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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Calor, risco e direitos laborais: afinal, quando é que um trabalhador pode dizer que não?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:08:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Garcia Pereira]]></category>
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					<description><![CDATA[A resposta, em Portugal, não passa por um limite fixo de temperatura. A lei não estabelece uma temperatura máxima a partir da qual o trabalho tenha de parar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as temperaturas a subir e as ondas de calor a tornarem-se mais frequentes, há uma pergunta que regressa todos os verões: até que ponto pode um trabalhador ser obrigado a exercer funções em condições de calor extremo? A resposta, em Portugal, não passa por um limite fixo de temperatura. A lei não estabelece uma temperatura máxima a partir da qual o trabalho tenha de parar.</p>
<p>A explicação é dada pela especialista em direito laboral Rita Garcia Pereira, que sublinha que a responsabilidade principal cabe às entidades empregadoras. “Compete às entidades empregadoras garantirem as regras de segurança”, afirma à &#8216;CNN Portugal&#8217;, lembrando que os incumprimentos nesta matéria podem ter consequências graves. “Há inúmeros incumprimentos que resultam em acidentes de trabalho.”</p>
<p>A Autoridade para as Condições do Trabalho também enquadra a exposição ao calor como um risco profissional, lembrando que a temperatura e a humidade nos locais de trabalho devem ser adequadas ao organismo humano e ao tipo de atividade desempenhada. A legislação de segurança e saúde no trabalho impõe ao empregador o dever de assegurar condições seguras em todos os aspetos da atividade profissional, incluindo a avaliação e prevenção dos riscos associados ao ambiente térmico.</p>
<p>O problema, defende Rita Garcia Pereira, é que a lei portuguesa não fixa um valor concreto a partir do qual se considera que já não há condições para trabalhar. “Não há temperatura máxima para trabalhar e, atendendo às falhas, devia haver uma temperatura mínima e máxima para trabalhar”, sustenta a especialista.</p>
<p>A falta desse limite é particularmente relevante em setores mais expostos ao exterior. “Claro que se nota em determinados setores de atividade e não noutros”, explica Rita Garcia Pereira. Na construção civil, por exemplo, o risco é maior. “É muito difícil controlar as temperaturas e a forma como os trabalhadores vão desenvolver funções. É muito mais arriscado.”</p>
<p>Nestes casos, a obrigação da empresa não desaparece. Pelo contrário: deve ser reforçada. A ACT recomenda que os empregadores organizem o trabalho de forma a reduzir a exposição ao calor, incluindo a realização das tarefas mais exigentes nas horas mais frescas do dia, a adaptação dos horários, a previsão de pausas, a disponibilização de água e a avaliação dos equipamentos de proteção individual usados pelos trabalhadores.</p>
<p>Mas pode um trabalhador recusar-se a trabalhar por estar demasiado calor? A resposta de Rita Garcia Pereira é cautelosa. “A única coisa que pode fazer é fazer denúncia à ACT, que naturalmente não agirá em tempo útil”, afirma. Segundo a especialista, em regra, o trabalhador só poderá recusar-se a desempenhar funções se existir um parecer da medicina do trabalho que sustente essa impossibilidade.</p>
<p>A lei prevê, ainda assim, proteção para situações de perigo grave e iminente. O regime jurídico da segurança e saúde no trabalho estabelece que o trabalhador não pode ser prejudicado por se afastar do posto de trabalho ou de uma área perigosa quando exista perigo grave e iminente, nem por adotar medidas destinadas à sua própria segurança ou à segurança de terceiros.</p>
<p>Na prática, porém, esta avaliação pode ser difícil de aplicar em tempo real, sobretudo quando não há um limite legal objetivo de temperatura. É aqui que Rita Garcia Pereira identifica uma fragilidade do sistema: a resposta depende da avaliação do risco, da atuação da entidade empregadora, da medicina do trabalho e, muitas vezes, de mecanismos de fiscalização que podem não chegar a tempo.</p>
<p>Em caso de acidente associado ao calor, a responsabilidade passa pelo empregador e pela companhia de seguros contratada no âmbito do seguro de acidentes de trabalho, sem prejuízo da avaliação concreta das circunstâncias em que o acidente ocorreu. Para a especialista, o ponto central é que a prevenção deve acontecer antes, e não apenas depois de haver danos.</p>
<p>“Não estamos ainda habituados a lidar com estas ondas de calor”, alerta Rita Garcia Pereira. A frase resume o desafio: as regras gerais de segurança existem, mas o agravamento dos fenómenos extremos está a expor limites na forma como empresas, trabalhadores e autoridades lidam com o calor no local de trabalho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784073]]></sapo:autor>
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		<title>Os 5 maiores erros ao contratar um seguro de viagem</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/os-5-maiores-erros-ao-contratar-um-seguro-de-viagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[DoutorFinanças]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Vai viajar e precisa de um seguro de viagem? Antes de contratar, certifique-se de que não comete uma série de erros comuns que tantas vezes comprometem a utilidade do seguro. Escolher bem vai fazer, certamente, a diferença se surgir um imprevisto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se se prepara para escolher um seguro de viagem, não caia na tentação de olhar apenas para o preço. Nem todas as apólices oferecem as mesmas condições e uma má escolha pode deixá-lo desamparado precisamente quando mais precisa de proteção. Afinal, o seguro ideal para um fim de semana em Marrocos pode não ser suficiente para uma viagem de três semanas à Tailândia ou umas férias que incluam desportos radicais. </p>
<p>Por isso, antes de subscrever um <a href="https://www.doutorfinancas.pt/seguros/vou-de-ferias-vale-a-pena-fazer-um-seguro/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">seguro de viagem</a>, saiba quais os erros mais comuns dos viajantes e como, no final de contas, até são fáceis de evitar. Alguns minutos dedicados à leitura das condições, das exclusões e dos limites das coberturas podem fazer toda a diferença se surgir um imprevisto em viagem.</p>
<p><strong>1. Assumir que todos os seguros de viagem têm as mesmas coberturas</strong></p>
<p>Embora tenham o mesmo objetivo, os seguros de viagem não são todos iguais. Algumas apólices incluem apenas assistência médica e repatriamento, enquanto outras cobrem situações como cancelamento da viagem, perda ou atraso da bagagem, responsabilidade civil ou interrupção antecipada da estadia.</p>
<p>Além disso, os capitais seguros também podem variar bastante entre apólices. Uma cobertura de despesas médicas de 30 mil euros pode ser adequada para alguns destinos, mas revelar-se insuficiente em países onde os cuidados de saúde são particularmente caros, como os Estados Unidos, por exemplo.</p>
<p>Por isso, antes de contratar, confirme exatamente o que está incluído e se as coberturas são adequadas às características da viagem que pretende fazer.</p>
<p><strong>2. Não verificar se o destino está abrangido Nem todos os seguros de viagem são válidos em qualquer parte do mundo. </strong></p>
<p><a href="https://www.doutorfinancas.pt/seguros/seguro-de-viagem-atencao-aos-destinos-excluidos-da-apolice/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">Destinos afetados por guerras</a>, conflitos armados ou situações de instabilidade podem ficar total ou parcialmente excluídos das coberturas. Em certos casos, apenas algumas garantias deixam de ser aplicáveis; noutros, a exclusão pode abranger toda a apólice.</p>
<p>Se vai viajar para fora da União Europeia ou para destinos mais remotos, confirme antecipadamente se o país está abrangido e se os capitais seguros são adequados.</p>
<p>Além disso, acompanhe os avisos das autoridades portuguesas sobre as condições de segurança no destino, sobretudo se existirem recomendações para evitar deslocações.</p>
<p><strong>3. Pagar por coberturas que já tem noutros produtos</strong></p>
<p>Não vale a pena gastar mais do que aquilo que precisa. Embora seja importante ter um seguro de viagem, poderá já beneficiar de algumas coberturas através de outros produtos financeiros. É o caso de determinados cartões de crédito, que incluem seguros associados às viagens pagas com esse meio de pagamento. Além disso, alguns seguros de saúde ou multirriscos também podem prever garantias de assistência no estrangeiro.</p>
<p>Isso não significa que deva dispensar um seguro de viagem específico. Mas vale a pena confirmar que proteção já tem disponível. Por isso, antes de contratar uma nova apólice, consulte as condições do cartão de crédito e dos seguros que detém. Caso contrário, pode acabar por pagar duas vezes pelas mesmas garantias.</p>
<p><strong>4. Escolher o primeiro seguro sem comparar ofertas</strong></p>
<p>O preço não deve ser o único critério de escolha do seguro de viagem. Duas apólices com prémios semelhantes podem apresentar diferenças significativas ao nível das franquias, exclusões ou capitais seguros. Como tal, há uma regra de ouro que tanto se aplica a este caso como à escolha de qualquer outro produto financeiro: compare sempre várias ofertas antes de tomar uma decisão.</p>
<p>Mais do que perceber quanto custa o seguro, comparar propostas permite identificar a solução mais adequada ao destino, à duração da estadia e às atividades que pretende fazer.</p>
<p><strong>5. Ignorar exclusões relacionadas com doenças preexistentes e atividades de risco</strong></p>
<p>Um dos erros mais frequentes na contratação de um seguro de viagem é assumir que qualquer problema de saúde ou acidente em viagem estará automaticamente coberto.</p>
<p>Muitas seguradoras excluem despesas relacionadas com doenças preexistentes ou exigem que estas sejam declaradas previamente. O mesmo acontece com atividades consideradas de risco, como mergulho, escalada, parapente, esqui ou outros desportos radicais.</p>
<p>Se pretende praticar este tipo de atividades ou tem uma condição médica preexistente, confirme antecipadamente se estas situações estão abrangidas ou se é necessário contratar coberturas adicionais. Caso contrário, poderá descobrir demasiado tarde que determinadas despesas não serão cobertas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783517]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro diz que maioria dos relatos são falsos e garante condições para correção digital</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-diz-que-maioria-dos-relatos-sao-falsos-e-garante-condicoes-para-correcao-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação disse hoje que a maioria das falhas relatadas no processo de classificação dos exames nacionais é falsa e garantiu que existem condições para manter o modelo de correção digital, sem que nenhum aluno seja prejudicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação disse hoje que a maioria das falhas relatadas no processo de classificação dos exames nacionais é falsa e garantiu que existem condições para manter o modelo de correção digital, sem que nenhum aluno seja prejudicado.</p>
