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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Jul 2026 09:39:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mundial2026: Senegal despede selecionador Pape Thiaw</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 09:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Senegalesa de Futebol (FSF) destituiu o selecionador Pape Thiaw, após a eliminação da equipa nos 16 avos de final do Mundial2026, anunciou hoje aquela federação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Federação Senegalesa de Futebol (FSF) destituiu o selecionador Pape Thiaw, após a eliminação da equipa nos 16 avos de final do Mundial2026, anunciou hoje aquela federação.</P><br />
<P>&#8220;Após reunião do Comité Executivo da FSF, no sábado, decidiu-se iniciar o procedimento para a destituição do selecionador nacional, Pape Thiaw, e de todo o seu corpo técnico&#8221;, assinala a FSF em comunicado.</P><br />
<P>De acordo com a nota, &#8220;a decisão surge na sequência da eliminação da seleção senegalesa&#8221; e &#8220;após uma exaustiva avaliação aos resultados desportivos e às perpetivas da equipa&#8221;.</P><br />
<P>Os &#8216;Leões de Teranga&#8217;, orientados por Pape Thiaw desde dezembro de 2024, foram derrotados por França e Noruega na primeira fase, mas acabaram por seguir em frente após uma goleada (5-0) sobre o Iraque.</P><br />
<P>Nos 16 avos de final, o Senegal acabou eliminado frente à Bélgica, num encontro em que chegou a estar a vencer por 2-0, mas permitiu o empate no tempo regulamentar, acabando por perder por 3-2 no tempo extra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788284]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quer trabalhar para Carlos III? Buckingham procura criativo para redes sociais com salário até 60 mil euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quer-trabalhar-para-carlos-iii-buckingham-procura-criativo-para-redes-sociais-com-salario-ate-60-mil-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 09:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O cargo será desempenhado no Palácio de Buckingham e poderá colocar o candidato escolhido próximo do rei Carlos III e da rainha Camilla.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A família real britânica está à procura de um novo profissional para reforçar a sua presença digital. A vaga foi aberta a pedido do rei Carlos III e destina-se a um videógrafo com experiência comprovada em conteúdos para redes sociais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cargo será desempenhado no Palácio de Buckingham e poderá colocar o candidato escolhido próximo do rei Carlos III e da rainha Camilla. A missão passa por criar conteúdos audiovisuais capazes de aproximar a família Windsor de novas audiências e reforçar a imagem da monarquia nas plataformas digitais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Família real quer crescer nas redes sociais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O profissional selecionado terá de produzir vídeos adaptados ao universo das redes sociais e apoiar a gestão da conta oficial da família real no Instagram, @theroyalfamily, que já soma mais de 13 milhões de seguidores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é aumentar o alcance dos conteúdos relacionados com a agenda da família real, desde visitas de Estado e cerimónias oficiais até momentos do quotidiano dos Windsor. A vaga exige, por isso, uma abordagem criativa e capacidade para transformar a atividade institucional da monarquia em conteúdos digitais mais apelativos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Experiência em vídeo e redes sociais é obrigatória</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O cargo de videógrafo real exige experiência sólida na área audiovisual e domínio de formatos pensados para plataformas digitais. Entre os requisitos está a capacidade de trabalhar com câmaras profissionais de gama alta, incluindo equipamentos DSLR.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os recrutadores do palácio indicam ainda que os candidatos devem ter experiência comprovada na gestão de redes sociais. A vaga não se destina, por isso, a perfis em início de carreira ou sem percurso demonstrado nesta área.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Buckingham reforça aposta no digital</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A procura por um videógrafo insere-se numa aposta mais ampla da família real britânica em conteúdos digitais. A monarquia tem procurado adaptar a sua comunicação a novas formas de consumo, num ambiente em que as redes sociais se tornaram centrais para chegar a públicos mais jovens e mais alargados.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tendência não se limita ao Palácio de Buckingham. No Palácio de Kensington, os príncipes de Gales também têm vindo a apostar em produções audiovisuais com um registo mais próximo do documentário e do cinema.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Contrato sem termo e salário competitivo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A vaga oferece contrato sem termo e uma carga horária semanal de 37,5 horas. O salário anual anunciado é de 52 mil libras, o equivalente a cerca de 60 mil euros, uma remuneração competitiva para um perfil especializado em produção audiovisual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além do vencimento, o cargo inclui vários benefícios. O candidato escolhido terá direito a férias entre 25 e 30 dias, dependendo da antiguidade, uma contribuição de 15% para o plano de pensões, descontos de 20% nas lojas do Royal Collection Trust e acesso gratuito a refeições durante a jornada de trabalho.</p>
<p>Trabalhar para a família real britânica inclui ainda a possibilidade de participar em viagens, eventos oficiais e ocasiões de grande visibilidade institucional, o que pode representar uma vantagem relevante para futuras oportunidades profissionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786905]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cientistas confirmam a nova realidade climática da Europa: diga adeus aos verões sem ondas de calor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cientistas-confirmam-a-nova-realidade-climatica-da-europa-diga-adeus-aos-veroes-sem-ondas-de-calor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 08:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Poucas semanas depois de uma onda de calor severa ter batido recordes em maio, a Europa voltou a enfrentar, em junho, um episódio ainda mais intenso e extenso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa terá de se habituar a verões cada vez mais marcados por ondas de calor severas. O continente está a aquecer a um ritmo duas vezes superior à média global e os episódios de calor extremo, antes considerados excecionais, começam a transformar-se numa presença recorrente no calendário europeu.</p>
<p>Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, poucas semanas depois de uma onda de calor severa ter batido recordes em maio, a Europa voltou a enfrentar, em junho, um episódio ainda mais intenso e extenso. Milhões de pessoas continuam expostas a calor extremo, numa vaga que atingiu sobretudo a Europa Central e do Norte e que se desloca agora para leste, ao mesmo tempo que a Península Ibérica e o sul da Europa se preparam para novos períodos de temperaturas elevadas.</p>
<p>A origem meteorológica deste tipo de episódio está frequentemente associada a regiões anticiclónicas de bloqueio. Quando estes sistemas ficam estacionários durante vários dias, o ar permanece sobre a mesma área, desce, comprime-se e aquece ao aproximar-se do solo. Em algumas regiões, o efeito é agravado pela chegada de massas de ar quente vindas do norte de África.</p>
<p>A onda de calor de junho foi particularmente relevante por ter ocorrido antes do período que historicamente concentra os maiores picos de temperatura na Europa Ocidental. Em países como França, Alemanha, Itália, Espanha e no sul de Inglaterra, os termómetros chegaram a valores entre 5 e 12 graus acima da média.</p>
<p>Foram registados novos recordes absolutos de temperatura máxima em várias estações meteorológicas europeias. A Alemanha atingiu 41,7 graus, a República Checa chegou aos 41,1 graus, a Polónia aos 40,5 graus e a Dinamarca aos 37 graus. França registou também recordes locais e regionais, com temperaturas acima dos 40 graus, enquanto Reino Unido, Suíça e Hungria tiveram zonas com máximas inéditas para junho.</p>
<p>O impacto já é medido em vidas humanas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 1.300 mortes em excesso foram registadas na Europa desde 21 de junho. Ainda assim, o episódio de 2026 não se compara, em mortalidade, à onda de calor de 2003, que provocou cerca de 70 mil mortes no continente, sobretudo em Itália, França, Espanha e Alemanha.</p>
<p>A diferença é que estes eventos deixaram de ser raros. Estudos recentes indicam que as emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis agravaram rapidamente as ondas de calor na Europa nas últimas décadas. Episódios que, no passado, seriam muito espaçados, passaram a ocorrer praticamente todos os anos em algumas regiões.</p>
<p>A World Weather Attribution tem defendido que ondas de calor recentes na Europa seriam impossíveis, ou muito menos prováveis, sem o efeito das alterações climáticas. O aquecimento da atmosfera está a tornar estes fenómenos mais frequentes, mais intensos, mais duradouros e mais precoces. Em França, das 52 ondas de calor registadas desde 1947, cerca de dois terços ocorreram já no século XXI.</p>
