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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Feminicídio em Cuba eleva para 37 os casos registados este ano no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 01:33:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos das mulheres Alas Tensas (AT) confirmou um novo feminicídio em Cuba, com o número total de mulheres assassinadas na ilha desde o início do ano a subir para 37.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos das mulheres Alas Tensas (AT) confirmou um novo feminicídio em Cuba, com o número total de mulheres assassinadas na ilha desde o início do ano a subir para 37.</P><br />
<P>A ONG independente detalhou nas redes sociais que a vítima é Yunierkis Gómez Lozano, de 43 anos, que perdeu a vida a 09 de julho em Cumanayagua, no centro da ilha, &#8220;ao cair de um terraço após um confronto com o companheiro e pai dos seus dois filhos adolescentes&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a AT, o agressor suicidou-se após o crime, e a plataforma denunciou que Gómez se encontrava &#8220;numa situação própria da violência de casal prolongada durante anos&#8221;.</P><br />
<P>A organização enviou condolências aos dois filhos da vítima e &#8220;pessoas próximas e à comunidade que chora esta tragédia em meio à situação violenta do país&#8221;.</P><br />
<P>A AT notou que investiga doze possíveis feminicídios e cinco tentativas sinalizadas em 2025, bem como dez possíveis feminicídios e três tentativas em 2026.</P><br />
<P>A plataforma de defesa dos direitos da mulher tem alertado em várias ocasiões para &#8220;a persistência da violência extrema&#8221; em Cuba contra as mulheres, sobretudo no âmbito das relações formais e também com ex-companheiros, onde continuam a ocorrer feminicídios com &#8220;altos níveis de brutalidade&#8221;.</P><br />
<P>No relatório sobre violência de género relativo a 2025, publicado em abril passado, a AT assinalou que em 93,8% dos casos verificados em Cuba o agressor era uma pessoa conhecida da vítima.</P><br />
<P>O documento refere ainda que a situação crítica em Cuba contribui para uma maior desproteção das mulheres e meninas perante a violência de género, razão pela qual a AT tem exigido a criação de uma rede nacional de abrigos e de protocolos públicos.</P><br />
<P>O Estados Unidos têm aplicado há seis meses uma política de forte pressão sobre Cuba, que passa por um bloqueio petrolífero que multiplicou os cortes de energia e novas sanções.</P><br />
<P>Cuba não tem o feminicídio tipificado como crime no Código Penal e os meios de comunicação estatais raramente reportam estes casos.</P><br />
<P>O Governo da ilha declarou &#8220;tolerância zero&#8221; contra a violência contra mulheres, mas as ativistas denunciam a falta de ações concretas, tanto na prevenção como na atenção e apoio às vítimas.</P><br />
<P>A ONBC (Organización Nacional de Bufetes Colectivos), uma entidade jurídica profissional cubana, confirmou que em 2024 os tribunais identificaram, em julgamentos, um total de 76 mulheres assassinadas por companheiros, ex-companheiros ou outras pessoas.</P><br />
<P>Os dados compilados pela agência de notícias EFE, com base em registos da ONG de defesa dos direitos da mulher, apontam para pelo menos 46 assassínios machistas em Cuba em 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788326]]></sapo:autor>
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		<title>PCP chama ministro da Educação à AR no dia marcado para divulgar notas dos exames</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 00:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O PCP pediu um debate de urgência protestativo sobre os exames nacionais com a presença do ministro da Educação para 17 de julho, dia da divulgação dos resultados dos mais de 300 mil exames do secundário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PCP pediu um debate de urgência protestativo sobre os exames nacionais com a presença do ministro da Educação para 17 de julho, dia da divulgação dos resultados dos mais de 300 mil exames do secundário.</P><br />
<P>No requerimento entregue ao presidente da Assembleia da República (PAR), a que a Lusa teve acesso, o PCP pede um debate de urgência potestativo sobre &#8220;Exames Nacionais&#8221; na sessão plenária de 17 de julho, com a presença do ministro da tutela para explicar quais as medidas adotadas &#8220;para assegurar que nenhum estudante é prejudicado neste processo caótico de avaliação dos exames nacionais, cujos responsáveis são o ministério e o Governo&#8221;.</P><br />
<P>No requerimento, o grupo parlamentar diz não poder aceitar que o ministro Fernando Alexandre &#8220;se furte aos esclarecimentos&#8221; e à &#8220;prestação de contas&#8221; na Assembleia da República &#8220;recusando-se a participar na Comissão de Educação até 21 de julho, dia que admitiu para a reunião&#8221;.</P><br />
<P>Na passada segunda-feira, o PCP pediu uma audição urgente do ministro da Educação e na quarta-feira, Paulo Raimundo desafiou a comparecer no parlamento até ao final da próxima semana, admitindo, caso contrário, agendar um debate de urgência.</P><br />
<P>Também o Chega disse que ia insistir na realização de um debate de urgência sobre os exames nacionais e propôs o dia 17 de julho, depois de o primeiro pedido, para dia 15, ter sido indeferido pelo presidente do parlamento.</P><br />
<P>No requerimento entregue agora no parlamento pelo PCP, os comunistas dizem que &#8220;não há sinais de que os problemas estejam a ser resolvidos, o que constitui mais um motivo para o ministro vir rapidamente à Assembleia da República&#8221;.</P><br />
<P>No requerimento, o PCP aponta alguns dos problemas que têm sido denunciados pelos professores avaliadores: &#8220;Foram dadas orientações para os professores avaliarem as provas mesmo que estejam incompletas, e quando é visível que faltam folhas, a plataforma de avaliação dos exames nacionais continua a ter erros e a ser marcada por diversas suspensões temporárias na última semana, ou a enorme pressão sobre os professores&#8221;.</P><br />
<P>Para além dos problemas já identificados, o PCP critica também o anúncio do pagamento de trabalho extraordinário aos professores, &#8220;como se não fosse uma obrigação o pagamento do trabalho extraordinário&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788325]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 0,26%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 00:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,26% para 68.807,32 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,26% para 68.807,32 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,91% para 4.072,18 pontos, às 09:16 locais (01:16 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788324]]></sapo:autor>
