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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Incêndios: A25 cortada ao trânsito entre Vouzela e o nó de Reigoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:49:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Autoestrada 25 (A25) que liga Viseu e Aveiro está cortada desde as 19:20 entre os nós de Vouzela e de Reigoso, disse à agência Lusa fonte da GNR de Viseu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoestrada 25 (A25) que liga Viseu e Aveiro está cortada desde as 19:20 entre os nós de Vouzela e de Reigoso, disse à agência Lusa fonte da GNR de Viseu.</P><br />
<P>A A25 está cortada entre o nó de Vouzela/São Pedro do Sul e o nó de Reigoso, concelho de Oliveira de Frades, no distrito de Viseu, devido ao incêndio que teve início na quinta-feira em Vouzela.</P><br />
<P>Segundo adiantou à agência Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR), o corte ao trânsito, em ambos os sentidos, ocorreu pelas 19:20 e não há previsão para a sua reabertura.</P><br />
<P>Em alternativa, a GNR indicou a circulação automóvel pela Estrada Nacional 333 (EN333), uma via que liga Oliveira de Frades e Vouzela, com ligação depois à EN16.</P><br />
<P>O incêndio teve início às 03:04 de quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra, Vouzela, e já se propagou aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro.</P><br />
<P>Este incêndio já provocou duas vítimas ligeiras, dois bombeiros voluntários, devido ao fumo nos olhos, um da corporação de São Pedro do Sul e outra da de Vouzela.</P><br />
<P>Pelas 20:30, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) na internet indicava que estavam 1.138 operacionais no terreno, apoiados por 377 veículos e cinco meios aéreos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785453]]></sapo:autor>
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		<title>Governo anuncia em Vila Pouca de Aguiar medidas para o setor do granito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:25:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>      *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt *** </P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, 03 jun 2026 (Lusa) &#8211; O secretário de Estado do Ambiente anunciou hoje medidas para o setor do granito como a simplificação de procedimentos, defendendo que os recursos naturais não são um dogma, mas algo que &#8220;se tem que tocar com respeito&#8221;. </P><br />
<P>      A Câmara de Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real, retomou a Feira do Granito, 10 anos depois, para promover uma atividade que representa cerca de 2.000 empregos diretos e indiretos no concelho e sustenta dezenas de empresas e famílias.</P><br />
<P>Na inauguração do evento, hoje, marcaram presença várias entidades ligadas ao Ministério do Ambiente, como a Agência Portuguesa do Ambiente, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e Direção Geral de Energia e Geologia.</P><br />
<P>&#8220;É darmos prova de que nós estamos verdadeiramente envolvidos e queremos verdadeiramente ajudar, não só simplificando procedimentos, mas também contribuindo para aquilo que são os apoios, que são absolutamente essenciais, para a descarbonização, para a valorização de resíduos, criar essas condições às empresas&#8221;, afirmou o secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves.</P><br />
<P>E continuou: &#8211; &#8220;Temos boas empresas, temos uma autarquia envolvida, temos um Governo que vem aqui ao terreno e diz &#8216;vamos trabalhar em conjunto&#8217;, é isso que é preciso, é isso que nós estamos a fazer&#8221;.</P><br />
<P>A extração do granito é uma das principais atividades económicas do concelho de Vila Pouca de Aguiar, representando um volume de negócios na ordem dos 100 milhões de euros por ano. </P><br />
<P>Instado a concretizar algumas das medidas para o setor que anunciou para 2027, o secretário de Estado apontou para dois tipos de iniciativas, sendo uma delas a &#8220;simplificação administrativa&#8221;, que classificou como &#8220;muito importante&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Muitas vezes as empresas, os empresários e as associações vêm-nos falar que somos muito burocráticos, o Estado é muito burocrático, demora muito tempo e nós queremos simplificar este processo. Não é desresponsabilizar ou aligeirar a responsabilidade ou a exigência, não, é tornar as coisas mais claras, mais simples, mais objetivas&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Depois, realçou medidas de apoio ao setor, algumas das quais já no terreno, como apoios à descarbonização, à eficiência energética, e à valorização dos resíduos.</P><br />
<P>Adiantou ainda que o Governo pretende, no próximo Orçamento de Estado, &#8220;entrar em medidas de apoio mais específicas para determinados setores e ajudar as empresas&#8221;.</P><br />
<P>Medidas que, frisou, &#8220;oportunamente serão divulgadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas é dar-lhes este sinal de que estamos a trabalhar nesse sentido e que o próximo Orçamento do Estado seja também ele um aglutinador destas medidas para que efetivamente a gente possa passar das palavras à ação&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Por fim o João Manuel Esteves afirmou que &#8220;a utilização dos recursos naturais não é um dogma&#8221; para este Governo. </P><br />
<P>&#8220;Não é uma coisa que não se possa tocar, é uma coisa que se tem que tocar com respeito&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Ana Rita Dias, disse que o município quer valorizar o &#8220;granito não apenas como matéria-prima, mas como marca de excelência&#8221; e reforçar a ligação entre empresas, escolas e promover novos negócios.</P><br />
<P>&#8220;Mas não basta reconhecer a importância deste setor, é tempo de o colocar no lugar que merece nas políticas públicas nacionais&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Acrescentou que os empresários &#8220;não pedem privilégios&#8221;, mas que o Estado seja um &#8220;parceiro de desenvolvimento e não um obstáculo burocrático ao investimento&#8221;, reclamando, por isso, linhas de financiamento adaptadas às necessidades das empresas, uma fiscalidade mais competitiva e processos de licenciamento mais simples e rápidos. </P><br />
<P>&#8220;Os empresários do granito não são adversários do ambiente, são, cada vez mais, parceiros da sustentabilidade&#8221;, frisou.</P><br />
<P>A Feira do Granito e das Atividades Económicas, que se prolonga até domingo, conta com a participação de 100 expositores, dos quais 30 são do setor do granito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785452]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Proteção Civil reconhece que cinco estão a causar maior preocupação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:25:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os incêndios de Vouzela, Barcelos, Tâmega e Sousa, Setúbal e Arouca são os que estão a preocupar mais a Proteção Civil, reconheceu o comandante nacional, adiantando que, até às 18:00 de hoje, foram registadas 92 ocorrências.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os incêndios de Vouzela, Barcelos, Tâmega e Sousa, Setúbal e Arouca são os que estão a preocupar mais a Proteção Civil, reconheceu o comandante nacional, adiantando que, até às 18:00 de hoje, foram registadas 92 ocorrências.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, temos cinco incêndios a dar maior preocupação&#8221;, salientou Mário Silvestre, em conferência de imprensa na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, Oeiras.</P><br />
