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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Amnistia denuncia falta de transparência dos EUA sobre ataque a escola iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:38:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amnistia Internacional denunciou hoje a falta de transparência dos EUA sobre o bombardeamento da escola de Minab quase quatro meses depois do ataque perpetrado no início da ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Amnistia Internacional denunciou hoje a falta de transparência dos EUA sobre o bombardeamento da escola de Minab quase quatro meses depois do ataque perpetrado no início da ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão. </P><br />
<P>&#8220;Precisamos de respostas agora&#8221;, exigiu a organização. </P><br />
<P>&#8220;Passaram quase quatro meses desde o ataque aéreo norte-americano mais mortífero contra civis de que há memória nos últimos tempos, mas não estamos mais próximos de obter respostas das autoridades norte-americanas sobre porque aconteceu e quem foi responsável&#8221;, denunciou a diretora nacional de Relações Governamentais e Incidência da Amnistia Internacional, para os EUA, Amanda Klasing, sobre o ataque que matou mais de 150 pessoas, entre as quais 120 estudantes da escola.</P><br />
<P>Neste sentido, questionou &#8220;porque está a demorar tanto&#8221; a investigação anunciada pelo Departamento de Defesa, mas que continua em esclarecer o ocorrido. </P><br />
<P>&#8220;A opinião pública e as famílias das vítimas merecem transparência e prestação de conta e a famílias devem obter verdade, justiça e reparações&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>Klasing apontou que Donald Trump, entretanto, fez declarações &#8220;contraditórias&#8221; sobre o caso e o Pentágono está a &#8220;obstruir&#8221; o Congresso. </P><br />
<P>Assim, a organização reclama &#8220;respostas agora&#8221;, dado que o Exército, ao fim de quatro meses, já teve tempo suficiente &#8220;para explicar o que aconteceu&#8221;.</P><br />
<P>A Amnistia Internacional insistiu em que, depois de apurado o que ocorreu, os suspeitos de responsabilidade penal devem ser julgados. </P><br />
<P>&#8220;O Pentágono também deve restabelecer as iniciativas de mitigação e resposta às consequências negativas sobre as pessoas e garantir o cumprimento do Direito Internacional Humanitário nas operações militares, incluindo o uso da inteligência artificial, para prevenir futuras violações&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Klasing recordou que Washington é &#8220;responsável&#8221; pelas mortes de 150 civis causadas por um ataque com míssil teleguiado e reiterou que &#8220;não há dúvida de que os EUA deveriam ter sabido que o edifício era uma escola e não um objetivo militar&#8221;. </P><br />
<P>Recordou assim a investigação feita na altura, com outras entidades, ao ataque, realçando que se sabia que o local era desde há anos um centro educativo, pelo que o Pentágono &#8220;deveria ter obtido e verificado esta mesma informação, o que deveria ter levado à decisão de não atacar a escola&#8221;.</P><br />
<P>Desta forma, &#8220;qualquer coisa menos do que isso equivaleria a encobrir uma grave infração do Direito Internacional Humanitário e a trair as vítimas e os sobreviventes deste horrendo ataque&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782000]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Pelos menos dois lusodescendentes morreram e 56 estão desaparecidos &#8211; MNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:02:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos dois lusodescentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela e 56 estão dados como desaparecidos, confirmou hoje à Lusa o gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos dois lusodescentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela e 56 estão dados como desaparecidos, confirmou hoje à Lusa o gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.</P><br />
<P>O presidente do Governo da Madeira tinha afirmado, durante a tarde, ter conhecimento, através de contactos pessoais, da morte de pelo menos dois cidadãos lusodescendentes com ligações à região autónoma, na sequência dos sismos na Venezuela. </P><br />
<P>Antes, o Ministério dos Negócios Estrangeiros tinha declarado que um homem português tinha sido retirado dos escombros ainda com vida, mas acabou por morrer a caminho do hospital, e que cinco cidadãos nacionais, quatro dos quais da mesma família, estavam desaparecidos.</P><br />
<P>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 188, há mais de 1.500 feridos e estão pelo menos 147 pessoas  desaparecidas, segundo um balanço oficial provisório.</P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.  </P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781999]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Guterres envia condolências e destaca coordenação da ONU com Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:53:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, António Guterres, endereçou hoje as suas condolências à Venezuela após os dois sismos devastadores e destacou a coordenação entre as equipas humanitárias da organização e a presidente interina, Delcy Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, endereçou hoje as suas condolências à Venezuela após os dois sismos devastadores e destacou a coordenação entre as equipas humanitárias da organização e a presidente interina, Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>&#8220;[António Guterres] Está profundamente consternado com a perda de vidas e a destruição generalizada causadas pelos devastadores sismos que atingiram ontem [quarta-feira] a Venezuela. Expressa as suas sinceras condolências às famílias das vítimas e deseja uma rápida recuperação aos feridos&#8221;, indicou Stéphane Dujarric, porta-voz do diplomata português, na sua conferência de imprensa diária.</P><br />
<P>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos e mais de 900 feridos, segundo balanço oficial provisório.</P><br />
<P>&#8220;Os relatórios iniciais indicam danos significativos em vários estados, incluindo a capital, Caracas. Segundo informações, há inúmeras mortes e feridos, enquanto outros permanecem presos ou desaparecidos. Infraestruturas essenciais foram danificadas e serviços básicos foram interrompidos&#8221;, lamentou o porta-voz.</P><br />
<P>Dujarric assegurou que a equipa humanitária das Nações Unidas está em &#8220;contacto próximo&#8221; com a presidente interina Delcy Rodríguez e outras autoridaded.</P><br />
<P>A ONU estabeleceu um centro de coordenação em Caracas e está a apoiar os esforços no terreno para garantir que a ajuda chega aos mais necessitados o mais rápida e eficazmente possível.</P><br />
<P>Guterres expressou a sua gratidão pelas manifestações de solidariedade e apoio de outros estados que responderam à notícia.</P><br />
<P>Por seu lado, o Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários anunciou hoje que está &#8220;totalmente mobilizado&#8221; e indicou que já está a coordenar o rápido envio de equipas de busca e salvamento urbanas &#8220;de toda a comunidade internacional&#8221;.</P><br />