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		<title>Wells investe mais de 2 milhões de euros em megaloja no Colombo e cria mais de 40 postos de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 23:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Wells inaugurou uma nova loja no Centro Colombo, em Lisboa, num investimento superior a dois milhões de euros que permitiu criar mais de 40 postos de trabalho.]]></description>
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<p data-start="97" data-end="444">A Wells inaugurou uma nova loja no Centro Colombo, em Lisboa, num investimento superior a dois milhões de euros que permitiu criar mais de 40 postos de trabalho. Com mais de 1.000 metros quadrados distribuídos por um único piso, a marca afirma tratar-se da maior experiência de beleza, bem-estar e ótica existente num centro comercial em Portugal.</p>
<p data-start="933" data-end="1382">&#8220;Esta loja é muito mais do que um novo espaço comercial. É a materialização da nossa visão para o futuro do retalho de beleza e bem-estar em Portugal&#8221;, afirma Margarida Oliveira, diretora-geral de Saúde e Beleza da Wells. A responsável sublinha que o objetivo é criar &#8220;um destino que combina a melhor curadoria de marcas e tendências com experiências imersivas e educativas&#8221;, reforçando o compromisso da empresa em tornar o bem-estar mais acessível.</p>
<p data-start="933" data-end="1382">O novo espaço reúne mais de 800 marcas de perfumaria, cosmética, maquilhagem, suplementos, saúde, ótica e serviços especializados, reforçando a presença da Wells no Colombo, onde passa a contar com três lojas: a nova unidade no piso 0, a loja de saúde e bem-estar instalada no Continente e a loja de ótica localizada no corredor central.</p>
<p data-start="1384" data-end="1810">Entre as principais novidades destaca-se a maior área de K-Beauty alguma vez criada numa loja Wells, dedicada à cosmética coreana, onde estão disponíveis marcas como ANUA, Beauty of Joseon, Cosrx, Medicube, Biodance, Torriden e Erborian. O espaço inclui ainda um Ingredients Bar, concebido para ajudar os consumidores a escolher produtos de dermocosmética em função dos ingredientes mais adequados às necessidades da pele.</p>
<p data-start="1812" data-end="2166">A oferta passa também a integrar novas marcas premium, como Givenchy na perfumaria e Dolce &amp; Gabbana na maquilhagem, além de um espaço dedicado ao cuidado capilar profissional, com destaque para a Color WOW e equipamentos de styling da Ghd. O Beauty Studio disponibiliza serviços como o Korean Glass Skin Ritual, HeadSpa, maquilhagem e penteados rápidos.</p>
<p data-start="2168" data-end="2568">A nova loja introduz ainda uma área exclusivamente dedicada ao bem-estar feminino, que reúne produtos relacionados com o ciclo menstrual, fertilidade, menopausa, saúde íntima e bem-estar sexual. Entre as marcas presentes encontram-se ÉME, exclusiva da Wells, Cumlaude e Intimina. O espaço inclui igualmente a maior área de suplementação da marca em loja física e consultas especializadas de nutrição.</p>
<p data-start="2570" data-end="2836">Na ótica, a Wells disponibiliza mais de 50 marcas, entre as quais Tom Ford, Versace, Persol, Salsa Jeans e Haro, bem como os óculos inteligentes Polaris Nexus. Os clientes podem ainda recorrer ao serviço de Virtual Try-On para experimentar armações de forma digital.</p>
<p data-start="2838" data-end="3196">A componente de saúde auditiva foi igualmente reforçada com rastreios auditivos self-service, que apresentam resultados em cerca de três minutos, e a possibilidade de experimentar aparelhos auditivos, incluindo as soluções Nuance. O espaço oferece ainda consultas gratuitas de optometria e audiologia, bem como serviços de entrega rápida de óculos graduados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788063]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 114</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 23:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 114, havendo ainda 54 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 114, havendo ainda 54 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre 114 vítimas mortais, 97 das quais tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 21 crianças e 93 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço contabilizava 110 portugueses e lusodescendentes mortos e 55 desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>De acordo com o mais recente balanço divulgado pelas autoridades venezuelanas, o número total de vítimas mortais subiu para 4.490, enquanto o de feridos se mantém nos 16.740.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados-membros da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788323]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 4.490 total de vítimas mortais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 22:51:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades venezuelanas contabilizaram hoje mais 157 mortes provocadas pelos sismos de 24 de junho, elevando para, pelo menos, 4.490 o total de vítimas mortais, enquanto o número de feridos mantém-se nos 16.740.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades venezuelanas contabilizaram hoje mais 157 mortes provocadas pelos sismos de 24 de junho, elevando para, pelo menos, 4.490 o total de vítimas mortais, enquanto o número de feridos mantém-se nos 16.740.</P><br />
<P>Numa publicação nas redes sociais, o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, informou que 120.794 famílias já receberam assistência e que há 19.583 pessoas acolhidas em 108 centros de abrigo temporário, instalados sobretudo em escolas de Caracas e dos estados vizinhos de Miranda e La Guaira, a região mais afetada.</P><br />
<P>Desde sábado, foram criados 14 novos abrigos temporários.</P><br />
<P>Jorge Rodríguez, irmão da Presidente interina, Delcy Rodríguez, acrescenta ainda que foram distribuídas 9.995 toneladas de alimentos e 18,5 milhões de litros de água, um trabalho que envolve 30.535 voluntários e 31.837 funcionários de vários organismos públicos, mobilizados em todo o país.</P><br />
