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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Extrema-direita alemã dispara nas sondagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:24:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), principal força da oposição no país, lidera confortavelmente as últimas sondagens e aumentou a margem relativamente aos conservadores do chanceler Friedrich Merz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), principal força da oposição no país, lidera confortavelmente as últimas sondagens e aumentou a margem relativamente aos conservadores do chanceler Friedrich Merz. </P><br />
<P>Numa sondagem do instituto Infratest dimap, publicada quinta-feira pelo grupo audiovisual ARD, a AfD, que tinha obtido um resultado histórico de 20,8% nas últimas eleições legislativas de fevereiro de 2025, ganha um ponto, alcançando 28% das intenções de voto, o seu melhor resultado até hoje neste barómetro político. </P><br />
<P>Assim, o partido anti-imigração conta com sete pontos de vantagem sobre o bloco conservador CDU/CSU (21%), que perde um ponto e se aproxima do seu pior resultado.</P><br />
<P>Os ecologistas (15%) lideram a esquerda, à frente dos sociais-democratas (12%) &#8211; aliados dos conservadores no governo &#8211; e da esquerda radical (11%). </P><br />
<P>Para a sondagem, a Infratest dimap entrevistou 1.300 pessoas com direito de voto, entre segunda e quarta-feira.</P><br />
<P>Outras duas sondagens publicadas na terça-feira deram os mesmos valores e a mesma vantagem para a extrema-direita sobre a direita. </P><br />
<P>No próximo mês, realizam-se três eleições regionais na parte leste do país, bastião eleitoral da AfD, que espera pela primeira vez liderar um governo regional (Land), na Saxónia-Anhalt, apesar do &#8220;cordão sanitário&#8221; decretado pelos outros partidos contra si. </P><br />
<P>Merz regista uma impopularidade recorde após quinze meses no poder, sendo aprovado por apenas 14% dos inquiridos (um ponto acima do do mês anterior) e desaprovado por 84%. A satisfação geral em relação ao governo mantém-se nos níveis mais baixos (13%). </P><br />
<P>A remodelação do governo, decidida no final de julho pelo chanceler na sequência da demissão do líder do seu grupo parlamentar, Jens Spahn, devido a uma polémica sobre a gestação de substituição, gerou descontentamento dentro do próprio partido, em particular com a demissão do ministro dos Transportes. </P><br />
<P>O líder dos conservadores prometeu melhor comunicação na forma e no conteúdo, &#8220;um novo impulso&#8221; e &#8220;uma nova dinâmica&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798545]]></sapo:autor>
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		<title>Trump considera que Fauci &#8220;talvez deva ser processado&#8221; por recusar responder no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu na quinta-feira que Anthony Fauci, antigo diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID) durante a pandemia de covid-19, "talvez deva ser processado", após recusar responder perante o Senado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu na quinta-feira que Anthony Fauci, antigo diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID) durante a pandemia de covid-19, &#8220;talvez deva ser processado&#8221;, após recusar responder perante o Senado.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas na Sala Oval, o chefe de Estado norte-americano comparou a situação de Fauci aos casos de Peter Navarro e Steve Bannon, processados pelo Departamento de Justiça por desacato ao Congresso após recusarem-se a cumprir intimações da comissão que investigava a invasão do Capitólio em 06 de janeiro.</P><br />
<P>&#8220;Processaram Peter Navarro e Steve Bannon, duas pessoas muito decentes, por algo que, no fundo, nunca tinha acontecido antes. Há certos indícios claros de semelhança, e foram presos durante vários meses&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Trump insistiu que &#8220;o que (Fauci) fez é muito mais grave&#8221;.</P><br />
<P>A comissão de segurança interna do Senado aprovou uma resolução para declarar Fauci em desacato por se recusar a responder a perguntas sobre a sua atuação no combate à pandemia, numa audiência no Senado na semana passada.</P><br />
<P>O senador republicano Rand Paul, antigo adversário de Fauci, promoveu a votação depois de a antiga autoridade de saúde ter invocado mais de 100 vezes o seu direito a não prestar declarações, evitando responder aos congressistas.</P><br />
<P>A decisão de quinta-feira abre caminho para que o Departamento de Justiça considere apresentar acusações contra Fauci.</P><br />
<P>Paul anunciou que enviará a recomendação do comité diretamente ao Departamento de Justiça, ignorando o Senado em plenário. </P><br />
<P>O vice-presidente JD Vance, como presidente do Senado, terá de aprovar a medida.</P><br />
<P>Se o Departamento de Justiça apresentar acusações contra Fauci, terá início uma intensa batalha legal, dado que a antiga autoridade de saúde recebeu um perdão preventivo do ex-presidente Joe Biden (2021-2025) por todas as suas ações de 2014 a janeiro de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798544]]></sapo:autor>
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		<title>EUA procuram localizar migrantes deportados para cobrar-lhes multas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo do Presidente Donald Trump vai contratar uma empresa privada para localizar no México, Guatemala e Honduras pessoas deportadas ou que saíram voluntariamente dos Estados Unidos e que ainda têm multas de imigração por pagar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo do Presidente Donald Trump vai contratar uma empresa privada para localizar no México, Guatemala e Honduras pessoas deportadas ou que saíram voluntariamente dos Estados Unidos e que ainda têm multas de imigração por pagar. </P><br />
<P>A Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) explica, num novo anúncio de contratação federal, que precisa de uma empresa capaz de encontrar estas pessoas fora dos Estados Unidos, notificá-las das suas dívidas e gerir a cobrança. </P><br />
<P>&#8220;O contratado deverá ser uma empresa registada nos Estados Unidos que possa fornecer serviços melhorados de localização de devedores, pelo menos no México, Honduras e Guatemala&#8221;, indica o documento. </P><br />
<P>Uma vez encontrada a pessoa, a empresa deverá informá-la do montante devido e facilitar o pagamento total da multa, um acordo para pagá-la em prestações ou outra forma de resolver a dívida. A multa poderá ser paga pelo próprio imigrante ou por um terceiro. </P><br />
<P>A empresa também terá de demonstrar às autoridades norte-americanas que encontrou a pessoa certa. Para tal, poderá reunir provas, como fotografias da sua residência, faturas de serviços públicos ou registos laborais. Se a pessoa tiver falecido, deverá obter um certificado de óbito. </P><br />
<P>A CBP calcula que cerca de 66.387 imigrantes que já foram expulsos ou abandonaram voluntariamente o país têm multas civis pendentes de pagamento. </P><br />
