não reconhece o investimento da empresa para manter o Android aberto, interoperável e gratuito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Google afirmou hoje que a multa de 4,125 mil milhões de euros confirmada pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) não reconhece o investimento da empresa para manter o Android aberto, interoperável e gratuito.</p>
<p>&#8220;O Android oferece mais opções para todos e apoia milhares de empresas. Esta decisão judicial não reconhece o nosso investimento significativo para garantir que o Android se mantém aberto, interoperável e gratuito&#8221;, reagiu a tecnológica após a decisão do TJEU.</p>
<p>&#8220;De qualquer forma, adaptámos os nossos contratos para cumprir a decisão inicial de 2018 e continuamos focados na inovação e na abertura aos nossos utilizadores, parceiros e programadores&#8221;, acrescentou a empresa.</p>
<p>A posição da &#8216;gigante&#8217; da tecnologia surge depois do TJUE ter confirmado hoje a multa recorde imposta à Google pela Comissão Europeia de 4,125 mil milhões de euros por abuso de posição dominante no mercado através da aplicação Android.</p>
<p>A decisão do TJUE rejeita assim o recurso apresentado pela Google de uma sentença do Tribunal Geral da UE que, ainda assim, tinha reduzido a multa inicial do executivo comunitário de 4,342 mil milhões de euros para 4,125 mil milhões de euros.</p>
<p>A sociedade-mãe da Google, Alphabet, tem de pagar 1,520 mil milhões de euros da coima.</p>
<p>Em 2018, a Comissão Europeia concluiu que a multinacional abusou da sua posição dominante ao ter imposto, nomeadamente através de acordos de pré-instalação e de condições de licença de determinadas aplicações, a promoção do seu motor de busca Google Search e do seu navegador Chrome em dispositivos móveis que funcionam com o sistema operativo Android, também da Google.</p>
<p>Este montante é a multa mais alta aplicada até agora por Bruxelas num caso de violação das regras da concorrência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784598]]></sapo:autor>
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		<title>Fidelidade: Antecipar para proteger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:00:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fidelidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O ESG está a ganhar peso nas decisões de investimento, subscrição e gestão do risco. Na Fidelidade, a sustentabilidade é encarada como uma ferramenta de transformação do negócio e de preparação para um contexto de maior incerteza climática]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A decrescente frequência de fenómenos climáticos extremos, a pressão para cumprir metas de descarbonização e a evolução do enquadramento regulatório estão a transformar o sector segurador. Neste contexto, os critérios ESG assumem um papel cada vez mais relevante na avaliação do risco, nos investimentos e na subscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">João Mestre, director de Sustentabilidade da Fidelidade, e Rui Esteves, director geral técnico da Fidelidade e co-coordenador do Impact Center for Climate Change (ICCC), explicam como a seguradora está a integrar estes desafios na sua actividade e de que forma o ESG está a influenciar decisões concretas de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O ESG passou, nos últimos anos, de compromisso estratégico para critério operacional. Onde sente que essa mudança é hoje mais visível dentro da Fidelidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>João Mestre (JM):</strong> A mudança é hoje mais visível nas áreas em que a sustentabilidade passou a influenciar decisões concretas de negócio, e não apenas o posicionamento institucional. Essa evolução observa-se sobretudo nas três dimensões que estruturam o nosso plano de transição climática: operações, investimentos e subscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">O ESG está a entrar em processos como a avaliação de risco, o desenvolvimento de produtos e o reporte. Um exemplo concreto é o Fidelidade Drive, que incentiva uma condução mais segura e eficiente. Na gestão dos portefólios de ações e obrigações integrámos critérios ESG, incluindo objectivos de redução da intensidade carbónica, e na gestão do portefólio imobiliário esse compromisso traduz-se na melhoria da eficiência energética e na obtenção de certificações ESG como BREEAM ou LEED.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas acções são coerentes com a ambição pública do Grupo de reduzir emissões ao longo de toda a cadeia de valor e de alcançar a neutralidade carbónica até 2050.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que áreas do negócio sentiram maior transformação prática com a integração de critérios ESG: investimento, subscrição, operações ou relação com clientes?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> A transformação mais estrutural está nos investimentos e na subscrição, porque é aí que se concentra a actividade core do nosso Grupo e onde temos maior capacidade de influência e responsabilidade, nomeadamente na redução da pegada de carbono dos dois portefólios. Nas operações, a mudança é mais directa e controlável, pela actuação sobre edifícios, energia, frota e viagens. A relação com clientes está também a evoluir, embora numa lógica mais progressiva e de construção conjunta.</p>
<p style="text-align: justify;">No domínio dos investimentos, destaca-se a integração formal de critérios ESG na análise e na tomada de decisão, conforme definido na nossa Política de Investimento Sustentável, que estabeleceu, entre outras medidas, a aplicação de exclusões e limites de exposição a sectores mais controversos ou intensivos em carbono, bem como a análise de riscos de sustentabilidade ao nível dos activos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Fidelidade identifica a mitigação e adaptação às alterações climáticas como temas estratégicos. De que forma a crescente frequência de fenómenos climáticos extremos já está a influenciar decisões concretas de pricing, subscrição ou desenvolvimento de produtos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rui Esteves (RE):</strong> A crescente frequência de fenómenos climáticos extremos já está a influenciar decrescente mucisões concretas na Fidelidade em qualquer um desses três tópicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse contexto traz dois níveis de desafios: incorporar de forma mais rigorosa a situação actual dos riscos físicos relacionados com eventos meteorológicos e introduzir nas modelações dos comportamentos desses riscos os cenários das alterações climáticas, obtendo-se assim o que poderemos esperar em vários prazos. O primeiro desafio é consequência de já estarmos a observar um peso maior das perdas relacionadas com eventos extremos e o segundo desafio resulta de sabermos que o futuro irá ser diferente do passado, mesmo do mais recente.</p>
<p style="text-align: justify;">No pricing, há uma evolução para modelos mais sensíveis ao risco climático, incorporando, em seguros patrimoniais, informação mais detalhada sobre o comportamento do risco nos diversos locais, por exemplo, para inundações e incêndios. Isto permite maior diferenciação tarifária e alinhamento com a variabilidade crescente dos eventos extremos, tornando os preços mais ajustados ao risco real.</p>