<p>&#8220;Do ponto de vista logístico, da distribuição dos exames e da digitalização, não houve nenhum percalço. Obviamente, houve um caso ou outro, mas não são erros que ponham em causa o rigor do sistema&#8221;, afirmou Fernando Alexandre.</p>
<p>Ouvido em audição regimental na comissão parlamentar de Educação e Ciência, o governante foi inicialmente questionado, pelo grupo parlamentar do Chega, sobre os vários problemas relatados, durante os últimos dias, no processo de correção dos exames nacionais.</p>
<p>Desde o atraso na atribuição das credenciais necessárias para aceder às provas, a erros na convocatória de professores classificadores ou falhas na digitalização das folhas de resposta, movimentos e sindicatos de professores têm descrito um cenário de &#8220;caos generalizado&#8221;.</p>
<p>O ministro da Educação, Ciência e Inovação, que, na segunda-feira, garantiu que a correção dos exames nacionais continua a decorrer &#8220;dentro dos prazos previstos&#8221;, afirmou hoje que muitas das situações denunciadas nas redes sociais não se verificam.</p>
<p>&#8220;Pedimos sempre ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e ao Júri Nacional de Exames (JNE) que estejam atentos a todas as comunicações que são feitas, para verificar se são verdadeiras ou falsas. A maioria é falsa&#8221;, disse, em resposta aos deputados.</p>
<p>Admitindo a existência de anomalias pontuais, &#8220;que depois são corrigidas&#8221;, Fernando Alexandre disse que a tutela chegou a ponderar recuar na implementação do modelo de correção digital, alargado este ano a todas as disciplinas, depois de testado, no ano passado, com a prova de Filosofia.</p>
<p>&#8220;O EduQA reiterou que está confiante que vai conseguir garantir a correção digital&#8221;, acrescentando que, para a tutela, o rigor e a transparência da avaliação &#8220;sobrepõem-se a tudo&#8221;.</p>
<p>O governante assegurou ainda que nenhum aluno será prejudicado &#8220;por qualquer processo de avaliação&#8221;.</p>
<p>Quanto aos erros relatados na convocatória dos professores classificadores &#8212; segundo sindicatos e movimentos de professores, foram convocados professores de outras disciplinas, aposentados e até falecidos &#8212; Fernando Alexandre reiterou que &#8220;quem convoca são os diretores&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se convocam erradamente, então é uma responsabilidade dos diretores&#8221;, afirmou o ministro, rejeitando, por outro lado, acusações de desresponsabilização, depois de a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas ter apontado, na segunda-feira, uma aparente transferência de responsabilidades por parte da tutela.</p>
<p>Ainda assim, segundo o ministro, também nestes casos a esmagadora maioria das situações relatadas acabou por não se confirmar, após averiguação do EduQA.</p>
<p>Na sua intervenção inicial, Fernando Alexandre defendeu o modelo de classificação digital, argumentando que permitirá tornar o processo mais eficiente, uma vez que &#8220;no lugar de corrigir 40 exames iguais, cada professor vai corrigir 200 vezes a mesma pergunta&#8221; de exames diferentes.</p>
<p>&#8220;E esse é um ponto muito importante, porque quando nós temos um professor a corrigir apenas uma parte do exame, reduzimos o viés que a correção individual introduz e, por isso, vamos garantir mais rigor, mais objetividade na avaliação e este é mais um avanço do sistema&#8221;, disse.</p>
<p>A propósito dos exames nacionais, o ministro adiantou ainda que, no próximo ano letivo, será implementado um projeto-piloto de normalização das notas, com o objetivo de corrigir diferenças de dificuldade entre anos, tornando comparáveis os resultados e reduzindo o efeito de variações na dificuldade das provas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784062]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Navio estrangeiro encalhou no Estreito de Ormuz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-navio-estrangeiro-encalhou-no-estreito-de-ormuz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Um navio encalhou no Estreito de Ormuz depois de alegadamente se ter desviado da rota aprovada pelo Irão para a navegação, informou hoje a televisão estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um navio encalhou no Estreito de Ormuz depois de alegadamente se ter desviado da rota aprovada pelo Irão para a navegação, informou hoje a televisão estatal iraniana. </P><br />
<P>A estação iraniana identificou a embarcação afetada como um navio porta-contentores estrangeiro, mas não forneceu outros detalhes, referindo que encalhou devido às águas pouco profundas ao longo da rota que escolheu.</P><br />
<P>A emissora declarou que as empresas de transporte marítimo precisam de seguir as instruções da Guarda Revolucionária do Irão sobre rotas de navegação.</P><br />
<P>A força naval da Guarda &#8220;alertou repetidamente capitães, armadores e executivos de companhias de navegação em todo o mundo que qualquer entrada ou saída por rotas diferentes poderia levar a incidentes irreparáveis&#8221;, informou a televisão. </P><br />
<P>A notícia da televisão de teerão não mencionou os dois navios que o Irão atacou nos últimos dias por tentarem cruzar o estreito sem a permissão de Teerão, incluindo uma embarcação que transportava crude do Qatar.</P><br />
<P>O incidente relativo ao navio encalhado ocorreu na altura em que os enviados dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Steve Witkoff, e Jared Kushner, genro do presidente norte-americano Donald Trump, se encontravam em Doha, no Qatar, para conversações com mediadores, onde também deveriam estar presentes negociadores iranianos.</P><br />
<P> O Irão e os Estados Unidos concordaram, como parte de um acordo provisório, em permitir a passagem de navios sem cobrança de taxas durante 60 dias.</P><br />
<P>No entanto, Teerão insistiu que deveria controlar as rotas das embarcações e, posteriormente, cobrar taxas pela passagem, alterando décadas de práticas estabelecidas para as vias marítimas do Golfo Pérsico. </P><br />
<P>Os Estados Unidos e muitos países árabes do Golfo afirmaram que não vão aceitar o pagamento de taxas adicionais. </P><br />
<P>Uma iniciativa de Omã e de uma agência das Nações para estabelecer uma nova rota junto à costa do sultanato desencadeou reações no Médio Oriente no passado fim de semana, evidenciando as tensões que ainda dominam a região.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784061]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal entra no top 5 dos países europeus com maior potencial de crescimento — mas viver no país tornou-se o grande desafio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entra-no-top-5-dos-paises-europeus-com-maior-potencial-de-crescimento-mas-viver-no-pais-tornou-se-o-grande-desafio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[PlayersTime]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo analisou 31 países europeus e atribuiu pontuações em 11 métricas, com base em dados de entidades como o Eurostat, a Organização Internacional do Trabalho, a Numbeo e a StartupBlink]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal surge entre os cinco países europeus com maior potencial de crescimento em 2026, num ranking elaborado pela &#8216;<a href="https://www.playerstime.com/reports/europe-countries-growth/" target="_blank" rel="noopener">PlayersTime</a>&#8216; que cruza indicadores de demografia, inovação, atividade económica, produtividade, salários, emprego qualificado, criação de empresas e evolução dos preços da habitação.</p>
<p>O estudo analisou 31 países europeus e atribuiu pontuações em 11 métricas, com base em dados de entidades como o Eurostat, a Organização Internacional do Trabalho, a Numbeo e a StartupBlink. O objetivo foi perceber onde é que a Europa está a ganhar mais dinamismo — não apenas em termos de riqueza, mas também de capacidade para atrair pessoas, empresas, talento e investimento.</p>
<p>A conclusão principal é clara: a nova geografia do crescimento europeu está a ser desenhada por países que combinam inovação, emprego qualificado, população ativa e mercados imobiliários em valorização. Espanha lidera o ranking geral, seguida dos Países Baixos, Irlanda e França. Portugal fecha o top 5, destacando-se sobretudo no empreendedorismo, no crescimento da população em idade ativa e no emprego ligado a setores tecnológicos.</p>
<p>Segundo o relatório, Portugal conta com quase sete milhões de pessoas entre os 15 e os 64 anos, num total de 10,38 milhões de habitantes. Este grupo representa cerca de 65% da população, um dado que coloca o país entre os mercados europeus com maior peso relativo da população em idade ativa. Entre 2024 e 2025, Portugal registou ainda um crescimento de 1,5% neste segmento, passando de 6,71 milhões para 6,81 milhões de pessoas.</p>
<p>Este desempenho coloca Portugal em terceiro lugar na Europa no crescimento da população em idade ativa, atrás apenas de Malta e da Irlanda. Para a &#8216;PlayersTime&#8217;, este dado é relevante porque sugere que o país tem conseguido criar condições para fixar mais jovens e trabalhadores, nomeadamente através de uma economia urbana mais dinâmica e de um ecossistema de startups em crescimento.</p>
<p>Mas há um reverso cada vez mais difícil de ignorar: a habitação. O relatório sublinha que Portugal enfrenta pressão crescente no mercado imobiliário, sobretudo nas grandes áreas urbanas, onde o aumento dos preços começa a desafiar a acessibilidade. Apesar de o estudo não colocar Portugal entre os cinco países europeus com maior subida de preços entre junho de 2025 e junho de 2026, identifica a habitação como um dos principais fatores de tensão no caso português.</p>
<p>No mercado imobiliário europeu, a Suíça lidera a lista das maiores subidas. O preço médio dos apartamentos no centro das cidades passou de 14.296 euros por metro quadrado em junho de 2025 para 16.412 euros em junho de 2026, uma subida de 14,8%. Malta aparece em segundo lugar, com um aumento de 12,06%, para 3.860 euros por metro quadrado, seguida da Hungria, onde os preços cresceram 11,6%, para 3.352 euros.</p>
<p>Dinamarca e Países Baixos completam o top 5 das maiores valorizações imobiliárias, com subidas de 9,8% e 8,6%, respetivamente. No caso neerlandês, a evolução dos preços acompanha um desempenho muito forte no ranking geral: os Países Baixos surgem como o segundo país europeu com maior potencial de crescimento, reforçados por elevada produtividade, inovação e procura imobiliária persistente.</p>
<p>Na direção oposta, há mercados que começam a arrefecer. A Lituânia registou a maior queda nos preços dos apartamentos no centro das cidades, com uma descida de 14,78%, para 3.183 euros por metro quadrado. Seguem-se Finlândia, com uma quebra de 13,45%, França, com menos 10,89%, Suécia, com menos 9,75%, e Reino Unido, onde os preços recuaram 7,86%.</p>
<p>A leitura da PlayersTime é que os mercados mais atrativos e de crescimento mais rápido não são necessariamente os mais baratos. Pelo contrário, muitos dos países com melhor desempenho são também os mais caros, precisamente porque os preços refletem procura sustentada, confiança económica e atratividade de longo prazo para compradores nacionais e internacionais.</p>