<P>As 92 ocorrências registadas até ao final da tarde já obrigaram ao empenhamento de um total de 3.025 operacionais, referiu ainda o comandante nacional de emergência e proteção civil, avançando que 23 incêndios tiveram origem durante a noite.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785451]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: PR esteve na Proteção Civil e acompanha de perto a situação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:25:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, esteve hoje na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), para se inteirar da situação do combate aos incêndios, que "continuará a acompanhar de perto".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, esteve hoje na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), para se inteirar da situação do combate aos incêndios, que &#8220;continuará a acompanhar de perto&#8221;.</P><br />
<P>Esta informação consta de uma nota divulgada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, na qual o chefe de Estado &#8220;expressa a sua solidariedade para com as populações diretamente afetadas pelos incêndios&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com esta nota, na visita que fez hoje à tarde à ANEPC, em Carnaxide, Oeiras, no distrito de Lisboa, e que não foi previamente anunciada à comunicação social, António José Seguro &#8220;esteve acompanhado pelo secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O presidente da ANEPC, José Manuel Moura, e o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, apresentaram um ponto de situação sobre o combate aos incêndios ativos no território nacional, bem como as perspetivas para os próximos dias&#8221;, refere-se na mesma nota.</P><br />
<P>Segundo a Presidência da República, António José Seguro &#8220;teve oportunidade de cumprimentar as equipas em serviço no local, e de dirigir palavras de incentivo a todos os envolvidos nas operações de combate&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785450]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fitch sobe rating da REN para &#8216;BBB+&#8217; com perspetiva estável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Fitch subiu o 'rating' de longo prazo da REN, de 'BBB' para 'BBB+', com uma perspetiva estável, indicaram a empresa e a agência, em dois comunicados hoje divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fitch subiu o &#8216;rating&#8217; de longo prazo da REN, de &#8216;BBB&#8217; para &#8216;BBB+&#8217;, com uma perspetiva estável, indicaram a empresa e a agência, em dois comunicados hoje divulgados.</P><br />
<P>A Fitch disse que a revisão em alta reflete &#8220;o reforço do perfil empresarial da REN, na sequência da mais recente atualização construtiva do quadro regulatório da eletricidade em Portugal até 2029 e de um ambiente empresarial em melhoria&#8221;.</P><br />
<P>A Fitch continua a considerar o quadro regulatório português como &#8220;estável e favorável&#8221;, referiu.</P><br />
<P>&#8220;As metas de investimento mais elevadas da REN, com maior ênfase nas redes de eletricidade, deverão traduzir-se numa melhoria do mix de negócios&#8221;, disse a agência, indicando que &#8220;também resultarão num fluxo de caixa livre (FCF) negativo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785449]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Aumenta para 89 o número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos que atingiram a Venezuela em 24 de junho subiu para 89, havendo ainda 60 desaparecidos, segundo o mais recente balanço hoje divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos que atingiram a Venezuela em 24 de junho subiu para 89, havendo ainda 60 desaparecidos, segundo o mais recente balanço hoje divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>De acordo com o MNE, entre os 89 mortos &#8211; 77 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana &#8211; estão 17 crianças e 72 adultos.</P><br />
<P>O anterior balanço dava conta de 84 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais e de 63 desaparecidos no duplo sismo que atingiu o país da América do Sul.</P><br />
<P>O número de mortos no país devido a estes sismos subiu para 2.295, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 12.400 feridos.</P><br />
<P>Antes da divulgação dos novos dados oficiais, a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.</P><br />
<P>Portugal também decretou domingo dia de luto nacional, nomeadamente pelos cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela.</P><br />
<P>Para ajudar o país, onde estão já socorristas portugueses, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, anunciou quarta-feira que dois aviões da força aérea portuguesa estão prontos para arrancar com ajuda à Venezuela e deverão partir até terça-feira.</P><br />
<P>Já hoje, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, precisou à comunicação social, em Lisboa, que, nesses dois aviões, vão carregamentos de medicamentos e outros meios de assistência humanitária e duas ambulâncias.</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea Portuguesa &#8220;levarão seis toneladas de medicamentos, 15 toneladas de material de higiene, material de conforto e de saneamento e duas ambulâncias completamente equipadas para darem assistência naquilo que nós chamamos agora o médio prazo, enfim, é um curto médio prazo, mas esta era a operação de emergência e agora passamos para uma segunda fase&#8221;, disse o governante, à margem de uma visita do Presidente da República à sede da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, em Lisboa.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785448]]></sapo:autor>
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		<title>Governo aumenta desconto do ISP sobre gasóleo e gasolina para 30,34 e 35,13 euros por 1.000 litros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo aumentou o desconto extraordinário do ISP ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo para, respetivamente, 30,34 e 35,13 euros por 1.000 litros, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo aumentou o desconto extraordinário do ISP ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo para, respetivamente, 30,34 e 35,13 euros por 1.000 litros, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>Face ao impacto da guerra no Médio Oriente, o executivo decidiu proceder a um desconto extraordinário e temporário do ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos), que corresponde a devolução da receita fiscal adicional de IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado), através de uma redução temporária das taxas do ISP. </P><br />
<P>Esta ajuda aplica-se quando o aumento do preço exceda, face à semana de 02 a 06 de março, o valor de 10 cêntimos na gasolina sem chumbo e no gasóleo rodoviário.</P><br />
<P>&#8220;Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma subida dos preços do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu aumentar o desconto extraordinário e temporário do ISP em vigor&#8221;, lê-se numa portaria hoje publicada em Diário da República.</P><br />
<P>Os descontos são assim de 30,34 euros e de 35,13 euros por 1.000 litros para, respetivamente, o gasóleo rodoviário e a gasolina sem chumbo.</P><br />
<P>De acordo com o mesmo diploma, a taxa do ISP, no continente, aplicável à gasolina com teor de chumbo igual ou inferior a 0,013 gramas por litro, classificada pelos códigos NC 2710 12 41 a 2710 12 49, é fixada no valor de 462,39 euros por 1.000 litros.</P><br />
<P>Conforme indicou, esta taxa integra a consignação de serviço rodoviário no valor de 87 euros por 1.000 litros.</P><br />
<P>Já no caso do gasóleo, com os códigos NC 2710 19 42 a 2710 19 48 e 2710 20 11 a 2710 20 19, a taxa é fixada em 331,26 euros por 1.000 litros.</P><br />
<P>Neste caso, a taxa integra a consignação de serviço rodoviário no valor de 111 euros por 1.000 litros.</P><br />