<P>Cerca de 18 mil pessoas perderam as suas habitações, mas as autoridades admitem que o número possa aumentar à medida que prosseguem as inspeções aos edifícios que, apesar de não terem colapsado, sofreram danos estruturais.</P><br />
<P>O Governo vai realizar um recenseamento biométrico para determinar as necessidades habitacionais dos desalojados, estimando, para já, que sejam necessárias cerca de 25 mil casas.</P><br />
<P>No sábado, durante uma conferência de imprensa, Jorge Rodríguez anunciou que a Presidente interina, Delcy Rodríguez, deverá entregar as primeiras 200 habitações &#8220;na próxima semana&#8221;, sem adiantar mais detalhes.</P><br />
<P>Entre os 4.490 mortos e 16.740 feridos há 114 mortos portugueses e 54 desaparecidos.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados-membros da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788322]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Exército norte-americano anuncia nova vaga de ataques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 21:59:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O exército norte-americano anunciou hoje que lançou uma nova vaga de ataques contra o Irão, com o objetivo de impedir Teerão de atacar navios no estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército norte-americano anunciou hoje que lançou uma nova vaga de ataques contra o Irão, com o objetivo de impedir Teerão de atacar navios no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os ataques foram retomados às 17:00 de Washington (22:00 em Lisboa), segundo uma mensagem publicada na rede social X pelo Comando dos Estados Unidos para o Médio Oriente (Centcom).</P><br />
<P>O objetivo é impedir Teerão de &#8220;atacar tripulações civis e navios comerciais&#8221; no estreito.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump &#8220;ordenou estes ataques para que as forças iranianas sejam responsabilizadas&#8221;, acrescentou o exército.</P><br />
<P>O anúncio surge depois de o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ter apelado hoje aos Estados Unidos e ao Irão para exercerem &#8220;a máxima contenção&#8221; e retomarem urgentemente as negociações, perante a escalada militar no Golfo.</P><br />
<P>&#8220;O secretário-geral está profundamente preocupado com a forte escalada e a retoma dos confrontos militares no Golfo&#8221;, afirmou o porta-voz, Stéphane Dujarric, em comunicado.</P><br />
<P>Em reação às declarações, o Governo iraniano contestou as referências &#8220;confrontos militares&#8221;, defendendo que a sua intervenção na região contra alvos militares constitui &#8220;legítima defesa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta situação não é um confronto militar, mas sim a continuação de uma flagrante agressão militar dos Estados Unidos e do regime sionista contra o Irão, iniciada a 28 de fevereiro&#8221;, contrapôs o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.</P><br />
<P>Esmail Baqaei sublinhou ainda que &#8220;o Irão não atacou qualquer país&#8221;, argumentando que &#8220;o Irão atingiu bases militares e meios norte-americanos localizados na parte sul do Golfo Pérsico&#8221;, no exercício do seu &#8220;direito inerente à legítima defesa, consagrado no direito internacional&#8221;.</P><br />
<P>O responsável iraniano criticou também o porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas por utilizar o termo &#8220;Golfo&#8221; para se referir ao Golfo Pérsico, designação recomendada pelas Nações Unidas desde 1994.</P><br />
<P>Tanto os países árabes banhados pelo Golfo Pérsico como os Estados Unidos utilizam frequentemente a designação «Golfo» para se referirem ao Golfo Pérsico, evitando a referência ao caráter persa associado ao nome tradicional da região.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788320]]></sapo:autor>
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		<title>Vítimas mortais no incêndio florestal de Los Gallardos sobem para 13</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 21:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no incêndio florestal de Los Gallardos, em Almería, subiu para 13, após a morte de uma mulher britânica de 93 anos que estava internada no Hospital de Torrecárdenas, revelaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos no incêndio florestal de Los Gallardos, em Almería, subiu para 13, após a morte de uma mulher britânica de 93 anos que estava internada no Hospital de Torrecárdenas, revelaram as autoridades.</P><br />
<P>A informação foi confirmada ao início da noite de hoje pela Junta da Andaluzia, através de um comunicado citado pela agência espanhola EFE, que revela que a 13.ª vitima mortal é uma mulher de nacionalidade britânica, de 93 anos, que permanecia internada naquela unidade hospitalar.</P><br />
<P>A paciente deu entrada no serviço de Urgência no passado dia 10 de julho, às 00h28. Após uma primeira avaliação e estabilização inicial, foi transferida para a Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), acrescenta a EFE.</P><br />
<P>A vítima apresentava queimaduras em 20% da superfície corporal e tinha ainda graves patologias pré-existentes.</P><br />
<P>O El País recorda que o incêndio deflagrou na tarde de 09 de julho, no município de Los Gallardos, na província de Almería, em plena vaga de calor. Em poucas horas, as chamas propagaram-se de forma extremamente rápida, impulsionadas por temperaturas elevadas, humidade muito baixa e ventos fortes, obrigando à evacuação de mais de 1.400 pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788319]]></sapo:autor>
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		<title>MAI diz que maioria dos contratos com a PJ antecederam relação pessoal com empreiteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna esclareceu hoje que o empreiteiro que está a remodelar um imóvel particular fez contratos de dois milhões de euros para obras na Polícia Judiciária, mas a maioria antes de conhecer o ex-diretor nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Administração Interna esclareceu hoje que o empreiteiro que está a remodelar um imóvel particular fez contratos de dois milhões de euros para obras na Polícia Judiciária, mas a maioria antes de conhecer o ex-diretor nacional.</P><br />
<P>O semanário Nascer do Sol noticiou, na sexta-feira, que o ministro da Administração Interna contratou para remodelar um imóvel que detém em Odemira uma empresa anteriormente responsável por obras na Polícia Judiciária (PJ) quando Luís Neves era diretor nacional.</P><br />
