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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>A nova carrinha familiar da Kia chega a Portugal com espaço para tudo — e preço abaixo dos 30 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:01:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Representada em Portugal pela Astara, a Kia vai disponibilizar a nova K4 Sportswagon exclusivamente no nível de equipamento Tech, associado a duas motorizações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Kia K4 Sportswagon prepara-se para chegar ao mercado português já em julho, reforçando a presença da marca no segmento C com uma carrinha familiar que combina design, tecnologia, versatilidade e uma afinação dinâmica pensada para a Europa.</p>
<p>Representada em Portugal pela Astara, a Kia vai disponibilizar a nova K4 Sportswagon exclusivamente no nível de equipamento Tech, associado a duas motorizações. A gama nacional inclui o motor 1.0 T-GDi com caixa manual de seis velocidades e a versão 1.0 T-GDi MHEV, com tecnologia mild-hybrid de 48 volts e transmissão automática 7DCT de dupla embraiagem e sete relações.</p>
<p>Na versão 1.0 T-GDi com caixa manual, a nova carrinha da Kia chega ao mercado português por 29.990 euros para clientes particulares, com um preço especial para empresas de 28.330 euros. Já a versão mild-hybrid com transmissão automática 7DCT terá preço de 32.990 euros para particulares e de 30.813 euros para clientes empresariais.</p>
<p>Desenvolvida exclusivamente para o mercado europeu, a K4 Sportswagon posiciona-se no segmento C superior e surge como uma alternativa para famílias e utilizadores profissionais que procuram mais espaço de bagagem e maior polivalência, sem abdicar da tecnologia e do desenho já introduzidos no K4 Hatchback.</p>
<p>“Com o K4 Sportswagon, a Kia expande a versatilidade da gama K4 na Europa com um modelo que combina o pragmatismo do quotidiano, tecnologia avançada e um carácter de condução adaptado às expectativas regionais”, afirma Pablo Martínez Masip, vice-presidente de Produto, Marca e Experiência do Cliente na Kia Europe.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que este é “um modelo importante” para a gama de veículos de passageiros da marca e que reflete o foco da Kia em disponibilizar “tecnologias eficientes e acessíveis adaptadas aos clientes europeus”.</p>
<p>No exterior, a K4 Sportswagon aplica a filosofia de design ‘Opposites United’ a uma carroçaria de carrinha, procurando equilibrar forma e funcionalidade. A frente é marcada pela assinatura luminosa Star Map da Kia, enquanto a lateral combina uma linha de tejadilho fluida, uma secção traseira alongada e manípulos das portas traseiras embutidos no pilar C.</p>
<p>Com 4.695 milímetros de comprimento, 1.850 milímetros de largura, 1.435 milímetros de altura e 2.720 milímetros de distância entre eixos, a nova carrinha aposta numa presença visual ampla e numa utilização familiar. Na traseira, as luzes LED em forma de L invertido, os elementos horizontais e o para-choques esculpido reforçam o carácter desportivo do modelo.</p>
<p>O espaço interior é um dos principais argumentos da K4 Sportswagon. A distância entre eixos permite 964 milímetros de espaço para as pernas dos passageiros traseiros, 991 milímetros de espaço para a cabeça à frente e 982 milímetros atrás. A bagageira oferece até 604 litros de capacidade, valor que pode aumentar para 1.439 litros com os bancos traseiros rebatidos.</p>
<p>O habitáculo partilha a arquitetura interior com o K4 Hatchback até ao pilar C, mas acrescenta uma secção traseira específica para responder às necessidades de carga e flexibilidade no uso diário. A proposta combina espaço para passageiros, capacidade de bagagem e soluções de conforto orientadas para viagens longas e utilização familiar.</p>
<p>A bordo, a nova K4 Sportswagon integra o sistema Connect Car Navigation Cockpit, que reúne um painel de instrumentos de 12,3 polegadas, comandos de climatização de 5,3 polegadas e um ecrã tátil de infoentretenimento de 12,3 polegadas. A disposição cria uma interface horizontal ao longo do tablier, orientada para uma utilização mais intuitiva.</p>
<p>A conectividade inclui Apple CarPlay e Android Auto sem fios, carregamento sem fios para telemóveis e atualizações remotas over-the-air. A Kia inclui ainda os Connected Services e a Automotive Content Platform, baseada no sistema webOS da LG, que permite acesso a streaming a bordo e a outras plataformas digitais pagas.</p>
<p>Na condução, a marca privilegiou uma afinação de chassis específica para as estradas europeias, procurando combinar conforto, estabilidade e respostas previsíveis. O desenvolvimento incidiu na estabilidade do eixo traseiro, no controlo lateral e na adaptação dos sistemas eletrónicos à carroçaria Sportswagon.</p>
<p>A direção foi calibrada para oferecer uma resposta progressiva e uma sensação mais consistente ao centro, enquanto o trabalho de afinação teve também em conta a condução em autoestrada e a utilização em viagens longas, cenários particularmente relevantes no mercado europeu.</p>
<p>A nova carrinha estará disponível com um conjunto alargado de sistemas avançados de assistência à condução. Entre os destaques estão o Controlo da Velocidade Inteligente e a Assistência à Prevenção de Colisões Frontais 1.5, concebidos para reforçar a segurança e a assistência ao condutor em diferentes situações de circulação.</p>
<p>A produção da K4 Sportswagon decorre na fábrica da Kia no México, em Pesquería, Nuevo Léon, a mesma unidade onde é produzido o K4 Hatchback destinado à Europa. A marca investiu 150 milhões de dólares em 2023 na adaptação e expansão destas instalações para a produção do K4.</p>
<p>Em atividade desde setembro de 2016, a unidade KMMX tem capacidade anual para até 400 mil veículos e exporta para mais de 190 países. A fábrica integra processos avançados de automatização, incluindo uma secção de carroçaria totalmente robotizada, bem como soluções de sustentabilidade, como um sistema de tratamento de águas de ciclo fechado.</p>
<p>Com a chegada da K4 Sportswagon, a Kia reforça a sua oferta familiar no mercado português com uma carrinha que procura responder a uma procura ainda relevante na Europa: mais espaço, tecnologia de bordo, eficiência e conforto, num formato pensado para o quotidiano, para empresas e para viagens de maior distância.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780800]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Estão a explorar os consumidores&#8221;: Trump ameaça investigar petrolíferas por preços da gasolina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[petrolíferas]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Trump disse ainda ter dado instruções ao Departamento de Justiça para “começar imediatamente a investigar isto”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump ameaçou mandar investigar as companhias petrolíferas americanas, acusando-as de manterem os preços da gasolina demasiado elevados apesar da queda recente do crude nos mercados internacionais. A &#8216;Forbes&#8217; escreve que o presidente americano fez a ameaça numa publicação na &#8216;Truth Social&#8217;, durante a madrugada, num momento em que os combustíveis continuam a pesar no bolso dos consumidores depois da guerra com o Irão.</p>
<p>Na mensagem, Trump queixou-se de que as petrolíferas dos Estados Unidos “não estavam a baixar o preço” da gasolina nos postos de abastecimento ao mesmo ritmo da descida do crude. O presidente afirmou que os preços internacionais estavam a “cair vertiginosamente” e acusou as empresas de estarem a explorar os consumidores.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116803130747198847/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>Trump disse ainda ter dado instruções ao Departamento de Justiça para “começar imediatamente a investigar isto”. Não é claro, porém, se já foi aberta uma investigação formal nem se há empresas petrolíferas específicas na mira das autoridades.</p>
<p>A publicação terminou com um aviso direto ao setor. O presidente americano afirmou que os preços da gasolina “é melhor começarem a descer muito mais depressa” do que aquilo que está a observar.</p>
<p>A ameaça surge depois de os preços da gasolina nos Estados Unidos terem começado a recuar, mas ainda se manterem acima dos níveis registados antes da guerra. De acordo com o rastreador da AAA citado pela &#8216;Forbes&#8217;, o preço médio nacional da gasolina estava esta quarta-feira nos 3,93 dólares por galão, o equivalente a cerca de 0,91 euros por litro.</p>
<p>O valor estava ligeiramente acima da média de terça-feira, mas abaixo dos 4,02 dólares por galão registados na semana anterior, cerca de 0,93 euros por litro. Na quinta-feira passada, os preços tinham descido abaixo dos 4 dólares por galão pela primeira vez desde o final de março.</p>