<p>A mudança também é geográfica. Temperaturas de 40 graus deixaram de ser um fenómeno quase exclusivo da Europa mediterrânica e passaram a chegar a Paris, ao sul de Inglaterra, ao norte da Alemanha e a outros territórios tradicionalmente menos expostos a este tipo de calor. Para milhões de europeus, isso significa viver em cidades, casas e serviços que não foram desenhados para temperaturas tão altas.</p>
<p>O diretor-geral da OMS descreveu o stress térmico como um “assassino silencioso” e apelou aos governos europeus para reforçarem planos de ação de saúde associados ao calor. Entre 18 e 30 de junho de 2026, dados citados pela World Weather Attribution indicam que 45% das 854 cidades analisadas bateram recordes históricos de stress térmico, medido pela temperatura de bolbo húmido, indicador que combina calor e humidade para avaliar o impacto no corpo humano.</p>
<p>A vulnerabilidade europeia é estrutural. Apenas cerca de 20% das casas no continente têm ar condicionado, e grande parte do parque habitacional foi construído para reter calor, não para o dissipar. Hospitais, escolas, lares, transportes públicos e espaços urbanos continuam muitas vezes pouco preparados para enfrentar semanas sucessivas de temperaturas extremas.</p>
<p>A adaptação passa por várias medidas: redes de refúgios climáticos nas cidades, mais espaços verdes, hospitais climatizados, telhados refletores ou verdes, ruas com sombra, toldos em períodos críticos e solos mais permeáveis, capazes de refrescar o ambiente através da evaporação. Nas cidades mediterrânicas, onde o calor extremo será cada vez mais frequente, a transformação urbana deixará de ser apenas uma questão ambiental e passará a ser uma necessidade de saúde pública.</p>
<p>O impacto económico também será pesado. Um estudo da Allianz estima que, se os episódios de calor intenso se tornarem mais frequentes, as perdas acumuladas para a economia alemã entre 2026 e 2030 poderão chegar a 131 mil milhões de dólares. A produtividade, a agricultura, a saúde, a energia e os transportes estão entre os setores mais expostos.</p>
<p>A mensagem dos cientistas é clara: a Europa já entrou numa nova fase climática. As ondas de calor deixaram de ser anomalias de verão e passaram a ser um risco recorrente, previsível e cada vez mais difícil de ignorar. O desafio já não é apenas preparar respostas de emergência quando os termómetros disparam, mas redesenhar cidades, casas, serviços e rotinas para uma realidade em que os verões sem ondas de calor podem tornar-se exceção.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787993]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro de vida do crédito habitação: a fatura que pode ser mais barata fora do banco</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-de-vida-do-credito-habitacao-a-fatura-que-pode-ser-mais-barata-fora-do-banco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 08:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[É condição para ter crédito à habitação, mas quase ninguém compara. O seguro de vida associado ao empréstimo é uma das despesas mais fáceis de reduzir]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contratar um crédito habitação, a maioria das famílias aceita, quase sem pensar, o <a href="https://www.comparaja.pt/seguros/seguro-de-vida" target="_blank" rel="noopener">seguro de vida</a> que o banco propõe. É um reflexo compreensível: já ali está, resolve-se tudo no mesmo balcão. Mas essa conveniência tem um preço, e nem sempre pequeno.</p>
<p>O seguro de vida associado ao crédito não tem de ser contratado no banco financiador. Pode ser feito numa seguradora externa, e a diferença de prémio entre uma solução e outra pode representar centenas de euros por ano ao longo de todo o empréstimo. Num contrato que dura três décadas, a soma é tudo menos irrelevante.</p>
<p>O contraste é tanto maior quanto o valor do prémio tende a subir com a idade e com o capital em dívida. Comparar no início do crédito é importante, mas rever o seguro alguns anos depois pode ser igualmente rentável, sobretudo quando o capital em dívida já baixou e o prémio devia acompanhar essa descida.</p>
<p>O seguro de vida é uma das poucas despesas de um crédito que se pode reduzir sem renegociar nada com o banco, bastando comparar propostas e, se compensar, transferir a apólice. O ponto central não é trocar por trocar, é deixar de aceitar sem verificar.</p>
<p>A regra prática é simples: antes de assinar, comparar; e, de vez em quando, voltar a comparar. Num orçamento familiar apertado, poucas revisões rendem tanto por tão pouco esforço como olhar para uma apólice que se assinou no piloto automático.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786407]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Manuais escolares gratuitos 2026/2027: estas são as datas para pedir os vouchers MEGA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/manuais-escolares-gratuitos-2026-2027-estas-sao-as-datas-para-pedir-os-vouchers-mega/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[vouchers MEGA]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa do Ministério da Educação permite aos alunos do ensino público e do ensino particular com contrato de associação acederem gratuitamente aos manuais escolares, mediante registo na plataforma MEGA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o próximo ano letivo no horizonte, as famílias já podem preparar o pedido dos vouchers MEGA para os manuais escolares gratuitos. O programa do Ministério da Educação permite aos alunos do ensino público e do ensino particular com contrato de associação acederem gratuitamente aos manuais escolares, mediante registo na plataforma MEGA.</p>
<p>Os vouchers não são emitidos todos ao mesmo tempo. A disponibilização decorre por fases, consoante o ano de escolaridade. Para o ano letivo 2026/2027, os vales começam a ser emitidos a partir de 3 de agosto para os alunos do 1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos. Para o 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 9.º anos, os vouchers ficam disponíveis a partir de 10 de agosto. Já os alunos do 10.º, 11.º e 12.º anos terão acesso aos vales a partir de 13 de agosto.</p>
<p>Para obter os vouchers, os encarregados de educação devem aceder à plataforma MEGA ou descarregar a aplicação Edu Rede Escolar. Depois, devem selecionar a opção “Sou encarregado de educação”, preencher os dados pedidos, incluindo NIF, e-mail e informação do aluno, e confirmar o registo através do e-mail recebido. No primeiro acesso, poderá ser necessária a validação com dados do Portal das Finanças.</p>
<p>Os vouchers ficam disponíveis na área pessoal do encarregado de educação e podem ser apresentados em formato digital ou impressos. Depois de emitidos, permitem levantar os manuais numa escola ou numa livraria aderente. Algumas livrarias permitem também fazer a reserva ou encomenda online, associando posteriormente o voucher.</p>
<p>Têm direito aos manuais escolares gratuitos os alunos do 1.º ao 12.º ano do ensino público e os alunos do ensino particular com contrato de associação, desde que tenham matrícula válida numa escola abrangida pelo programa e estejam registados na plataforma MEGA. É também necessário cumprir as regras de devolução dos manuais do ano anterior, quando aplicável.</p>
<p>Há, no entanto, diferenças importantes conforme o ciclo de ensino. No 1.º ciclo, do 1.º ao 4.º ano, os alunos recebem manuais novos e não têm de os devolver no final do ano letivo. A medida permite que as crianças possam escrever, sublinhar e usar os livros de forma mais livre nos primeiros anos de aprendizagem.</p>
<p>A partir do 5.º ano, os manuais devem ser devolvidos em bom estado no final do ano ou do ciclo, salvo exceções previstas, como disciplinas sujeitas a exame ou situações em que o aluno não transite de ano. A não devolução pode impedir o acesso a manuais gratuitos no ano seguinte, a menos que seja pago o valor correspondente aos livros não entregues.</p>
<p>Os vouchers MEGA abrangem apenas os manuais escolares. Cadernos de atividades, livros de fichas e outros materiais de apoio não estão incluídos no programa nacional, embora algumas autarquias possam atribuir apoios adicionais para esse tipo de despesas.</p>
<p>Quem não tiver acesso à internet pode pedir apoio diretamente na escola do aluno, onde os vouchers poderão ser disponibilizados em papel. Ainda assim, para evitar atrasos no regresso às aulas, o ideal é confirmar atempadamente o registo na plataforma, verificar os dados do aluno e acompanhar as datas de emissão correspondentes ao ano de escolaridade.</p>
<p>Em resumo, estas são as datas principais: 3 de agosto para o 1.º ciclo, 10 de agosto para o 2.º e 3.º ciclos, e 13 de agosto para o ensino secundário. A partir daí, os encarregados de educação devem consultar a plataforma MEGA, descarregar os vouchers e levantar os manuais escolares gratuitos numa escola ou livraria aderente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787714]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Colónia Agrícola dos Milagres foi primeira experiência de colonização interna no país</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/colonia-agricola-dos-milagres-foi-primeira-experiencia-de-colonizacao-interna-no-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Colónia Agrícola dos Milagres, no concelho de Leiria, foi a "primeira experiência de colonização interna em Portugal" e marcou "o início de uma política que o Estado pretendia alargar ao resto do país", revelou a investigadora Sara Mónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Colónia Agrícola dos Milagres, no concelho de Leiria, foi a &#8220;primeira experiência de colonização interna em Portugal&#8221; e marcou &#8220;o início de uma política que o Estado pretendia alargar ao resto do país&#8221;, revelou a investigadora Sara Mónico.</P><br />