<P>Segundo a publicação, entre 2020 e 2025, a empresa Construbarcelos recebeu cerca de 1,9 milhões de euros em contratos públicos, valor confirmado hoje pelo ministro da Administração Interna, em entrevista à TVI/CNN.</P><br />
<P>Questionado sobre o caso, Luís Neves esclareceu, no entanto, que todas as adjudicações resultaram de procedimentos de contratação pública e salientou que, durante mais de 70% do período em que a empresa trabalhou para-a PJ, ainda não conhecia o empreiteiro.</P><br />
<P>O governante acrescentou que os contratos celebrados depois de estabelecer uma relação de proximidade com o empresário &#8212; que conheceu durante a inauguração de uma obra &#8211; &#8220;decorreram de um segundo contrato&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente à remodelação do imóvel particular, Luís Neves disse que começou por pedir uma opinião técnica ao amigo e acabou por contratá-lo para executar os trabalhos.</P><br />
<P>Afirmando estar de consciência tranquila, o governante garantiu não existir qualquer favorecimento no preço da empreitada e afirmou estar disponível para apresentar as faturas, registadas no e-faturas e declaradas à Autoridade Tributária, justificando que ainda não o fez por falta de oportunidade.</P><br />
<P>As obras abrangem, segundo explicou, &#8220;uma parede, uma casa de banho e um alpendre&#8221; onde foi instalado um tanque, devendo representar um custo entre &#8220;os 20 mil ou 30 mil euros&#8221;, a liquidar após a conclusão dos trabalhos.  </P><br />
<P>Questionado se se arrepende da contratação, Luís Neves respondeu: &#8220;Sabendo o que sei hoje, naturalmente o percurso teria sido diferente, sem nunca renegar a amizade&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788316]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndio industrial em Camarate já está dominado &#8211; Bombeiros de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:52:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O incêndio industrial em Camarate, concelho de Loures, que começou ao início da noite numa zona de armazéns já está dominado, revelaram os bombeiros de Lisboa, acrescentando que o fogo queimou paletes e viaturas sem provocar feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio industrial em Camarate, concelho de Loures, que começou ao início da noite numa zona de armazéns já está dominado, revelaram os bombeiros de Lisboa, acrescentando que o fogo queimou paletes e viaturas sem provocar feridos.</P><br />
<P>O incêndio deflagrou num armazém no Bairro de São Francisco, acrescenta a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que enviou para o local 51 bombeiros apoiados por 17 veículos.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, fonte do comando regional de bombeiros de Lisboa revelou que o alerta foi dado às 20:44 e que &#8220;às 21:25 já estava dominado&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, os bombeiros ainda se encontram no local junto ao armazém onde deflagrou o incêndio que queimou &#8220;paletes e viaturas&#8221;, não havendo registo de feridos, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788315]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Meia centena de bombeiros combatem incêndio industrial em Camarate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:32:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa, jul 2026 (Lusa) -- Um incêndio industrial em Camarate, concelho de Loures, começou ao início da noite e está a ser combatido por 51 homens com o apoio de 17 carros, segundo informação da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, jul 2026 (Lusa) &#8212; Um incêndio industrial em Camarate, concelho de Loures, começou ao início da noite e está a ser combatido por 51 homens com o apoio de 17 carros, segundo informação da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.</P><br />
<P>O incêndio está a deflagrar num armazém no Bairro de São Francisco, acrescenta a Proteção Civil na sua página oficial.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788314]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de meia centena de mortos nas cheias em Bangladesh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:20:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de meia centena de pessoas morreram vítimas das inundações e deslizamentos de terra provocados pelas fortes chuvas no leste de Bangladesh, segundo o último balanço feito hoje pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de meia centena de pessoas morreram vítimas das inundações e deslizamentos de terra provocados pelas fortes chuvas no leste de Bangladesh, segundo o último balanço feito hoje pelo Governo.</P><br />
<P>O Ministério de Gestão de Desastres fala em, pelo menos, 51 mortos, 31 pessoas feridas e mais de um milhão de pessoas afetadas pelas chuvas torrenciais dos últimos dias.</P><br />
<P>O ministério fez um balanço nos cinco distritos com mais vítimas: morreram 28 pessoas em Cox&#8217;s Bazar, 13 em Chittagong, seis em Bandarban, três em Rangamati e uma em Moulvibazar, segundo o jornal &#8220;The Daily Star&#8221; citado pela Europa Press.</P><br />
<P>As enchentes interromperam a vida quotidiana, com cortes de energia, estradas danificadas e linhas de comunicação interrompidas, deixando 267.918 famílias isoladas.</P><br />
<P>As autoridades criaram 1.049 centros de acolhimento que já prestaram assistência a 38.422 pessoas, segundo dados oficiais citados pela Europa Press.</P><br />
<P>O ministério anunciou que distribuiu cerca de 120 mil euros (17 milhões de takas) e 3.250 toneladas de arroz pelos distritos mais afetados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788313]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndio num bar em Banguecoque faz pelo menos 27 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 20:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio num bar na zona norte de Banguecoque, a capital da Tailândia, fez pelo menos 27 mortos, anunciaram hoje as autoridades, que ainda estão a investigar as causas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio num bar na zona norte de Banguecoque, a capital da Tailândia, fez pelo menos 27 mortos, anunciaram hoje as autoridades, que ainda estão a investigar as causas.</P><br />
<P>De acordo com a agência norte-americana de notícias Associated Press (AP), o incêndio foi comunicado às autoridades por volta da meia-noite (18:00 em Lisboa), e as imagens partilhadas nas redes sociais mostram um enorme incêndio a alastrar pela porta da frente do bar, enquanto as pessoas tentavam fugir, com uma espessa nuvem de fumo negro a elevar-se para o céu.</P><br />