<p>Silvana Vladimirova, analista de dados da PlayersTime, defende que a Europa está a dividir-se entre mercados caros, muito procurados e economicamente mais fortes, e mercados mais acessíveis que podem estar ainda numa fase de recuperação ou a refletir menor intensidade de procura. “Mais do que a acessibilidade, é agora o ritmo de crescimento dos preços — e a procura que está por trás dele — que melhor mostra a posição de cada país no mapa europeu de desenvolvimento”, comenta.</p>
<p>Para Portugal, a leitura é dupla. O país aparece bem posicionado no novo mapa europeu de crescimento, apoiado por população ativa, empreendedorismo e setores qualificados. Mas o mesmo relatório deixa um aviso: se a habitação continuar a encarecer nas grandes cidades, uma das forças que torna Portugal atrativo pode transformar-se num obstáculo para quem vive, trabalha ou quer investir no país.</p>
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		<title>Taxa de inflação da zona euro abranda para 2,8% em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:35:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de inflação anual da zona euro abrandou em junho para 2,8%, face a maio, após dois meses de subida, devido à desaceleração do aumento dos preços da energia, estima hoje o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de inflação anual da zona euro abrandou em junho para 2,8%, face a maio, após dois meses de subida, devido à desaceleração do aumento dos preços da energia, estima hoje o Eurostat.</p>
<p>Segundo uma estimativa rápida do serviço de estatísticas da União Europeia, a taxa de inflação homóloga abrandou face aos 3,2% de maio, mas mantém-se acima da de 2,0% de junho de 2025.</p>
<p>Analisando os principais componentes da inflação na área do euro, prevê-se que a energia registe a taxa anual mais elevada em junho (8,7%, em comparação com 10,8% em maio), seguida dos serviços (3,2%, face a 3,5% em maio), alimentos, bebidas alcoólicas e tabaco (1,6%, em comparação com 1,9% em maio) e bens industriais não energéticos (0,9%, estável em relação a maio).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784057]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento vai ouvir com urgência secretária-geral do SSI sobre ameaças da extrema-direita armada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:29:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Constitucionais aprovou hoje, por unanimidade, um requerimento do Bloco de Esquerda para audição urgente à secretária-geral do Sistema de Segurança Interna (SSI) sobre ameaças do Movimento Armilar Armado, de extrema-direita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Constitucionais aprovou hoje, por unanimidade, um requerimento do Bloco de Esquerda para audição urgente à secretária-geral do Sistema de Segurança Interna (SSI) sobre ameaças do Movimento Armilar Armado, de extrema-direita.</p>
<p>Esta audição com Patrícia Barão, centrada no funcionamento da Unidade de Coordenação Antiterrorismo (UCAT), vai decorrer à porta fechada e acontece, segundo deputados de todas bancadas, após serem conhecidas &#8220;falhas de segurança gravíssimas&#8221; contra o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o ex-Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, entre outras figuras políticas.</p>
<p>Na apresentação do seu requerimento, Fabian Figueiredo referiu que na lista de alvos do grupo de extrema-direita armado estavam deputados, sedes de partidos de esquerda, associações como o SOS Racismo ou a Casa do Brasil.</p>
<p>&#8220;Queremos saber o que vai ser feito para futuro. Não se pode repetir o que aconteceu. Temos de acabar com a cultura de quintal entre as diferentes entidades responsáveis pela segurança&#8221;, declarou o deputado do Bloco de Esquerda, depois de ter lembrado que o primeiro-ministro e o seu corpo de segurança desconheciam as ameaças e que se assistiu depois a uma tentativa de desresponsabilização por parte de diferentes entidades na área da segurança.</p>
<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD António Rodrigues subscreveu as declarações do deputado do Bloco de Esquerda, tal como o deputado do CDS João Almeida. Ambos consideraram que Fabian fez uma apresentação &#8220;limpa&#8221; sobre as razões inerentes ao requerimento que apresentara,</p>
<p>António Rodrigues fez questão de observar que Patrícia Barão não era secretária-geral do SSI quando ocorreu a investigação ao grupo armado de extrema-direita.</p>
<p>&#8220;Mas esta questão tem de ser esclarecida, dentro dos limites do segredo de justiça&#8221;, frisou.</p>
<p>A deputada socialista Isabel Moreira manifestou-se de acordo com o requerimento do Bloco de Esquerda e referiu que o atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, esteve envolvido na investigação a este grupo de extrema-direita enquanto ex-diretor nacional da PJ</p>
<p>&#8220;O ministro tem alertado para a existência de uma extrema-direita armada perigosa cujo objetivo é atentar contra o Estado de Direito democrático&#8221;, salientou.</p>
<p>Pelo Chega, o deputado Ricardo Lopes Reis disse concordar com a realização da audição urgente com a secretária-geral do SSI e defendeu que o seu partido &#8220;não tem afinidade com nenhum dos extremos&#8221;.</p>
<p>A única nota de polémica aconteceu quando o ex-presidente da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, acusou as deputadas socialistas Eva Cruzeiro e Isabel Moreira de terem difundido nas redes sociais um vídeo manipulado. Um vídeo no qual se pretendia mostrar que Rui Rocha tinha ficado surpreendido quando o ministro da Administração Interna afirmou que a extrema-direita representa uma ameaça mais grave à segurança do que a extrema-esquerda.</p>
<p>Eva Cruzeiro, na resposta, rejeitou qualquer atitude de desrespeito por outros deputados e defendeu que o vídeo em causa sobre o ex-presidente da IL era sobretudo satírico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784055]]></sapo:autor>
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		<title>Sucessão de Macron já tem datas: França vota a 18 de abril e 2 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:27:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os eleitores franceses vão escolher o próximo Presidente da República em duas voltas, marcadas para 18 de abril e 2 de maio do próximo ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os eleitores franceses vão escolher o próximo Presidente da República em duas voltas, marcadas para 18 de abril e 2 de maio do próximo ano. As datas foram indicadas por dois responsáveis governamentais, sob anonimato, antes do anúncio oficial.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão deverá ser comunicada publicamente após a reunião do Conselho de Ministros desta quarta-feira. A informação tinha sido inicialmente avançada pelo jornal local Ouest France.</p>
<p class="isSelectedEnd">Macron termina segundo mandato em maio</p>
<p class="isSelectedEnd">O segundo mandato de Emmanuel Macron termina a 13 de maio. As datas escolhidas aproximam a eleição desse limite, respeitando as exigências legais e constitucionais aplicáveis às presidenciais francesas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tendo em conta essas restrições, as únicas outras datas possíveis seriam 11 e 25 de abril. No entanto, o calendário definido coloca a votação mais perto do fim formal do mandato de Macron.</p>
<p class="isSelectedEnd">Presidente francês não pode recandidatar-se</p>
<p class="isSelectedEnd">Emmanuel Macron está impedido pela Constituição de concorrer a um terceiro mandato consecutivo. A saída do atual Presidente abre uma corrida presidencial com vários candidatos já posicionados para tentar suceder-lhe no Eliseu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os nomes que se perfilam estão dois antigos primeiros-ministros de Macron, Edouard Philippe e Gabriel Attal, bem como o líder da esquerda radical, Jean-Luc Mélenchon.</p>
<p class="isSelectedEnd">Extrema-direita parte em posição de força</p>
<p class="isSelectedEnd">O favorito à corrida deverá ser o candidato apresentado pelo Reagrupamento Nacional. No entanto, o partido de extrema-direita ainda não decidiu se avançará com Marine Le Pen, figura histórica da formação, ou com Jordan Bardella, uma das suas estrelas em ascensão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão está dependente do desfecho do recurso apresentado por Marine Le Pen contra a condenação por desvio de fundos europeus e contra a proibição de se candidatar a cargos públicos durante cinco anos.</p>
<p>Com Macron fora da disputa, as presidenciais francesas deverão abrir uma nova fase política em França, marcada pela fragmentação do campo governativo, pela mobilização da esquerda radical e pela expectativa em torno da escolha do Reagrupamento Nacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784052]]></sapo:autor>
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		<title>“Uma confusão”: Comissão Europeia acusada de se exceder na política externa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:24:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo chefe da diplomacia europeia Josep Borrell acusa o executivo comunitário de ultrapassar os poderes previstos nos tratados e de criar confusão sobre quem fala em nome da Europa no palco internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O antigo chefe da diplomacia europeia Josep Borrell fez a sua crítica pública mais dura ao crescente papel da Comissão Europeia na diplomacia e na defesa, acusando o executivo comunitário de ultrapassar os poderes previstos nos tratados e de criar confusão sobre quem fala em nome da Europa no palco internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em entrevista ao POLITICO, Borrell afirmou que a sobreposição crescente entre a Comissão Europeia e o Serviço Europeu para a Ação Externa, o braço diplomático da União Europeia que liderou entre 2019 e o final de 2024, criou uma situação de “grande confusão” na máquina de política externa do bloco.</p>
