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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 10:05:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Donativos renderam deduções de 21,4 milhões de euros no IRS e PPR garantiram benefícios de 112 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os contribuintes portugueses beneficiaram de deduções à coleta em IRS no valor de 21,4 milhões de euros por donativos efetuados durante o ano fiscal de 2025, segundo o Relatório da Despesa Fiscal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os contribuintes portugueses beneficiaram de deduções à coleta em IRS no valor de 21,4 milhões de euros por donativos efetuados durante o ano fiscal de 2025, segundo o Relatório da Despesa Fiscal. O documento revela ainda que os benefícios fiscais associados aos Planos de Poupança Reforma (PPR) e produtos semelhantes atingiram 112,1 milhões de euros, confirmando a crescente utilização destes mecanismos para reduzir o imposto a pagar ou aumentar o reembolso do IRS.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/donativos-dao-bonus-de-21-4-milhoes-de-euros-no-irs" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, o Relatório da Despesa Fiscal de 2025 indica que a Autoridade Tributária contabilizou 13,3 milhões de euros em deduções relativas a donativos em dinheiro destinados a entidades de caráter social, ambiental ou desportivo, aos quais se somam mais 8,1 milhões de euros referentes a donativos concedidos a igrejas e instituições religiosas, perfazendo um total de 21,4 milhões de euros em benefícios fiscais. O documento mostra ainda que estes valores têm vindo a aumentar desde, pelo menos, 2022, quando as deduções ascendiam a 11,4 milhões de euros para outras entidades e a 7,2 milhões para instituições religiosas.</p>
<p>A legislação permite que estes donativos sejam deduzidos à coleta do IRS, contribuindo para reduzir o imposto devido ou aumentar o eventual reembolso. Nos casos em que não existem limitações específicas, os contribuintes podem deduzir 25% do montante doado, correspondendo a um benefício fiscal de 25 cêntimos por cada euro entregue. Em regra, estas despesas surgem já pré-preenchidas na declaração de IRS, mas, caso não aconteça, podem ser incluídas pelo contribuinte mediante a identificação dos respetivos recibos.</p>
<p>O relatório evidencia igualmente o peso crescente dos incentivos à poupança para a reforma. Os benefícios fiscais associados aos PPR, fundos de pensões e produtos equiparados ascenderam a 112,1 milhões de euros em 2025, mais 23,6 milhões do que em 2022. Nestes casos, a dedução corresponde a 20% das quantias aplicadas, estando sujeita a limites anuais entre 300 e 400 euros, consoante a idade do aforrador. No total, o Estado contabilizou 396 benefícios fiscais, dos quais 182 representam uma despesa superior a um milhão de euros cada. A despesa fiscal global foi estimada em 3,8 mil milhões de euros em 2025, refletindo um aumento face ao ano anterior, impulsionado sobretudo pelo crescimento das isenções tributárias e das deduções à coleta. Segundo a Autoridade Tributária, o aumento das isenções ficou sobretudo a dever-se ao novo regime do IRS Jovem.</p>
<p>O relatório divulgado pela Autoridade Tributária inclui ainda dados sobre o combate à fraude e à evasão fiscal, revelando que, em 2025, foram recuperados 1.550,2 milhões de euros em dívidas ao Estado através de processos de execução fiscal, um crescimento de 10% face a 2024. Mais de um terço deste montante correspondeu a dívidas de IVA, no valor de 523,6 milhões de euros, sendo que o total recuperado inclui ainda 137,8 milhões de euros em juros de mora. O documento refere igualmente que o levantamento do sigilo bancário foi solicitado em 803 processos durante o ano passado, tendo sido autorizado pelos próprios contribuintes em cerca de 73% dos casos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791281]]></sapo:autor>
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		<title>Xi Jinping apresenta propostas para reforçar a governança global da inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente chinês, Xi Jinping, defendeu a construção de um sistema global de governança da inteligência artificial mais justo e equilibrado durante a abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial 2026, que decorre em Shanghai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Conteúdo Patrocinado por Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.</strong></em></p>
<p>No discurso de abertura, intitulado <em>“Construir em conjunto um sistema global de governança da inteligência artificial justa e razoável”</em>, Xi Jinping destacou os desafios colocados pelo rápido desenvolvimento da inteligência artificial, sublinhando a necessidade de encontrar respostas para questões relacionadas com a segurança, a ética, a tomada de decisões automatizada e a distribuição equitativa dos benefícios gerados pela tecnologia.</p>
<p>O líder chinês apresentou quatro propostas consideradas centrais para o futuro da governança global da inteligência artificial: promover a abertura e o benefício mútuo para estimular a inovação; reforçar os mecanismos de gestão de riscos para garantir uma utilização segura da tecnologia; incentivar a inclusão e o intercâmbio entre diferentes civilizações; e aprofundar a cooperação internacional na definição de modelos de governança.</p>
<p>Segundo analistas citados pelos meios oficiais chineses, estas orientações refletem a visão da China para o desenvolvimento da inteligência artificial, assente em quatro dimensões fundamentais: desenvolvimento, segurança, civilização e governança. A abordagem procura conciliar a inovação tecnológica com a proteção dos interesses sociais e o bem-estar coletivo.</p>
<p>A China destacou igualmente o crescimento do seu setor de inteligência artificial. De acordo com dados apresentados durante a conferência, o valor dos setores centrais da economia inteligente chinesa já ultrapassa um bilião de yuans, enquanto os modelos de código aberto desenvolvidos no país registaram mais de 10 mil milhões de downloads acumulados.</p>
<p>No plano internacional, Pequim tem procurado reforçar a cooperação em matéria de inteligência artificial. As autoridades chinesas salientaram os progressos alcançados na criação da Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (WAICO), iniciativa apresentada como uma plataforma destinada a promover a coordenação internacional, a harmonização de normas e o aprofundamento da cooperação tecnológica entre os países.</p>
<p>Segundo a China, a nova organização poderá contribuir para responder aos desafios globais colocados pela inteligência artificial e favorecer uma utilização mais inclusiva e equilibrada desta tecnologia à escala mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791283]]></sapo:autor>
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		<title>Como poupar na leitura este verão: ainda vai a tempo de aproveitar o Cheque-Livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[DECO PROteste deixa algumas recomendações para poupar na compra de livros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão costuma trazer mais tempo para ler. Seja na praia, na piscina ou durante as férias, é também uma boa oportunidade para renovar a estante sem gastar mais do que o necessário. Se nasceu em 2007 ou 2008, pode ainda beneficiar do Cheque-Livro, um apoio de 30 euros que foi prolongado até 31 de agosto.</p>
<p>Mas este não é o único truque para reduzir a despesa. A DECO PROteste deixa algumas recomendações para poupar na compra de livros.</p>
<p><strong>1. Verifique se tem direito ao Cheque-Livro</strong></p>
<p>O programa destina-se aos jovens nascidos em 2007 e 2008 e permite utilizar um voucher de 30 euros na compra de livros não escolares em mais de 200 livrarias aderentes. O apoio é válido apenas para uma compra igual ou superior a 30 euros e pode ser solicitado através da plataforma oficial do Cheque-Livro. O prazo termina a 31 de agosto.</p>
<p><strong>2. Compare preços antes de comprar</strong></p>
<p>O preço do mesmo livro pode variar entre livrarias, sobretudo quando existem campanhas promocionais ou programas de fidelização. Uma pesquisa rápida pode traduzir-se numa poupança relevante, especialmente quando compra mais do que um título.</p>
<p><strong>3. Aproveite campanhas e cartões de fidelização</strong></p>
<p>Ao longo do verão, muitas livrarias promovem descontos, campanhas &#8220;leve dois, pague um&#8221; ou oferecem vantagens aos clientes registados. Antes de finalizar a compra, confirme se existe alguma promoção acumulável.</p>
<p><strong>4. Recorra às bibliotecas públicas</strong></p>
<p>Nem sempre é necessário comprar. As bibliotecas municipais disponibilizam milhares de títulos gratuitamente e, em muitos casos, permitem reservar livros online ou requisitar versões digitais.</p>