<P>O primeiro-ministro da Tailândia, Anutin Charnvirakul, disse aos jornalistas no local que 27 pessoas morreram e várias foram levadas para o hospital, acrescentando que a causa do incêndio continua a ser investigada.</P><br />
<P>Os bombeiros demoraram cerca de meia hora a controlar o incêndio, segundo as autoridades.</P><br />
<P>A Tailândia já viveu tragédias semelhantes no passado. Em 2022, 14 pessoas morreram num incêndio num bar na parte oriental da cidade, e em janeiro de 2009 mais de 200 pessoas ficaram feridas e 66 morreram num incêndio durante a celebração da passagem de ano, na discoteca Santika, também em Banguecoque, aparentemente provocado por fogo de artifício no interior do local.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788312]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Wimbledon: Jannik Sinner revalida título ao vencer Alexander Zverev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 19:04:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O tenista italiano Jannik Sinner, líder do ranking mundial, revalidou hoje o título de Wimbledon, depois de vencer o alemão Alexander Zverev na final do terceiro Grand Slam da temporada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista italiano Jannik Sinner, líder do ranking mundial, revalidou hoje o título de Wimbledon, depois de vencer o alemão Alexander Zverev na final do terceiro Grand Slam da temporada.</P><br />
<P>Jannik Sinner impôs-se ao recente campeão de Roland Garros, por 6-7 (6-8), 7-6 (7-2), 6-3 e 6-4, em três horas e 46 minutos, conquistando pela quinta vez um &#8216;major&#8217;, depois do Open da Austrália em 2024 e 2025, Open dos Estados Unidos em 2024 e Wimbledon em 2025.</P><br />
<P>O transalpino, que se tornou o 10.º tenista a revalidar o título em Wimbledon, voltou a bater Zverev numa final de um Grand Slam, repetindo o triunfo do Open da Austrália em 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788311]]></sapo:autor>
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		<title>O acelerador pode deixar de lhe obedecer? A UE estuda carros que reduzem a velocidade sozinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 19:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[E se o automóvel não se limitasse a avisar, mas também reduzisse automaticamente a potência para impedir que o acelerador continuasse a levar o carro acima do permitido?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa já obrigou os carros novos a avisarem o condutor quando este ultrapassa o limite de velocidade. Agora, a discussão pode voltar a subir de tom: e se o automóvel não se limitasse a avisar, mas também reduzisse automaticamente a potência para impedir que o acelerador continuasse a levar o carro acima do permitido?</p>
<p>A questão foi levantada nos últimos dias depois de novas informações apontarem para o interesse da Comissão Europeia em estudar tecnologias capazes de usar satélites, GPS, câmaras e mapas digitais para controlar de forma mais ativa a velocidade dos veículos. Segundo o &#8216;The Drive&#8217;, a ideia passaria por evoluir os sistemas de Assistência Inteligente de Velocidade, já obrigatórios nos novos automóveis vendidos na União Europeia, para soluções capazes de intervir diretamente na resposta do carro.</p>
<p>Não se trata, para já, de uma regra aprovada nem de uma obrigação com data fechada. A &#8216;InsideEVs&#8217; sublinha que a União Europeia está a explorar a possibilidade de limites de velocidade aplicados por satélite, mas que não existe ainda um plano oficial para tornar este sistema obrigatório. A diferença é importante: uma coisa é o carro avisar que o condutor está acima do limite; outra é o próprio carro reduzir potência para trazer a velocidade de volta ao valor permitido.</p>
<p>Desde julho de 2024, todos os carros novos vendidos na União Europeia têm de estar equipados com Assistência Inteligente de Velocidade, conhecida pela sigla ISA. Estes sistemas usam normalmente uma combinação de câmaras, reconhecimento de sinais, GPS e bases de dados de limites de velocidade para identificar a velocidade máxima permitida e avisar o condutor quando esta é ultrapassada.</p>
<p>Na prática, muitos condutores já conhecem o sistema: um sinal sonoro, uma vibração, uma indicação no painel de instrumentos ou uma resistência no pedal do acelerador quando o limite é excedido. A legislação atual permite várias formas de alerta e mantém o condutor no centro da decisão. O sistema pode avisar e desencorajar o excesso de velocidade, mas não transforma todos os carros em veículos automaticamente limitados de forma permanente.</p>
<p>A nova discussão é mais sensível porque toca na autonomia do condutor. Se a tecnologia evoluir para um sistema que reduz potência ou velocidade de forma automática, o acelerador pode deixar de responder como o condutor espera sempre que o carro conclua que o limite foi ultrapassado. Para os defensores da medida, seria uma forma eficaz de reduzir acidentes e mortes na estrada. Para os críticos, seria mais um passo no caminho de carros cada vez mais controlados por regras, software e sensores.</p>
<p>O problema técnico também não é pequeno. Os sistemas atuais de Assistência Inteligente de Velocidade ainda cometem erros: podem interpretar mal sinais temporários, falhar em zonas de obras, confundir limites de vias paralelas ou depender de mapas digitais desatualizados. A &#8216;InsideEVs&#8217; nota precisamente que estes erros se tornam mais sérios se a consequência deixar de ser um simples aviso e passar a ser uma intervenção direta na velocidade do veículo.</p>
<p>A Comissão Europeia defende há anos que a tecnologia pode ter um papel decisivo na redução da sinistralidade rodoviária. O objetivo europeu de longo prazo é aproximar-se das “zero mortes” na estrada, e a velocidade continua a ser um dos fatores centrais nos acidentes graves. Por isso, sistemas como travagem automática de emergência, manutenção na faixa, deteção de fadiga e assistência inteligente de velocidade passaram a integrar o pacote de segurança obrigatório nos veículos novos.</p>
<p>Ainda assim, há uma fronteira política e cultural entre assistência e controlo. Um automóvel que alerta para o limite de velocidade é uma ajuda à condução. Um automóvel que reduz potência quando o condutor carrega no acelerador já entra noutro território: o da decisão automatizada sobre aquilo que o carro pode ou não fazer em tempo real.</p>