<P>O coordenador humanitário das Nações Unidas, Tom Fletcher, observou que quase oito milhões de pessoas na Venezuela já necessitavam de assistência humanitária antes dos sismos e que a catástrofe &#8220;ameaça agravar as vulnerabilidades existentes&#8221;. </P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781998]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Aprovadas medidas financeiras excecionais para apoio a municípios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:12:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento aprovou hoje, com a abstenção do PCP e os votos a favor dos restantes, a proposta de lei do Governo para atribuição de um apoio financeiro excecional aos municípios atingidos pelo mau tempo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento aprovou hoje, com a abstenção do PCP e os votos a favor dos restantes, a proposta de lei do Governo para atribuição de um apoio financeiro excecional aos municípios atingidos pelo mau tempo.</P><br />
<P>A lei hoje aprovada, proposta pelo Governo e que desceu à especialidade com uma outra proposta do PCP, estabelece medidas financeiras excecionais para a recuperação dos municípios afetados pelas tempestades de janeiro e fevereiro deste ano.</P><br />
<P>O diploma estabelece &#8220;um conjunto de exceções temporárias&#8221; para assegurar maior flexibilidade à gestão financeira e orçamental de municípios, freguesias e entidades intermunicipais afetadas pelo mau tempo, para que possam fazer face aos &#8220;impactos gravosos&#8221; das tempestades.</P><br />
<P>As exceções abrangem empréstimos a curto prazo, receita efetiva própria e fundos disponíveis, equilíbrio orçamental e inscrição de nova despesa, desde que estritamente relacionados com a situação de calamidade.</P><br />
<P>Devido a estas situações excecionais, desde que &#8220;devidamente fundamentadas&#8221;, as câmaras municipais podem recorrer, até 31 de agosto de 2026, a empréstimos de curto prazo sem autorização prévia das assembleias municipais, embora tenham de comunicar a estes órgãos fiscalizadores os contratos em 48 horas.</P><br />
<P>Prevê também que os municípios possam apresentar as despesas que efetuaram para ajudar autarquias vizinhas, que as despesas e perdas de receita diretamente associadas ao mau tempo deixem de contar para o equilíbrio das contas municipais e possibilita que o presidente da Câmara possa aprovar uma revisão orçamental, com posterior ratificação pelos órgãos próprios, para acelerar intervenções urgentes.</P><br />
<P>Os temporais que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, entre o final de janeiro e fevereiro deste ano, causaram pelo menos 19 mortos e várias centenas de feridos, desalojados e deslocados, provocando a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.</P><br />
<P>Os municípios das regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram os mais afetados.</P><br />
<P></P><br />
<P>RCS/MCL // MCL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781996]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD/Santo Tirso exige revogação do contrato de concessão de estacionamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:08:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSD/Santo Tirso exigiu hoje a revogação do contrato de concessão de estacionamento, acusando o executivo socialista de ter compensado a ESSE após a empresa ter apresentado perdas devido às obras de requalificação do largo da feira.   ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PSD/Santo Tirso exigiu hoje a revogação do contrato de concessão de estacionamento, acusando o executivo socialista de ter compensado a ESSE após a empresa ter apresentado perdas devido às obras de requalificação do largo da feira.   </P><br />
<P>Em causa, segundo a concelhia, estão a obras de requalificação do largo da feira, que a empresa associou a perdas no seu negócio de concessão de estacionamento pago e que a câmara decidiu compensar, alegando tratar-se de &#8220;uma inevitabilidade jurídica&#8221;, contrapondo os social-democratas que &#8220;não há inevitabilidade, mas uma escolha política&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à Lusa, a concelhia social-democrata conta que na reunião de hoje, o executivo avançou com uma proposta que classificou de &#8220;reposição do equilíbrio financeiro a favor da concessionária ESSE&#8221; ao prolongar por &#8220;mais cinco anos&#8221; um contrato que &#8220;reduz ainda mais a renda paga ao município&#8221;.</P><br />
<P>Segundo as contas apresentadas pelo PSD local, a câmara terá &#8220;484 mil euros de receita e 900 mil euros de compensação&#8221;, classificando-o como &#8220;o negócio do século para a ESSE&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O município recebe menos, a concessionária reclama mais e a solução é pagar-lhe ainda mais. O risco é nosso, o lucro é deles&#8221;, continua o comunicado.</P><br />
<P>Citado pela nota de imprensa, o vereador Ricardo Pereira lembrou que &#8220;os lugares da feira sempre existiram e que o estacionamento gratuito naquele espaço não é novidade&#8221;, concluindo que o contrato assinado em 2022 [com a concessionária] transforma qualquer obra municipal numa indemnização automática&#8221;.</P><br />
<P>Considerando que o &#8220;problema é estrutural, dado que o contrato está desenhado para que qualquer intervenção no espaço público, uma ciclovia, uma paragem de autocarro, uma mudança de sentido, entre outros, possa ser convertida em desequilíbrio financeiro&#8221;, o autarca afirma que &#8220;a requalificação do espaço público passou a ser argumento para indemnizar um privado que não assume qualquer risco real&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, a concelhia quer a revogação do contrato, lembrando que &#8220;Santo Tirso tem Polícia Municipal e meios próprios para gerir o estacionamento tarifado&#8221;. </P><br />
<P>A Lusa tentou uma reação do executivo liderado por Alberto Costa, mas este optou por não se pronunciar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781995]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CDU classifica como encenação política proibição de pesados na VCI no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:08:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A CDU/Porto considera "encenação política" do Governo e da Câmara do Porto, a anunciada hoje proibição da circulação de veículos pesados de mercadorias na Via de Cintura Interna (VCI), nos dias úteis, entre as 07:00 e as 21:00.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A CDU/Porto considera &#8220;encenação política&#8221; do Governo e da Câmara do Porto, a anunciada hoje proibição da circulação de veículos pesados de mercadorias na Via de Cintura Interna (VCI), nos dias úteis, entre as 07:00 e as 21:00.</P><br />
<P>Em comunicado, a coligação admite que a medida hoje anunciada após o Conselho de Ministros &#8220;é positiva no seu princípio, se dirigida ao tráfego pesado de atravessamento e acompanhada do desvio para a CREP/A41&#8221;, mas que esta &#8220;exige regras claras, fiscalização adequada e a salvaguarda das situações de abastecimento local, cargas e descargas e serviços essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Acusam também o presidente da autarquia, Pedro Duarte de surgir &#8220;associado a um anúncio do Governo, apresentado à cidade [a proibição de circulação] sem discussão prévia nos órgãos municipais, sem elementos concretos conhecidos, sem estudos públicos, sem avaliação dos impactos e sem clarificação das condições de aplicação da medida&#8221;.</P><br />