<p><strong>5. Considere livros em segunda mão</strong></p>
<p>Quando procura clássicos, livros infantis ou obras já editadas há alguns anos, o mercado de usados pode representar uma poupança significativa, desde livrarias especializadas a plataformas de venda entre particulares.</p>
<p><strong>Ler mais, gastar menos</strong></p>
<p>Num contexto em que o preço dos livros continua a pesar no orçamento de muitas famílias, aproveitar apoios públicos como o Cheque-Livro e adotar hábitos de compra mais informados pode fazer a diferença. A leitura é um investimento, mas não tem de representar um esforço excessivo para a carteira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790968]]></sapo:autor>
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		<title>Multinacional portuguesa Capwatt vende projeto de baterias em Espanha à maior produtora de energia da Suíça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[baterias]]></category>
		<category><![CDATA[Capwatt]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Capwatt concluiu a venda à Axpo de um projeto de armazenamento de energia em baterias com 38 MW de capacidade, localizado na Catalunha, em Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Capwatt, <span data-olk-copy-source="MessageBody">detida pela Prismore Capital,</span> concluiu a venda à Axpo de um projeto de armazenamento de energia em baterias com 38 MW de capacidade, localizado na Catalunha, em Espanha. Esta é a primeira transação da empresa portuguesa na área dos sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês).</p>
<p>A operação contempla a alienação dos ativos do projeto à Axpo, maior produtora de energia da Suíça e uma das principais empresas internacionais no trading de energia e na comercialização de eletricidade de origem solar e eólica. A Capwatt manterá, por sua vez, um mandato para desenvolver o projeto e conduzir o processo de licenciamento até à fase &#8220;ready-to-build&#8221; (RTB).</p>
<p>A empresa especializada em soluções energéticas sustentáveis conta atualmente com um pipeline de cerca de 2 GW de projetos BESS em Portugal, Espanha, Itália e Polónia, em diferentes fases de desenvolvimento. A atividade passa pelo desenvolvimento e licenciamento de projetos de armazenamento de energia desde a fase inicial até à obtenção do estado RTB.</p>
<p>Os projetos desenvolvidos pela Capwatt são maioritariamente concebidos como instalações &#8220;standalone&#8221;, ou seja, sistemas independentes de armazenamento ligados diretamente às redes de transporte ou distribuição de eletricidade. A empresa desenvolve também sistemas &#8220;co-located&#8221;, integrados em centrais de produção renovável existentes ou em desenvolvimento, como complemento a projetos solares ou eólicos.</p>
<p>&#8220;O armazenamento de energia é uma peça essencial para garantir a segurança e a resiliência das redes, num contexto de crescente penetração renovável&#8221;, afirma Luís Castro Rocha, Head of Utility Scale da Capwatt.</p>
<p>Segundo o responsável, a intermitência da produção solar e eólica exige soluções capazes de gerir os desequilíbrios entre a oferta e a procura, estabilizar a rede e evitar o desperdício da energia produzida. &#8220;Os sistemas que a Capwatt desenvolve respondem precisamente a essa necessidade, contribuindo para a flexibilidade do sistema elétrico, para a descarbonização e para uma transição energética mais robusta e fiável&#8221;, acrescenta.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791260]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>XLVIII BARÓMETRO: João Pinto, Católica Porto Business School</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-joao-pinto-catolica-porto-business-school/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de João Pinto, Dean da Católica Porto Business School.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de João Pinto, Dean da Católica Porto Business School</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num contexto ainda marcado por incerteza, os dados sugerem uma nota de cautela, mas não de retração. As empresas continuam a investir, privilegiando ajustamentos moderados ou manutenção, o que revela uma leitura prudente do enquadramento, sem perda de confiança estrutural.</p>
<p style="text-align: justify;">A Inteligência Artificial começa, entretanto, a produzir efeitos mensuráveis, ainda que graduais. Os ganhos observados são maioritariamente incrementais, confirmando que não estamos perante uma rutura imediata, mas antes um processo de adoção progressiva, onde prevalece a experimentação informada. Neste quadro, a prioridade estratégica mantém-se essencialmente inalterada: crescer. A expansão de mercado continua a dominar as decisões, acima de agendas mais instrumentais, como a eficiência ou a própria digitalização. A tecnologia surge, assim, como meio e não como fim.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio desloca-se, por isso, para a capacidade de integrar estas ferramentas em decisões de gestão com impacto mensurável, assegurando simultaneamente critérios de utilização responsável. Neste plano, as organizações começam a procurar cada vez mais talento que combine competências técnicas com a capacidade de incorporação da Inteligência Artificial de forma ética, consistente e sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780650]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>World Corporate Golf Challenge: Empresas de todo o país na 3.ª etapa disputada em ponte de lima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[World Corporate Golf Challenge Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Axis Golfe Ponte de Lima recebeu mais uma jornada de qualificação para a final nacional do maior torneio corporativo de golfe do mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>FOTOS: Visionari Visuals</p>
<p style="text-align: justify;">Ponte de lima recebeu, no passado dia 30 de maio, a 3.ª etapa de qualificação do world corporate Golf challenge portugal by audi, reunindo empresários, gestores e líderes empresariais de várias regiões do país no desafiante percurso do Axis Golfe Ponte de Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">Integrado no maior torneio corporativo de golfe do mundo, o World Corporate Golf Challenge continua a afirmar-se como uma plataforma privilegiada de networking, relacionamento empresarial e promoção dos valores do desporto, proporcionando aos participantes uma experiência única dentro e fora do campo.</p>
<p style="text-align: justify;">A competitividade foi uma constante ao longo da jornada disputada no Axis Golfe Ponte de Lima, com a dupla Jaime Cunha e Rui Lira Silva, da APR Mediação Seguros, a conquistar o primeiro lugar da classificação Net, assegurando a presença na Final Nacional do World Corporate Golf Challenge Portugal by AUDI. O segundo lugar Net foi alcançado por João Martins Ribeiro e Francisco Lopo, em representação da FL Construções. Na classificação Gross, o destaque foi para a equipa CGPL 2, composta por José Simão Oliveira e Custódio Castro, que arrecadou o primeiro lugar da categoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa vencedora da classificação Net não escondeu a satisfação pela conquista: “Já há muito tempo que procurávamos chegar à Final do World Corporate Golf Challenge Portugal by AUDI. Temos participado nos últimos anos e ficado sempre muito perto. Esta vitória representa o culminar de todo o nosso esforço e dedicação ao longo do tempo. É uma enorme satisfação conseguir finalmente alcançar este objetivo.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Paulo Sousa, a realização desta prova representa uma importante oportunidade para promover o território: “O facto deste torneio se realizar em Ponte de Lima é muito importante para nós porque promovemos o desporto, mas também o território. Hoje é indissociável falar de qualidade de vida, de uma ligação à natureza, de bons serviços públicos e de uma excelente gastronomia. Estou certo de que este tipo de eventos é essencial para projetarmos Ponte de Lima, a vila mais antiga de Portugal, e dar a conhecer tudo aquilo que nos distingue. Estes torneios trazem pessoas de várias localidades do país, que têm a oportunidade de praticar golfe num campo de excelência e, simultaneamente, descobrir melhor esta vila extraordinária.”</p>
<p style="text-align: justify;">Também o Diretor do Axis Golfe Ponte de Lima, Manuel de Miguel, destacou a relevância da competição para o clube e para a região: “Para Ponte de Lima é um enorme orgulho receber esta etapa do World Corporate Golf Challenge, que integra o maior torneio corporativo de golfe amador do mundo. Fazemos tudo o que está ao nosso alcance para apresentar o campo nas melhores condições possíveis e para garantir que todos os jogadores saem daqui satisfeitos e a falar bem de Ponte de Lima. Esse é o nosso principal objetivo.”</p>