<p class="isSelectedEnd">“A Comissão não fala em representação da União Europeia; a Comissão representa apenas a Comissão”, afirmou o antigo alto representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Crítica direta ao papel de Ursula von der Leyen</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As declarações de Borrell representam uma das críticas mais claras feitas por um antigo responsável máximo da diplomacia europeia à expansão do papel da Comissão Europeia em matérias de política externa e defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão institucional tem vindo a crescer durante a presidência de Ursula von der Leyen. Vários responsáveis atuais e antigos já tinham manifestado reservas em privado sobre o aumento da presença diplomática da Comissão, mas Borrell foi mais longe ao defender publicamente que o executivo comunitário atravessou uma linha definida pelo direito da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Veterano da política europeia, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha e antigo presidente do Parlamento Europeu, Borrell antecedeu Kaja Kallas na liderança do Serviço Europeu para a Ação Externa. Tal como Kallas, também teve uma relação difícil com von der Leyen.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Israel volta a expor divergências em Bruxelas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos pontos que mais irrita Borrell é a relação da Comissão Europeia com Israel. O antigo chefe da diplomacia europeia apontou o exemplo da comissária para o Mediterrâneo, Dubravka Šuica, que se reuniu com responsáveis israelitas poucos dias depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, ter cortado relações com Kaja Kallas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão israelita surgiu na sequência de relatos segundo os quais Kallas teria comparado o tratamento dado por Israel aos palestinianos ao regime de apartheid na África do Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Borrell, o encontro de Šuica com autoridades israelitas demonstra que a Comissão está a ocupar espaço que deveria caber ao Serviço Europeu para a Ação Externa.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Com que autoridade é que uma comissária vai a Israel dizer que a União Europeia e Israel se amam, concordam e celebram o papel de Israel na paz e na estabilidade, quando, ao mesmo tempo, a alta representante da União Europeia para a política externa é banida por Israel?”, questionou.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Borrell invoca tratados europeus</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo alto representante citou o tratado da União Europeia, que determina que a Comissão assegura a representação externa da União, mas exclui dessa competência a política externa e de segurança comum.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Borrell, há uma diferença clara entre a dimensão externa das políticas europeias, que cabe à Comissão, e a política externa da União Europeia, que permanece nas mãos das capitais nacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Certamente, a Comissão tem políticas com uma dimensão externa”, afirmou. “Mas uma coisa é isso, outra coisa é pretender definir a posição da União na guerra contra o Irão, ou no conflito israelo-palestiniano e noutros conflitos no Médio Oriente.”</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Borrell, estes temas não pertencem ao domínio das relações externas da Comissão, mas sim à política externa. Por isso, defende que qualquer posição comum deve passar pelo Conselho, onde os Estados-membros têm competência sobre política externa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Relação difícil com von der Leyen</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Borrell também recordou os atritos que teve com Ursula von der Leyen durante o seu mandato. O antigo responsável espanhol, socialista, assumiu frequentemente posições críticas sobre Israel, enquanto críticos acusavam a presidente da Comissão, conservadora alemã, de estar demasiado alinhada com Telavive.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Não foi fácil, mas tentámos gerir a situação”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo alto representante evocou ainda o lançamento, em 2021, do Conselho de Comércio e Tecnologia entre a União Europeia e os Estados Unidos, criado por von der Leyen e pelo então Presidente norte-americano Joe Biden.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Borrell, do lado norte-americano o fórum era presidido pelo secretário de Estado Antony Blinken, enquanto do lado europeu o alto representante nem sequer integrava o formato.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Defesa é novo foco de tensão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para Borrell, a mesma disputa institucional está agora a surgir na área da defesa. O antigo chefe da diplomacia europeia afirmou que se sentiria desconfortável se, enquanto alto representante, estivesse sentado à mesa perante alguém a anunciar a construção de uma União Europeia da Defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sua perspetiva, a Comissão também está a ultrapassar o seu papel nesta área, uma vez que a defesa, tal como a política externa, é competência dos Estados-membros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2024, Ursula von der Leyen nomeou o primeiro comissário europeu da Defesa, o antigo primeiro-ministro lituano Andrius Kubilius. Na carta de missão, encarregou-o de construir uma União Europeia da Defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Borrell considera que esta decisão mostra que a Comissão “expandiu claramente” a vontade de assumir o comando da política externa e de segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Comissão não pode fingir ser um Pentágono sombra”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Borrell, em teoria, Kubilius é apenas comissário para a indústria da defesa, uma função compatível com as competências da Comissão em áreas como a regulação do mercado. No entanto, ao ser incumbido de criar uma União Europeia da Defesa, a missão aproxima-se da Política Comum de Segurança e Defesa, o quadro já existente da União Europeia para defesa e gestão de crises.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o antigo alto representante, essa tarefa pertence ao cargo que lidera a diplomacia europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Se se começa a construir este enquadramento institucional, o conflito está lá, é inevitável”, afirmou, defendendo que o sistema tem de ser clarificado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Borrell sublinha que a política de defesa é, na prática, uma política intergovernamental, porque essa é a realidade da União Europeia. “A Comissão não pode fingir ser um Pentágono sombra”, afirmou.</p>
<p>A Comissão Europeia não respondeu ao pedido de comentário feito pelo POLITICO.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784047]]></sapo:autor>
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		<title>Nova SBE recebe o maior encontro mundial de economia do ambiente em Carcavelos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:24:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
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					<description><![CDATA[A Nova SBE, em Carcavelos, está a acolher até 3 de julho o World Congress of Environmental and Resource Economists (WCERE 2026), considerado o principal encontro mundial na área da economia do ambiente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova SBE, em Carcavelos, está a acolher até 3 de julho o World Congress of Environmental and Resource Economists (WCERE 2026), considerado o principal encontro mundial na área da economia do ambiente.</p>
<p>O evento, que reúne mais de 1.500 participantes de 65 países, junta ao longo de cinco dias investigadores, decisores políticos, representantes de organizações internacionais, líderes empresariais e jovens cientistas. No total, estão previstas mais de 270 sessões, entre conferências plenárias, debates temáticos, workshops e encontros dedicados à ligação entre ciência, políticas públicas e setor privado.</p>
<p>Entre os nomes em destaque nesta edição estão Rashid Sumaila (University of British Columbia), distinguido com o Tyler Prize e referência mundial na economia dos oceanos e pescas; Juan-Pablo Montero (Pontificia Universidad Católica de Chile), especialista em mercados de energia e regulação ambiental; Natalia Fabra (CEMFI), com trabalho focado na transição energética; e Lint Barrage (ETH Zurique), conhecida pela investigação sobre os impactos macroeconómicos das políticas climáticas.</p>
<p>A agenda científica do congresso reflete alguns dos principais desafios ambientais e económicos da atualidade: alterações climáticas, perda de biodiversidade, transição energética, descarbonização e financiamento da economia verde. Em discussão estão também temas como o preço do carbono, a economia circular, a justiça ambiental, os mercados de energias renováveis e as finanças sustentáveis. Um dos pontos emergentes do programa é ainda o papel da inteligência artificial na economia do ambiente.</p>
<p>Coorganizado pelo Nova SBE Environmental Economics Knowledge Center e pelo Nova Forum, em conjunto com as principais associações regionais da área — AAERE, AERE, AFAERE, EAERE e LAERE — o WCERE 2026 reforça o estatuto do congresso como o maior encontro global de economia do ambiente.</p>
<p>Para a instituição, a realização do evento em Portugal representa um sinal de reconhecimento internacional. “Receber em Carcavelos a maior comunidade mundial da economia do ambiente é, para a Nova SBE, um motivo de grande orgulho. Quando os melhores investigadores do mundo se sentam à mesma mesa que decisores políticos e líderes empresariais, é a sociedade que ganha”, afirma Pedro Oliveira, dean da Nova SBE.</p>
<p>O responsável acrescenta ainda que o congresso “consolida a posição como um centro global de sustentabilidade, liderança responsável e investigação com impacto real”, sublinhando também o reforço do papel de Portugal como palco de debates internacionais sobre política climática.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784048]]></sapo:autor>
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		<title>PJ faz mais de uma dezena de detenções em operação ligada a fraude milionária ao Santander</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação incide nomeadamente sobre um esquema de phishing, através do qual terá sido concretizada a fraude ao Santander.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Polícia Judiciária tem em curso, esta quarta-feira de manhã, uma operação de combate ao cibercrime relacionada com um esquema de fraude que terá lesado o banco Santander em cerca de 50 milhões de euros em Espanha.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a CNN Portugal, a operação está a ser realizada em articulação com as autoridades espanholas e envolve buscas e mais de uma dezena de detenções.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a mesma fonte, a investigação incide nomeadamente sobre um esquema de phishing, através do qual terá sido concretizada a fraude ao Santander.</p>
<p class="isSelectedEnd">Grande parte do valor lesado em Espanha terá sido posteriormente colocado em contas bancárias em Portugal, com recurso a testas de ferro, num alegado esquema de branqueamento de capitais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação mobiliza a unidade de combate ao cibercrime da Polícia Judiciária e a Diretoria do Norte da PJ.</p>
<p>As diligências decorrem no âmbito da cooperação entre as autoridades portuguesas e espanholas, perante suspeitas de fraude informática e branqueamento de capitais associados ao caso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784043]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Siemens investe 300 ME em distribuição de energia na Alemanha e cria 700 postos de trabalho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/siemens-investe-300-me-em-distribuicao-de-energia-na-alemanha-e-cria-700-postos-de-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo industrial e tecnológico alemão Siemens vai investir 300 milhões de euros na expansão de instalações de distribuição de energia altamente eficientes na Alemanha e criar 700 postos de trabalho até 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo industrial e tecnológico alemão Siemens vai investir 300 milhões de euros na expansão de instalações de distribuição de energia altamente eficientes na Alemanha e criar 700 postos de trabalho até 2030.</p>