<P>No total, o Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês) estimava em julho que existem cerca de 423 milhões de dólares (367,1 milhões de euros) em multas migratórias por pagar. </P><br />
<P>O Governo do Presidente Donald Trump reativou no ano passado a cobrança de multas civis a imigrantes por diferentes infrações da legislação migratória, incluindo o incumprimento de uma ordem de expulsão. </P><br />
<P>A sanção diária por não cumprir uma ordem deste tipo foi fixada originalmente em 500 dólares pela Lei de Imigração e Nacionalidade (INA, em inglês), em 1996, e atualmente ascende a 998 dólares por dia, após os ajustes de acordo com a inflação. </P><br />
<P>O Governo dos Estados Unidos já utiliza empresas privadas para cobrar este tipo de dívidas, mas até agora estas operam a partir do território norte-americano. </P><br />
<P>A CBP mantém atualmente contratos de trabalho com três empresas privadas de cobrança, encarregadas de recuperar multas e outros encargos impostos pelo Serviço de Imigração e Controle de Fronteiras (ICE, em inglês) e pela Patrulha de Fronteira. </P><br />
<P>Quando uma pessoa se encontra fora dos Estados Unidos, estas empresas tentam localizá-la através de cartas ou chamadas telefónicas, mas até julho nenhuma tinha conseguido encontrar um devedor no estrangeiro, segundo a CBP. </P><br />
<P>A nova contratação procura ampliar essa capacidade fora das fronteiras norte-americanas e permitir que uma empresa localize diretamente os devedores nos países onde residem. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798543]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chega acusa Montenegro de perder &#8220;controlo da situação&#8221; sobre Luís Neves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega defendeu hoje que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "perdeu por completo o controlo da situação" relativa ao ministro da Administração Interna e insistiu na saída de Luís Neves do cargo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Chega defendeu hoje que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, &#8220;perdeu por completo o controlo da situação&#8221; relativa ao ministro da Administração Interna e insistiu na saída de Luís Neves do cargo.</P><br />
<P>&#8220;Só num governo muito disfuncional e desequilibrado é que uma ministra da Justiça pode ordenar uma investigação/auditoria ao trabalho de um colega que se mantém em funções e isso ser visto como normal ou regular. Não é, nem nunca poderia ser, mas evidencia como o primeiro-ministro Luís Montenegro perdeu por completo o controlo da situação&#8221;, pode ler-se num comunicado.</P><br />
<P>O Ministério da Justiça (MJ) liderado por Rita Alarcão Júdice ordenou uma auditoria interna à Polícia Judiciária (PJ) na sequência das notícias sobre o funcionamento desta polícia no mandato do ex-diretor nacional e atual ministro da Administração Interna.</P><br />
<P>O Chega referiu ainda desconhecer o objetivo do governo com a auditoria, questionando se pretende &#8220;condicionar uma futura comissão de inquérito parlamentar ou até anulá-la&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas uma averiguação do governo não pode de maneira nenhuma substituir uma investigação parlamentar independente, sobretudo num caso gravíssimo como este&#8221;, pode ler-se. </P><br />
<P>O Chega já formalizou requerimento para que o Parlamento constitua uma comissão parlamentar de inquérito aos mandatos de Luís Neves enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária, entre 2018 e este ano.</P><br />
<P>Numa nota de imprensa assinada pela direção nacional e pelo &#8216;governo sombra&#8217;, o Chega insistiu na saída de Luís Neves do Governo e sublinhou que os alegados novos dados conhecidos hoje &#8220;transportam esta realidade para um novo patamar de absoluta incompatibilidade ética&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As suspeitas de contratação favorecida, pelo atual ministro da Administração Interna, à ConstruBarcelos ou à empresa a ela associada, expõe um novo emaranhado a que o primeiro-ministro não poderá ficar indiferente&#8221;, reiterou.</P><br />
<P>O Chega salientou ainda que &#8220;o envolvimento, também hoje conhecido, do diretor financeiro da PJ, que teria também autorizado o polémico e ilegal transporte do atrelado com produtos químicos para a produção de estupefacientes, é mais uma machadada na reputação&#8221; desta polícia.</P><br />
<P>&#8220;Esta teia de cumplicidades coloca em crise a credibilidade e a integridade de um governo que, se nada fizer, se torna cúmplice da situação&#8221;, frisou.  </P><br />
<P>Numa notícia divulgada hoje pela TVI/CNN Portugal/Nascer do Sol, é referido que a Construbarcelos, empresa do empreiteiro e amigo de Luís Neves, terá também realizado obras na casa de Álvaro Pires, diretor financeiro da PJ.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798542]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Presidente do parlamento iraniano crítica &#8220;teatro&#8221; dos EUA nas negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Parlamento iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, criticou hoje o "teatro" dos Estados Unidos nas negociações de paz no Médio Oriente, enquadrando-as numa "estratégia falhada" de assédio, "promessas incumpridas" e "notícias falsas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Parlamento iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, criticou hoje o &#8220;teatro&#8221; dos Estados Unidos nas negociações de paz no Médio Oriente, enquadrando-as numa &#8220;estratégia falhada&#8221; de assédio, &#8220;promessas incumpridas&#8221; e &#8220;notícias falsas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;&#8216;Vem aí um ataque em grande escala&#8230; Espera, não importa, querem negociar&#8217;. Isto é diplomacia teatral em contínuo&#8221;, escreveu Qalibaf nas redes sociais, evocando as reiteradas declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem interrompido anunciados ataques ao Irão sob pretexto de que a República Islâmica solicita negociações.</P><br />
<P>&#8220;Reconheçam os factos e cumpram os vossos compromissos. Não precisamos de mais teatro&#8221;, afirmou o principal negociador do Irão, assegurando que &#8220;usar a intimidação, as promessas incumpridas e as notícias falsas como moeda de troca é uma estratégia falhada&#8221;.</P><br />
<P>Donald Trump afirmou hoje nas redes sociais que no &#8220;Irão, um país que tem sido devastado com o objetivo de nunca se permitir que disponha de uma arma nuclear, as coisas estão a correr muito bem!&#8221;. </P><br />
<P>EUA e Irão estão em guerra desde 28 de fevereiro, na sequência de uma ofensiva conjunta israelo-norte-americana, a que Teerão respondeu com ataques na região e anunciando o bloqueio do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e a República Islâmica assinaram em 17 de junho um memorando de entendimento que previa um cessar-fogo imediato e a abertura de negociações durante 60 dias com vista a um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>As partes voltaram, porém, à confrontação militar, com Teerão a repor o anúncio de restrições no estreito de Ormuz, por onde antes da guerra passava 20% do comércio petrolífero global, e Washington a aplicar novamente um bloqueio naval aos portos iranianos.</P><br />