<P>A portaria, assinada pela ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, e pela secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Carvalho, entra em vigor na segunda-feira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785446]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Autoridades da Concorrência europeias saúdam orientações da UE sobre concentrações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:50:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Autoridades nacionais da Concorrência de economias de média dimensão da União Europeia (UE) saudaram hoje a iniciativa de Bruxelas para modernizar as orientações relativas ao controlo de concentrações, refletindo a evolução da economia e dos mercados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Autoridades nacionais da Concorrência de economias de média dimensão da União Europeia (UE) saudaram hoje a iniciativa de Bruxelas para modernizar as orientações relativas ao controlo de concentrações, refletindo a evolução da economia e dos mercados.</P><br />
<P>Segundo uma declaração, publicada no &#8216;site&#8217; da Autoridade da Concorrência (AdC), assinada pela entidade nacional e pelas congéneres da Áustria, Bélgica, Chéquia, Irlanda, Países Baixos e Grécia, as entidades saúdam &#8220;a iniciativa da Comissão Europeia de modernizar as Orientações da UE relativas ao controlo de concentrações, refletindo a evolução do panorama económico e das realidades de mercado&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o documento, &#8220;com efeito, a política de concorrência serve os interesses quotidianos dos cidadãos europeus e das empresas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Concordamos com a distinção da Comissão entre, por um lado, concentrações que aumentam a escala e são pró-concorrenciais e, por outro, concentrações que podem reforçar o poder de mercado e comprometer os processos concorrenciais&#8221;, destacaram na declaração.</P><br />
<P>&#8220;Pelo contrário, alertamos contra um controlo mais permissivo das concentrações com base em considerações relacionadas com escala&#8221;, salientaram, indicando que o projeto de orientações &#8220;reconhece igualmente de forma apropriada, que outros parâmetros, como resiliência, sustentabilidade ou integração transfronteiriça no seio da UE, podem ser relevantes na avaliação do impacto das concentrações nos mercados, na medida em que possam afetar a dinâmica concorrencial&#8221;.</P><br />
<P>As entidades disseram apoiar &#8220;plenamente o compromisso da Comissão Europeia na promoção de mercados competitivos que fomentem preços justos, qualidade, inovação e investimento em todos os setores, particularmente naqueles que são fundamentais para a competitividade industrial europeia&#8221;.</P><br />
<P>Para as entidades, &#8220;isto é particularmente relevante para as pequenas e médias empresas (PME), que empregam um grande número de cidadãos europeus e constituem uma parte relevante da economia europeia, dependendo de mercados abertos e competitivos&#8221;, considerando que estas empresas tendem a estar &#8220;numa posição de desvantagem ao dependerem de um único fornecedor ou cliente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785445]]></sapo:autor>
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		<title>O detalhe dos carros modernos que pode facilitar roubos — e até atrapalhar resgates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:45:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carros mudaram muito nos últimos anos, e não foi apenas nos motores, nos sistemas de assistência ao condutor ou na tecnologia instalada no habitáculo. Também por fora, os fabricantes alteraram profundamente a forma dos veículos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os carros mudaram muito nos últimos anos, e não foi apenas nos motores, nos sistemas de assistência ao condutor ou na tecnologia instalada no habitáculo. Também por fora, os fabricantes alteraram profundamente a forma dos veículos, procurando melhorar a aerodinâmica, transmitir uma imagem mais moderna e reforçar a perceção de segurança.</p>
<p>Um dos exemplos mais visíveis está nas maçanetas das portas. Durante décadas, abrir um carro implicava puxar uma pega exterior claramente visível. Hoje, muitos modelos, sobretudo elétricos e premium, usam maçanetas embutidas ou retráteis, integradas na carroçaria, que surgem apenas quando o veículo é destrancado.</p>
<p>À primeira vista, a solução parece fazer sentido. As maçanetas ocultas ajudam a reduzir a resistência aerodinâmica, melhoram a eficiência e dão ao carro uma aparência mais limpa e futurista. Mas, segundo o &#8216;El Economista&#8217;, especialistas começam a alertar para problemas que vão além do design.</p>
<p>Uma das críticas prende-se com o risco de roubo. Quando a maçaneta se projeta para fora, pode indicar visualmente que o automóvel está destrancado. Para um criminoso, esse detalhe pode funcionar como um sinal imediato de que o carro pode ser aberto sem necessidade de forçar a porta.</p>
<p>O problema não é completamente novo. Em modelos mais antigos, os fechos tradicionais que subiam e desciam no interior das portas também permitiam perceber, do lado de fora, se o veículo estava trancado ou destrancado. A diferença é que, nos carros mais recentes, o sinal pode estar integrado no próprio design exterior e ser ainda mais evidente em determinados modelos.</p>
<p>Mas a preocupação maior está nas situações de emergência. As maçanetas retráteis dependem frequentemente de sistemas elétricos e podem falhar após um acidente, uma avaria elétrica ou um incêndio. Se a pega não se projetar corretamente ou não oferecer uma zona firme de preensão, pode dificultar a abertura da porta por ocupantes ou equipas de socorro.</p>
<p>A China decidiu avançar com regras mais apertadas para este tipo de solução. A partir de 1 de janeiro de 2027, os novos veículos vendidos no país terão de contar com mecanismos mecânicos de abertura tanto no exterior como no interior das portas, com um período de transição até 2029 para modelos já aprovados. A medida foi apresentada como resposta a preocupações de segurança, sobretudo em acidentes ou falhas elétricas.</p>
<p>A decisão chinesa tem peso global, porque o país é o maior mercado automóvel do mundo e um dos principais centros de produção e inovação em veículos elétricos. Se os fabricantes forem obrigados a redesenhar maçanetas para cumprir as novas regras na China, é provável que essas alterações acabem por influenciar modelos vendidos noutros mercados.</p>
<p>As novas normas não significam necessariamente o fim de todo o design embutido, mas obrigam a que exista uma forma mecânica, acessível e funcional de abrir as portas em caso de emergência. Em alguns casos, as maçanetas semiocultas poderão continuar a existir, desde que garantam espaço suficiente para a mão e funcionamento independente do sistema elétrico.</p>
<p>O debate mostra como uma solução criada para tornar os carros mais eficientes e modernos pode trazer consequências inesperadas. Num setor cada vez mais dominado por ecrãs, sensores e comandos elétricos, a velha maçaneta mecânica pode afinal continuar a ter uma função essencial: permitir entrar e sair do carro quando tudo o resto falha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785363]]></sapo:autor>
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		<title>Águas do Alto Alentejo com projeto pioneiro de créditos hídricos por eficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Águas do Alto Alentejo (AAA) vai implementar um projeto pioneiro em Portugal de transformar os ganhos por redução de perdas de água na rede em créditos hídricos, que empresas poderão comprar para reduzirem 'pegada' hídrica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Águas do Alto Alentejo (AAA) vai implementar um projeto pioneiro em Portugal de transformar os ganhos por redução de perdas de água na rede em créditos hídricos, que empresas poderão comprar para reduzirem &#8216;pegada&#8217; hídrica.</P><br />
<P>&#8220;Vamos ser a primeira entidade gestora [de água] em Portugal em que a poupança proveniente da redução da água não faturada poderá ser convertida em créditos hídricos&#8221;, destacou hoje à agência Lusa o diretor-geral da AAA, Rui Choças.</P><br />