<p>Ainda assim, os combustíveis continuam longe dos níveis anteriores ao conflito. No mês passado, os preços nos postos de abastecimento ultrapassaram os 4,5 dólares por galão, cerca de 1,04 euros por litro, agravando a pressão inflacionista e alimentando críticas sobre o custo de vida.</p>
<p>Durante os últimos meses, a escalada dos preços do petróleo foi associada ao bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irão, uma rota estratégica para o transporte global de energia. Trump tinha insistido várias vezes que os preços cairiam de forma acentuada assim que a guerra terminasse.</p>
<p>Nos mercados internacionais, o crude continuou a recuar esta quarta-feira. O Brent, referência global, caiu mais de 1,8%, para 75,65 dólares por barril, o equivalente a cerca de 66,43 euros.</p>
<p>Nas últimas duas semanas, o preço do Brent desceu quase 20 dólares por barril, cerca de 17,56 euros, à medida que se aproximava um acordo de paz. Depois da assinatura do entendimento provisório, o Irão anunciou que o Estreito de Ormuz estava aberto a toda a navegação, sem cobrança de portagens.</p>
<p>O acordo inclui ainda uma isenção de sanções que permite ao Irão vender petróleo no mercado global, aumentando a expectativa de maior oferta e de alívio nos preços internacionais. A questão agora, como deixa claro a reação de Trump, é saber se essa descida chegará rapidamente aos consumidores nas bombas de gasolina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780780]]></sapo:autor>
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		<title>MBA internacional da Porto Business School regista 81% de empregabilidade em três meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:49:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O International MBA da Porto Business School está a afirmar-se como um dos programas de gestão com maior impacto na progressão de carreira dos seus alunos, segundo o Employment Report 2025 relativo à turma de 2024/2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O International MBA da Porto Business School está a afirmar-se como um dos programas de gestão com maior impacto na progressão de carreira dos seus alunos, segundo o Employment Report 2025 relativo à turma de 2024/2025.</p>
<p>O estudo revela que 81% dos participantes encontram emprego ou registam progressão profissional até três meses após a conclusão do programa, através de mudanças de função, setor ou localização geográfica. Este indicador reflete o efeito imediato do MBA na reinvenção de percursos profissionais em contextos nacionais e internacionais.</p>
<p>No plano financeiro, os dados são igualmente expressivos: os alumni reportam um aumento salarial médio de 90%, atingindo uma média anual de 110.508 dólares.</p>
<p>A transformação de carreira vai além do salário. Após o programa, 65% dos alunos mudam de função, 46% transitam para outra área profissional e 24% passam a trabalhar noutro país. No total, 15% realizam aquilo a que o relatório chama “triple jump”, ou seja, mudam simultaneamente de função, setor e geografia.</p>
<p>Um dos movimentos mais marcantes acontece no setor tecnológico. Antes do MBA, 26% dos participantes trabalhavam nesta área; depois do programa, esse valor sobe para 41%, sinal de uma forte reorientação para o digital e para a tecnologia.</p>
<p>Entre as mulheres, que representam metade da turma, a tendência é semelhante: 54% mudam de setor, 59% de função e 24% de país, com 12% a realizarem também o “triple jump”. Neste grupo, a presença no setor tecnológico cresce de 18% para 47% após a conclusão do programa.</p>
<p>O relatório destaca ainda a vertente empreendedora do programa: 9% dos alunos lançaram os seus próprios negócios, sobretudo em áreas como inteligência artificial, SaaS, consultoria digital e inovação em redes sociais.</p>
<p>Para Renata Blanc, diretora do International MBA da Porto Business School, o programa foi desenhado para responder a um mercado em transformação acelerada. A responsável sublinha a combinação entre gestão, tecnologia e competências transversais como liderança, pensamento crítico e agilidade como fatores-chave para acelerar transições de carreira e entrada em setores de elevado crescimento.</p>
<p>Já Carla Silva, diretora de Career Services da mesma instituição, destaca que o objetivo vai além da colocação profissional imediata. A ideia, refere, passa por “construir carreiras com propósito”, com acompanhamento contínuo e uma ligação próxima ao mercado, o que se reflete em progressões mais rápidas e aumentos salariais significativos.</p>
<p>O programa inclui ainda o International MBA Double Degree, que permite a combinação com outro mestrado acreditado, resultando em dois diplomas num percurso integrado, mais curto e orientado para perfis que procuram reforçar competências de gestão sem abdicar da sua especialização técnica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780790]]></sapo:autor>
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		<title>Taxa de poupança das famílias estabiliza em 12,3% no primeiro trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de poupança das famílias estabilizou nos 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de poupança das famílias estabilizou nos 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Segundo o INE, o crescimento do Rendimento Disponível Bruto (RDB), conjugado com o aumento de 1,3% da despesa de consumo final (1,4% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupança das famílias de 12,3%.</p>
<p>Por outro lado, a despesa de consumo final aumentou 1,3%, o que representa uma variação inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à do RDB.</p>
<p>Já a capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 4,1% do PIB, idêntica ao trimestre anterior e menos 0,3 p.p. face ao trimestre homólogo. Este resultado &#8220;refletiu principalmente o aumento em 2,0% da poupança, conjugado com o aumento das transferências de capital líquidas, que mais do que compensou o aumento da Formação Bruta de Capital Fixo&#8221;, explica o gabinete de estatísticas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780779]]></sapo:autor>
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		<title>Portão fechado a cadeado em escola de Vila Real em protesto contra o calor nas salas de aula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No portão principal, fechado a cadeado, foram colocadas folhas brancas com palavras de ordem como “Perante temperaturas extremas exigimos orientações claras e atempadas do ministério”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O portão da entrada no Centro Escolar do Douro, em Vila Real, foi esta quarta-feira fechado a cadeado num alegado protesto contra o calor intenso que se faz sentir nas salas de aula, tendo a GNR sido chamada ao local.</p>
<p>Fonte da GNR de Vila Real confirmou à agência Lusa que esta manhã foi chamada à escola básica do primeiro ciclo do Douro, em Andrães, onde foi aberto um segundo portão e as aulas estão a decorrer normalmente.</p>
<p>Os militares vão, agora, lavrar um auto de notícia para dar conhecimento da ocorrência ao Ministério Público.</p>
<p>No portão principal, fechado a cadeado, foram colocadas folhas brancas com palavras de ordem como “Perante temperaturas extremas exigimos orientações claras e atempadas do ministério”.</p>
<p>A Lusa contactou Ana Teixeira, uma encarregada de educação também representante dos pais e que contou que, naquela escola, se têm sentido temperaturas superiores a 30 graus dentro das salas de aula, onde estão uma média de 20 alunos.</p>
<p>“Não há condições para os meninos estarem na escola, já houve inclusive crianças a sentirem-se mal por causa do calor”, disse esta mãe de uma menina de 8 anos.</p>
<p>Ana Teixeira lembrou que, neste final de ano letivo, que termina na terça-feira, se têm registado dias e noites muito quentes.</p>
<p>“Temos temperaturas muito altas, muitos dias seguidos”, apontou. Mesmo sabendo que a situação não vai ser resolvida este ano, acrescentou, os encarregados de educação pedem uma “resolução para o futuro”.</p>
<p>A representante garantiu que a &#8220;escola tem muito boas condições e de inverno não há problema nenhum&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas não faz sentido manter um calendário escolar até tão tarde quando as escolas não têm condições para isso”, referiu.</p>
<p>Quando Elisa Castro chegou esta manhã à escola para deixar o filho de 10 anos já encontrou o edifício aberto. No entanto, acredita que o protesto terá tido como objetivo chamar a atenção para o problema.</p>
<p>Esta mãe contou que a “escola está muito quente para as crianças”.</p>
<p>Contactada pela Lusa, a Câmara de Vila Real disse que, em articulação com os agrupamentos de escolas, acompanha com atenção a situação verificada nos estabelecimentos de ensino, nomeadamente na Escola Básica do Douro, decorrente das temperaturas excecionalmente elevadas registadas nos últimos dias.</p>
<p>A autarquia esclareceu que a escola do Douro dispõe de um sistema de climatização por geotermia instalado desde 2012, concebido de acordo com as condições e exigências técnicas existentes à data.</p>