<P>Trump ordenou, entretanto, uma suspensão dos ataques aéreos, alegando que agiu a pedido dos países mediadores e da própria República Islâmica, que desmente a existência de conversações com Washington e diz estar a negociar apenas com Omã sobre o trânsito no estreito de Ormuz. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798541]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump assina decreto que impede &#8220;turismo de nascimentos&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:31:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou hoje um decreto para impedir o "turismo de nascimentos", em que mulheres estrangeiras vêm dar à luz no país para que o filho obtenha a cidadania norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou hoje um decreto para impedir o &#8220;turismo de nascimentos&#8221;, em que mulheres estrangeiras vêm dar à luz no país para que o filho obtenha a cidadania norte-americana.  </P><br />
<P>A cidadania pelo nascimento está garantida pela Constituição norte-americana e o Supremo Tribunal anulou em junho uma ordem executiva de Trump que pretendia restringir esse direito.</P><br />
<P>A Casa Branca defende agora que a decisão da mais alta instância judicial do país ainda permite limitar a cidadania aos filhos de mães que entrem no país com fins de turismo de maternidade, de pessoal diplomático, de pessoas classificadas como terroristas estrangeiros ou de quem nasça em territórios não incorporados, como é o caso de Porto Rico.</P><br />
<P>Trump tinha prometido durante a campanha eleitoral limitar a cidadania para os filhos de migrantes em situação irregular, medida que assinou no mesmo dia da sua tomada de posse para um segundo mandato na Casa Branca, a 20 de janeiro de 2025, e que abriu uma fase de políticas migratórias mais restritivas. </P><br />
<P>A ordem, que teria afetado cerca de 255.000 crianças por ano, foi anulada pela decisão de 29 de junho do Supremo, que determinou que &#8220;as crianças nascidas nos Estados Unidos de pais presentes de forma ilegal ou temporária estão sujeitas à jurisdição&#8221; e, portanto, são cidadãos. </P><br />
<P>Trump defende que a emenda constitucional em causa foi interpretada incorretamente e que foi aprovada em 1868, após a guerra civil no país, para conceder a cidadania apenas aos filhos de escravos.</P></p>
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		<item>
		<title>Trump reconhece escassez de algumas armas mas garante que EUA têm munições suficientes</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:17:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, reconheceu hoje que os Estados Unidos enfrentam uma escassez de alguns tipos de armamento, mas garantiu que têm munições suficientes para a guerra com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, reconheceu hoje que os Estados Unidos enfrentam uma escassez de alguns tipos de armamento, mas garantiu que têm munições suficientes para a guerra com o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Temos um fornecimento ilimitado, praticamente ilimitado. Noutros casos, a situação é um pouco mais restrita&#8221;, referiu Trump aos jornalistas, quando questionado sobre o pedido do seu governo ao Congresso por verbas adicionais para armamento.</P><br />
<P>Segundo Trump, existem amplas reservas de armas menos potentes e os fabricantes norte-americanos estão a aumentar a produção de mísseis Tomahawk de longo alcance e de projéteis para os sistemas de defesa aérea Patriot.</P><br />
<P>&#8220;Temos certos tipos de munições que podem não ser tão precisas&#8221;, explicou Trump, que, no entanto, manteve a posição de que os Estados Unidos estão numa &#8220;excelente posição&#8221;.</P><br />
<P>As declarações de Trump surgem depois de o jornal The Washington Post ter noticiado, na quarta-feira, citando fontes presentes numa reunião na sexta-feira, que o Presidente manifestou frustração por não ter sido informado sobre uma preocupante escassez de munições no Médio Oriente, o que terá levado a um desentendimento com o seu secretário da Defesa, Pete Hegseth.</P><br />
<P>O incidente foi desmentido pela secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, que esteve presente na reunião.</P><br />
<P>Trump escreveu ainda hoje, na plataforma Truth Social, que os Estados Unidos possuem &#8220;enormes quantidades de munições&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>EUA aumentam controlo das redes sociais de estrangeiros que pedem vistos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:07:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos anunciaram hoje que vão aumentar a vigilância nas redes sociais de estrangeiros que pedem vistos, incluindo jornalistas, no âmbito do endurecimento da política migratória imposta pelo Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos anunciaram hoje que vão aumentar a vigilância nas redes sociais de estrangeiros que pedem vistos, incluindo jornalistas, no âmbito do endurecimento da política migratória imposta pelo Presidente Donald Trump.  </P><br />
<P>A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, partilhou na rede social X um artigo do site noticioso Daily Signal que indica que o Departamento de Estado alargou a vigilância nas redes sociais a mais tipos de vistos estrangeiros, citando um documento interno.  </P><br />
<P>&#8220;A verificação dos perfis online visa permitir que os requerentes provem que cumprem os requisitos para obter um visto de acordo com a legislação americana e garantir que nenhuma pessoa representa um risco para a segurança e proteção dos Estados Unidos&#8221;, afirmou um porta-voz do Departamento de Estado à agência de notícias francesa AFP.  </P><br />
<P>Isto já se aplica a vários tipos de vistos para entrar nos Estados Unidos, incluindo estudantes estrangeiros ou participantes em intercâmbios culturais, que têm de mudar os parâmetros dos seus perfis para os tornarem públicos. </P><br />
<P>Agora, passará a aplicar-se a jornalistas estrangeiros e a alguns cidadãos do México e do Canadá. </P><br />
<P>Esta política é criticada por várias ONG que defendem a proteção da vida privada. </P><br />
<P>Desde que voltou ao poder, o Trump tem feito das restrições à imigração uma prioridade, expulsando em massa imigrantes ilegais, mas também restringiu significativamente, por vezes de forma drástica, a entrada legal de cidadãos estrangeiros.</P><br />
<P>&#8220;Ter visto é um privilégio e não um direito&#8221;, diz recorrentemente o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. </P><br />
<P>Além disso, segundo as novas regras, que devem entrar em vigor em breve, salvo bloqueio no Congresso, os jornalistas estrangeiros estarão limitados a estadias de 240 dias (cerca de oito meses), podendo solicitar renovações por períodos idênticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798538]]></sapo:autor>