<P>A medida foi primeiro apresentada pelo ministro da Presidência do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro e, algum tempo depois, acrescentada por Pedro Duarte de que será implementada a partir de 15 de setembro.</P><br />
<P>&#8220;O que está em causa não é apenas a circulação de pesados na VCI, é um método de governação: decidir por cima da cidade, anunciar primeiro, discutir depois &#8212; ou nem discutir &#8212; e transformar cada medida em instrumento de propaganda política&#8221;, lê-se ainda no comunicado da CDU. </P><br />
<P>Para a coligação, a VCI &#8220;continuará congestionada se não houver uma política integrada de mobilidade, com reforço do transporte público, aumento da oferta da STCP, expansão da rede de Metro, melhoria da ferrovia, criação de interfaces, corredores BUS e soluções estruturais que retirem da cidade o tráfego que não tem o Porto como origem ou destino&#8221;.</P><br />
<P>Recorda a CDU que &#8220;há muito defende a abolição das portagens na A41/CREP (não apenas para veículos pesados), a retirada do tráfego pesado de atravessamento da VCI e a necessidade de uma resposta estrutural para a mobilidade na Área Metropolitana do Porto&#8221;. </P><br />
<P>Neste contexto, a CDU quer ver esclarecido pelo Governo e pela Câmara Municipal quais serão os veículos abrangidos e quais as exceções previstas, como será feita a fiscalização, que estudos sustentam a decisão e qual o impacto esperado na redução do tráfego, da sinistralidade, do ruído e da poluição.</P><br />
<P>Perguntam também que medidas serão tomadas para impedir que o trânsito seja apenas deslocado para outras vias urbanas, zonas residenciais ou concelhos vizinhos, que articulação existe com Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar, Valongo e restantes municípios da Área Metropolitana e que calendário existe para soluções estruturais, incluindo a discussão da CRIP e de alternativas reais ao tráfego de atravessamento.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781994]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Explosões ouvidas em Kiev depois de alerta aéreo</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:08:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Explosões foram hoje ouvidas em Kiev, minutos depois de um alerta da força aérea e das autoridades municipais de que mísseis russos avançavam em direção à capital ucraniana, disseram jornalistas da agência de notícias France-Presse.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Explosões foram hoje ouvidas em Kiev, minutos depois de um alerta da força aérea e das autoridades municipais de que mísseis russos avançavam em direção à capital ucraniana, disseram jornalistas da agência de notícias France-Presse.</P><br />
<P>O autarca de Kiev, Vitaly Klitschko, escreveu nas redes sociais que as defesas antiaéreas estavam em ação e pediu aos residentes para se protegerem. </P><br />
<P>Numa outra mensagem, o responsável anunciou que &#8220;destroços de mísseis&#8221; russos caíram no bairro de Darnitsa, no sudeste de Kiev.</P><br />
<P>Os serviços de socorro estavam a caminho do local, indicou. </P><br />
<P>Antes, o chefe da administração militar da capital, Tymour Tkatchenko, afirmou que a Rússia tinha disparado &#8220;mísseis balísticos&#8221; contra Kiev.</P><br />
<P>Jornalistas da France-Presse disseram ter visto no céu da capital ucraniana rastos deixados pelos mísseis da defesa antiaérea e ouvido as explosões da interceção dos projéteis. </P><br />
<P>Desde a invasão da Ucrânia, lançada há mais de quatro anos, a Rússia realiza ataques quase diários contra o país com recurso a drones e mísseis. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781993]]></sapo:autor>
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		<title>Estádio José Alvalade recebe primeiro jogo de Portugal na Liga das Nações 2026/27</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:08:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estádio José Alvalade, em Lisboa, vai ser o palco do primeiro jogo de Portugal na edição 2026/27 da Liga das Nações, frente ao País de Gales, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estádio José Alvalade, em Lisboa, vai ser o palco do primeiro jogo de Portugal na edição 2026/27 da Liga das Nações, frente ao País de Gales, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).</P><br />
<P>O recinto &#8216;leonino&#8217; acolhe o primeiro jogo da equipa das &#8216;quinas&#8217; como anfitriã, frente aos galeses, em 24 de setembro, às 19:45, seguindo-se, três dias depois, a deslocação à Noruega, em 27 de setembro.</P><br />
<P>Na terceira jornada do Grupo A4, Portugal joga na Dinamarca, em 01 de outubro, antes de receber a seleção norueguesa, no dia 04 de outubro, no Estádio do Dragão, no Porto, também às 19:45.</P><br />
<P>Portugal, já vencedor da edição inaugural da competição, em 2019, é o atual detentor do troféu, depois de derrotar na final da edição passada a Espanha, por 5-4 nas grandes penalidades, após empate 2-2 no tempo regulamentar e prolongamento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781992]]></sapo:autor>
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		<title>Cuba: Cerca de 500 pessoas pedem em Lisboa o fim do bloqueio e agressão dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:33:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 500 pessoas reuniram-se hoje em Lisboa para denunciar as ameaças dos Estados Unidos (EUA) a Cuba e para pedir o fim da agressão e do bloqueio à ilha caribenha, alvo de sucessivas sanções por parte de Washington.</P><br />
<P>A manifestação, dinamizada pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e pelo Conselho Português para a Paz Cooperação (CPPC), começou na Cidade Universitária em Lisboa e seguiu até à embaixada dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Na convocatória do protesto, sob o lema &#8220;Cuba não está só! Cuba vencerá!&#8221;, as organizações promotoras partilharam várias razões que motivaram a ação.</P><br />
<P>A denúncia de &#8220;mais de 60 anos de criminoso bloqueio&#8221; dos EUA que &#8220;tem consequências dramáticas na vida do povo cubano&#8221;, das &#8220;sanções ilegais&#8221; visando empresas, bancos e outras entidades de países que queiram comerciar ou cooperar com Cuba e a defesa que &#8220;ser solidário com Cuba é respeitar a Constituição da República portuguesa&#8221; foram alguns dos motivos mencionados. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781990]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Novo balanço regista 188 mortos e 1.520 feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:14:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 188, registando-se também mais de 1.500 feridos, segundo o último balanço hoje divulgado pelo presidente do parlamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 188, registando-se também mais de 1.500 feridos, segundo o último balanço hoje divulgado pelo presidente do parlamento.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, infelizmente, devemos informar 188 venezuelanos mortos, 1.520 feridos&#8221;, disse Jorge Rodríguez numa declaração televisiva, atualizando o último número de 164 mortos e cerca de mil feridos.</P><br />