<p>A Siemens informou hoje que estes sistemas de distribuição de energia são utilizados em centros de dados, na mobilidade elétrica e na automação industrial, pelo que o investimento pretende ampliar a fábrica de Frankfurt e construir uma fábrica fornecedora na cidade de Offenbach.</p>
<p>A Siemens pretende expandir tecnologias que são fundamentais para a transição energética e para os centros de dados destinados à Inteligência Artificial (IA), face ao aumento da procura.</p>
<p>Este anúncio de investimento e consequente criação de novos postos de trabalho, surge um ano depois de a empresa alemã ter anunciado a intenção de cortar 6.000 postos de trabalho em todo o mundo, dos quais quase metade (2.850) na Alemanha, sobretudo na divisão de digitalização das fábricas.</p>
<p>O corte de postos de trabalho foi justificado pela necessidade de ajustamento da capacidade de produção do grupo à queda da procura.</p>
<p>No ano fiscal de 2025, a Siemens reportou um resultado líquido recorde de 10,4 mil milhões de euros, um aumento de 16% face a 2024.</p>
<p>No exercício fiscal terminado a 30 de setembro de 2025, a empresa registou 10,4 mil milhões de euros em resultado líquido, &#8220;um recorde pelo terceiro ano consecutivo, com crescimento nas encomendas e nas receitas a uma taxa média de 5 a 6%&#8221;.</p>
<p>Além disso, a Siemens iniciou hoje a recompra de ações próprias no valor de até 6.000 milhões de euros e prevê adquirir, o mais tardar até ao final de julho de 2031, um máximo de 70 milhões de ações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784034]]></sapo:autor>
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		<title>EDP, Galp e Jerónimo Martins são as marcas portuguesas com maior valor financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:57:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A EDP atinge 3,161 mil milhões de euros, com um crescimento de 10,1%. Segue-se a Galp, com 2,519 mil milhões (+16,2%), e a Jerónimo Martins, que sobe para 1,890 mil milhões (+17,7%).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP volta a ocupar o primeiro lugar no ranking das marcas portuguesas mais valiosas em 2026, seguida pela Galp e pela Jerónimo Martins. A conclusão é do estudo anual da consultora OnStrategy, que avaliou mais de 500 marcas nacionais com base na metodologia Royalty Relief, em conformidade com as normas ISO 20671 e ISO 10668.</p>
<p>A liderança mantém-se inalterada: a EDP atinge 3,161 mil milhões de euros, com um crescimento de 10,1%. Segue-se a Galp, com 2,519 mil milhões (+16,2%), e a Jerónimo Martins, que sobe para 1,890 mil milhões (+17,7%).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-784021" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/1.png" alt="" width="436" height="541" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/1.png 436w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/1-242x300.png 242w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/1-363x450.png 363w" sizes="(max-width: 436px) 100vw, 436px" /></p>
<p>O setor financeiro foi um dos grandes motores de crescimento, com destaque para a Caixa Geral de Depósitos e o Millennium bcp, ambas com aumentos de 25,4%, e para a Fidelidade, que cresce 24,1%. Também o Novo Banco e o Banco BPI apresentam evolução positiva.</p>
<p>No retalho, a tendência de crescimento é transversal. A Worten sobe 27%, a Continente cresce 22,8% e a Sonae regista +18,6%.</p>
<p>O setor energético mantém-se no topo em termos de dimensão absoluta, com EDP e Galp a serem as únicas marcas a ultrapassar os 2,5 mil milhões de euros. O desempenho reflete o investimento contínuo na transição energética, nas renováveis e na inovação tecnológica.</p>
<p>Na área da mobilidade e serviços, a TAP Air Portugal destaca-se com o maior crescimento percentual do ranking (+28,5%). Também os CTT sobem 18,8%, acompanhando a recuperação da procura e melhorias operacionais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-784022" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/2.png" alt="" width="392" height="527" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/2.png 392w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/2-223x300.png 223w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/2-335x450.png 335w" sizes="(max-width: 392px) 100vw, 392px" /></p>
<p>Na alimentação e bebidas, a Super Bock, a Delta Cafés e a Sagres mantêm o seu lugar no ranking, com crescimentos mais moderados.</p>
<p>No setor da saúde, a CUF e a Luz Saúde continuam a ganhar valor, impulsionadas pela confiança dos consumidores e pela inovação nos serviços.</p>
<p>Já nas telecomunicações, o cenário é mais pressionado. A MEO recua 1,5% e a NOS cai 6,5%, num mercado cada vez mais competitivo e maduro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784020]]></sapo:autor>
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		<title>Lisboa, Setúbal, Leiria e Coimbra entram em aviso vermelho devido ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O aviso vermelho é o nível mais elevado da escala de avisos meteorológicos e é emitido quando estão previstas condições de risco extremo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os distritos de Lisboa, Setúbal, Leiria e Coimbra vão passar a estar sob aviso vermelho devido à previsão de temperaturas muito elevadas nos próximos dias, no âmbito da onda de calor que está a afetar Portugal continental.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, Lisboa e Setúbal entram em aviso vermelho a partir da meia-noite. O alerta vai vigorar entre as 00h00 e as 23h00 de sexta-feira, devido à “persistência de valores extremamente elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também Leiria e Coimbra viram o nível de alerta ser elevado para vermelho. Nestes dois distritos, o aviso entra em vigor a partir da meia-noite de quarta para quinta-feira e mantém-se até às 07h00 de sábado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aviso vermelho é o nível mais elevado da escala de avisos meteorológicos e é emitido quando estão previstas condições de risco extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A subida para vermelho em Lisboa, Setúbal, Leiria e Coimbra reflete o agravamento da onda de calor, que deverá prolongar-se durante vários dias e afetar praticamente todo o território continental.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta quarta-feira, a maior parte de Portugal continental encontra-se sob aviso amarelo devido ao calor. As exceções são Beja, Évora, Portalegre e Castelo Branco, que já estão sob aviso laranja.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até sexta-feira, todo o país deverá ficar abrangido por avisos laranja e vermelho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o IPMA, o tempo quente e seco deverá manter-se durante, pelo menos, uma semana.</p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas máximas poderão chegar aos 44 ºC em algumas regiões, enquanto as mínimas deverão situar-se entre os 24 ºC e os 28 ºC. Uma noite é considerada tropical quando a temperatura mínima não desce abaixo dos 20 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">A combinação entre máximas muito elevadas e noites quentes deverá agravar o desconforto térmico, sobretudo nas zonas abrangidas pelo aviso vermelho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O IPMA classifica esta situação como “particularmente anómala” nas regiões do litoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o instituto, a ausência de progressão da brisa marítima para o interior, ou a sua fraca intensidade, deverá contribuir para valores elevados de temperatura durante vários dias consecutivos.</p>
<p>Este fator ajuda a explicar a persistência do calor em zonas onde, em condições normais, a influência marítima tende a moderar as temperaturas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784015]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI acompanha principais índices europeus e segue em terreno negativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de abertura e continuava em terreno negativo mais de uma hora depois, em linha com as principais bolsas europeias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de abertura e continuava em terreno negativo mais de uma hora depois, em linha com as principais bolsas europeias.</p>
<p>Pelas 09:15 em Lisboa, o PSI recuava 0,40% para 9.095,87 pontos, com 12 cotadas a verem a sua cotação a descer e quatro a valorizar.</p>
<p>As maiores perdas eram registadas pela NOS e pela REN, sendo que eram as únicas com uma variação acima de 1%, com a empresa de telecomunicações a descer 1,09% para 4,99 euros e a energética a baixar 1,06% para 3,73 euros.</p>
<p>Seguiam-se a Navigator, com uma desvalorização de 0,74% para 3,20 euros, a EDP Renewables, que perdia 0,64% para 14,08 euros, e a EDP e a Teixeira Duarte, ambas com perdas de 0,57% para, respetivamente, 4,56 euros e 0,53 euros.</p>
<p>À Altri, que desvalorizava 0,53% para 4,73 euros, seguia-se Sonae, que ao perder 0,50% era cotada em 2,01 euros.</p>
<p>Também no &#8216;vermelho&#8217; estavam Mota-Engil (-0,34% para 4,65 euros), Galp (-0,30% para 18,59 euros), BCP (-0,24% para 1,03 euros) e Jerónimo Martins (-0,06% para 16,75 euros).</p>
<p>Em sentido inverso, a Semapa liderava os ganhos, com uma valorização de 0,49% para 20,40 euros.</p>
<p>Atrás de si estavam os CTT, que cresciam 0,45% para 5,81 euros, a Ibersol, que acelerava 0,30% para 9,88 euros, e a Corticeira Amorim, que subia 0,16% para 6,40 euros.</p>
<p>As principais bolsas europeias voltam hoje a terreno negativo depois de fecharem o semestre com ganhos, tal como em Nova Iorque.</p>
<p>Na terça-feira, o Dow Jones fechou o seu melhor primeiro semestre, ao subir 8,85%, enquanto o S&amp;P 500 valorizou 9,6% e o Nasdaq 12,8%, numa evolução impulsionada pela inteligência artificial (IA) e pelos avanços das pequenas empresas.</p>
<p>Além das expectativas sobre as negociações entre Estados Unidos da América e Irão sobre o conflito, os investidores também aguardam a intervenção de Warsh no fórum do Banco Central Europeu (BCE), em Sintra, que será encerrado pela presidente, Christine Lagarde.</p>
<p>O Eurostat publica hoje a estimativa preliminar da inflação para a zona euro em junho, enquanto nos EUA será divulgado o relatório ADP sobre o emprego no país, assim como os dados PMI do setor transformador.</p>
<p>Após o presidente do parlamento iraniano ter defendido a soberania do país sobre o estreito de Ormuz, que considerou o maior instrumento de poder, o barril de Brent, referência para a Europa, subia e voltava acima dos 73 dólares.</p>