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		<title>Migrações: Marrocos preparado para receber menores se Espanha remover obstáculos legais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:51:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades de Marrocos estão preparadas para receber todos os menores marroquinos não acompanhados que se encontram em Espanha, caso Madrid remova "os obstáculos legais e administrativos que o impedem", afirmou hoje fonte diplomática de Rabat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de Marrocos estão preparadas para receber todos os menores marroquinos não acompanhados que se encontram em Espanha, caso Madrid remova &#8220;os obstáculos legais e administrativos que o impedem&#8221;, afirmou hoje fonte diplomática de Rabat.</P><br />
<P>&#8220;O país assumiu compromissos muito claros sobre este assunto. Existem instruções do Rei [Mohamed VI] para trabalhar no sentido do regresso destes menores não acompanhados ao seu país de origem, Marrocos&#8221;, apontou fonte diplomática citada pela agência EFE.</P><br />
<P>A mesma fonte afirmou que alguns meios de comunicação social e atores políticos espanhóis estão a abordar a questão dos menores não acompanhados &#8220;como se Marrocos tivesse quebrado um compromisso&#8221;, uma interpretação que a fonte rejeitou, criticando também a utilização desta questão para fins políticos.</P><br />
<P>Cerca de 72.000 pessoas entraram na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, em 24 horas na semana passada e 70.000 já voltaram a Marrocos, segundo dados atualizados pelas autoridades de Espanha.</P><br />
<P>Pelo menos 82 pessoas morreram a tentar chegar a Ceuta a nado.</P><br />
<P>Ceuta, um pequeno território de 80.000 habitantes situado no extremo norte de Marrocos, banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla.</P><br />
<P>Entre os migrantes que permanecem na cidade espanhola encontram-se dezenas de menores.</P><br />
<P>Segundo a fonte marroquina citada pela EFE, a questão do regresso de menores não acompanhados já tinha sido abordada numa declaração conjunta dos Ministérios do Interior de Marrocos e Espanha, em junho de 2021. </P><br />
<P>A fonte acrescentou que a identificação dos menores &#8220;não constitui um impedimento ao seu regresso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O obstáculo reside nas medidas administrativas e, por vezes, judiciais em Espanha. O menor não pode regressar ou não pode beneficiar desta operação de cooperação. Existem obstáculos na legislação espanhola em vigor, que prevê um tratamento específico para os menores&#8221;, apontou.</P><br />
<P>A fonte diplomática acrescentou que algumas organizações não-governamentais (ONG) defendem uma posição que, no seu entender, favorece a permanência dos menores em centros de acolhimento em Espanha. </P><br />
<P>Esta situação, acrescentou, leva a que Marrocos seja acusado de falta de vontade política para proceder ao regresso, quando &#8220;a realidade é bem diferente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A realidade é que Marrocos sempre esteve aberto a esta questão e que, ao mais alto nível do Estado, houve um compromisso. Marrocos honra os seus compromissos e deseja continuar a fazê-lo agora, desde que sejam removidos os obstáculos legais e administrativos, para que possamos trabalhar sem problemas nesta matéria&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Em 2024, o ministro dos Negócios Estrangeiros marroquino, Nasser Bourita, reiterou a disponibilidade de Rabat para acolher os seus menores não acompanhados em países da União Europeia e apontou as lacunas existentes na legislação e nos procedimentos europeus como um dos principais obstáculos ao seu regresso.</P><br />
<P>Bourita apelou também na altura a soluções para estes obstáculos, que, segundo o ministro, poderiam facilitar as atividades das redes de tráfico de seres humanos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798535]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em baixa com preocupações crescentes sobre Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:25:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em queda, pressionada pela subida dos preços do petróleo e dos rendimentos das obrigações, perante novas preocupações com o Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em queda, pressionada pela subida dos preços do petróleo e dos rendimentos das obrigações, perante novas preocupações com o Médio Oriente.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average caiu 0,85%, para 53.885,10 pontos, o tecnológico Nasdaq Composite Index recuou 0,06%, para 26.348,35 pontos, e o S&amp;P 500 Index, mais abrangente, teve uma queda de 0,18%, para 7.709,96 pontos.</P><br />
<P>&#8220;Os investidores estão a questionar a validade da forte recuperação observada no início da semana, que foi impulsionada pela perceção de progressos nas negociações geopolíticas&#8221;, referiu José Torres, analista da Interactive Brokers.</P><br />
<P>O Dow Jones e o S&amp;P 500, dois dos principais índices do mercado bolsista norte-americano, atingiram de facto novos máximos de fecho nos últimos dias graças à queda dos preços da energia.</P><br />
<P>Os investidores apostavam num acordo no Médio Oriente entre os Estados Unidos e o Irão que poderia abrir caminho a uma aceleração das exportações de hidrocarbonetos do Golfo.</P><br />
<P>Mas estão a &#8220;começar a perder a paciência&#8221;, segundo Torres.</P><br />
<P>O Irão indicou na quarta-feira ter chegado a acordo com Omã sobre uma nova rota de trânsito para os navios no estreito de Ormuz, do qual ambos os países são ribeirinhos.</P><br />
<P>Este acordo &#8220;mantém-se vago e não cumpre as exigências americanas&#8221;, lembrou José Torres. </P><br />
<P>Vários órgãos de comunicação social mencionaram a implementação de uma taxa de trânsito para navios, um elemento rejeitado pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Donald Trump tinha prometido que o estreito de Ormuz seria reaberto &#8220;muito em breve&#8221; ou o Irão seria &#8220;duramente atingido&#8221;.</P><br />
<P>As tensões aumentaram no mercado petrolífero na quinta-feira, elevando os preços do crude em cerca de 3%.</P><br />
<P>O custo da dívida soberana dos Estados Unidos, que tem acompanhado as variações dos preços da energia desde o início do conflito, subiu em conformidade.</P><br />
<P>Pelas 21:25 (hora de Lisboa), o rendimento dos títulos do Tesouro com maturidade a 10 anos estava em 4,67%, em comparação com 4,61% no fecho do dia anterior.  </P><br />
<P>Wall Street aguarda agora a divulgação na sexta-feira do relatório oficial de emprego de julho.</P><br />
<P>Estes números lançarão uma nova luz sobre a saúde do mercado de trabalho norte-americano e o caminho da política monetária que a Reserva Federal (Fed) poderá seguir.</P><br />
<P>Os pedidos iniciais de subsídio de desemprego estiveram hoje próximos do nível da semana passada e não surpreenderam o mercado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798524]]></sapo:autor>