<p>A questão torna-se ainda mais delicada quando entram satélites na equação. A tecnologia permitiria cruzar a posição do carro com mapas de velocidade e informação rodoviária, tornando o controlo mais abrangente. Mas também levanta dúvidas sobre fiabilidade, privacidade, atualização de dados, responsabilidade em caso de erro e aceitação por parte dos condutores.</p>
<p>Para já, a ideia está mais perto de uma discussão regulatória do que de uma obrigação iminente. Mas o tema tem tudo para crescer. A Europa já deu o primeiro passo ao tornar obrigatórios sistemas que avisam o condutor quando este circula acima do limite. O debate que se segue é mais difícil: saber se, em nome da segurança, os carros devem passar também a impedir ativamente alguns excessos.</p>
<p>No fundo, a pergunta é simples e incómoda: até onde deve ir a tecnologia dentro do automóvel? Se a resposta for apenas “avisar”, o condutor continua a decidir. Se a resposta for “intervir”, o acelerador pode deixar de ser apenas uma ligação entre o pé e o motor — e passar a ser também uma fronteira entre liberdade, segurança e regulação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787758]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Guterres apela à contenção e à retoma urgente das negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 18:14:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou hoje aos Estados Unidos e ao Irão para exercerem "a máxima contenção" e retomarem urgentemente as negociações, perante a escalada militar no Golfo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou hoje aos Estados Unidos e ao Irão para exercerem &#8220;a máxima contenção&#8221; e retomarem urgentemente as negociações, perante a escalada militar no Golfo.</P><br />
<P>&#8220;O secretário-geral está profundamente preocupado com a forte escalada e a retoma dos confrontos militares no Golfo&#8221;, afirmou o porta-voz, Stéphane Dujarric, em comunicado.</P><br />
<P>A mesma fonte acrescenta que António Guterres &#8220;apela a todas as partes para que exerçam a máxima contenção&#8221; e &#8220;retomem urgentemente as negociações&#8221;.</P><br />
<P>O apelo surge numa altura em que os meios de comunicação iranianos noticiam novos ataques contra alvos militares na ilha iraniana de Qeshm, perto do Estreito de Ormuz, que terão causado um morto e dois feridos.</P><br />
<P>&#8220;Após o ataque do inimigo a Farur, em Bandar Lengeh, um funcionário da empresa nacional de telecomunicações morreu no exercício das suas funções e dois dos seus colegas ficaram feridos&#8221;, indicou a agência de notícias iraniana Irna, citada pela France-Presse, que refere como fonte o governador da ilha.</P><br />
<P>Não houve qualquer comentário imediato por parte das forças armadas dos EUA, que no início do dia de hoje afirmaram ter atacado cerca de 140 alvos no Irão, em resposta ao mais recente ataque iraniano a um navio comercial no Estreito, acrescenta a agência norte-americana de notícias Associated Press (AP).</P><br />
<P>A notícia de um morto e dois feridos surge depois de os Estados Unidos terem atacado o Irão nesta madrugada, em resposta a um ataque iraniano a um navio porta-contentores no Estreito de Ormuz, que provocou um incêndio e deixou um membro da tripulação desaparecido. </P><br />
<P>O Irão respondeu com ataques a países do Médio Oriente, incluindo o Bahrein, o Kuwait, o Qatar, a Jordânia e Omã &#8211; a nação do outro lado do estreito que Teerão tem pressionado a participar na gestão do tráfego na zona.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o abastecimento global de petróleo e gás natural e há muito considerado uma via navegável internacional, tornou-se o principal ponto de discórdia nas negociações, que parecem estar em risco de colapso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788310]]></sapo:autor>
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		<title>O “cemitério nuclear” no fundo do Atlântico que a Europa tenta agora mapear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 18:00:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estima-se que, na segunda metade do século XX, tenham sido lançados mais de 200 mil barris com material radioativo, colocados em contentores selados com betão ou cimento e afundados a mais de 4.000 metros de profundidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Durante décadas, vários países europeus despejaram resíduos radioativos nas profundezas do oceano Atlântico. Estima-se que, na segunda metade do século XX, tenham sido lançados mais de 200 mil barris com material radioativo, colocados em contentores selados com betão ou cimento e afundados a mais de 4.000 metros de profundidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na altura, esta foi uma das formas usadas para eliminar resíduos altamente perigosos. Hoje, a presença destes barris no fundo do mar levanta preocupações ambientais e científicas, sobretudo devido ao desgaste provocado pela corrosão e pela pressão da água ao longo de várias décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para avaliar a situação, foi lançada a operação NODSSUM, integrada no projeto PRIME RADIOCEAN e impulsionada pelo Centro Nacional de Investigação Científica de França. O objetivo é localizar os contentores, perceber em que estado se encontram e medir o impacto real que podem estar a causar nos ecossistemas marinhos.</p>
<p><strong>“Cemitério nuclear” fica a 600 quilómetros da costa francesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O depósito de resíduos radioativos encontra-se a cerca de 600 quilómetros da costa francesa, mas durante anos não se sabia com precisão onde estavam os barris. Só em 2025 começaram os trabalhos para cartografar as zonas onde poderiam estar localizados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para essa missão, os investigadores recorreram a sonares de alta resolução e ao UlyX, um veículo submarino autónomo da Frota Oceanográfica Francesa capaz de descer até aos 6.000 metros de profundidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com este equipamento, foi possível mapear e identificar milhares de barris no fundo do Atlântico. Numa fase posterior, foram usados submarinos tripulados e robôs controlados remotamente para observar diretamente a zona onde os contentores estão depositados.</p>