<P>&#8220;A Colónia Agrícola dos Milagres tem importância sobretudo por ter sido a primeira experiência de colonização interna em Portugal e por marcar o início de uma política que o Estado pretendia alargar ao resto do país&#8221;, declarou Sara Mónico, doutorada em Antropologia.</P><br />
<P>Explicando que &#8220;foi concebida como um projeto-piloto, onde se testou um modelo de instalação de famílias em casais agrícolas, dotados de habitação, terrenos para cultivo e infraestruturas de apoio&#8221;, Sara Mónico reconheceu que, &#8220;ao longo da sua existência, serviu também para experimentar diferentes critérios de seleção dos colonos e modelos de exploração agrícola, refletindo a evolução das políticas de colonização interna do Estado Novo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar da sua importância pioneira, revelou igualmente as dificuldades e limitações deste modelo, nomeadamente devido à fraca aptidão de alguns terrenos, à preparação insuficiente de alguns colonos e aos resultados agrícolas abaixo das expectativas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a docente da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria, em processo de transformação para Universidade de Leiria e Oeste, &#8220;as colónias agrícolas surgiram na sequência das ideias fisiocráticas e de um longo debate, iniciado no século XVIII, sobre a necessidade de aproveitar o território nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O seu objetivo era transformar grandes áreas de baldios e terrenos incultos em terras produtivas, fixando famílias, desenvolvendo a agricultura, aumentando a produção de cereais e modernizando o mundo rural, na convicção de que uma agricultura forte era a base do crescimento económico do país&#8221;.</P><br />
<P>A importância da Colónia Agrícola dos Milagres, que assinala 100 anos no sábado, mede-se em termos locais, mas também nacionais.</P><br />
<P>&#8220;A nível local, a colónia transformou a paisagem e a ocupação do solo, mas também gerou conflitos. A apropriação e divisão de terrenos baldios retiraram às populações vizinhas áreas que eram tradicionalmente utilizadas para pastoreio, recolha de lenha e outras atividades essenciais à economia rural, criando tensões sociais entre colonos e habitantes locais&#8221;, recordou.</P><br />
<P>Já a nível nacional, &#8220;a Colónia dos Milagres constitui um marco na afirmação da intervenção do Estado sobre o mundo rural, procurando, aparentemente, responder aos problemas da agricultura e da fixação da população, mas os seus resultados ficaram muito aquém das expectativas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar do investimento técnico e científico, estas experiências não conseguiram travar o abandono do mundo rural, nem a emigração que se intensificou nas décadas seguintes&#8221;, adiantou a docente natural de Leiria.</P><br />
<P>Nesse sentido, &#8220;o seu valor não reside tanto no sucesso da iniciativa, que não aconteceu, mas no facto de representar um momento importante para a história das políticas agrárias e do ordenamento do território, que há muito se falava&#8221;.</P><br />
<P>Sara Mónico adiantou que, &#8220;do ponto de vista patrimonial, a Colónia dos Milagres conserva um valor histórico e documental significativo, apesar da pouca visibilidade que tem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um testemunho das políticas agrárias do século XX, em regimes políticos distintos, das formas de ocupação e organização do território e das experiências de colonização interna, mas também das suas limitações, ou seja, dos conflitos que suscitaram (entre população das aldeias próximas e entre os próprios colonos) e das mudanças sociais que ajudaram a efetivar&#8221;, relatou.</P><br />
<P>Nascida no regime republicano (a lei é de 1925), mas concretizada num regime ditatorial, a Colónia Agrícola &#8220;registou várias mudanças de atribuição de responsabilidades e de reorganizações&#8221; e, &#8220;apesar de tudo, conseguiu sobreviver até ao fim do Estado Novo&#8221;, acrescentou a investigadora.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788283]]></sapo:autor>
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		<title>Centenário da Colónia Agrícola dos Milagres em Leiria assinalado no sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:28:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O centenário da Colónia Agrícola dos Milagres, no concelho de Leiria, é assinalado no sábado com um programa que inclui teatro, uma exposição e espaço de partilha de memórias, anunciou a Junta de Freguesia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O centenário da Colónia Agrícola dos Milagres, no concelho de Leiria, é assinalado no sábado com um programa que inclui teatro, uma exposição e espaço de partilha de memórias, anunciou a Junta de Freguesia.</P><br />
<P>As comemorações, no Parque de Merendas do Ravasco, começam às 10:00, com a sessão solene, seguindo-se o desfile da Filarmónica Bidoeirense pela Rua da Colónia.</P><br />
<P>Pelas 11:30, há missa e homenagem aos colonos, e depois do almoço decorre uma recriação da história da colónia, com teatro, exposição fotográfica e documental, e espaço de partilha das memórias da comunidade.</P><br />
<P>Numa publicação na rede social Facebook, a Junta de Milagres afirmou que &#8220;celebrar os 100 anos da Colónia Agrícola é homenagear todos aqueles que fizeram parte deste percurso e reconhecer o legado que continua presente na vida&#8221; da freguesia.</P><br />
<P>&#8220;Não é todos os dias que se celebram 100 anos de uma colonização, neste caso da colónia agrícola, primeira colónia em Portugal&#8221;, declarou à agência Lusa a presidente da Junta, Vânia Sousa, destacando a recriação histórica, com o testemunho de uma ex-colona.</P><br />
<P>A presidente da Junta lembrou ainda que a freguesia cresceu com o contributo dos colonos.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas vieram para aqui trabalhar, fizeram com que houvesse um crescimento&#8221;, destacou Vânia Sousa.</P><br />
<P>Sobre as sementes para o futuro que gostaria que esta data simbólica deixasse, a autarca desejou que &#8220;as pessoas, cada vez mais, valorizem&#8221; as suas origens.</P><br />
<P>De acordo com a investigadora Sara Mónico, a Colónia Agrícola dos Milagres ocupava 220 hectares, integrados nos 1.134 hectares do baldio da freguesia dos Milagres, e estava organizada em três núcleos: Alcaidaria e Mata, Triste Feia e Bidoeira.</P><br />
<P>&#8220;Inicialmente foram construídos 16 casais agrícolas, tendo a reorganização de 1939 levado à extinção do núcleo da Triste Feia e à construção de mais 13 casais, passando a colónia a contar com 25 casais agrícolas&#8221;, explicou a docente doutorada em Antropologia.</P><br />
<P>Além das habitações e respetivos anexos, a colónia &#8220;dispunha de equipamentos coletivos como moagem, campo de demonstração agrícola e posto médico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O número de habitantes variou ao longo do tempo. Há registo de 39 pessoas em 1930, 59 em 1940 e 84 na década de 1960, valor que diminui para quase metade (47) na década seguinte&#8221;, esclareceu.</P><br />
<P>Segundo Sara Mónico, docente na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria, &#8220;o objetivo era o de aumentar a área agrícola, fixar população no meio rural e converter trabalhadores agrícolas em pequenos proprietários&#8221;, não se tratando de &#8220;uma obra com data de término&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cada família de colonos tinha atribuída uma casa de habitação e uma parcela de terreno suficiente para garantir o sustento da família, ficavam obrigados ao pagamento de uma renda ao Estado e da entrega mensal de uma parte da sua exploração agrícola&#8221;, como legumes, cereais ou madeira, esclareceu.</P><br />
<P>A investigadora precisou que &#8220;durante um período inicial de cinco anos detinham um título de fruição provisória, no qual tinham de demonstrar as suas qualidades de trabalho e de zelo pela casa atribuída&#8221;, sendo que, &#8220;após pagamento do valor definido pelo casal agrícola, no início do contrato, a propriedade passava a definitiva&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os colonos que foram ficando conseguiram cumprir com o contrato e comprar a sua propriedade&#8221;, adiantou, observando que persistem &#8220;algumas casas de (ex)colonos e respetivos terrenos, que, entretanto, já passaram para filhos e netos&#8221;.</P><br />
<P>À pergunta sobre o que foi feito dos terrenos, disse que &#8220;o baldio que foi dividido e entregue aos colonos foi posteriormente adquirido pelos que ficaram e que conseguiram pagar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os documentos mostram que nem todo o baldio foi ocupado, provavelmente, essa parte não colonizada, manteve-se ou mantém-se nas mãos do Estado&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Sara Mónico acrescentou que se pode questionar as razões que levaram à escolha de um baldio na freguesia de Milagres para a concretização desta iniciativa, dado não ser &#8220;um local conhecido ou central&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A resposta estava num dos relatórios da Junta de Colonização Interna, em que o principal engenheiro responsável pela obra, Mário Pais da Cunha Fortes, referia que, na altura, 1926, o Ministério da Agricultura não tinha terreno melhor&#8221;, relatou, explicando que a sua concretização nesta freguesia se deveu muito à ação do padre José Ferreira Lacerda, que foi pároco de Milagres várias décadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788282]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 Anos: Potencial total está longe de ter sido explorado &#8211; MNE português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:13:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 12 jul 2026 (Lusa) &#8211; O ministro dos Negócios Estrangeiros português considerou à Lusa que o potencial da CPLP é grande, nomeadamente devido ao número de falantes de língua portuguesa no mundo, e que toda a sua capacidade está longe de ter sido explorada.</P><br />