<p style="text-align: justify;">O patrocinador principal do circuito, a LG Portugal, voltou a reforçar o seu compromisso com o evento. O representante da marca destacou a importância estratégica da parceria: “É uma honra para a LG associar-se ao World Corporate Golf Challenge como patrocinador principal. Sendo uma das marcas líderes de eletrónica de consumo em Portugal, sentimos a responsabilidade de continuar próximos dos nossos clientes e parceiros. Este evento é particularmente importante porque reúne empresários, gestores e decisores, permitindo fortalecer relações, criar novas oportunidades de negócio e consolidar parcerias. Para a LG, trata- -se de uma plataforma privilegiada para reforçar o networking e a proximidade ao tecido empresarial português.”</p>
<p style="text-align: justify;">As Executive Partner do WCGC Portugal sublinharam igualmente a dimensão nacional do projeto e a relevância do apoio dos parceiros: “O World Corporate Golf Challenge é um circuito verdadeiramente nacional. Costumamos dizer que é um circuito nómada, porque percorre o país de norte a sul com o objetivo de estar próximo dos jogadores e das empresas, sejam elas regionais ou nacionais. O nosso propósito é unir o golfe e o mundo empresarial através de uma plataforma de relacionamento única. O apoio de parceiros como a LG confere uma enorme credibilidade ao evento e é fundamental para o seu crescimento. Partilhamos os mesmos valores de networking, proximidade e construção de relações duradouras com empresas e clientes.”</p>
<p style="text-align: justify;">Com mais uma etapa concluída, o World Corporate Golf Challenge Portugal aproxima-se da reta final da temporada, continuando a proporcionar experiências únicas aos participantes e a fortalecer a ligação entre o desporto e o mundo empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">A última etapa de qualificação decorrerá no dia 26 de Junho, antes da realização da Final Nacional, onde serão encontradas as equipas que representarão Portugal na Final Mundial do World Corporate Golf Challenge.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização agradece ainda o apoio de todos os parceiros que contribuíram para a realização deste evento: AUDI, LG, Município de Óbidos, Turkish Airlines, Visit Azores, Axis Hotéis, CC Viagens, Associação de Promoção da Madeira, Madeira Golf Passport, IB Putter Sweetspot, Ivan Ballesteros Golf Design, Câmara Municipal de Sesimbra, Octant, Vista Alegre, BDR, Distintus, Simões e Guerreiro, Fitness Nestlé , Sogenave, Cigala, Nicola, Poças, Ursu, Uriage, Santos e Vale, Fundação S. João de Deus, Floor Sensation e Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa, Município de Ponte de Lima, Federação Portuguesa de Golfe, Executive Digest, RFM, Viagens &amp; Resorts, Evoque Mag, Analógica Group, TNews, Revista Business Portugal, Wherever Magazine.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781457]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Residências universitárias atrasadas: apenas um quarto das novas camas está disponível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A menos de dois meses do prazo definido para concluir as obras financiadas pelo Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), a execução continua longe das metas previstas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de dois meses do prazo definido para concluir as obras financiadas pelo Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), a execução continua longe das metas previstas. Cerca de 60% dos projetos permanecem por concluir e, das 18.758 camas planeadas, apenas 5014 estão efetivamente prontas, o equivalente a 27% da capacidade prevista. Ao mesmo tempo, o custo do alojamento continua a aumentar, com o preço médio de um quarto a ultrapassar os 400 euros e a atingir os 500 euros em Lisboa, cenário que leva as associações estudantis a defenderem desde já um reforço da estratégia nacional para responder às necessidades futuras.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/20/sociedade/noticia/alojamento-estudantil-60-projectos-estao-concluir-so-quarto-camas-pronto-2182281" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, os dados oficiais do PNAES, atualizados a 24 de junho, mostram que das 134 empreitadas previstas apenas 53 estavam concluídas, enquanto 81 continuavam em execução. Entre estas contam-se 31 novas residências, 24 projetos de adaptação de edifícios, 17 intervenções de requalificação e nove obras realizadas em edifícios parcialmente ocupados. As empreitadas concluídas representam um investimento de cerca de 129 milhões de euros, num programa global avaliado em quase 467 milhões. Apesar dos progressos registados ao longo do último ano, a Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR já tinha alertado para o risco de parte das obras não ficar concluída até ao prazo de 31 de agosto, apontando como causas os efeitos das tempestades, a escassez de mão de obra e dificuldades logísticas, incluindo ligações a infraestruturas essenciais.</p>
<p>Apesar dos atrasos, algumas instituições começam a reforçar a capacidade de alojamento. O Instituto Politécnico de Coimbra inaugurou recentemente a residência R2, com 105 camas, que se junta à residência R1, totalizando 211 camas renovadas através de um investimento de 2,7 milhões de euros financiado pelo PRR. Já a Universidade de Lisboa anunciou que disponibilizará mais 1018 camas no ano letivo de 2026/27, depois de ter acrescentado outras 488 no ano anterior, num investimento global de 80 milhões de euros, dos quais 49,5 milhões provenientes do PRR. Ainda assim, o presidente da Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico (FNAEESP), Diogo Machado, considera que o reforço em curso será insuficiente para responder às necessidades dos mais de 100 mil estudantes deslocados, defendendo a criação de um &#8220;PNAES 2.0&#8221; que permita aumentar a oferta de camas, incluindo através da recuperação de edifícios devolutos pertencentes ao Estado.</p>
<p>Enquanto a rede pública continua a crescer lentamente, muitos estudantes mantêm-se dependentes do mercado privado de arrendamento. Os dados do Observatório do Alojamento Estudantil indicam que o preço médio de um quarto subiu para 423 euros em julho, mais 30 euros do que em 2024 e mais oito euros do que há um ano. Lisboa continua a ser a cidade mais cara, com uma renda média de 500 euros, seguida do Porto, com cerca de 450 euros. Faro, Setúbal, Ponta Delgada e Funchal registam valores próximos dos 400 a 450 euros, enquanto Aveiro e Braga apresentam rendas na ordem dos 350 euros. Apesar do aumento de 63% na oferta de quartos entre 2024 e 2026, passando de 5666 para 9254 anúncios, os preços continuam elevados e a pressionar o orçamento das famílias.</p>
<p>Em paralelo, mantêm-se dúvidas sobre a entrada em vigor do novo modelo de ação social para o ensino superior. O Ministério da Educação pondera aplicar já algumas medidas no próximo ano letivo, incluindo o aumento do valor máximo cobrado aos estudantes bolseiros alojados em residências, acompanhado de um apoio de 160 euros. O novo regime prevê ainda que os bolseiros possam optar por arrendar um quarto no mercado privado sem perder esse apoio e que os estudantes sem vaga em residência recebam uma bolsa ajustada ao custo do alojamento no concelho onde estudam. No entanto, Diogo Machado receia que esta alteração reduza a procura pelas residências recentemente construídas, muitas delas com quartos duplos, e acabe também por incentivar uma nova subida das rendas no mercado privado, à medida que os proprietários passem a considerar os novos apoios atribuídos aos estudantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791239]]></sapo:autor>
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		<title>A economia mundial ainda cresce, mas economistas apontam três riscos que estão a preocupar os investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:13:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia mundial deverá continuar a crescer acima da tendência na segunda metade de 2026 e nos anos seguintes, impulsionada pelo investimento em IA, pelo consumo resiliente e pelo alívio da política orçamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia mundial deverá continuar a crescer acima da tendência na segunda metade de 2026 e nos anos seguintes, impulsionada pelo investimento em inteligência artificial (IA), pelo consumo resiliente e pelo alívio da política orçamental.</p>
<p>A previsão é da Aberdeen Investments, que, na sua análise trimestral House View para o terceiro trimestre, alerta, contudo, para uma maior volatilidade da inflação, riscos geopolíticos e sinais de uma fase mais avançada do ciclo económico.</p>
<p>A gestora de ativos estima que o crescimento global atinja cerca de 3,2% este ano, apesar de a inflação permanecer elevada na sequência do recente choque energético. Embora o contexto macroeconómico continue a favorecer os ativos de risco, a Aberdeen considera que o nível de incerteza é elevado e limita a convicção dos investidores.</p>