<p>O euro volta a descer e é negociado a 1,139 dólares, enquanto o ouro baixa 1,15% para 3,962,82 dólares por onça e a bitcoin estabiliza nos 58.576 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784004]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crédito europeu desafia crise geopolítica e continua a atrair investidores. Especialista vê mais oportunidades do que riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:32:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mercados europeus de crédito continuam a dar sinais de resiliência, apesar das recentes tensões geopolíticas e da volatilidade dos preços do petróleo. A conclusão é de Elisa Belgacem, Senior Credit Strategist da Generali Investments.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados europeus de crédito continuam a dar sinais de resiliência, apesar das recentes tensões geopolíticas e da volatilidade dos preços do petróleo. A conclusão é de Elisa Belgacem, Senior Credit Strategist da Generali Investments, que considera que o atual contexto continua a favorecer o investimento em crédito, ainda que os ativos estejam cada vez mais caros.</p>
<p>Segundo a especialista, os spreads das obrigações europeias de grau de investimento (investment grade) mantêm-se estáveis em torno dos 75 pontos base, enquanto o segmento de high yield permanece próximo dos 270 pontos base. Este comportamento, refere, demonstra que o impacto das incertezas macroeconómicas continua a ser limitado e que o apetite pelo risco por parte dos investidores permanece robusto.</p>
<p>Para a Generali Investments, o cenário continua favorável a uma alocação construtiva ao crédito. Com as yields das obrigações investment grade europeias a rondarem os 3,4%, o principal motor do retorno continua a ser o rendimento proporcionado pelos ativos (carry), mais do que a evolução dos spreads, sobretudo quando comparado com as obrigações soberanas.</p>
<p>Elisa Belgacem destaca que os spreads representam atualmente menos de um quinto da yield total, o que reforça o perfil de &#8220;rates plus&#8221; das obrigações sénior de grau de investimento e oferece uma proteção adicional face a um eventual alargamento moderado dos spreads ou a episódios de maior volatilidade nas taxas de juro.</p>
<p>A estratega salienta, contudo, que os investidores estão a tornar-se mais seletivos. À medida que as obrigações sénior investment grade passam a comportar-se cada vez mais como ativos sensíveis à duração, o capital está a ser direcionado para segmentos com maior potencial de rendimento, como o setor financeiro, a dívida subordinada e o mercado de high yield.</p>
<p>Apesar de considerar que a margem para uma nova compressão dos spreads é atualmente reduzida, Elisa Belgacem acredita que os fatores técnicos continuam a suportar o mercado e que o contexto permanece favorável a estratégias centradas no carry, sustentando a preferência da Generali Investments pelo crédito em detrimento das obrigações soberanas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-784000" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Imagem1.png" alt="" width="567" height="331" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Imagem1.png 567w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Imagem1-300x175.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783999]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>NOS com fibra nos 308 concelhos num investimento de mais de 326 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A NOS anunciou hoje que chegou com fibra ótica a todos os 308 concelhos portugueses, incluindo continente e ilhas, depois de um investimento de mais de 326 milhões de euros, realizado nos últimos 10 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NOS anunciou hoje que chegou com fibra ótica a todos os 308 concelhos portugueses, incluindo continente e ilhas, depois de um investimento de mais de 326 milhões de euros, realizado nos últimos 10 anos.</p>
<p>&#8220;Este esforço começou em 2015 com um ambicioso plano de expansão de rede de fibra ótica, altura desde a qual a NOS duplicou a cobertura da sua rede&#8221;, refere a empresa liderada por Miguel Almeida, em comunicado.</p>
<p>Neste momento, &#8220;a NOS cobre mais de 92% das casas portuguesas&#8221;.</p>
<p>Este investimento &#8220;tem um propósito claro, o de garantir que todos os portugueses têm à sua disposição tecnologia de ponta e serviços de excelência&#8221;, afirma Daniel Beato, administrador da NOS, citado comunicado.</p>
<p>Este alargamento &#8220;vem reforçar o compromisso da NOS com o país e as comunidades locais, de colocar a melhor tecnologia ao serviço de todos os portugueses&#8221; e &#8220;incluiu a construção de cerca de 1.500 quilómetros de rede de fibra própria, bem como novos acordos de partilha e wholesale&#8221;, adianta a NOS, referindo que, &#8220;neste esforço, foram envolvidas centenas de pessoas, entre equipas técnicas e parceiros&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783995]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preços das casas voltam a bater recorde em Portugal, mas subida abranda para 8,9%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/precos-das-casas-voltam-a-bater-recorde-em-portugal-mas-subida-abranda-para-89/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Comprar casa no país custava, no final de junho, 3.156 euros por metro quadrado, tendo em conta o valor mediano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os preços das casas em Portugal voltaram a atingir um novo máximo histórico em junho, apesar de o ritmo de crescimento ter abrandado face ao mês anterior. Comprar casa no país custava, no final de junho, 3.156 euros por metro quadrado, tendo em conta o valor mediano, de acordo com o índice de preços do idealista.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em termos homólogos, os preços da habitação subiram 8,9% face a junho de 2025. O valor representa uma desaceleração em relação aos 10,2% registados em maio, mas confirma a manutenção da tendência de subida. Este é já o oitavo mês consecutivo em que os preços das casas em Portugal renovam máximos históricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na comparação trimestral, os preços aumentaram 1,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falta de oferta trava correção dos preços</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para Ruben Marques, porta-voz do idealista, o mercado imobiliário dá alguns sinais de moderação, mas a escassez de oferta continua a impedir uma descida dos preços.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O mercado dá alguns sinais de moderação, mas a falta de oferta continua a impedir uma correção dos preços. Enquanto a procura se mantiver elevada e o número de casas disponíveis para venda continuar limitado, será difícil assistir a uma desaceleração mais significativa da valorização da habitação”, afirma.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Capitais de distrito sobem em todo o país</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, os preços das casas à venda aumentaram em todas as 20 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As maiores subidas anuais registaram-se em Portalegre, onde os preços avançaram 25,8%, seguida de Castelo Branco, com 24,3%, e Santarém, com 24,2%. Beja, com uma subida de 23,5%, e Viseu, com 23,2%, completam o grupo das capitais com maiores valorizações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também Bragança, com 19,6%, Coimbra, com 19%, Leiria, com 17,7%, Viana do Castelo, com 16,8%, e Faro, com 14,6%, registaram aumentos expressivos. Seguiram-se Vila Real, com 13,9%, Braga, com 11,1%, Aveiro, com 9,7%, Setúbal, com 9,5%, Ponta Delgada, com 9,1%, e Guarda, com 9%.</p>
<p class="isSelectedEnd">As subidas mais moderadas foram registadas em Évora, com 8,1%, Funchal, com 7,6%, Porto, com 6,9%, e Lisboa, com 5,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Lisboa continua a ser a cidade mais cara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Lisboa mantém-se como a cidade mais cara do país para comprar casa, com um preço mediano de 6.107 euros por metro quadrado. Segue-se o Porto, onde comprar habitação custa 4.053 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Funchal surge na terceira posição, com 3.921 euros por metro quadrado, seguido de Faro, com 3.766 euros por metro quadrado, e Setúbal, com 3.143 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A lista das cidades com preços mais elevados prossegue com Aveiro, onde o metro quadrado custa 2.792 euros, Évora, com 2.663 euros, Coimbra, com 2.449 euros, Ponta Delgada, com 2.393 euros, Viana do Castelo, com 2.320 euros, e Braga, com 2.276 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Abaixo dos 2.000 euros por metro quadrado surgem Leiria, com 1.862 euros, Viseu, com 1.855 euros, Santarém, com 1.796 euros, Beja, com 1.516 euros, Vila Real, com 1.503 euros, Bragança, com 1.184 euros, Castelo Branco, com 1.094 euros, e Portalegre, com 1.061 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cidade mais barata para comprar casa continua a ser a Guarda, com um preço mediano de 1.019 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Santa Maria lidera subidas entre distritos e ilhas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os 26 distritos e ilhas analisados, os preços das casas subiram em 25 no último ano. A única exceção foi a ilha do Faial, onde os preços recuaram 11,9%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maior valorização anual foi registada na ilha de Santa Maria, com uma subida de 37,4%. Seguiram-se a ilha de Porto Santo, com 25,1%, a ilha Terceira, com 24,2%, Coimbra, com 21,6%, Castelo Branco, com 20,4%, e Santarém, com 20,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foram registadas valorizações expressivas em Viana do Castelo, com 18%, Portalegre, com 17,3%, Viseu, com 16,9%, Leiria, com 16,2%, Guarda, com 15,8%, Beja, com 14,3%, Setúbal, com 14,1%, Évora, com 12%, Braga, com 11,7%, e Aveiro, com 11,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com subidas mais moderadas surgem Faro, com 9,6%, a ilha de São Jorge, com 9,4%, a ilha do Pico, com 9,1%, Bragança, com 8,5%, Vila Real, com 7,5%, a ilha da Madeira, com 7,3%, Lisboa, com 7,2%, a ilha de São Miguel, com 5,8%, e Porto, com 5,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Lisboa é também o distrito mais caro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No ranking dos preços por metro quadrado por distrito e ilha, Lisboa mantém-se como o território mais caro para comprar casa, com um preço mediano de 4.724 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seguem-se Faro, com 4.069 euros por metro quadrado, a ilha da Madeira, com 3.700 euros, a ilha de Porto Santo, com 3.638 euros, e Setúbal, com 3.360 euros. Logo depois surgem o Porto, com 3.078 euros por metro quadrado, e a ilha de São Miguel, com 2.307 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com valores intermédios aparecem Aveiro, com 2.101 euros por metro quadrado, Leiria, com 2.029 euros, Braga, com 1.956 euros, a ilha Terceira, com 1.793 euros, Coimbra e Viana do Castelo, ambas com 1.757 euros, Évora, com 1.730 euros, a ilha de Santa Maria, com 1.723 euros, a ilha do Pico, com 1.667 euros, e Santarém, com 1.635 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na parte inferior da tabela surgem a ilha do Faial, com 1.587 euros por metro quadrado, Beja, com 1.460 euros, a ilha de São Jorge, com 1.417 euros, Viseu, com 1.337 euros, Vila Real, com 1.141 euros, Castelo Branco, com 1.045 euros, Portalegre, com 995 euros, Bragança, com 992 euros, e Guarda, que apresenta o valor mais baixo, com 889 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Alentejo lidera valorização regional</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Todas as regiões do país registaram aumentos nos preços das casas à venda nos últimos 12 meses. O Alentejo liderou as valorizações, com uma subida anual de 18,7%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seguiram-se o Centro, com 14,3%, a Região Autónoma dos Açores, com 10%, o Algarve, com 9,6%, a Área Metropolitana de Lisboa, com 8%, e a Região Autónoma da Madeira, com 7,5%. O Norte apresentou a subida mais moderada, com 5,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Área Metropolitana de Lisboa é a região mais cara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Área Metropolitana de Lisboa continua a ser a região mais cara para comprar casa em Portugal, com um preço mediano de 4.403 euros por metro quadrado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Algarve surge em segundo lugar, com 4.069 euros por metro quadrado, seguido da Região Autónoma da Madeira, com 3.697 euros.</p>