<P>O que &#8220;vai permitir colocar o Alto Alentejo no mundo e a empresa a inovar&#8221;, disse, realçando que o projeto é ainda mais importante num território como o distrito de Portalegre, em que &#8220;a água é um bem escasso&#8221;.</P><br />
<P>Rui Choças explicou que, em Portugal, já existe uma outra empresa na região Norte que &#8220;tem créditos hídricos através da água residual&#8221;, mas a particularidade do projeto da AAA é conseguir esses mesmos créditos graças à eficiência hídrica.</P><br />
<P>&#8220;No nosso caso, somos pioneiros porque, devido à nossa redução de água não faturada, através da diminuição das perdas e da extração do bem comum que é a água, temos mais eficiência. Assim, essa poupança pode ser aproveitada para créditos hídricos na bacia do Alto Alentejo&#8221;, explicou.</P><br />
<P>E, continuou, uma empresa por exemplo situada na região que tenha de extrair água, que tenha furos próprios, &#8220;pode depois comprar estes créditos para fazer essa compensação ambiental, ou seja, para ter a &#8216;pegada hídrica igual a zero&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Como há outra empresa que está a poupar água, neste caso a AAA, gerando os tais créditos, essas empresas podem fazer essa compra e tornar nula a sua pegada hídrica&#8221;, vincou Rui Choças.</P><br />
<P>O anúncio do avanço deste projeto foi feito hoje pelo diretor-geral da AAA na conferência anual da empresa realizada em Sousel, no distrito de Portalegre, sob o tema &#8220;Eficiência Hídrica e Economia Circular: Caminhos para o Futuro&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado, a Águas do Ato Alentejo anunciou que vai ser &#8220;a primeira entidade gestora de sistemas de abastecimento de água em Portugal a desenvolver e operacionalizar o conceito de Benefícios Volumétricos da Água e a futura geração de créditos hídricos por eficiência hídrica&#8221;.</P><br />
<P>Esta é &#8220;uma iniciativa inovadora que pretende transformar os ganhos por redução de perdas de água em valor ambiental mensurável e em novas oportunidades de financiamento sustentável&#8221;, pode ler-se.</P><br />
<P>Através da plataforma internacional AQUA+ e da aplicação de metodologias internacionais de referência, a empresa pretende quantificar cientificamente a água preservada através da redução da água não faturada, criando as condições para a futura geração de créditos hídricos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo passa por reconhecer o valor ambiental da eficiência operacional e posicionar o Alto Alentejo como território de referência na inovação aplicada à gestão sustentável dos recursos hídricos&#8221;, frisou a empresa.</P><br />
<P>Citado no comunicado, Rui Choças salientou que, desta forma, &#8220;a eficiência hídrica deixa de representar apenas uma poupança operacional para passar também a constituir um ativo ambiental, capaz de gerar valor para o território e contribuir para novos modelos de responsabilidade corporativa e financiamento verde&#8221;.</P><br />
<P>À Lusa, o responsável adiantou que a AAA &#8220;já lançou o pedido de aprovação do projeto na plataforma AQUA+ e, em breve, irá receber a aprovação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a poupar água, a ter até uma redução muito drástica, e ao mesmo tempo conseguiremos compensar a &#8216;pegada&#8217; hídrica com empresas que podem estar no território&#8221;, congratulou-se.</P><br />
<P>Na conferência, Rogério Alves, presidente da administração da AAA &#8212; criada por 10 dos 15 municípios do distrito de Portalegre &#8212; revelou que a redução da água não faturada já se cifra em 18% desde 2022&#8243;.</P><br />
<P>O que evitou &#8220;a aquisição de mais de 400 mil metros cúbicos de água tratada (o equivalente a 80 milhões de garrafões de cinco litros), graças ao reforço da deteção de fugas, ao combate às utilizações ilícitas e ao investimento contínuo na renovação da rede&#8221;, indicou a empresa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785444]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: Câmara da Guarda considera &#8220;uma vergonha&#8221; cancelamento de comboios Intercidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:26:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara da Guarda, considerou "uma vergonha" o cancelamento dos comboios Intercidades da tarde de hoje, entre a cidade e Lisboa, por causa do calor, e acusou a CP de "colocar em causa a mobilidade das pessoas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Câmara da Guarda, considerou &#8220;uma vergonha&#8221; o cancelamento dos comboios Intercidades da tarde de hoje, entre a cidade e Lisboa, por causa do calor, e acusou a CP de &#8220;colocar em causa a mobilidade das pessoas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É uma vergonha. Sinto-me triste. Mas é porque agora está calor que os comboios param? Os comboios já param por tudo e por nada. Já se atrasam por tudo e por nada. Os autocarros continuam a andar. Os comboios param&#8221;, criticou hoje Sérgio Costa, eleito pela coligação PG/Nós, Cidadãos!.</P><br />
<P>À margem da conferência de imprensa de apresentação da agenda de eventos &#8220;Guarda O Verão&#8221;, Sérgio Costa reagiu à decisão da empresa Comboios de Portugal (CP) cancelar seis ligações Intercidades, entre Lisboa e Guarda, com partida da estação de Santa Apolónia às 12:30, e Guarda-Lisboa, com partida da cidade mais alta às 12:48.</P><br />
<P>A CP justificou a medida com o agravamento das condições meteorológicas, as temperaturas &#8220;excecionalmente elevadas&#8221; em várias regiões do país e o alerta vermelho em vigor.</P><br />
<P>Em comunicado, a CP explicou que a decisão foi tomada de forma &#8220;preventiva e responsável&#8221; para reduzir o risco de ocorrências durante a vaga de calor e &#8220;proteger o conforto e o bem-estar dos passageiros e dos trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isto não se compreende num Estado direito como o nosso. Não entendo o porquê de os comboios estarem a parar quando tudo está a funcionar. Claro, tem de haver cautelas, mas nos comboios há espaços refrigerados. Estão a colocar em causa a mobilidade das pessoas&#8221;, lamentou Sérgio Costa.</P><br />
<P>O presidente da Câmara da Guarda acrescentou que &#8220;não há desculpas para que isso possa acontecer. As nossas infraestruturas têm de estar adaptadas a todas as circunstâncias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As autarquias de norte a sul do país estão a receber comunicações para colocarem à disposição dos munícipes locais refrigerados. Então os comboios não têm ar condicionado? Não funcionam todos a eletricidade, corrente contínua, já agora? Então qual é o problema?&#8221;.</P><br />
<P>Para Sérgio Costa, &#8220;o problema agora é que qualquer vaga de calor para tudo? Então vamos parar os serviços públicos, as empresas, tudo e vamos todos para a piscina&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há décadas que há vagas de calor e demasiado alarmismo na sociedade portuguesa. Quando andamos com os alarmes todos, depois começam a acontecer estas coisas. Agora, cancelar viagens por causa disso. Os aviões não param, os barcos não param, os carros não param, nada para, mas os comboios param&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Ao todo, a CP suprimiu seis Intercidades: Lisboa/Santa Apolónia-Guarda, Guarda-Santa Apolónia, Lisboa-Porto, Porto-Lisboa, Lisboa/Oriente-Faro e Faro-Lisboa/Oriente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785443]]></sapo:autor>
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		<title>Governo empenhado em encontrar solução para repor travessia submersa no Tâmega</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-empenhado-em-encontrar-solucao-para-repor-travessia-submersa-no-tamega/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:15:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado do Ambiente garantiu hoje empenho em encontrar uma solução para repor a travessia entre Veral e Monteiros, depois da submersão em 2023 da ponte de arame que unia as aldeias do distrito de Vila Real.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado do Ambiente garantiu hoje empenho em encontrar uma solução para repor a travessia entre Veral e Monteiros, depois da submersão em 2023 da ponte de arame que unia as aldeias do distrito de Vila Real.</P><br />
