Arrendamento: Receios de uma onda gigante de despejos assolam inquilinos

Os inquilinos que vivem em espaços arrendados temem vir a enfrentar uma onda gigante de despejos, depois de longos meses de atraso no pagamento das rendas.

Revista de Imprensa

Os inquilinos que vivem em espaços arrendados temem vir a enfrentar uma onda gigante de despejos, depois de longos meses de atraso no pagamento das rendas, com alguns proprietários a ter de solicitar apoio para liquidar os pagamentos em falta, segundo o ‘Correio da Manhã’ (CM).

De acordo com a  mesma publicação, os inquilinos dos estabelecimentos comerciais são aqueles com mais registos de incumprimentos no pagamento das rendas, com acções de despejo que podem começar já no final de Setembro, altura em que a moratória que garante o direito à casa mesmo sem pagar rendas termina.

A pandemia da Covid-19 veio agravar a situação do mercado de arrendamento, contribuindo para um maior desemprego e originando 2.177 pedidos de empréstimo no Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) para o pagamento das rendas das habitações, segundo o ‘CM’.

Romão Lavadinho, presidente da Associação de Inquilinos de Lisboa, explica à mesma publicação que «quem não pediu (o empréstimo) terá de pagar as rendas em atraso, até 1 de Outubro, senão fica sujeito a uma acção despejo».

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