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		<title>LE: Goleada na Luz, Benfica vence Hearts</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:55:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Benfica derrotou hoje os escoceses do Hearts por um expressivo 6-1, na primeira mão da terceira pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga Europa de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Benfica derrotou hoje os escoceses do Hearts por um expressivo 6-1, na primeira mão da terceira pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga Europa de futebol.</P><br />
<P>Rafa, Tomás Araújo e Pavlidis, de grande penalidade, colocaram a equipa da casa em confortável vantagem ainda antes da saída para o intervalo. Na segunda parte seria a vez de Prestianni, Durán e Scheldrup, de grande penalidade, fecharem a contabilidade dos encarnados. Em sentido inverso, o golo foi de Tom Renaud, aos 72.</P><br />
<P>Próximo do apuramento para a fase seguinte, os encarnados irão defrontar outra equipa relegada da &#8216;Champions&#8217;, o derrotado do encontro entre Aarhus, campeão dinamarquês, e Sabah, campeão do Azerbaijão.</P></p>
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		<title>Portugal registou 680 óbitos em excesso em três períodos do verão de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:37:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal registou, até ao momento, três períodos de excesso de mortalidade por todas as causas durante o verão de 2026, totalizando 680 óbitos acima do esperado, revelam estimativas do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) divulgadas hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal registou, até ao momento, três períodos de excesso de mortalidade por todas as causas durante o verão de 2026, totalizando 680 óbitos acima do esperado, revelam estimativas do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) divulgadas hoje.</P><br />
<P> Segundo os dados avançados à agência Lusa pelo INSA e pela Direção-Geral da Saúde (DGS), atualizados a 30 de julho, o primeiro período ocorreu a 16 de junho, com um excesso estimado de 62 óbitos (+22,4% em relação ao esperado), coincidindo com um episódio de temperaturas elevadas.</P><br />
<P>O segundo período, &#8220;de maior magnitude&#8221;, ocorreu entre 2 e 8 de julho, estimando-se 555 óbitos em excesso, mais 29% relativamente à mortalidade esperada.</P><br />
<P>&#8220;Este período coincidiu com um episódio de calor extremo e prolongado, sendo igualmente de considerar a possível influência das temperaturas elevadas nos dias imediatamente subsequentes&#8221;, afirmam num balanço pedido pela Lusa.</P><br />
<P>O terceiro ocorreu a 23 de julho, com uma estimativa de 63 óbitos em excesso (+23,5% face ao esperado), sobretudo em maiores de 75 anos. </P><br />
<P>&#8220;Trata-se de um único dia e os dados mais recentes podem ainda sofrer ajustes à medida que os registos são atualizados, pelo que só com informação consolidada será possível avaliar o significado deste aumento&#8221;, ressalvam as entidades.</P><br />
<P>O INSA e a DGS explicam que estas estimativas correspondem a excesso de mortalidade por todas as causas, sendo obtidas através de modelos estatísticos que comparam a mortalidade observada com a mortalidade esperada para a época do ano.</P><br />
<P>O padrão observado mostra que a maioria dos óbitos ocorreu em pessoas com 75 ou mais anos, verificando-se um predomínio de causas circulatórias, respiratórias e neoplásicas. </P><br />
<P>Segundo as entidades, os óbitos cuja causa básica de morte foi codificada como exposição a calor excessivo representam apenas uma pequena parte do impacto do calor na mortalidade, uma vez que, na maioria das situações, o calor funciona como fator desencadeante ou agravante de outras patologias e não como causa básica de morte registada no certificado de óbito.</P><br />
<P>Por outro lado, nos grupos etários mais jovens, a mortalidade observada deveu-se sobretudo a causas externas, não apresentando um padrão diretamente compatível com uma associação ao calor.</P><br />
<P>Os valores observados ficaram abaixo do impacto na mortalidade estimado pelo Índice ÍCARO, modelo preditivo que avalia o risco associado às temperaturas observadas ou previstas. </P><br />
<P>As autoridades de saúde apontam que esta diferença poderá estar relacionada com a efetividade das medidas de preparação e resposta implementadas pela Saúde Pública e pelas restantes entidades, com a exposição térmica sentida, com o fenómeno de deslocamento temporal da mortalidade (&#8220;harvesting&#8221;) e com o grau de consolidação dos registos de óbito.</P><br />
<P>Explicam que a magnitude do impacto de cada episódio depende da intensidade e duração do calor e da efetividade das medidas de proteção adotadas, em especial junto dos grupos mais vulneráveis. </P><br />
<P>Acrescentam que, na ausência de causas explicativas concorrentes para o excesso de mortalidade, como vírus respiratórios, este é maioritariamente atribuível às temperaturas extremas.</P><br />
<P>Segundo o INSA e a DGS, o padrão observado é semelhante ao verificado em episódios anteriores em Portugal e noutros países europeus, como Espanha e França, onde foram registados excessos de mortalidade superiores ao português.</P><br />
<P>Referem ainda que o calor atua frequentemente como fator precipitante ou agravante de doenças pré-existentes, sobretudo cardiovasculares e respiratórias, aumentando o risco de eventos agudos e de morte, especialmente em pessoas idosas, frágeis ou com múltiplas comorbilidades.</P><br />
<P>A DGS mantém a monitorização da situação meteorológica e dos indicadores de saúde e mortalidade em articulação com o INSA, o IPMA e as restantes entidades do Ministério da Saúde, ajustando as medidas previstas no Plano Nacional de Preparação e Resposta Sazonal em Saúde sempre que necessário.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798522]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>LCE: Sporting de Braga vence em casa e ganha vantagem na Liga Conferência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:23:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sporting de Braga derrotou hoje o Dínamo Minsk, vice-campeão da Bielorrússia, na primeira-mão da terceira pré-eliminatória da Liga Conferência de futebol, com um golo solitário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting de Braga derrotou hoje o Dínamo Minsk, vice-campeão da Bielorrússia, na primeira-mão da terceira pré-eliminatória da Liga Conferência de futebol, com um golo solitário.</P><br />
<P>A fechar a primeira parte, de grande penalidade, Ricardo Horta colocou a equipa portuguesa em vantagem na eliminatória e até final o resultado permaneceria inalterado.</P><br />
<P>Depois de ter ultrapassado o Zeleznicar Pancevo na segunda pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Conferência, caso elimine Dínamo de Minsk, com a segunda mão agendada para 13 de agosto, na Bulgária &#8212; devido à guerra na Ucrânia e ao facto de a Bielorrússia ser aliada da Rússia &#8211; o Sporting de Braga irá defrontar no play-off o vencedor da eliminatória entre Beitar e Áustria Viena.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798521]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ceuta: Número de corpos recuperados sobre para 82 </title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ceuta-numero-de-corpos-recuperados-sobre-para-82/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades de Ceuta localizaram hoje os corpos de mais duas pessoas junto ao quebra-mar fronteiriço, por onde mais de 70 mil pessoas atravessaram de Marrocos a 30 de julho, elevando para 82 o total de corpos recuperados. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de Ceuta localizaram hoje os corpos de mais duas pessoas junto ao quebra-mar fronteiriço, por onde mais de 70 mil pessoas atravessaram de Marrocos a 30 de julho, elevando para 82 o total de corpos recuperados. </P><br />