<p><strong>Fauna marinha transformou barris em recifes artificiais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a observação, os cientistas encontraram uma imagem inesperada. Em cima e à volta das estruturas metálicas, várias formas de vida marinha tinham-se instalado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Corais, esponjas e pequenos organismos cresceram sobre os antigos contentores radioativos, usando-os como se fossem recifes artificiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar desta adaptação da fauna marinha, a situação continua a ser vista como preocupante. Os barris apresentam sinais claros de desgaste depois de décadas submersos, sujeitos à corrosão e à pressão das águas profundas.</p>
<p><strong>Investigadores analisam água, sedimentos e fauna</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Parte da radioatividade poderá ter-se diluído naturalmente ao longo do tempo, mas os investigadores alertam que continua a existir risco de contaminação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para perceber a dimensão do problema, estão a ser recolhidas amostras de água, sedimentos e fauna. A análise permitirá avaliar como a radioatividade está a afetar o ambiente marinho e em que medida os resíduos continuam a representar perigo.</p>
<p>O trabalho está ainda numa primeira fase, mas é considerado um passo importante de responsabilidade ambiental. Mais do que localizar os barris, a missão procura compreender o impacto de uma prática que hoje seria impensável: transformar o fundo do oceano num depósito de resíduos radioativos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787700]]></sapo:autor>
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		<title>Embarcação sobrelotada com recorde de 128 migrantes atravessa Canal da Mancha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 17:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 200 migrantes chegaram sexta-feira à costa inglesa em três barcos, um dos quais com 128 pessoas a bordo, um recorde para uma única embarcação na perigosa travessia do Canal da Mancha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 200 migrantes chegaram sexta-feira à costa inglesa em três barcos, um dos quais com 128 pessoas a bordo, um recorde para uma única embarcação na perigosa travessia do Canal da Mancha.</P><br />
<P>Na sexta-feira, chegaram 225 migrantes a Inglaterra a bordo de três barcos, segundo dados do Ministério do Interior britânico citado pela agência de notícias Agence France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Numa das embarcações, viajavam 128 pessoas, segundo a BBC, que lembra que o recorde anterior era de 125 pessoas numa mesma embarcação, registado em setembro de 2025.</P><br />
<P>&#8220;As redes de traficantes de migrantes estão a correr mais riscos do que nunca, com o número de pessoas que amontoam em embarcações não navegáveis a aumentar de ano para ano&#8221;, afirmou um porta-voz do Ministério do Interior à AFP.</P><br />
<P>No entanto, o número de migrantes que chegou ao Reino Unido após atravessar o Canal da Mancha diminuiu 41% no primeiro semestre deste ano, em comparação com período homólogo de 2025, segundo dados do Ministério do Interior.</P><br />
<P>Desde janeiro, já chegaram por via marítima ao Reino Unido 12.439 pessoas.</P><br />
<P>O governo britânico assinou, em abril, um acordo de três anos com as autoridades francesas que prevê o pagamento de 771 milhões de euros (662 milhões de libras) para financiar patrulhas nas praias de onde partem estas embarcações improvisadas.</P><br />
<P>O governo trabalhista apresentou também, no início deste mês, no Parlamento, um projeto de lei para reformar o sistema de asilo e imigração, liderado pela ministra do Interior, Shabana Mahmood, que visa dissuadir a imigração e acelerar as expulsões.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788309]]></sapo:autor>
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		<title>Professores convocados para corrigir exames a três dias do final do processo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 17:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Professores sem trabalho atribuído foram convocados no final da tarde de sábado para corrigir exames nacionais, a três dias do prazo para concluir o processo de classificação, denunciou hoje a Missão Escola Pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Professores sem trabalho atribuído foram convocados no final da tarde de sábado para corrigir exames nacionais, a três dias do prazo para concluir o processo de classificação, denunciou hoje a Missão Escola Pública.</P><br />
<P>Segundo a porta-voz do movimento, Cristina Mota, vários professores foram informados pelos agrupamentos do Júri Nacional de Exames (JNE) no sábado, cerca das 18:00, de que iriam receber itens para classificar na plataforma eletrónica.</P><br />
<P>&#8220;Sei de um professor que estava convocado para Literatura Portuguesa e, entretanto, telefonaram-lhe a avisar que iria passar para Português. Ainda está a aguardar itens&#8221;, relatou Cristina Mota.</P><br />
<P>Na mensagem enviada à Missão Escola Pública, a que a Lusa teve acesso, o professor explica que, desde o início do processo de classificação dos exames nacionais do ensino secundário, nunca chegou a receber provas de Literatura Portuguesa para corrigir.</P><br />
<P>Noutro caso, a informação de que teria de corrigir exames de Português do 12.º ano só chegou hoje de manhã, com cerca de 200 itens atribuídos.</P><br />
<P>&#8220;Esta é a situação mais grave&#8221;, sublinhou Cristina Mota, explicando que a professora em causa está a corrigir provas de Português do 9.º ano, com mais de 1.800 itens atribuídos.</P><br />
<P>Os casos foram partilhados pelos próprios em grupos de professores, mas, segundo a porta-voz, os docentes pedem para não ser identificados.</P><br />
<P>A três dias do prazo para concluir as classificações, que deverão estar finalizadas na terça-feira, Cristina Mota continua a manifestar preocupações quanto ao cumprimento dos prazos e ao rigor das avaliações, uma vez que muitos dos constrangimentos se mantêm.</P><br />
<P>Além das folhas de continuação ainda em falta, alguns professores receberam, durante o fim de semana, centenas de itens por classificar.</P><br />
<P>No caso do exame de Português do 12.º ano &#8211; aquele que Cristina Mota acredita ser o mais problemático &#8211; uma professora disse-lhe que só consegue classificar, em média, cerca de seis composições por dia, muito abaixo do necessário para conseguir concluir o trabalho com rigor.</P><br />