<p style="text-align: justify;">Na subscrição e na gestão de carteira, observa-se um reforço significativo da selectividade e do controlo técnico. Questionários de risco mais detalhados e a recolha de informação adicional permitem uma aceitação mais selectiva e uma melhor avaliação da exposição e das vulnerabilidades a eventos extremos. O caminho será automatizar o cruzamento de informação dos locais que estão a ser propostos para contratação de seguro com camadas de informação sobre risco e assim ter resultados mais imediatos para facilitar as decisões de subscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível do desenvolvimento de produto, a resposta passará por adaptar a oferta a um contexto de risco crescente, incluindo soluções que promovem comportamentos mais resilientes e decisões que conduzam à redução das vulnerabilidades. É importante ter em consideração que os produtos disponibilizados já garantem as consequências dos eventos meteorológicos mais extremos, o que nos coloca num bom ponto de partida, mas há ainda que desenvolver ofertas que facilitem a redução de um protection gap muito elevado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando mais de 95% das emissões dependem de entidades externas, até que ponto conseguem realmente controlar o próprio percurso Net Zero?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Num grupo segurador, a maior parte das emissões está associada a investimentos, clientes, activos segurados e cadeia de valor, pelo que o controlo é necessariamente indirecto em muitas dimensões. O percurso para a neutralidade carbónica não se faz apenas por controlo directo, mas sobretudo pela capacidade de inf luência, pelos critérios de selecção que aplicamos, pelo engagement com contrapartes e pelo apoio à transição. A ambição do Grupo assenta em metas públicas para operações, investimentos e subscrição, precisamente para ref lectir essa responsabilidade ao longo da cadeia de valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível dos seguros, conseguimos orientar comportamentos através da introdução de incentivos à adopção de práticas mais sustentáveis. O Fidelidade Drive é disso exemplo: recompensa quem conduz de forma mais responsável, o que se traduz numa menor pegada de carbono. Nos investimentos, temos privilegiado activos verdes, como imóveis com as melhores certificações de sustentabilidade (LEED e BREEAM) ou green bonds.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pressão para cumprir metas Net Zero pode levar, no futuro, a mudanças mais exigentes na política de subscrição e investimento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> A Fidelidade definiu metas explícitas de Net Zero também para a subscrição, com objectivos intermédios de redução da intensidade de emissões na carteira segurada. Isto implica que a subscrição deixa de ser neutra face ao perfil climático dos clientes e passa a ser um instrumento activo de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, essa pressão tende a traduzir-se, ao longo do tempo, em políticas mais exigentes, nomeadamente através da integração sistemática de critérios ESG na avaliação de risco, com classificação dos clientes segundo o seu impacto ambiental e eventual escalonamento de decisões para níveis superiores de aprovação. Verifica-se também uma utilização crescente de ESG scoring e de informação sobre as emissões dos clientes nos processos de aceitação e renovação de riscos, bem como uma potencial evolução para exclusões ou restrições em sectores mais intensivos em carbono, uma tendência já observada na área dos investimentos e que poderá, progressivamente, estender-se à subscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma ruptura, o movimento é de reforço gradual da exigência, combinando influência sobre clientes, incentivos à transição e selectividade acrescida, de forma a alinhar a carteira segurada com a trajectória Net Zero, sem comprometer a sustentabilidade comercial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O engagement com empresas participadas e clientes já está a traduzir-se em mudanças mensuráveis ou continua a ser sobretudo um trabalho de sensibilização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Esta é uma área ainda em desenvolvimento, tanto na Fidelidade como no sector. O nosso foco tem sido posicionar a Fidelidade como parceiro na transição, apoiando clientes e participadas com soluções de prevenção, adaptação e conhecimento, em que o ICCC é um exemplo claro. Nos investimentos, o engagement foi identificado como uma das potenciais alavancas assumidas no plano de transição para apoiar a descarbonização da carteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se, em síntese, de um processo em evolução, em que a prioridade é avançar de forma responsável, assegurando uma transição justa, sem comprometer a inclusão e a protecção dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A formação em sustentabilidade está a mudar apenas o conhecimento interno ou já está a influenciar decisões concretas de negócio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> O objectivo da formação não é apenas aumentar conhecimento, mas apoiar melhores decisões de negócio. Em 2025, promovemos formação específica em estratégia de sustentabilidade dirigida à Comissão Executiva e aos Executives, com foco na compreensão dos desafios, riscos e oportunidades ESG e na construção de resiliência de longo prazo. Foi uma iniciativa particularmente relevante por alinhar a liderança e acelerar a transformação interna, assegurando que a sustentabilidade é entendida não como um tema técnico, mas como um factor efectivo de orientação estratégica e de tomada de decisão ao mais alto nível.</p>
<p style="text-align: justify;">Em paralelo, todos os colaboradores do Grupo recebem formação em sustentabilidade, complementada com formações específicas nas áreas de expertise mais relevantes para a sua actividade. Acreditamos que esta aposta está já a contribuir para transformar conhecimento em decisão, reforçando a capacidade do Grupo de integrar a sustentabilidade de forma cada vez mais consistente e informada no seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os reconhecimentos e ratings internacionais reforçam a credibilidade da estratégia ESG da Fidelidade, mas também aumentam o escrutínio. Que desafios e responsabilidades acrescidas resultam dessa exposição?