<p>No entanto, adiantou, “os episódios de calor extremo que se têm verificado colocam desafios acrescidos ao funcionamento dos sistemas existentes”.</p>
<p>“A situação já havia sido previamente identificada e encontra-se a ser acompanhada pelos serviços municipais. Neste âmbito, o município continuará a promover o diálogo com as direções dos agrupamentos escolares, e com as associações de pais e encarregados de educação, para partilhar as soluções que estão a ser equacionadas”, referiu.</p>
<p>Paralelamente, acrescentou, os serviços técnicos municipais têm vindo a avaliar alternativas e eventuais investimentos de melhoria que permitam reforçar a resposta do edifício a episódios de calor extremo.</p>
<p>“Compreendemos a preocupação manifestada pelos pais e encarregados de educação e reconhecemos a importância de garantir condições adequadas de conforto, segurança e bem-estar para os alunos, docentes e demais profissionais da escola”, salientou ainda o município.</p>
<p>Também na escola das Árvores se verificou uma avaria no sistema de ar condicionado, a qual já foi reparada. No entanto, na terça-feira ainda havia duas turmas a ter aulas em locais alternativos, como a biblioteca e a sala dos professores.</p>
<p>Os distritos de Bragança, Guarda e Vila Real estão hoje sob aviso amarelo (o menos grave numa escala de três) devido à previsão de tempo quente, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780770]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP, Jerónimo Martins, NOS, Sonae, REN e Altri estão entre as empresas mais sustentáveis do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:25:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seis empresas portuguesas voltam a destacar-se no panorama global da sustentabilidade, segundo a mais recente edição do ranking World’s Most Sustainable Companies, elaborado pela revista TIME em parceria com a plataforma de dados Statista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis empresas portuguesas voltam a destacar-se no panorama global da sustentabilidade, segundo a mais recente edição do ranking World’s Most Sustainable Companies, elaborado pela revista TIME em parceria com a plataforma de dados Statista.</p>
<p>A EDP lidera a representação nacional, ocupando a 10.ª posição entre 750 empresas avaliadas. Seguem-se a Jerónimo Martins, em 128.º lugar, a NOS, em 367.º, a Sonae, em 376.º, a REN, em 483.º, e a Altri, em 495.º.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780767" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo.jpg" alt="" width="617" height="439" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo.jpg 617w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-300x213.jpg 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-600x427.jpg 600w" sizes="(max-width: 617px) 100vw, 617px" /></p>
<p>O ranking analisa mais de 5.800 grandes empresas a nível mundial, selecionando as que apresentam melhor desempenho em indicadores de transparência, responsabilidade corporativa e impacto ambiental e social. A metodologia cruza dados financeiros com métricas de sustentabilidade, procurando identificar as organizações que mantêm práticas consistentes ao longo de toda a cadeia de avaliação.</p>
<p>De acordo com Luísa Jervell, Diretora da Sustentabilidade da NOS, <em>“a</em> inclusão neste grupo restrito de grandes empresas globais reconhece o compromisso contínuo da NOS com a geração de mudança e impacto social. O nosso propósito de aproximar pessoas, empresas e comunidades está intrinsecamente associado à responsabilidade de o fazer de forma ética, inclusiva e ambientalmente responsável. A Sustentabilidade está incorporada na nossa estratégia corporativa e refletida na forma como nos relacionamos com os nossos colaboradores, clientes, parceiros, e comunidades locais.”</p>
<p class="x_MsoNormal">“É com natural apreço que vemos a Altri integrada entre as empresas mais sustentáveis do mundo, num ranking que agrega diferentes rankings e ratings reconhecidos e que se baseia em avaliações independentes. A Altri tem o propósito de ser um ator relevante na sustentabilidade e de contribuir ativamente para a construção de um mundo mais renovável. O seu Compromisso 2030 contém um conjunto muito exigente de parâmetros nos diversos âmbitos do ESG e é com agrado que assistimos ano após ano a uma evolução muito positiva. Enquanto grupo que assenta a sua atividade na floresta e na bioindústria, procuramos diariamente reduzir o nosso impacto, ao mesmo tempo que contribuímos para acelerar a descarbonização da economia e para o incremento da circularidade”, afirmou José Soares de Pina, CEO da Altri.</p>
<p>Num contexto internacional cada vez mais instável, marcado por maior pressão sobre custos, redefinição de políticas climáticas e incertezas energéticas, o tema da sustentabilidade tem vindo a ganhar uma abordagem mais pragmática dentro das empresas. Ainda assim, várias organizações continuam a manter compromissos de longo prazo ligados à transição energética e à redução de emissões.</p>
<p>A edição deste ano sublinha precisamente essa tensão: por um lado, o foco crescente na eficiência operacional; por outro, a perceção de que riscos climáticos e ambientais continuam a representar uma ameaça direta ao negócio.</p>
<p>A lista final das 750 empresas distingue aquelas que conseguem equilibrar desempenho económico com práticas ambientais e sociais consistentes, num exercício que procura refletir a evolução real da sustentabilidade no tecido empresarial global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780766]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UE quer reduzir com simplificação os encargos fiscais das empresas em 8 mil ME/ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia adotou hoje um pacote de simplificação fiscal estimando que reduza em oito mil milhões de euros por ano os encargos das empresas na União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia adotou hoje um pacote de simplificação fiscal estimando que reduza em oito mil milhões de euros por ano os encargos das empresas na União Europeia (UE).</p>
<p>O pacote é composto por duas propostas: uma diretiva &#8216;Omnibus&#8217; Fiscal e a reformulação da legislação sobre cooperação administrativa, e irá modernizar o quadro fiscal direto da UE, mantendo simultaneamente o atual nível elevado de proteção contra a fraude, a evasão e a elisão fiscais.</p>
<p>Com a simplificação das regras fiscais da UE e a redução dos encargos de conformidade para as empresas, o executivo comunitário prevê que as novas regras permitam às empresas da UE poupar cerca de oito mil milhões de euros por ano, dos quais 3,25 mil milhões de euros (ME) em custos administrativos.</p>
<p>No que se refere ao regulamento, Bruxelas quer regras mais simples e eficazes, atualizando disposições ultrapassadas, eliminando regras redundantes ou excessivamente complexas e reforçando a coerência do regime de tributação direta da UE, prevendo poupanças na ordem dos 5,3 mil ME.</p>
<p>A eliminação, também no &#8216;omnibus&#8217;, de obstáculos fiscais para facilitar o investimento e acesso das empresas a financiamento é outra das metas da proposta, em que a Comissão inclui a eliminação das barreiras fiscais à atividade transfronteiriça das empresas, com redução anual de 500 ME em custos.</p>
<p>Já no que a respeita à cooperação administrativa, o objetivo da proposta é eliminar as barreiras aos impostos retidos na fonte e os procedimentos onerosos bem como, por outro lado, estabelecer um padrão mínimo de tributação a nível da UE para impulsionar o investimento em Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D) e o crescimento económico, estimando-se que dê um impulso de 0,2% ao ano no Produto Interno Bruto (PIB) da UE.</p>
<p>A proposta de simplificação da diretiva sobre a cooperação administrativa aumenta o limiar de comunicação de informações para as vendas de bens &#8216;online&#8217;, eliminando as obrigações de declaração para mais de dez milhões de vendedores particulares, em especial os que vendem bens em segunda mão, estimando um corte de 678 ME nas despesas das plataformas digitais.</p>
<p>A reformulação simplifica ainda o processo de notificação para os grupos de empresas multinacionais sujeitas a uma taxa mínima de imposto de 15%.</p>
<p>O Parlamento Europeu e o Conselho da UE têm de aprovar o pacote proposto.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780765]]></sapo:autor>
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		<title>Até 655 km de autonomia e 646 cv: Zeekr 7GT já tem preço para Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Zeekr]]></category>