<P>O dirigente venezuelano indicou que pelo menos 157 pessoas permanecem desaparecidas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781989]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo angolano Opaia quer parcerias e investimentos na indústria moçambicana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo angolano Opaia manifestou interesse em estabelecer parcerias com Moçambique e investir na indústria de fertilizantes e construção civil, durante um encontro com o Presidente moçambicano, em Maputo, indica a empresa em comunicado divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Grupo angolano Opaia manifestou interesse em estabelecer parcerias com Moçambique e investir na indústria de fertilizantes e construção civil, durante um encontro com o Presidente moçambicano, em Maputo, indica a empresa em comunicado divulgado hoje.</P><br />
<P>&#8220;A reunião permitiu reforçar o interesse do Grupo Opaia em Moçambique como mercado prioritário para a sua próxima fase de crescimento, com especial enfoque no investimento industrial, no desenvolvimento de parcerias com empresários e instituições locais, e na identificação de oportunidades que possam contribuir para a industrialização, a criação de emprego e o crescimento económico sustentável&#8221;, lê-se no documento da empresa, representada no encontro por Agostinho Kapaia, presidente do Conselho de Administração.</P><br />
<P>No comunicado, o Grupo Opaia, sociedade gestora de participações do direito angolano, com sede em Luanda, capital de Angola, refere que a recente reunião com o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, marca uma &#8220;nova etapa&#8221; na avaliação de oportunidades de investimento industrial, num momento em que a empresa consolida projetos pioneiros em Angola nas áreas dos fertilizantes e da montagem industrial de automóveis.</P><br />
<P>A empresa explica ainda que o interesse em Moçambique enquadra-se na estratégia &#8220;mais ampla&#8221; da sua expansão internacional, estando na fase de avaliação de oportunidades em novos mercados africanos, que incluem também a República Democrática do Congo (RDCongo), com o objetivo de &#8220;alargar a sua presença industrial no continente e apoiar projetos alinhados com as prioridades nacionais de desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>Para Agostinho Kapaia, a reunião com Daniel Chapo foi &#8220;uma oportunidade importante&#8221; para reafirmar o interesse do Grupo Opaia em Moçambique e para avaliar as formas de cooperação alinhadas com as prioridades de desenvolvimento do país.</P><br />
<P>&#8220;A nossa ambição é clara: queremos construir uma plataforma industrial africana com capacidade para investir, executar e estabelecer parcerias além-fronteiras. Moçambique e a República Democrática do Congo representam mercados estratégicos para essa visão&#8221;, frisou Kapaia, citado no comunicado.</P><br />
<P> O Grupo Opaia também identificou a RDCongo como um mercado estratégico para o crescimento futuro, tendo em conta a sua &#8220;dimensão, base de recursos, necessidades de infraestruturas e potencial industrial&#8221;.</P><br />
<P>O Grupo, que atua nas áreas de fertilizantes, automóvel, engenharia e construção, mineração e finanças, encontra-se a desenvolver trabalho de análise de mercado, com vista à identificação de oportunidades concretas de investimento e de parcerias locais credíveis, explica.</P><br />
<P>&#8220;O Grupo Opaia pretende levar a sua experiência industrial, capacidade de desenvolvimento de projetos, competências de financiamento e abordagem de investimento de longo prazo a mercados onde a execução liderada por africanos possa contribuir para acelerar a transformação económica do continente&#8221;, conclui a empresa angolana.</P><br />
<P>O Governo moçambicano quer instalar no país uma fábrica de montagem de autocarros e já avançou com o processo de consultoria para procurar e escolher um investidor, segundo edital do concurso a que a Lusa teve acesso e noticiou na segunda-feira.</P><br />
<P>O objetivo é &#8220;reforçar a capacidade nacional de provisão de transporte público, apoiar a renovação da frota, criar emprego qualificado, desenvolver competências industriais e reduzir a dependência exclusiva da importação de autocarros completamente montados&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781988]]></sapo:autor>
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		<title>Binance vai suspender os seus serviços em vários países da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:00:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Binance, a maior plataforma mundial de negociação de criptoativos, vai suspender parte dos seus serviços em vários países europeus a partir de 01 de julho, devido à impossibilidade de obter a tempo a autorização para operar na UE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Binance, a maior plataforma mundial de negociação de criptoativos, vai suspender parte dos seus serviços em vários países europeus a partir de 01 de julho, devido à impossibilidade de obter a tempo a autorização para operar na UE.</P><br />
<P>Segundo a agência AFP, a empresa disse que &#8220;já não está em condições de aceitar novos utilizadores e, a partir de 01 de julho de 2026, deixará de disponibilizar serviços relacionados com criptoativos em França&#8221;, de acordo com um email enviado aos clientes na quarta-feira.</P><br />
<P>A partir dessa data, &#8220;as operações disponíveis ficarão limitadas às que permitam reduzir posições e levantar ativos&#8221;, esclarece a Binance France, acrescentando que nem ela nem &#8220;qualquer outra entidade do grupo&#8221; obterão a autorização necessária para prosseguir as suas atividades antes do prazo limite de 30 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Isto não se limita à França; foram enviadas comunicações semelhantes aos utilizadores afetados noutros mercados da União Europeia&#8221;, precisou a Binance à AFP, afirmando ter fornecido aos clientes &#8220;as informações relevantes sobre a sua situação, incluindo os próximos passos e as opções disponíveis&#8221;.</P><br />
<P>Em vigor desde o final de 2024, o MiCA &#8211; Regulamento Europeu sobre o Mercado de Criptoativos estabelece um quadro harmonizado e impõe obrigações em matéria de proteção dos investidores, bem como de combate ao branqueamento de capitais, às entidades que exercem atividades relacionadas com criptoativos na União Europeia.</P><br />
<P>As empresas abrangidas são obrigadas a obter uma licença junto da autoridade reguladora de um Estado-membro até 30 de junho, sob pena de terem de organizar a cessação das suas atividades na União Europeia. Contudo, a maioria não conseguirá cumprir esse prazo ou nem sequer solicitou a respetiva autorização.</P><br />
<P>&#8220;A Binance retirou o seu pedido de licença MiCA na Grécia e solicitará autorização noutro Estado-membro da União Europeia&#8221;, anunciou a plataforma num comunicado divulgado na quarta-feira, sem especificar qual o país escolhido.</P><br />
<P>O grupo afirmou ter tomado esta &#8220;decisão prudente&#8221; devido à &#8220;ausência de uma decisão formal&#8221; por parte das autoridades, numa altura em que o prazo limite se aproxima rapidamente.</P><br />