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Os reconhecimentos são consequência do trabalho que é feito, e não um fim em si. Reforçam a credibilidade, mas elevam também a exigência de consistência entre ambição, execução e reporte. Maior visibilidade implica mais escrutínio sobre metodologias, perímetros, dados, progresso e coerência da comunicação, o que exige prudência na linguagem e rigor na demonstração de resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes reconhecimentos têm sido valorizados pelos nossos stakeholders e funcionam como um sinal externo de credibilidade e de consistência na forma como integramos a sustentabilidade no negócio. Ao mesmo tempo, actuam como um incentivo adicional para continuar a evoluir: elevam o nível de exigência interna e reforçam o compromisso de fazer mais e melhor, com maior rigor e transparência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, esses reconhecimentos actuam como um incentivo adicional para continuar a evoluir, elevando o nível de exigência interna e reforçando o compromisso de fazer mais e melhor, com maior rigor e transparência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que a Fidelidade está a equilibrar a necessidade de acelerar metas ESG com as exigências de competitividade e rentabilidade do negócio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Na Fidelidade não enquadramos sustentabilidade e rentabilidade como objectivos opostos, mas como dimensões que têm de ser geridas em conjunto. Integrar ESG é também uma forma de antecipar risco, proteger valor e preparar o negócio para mudanças económicas, regulatórias e sociais. Mais do que isso, a sustentabilidade representa uma enorme oportunidade de negócio para um Grupo como o nosso, e estamos proactivamente a desenvolver ofertas que procuram contribuir para os principais desafios da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco incide nas áreas core do negócio – investimentos e subscrição –, evitando medidas sem impacto real ou de execução pouco realista. Existe um esforço deliberado de equilibrar ambição com a realidade dos mercados e dos clientes, ajustando o ritmo de integração ESG aos diferentes níveis de maturidade, sem comprometer competitividade ou o acesso à protecção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma temas como envelhecimento da população, longevidade ou inclusão financeira estão hoje a influenciar a estratégia ESG da Fidelidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> São temas estruturais para o negócio segurador e parte integrante da forma como a Fidelidade entende o seu papel social. A longevidade, em particular, surge como tema central na estratégia global do Grupo, agregando desafios tão diversos quanto o envelhecimento, a saúde, a literacia e a resiliência financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta tem passado pelo desenvolvimento de soluções diferenciadas por segmento, das quais destaco produtos orientados para a longevidade e a saúde, como a SOFIA, programas de promoção de estilos de vida saudáveis, como o Multicare Vitality, e iniciativas que reforçam a resiliência financeira dos clientes ao longo da vida, como o MySavings.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na sua visão, que temas acredita que vão redefinir a agenda ESG no sector segurador nos próximos anos e onde sente que a Fidelidade quer assumir um papel mais activo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JM:</strong> Identifico quatro temas que irão marcar a agenda: a adaptação às alterações climáticas, a natureza e os recursos, a longevidade, e o reforço da protecção financeira e da resiliência das pessoas e empresas num contexto de maior incerteza. No sector segurador, ganharão peso não só a mitigação, mas sobretudo a adaptação, a prevenção, a resiliência e a redução do protection gap.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fidelidade quer ter um papel activo nestas três frentes: como investidor responsável, como segurador que integra a sustentabilidade no core do negócio e como agente de conhecimento e sensibilização. A transformação terá de ser ambientalmente ambiciosa, mas também socialmente equilibrada e ajustada às realidades das diferentes geografias onde o Grupo opera.</p>
<p style="text-align: justify;">Em mercados como Angola, onde o desafio principal ainda passa por alargar o acesso a protecção e a inclusão financeira, não faria sentido aplicar o mesmo grau de exigência que em mercados mais maduros como o Chile, onde já existem condições para avançar com maior rapidez na integração de critérios ESG e na descarbonização – sob pena de excluir clientes ou agravar desigualdades.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “ESG”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780818]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério Público pede condenação do empresário Mário Ferreira acusado de fraude fiscal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-publico-pede-condenacao-do-empresario-mario-ferreira-acusado-de-fraude-fiscal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:57:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público pediu hoje a condenação do empresário Mário Ferreira, que detém a Mystic Invest, dona da Douro Azul, acusado de fraude fiscal qualificada na venda do navio Atlântida, em 2015, a uma sociedade constituída em Malta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público pediu hoje a condenação do empresário Mário Ferreira, que detém a Mystic Invest, dona da Douro Azul, acusado de fraude fiscal qualificada na venda do navio Atlântida, em 2015, a uma sociedade constituída em Malta.</p>
<p>Na sessão do julgamento destinada às alegações finais que decorre esta manhã no Tribunal de São João Novo, no Porto, o procurador do Ministério Publico (MP) considerou que ficou provado o crime de fraude fiscal qualificada e pediu a condenação do empresário, não tendo sido especificada a pena a aplicar.</p>
<p>Em causa está a compra e venda do navio Atlântida, adquirido pela Mystic Cruises aos estaleiros de Viana do Castelo por 8,75 milhões de euros, em setembro 2014, e vendido, em junho de 2025, à Internacional Trade Winds (ITW), empresa criada em Malta e gerida pelo empresário, por 11 milhões de euros.</p>
<p>Posteriormente, a Internacional Trade Winds vendeu o navio à norueguesa Hurtigruten por 17 milhões de euros.</p>
<p>Segundo o MP, essa venda resultou num ganho de 3,7 milhões de euros, montante que não foi atempadamente declarado, o que possibilitou a obtenção de uma vantagem ilegítima, em sede de IRS, de cerca de um milhão de euros.</p>
<p>O MP pediu ainda a condenação das empresas envolvidas no negócio, falou em &#8220;venda simulada&#8221; para deslocalizar para Malta o lucro da venda do navio e que a embarcação foi vendida a um preço &#8220;significativamente&#8221; inferior ao valor de mercado, recorrendo a uma avaliação feita anteriormente à venda que lhe atribuiria um valor superior a 26,6 milhões de euros.</p>
<p>Além de Mário Ferreira, as empresas Mystic Cruises e Valens Private Equality, detidas pelo empresário, também são arguidas no processo.</p>