<P>A ponte de arame que unia as aldeias de Monteiros (Vila Pouca de Aguiar) e Veral (Boticas) ficou submersa depois de a Iberdrola ter iniciado o enchimento da albufeira da barragem, inserida no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), em outubro de 2023, com as populações e autarcas a reclamar a reposição desta ligação.</P><br />
<P>&#8220;A ponte de arame é algo extremamente interessante que nós falamos e nós estamos fortemente empenhados com as duas câmaras municipais a encontrar uma solução&#8221;, afirmou João Manuel Esteves, que falava aos jornalistas à margem da inauguração da Feira do Granito de Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real.</P><br />
<P>Neste momento, adiantou que está à espera de mais informações sobre o projeto e uma atualização do montante financeiro necessário para a reposição desta ligação.  </P><br />
<P>Recentemente, numa reunião com as populações afetadas, os presidentes das câmaras de Boticas e Vila Pouca de Aguiar informaram que a solução de ligação pedonal prevista tinha uma estimativa orçamental de superior a 4,2 milhões de euros, que seriam suportados pela concessionária da barragem, a Iberdrola, pelo Fundo Ambiental e pelos dois municípios.</P><br />
<P>&#8220;Se calhar nós temos a hipótese de fazer algo que permita ligar e que permita valorizar os dois territórios e, ao mesmo tempo, seja ele um ponto de chamariz para lá&#8221;, afirmou o secretário de Estado, que destacou o recurso natural água existente naquele território que pode, ele próprio, a &#8220;induzir crescimento&#8221;.</P><br />
<P>O governante explicou que o que está previsto é que se encontre &#8220;uma solução para unir os dois espaços&#8221; e que ela &#8220;seja indutora de desenvolvimento no território&#8221;.</P><br />
<P>Reforçou que &#8220;não é só uma questão de unir&#8221; e que se quer ponte &#8220;seja um chamariz, algo de inovador&#8221;  para o território e que atraia visitantes.</P><br />
<P>João Manuel Esteves disse acreditar que, em breve, poderá haver condições para regressar a esta região falar sobre a travessia sobre o rio Tâmega e explicar o que se pretende e de que maneira vai ser feito.</P><br />
<P>&#8220;Estamos todos envolvidos em encontrar uma solução&#8221;, garantiu, apontando, por exemplo, para os municípios e também para a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que tem acompanhado este processo.</P><br />
<P>A presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Ana Rita Dias, já disse que acredita que a &#8220;nova travessia que irá trazer valor turístico para a região&#8221;.</P><br />
<P>Também Guilherme Pires, o presidente do município de Boticas, disse que &#8220;esta obra irá trazer valor turístico para a região e que será motivo de atração na aldeia e permitirá manter a ligação pedonal entre os dois concelhos e a proximidade entre as aldeias de Veral e Monteiros.</P><br />
<P>O SET, concessionado à espanhola Iberdrola, é um complexo formado por três barragens e três centrais hidroelétricas: Alto Tâmega, Daivões e Gouvães.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785442]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: PR avalia necessidades da comunidade portuguesa e reitera solidariedade ao país</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:05:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República avaliou hoje, com os conselheiros das comunidades portuguesas na Venezuela, a situação e as necessidades dos cidadãos nacionais afetados pelos sismos de 24 de junho e manifestou solidariedade à embaixadora venezuelana em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República avaliou hoje, com os conselheiros das comunidades portuguesas na Venezuela, a situação e as necessidades dos cidadãos nacionais afetados pelos sismos de 24 de junho e manifestou solidariedade à embaixadora venezuelana em Lisboa.</P><br />
<P>De acordo com uma nota no &#8216;site&#8217; da Presidência, António José Seguro promoveu uma reunião, por videoconferência, &#8220;com os Conselheiros das Comunidades portuguesas das áreas de jurisdição consular de Caracas e Valência, na Venezuela, para um ponto de situação sobre o impacto dos recentes sismos naquele país e sobre as necessidades dos cidadãos portugueses e lusodescendentes ali residentes&#8221;.</P><br />
<P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos que atingiram a Venezuela em 24 de junho subiu para 84, havendo ainda 63 desaparecidos, segundo o balanço hoje divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>De acordo com o MNE, entre os 84 mortos &#8211; 72 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana &#8211; estão 15 crianças e 69 adultos.</P><br />
<P>Segundo a nota, o chefe de Estado exprimiu aos conselheiros portugueses solidariedade com a população afetada e tomou nota das preocupações veiculadas por estes, &#8220;tendo reiterado o empenho do Estado Português em acautelá-las&#8221;.</P><br />
<P>Também hoje, Seguro recebeu a embaixadora da Venezuela em Lisboa, Mary Flores, &#8220;a quem reiterou o seu pesar relativamente à perda de milhares de vidas humanas, tendo lamentado igualmente o elevado número de pessoas feridas e desaparecidas&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente manifestou ainda solidariedade com o povo venezuelano e deu conta dos esforços em curso em Portugal no sentido de contribuir para mitigar as consequências desta tragédia, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>O número de mortos no país devido a estes sismos subiu para 2.295, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 12.400 feridos.</P><br />
<P>Antes da divulgação dos novos dados oficiais, a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.</P><br />
<P>Portugal também decretou domingo dia de luto nacional, nomeadamente pelos cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela.</P><br />
<P>Para ajudar o país, onde estão já socorristas portugueses, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, anunciou quarta-feira que dois aviões da força aérea portuguesa estão prontos para arrancar com ajuda à Venezuela e deverão partir até terça-feira.</P><br />
<P>Já hoje, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, precisou à comunicação social, em Lisboa, que, nesses dois aviões, vão carregamentos de medicamentos e outros meios de assistência humanitária e duas ambulâncias.</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea Portuguesa &#8220;levarão seis toneladas de medicamentos, 15 toneladas de material de higiene, material de conforto e de saneamento e duas ambulâncias completamente equipadas para darem assistência naquilo que nós chamamos agora o médio prazo, enfim, é um curto médio prazo, mas esta era a operação de emergência e agora passamos para uma segunda fase&#8221;, disse o governante, à margem de uma visita do Presidente da República à sede da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, em Lisboa.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785441]]></sapo:autor>
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		<title>Férias sem sustos na carteira: seis cuidados para proteger o dinheiro em viagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:00:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Planear férias costuma envolver hotéis, voos, restaurantes, praias e visitas culturais. Mas há um detalhe que muitos viajantes deixam para segundo plano e que pode sair caro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Planear férias costuma envolver hotéis, voos, restaurantes, praias e visitas culturais. Mas há um detalhe que muitos viajantes deixam para segundo plano e que pode sair caro: a forma como protegem o dinheiro, os cartões e os pagamentos durante a viagem.</p>