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					<description><![CDATA[Com preço a partir de 55.450 euros, IVA incluído, o Zeekr 7GT já está disponível para pré-reserva e assume-se como uma das novas apostas da marca no segmento dos elétricos premium]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Zeekr reforça a sua ofensiva no mercado europeu com o novo Zeekr 7GT, um gran turismo 100% elétrico que combina desempenho, tecnologia, conforto e uma abordagem premium pensada para clientes europeus. O modelo foi apresentado na semana passada, em Málaga, Espanha, e tem chegada ao mercado nacional prevista para o verão.</p>
<p>Com preço a partir de 55.450 euros, IVA incluído, o Zeekr 7GT já está disponível para pré-reserva e assume-se como uma das novas apostas da marca no segmento dos elétricos premium. O modelo foi desenvolvido para responder às exigências de condutores que procuram autonomia, rapidez de carregamento, sofisticação interior e comportamento dinâmico adaptado às estradas europeias.</p>

<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3.jpg'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-3-1200x1200.jpg 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2.jpg'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-1200x1200.jpg 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-1.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-1-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-1-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-1-75x75.jpg 75w" /></a>

<p>Desenvolvido no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, o 7GT propõe uma nova interpretação do conceito gran turismo. A marca combina uma silhueta baixa e musculada com uma linha de tejadilho fluida, portas sem moldura, puxadores integrados e uma assinatura luminosa dianteira e traseira pensada para reforçar a presença visual do modelo.</p>
<p>A distância entre eixos de 2.900 milímetros contribui para a postura dinâmica e para o espaço interior, enquanto os elementos aerodinâmicos, como o spoiler traseiro, o difusor integrado e a gestão ativa do fluxo de ar, permitem alcançar um coeficiente aerodinâmico de 0,25 Cd. As jantes de 19 ou 20 polegadas completam uma imagem marcada pela combinação entre elegância e desportividade.</p>
<p>No habitáculo, o Zeekr 7GT aposta numa experiência orientada para o conforto e para a tecnologia. Os bancos dianteiros elétricos incluem, de série, funções de aquecimento, ventilação e massagem, enquanto os passageiros traseiros beneficiam de espaço generoso e bancos reclináveis eletricamente.</p>
<p>A componente digital é assegurada por um painel de instrumentos de 13 polegadas, um ecrã central OLED de 15 polegadas e um Head-Up Display de realidade aumentada com 35,5 polegadas. O modelo integra ainda carregamento sem fios de 50 W, conectividade avançada e sistemas de áudio premium Zeekr Sound, disponíveis em configurações até 23 altifalantes e 2.160 W de potência.</p>
<p>A versatilidade também foi tida em conta. O Zeekr 7GT oferece uma bagageira com capacidade até 456 litros, expansível para 1.390 litros com os bancos traseiros rebatidos, além de uma bagageira dianteira com capacidade até 65 litros.</p>
<p>Ao nível tecnológico, o novo elétrico utiliza uma arquitetura eletrónica de elevada capacidade, suportada pelo processador Qualcomm Snapdragon 8295. O sistema de infoentretenimento baseado em Android Automotive inclui navegação inteligente, serviços de entretenimento integrados, atualizações remotas e uma experiência de utilização complementada por comandos físicos colocados em zonas estratégicas.</p>
<p>Na assistência à condução, o Zeekr Assisted Drive reúne funcionalidades de Nível 2, incluindo controlo de velocidade adaptativo inteligente, assistência à manutenção na faixa de rodagem, mudança automática de faixa, reconhecimento de semáforos e estacionamento automático.</p>
<p>Assente numa arquitetura elétrica de 800 V, o Zeekr 7GT estará disponível com diferentes configurações de bateria e motorização. A versão Long Range RWD combina um motor elétrico de 310 kW com uma bateria NMC de 100 kWh, permitindo uma autonomia até 655 quilómetros em ciclo WLTP.</p>
<p>No topo da gama surge a versão Privilege AWD, que associa dois motores elétricos a uma potência combinada de 646 cv e 710 Nm de binário. Nesta configuração, o modelo acelera dos 0 aos 100 km/h em 3,3 segundos e inclui suspensão pneumática ativa, travões de maiores dimensões e elementos exclusivos de design.</p>
<p>O carregamento é outro dos argumentos do novo modelo. O Zeekr 7GT suporta carregamento ultrarrápido em corrente contínua até 420 kW, além de carregamento em corrente alternada até 22 kW, permitindo reduzir os tempos de paragem em viagem.</p>
<p>A dinâmica foi desenvolvida especificamente para a Europa, com afinação do chassis pensada para as estradas do continente. O modelo recorre a uma suspensão dianteira de braços duplos e a um eixo traseiro multilink de cinco braços, procurando combinar precisão de condução, estabilidade e conforto em percursos longos.</p>
<p>A suspensão pneumática ativa permite ajustar automaticamente a altura ao solo em função das condições de utilização, enquanto os diferentes modos de condução adaptam o comportamento do veículo às preferências do condutor.</p>
<p>Com o novo 7GT, a Zeekr procura reforçar a sua presença no segmento premium europeu, apostando num elétrico que cruza autonomia elevada, carregamento rápido, tecnologia embarcada e uma proposta de utilização pensada tanto para o quotidiano como para viagens de longa distância.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780754]]></sapo:autor>
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		<title>ANA diz estar alinhada com Estado nos investimentos aeroportuários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANA/Vinci]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ANA/Vinci afirmou hoje à Lusa que continua empenhada nos investimentos e na conectividade dos aeroportos nacionais, "em alinhamento com o Estado português".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ANA/Vinci afirmou hoje à Lusa que continua empenhada nos investimentos e na conectividade dos aeroportos nacionais, &#8220;em alinhamento com o Estado português&#8221;.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa sobre as declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, relativas à criação de um &#8220;Fundo Soberano de Portugal&#8221; que poderá intervir em setores estratégicos, incluindo infraestruturas aeroportuárias caso os concessionários &#8220;não cumpram as suas obrigações&#8221;, fonte oficial da ANA &#8211; Aeroportos de Portugal não comentou diretamente as afirmações, garantindo apenas que os projetos em curso estão alinhados com o Estado.</P><br />
<P>&#8220;A ANA &#8211; Aeroportos de Portugal continua empenhada no desenvolvimento dos vários projetos de investimento e da conectividade dos aeroportos nacionais, em alinhamento com o Estado português&#8221;, afirmou fonte oficial da concessionária.</P><br />
<P>Na mesma resposta por escrito, a concessionária aeroportuária destacou o projeto de desenvolvimento do novo aeroporto de Lisboa, que, segundo a empresa, &#8220;segue de forma rigorosa em cumprimento do cronograma definido com o Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ANA Aeroportos de Portugal prossegue, assim, o seu propósito enquanto operador de referência, apoiando a economia e aproximando as pessoas&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>No discurso de encerramento do Congresso do PSD, Luís Montenegro afirmou que o fundo soberano &#8220;será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro disse ainda que a intenção é que o fundo tenha &#8220;participações acionistas&#8221; para garantir &#8220;um veículo de poupança para as gerações futuras&#8221; e &#8220;um instrumento de efetivar a soberania nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações&#8221;, afirmou Montenegro.</P><br />
<P>A ANA tem até 17 de julho para submeter o Relatório Técnico do novo aeroporto de Lisboa, que deverá incluir o planeamento detalhado da construção, a calendarização das obras, a estrutura de subcontratação e o orçamento estimado.</P><br />
<P>No relatório inicial entregue ao Governo em dezembro e publicado em janeiro, a ANA estimou em 8,5 mil milhões de euros o custo de construção do novo aeroporto Luís de Camões, no Campo de Tiro de Alcochete.</P><br />
<P>Segundo o documento, a concessionária prevê financiar 7 mil milhões de euros através da emissão de dívida.</P><br />
<P>A ANA propôs ainda o aumento progressivo das taxas aeroportuárias no Aeroporto de Lisboa entre 2026 e 2030 e o prolongamento da atual concessão por mais 30 anos, até 2092, para assegurar o reembolso do investimento e a sustentabilidade económica da concessão sem apoio financeiro público.</P><br />
<P>O contrato de concessão aeroportuária em vigor foi assinado em 2012 e tem a duração de 50 anos.</P><br />
<P>A ANA prevê a abertura do novo aeroporto de Lisboa em meados de 2037, ou no final de 2036 caso sejam acordadas com o Governo otimizações ao calendário.</P><br />