<p>Referindo-se ao negócio com expressões como &#8220;opacidade&#8221; e &#8220;confidencialidade&#8221; e considerando que a ITW não tinha qualquer estrutura empresarial, atividade efetiva, nem trabalhadores, o MP considerou esta sociedade &#8220;oca e vazia&#8221;, referindo que se quis &#8220;lançar uma névoa sobre o verdadeiro motivo da venda do navio a esta empresa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Dúvidas não temos de que a única função tangível da estrutura societária criada em Malta foi permitir o desvio das obrigações tributárias de Mário Ferreira. A venda do navio à ITW nunca permitiu valorizar o mesmo. O navio nunca se aproximou de Malta e nunca teve bandeira de Malta&#8221;, disse o procurador.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784597]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas disponibiliza 81,4 ME a Portugal para programas de eficiência energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia disponibilizou hoje 81,4 milhões de euros a Portugal para avançar com dois programas de eficiência energética em edifícios da Polícia Judiciária e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia disponibilizou hoje 81,4 milhões de euros a Portugal para avançar com dois programas de eficiência energética em edifícios da Polícia Judiciária e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses.</p>
<p>Estes 81,4 milhões de euros destinados a Portugal foram hoje anunciados no âmbito de um pacote de 2,5 mil milhões de euros mobilizados pela Comissão Europeia e o Banco Europeu de Investimento (BEI) para ajudar os Estados-membros a &#8220;modernizar os seus sistemas energéticos e cumprir as suas metas climáticas e energéticas&#8221;.</p>
<p>No caso de Portugal, cerca de 67 milhões deste pacote de 81 milhões vão ser destinados a um &#8220;programa integrado de modernização energética&#8221; da Polícia Judiciária (PJ).</p>
<p>Os restantes 14 milhões vão ser alocados a outro programa, designado &#8220;edifício sustentável para o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses&#8221;.</p>
<p>Além destes dois projetos portugueses, foram selecionados outros 49 programas na Chéquia, Estónia, Grécia, Croácia, Letónia, Lituânia, Hungria, Polónia, Roménia e Eslovénia que serão igualmente alvo de financiamento europeu.</p>
<p>&#8220;O desembolso hoje efetuado contribuirá para reforçar a competitividade da indústria da UE, ao apoiar infraestruturas energéticas modernas, eficientes e resilientes, aumentar a produção e o armazenamento de energias renováveis, promover a inovação e ajudar a reduzir as importações de combustíveis fósseis&#8221;, refere o executivo.</p>
<p>Os 2,5 mil milhões de euros hoje anunciados foram financiados pelo chamado Fundo de Modernização, composto pelas receitas angariadas através do Sistema de Comércio de Licenças de Emissão da UE, o mercado de carbono do bloco.</p>
<p>A Comissão Europeia indica que o Fundo de Modernização &#8220;é um instrumento de solidariedade destinado a apoiar a transição para energias limpas em 13 Estados-membros da UE com menores rendimentos&#8221;, ou seja, cujo PIB per capita &#8220;foi inferior a 75% da média da União no período entre 2016 e 2018&#8221;.</p>
<p>Citada no comunicado, a vice-presidente da Comissão Europeia Teresa Ribera defende que o Fundo de Modernização é um &#8220;excelente exemplo&#8221; de como as receitas geradas pelo mercado de carbono da UE &#8220;podem ser canalizadas para investimentos que reforçam a competitividade no contexto da transição climática&#8221;.</p>
<p>&#8220;Seja para medidas de eficiência energética na indústria, para a modernização das redes elétricas ou para contribuir para a redução dos preços da energia através do aumento da produção de energias renováveis ou da capacidade de armazenamento, os recursos gerados pelas atividades poluentes são utilizados para criar sistemas energéticos mais limpos e competitivos&#8221;, destaca.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784593]]></sapo:autor>
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		<title>Tem dentes “humanos”, é tóxico e vale recompensa: o peixe invasor que assusta pescadores europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[Mar Mediterrâneo]]></category>
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					<description><![CDATA[Alvo é o Lagocephalus sceleratus, conhecido como peixe-sapo-de-bochechas-prateadas, uma espécie invasora com dentes salientes, corpo em forma de torpedo e uma toxina potencialmente mortal para os humanos se for ingerida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Grécia começou a pagar uma recompensa a pescadores para capturarem um peixe tóxico que está a invadir o Mediterrâneo e a causar prejuízos crescentes à pesca local. O alvo é o Lagocephalus sceleratus, conhecido como peixe-sapo-de-bochechas-prateadas, uma espécie invasora com dentes salientes, corpo em forma de torpedo e uma toxina potencialmente mortal para os humanos se for ingerida.</p>
<p>A medida mostra o grau do problema. Desde 26 de junho, o Governo grego paga 5,33 euros por quilo aos pescadores que capturem esta espécie, que depois deve ser congelada e incinerada. O programa é financiado pelo Estado e pretende reduzir a presença do peixe em zonas onde a espécie já está a afetar fortemente a atividade pesqueira, sobretudo junto a Creta e a outras ilhas gregas.</p>
<p>O peixe-sapo-de-bochechas-prateadas não é originário do Mediterrâneo. A espécie é típica de águas tropicais do Índico e do Pacífico Ocidental, mas entrou no Mediterrâneo através do Canal de Suez, num fenómeno conhecido como migração lessepsiana, referência a Ferdinand de Lesseps, o engenheiro francês associado à construção do canal.</p>
<p>A abertura dessa rota marítima permitiu a passagem de várias espécies do Mar Vermelho para o Mediterrâneo. O aquecimento das águas tem ajudado algumas delas a sobreviver e a expandir-se fora do habitat natural. No caso do Lagocephalus sceleratus, a Comissão Europeia já tinha identificado a espécie como uma das invasoras mais problemáticas da região.</p>
<p>O perigo para os humanos está sobretudo no consumo. A pele e os órgãos deste peixe contêm uma neurotoxina potente, associada a risco de insuficiência cardíaca se ingerida. Por isso, as autoridades alertam que a espécie não deve ser consumida.</p>
<p>O problema, no entanto, já vai muito além do risco alimentar. Os pescadores gregos queixam-se de redes destruídas, capturas perdidas e prejuízos sucessivos. Segundo relatos citados pela &#8216;Associated Press&#8217;, alguns pescadores dizem que chegam a passar mais tempo a reparar redes do que no mar, depois de os peixes roerem o equipamento e comerem o pescado capturado.</p>
<p>A espécie é particularmente difícil de controlar porque não tem predadores naturais relevantes no Mediterrâneo oriental. É omnívora, alimenta-se de peixe, crustáceos e lulas, e consegue prosperar em águas cada vez mais quentes. Um estudo publicado em 2024 na revista ‘Fishes’ descreve o peixe-sapo-de-bochechas-prateadas como uma espécie tóxica que causa danos em redes, palangres e capturas comerciais.</p>
<p>Na Grécia, os relatos de pescadores têm aumentado a preocupação pública. Vídeos divulgados nas últimas semanas mostram exemplares a cravar os dentes em latas ou pedaços de madeira, uma imagem que ajudou a alimentar o alarme em torno da espécie. A Cruz Vermelha Grega também emitiu alertas de segurança, com recomendações de primeiros socorros em caso de mordida.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Greece is paying fishermen to catch toxic fish that can bite through soda cans</p>
<p>The invasive silver-cheeked toadfish has been spreading through the Mediterranean as sea temperatures rise <a href="https://t.co/bia5VnkiR1">pic.twitter.com/bia5VnkiR1</a></p>