<p>Logo depois aparecem o Norte, com 2.558 euros por metro quadrado, o Alentejo, com 2.083 euros, e a Região Autónoma dos Açores, com 2.018 euros. O Centro mantém-se como a região mais barata para comprar habitação, com um preço mediano de 1.786 euros por metro quadrado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783990]]></sapo:autor>
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		<title>Continente: A sustentabilidade como um dos eixos de transformação do negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Continente]]></category>
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					<description><![CDATA[Da meta de neutralidade carbónica em 2040 aos 86 milhões de euros de desperdício alimentar evitado num ano, o continente trata a sustentabilidade como disciplina de gestão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A sustentabilidade deixou de ser uma dimensão paralela do negócio do Continente para assumir um papel central nas decisões estratégicas e operacionais da insígnia e na relação com consumidores, produtores e comunidades. Num contexto em que os critérios ambientais, sociais e de governação ganham peso nas decisões empresariais e no escrutínio dos mercados, a empresa defende uma abordagem em que a sustentabilidade não é um elemento acessório, mas uma componente estruturante da estratégia e da gestão e uma alavanca de criação de valor para o negócio, para as pessoas e para o Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mariana Pereira da Silva, directora de Sustentabilidade do Continente, explica que esta visão resulta de um percurso de décadas. A empresa foi a primeira do sector do retalho e distribuição em Portugal a apresentar uma Política de Ambiente, em 1998, tendo depois lançado os primeiros programas de ecoeficiência e publicado um dos primeiros relatórios de sustentabilidade do sector. Hoje, segundo a responsável, a sustentabilidade está cada vez mais integrada na forma como a organização define prioridades, toma decisões e desenvolve iniciativas.</p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia assenta em quatro pilares: acção climática, com o objectivo de descarbonizar as operações em linha com a meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius; circularidade, com uma utilização mais eficiente dos recursos; produção responsável, com a promoção de práticas de menor impacto ambiental; e oferta responsável, assegurando o acesso a uma alimentação mais equilibrada. Esta visão é complementada com a estratégia de Pessoas e Apoio à Comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela posição que ocupa entre produtores e consumidores, o Continente considera ter condições privilegiadas para inf luenciar comportamentos em toda a cadeia de valor. A escala da operação, a proximidade aos consumidores e a relação construída com parceiros permitem promover práticas mais responsáveis desde a produção até ao momento da compra, uma lógica que atravessa as grandes agendas da estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acção climática e descarbonização</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No plano da acção climática, o compromisso mais visível é a meta de neutralidade carbónica até 2040, que antecipa em dez anos o objectivo definido pela União Europeia. Até 2032, a empresa compromete-se ainda a reduzir em 51% as emissões face aos níveis de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">A execução está assente num roteiro claro e é acompanhada através de indicadores operacionais concretos: a evolução da pegada carbónica das operações é complementada por um conjunto de indicadores como os de eficiência energética, o grau de instalação de centrais fotovoltaicas nas lojas ou a renovação das centrais de frio. A descarbonização é, assim, tratada como um programa de transformação da operação, e não como um compromisso declarativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta agenda tem uma fronteira cada vez mais tecnológica. A electrificação crescente dos consumos, impulsionada pela descarbonização das operações e pela criação de novos serviços que integram a proposta de valor do Continente, torna o investimento em sistemas de monitorização e informação essencial para manter a eficiência energética no centro da tomada de decisão. Este novo contexto exige abordagens mais flexíveis e informadas, capazes de responder à complexidade de um sistema energético marcado por uma produção cada vez mais descentralizada: a gestão integrada da energia produzida localmente e da energia proveniente da rede, a par de soluções de armazenamento, é decisiva para uma gestão simultaneamente mais eficiente do ponto de vista ambiental e económico, um terreno onde a empresa tem vindo a testar soluções antes de as escalar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Economia circular: embalagens e gestão de resíduos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A transição para embalagens mais sustentáveis tem sido conduzida de forma pragmática, garantindo que as soluções adoptadas são simultaneamente mais sustentáveis, funcionais, seguras e convenientes para os consumidores. As prioridades passam por aumentar a reciclabilidade, aumentar a incorporação de material reciclado, eliminar materiais desnecessários e promover a reutilização. A taxa de reciclabilidade das embalagens de marca própria atingiu em 2025 os 95%, um indicador que reflecte a integração da sustentabilidade no desenvolvimento dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">A aposta na reutilização tem vindo a ganhar escala como alternativa às embalagens de uso único. Iniciativas como o Traga Vazio, Leve Cheio, as caixas reutilizáveis nas áreas de take-away e padaria, ou o sistema de reutilização implementado nos restaurantes da Cozinha Continente, em parceria com a Vytal, envolvem directamente os clientes em modelos de consumo mais circulares. O Continente reforçou ainda o investimento em soluções de refill, sobretudo nas categorias de higiene e beleza, com crescente receptividade dos consumidores, e estendeu a lógica à cadeia de abastecimento, com embalagens reutilizáveis no transporte de produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na gestão de resíduos, para além da optimização e valorização dos resíduos gerados na operação, a empresa assume um papel activo na reciclagem junto dos clientes, através de gestos simples e integrados no quotidiano. O espaço Continente Ecospot, presente em mais de 360 lojas, reúne num único local respostas para fluxos de resíduos sem soluções transversais &#8211; cápsulas de café, rolhas de cortiça, pilhas ou lâmpadas &#8211; , integra as máquinas do Sistema de Depósito e Reembolso (Volta) e acolhe campanhas sazonais, como a recolha de cadernos no regresso às aulas. No caso das rolhas, a parceria Green Cork, desenvolvida com a Quercus e a Corticeira Amorim, converte a recolha em financiamento para a plantação de árvores autóctones. Em 2025, os clientes entregaram nos Ecospots 1.120 toneladas de materiais, a medida mais directa da adesão a este modelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Combate ao desperdício alimentar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É no combate ao desperdício alimentar que a ligação entre sustentabilidade e eficiência operacional se torna mais quantificável. A prevenção assenta numa abordagem integrada que cobre todas as etapas da operação, da previsão da procura aos mecanismos de escoamento em loja. Sistemas de monitorização e análise preditiva acompanham continuamente as vendas e ajustam a oferta à procura real; a rede logística centralizada permite seguir, quase em tempo real, os fluxos de entrada e saída de mercadoria, afinando as quantidades expedidas para cada loja e mitigando rupturas e excessos de stock.</p>
<p style="text-align: justify;">Em loja, a gestão da validade é o segundo pilar: os produtos que se aproximam do fim do prazo, mantendo os requisitos de qualidade e segurança alimentar, são sinalizados diariamente com as Etiquetas Rosa, descontos específicos que aceleram o escoamento. Em paralelo, frutas e legumes próximos do ponto óptimo de consumo são direccionados para modelos alternativos de venda, como as Caixas Zero Desperdício, e a parceria com a Too Good To Go disponibiliza Magic Boxes com artigos de padaria, pastelaria e take-away em mais de 40 lojas. Os excedentes que se mantêm aptos para consumo são encaminhados para instituições sociais e associações de bem-estar animal. No conjunto, estas acções permitiram evitar cerca de 86 milhões de euros em desperdício alimentar, mais 10,3 milhões de euros do que em 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">A montante, a intervenção começa no campo. A Feira do Desperdício, desenvolvida com o Clube de Produtores Continente, procura escoar excedentes da produção agrícola que de outra forma não encontrariam destino comercial. Já a Gama Zero Desperdício recupera frutas e legumes que seriam descartados por pequenas imperfeições estéticas, mantendo intactas as características de qualidade e sabor, evitando, segundo a empresa, o desperdício de cerca de 25 toneladas de frutas e legumes por ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cadeia de valor responsável: produção sustentável</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No relacionamento com produtores, fornecedores e parceiros, a empresa combina exigência e colaboração: os requisitos de sustentabilidade não são tratados apenas como matéria de conformidade, mas como instrumentos para construir uma cadeia de abastecimento mais resiliente, transparente e colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify;">A peça central é o Clube de Produtores Continente, que reúne mais de 360 produtores nacionais. Através desta estrutura, a empresa capacita os produtores e incentiva a adopção de técnicas que reduzem a pegada carbónica e minimizam o desperdício, um modelo colaborativo que melhora o desempenho ambiental da produção e contribui para um sistema alimentar mais equilibrado.