Após a torrente de críticas de de preocupações relacionadas com o alerta da Electricity System Operator (ESO), no Reino Unido, de que podem ser impostos ‘apagões’ de três horas em algumas áreas do país, no caso “improvável” de o fornecimento de gás ficar aquém da procura, a primeira-ministra inglesa Liz Truss, que nega racionamento de energia, estabeleceu hoje uma solução: aumentar a produção de energia dentro do Reino Unido.
Numa publicação no Twitter, a governante começa por garantir que foi tomada “ação decisiva para poiar as famílias e as empresas com os custos da energia” e que está a trabalhar para que “o Reino Unido nunca volte a estar nesta posição”. Truss compromete-se a “atacar a raiz do problema da crise energética” o que significa “produzir mais energia” dentro do próprio país.
A primeira-ministra inglesa explica que vão ser disponibilizadas novas licenças para exploração de petróleo e gás no Mar do Norte e que se está a acelerar “a implantação de energias renováveis, incluindo hidrogénio, solar e eólica”.
Truss adianta depois que já discutiu com os aliados a progressão do projeto da central nuclear Sizewell C, em Suffolk, bem como da construção de mais centrais nucleares. Foi constituída uma ‘task force’ para o Fornecimento de Energia que, segundo Truss, está a negociar novos contratos de longo-termo com fornecedores de gás.
“Juntos, vamos ultrapassar este inverno, fazer crescer a nossa economia e garantir a nossa independência energética para a o futuro”, termina Liz Truss na publicação.
To secure our long-term energy supply and reduce reliance on authoritarian regimes, we're accelerating our domestic energy production, including launching a new North Sea Oil & Gas licensing round.
We're also speeding up deployment of renewables including hydrogen, solar & wind.
— Liz Truss (@trussliz) October 7, 2022
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