<p>&mdash; Dexerto (@Dexerto) <a href="https://x.com/Dexerto/status/2070939734508003626?ref_src=twsrc%5Etfw">June 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Apesar do alarme, as autoridades gregas têm procurado travar o pânico. Segundo a Associated Press, os organismos locais sublinham que o peixe não foi identificado em zonas balneares de resorts gregos e que, nesta fase, o principal impacto está concentrado na pesca. Ainda assim, houve relatos locais de uma mulher ferida após ter sido mordida enquanto nadava em Varkiza, perto de Atenas, tendo necessitado de tratamento hospitalar.</p>
<p>A recompensa por quilo é, por isso, mais do que uma medida económica: é uma tentativa de contenção. Ao pagar aos pescadores para retirarem estes peixes do mar, a Grécia procura reduzir os danos numa indústria já pressionada e limitar a expansão de uma espécie que junta três fatores de risco: é tóxica, destrói equipamento de pesca e não encontra resistência natural no ecossistema onde se instalou.</p>
<p>O caso grego não é isolado. Chipre já tinha avançado com programas de incentivo semelhantes para tentar controlar a espécie, pagando aos pescadores pela captura do peixe invasor. A decisão da Grécia confirma que o Mediterrâneo está a enfrentar uma pressão crescente de espécies tropicais que encontram nas águas mais quentes condições para se multiplicarem.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784581]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal teve maior subida da UE dos preços das casas com 17,8% no 1º trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-teve-maior-subida-da-ue-dos-precos-das-casas-com-178-no-1o-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal foi o Estado-membro da União Europeia (UE) em que o preço das casas mais aumentou na variação homóloga (17,8%) e o segundo em cadeia (3,8%), no primeiro trimestre, divulga hoje o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal foi o Estado-membro da União Europeia (UE) em que o preço das casas mais aumentou na variação homóloga (17,8%) e o segundo em cadeia (3,8%), no primeiro trimestre, divulga hoje o Eurostat.</P><br />
<P>Na zona euro, comparando com o mesmo trimestre de 2025, o indicador subiu 4,7% e, na UE, acelerou 5,1%, segundo o serviço estatístico europeu.</P><br />
<P>Já na variação em cadeia, o preço das casas aumentou 1,0% na área do euro e 1,2 na UE.</P><br />
<P>Entre os Estados-membros para os quais há dados disponíveis, um país apresentou uma diminuição homóloga nos preços das casas no primeiro trimestre de 2026, e 25 registaram uma subida anual.</P><br />
<P>A queda foi registada na Finlândia (-2,0%), enquanto os maiores aumentos foram observados em Portugal (17,8%), na Bulgária (14,8%) e na Eslováquia (14,4%).</P><br />
<P>Em comparação com o trimestre anterior, nos primeiros três meses do ano, os preços diminuíram em quatro Estados-membros e aumentaram em 22. </P><br />
<P>As quedas foram registadas na Bélgica, na Finlândia (ambas -0,8%), em França (-0,6%) e na Hungria (-0,5%), ao passo que os principais aumentos foram registados na Bulgária (6,2%), em Portugal (3,8%) e na Eslováquia (3,6%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784577]]></sapo:autor>
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		<title>Vai viajar pela Europa nos próximos dias? Nova vaga de calor ameaça férias em vários destinos turísticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem prepara férias no continente europeu, a pausa deverá ser curta: uma nova vaga de calor começa a ganhar força já a partir desta quinta-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma semana marcada por temperaturas recorde em vários países europeus, a descida temporária dos termómetros trouxe algum alívio ao Reino Unido. Mas, para quem prepara férias no continente europeu, a pausa deverá ser curta: uma nova vaga de calor começa a ganhar força já a partir desta quinta-feira e deverá intensificar-se durante o fim de semana em vários destinos turísticos.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, os avisos de calor mantêm-se ativos em várias zonas da Europa, com temperaturas elevadas previstas para destinos como a Córsega, Madrid, Roma, o sul de França, a costa croata e várias regiões de Portugal. Em alguns casos, os termómetros deverão voltar a aproximar-se ou ultrapassar os 40 graus Celsius.</p>
<p>Em França, a nova subida das temperaturas começa esta quinta-feira, mas deverá tornar-se mais intensa a partir do fim de semana, sobretudo no sul do país. A Météo-France tinha já alertado para a propagação de calor intenso na região sul e para temperaturas superiores a 30 graus em grande parte do território no final da semana e no início da próxima. O &#8216;Le Monde&#8217; também noticiou que França poderá enfrentar a terceira vaga de calor do ano a partir deste fim de semana e durante a próxima semana.</p>
<p>O país ainda recupera de uma semana de temperaturas extremas. França registou recentemente o dia mais quente de sempre, com valores que chegaram aos 43,8 graus em Pulluau, no oeste do país, e avisos vermelhos em dezenas de departamentos. Esta quinta-feira, as autoridades francesas estavam também a combater incêndios no sul do país, num contexto de calor persistente, baixa humidade e vegetação seca.</p>
<p>Em Espanha, o calor também deverá voltar a ganhar força nos próximos dias. A agência meteorológica espanhola, Aemet, avisou para a chegada de uma massa de ar mais quente do que o normal à Península Ibérica, com subida gradual das temperaturas e calor mais intenso a tempo do fim de semana, sobretudo fora do norte peninsular.</p>
<p>O país já tinha registado os dias de junho mais quentes de sempre, com temperaturas acima dos 40 graus em vários pontos. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, Bilbau chegou aos 42,7 graus, enquanto avisos laranja continuavam ativos para regiões como a Andaluzia e a Extremadura, incluindo zonas muito procuradas por turistas, como Sevilha e Córdoba.</p>
<p>Portugal está entre os países onde a nova fase de calor será mais sentida. A partir desta quinta-feira, Lisboa, Coimbra, Leiria e Setúbal ficam sob aviso vermelho devido à persistência de temperaturas extremamente elevadas, com o IPMA a prever valores que podem chegar aos 40 graus em vários distritos e aos 43 graus em Setúbal. A &#8216;Euronews&#8217; indica que o calor deverá prolongar-se pelo menos durante uma semana e que o aviso vermelho estará em vigor de quinta-feira a sábado nestes quatro distritos.</p>
<p>O IPMA já tinha alertado para temperaturas acima do normal no continente, com valores médios entre 3 e 7 graus acima do habitual para esta altura do ano. A situação é explicada pela presença de um anticiclone a norte/noroeste dos Açores, que transporta uma massa de ar muito quente e seco para o território continental.</p>
<p>Em Itália, a situação continua crítica, embora com sinais de ligeiro alívio a partir desta sexta-feira. O Ministério da Saúde italiano colocou 25 de 27 cidades sob aviso vermelho no início de julho, incluindo grandes centros urbanos e destinos turísticos. De acordo com a imprensa local, o alerta máximo abrangia a maioria do país na terça e quarta-feira, antes de uma descida gradual das temperaturas em algumas zonas.</p>