<P>Em França, continua em curso uma investigação à Binance, suspeita de não ter cumprido as suas obrigações de controlo da origem dos fundos dos clientes.</P><br />
<P>O antigo presidente executivo da Binance, Changpeng Zhao, que foi condenado nos Estados Unidos em abril de 2024 por violação da legislação de combate ao branqueamento de capitais, foi amnistiado em outubro pelo Presidente norte-americano Donald Trump.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781986]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: França e Itália querem lançar coligação multinacional para o Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[França e Itália querem lançar uma nova coligação multinacional que substitua a missão da ONU no Líbano (FINUL), cujo mandato termina em dezembro, para garantir "a soberania" do país, anunciaram hoje o Presidente francês e a primeira-ministra italiana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>França e Itália querem lançar uma nova coligação multinacional que substitua a missão da ONU no Líbano (FINUL), cujo mandato termina em dezembro, para garantir &#8220;a soberania&#8221; do país, anunciaram hoje o Presidente francês e a primeira-ministra italiana.</P><br />
<P>&#8220;Queremos lançar uma coligação no âmbito do dispositivo pós-FINUL, evidentemente em coordenação com a União Europeia e as Nações Unidas, para reforçar a soberania do Líbano e das suas forças armadas e impedir que o seu território se torne um ponto de apoio para uma escalada regional&#8221;, anunciou o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, numa conferência de imprensa conjunta com Giorgia Meloni após a 26ª cimeira intergovernamental França-Itália, hoje celebrada em Antibes, na Riviera francesa.</P><br />
<P>&#8220;Itália e França podem, sem dúvida, fazer a diferença. É necessário, do nosso ponto de vista, garantir uma presença internacional que evite um vazio de segurança extremamente perigoso&#8221;, declarou, por seu lado, a primeira-ministra italiana, sublinhando a necessidade de &#8220;um mandato claro e estruturado, que ajude a construir um futuro diferente para o Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre que países poderão fazer parte da coligação, Macron disse ser muito cedo para antecipar, mas expressou o desejo de que a mesma seja &#8220;o mais alargada possível&#8221;, insistindo que o seu objetivo será garantir, ao lado das forças armadas libanesas, &#8220;a soberania e a integridade territorial do país&#8221;.</P><br />
<P>O anúncio desta missão impulsionada por Paris e Roma para o Líbano, país afetado pelo conflito entre Israel e o movimento xiita libanês Hezbollah, marcou a cimeira hoje realizada em Antibes, a primeira entre França e Itália desde a entrada em vigor, em 2021, do Tratado do Quirinal, que estrutura a relação bilateral entre os dois países, e desde que Meloni assumiu a chefia do Governo italiano, em 2022.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781985]]></sapo:autor>
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		<title>Afinal, quanto calor aguenta o corpo humano? Menos do que parece&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[Penn State University]]></category>
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					<description><![CDATA[As vagas de calor estão a tornar-se mais longas, mais frequentes e mais intensas à medida que o clima muda. Mas a pergunta mais importante talvez não seja apenas quantos graus marca o termómetro...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As vagas de calor estão a tornar-se mais longas, mais frequentes e mais intensas à medida que o clima muda. Mas a pergunta mais importante talvez não seja apenas quantos graus marca o termómetro. É saber a partir de que ponto o calor deixa de ser compatível com atividades normais do dia a dia, mesmo para adultos jovens e saudáveis.</p>
<p>Num artigo publicado originalmente na &#8216;The Conversation&#8217;, investigadores da Penn State University explicam que a resposta depende da combinação entre temperatura e humidade. E os resultados dos testes em laboratório apontam para um limite mais baixo do que aquele que durante anos foi usado como referência teórica.</p>
<p>O indicador central é a chamada temperatura de bolbo húmido, uma medida que combina calor e humidade. Quando a humidade é elevada, o suor evapora com mais dificuldade e o corpo perde capacidade de se arrefecer. É por isso que 38 ºC com muita humidade podem ser mais perigosos do que uma temperatura superior em ambiente seco.</p>
<p>Durante anos, muitos investigadores apontaram para uma temperatura de bolbo húmido de 35 ºC como o limite máximo de adaptação humana. Acima desse patamar, o corpo deixaria de conseguir arrefecer-se através da evaporação do suor e manter uma temperatura interna estável.</p>
<p>Mas os ensaios realizados no Noll Laboratory, da Penn State University, indicam que o limite crítico pode estar mais perto dos 31 ºC de temperatura de bolbo húmido. Isso equivale, por exemplo, a 31 ºC com 100% de humidade ou a cerca de 38 ºC com 60% de humidade.</p>
<p>Os testes foram feitos com homens e mulheres jovens e saudáveis. Cada participante ingeriu uma pequena cápsula de telemetria para medir a temperatura interna do corpo e entrou numa câmara ambiental onde a temperatura ou a humidade eram aumentadas gradualmente.</p>
<p>Os investigadores pediram aos participantes que se movimentassem apenas o suficiente para simular atividades muito leves do dia a dia, como cozinhar ou comer. O objetivo era perceber em que ponto a temperatura interna começava a subir de forma contínua.</p>
<p>Esse ponto é chamado limite ambiental crítico. Abaixo dele, o organismo consegue manter a temperatura interna relativamente estável. Acima desse limite, a temperatura do corpo começa a aumentar, elevando o risco de doenças associadas ao calor quando a exposição se prolonga.</p>
<p>Quando o corpo sobreaquece, o coração tem de trabalhar mais para levar sangue até à pele e libertar calor. Ao mesmo tempo, a transpiração reduz os fluidos corporais. Nos casos mais graves, a exposição prolongada pode provocar golpe de calor, uma emergência médica potencialmente fatal que exige arrefecimento rápido e assistência imediata.</p>
<p>O risco é ainda maior entre pessoas idosas, doentes crónicos e pessoas que tomam certos medicamentos. Os autores lembram que os maiores de 65 anos representam entre 80% e 90% das vítimas mortais em vagas de calor.</p>
<p>Mesmo temperaturas abaixo destes limites podem pressionar o coração, os pulmões e outros sistemas do corpo. Por isso, a hidratação, a permanência em locais frescos e a possibilidade de fazer pausas para arrefecer são essenciais em períodos de calor extremo.</p>
<p>O problema é que nem todos têm acesso a ar condicionado ou a espaços de arrefecimento. Mesmo quando esse acesso existe, há quem evite ligar equipamentos devido ao custo da energia. Em situações de falhas elétricas durante vagas de calor ou incêndios, o risco torna-se ainda maior.</p>
<p>Os autores alertam ainda que algumas soluções de arrefecimento de baixo custo, como sistemas evaporativos, perdem eficácia quando a humidade é elevada. Estes equipamentos usam ar a passar por uma superfície húmida para baixar a temperatura, mas deixam de funcionar bem quando a temperatura de bolbo húmido sobe demasiado.</p>