<P>&#8220;A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa [CPLP] tem sido um importante instrumento da política externa de todos os Estados-membros&#8221;, começou por contextualizar Paulo Rangel, numa entrevista, por telefone, feita no âmbito dos 30 anos da organização.</P><br />
<P>&#8220;Evidentemente que o potencial é grande, ou seja, não está nem de perto, nem de longe, explorado todo o potencial. Nós, juntos, podemos fazer mais&#8221;, realçou o governante.</P><br />
<P>Para o chefe da diplomacia portuguesa, a CPLP, enquanto organização regional unida por uma língua comum, tem uma &#8220;projeção internacional de futuro enorme&#8221;.</P><br />
<P>Rangel salientou que, no final do século, chegar-se-á provavelmente aos 600 milhões de falantes de língua portuguesa e que esta é, talvez, a mais falada no hemisfério sul, o que reforça o potencial da comunidade.</P><br />
<P>&#8220;Acho que com essa importância demográfica, e também com a importância económica de muitos Estados da CPLP, que se vai reforçar ao longo deste século, chegar-se-á obviamente a uma visibilidade e uma influência bem maiores que aquelas que se tem hoje&#8221;, reiterou, salientando, no entanto, que atualmente a CPLP é um &#8220;importantíssimo instrumento de afirmação&#8221;. </P><br />
<P>Além disso, frisou, o número de observadores da CPLP tem sido aumentado, &#8220;o que é, talvez, a principal prova da importância crescente da comunidade, quando vista de fora&#8221;.</P><br />
<P>Por seu turno, apesar de insistir que a organização &#8220;pode ir muito mais longe&#8221;, ressalvou que &#8220;é evidente que uma organização como estas não vai agora substituir a União Africana ou a União Europeia, ou não vai substituir a Comunidade Ibero-Americana&#8221;, pois &#8220;cada uma tem o seu lugar e enquadramento próprio&#8221;.</P><br />
<P>Mas, por vários países fazerem parte de diversos blocos &#8211; União Europeia, União Africana, Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), entre outros &#8211; o governante considerou que essa presença &#8220;múltipla amplifica o papel e a influência da CPLP&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sinceramente, eu vejo o futuro com boas perspetivas, para não dizer muito boas perspetivas, embora reconheça que, apesar do muito que se fez, nós podemos fazer juntos muito mais&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Sobre os planos e acordos dentro da comunidade, Rangel declarou que têm sido feitos muitos progressos, particularmente com a mobilidade dentro da organização e pela valorização da língua.</P><br />
<P> Além disso, acrescentou que, a seu ver, existem iniciativas interessantes como o lançamento de uma licenciatura em saúde pública de base comum nos Estados-membros, anunciada pelo ministro na cimeira de Bissau de 2025 que, salientou, está &#8220;a avançar&#8221;.</P><br />
<P>De forma geral, o ministro faz um balanço &#8220;francamente positivo&#8221; da organização ao longo destes 30 anos.</P><br />
<P>A CPLP, que celebra 30 anos dia 17 de julho, é constituída por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788281]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 Anos: Guiné-Bissau é parte &#8220;do ADN&#8221; da organização &#8211; MNE português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:13:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 12 jul 2026 (Lusa) &#8211; O ministro dos Negócios Estrangeiros português frisou à Lusa que a Guiné-Bissau, atualmente suspensa da CPLP, é parte &#8220;do ADN&#8221; da organização, e que os Estados-membros desejam que se ultrapasse rapidamente a atual conjuntura do país.</P><br />
<P>&#8220;A Guiné-Bissau é um dos elementos do ADN da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], sobre isso não há dúvida nenhuma e não há nenhum dos nove Estados[-membros] &#8211; neste caso dos oito restantes &#8211; que não pense isso e que não queira rapidamente superar este momento, digamos, mais difícil, sem nunca esquecer o contributo da Guiné-Bissau ao comemorar os 30 anos [da organização lusófona]&#8221;, declarou, por telefone, Paulo Rangel, numa entrevista feita no âmbito do aniversário da organização lusófona.</P><br />
<P>Nesse sentido, o governante frisou que, quando se comemoram os 30 anos da organização, comemoram-se também os 30 anos da presença, que classificou de indispensável e genética, &#8220;fazendo parte do código genético&#8221;, da Guiné-Bissau na comunidade.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia portuguesa realçou que, apesar da suspensão do país da CPLP, devido ao golpe de Estado militar de 26 de novembro de 2025, os países querem &#8220;rapidamente poder ultrapassar esse estado de suspensão&#8221;, mas, para isso, todos têm de cooperar.</P><br />
<P>&#8220;Não são apenas os Estados da CPLP que tomaram essa decisão [de suspensão], é também a Guiné-Bissau que tem de cooperar para tal e tem de trabalhar nesse sentido [de retoma da normalidade democrática], e é isso que nós temos vindo a fazer, mas agindo em pleno respeito&#8221;, alertou o governante, que também pediu a contribuição do povo guineense. </P><br />
<P>Sobre a missão de bons ofícios, que estava prevista para fevereiro, mas foi cancelada na véspera, o chefe da diplomacia portuguesa explicou que esta &#8220;depende do entendimento de todos e também de uma aceitação da própria Guiné-Bissau&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tem de haver aí também essa ponte. A missão de bons ofícios pode ter sentido num certo quadro ou pode não ter sentido nesse quadro&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Ainda sobre a importância da Guiné-Bissau, o ministro indicou que este país foi, &#8220;do ponto de vista do movimento das independências, o primeiro a ser independente&#8221;. Nesse sentido, acrescentou, &#8220;teve um papel muito importante na criação desta comunidade [lusófona], uma comunidade de Estados iguais e fraternos e com grandes relações&#8221;.</P><br />
<P>Nesse seguimento, reiterou que, sobre Portugal, as relações com a Guiné-Bissau são de &#8220;grande fraternidade entre os dois povos&#8221; e que há um total respeito pela &#8220;soberania dos guineenses&#8221;.</P><br />
<P>Os guineenses foram a eleições em 23 de novembro de 2025, mas acabaram interrompidas, sem a divulgação dos resultados, por um golpe de Estado em que os militares tomaram o poder.</P><br />
<P>A oposição considerou tratar-se de um &#8220;golpe palaciano&#8221; e de &#8220;uma encenação&#8221; do anterior Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, que concorreu a um segundo mandato.</P><br />
<P>O candidato da oposição, Fernando Dias da Costa, reclamou vitória na primeira volta, apoiado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) que, pela primeira vez, foi impedido de ir a eleições por decisão judicial.</P><br />
<P>Estão previstas eleições para 06 de dezembro e o Conselho Nacional de Transição &#8211; órgão criado pelos militares que tomaram o poder, substituindo o parlamento e assumindo competências de fiscalização e alteração constitucional -, afirmou, em junho, que as próximas eleições vão decidir se a Guiné-Bissau continua a ser membro da CPLP.</P><br />
<P>A CPLP, que assinala 30 anos dia 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788280]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 Anos: Presença da Guiné Equatorial não é atualmente uma questão &#8211; MNE português</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:13:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 12 jul 2026 (Lusa) &#8211; O ministro dos Negócios Estrangeiros português considerou à Lusa que a Guiné Equatorial, enquanto Estado-membro da CPLP ,não é atualmente uma questão e que, em conversas bilaterais entre países, pode ser feita pedagogia. </P><br />
<P>Questionado Paulo Rangel pelo facto de a presença da Guiné Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) ser ainda contestada &#8211; designadamente por analistas entrevistados pela Lusa no âmbito dos 30 anos que a organização assinala &#8211; pelo facto de esta nação ter retirado a pena de morte do seu Código Penal, mas por não a ter ainda retirado da Constituição e permitir esta prática no Código Militar, respondeu: &#8220;Ela é um membro, como todos os outros&#8221;, mas ressalvou que tem, &#8220;naturalmente&#8221;, &#8220;um caminho a fazer&#8221;, nomeadamente na língua portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;A partir do momento em que foi aceite como membro, admitido como membro, obviamente que é mais um dos países que está na CPLP&#8221;, frisou o chefe da diplomacia portuguesa.</P><br />
<P>A Guiné Equatorial aderiu à CPLP em 2014, na cimeira de Díli, Timor-Leste, e comprometeu-se a cumprir um roteiro de adesão que consistia em investir no ensino da língua portuguesa no país e a abolir a pena de morte.</P><br />