<p>Roma deverá continuar entre os pontos de atenção, com máximas próximas dos 35 graus e risco de trovoadas fortes. O &#8216;The Independent&#8217; refere que, a partir de sexta-feira, apenas Reggio Calabria e Catania, na Sicília, deverão permanecer sob aviso vermelho, num sinal de ligeira redução da pressão térmica no país.</p>
<p>Na Grécia, a situação combina calor elevado com risco de trovoadas. O serviço meteorológico helénico colocou grande parte do país sob aviso amarelo, com temperaturas entre os 35 e os 38 graus durante o dia e riscos acrescidos para pessoas vulneráveis, incluindo idosos e crianças.</p>
<p>Na Croácia, o calor atinge diretamente algumas das zonas costeiras mais procuradas pelos turistas. Esta quarta-feira, o serviço meteorológico croata emitiu avisos vermelhos para várias regiões, incluindo Dubrovnik, Split e Rijeka. Em Split, as temperaturas poderiam chegar aos 37 graus, com as autoridades a recomendarem precauções especiais para crianças, idosos e pessoas mais vulneráveis.</p>
<p>A nova vaga de calor não deverá atingir todos os países europeus da mesma forma, mas o padrão é claro: depois de uma curta pausa em algumas regiões, o calor extremo regressa entre esta quinta-feira e o fim de semana, com maior intensidade no sul da Europa. Para quem vai viajar, os destinos mais expostos nos próximos dias incluem Portugal, Espanha, sul de França, Córsega, Itália, Grécia e Croácia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784570]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Último elefante de circo em Portugal já mora em santuário no Alentejo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ultimo-elefante-de-circo-em-portugal-ja-mora-em-santuario-no-alentejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O último elefante de circo em Portugal tornou-se no primeiro residente do santuário da Pangea, no Alentejo, inaugurando aquele que é considerado "o primeiro santuário de grande escala da Europa", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O último elefante de circo em Portugal tornou-se no primeiro residente do santuário da Pangea, no Alentejo, inaugurando aquele que é considerado &#8220;o primeiro santuário de grande escala da Europa&#8221;, foi hoje anunciado.</p>
<p>Em comunicado, a Pangea Trust indicou que este elefante fêmea, chamado Julie, já chegou ao santuário da Pangea, situado nos concelhos de Vila Viçosa e Alandroal, distrito de Évora, no âmbito de um acordo voluntário com o circo Victor Hugo Cardinali.</p>
<p>&#8220;A primeira residente do Santuário de Elefantes Pangea marca o fim da presença de animais selvagens nos circos portugueses e um passo decisivo para o bem-estar dos elefantes em toda a Europa&#8221;, realçou a organização.</p>
<p>SM (RRL) //</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784572]]></sapo:autor>
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		<title>Porto Business School lança formação para preparar líderes para o futuro das cidades inteligentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Católica Porto Business School]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School acaba de lançar o Advanced Program em Smart Communities, um programa de formação executiva pensado para capacitar profissionais na liderança da transição para cidades mais inteligentes, sustentáveis e orientadas por dados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-turn-id-container="request-WEB:e54ba2a8-aa99-4c27-92a9-854a0fb38629-3" data-is-intersecting="true">
<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none has-data-writing-block:pointer-events-none [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:e54ba2a8-aa99-4c27-92a9-854a0fb38629-3" data-turn-id-container="request-WEB:e54ba2a8-aa99-4c27-92a9-854a0fb38629-3" data-testid="conversation-turn-2" data-turn="assistant">
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<p data-start="101" data-end="363">A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Porto Business School</span></span> acaba de lançar o Advanced Program em Smart Communities, um programa de formação executiva pensado para capacitar profissionais na liderança da transição para cidades mais inteligentes, sustentáveis e orientadas por dados.</p>
<p data-start="365" data-end="721">O lançamento surge num momento em que o mercado europeu de smart cities continua a crescer a um ritmo anual estimado em 15,2%, impulsionado por investimento público e europeu — nomeadamente através do Digital Europe Programme e dos EU Data Spaces — e pela evolução acelerada da inteligência artificial, da computação e das infraestruturas digitais urbanas.</p>
<p data-start="723" data-end="983">Neste contexto, a nova formação pretende responder aos desafios da urbanização contemporânea, preparando líderes de diferentes setores para desenhar, implementar e escalar soluções urbanas baseadas em dados, com impacto direto na qualidade de vida nas cidades.</p>
<p data-start="985" data-end="1336">O programa aborda temas como governação de comunidades inteligentes, integração tecnológica e desenvolvimento de soluções centradas no cidadão. Entre os objetivos está a capacidade de transformar problemas urbanos em casos de uso concretos e modelos de negócio replicáveis, bem como avaliar a maturidade digital e o impacto das soluções implementadas.</p>
<p data-start="1338" data-end="1581">Um dos elementos centrais da formação é o Business Impact Challenge, onde os participantes vão trabalhar em desafios reais, desenvolvendo roadmaps orientados para investimento, com base em dados urbanos e em necessidades concretas das cidades.</p>
<p data-start="1583" data-end="1927">A Porto Business School vai ainda usar a cidade do Porto como um laboratório vivo, permitindo aos participantes contacto direto com projetos, tecnologias e infraestruturas reais. Ao longo do programa, serão exploradas ferramentas como inteligência artificial, digital twins e análise avançada de dados, com aplicação prática em contexto urbano.</p>
<p data-start="1929" data-end="2335">Para Paulo Calçada, diretor do programa, as comunidades inteligentes já deixaram de ser uma visão de futuro. “As comunidades inteligentes já não são um conceito futurista – são a realidade urbana de hoje. Este programa oferece o conhecimento e os frameworks necessários para que os líderes utilizem dados, tecnologia e colaboração para criar ambientes urbanos inclusivos, eficientes e resilientes”, refere.</p>
<p data-start="2337" data-end="2536">O programa dirige-se a profissionais envolvidos na estratégia, governação e implementação de soluções urbanas, incluindo organizações que desenvolvem tecnologia e serviços para cidades e territórios.</p>
<p data-start="2538" data-end="2827" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O Advanced Program em Smart Communities tem início marcado para 28 de setembro e decorre em formato híbrido, combinando sessões online com experiências presenciais imersivas no Porto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784016]]></sapo:autor>