<p>&#8220;A economia global continua a demonstrar resiliência, apoiada pelos fortes resultados das empresas e pela continuidade do ciclo de investimento em IA. No entanto, estamos claramente numa fase mais complexa do ciclo, em que os riscos geopolíticos permanecem elevados e os choques inflacionistas são mais frequentes&#8221;, afirma Peter Branner, Chief Investment Officer da Aberdeen Investments.</p>
<p>O cenário central da gestora prevê uma estabilização dos mercados petrolíferos e a continuidade da expansão económica, embora os riscos extremos permaneçam significativos. Neste contexto, a Aberdeen recomenda uma postura ainda construtiva face aos ativos de risco, mas defende uma maior diversificação e resiliência das carteiras.</p>
<p>A inflação deverá permanecer acima do anteriormente previsto devido aos efeitos persistentes da energia, embora as pressões subjacentes tendam a moderar-se. Por isso, a gestora antecipa que os bancos centrais poderão alterar as taxas de juro menos do que os mercados atualmente esperam.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Reserva Federal deverá manter as taxas inalteradas durante 2026, retomando os cortes apenas em 2027. Também o Banco de Inglaterra e o Banco Central Europeu deverão interromper o ciclo de subida das taxas, enquanto o Banco do Japão deverá continuar a aumentá-las de forma gradual.</p>
<p>Na China, o crescimento continua a beneficiar da procura associada à IA e às tecnologias verdes. No entanto, a fragilidade do consumo interno e os desafios no setor imobiliário deverão levar Pequim a adotar novas medidas de estímulo direcionadas.</p>
<p>Os mercados emergentes mantêm, de forma geral, uma perspetiva resiliente, apoiados pelo investimento relacionado com a IA, embora com diferenças significativas entre regiões.</p>
<p>&#8220;A economia global entrou num regime de maior volatilidade da inflação, impulsionada em parte pela geopolítica e pelas perturbações nas cadeias de abastecimento. Embora o choque energético esteja a revelar-se temporário, futuros choques do lado da oferta poderão tornar-se mais frequentes&#8221;, afirma Paul Diggle, Chief Economist da Aberdeen Investments.</p>
<p>Segundo o economista, este cenário aumenta a probabilidade de períodos em que as ações e as obrigações evoluem na mesma direção, reforçando a importância de diversificar os investimentos por diferentes classes de ativos e regiões.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Emergentes e imobiliário entre as apostas</strong></p>
<p>A gestora mantém uma visão positiva sobre as obrigações e ações dos mercados emergentes, que continuam a apresentar um crescimento superior às tendências registadas antes da pandemia. A dinâmica é particularmente evidente na Ásia emergente, onde o investimento associado à IA constitui um importante motor de crescimento.</p>
<p>O recente choque energético poderá penalizar temporariamente os países que não são exportadores de matérias-primas, mas os fatores estruturais continuam a ser favoráveis. Na América Latina, várias economias mantêm margem para novos cortes nas taxas de juro. Ainda assim, a dispersão de desempenho entre mercados está a aumentar, com os ganhos cada vez mais concentrados num grupo restrito de exportadores ligados à tecnologia.</p>
<p>No crédito privado, a Aberdeen mantém uma posição neutra, refletindo preocupações crescentes relacionadas com uma fase mais avançada do ciclo económico. Os segmentos de investment grade continuam resilientes e oferecem um prémio de rendimento atrativo face aos mercados públicos, mas começam a surgir sinais de pressão em algumas áreas do mercado de direct lending, nomeadamente ao nível dos critérios de concessão de crédito, da liquidez dos fundos e do risco de deterioração das condições à medida que o ciclo económico avança.</p>
<p>Já no imobiliário direto global, a gestora mantém uma visão positiva, sustentada pela procura resiliente dos arrendatários e pela estabilidade dos fluxos de rendimento. A evolução está a tornar-se mais equilibrada entre regiões e setores, refletindo a melhoria dos fundamentos, embora alguns segmentos, como o alojamento estudantil no Reino Unido, continuem a ser considerados menos atrativos.</p>
<p>A infraestrutura é, por sua vez, uma das áreas onde a Aberdeen mantém uma visão mais otimista. A digitalização, a descarbonização e o aumento da despesa em defesa deverão gerar necessidades significativas de investimento em todo o mundo e uma oferta sustentada de oportunidades.</p>
<p>A gestora antecipa ainda um papel crescente do capital privado no financiamento destas necessidades. Embora as energias renováveis continuem a dominar o volume de transações, as infraestruturas digitais estão a conquistar uma fatia cada vez maior do valor total investido. As avaliações são, segundo a Aberdeen, geralmente mais atrativas nas operações de pequena e média dimensão.</p>
<p>No conjunto, a gestora considera que ações e obrigações deverão manter um desempenho moderadamente positivo, com a inteligência artificial a continuar a ser um dos principais motores dos mercados. A maior volatilidade da inflação, a geopolítica e os riscos associados à fase avançada do ciclo económico deverão, contudo, exigir uma abordagem mais diversificada e seletiva por parte dos investidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791249]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo Pestana insiste há mais de uma década numa solução para melhorar acessos em Tróia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:01:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grupo hoteleiro garante que está disponível para colaborar com a Câmara Municipal de Grândola, o Governo e as restantes entidades competentes na procura de uma solução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pestana Hotel Group voltou a defender uma solução integrada para melhorar o acesso público à Praia das Camarinhas, em Tróia, que passe pela criação de uma zona de estacionamento público junto ao atual acesso pedonal. O grupo hoteleiro garante que está disponível para colaborar com a Câmara Municipal de Grândola, o Governo e as restantes entidades competentes na procura de uma solução.</p>
<p>A posição surge na sequência da visita da ministra do Ambiente e Energia às praias do concelho de Grândola e recupera um processo que, segundo o Pestana Hotel Group, se prolonga há mais de uma década.</p>
<p>No âmbito do desenvolvimento do Pestana Tróia Eco-Resort, o grupo disponibilizou, em 2011, uma faixa de terreno no extremo norte da propriedade para permitir a criação de um acesso pedonal público à Praia das Camarinhas. A solução, formalizada em 2015 em articulação com as entidades competentes, criou um percurso com cerca de 200 metros, no ponto onde a distância entre a estrada e a praia é mais curta, procurando minimizar a intervenção no sistema dunar.</p>
<p>De acordo com o Pestana Hotel Group, o local já era utilizado pelo público para chegar à praia antes da construção do empreendimento, precisamente por ser o percurso mais direto para o areal. O acesso pedonal permanece atualmente aberto e livre ao público, mas não é acompanhado por estacionamento público.</p>
<p>A criação de uma área de estacionamento ordenado foi, aliás, uma das soluções defendidas pelo grupo desde o início. Em 2014, o Pestana Hotel Group apresentou uma proposta para instalar uma zona de estacionamento público em terreno da sua propriedade, com o objetivo de facilitar o acesso à praia e evitar o estacionamento desorganizado junto à via.</p>
<p>A proposta acabou por não avançar devido às regras previstas no Plano de Ordenamento da Orla Costeira em vigor na altura. Ainda assim, o grupo afirma ter mantido a intenção de encontrar uma solução integrada para melhorar as condições de acesso à Praia das Camarinhas.</p>
<p>Em 2024, perante a evolução do enquadramento aplicável, o Pestana Hotel Group retomou o tema junto da Câmara Municipal de Grândola, formalizando novamente a sua disponibilidade para colaborar na procura de uma solução conjunta.</p>
<p>“O acesso pedonal à Praia das Camarinhas existe, está aberto e nunca foi condicionado pelo Pestana Hotel Group. O que continuamos a defender é que esse acesso seja complementado por uma solução de estacionamento, que permita o acesso à praia em melhores condições ao público”, afirmou José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group.</p>
<p>“Há cerca de uma década que procuramos contribuir para essa solução e continuamos totalmente disponíveis para trabalhar com a Câmara Municipal de Grândola, com o Governo, com as entidades competentes e com os proprietários do empreendimento”, acrescentou.</p>