<P>No entanto, Rangel explicou que, apesar de haver respeito pela soberania dos Estados e pela sua política interna, &#8220;há muitas vezes conversações no sentido de, justamente, favorecer a democracia, favorecer os direitos humanos, favorecer o direito internacional&#8221;. </P><br />
<P>Além disso, prosseguiu, apesar do respeito que existe entre os Estados-membros da CPLP, isso &#8220;não quer dizer que nas suas conversas bilaterais, à margem de encontros multilaterais, não façam uma pedagogia, uma visão sobre aquilo que acham que poderia ser melhorado no quadro daquilo que é uma comunidade que se quer afirmar internacionalmente com certos valores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas, sinceramente, não me parece que neste momento haja uma questão sobre a Guiné Equatorial enquanto tal [Estado-membro da CPLP]&#8221;, concluiu o governante.</P><br />
<P>Além da Guiné Equatorial, a CPLP, que assinala 30 anos dia 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788279]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: CPLP/30 anos: Próxima presidência rotativa ainda sem consenso &#8211; MNE português</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:13:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nair Cardoso, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 12 jul 2026 (Lusa) &#8211; O ministro dos Negócios Estrangeiros português declarou à Lusa que a próxima presidência rotativa da CPLP ainda não está definida, o que refuta o que foi anunciado pelo primeiro-ministro timorense em Lisboa, em 22 de junho.</P><br />
<P>O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, anunciou, na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que o seu país será o próximo a dirigir a organização, explicando que a presidência atual corresponde ao período que estava destinado à Guiné-Bissau.</P><br />
<P>A Guiné-Bissau assumiu a direção da organização lusófona em agosto de 2025 e terminaria o seu mandato em 2027. </P><br />
<P>Todavia, o golpe de Estado militar de 26 de novembro de 2025, na véspera do anúncio dos resultados eleitorais de 23 de novembro, fez com que esta nação fosse suspensa da CPLP em dezembro &#8211; assim como da União Africana e da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) &#8211; passando, nessa altura, Timor-Leste a presidir de forma temporária (&#8216;pro tempore&#8217;). </P><br />
<P>O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, quando questionado pela próxima presidência da CPLP, respondeu que &#8220;[essa] é uma questão que tem que ser discutida pelos chefes de Estado e de Governo&#8221;, que pode ser &#8220;preparada com conversações dos ministros dos Negócios Estrangeiros&#8221;, mas &#8220;é algo que, sinceramente, não se pode dizer que está definido&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Está a haver conversações, também não há, assim, uma urgência imediata e tem-se olhado para essa questão procurando criar um consenso, porque tem que haver um consenso&#8221;, acrescentou o governante. </P><br />
<P>Com a indefinição da próxima presidência da organização, não se sabe ainda também onde se realizará a próxima cimeira de chefes de Estado e de Governo da CPLP, prevista para julho de 2027.</P><br />
<P>A CPLP, que assinala 30 anos dia 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788278]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Moçambicanas ganham espaço nas moto-táxis da Beira contra desemprego e preconceitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cada vez mais mulheres trabalham no transporte com motorizadas na cidade da Beira, centro de Moçambique, procurando alternativas ao desemprego e ao elevado custo de vida, num setor tradicionalmente dominado por homens ainda marcado por preconceitos de género.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** José Jeco, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Beira, Moçambique, 12 jul 2026 (Lusa) &#8212; Cada vez mais mulheres trabalham no transporte com motorizadas na cidade da Beira, centro de Moçambique, procurando alternativas ao desemprego e ao elevado custo de vida, num setor tradicionalmente dominado por homens ainda marcado por preconceitos de género.</P><br />
<P>Pelas 05:00, quando as primeiras motorizadas começam a circular pelas principais avenidas da Beira, mulheres ocupam já paragens em bairros como Matacuane, Macurungo e Nhangau, conciliando o transporte de passageiros e mercadorias com a responsabilidade de sustentar as suas famílias.</P><br />
<P>É o caso de Augusta Munguela, 48 anos, que se tornou uma das referências femininas no corredor de Matacuane. Viúva e mãe de cinco filhos, conduz uma moto-táxi há sete anos, atividade que abraçou após perder o negócio que mantinha no mercado do Goto.</P><br />
<P>O ponto de viragem aconteceu após a passagem do ciclone Idai, em 2019, que destruiu as 12 bancas que possuía. Anos antes, em 2008, perdeu o marido.</P><br />
<P>&#8220;Tudo ficou associado para mim. Perdi o marido, depois perdi o negócio. Fiquei sem chão&#8221;, recorda à Lusa.</P><br />
<P>Sem alternativas de rendimento, decidiu apostar na motorizada. Numa primeira fase, aceitava apenas transportar mulheres.</P><br />
<P>&#8220;Pensava que assim estaria mais segura, que ia evitar confusão. Mas comecei a ver que estava a perder dinheiro. Às vezes apareciam dois homens precisando de boleia e eu recusava. Acabei percebendo que tinha de quebrar esse preconceito eu mesma&#8221;, explica.</P><br />
<P>Segundo Augusta, a pandemia da covid-19 acabou por consolidar essa decisão, numa altura em que os rendimentos do pequeno comércio diminuíram e os filhos ingressaram no ensino superior.</P><br />
<P>&#8220;Não tinha onde arranjar dinheiro para as propinas. Levei a sério o táxi-mota porque era preciso. Apreciei a atividade num momento em que estava mesmo a precisar de valores&#8221;, conta.</P><br />
<P>Atualmente, diz financiar com a motorizada os estudos dos filhos na Universidade Licungo e na Universidade Zambeze, incluindo uma filha que frequenta o curso de Medicina.</P><br />
<P>&#8220;O que parecia impossível para uma mãe sem estudo, a mota deu-me&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Augusta reconhece, contudo, que a atividade continua associada a dificuldades e riscos.</P><br />
<P>&#8220;Primeiro é determinação e esforço. Aliás, fé acima de tudo. Quando saio de casa ninguém sabe o que vai acontecer&#8221;, desabafa.</P><br />
<P>Além dos desafios diários da condução, admite enfrentar atitudes discriminatórias.</P><br />
<P>&#8220;Já ouvi: &#8216;Mulher não sabe guiar&#8217;. Mas quando chego primeiro, ninguém fala nada&#8221;, diz.</P><br />
<P>Para outras mulheres interessadas em ingressar na atividade, deixa uma mensagem de encorajamento.</P><br />
<P>&#8220;Que elas tenham muita força e se espelhem em mim. Hoje sinto-me uma mulher poderosa. Nós não somos mulheres fracas. Caímos, mas levantamo-nos sem precisar lamentar ou andar de porta em porta. Tenham moral, coragem e não tenham vergonha, porque a vergonha não nos leva a lugar nenhum. Façam o vosso trabalho&#8221;, apela.</P><br />
<P>Também na Beira, Balbina Sílvio, 47 anos, divide há mais de uma década a atividade de professora com pequenos negócios apoiados pela utilização da motorizada.</P><br />
<P>&#8220;Não é só com o salário que se vive. O custo de vida está alto e eu tenho cinco filhos para criar, além de outros membros da família. Acabei pensando em fazer outras coisas para conseguir ajudar em casa&#8221;, explica.</P><br />
<P>A motorizada adquirida pela família tornou-se uma ferramenta de trabalho para transporte de mercadorias e abastecimento do seu próprio negócio.</P><br />
<P>&#8220;A vida está cara. Nós não tínhamos transporte em casa, o único que tínhamos era a mota. Acabei fazendo esse trabalho e faço com gosto até hoje&#8221;, afirma Balbina.</P><br />
<P>A atividade &#8211; e a pequena motorizada que usa &#8211; permitiu-lhe expandir gradualmente os negócios, passando da venda de bebidas a outras iniciativas comerciais.</P><br />
<P>&#8220;Estou prosperando aos poucos. Acredito que não comecei assim, mas já estou chegando num patamar elevado&#8221;, relata.</P><br />
<P>A professora defende igualmente a autonomia económica das mulheres.</P><br />
<P>&#8220;Gostaria que todas as mulheres pensassem assim. Em vez de estarmos atrás de prejuízos ou procurar outros homens, vale a pena adotarmos o negócio para conseguirmos sobreviver&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Apesar dos progressos alcançados, ainda espera expandir o negócio.</P><br />
<P>&#8220;Quem puder ajudar no meu negócio, de boa-fé, para eu progredir mais, ter mais mercadoria, tudo é possível&#8221;, diz.</P><br />
<P>Para Jacinta dos Remédios, presidente da Assembleia Municipal da Beira, o aumento do número de mulheres na atividade de transporte por motorizada reflete uma procura crescente por oportunidades económicas.</P><br />
<P>&#8220;É uma honra ver as mulheres a lutarem para superar os desafios socioeconómicos do país. A ocupação deste espaço é um passo concreto na concretização da paridade&#8221;, afirma.</P><br />
<P>A autarca considera que a atividade é simultaneamente uma forma de empreendedorismo e uma resposta à escassez de emprego.</P><br />
<P>&#8220;As mulheres fazem isso pelo facto de não haver empregos em Moçambique. Há mulheres com grau académico aceitável, mas porque não há emprego, então esta atividade funciona como empreendedorismo&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>Jacinta dos Remédios alertou, no entanto, para a necessidade de reforçar a formação e a segurança rodoviária dos profissionais do setor.</P><br />