<p>Andrew Hagger, especialista em finanças pessoais da Money Comms, alerta, em declarações ao &#8216;The Independent&#8217;, que os turistas ficam mais vulneráveis quando estão fora do país. “Quando estamos no estrangeiro, estamos mais vulneráveis, porque não estamos tão atentos como normalmente estaríamos, já que estamos ocupados a aproveitar”, explicou. O conselho é simples: relaxar, sim, mas sem perder a atenção.</p>
<p>Uma das primeiras recomendações é usar o cofre do hotel, mesmo que tenha um custo diário. A ideia é não transportar todo o dinheiro e todos os cartões ao mesmo tempo. Uma parte deve ficar guardada em segurança, juntamente com uma lista dos contactos dos bancos, normalmente indicados no verso dos cartões, para facilitar o bloqueio em caso de perda ou roubo.</p>
<p>Outro erro comum é levar demasiado dinheiro na carteira. O especialista recomenda calcular quanto será necessário gastar por dia em refeições, gorjetas, transportes ou excursões, e transportar apenas esse valor. Assim, se houver perda ou roubo, o prejuízo fica limitado e o orçamento total das férias não desaparece de uma só vez.</p>
<p>Nos pagamentos com cartão, há uma regra importante: escolher sempre a moeda local. Quando o terminal pergunta se pretende pagar em euros ou na moeda do país onde está, a opção em euros pode parecer mais cómoda, mas muitas vezes implica uma taxa de câmbio desfavorável. Este mecanismo, conhecido como conversão dinâmica de moeda, pode encarecer a compra sem que o viajante perceba de imediato.</p>
<p>Também convém verificar antes da viagem quanto cobra o banco por pagamentos no estrangeiro. Alguns cartões aplicam comissões sobre transações noutras moedas, enquanto outros permitem pagar apenas a taxa de câmbio, sem custos adicionais. Escolher o cartão certo antes de partir pode evitar várias pequenas cobranças que, somadas, fazem diferença no final da viagem.</p>
<p>Para compras de valor mais elevado, o cartão de crédito pode oferecer proteção adicional. No Reino Unido, por exemplo, compras superiores a 100 libras podem beneficiar de proteção legal em caso de problemas com o vendedor, falência de uma companhia aérea ou alojamento fraudulento. Mesmo fora desse enquadramento específico, os cartões de crédito podem facilitar reclamações e reembolsos em certas situações.</p>
<p>A forma como se transportam objetos de valor também deve ser repensada. Em vez de levar a carteira habitual, cheia de cartões e documentos, o especialista sugere uma versão mais pequena, apenas com o essencial. A carteira deve ser guardada em bolsos interiores ou zonas menos acessíveis, evitando bolsos traseiros, especialmente em zonas turísticas com maior risco de carteiristas.</p>
<p>Nas praias e piscinas, a atenção deve ser redobrada. Uma bolsa impermeável para telemóvel, dinheiro e cartões pode evitar perdas, danos ou roubos enquanto se está dentro de água. Pode parecer um detalhe menor, mas é precisamente nesses momentos de descontração que muitos furtos acontecem.</p>
<p>As caixas multibanco também exigem cuidado. Antes de levantar dinheiro, é importante confirmar se a máquina cobra comissão e qual o valor. Sempre que possível, devem ser usadas caixas associadas a bancos, em vez de máquinas independentes colocadas em zonas muito turísticas, que tendem a aplicar custos mais elevados. Levantamentos pequenos e frequentes podem ainda multiplicar as comissões cobradas pelo banco do viajante.</p>
<p>A recomendação final é preparar a segurança financeira das férias com o mesmo cuidado com que se prepara o roteiro. Levar menos dinheiro, escolher bem os cartões, evitar conversões desfavoráveis e usar cofres ou bolsas seguras pode não tornar a viagem mais emocionante, mas reduz o risco de transformar uns dias de descanso numa dor de cabeça financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785378]]></sapo:autor>
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		<title>Especialistas alertam: conduzir com mais de 35ºC pode ser tão perigoso como conduzir alcoolizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:31:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Alerta não está apenas relacionado com o desconforto. As temperaturas elevadas afetam a concentração, aumentam a fadiga e reduzem a capacidade de reação ao volante]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o calor do verão já instalado e as primeiras viagens de férias a aproximarem-se, há um risco que muitos condutores continuam a subestimar: a temperatura dentro do carro. Segundo a Euromaster, citada pelo &#8216;El Mundo&#8217;, conduzir com mais de 35ºC no interior do veículo pode aumentar o risco de acidente em até 25%.</p>
<p>O alerta não está apenas relacionado com o desconforto. As temperaturas elevadas afetam a concentração, aumentam a fadiga e reduzem a capacidade de reação ao volante. De acordo com dados referidos pela empresa especializada em manutenção automóvel, conduzir nestas condições pode ter efeitos comparáveis aos de circular com uma taxa de álcool no sangue entre 0,5 e 0,8 gramas por litro.</p>
<p>Numa altura de maior movimento nas estradas, a recomendação passa por verificar o sistema de ar condicionado antes de partir. A Euromaster chama a atenção para dois elementos em particular: o filtro do habitáculo e o nível do fluido refrigerante, ambos decisivos para manter uma temperatura adequada dentro do veículo durante viagens longas.</p>
<p>Um filtro do habitáculo obstruído reduz o desempenho do ar condicionado e dificulta a entrada de ar limpo no carro. A substituição custa, em média, entre 20 e 50 euros, dependendo do modelo, e deve ser feita a cada 20 mil quilómetros ou, pelo menos, uma vez por ano.</p>
<p>A empresa recomenda ainda a utilização de filtros de carvão ativado, por ajudarem a reduzir odores e a melhorar a qualidade do ar dentro do veículo. Esta opção pode ser particularmente útil nos meses de maior concentração de pólen, quando muitos condutores e passageiros sofrem com alergias durante as deslocações.</p>
<p>Outro problema comum no verão é a perda gradual de fluido refrigerante. Quando o sistema perde pressão, o ar condicionado demora mais tempo a arrefecer ou deixa de atingir a temperatura desejada. Nestes casos, a solução passa por levar o carro a uma oficina para verificar o circuito e, se necessário, proceder à recarga.</p>
<p>O custo da recarga do fluido refrigerante pode variar entre 60 e 150 euros, consoante o modelo do veículo. Apesar de representar uma despesa adicional antes das férias, a Euromaster sublinha que esta manutenção pode fazer diferença não apenas no conforto, mas também na segurança.</p>
<p>A recomendação final é manter o habitáculo a uma temperatura próxima dos 22ºC durante a condução. Para os especialistas, evitar o excesso de calor dentro do carro é tão importante como descansar antes de conduzir, hidratar-se e fazer pausas regulares nas viagens longas de verão.</p>
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		<title>Incêndios: Espanha disponibiliza hoje um dos dois Canadair pedidos por Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Espanha disponibilizou hoje um dos dois aviões Canadair solicitados por Portugal para apoiar o combate aos incêndios rurais, no âmbito do acordo entre os dois países, ativado preventivamente em paralelo com o Mecanismo Europeu de Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Espanha disponibilizou hoje um dos dois aviões Canadair solicitados por Portugal para apoiar o combate aos incêndios rurais, no âmbito do acordo entre os dois países, ativado preventivamente em paralelo com o Mecanismo Europeu de Proteção Civil.</p>
<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou hoje que Portugal acionou o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos incêndios.</p>