<p>O grupo considera que o próximo passo deverá passar pela definição de um processo de trabalho estruturado, com alternativas concretas, interlocutores identificados e articulação entre todas as partes envolvidas, incluindo o universo de proprietários do Pestana Tróia Eco-Resort.</p>
<p>O objetivo, segundo o Pestana Hotel Group, é encontrar uma solução que permita melhorar a acessibilidade, a segurança e a organização da chegada à Praia das Camarinhas, conciliando o acesso público com a proteção ambiental e o cumprimento das regras de ordenamento do território.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791241]]></sapo:autor>
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		<title>Doentes com cancro continuam a morrer à espera de vaga em cuidados paliativos, revela estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo realizado por profissionais do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa concluiu que muitos doentes com cancro continuam a morrer antes de conseguirem acesso a cuidados paliativos especializados, evidenciando atrasos significativos na referenciação e limitações na capacidade de resposta da Rede Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado por profissionais do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa concluiu que muitos doentes com cancro continuam a morrer antes de conseguirem acesso a cuidados paliativos especializados, evidenciando atrasos significativos na referenciação e limitações na capacidade de resposta da Rede Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP). Os investigadores alertam que, apesar da evolução registada na rede nos últimos anos, persistem obstáculos que impedem um acesso atempado a estes cuidados, considerados essenciais para doentes com doença oncológica avançada.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/20/sociedade/noticia/demora-leva-doentes-cancro-morrer-terem-acesso-cuidados-paliativos-2179597" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a investigação, publicada na revista Acta Médica Portuguesa, analisou o percurso de 3177 doentes oncológicos internados no IPO de Lisboa entre janeiro de 2022 e junho de 2024. Desse universo, apenas 208 doentes (6,5%) foram referenciados para cuidados paliativos especializados. Destes, apenas 77 (37%) chegaram a ser internados numa unidade de cuidados paliativos, enquanto 131 (63%) morreram antes de conseguirem admissão. O estudo apurou ainda que o tempo mediano entre a referenciação e a admissão foi de 29,5 dias, ao passo que os doentes que nunca chegaram a ser admitidos faleceram, em média, 34 dias após a referenciação. Os investigadores identificam atrasos em várias fases do processo, concluindo que a maior demora ocorre após o registo do pedido, apontando como principais causas a limitada capacidade instalada, a escassez de camas disponíveis, as listas de espera, bem como fatores relacionados com decisões familiares e alguma relutância dos próprios doentes em aceitar a referenciação.</p>
<p>As conclusões acompanham um cenário já identificado a nível nacional. Um relatório da Entidade Reguladora da Saúde divulgado este ano concluiu que, em 2024, mais de metade dos utentes referenciados para unidades de cuidados paliativos da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados morreu antes de conseguir internamento. Perante esta realidade, os autores do estudo defendem que é indispensável otimizar os circuitos de referenciação, reforçar a capacidade da rede e melhorar a coordenação entre os serviços de saúde, garantindo igualmente um maior envolvimento dos doentes e das famílias durante todo o processo clínico.</p>
<p>A necessidade de reforçar esta resposta motivou também uma petição lançada pela Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), que já reuniu mais de 8900 assinaturas e seguiu para a Assembleia da República. A associação defende o aumento urgente do número de equipas, camas e respostas especializadas para adultos e crianças, bem como um investimento estruturado na formação de profissionais, incentivos à sua fixação e o reconhecimento da medicina paliativa como especialidade médica autónoma. A presidente da APCP, Catarina Pazes, considera que &#8220;as equipas têm de ter condições para fazer o seu trabalho&#8221; e lamenta que o plano estratégico para os cuidados paliativos continue sem metas quantitativas, indicadores de monitorização, financiamento próprio e sem a nomeação da Comissão Nacional de Cuidados Paliativos prevista na lei.</p>
<p>A Direção Executiva do SNS reconhece que a disponibilidade de profissionais especializados continua a ser um dos principais desafios ao reforço da rede. Atualmente, a RNCP dispõe de 24 equipas comunitárias de apoio domiciliário, 41 equipas intra-hospitalares — às quais se juntam dez equipas pediátricas — e 32 unidades de internamento, incluindo 17 de alta complexidade, 14 de baixa a moderada complexidade e uma unidade pediátrica. A entidade destaca ainda que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) tem permitido reforçar a capacidade instalada, indicando que a meta inicial de criação de 100 lugares nas equipas comunitárias já foi ultrapassada e que foram apresentadas candidaturas para a totalidade dos 400 lugares financiados para internamento de baixa e moderada complexidade, embora muitos dos projetos permaneçam em diferentes fases de execução.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791236]]></sapo:autor>
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		<title>Multinacional Cirsa compra Casino da Figueira e reforça presença em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/multinacional-cirsa-compra-casino-da-figueira-e-reforca-presenca-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:54:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A multinacional espanhola do setor do jogo Cirsa reforçou a presença em Portugal com a aquisição do Casino da Figueira, situado na Figueira da Foz, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A multinacional espanhola do setor do jogo Cirsa reforçou a presença em Portugal com a aquisição do Casino da Figueira, situado na Figueira da Foz, anunciou hoje a empresa.</p>
<p>Em comunicado, a empresa com sede em Terrassa, nos arredores de Barcelona, indicou que adquiriu uma participação maioritária na Sociedade Figueira Praia, S.A., entidade proprietária e operadora do Casino da Figueira, um dos estabelecimentos de jogo mais antigos e emblemáticos do país.</p>
<p>A operação surge cerca de sete meses depois da entrada da Cirsa no mercado português, com a aquisição, em dezembro de 2024, do operador CasinoPortugal.pt, reforçando agora a presença no segmento dos casinos físicos.</p>
<p>O Casino da Figueira dispõe de licença de exploração desde 1948 e, além da atividade de jogo, integra uma oferta de restauração e eventos.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo da Cirsa, Joaquin Agut, afirmou que o Casino da Figueira &#8220;representa um novo marco&#8221; na história da empresa.</p>
<p>A empresa espanhola não divulgou o valor da transação, limitando-se a indicar que o montante &#8220;está em linha com transações anteriores realizadas&#8221;.</p>
<p>A multinacional adiantou ainda que a aquisição será financiada com fundos próprios e que não deverá ter um impacto significativo no endividamento do grupo.</p>
<p>A Cirsa é o maior operador de jogo em Espanha e está presente em 11 países, explorando 458 casinos, mais de 85.000 máquinas de jogo e cerca de 2.500 pontos de apostas desportivas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791240]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI em alta com Galp a subir 2% e Altri a cair mais de 2,2%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-galp-a-subir-2-e-altri-a-cair-mais-de-22/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Galp a subir 2% para 19,33 euros e a Altri a descer 2,24%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Galp a subir 2% para 19,33 euros e a Altri a descer 2,24%.</p>
<p>Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI avançava 0,22% para 9.082,18 pontos, com sete empresas a subir e nove a descer a cotação.</p>
<p>Às ações da Galp seguiam-se as da EDP Renováveis, EDP e Mota-Engil, que subiam 1% para 13,96 euros, 0,82% para 4,55 euros e 0,67% para 4,53 euros.</p>
<p>A Teixeira Duarte, BCP e CTT também se valorizavam, designadamente 0,62% para 0,49 euros, 0,34% para 1,03 euros e 0,17% para 5,77 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, além da Altri, a Navigator, Ibersol e Semapa recuavam 1,07% para 3,15 euros, 0,99% para 9,02 euros e 0,49% para 20,15 euros.</p>