<P>A ANA &#8212; Aeroportos de Portugal gere os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Madeira, Porto Santo, Ponta Delgada, Santa Maria, Horta e Flores, bem como o Terminal Civil de Beja.</P><br />
<P>A concessionária passou a integrar a VINCI Airports em 2013, na sequência do processo de privatização.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780636]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga aguardam passagem por Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga esperam para poder transitar pelo estreito de Ormuz, encerrado durante a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, afirmou hoje a seguradora alemã Allianz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga esperam para poder transitar pelo estreito de Ormuz, encerrado durante a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, afirmou hoje a seguradora alemã Allianz.</P><br />
<P>Num relatório da empresa divulgado hoje, admite-se que as tensões no Médio Oriente podem aumentar os seguros e consequentemente os custos do comércio marítimo internacional. </P><br />
<P>Ao longo do conflito, a cobertura do seguro marítimo esteve disponível, mas com prémios mais elevados para a carga, segundo o relatório de Segurança e Transporte Marítimo de 2026.</P><br />
<P>O presidente do Conselho de Administração da Allianz Commercial, Thomas Lillelund, disse que o conflito no Médio Oriente e o encerramento do Estreito de Ormuz são apenas os casos mais recentes de uma série de incidentes graves que afectaram os armadores e os operadores de carga. </P><br />
<P>&#8220;A resiliência, a geopolítica e a eficiência devem ser equilibradas num mundo cada vez mais imprevisível, onde o custo da incerteza está a redefinir o sector marítimo&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Cerca de 1.150 navios de carga (com arqueação bruta superior a 100 GT &#8212; unidade de medida que reflete o volume interno total da embarcação), e cerca de 20 mil marinheiros aguardam no Golfo Pérsico o retomar das operações após os recentes avanços diplomáticos, segundo os dados da Allianz.</P><br />
<P>A principal preocupação dos armadores têm sido os risco para as tripulações e para as embarcações que transitam por uma zona de conflito, e não apenas as questões de seguro.</P><br />
<P>Desta forma, de acordo com a empresa alemã, vão ser necessárias fortes garantias de passagem segura mesmo que o acordo Estados Unidos e o Irão se mantenha, o Estreito de Ormuz seja reaberto e a navegação regresse aos níveis da passagem de até 140 navios por dia.</P><br />
<P>Os contactos diplomáticos entre os Estados Unidos e o Irão foram estabelecidos recentemente na Suíça.</P><br />
<P>Hoje, a diplomacia de Islamabad disse que as negociações técnicas entre Washington e Teerão, mediadas pelo Paquistão, devem ser retomadas na próxima semana.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780711]]></sapo:autor>
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		<title>Os salários mais altos de Portugal: do futebol aos unicórnios, quem ganha milhões por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os salários mais altos de Portugal estendem-se muito para lá dos relvados e das grandes empresas cotadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os salários mais altos de Portugal estendem-se muito para lá dos relvados e das grandes empresas cotadas, abrangendo hoje um conjunto diversificado de setores que vão da tecnologia aos fundos de investimento, passando pela advocacia, consultoria, imobiliário e entretenimento. Embora o futebol continue a ocupar os lugares cimeiros da hierarquia remuneratória nacional, a economia digital e os negócios ligados ao capital privado estão a criar novas elites financeiras, muitas vezes assentes não apenas em salários, mas também em prémios, participações acionistas e ganhos de capital.</p>
<p>Segundo uma análise publicada pela <a href="https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/a-nova-e-a-velha-elite-dos-salarios" target="_blank" rel="noopener">revista Sábado</a>, José Mourinho liderou recentemente a lista dos profissionais mais bem pagos em Portugal, com uma remuneração anual líquida estimada em cerca de quatro milhões de euros durante a sua passagem pelo Benfica, equivalente a aproximadamente seis milhões de euros brutos. No universo empresarial, o presidente do grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, destacou-se com um rendimento anual bruto de cerca de cinco milhões de euros em 2025. Também António Ramalho, antigo presidente executivo do Novo Banco, deverá receber este ano um prémio superior a sete milhões de euros relacionado com a venda da instituição bancária. A publicação refere ainda que treinadores como Marco Silva e Roberto Martínez integram igualmente o grupo dos profissionais com remunerações mais elevadas do país.</p>
<p>Apesar de Portugal ter registado uma redução da desigualdade salarial nas últimas décadas e de os salários terem crescido acima da inflação desde 2023, os ganhos no topo da pirâmide aumentaram a um ritmo significativamente superior. Nas empresas cotadas em bolsa, a diferença entre a remuneração dos presidentes executivos e a dos trabalhadores médios aumentou substancialmente. Em 2025, Pedro Soares dos Santos recebeu cerca de 217 vezes mais do que o trabalhador médio da Jerónimo Martins. Grande parte destes pacotes remuneratórios inclui componentes variáveis associadas aos resultados das empresas, planos de reforma, prémios de desempenho e outros incentivos destinados a competir por talento num mercado internacional cada vez mais exigente.</p>
<p>Ao lado das estruturas tradicionais de elevados rendimentos, como as grandes sociedades de advogados, auditoras e consultoras estratégicas, surgem os fundadores e gestores dos chamados unicórnios tecnológicos portugueses. Nomes ligados a empresas como Talkdesk, Outsystems, Feedzai, Sword Health ou Tekever acumulam riqueza sobretudo através da valorização das participações acionistas e de mecanismos de atribuição de ações. Nos fundos de capital privado verifica-se uma realidade semelhante: embora os salários possam atingir várias centenas de milhares de euros anuais, os maiores ganhos resultam frequentemente da participação nos lucros dos fundos. O setor imobiliário também continua a gerar rendimentos muito elevados, com consultores experientes a poderem ultrapassar os 300 mil euros anuais em comissões e dirigentes de grandes redes a aproximarem-se dos 500 mil euros por ano.</p>
<p>No setor público, a realidade é bastante diferente. Mesmo os cargos mais bem remunerados do Estado ficam longe dos valores praticados no setor privado. Ainda assim, alguns organismos financeiros e empresas públicas apresentam remunerações superiores às dos titulares dos principais cargos políticos. Paralelamente, o setor do entretenimento continua a produzir algumas das figuras mais bem pagas do país, com Cristina Ferreira a destacar-se entre os profissionais da televisão, combinando funções executivas, presença mediática e receitas publicitárias. A crescente importância das redes sociais e do marketing de influência abriu igualmente novas fontes de rendimento para atores, apresentadores e criadores de conteúdos, reforçando uma tendência em que os maiores ganhos já não dependem exclusivamente do salário mensal, mas da capacidade de transformar notoriedade e participação empresarial em património de longo prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780732]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses cortam no destino, mas não nas férias: 73% já desistiram de viajar devido aos preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ConsumerChoice]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Pressão sobre o orçamento familiar também está a influenciar as escolhas para este ano: cerca de 64% dos participantes afirmam que vão optar por destinos mais económicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento dos preços continua a pesar nas decisões de férias dos portugueses. De acordo com o mais recente estudo da ConsumerChoice sobre tendências de consumo nas férias de verão, 73% dos inquiridos admitem já ter desistido de um destino por considerarem que os custos eram demasiado elevados.</p>
<p>A pressão sobre o orçamento familiar também está a influenciar as escolhas para este ano. Cerca de 64% dos participantes afirmam que vão optar por destinos mais económicos, num sinal de que a vontade de viajar se mantém, mas com maior atenção ao custo total da experiência.</p>
<p>O preço surge, assim, como o principal fator de decisão na escolha de um destino de férias. Apesar de os consumidores continuarem a valorizar elementos como a localização, o conforto, a qualidade da experiência e a oferta disponível, o custo final da viagem passou a ocupar um lugar central no planeamento.</p>