<P>&#8220;É importante que essas mulheres estejam capacitadas, licenciadas. Devem conhecer o código de estrada, porque sem isso é um risco&#8221;, defende.</P><br />
<P>A responsável apela igualmente a mais ações de capacitação.</P><br />
<P>&#8220;É necessário que o Conselho Municipal ou instituições de direito formem as mulheres, assim como os homens, para evitar muitos acidentes e danos que possam acontecer&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O presidente da Associação dos Moto-taxistas da Beira, Jacob Pereira, vê a entrada de mais mulheres na atividade como um sinal positivo para o setor.</P><br />
<P>&#8220;É um sinal de crescimento. É encorajar outras meninas, outras donas, para poderem fazer a mesma atividade e conseguir o seu sustento de conta própria. Isso ajuda a alavancar a atividade económica&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a associação trabalha com o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) e com uma escola de condução para promover ações de formação e reciclagem.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo é garantir que todos dominem as regras de trânsito e técnicas de condução defensiva. O acidente não tem nada a ver com cargos. Nem eu, por ser presidente, deixei de ir à capacitação. Aprendi coisas que não tinha em mente&#8221;, explica.</P><br />
<P>Jacob Pereira acrescenta que apenas os profissionais que concluírem a formação receberão certificado de aptidão.</P><br />
<P>&#8220;Quem não tiver o certificado vai ser penalizado, porque está a fazer esta atividade sem estar habilitado&#8221;, alerta.</P><br />
<P>As moto-taxistas ouvidas pela Lusa, algumas ainda receosas de dar a cara, relatam jornadas de trabalho que podem ultrapassar 12 horas diárias, exposição a acidentes de viação, assaltos e situações de assédio por parte de alguns passageiros, principalmente durante a noite.</P><br />
<P>Num setor durante décadas associado aos homens, a presença crescente de mulheres nas paragens de moto-táxi da Beira revela uma mudança gradual num mercado de trabalho marcado pela informalidade, onde muitas encontram uma fonte de rendimento para sustentar as famílias e assegurar a continuidade dos estudos dos filhos.</P><br />
<P></P><br />
<P>JYJE/PVJ // VM</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788277]]></sapo:autor>
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		<title>Macau &#8220;largamente desconhecido&#8221; em países hispânicos como ponte para a China &#8211; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 06:04:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas hispânicos consideraram em declarações à Lusa que Macau continua "largamente desconhecido" para países de língua espanhola, apesar da ambição do Governo local em afirmar-se como plataforma de ligação entre a China e o bloco hispanófono.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Analistas hispânicos consideraram em declarações à Lusa que Macau continua &#8220;largamente desconhecido&#8221; para países de língua espanhola, apesar da ambição do Governo local em afirmar-se como plataforma de ligação entre a China e o bloco hispanófono.</P><br />
<P>Segundo Carlos Martin, professor associado em Relações Internacionais na Universidade Europeia de Valência, Macau tem &#8220;um potencial ainda por explorar&#8221;, com &#8220;bases para se tornar o conector natural entre a China e o mundo hispânico&#8221;, mas continua &#8220;largamente desconhecido nesses mercados&#8221;. </P><br />
<P>O académico defendeu à Lusa que o Governo deve &#8220;executar uma estratégia inteligente para ativar as conexões certas&#8221;, de maneira a que os setores civil e empresarial &#8220;vejam Macau como a melhor opção para operar na China&#8221;.</P><br />
<P>O analista espanhol propõe mesmo a criação de ligações regionais específicas, sugerindo &#8220;ligar os centros regionais adequados&#8221;, como por exemplo, Macau e cidades espanholas como Valência e outras. </P><br />
<P>Para Martin, a ligação cultural entre Macau e os países hispanófonos é relevante, fruto da sua história lusófona, mas não suficiente, pois &#8220;o tamanho das empresas, os setores envolvidos, a mão de obra necessária&#8221; são fatores que influenciam a &#8220;perspetiva dos governos regionais e a forma como consideram a cooperação e o equilíbrio do envolvimento&#8221;.</P><br />
<P>O académico concluiu também que as oportunidades não se limitam a um país ou região, e que, &#8220;se o foco for apenas empresarial&#8221;, oportunidades podem ser encontradas em todo o continente latino-americano. </P><br />
<P>&#8220;Destaco diretamente o interesse da Argentina, Colômbia e Equador [no mercado chinês]&#8221;, indicou.</P><br />
<P>A China é atualmente o segundo maior parceiro comercial de toda a América Latina, com o comércio bilateral a atingir o recorde de 518 mil milhões de dólares em 2025.</P><br />
<P>O Governo chinês definiu em 2003 Macau como uma ponte entre a China e os países de língua portuguesa, papel que foi expandido pelo novo líder da região, Sam Hou Fai, para englobar também os 21 países de língua espanhola.</P><br />
<P>Questionado sobre se Macau pode ter esse papel de ligação com a China, Juan Enrique Serrano Moreno, professor associado do Instituto de Estudos Internacionais da Universidade do Chile, é perentório: &#8220;Não creio&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Não penso que Macau venha a tornar-se um centro de negócios para empresários latino-americanos. Há formas mais eficazes através de centros de negócios na China continental e, em menor medida, em Singapura&#8221;, indicou à Lusa o analista chileno.</P><br />
<P>Ignacio Araya, analista relações China&#8211;América Latina na Universidade Diego Portales, sublinhou que Macau está a procurar &#8220;um papel maior dentro da projeção internacional que a China está a construir hoje&#8221;.</P><br />
<P>Para o académico, o território pode funcionar como &#8220;ponte complementar&#8221;, especialmente para ligar latino-americanos ao sul da China e à província de Guangdong.</P><br />
<P>Os planos de integração e cooperação existentes de Macau com a província de Guangdong e a zona económica especial na vizinha Hengqin (ilha da Montanha), estabelecida para ajudar a diversificação económica da cidade, oferecem também uma via para a entrada das empresas dos países de língua espanhola na China.</P><br />
<P>Um centro de Serviços Económicos e Comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa e de Língua Espanhola foi inaugurado em Hengqin em 2025.</P><br />
<P>Araya destaca, no entanto, que &#8220;a oportunidade mais concreta está nas infraestruturas&#8221;, lembrando que Macau foi sede do Fórum de Cooperação em Infraestruturas China-América Latina e Caraíbas.</P><br />
<P> &#8220;Macau pode ser especialmente útil se se especializar como nó de infraestruturas para o Brasil e outros países sul-americanos, onde já existe uma presença significativa de empresas e financiamento chineses&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O investigador destacou que a China não se projeta internacionalmente apenas a partir de Pequim, fazendo-o também através de províncias, cidades e universidades com &#8220;agendas próprias de internacionalização&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nesse mapa, Macau pode ser útil, se se posicionar como um nó especializado capaz de articular essas conexões, não como substituto de outros canais, mas como espaço capaz de os interligar&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788276]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sindicato da construção defende imigração devido à falta de mão de obra no Canadá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 06:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O dirigente do sindicato da construção LiUNA Local 183, Jack Oliveira, defendeu o reforço da imigração para responder à escassez de trabalhadores no Canadá, alertando para o crescimento das reformas, que agrava a falta de mão de obra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O dirigente do sindicato da construção LiUNA Local 183, Jack Oliveira, defendeu o reforço da imigração para responder à escassez de trabalhadores no Canadá, alertando para o crescimento das reformas, que agrava a falta de mão de obra.</P><br />
<P>As declarações foram feitas aos jornalistas durante o Family Day Picnic da LiUNA Local 183, realizado no Downsview Park, em Toronto, encontro anual que decorre este fim de semana e junta milhares de membros do sindicato e respetivas famílias</P><br />
<P>&#8220;Não é demasiado tarde para o Governo fazer alguma coisa. Tem de olhar para a imigração. Precisamos de pessoas que venham trabalhar e pagar impostos&#8221;, afirmou Jack Oliveira.</P><br />
<P>O diretor executivo (&#8220;business manager&#8221;) do LiUNA Local 183, considerou que o envelhecimento da população ativa constitui um dos principais desafios para o mercado de trabalho canadiano.</P><br />
<P>&#8220;Quando assumi a direção do Local 183, há 15 anos, tínhamos cerca de 3.500 membros reformados. Hoje temos aproximadamente 12.500. Não é apenas a falta de trabalhadores; é também o número de pessoas que está a reformar-se&#8221;, disse.</P><br />
<P>Segundo Jack Oliveira, cada trabalhador que abandona o mercado de trabalho exige mais do que uma substituição, devido à perda da experiência acumulada.</P><br />
<P>&#8220;Cada pessoa que se reforma precisa de duas para ocupar o seu lugar: uma pela experiência que leva consigo e outra para executar o trabalho&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que os investimentos previstos em infraestruturas irão aumentar ainda mais a procura de mão de obra.</P><br />