<p>A NOS, Corticeira Amorim e REN baixavam 0,33% para 4,89 euros, 0,31% para 6,53 euros e 0,27% para 3,63 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que desciam de cotação eram a Sonae (-0,24% para 2,08 euros) e a Jerónimo Martins (-0,18% para 16,81 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, perante a nova subida do petróleo Brent, que se encontra em 90 dólares na sequência do recrudescimento do conflito entre os EUA e o Irão, com novos bombardeamentos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,03% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1442 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Depois da nona noite de ataques dos EUA contra o Irão, estendendo os objetivos além dos estritamente militares, ao visarem pontes, infraestruturas e portos, e perante a perspetiva de que o retorno ao cessar-fogo é mínima, o preço do Brent sobe 3% e o barril encontra-se acima de 90 dólares, embora tenha chegado a superar os 91 dólares na passada madrugada.</p>
<p>Por sua vez, a Guarda Revolucionária iraniana assegurou hoje que dois petroleiros que tentavam transitar por uma rota &#8220;insegura&#8221; ao sul do estreito de Ormuz explodiram no domingo à noite e &#8220;ficaram imobilizados&#8221;, enquanto se mantém a escalada militar e o confronto com os Estados Unidos pelo controlo deste estreito marítimo.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3% para 90,75 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), sobe 2,53% para 83,85 dólares.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam agora uma queda de 0,12% e um avanço de 0,15%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791235]]></sapo:autor>
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		<title>Novos problemas nos exames nacionais: há alunos com provas erradas, classificações em falta e escolhas múltiplas sem avaliação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:46:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois dos atrasos e dificuldades registados na divulgação das classificações da primeira fase dos exames nacionais, esta segunda-feira, 20 de julho, começa com novos constrangimentos que continuam a gerar preocupação entre alunos, famílias e escolas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois dos atrasos e dificuldades registados na divulgação das classificações da primeira fase dos exames nacionais, esta segunda-feira, 20 de julho, começa com novos constrangimentos que continuam a gerar preocupação entre alunos, famílias e escolas. Além da afixação das pautas das provas finais do 9.º ano e do arranque das candidaturas ao ensino superior, multiplicam-se os relatos de irregularidades na consulta das provas, incluindo exames trocados, classificações incompletas e perguntas de escolha múltipla alegadamente deixadas por avaliar, numa altura em que os estudantes têm de decidir se avançam com pedidos de reapreciação.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/alunos-recebem-provas-trocadas-e-escolhas-multiplas-que-nao-foram-classificadas/18107755" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, vários alunos encontraram erros quando acederam às cópias digitais das suas provas. Entre as situações reportadas estão ficheiros PDF que não correspondem ao exame realizado pelo estudante, folhas com a discriminação das classificações dos diferentes itens que não chegaram aos interessados e provas em que perguntas de escolha múltipla surgem sem qualquer avaliação. O Júri Nacional de Exames (JNE) reconheceu no domingo que algumas classificações enviadas às escolas continham incorreções e garantiu que os casos pendentes seriam resolvidos, mas, segundo o jornal, persistiam ainda situações por regularizar, nomeadamente relacionadas com o exame de Economia.</p>
<p>As preocupações são partilhadas pelo movimento Missão Escola Pública. A porta-voz, Cristina Mota, afirmou ao JN que, em disciplinas como Física e Química A e Biologia e Geologia, existem indícios de que determinadas perguntas de escolha múltipla não foram classificadas. A responsável refere ainda que alguns estudantes receberam provas cuja caligrafia não corresponde à sua, além de existirem casos em que falta a folha onde constam as classificações atribuídas a cada item, situação que poderá dificultar a fundamentação de um eventual pedido de reapreciação. A docente alerta igualmente para desigualdades entre escolas, defendendo que os estabelecimentos com maior número de alunos enfrentam maiores dificuldades na gestão e envio de toda a documentação.</p>
<p>O impacto faz-se sentir também junto das escolas, que esperam um elevado número de pedidos de reapreciação. Segundo o diretor da Escola Secundária João Gonçalves Zarco, em Matosinhos, José Ramos, o secretariado preparou-se para receber muitos alunos ao longo desta segunda-feira, data em que é possível consultar as provas com os respetivos professores e iniciar os procedimentos previstos para contestar classificações. Entretanto, os estudantes do 9.º ano aguardam igualmente pelas notas das provas finais, que representam 30% da classificação final nas disciplinas de Português e Matemática. A incerteza mantém-se para muitos alunos, que ainda não sabem se transitam de ano ou se terão de realizar a segunda fase das provas, cujo calendário arranca já na terça-feira, 21 de julho. Face à sucessão de problemas e ao calendário apertado, o movimento Missão Escola Pública voltou a defender o adiamento da segunda fase para setembro, argumentando que a coincidência entre a classificação das reapreciações e das novas provas poderá tornar o processo incomportável para os professores classificadores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791233]]></sapo:autor>
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		<title>Português Marco Araújo distinguido entre os melhores diretores de hotéis da Tailândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:32:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O português Marco Araújo, General Manager do Conrad Koh Samui, foi distinguido como um dos melhores diretores de hotéis da Tailândia nos Travel + Leisure Luxury Awards Asia Pacific 2026, uma das distinções de referência no setor das viagens e hospitalidade de luxo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O português Marco Araújo, General Manager do Conrad Koh Samui, foi distinguido como um dos melhores diretores de hotéis da Tailândia nos Travel + Leisure Luxury Awards Asia Pacific 2026, uma das distinções de referência no setor das viagens e hospitalidade de luxo.</p>
<p>O reconhecimento do responsável português surge num momento de crescente projeção internacional de Koh Samui, que foi também eleita Melhor Ilha da região Ásia-Pacífico, reforçando a posição do destino como um dos principais destinos mundiais de turismo de luxo.</p>
<p>Com mais de duas décadas de experiência na hotelaria de luxo, Marco Araújo construiu uma carreira internacional com passagem pela Europa, América e Ásia. Atualmente, lidera o Conrad Koh Samui, um dos resorts de luxo de referência do grupo Hilton na região, onde tem contribuído para reforçar a reputação da unidade através da aposta na experiência dos hóspedes, em iniciativas de sustentabilidade e na ligação à comunidade local.</p>
<p>&#8220;É uma honra incrível receber este reconhecimento&#8221;, afirmou Marco Araújo. &#8220;Enquanto profissional português de hotelaria a trabalhar do outro lado do mundo, este prémio tem um significado especial. Embora o meu nome apareça nele, o reconhecimento pertence verdadeiramente a cada membro da nossa equipa.&#8221;</p>
<p>O responsável sublinha ainda que o trabalho desenvolvido no resort é resultado do contributo coletivo. &#8220;O luxo é criado pelas pessoas e, todos os dias, a nossa equipa leva cuidado genuíno, paixão e calor humano a cada interação com os hóspedes. Estou incrivelmente orgulhoso daquilo que construímos juntos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Localizado na costa sudoeste de Koh Samui, o Conrad Koh Samui conta com 82 villas privadas com piscina e vista para o Golfo da Tailândia. O resort tem também desenvolvido uma estratégia de sustentabilidade, com iniciativas como a Iris Farm, além de experiências inspiradas na cultura e nos produtos locais.</p>
<p>Ainda este ano, a unidade prevê apresentar The Pearl, aquela que será apresentada como a maior villa de um quarto com piscina privada da Tailândia. Com 766 metros quadrados, o espaço foi concebido para elevar os padrões de privacidade, bem-estar e experiências de ultra-luxo no país.</p>
<p>&#8220;À medida que Koh Samui continua a conquistar reconhecimento internacional, estamos entusiasmados por introduzir um novo padrão de hospitalidade de luxo na Tailândia&#8221;, afirmou Marco Araújo. Segundo o responsável, The Pearl foi pensada como &#8220;muito mais do que uma villa excecional&#8221;, mas como um espaço privado onde os hóspedes possam desligar-se do quotidiano, reencontrar-se consigo próprios e com quem os acompanha, enquanto desfrutam da paisagem e tranquilidade que caracterizam Koh Samui.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791226]]></sapo:autor>