<P>O Grupo Especial de Atividades Subaquáticas (GEAS) da Guarda Civil espanhola encontrou os dois corpos no mar, no âmbito da operação lançada para localizar os migrantes que não conseguiram chegar à costa a nado, disseram à EFE fontes policiais. </P><br />
<P>O Instituto de Medicina Legal (IML) de Ceuta referiu que realizou 79 autópsias e identificou apenas duas pessoas, desde a chegada em massa de migrantes, a 30 de julho. </P><br />
<P>Após a realização das autópsias, o Serviço de Criminalística da Guarda Civil envia as impressões digitais digitalizadas para identificação. </P><br />
<P>Segundo o comunicado, são também recolhidas amostras biológicas para comparação com familiares, permitindo outra forma de identificar os mortos. </P><br />
<P>&#8220;Duas pessoas foram identificadas através de impressões digitais, pois estavam registadas em Espanha&#8221;, enquanto a identificação por outros métodos ainda está pendente, referiu o IML.  </P><br />
<P>Cerca de 72.000 pessoas entraram na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, em 24 horas na semana passada e 70.000 já voltaram a Marrocos, segundo dados atualizados pelas autoridades de Espanha.  </P><br />
<P>Ceuta, um pequeno território de 80.000 habitantes situado no extremo norte de Marrocos, banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798520]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MP cabo-verdiano acusa ex-coordenador estatal de dois crimes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mp-cabo-verdiano-acusa-ex-coordenador-estatal-de-dois-crimes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:02:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público deduziu acusação contra Sandeney Fernandes, ex-coordenador da Unidade de Acompanhamento do Setor Empresarial do Estado (UASE), por crimes de abuso de informação privilegiada e participação ilícita em negócios, anunciou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público deduziu acusação contra Sandeney Fernandes, ex-coordenador da Unidade de Acompanhamento do Setor Empresarial do Estado (UASE), por crimes de abuso de informação privilegiada e participação ilícita em negócios, anunciou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR).</P><br />
<P>&#8220;Através do Departamento Central de Ação Penal da Procuradoria-Geral da República, o Ministério Público determinou o encerramento da instrução, deduziu acusação e requereu o julgamento, em processo comum, com intervenção do tribunal singular&#8221;, informou a PGR em comunicado.</P><br />
<P>Segundo o Ministério Público, Sandeney Fernandes, de 37 anos, é acusado de um crime de abuso de informação privilegiada, previsto no Código do Mercado de Valores Mobiliários, e de um crime de participação ilícita em negócios, previsto no Código Penal.</P><br />
<P>A PGR pediu ainda a perda a favor do Estado de 1.742.750 escudos (cerca de 15,8 mil euros), valor que considera corresponder à vantagem patrimonial obtida pelo arguido na sequência dos factos investigados.</P><br />
<P>O Ministério Público requereu também a manutenção das medidas de coação aplicadas anteriormente.</P><br />
<P>Sandeney Fernandes foi afastado da coordenação da UASE pelo Governo cabo-verdiano em agosto de 2025, depois de ter sido constituído arguido numa investigação judicial.</P><br />
<P>Na altura, o executivo justificou a decisão com a necessidade de &#8220;salvaguardar o regular funcionamento da UASE e reforçar o compromisso do Governo com a integridade, a transparência e o bom governo do setor empresarial do Estado&#8221;.</P><br />
<P>A investigação tornou-se pública em maio de 2025, depois de o semanário A Nação noticiar suspeitas relacionadas com a compra de ações da Caixa Económica de Cabo Verde.</P><br />
<P>O processo está ligado à oferta pública de venda de 27,44% das ações da Caixa Económica detidas pelo Estado, realizada em 2024.</P><br />
<P>Após o afastamento de Sandeney Fernandes, Darlene Cruz ficou responsável pela gestão corrente da UASE.</P><br />
<P>Na altura, o Governo afirmou que a oferta pública de venda das ações da Caixa Económica &#8220;foi conduzida com lisura e conforme os procedimentos legais&#8221; e garantiu que as instituições continuavam a funcionar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798519]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro considera inaceitável&#8221; que o Estado se tenha demitido do apoio social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:54:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, considerou hoje inaceitável a demissão do Estado na resposta social, nomeadamente no apoio à terceira idade, levando milhares de famílias ao desespero.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, considerou hoje inaceitável a demissão do Estado na resposta social, nomeadamente no apoio à terceira idade, levando milhares de famílias ao desespero.</P><br />
<P>&#8220;É aqui que preciso de ser franco. É inaceitável que o Estado se tenha demitido, em tão larga medida, de responder a esta necessidade que leva milhares de famílias ao desespero&#8221;, afirmou o chefe de Estado na cerimónia de inauguração da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) da Associação de Solidariedade Social, Recreativa e Desportiva (ASSRD) de Vila Chã de Sá, em Viseu, com 63 camas.</P><br />
<P>Seguro fez votos para que os residentes encontrem &#8220;muitos momentos de felicidade e uma rotina tranquila&#8221; e &#8220;longe das inquietações que assombram tantas famílias portuguesas que não conseguem encontrar um lugar digno para quem amam&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE) com menos camas por idoso em lares. Temos menos de quatro camas por cada mil pessoas com mais de 65 anos. A média da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico] é de 41 camas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>António José Seguro lembrou que &#8220;muitas residências não têm vagas&#8221; e a população &#8220;envelhece a cada ano&#8221;. &#8220;Os preços sobem e, para demasiadas famílias, o custo de um lar aproxima-se, ou ultrapassa, o rendimento de todo o agregado&#8221;, disse.</P><br />
<P>Neste sentido, afirmou que a nova ERPI no concelho de Viseu é &#8220;um sinal positivo para toda a comunidade&#8221; de Vila Chã de Sá que investiu 4,5 milhões de euros (ME), tendo sido comparticipada em um terço pelo Estado, outro terço foi de fundos próprios e o restante recorreu à banca.</P><br />