<p>Ainda assim, a maioria dos inquiridos não pretende reduzir de forma significativa o orçamento dedicado às férias. Segundo o estudo, 60% prevê manter este ano o mesmo nível de despesa registado no ano passado, o que mostra que viajar continua a ser uma prioridade para muitas famílias portuguesas, mesmo num contexto de maior prudência financeira.</p>
<p>Entre os destinos nacionais, o Algarve continua a dividir opiniões. Para 36% dos participantes, a região está atualmente demasiado cara face ao que oferece, sobretudo quando comparada com outros destinos concorrentes. Em sentido contrário, o Alentejo surge como a região portuguesa preferida para férias, reunindo 21% das preferências.</p>
<p>Esta escolha reforça a atratividade do Alentejo enquanto destino associado a tranquilidade, autenticidade, natureza e experiências menos massificadas. A procura por locais mais calmos também se reflete nas principais fontes de stress apontadas pelos consumidores durante as férias: 24% indicam os gastos elevados como maior preocupação, enquanto 23% referem a confusão e o excesso de turistas.</p>
<p>A forma de pagamento é outro sinal da preocupação com o controlo das despesas. Quatro em cada dez consumidores preferem pagar a totalidade das férias antecipadamente, evitando encargos adicionais e garantindo maior previsibilidade no orçamento disponível.</p>
<p>Apesar da contenção, há áreas onde os portugueses mostram menor disponibilidade para cortar. A alimentação e os restaurantes são a dimensão das férias onde os entrevistados menos admitem reduzir despesas, referida por 30% dos participantes. O conforto do alojamento surge logo a seguir, com 23% das respostas, confirmando que a qualidade da experiência continua a ter peso na decisão.</p>
<p>O estudo revela ainda que a sustentabilidade é cada vez mais relevante no momento de escolher um destino. Para 58% dos inquiridos, as práticas de turismo sustentável assumem um papel importante nas decisões de viagem, refletindo uma maior preocupação com opções mais responsáveis e conscientes.</p>
<p>Num verão marcado pela procura de equilíbrio entre descanso, orçamento e qualidade da experiência, os dados da ConsumerChoice mostram um consumidor mais atento ao preço, mas ainda disponível para investir nas férias, desde que encontre uma proposta ajustada às suas prioridades.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780722]]></sapo:autor>
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		<title>OE2026: Portugal com défice de 0,7% no arranque do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[OE2026]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal arrancou o ano com um défice orçamental de 0,7% do PIB, segundo os dados relativos ao primeiro trimestre divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal arrancou o ano com um défice orçamental de 0,7% do PIB, segundo os dados relativos ao primeiro trimestre divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>&#8220;Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 1.º trimestre de 2026 fixou-se em -510 milhões de euros, correspondendo a -0,7% do PIB, o que compara com 0,0% no período homólogo.&#8221;, lê-se no destaque do INE.</P><br />
<P>A receita total cresceu 6%, abaixo do crescimento de 7,9% da despesa total.</P><br />
<P>Olhando para as componentes da receita, &#8220;o crescimento de 5,5% da receita corrente decorre, sobretudo, dos aumentos nas contribuições sociais (7,1%) e nos impostos sobre a produção e importação (4,3%) e, em menor medida, dos acréscimos registados na outra receita corrente (14,4%) e nas vendas (10,7%)&#8221;.</P><br />
<P>A receita de capital subiu 29% devido ao aumento de receita do Plano de Recuperação e Resiliência.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780735]]></sapo:autor>
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		<title>Fim das aulas em junho para todos? Diretores querem mudar calendário escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho. A proposta surge numa altura em que as elevadas temperaturas registadas em várias regiões da Europa têm levado alguns países a suspender temporariamente as aulas, reacendendo a discussão sobre a adequação do atual modelo português.</p>
<p>Em entrevista à <a href="https://rr.pt/noticia/pais/2026/06/24/diretores-querem-mudar-calendario-aulas-devem-acabar-para-todos-ate-meados-de-junho/475560/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença</a>, a associação considera que o atual calendário cria diferenças entre ciclos de ensino, uma vez que os alunos dos anos sujeitos a exames nacionais — 9.º, 11.º e 12.º anos — terminam as aulas nos primeiros dias de junho, enquanto os restantes estudantes encerram o ano letivo mais tarde. Já os alunos do 1.º ciclo e da educação pré-escolar mantêm-se nas escolas até ao final do mês.</p>
<p>O presidente da ANDAEP, Filinto Lima, revelou que a associação lançou recentemente o desafio ao Ministério da Educação para que fosse equacionada a possibilidade de suspender atividades letivas em situações de calor extremo. Apesar de não ter recebido qualquer contacto da tutela sobre esta matéria, o responsável afirmou estar convicto de que o ministério acompanha a situação. Como exemplo, apontou o caso de França, onde as autoridades decidiram encerrar escolas durante alguns dias devido às condições meteorológicas adversas.</p>
<p>No entanto, para Filinto Lima, a discussão deve ir além das ondas de calor. O dirigente defende uma revisão estrutural do calendário escolar, argumentando que o pré-escolar e o 1.º ciclo deveriam passar a terminar as aulas na mesma altura que os restantes níveis de ensino. “Terá de haver este debate com o Ministério da Educação”, sustentou, considerando que uma uniformização beneficiaria o funcionamento das escolas e responderia melhor à realidade educativa atual.</p>
<p>O responsável da ANDAEP argumenta ainda que, nesta fase final do ano letivo, o aproveitamento pedagógico tende a diminuir. “Nestes dias, em junho, os nossos alunos já pouco aprendem e é, muitas vezes, difícil retê-los em contexto de aprendizagem e de sala de aula”, afirmou. Por isso, defende que o Ministério da Educação deve analisar uma alteração do calendário escolar, concluindo que “as aulas deviam terminar para todos os alunos, pelo menos até à segunda semana de junho”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780720]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal tem 42.600 empresas exportadoras, mais 6.000 do que há 5 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:47:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&#038;B.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&amp;B. O número tem vindo a crescer de forma consistente ao longo dos últimos cinco anos, com uma taxa média anual superior a 3%.</p>
<p>Apesar deste aumento, a proporção de exportadoras no tecido empresarial mantém-se relativamente estável, entre 10% e 11% desde 2019. Ou seja, o crescimento resulta sobretudo da expansão global do número de empresas em Portugal e não tanto de uma maior propensão exportadora.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780713" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png" alt="" width="659" height="343" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png 659w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-600x312.png 600w" sizes="auto, (max-width: 659px) 100vw, 659px" /></p>
<p>Em termos de desempenho, as empresas exportadoras registaram em 2024 um volume de negócios total de 229 mil milhões de euros, cerca de metade do total do tecido empresarial. Deste montante, 95 mil milhões dizem respeito a vendas para mercados externos. No conjunto, estas empresas empregam cerca de um milhão de pessoas, o que corresponde a quase um terço do emprego em Portugal.</p>
<p>A Europa continua a ser o principal destino das exportações nacionais, concentrando 66% do total, enquanto os mercados extracomunitários representam 34%. Ainda assim, estes últimos têm ganho dinamismo: nos últimos anos cresceram a um ritmo superior e, em 2024, já estavam 63% acima dos níveis de 2019.</p>
<p>Em termos de composição, 70% das exportações continuam a ser de bens e 30% de serviços. O peso dos serviços tem vindo a aumentar de forma relevante desde 2020, mas ainda não compensa a quebra registada nas exportações de bens desde 2022.</p>
<p>Já o peso das exportações no PIB tem vindo a recuar ligeiramente. Depois de atingir um máximo de 50% em 2022, desceu para 46% em 2024, de acordo com dados provisórios do INE.</p>
<p>O volume de negócios das exportadoras, depois de um forte crescimento entre 2020 e 2022, estabilizou nos anos seguintes e registou mesmo uma ligeira quebra, num contexto em que as empresas orientadas exclusivamente para o mercado interno ganharam algum dinamismo.</p>
<p>Para a diretora-geral da Informa D&amp;B, Teresa Cardoso de Menezes, esta evolução reflete um tecido empresarial em transformação. “Num contexto global exigente, há setores que estão a emergir na capacidade de fazer negócios com o exterior. São essas tendências que procuramos identificar nesta edição do estudo”, refere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviços e tecnologia ganham peso no mapa exportador</strong></p>