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		<title>Cascais junta-se a Lisboa no grupo dos municípios com casas acima dos 5.000 euros por metro quadrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:28:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cascais tornou-se o segundo município português a atingir um preço mediano de habitação de 5.000 euros por metro quadrado, juntando-se a Lisboa no topo do mercado imobiliário nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cascais tornou-se o segundo município português a atingir um preço mediano de habitação de 5.000 euros por metro quadrado, juntando-se a Lisboa no topo do mercado imobiliário nacional. Enquanto a capital mantém a liderança com 5.292 euros por metro quadrado, Oeiras aproxima-se rapidamente desse patamar, com um valor mediano de 4.511 euros, num contexto em que o preço da habitação continua a subir muito acima da média nacional e permanece pressionado pela forte procura e pela reduzida oferta.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/imobiliario/detalhe/cascais-junta-se-a-lisboa-com-metro-quadrado-nos-5-000-euros" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, que cita os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), Lisboa foi o primeiro município do país a ultrapassar a barreira dos 5.000 euros por metro quadrado, no terceiro trimestre do ano passado, sendo agora acompanhada por Cascais. Oeiras surge na terceira posição do ranking nacional, confirmando que estes três concelhos apresentam preços mais de duas vezes superiores ao valor mediano registado em Portugal.</p>
<p>Os dados do INE mostram ainda que Lisboa registou a maior valorização entre os três municípios mais caros, com uma subida homóloga de 17,8%, enquanto Cascais avançou 11,7% e Oeiras registou um crescimento de 13,3%. No conjunto do país, o preço mediano da habitação atingiu os 2.337 euros por metro quadrado no primeiro trimestre de 2026, o que representa um aumento de 19,8% face ao mesmo período do ano anterior. Apesar da forte valorização, o número de transações caiu 10,5%, totalizando 35.953 alojamentos familiares vendidos nos primeiros três meses do ano.</p>
<p>Depois dos três municípios mais caros surgem Lagos e Loulé, ambos acima dos 4.000 euros por metro quadrado, enquanto o Porto apresenta um preço mediano de 3.729 euros, apenas oito euros acima de Odivelas, concelho que registou uma das maiores valorizações anuais, com uma subida de 22,1%. Também na Área Metropolitana de Lisboa se verificaram aumentos expressivos em vários municípios, incluindo Barreiro (40,6%), Moita (34,3%), Vila Franca de Xira (32,2%), Setúbal (29,4%), Alcochete e Sesimbra (29%), Sintra (28,9%), Montijo, Seixal e Palmela, todos com valorizações superiores a 20%.</p>
<p>O maior aumento percentual entre os concelhos destacados pelo INE pertence, contudo, a Castro Marim. O município algarvio registou uma subida homóloga de 70,1%, elevando o preço mediano para 2.928 euros por metro quadrado, aproximando-se já dos valores praticados em Mafra. Os números confirmam que a valorização do mercado imobiliário continua generalizada em Portugal, embora seja nos concelhos da Grande Lisboa que os preços atingem os níveis mais elevados e onde a pressão da procura continua a alimentar novos máximos históricos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791216]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Ryanair cai 34% entre abril e junho para 538 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:21:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea Ryanair obteve um lucro líquido de 538 milhões de euros no primeiro trimestre fiscal, entre abril e junho, menos 34% do que no mesmo período do exercício anterior, informou hoje a transportadora irlandesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A companhia aérea Ryanair obteve um lucro líquido de 538 milhões de euros no primeiro trimestre fiscal, entre abril e junho, menos 34% do que no mesmo período do exercício anterior, informou hoje a transportadora irlandesa.</p>
<p>Embora o tráfego de passageiros tenha aumentado 6% no período em análise, atingindo os 61,3 milhões, a companhia atribuiu a queda nos lucros ao aumento do preço do combustível e a uma redução de 6% nas tarifas aéreas.</p>
<p>A Ryanair explicou que incentivou a venda de bilhetes a preços mais baixos devido ao conflito no Médio Oriente, o que provocou &#8220;cautela&#8221; entre os consumidores, preocupação com uma possível escassez de combustível para a aviação na União Europeia (UE), incerteza económica e &#8220;reservas tardias&#8221;.</p>
<p>Citado em comunicado, o presidente executivo (CEO), Michael O&#8217;Leary, revelou que os custos operacionais aumentaram 11%, para 3.810 milhões de euros, devido ao &#8220;forte&#8221; aumento de 20% do preço do combustível não coberto pela companhia aérea, que duplicou no primeiro trimestre.</p>
<p>&#8220;A política conservadora da Ryanair em matéria de combustível, com 80% do exercício fiscal de 2027 coberto a um preço aproximado de 67 dólares por barril, protege os lucros do grupo e amplia a vantagem face aos restantes concorrentes da UE&#8221;, afirmou O&#8217;Leary no comunicado.</p>
<p>A este respeito, o CEO salientou que, aproveitando as quedas no preço do petróleo bruto, a companhia alargou a cobertura de combustível para o exercício de 2028, de modo a ter 15% do consumo coberto a um preço de cerca de 85 dólares por barril.</p>
<p>Neste contexto, O&#8217;Leary informou que as receitas totais da Ryanair cresceram apenas 1% entre abril e junho, atingindo os 4.380 milhões de euros, enquanto a receita por passageiro caiu 5% devido à referida redução no preço dos bilhetes.</p>
<p>Para o exercício fiscal, que termina em março próximo, a Ryanair mantém uma previsão de crescimento do tráfego de passageiros de 4%, atingindo 216 milhões de utilizadores anuais.</p>
<p>Ainda assim, os custos unitários finais dependerão do preço dos 20% de combustível não coberto para os últimos três trimestres do exercício, referiu a companhia aérea.</p>
<p>Em maio, a transportadora informou que liquidou toda a dívida contraída em 2021, na sequência da emissão de um título para angariar 1.200 milhões junto dos investidores e financiar-se durante a crise da pandemia de coronavírus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791221]]></sapo:autor>
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		<title>Sondagem: Maioria dos portugueses apoia reforma aos 65 anos, mas rejeita cortes nas pensões</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:09:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos portugueses é favorável à redução da idade legal da reforma, mas esse apoio diminui de forma expressiva quando a medida implica uma redução do valor das pensões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos portugueses é favorável à redução da idade legal da reforma, mas esse apoio diminui de forma expressiva quando a medida implica uma redução do valor das pensões. É esta a principal conclusão de um barómetro que mostra que 60,4% dos inquiridos apoiam a proposta de baixar a idade da reforma, enquanto menos de um terço se manifesta contra. No entanto, perante a possibilidade de essa alteração conduzir a cortes nas pensões, 76% rejeitam essa hipótese, revelando que a manutenção do rendimento na reforma continua a ser uma prioridade para a larga maioria da população.</p>
<p>De acordo com um barómetro da Intercampus para o <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/portugueses-apoiam-descida-da-idade-da-reforma" target="_blank" rel="noopener">Negócios, Correio da Manhã, CMTV e NOW</a>, quando não são colocadas condições relativas ao financiamento da medida, quase metade dos inquiridos defende que a idade legal da reforma deve regressar aos 65 anos, tal como propôs o Chega durante as negociações do pacote laboral. Outros 23,2% consideram mesmo que a idade deveria ser inferior aos 65 anos, enquanto 22,4% entendem que o regime atual deve manter-se. Ainda assim, 46,9% dos participantes acreditam que a Segurança Social não dispõe de capacidade financeira para suportar uma redução da idade da reforma.</p>
<p>O debate ganhou força depois de a ministra do Trabalho e da Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, ter alertado que uma descida da idade da reforma para os 65 anos teria um impacto estimado de 2,5 mil milhões de euros. A governante afirmou igualmente que essa alteração faria com que &#8220;a taxa de substituição das pensões iria também decrescer mais rapidamente&#8221;, ou seja, reduziria o peso da pensão face ao último salário recebido. Atualmente, a idade legal de acesso à reforma está indexada à esperança média de vida aos 65 anos e encontra-se fixada em 66 anos e nove meses, modelo em vigor desde 2014 para reforçar a sustentabilidade da Segurança Social. Segundo estimativas da Comissão Europeia referidas no estudo, mesmo sem alterações ao regime, a taxa de substituição deverá situar-se em cerca de 38,5% em 2050.</p>