<P>&#8220;Mas não podemos esquecer uma verdade que tenho repetido e vou continuar a repetir: não cabe ao setor social substituir-se às responsabilidades do Estado. Milhares de famílias aguardam, dolorosamente, uma resposta. E a tendência é de agravamento de um problema que todos temos o dever de impedir que se transforme numa tragédia geracional&#8221;, defendeu o Presidente.</P><br />
<P>Para António José Seguro, &#8220;cuidar de quem envelheceu é uma das causas que mais&#8221; o interpelam enquanto Presidente da República e como &#8220;simples cidadão. &#8220;Porque há uma coisa que nenhuma sociedade decente pode aceitar: é indesculpável não tratar bem quem nos tratou bem a nós&#8221;, acentuou.</P><br />
<P>O chefe de Estado lembrou que os residentes desta nova estrutura serão pessoas que &#8220;criaram filhos, construíram o país, cuidaram das gerações que se seguiram&#8221;. &#8220;Devemos-lhes, no mínimo, a dignidade de um tempo sereno e acompanhado&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Na sua intervenção, o Presidente da República destacou ainda os 52 anos de existência da ASSRD de Vila Chã de Sá e todo o seu trabalho, destacando previamente que &#8220;a solidariedade existe em várias formas, na condição humana ganha uma dimensão ética, filosófica e universal muito mais profunda&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Num mundo cada vez mais egoísta, onde tantas relações humanas se esgotam em resultados quantitativos, abraçar projetos solidários merece ser enaltecido&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Além da ERPI, com 63 camas e a valência mais recente, a associação tem ainda o apoio domiciliário a cerca de 100 pessoas e 40 crianças em creche.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798517]]></sapo:autor>
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		<title>ExxonMobil já escolheu empreiteiro para megaprojeto de gás em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:37:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ExxonMobil anunciou hoje a escolha do consórcio responsável pelas obras principais do megaprojeto de Gás Natural Liquefeito (GNL) Rovuma LNG, em Moçambique, etapa decisiva antes da decisão final de investimento (FID), prevendo arrancar a produção em 2031.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ExxonMobil anunciou hoje a escolha do consórcio responsável pelas obras principais do megaprojeto de Gás Natural Liquefeito (GNL) Rovuma LNG, em Moçambique, etapa decisiva antes da decisão final de investimento (FID), prevendo arrancar a produção em 2031.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado hoje, a ExxonMobil Moçambique, em representação dos parceiros da Área 4, anuncia o envio de uma carta de intenções ao consórcio SMDC, formado pelas empresas Saipem, McDermott Energy Solutions, Daewoo Engineering &amp; Construction e China Petroleum Engineering &amp; Construction Corporation, para a prestação de serviços de engenharia, aquisições e construção (EPC) da primeira fase do desenvolvimento intermédio do projeto.</P><br />
<P>Segundo a petrolífera norte-americana, que lidera o megaprojeto, um dos maiores do género em África, a contratação do consórcio destina-se a apoiar as atividades de definição e planeamento do projeto à medida que os parceiros avançam para a FID, considerada a última grande autorização necessária para o arranque completo do investimento.</P><br />
<P>&#8220;A seleção do nosso empreiteiro EPC para as instalações em terra constitui um marco importante para o avanço do Projeto Rovuma LNG&#8221;, afirmou Johanna Boothey, presidente do conselho de administração da ExxonMobil Moçambique, citado no comunicado.</P><br />
<P>O desenvolvimento em terra do projeto prevê a construção de 12 módulos de liquefação, com capacidade total de produção de 18,6 milhões de toneladas de GNL por ano, estando o arranque operacional projetado para 2031.</P><br />
<P>O projeto Rovuma LNG é liderado pela ExxonMobil, enquanto operadora delegada da Área 4, em parceria com a ENH, CNPC, ENI, KOGAS e XRG.</P><br />
<P>A escolha do empreiteiro representa um dos sinais mais claros de avanço do projeto desde que a petrolífera levantou, em novembro passado, a declaração de força maior que mantinha suspenso o desenvolvimento após os ataques insurgentes de 2021 em Cabo Delgado.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa em julho, o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, afirmou esperar que a decisão final de investimento seja tomada até setembro, descrevendo o Rovuma LNG como &#8220;o maior projeto de investimento privado do continente africano&#8221;, avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares (17,5 mil milhões de euros).</P><br />
<P>&#8220;Estamos a dar bons passos com a Exxon&#8221;, afirmou então o chefe de Estado, acrescentando que as autoridades moçambicanas trabalhavam para a assinatura da FID ainda este ano.</P><br />
<P>A petrolífera norte-americana prevê desenvolver algumas infraestruturas em articulação com o projeto vizinho da TotalEnergies, na Área 1, cuja construção foi retomada em janeiro, após quase cinco anos de suspensão devido aos ataques armados em Cabo Delgado.</P><br />
<P>Moçambique tem aprovados três grandes projetos de exploração das reservas de gás da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo.</P><br />
<P>Além do Rovuma LNG, com capacidade projetada de 18,6 milhões de toneladas por ano, a TotalEnergies prevê iniciar exportações de GNL da Área 1 em 2029, com capacidade de 13 milhões de toneladas anuais. Já a italiana Eni produz desde 2022 através da plataforma flutuante Coral Sul e prevê duplicar a produção a partir de 2028 com a unidade Coral Norte, estando em estudo uma terceira unidade.</P><br />
<P>Segundo a ExxonMobil, o projeto Rovuma LNG poderá gerar cerca de 150 mil milhões de dólares (131 mil milhões de euros) em receitas para o Estado moçambicano ao longo de 30 anos de operação. Um estudo do Standard Bank citado pela empresa estima ainda um impacto anual de cerca de 11 mil milhões de dólares (9,6 mil milhões de euros) no Produto Interno Bruto moçambicano e a criação de mais de 150 mil empregos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798515]]></sapo:autor>
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		<title>PR angolano autoriza acordo de financiamento de 1.000 ME com banco Société Générale</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:28:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente angolano autorizou a celebração de um acordo de financiamento entre o Estado e o banco francês Société Générale no valor de mil milhões de euros para a realização de projetos do programa de investimento público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente angolano autorizou a celebração de um acordo de financiamento entre o Estado e o banco francês Société Générale no valor de mil milhões de euros para a realização de projetos do programa de investimento público.</P><br />
<P>A ideia, segundo as autoridades, é garantir os recursos financeiros necessários para a execução e materialização de vários projetos públicos de infraestruturas inscritos no Programa de Investimento Público (PIP) do Estado angolano.</P><br />
<P>No despacho confere-se plenos poderes e delega competência à ministra das Finanças para assinar o referido acordo.</P><br />