<p>A estrutura das exportações portuguesas continua a ser dominada por quatro setores: indústrias, serviços empresariais, grossistas e tecnologias da informação e comunicação, que representam 69% das empresas exportadoras.</p>
<p>A indústria mantém a liderança, tanto em número de empresas (21% do total) como em valor exportado, concentrando mais de metade das exportações (53%). Ainda assim, o crescimento recente está a ser puxado sobretudo pelos serviços empresariais e pelas tecnologias da informação e comunicação, que lideram a criação de novas empresas exportadoras desde 2019.</p>
<p>No mesmo período, o número de exportadoras industriais cresceu em média apenas 0,2% ao ano, enquanto o dos grossistas aumentou 1,2%.</p>
<p>A grande maioria das exportadoras são microempresas (72%), o que reflete a estrutura do tecido empresarial nacional. No entanto, a probabilidade de exportar aumenta com a dimensão: exportam 9% das microempresas, 20% das pequenas, 43% das médias e 54% das grandes.</p>
<p>A nível geográfico, o Norte concentra 42% das exportadoras, beneficiando da forte presença industrial e de setores mais orientados para os mercados externos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780714" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png" alt="" width="923" height="479" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png 923w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-867x450.png 867w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-768x399.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-600x311.png 600w" sizes="auto, (max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um terço exporta de forma regular</strong></p>
<p>O estudo identifica ainda um núcleo mais consistente de empresas exportadoras: cerca de um terço exporta de forma regular, ou seja, mantém vendas ao exterior de pelo menos 5% do volume de negócios ou superior a um milhão de euros ao longo dos anos analisados. Estas empresas são responsáveis por cerca de 80% do total das exportações.</p>
<p>A presença de exportadoras regulares é transversal aos setores, mas mais expressiva na indústria, onde 55% das empresas exportadoras têm esse perfil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais de 12 mil novas exportadoras em 2024</strong></p>
<p>Em 2024, mais de 12 mil empresas exportaram pela primeira vez. Os setores dos serviços empresariais e das tecnologias da informação e comunicação voltam a destacar-se na entrada de novos exportadores, superando indústria e grossistas neste indicador.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780715" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png" alt="" width="870" height="382" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png 870w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-300x132.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-768x337.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-600x263.png 600w" sizes="auto, (max-width: 870px) 100vw, 870px" /></p>
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		<item>
		<title>Mais de 500 pessoas com alta clínica continuam retidas nos hospitais devido a atrasos da justiça</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:27:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado. A situação está a contribuir para a ocupação prolongada de camas hospitalares por utentes que, apesar de não necessitarem de cuidados clínicos hospitalares, não podem ser transferidos para lares, unidades de cuidados continuados ou outras respostas sociais enquanto não for resolvida a sua situação legal.</p>
<p>Segundo revela a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/saude/ministra-saude/ha-mais-de-500-pessoas-retidas-nos-hospitais-devido-a-processos-na-justica-pgr-ja-alertou-governo-para-o-problema/20260624/6a3a7f71d34e28842c857d58" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, os atrasos estão associados à necessidade de os tribunais nomearem representantes para pessoas que, por motivos de saúde ou comportamentais, não conseguem tomar decisões autonomamente. A Procuradoria-Geral da República (PGR) garante que já alertou o Governo para a urgência de criar uma rede pública de profissionais capazes de assumir a função de acompanhante nos casos em que não existem familiares ou pessoas próximas disponíveis para desempenhar esse papel.</p>
<p>A dimensão do problema foi recentemente destacada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, durante uma audição parlamentar. Na ocasião, a governante indicou que, no final de abril, existiam 3.493 camas ocupadas indevidamente nas Unidades Locais de Saúde (ULS), incluindo cerca de meio milhar de pessoas que aguardam decisões judiciais relativas ao estatuto de maior acompanhado. A ministra sublinhou ainda que alguns destes processos permanecem pendentes há cerca de um ano. A PGR confirma que a inexistência de uma rede pública de acompanhantes constitui um dos principais fatores de atraso, explicando que “não há medidas de acompanhamento sem acompanhantes” e que a falta dessas figuras impede a conclusão de muitos processos.</p>
<p>Os dados mais recentes da Direção Executiva do SNS apontam para 513 utentes com alta clínica protelada à espera de resolução ao abrigo do Regime Jurídico do Maior Acompanhado. O Hospital Amadora-Sintra lidera a lista, com 97 casos, seguido pelo Hospital de Santo António, com 70, pelo Hospital de Matosinhos, com 59, pela ULS do Médio Ave, com 43, pela ULS Lisboa Ocidental, com 42, e pela ULS de São João, no Porto, com 39. A Direção Executiva do SNS esclarece que estes números correspondem a uma estimativa referente a 31 de maio de 2026 e admite que possam existir diferenças de critérios entre unidades hospitalares na contabilização dos casos.</p>
<p>Criado em 2018, o regime do maior acompanhado pretende garantir apoio a pessoas que, temporária ou permanentemente, não conseguem gerir determinados aspetos da sua vida, sem que isso implique uma interdição total dos seus direitos. Contudo, a tramitação destes processos depende frequentemente da realização de perícias médico-legais, da audição obrigatória do beneficiário e da identificação de uma pessoa idónea para assumir a função de acompanhante. A PGR recorda que, mesmo após a atribuição do estatuto, muitos utentes continuam a aguardar vagas em estruturas adequadas, o que significa que a libertação de camas hospitalares depende não apenas da decisão judicial, mas também da disponibilidade de respostas sociais e de cuidados continuados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780698]]></sapo:autor>
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		<title>WYnova lança soluções de inteligência artificial para empresas com financiamento do PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:17:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Wynova]]></category>
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					<description><![CDATA[A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.</p>
<p>A iniciativa pretende ajudar as organizações a transformar o financiamento obtido em projetos concretos que aumentem a produtividade, a eficiência e a competitividade.</p>
<p>A empresa disponibiliza um conjunto de serviços que inclui soluções de IA pré-construídas para responder a desafios operacionais comuns, ferramentas de automação de processos e integração entre sistemas, bem como o desenvolvimento de plataformas personalizadas para necessidades específicas sem resposta disponível no mercado.</p>
<p>&#8220;Em muitos casos, ter um orçamento ou assegurar financiamento é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em transformar a ambição e esse investimento em arquiteturas de solução concretas, capazes de gerar ganhos de produtividade, eficiência e competitividade&#8221;, afirma Tiago Veríssimo, CEO da WYnova.</p>
<p>Para concretizar estes projetos, a tecnológica recorre a uma equipa de engenheiros sénior especializada na combinação de IA generativa, agentes autónomos e automação de processos. A empresa segue um modelo denominado <em>Forward Deployed Engineer</em>, em que o profissional responsável por identificar o problema acompanha também o desenvolvimento da solução.</p>
<p>Segundo Francisco Pinto, CTO e cofundador da WYnova, muitas empresas enfrentam dificuldades na definição de casos de uso, na integração tecnológica, na gestão da mudança e na operacionalização das soluções. &#8220;Nós não substituímos o stack tecnológico dos clientes. Construímos a camada de IA que permite aos colaboradores utilizar os sistemas existentes, como ERP, CRM e plataformas operacionais, de forma mais rápida e inteligente&#8221;, explica.</p>