<p>A proposta de regressar à reforma aos 65 anos foi apresentada pelo Chega como uma das condições para viabilizar o pacote laboral, embora tenha sido rejeitada pelo Governo da AD, que recusou adotar medidas que pudessem &#8220;pôr em causa a sustentabilidade da Segurança Social&#8221;. Posteriormente, o partido liderado por André Ventura assumiu uma posição que classificou como &#8220;de esquerda&#8221; nesta matéria. O PCP também tem defendido a redução da idade legal da reforma para os 65 anos.</p>
<p>Os resultados do barómetro mostram ainda que o apoio à descida da idade da reforma atravessa todas as faixas etárias analisadas, sugerindo que esta é uma posição transversal entre os portugueses. Ainda assim, a sondagem evidencia igualmente que a disponibilidade para apoiar essa mudança depende, em grande medida, da garantia de que não haverá cortes no valor das pensões nem impactos significativos no rendimento dos futuros reformados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791215]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em baixa devido à subida do Brent provocada pela escalada do conflito no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:09:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante a nova subida do petróleo Brent, que se encontra em 90 dólares após o recrudescimento do conflito entre os EUA e o Irão, com novos bombardeamentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante a nova subida do petróleo Brent, que se encontra em 90 dólares após o recrudescimento do conflito entre os EUA e o Irão, com novos bombardeamentos.</p>
<p>Às 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,34% para 639,34 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,70%, 0,02% e 0,30%, bem como as de Madrid e Milão, que baixavam 0,41% e 0,40%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de alta da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,17% para 9.077,32 pontos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,03% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1442 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Depois da nona noite de ataques dos EUA contra o Irão, estendendo os objetivos além dos estritamente militares, ao visarem pontes, infraestruturas e portos, e perante a perspetiva de que o retorno ao cessar-fogo é mínima, o preço do Brent sobe 3% e o barril encontra-se acima de 90 dólares, embora tenha chegado a superar os 91 dólares na passada madrugada.</p>
<p>Por sua vez, a Guarda Revolucionária iraniana assegurou hoje que dois petroleiros que tentavam transitar por uma rota &#8220;insegura&#8221; ao sul do estreito de Ormuz explodiram no domingo à noite e &#8220;ficaram imobilizados&#8221;, enquanto se mantém a escalada militar e o confronto com os Estados Unidos pelo controlo deste estreito marítimo.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3% para 90,75 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), sobe 2,53% para 83,85 dólares.</p>
<p>De maior amplitude é a subida do gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, que aumenta 3,96% para 59,665 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Numa sessão em que o mercado não contou com a referência da bolsa de Tóquio, que permaneceu fechada devido à festividade do Dia do Mar, o índice de referência da bolsa de Xangai ganhou 0,85%, o da de Shenzhen perdeu 0,71% e o Hang Seng de Hong Kong subia mais de 2% no final da sessão.</p>
<p>Na Ásia, foi anunciado que o banco central da China decidiu manter a taxa de juro de referência em 3% pelo décimo quinto mês consecutivo, cumprindo assim com as previsões mais amplamente divulgadas entre os analistas, que não antecipavam qualquer mudança.</p>
<p>Na sexta-feira, o Dow Jones terminou a cair 0,77% e o Nasdaq 1,40% e os futuros registam agora uma queda de 0,12% para o primeiro e um avanço de 0,15% para o segundo.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos continuava a subir, designadamente para 3,143%, depois de ter fechado em 3,124% na sessão anterior.</p>
<p>O preço do ouro descia 0,29% para 4.005,82 dólares, enquanto o da prata subia 1,51% para 567572 dólares por onça.</p>
<p>A bitcoin cai 0,63% para 64.094 dólares.</p>
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		<title>Ucrânia: pelo menos três mortos em novo ataque russo durante a noite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 07:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos três pessoas, incluindo uma criança, morreram num novo ataque do exército russo contra a província ucraniana de Zaporijia, parcialmente ocupada após a invasão iniciada em fevereiro de 2022, informaram as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos três pessoas, incluindo uma criança, morreram num novo ataque do exército russo contra a província ucraniana de Zaporijia, parcialmente ocupada após a invasão iniciada em fevereiro de 2022, informaram as autoridades locais.</p>
<p>O governador de Zaporijia, Ivan Fedorov, revelou numa mensagem nas redes sociais que dois idosos morreram e que o corpo de uma criança foi encontrado durante as operações de busca e resgate após o ataque, que também deixou 41 pessoas feridas.</p>
<p>O responsável afirmou que as forças russas lançaram seis ataques com bombas guiadas contra a capital da província (Zaporijia), atingindo quatro locais, incluindo dois prédios residenciais e alguns armazéns.</p>
<p>&#8220;Um total de 79 apartamentos foram danificados como resultado do ataque&#8221;, indicou, antes de acrescentar que algumas pessoas foram retiradas das suas casas devido aos danos.</p>
<p>Por sua vez, a Força Aérea Ucraniana confirmou que tropas russas lançaram dois mísseis e 94 drones contra o país durante a noite e que 81 drones foram intercetados, com impacto em nove locais.</p>
<p>Estes ataques sucedem-se aos que ocorrem na capital ucraniana, Kiev, na noite de sábado para domingo, considerados como um dos &#8220;maiores ataques com mísseis balísticos&#8221;, segundo o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791202]]></sapo:autor>
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		<title>Liga Portuguesa Contra o Cancro leva hoje prevenção às praias e mostra em imagens os efeitos do sol na pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 07:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Portuguesa Contra o Cancro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[praias]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa passará por praias marítimas e fluviais, piscinas municipais, jardins e centros de atividades de tempos livres, com o objetivo de sensibilizar crianças, jovens e adultos para a importância da proteção solar e da prevenção do cancro da pele]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Sul inicia esta segunda-feira, 20 de julho, uma nova edição da campanha “Com o Sol Não se Brinca – Rota da Prevenção”, que vai percorrer 40 locais até 20 de agosto.</p>
<p>A iniciativa passará por praias marítimas e fluviais, piscinas municipais, jardins e centros de atividades de tempos livres, com o objetivo de sensibilizar crianças, jovens e adultos para a importância da proteção solar e da prevenção do cancro da pele.</p>
<p>Durante as ações, os participantes poderão recorrer a um equipamento semelhante a uma cabine fotográfica, que utiliza tecnologia de imagem ultravioleta para mostrar, em tempo real, a diferença entre pele protegida e pele sem proteção solar.</p>
<p>A experiência permitirá visualizar os efeitos da exposição e a eficácia do protetor solar, sendo entregue aos participantes uma fotografia destinada a reforçar a mensagem de prevenção.</p>
<p>A campanha surge numa altura em que o aumento do tempo passado ao ar livre durante o verão conduz a uma maior exposição à radiação ultravioleta. Embora a luz solar desempenhe um papel importante na saúde, a exposição excessiva constitui um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de cancro da pele.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, são diagnosticados todos os anos cerca de 1,5 milhões de novos casos de cancro da pele em todo o mundo. Em Portugal, estima-se que surjam aproximadamente 13 mil casos por ano.</p>
<p>A Rota da Prevenção vai abranger os distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Portalegre, Évora, Beja, Faro e Leiria, assim como a região Oeste.</p>
<p>Durante agosto, a Liga promoverá também rastreios de cancro da pele em várias praias. Estas ações pretendem complementar a prevenção com a deteção precoce, procurando identificar eventuais alterações suspeitas numa fase inicial.</p>
<p>A campanha integra a estratégia da organização para reduzir o impacto do cancro da pele através da informação, da adoção de comportamentos seguros e do diagnóstico atempado.</p>
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