<P>&#8220;Existem milhares de milhões de dólares em projetos de construção e vamos precisar de trabalhadores. O Governo tem de levar este assunto muito a sério&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Questionado sobre o crescimento da organização, Oliveira afirmou que o LiUNA Local 183 conta atualmente com cerca de 75 mil membros e está a preparar-se para continuar a crescer nos próximos anos.</P><br />
<P>&#8220;Não penso no tamanho que o sindicato tem hoje, mas no tamanho que poderá ter no futuro&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Segundo explicou, a organização tem vindo a investir na expansão da rede de instalações, com edifícios em Vaughan, Kingston, Cobourg, Cambridge e Barrie, preparando-se para representar um número crescente de trabalhadores.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a criar uma infraestrutura preparada não apenas para 75 mil membros, mas para 150 mil, se for necessário&#8221;, disse.</P><br />
<P>Oliveira descreveu ainda o encontro anual como um momento dedicado às famílias dos trabalhadores.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos membros trabalham muitas horas, muitas vezes aos fins de semana. Este é um dia dedicado às famílias e à união entre todos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Também presente no evento, o &#8220;premier&#8221; de Ontário, Doug Ford, afirmou que o Governo provincial está a investir 236 mil milhões de dólares canadianos (cerca de 148 mil milhões de euros) em infraestruturas e sublinhou que esses projetos dependem da mão de obra representada pelo LiUNA.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a investir 236 mil milhões de dólares em infraestruturas e precisamos dos membros do LiUNA para construir hospitais, estradas e outros projetos em todo o Ontário&#8221;, afirmou Ford.</P><br />
<P>O LiUNA Local 183 é o maior sindicato local do Labourers&#8217; International Union of North America (LiUNA), representando mais de 70 mil trabalhadores no Ontário, sobretudo nos setores da construção, gestão de resíduos, manutenção de edifícios e saúde, numa área que se estende de Kitchener a Kingston e até à região de Muskoka.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788275]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Estados Unidos anunciam conclusão de ronda de ataques contra alvos iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 04:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos anunciaram hoje o fim da última ronda de ataques contra o Irão, lançada esta madrugada em retaliação a um bombardeamento iraniano anterior contra um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos anunciaram hoje o fim da última ronda de ataques contra o Irão, lançada esta madrugada em retaliação a um bombardeamento iraniano anterior contra um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>&#8220;As forças norte-americanas atacaram aproximadamente 140 alvos militares iranianos com munições de precisão lançadas a partir de aviões de combate (baseados em terra e no mar), drones e navios de guerra&#8221;, explicou o Comando Central dos EUA (Centcom) num comunicado.</P><br />
<P>O comando militar afirmou que os alvos incluíram instalações de mísseis e drones do Irão, capacidades navais, depósitos de munições, redes de comunicações e postos de vigilância costeira.</P><br />
<P>Durante a madrugada, os meios de comunicação iranianos noticiaram várias explosões na província de Bushehr, onde se encontra uma central nuclear, e em diversas localidades próximas do Estreito de Ormuz, sem que, até ao momento, tenham surgido informações sobre danos ou vítimas.</P><br />
<P>Teerão, por seu lado, respondeu lançando mísseis e drones contra países do Médio Oriente que acolhem bases norte-americanas, como a Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Koweit, Qatar e Bahrein. Os Emirados Árabes Unidos afirmaram que as suas defesas aéreas estavam a repelir &#8220;ataques com mísseis e drones provenientes do Irão&#8221; e o Qatar denunciou um ataque com mísseis.</P><br />
<P>A nova ronda de ataques contra o Irão foi justificada pelo Centcom ao final da noite de sábádo como resposta ao bombardeamento de um porta-contentores com bandeira cipriota, que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem. </P><br />
<P>A tripulação do porta-contentores atingido abandonou o navio em chamas, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO, e um tripulante era dado como desaparecido ao início da madrugada.</P><br />
<P>Segundo a UKMTO, o ataque ocorreu a 9 milhas náuticas (cerca de 17 km) a leste da península de Moussandam, pertencente ao Sultanato de Omã, e provocou um incêndio a bordo. &#8220;A tripulação abandonou o navio e embarcou num bote salva-vidas&#8221;, indicou a agência.</P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva desta semana contra o Irão, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou o comando norte-americano em Tampa.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, esclarecendo que disparou tiros de advertência contra o porta-contentores porque o navio navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere um comunicado divulgado pela Guarda da Revolução Islâmica iraniana.</P><br />
<P>Horas mais tarde, a Guarda da Revolução anunciou que atacou &#8220;uma segunda embarcação infratora&#8221; que transitava pelo Estreito de Ormuz, já depois da onda de ataques dos Estados Unidos contra o país persa.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788274]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livre/Congresso: Reunião magna termina hoje com Mendes Lopes e Jorge Pinto a assumir liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 04:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O 17.º Congresso do Livre termina hoje, em Sintra, com a eleição dos órgãos nacionais para os próximos dois anos, reunião na qual Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto deverão assumir a liderança bicéfala do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O 17.º Congresso do Livre termina hoje, em Sintra, com a eleição dos órgãos nacionais para os próximos dois anos, reunião na qual Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto deverão assumir a liderança bicéfala do partido.</P><br />
<P>De acordo com o programa divulgado, os trabalhos serão retomados no Hockey Club Sintra pelas 10:30, com um discurso da co-porta-voz do Partido Verde Europeu, Vula Tsetsi, família europeia da qual o Livre faz parte. </P><br />
<P>Antes, pelas 09:30, o Livre promove uma homenagem à escritora Maria Gabriela Llansol que, segundo o partido foi a inspiração literária do presente Congresso. O encontro será na rotunda da Volta do Duche, que dá acesso ao centro histórico de Sintra, junto do plátano que Llansol chamou de &#8220;Grande Maior&#8221;. </P><br />
<P>Os trabalhos serão retomados pelas 10:30 no Hockey Club de Sintra para a divulgação dos resultados da votação das 83 moções de caráter específico apresentadas e dos órgãos nacionais do Livre: Assembleia, Grupo de Contacto (direção) e Conselho de Jurisdição.</P><br />
<P>Os trabalhos deverão encerrar com uma intervenção da atual líder Isabel Mendes Lopes e do deputado Jorge Pinto, que se candidatam ao cargo de porta-vozes em dupla pela lista A. </P><br />
<P>Em terceiro lugar nesta lista surge Rui Tavares, principal figura do partido que deixa o cargo de porta-voz após quatro anos, propondo-se a ficar na direção com o &#8220;pelouro da estratégia, comunicação e formação&#8221;.</P><br />
<P>À direção candidatam-se mais duas listas, a S, encabeçada pelo dirigente Rodrigo Brito, e a V, com Tiago Mota a número 1. As duas convergem nas acusações de uma excessiva centralização nas figuras dos porta-vozes e do grupo parlamentar, apelando a uma maior democracia interna e ligação com as bases.</P><br />
<P>Para o Conselho de Jurisdição apresentaram-se duas listas: a A, encabeçada pelo deputado Paulo Muacho e a J, pelo advogado Ricardo Sá Fernandes. No que toca à Assembleia, para a qual serão eleitos 50 membros, foram apresentadas 100 candidaturas individuais.</P><br />
<P>Foram ainda apresentadas 83 moções de caráter específico, com 49 sobre o funcionamento interno do partido e as restantes programáticas.</P><br />
<P>De acordo com fonte oficial do partido, estarão presentes pelo PSD a vice-presidente do partido Inês Palma Ramalho, o deputado Bruno Ventura e o líder da concelhia social-democrata sintrense Vasco Alves.</P><br />
<P>Pelo PS, estará presente o dirigente socialista André Moz Caldas e a vereadora em Sintra, Ana Mendes Godinho, e pela IL André Abrantes Amaral, vice-presidente do partido, e o dirigente Nuno Moller Miranda.</P><br />
<P>Jorge Pires, da comissão Política do Comité Central do PCP, também estará em Sintra, assim como Joana Silva, do PEV &#8212; Partido Ecologista os Verdes.</P><br />
<P>A ex-deputada Joana Mortágua e o dirigente João Curvêlo vão representar o BE, Sílvia Marques o PAN, e Inês Bravo Figueiredo e Diana Tavares o Volt Portugal.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte oficial, o CDS-PP &#8220;não respondeu&#8221;, o JPP não conseguiu estar presente e o Chega não foi convidado.</P></p>