<p>A WYnova sublinha que a nova oferta surge numa altura em que várias empresas procuram acelerar os seus processos de transformação digital através da adoção de tecnologias de inteligência artificial. A Linha IA nas PME prevê apoios até 300 mil euros por empresa para projetos de investigação industrial e desenvolvimento experimental orientados para o lançamento de novos produtos ou serviços.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780691]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: França confirma primeiro caso da doença no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trata-se de um médico que regressou da República Democrática do Congo, segundo as autoridades de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades francesas confirmaram esta quarta-feira a deteção do primeiro caso de Ébola em território nacional. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde, Famílias, Autonomia e Pessoas com Deficiência, que anunciou a identificação da infeção num médico que regressou recentemente da República Democrática do Congo (RDC), país onde têm sido registados surtos da doença.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas pelas autoridades francesas, o caso foi confirmado num profissional de saúde que esteve na RDC e que regressou posteriormente a França. A confirmação representa a primeira vez que um caso de Ébola é oficialmente identificado no país, levando as autoridades sanitárias a ativar os mecanismos de acompanhamento e vigilância previstos para situações deste tipo.</p>
<p>O anúncio surge numa altura em que a doença continua a suscitar preocupação internacional devido aos surtos registados em várias regiões africanas. O vírus Ébola é conhecido pela sua elevada taxa de mortalidade e pela capacidade de provocar surtos graves, exigindo protocolos rigorosos de isolamento, rastreio de contactos e monitorização das pessoas potencialmente expostas.</p>
<p>A gravidade da situação levou também o Governo francês a reagir de imediato. Citado pela imprensa francesa, o gabinete do primeiro-ministro assegurou que o caso está a ser acompanhado com a máxima atenção. “A situação está a ser acompanhada muito de perto pelo primeiro-ministro”, indicou Matignon, sede do Governo francês.</p>
<p>Para já, as autoridades não divulgaram mais detalhes sobre o estado clínico do médico infetado nem sobre eventuais contactos considerados de risco. O caso está, contudo, sob acompanhamento das entidades de saúde pública francesas, que deverão prosseguir as investigações epidemiológicas necessárias para evitar qualquer potencial propagação da doença.</p>
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		<title>Mais de 70% dos portugueses dizem que Governo falhou resposta ao impacto da guerra do Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos portugueses entende que o Governo poderia ter feito mais para proteger as famílias das consequências económicas da guerra entre Israel e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos portugueses entende que o Governo poderia ter feito mais para proteger as famílias das consequências económicas da guerra entre Israel e o Irão, especialmente perante o agravamento dos preços dos combustíveis registado desde o início do conflito no Médio Oriente. Segundo um barómetro recente, mais de sete em cada dez cidadãos consideram que as medidas adotadas pelo Executivo não têm sido suficientes para mitigar os efeitos da escalada dos custos energéticos no orçamento das famílias.</p>
<p>De acordo com um barómetro realizado pela <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/maioria-acha-que-governo-podia-ter-ajudado-mais" target="_blank" rel="noopener">Intercampus para o Correio da Manhã, CMTV, o Negócios, e o Now</a>, 71,9% dos inquiridos afirmam que o Governo não está a fazer o suficiente para ajudar os portugueses a enfrentar as consequências económicas do conflito, iniciado a 28 de fevereiro. Em sentido contrário, apenas 12,2% consideram que o Executivo liderado por Luís Montenegro tem adotado medidas adequadas para apoiar a população perante o aumento dos custos associados à crise internacional.</p>
<p>Apesar da forte insatisfação, os resultados mostram uma ligeira melhoria da perceção pública relativamente ao mês anterior. Na sondagem realizada anteriormente, 77% dos participantes entendiam que o Governo estava a falhar na resposta aos efeitos da guerra, valor que desceu agora para 71,9%, embora continue a representar uma maioria muito expressiva.</p>
<p>O mesmo estudo revela ainda um amplo consenso em torno da necessidade de reduzir a carga fiscal sobre os combustíveis. Questionados sobre se o Governo deveria baixar os impostos para compensar a subida dos preços nas bombas, 87,4% dos inquiridos responderam afirmativamente. Em contraste, menos de 7% defendem a manutenção da atual tributação. O tema ganhou particular relevância à medida que o preço do barril de Brent, referência para o mercado europeu, registou uma forte valorização na sequência do conflito no Médio Oriente, aumentando a pressão sobre os custos dos combustíveis e reforçando o debate em torno das medidas que o Estado poderá adotar para aliviar o impacto sobre consumidores e empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780671]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação pode durar mais do que os investidores esperam, alertam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:52:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os mercados financeiros poderão estar a subestimar o impacto duradouro do conflito entre os Estados Unidos e o Irão na inflação global, alerta a gestora de ativos Wellington Management.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados financeiros poderão estar a subestimar o impacto duradouro do conflito entre os Estados Unidos e o Irão na inflação global, alerta a gestora de ativos Wellington Management.</p>
<p>A análise, assinada pelos estrategas macro Eoin O&#8217;Callaghan e John Butler, defende que os investidores continuam a assumir um cenário demasiado otimista para a evolução dos preços da energia e da inflação, apesar do agravamento das tensões geopolíticas.</p>
<p>Segundo os especialistas, os mercados permanecem posicionados para uma resolução relativamente rápida do conflito e para uma normalização dos fluxos energéticos, do crescimento económico e da inflação. No entanto, a Wellington Management considera que o risco está cada vez mais inclinado para uma subida mais prolongada dos preços da energia, com consequências relevantes para a economia global.</p>
<p>A equipa de matérias-primas da gestora prevê que o preço médio do petróleo ultrapasse os 100 dólares por barril este ano, mesmo que o estratégico Estreito de Ormuz volte a funcionar normalmente nas próximas semanas. Os analistas alertam que qualquer perturbação prolongada no abastecimento energético poderá alimentar novas pressões inflacionistas e dificultar o trabalho dos bancos centrais.</p>
<p>A Wellington sublinha ainda que as políticas monetárias e orçamentais já eram expansionistas antes do conflito e foram entretanto flexibilizadas, criando condições para que o choque energético tenha efeitos mais persistentes. Neste contexto, os especialistas consideram que os decisores políticos correm o risco de ficar “atrás da curva” no combate à inflação, permitindo que as expectativas de subida dos preços se consolidem.</p>
<p>A análise destaca igualmente diferenças regionais significativas. A Europa e a Ásia surgem como as economias mais vulneráveis a um aumento prolongado dos custos energéticos, enquanto os Estados Unidos, devido à sua posição como exportador líquido marginal de energia, poderão absorver melhor parte do impacto. Alguns países exportadores de matérias-primas poderão mesmo beneficiar do atual contexto.</p>
<p>Os estrategas alertam também para uma deterioração crescente da credibilidade das políticas monetárias e orçamentais em várias economias desenvolvidas. Desde a pandemia de Covid-19, os governos têm mantido elevados défices públicos e os bancos centrais políticas relativamente acomodatícias, o que contribuiu para que as expectativas de inflação de médio prazo se mantenham acima das metas oficiais em mercados como o Japão, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>Para os investidores, a Wellington considera que a credibilidade das políticas económicas está a tornar-se um fator cada vez mais relevante na avaliação dos ativos financeiros. Países como Japão, Reino Unido, França e Estados Unidos deverão estar particularmente sob escrutínio dos mercados.</p>
<p>Num cenário mais extremo, a gestora alerta para o risco de se repetirem dinâmicas semelhantes às observadas durante a crise petrolífera da década de 1970, quando alguns países perderam o controlo da inflação e registaram um desempenho muito fraco dos mercados financeiros. Embora reconheçam que o choque atual ainda está longe da dimensão observada há cerca de 50 anos, os especialistas admitem que esse risco poderá aumentar caso o conflito entre os EUA e o Irão se prolongue mais do que os investidores atualmente antecipam.</p>
<p>&nbsp;</p>
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