<p>No âmbito do acordo com Espanha, o Governo solicitou o envio de dois aviões Canadair e uma equipa da Unidade Militar de Emergências (UME), um ramo das Forças Armadas espanholas para apoiarem no combate aos incêndios rurais.</p>
<p>O Ministério da Administração Interna (MAI) avança que Espanha disponibilizou no dia de hoje um avião Canadair.</p>
<p>Portugal pediu igualmente dois aviões Canadair a Marrocos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785432]]></sapo:autor>
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		<title>Avião despeja combustível e dá voltas sobre o mar após ave atingir motor. Veja as imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>
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					<description><![CDATA[Incidente ocorreu na manhã desta quinta-feira, no voo LA2399, pouco depois da partida do Aeroporto Internacional de Carrasco, no Uruguai]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um voo da LATAM que fazia a ligação entre Montevideu, no Uruguai, e Lima, no Peru, foi obrigado a regressar ao aeroporto de origem depois de uma ave ter sido sugada por um dos motores durante a descolagem.</p>
<p>O incidente ocorreu na manhã desta quinta-feira, no voo LA2399, pouco depois da partida do Aeroporto Internacional de Carrasco. Segundo o &#8216;El Mundo&#8217;, a aeronave sofreu uma falha no motor direito após a colisão com a ave, levando os pilotos a acionar os protocolos de emergência.</p>
<p>O avião regressou ao aeroporto uruguaio e conseguiu aterrar em segurança. A Força Aérea do Uruguai informou, em comunicado, que a situação foi tratada “de acordo com os protocolos de segurança operacional”.</p>
<p>Antes da aterragem, os pilotos tiveram de reduzir o peso da aeronave para garantir uma aproximação segura. De acordo com o portal uruguaio Telenoche, citado pelo jornal espanhol, o avião despejou combustível sobre a água antes de regressar a Carrasco.</p>
<p>Dados de radar mostram que a aeronave permaneceu durante algum tempo a fazer círculos ao largo da costa de Montevideu, enquanto completava os procedimentos necessários antes da aterragem. O voo terá durado cerca de duas horas.</p>
<p>O aparelho permanece no Aeroporto Internacional de Carrasco, onde estão a ser realizadas verificações técnicas para avaliar a extensão dos danos provocados pela colisão com a ave.</p>
<p>Este tipo de incidente, conhecido como bird strike, é um risco previsto na aviação comercial e pode obrigar os pilotos a regressar ao aeroporto ou a desviar a rota, sobretudo quando afeta motores durante fases críticas do voo, como a descolagem.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">📰A LATAM Airbus A320 experienced issues during takeoff from Montevideo Airport this Thursday, July 2, after a bird was ingested into the aircraft’s engine. Via <a href="https://x.com/aero_in?ref_src=twsrc%5Etfw">@aero_in</a></p>
<p>The aircraft, registered CC-BLE, was departing Uruguay’s capital en route to Lima, Peru, operating flight… <a href="https://t.co/MIeQeatcEC">pic.twitter.com/MIeQeatcEC</a></p>
<p>&mdash; Flight Emergency (@FlightEmergency) <a href="https://x.com/FlightEmergency/status/2072737507536466211?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785425]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Aldeia de Belazeima do Monte no Caramulo em Tondela evacuada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Serra do Caramulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tondela]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que começou em Vouzela na quinta-feira obrigou à evacuação de Belazeima do Monte, na serra do Caramulo, no concelho de Tondela, disse à agência Lusa, pelas 17:30, o segundo-comandante dos Bombeiros de Vale de Besteiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que começou em Vouzela na quinta-feira obrigou à evacuação de Belazeima do Monte, na serra do Caramulo, no concelho de Tondela, disse à agência Lusa, pelas 17:30, o segundo-comandante dos Bombeiros de Vale de Besteiros. </P><br />
<P>&#8220;Neste momento, evacuámos a aldeia de Belazeima do Monte, depois de termos retirado as pessoas de Mançores&#8221;, na freguesia de São João do Monte, na encosta da serra do Caramulo, no concelho de Tondela, distrito de Viseu, disse Pedro Miguel.</P><br />
<P>À agência Lusa, o segundo-comandante dos Bombeiros Voluntários de Vale de Besteiros adiantou que não sabia quantas pessoas estavam em causa, mas a &#8220;principal preocupação é com as [pessoas] de mobilidade reduzida e mais vulneráveis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A frente mais ativa está neste momento na povoação de Mançores, vamos ver se começa a ceder ao combate. Outra situação grave que temos é a que está virada a São João do Monte, na encosta virada ao rio e agora a nossa preocupação é se há alguma reviravolta dos ventos, vamos ver&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>&#8220;A qualquer instante chegam duas colunas de reforços, uma do distrito da Guarda e outra do Porto, o que vai ajudar muito os operacionais&#8221; no terreno, realçou Pedro Miguel.</P><br />
<P>Segundo disse à agência Lusa fonte da Câmara Municipal de Tondela, as seis pessoas retiradas na manhã de hoje de Matadagas, regressaram a casa a meio da tarde, enquanto uns habitantes de Mançores, foram transportadas para uma instituição particular de segurança social (IPSS) da freguesia vizinha do Guardão, Caramulo, e outras optaram por casas de familiares.</P><br />
<P>O incêndio teve início às 03:04 de quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra, Vouzela, e já se propagou aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro.</P><br />
<P>Este incêndio já provocou duas vítimas ligeiras, dois bombeiros voluntários, devido ao fumo nos olhos, um da corporação de São Pedro do Sul e outra da de Vouzela.</P><br />
<P>Pelas 17:50, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)na internet indicava que estavam 1.105 operacionais no terreno, apoiados por 359 veículos e 13 meios aéreos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785427]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Férias mais curtas, alertas de calor extremo no telemóvel e limites de visitantes: como muda viajar em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:11:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Viajar tornou-se mais condicionado por guerras, fenómenos meteorológicos extremos, custos elevados e alterações no comportamento dos turistas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O turismo internacional voltou a bater recordes, mas os destinos estão a ser obrigados a preparar-se para um cenário cada vez mais instável. Segundo um novo relatório da OCDE citado pela &#8216;Euronews&#8217;, as chegadas de turistas internacionais aos países da organização aumentaram cerca de 3,4% em 2025, atingindo 847 milhões de visitantes.</p>
<p>O crescimento confirma a recuperação do setor depois da pandemia, mas também expõe uma nova realidade: viajar tornou-se mais condicionado por guerras, fenómenos meteorológicos extremos, custos elevados e alterações no comportamento dos turistas. A OCDE defende que os destinos terão de reforçar a capacidade de antecipar crises e adaptar rapidamente a sua oferta.</p>
<p>Nem todos os países estão a recuperar ao mesmo ritmo. Em 2025, quatro membros da OCDE registaram crescimentos de dois dígitos nas chegadas internacionais e atingiram máximos históricos: Finlândia, com mais 16,5%, Japão, com mais 15,8%, Coreia, com mais 15,7%, e Noruega, com mais 12,5%. No caso do Japão e da Coreia, a subida prolonga a forte recuperação de 2024, impulsionada por mais ligações aéreas e, no caso japonês, pela fraqueza do iene.</p>
<p>Noutros destinos, porém, o turismo internacional recuou e continua abaixo dos níveis anteriores à pandemia. Canadá, Alemanha, Irlanda e Estados Unidos registaram quebras em 2025, com destaque para os EUA, onde as chegadas caíram 5,5%. Israel foi um dos casos mais penalizados pela instabilidade no Médio Oriente, com chegadas ainda 70,8% abaixo dos níveis pré-pandemia.</p>