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		<title>Mundial2026: Argentina vence &#8217;10&#8217; da Suíça no prolongamento e está nas &#8216;meias&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 03:47:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Argentina qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Suíça por 3-1, após prolongamento, num encontro disputado em Kansas City, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Argentina qualificou-se no sábado para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Suíça por 3-1, após prolongamento, num encontro disputado em Kansas City, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Alexis Mac Allister, aos 10 minutos, Julián Alvarez, aos 112, e Lautaro Martínez, aos 120+1, apontaram os tentos dos campeões em título, enquanto Dan Nodye faturou, aos 67, para os helvéticos, que, aos 72, ficaram com 10, por expulsão de Breel Embolo.</P><br />
<P>Nas meias-finais, em encontro marcado para quarta-feira, em Atlanta, às 15:00 locais (20:00 em Lisboa), a Argentina, que repete 1930, 1986, 1990, 2014 e 2022, vai defrontar a Inglaterra, que venceu a Noruega por 2-1, também no tempo extra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788272]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Tripulação de porta-contentores atingido por disparos iranianos abandonou o navio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 02:56:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A tripulação do navio porta-contentores atingido por disparos iranianos no Estreito de Ormuz abandonou o navio em chamas, anunciou hoje a agência britânica de segurança marítima UKMTO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tripulação do navio porta-contentores atingido por disparos iranianos no Estreito de Ormuz abandonou o navio em chamas, anunciou hoje a agência britânica de segurança marítima UKMTO.</P><br />
<P>Segundo a UKMTO, o ataque ocorreu a 9 milhas náuticas (cerca de 17 km) a leste da península de Moussandam, pertencente ao Sultanato de Omã, e provocou um incêndio a bordo. &#8220;A tripulação abandonou o navio e embarcou num bote salva-vidas&#8221;, indicou a agência.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram uma nova ronda de ataques contra o Irão, na sequência do bombardeamento do navio porta-contentores com bandeira cipriota, que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem, segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), na rede social X. </P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva contra o Irão desta semana, informou o comando norte-americano em Tampa, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Um membro da tripulação está desaparecido. </P><br />
<P>As forças norte-americanas justificaram o ataque contra a República Islâmica alegando que estão a &#8220;reduzir a sua capacidade&#8221; de atacar outras embarcações no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram explosões em vários pontos do país. Segundo a agência Tasnim, ligada à Guarda da Revolução iraniana, foram registadas entre cinco e seis explosões em várias cidades da província de Bushehr, no sudoeste do país, onde se situa uma central nuclear.</P><br />
<P>Além disso, a agência noticiou três detonações em Sirik, junto ao estreito de Ormuz, e outras três em Bandar Abbas, outra localidade portuária próxima do estreito.</P><br />
<P>Por enquanto, não se conhecem detalhes sobre vítimas ou danos causados pelos ataques.</P><br />
<P>A emissora Al Jazeera, citando vários meios de comunicação iranianos, deu igualmente conta de explosões junto aos portos de Konarak e Chabahar.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra o navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>A força militar iraniana afirmou que o navio foi atingido por tiros de advertência e obrigado a parar.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução ameaçou ainda atacar bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo e afirmou que qualquer interferência estrangeira para abrir uma &#8220;rota ilegal&#8221; na região receberá uma resposta contundente, segundo a emissora estatal iraniana IRIB.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
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		<title>Irão: EUA lançam nova ronda de ataques na sequência de incidente no Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 01:13:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos lançam nova ronda de ataques contra o Irão, depois de Teerão ter bombardeado um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz, informou o Comando Central dos EUA (Centcom).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos lançam nova ronda de ataques contra o Irão, depois de Teerão ter bombardeado um navio com bandeira cipriota que navegava pelo Estreito de Ormuz, informou o Comando Central dos EUA (Centcom). </P><br />
<P>Às 19:15, hora local de sábado (23:15 TMG), as forças norte-americanas iniciaram a terceira ofensiva contra o Irão desta semana, informou o comando norte-americano em Tampa.</P><br />
<P>Segundo o Centcom, o Irão atacou um navio porta-contentores com bandeira cipriota, o que provocou um incêndio no navio e danos na sala das máquinas, obrigando à interrupção da viagem. </P><br />
<P>Um membro da tripulação está desaparecido. </P><br />
<P>&#8220;Foi dada ao Irão uma nova oportunidade para demonstrar o cumprimento do memorando de entendimento [de cessar-fogo], depois de ter sido responsabilizado por ataques anteriores contra navios comerciais, mas, mais uma vez, falhou&#8221;, afirmou o comando militar numa mensagem na rede social X. </P><br />
<P>As forças norte-americanas justificaram o ataque contra a República Islâmica alegando que estão a &#8220;reduzir a sua capacidade&#8221; de atacar outras embarcações no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os bombardeamentos foram realizados por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. </P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica do Irão anunciou hoje o encerramento &#8220;até nova ordem&#8221; do Estreito de Ormuz, depois de disparar tiros de advertência contra um navio que, segundo as autoridades iranianas, navegava por uma &#8220;rota não autorizada&#8221;.</P><br />
<P>A força militar iraniana afirmou que o navio foi atingido por tiros de advertência e obrigado a parar.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência deste incidente e tendo em conta, nomeadamente, a insegurança gerada pela intervenção ilegal de forças estrangeiras, o Estreito de Ormuz será encerrado até nova ordem e até ao fim das intervenções norte-americanas nesta região. Nenhum navio será autorizado a atravessá-lo&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução ameaçou ainda atacar bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo e afirmou que qualquer interferência estrangeira para abrir uma &#8220;rota ilegal&#8221; na região receberá uma resposta contundente, segundo a emissora estatal iraniana IRIB.</P><br />
<P>Há alguns dias, Trump anunciou o fim do protocolo do acordo de cessar-fogo em vigor entre ambos os países, na sequência do reinício dos bombardeamentos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão assinaram, no passado dia 17 de junho, um memorando de entendimento para pôr fim à guerra, desbloquear o Estreito de Ormuz e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>O Estreito de Ormuz é uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao oceano Índico, por onde, em tempos de paz, transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos em todo o mundo, especialmente na Ásia.</P></p>
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		<title>Ex-futebolista do Benfica Manú morreu na sequência de acidente de viação</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 00:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-futebolista Manú, que passou pelo Benfica na época 2006/07, morreu no sábado na sequência de um acidente de viação, confirmou a FC Alverca -- Futebol, SAD em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-futebolista Manú, que passou pelo Benfica na época 2006/07, morreu no sábado na sequência de um acidente de viação, confirmou a FC Alverca &#8212; Futebol, SAD em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A FC Alverca &#8212; Futebol, SAD manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do FC Alverca, endereçando as mais sentidas condolências à sua família, amigos e a todos os que com ele partilharam o percurso de vida e de carreira&#8221;, diz o comunicado.</P><br />
<P>O clube ribatejano lembra que &#8220;Emanuel Jesus Bonfim Evaristo representou o FC Alverca, como profissional, ao longo de duas épocas e meia, depois de também ter cumprido o seu último ano de formação ao serviço das camadas jovens do clube&#8221;.</P><br />
<P>O Alverca recorda &#8220;com gratidão&#8221; o contributo de Manú e endereça à família e amigos &#8220;as mais sentidas condolências&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, o Benfica também reagiu, manifestando, em comunicado publicado no seu site, o seu &#8220;profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do clube&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Manú representou o Benfica com dedicação e orgulho durante a temporada de 2006/07, onde completou 17 jogos. Neste momento de dor, o Sport Lisboa e Benfica endereça à família, aos amigos e a todos os que com ele privaram as mais sentidas condolência&#8221;, complementam os &#8216;encarnados&#8217;.</P><br />
<P>Além de Benfica e Alverca, Manú, que morreu aos 45 anos, passou, em Portugal, por Lourinhanense, Estrela da Amadora, Marítimo, Vitória de Setúbal, Cartaxo e Vilafranquense, no qual terminou a carreira, em 2018/19.</P><br />
<P>No estrangeiro, representou Modena (Itália), Carpedenolo (Itália), AEK Atenas (Grécia), Legia Varsóvia (Polónia), Beijing Guoan (China), Ermis Aradippou (Chipre) e Pafos (Chipre).</P></p>
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