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		<title>Calor extremo obriga Governo a declarar situação de alerta: acesso a zonas florestais será limitado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O anúncio foi feito esta quinta-feira, em Leiria, pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que justificou a decisão com o agravamento das condições meteorológicas e com a necessidade de reduzir comportamentos de risco em zonas mais vulneráveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai declarar situação de alerta a partir da meia-noite desta sexta-feira, devido à persistência das temperaturas elevadas em Portugal, que deverão ultrapassar os 40 graus Celsius em algumas regiões do país.</p>
<p>O anúncio foi feito esta quinta-feira, em Leiria, pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que justificou a decisão com o agravamento das condições meteorológicas e com a necessidade de reduzir comportamentos de risco em zonas mais vulneráveis.</p>
<p>&#8220;Avançaremos, hoje mesmo, a partir da meia-noite, para a declaração da situação de alerta, uma situação que tem que ver, em primeiro lugar, com a proibição a determinados espaços florestais previamente definidos&#8221;, indicou o ministro. &#8220;Proibição de queimas e queimadas, de sobrantes da exploração agrícola, proibição da realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados ao combate a incêndios florestais&#8221;, reforçou.</p>
<p>A medida implica, sobretudo, a proibição de acesso e circulação em determinados espaços florestais previamente definidos pelas autoridades. A situação de alerta prevê ainda a interdição de queimadas e de queimas de sobrantes agrícolas.</p>
<p>“É aqui que muitas das vezes há problemas”, afirmou Luís Neves, ao referir-se às queimas e queimadas, práticas que, em períodos de calor intenso, podem aumentar o risco de ignições e dificultar a resposta das autoridades.</p>
<p>A decisão surge num contexto de temperaturas persistentemente altas, com valores que deverão superar os 40 graus Celsius em algumas zonas do território. O Governo procura, assim, antecipar medidas de prevenção perante o aumento do risco associado ao calor extremo e aos incêndios rurais.</p>
<p>Com a declaração de situação de alerta, as autoridades passam a poder reforçar limitações e condicionamentos em áreas consideradas sensíveis, nomeadamente espaços florestais onde o risco de incêndio seja mais elevado.</p>
<p>O Executivo deverá agora detalhar os espaços abrangidos pelas restrições e as regras concretas que estarão em vigor durante o período de alerta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784560]]></sapo:autor>
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		<title>Criança de 11 anos atropela grupo de monges em peregrinação e mata oito na Tailândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Banguecoque]]></category>
		<category><![CDATA[monges]]></category>
		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>
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					<description><![CDATA[Além das vítimas mortais, 14 monges ficaram feridos e foram transportados para unidades hospitalares. As autoridades locais confirmaram que a criança que conduzia a viatura foi entretanto detida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oito monges morreram depois de uma criança de 11 anos ter conduzido uma carrinha contra um grupo que participava numa caminhada de peregrinação no nordeste da Tailândia.</p>
<p>O caso aconteceu esta quinta-feira, na província de Mukdahan, a cerca de 600 quilómetros de Banguecoque, quando um grupo de 35 monges seguia em peregrinação. Cinco morreram no local e outros três acabaram por não resistir aos ferimentos no hospital, segundo informou o governador de Mukdahan, Worrayan Boonnarat, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Além das vítimas mortais, 14 monges ficaram feridos e foram transportados para unidades hospitalares. As autoridades locais confirmaram que a criança que conduzia a viatura foi entretanto detida.</p>
<p>O acidente ocorreu por volta das 11h00, na estrada Mukdahan-Don Tan, perto de Ban Na Wiang Kae, na subdistrito de Na Si Nuan, distrito de Mueang. De acordo com relatos locais, os monges tinham acabado de tomar uma refeição nas proximidades antes de retomarem a caminhada.</p>
<p>A causa do acidente continua a ser investigada. A polícia indicou, no entanto, que monges presentes no local relataram ter visto a viatura perder estabilidade antes de sair da estrada e embater contra o grupo.</p>
<p>Segundo a imprensa local, Pol Col Prayut Rueanthongkham, responsável pela esquadra de Mueang Mukdahan, foi alertado por moradores para o atropelamento de monges que seguiam em peregrinação. Equipas de socorro da Ruam Jai Mukdahan Rescue, da Mukdahan Charity Foundation, do Hospital de Mukdahan e da polícia foram mobilizadas para o local.</p>
<p>Quando chegaram à zona do acidente, as autoridades encontraram vários monges feridos junto à berma da estrada. Perto deles estava a viatura suspeita, uma carrinha pick-up Isuzu de cabina simples, de cor bronze.</p>
<p>As primeiras informações apontam para que a carrinha tenha sido retirada da casa da família da criança sem autorização. O menino foi levado para a esquadra da polícia do distrito de Muang para ser interrogado, enquanto as autoridades prosseguem a investigação às circunstâncias do acidente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784550]]></sapo:autor>
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		<title>Da estratégia à acção: a urgência de executar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos CE]]></category>
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					<description><![CDATA[No encontro de Junho do conselho editorial da Executive Digest, destacou-se a urgência de transformar visão em resultados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Com a presença de: Ana Trigo Morais · Dulce Mota · Fernando Esmeraldo · João Duque · João Epifânio · João Sousa · Jorge Rebelo de Almeida · Luís Paulo Salvado · Nuno Pinto Magalhães · Paulo Ramada · Sofia Tenreiro · Vanda Jesus</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O encontro mensal do Conselho Editorial da Executive Digest de Junho teve lugar no Hotel Vila Galé Ópera e compreendeu um almoço-debate particularmente rico, participado e estimulante, proporcionando, mais uma vez, uma reflexão profunda sobre alguns dos principais desafios e oportunidades que Portugal enfrenta actualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">No decurso do encontro, foram debatidos temas como a Energia e a necessidade de reforçar a auto-suficiência do País, o papel do Estado na Economia e na relação com as empresas, as transformações sociais e os seus impactos, a Longevidade e os desafios demográficos, os Data Centers e as suas oportunidades e desafios, bem como o futuro do Turismo. Apesar da diversidade dos temas, a discussão convergiu para uma ideia central: a necessidade de Executar.</p>