<P>O Presidente angolano autorizou também a aquisição de oito terrenos para a construção do novo edifício do Ministério das Relações Exteriores.</P><br />
<P>O documento refere que os oito terrenos a serem adquiridos, com dispensa de consulta ao mercado e mediante prévia avaliação oficial, no Bairro da Chicala II, município da Ingombota, somam uma área de 9.361 metros quadrados.</P><br />
<P>No despacho aponta-se a necessidade de se assegurar a acomodação condigna do pessoal afeto ao Ministério as Relações Exteriores e, em consequência, melhorar a qualidade dos serviços prestados.</P><br />
<P>Em outro despacho, o Presidente angolano autorizou a despesa de 218,3 milhões de dólares (191,4 milhões de euros) para a contratação as obras para a construção o sistema e abastecimento e água para o município o Cabo Leo e a comuna e Sangano, província do Icolo e Bengo.</P><br />
<P>Para o setor das águas, foi também autorizada a despesa de 27,8 milhões de euros para o abastecimento de água da sede municipal de Puri, província do Uíje, mais 31,6 milhões de euros para a conceção e construção do sistema de abastecimento de água à localidade de Milunga (Santa Cruz), província do Uíje e outros 36,9 milhões de euros para a execução do projeto de conceção e construção do sistema de abastecimento de água para a sede municipal de Buco Zau, província de Cabinda.</P><br />
<P>No mesmo despacho, foi igualmente autorizada a despesa de 34,8 milhões de euros para a empreitada de obras públicas de reabilitação e expansão do sistema de abastecimento de água à cidade de Tômbwa, província do Namibe.</P><br />
<P>No setor das obras públicas, foi autorizada a conceção e construção de infraestruturas integradas no município do Soyo, província do Zaire, Fase 2, numa extensão de 45 quilómetros, que abrange oito bairros, no valor e 88,5 mil milhões e kwanzas (84,2 milhões de euros), incluído a taxa o IVA em vigor, e mais 4,4 mil milhões e kwanzas (4,1 milhões e euros) para aquisição de serviço de fiscalização.</P><br />
<P>O Presidente angolano autorizou também a despesa de 25 milhões de dólares (21,9 milhões de euros) para a empreitada e obras para a construção do Estádio Nacional de Futebol do Zaire, na província o Zaire, no âmbito a construção e infraestruturas juvenis e desportivas em todo o território nacional, face às necessidades para a prática e desenvolvimento desportivo da população e ocupação de tempos livres da juventude.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798514]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Menos de 1% dos fogos deste ano causaram 81% da área ardida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:27:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Menos de 1% dos incêndios registados este ano causaram 81% da área ardida, revelou hoje o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, avançando que 42% dos fogos tiveram origem em queimas e queimadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Menos de 1% dos incêndios registados este ano causaram 81% da área ardida, revelou hoje o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, avançando que 42% dos fogos tiveram origem em queimas e queimadas.</P><br />
<P>O relatório provisório de incêndios rurais do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), referente ao período de 01 de janeiro a 31 de julho, dá conta que os fogos com área ardida inferior a um hectare são os mais frequentes este ano, tendo apenas existido cinco &#8220;incêndios de maior dimensão&#8221; (com área ardida superior ou igual a 1000 hectares).</P><br />
<P>Os cinco &#8220;incêndios de maior dimensão&#8221; foram os que deflagraram em julho nos concelhos de Valpaços (13.849), Vouzela (12.804), Guarda (4.889), Chaves (1.215) e Alijó (1.128).</P><br />
<P>O relatório do ICNF indica também que até 31 de julho registaram-se 44 &#8220;grandes incêndios&#8221;, que resultaram em 43.573 hectares de área ardida, cerca de 81% do total da área ardida.</P><br />
<P>O documento, hoje divulgado na página do organismo, refere que, entre 01 de janeiro e 31 de julho, registaram-se um total de 5.755 incêndios rurais que resultaram em 53.731 hectares de área ardida, entre povoamentos (24.129), matos (22.724) e agricultura (6.878).</P><br />
<P>&#8220;O ano de 2026 apresenta, até ao dia 31 de julho, o quinto valor mais elevado em número de incêndios e o terceiro valor mais elevado de área ardida desde 2016&#8221;, precisa o relatório.</P><br />
<P>Os anos com área ardida superior foram 2017, com 146.508 hectares, e 2022, com 61.745 hectares, segundo o documento.</P><br />
<P>O ICNF indica também que 81% dos incêndios registados este ano e responsáveis por 30% da área total ardida foram investigados, sendo as causas mais frequentes queimas e queimadas (42%), fogo posto (16%) e reacendimentos (8%).</P><br />
<P>O relatório salienta ainda que o maior número de incêndios ocorreu nos distritos de Porto (860), Braga (549) e Viana do Castelo (506), enquanto os mais afetados pela área ardida até julho foram Vila Real com 14.368 hectares e cerca de 27% da área total ardida, seguido de Viseu (8.172 hectares e 15% do total) e de Bragança (8.064 hectares e 15% do total). </P><br />
<P></P><br />
<P>CMP //</P></p>
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		<item>
		<title>Presidente da República espera conhecer rapidamente resultados da auditoria à PJ</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:16:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, manifestou hoje o desejo de que a auditoria à Polícia Judiciária (PJ) produza resultados rapidamente para que possam ser conhecidas e se possa preservar a democracia das instituições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, manifestou hoje o desejo de que a auditoria à Polícia Judiciária (PJ) produza resultados rapidamente para que possam ser conhecidas e se possa preservar a democracia das instituições.</P><br />
<P>&#8220;O que é importante é que tanto esta auditoria como as investigações criminais que estão a decorrer produzam resultados o mais rapidamente possível para que possamos ter conhecimento dessas mesmas conclusões&#8221;, afirmou António José Seguro à margem de uma iniciativa no distrito de Viseu.</P><br />
<P>O chefe de Estado falava aos jornalistas após inaugurar uma Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) em Vila Chã de Sá, Viseu, a propósito da auditoria à PJ solicitada pela ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.</P><br />
<P>Uma auditoria que o Presidente entende como a &#8220;necessidade de todos&#8221; terem &#8220;responsabilidade, quer individual, quer como titulares de órgãos de soberania&#8221; de forma a defender as &#8220;instituições da democracia e o estado de direito democrático&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É muito importante que cada um, no âmbito das suas competências constitucionais, atue de acordo e de forma a preservar o estado de direito democrático e as instituições da nossa democracia&#8221;, sublinhou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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