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação é o outro instrumento de oferta responsável. A empresa tem vindo a ampliar a gama de produtos certificados, apoiando produtores e fornecedores na adopção de práticas mais sustentáveis e reforçando a transparência da cadeia de abastecimento. Destacam-se as certificações de bem-estar animal, que avaliam as condições reais de criação com base em critérios específicos, e, na pesca e aquacultura, os selos Marine Stewardship Council (MSC) &#8211; pesca selvagem sustentável, com stocks saudáveis, impacto minimizado nos ecossistemas marinhos e rastreabilidade total &#8211; e Aquaculture Stewardship Council (ASC), que garante uma produção aquícola ambiental e socialmente responsável. A oferta valoriza ainda referenciais como GLOBALG.A.P. ou a Rainforest Alliance.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consumo sustentável, saúde e bem-estar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A transformação do retalho depende também da capacidade de influenciar hábitos de consumo. O papel da insígnia vai além da disponibilização de produtos: passa por tornar as escolhas sustentáveis mais simples e acessíveis, num contexto em que a sustentabilidade continua a ser, por vezes, um conceito pouco claro para os consumidores. A informação é aqui decisiva e a convicção é prática.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca própria é o principal instrumento de democratização: os critérios de sustentabilidade têm um peso crescente no desenvolvimento e posicionamento dos produtos, permitindo alargar o acesso a opções mais sustentáveis sem comprometer a acessibilidade dos preços. Na dimensão da saúde, a gama Continente Equilíbrio &#8211; mais de 200 produtos validados por nutricionistas e alinhados com as orientações da Direcção-Geral da Saúde &#8211; é apontada como exemplo, a par do trabalho contínuo sobre o perfil nutricional da oferta: redução de açúcar, sal e gordura, eliminação do óleo de palma e aumento do número de produtos certificados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impacto social, comunidades e pessoas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A dimensão social está ligada à forma como a empresa se posiciona nos territórios onde actua, respondendo às necessidades das populações e gerando valor económico e social. A doação de excedentes alimentares e o apoio a instituições sociais são os exemplos mais visíveis. Mas o impacto faz-se também pela via económica: a colaboração com produtores nacionais através do Clube de Produtores promove a agricultura portuguesa, apoia projectos inovadores, cria emprego e contribui para a coesão territorial.</p>
<p style="text-align: justify;">Internamente, esta visão articula-se com valores de responsabilidade, inclusão, bem-estar e respeito, procurando reflectir a mesma ambição nas relações com colaboradores, clientes, produtores e comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gestão com dados e transparência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A monitorização dos objectivos de sustentabilidade assenta cada vez mais em dados. Para Mariana Pereira da Silva, a sustentabilidade tem de ser gerida com o mesmo rigor aplicado às restantes áreas do negócio &#8211; da pegada carbónica das operações à reciclabilidade das embalagens, da redução do desperdício alimentar aos volumes de excedentes doados e ao perfil nutricional dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Num contexto de crescente escrutínio público sobre as políticas de sustentabilidade das empresas, a responsável defende que «a comunicação deve assentar na transparência e em resultados concretos: não basta dizer que somos sustentáveis. É necessário explicar as medidas adoptadas, os resultados alcançados, os objectivos futuros, mas também os desafios que permanecem por resolver.» É essa combinação de ambição, execução e prestação de contas que sustenta a tese central da estratégia do Continente: a de que a sustentabilidade, bem gerida, é um motor de competitividade e de criação de valor partilhado.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “ESG”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780733]]></sapo:autor>
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		<title>Temperaturas acima dos 40 ºC colocam Governo em prontidão para situação de alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A eventual declaração de situação de alerta permitiria reforçar a prontidão das forças de proteção e socorro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal entra esta quarta-feira no período de maior capacidade operacional do ano para combate aos incêndios rurais, numa altura em que o interior do país poderá enfrentar vários dias de perigo elevado, com temperaturas superiores a 40 ºC, vento de leste moderado a forte e humidade relativa do ar em queda acentuada.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://expresso.pt/incendios/2026-07-01-calor-extremo-coloca-governo-em-prontidao-para-decretar-situacao-de-alerta-14815770" target="_blank" rel="noopener">Expresso</a>, fonte do Governo admite que possa ser decretada a situação de alerta, dependendo da evolução operacional e das previsões meteorológicas. A decisão surge num contexto de agravamento do risco de incêndio rural, que deverá manter-se até 8 de julho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A eventual declaração de situação de alerta permitiria reforçar a prontidão das forças de proteção e socorro, agilizar a coordenação entre entidades e restringir atividades que possam originar incêndios. Com esta medida, fica proibido o uso de fogo em espaços florestais, podendo também ser interditado o acesso a algumas zonas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Governo acompanha evolução das ocorrências</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Expresso, o Ministério da Administração Interna está a acompanhar a evolução da situação, numa altura em que o número de incêndios tem vindo a aumentar desde segunda-feira, dia em que foram registadas 46 ocorrências.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as áreas sob vigilância reforçada destacam-se o maciço do Caramulo, que abrange os concelhos de Águeda, Tondela, Mortágua, Vouzela e Oliveira de Frades, e a serra da Freita, em Arouca. São territórios historicamente vulneráveis à ocorrência de grandes incêndios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Elísio Pereira, oficial de ligação no Comando Nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, confirmou ao Expresso que a situação está a ser monitorizada e que poderá haver pré-posicionamento de meios nas zonas mais críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável admitiu ainda a possibilidade de ser emitido um alerta de prontidão, ou mesmo uma situação de alerta, consoante a evolução das condições meteorológicas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Fase Delta mobiliza maior dispositivo do ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A entrada em vigor da Fase Delta do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais coincide com o agravamento do risco meteorológico. Esta fase decorre até 30 de setembro e corresponde ao período de maior empenhamento operacional do dispositivo nacional de combate aos fogos rurais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante estes três meses estarão mobilizados 15.149 operacionais, distribuídos por 2.596 equipas, apoiadas por 3.463 veículos e 50 máquinas de rasto. Trata-se do maior dispositivo anual de proteção e socorro do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os corpos de bombeiros continuam a assegurar a maior parte do dispositivo, com 1.582 equipas e 2.233 veículos. A estes meios juntam-se 464 equipas do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, 193 equipas da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR, 57 equipas da AFOCELCA e 37 equipas da Força Especial de Proteção Civil.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Reserva operacional pode ser acionada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A capacidade de resposta não se limita aos meios permanentemente posicionados. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil dispõe ainda de uma reserva operacional composta por mais 294 equipas, 3.947 operacionais, 1.016 veículos e 21 máquinas de rasto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta reserva pode ser mobilizada sempre que as condições meteorológicas ou a evolução das ocorrências o justifiquem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também a componente aérea atinge nesta fase a dimensão máxima, com 78 aeronaves. Estão incluídos helicópteros ligeiros e pesados, aviões anfíbios e meios de reconhecimento, distribuídos pelos Centros de Meios Aéreos do continente para garantir o ataque inicial e reforçar os teatros de operações quando necessário.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Duas dezenas de concelhos em perigo máximo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, cerca de duas dezenas de concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Faro, Portalegre e Santarém apresentam esta quarta-feira perigo máximo de incêndio rural.</p>
<p class="isSelectedEnd">Grande parte do interior do continente permanece em risco muito elevado, e as previsões indicam que as condições mais severas deverão prolongar-se até 8 de julho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O climatologista Mário Marques prevê tempo quente, com uma subida entre seis e dez graus na temperatura e vento de leste moderado a forte, fatores que deverão aumentar significativamente o risco de incêndio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O especialista estima que o alívio só deverá chegar a partir do dia 8, com a descida das temperaturas, aumento da humidade e mudança do quadrante dos ventos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Primeiros 90 minutos são decisivos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Diretiva Operacional Nacional mantém como prioridade o ataque inicial aos incêndios, considerado determinante para impedir que uma ignição evolua para um grande incêndio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento determina o despacho imediato dos primeiros meios e a concentração de recursos suficientes para dominar as chamas durante os primeiros 90 minutos, período considerado decisivo pelos especialistas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sempre que o perigo de incêndio seja muito elevado ou máximo, a ANEPC pode ordenar o pré-posicionamento de equipas e veículos junto das zonas mais vulneráveis, antecipando a resposta antes mesmo de qualquer alerta ser recebido.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Vigilância armada nas zonas críticas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além do reforço dos meios, já decorrem operações de vigilância armada nas regiões consideradas mais críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Elísio Pereira explicou ao Expresso que estas ações consistem em patrulhamentos permanentes nas áreas de maior risco de incêndio, com equipas preparadas para intervir de imediato sempre que seja detetado um foco.</p>
<p>Com temperaturas acima dos 40 ºC, vento de leste e humidade baixa, o país entra assim num período de elevada exigência operacional, em que a prontidão dos meios de proteção civil poderá ser reforçada caso o Governo avance com a declaração de situação de alerta.</p>
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