<p>O relatório sublinha que o conflito no Médio Oriente perturbou fluxos de viagem, aumentou custos e afetou a confiança dos turistas. Os destinos da região são os mais atingidos, mas também os países que dependem do Golfo como ponto de ligação aérea. Para a OCDE, as lições da pandemia e da guerra devem ser usadas para reforçar a preparação para crises e melhorar a gestão dos fluxos de visitantes.</p>
<p>Na prática, os viajantes poderão passar a escolher destinos mais familiares, próximos e acessíveis, privilegiando estadias mais curtas e opções de menor custo. O receio de cancelamentos, problemas de segurança ou aumentos inesperados de preços pode pesar cada vez mais na decisão de reservar uma viagem.</p>
<p>O clima é outro fator decisivo. Vagas de calor, incêndios florestais, cheias, tempestades e ciclones estão a influenciar não só a escolha do destino, mas também a altura do ano em que se viaja. A OCDE defende que os destinos turísticos devem integrar avaliação de risco, sistemas de alerta precoce e planos de resposta a crises no seu planeamento.</p>
<p>Alguns países já estão a adaptar-se. Japão, Áustria, Croácia e sistemas europeus como o MeteoAlarm disponibilizam aplicações ou plataformas multilingues capazes de enviar avisos em tempo real sobre tempestades, incêndios ou calor extremo diretamente para os telemóveis dos visitantes. A segurança turística passa, assim, a depender também da comunicação rápida com quem está de passagem.</p>
<p>As cidades começam igualmente a ajustar a experiência dos visitantes ao calor extremo. Em Madrid, a iniciativa Refúgiate en la cultura promove museus como espaços climatizados onde turistas e residentes se podem abrigar durante vagas de calor. A ideia poderá tornar-se mais comum em destinos urbanos expostos a temperaturas cada vez mais elevadas.</p>
<p>A adaptação passa ainda por infraestruturas mais resilientes, capazes de resistir a fenómenos extremos, e por soluções baseadas na natureza, como zonas verdes, sombreamento e melhor gestão da água. Para os destinos, já não basta atrair visitantes: é preciso garantir que hotéis, transportes, espaços públicos e serviços conseguem funcionar em situações de pressão climática.</p>
<p>O relatório da OCDE chama também a atenção para a necessidade de tornar o turismo mais responsável. O crescimento do setor deve beneficiar as comunidades locais e não apenas aumentar a pressão sobre habitação, transportes, comércio e serviços públicos. Isso implica distribuir melhor os visitantes, investir em infraestruturas partilhadas e integrar o turismo no desenvolvimento regional.</p>
<p>Nos próximos anos, os turistas poderão encontrar mais taxas turísticas, limites ao número de visitantes, sistemas de entrada com hora marcada e incentivos para viajar fora da época alta. Também deverá crescer a promoção de “segundas cidades”, destinos menos saturados e experiências ligadas a negócios locais ou turismo comunitário. O objetivo é simples: manter o turismo a crescer, mas evitar que o sucesso de hoje se transforme no problema de amanhã.</p>
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		<title>Mau tempo: Falhas de proteção e de manutenção explicam rutura do dique do Mondego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 16:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[O não funcionamento ou funcionamento incompleto dos órgãos de proteção originou a rutura do dique do rio Mondego, em Coimbra, concluiu o grupo de trabalho da Universidade de Coimbra (UC) que analisou as cheias de fevereiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O não funcionamento ou funcionamento incompleto dos órgãos de proteção originou a rutura do dique do rio Mondego, em Coimbra, concluiu o grupo de trabalho da Universidade de Coimbra (UC) que analisou as cheias de fevereiro.</P><br />
<P>As conclusões preliminares da análise realizada pelo grupo de trabalho liderado pelo antigo reitor da UC Fernando Seabra Santos foram hoje apresentadas no colóquio &#8220;As Cheias do Mondego&#8221;, no Departamento de Engenharia Civil da UC.</P><br />
<P>Segundo um documento a que a agência Lusa teve acesso, a primeira e mais importante razão que explica a rutura do dique dos Casais, na margem direita do Mondego, &#8220;é o não funcionamento, ou funcionamento incompleto, dos órgãos de proteção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Dos três diques-sifão instalados, apenas um funcionou em pleno&#8221;.</P><br />
<P>A segunda razão é &#8220;a colmatação parcial da secção, por efeito dos troncos de árvores acumulados nos vinte pilares da ponte da A1 [Autoestrada 1]&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Embora seja difícil avaliar este efeito, parece razoável estimar que, se a secção estivesse livre, o nível de escoamento teria sido, no pico da cheia, cerca de 30 cm [centímetros] inferior ao verificado, o que teria evitado o galgamento&#8221;, observou o grupo.</P><br />
<P>A terceira razão &#8220;é a floresta que se deixou crescer nos taludes interiores dos diques e nas galenas (plataformas entre o leito menor e o leito maior), que os fragilizam estruturalmente, que condenam a impermeabilização, aumentam a rugosidade das paredes e diminuem a capacidade de escoamento das secções&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Bastaria que um destes três aspetos tivesse sido acautelado para que a rutura tivesse sido evitada&#8221;, apontaram.</P><br />
<P>As conclusões, organizadas sob a forma de perguntas e respostas, indicaram ainda como causa mais provável para o não funcionamento do sifão &#8220;a degradação do betão que compromete a estanquicidade ao ar e impede a instalação de uma pressão negativa no interior&#8221;, que só a realização de testes pode comprovar.</P><br />
<P>&#8220;A ser verdadeira, a reparação é muito fácil&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Para os investigadores, existem &#8220;fundadas razões para suspeitar que o dique está fragilizado&#8221; na secção correspondente ao viaduto da A1, começando por referir que &#8220;são visíveis as bocas dos tubos de drenagem pluvial da autoestrada a verterem diretamente sobre a estrutura de aterro do dique&#8221;, desde 1982, quando o troço entrou em funcionamento.</P><br />
<P>Por outro lado, salientaram, o dique principal foi, em ambas as margens, destruído naquela secção para a construção do viaduto, e depois reconstruído, assinalando-se que &#8220;é sintomático&#8221; que a rutura de 2001, na margem esquerda, se tenha iniciado sob a ponte, e a de 2026, na margem direita, tenha ocorrido também sob a ponte.</P><br />
<P>&#8220;Por outro lado, estão à vista deficiências técnicas graves nas obras recentemente executadas que põem em causa a impermeabilização do dique&#8221;.</P><br />
<P>Para evitar futuras ruturas, o grupo de trabalho entendeu que não é necessário repensar toda a estratégia da obra, embora &#8220;algumas pequenas alterações possam ser introduzidas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que há a fazer é apenas reparar os estragos, executar o projetado, elaborar e respeitar um programa de manutenção da infraestrutura e criar uma equipa dedicada com vontade de o concretizar&#8221;.</P><br />
<P>O grupo de trabalho integra os académicos Alfeu Sá Marques, Cidália Fonte, Isabel Pedroso de Lima, Nuno Simões, Paulo da Venda Oliveira, Ricardo Martins e Rita Fernandes de Carvalho.</P><br />
<P>A sessão de abertura do colóquio contou hoje com participação dos vice-reitores da UC para a Cultura, Comunicação e Ciência Aberta, Delfim Leão, e para o Património, Edificado e Turismo, Alfredo Dias.</P><br />
<P>Delfim Leão disse que as conclusões desta análise serão publicadas em livro, &#8220;em setembro/outubro&#8221;, para &#8220;dar aos decisores políticos, mas também à população em geral, informação trabalhada, densificada do ponto vista científico&#8221;. </P></p>
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