<p>A conclusão é direta: o calor perigoso não começa apenas nos valores extremos que parecem impossíveis de suportar. Pode chegar mais cedo, sobretudo quando a humidade impede o corpo de fazer aquilo de que depende para sobreviver ao calor: suar e arrefecer.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781979]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Zelensky aprova operação de 40 dias para pressionar a Rússia e tentar acelerar fim da guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/zelensky-aprova-operacao-de-40-dias-para-pressionar-a-russia-e-tentar-acelerar-fim-da-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente ucraniano não revelou detalhes sobre o que implicará a operação de “influência” nem explicou que ações concretas poderão decorrer durante esse período de 40 dias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Volodymyr Zelensky aprovou uma operação de 40 dias de “influência” sobre a Rússia, com o objetivo de pressionar Moscovo e contribuir para o fim da guerra. O anúncio foi feito pelo próprio presidente ucraniano nas redes sociais, depois de uma reunião com o major-general Yevhenii Khmara, uma das figuras relevantes da defesa da Ucrânia. Em cima da mesa estiveram o plano de sanções a médio e longo prazo e os resultados dos serviços de segurança ucranianos na linha da frente.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Report by Major General Yevhenii Khmara on our long-range sanctions plan, mid-range sanctions, and the results of the Security Service of Ukraine – specifically the Center of Special Operations “Alpha” – on the front. </p>
<p>I approved a 40-day influence operation for the Service… <a href="https://t.co/Ue6O21i6xH">pic.twitter.com/Ue6O21i6xH</a></p>
<p>&mdash; Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) <a href="https://x.com/ZelenskyyUa/status/2070191621656678650?ref_src=twsrc%5Etfw">June 25, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Zelensky não revelou detalhes sobre o que implicará a operação de “influência” nem explicou que ações concretas poderão decorrer durante esse período de 40 dias. Ainda assim, a mensagem surge num momento em que a Ucrânia tem intensificado operações de longo alcance contra alvos russos e infraestruturas ligadas à ocupação.</p>
<p>“É importante referir que, durante vários meses consecutivos, o SSU tem demonstrado o melhor desempenho na defesa das posições da Ucrânia nas linhas da frente, através da utilização de vários tipos de drones”, afirmou o presidente ucraniano.</p>
<p>Zelensky destacou ainda o papel do Centro de Operações Especiais ‘Alpha’, unidade que, segundo o líder ucraniano, se tem distinguido pelos resultados obtidos contra forças e equipamentos russos.</p>
<p>“O Centro de Operações Especiais ‘Alpha’ lidera em termos de pessoal e equipamento do ocupante neutralizados”, escreveu.</p>
<p>Além da componente militar, a reunião abordou também os desafios de segurança interna enfrentados pela Ucrânia. “Estou grato pela proteção do nosso Estado e dos ucranianos”, acrescentou Zelensky.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, o anúncio surge cinco dias depois de ataques ucranianos de grande dimensão na península da Crimeia, ocupada pela Rússia desde 2014, e após várias operações contra alvos associados a Moscovo e São Petersburgo.</p>
<p>No passado sábado, forças ucranianas atingiram alvos a mais de 1.200 quilómetros de distância, em ambos os lados da Ponte de Kerch, que liga a Crimeia à Rússia. A dimensão dos danos levou as autoridades russas instaladas na região a suspender o fornecimento de combustíveis em todas as estações de abastecimento da península.</p>
<p>A Ponte de Kerch tem sido um símbolo estratégico e político da ocupação russa da Crimeia. Qualquer ataque nas suas imediações ou contra estruturas de apoio à península tem impacto militar, logístico e psicológico, sobretudo quando afeta o abastecimento de combustível.</p>
<p>A nova operação anunciada por Zelensky parece enquadrar-se nessa estratégia de pressão contínua: atingir capacidades russas, obrigar Moscovo a desviar recursos e manter a iniciativa ucraniana através de drones, operações especiais e medidas de influência.</p>
<p>Para já, o presidente ucraniano não explicou se a operação será sobretudo militar, informativa, diplomática, cibernética ou uma combinação de várias frentes. Mas a escolha do termo “influência” sugere uma campanha pensada para produzir efeitos para lá do campo de batalha, num momento em que Kiev procura aumentar o custo da guerra para a Rússia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781974]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores da EMEL com balanço positivo de greve parcial que termina hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:42:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda sem números finais da adesão, Orlando Gonçalves apontou para uma adesão de quase 100% nas lojas da EMEL, de mais de 80% nos parques de estacionamento, entre 60 a 65% dos trabalhadores que fazem o desbloqueio e entre 30 e 40% na fiscalização]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sindicato representativo dos trabalhadores da Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) fez hoje um balanço positivo dos quatro dias de greve parcial, afirmando que a paralisação levou ao encerramento de lojas e parques de estacionamento.</p>
<p>&#8220;Conseguiu-se encerrar várias lojas e vários parques e, portanto, a EMEL irá sentir em termos do seu impacto também económico relativamente a estes quatro dias&#8221;, afirmou Orlando Gonçalves, dirigente do CESP &#8211; Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal.</p>
<p>Em declarações à Lusa, o sindicalista referiu que a paralisação abrangeu diversas categorias profissionais da empresa municipal, que conta com um universo de cerca de 800 trabalhadores.</p>
<p>Ainda sem números finais da adesão, Orlando Gonçalves apontou para uma adesão de quase 100% nas lojas da EMEL, de mais de 80% nos parques de estacionamento, entre 60 a 65% dos trabalhadores que fazem o desbloqueio e entre 30 e 40% na fiscalização.</p>
<p>A greve parcial dos trabalhadores decorre entre segunda-feira e hoje, entre as 10:00 e as 12:00 (turno da manhã), das 15:30 às 17:30 (tarde), das 18:00 às 20:00 (noite) e das 06:00 às 08:00 (madrugada), com piquetes de greve junto à sede da EMEL nos turnos da manhã e da tarde.</p>
<p>Os trabalhadores da EMEL reivindicam aumentos salariais com efeitos retroativos a janeiro, mas acusam a empresa de manter uma posição inflexível nas negociações.</p>
<p>&#8220;A última proposta avançada não vai ainda ao encontro de um aumento de salário digno dos trabalhadores&#8221;, criticou Orlando Gonçalves.</p>
<p>Segundo o sindicalista, a proposta da administração prevê uma atualização salarial faseada, com uma parte do aumento em janeiro e outra a partir de julho, uma solução que os trabalhadores rejeitam.</p>
<p>O dirigente sindical criticou ainda a recusa da empresa em avançar com a implementação das diuturnidades, apesar de compromissos anteriormente assumidos.</p>
<p>Entretanto, o sindicato vai realizar, na sexta-feira, um plenário de trabalhadores junto à Câmara Municipal de Lisboa, entre as 12:30 e as 14:00.</p>