<P>Por outro lado, os classificadores aguardam ainda os critérios de avaliação definitivos, que só deverão ser publicados na segunda-feira, ao final da tarde, restando apenas o dia de terça-feira para rever o trabalho.</P><br />
<P>&#8220;E muitos professores nem sequer estão a conseguir aceder aos itens que já tinham classificado&#8221;, acrescenta Cristina Mota, alertando que, mesmo depois de concluído o processo, poderão continuar a surgir problemas.</P><br />
<P>Em particular, a MEP está preocupada com a forma como os exames serão unificados, uma vez que, depois de digitalizadas, as provas foram &#8220;partidas&#8221; entre os vários itens de resposta, depois distribuídas por diferentes classificadores.</P><br />
<P>&#8220;Se têm existido tantos problemas a fazer associar aos itens as respetivas folhas de continuação, até que ponto é que se vai conseguir juntar os itens referentes a um aluno para dar a classificação final?&#8221;, questiona, lembrando que após concluídas as classificações, no dia 14, as pautas deverão ser afixadas no dia 17.</P><br />
<P>Após ter denunciado, na sexta-feira, que supervisores estão a recomendar aos professores classificadores que recebem respostas incompletas que as classifiquem tal como estão, caso as folhas em falta não cheguem até ao fim do processo, a MEP refere que os docentes continuam a aguardar instruções oficiais do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e do JNE.</P><br />
<P>Num esclarecimento publicado no sábado, o EduQA refere que &#8220;implementou um sistema de reporte de eventuais desconformidades dos itens (botão &#8220;Reportar&#8221;), permitindo aos professores classificadores a sua sinalização centralmente&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, não esclarece como deverão proceder os docentes se ainda tiverem folhas de continuação em falta no final do processo, uma vez que os professores só conseguirão dar o trabalho como concluído se todos os itens tiverem uma classificação atribuída.</P><br />
<P>A Lusa questionou o Ministério da Educação, Ciência e Inovação sobre as situações relatadas hoje pela MEP, sem resposta até ao momento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788308]]></sapo:autor>
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		<title>Estacionar “virado ao contrário” parece inofensivo, mas pode custar até 150 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 17:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontrar lugar para estacionar pode ser uma pequena prova de paciência... mas cuidado para não apanhar uma multa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar lugar para estacionar pode ser uma pequena prova de paciência. E, quando finalmente aparece uma vaga do outro lado da rua, há quem não pense duas vezes: atravessa a via e deixa o carro estacionado no sentido contrário ao da marcha. Parece um detalhe sem importância, mas pode dar multa.</p>
<p>Segundo explica o <a href="https://www.acp.pt/veiculos/condutor-em-dia/conduzir-em-seguranca/estacionar-em-sentido-contrario-da-multa" target="_blank" rel="noopener">ACP</a>, o estacionamento está regulado pelo Código da Estrada e deve cumprir regras pensadas para garantir a segurança rodoviária. Há infrações mais conhecidas, como estacionar em cima de passadeiras, em passeios, em lugares reservados a pessoas com deficiência ou demasiado perto de cruzamentos, rotundas, curvas, entroncamentos e lombas de visibilidade reduzida.</p>
<p>Mas há outra regra que muitos condutores ignoram: o carro deve ser estacionado no sentido da marcha. Ou seja, não basta caber no lugar. A viatura deve ficar alinhada com o sentido de circulação da via onde se encontra.</p>
<p>O artigo 48.º do Código da Estrada estabelece que, dentro das localidades, a paragem e o estacionamento devem ser feitos nos locais destinados a esse efeito ou, quando ocorrem na faixa de rodagem, o mais próximo possível do limite direito, paralelamente a este e no sentido da marcha. Fora das localidades, a regra também aponta para o estacionamento fora da faixa de rodagem ou, em caso de paragem, o mais junto possível ao limite direito e no sentido da marcha.</p>
<p>Quem estacionar em sentido contrário pode ser punido com uma coima entre 30 e 150 euros. A infração pode parecer menor, sobretudo quando há pouco trânsito ou o carro fica bem encostado, mas a regra existe por razões de segurança.</p>
<p>Uma das explicações está nos refletores dos automóveis. Estes elementos obrigatórios estão colocados na traseira do veículo para refletirem a luz dos faróis dos carros que se aproximam, ajudando a assinalar a presença da viatura na via pública. Se o carro estiver virado ao contrário, essa sinalização fica comprometida e pode aumentar o risco de acidente.</p>
<p>Também as luzes dianteiras podem causar confusão se o veículo estiver estacionado em sentido contrário. Em certas condições, podem criar uma leitura errada da posição ou orientação do carro para outros condutores, sobretudo à noite ou em zonas com pouca iluminação.</p>
<p>Além de respeitar o sentido da marcha, há cuidados simples que ajudam a evitar multas e manobras arriscadas. Antes de estacionar, deve confirmar se o espaço é suficiente para o veículo, assinalar a manobra com os piscas e verificar se não condiciona a passagem de peões, outros automóveis ou acessos.</p>
<p>No estacionamento em paralelo, o mais comum em ruas urbanas, o ideal é alinhar o carro com a viatura que está à frente do lugar, iniciar a marcha-atrás devagar e corrigir a direção com atenção aos espelhos e às distâncias em relação aos carros da frente e de trás.</p>
<p>No estacionamento em espinha, geralmente mais simples, o condutor deve afastar ligeiramente o veículo antes de entrar no lugar, verificar se não há trânsito a aproximar-se e centrar a viatura de forma a deixar espaço suficiente para abrir as portas.</p>
<p>Já no estacionamento perpendicular, frequente em parques públicos, a manobra pode ser feita de frente ou de marcha-atrás. Esta última costuma facilitar a saída, mas exige atenção aos espelhos, às referências laterais e à distância em relação aos veículos estacionados ao lado.</p>
<p>A regra essencial é simples: encontrar um lugar não chega. É preciso estacionar no sítio certo, da forma certa e no sentido certo. Caso contrário, aquele lugar que parecia perfeito pode acabar por custar até 150 euros.</p>
]]></content:encoded>
					
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