<p style="text-align: justify;">De termos Ambição, Coragem e Vontade. De transformar estratégia em acção, ambição em resultados e conhecimento em concretização. Porque planos, estudos e diagnósticos existem; o desafio continua a ser a capacidade de agir com coragem, determinação e sentido de urgência.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi desta reflexão que começou a ganhar forma o plano, o título e o tema da 31.ª Conferência da Executive Digest, já marcada para 24 de Novembro, na Culturgest.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Artigo publicado na Revista Executive Digest n.º 243 de Junho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780393]]></sapo:autor>
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		<title>Plenergy chega a Penafiel com combustíveis 10% abaixo da média regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustívis]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Plenergy]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova estação está localizada na Variante Cavalum, junto à Nortenha Pneus &#038; Serviços, e dispõe de duas ilhas de abastecimento, permitindo servir quatro viaturas em simultâneo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Plenergy inaugurou um novo posto de abastecimento em Penafiel, reforçando a sua presença na região do Grande Porto e elevando para 16 o número de estações em funcionamento em Portugal.</p>
<p>A nova estação está localizada na Variante Cavalum, junto à Nortenha Pneus &#038; Serviços, e dispõe de duas ilhas de abastecimento, permitindo servir quatro viaturas em simultâneo. Com esta abertura, a operadora passa a contar com oito postos no Grande Porto, consolidando a sua presença no Norte do país.</p>
<p>Segundo a empresa, os preços praticados pela rede na região situam-se cerca de 10% abaixo da média regional. Na fase de abertura do novo posto de Penafiel, o gasóleo simples está disponível a 1,699 euros por litro, enquanto a gasolina 95 simples é vendida a 1,789 euros por litro.</p>
<p>“A abertura deste novo posto representa mais um passo na concretização do nosso plano de crescimento para o mercado português. Continuamos focados em levar a proposta Plenergy a mais regiões do país, garantindo aos consumidores uma alternativa de abastecimento assente na qualidade, conveniência e poupança”, afirma Tiago Preguiça, Country Manager da Plenergy em Portugal.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que a marca conta já com 16 postos em funcionamento em território nacional, um resultado que, segundo a empresa, demonstra a aceitação que a Plenergy tem vindo a conquistar junto dos consumidores portugueses.</p>
<p>A operadora mantém atualmente novas estações em desenvolvimento em localizações estratégicas como Palmela, Almada, Guimarães e Castelo Branco, entre outras. A concretização destes projetos deverá permitir à Plenergy alcançar a meta dos 30 postos ativos em Portugal até ao final de 2026.</p>
<p>A expansão nacional acompanha a estratégia da empresa no mercado ibérico, onde a rede já ultrapassou as 400 estações em funcionamento. O objetivo passa por chegar às 500 estações até 2027, reforçando a aposta da Plenergy numa oferta de combustíveis de baixo custo, com foco na mobilidade económica, eficiente e acessível.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784544]]></sapo:autor>
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		<title>Futuro do azeite depende de inovação, tradição e de investimento, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Agricultura e Mar defendeu hoje, em Lisboa, que o futuro do setor do azeite depende da inovação, mas também de investimento, pedindo que a nova Política Agrícola Comum não perca o que já está a funcionar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Agricultura e Mar defendeu hoje, em Lisboa, que o futuro do setor do azeite depende da inovação, mas também de investimento, pedindo que a nova Política Agrícola Comum não perca o que já está a funcionar.</p>
<p>&#8220;O azeite é a pedra angular dos contextos mediterrâneos, com conhecidas características em termos de saúde e valor cultural e promover isto vai ser fundamental para termos uma maior presença global. O futuro depende da nossa capacidade de inovar, ao mesmo tempo que mantemos a tradição&#8221;, afirmou o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, na abertura do Congresso Mundial do Azeite, em Lisboa.</p>
<p>Para o governante, o setor precisa de continuar a inovar, mas também precisa de investimento, tecnologia, competitividade, sustentabilidade e coesão.</p>
<p>O antigo eurodeputado sublinhou que a agricultura &#8220;também é defesa&#8221;, pois é preciso garantir que a comida chega ao prato.</p>
<p>Contudo, avisou que não é possível fazer mais com menos e, assim, José Manuel Fernandes referiu que Portugal é um dos maiores exportadores de azeite e que o setor teve uma transformação enorme nas últimas décadas, fruto da modernização, de novas tecnologias e da especialização.</p>
<p>Por outro lado, destacou o legado do país em matéria de proteção das variedades de azeitona e de padrões de qualidade.</p>
<p>O ministro da Agricultura falou também da reputação internacional do setor do azeite, &#8220;resultado de um esforço coletivo de fortalecimento do setor agroalimentar&#8221;, mas também dos grandes desafios globais, que precisam de &#8220;uma resposta coordenada&#8221;.Entre estes encontram-se as alterações climáticas, a água e a sustentabilidade.</p>
<p>&#8220;Embora o azeite seja conhecido como um produto de alta qualidade, ainda pode ser melhorado através de investimentos e promoção. Temos a obrigação, senhores ministros, de comunicar as nossas soluções a nível global&#8221;, notou, acrescentando que as oliveiras são um símbolo de &#8220;paciência, resiliência, paz, prosperidade e de vida longa, que o mundo precisa e as pessoas querem&#8221;.</p>
<p>Na mesma sessão, o diretor executivo do Conselho Oleícola Internacional (COI), Jaime Lillo, referiu que apesar de o azeite ter as suas &#8220;raízes históricas e profundas&#8221; nos países mediterrânicos, hoje é produzido e consumido nos cinco continentes.</p>
<p>Apesar de sublinhar que a produção de azeite de mesa está a atingir recordes de produção a nível mundial, Lillo ressalvou que tal acontece num contexto geopolítico muito complexo.</p>
<p>Em particular no que diz respeito ao setor do azeite em Portugal, o diretor do COI disse que o país apresenta &#8220;os níveis mais elevados&#8221; em matéria de sustentabilidade, competitividade e gestão inteligente dos recursos hídricos.</p>
<p>Portugal recebe, entre hoje e sexta-feira, o &#8216;Olive Oil World Congress&#8217; (OOWC), o maior evento dedicado ao setor do azeite, que vai reunir investigadores, produtores e empresas de vários países.</p>
<p>O evento, organizado pela Agrifood Comunicación, terá lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, depois de uma primeira edição realizada em Madrid, em 2024.</p>
<p>O programa inclui o debate de temas como o futuro do setor, incluindo a adaptação às alterações climáticas, a digitalização e a aplicação da inteligência artificial.</p>
<p>Segundo dados avançados pelo Governo, para a campanha de 2025/2026 estima-se uma produção de cerca de 179.000 toneladas, um valor semelhante ao ano anterior.</p>
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