<p>&#8220;Esperamos ser recebidos pelo dr. Carlos Moedas [presidente da Câmara de Lisboa] e que o próprio conselho de administração também esteja presente e que se faça, de imediato, a negociação para se chegar a um acordo&#8221;, apontou.</p>
<p>A Lusa questionou a EMEL acerca da greve, mas não obteve qualquer resposta.</p>
<p>A empresa municipal, além fiscalização do estacionamento à superfície e em parques, gere a rede de bicicletas Gira, elevadores e escadas rolantes em zonas turísticas e a rede ciclável da cidade.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781966]]></sapo:autor>
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		<title>O drama depois dos sismos na Venezuela: infraestrutura precária e sistema de saúde em crise dificultam resgates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois dos sismos que abalaram o país, o líder da oposição venezuelana Edmundo González Urrutia afirmou que as equipas de resgate, o sistema de saúde e as infraestruturas de comunicações estão a chegar a um território “destruído”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Venezuela voltou a ser atingida por uma tragédia num momento de extrema fragilidade económica e social. Depois dos sismos que abalaram o país, o líder da oposição venezuelana Edmundo González Urrutia afirmou que as equipas de resgate, o sistema de saúde e as infraestruturas de comunicações estão a chegar a um território “destruído”, escreve o El &#8216;Español&#8217;.</p>
<p>“E vai precisar porque o próprio Governo a abandonou”, acrescentou González Urrutia, numa mensagem publicada nas redes sociais, defendendo que a Venezuela terá de contar com apoio internacional para responder à emergência.</p>
<p>Poucas horas depois dos abalos, o Governo venezuelano declarou o estado de emergência e classificou La Guaira, no norte do país, como “zona de desastre”. As autoridades divulgaram um primeiro balanço oficial de 164 mortos e mais de 700 feridos, embora a dimensão dos danos no terreno faça recear números mais elevados.</p>
<p>O Serviço Geológico dos Estados Unidos aponta para “um grande número de vítimas e danos extensos” e admite que o número de mortos possa chegar a dezenas de milhares. O impacto económico, num país já profundamente fragilizado, é ainda incalculável.</p>
<p><strong>La Guaira entre as zonas mais afetadas</strong></p>
<p>Os danos mais significativos foram registados no estado costeiro de La Guaira, no norte da Venezuela. “A situação é uma verdadeira tragédia”, afirmou a presidente interina Delcy Rodríguez, numa declaração pública feita na manhã desta quinta-feira.</p>
<p>“Dezenas de edifícios desabaram e estamos a realizar duras operações de resgate para salvar o máximo de vidas possível”, acrescentou, apelando à união e à calma da população perante a dimensão da catástrofe.</p>
<p>Segundo Delcy Rodríguez, equipas de resgate dos Estados Unidos, da República Dominicana, de El Salvador, do México e do Qatar deverão chegar à Venezuela para apoiar os trabalhos de resposta à emergência. Portugal, Espanha, China, Brasil e países das Caraíbas também ofereceram ajuda humanitária.</p>
<p><strong>A crise humanitária pode agravar-se</strong></p>
<p>A necessidade de apoio externo é particularmente urgente porque o sismo atingiu a Venezuela num momento de grande debilidade económica. Uma das maiores preocupações continua a ser a falta de medicamentos, problema que afeta sobretudo pessoas com doenças crónicas, como hipertensão e diabetes, mas também o acesso a antibióticos.</p>
<p>Em fevereiro, os Estados Unidos enviaram mais de 70 toneladas de medicamentos e material médico básico para apoiar a recuperação do país. Mas, segundo relatos recolhidos pelo &#8216;El Español&#8217;, esse apoio ainda não chegou de forma visível a muitas famílias.</p>
<p>“Nada mudou aqui. Pelo contrário, estamos pior”, afirmou Arantxa, uma mulher de 59 anos, residente em Caracas e descendente de bascos que emigraram para a Venezuela durante o franquismo. “Dizem que enviaram muitos medicamentos, mas não conheço ninguém que os tenha visto”, acrescentou.</p>
<p>A mesma residente admite que o abastecimento melhorou em alguns casos, mas sublinha que os preços continuam inacessíveis. “Às vezes tenho de escolher entre tomar o comprimido ou comprar comida para mim e para a minha mãe”, contou.</p>
<p><strong>Dólares não chegam às famílias</strong></p>
<p>A crise também se sente na circulação de moeda. Em março, um funcionário do Departamento de Estado americano afirmou à &#8216;Reuters&#8217; que entraram mais dólares na economia venezuelana nos dois primeiros meses de 2026 do que em todo o ano de 2025. No entanto, esse dinheiro não está a chegar às economias domésticas.</p>
<p>Um estudo da Universidade Católica Andrés Bello e da consultora Mercer indicou que 64% das empresas venezuelanas esperavam receber pagamentos em dólares e 53% planeavam pagar salários nessa moeda. Mas a Ecoanalítica apontou, em junho, que o dinheiro em espécie continua pouco visível nas ruas.</p>
<p>Gloria, produtora audiovisual que vive no norte do país, explicou ao &#8216;El Español&#8217; que, desde que o tráfico de droga foi interrompido, os dólares deixaram de circular com facilidade. “Antes era fácil encontrá-los no mercado negro. Agora, a menos que um familiar os envie do exterior, não há forma de os conseguir”, afirmou.</p>
<p>O problema é que grande parte da economia já funciona em dólares: preços nas lojas, salários e serviços são muitas vezes pensados nessa moeda, enquanto o bolívar se tornou um símbolo da perda de poder de compra.</p>
<p><strong>Salário mínimo vale menos de meio euro</strong></p>
<p>O salário mínimo continua fixado por lei em 130 bolívares por mês. Em dezembro, antes da captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, a taxa oficial era de cerca de 300 bolívares por dólar. Isso equivalia a 43 cêntimos, cerca de 0,38 euros, por mês.</p>
<p>Desde então, a moeda venezuelana voltou a cair. Um dólar vale agora 621,52 bolívares. Sem atualização do salário mínimo, o rendimento mensal garantido pelo Estado fica abaixo dos 20 cêntimos de euro.</p>
<p>O Governo de Delcy Rodríguez aprovou no final de abril uma lei que garante uma renda mínima integral de 240 dólares, cerca de 211 euros, através de um bónus único. Atualmente, os pensionistas recebem uma pensão mensal de 61,61 euros.</p>
<p>Ainda assim, estas medidas são insuficientes face à evolução dos preços. Antes do decreto de abril, estimava-se que o rendimento médio de um trabalhador através de complementos salariais rondasse os 170 euros. O novo valor representa uma subida de 24%, mas a inflação estimada entre janeiro e maio ronda os 102%.</p>
<p>Sem dados oficiais fiáveis, é difícil traçar um cenário económico sólido para a Venezuela. O economista Jesús Palacios Chacín estimou em maio que o PIB venezuelano poderá crescer 12% este ano e que a inflação anual poderá atingir 192%. Já o Fundo Monetário Internacional projetou uma inflação de 682,1% para 2025.</p>
<p>No meio destas previsões extremas, o sismo acrescenta uma nova camada de vulnerabilidade a um país já marcado por escassez, salários colapsados, serviços públicos degradados e uma população com pouca margem para enfrentar outra emergência.</p>
<p>A tragédia natural expõe, assim, uma crise que já existia antes dos abalos. A Venezuela precisa agora de resgatar sobreviventes, reconstruir infraestruturas e garantir ajuda médica urgente. Mas também enfrenta uma pergunta mais profunda: como responder a uma catástrofe quando o próprio Estado e a economia chegam ao desastre já em ruínas?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781967]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Prestação Social Única aprovada após abstenção do PS e voto contra do Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Prestação Social Única]]></category>
		<category><![CDATA[PSU]]></category>
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					<description><![CDATA[Prestação Social Única, conhecida como PSU, é uma medida que pretende concentrar 13 subsídios e apoios sociais num único mecanismo de proteção social, integrado no subsistema de solidariedade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de lei que autoriza o Governo a criar a Prestação Social Única foi aprovado no Parlamento, tanto na generalidade como na especialidade, com a abstenção do PS, depois de um acordo entre os socialistas e o Executivo da AD. A proposta, que cria a PSU no âmbito do subsistema de solidariedade, foi rejeitada pelo Chega, PAN, Livre, PCP, BE e JPP.</p>
<p>A Prestação Social Única, conhecida como PSU, é uma medida que pretende concentrar 13 subsídios e apoios sociais num único mecanismo de proteção social, integrado no subsistema de solidariedade. O objetivo é simplificar o acesso aos apoios, reorganizar prestações atualmente dispersas e criar uma nova resposta social financiada pelo Orçamento do Estado e gerida pela Segurança Social, com acompanhamento de entidades como autarquias, núcleos locais de inserção e o IEFP.</p>
<p>A proposta avançou no Parlamento depois de um acordo entre PSD e PS, que permitiu viabilizar a medida apesar do voto contra do Chega, Livre, PCP e Bloco de Esquerda. O entendimento introduziu alterações à versão inicial do Governo, incluindo a eliminação do canal de denúncias, o reforço das garantias sobre o valor da prestação e mudanças nas obrigações associadas aos beneficiários.</p>
<p>Uma das principais polémicas esteve ligada ao trabalho social. A versão final deixa cair um modelo uniforme de participação obrigatória em atividades de solidariedade social e passa a prever uma avaliação caso a caso. Os beneficiários em idade ativa devem manter disponibilidade para formação, educação, procura ativa de emprego, aceitação de trabalho adequado ou atividades solidárias sociais, mas sempre no quadro dos planos individuais de inserção e tendo em conta as suas condições pessoais e familiares.</p>
<p>O acordo prevê ainda exceções para pessoas com incapacidade e aumenta o limite patrimonial permitido para acesso à prestação, de 30 para 60 vezes o Indexante dos Apoios Sociais, ou seja, 32.227,80 euros. O valor da PSU terá de ser definido por Decreto-Lei e não por portaria, com a garantia política de que a nova prestação não deverá ser mais desfavorável do que os apoios atualmente existentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781949]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Parlamento unânime no pesar pelas vítimas e solidário com comunidade luso-venezuelana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[ No texto do presidente do Parlamento, defende-se que os "povos português e venezuelano estão unidos por profundos laços históricos, culturais e humanos, que se refletem na numerosa comunidade portuguesa e luso-venezuelana residente na Venezuela"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, um voto de pesar pelas vítimas dos sismos que atingiram a Venezuela, na quarta-feira, e expressou uma mensagem de solidariedade e preocupação em relação aos cidadãos da comunidade luso-venezuelana.</p>
<p>Este voto, apresentado pelo presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, salienta que &#8220;os violentos sismos provocaram um grande número de mortos, feridos e desalojados&#8221;.</p>
<p>&#8220;Causaram também um cenário de grande destruição, afetando particularmente a região de Caracas e outras zonas do norte do país e mobilizando amplas operações de emergência, socorro e assistência humanitária. Neste momento de enorme sofrimento, a Assembleia da República apresenta as suas mais sentidas condolências às famílias das vítimas, deseja uma rápida recuperação a todos os feridos e exprime a sua solidariedade para com todos os cidadãos e comunidades afetados por esta catástrofe natural&#8221;, refere-se.</p>
<p>No texto do presidente do Parlamento, defende-se que os &#8220;povos português e venezuelano estão unidos por profundos laços históricos, culturais e humanos, que se refletem na numerosa comunidade portuguesa e luso-venezuelana residente na Venezuela&#8221;.</p>
<p>&#8220;Particularmente a estes cidadãos, o Parlamento expressa uma mensagem de proximidade, solidariedade e preocupação. Assinala também o empenho das equipas de proteção civil, dos profissionais de saúde, das forças de segurança, dos voluntários e de todas as entidades envolvidas nas operações de socorro e assistência às populações afetadas&#8221;, acrescenta-se.</p>
<p>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos, entre os quais um cidadão português e dois luso-descendentes, e mais de 900 feridos, segundo balanço oficial provisório.</p>
<p>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</p>
<p>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781952]]></sapo:autor>
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		<title>Euro sobe face ao dólar e interrompe ciclo de seis sessões em queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:20:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Euro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro subiu hoje face ao dólar e interrompeu um ciclo de seis sessões em queda, quando foi anunciado que a taxa de inflação dos EUA atingiu, em maio, o valor mais alto dos últimos três anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O euro subiu hoje face ao dólar e interrompeu um ciclo de seis sessões em queda, quando foi anunciado que a taxa de inflação dos EUA atingiu, em maio, o valor mais alto dos últimos três anos.</P><br />
<P>Às 18:01 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1374 dólares, quando na quarta-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1359 dólares. </P><br />
<P>O euro também subiu em comparação com o iene, mas recuou em comparação com a libra.</P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje o câmbio de referência do euro em 1,1342 dólares.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, o euro oscilou entre 1,1334 e 1,1380 dólares.</P><br />
<P>A taxa de inflação nos EUA atingiu, em maio, 4,1%, o valor mais alto dos últimos três anos, segundo o Índice de Preços do Consumidor (IPC) hoje divulgado. </P><br />
<P>De acordo com o Departamento do Comércio dos EUA, a economia norte-americana cresceu 2,1% entre janeiro e março. </P><br />
<P>Nos últimos três meses de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano teve um crescimento de 0,5%, quando uma paralisação do Governo federal, que durou 43 dias, afetou a economia.  </P><br />
<P> </P><br />
<P></P><br />
<P>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.quarta-feira</P><br />
<P></P><br />
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